A cruzada pacífica.
O Capitalismo se combate com o escambo, o fanatismo racial , com a Fé.
Eclode pontualmente em diversos pontos do globo a consciência da necessidade de uma cruzada pacífica, aventura única nesse século.
Cristãos de todos os quadrantes percebem que não é possível que o território onde nasceu e viveu o Príncipe da Paz, Jesus Cristo nosso Senhor, seja um continuo nó de discórdias, homicídios, inveja e racismo. Cristãos se movimentam para “invadir” pacificamente a Terra Santa, para colocar assim um ponto final naquele foco de conflitos que é nítida e insofismavelmente o germe de uma terceira Guerra Mundial.
Não se trata, é obvio, de comprar pacotes turísticos à Terra Santa, outra forma de sustentar o racismo religioso israelita. Não, trata-se da migração de colônias cristãs, pacificas, que levantarão suas tendas em Israel e seu entorno como outrora fez Saladino.
Criado o Estado de Israel em 1948, os judeus do mundo todo, que hoje se aproximam de 18.000.000 (dezoito milhões) não se coçaram, e não voltaram para a Terra da Promessa. Por que?
Ora, qual o motivo devemos no perguntar?
Porque Israel é um Estado Inviável que necessita do aporte das contribuições de judeus enraizados em todos os negócios do mundo. Israel precisa do conflito para sobreviver e justificar-se. Não fosse o conflito é já teria caído sua mascara de "Estado Modelo" a despeito da Guerra.
A Palestina, e os palestinos sim viabilizam o seu Estado, um estado pobre é verdade, de uma pobreza quase evangélica, muito de acordo com a vocação do solo pátrio.
Agora o Orgulhoso Israel, para ser aquele “modelo” apregoado pelo Sionismo, não se suporta sozinho, com o trabalho das mãos de judeus, na terra pela qual dizem , lutam tanto, mas não ocupam.
E por que não ocupam,? Porque precisam do suporte dos judeus espalhados pelo mundo.
Vivessem todos lá, sem os aportes internacionais, e passariam fome.
Ora se eles não querem ir para Israel, mas ao mesmo tempo eles exigem a manutenção de orgulhoso conflito, assim, nós cristãos, por outro motivo, começamos a pensar na necessidade de migrar aos milhões para possibilitar a paz na terra do Príncipe da Paz. Os cristãos precisam compreender duas coisas, com o escambo se combate o poder e o acúmulo de capital, e com a dispersão demografica, se combate o sonho racial de domínio.
Essa a Cruzada pacífica. A grande Missão do Século. O desembarque na Palestina, na Siria, no Líbano, enfim nas fronteiras de Israel incluindo as fronteiras marítimas. Se o Orgulho de Israel impedir a entrada de Cristãos, ou combatê-los pelas armas, as nações origem desses cristãos reagirão pela força em defesa de seus cidadãos livres, e ocuparemos então Israel para o bem e paz no mundo.
Ninguém suporta mais esse discurso de perseguidos, sendo eles os perseguidores implacáveis, articuladores de revoluções e negociatas universais, que estão levando os sistemas políticos e as soberanias nacionais ao caos. E propositadamente.
Ninguém perseguirá judeu, nem cerceará seus movimentos, nem sua fé ou direito de ir e vir, apenas habitaremos aquela Terra Santa, retiraremos de lá as armas e soldados, e daremos àquele território à expressão de sua vocação maior, uma republica de Culto a Deus, o Deus da Paz, o Deus Único,
O Deus de Abraão, de Moisés, o Deus de Maomé o Deus pai de Jesus Cristo Nosso Senhor.
Ali nasceu o Verbo Encarnado, a segunda pessoa da Santíssima Trindade, modelo de todos os homens, o Deus Uno e Trino da Nova Aliança; do Universalismo e da irmandade humana.
Eu não estou inventando isso. Correntes cristãs já arrecadam recursos para tal intento, a Grande Caminhada do Século, a marcha pacífica para a Terra de Nosso Senhor, Jesus Cristo.
Você não ouviu falar? Então acorde, pois já esta ouvindo algo, não é mesmo? O mundo Cristão reivindica a TERRA DE CRISTO. Reivindica A TERRA mãe da NOVA ALIANÇA.
Reivindica a Terra dos Evangelhos.
Os cristãos reivindicam o lar CRISTÃO do qual os judeus se apropriaram dos palestinos.
.
wallacereq@gmail.com
Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.
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sexta-feira, 8 de novembro de 2013
A Cruzada Pacífica do Século XXI ( sonho ou pesadelo? )
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domingo, 30 de janeiro de 2011
A Cruzada Pacífica do Século XXI
A cruzada pacífica.
O Capitalismo se combate com o escambo o fanatismo racial com a Fé.
Eclode pontualmente em diversos pontos do globo a consciência da necessidade de uma cruzada pacífica, aventura única nesse século.
Cristãos de todos os quadrantes percebem que não é possível que o território onde nasceu e viveu o Príncipe da Paz, Jesus Cristo nosso Senhor, seja um continuo nó de discórdias, homicídios, inveja e racismo. Cristãos se movimentam para “invadir” pacificamente a Terra Santa, para colocar assim um ponto final naquele foco de conflitos que é nítida e insofismavelmente o germe de uma terceira Guerra Mundial.
Não se trata é obvio, de comprar pacotes turísticos à Terra Santa, outra forma de sustentar o racismo religioso. Não, trata-se da migração de colônias cristãs, pacificas que levantarão suas tendas em Israel e seu entorno.
Criado o Estado de Israel em 1948, sessenta e um anos atrás, os judeus do mundo todo, que hoje se aproximam de 18.000.000 (dezoito milhões) não se coçaram, e não voltaram para a Terra da Promessa.
Ora, por que devemos nos perguntar? Porque Israel é um Estado Inviável que necessita do aporte das contribuições de judeus enraizados em todos os negócios do mundo. Israel precisa do conflito para sobreviver e justificar-se. Não fosse o conflito é já teria caído sua mascara de Estado Modelo a despeito da Guerra. A Palestina, e os palestinos sim viabilizam o seu Estado, um estado pobre é verdade, de uma pobreza quase evangélica, muito de acordo com a vocação do solo pátrio.
Agora o Orgulhoso Israel, para ser aquele “modelo” apregoado pelo Sionismo, não se suporta sozinho, com o trabalho das mãos de judeus, na terra pela qual dizem , lutam tanto, mas não ocupam. E porque não ocupam, porque precisam do suporte dos judeus espalhados pelo mundo. Vivesse todo lá, sem os aportes internacionais, e passariam fome.
Ora se eles não querem ir para Israel, mas eles exigem a manutenção de orgulhoso conflito, assim, nós cristãos começamos a pensar na necessidade de migrar aos milhões para possibilitar a paz na terra do Príncipe da Paz. Os cristãos precisam compreender duas coisas, com o escambo se combate o poder e o acúmulo de capital, e com a dispersão, se combate o sonho racial de domínio.
Essa a Cruzada pacífica. A grande Missão do Século. O desembarque na Palestina, na Siria, no Líbano, enfim nas fronteiras de Israel incluindo as fronteiras marítimas. Se o Orgulho de Israel impedir a entrada de Cristãos, ou combatê-los pelas armas, as nações origem desses cristãos reagirão pela força em defesa de seus cidadãos livres, e ocuparemos então Israel para o bem e paz no mundo ( é a terceira Guerra).
Ninguém suporta mais esse discurso de perseguidos, sendo eles os perseguidores implacáveis, articuladores de revoluções e negociatas universais, que estão levando os sistemas políticos e as soberanias nacionais ao caos. E propositadamente. Ninguém perseguira judeu, nem cerceará seus movimentos, nem sua fé ou direito de ir e vir, apenas habitaremos aquela Terra Santa, retiraremos de lá as armas e soldados, e daremos àquele território à expressão de sua vocação maior, uma republica de Culto a Deus, o Deus da Paz, o Deus Único,
O Deus de Abraão, de Moisés, o Deus de Maomé, o pai de Jesus Cristo Nosso Senhor o Verbo Encarnado, a segunda pessoa da Santíssima Trindade, modelo de todos os homens, o Deus Uno e Trino da Nova Aliança do Universalismo e da irmandade humana.
Eu não estou inventando isso. Correntes cristãs já arrecadam recursos para tal intento, a Grande Caminhada do Século, a marcha pacífica para a Terra de Nosso Senhor, Jesus Cristo.
Você não ouviu falar? Então acorde, pois já esta ouvindo algo, não é mesmo? O mundo Cristão reivindica a TERRA DE CRISTO. Reivindica A TERRA mãe da NOVA ALIANÇA. Reivindica a Terra dos Evangelhos. Os cristãos reivindicam o lar CRISTÃO.
wallacereq@gmail.com
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O Capitalismo se combate com o escambo o fanatismo racial com a Fé.
Eclode pontualmente em diversos pontos do globo a consciência da necessidade de uma cruzada pacífica, aventura única nesse século.
Cristãos de todos os quadrantes percebem que não é possível que o território onde nasceu e viveu o Príncipe da Paz, Jesus Cristo nosso Senhor, seja um continuo nó de discórdias, homicídios, inveja e racismo. Cristãos se movimentam para “invadir” pacificamente a Terra Santa, para colocar assim um ponto final naquele foco de conflitos que é nítida e insofismavelmente o germe de uma terceira Guerra Mundial.
Não se trata é obvio, de comprar pacotes turísticos à Terra Santa, outra forma de sustentar o racismo religioso. Não, trata-se da migração de colônias cristãs, pacificas que levantarão suas tendas em Israel e seu entorno.
Criado o Estado de Israel em 1948, sessenta e um anos atrás, os judeus do mundo todo, que hoje se aproximam de 18.000.000 (dezoito milhões) não se coçaram, e não voltaram para a Terra da Promessa.
Ora, por que devemos nos perguntar? Porque Israel é um Estado Inviável que necessita do aporte das contribuições de judeus enraizados em todos os negócios do mundo. Israel precisa do conflito para sobreviver e justificar-se. Não fosse o conflito é já teria caído sua mascara de Estado Modelo a despeito da Guerra. A Palestina, e os palestinos sim viabilizam o seu Estado, um estado pobre é verdade, de uma pobreza quase evangélica, muito de acordo com a vocação do solo pátrio.
Agora o Orgulhoso Israel, para ser aquele “modelo” apregoado pelo Sionismo, não se suporta sozinho, com o trabalho das mãos de judeus, na terra pela qual dizem , lutam tanto, mas não ocupam. E porque não ocupam, porque precisam do suporte dos judeus espalhados pelo mundo. Vivesse todo lá, sem os aportes internacionais, e passariam fome.
Ora se eles não querem ir para Israel, mas eles exigem a manutenção de orgulhoso conflito, assim, nós cristãos começamos a pensar na necessidade de migrar aos milhões para possibilitar a paz na terra do Príncipe da Paz. Os cristãos precisam compreender duas coisas, com o escambo se combate o poder e o acúmulo de capital, e com a dispersão, se combate o sonho racial de domínio.
Essa a Cruzada pacífica. A grande Missão do Século. O desembarque na Palestina, na Siria, no Líbano, enfim nas fronteiras de Israel incluindo as fronteiras marítimas. Se o Orgulho de Israel impedir a entrada de Cristãos, ou combatê-los pelas armas, as nações origem desses cristãos reagirão pela força em defesa de seus cidadãos livres, e ocuparemos então Israel para o bem e paz no mundo ( é a terceira Guerra).
Ninguém suporta mais esse discurso de perseguidos, sendo eles os perseguidores implacáveis, articuladores de revoluções e negociatas universais, que estão levando os sistemas políticos e as soberanias nacionais ao caos. E propositadamente. Ninguém perseguira judeu, nem cerceará seus movimentos, nem sua fé ou direito de ir e vir, apenas habitaremos aquela Terra Santa, retiraremos de lá as armas e soldados, e daremos àquele território à expressão de sua vocação maior, uma republica de Culto a Deus, o Deus da Paz, o Deus Único,
O Deus de Abraão, de Moisés, o Deus de Maomé, o pai de Jesus Cristo Nosso Senhor o Verbo Encarnado, a segunda pessoa da Santíssima Trindade, modelo de todos os homens, o Deus Uno e Trino da Nova Aliança do Universalismo e da irmandade humana.
Eu não estou inventando isso. Correntes cristãs já arrecadam recursos para tal intento, a Grande Caminhada do Século, a marcha pacífica para a Terra de Nosso Senhor, Jesus Cristo.
Você não ouviu falar? Então acorde, pois já esta ouvindo algo, não é mesmo? O mundo Cristão reivindica a TERRA DE CRISTO. Reivindica A TERRA mãe da NOVA ALIANÇA. Reivindica a Terra dos Evangelhos. Os cristãos reivindicam o lar CRISTÃO.
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sábado, 26 de junho de 2010
Reforma Agrária de DIREITA.
Reforma Agrária em andamento eterno.
O que quero dizer com esse título incomum?
Quando falamos em reforma, falamos em nova forma. No caso agrário, estamos falando numa nova forma agrária. Mas forma, é figura, pode-se dizer geométrica do solo. Assim, se observarmos o planeta terra, ele vem num movimento continuo se reformando nas suas fronteiras políticas, o que ao fim e ao cabo, é uma reformulação dos espaços físicos sobre o solo. Por isso eu a chamei de “Reforma Eterna”.
No caso do Brasil, para que você melhor entenda, imagine que o solo nacional é uma cama coberta com uma colcha de retalhos. As primeiras divisões políticas denunciam os limites dos estados federados, depois vêm às divisões privadas (retalhos privados) que denunciam, a nosso ver, os diversos limites das propriedades privadas. Ora, se fosse possível pintar e observar dinamicamente o crescimento das grandes propriedades, a área que vem sendo tomada pelas cooperativas e pelo agro negocio internacional, veríamos que a cada momento esta em andamento uma reforma (uma nova forma) das áreas agrárias do Brasil, com um avanço das monoculturas de exportação, assim como o desenvolvimento do abate de madeira e pecuária com a conseqüente expulsão dos homens do campo para as cidades, e a falência ou extinção de pequenas propriedades que se tornam propositada e estrategicamente inviáveis. Com isso o uso do solo vai se concentrando, e as populações rurais vão se acumulando em um canto, como quem varre o pó sobre um tapete. Imensas regiões desabitadas, e imensas aglomerações humanas em desordem.
Esse acúmulo de pessoas em cidades, não é atendido pelos lucros de exportação, pois em nosso país não há verdadeira e racional redistribuição de rendas. Assim vemos que há em andamento uma constante reforma agrária levada em curso pelo grande capital excludente das pessoas naturais que são ao fim e ao cabo os donos históricos do território, território conquistado gradativamente pela marca da facilitação dos financiamentos para os grandes capitais e propriedades e negligencia total aos pequenos produtores. O que vemos e assistimos nessa animação imaginativa da colcha de retalhos, é uma nova forma agrária dos ricos, (agora financiados por grupos estrangeiros) com expulsão e inviabilização dos pequenos proprietários da terra. As grandes aglomerações urbanas já foram exaustivamente estudadas por urbanistas desde o tempo do filosofo Aristóteles que condenava cidades com mais de dez mil habitantes. Faça uma experiência, crie galinhas, gado, coelhos, ou pássaros em exíguo espaço e aparecem os defeitos da estratégia. Bem, qualquer pessoa de bom senso estará observando as anomalias que se produz com as grandes aglomerações humanas, onde os homens se tornam vorazes concorrentes e inimigos uns dos outros, com a massificação do desejo de consumo sem possibilidade de obtê-lo, ou exercitá-lo, enquanto o território vai sendo ocupado pela REFORMA AGRARIA DE DIREITA. As policias substituem o exercito, pois o inimigo agora é interno, os pobres são inimigos dos ricos disputando a vida, enquanto imensos tratores e maquinas, cavam o solo, colhem os grãos, para alimentar nações distantes e financistas, omissos aos interesses das gentes da nossa terra.
O IPARDES ao divulgar seu ultimo relatório, fez alusão a um fato significativo, a maioria dos empregos foi gerada no Paraná pelas pequenas cidades. Isso é indicativo de que há uma contra reforma agrária, mais popular, fazendo resistência ao progresso dessas imensas áreas de agricultura para exportação. Uma reforma que garante o uso e posse do solo por brasileiros.
Quando o governo em nosso estado ofertou o fundo de aval, mecanizou pequenas propriedades, deu infra-estrutura de escoamento para a produção, fomentou a agregação de valor pela industrialização familiar aos produtos primários, fez uma contra reforma agrária mais a “direita”, mais prudente e esperta, e formou uma parede de resistência a migração forçada às populações rurais, empurradas sem escolha para a cidade. Então estamos vendo e testemunhado que há uma resistência pacifica e popular, uma reforma agrária, ou contra reforma agrária resistindo ao grande capital e a expulsão das populações campesinas. Pela primeira vez o IPARDES confirma em documento que é possível sim, uma inversão do sentido das migrações, ofertando nas pequenas cidades melhores condições de vida e no campo melhores condições de produção e comercialização.
Isso também se deve ao esforço do governo junto às prefeituras em ofertar o mínimo de infra-estrutura urbana e equipamentos que garantam vida mais assistida nesses municípios periféricos das grandes aglomerações urbanas ao mesmo tempo em que fomenta a fixação das populações rurais. As grandes redes de distribuição de energia e comunicação, poderão sim dar melhores condições de vida e educação aos campesinos. Os pequenos retalhos da colcha se tornarão mais harmônicos nas cores e na natureza dos tecidos, fazendo, ou formando um padrão, um estampado, um mosaico social e produtivo mais justo, mais humano, mas solidário, mais brasileiro.
Quando você compra um produto familiar em uma gôndola de supermercado, ou na feira, você esta ajudando a viabilizar a resistência, você estará financiado a contra reforma agrária do grande capital, você esta garantindo a liberdade de uso do solo nacional pelo seu povo histórico, e dando ao Brasil possibilidade de fomentar o mercado interno, com a melhoria de todos que estarão vivendo em espaços amplos, (você está garantindo outra densidade populacional) sem pressões de diversas ordens, e preservando a saúde da Vida Social. O modelo adotado pelo Paraná ainda não é perfeito, mas tem incrementado tanto a produção para exportação como a produção de mercadorias essenciais para a manutenção da vida e saúde dos brasileiros. O Brasil, no Paraná começa a despertar para o consumo interno, um mercado interno vitalizado pela redistribuição da renda, um Paraná para paranaenses, um Brasil para brasileiros.
Em 2003 exportávamos algo em torno de quatro bilhões de dólares, hoje em final de 2007, exportamos 11,8 bilhões de dólares, com um aumento considerável em quatro anos, sem, todavia descuidar da defesa do “cinturão de defesa” formado pelos pequenos agricultores que são a maioria no Paraná. Resta ainda que esses bilhões de dólares sejam comercializados por paranaenses e amantes do Brasil por uma Bolsa de Mercadorias e Futuros paranaense. O ideal é ainda incrementar mais as médias e pequenas propriedades e a restauração de um Banco Estadual. Houve significativo incremento na produção dessas pequenas propriedades, sobre modo nas medias, e isso também é reforma agrária, sem abuso, violência, ou invasão. A equalização da densidade demográfica das regiões do Paraná e Brasil é a garantia da Saúde Social do Brasil.
Isso não quer dizer que estão fora de legitimidade, os movimentos que defendem outra espécie de agricultores, aqueles que desde muito foram condenados a uma ausência total de domínio do que é seu, pois sem reivindicação trabalhista no campo, nem preparo para a vida urbana, e sem o pleno direito do exercício de soberania sobre a sua produção agrícola, ou retalho da terra que lhes coube, os sem terra, cuja profissão insofismavelmente esta ligada aos destinos da terra em produção padecem.
Entenda-se, leitor, que se não fazemos uma contra reforma agrária, dando colorido à nossa colcha de retalhos, logo, os capitais de fomento aos bens de exportação estarão assumindo grandes porções do território nacional, e nossa nação será “tesourada” na sua atual forma histórica, com perda de territórios, numa reforma agrária universal, que esta formando unidades econômicas em detrimento das soberanias nacionais, chamadas de blocos econômicos. Se não reagirmos, defendendo os homens da terra, o espaço territorial brasileiro será tomado, vendido quiçá, para interesses que nunca foram os nossos. E o nosso interesse é uma sociedade brasileira mais justa, livre e solidaria, e soberana no território histórico do Brasil.
Além disso, por debaixo da colcha de retalhos que o grande capital vem colorindo de uma única cor, existe o colchão, isto é, abaixo do solo agriculturável existe o subsolo, rico e inexplorado e pertencente à União. Ora, quando grandes áreas contínuas de território brasileiro estiverem nas mãos de grupos estrangeiros, eles partirão para a exploração do colchão, o subsolo, sem possibilidade de reação dos brasileiros, que estão sendo desarmados, desmobilizados, iludidos e aglutinados doentiamente nas periferias pobres das cidades, e desprotegidos do exercito brasileiro que está sobrevivendo como se fora ele, algo alheio aos interesses das autoridades brasileiras, pois está sendo também desarmado, desmobilizado. Aglutinados nas periferias pobres das cidades, e desprotegidos, sucumbem os donos históricos da terra, o povo brasileiro. Eu vaticino senhores, defendam com unhas e dentes os homens do campo, pois essa é a revolução civil, silenciosa, não violenta, que garantirá nossa soberania territorial e nosso subsolo, promessa universal de uma nação forte, hegemônica, capaz de protagonismo histórico. Homens ricos e empreendedores acordem para essa necessidade, transformem propriedades subutilizadas em projetos e empreendimento de redistribuição demográfica e renda. O Brasil tem hoje todas as condições de produzir todos os bens de consumo e produção suficiente para desenvolver uma sociedade equilibrada e moderna, até mesmo no campo da informática com ajuda da Índia, ou no campo das energias limpas e renováveis, assim o Brasil pode alçar vôo. O nosso colchão é rico, possível e viável. Acorde gigante adormecido em berço esplêndido. Não subestime o nosso povo sonolento, apenas comente entre vocês, alertem, pois o brasileiro, por uma predileção de Deus ama a sua pátria visceralmente, e reagirá com a esperteza e determinação de sempre.
Wallace Requião de Mello e Silva.
O que me espanta, é que a elite brasileira, não deseje que o solo pertença ao povo, mas se cala com a aproriação pelos bancos, pelas indústrias muiti nacionais, pelas mineradoras, pelos pacotes do agronegócio, pelos estrangeiros, pelas companhias de petróleo,pelas madeireiras asiáticas etc e tal.
Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO AQUI. Muito obrigado pela visita.
O que quero dizer com esse título incomum?
Quando falamos em reforma, falamos em nova forma. No caso agrário, estamos falando numa nova forma agrária. Mas forma, é figura, pode-se dizer geométrica do solo. Assim, se observarmos o planeta terra, ele vem num movimento continuo se reformando nas suas fronteiras políticas, o que ao fim e ao cabo, é uma reformulação dos espaços físicos sobre o solo. Por isso eu a chamei de “Reforma Eterna”.
No caso do Brasil, para que você melhor entenda, imagine que o solo nacional é uma cama coberta com uma colcha de retalhos. As primeiras divisões políticas denunciam os limites dos estados federados, depois vêm às divisões privadas (retalhos privados) que denunciam, a nosso ver, os diversos limites das propriedades privadas. Ora, se fosse possível pintar e observar dinamicamente o crescimento das grandes propriedades, a área que vem sendo tomada pelas cooperativas e pelo agro negocio internacional, veríamos que a cada momento esta em andamento uma reforma (uma nova forma) das áreas agrárias do Brasil, com um avanço das monoculturas de exportação, assim como o desenvolvimento do abate de madeira e pecuária com a conseqüente expulsão dos homens do campo para as cidades, e a falência ou extinção de pequenas propriedades que se tornam propositada e estrategicamente inviáveis. Com isso o uso do solo vai se concentrando, e as populações rurais vão se acumulando em um canto, como quem varre o pó sobre um tapete. Imensas regiões desabitadas, e imensas aglomerações humanas em desordem.
Esse acúmulo de pessoas em cidades, não é atendido pelos lucros de exportação, pois em nosso país não há verdadeira e racional redistribuição de rendas. Assim vemos que há em andamento uma constante reforma agrária levada em curso pelo grande capital excludente das pessoas naturais que são ao fim e ao cabo os donos históricos do território, território conquistado gradativamente pela marca da facilitação dos financiamentos para os grandes capitais e propriedades e negligencia total aos pequenos produtores. O que vemos e assistimos nessa animação imaginativa da colcha de retalhos, é uma nova forma agrária dos ricos, (agora financiados por grupos estrangeiros) com expulsão e inviabilização dos pequenos proprietários da terra. As grandes aglomerações urbanas já foram exaustivamente estudadas por urbanistas desde o tempo do filosofo Aristóteles que condenava cidades com mais de dez mil habitantes. Faça uma experiência, crie galinhas, gado, coelhos, ou pássaros em exíguo espaço e aparecem os defeitos da estratégia. Bem, qualquer pessoa de bom senso estará observando as anomalias que se produz com as grandes aglomerações humanas, onde os homens se tornam vorazes concorrentes e inimigos uns dos outros, com a massificação do desejo de consumo sem possibilidade de obtê-lo, ou exercitá-lo, enquanto o território vai sendo ocupado pela REFORMA AGRARIA DE DIREITA. As policias substituem o exercito, pois o inimigo agora é interno, os pobres são inimigos dos ricos disputando a vida, enquanto imensos tratores e maquinas, cavam o solo, colhem os grãos, para alimentar nações distantes e financistas, omissos aos interesses das gentes da nossa terra.
O IPARDES ao divulgar seu ultimo relatório, fez alusão a um fato significativo, a maioria dos empregos foi gerada no Paraná pelas pequenas cidades. Isso é indicativo de que há uma contra reforma agrária, mais popular, fazendo resistência ao progresso dessas imensas áreas de agricultura para exportação. Uma reforma que garante o uso e posse do solo por brasileiros.
Quando o governo em nosso estado ofertou o fundo de aval, mecanizou pequenas propriedades, deu infra-estrutura de escoamento para a produção, fomentou a agregação de valor pela industrialização familiar aos produtos primários, fez uma contra reforma agrária mais a “direita”, mais prudente e esperta, e formou uma parede de resistência a migração forçada às populações rurais, empurradas sem escolha para a cidade. Então estamos vendo e testemunhado que há uma resistência pacifica e popular, uma reforma agrária, ou contra reforma agrária resistindo ao grande capital e a expulsão das populações campesinas. Pela primeira vez o IPARDES confirma em documento que é possível sim, uma inversão do sentido das migrações, ofertando nas pequenas cidades melhores condições de vida e no campo melhores condições de produção e comercialização.
Isso também se deve ao esforço do governo junto às prefeituras em ofertar o mínimo de infra-estrutura urbana e equipamentos que garantam vida mais assistida nesses municípios periféricos das grandes aglomerações urbanas ao mesmo tempo em que fomenta a fixação das populações rurais. As grandes redes de distribuição de energia e comunicação, poderão sim dar melhores condições de vida e educação aos campesinos. Os pequenos retalhos da colcha se tornarão mais harmônicos nas cores e na natureza dos tecidos, fazendo, ou formando um padrão, um estampado, um mosaico social e produtivo mais justo, mais humano, mas solidário, mais brasileiro.
Quando você compra um produto familiar em uma gôndola de supermercado, ou na feira, você esta ajudando a viabilizar a resistência, você estará financiado a contra reforma agrária do grande capital, você esta garantindo a liberdade de uso do solo nacional pelo seu povo histórico, e dando ao Brasil possibilidade de fomentar o mercado interno, com a melhoria de todos que estarão vivendo em espaços amplos, (você está garantindo outra densidade populacional) sem pressões de diversas ordens, e preservando a saúde da Vida Social. O modelo adotado pelo Paraná ainda não é perfeito, mas tem incrementado tanto a produção para exportação como a produção de mercadorias essenciais para a manutenção da vida e saúde dos brasileiros. O Brasil, no Paraná começa a despertar para o consumo interno, um mercado interno vitalizado pela redistribuição da renda, um Paraná para paranaenses, um Brasil para brasileiros.
Em 2003 exportávamos algo em torno de quatro bilhões de dólares, hoje em final de 2007, exportamos 11,8 bilhões de dólares, com um aumento considerável em quatro anos, sem, todavia descuidar da defesa do “cinturão de defesa” formado pelos pequenos agricultores que são a maioria no Paraná. Resta ainda que esses bilhões de dólares sejam comercializados por paranaenses e amantes do Brasil por uma Bolsa de Mercadorias e Futuros paranaense. O ideal é ainda incrementar mais as médias e pequenas propriedades e a restauração de um Banco Estadual. Houve significativo incremento na produção dessas pequenas propriedades, sobre modo nas medias, e isso também é reforma agrária, sem abuso, violência, ou invasão. A equalização da densidade demográfica das regiões do Paraná e Brasil é a garantia da Saúde Social do Brasil.
Isso não quer dizer que estão fora de legitimidade, os movimentos que defendem outra espécie de agricultores, aqueles que desde muito foram condenados a uma ausência total de domínio do que é seu, pois sem reivindicação trabalhista no campo, nem preparo para a vida urbana, e sem o pleno direito do exercício de soberania sobre a sua produção agrícola, ou retalho da terra que lhes coube, os sem terra, cuja profissão insofismavelmente esta ligada aos destinos da terra em produção padecem.
Entenda-se, leitor, que se não fazemos uma contra reforma agrária, dando colorido à nossa colcha de retalhos, logo, os capitais de fomento aos bens de exportação estarão assumindo grandes porções do território nacional, e nossa nação será “tesourada” na sua atual forma histórica, com perda de territórios, numa reforma agrária universal, que esta formando unidades econômicas em detrimento das soberanias nacionais, chamadas de blocos econômicos. Se não reagirmos, defendendo os homens da terra, o espaço territorial brasileiro será tomado, vendido quiçá, para interesses que nunca foram os nossos. E o nosso interesse é uma sociedade brasileira mais justa, livre e solidaria, e soberana no território histórico do Brasil.
Além disso, por debaixo da colcha de retalhos que o grande capital vem colorindo de uma única cor, existe o colchão, isto é, abaixo do solo agriculturável existe o subsolo, rico e inexplorado e pertencente à União. Ora, quando grandes áreas contínuas de território brasileiro estiverem nas mãos de grupos estrangeiros, eles partirão para a exploração do colchão, o subsolo, sem possibilidade de reação dos brasileiros, que estão sendo desarmados, desmobilizados, iludidos e aglutinados doentiamente nas periferias pobres das cidades, e desprotegidos do exercito brasileiro que está sobrevivendo como se fora ele, algo alheio aos interesses das autoridades brasileiras, pois está sendo também desarmado, desmobilizado. Aglutinados nas periferias pobres das cidades, e desprotegidos, sucumbem os donos históricos da terra, o povo brasileiro. Eu vaticino senhores, defendam com unhas e dentes os homens do campo, pois essa é a revolução civil, silenciosa, não violenta, que garantirá nossa soberania territorial e nosso subsolo, promessa universal de uma nação forte, hegemônica, capaz de protagonismo histórico. Homens ricos e empreendedores acordem para essa necessidade, transformem propriedades subutilizadas em projetos e empreendimento de redistribuição demográfica e renda. O Brasil tem hoje todas as condições de produzir todos os bens de consumo e produção suficiente para desenvolver uma sociedade equilibrada e moderna, até mesmo no campo da informática com ajuda da Índia, ou no campo das energias limpas e renováveis, assim o Brasil pode alçar vôo. O nosso colchão é rico, possível e viável. Acorde gigante adormecido em berço esplêndido. Não subestime o nosso povo sonolento, apenas comente entre vocês, alertem, pois o brasileiro, por uma predileção de Deus ama a sua pátria visceralmente, e reagirá com a esperteza e determinação de sempre.
Wallace Requião de Mello e Silva.
O que me espanta, é que a elite brasileira, não deseje que o solo pertença ao povo, mas se cala com a aproriação pelos bancos, pelas indústrias muiti nacionais, pelas mineradoras, pelos pacotes do agronegócio, pelos estrangeiros, pelas companhias de petróleo,pelas madeireiras asiáticas etc e tal.
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