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wallacereq@gmail.com.







segunda-feira, 5 de abril de 2010

Transgenia é isso.

Fazer artificialmente o cruzamento de espécies diferentes. Entanda isso, entenda de uma vez por todas, e pare de ser laranja. Isso não é melhoramento genético, é a quebra dos códicos genéticos que garantem a vida das espécies em equilibrio harmônico. ( G .W. Darth)


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Transgenia é isso.

Fazer artificialmente o cruzamento de espécies diferentes. Entanda isso, entenda de uma vez por todas, e pare de ser laranja. Isso não é melhoramento genético, é a quebra dos códicos genéticos que garantem a vida das espécies em equilibrio harmônico. ( G .W. Darth)


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E eles tem aversão pelas pessoas normais.

Heterofóbicos; eles têm aversão pelos próprios pais.
( republicado)
Esse texto é bem simples porque a realidade que ele denuncia também é muito simples.Os heterofóbicos são pessoas que tem aversão por pessoas de sexo diferente. Na verdade eles têm aversão aos homens que desejam mulheres, e as mulheres que desejam homens. Essa é à base de seu desvio sexual. Assim essas pessoas, que são todas, filhos ou filhas de um casal, homem e mulher, pai e mãe, que os geraram, e que, portanto foram, ou são heterossexuais, ou seja, são normais, e por isso, por serem normais, são rejeitados pelos heterofóbicos.Não é preciso complicar com chavões psicanalíticos para se perceber que na base da Heterofobia, ou está à rejeição dos pais, ( e da união fertil) como seres em relação, ou do pai em particular, ou da mãe também em particular. Também, sem complicação, pode-se perceber que a Heterofobia é uma reação a um desejo incontido, desajustado, ou pela mãe, ou pelo pai, cujo mecanismo de defesa do ego transformou em rejeição.
Há cura? Sim há cura. Mas só há cura, se o doente se reconhece na doença e no desvio. Caso contrário, não há cura, há o acobertamento da doença emocional, desvio instintivo, que passa a ser acobertado por “Novos Conceitos”, ou seja, justificados pelo mecanismo da racionalização.
A doença, nunca foi detentora de direitos, muito menos os vícios. Em toda a história da humanidade, o direito se fundamenta, em primeiro lugar na vida, só o ser vivo tem direitos, e na saúde, na norma, no normal. Assim erra gravemente quem diz que: Os heterofóbicos têm direitos porque são trabalhadores, cidadãos, eleitores. Ora os homicidas também são eleitores, cidadão, e muitas vezes trabalhadores. Assim também são os pedófilos, os estupradores, os psicopatas, as prostitutas, os traficantes, todos são cidadãos e eleitores. Sim; todos eles têm direitos da pessoa humana, mas é justamente a imoralidade de seu comportamento que faz com que a sociedade reaja coibindo-lhes ou cerceando-lhes, por medida de segurança, certos direitos lhe são diminuídos, cerceados.
O heterofóbico é um psicopata, quando não um psicótico (caso do travesti).Se o governo quer ajudar os heterofóbicos ( homossexuais) ofereça-lhes tratamento, mas não queira justificá-los, pois erra gravemente, induzindo ao erro milhares ou milhões de pessoas, o que resultará em desordem incontrolável da sociedade. A base desse desajuste social, esta claramente manifesto na aversão aos pais, ou seja, na aversão incontrolável à autoridade,( por isso se usa desses indivíduos para a revolução dos costumes) daí a desordem social irremediável.
Simbolicamente, o heterofóbico tem aversão ao Pai (Deus) e a Terra (mãe). Assim, nesse jogo de aversão eles querem desobedecer voluntariamente às leis de Deus, e as leis da Natureza (Terra), ou seja, não se aceitam como nasceram,( porque não há hermafrodita humano) e querem obrigar que todos os aceitem. Melhor, querem obrigar que sua doença sexual, seu desvio, se torne regra de direito, pior, querem que sua doença tenha privilégios e foros privilegiados no seio da sociedade.
Assim, chamá-los de homo-afetivos, de homossexuais (conceito absolutamente errado) ou homossensuais, não ajuda, nem na solução do problema, nem na ordem social.
Conheça o G23heterofofbcos.blogspot.com.

Wallacereq@gmail.com é psicólogo clínico em Altamira do Araguaia, na tribo dos Xeré Xerê.


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E eles tem aversão pelas pessoas normais.

Heterofóbicos; eles têm aversão pelos próprios pais.
( republicado)
Esse texto é bem simples porque a realidade que ele denuncia também é muito simples.Os heterofóbicos são pessoas que tem aversão por pessoas de sexo diferente. Na verdade eles têm aversão aos homens que desejam mulheres, e as mulheres que desejam homens. Essa é à base de seu desvio sexual. Assim essas pessoas, que são todas, filhos ou filhas de um casal, homem e mulher, pai e mãe, que os geraram, e que, portanto foram, ou são heterossexuais, ou seja, são normais, e por isso, por serem normais, são rejeitados pelos heterofóbicos.Não é preciso complicar com chavões psicanalíticos para se perceber que na base da Heterofobia, ou está à rejeição dos pais, ( e da união fertil) como seres em relação, ou do pai em particular, ou da mãe também em particular. Também, sem complicação, pode-se perceber que a Heterofobia é uma reação a um desejo incontido, desajustado, ou pela mãe, ou pelo pai, cujo mecanismo de defesa do ego transformou em rejeição.
Há cura? Sim há cura. Mas só há cura, se o doente se reconhece na doença e no desvio. Caso contrário, não há cura, há o acobertamento da doença emocional, desvio instintivo, que passa a ser acobertado por “Novos Conceitos”, ou seja, justificados pelo mecanismo da racionalização.
A doença, nunca foi detentora de direitos, muito menos os vícios. Em toda a história da humanidade, o direito se fundamenta, em primeiro lugar na vida, só o ser vivo tem direitos, e na saúde, na norma, no normal. Assim erra gravemente quem diz que: Os heterofóbicos têm direitos porque são trabalhadores, cidadãos, eleitores. Ora os homicidas também são eleitores, cidadão, e muitas vezes trabalhadores. Assim também são os pedófilos, os estupradores, os psicopatas, as prostitutas, os traficantes, todos são cidadãos e eleitores. Sim; todos eles têm direitos da pessoa humana, mas é justamente a imoralidade de seu comportamento que faz com que a sociedade reaja coibindo-lhes ou cerceando-lhes, por medida de segurança, certos direitos lhe são diminuídos, cerceados.
O heterofóbico é um psicopata, quando não um psicótico (caso do travesti).Se o governo quer ajudar os heterofóbicos ( homossexuais) ofereça-lhes tratamento, mas não queira justificá-los, pois erra gravemente, induzindo ao erro milhares ou milhões de pessoas, o que resultará em desordem incontrolável da sociedade. A base desse desajuste social, esta claramente manifesto na aversão aos pais, ou seja, na aversão incontrolável à autoridade,( por isso se usa desses indivíduos para a revolução dos costumes) daí a desordem social irremediável.
Simbolicamente, o heterofóbico tem aversão ao Pai (Deus) e a Terra (mãe). Assim, nesse jogo de aversão eles querem desobedecer voluntariamente às leis de Deus, e as leis da Natureza (Terra), ou seja, não se aceitam como nasceram,( porque não há hermafrodita humano) e querem obrigar que todos os aceitem. Melhor, querem obrigar que sua doença sexual, seu desvio, se torne regra de direito, pior, querem que sua doença tenha privilégios e foros privilegiados no seio da sociedade.
Assim, chamá-los de homo-afetivos, de homossexuais (conceito absolutamente errado) ou homossensuais, não ajuda, nem na solução do problema, nem na ordem social.
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domingo, 4 de abril de 2010

Não deixe de espiar o Site: PMDBdoBrasil.com

Conheça os blogs do grupo G23 de Outubro e divirta-se
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Seguir Requião

twitter@requiaopmdb,

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Observatório da Imprensa, por Luiz Antônio Magalhães

A oposição de esquerda ao governo Lula se organizou, em 2006, em torno da ex-senadora Heloísa Helena (PSOL-AL), uma dissidente do partido do presidente que foi expulsa do PT depois de desobedecer sistematicamente às determinações da direção da agremiação em diversas votações no Congresso, especialmente a da reforma da Previdência.

Heloísa Helena provavelmente será candidata de novo em 2010 e uma parte substancial da esquerda vai marchar ao lado dela, apesar das contradições que marcam a personalidade da ex-senadora, uma liderança capaz de desafiar o seu próprio partido e defender posições próprias, ainda que contrariando decisões tomadas por seus correligionários, como se viu recentemente na questão do aborto. Também é quase certo que uma segunda candidatura presidencial de Helena não apresente o mesmo encanto da primeira, quando a aguerrida alagoana foi a grande novidade da disputa.

Para quem pensa a política estrategicamente, do ponto de vista da esquerda, há um outro nome disponível na praça, em torno do qual seria possível construir uma candidatura presidencial forte e com chances talvez não de vencer o pleito, mas de levar ao público uma mensagem política de inconformidade com os rumos do país, especialmente no que diz respeito à condução da política econômica. Muita gente torce o nariz para ele, mas a verdade é que o governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), é hoje o único contraponto ao modo de governar petista e tucano em atividade no Brasil.

Evidentemente, Roberto Requião não é nem de longe um socialista. Dentro das limitações de um governo estadual, no entanto, ele tem conseguido polarizar com as forças conservadoras em questões importantes. Com uma postura corajosa, Requião tem enfrentado alguns tabus neoliberais e de certa forma está se saindo muito bem. Comprou briga com os produtores de transgênicos, com os concessionários de pedágio e até com o poderoso banco Itaú. Não é pouca coisa.

E para quem acha que brigar é fácil, difícil é construir, vale lembrar que Requião tem sido um interlocutor freqüente do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, com quem já fechou algumas parcerias, inclusive em torno da TV do Mercosul. Pergunte a qualquer liderança do MST sobre o tratamento que o governador do Paraná dispensa aos sem-terra e a resposta será outro alento: melhor do que em todos os demais estados do país.

A postura de Requião já começou a incomodar o establishment, tanto é que uma absurda decisão judicial proibiu o governador de apresentar seus pontos de vista na TV Educativa (e na rádio) do Paraná, reeditando no país a censura prévia.

Tudo somado, Requião tem muito mais a apresentar do que a senadora Heloísa Helena e poderia perfeitamente, neste cenário, ser o candidato das esquerdas, dentro de uma concepção de política que privilegiasse não a plataforma socialista (o que, é bom que se diga, Helena também não consegue sustentar), mas avanços no sentido de um governo mais autônomo e arrojado, talvez semelhante ao antigo nacional-desenvolvimentismo, que evidentemente não pode ser transplantado para a realidade atual.

É evidente, porém, que as alas mais conservadoras do PMDB não aceitariam com facilidade uma candidatura de Roberto Requião. Para que ele se viabilize, é preciso apoio fora do PMDB, de maneira que o próprio governador sinta confiança para colocar seu bloco na rua. Uma pré-candidatura de Requião talvez já seja suficiente para quebrar o falso debate que a campanha de 2006 no fundo apresentou, quando Alckmin dizia ser melhor gerente do que Lula e Heloísa afirmava ser a única virgem no bordel. Requião não está neste jogo, tem uma história de 8 anos à frente do governo do Paraná para apresentar aos brasileiros e provar que é, sim, possível governar de um jeito um pouco diferente. Se no final ele conseguir a legenda para disputar o pleito, melhor ainda, o debate se prolonga e fica mais animado.

A direita já tem o seu candidato: o governador José Serra (PSDB), que faz um governo sofrível e sem nenhuma novidade em São Paulo. Pelo que contam fontes tucanas, o Palácio do Bandeirantes se tornou um bunker da candidatura presidencial do governador paulista, que só pensa naquilo – a cadeira de Lula, bem entendido.

O consórcio petista não sabe ainda com quem concorrerá na eleição e provavelmente terá mais de um cavalo na disputa, se Lula não puder mesmo tentar o terceiro mandato – talvez Dilma Rousseff e Ciro Gomes, por exemplo. De toda maneira, serão cavalos que contarão com apoio a máquina governamental e, certamente, rios de dinheiro privado.

Assim, se a esquerda quiser ter alguma relevância na eleição de 2010, deve considerar a partir de agora se não valeria a pena fomentar a candidatura de Roberto Requião à presidência da República. Concorrer apenas com Heloísa Helena pode significar um repeteco do discurso de caráter udenista da eleição de 2006, que se revelou, ao fim e ao cabo, um grande fiasco.


Luiz Antônio Magalhães é editor de política do DCI e editor-assistente do Observatório da Imprensa (http://www.observatoriodaimprensa.com.br/).

Comentário do G 23: Está claro que o articulista desconhece em profundidade Requião, desconhece também suas obras em três mandatos, embora seu texto seja bem escrito, interessante e útil. Todavia, com retidão de intenção quero lembrar um texto "Biblico" muito importante: Pedro e André haviam pescado a noite inteira sem sucesso, mas eis que o Senhor os manda lançarem as redes à DIREITA do barco, e ocorreu a pesca milagrosa, as redes se rompiam de tantos peixes. Quem têm inteligência para entender, entenda. A maioria elege, não a minoria. E a maioria é destra, embora inconformada com as injustiças sociais.
wallacereq@gmail.com






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A oposição de esquerda ao governo Lula se organizou, em 2006, em torno da ex-senadora Heloísa Helena (PSOL-AL), uma dissidente do partido do presidente que foi expulsa do PT depois de desobedecer sistematicamente às determinações da direção da agremiação em diversas votações no Congresso, especialmente a da reforma da Previdência.

Heloísa Helena provavelmente será candidata de novo em 2010 e uma parte substancial da esquerda vai marchar ao lado dela, apesar das contradições que marcam a personalidade da ex-senadora, uma liderança capaz de desafiar o seu próprio partido e defender posições próprias, ainda que contrariando decisões tomadas por seus correligionários, como se viu recentemente na questão do aborto. Também é quase certo que uma segunda candidatura presidencial de Helena não apresente o mesmo encanto da primeira, quando a aguerrida alagoana foi a grande novidade da disputa.

Para quem pensa a política estrategicamente, do ponto de vista da esquerda, há um outro nome disponível na praça, em torno do qual seria possível construir uma candidatura presidencial forte e com chances talvez não de vencer o pleito, mas de levar ao público uma mensagem política de inconformidade com os rumos do país, especialmente no que diz respeito à condução da política econômica. Muita gente torce o nariz para ele, mas a verdade é que o governador do Paraná, Roberto Requião (PMDB), é hoje o único contraponto ao modo de governar petista e tucano em atividade no Brasil.

Evidentemente, Roberto Requião não é nem de longe um socialista. Dentro das limitações de um governo estadual, no entanto, ele tem conseguido polarizar com as forças conservadoras em questões importantes. Com uma postura corajosa, Requião tem enfrentado alguns tabus neoliberais e de certa forma está se saindo muito bem. Comprou briga com os produtores de transgênicos, com os concessionários de pedágio e até com o poderoso banco Itaú. Não é pouca coisa.

E para quem acha que brigar é fácil, difícil é construir, vale lembrar que Requião tem sido um interlocutor freqüente do presidente da Venezuela, Hugo Chávez, com quem já fechou algumas parcerias, inclusive em torno da TV do Mercosul. Pergunte a qualquer liderança do MST sobre o tratamento que o governador do Paraná dispensa aos sem-terra e a resposta será outro alento: melhor do que em todos os demais estados do país.

A postura de Requião já começou a incomodar o establishment, tanto é que uma absurda decisão judicial proibiu o governador de apresentar seus pontos de vista na TV Educativa (e na rádio) do Paraná, reeditando no país a censura prévia.

Tudo somado, Requião tem muito mais a apresentar do que a senadora Heloísa Helena e poderia perfeitamente, neste cenário, ser o candidato das esquerdas, dentro de uma concepção de política que privilegiasse não a plataforma socialista (o que, é bom que se diga, Helena também não consegue sustentar), mas avanços no sentido de um governo mais autônomo e arrojado, talvez semelhante ao antigo nacional-desenvolvimentismo, que evidentemente não pode ser transplantado para a realidade atual.

É evidente, porém, que as alas mais conservadoras do PMDB não aceitariam com facilidade uma candidatura de Roberto Requião. Para que ele se viabilize, é preciso apoio fora do PMDB, de maneira que o próprio governador sinta confiança para colocar seu bloco na rua. Uma pré-candidatura de Requião talvez já seja suficiente para quebrar o falso debate que a campanha de 2006 no fundo apresentou, quando Alckmin dizia ser melhor gerente do que Lula e Heloísa afirmava ser a única virgem no bordel. Requião não está neste jogo, tem uma história de 8 anos à frente do governo do Paraná para apresentar aos brasileiros e provar que é, sim, possível governar de um jeito um pouco diferente. Se no final ele conseguir a legenda para disputar o pleito, melhor ainda, o debate se prolonga e fica mais animado.

A direita já tem o seu candidato: o governador José Serra (PSDB), que faz um governo sofrível e sem nenhuma novidade em São Paulo. Pelo que contam fontes tucanas, o Palácio do Bandeirantes se tornou um bunker da candidatura presidencial do governador paulista, que só pensa naquilo – a cadeira de Lula, bem entendido.

O consórcio petista não sabe ainda com quem concorrerá na eleição e provavelmente terá mais de um cavalo na disputa, se Lula não puder mesmo tentar o terceiro mandato – talvez Dilma Rousseff e Ciro Gomes, por exemplo. De toda maneira, serão cavalos que contarão com apoio a máquina governamental e, certamente, rios de dinheiro privado.

Assim, se a esquerda quiser ter alguma relevância na eleição de 2010, deve considerar a partir de agora se não valeria a pena fomentar a candidatura de Roberto Requião à presidência da República. Concorrer apenas com Heloísa Helena pode significar um repeteco do discurso de caráter udenista da eleição de 2006, que se revelou, ao fim e ao cabo, um grande fiasco.


Luiz Antônio Magalhães é editor de política do DCI e editor-assistente do Observatório da Imprensa (http://www.observatoriodaimprensa.com.br/).

Comentário do G 23: Está claro que o articulista desconhece em profundidade Requião, desconhece também suas obras em três mandatos, embora seu texto seja bem escrito, interessante e útil. Todavia, com retidão de intenção quero lembrar um texto "Biblico" muito importante: Pedro e André haviam pescado a noite inteira sem sucesso, mas eis que o Senhor os manda lançarem as redes à DIREITA do barco, e ocorreu a pesca milagrosa, as redes se rompiam de tantos peixes. Quem têm inteligência para entender, entenda. A maioria elege, não a minoria. E a maioria é destra, embora inconformada com as injustiças sociais.
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E agora José?



Vamos nos acovardar ?
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No seu último dia de governo Requião inaugura mega hospital com nome de seu pai,médico.( sugestão da Câmara Municipal e Assembleia Legislativa )









Hospital Regional Universitário de Ponta Grossa, Dr. Wallace Thadeu de Mello e Silva.








Conheça os blogs do grupo G23 de Outubro
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FELIZ PASCOA

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sábado, 3 de abril de 2010

Fixando a ideologia.

Fixando a Ideologia.
Ao ouvir a entrevista do prefeito de Santo Inácio, João Venceslau, pude perceber que o governo de Requião conseguiu fixar nos municípios paranaenses a consciência de fixação das populações urbanas e rurais das pequenas cidades. Aquele prefeito assimilou bem a importância de valorização das pequenas cidades, para diminuir a criminalidade, garantir saúde, educação e mais qualidade de vida para a população brasileira.
Uma cidade de pouco mais de 6000 habitantes, possui três escolas públicas ( que devem atender por volta 1000 alunos), uma indústria que emprega mil e quinhentas pessoas, cinco ônibus escolares, quatro oriundo do governo do estado, dois por doação e dois financiados, e um do governo federal. Certamente teve seu Plano Diretor realizado, o que facilitará o crescimento ordenado do município. Receberá em breve uma biblioteca e um centro gratuito de acesso a Internet, e um Centro de Saúde da Criança e da Mulher.
Não é pouco, pois isso, somado às obras da própria prefeitura, nos permitirá contemplar o avanço da pequena cidade na melhoria de seu nivel cultural e qualidade de vida para os próximos dez anos.

Essa é a receita para o Brasil.



Wallacereq@gmail.com
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sexta-feira, 2 de abril de 2010

O que a Imprensa não mostrou.

Hospital Geral Universitário de Ponta Grossa, obra do Governo Requião.
Fotos Agência de Notícias do Governo do Estado do Paraná ( exelente fotografo).
35 milhôes de Reais e a viabilização definitiva do Curso de Medicina da Universidade de Ponta Grossa. Inaugurado em 31 de Março, o mega hospital não foi notícia na Imprensa Paranaense. Então eu me pergunto, vocês compram jornal para que? Para saber, que mais um jovem morreu vítima do tráfico de drogas? Ou que um rapaz morreu em acidente de transito? Eu quero ler o que presta.

O Novo Hospítal homenageia o pai de Requião, Dr Wallace Thadeu de Mello e Silva, médico, ex. vereador, ex. prefeito de Curitiba, ex. chefe do serviço médico penitenciário do Presídio Central do Estado, ex. médico do IBC, ex. médico de Saúde Pública, ex médico e inspetor sanitário das Minas de Carvão do Paraná e Santa Catarina, formado em Belo Horizonte ( MG) em 1934, falecido em Curitiba em 1980.
Exerceu a medicina em Belo Horizonte, em Vitória ( ES), em Colatina (ES) em Judiai ( SP) em São Paulo ( capital), em Antonina ( PR) em Ipanema ( MG) em Joinville ( SC) e em Curitiba ( PR).










Wallacereq@gmail.com

O que a imprensa não te mostrou. O Hospital Geral Universitário de Ponta Grossa.
















Wallacereq@gmail.com

O mega hospital regional universitário de Ponta Grossa foi inaugurado. Você não verá nenhuma linha na imprensa.. A obra fala mais que o meu texto.

Governo Roberto Requião, 35 milhôes de Reais e a viabilização do Curso de Medicina dos Campos Gerais.



































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O mega hospital regional universitário de Ponta Grossa foi inaugurado. Você não verá nenhuma linha na imprensa.. A obra fala mais que o meu texto.

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1 de Abril, Req Req recebe o trator número 5000 em Londrina.


Este é o tractor numero 5000 entregue a um agricultor paranaense. Wallace Req, o velho, fez questão de tirar uma foto, para mostrar o verdadeiro tamanho do equipamento, que a imprensa chama de "tratorzinhos do Requião". O equipamento, traçado( 4x4) reúne o que há de melhor e moderno para os tratores dessa categoria. A foto foi tirada na exposição de Londrina em 1 de Abril de 2010.
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Este é o tractor numero 5000 entregue a um agricultor paranaense. Wallace Req, o velho, fez questão de tirar uma foto, para mostrar o verdadeiro tamanho do equipamento, que a imprensa chama de "tratorzinhos do Requião". O equipamento, traçado( 4x4) reúne o que há de melhor e moderno para os tratores dessa categoria. A foto foi tirada na exposição de Londrina em 1 de Abril de 2010.
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