terça-feira, 13 de novembro de 2012
Imagens do Paraná. Brasil.
Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.
Как бы я знал правду.
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У меня есть читатели в России, будет то, что будет кто-то со знанием, чтобы выразить мнение об этом фильме?
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Albert Einstein não era burro ( texto de 2008 do Blog que sumiu)
Albert Einstein não era burro
Quinta-feira, Quatro de Setembro de 2008
Einstein.
Recebi um panfleto, na rua, em defesa do homossexualismo com a gravura de Albert Einstein. Coitado, ele não era burro, todos sabem, e não era homossexual, todos sabem também. Ele sabia diferenciar a diversidade humana, costumes, crenças e raças, da perversão humana. Mais ainda, da perversão sexual.
Fico pensando com que autoridade os GLS se utilizam da figura de um homem como Einstein para a defesa de sua perversão. O povo judeu, ao menos aquele genuinamente israelita, se considera, e às vezes com razão, modelos de honradez, de religiosidade, e de eleição divina. ( sem esquecer que é Cristo o Messias quem os chamará de viboras e povo de espinha dura).
Todavia, é a Thorá, o primeiro e mais importante documento judeu a discriminar e denunciar o crime da perversão homossexual e da irresponsabilidade do uso sexual.
Einstein, que era judeu, não seria louco de professar publicamente sua “simpatia” pelos “fanáticos da sensualidade entre pessoas do mesmo sexo”, ou dos fanáticos da sensualidade estéril e, obviamente contrários aos princípios israelitas.
A esterilidade sempre foi maldita para os israelitas, pois impedia o nascimento do Messias. Principalmente, e agora em extremo, quando praticadas entre seres do mesmo sexo. Quem leu, por exemplo, a “Fonte de Israel” de James Michiner, sabe muito bem qual era a opinião que os israelitas tinham sobre os gregos e romanos que praticavam essa perversão vergonhosa.
Einstein, tão judeu como Jesus Cristo, não aceitou, como podemos perceber o homossexualismo. Nem faria dele defesa. Mas Einstein, todavia, não aceitou a Cristo.
Cristo era o Messias esperado e prometido a Israel. O filho de Deus. Muitos judeus prontamente aceitaram essa verdade, e assim começou no seio dos judeus, da Palestina, de Alexandria e de Roma, o cristianismo. Não aceitando essa Verdade fundamental da “Grandeza de Israel recebendo Cristo o Messias”, Einstein acabou desenvolvendo, como muitas pessoas não judias, um processo de “mentiras contra si mesmo” e contra sua consciência racional.
Passou a “relativizar” a Verdade. Procurava uma saída. Ora, uma coisa leva a outra no processo mental e Einstein acabou por justificar a sua tese no campo da Física, ou seja, desenvolvendo na “Teoria da Relatividade”, uma válvula de escape para a sua consciência, que diminuía, em conseqüência, o seu drama existencial. Aceitar ou não o Messias. Havia enfim uma possibilidade ontológica de escapar à Verdade evidente. Negou o Messias. Esperou como tantos outros o Messias Israelita, o Anti-Messias, ou seja, o tão falado “Anticristo”. Aquele novo membro do povo eleito, que virá desmentir ao Cristo Jesus e a sua eleição e única filiação divina.
Outros judeus étnicos, percebendo essa loucura, passaram a professar que o Messias não é uma pessoa, é uma idéia, e Mendellson, entre outros judeus modernos, passaram a arquitetar o neo-judaismo. O progressismo judeu.
O Messias, para eles, já não é uma pessoa, mas uma idéia.
Já não há um Messias a esperar, mas apenas o Poder do (SION); o querer de um povo.
Se esses senhores circuncisados, tivessem se dado ao trabalho de ler São Jerônimo, o tradutor da Thorá, já não seriam israelitas, mas cristãos étnicos, católicos na verdade. Mas esse é um tema que foge do assunto inicial do nosso texto.
Todavia posso dizer que aí sim, fariam o mundo todo crescer na fé, e os homossexuais corarem de vergonha. Agora, mesmo eu, que não sou judeu, não posso me calar e me omitir ao ver alguém usar, do povo judeu, e da personalidade de um dos seus maiores ícones, o mundialmente famoso cientista Albert Einstein, para induzir as pessoas a aceitar o homossexualismo. Eu não aceito.
Quem autorizou? Albert Einstein era matemático e físico, portanto lógico em seu raciocínio, assim, imediatamente perceberia que essa aceitação imoral, e causa do fim de Sodoma ( escrituras Judaicas), nos levaria à aceitação de outras perversões como a pedofilia que é o erotismo homossexual dirigido, não mais as pessoas adultas, mas contra as crianças do mesmo sexo ou de sexo diferente. Levaria à bestialidade, a gerontofilia (sexo com velhos), ou ao fetiche, pois são conseqüências lógicas do afastamento da função do sexo de sua objetividade física, moral e teológica.
O elogio ao homossexualismo trata-se de um elogio ao “Erotismo Perverso” e assumido esse, haveremos de aceitar as outras perversões, como o sexo com crianças, com animais, como velhos, com mortos, com maquinas, tudo em nome da “opção” sexual. O amigo Albert Einstein jamais faria isso. Ele não era burro.
Wallace Requião de Mello e Silva.
Postado por Grupo G23
0Marcadores: Homossexuais
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Quinta-feira, Quatro de Setembro de 2008
Einstein.
Recebi um panfleto, na rua, em defesa do homossexualismo com a gravura de Albert Einstein. Coitado, ele não era burro, todos sabem, e não era homossexual, todos sabem também. Ele sabia diferenciar a diversidade humana, costumes, crenças e raças, da perversão humana. Mais ainda, da perversão sexual.
Fico pensando com que autoridade os GLS se utilizam da figura de um homem como Einstein para a defesa de sua perversão. O povo judeu, ao menos aquele genuinamente israelita, se considera, e às vezes com razão, modelos de honradez, de religiosidade, e de eleição divina. ( sem esquecer que é Cristo o Messias quem os chamará de viboras e povo de espinha dura).
Todavia, é a Thorá, o primeiro e mais importante documento judeu a discriminar e denunciar o crime da perversão homossexual e da irresponsabilidade do uso sexual.
Einstein, que era judeu, não seria louco de professar publicamente sua “simpatia” pelos “fanáticos da sensualidade entre pessoas do mesmo sexo”, ou dos fanáticos da sensualidade estéril e, obviamente contrários aos princípios israelitas.
A esterilidade sempre foi maldita para os israelitas, pois impedia o nascimento do Messias. Principalmente, e agora em extremo, quando praticadas entre seres do mesmo sexo. Quem leu, por exemplo, a “Fonte de Israel” de James Michiner, sabe muito bem qual era a opinião que os israelitas tinham sobre os gregos e romanos que praticavam essa perversão vergonhosa.
Einstein, tão judeu como Jesus Cristo, não aceitou, como podemos perceber o homossexualismo. Nem faria dele defesa. Mas Einstein, todavia, não aceitou a Cristo.
Cristo era o Messias esperado e prometido a Israel. O filho de Deus. Muitos judeus prontamente aceitaram essa verdade, e assim começou no seio dos judeus, da Palestina, de Alexandria e de Roma, o cristianismo. Não aceitando essa Verdade fundamental da “Grandeza de Israel recebendo Cristo o Messias”, Einstein acabou desenvolvendo, como muitas pessoas não judias, um processo de “mentiras contra si mesmo” e contra sua consciência racional.
Passou a “relativizar” a Verdade. Procurava uma saída. Ora, uma coisa leva a outra no processo mental e Einstein acabou por justificar a sua tese no campo da Física, ou seja, desenvolvendo na “Teoria da Relatividade”, uma válvula de escape para a sua consciência, que diminuía, em conseqüência, o seu drama existencial. Aceitar ou não o Messias. Havia enfim uma possibilidade ontológica de escapar à Verdade evidente. Negou o Messias. Esperou como tantos outros o Messias Israelita, o Anti-Messias, ou seja, o tão falado “Anticristo”. Aquele novo membro do povo eleito, que virá desmentir ao Cristo Jesus e a sua eleição e única filiação divina.
Outros judeus étnicos, percebendo essa loucura, passaram a professar que o Messias não é uma pessoa, é uma idéia, e Mendellson, entre outros judeus modernos, passaram a arquitetar o neo-judaismo. O progressismo judeu.
O Messias, para eles, já não é uma pessoa, mas uma idéia.
Já não há um Messias a esperar, mas apenas o Poder do (SION); o querer de um povo.
Se esses senhores circuncisados, tivessem se dado ao trabalho de ler São Jerônimo, o tradutor da Thorá, já não seriam israelitas, mas cristãos étnicos, católicos na verdade. Mas esse é um tema que foge do assunto inicial do nosso texto.
Todavia posso dizer que aí sim, fariam o mundo todo crescer na fé, e os homossexuais corarem de vergonha. Agora, mesmo eu, que não sou judeu, não posso me calar e me omitir ao ver alguém usar, do povo judeu, e da personalidade de um dos seus maiores ícones, o mundialmente famoso cientista Albert Einstein, para induzir as pessoas a aceitar o homossexualismo. Eu não aceito.
Quem autorizou? Albert Einstein era matemático e físico, portanto lógico em seu raciocínio, assim, imediatamente perceberia que essa aceitação imoral, e causa do fim de Sodoma ( escrituras Judaicas), nos levaria à aceitação de outras perversões como a pedofilia que é o erotismo homossexual dirigido, não mais as pessoas adultas, mas contra as crianças do mesmo sexo ou de sexo diferente. Levaria à bestialidade, a gerontofilia (sexo com velhos), ou ao fetiche, pois são conseqüências lógicas do afastamento da função do sexo de sua objetividade física, moral e teológica.
O elogio ao homossexualismo trata-se de um elogio ao “Erotismo Perverso” e assumido esse, haveremos de aceitar as outras perversões, como o sexo com crianças, com animais, como velhos, com mortos, com maquinas, tudo em nome da “opção” sexual. O amigo Albert Einstein jamais faria isso. Ele não era burro.
Wallace Requião de Mello e Silva.
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segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Augusto Rodin(nho)
Birth name François-Auguste-René Rodin
Born (1840-11-12)12 November 1840
Paris
Died 17 November 1917(1917-11-17)
François-Auguste-René Rodin (12 November 1840 – 17 November 1917), known as Auguste Rodin ( /oʊˈɡuːst roʊˈdæn/ oh-GOOST roh-DAN; French: [oɡyst ʁɔdɛ̃]), was a French sculptor. Although Rodin is generally considered the progenitor of modern sculpture,[1] he did not set out to rebel against the past. He was schooled traditionally, took a craftsman-like approach to his work, and desired academic recognition,[2] although he was never accepted into Paris's foremost school of art.
Sculpturally, Rodin possessed a unique ability to model a complex, turbulent, deeply pocketed surface in clay. Many of his most notable sculptures were roundly criticized during his lifetime. They clashed with the predominant figure sculpture tradition, in which works were decorative, formulaic, or highly thematic.
Rodin's most original work departed from traditional themes of mythology and allegory, modeled the human body with realism, and celebrated individual character and physicality. Rodin was sensitive to the controversy surrounding his work, but refused to change his style. Successive works brought increasing favor from the government and the artistic community.
From the unexpected realism of his first major figure – inspired by his 1875 trip to Italy – to the unconventional memorials whose commissions he later sought, Rodin's reputation grew, such that he became the preeminent French sculptor of his time. By 1900, he was a world-renowned artist. Wealthy private clients sought Rodin's work after his World's Fair exhibit, and he kept company with a variety of high-profile intellectuals and artists. He married his lifelong companion, Rose Beuret, in the last year of both their lives. His sculptures suffered a decline in popularity after his death in 1917, but within a few decades, his legacy solidified. Rodin remains one of the few sculptors widely known outside the visual arts community.
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domingo, 11 de novembro de 2012
Os amargos frutos da Guerra.
Os amargos frutos da Guerra.
Assisti a um interessante vídeo documentário sobre os amargos frutos da guerra; A primeira coisa que me chamou a atenção foi saber que há uma enorme diferença psicológica entre quem defende sua própria casa, pátria invadida, do que aqueles que em nome de palavras doces, ideologias, se tornam invasores e defensores, ou libertadores, e que via de regra escondem apenas interesses econômicos inconfessáveis.
O vídeo mostra, por exemplo, que após uma dada guerra, estes defensores do mundo livre, ao receberem seus veteranos encontram o seguinte e assustador quadro.
12% se suicidam,
39 % têm problemas com a lei e são encarcerados,
Quase a totalidade dos que voltam são usuários crônicos de algum tipo de droga,
Existe grande possibilidade que boa parte dos que não voltam se deixaram matar por não mais suportarem as contradições da crueldade humana e a pressão de suas consciências.
Quase a totalidade dos que voltam tem algum problema psicológico ou distúrbio que exige atendimento psiquiátrico.
Eu fiquei impressionado com o depoimento de um sargento de primeira classe que ao responder ao seu filho qual era o seu trabalho disse: meu trabalho é matar pessoas e destruir um país inteiro, pois ele como muitos viam as forças armadas como uma possibilidade de carreira, de especialização, de status, mas ao voltar de uma guerra tem a consciência do seu trabalho: destruir e matar. Esse sargento tem distúrbios mentais.
Os que se dizem normais, fortes, são em tese os psicopatas, que isolaram as suas sensibilidades humanas e se deixaram seduzir por palavras que justificam os seus crimes.
Os que estão encarcerados não conseguem um ponto de equilíbrio entre o direito de um Estado agir com tanta violência e o cidadão motivo da existência do Estado, não poder usar de alguma truculencia para resolver seus problemas diários. Por ideologia mataram crianças mulheres, civis e soldados em nome de seus países e em defesa da liberdade, mas voltam para serem tratados com desconfiança, reserva ou como doentes mentais, destemperados, agressivos ou auto-agressivos. È verdadeiramente impressionante, talvez a mais fácil maneira de cortar pela raiz o “escol” da juventude.
Diferente disso é o problema dos países invadidos, os homens que lutam não apresentam problemas de consciência, não matam crianças, nem mulheres, combatem soldados invasores, como um cidadão qualquer tem o direito e dever de combater outro civil que invada ou violente a sua casa ou família.
Não vou me prolongar nesse assunto, acho que o que trago aqui já é suficiente para a sua reflexão. Palavras escondem ambição desmedida, ganância econômica inconfessável e crueldade humana mais do que a animal.
wallacere@gmail.com
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Assisti a um interessante vídeo documentário sobre os amargos frutos da guerra; A primeira coisa que me chamou a atenção foi saber que há uma enorme diferença psicológica entre quem defende sua própria casa, pátria invadida, do que aqueles que em nome de palavras doces, ideologias, se tornam invasores e defensores, ou libertadores, e que via de regra escondem apenas interesses econômicos inconfessáveis.
O vídeo mostra, por exemplo, que após uma dada guerra, estes defensores do mundo livre, ao receberem seus veteranos encontram o seguinte e assustador quadro.
12% se suicidam,
39 % têm problemas com a lei e são encarcerados,
Quase a totalidade dos que voltam são usuários crônicos de algum tipo de droga,
Existe grande possibilidade que boa parte dos que não voltam se deixaram matar por não mais suportarem as contradições da crueldade humana e a pressão de suas consciências.
Quase a totalidade dos que voltam tem algum problema psicológico ou distúrbio que exige atendimento psiquiátrico.
Eu fiquei impressionado com o depoimento de um sargento de primeira classe que ao responder ao seu filho qual era o seu trabalho disse: meu trabalho é matar pessoas e destruir um país inteiro, pois ele como muitos viam as forças armadas como uma possibilidade de carreira, de especialização, de status, mas ao voltar de uma guerra tem a consciência do seu trabalho: destruir e matar. Esse sargento tem distúrbios mentais.
Os que se dizem normais, fortes, são em tese os psicopatas, que isolaram as suas sensibilidades humanas e se deixaram seduzir por palavras que justificam os seus crimes.
Os que estão encarcerados não conseguem um ponto de equilíbrio entre o direito de um Estado agir com tanta violência e o cidadão motivo da existência do Estado, não poder usar de alguma truculencia para resolver seus problemas diários. Por ideologia mataram crianças mulheres, civis e soldados em nome de seus países e em defesa da liberdade, mas voltam para serem tratados com desconfiança, reserva ou como doentes mentais, destemperados, agressivos ou auto-agressivos. È verdadeiramente impressionante, talvez a mais fácil maneira de cortar pela raiz o “escol” da juventude.
Diferente disso é o problema dos países invadidos, os homens que lutam não apresentam problemas de consciência, não matam crianças, nem mulheres, combatem soldados invasores, como um cidadão qualquer tem o direito e dever de combater outro civil que invada ou violente a sua casa ou família.
Não vou me prolongar nesse assunto, acho que o que trago aqui já é suficiente para a sua reflexão. Palavras escondem ambição desmedida, ganância econômica inconfessável e crueldade humana mais do que a animal.
wallacere@gmail.com
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O que é pior?
O que é pior? Isso ou isso?
Eu queria colocar como imagem ilustrativa deste texto uma Suástica e uma estrela de David, e perguntar: O que é pior?
No entanto uma lei brasileira me proíbe a divulgação da cruz suástica e por extensão eu me proibi a divulgação da Estrela de David, Se vai falsificar a história universal não fará apenas pela metade, haveremos então de negar a existência do nazismo e também do sionismo.
Eu não sou nazista, expressão hoje carregada de ódio e rancor, e proibida praticamente no mundo todo. Mão só proibida, mas, perseguida.( ora se é verdade que os nazistas diziam que os judeus são o mal do mundo, também é verdade que os judeus dizem que o nazismo é o mal do mundo, ou estou enganado?)
Acontece que na madrugada de nove para dez deste mês de Novembro a minha casa amanheceu pintada com uma grande suástica. Ora a quem interessaria esse desrespeito ao bem privado? A uns judeus certamente, ou a um desses ingênuos serviçais do sionismo. Alguém, pela segunda vez. com esse símbolo pintado em minha casa tenta me estigmatizar, com uma marca odiosa e incriminadora; Mas foram eles mesmos, que desrespeitando a liberdade de autodeterminação do povo brasileiro criaram uma lei proibindo a divulgação da cruz suástica. Pois bem, eles fazem comigo, por não concordar com as suas idéias o que eles dizem que os nazistas fizeram com eles colocando uma estrela amarela em seus peitos, marcando-os como gado. Ora judeus perseguem nazistas em todo o mundo. Se pudessem fariam campos de concentração de nazistas, e os queimariam, ou sufocariam, ou sei lá o que mais, Eles são piores e mais vingativos que os seus ditos algozes.
O empresário Mauricio de Barros teve tempos atrás sua livraria fechada em Porto Alegre por ordem judicial por ter colocado à venda livros que provavam que muitas fotos usadas para a propaganda do holocausto foram retiradas de fotos e filmes feitos 30 ou 40 anos depois do fim da guerra. Ele certamente foi acusado de nazista e perseguido, e condenado, e execrado. Um parente meu, por exemplo, Otto Braun, foi preso e teve seus bens confiscados (Impressora Paranaense) porque ousou escrever e publicar um jornal em alemão, sua língua pátria, e língua de milhares de imigrantes alemães. Foi estigmatizado, teve suas maquinas impressoras lançadas na rua, seus bens destruídos por ordem dos JUDEUS INFLUENTES DO BATEL. Ora mas enquanto proíbem e persegue editores que se oponham à sua propaganda, deixam livre o livro “MINHA LUTA”, atribuído a Adolf Hitler, porque ali, diz -se textualmente que o nazismo pretendia exterminar os judeus. Seria isso uma verdade? Você conhece alguma fonte segura para estudar o nazismo? Eu me pergunto: porque caçadores de nazistas e autores de leis radicais no mundo todo deixam esse famoso livro ser vendido livremente? Porque é falso, porque não foi escrito por Hitler ( ou verdadeiro se Hitler realmente servia ao sionismo)*. Porque serve ao discurso que acoberta o paradigma: perseguidos somos perseguidores, dominados seremos os dominadores. Somos um povo escolhido por Deus para dominar os demais povos, e os demais povos estão no mundo para nos servir. Meu Deus o que é pior?
Um povo escolhido por Deus para se apropriar do mundo, ou um socialista alemão ainda que enlouquecido, ou se fazendo passar por tal?
Os ditos perseguidos são incansáveis perseguidores. Condenaram o povo alemão a sustentar com mil dólares por mês quase dezessete milhões de judeus espalhados pelo mundo como indenização de guerra desde 1946 ate hoje, e fizeram o povo alemão envergonhar-se de sua história e de sua luta contra os bancos e financistas judeus que dominavam a Alemanha. ( ver o blog do Sr, Toedeter) Se você leu o texto abaixo ( Hiroshima o holocausto japonês) compreenderá que os japoneses não fizeram isso com os americanos do norte. Que aliás os proibiram por quarenta anos terem suas próprias forças armadas.
Eu não sei quase nada sobre o nazismo. nem quero defender o nazismo. Não fui eu que pintei uma suástica em minha casa. Mas vejo pelos abusos que se cometem, tais como, proibir fotos de zepelins que ostentavam a suástica fossem mostradas em livros revistas e jornais do Brasil, fato que por si só me diz que eu não posso confiar em fontes históricas dessa maneira falsificadas; mas sei, todavia, que o Nacional Socialismo Alemão, tinha por base o pensamento de um judeu, o famoso judeu alemão Karl Marx, sei também que havia judeus competentes no primeiro escalão de Hitler, e sei que financistas e industriais judeus financiaram o socialismo alemão desde antes da primeira guerra, isso não é curioso?Não é inexplicável sob a ótica oficial?
Pois bem, eu acordei com minha casa pintada com uma grande estrela amarela (Para não dizer suástica e criar um paralelo, e agora espero as calunias, as injurias, as difamações, e no futuro os esquadrões de judeus caçadores de nazistas... apenas porque eu não posso aceitar esse discurso de vitimas do mundo. Pois onde se olha nos setores econômicos do mundo inteiro, lá esta um perseguido, comandando as coisas e qualquer dissidência... olha ai um neo nazistinha para ser comido vivo. Oferecido em holocausto. Essa não é a mesma atitude ideologica que eles dizem que o nazismo tinha?
* Existe um filme de Hitler desembarcando no Uruguai depois da querra, me contou a judia Senhora May. Por qual motivo Hitler fugiria para o seio de uma grande colonia de judeus como o Uruguai e a Argentina?
wallacereq@gmail.com
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Eu queria colocar como imagem ilustrativa deste texto uma Suástica e uma estrela de David, e perguntar: O que é pior?
No entanto uma lei brasileira me proíbe a divulgação da cruz suástica e por extensão eu me proibi a divulgação da Estrela de David, Se vai falsificar a história universal não fará apenas pela metade, haveremos então de negar a existência do nazismo e também do sionismo.
Eu não sou nazista, expressão hoje carregada de ódio e rancor, e proibida praticamente no mundo todo. Mão só proibida, mas, perseguida.( ora se é verdade que os nazistas diziam que os judeus são o mal do mundo, também é verdade que os judeus dizem que o nazismo é o mal do mundo, ou estou enganado?)
Acontece que na madrugada de nove para dez deste mês de Novembro a minha casa amanheceu pintada com uma grande suástica. Ora a quem interessaria esse desrespeito ao bem privado? A uns judeus certamente, ou a um desses ingênuos serviçais do sionismo. Alguém, pela segunda vez. com esse símbolo pintado em minha casa tenta me estigmatizar, com uma marca odiosa e incriminadora; Mas foram eles mesmos, que desrespeitando a liberdade de autodeterminação do povo brasileiro criaram uma lei proibindo a divulgação da cruz suástica. Pois bem, eles fazem comigo, por não concordar com as suas idéias o que eles dizem que os nazistas fizeram com eles colocando uma estrela amarela em seus peitos, marcando-os como gado. Ora judeus perseguem nazistas em todo o mundo. Se pudessem fariam campos de concentração de nazistas, e os queimariam, ou sufocariam, ou sei lá o que mais, Eles são piores e mais vingativos que os seus ditos algozes.
O empresário Mauricio de Barros teve tempos atrás sua livraria fechada em Porto Alegre por ordem judicial por ter colocado à venda livros que provavam que muitas fotos usadas para a propaganda do holocausto foram retiradas de fotos e filmes feitos 30 ou 40 anos depois do fim da guerra. Ele certamente foi acusado de nazista e perseguido, e condenado, e execrado. Um parente meu, por exemplo, Otto Braun, foi preso e teve seus bens confiscados (Impressora Paranaense) porque ousou escrever e publicar um jornal em alemão, sua língua pátria, e língua de milhares de imigrantes alemães. Foi estigmatizado, teve suas maquinas impressoras lançadas na rua, seus bens destruídos por ordem dos JUDEUS INFLUENTES DO BATEL. Ora mas enquanto proíbem e persegue editores que se oponham à sua propaganda, deixam livre o livro “MINHA LUTA”, atribuído a Adolf Hitler, porque ali, diz -se textualmente que o nazismo pretendia exterminar os judeus. Seria isso uma verdade? Você conhece alguma fonte segura para estudar o nazismo? Eu me pergunto: porque caçadores de nazistas e autores de leis radicais no mundo todo deixam esse famoso livro ser vendido livremente? Porque é falso, porque não foi escrito por Hitler ( ou verdadeiro se Hitler realmente servia ao sionismo)*. Porque serve ao discurso que acoberta o paradigma: perseguidos somos perseguidores, dominados seremos os dominadores. Somos um povo escolhido por Deus para dominar os demais povos, e os demais povos estão no mundo para nos servir. Meu Deus o que é pior?
Um povo escolhido por Deus para se apropriar do mundo, ou um socialista alemão ainda que enlouquecido, ou se fazendo passar por tal?
Os ditos perseguidos são incansáveis perseguidores. Condenaram o povo alemão a sustentar com mil dólares por mês quase dezessete milhões de judeus espalhados pelo mundo como indenização de guerra desde 1946 ate hoje, e fizeram o povo alemão envergonhar-se de sua história e de sua luta contra os bancos e financistas judeus que dominavam a Alemanha. ( ver o blog do Sr, Toedeter) Se você leu o texto abaixo ( Hiroshima o holocausto japonês) compreenderá que os japoneses não fizeram isso com os americanos do norte. Que aliás os proibiram por quarenta anos terem suas próprias forças armadas.
Eu não sei quase nada sobre o nazismo. nem quero defender o nazismo. Não fui eu que pintei uma suástica em minha casa. Mas vejo pelos abusos que se cometem, tais como, proibir fotos de zepelins que ostentavam a suástica fossem mostradas em livros revistas e jornais do Brasil, fato que por si só me diz que eu não posso confiar em fontes históricas dessa maneira falsificadas; mas sei, todavia, que o Nacional Socialismo Alemão, tinha por base o pensamento de um judeu, o famoso judeu alemão Karl Marx, sei também que havia judeus competentes no primeiro escalão de Hitler, e sei que financistas e industriais judeus financiaram o socialismo alemão desde antes da primeira guerra, isso não é curioso?Não é inexplicável sob a ótica oficial?
Pois bem, eu acordei com minha casa pintada com uma grande estrela amarela (Para não dizer suástica e criar um paralelo, e agora espero as calunias, as injurias, as difamações, e no futuro os esquadrões de judeus caçadores de nazistas... apenas porque eu não posso aceitar esse discurso de vitimas do mundo. Pois onde se olha nos setores econômicos do mundo inteiro, lá esta um perseguido, comandando as coisas e qualquer dissidência... olha ai um neo nazistinha para ser comido vivo. Oferecido em holocausto. Essa não é a mesma atitude ideologica que eles dizem que o nazismo tinha?
* Existe um filme de Hitler desembarcando no Uruguai depois da querra, me contou a judia Senhora May. Por qual motivo Hitler fugiria para o seio de uma grande colonia de judeus como o Uruguai e a Argentina?
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Hiroshima, o holocausto japonês!
Hiroshima o holocausto japonês.
Para começar esse texto quero lembrar que a palavra holocausto é bíblica e indica o sacrifício levado ao fogo ate a sua consumação.
Feito isso, já posso lhes contar esta impressionante história. Tomizo Tacaki é meu amigo há mais de trinta anos. Tempos atrás ele me contou que conviveu na região de Maringá com um sobrevivente de Hiroshima. Não importa aqui quem é ele, ou se estará vivo ou já é falecido, eu não estou produzindo um documento histórico, pois o que quero contar para a meditação de todos é o fundo moral da história.
Quando as bombas atômicas caíram sobre as cidades católicas japonesas em Agosto de 1945 o calor produzido consumiu a população de mulheres crianças e animais em um verdadeiro e absoluto holocausto.
O nosso sobrevivente perdeu ali tudo e todos. Por uma questão de honra decidiu vingar a honra de sua mulher e filhos, assim como de seu país e imperador. Restava-lhe apenas a vida e a causa da vingança que ele interpretava como “fazer justiça”. Embarcou para os EUA com o firme propósito de vingar-se. La chegando demorou certo tempo para dominar a língua inglesa. Aos poucos foi percebendo que aqueles homens mulheres e crianças e ate soldados não tinham a menor idéia do que seu governo havia feito com Hiroshima e Nagasaki. Era um povo tolo e trabalhador, desconhecia a historia, a geografia e só se preocupava como o dia a dia e seu salário semanal. Continuavam a comer e beber e a gastar gasolina como se esse bem fosse infindável. Este senhor japonês foi compreendendo que o povo norte americano era tão inocente do ato como o era os povos de Nagasaki e Hiroshima, vitimas de uma guerra que não desejaram. Concluiu que os pilotos daquele fatídico dia cumpriam ordens, como ele cumprira ordens no exercito japonês. Chegou um dia em que ele fraquejou em seu propósito. Não gostava dos norte americanos, mas também não se senti a vontade de vingar-se em inocentes. Desistiu e veio para o Brasil.
Nunca os senhores meus leitores ouviram falar que o povo dessas duas cidades japonesas vitimadas por esse crime de guerra recebesse indenizações de guerra. Nunca os senhores ouviram o canto japonês de vitimas eterno. Nunca os senhores viram esse crime ser utilizado como desculpa para uma vingança oficial, ou justificativa para a perseguição de quem quer que fosse, e os japoneses não são covardes, não são preguiçosos, e a historia tem demonstrado nãos são burros ou ignorantes.
Aparentemente aquele senhor perdoou aquele ato de barbárie norte americano, aquela demonstração de força diante do mundo. Aquele ato para findar a guerra, ou elevá-la a níveis insuportáveis para o planeta.
Então o sobrevivente de Hiroshima optou pela sobrevivência silenciosa no Brasil, o país da LIBERDADE.
wallacereq@gmail.com
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Para começar esse texto quero lembrar que a palavra holocausto é bíblica e indica o sacrifício levado ao fogo ate a sua consumação.
Feito isso, já posso lhes contar esta impressionante história. Tomizo Tacaki é meu amigo há mais de trinta anos. Tempos atrás ele me contou que conviveu na região de Maringá com um sobrevivente de Hiroshima. Não importa aqui quem é ele, ou se estará vivo ou já é falecido, eu não estou produzindo um documento histórico, pois o que quero contar para a meditação de todos é o fundo moral da história.
Quando as bombas atômicas caíram sobre as cidades católicas japonesas em Agosto de 1945 o calor produzido consumiu a população de mulheres crianças e animais em um verdadeiro e absoluto holocausto.
O nosso sobrevivente perdeu ali tudo e todos. Por uma questão de honra decidiu vingar a honra de sua mulher e filhos, assim como de seu país e imperador. Restava-lhe apenas a vida e a causa da vingança que ele interpretava como “fazer justiça”. Embarcou para os EUA com o firme propósito de vingar-se. La chegando demorou certo tempo para dominar a língua inglesa. Aos poucos foi percebendo que aqueles homens mulheres e crianças e ate soldados não tinham a menor idéia do que seu governo havia feito com Hiroshima e Nagasaki. Era um povo tolo e trabalhador, desconhecia a historia, a geografia e só se preocupava como o dia a dia e seu salário semanal. Continuavam a comer e beber e a gastar gasolina como se esse bem fosse infindável. Este senhor japonês foi compreendendo que o povo norte americano era tão inocente do ato como o era os povos de Nagasaki e Hiroshima, vitimas de uma guerra que não desejaram. Concluiu que os pilotos daquele fatídico dia cumpriam ordens, como ele cumprira ordens no exercito japonês. Chegou um dia em que ele fraquejou em seu propósito. Não gostava dos norte americanos, mas também não se senti a vontade de vingar-se em inocentes. Desistiu e veio para o Brasil.
Nunca os senhores meus leitores ouviram falar que o povo dessas duas cidades japonesas vitimadas por esse crime de guerra recebesse indenizações de guerra. Nunca os senhores ouviram o canto japonês de vitimas eterno. Nunca os senhores viram esse crime ser utilizado como desculpa para uma vingança oficial, ou justificativa para a perseguição de quem quer que fosse, e os japoneses não são covardes, não são preguiçosos, e a historia tem demonstrado nãos são burros ou ignorantes.
Aparentemente aquele senhor perdoou aquele ato de barbárie norte americano, aquela demonstração de força diante do mundo. Aquele ato para findar a guerra, ou elevá-la a níveis insuportáveis para o planeta.
Então o sobrevivente de Hiroshima optou pela sobrevivência silenciosa no Brasil, o país da LIBERDADE.
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sexta-feira, 9 de novembro de 2012
A maior cidade do Brasil.
A maior cidade do Brasil.
Como já dissemos temos muitos leitores estrangeiros. Porém, como é de se esperar, a mídia internacional e a omissão dos brasileiros deixou construir uma falsa imagem do Brasil, quase todos pensam que o Brasil é um país atrasado, uma favela de miseráveis cercada de floresta e um país violento. Nossa violência é três vezes menor que a dos EUA aquele que o mundo pensa ser o país da liberdade. Na verdade o Brasil ainda é o verdadeiro país da LIBERDADE, embora muita nação lute, para que ele se torne um presídio via voto eletrônico e destruição dos valores cristãos.
Quero mostrar aos meus leitores, depois de já ter mostrado algo sobre o rico e pequeno Paraná, a maior cidade do Brasil.
Ela, como a maioria das cidades brasileiras nasceu em torno de uma igreja Católica. No caso de São Paulo costuma-se dizer que nasceu em torno do Colégio Jesuíta de São Paulo, do qual emprestou seu nome e que como não podia deixar de ser era uma igreja. Oficialmente acredita-se que foi fundada em 25 de janeiro de 1554. Porém já havia algumas casas, e algumas minas, em data anterior que a caracterizava como vila. Desde o início em São Paulo registramos a presença de judeus que buscavam ouro e pedras preciosas e que, por sinal, são os verdadeiros responsáveis pelo escravagismo no Brasil tanto de negros (na produção de açúcar), como de índios (para trabalhos gerais e para enfraquecer os Jesuítas das Missões), um capitula que os brasileiros se negam a estudar.
São Paulo tem em seu perímetro urbano original 10.886.516 habitantes, porém se considerarmos a sua Região Metropolitana tem a cidade 19 Milhões de habitantes. È servida por três grandes aeroportos operacionais e possui a maior frota de jatos privados do mundo e a maior frota de helicópteros do mundo.
Obs> ; as fotos que mostrarei não mostram os problemas tais como poluição, transito, moradia, transporte publico, trens, abastecimento de ague e tratamento de esgoto
wallacereq@gmail.com
Imagem históricas.
Desenho da primeira construção em São Paulo.
Colegio dos Jesuitas ~começo de São Paulo;
Pintura mostrando o Colégio de São Paulo.
Face tipica.
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Como já dissemos temos muitos leitores estrangeiros. Porém, como é de se esperar, a mídia internacional e a omissão dos brasileiros deixou construir uma falsa imagem do Brasil, quase todos pensam que o Brasil é um país atrasado, uma favela de miseráveis cercada de floresta e um país violento. Nossa violência é três vezes menor que a dos EUA aquele que o mundo pensa ser o país da liberdade. Na verdade o Brasil ainda é o verdadeiro país da LIBERDADE, embora muita nação lute, para que ele se torne um presídio via voto eletrônico e destruição dos valores cristãos.
Quero mostrar aos meus leitores, depois de já ter mostrado algo sobre o rico e pequeno Paraná, a maior cidade do Brasil.
Ela, como a maioria das cidades brasileiras nasceu em torno de uma igreja Católica. No caso de São Paulo costuma-se dizer que nasceu em torno do Colégio Jesuíta de São Paulo, do qual emprestou seu nome e que como não podia deixar de ser era uma igreja. Oficialmente acredita-se que foi fundada em 25 de janeiro de 1554. Porém já havia algumas casas, e algumas minas, em data anterior que a caracterizava como vila. Desde o início em São Paulo registramos a presença de judeus que buscavam ouro e pedras preciosas e que, por sinal, são os verdadeiros responsáveis pelo escravagismo no Brasil tanto de negros (na produção de açúcar), como de índios (para trabalhos gerais e para enfraquecer os Jesuítas das Missões), um capitula que os brasileiros se negam a estudar.
São Paulo tem em seu perímetro urbano original 10.886.516 habitantes, porém se considerarmos a sua Região Metropolitana tem a cidade 19 Milhões de habitantes. È servida por três grandes aeroportos operacionais e possui a maior frota de jatos privados do mundo e a maior frota de helicópteros do mundo.
Obs> ; as fotos que mostrarei não mostram os problemas tais como poluição, transito, moradia, transporte publico, trens, abastecimento de ague e tratamento de esgoto
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