Ha nesse texto abaixo um pequeno erro histórico, todavia a comparação é muito conveniente e atual. Resolvemos publicar o texto exatamente como recebemos.
wallacereq@gmail.com
Durante o século 18, o Brasil Colônia pagava um alto tributo para seu colonizador, Portugal. Esse tributo insidia sobre tudo o que fosse produzido em nosso país e correspondia a 20% (ou seja, 1/5) da produção. Essa taxação altíssima absurda era chamada de "O Quinto". Esse imposto recaía principalmente sobre a nossa produção de ouro.
O"Quinto" era tão odiado pelos brasileiros, que, quando se referiam a ele, diziam ... "O Quinto dos Infernos". E isso virou sinonimo de tudo que é ruim.
A Coroa Portuguesa quis, em determinado momento, cobrar os "quintos atrasados" de uma única vez, no episódio conhecido como "Derrama". Isso revoltou a população, gerando o incidente chamado de "Inconfidência Mineira", que teve seu ponto culminante na prisão e julgamento de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes.
De acordo com o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário IBPT, a cargat tributária brasileira deverá chegar ao final deste ano de 2010 a 38% ou praticamente 2/5 (dois quintos) de nossa produção.
Ou seja, a carga tributária que nos aflige é praticamente o dobro daquela exigida por Portugal à época da Inconfidência Mineira, o que significa que pagamos hoje literalmente "dois quintos dosi nfernos" de impostos...
Para que? Para sustentar corrupção?? os mensaleiros?? o Senado com sua legião de"diretores", a festa das passagens, o bacanal (literalmente) com dinheiro público, as comissões e jetons, a farra familiar nos 3 poderes (executivo/legislativo e judiciário).
Nosso dinheiro é confiscado no dobro do valor do "quinto dos infernos" para sustentar essa classe, que nos custa (já feitas as atualizações) o dobro do que custava toda a Corte Portuguesa.
E pensar queTiradentes foi enforcado porque se insurgiu contra a metade dos impostos que pagamos atualmente!
(E vem de novo a CPMF !!!!)
Colaboração Carlos Bortoloto ( o novo tira- dentes de galinha).
O colaborador vive às largas e às custas do Banco Central há pelo menos vinte anos sem a necessidade de trabalhar uma única hora sequer
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quinta-feira, 28 de abril de 2011
O quinto dos infernos.
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sábado, 26 de março de 2011
Nova guerra por petróleo. Colaboração importante de Zeno Crocetti.
Líbia: O maior empreendimento militar desde a invasão do Iraque
– Rumo a uma operação militar prolongada
Michel Chossudovsky 22/Mar/2011· Mentiras montada pela mídia internacional: Bombas e mísseis são apresentados como instrumentos de paz e de democratização.
· Isto não é uma operação humanitária. O ataque à Líbia abre um novo teatro de guerra regional.
· Já há três diferentes teatros de guerra no Oriente Médio - região da Ásia Central: Palestina, Afeganistão e Iraque.
· O que está acontecendo é um quarto Teatro de Guerra EUA-OTAN no Norte de África, com risco de escalada.
· Estes quatro teatros de guerra estão funcionalmente relacionados, fazem parte de uma agenda militar integrada EUA-OTAN. O bombardeio a Líbia esteve nos planos do Pentágono durante vários anos, como confirmado pelo antigo comandante da OTAN, general Wesley Clark.
A operação Odissey Dawn é reconhecida como a "maior intervenção militar ocidental no mundo árabe desde que começou a invasão do Iraque, há exatamente oito anos" (Rússia: Stop 'indiscriminate' bombing of Libya - Taiwan News Online, March 19, 2011).
Esta guerra faz parte da batalha pelo petróleo. A Líbia está entre as maiores economias petrolífera do mundo, com aproximadamente 3,5% das reservas globais de petróleo – mais que o dobro das do EUA.
O objetivo subjacente é obter controle sobre as reservas de petróleo e gás da Líbia sob o disfarce de uma intervenção humanitária.
As implicações geopolíticas e econômicas de uma intervenção militar conduzida pelos EUA-OTAN contra a Líbia são de extremo alcance.
A Operação "Odyssey Dawn" faz parte de uma agenda militar mais vasta para o Oriente Médio e Ásia Central, a qual consiste em obter controle e propriedade corporativa sobre mais de 60% das reservas mundiais de petróleo e gás natural, incluindo as rotas dos oleodutos e gasodutos.
Com 46,5 bilhões de barris de reservas comprovadas (10 vezes as do Egito), a Líbia é a maior economia petrolífera no continente africano seguida pela Nigéria e Argélia (Oil and Gas Journal). Em contraste, as reservas comprovadas dos EUA são da ordem dos 20,6 bilhões de barris (Dezembro 2008) de acordo com a Energy Information Administration. U.S. Crude Oil, Natural Gas, and Natural Gas Liquids Reserves ).
O maior empreendimento militar desde a invasão do Iraque
Uma operação militar desta dimensão e magnitude, envolvendo a participação ativa de vários membros da OTAN e países parceiros, nunca é improvisada. A operação Odyssey Dawn estava em etapa avançada de planejamento militar antes do movimento de protesto no Egito e na Tunísia.
A opinião pública foi levada a acreditar que o movimento de protesto se propagou espontaneamente da Tunísia e do Egito à Líbia.
A insurreição armada na Líbia Oriental é apoiada diretamente por potências estrangeiras. As forças rebeldes em Bengazi imediatamente arvoraram a bandeira vermelha, negra e verde com o crescente e a estrela: a bandeira da monarquia do rei Idris, o qual simbolizava o domínio das antigas potências coloniais. (Ver Manlio Dinucci, Libya-When historical memory is erased, Global Research, February 28, 2011)
A insurreição também foi planejada e coordenada com o cronograma da operação militar. Ela foi cuidadosamente planejada meses antes do movimento de protesto, como parte de uma operação encoberta.
Forças especiais dos estadunidenses e britânicas foram descritas como estando no território para "ajudar a oposição" desde o princípio.
Do que estamos tratando? De uma agenda militar, um cronograma de eventos militares e de inteligência cuidadosamente planejados.
Cumplicidade das Nações Unidas
Até agora, a campanha de bombardeio resultou em incontáveis baixas civis, as quais são classificadas pelos mídia como "danos colaterais" ou atribuídas às forças armadas líbias.
Numa ironia amarga, a Resolução 1973 do Conselho de Segurança da ONU concede à OTAN um mandato "para proteger civis".
Proteção de civis
Autoriza Estados membros que notificaram o secretário-geral, a atuaram nacionalmente ou através de organizações regionais ou acordos, e a atuaram em cooperação com o secretário-geral, e tomarem todas as medidas necessárias, não obstante o parágrafo 9 da resolução 1970 (2011), para proteger civis e áreas ocupadas por civis sob ameaça de ataque na Jamairia (república das massas) Árabe Líbia, incluindo Bengazi, enquanto excluindo uma forças de ocupação estrangeira de qualquer forma sobre qualquer parte do território líbio, e requer os Estados membros relacionados a informarem imediatamente o secretário-geral das medias que tomarem de acordo com a autorização conferida por este parágrafo a qual será imediatamente informada ao Conselho de Segurança. (UN Security Council Resolution on Libya: No Fly Zone and Other Measures, March 18, 2011)
A resolução da ONU garante às forças da coligação carta branca para empenharem-se numa guerra total contra um país soberano em desrespeito do direito internacional e em violação da Carta das Nações Unidas. Ela também serve a interesses financeiros dominantes: não só permite à coligação militar bombardear um país soberano como também permite o congelamento de ativos, pondo assim em perigo o sistema financeiro da Líbia.
Congelamento de ativos
Decide que o congelamento de ativos imposto pelo parágrafo 17, 19, 20 e 21 da resolução 1970 (2011) será aplicados a todos os fundos, e ativos financeiros e recursos econômicos que estão no seu território, os quais são de propriedade ou controlado, direta ou indiretamente, pelas autoridades líbias,...
Em nenhuma parte da resolução do Conselho de Segurança da ONU é mencionada a questão da mudança de regime. Mas é entendido que forças da oposição receberão parte do dinheiro confiscado sob o artigo 19 de resolução 1973. Discussões com líderes da oposição para esse item de fato já tiveram discussão. Isso se chama desvio do texto e fraude financeira.
Afirma a sua determinação de assegurar que ativos congelados de acordo com o parágrafo 17 da resolução 1979 (2011) deverão, numa etapa posterior, tão logo quanto possível serem disponibilizados para o benefício do povo da Jamairia Árabe Líbia;
Em relação à "Imposição do embargo de armas" sob o parágrafo 13 da resolução, as forças da coligação comprometer-se-ão sem exceção a impor um embargo de armas à Líbia. Mas desde o princípio eles violaram o Artigo 13, ao fornecerem armas às forças de oposição em Bengazi.
Operação militar prolongada?
Os conceitos são invertidos. Numa lógica absolutamente enviesada, paz, segurança e proteção do povo líbio devem ser alcançados através de ataques de mísseis e bombardeamentos aéreos.
O objetivo da operação militar não é a proteção de civis, mas a mudança de regime e a ruptura do país, como na Jugoslávia, nomeadamente a partição da Líbia em países separados. A formação de um Estado separado na área produtora de petróleo da Líbia Oriental foi contemplada por Washington durante muitos anos.
Cerca de uma semana antes do ataque e bombardeio, o diretor da inteligência nacional James Clapper enfatizou num testemunho ao Comitê de Serviços Armados do Senado dos EUA que a Líbia tem capacidade de defesa aérea significativas e que uma abordagem zona de interdição de voo poderia potencialmente resultar numa prolongada operação militar.
A política de Obama tem o "objetivo de afastar Kadafi", reiterou o conselheiro de segurança nacional.
Mas o testemunho de Clapper revela quão difícil isso poderia ser.
Ele disse ao comitê do Senado pensar que "Kadafi está nisto por muito tempo" e que não pensa ter Kadafi "qualquer intenção... de abandonar".
Finalmente, enumerando as razões porque acredita que Kadafi prevalecerá, Clapper disse que o regime tem mais stocks militares e pode contar com um exército bem treinado, unidades "robustamente equipadas", incluindo a 32ª Brigada, a qual é comandada pelo filho de Kadafi, Khamis, e a 9ª Brigada.
O grosso do seu hardware inclui defesas aéreas de fabricação russa, artilharia, tanques e outros veículos, "e eles parecem mais disciplinados quanto ao modo como tratam e reparam esse equipamento", continuou Clapper.
Clapper contestou afirmações de que uma zona de interdição de voo poderia ser imposta à Líbia rápida e facilmente, dizendo que Kadafi comanda o segundo maior sistema de defesa aérea do Médio Oriente, logo após o do Egito.
"Eles têm um bocado de equipamento russo e há uma certa qualidade nos números. Algum do equipamento caiu nas mãos dos oposicionistas", continuou.
O sistema compreende cerca de 32 sítios de mísseis terra-ar e um complexo de radar que "está centrado na proteção da linha costeira (mediterrânea) onde está 80 ou 85 por cento da população", disse Clapper. As forças de Kadafi também têm "um número muito grande" de mísseis anti-avião disparados do ombro (shoulder-fired anti-aircraft missiles).
O general do Exército Ronald Burgess, diretor da Defense Intelligence Agency, endossou a avaliação de Clapper, dizendo que o momento estava a mudar em favor das forças de Kadafi depois de estar inicialmente com a oposição.
"Se mudou ou não plenamente para o lado de Kadafi neste momento dentro do país penso que não está claro", disse Burgess. "Mas agora atingimos um estado de equilíbrio onde... a iniciativa, se quiser, pode estar do lado do regime".
Horas depois de Clapper ter falado, Thomas Donilon, conselheiro de segurança nacional de Obama, apresentou uma avaliação diferente, o que sugere pontos de vista agudamente divergentes entre a Casa Branca e a comunidade de inteligência dos EUA.
Ele disse que a análise dos chefes de inteligência eram "estáticas" e "unidimensionais", com base no equilíbrio de força militar, e deixava de levar em conta tanto o crescente isolamento de Kadafi como ações internacionais para promover seus oponentes. ( White House, intel chief split on Libya assessment
McClatchy, March 11, 2011).
A declaração anterior sugere que a Operação Odyssey Dawn podia levar a uma guerra prolongada e persistente resultando em perdas significativas para a OTAN-EUA.
As dificuldades militares da OTAN foram relatadas por fontes líbias desde o princípio da campanha aérea.
Horas após o começo dos bombardeamentos, fontes líbias (ainda a serem confirmadas) destacaram o derrube de três jactos franceses. (Ver Mahdi Darius Nazemroaya, Breaking News: Libyan Hospitals Attacked. Libyan Source: Three French Jets Downed , Global Research, March 19, 2011). A rede nacional de TV da Líbia anunciou que um caça francês havia sido derrubado próximo de Trípoli. O exército francês negou estes relatos:
"Rejeitamos a informação de que um caça francês tenha sido derrubado na Líbia. Todos os aviões que enviamos hoje em missões retornaram à base", disse o porta-voz do Exército francês, coronel Thierry Burkhard, citado por Le Figaro ". (Libya: A french fighter plane was shot down! The French Army denies this information, xiannet.net March 20, 2011)
Fontes internas líbias (a serem confirmadas) também relataram no domingo a derrubada de dois caças militares do Qatar. Segundo relatos líbios, ainda a serem confirmados, um total de cinco caças franceses foi derrubado. Três destes jatos franceses foram, segundo os relatos, derrubados em Trípoli. Os outros dois jatos franceses foram derrubados enquanto atacavam Sirt (Surt/Sirte). (Mahdi Darius Nazemroaya, Libyan Sources Report Italian POWs Captured. Additional Coalition Jets Downed, Global Research, March 20, 2011)
Fonte: http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=23815
Revisão Zeno Crocetti
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– Rumo a uma operação militar prolongada
Michel Chossudovsky 22/Mar/2011· Mentiras montada pela mídia internacional: Bombas e mísseis são apresentados como instrumentos de paz e de democratização.
· Isto não é uma operação humanitária. O ataque à Líbia abre um novo teatro de guerra regional.
· Já há três diferentes teatros de guerra no Oriente Médio - região da Ásia Central: Palestina, Afeganistão e Iraque.
· O que está acontecendo é um quarto Teatro de Guerra EUA-OTAN no Norte de África, com risco de escalada.
· Estes quatro teatros de guerra estão funcionalmente relacionados, fazem parte de uma agenda militar integrada EUA-OTAN. O bombardeio a Líbia esteve nos planos do Pentágono durante vários anos, como confirmado pelo antigo comandante da OTAN, general Wesley Clark.
A operação Odissey Dawn é reconhecida como a "maior intervenção militar ocidental no mundo árabe desde que começou a invasão do Iraque, há exatamente oito anos" (Rússia: Stop 'indiscriminate' bombing of Libya - Taiwan News Online, March 19, 2011).
Esta guerra faz parte da batalha pelo petróleo. A Líbia está entre as maiores economias petrolífera do mundo, com aproximadamente 3,5% das reservas globais de petróleo – mais que o dobro das do EUA.
O objetivo subjacente é obter controle sobre as reservas de petróleo e gás da Líbia sob o disfarce de uma intervenção humanitária.
As implicações geopolíticas e econômicas de uma intervenção militar conduzida pelos EUA-OTAN contra a Líbia são de extremo alcance.
A Operação "Odyssey Dawn" faz parte de uma agenda militar mais vasta para o Oriente Médio e Ásia Central, a qual consiste em obter controle e propriedade corporativa sobre mais de 60% das reservas mundiais de petróleo e gás natural, incluindo as rotas dos oleodutos e gasodutos.
Com 46,5 bilhões de barris de reservas comprovadas (10 vezes as do Egito), a Líbia é a maior economia petrolífera no continente africano seguida pela Nigéria e Argélia (Oil and Gas Journal). Em contraste, as reservas comprovadas dos EUA são da ordem dos 20,6 bilhões de barris (Dezembro 2008) de acordo com a Energy Information Administration. U.S. Crude Oil, Natural Gas, and Natural Gas Liquids Reserves ).
O maior empreendimento militar desde a invasão do Iraque
Uma operação militar desta dimensão e magnitude, envolvendo a participação ativa de vários membros da OTAN e países parceiros, nunca é improvisada. A operação Odyssey Dawn estava em etapa avançada de planejamento militar antes do movimento de protesto no Egito e na Tunísia.
A opinião pública foi levada a acreditar que o movimento de protesto se propagou espontaneamente da Tunísia e do Egito à Líbia.
A insurreição armada na Líbia Oriental é apoiada diretamente por potências estrangeiras. As forças rebeldes em Bengazi imediatamente arvoraram a bandeira vermelha, negra e verde com o crescente e a estrela: a bandeira da monarquia do rei Idris, o qual simbolizava o domínio das antigas potências coloniais. (Ver Manlio Dinucci, Libya-When historical memory is erased, Global Research, February 28, 2011)
A insurreição também foi planejada e coordenada com o cronograma da operação militar. Ela foi cuidadosamente planejada meses antes do movimento de protesto, como parte de uma operação encoberta.
Forças especiais dos estadunidenses e britânicas foram descritas como estando no território para "ajudar a oposição" desde o princípio.
Do que estamos tratando? De uma agenda militar, um cronograma de eventos militares e de inteligência cuidadosamente planejados.
Cumplicidade das Nações Unidas
Até agora, a campanha de bombardeio resultou em incontáveis baixas civis, as quais são classificadas pelos mídia como "danos colaterais" ou atribuídas às forças armadas líbias.
Numa ironia amarga, a Resolução 1973 do Conselho de Segurança da ONU concede à OTAN um mandato "para proteger civis".
Proteção de civis
Autoriza Estados membros que notificaram o secretário-geral, a atuaram nacionalmente ou através de organizações regionais ou acordos, e a atuaram em cooperação com o secretário-geral, e tomarem todas as medidas necessárias, não obstante o parágrafo 9 da resolução 1970 (2011), para proteger civis e áreas ocupadas por civis sob ameaça de ataque na Jamairia (república das massas) Árabe Líbia, incluindo Bengazi, enquanto excluindo uma forças de ocupação estrangeira de qualquer forma sobre qualquer parte do território líbio, e requer os Estados membros relacionados a informarem imediatamente o secretário-geral das medias que tomarem de acordo com a autorização conferida por este parágrafo a qual será imediatamente informada ao Conselho de Segurança. (UN Security Council Resolution on Libya: No Fly Zone and Other Measures, March 18, 2011)
A resolução da ONU garante às forças da coligação carta branca para empenharem-se numa guerra total contra um país soberano em desrespeito do direito internacional e em violação da Carta das Nações Unidas. Ela também serve a interesses financeiros dominantes: não só permite à coligação militar bombardear um país soberano como também permite o congelamento de ativos, pondo assim em perigo o sistema financeiro da Líbia.
Congelamento de ativos
Decide que o congelamento de ativos imposto pelo parágrafo 17, 19, 20 e 21 da resolução 1970 (2011) será aplicados a todos os fundos, e ativos financeiros e recursos econômicos que estão no seu território, os quais são de propriedade ou controlado, direta ou indiretamente, pelas autoridades líbias,...
Em nenhuma parte da resolução do Conselho de Segurança da ONU é mencionada a questão da mudança de regime. Mas é entendido que forças da oposição receberão parte do dinheiro confiscado sob o artigo 19 de resolução 1973. Discussões com líderes da oposição para esse item de fato já tiveram discussão. Isso se chama desvio do texto e fraude financeira.
Afirma a sua determinação de assegurar que ativos congelados de acordo com o parágrafo 17 da resolução 1979 (2011) deverão, numa etapa posterior, tão logo quanto possível serem disponibilizados para o benefício do povo da Jamairia Árabe Líbia;
Em relação à "Imposição do embargo de armas" sob o parágrafo 13 da resolução, as forças da coligação comprometer-se-ão sem exceção a impor um embargo de armas à Líbia. Mas desde o princípio eles violaram o Artigo 13, ao fornecerem armas às forças de oposição em Bengazi.
Operação militar prolongada?
Os conceitos são invertidos. Numa lógica absolutamente enviesada, paz, segurança e proteção do povo líbio devem ser alcançados através de ataques de mísseis e bombardeamentos aéreos.
O objetivo da operação militar não é a proteção de civis, mas a mudança de regime e a ruptura do país, como na Jugoslávia, nomeadamente a partição da Líbia em países separados. A formação de um Estado separado na área produtora de petróleo da Líbia Oriental foi contemplada por Washington durante muitos anos.
Cerca de uma semana antes do ataque e bombardeio, o diretor da inteligência nacional James Clapper enfatizou num testemunho ao Comitê de Serviços Armados do Senado dos EUA que a Líbia tem capacidade de defesa aérea significativas e que uma abordagem zona de interdição de voo poderia potencialmente resultar numa prolongada operação militar.
A política de Obama tem o "objetivo de afastar Kadafi", reiterou o conselheiro de segurança nacional.
Mas o testemunho de Clapper revela quão difícil isso poderia ser.
Ele disse ao comitê do Senado pensar que "Kadafi está nisto por muito tempo" e que não pensa ter Kadafi "qualquer intenção... de abandonar".
Finalmente, enumerando as razões porque acredita que Kadafi prevalecerá, Clapper disse que o regime tem mais stocks militares e pode contar com um exército bem treinado, unidades "robustamente equipadas", incluindo a 32ª Brigada, a qual é comandada pelo filho de Kadafi, Khamis, e a 9ª Brigada.
O grosso do seu hardware inclui defesas aéreas de fabricação russa, artilharia, tanques e outros veículos, "e eles parecem mais disciplinados quanto ao modo como tratam e reparam esse equipamento", continuou Clapper.
Clapper contestou afirmações de que uma zona de interdição de voo poderia ser imposta à Líbia rápida e facilmente, dizendo que Kadafi comanda o segundo maior sistema de defesa aérea do Médio Oriente, logo após o do Egito.
"Eles têm um bocado de equipamento russo e há uma certa qualidade nos números. Algum do equipamento caiu nas mãos dos oposicionistas", continuou.
O sistema compreende cerca de 32 sítios de mísseis terra-ar e um complexo de radar que "está centrado na proteção da linha costeira (mediterrânea) onde está 80 ou 85 por cento da população", disse Clapper. As forças de Kadafi também têm "um número muito grande" de mísseis anti-avião disparados do ombro (shoulder-fired anti-aircraft missiles).
O general do Exército Ronald Burgess, diretor da Defense Intelligence Agency, endossou a avaliação de Clapper, dizendo que o momento estava a mudar em favor das forças de Kadafi depois de estar inicialmente com a oposição.
"Se mudou ou não plenamente para o lado de Kadafi neste momento dentro do país penso que não está claro", disse Burgess. "Mas agora atingimos um estado de equilíbrio onde... a iniciativa, se quiser, pode estar do lado do regime".
Horas depois de Clapper ter falado, Thomas Donilon, conselheiro de segurança nacional de Obama, apresentou uma avaliação diferente, o que sugere pontos de vista agudamente divergentes entre a Casa Branca e a comunidade de inteligência dos EUA.
Ele disse que a análise dos chefes de inteligência eram "estáticas" e "unidimensionais", com base no equilíbrio de força militar, e deixava de levar em conta tanto o crescente isolamento de Kadafi como ações internacionais para promover seus oponentes. ( White House, intel chief split on Libya assessment
McClatchy, March 11, 2011).
A declaração anterior sugere que a Operação Odyssey Dawn podia levar a uma guerra prolongada e persistente resultando em perdas significativas para a OTAN-EUA.
As dificuldades militares da OTAN foram relatadas por fontes líbias desde o princípio da campanha aérea.
Horas após o começo dos bombardeamentos, fontes líbias (ainda a serem confirmadas) destacaram o derrube de três jactos franceses. (Ver Mahdi Darius Nazemroaya, Breaking News: Libyan Hospitals Attacked. Libyan Source: Three French Jets Downed , Global Research, March 19, 2011). A rede nacional de TV da Líbia anunciou que um caça francês havia sido derrubado próximo de Trípoli. O exército francês negou estes relatos:
"Rejeitamos a informação de que um caça francês tenha sido derrubado na Líbia. Todos os aviões que enviamos hoje em missões retornaram à base", disse o porta-voz do Exército francês, coronel Thierry Burkhard, citado por Le Figaro ". (Libya: A french fighter plane was shot down! The French Army denies this information, xiannet.net March 20, 2011)
Fontes internas líbias (a serem confirmadas) também relataram no domingo a derrubada de dois caças militares do Qatar. Segundo relatos líbios, ainda a serem confirmados, um total de cinco caças franceses foi derrubado. Três destes jatos franceses foram, segundo os relatos, derrubados em Trípoli. Os outros dois jatos franceses foram derrubados enquanto atacavam Sirt (Surt/Sirte). (Mahdi Darius Nazemroaya, Libyan Sources Report Italian POWs Captured. Additional Coalition Jets Downed, Global Research, March 20, 2011)
Fonte: http://www.globalresearch.ca/index.php?context=va&aid=23815
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Colaboração
Nova guerra por petróleo.
A NOVA GUERRA COLONIAL
O imperialismo acaba de lançar uma nova guerra colonial.
Um impressionante conjunto de forças militares iniciou a agressão contra a Líbia.
A aprovação da Resolução 1973 pelo Conselho de Segurança da ONU foi uma ruptura com o direito internacional.
Ela foi possível graças à capitulação da Rússia, da China, do Brasil e dos demais países que ali se abstiveram .
A ONU nunca se preocupou com os palestinos massacrados em Gaza pela entidade nazi-sionista, nunca se incomodou com as ditaturas terroristas que mataram milhares de cidadãos na América Latina, nunca fez o mínimo gesto contra as ditaduras que escravizam emirados árabes, nada fez nem faz pelas mulheres oprimidas da Arábia Saudita, nunca disse uma palavra contra a selvageria da tropa da NATO que massacra indefesos camponeses afegãos, nunca se manifestou contra os drones que assassinam velhos, mulheres e crianças no Paquistão.
Não foi preciso a ONU para que os povos tunisinos e egípcios se desembaraçassem de ditadores que haviam sido financiados e armados pelo ocidente.
Uma vez vencido Moammar Kadafi, tal como Saddam Hussein, a Líbia irá descobrir os encantos da democracia ocidental à moda do Iraque – ao custo de mais de um milhão de mortos e milhões de deslocados.
A Líbia ficará totalmente livre para a pilhagem das suas riquezas naturais.
No mundo pós Pico Petrolífero, o petróleo será libertado para as corporações ocidentais – ao custo de um novo massacre.
Colaboração Zeno Crocetti
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)Conheça o G23 Presidente
O imperialismo acaba de lançar uma nova guerra colonial.
Um impressionante conjunto de forças militares iniciou a agressão contra a Líbia.
A aprovação da Resolução 1973 pelo Conselho de Segurança da ONU foi uma ruptura com o direito internacional.
Ela foi possível graças à capitulação da Rússia, da China, do Brasil e dos demais países que ali se abstiveram .
A ONU nunca se preocupou com os palestinos massacrados em Gaza pela entidade nazi-sionista, nunca se incomodou com as ditaturas terroristas que mataram milhares de cidadãos na América Latina, nunca fez o mínimo gesto contra as ditaduras que escravizam emirados árabes, nada fez nem faz pelas mulheres oprimidas da Arábia Saudita, nunca disse uma palavra contra a selvageria da tropa da NATO que massacra indefesos camponeses afegãos, nunca se manifestou contra os drones que assassinam velhos, mulheres e crianças no Paquistão.
Não foi preciso a ONU para que os povos tunisinos e egípcios se desembaraçassem de ditadores que haviam sido financiados e armados pelo ocidente.
Uma vez vencido Moammar Kadafi, tal como Saddam Hussein, a Líbia irá descobrir os encantos da democracia ocidental à moda do Iraque – ao custo de mais de um milhão de mortos e milhões de deslocados.
A Líbia ficará totalmente livre para a pilhagem das suas riquezas naturais.
No mundo pós Pico Petrolífero, o petróleo será libertado para as corporações ocidentais – ao custo de um novo massacre.
Colaboração Zeno Crocetti
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A NOVA GUERRA COLONIAL
O imperialismo acaba de lançar uma nova guerra colonial.
Um impressionante conjunto de forças militares iniciou a agressão contra a Líbia.
A aprovação da Resolução 1973 pelo Conselho de Segurança da ONU foi uma ruptura com o direito internacional.
Ela foi possível graças à capitulação da Rússia, da China, do Brasil e dos demais países que ali se abstiveram .
A ONU nunca se preocupou com os palestinos massacrados em Gaza pela entidade nazi-sionista, nunca se incomodou com as ditaturas terroristas que mataram milhares de cidadãos na América Latina, nunca fez o mínimo gesto contra as ditaduras que escravizam emirados árabes, nada fez nem faz pelas mulheres oprimidas da Arábia Saudita, nunca disse uma palavra contra a selvageria da tropa da NATO que massacra indefesos camponeses afegãos, nunca se manifestou contra os drones que assassinam velhos, mulheres e crianças no Paquistão.
Não foi preciso a ONU para que os povos tunisinos e egípcios se desembaraçassem de ditadores que haviam sido financiados e armados pelo ocidente.
Uma vez vencido Moammar Kadafi, tal como Saddam Hussein, a Líbia irá descobrir os encantos da democracia ocidental à moda do Iraque – ao custo de mais de um milhão de mortos e milhões de deslocados.
A Líbia ficará totalmente livre para a pilhagem das suas riquezas naturais.
No mundo pós Pico Petrolífero, o petróleo será libertado para as corporações ocidentais – ao custo de um novo massacre.
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O imperialismo acaba de lançar uma nova guerra colonial.
Um impressionante conjunto de forças militares iniciou a agressão contra a Líbia.
A aprovação da Resolução 1973 pelo Conselho de Segurança da ONU foi uma ruptura com o direito internacional.
Ela foi possível graças à capitulação da Rússia, da China, do Brasil e dos demais países que ali se abstiveram .
A ONU nunca se preocupou com os palestinos massacrados em Gaza pela entidade nazi-sionista, nunca se incomodou com as ditaturas terroristas que mataram milhares de cidadãos na América Latina, nunca fez o mínimo gesto contra as ditaduras que escravizam emirados árabes, nada fez nem faz pelas mulheres oprimidas da Arábia Saudita, nunca disse uma palavra contra a selvageria da tropa da NATO que massacra indefesos camponeses afegãos, nunca se manifestou contra os drones que assassinam velhos, mulheres e crianças no Paquistão.
Não foi preciso a ONU para que os povos tunisinos e egípcios se desembaraçassem de ditadores que haviam sido financiados e armados pelo ocidente.
Uma vez vencido Moammar Kadafi, tal como Saddam Hussein, a Líbia irá descobrir os encantos da democracia ocidental à moda do Iraque – ao custo de mais de um milhão de mortos e milhões de deslocados.
A Líbia ficará totalmente livre para a pilhagem das suas riquezas naturais.
No mundo pós Pico Petrolífero, o petróleo será libertado para as corporações ocidentais – ao custo de um novo massacre.
Colaboração Zeno Crocetti
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2011/3/24 André Vieira
Leio notícia de que os bombardeios aliados atingem bairros residenciais e também equipes médicas de resgate na Líbia.
Assim, o objetivo é castigar, ferir e matar pessoas. Quando o propósito alegado é proteger civis.
Estão a castigar a Líbia, a destruir o país, a arrancar-lhe a própria pele. É o que se percebe.
Fazem como Israel faz com os palestinos.
Fazem mais do que atingir militarmente o país. Querem castigá-lo, fazê-lo doer na pele.
Só a anestesia social permite isso. A mídia é o anestésico.
O controle quase total sobre os meios, salvas raras e boas exceções, é a grande expressão do imperialismo capitalista. Graças a isso, tudo é possível.
A mídia soa a trombeta da guerra.
O povo segue hipnotizado.
A mídia frauda a realidade.
O carrasco parece mocinho que luta contra o ditador...
Alguém no mundo ainda acredita nisso?
Quantos podem entender?
Devem saber que é tudo mentira.
Que não há um ditador massacrando o povo na Líbia.
Que há uma roda de fortes bem armados a encurralar um sozinho, altivo, que ousava querer ser diferente e contrariar os ditames do grupo. Ainda mais praticando um tipo de justiça social intolerável para os que querem reduzir a vida humana à escravidão...
A Líbia está sofrendo uma espécie de "bullying". Uma sessão de tortura. Um calvário. Enquanto uma certa turba agita: "crucifica-o" "crucifica-o".
Essa turba é a imprensa.
Pois não há uma turba de verdade.
Então a imprensa cumpre a tarefa de protestar contra o 'ditador'.
E faz-se a confusão.
Alguns cabeças do ocidente pensam que estão lutando contra uma ditadura...
Estão trucidando o país para depois tomar posse...
Deixam até escapar risadas pelos cantos da boca...
Já nem fingem direito...
Já gargalham descaradamente.
'Estamos protegendo civis'. E gargalham sem conseguir se conter...
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)Conheça o G23 Presidente
Leio notícia de que os bombardeios aliados atingem bairros residenciais e também equipes médicas de resgate na Líbia.
Assim, o objetivo é castigar, ferir e matar pessoas. Quando o propósito alegado é proteger civis.
Estão a castigar a Líbia, a destruir o país, a arrancar-lhe a própria pele. É o que se percebe.
Fazem como Israel faz com os palestinos.
Fazem mais do que atingir militarmente o país. Querem castigá-lo, fazê-lo doer na pele.
Só a anestesia social permite isso. A mídia é o anestésico.
O controle quase total sobre os meios, salvas raras e boas exceções, é a grande expressão do imperialismo capitalista. Graças a isso, tudo é possível.
A mídia soa a trombeta da guerra.
O povo segue hipnotizado.
A mídia frauda a realidade.
O carrasco parece mocinho que luta contra o ditador...
Alguém no mundo ainda acredita nisso?
Quantos podem entender?
Devem saber que é tudo mentira.
Que não há um ditador massacrando o povo na Líbia.
Que há uma roda de fortes bem armados a encurralar um sozinho, altivo, que ousava querer ser diferente e contrariar os ditames do grupo. Ainda mais praticando um tipo de justiça social intolerável para os que querem reduzir a vida humana à escravidão...
A Líbia está sofrendo uma espécie de "bullying". Uma sessão de tortura. Um calvário. Enquanto uma certa turba agita: "crucifica-o" "crucifica-o".
Essa turba é a imprensa.
Pois não há uma turba de verdade.
Então a imprensa cumpre a tarefa de protestar contra o 'ditador'.
E faz-se a confusão.
Alguns cabeças do ocidente pensam que estão lutando contra uma ditadura...
Estão trucidando o país para depois tomar posse...
Deixam até escapar risadas pelos cantos da boca...
Já nem fingem direito...
Já gargalham descaradamente.
'Estamos protegendo civis'. E gargalham sem conseguir se conter...
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)Conheça o G23 Presidente
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Colaboração
2011/3/24 André Vieira
Leio notícia de que os bombardeios aliados atingem bairros residenciais e também equipes médicas de resgate na Líbia.
Assim, o objetivo é castigar, ferir e matar pessoas. Quando o propósito alegado é proteger civis.
Estão a castigar a Líbia, a destruir o país, a arrancar-lhe a própria pele. É o que se percebe.
Fazem como Israel faz com os palestinos.
Fazem mais do que atingir militarmente o país. Querem castigá-lo, fazê-lo doer na pele.
Só a anestesia social permite isso. A mídia é o anestésico.
O controle quase total sobre os meios, salvas raras e boas exceções, é a grande expressão do imperialismo capitalista. Graças a isso, tudo é possível.
A mídia soa a trombeta da guerra.
O povo segue hipnotizado.
A mídia frauda a realidade.
O carrasco parece mocinho que luta contra o ditador...
Alguém no mundo ainda acredita nisso?
Quantos podem entender?
Devem saber que é tudo mentira.
Que não há um ditador massacrando o povo na Líbia.
Que há uma roda de fortes bem armados a encurralar um sozinho, altivo, que ousava querer ser diferente e contrariar os ditames do grupo. Ainda mais praticando um tipo de justiça social intolerável para os que querem reduzir a vida humana à escravidão...
A Líbia está sofrendo uma espécie de "bullying". Uma sessão de tortura. Um calvário. Enquanto uma certa turba agita: "crucifica-o" "crucifica-o".
Essa turba é a imprensa.
Pois não há uma turba de verdade.
Então a imprensa cumpre a tarefa de protestar contra o 'ditador'.
E faz-se a confusão.
Alguns cabeças do ocidente pensam que estão lutando contra uma ditadura...
Estão trucidando o país para depois tomar posse...
Deixam até escapar risadas pelos cantos da boca...
Já nem fingem direito...
Já gargalham descaradamente.
'Estamos protegendo civis'. E gargalham sem conseguir se conter...
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)Conheça o G23 Presidente
Leio notícia de que os bombardeios aliados atingem bairros residenciais e também equipes médicas de resgate na Líbia.
Assim, o objetivo é castigar, ferir e matar pessoas. Quando o propósito alegado é proteger civis.
Estão a castigar a Líbia, a destruir o país, a arrancar-lhe a própria pele. É o que se percebe.
Fazem como Israel faz com os palestinos.
Fazem mais do que atingir militarmente o país. Querem castigá-lo, fazê-lo doer na pele.
Só a anestesia social permite isso. A mídia é o anestésico.
O controle quase total sobre os meios, salvas raras e boas exceções, é a grande expressão do imperialismo capitalista. Graças a isso, tudo é possível.
A mídia soa a trombeta da guerra.
O povo segue hipnotizado.
A mídia frauda a realidade.
O carrasco parece mocinho que luta contra o ditador...
Alguém no mundo ainda acredita nisso?
Quantos podem entender?
Devem saber que é tudo mentira.
Que não há um ditador massacrando o povo na Líbia.
Que há uma roda de fortes bem armados a encurralar um sozinho, altivo, que ousava querer ser diferente e contrariar os ditames do grupo. Ainda mais praticando um tipo de justiça social intolerável para os que querem reduzir a vida humana à escravidão...
A Líbia está sofrendo uma espécie de "bullying". Uma sessão de tortura. Um calvário. Enquanto uma certa turba agita: "crucifica-o" "crucifica-o".
Essa turba é a imprensa.
Pois não há uma turba de verdade.
Então a imprensa cumpre a tarefa de protestar contra o 'ditador'.
E faz-se a confusão.
Alguns cabeças do ocidente pensam que estão lutando contra uma ditadura...
Estão trucidando o país para depois tomar posse...
Deixam até escapar risadas pelos cantos da boca...
Já nem fingem direito...
Já gargalham descaradamente.
'Estamos protegendo civis'. E gargalham sem conseguir se conter...
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Colaboração
sexta-feira, 18 de março de 2011
Presidente da França Defende Herança Católica Europeia.
Prof. Dr. Felipe Aquino
Diante de um triste cenário europeu que apresenta um forte laicismo
anti-católico, com grandes ofensas ao Papa Bento XVI e outras
blasfêmias, destaca-se o pronunciamento do Presidente Francês, Nicolas
Sarkozy, que, com todas as letras, disse que a França tem o dever de
compartilhar com todos, "sem complexos nem falso pudor a magnífica
herança cristã" que se manifesta na civilização, na história e na
cultura do país.
A França sempre foi chamada de a “a filha mais velha da Igreja”,
porque o primeiro rei bárbaro que se converteu à fé católica foi
Clovis, que no ano 496 foi batizado pelo bispo de Reims, São Remígio.
Trezentos anos depois, com o imperador cristianíssimo Carlos Magno, a
Igreja firmou ainda mais a fé católica em seu solo, com o advento do
Sagrado Império Romano da Nação França.
Agora, felizmente, vemos o Presidente Francês desagravar a Igreja
Católica de tantas ofensas que têm recebido na Europa, de uma maneira
estúpida que não quer reconhecer o fato histórico conhecido de todos
os historiadores: a Europa atual é fruto do trabalho de cerca de dez
séculos da Igreja Católica, que salvou a Civilização Ocidental quando
os bárbaros dominaram o Império Romano do Ocidente em 476.
Em discurso na quinta-feira 2/3/2010, em Le-Puy-en Velay, na sua
visita à Catedral de Compostela, o Presidente Sarkozy falou da sua
alegria ante a "majestade sorridente" e a beleza dos lugares marcados
pela herança cristã de séculos de história aonde também se aprecia "um
formidável caminho espiritual para o Céu".
Fala do Catolicismo.
O presidente francês deixou claro que cada uma das cidades da França
"não seria hoje o que são aos olhos dos franceses e aos olhos do resto
do mundo sem suas catedrais ao redor das quais convergem sempre fiéis
e turistas". E disse que "esta herança nos obriga. Esta herança é uma
oportunidade, mas acima de tudo um dever. Estamos obrigados por esta
herança. Obriga-nos porque não somente devemos transmiti-la às
gerações que nos sucederão mas devemos assumir esta herança sem
complexos e sem falso pudor".
E o presidente afirmou que proteger o patrimônio cristão da França,"é
resistir, à ditadura do presente, à ditadura do imediato e, diria, à
ditadura do intercambiável onde tudo vale o mesmo e nada é mais
valioso".
E anunciou que, por isso, "a partir deste ano terão início outros
projetos, como o da abadia de Clairvaux (Claraval), outro lugar
excepcional e testemunho vivo da contribuição da Cristandade à nossa
civilização. Ao dizer isto não faço mais que recordar uma evidência: o
aporte da cristandade à nossa civilização". E deixou claro que
"sempre é perigoso amputar a memória".
"Se renunciarmos a transmitir a herança, se existir a tentação de não
transmitir nada, não nos lamentemos pelos resultados, mas se a ambição
é transmitir muito, o resultado nos surpreenderá".
O presidente da França ressaltou logo que "a Cristandade nos deixou
uma magnífica herança de civilização e de cultura: aos presidentes de
uma república laica. Posso dizer isto, porque é a verdade. Não faço
proselitismo, mas simplesmente observo a história do nosso país".
Assim o Presidente francês resgata a verdadeira honra da França ao
reconhecer que sem a Igreja Católica esta grande nação não seria o que
é hoje.
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)Conheça o G23 Presidente
Diante de um triste cenário europeu que apresenta um forte laicismo
anti-católico, com grandes ofensas ao Papa Bento XVI e outras
blasfêmias, destaca-se o pronunciamento do Presidente Francês, Nicolas
Sarkozy, que, com todas as letras, disse que a França tem o dever de
compartilhar com todos, "sem complexos nem falso pudor a magnífica
herança cristã" que se manifesta na civilização, na história e na
cultura do país.
A França sempre foi chamada de a “a filha mais velha da Igreja”,
porque o primeiro rei bárbaro que se converteu à fé católica foi
Clovis, que no ano 496 foi batizado pelo bispo de Reims, São Remígio.
Trezentos anos depois, com o imperador cristianíssimo Carlos Magno, a
Igreja firmou ainda mais a fé católica em seu solo, com o advento do
Sagrado Império Romano da Nação França.
Agora, felizmente, vemos o Presidente Francês desagravar a Igreja
Católica de tantas ofensas que têm recebido na Europa, de uma maneira
estúpida que não quer reconhecer o fato histórico conhecido de todos
os historiadores: a Europa atual é fruto do trabalho de cerca de dez
séculos da Igreja Católica, que salvou a Civilização Ocidental quando
os bárbaros dominaram o Império Romano do Ocidente em 476.
Em discurso na quinta-feira 2/3/2010, em Le-Puy-en Velay, na sua
visita à Catedral de Compostela, o Presidente Sarkozy falou da sua
alegria ante a "majestade sorridente" e a beleza dos lugares marcados
pela herança cristã de séculos de história aonde também se aprecia "um
formidável caminho espiritual para o Céu".
Fala do Catolicismo.
O presidente francês deixou claro que cada uma das cidades da França
"não seria hoje o que são aos olhos dos franceses e aos olhos do resto
do mundo sem suas catedrais ao redor das quais convergem sempre fiéis
e turistas". E disse que "esta herança nos obriga. Esta herança é uma
oportunidade, mas acima de tudo um dever. Estamos obrigados por esta
herança. Obriga-nos porque não somente devemos transmiti-la às
gerações que nos sucederão mas devemos assumir esta herança sem
complexos e sem falso pudor".
E o presidente afirmou que proteger o patrimônio cristão da França,"é
resistir, à ditadura do presente, à ditadura do imediato e, diria, à
ditadura do intercambiável onde tudo vale o mesmo e nada é mais
valioso".
E anunciou que, por isso, "a partir deste ano terão início outros
projetos, como o da abadia de Clairvaux (Claraval), outro lugar
excepcional e testemunho vivo da contribuição da Cristandade à nossa
civilização. Ao dizer isto não faço mais que recordar uma evidência: o
aporte da cristandade à nossa civilização". E deixou claro que
"sempre é perigoso amputar a memória".
"Se renunciarmos a transmitir a herança, se existir a tentação de não
transmitir nada, não nos lamentemos pelos resultados, mas se a ambição
é transmitir muito, o resultado nos surpreenderá".
O presidente da França ressaltou logo que "a Cristandade nos deixou
uma magnífica herança de civilização e de cultura: aos presidentes de
uma república laica. Posso dizer isto, porque é a verdade. Não faço
proselitismo, mas simplesmente observo a história do nosso país".
Assim o Presidente francês resgata a verdadeira honra da França ao
reconhecer que sem a Igreja Católica esta grande nação não seria o que
é hoje.
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)Conheça o G23 Presidente
Marcadores:
Colaboração
Presidente da França Defende Herança Católica Europeia.
Prof. Dr. Felipe Aquino
Diante de um triste cenário europeu que apresenta um forte laicismo
anti-católico, com grandes ofensas ao Papa Bento XVI e outras
blasfêmias, destaca-se o pronunciamento do Presidente Francês, Nicolas
Sarkozy, que, com todas as letras, disse que a França tem o dever de
compartilhar com todos, "sem complexos nem falso pudor a magnífica
herança cristã" que se manifesta na civilização, na história e na
cultura do país.
A França sempre foi chamada de a “a filha mais velha da Igreja”,
porque o primeiro rei bárbaro que se converteu à fé católica foi
Clovis, que no ano 496 foi batizado pelo bispo de Reims, São Remígio.
Trezentos anos depois, com o imperador cristianíssimo Carlos Magno, a
Igreja firmou ainda mais a fé católica em seu solo, com o advento do
Sagrado Império Romano da Nação França.
Agora, felizmente, vemos o Presidente Francês desagravar a Igreja
Católica de tantas ofensas que têm recebido na Europa, de uma maneira
estúpida que não quer reconhecer o fato histórico conhecido de todos
os historiadores: a Europa atual é fruto do trabalho de cerca de dez
séculos da Igreja Católica, que salvou a Civilização Ocidental quando
os bárbaros dominaram o Império Romano do Ocidente em 476.
Em discurso na quinta-feira 2/3/2010, em Le-Puy-en Velay, na sua
visita à Catedral de Compostela, o Presidente Sarkozy falou da sua
alegria ante a "majestade sorridente" e a beleza dos lugares marcados
pela herança cristã de séculos de história aonde também se aprecia "um
formidável caminho espiritual para o Céu".
Fala do Catolicismo.
O presidente francês deixou claro que cada uma das cidades da França
"não seria hoje o que são aos olhos dos franceses e aos olhos do resto
do mundo sem suas catedrais ao redor das quais convergem sempre fiéis
e turistas". E disse que "esta herança nos obriga. Esta herança é uma
oportunidade, mas acima de tudo um dever. Estamos obrigados por esta
herança. Obriga-nos porque não somente devemos transmiti-la às
gerações que nos sucederão mas devemos assumir esta herança sem
complexos e sem falso pudor".
E o presidente afirmou que proteger o patrimônio cristão da França,"é
resistir, à ditadura do presente, à ditadura do imediato e, diria, à
ditadura do intercambiável onde tudo vale o mesmo e nada é mais
valioso".
E anunciou que, por isso, "a partir deste ano terão início outros
projetos, como o da abadia de Clairvaux (Claraval), outro lugar
excepcional e testemunho vivo da contribuição da Cristandade à nossa
civilização. Ao dizer isto não faço mais que recordar uma evidência: o
aporte da cristandade à nossa civilização". E deixou claro que
"sempre é perigoso amputar a memória".
"Se renunciarmos a transmitir a herança, se existir a tentação de não
transmitir nada, não nos lamentemos pelos resultados, mas se a ambição
é transmitir muito, o resultado nos surpreenderá".
O presidente da França ressaltou logo que "a Cristandade nos deixou
uma magnífica herança de civilização e de cultura: aos presidentes de
uma república laica. Posso dizer isto, porque é a verdade. Não faço
proselitismo, mas simplesmente observo a história do nosso país".
Assim o Presidente francês resgata a verdadeira honra da França ao
reconhecer que sem a Igreja Católica esta grande nação não seria o que
é hoje.
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)Conheça o G23 Presidente
Diante de um triste cenário europeu que apresenta um forte laicismo
anti-católico, com grandes ofensas ao Papa Bento XVI e outras
blasfêmias, destaca-se o pronunciamento do Presidente Francês, Nicolas
Sarkozy, que, com todas as letras, disse que a França tem o dever de
compartilhar com todos, "sem complexos nem falso pudor a magnífica
herança cristã" que se manifesta na civilização, na história e na
cultura do país.
A França sempre foi chamada de a “a filha mais velha da Igreja”,
porque o primeiro rei bárbaro que se converteu à fé católica foi
Clovis, que no ano 496 foi batizado pelo bispo de Reims, São Remígio.
Trezentos anos depois, com o imperador cristianíssimo Carlos Magno, a
Igreja firmou ainda mais a fé católica em seu solo, com o advento do
Sagrado Império Romano da Nação França.
Agora, felizmente, vemos o Presidente Francês desagravar a Igreja
Católica de tantas ofensas que têm recebido na Europa, de uma maneira
estúpida que não quer reconhecer o fato histórico conhecido de todos
os historiadores: a Europa atual é fruto do trabalho de cerca de dez
séculos da Igreja Católica, que salvou a Civilização Ocidental quando
os bárbaros dominaram o Império Romano do Ocidente em 476.
Em discurso na quinta-feira 2/3/2010, em Le-Puy-en Velay, na sua
visita à Catedral de Compostela, o Presidente Sarkozy falou da sua
alegria ante a "majestade sorridente" e a beleza dos lugares marcados
pela herança cristã de séculos de história aonde também se aprecia "um
formidável caminho espiritual para o Céu".
Fala do Catolicismo.
O presidente francês deixou claro que cada uma das cidades da França
"não seria hoje o que são aos olhos dos franceses e aos olhos do resto
do mundo sem suas catedrais ao redor das quais convergem sempre fiéis
e turistas". E disse que "esta herança nos obriga. Esta herança é uma
oportunidade, mas acima de tudo um dever. Estamos obrigados por esta
herança. Obriga-nos porque não somente devemos transmiti-la às
gerações que nos sucederão mas devemos assumir esta herança sem
complexos e sem falso pudor".
E o presidente afirmou que proteger o patrimônio cristão da França,"é
resistir, à ditadura do presente, à ditadura do imediato e, diria, à
ditadura do intercambiável onde tudo vale o mesmo e nada é mais
valioso".
E anunciou que, por isso, "a partir deste ano terão início outros
projetos, como o da abadia de Clairvaux (Claraval), outro lugar
excepcional e testemunho vivo da contribuição da Cristandade à nossa
civilização. Ao dizer isto não faço mais que recordar uma evidência: o
aporte da cristandade à nossa civilização". E deixou claro que
"sempre é perigoso amputar a memória".
"Se renunciarmos a transmitir a herança, se existir a tentação de não
transmitir nada, não nos lamentemos pelos resultados, mas se a ambição
é transmitir muito, o resultado nos surpreenderá".
O presidente da França ressaltou logo que "a Cristandade nos deixou
uma magnífica herança de civilização e de cultura: aos presidentes de
uma república laica. Posso dizer isto, porque é a verdade. Não faço
proselitismo, mas simplesmente observo a história do nosso país".
Assim o Presidente francês resgata a verdadeira honra da França ao
reconhecer que sem a Igreja Católica esta grande nação não seria o que
é hoje.
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)Conheça o G23 Presidente
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