A falta de sensibilidade.
Estive presente nos debates do Seminário Crise Rumos & Verdades. Não vi nenhum dos habituais críticos de Requião por lá. Não entrevistaram ninguém, não viram nada, não sentiram in loco a energia histriônica. Vivem como “voyeurs” a espiar de longe uma vida falsa, porque falsa é a dita “realidade- virtual”. Para eles pouco importa a realidade dos fatos.
Assim a interpretação da realidade fica empobrecida e, portanto, as suas conclusões são falsas, incompletas desvinculadas do fato real. Um grupo de homens com grande experiência publica se reúniu, e via uma televisão publica, debatem, explicam, analisam dados sobre uma realidade do interesse de todos os brasileiros. Brasileiros e estrangeiros, num total de 32 debatedores, e nove países estavam representados. O fato propaga-se pelas parabólicas pelo território brasileiro, penetra os corredores e bastidores de Brasília, incomoda, desnudando fatos absorvem contradições, e os “voyeurs”, não conseguem ver o quadro real, pois estão olhando pelo tubinho de suas imaginações pessoais e dos seus preconceitos primários. Não chega a ser lamentável, posto que seja trágico, ver pessoas minimizadas, voluntariamente diminuídas da sua dignidade de analistas, para uma condição de cães que ladram.
A Associação Brasileira de Imprensa, sob a batuta de Maurício Azedo, repercutiu os fatos. As perguntas vinham dos mais diversos quadrantes do país. Muita luz foi lançada sobre a realidade econômica do país. Economistas internacionais foram obrigados a rever seus discursos, brasileiros a perceberem que seu quadro de analise era incompleto, todos foram obrigados a reduzir suas conclusões ao homem, sim o homem em sociedade nas suas necessidades essenciais, na sua cooperação, solidariedade, conjunto de valores, e fé, que os caracteriza enquanto povo e nação. Concluíram quase por unanimidade que não houve desenvolvimento de povos sem uma evolução para o nacionalismo e estabelecimentos de objetivos e interesses nacionais. Todos sem exceção concluíram que o que falta no mundo, não é o desaparecimento de fronteiras, mas o que precisa acabar é a injustiça comercial, e a pressão por domínio e submissão. Ainda que nem todos tenham admitido publicamente, todos perceberam que o mundo sempre cooperou, sempre esteve integrado, sempre foi global, o que nunca foi global foi o acumulo de capitais, a justiça social, a liberdade de movimentação dentro das diversas camadas sociais em todas as sociedades e nações. Percebeu-se que a globalização é um engodo, uma forma de apropriação das riquezas reais, no território das diversas nações, subtraindo dos seus povos, qualquer possibilidade de desenvolvimento “real”, de modo a torná-los instrumentos de mercado, e suporte para fluxos de “Capitais irreais”, que embora não existindo, endividam e escravizam povos e nações inteiras. Pouco se falou de Deus, pouco se falou em valores reguladores do comportamento humano, e, portanto valores que regulam uma ética do comércio humano e do capital humano. Não se falou que o acúmulo de capital financeiro, monetário, fiduciário, ou pecuniário, reflete-se em ideologia e objetivo no acúmulo de capital humano, gente, gado, apinhados e acumulados em grandes centros urbanos, sim porque o conceito de pecúnia, gado ( pécus = gado+=res= coisa) é o centro da ideologia do capital de fluxo, as pessoas são e continuam sendo o gado, a força de trabalho, o suporte, a coisa possuída pelos “donos do acumulo do capital” para o exercício da riqueza. Somos ainda o gado, os goi, os goin, a carne de abate. Ninguém verbalizou, mas todos perceberam que o discurso do economês não modifica essa realidade, apenas a consciência nascida no meio do gado, percebendo-se como suporte real dos recursos públicos e privados, pode levar a um “Não Servirei mais nessas bases”. Esse despertar é uma antítese ao DEPENDENCIA OU MORTE, o mote inicial dos debates: as nações colaboram com os problemas com os quais e pelos quais passarão as nações ricas, ou !. Diziam no início dos debates, todos serão atingidos, todos devem colaborar com as novas regras, nenhuma nação sobreviverá sozinha. Esse discurso inicial foi perdendo a sua força durante os debates. Pois a realidade econômica tem como suporte apenas as necessidades de manutenção da vida do homem. Para os controladores, diferentemente, os homens são carne de abate, aos quais se controla a fertilidade, a necessidade, o consumo. A minha esperança está na desobediência desse esquema, dessa obediência servil, para que o Brasil possa acordar como em tese deseja o Presidente Lula, para enfrentar, no seu interior, na sua dinâmica interna e continental, ampliada nas relações maximizadas com os países vizinhos, devolvendo a esses povos pobres, como nós somos os brasileiros, a esperanças na recuperação de nossa dignidade, não mais de gado, mas de empreendedores, acumuladores, distribuidores do fruto do trabalho de todos, destinando para todos os benefícios correspondentes.
A diferença entre construir uma catedral, uma pirâmide, e um império financeiro, é muito clara e gritante. A pirâmide foi construída pela mão escrava, o império financeiro pela apropriação do trabalho de todos, resultado em conseqüente injustiça social, e a catedral diferentemente é resultado da voluntariedade e liberdade de escolha do ideal. O que falta no Brasil desse momento é o ideal comum, que permita a adesão de todos os brasileiros, num esforço comum da construção da Catedral Brasileira. Catedral, todos sabem vem de cátedra, cadeira, trono, portanto fala de soberania e território de liberdade. Nesse trono, pode estar sentado o dinheiro entendido como meio de troca, a especulação, a virtualidade imperiosa e escravizante dos fluxos monetários, ou por livre escolha podemos devolver o lugar da cátedra e ver sentar-se ao trono Deus. Não adianta, ter no trono o povo, como origem imanente do poder, isso não resolve o problema, pois torna a sociedade consuetudinária nos valores, e valores instáveis, fará tijolos sociais muito moles, a Catedral ruirá, pois seus valores não podem suportar as estruturas. Deus pode sim dar o suporte ideológico para todas as estruturas, principalmente a igual dignidade entres os seres humanos, excluindo de uma vez por todas a idéia de que alguns escolhidos são pessoas livres, capazes de escolher e planejar, e outras, a massa, não passa de gado.
A lição é clara e introduz.
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sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Uma Catedral anti-crise.
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Uma Catedral anti-crise.
A falta de sensibilidade.
Estive presente nos debates do Seminário Crise Rumos & Verdades. Não vi nenhum dos habituais críticos de Requião por lá. Não entrevistaram ninguém, não viram nada, não sentiram in loco a energia histriônica. Vivem como “voyeurs” a espiar de longe uma vida falsa, porque falsa é a dita “realidade- virtual”. Para eles pouco importa a realidade dos fatos.
Assim a interpretação da realidade fica empobrecida e, portanto, as suas conclusões são falsas, incompletas desvinculadas do fato real. Um grupo de homens com grande experiência publica se reúniu, e via uma televisão publica, debatem, explicam, analisam dados sobre uma realidade do interesse de todos os brasileiros. Brasileiros e estrangeiros, num total de 32 debatedores, e nove países estavam representados. O fato propaga-se pelas parabólicas pelo território brasileiro, penetra os corredores e bastidores de Brasília, incomoda, desnudando fatos absorvem contradições, e os “voyeurs”, não conseguem ver o quadro real, pois estão olhando pelo tubinho de suas imaginações pessoais e dos seus preconceitos primários. Não chega a ser lamentável, posto que seja trágico, ver pessoas minimizadas, voluntariamente diminuídas da sua dignidade de analistas, para uma condição de cães que ladram.
A Associação Brasileira de Imprensa, sob a batuta de Maurício Azedo, repercutiu os fatos. As perguntas vinham dos mais diversos quadrantes do país. Muita luz foi lançada sobre a realidade econômica do país. Economistas internacionais foram obrigados a rever seus discursos, brasileiros a perceberem que seu quadro de analise era incompleto, todos foram obrigados a reduzir suas conclusões ao homem, sim o homem em sociedade nas suas necessidades essenciais, na sua cooperação, solidariedade, conjunto de valores, e fé, que os caracteriza enquanto povo e nação. Concluíram quase por unanimidade que não houve desenvolvimento de povos sem uma evolução para o nacionalismo e estabelecimentos de objetivos e interesses nacionais. Todos sem exceção concluíram que o que falta no mundo, não é o desaparecimento de fronteiras, mas o que precisa acabar é a injustiça comercial, e a pressão por domínio e submissão. Ainda que nem todos tenham admitido publicamente, todos perceberam que o mundo sempre cooperou, sempre esteve integrado, sempre foi global, o que nunca foi global foi o acumulo de capitais, a justiça social, a liberdade de movimentação dentro das diversas camadas sociais em todas as sociedades e nações. Percebeu-se que a globalização é um engodo, uma forma de apropriação das riquezas reais, no território das diversas nações, subtraindo dos seus povos, qualquer possibilidade de desenvolvimento “real”, de modo a torná-los instrumentos de mercado, e suporte para fluxos de “Capitais irreais”, que embora não existindo, endividam e escravizam povos e nações inteiras. Pouco se falou de Deus, pouco se falou em valores reguladores do comportamento humano, e, portanto valores que regulam uma ética do comércio humano e do capital humano. Não se falou que o acúmulo de capital financeiro, monetário, fiduciário, ou pecuniário, reflete-se em ideologia e objetivo no acúmulo de capital humano, gente, gado, apinhados e acumulados em grandes centros urbanos, sim porque o conceito de pecúnia, gado ( pécus = gado+=res= coisa) é o centro da ideologia do capital de fluxo, as pessoas são e continuam sendo o gado, a força de trabalho, o suporte, a coisa possuída pelos “donos do acumulo do capital” para o exercício da riqueza. Somos ainda o gado, os goi, os goin, a carne de abate. Ninguém verbalizou, mas todos perceberam que o discurso do economês não modifica essa realidade, apenas a consciência nascida no meio do gado, percebendo-se como suporte real dos recursos públicos e privados, pode levar a um “Não Servirei mais nessas bases”. Esse despertar é uma antítese ao DEPENDENCIA OU MORTE, o mote inicial dos debates: as nações colaboram com os problemas com os quais e pelos quais passarão as nações ricas, ou !. Diziam no início dos debates, todos serão atingidos, todos devem colaborar com as novas regras, nenhuma nação sobreviverá sozinha. Esse discurso inicial foi perdendo a sua força durante os debates. Pois a realidade econômica tem como suporte apenas as necessidades de manutenção da vida do homem. Para os controladores, diferentemente, os homens são carne de abate, aos quais se controla a fertilidade, a necessidade, o consumo. A minha esperança está na desobediência desse esquema, dessa obediência servil, para que o Brasil possa acordar como em tese deseja o Presidente Lula, para enfrentar, no seu interior, na sua dinâmica interna e continental, ampliada nas relações maximizadas com os países vizinhos, devolvendo a esses povos pobres, como nós somos os brasileiros, a esperanças na recuperação de nossa dignidade, não mais de gado, mas de empreendedores, acumuladores, distribuidores do fruto do trabalho de todos, destinando para todos os benefícios correspondentes.
A diferença entre construir uma catedral, uma pirâmide, e um império financeiro, é muito clara e gritante. A pirâmide foi construída pela mão escrava, o império financeiro pela apropriação do trabalho de todos, resultado em conseqüente injustiça social, e a catedral diferentemente é resultado da voluntariedade e liberdade de escolha do ideal. O que falta no Brasil desse momento é o ideal comum, que permita a adesão de todos os brasileiros, num esforço comum da construção da Catedral Brasileira. Catedral, todos sabem vem de cátedra, cadeira, trono, portanto fala de soberania e território de liberdade. Nesse trono, pode estar sentado o dinheiro entendido como meio de troca, a especulação, a virtualidade imperiosa e escravizante dos fluxos monetários, ou por livre escolha podemos devolver o lugar da cátedra e ver sentar-se ao trono Deus. Não adianta, ter no trono o povo, como origem imanente do poder, isso não resolve o problema, pois torna a sociedade consuetudinária nos valores, e valores instáveis, fará tijolos sociais muito moles, a Catedral ruirá, pois seus valores não podem suportar as estruturas. Deus pode sim dar o suporte ideológico para todas as estruturas, principalmente a igual dignidade entres os seres humanos, excluindo de uma vez por todas a idéia de que alguns escolhidos são pessoas livres, capazes de escolher e planejar, e outras, a massa, não passa de gado.
A lição é clara e introduz.
Estive presente nos debates do Seminário Crise Rumos & Verdades. Não vi nenhum dos habituais críticos de Requião por lá. Não entrevistaram ninguém, não viram nada, não sentiram in loco a energia histriônica. Vivem como “voyeurs” a espiar de longe uma vida falsa, porque falsa é a dita “realidade- virtual”. Para eles pouco importa a realidade dos fatos.
Assim a interpretação da realidade fica empobrecida e, portanto, as suas conclusões são falsas, incompletas desvinculadas do fato real. Um grupo de homens com grande experiência publica se reúniu, e via uma televisão publica, debatem, explicam, analisam dados sobre uma realidade do interesse de todos os brasileiros. Brasileiros e estrangeiros, num total de 32 debatedores, e nove países estavam representados. O fato propaga-se pelas parabólicas pelo território brasileiro, penetra os corredores e bastidores de Brasília, incomoda, desnudando fatos absorvem contradições, e os “voyeurs”, não conseguem ver o quadro real, pois estão olhando pelo tubinho de suas imaginações pessoais e dos seus preconceitos primários. Não chega a ser lamentável, posto que seja trágico, ver pessoas minimizadas, voluntariamente diminuídas da sua dignidade de analistas, para uma condição de cães que ladram.
A Associação Brasileira de Imprensa, sob a batuta de Maurício Azedo, repercutiu os fatos. As perguntas vinham dos mais diversos quadrantes do país. Muita luz foi lançada sobre a realidade econômica do país. Economistas internacionais foram obrigados a rever seus discursos, brasileiros a perceberem que seu quadro de analise era incompleto, todos foram obrigados a reduzir suas conclusões ao homem, sim o homem em sociedade nas suas necessidades essenciais, na sua cooperação, solidariedade, conjunto de valores, e fé, que os caracteriza enquanto povo e nação. Concluíram quase por unanimidade que não houve desenvolvimento de povos sem uma evolução para o nacionalismo e estabelecimentos de objetivos e interesses nacionais. Todos sem exceção concluíram que o que falta no mundo, não é o desaparecimento de fronteiras, mas o que precisa acabar é a injustiça comercial, e a pressão por domínio e submissão. Ainda que nem todos tenham admitido publicamente, todos perceberam que o mundo sempre cooperou, sempre esteve integrado, sempre foi global, o que nunca foi global foi o acumulo de capitais, a justiça social, a liberdade de movimentação dentro das diversas camadas sociais em todas as sociedades e nações. Percebeu-se que a globalização é um engodo, uma forma de apropriação das riquezas reais, no território das diversas nações, subtraindo dos seus povos, qualquer possibilidade de desenvolvimento “real”, de modo a torná-los instrumentos de mercado, e suporte para fluxos de “Capitais irreais”, que embora não existindo, endividam e escravizam povos e nações inteiras. Pouco se falou de Deus, pouco se falou em valores reguladores do comportamento humano, e, portanto valores que regulam uma ética do comércio humano e do capital humano. Não se falou que o acúmulo de capital financeiro, monetário, fiduciário, ou pecuniário, reflete-se em ideologia e objetivo no acúmulo de capital humano, gente, gado, apinhados e acumulados em grandes centros urbanos, sim porque o conceito de pecúnia, gado ( pécus = gado+=res= coisa) é o centro da ideologia do capital de fluxo, as pessoas são e continuam sendo o gado, a força de trabalho, o suporte, a coisa possuída pelos “donos do acumulo do capital” para o exercício da riqueza. Somos ainda o gado, os goi, os goin, a carne de abate. Ninguém verbalizou, mas todos perceberam que o discurso do economês não modifica essa realidade, apenas a consciência nascida no meio do gado, percebendo-se como suporte real dos recursos públicos e privados, pode levar a um “Não Servirei mais nessas bases”. Esse despertar é uma antítese ao DEPENDENCIA OU MORTE, o mote inicial dos debates: as nações colaboram com os problemas com os quais e pelos quais passarão as nações ricas, ou !. Diziam no início dos debates, todos serão atingidos, todos devem colaborar com as novas regras, nenhuma nação sobreviverá sozinha. Esse discurso inicial foi perdendo a sua força durante os debates. Pois a realidade econômica tem como suporte apenas as necessidades de manutenção da vida do homem. Para os controladores, diferentemente, os homens são carne de abate, aos quais se controla a fertilidade, a necessidade, o consumo. A minha esperança está na desobediência desse esquema, dessa obediência servil, para que o Brasil possa acordar como em tese deseja o Presidente Lula, para enfrentar, no seu interior, na sua dinâmica interna e continental, ampliada nas relações maximizadas com os países vizinhos, devolvendo a esses povos pobres, como nós somos os brasileiros, a esperanças na recuperação de nossa dignidade, não mais de gado, mas de empreendedores, acumuladores, distribuidores do fruto do trabalho de todos, destinando para todos os benefícios correspondentes.
A diferença entre construir uma catedral, uma pirâmide, e um império financeiro, é muito clara e gritante. A pirâmide foi construída pela mão escrava, o império financeiro pela apropriação do trabalho de todos, resultado em conseqüente injustiça social, e a catedral diferentemente é resultado da voluntariedade e liberdade de escolha do ideal. O que falta no Brasil desse momento é o ideal comum, que permita a adesão de todos os brasileiros, num esforço comum da construção da Catedral Brasileira. Catedral, todos sabem vem de cátedra, cadeira, trono, portanto fala de soberania e território de liberdade. Nesse trono, pode estar sentado o dinheiro entendido como meio de troca, a especulação, a virtualidade imperiosa e escravizante dos fluxos monetários, ou por livre escolha podemos devolver o lugar da cátedra e ver sentar-se ao trono Deus. Não adianta, ter no trono o povo, como origem imanente do poder, isso não resolve o problema, pois torna a sociedade consuetudinária nos valores, e valores instáveis, fará tijolos sociais muito moles, a Catedral ruirá, pois seus valores não podem suportar as estruturas. Deus pode sim dar o suporte ideológico para todas as estruturas, principalmente a igual dignidade entres os seres humanos, excluindo de uma vez por todas a idéia de que alguns escolhidos são pessoas livres, capazes de escolher e planejar, e outras, a massa, não passa de gado.
A lição é clara e introduz.
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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Surpreendente o encerramento do Seminário Crise, Rumos & Verdades.
Foi surpreendente o encerramento do Seminário, a presença de José Serra, que percebeu, que ele não pegaria essa carona, e pressentiu que a intelectualidade do Brasil já comentava o evento, em todo o Brasil, que o tema já corria os corredores de Brasília, não poderia deixar de comparecer. Requião fez um interessante discurso, embora deixem para outro texto as suas conclusões. Surpreendente mesmo foi o discurso do Governador de Santa Catarina, que no nosso entender (entender do G 23) é motivo de orgulho para todos os catarinenses. Luis Henrique da Silveira trouxe emoção, fez um discurso emocional, sincero, denso. Deixou de falar em hipóteses e futuros, e falou da crise verdadeira que abalou o seu estado. Um homem que sobrevive a um acidente, um acidente de automóvel, por exemplo, ao perceber o perigo real e os riscos reais pelos quais passou, e cujas conseqüências terá que enfrentar, reordena sua hierarquia de valores a partir do essencial, no caso a própria vida. Mais ou menos é o que aconteceu com o discurso do Governador de Santa Catarina, ele reduziu tudo ao essencial, ao fato irremediável, e mostrou que somente a solidariedade verdadeira, pode salvar o saudável, enterrar os mortos e esquecer o perdido, trabalhar e partilhar em busca de recuperar a dignidade do presente, e construir o futuro. Assim são as guerras, assim as catástrofes, assim as crises, sejam provocadas, sejam acidentais, todavia não podemos admitir que banqueiros experientes e financistas experimentados tenham provocado a crise por negligencia, não, houve planejamento e instrumentalização das nuvens negras que se aproximam, para forçar a submissão. Todavia, as chuvas de Santa Catarina nos ensinam que só há uma submissão possível, a submissão a Deus, fora disso, é trabalhar solidariamente para consolar os inconsoláveis, salvar o possível, construir o impensável. Sob esta nota, percebi os diversos deslocamentos nos discursos. O discurso de Serra no meu entender foi vazio, sem tom, sem emoção, apenas para aparecer, se dizer preocupado com a crise, e arregimentar o PSDB do Paraná para seus interesses, nada de mais e o esperado para um político de carreira, no meu entender sem grandes notas, sem grandes lutas. Seu discurso inteiramente gravado esvazia pela ótica transversa a iniciativa de Requião, com os elogios ao Lessa, um elogio de cooptação. O mesmo se diga do Governador de Santa Catarina que vem sendo seduzido, recebendo em mesa algumas notinhas de pontos a destacar. Saiba o Governador de Santa Catarina, que o povo do Paraná e o Governo do Paraná não ofereceram socorro e solidariedade por interesses eleitoreiros, outros, no entanto o fizeram de medo de não “participar” dos méritos de Requião, que sozinho ficaria, juntamente com o presidente Lula, nessa ação solidaria. Lula no entanto como presidente tem essa responsabilidade, e Requião diferentemente, em três ou quatro eventos, fez história e tradição de solidariedade. Não há duvida que o estado mais rico do Brasil, tenha como rico a tendência a tentar dar o tom dos acontecimentos, pois são os ricos os que mais têm a perder, mas são os pobres que convivem com a crise histórica do drama de serem pobres, iletrados, excluídos da capitalização, marginal a uma linguagem de ricos para ricos que não lhes dão oportunidade nem esperança. Esses, os pobres, são os que entendem de crise, eles é que entendem de solidariedade, partilha dor e alegria. O que o Governo de Santa Catarina sentiu foi a impotência, a mesma impotência que sentem os pobres todos os dias de sua vida, contornando todos os tipos de crises e ausência do Estado, nas suas lutas cotidianas. Foi isso que deu colorido ao discurso de Luis Henrique da Silveira.
Certamente, virá o retalhamento, a resistência ao Requião. Todavia o fato esta criado, a evidência esta posta, os acontecimentos anunciados através dos anos acabaram se revelando, isto é a bolha tem dolo, sim foi criminosa, e pretende elevar à altura, um seleto grupo de políticos e economistas que farão o núcleo de um governo Mundial. Quantos anos eu escuto e leio sobre isso? Quem não sabe qual era a ideologia dos Estados Unidos da America, que não queria, nem pretendia ser restrita a parte dos territórios da America do Norte, mas sim de toda a America. Quem não sabe ao que se propôs e se propõem a União Européia? Quem não sabe quem domina e orquestra todo o fluxo de capitais do Planeta?
A bola rolou, a seta foi lançada, a luz se espalhou, a chama se acendeu, cabe a Deus, levar os fatos históricos para o seu desfecho. Temos fé. Você já imaginou uma massa de pessoas habituadas ao conforto, ao alto nível de consumo, e a inverno rigoroso, num repente verem-se limitados, afastados desses níveis e serem arrastado para níveis inferiores? O Brasil é diferente, o pobre, a maioria do povo, em todo o território nacional, ainda não tem esgoto, toma banho frio, come o absolutamente necessário, vive uma vida muito próxima da miséria, a crise não os assusta, o desemprego não os assunta, a falta de conforto não os assusta, o fim dos combustíveis não os assusta, nem carro eles têm, às vezes nem uma lamparina de querosene. Essa gente ri, dança, chora e faz amor, não tem dentes, mas tem filhos e acreditam na vida. Por quê? Por que acreditam em Deus. Não há crise pra quem acredita em Deus, pois a morte, a máxima crise de quem perde a vida, não traz desespero para quem tem fé. A fé nos livra da escravidão e da opressão. O mote da Crise se sintetiza na frase: Dependência ou Morte, sim você ouviu bem DEPENDENCIA. Todos devem se unir solidariamente ao problema dos ricos. Não, os ricos haverão de descer de seus pedestais, para virem na miséria aprender a viver com os pobres. Passaremos fome, e daí? Esse é nosso dia a dia? Não teremos emprego, e daí, esse é o nosso dia a dia, sairemos aos milhares para os campos..., sairemos para os campos ouviram! Mas vocês perderão o bonde da história... Não.
A bola rolou, a seta foi lançada, a luz se espalhou, a chama se acendeu, cabe a Deus, levar os fatos históricos para o seu desfecho. Temos fé. Você já imaginou uma massa de pessoas habituadas ao conforto, ao alto nível de consumo, e a inverno rigoroso, num repente verem-se limitados, afastados desses níveis e serem arrastado para níveis inferiores? O Brasil é diferente, o pobre, a maioria do povo, em todo o território nacional, ainda não tem esgoto, toma banho frio, come o absolutamente necessário, vive uma vida muito próxima da miséria, a crise não os assusta, o desemprego não os assunta, a falta de conforto não os assusta, o fim dos combustíveis não os assusta, nem carro eles têm, às vezes nem uma lamparina de querosene. Essa gente ri, dança, chora e faz amor, não tem dentes, mas tem filhos e acreditam na vida. Por quê? Por que acreditam em Deus. Não há crise pra quem acredita em Deus, pois a morte, a máxima crise de quem perde a vida, não traz desespero para quem tem fé. A fé nos livra da escravidão e da opressão. O mote da Crise se sintetiza na frase: Dependência ou Morte, sim você ouviu bem DEPENDENCIA. Todos devem se unir solidariamente ao problema dos ricos. Não, os ricos haverão de descer de seus pedestais, para virem na miséria aprender a viver com os pobres. Passaremos fome, e daí? Esse é nosso dia a dia? Não teremos emprego, e daí, esse é o nosso dia a dia, sairemos aos milhares para os campos..., sairemos para os campos ouviram! Mas vocês perderão o bonde da história... Não.
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Surpreendente o encerramento do Seminário Crise, Rumos & Verdades.
Foi surpreendente o encerramento do Seminário, a presença de José Serra, que percebeu, que ele não pegaria essa carona, e pressentiu que a intelectualidade do Brasil já comentava o evento, em todo o Brasil, que o tema já corria os corredores de Brasília, não poderia deixar de comparecer. Requião fez um interessante discurso, embora deixem para outro texto as suas conclusões. Surpreendente mesmo foi o discurso do Governador de Santa Catarina, que no nosso entender (entender do G 23) é motivo de orgulho para todos os catarinenses. Luis Henrique da Silveira trouxe emoção, fez um discurso emocional, sincero, denso. Deixou de falar em hipóteses e futuros, e falou da crise verdadeira que abalou o seu estado. Um homem que sobrevive a um acidente, um acidente de automóvel, por exemplo, ao perceber o perigo real e os riscos reais pelos quais passou, e cujas conseqüências terá que enfrentar, reordena sua hierarquia de valores a partir do essencial, no caso a própria vida. Mais ou menos é o que aconteceu com o discurso do Governador de Santa Catarina, ele reduziu tudo ao essencial, ao fato irremediável, e mostrou que somente a solidariedade verdadeira, pode salvar o saudável, enterrar os mortos e esquecer o perdido, trabalhar e partilhar em busca de recuperar a dignidade do presente, e construir o futuro. Assim são as guerras, assim as catástrofes, assim as crises, sejam provocadas, sejam acidentais, todavia não podemos admitir que banqueiros experientes e financistas experimentados tenham provocado a crise por negligencia, não, houve planejamento e instrumentalização das nuvens negras que se aproximam, para forçar a submissão. Todavia, as chuvas de Santa Catarina nos ensinam que só há uma submissão possível, a submissão a Deus, fora disso, é trabalhar solidariamente para consolar os inconsoláveis, salvar o possível, construir o impensável. Sob esta nota, percebi os diversos deslocamentos nos discursos. O discurso de Serra no meu entender foi vazio, sem tom, sem emoção, apenas para aparecer, se dizer preocupado com a crise, e arregimentar o PSDB do Paraná para seus interesses, nada de mais e o esperado para um político de carreira, no meu entender sem grandes notas, sem grandes lutas. Seu discurso inteiramente gravado esvazia pela ótica transversa a iniciativa de Requião, com os elogios ao Lessa, um elogio de cooptação. O mesmo se diga do Governador de Santa Catarina que vem sendo seduzido, recebendo em mesa algumas notinhas de pontos a destacar. Saiba o Governador de Santa Catarina, que o povo do Paraná e o Governo do Paraná não ofereceram socorro e solidariedade por interesses eleitoreiros, outros, no entanto o fizeram de medo de não “participar” dos méritos de Requião, que sozinho ficaria, juntamente com o presidente Lula, nessa ação solidaria. Lula no entanto como presidente tem essa responsabilidade, e Requião diferentemente, em três ou quatro eventos, fez história e tradição de solidariedade. Não há duvida que o estado mais rico do Brasil, tenha como rico a tendência a tentar dar o tom dos acontecimentos, pois são os ricos os que mais têm a perder, mas são os pobres que convivem com a crise histórica do drama de serem pobres, iletrados, excluídos da capitalização, marginal a uma linguagem de ricos para ricos que não lhes dão oportunidade nem esperança. Esses, os pobres, são os que entendem de crise, eles é que entendem de solidariedade, partilha dor e alegria. O que o Governo de Santa Catarina sentiu foi a impotência, a mesma impotência que sentem os pobres todos os dias de sua vida, contornando todos os tipos de crises e ausência do Estado, nas suas lutas cotidianas. Foi isso que deu colorido ao discurso de Luis Henrique da Silveira.
Certamente, virá o retalhamento, a resistência ao Requião. Todavia o fato esta criado, a evidência esta posta, os acontecimentos anunciados através dos anos acabaram se revelando, isto é a bolha tem dolo, sim foi criminosa, e pretende elevar à altura, um seleto grupo de políticos e economistas que farão o núcleo de um governo Mundial. Quantos anos eu escuto e leio sobre isso? Quem não sabe qual era a ideologia dos Estados Unidos da America, que não queria, nem pretendia ser restrita a parte dos territórios da America do Norte, mas sim de toda a America. Quem não sabe ao que se propôs e se propõem a União Européia? Quem não sabe quem domina e orquestra todo o fluxo de capitais do Planeta?
A bola rolou, a seta foi lançada, a luz se espalhou, a chama se acendeu, cabe a Deus, levar os fatos históricos para o seu desfecho. Temos fé. Você já imaginou uma massa de pessoas habituadas ao conforto, ao alto nível de consumo, e a inverno rigoroso, num repente verem-se limitados, afastados desses níveis e serem arrastado para níveis inferiores? O Brasil é diferente, o pobre, a maioria do povo, em todo o território nacional, ainda não tem esgoto, toma banho frio, come o absolutamente necessário, vive uma vida muito próxima da miséria, a crise não os assusta, o desemprego não os assunta, a falta de conforto não os assusta, o fim dos combustíveis não os assusta, nem carro eles têm, às vezes nem uma lamparina de querosene. Essa gente ri, dança, chora e faz amor, não tem dentes, mas tem filhos e acreditam na vida. Por quê? Por que acreditam em Deus. Não há crise pra quem acredita em Deus, pois a morte, a máxima crise de quem perde a vida, não traz desespero para quem tem fé. A fé nos livra da escravidão e da opressão. O mote da Crise se sintetiza na frase: Dependência ou Morte, sim você ouviu bem DEPENDENCIA. Todos devem se unir solidariamente ao problema dos ricos. Não, os ricos haverão de descer de seus pedestais, para virem na miséria aprender a viver com os pobres. Passaremos fome, e daí? Esse é nosso dia a dia? Não teremos emprego, e daí, esse é o nosso dia a dia, sairemos aos milhares para os campos..., sairemos para os campos ouviram! Mas vocês perderão o bonde da história... Não.
A bola rolou, a seta foi lançada, a luz se espalhou, a chama se acendeu, cabe a Deus, levar os fatos históricos para o seu desfecho. Temos fé. Você já imaginou uma massa de pessoas habituadas ao conforto, ao alto nível de consumo, e a inverno rigoroso, num repente verem-se limitados, afastados desses níveis e serem arrastado para níveis inferiores? O Brasil é diferente, o pobre, a maioria do povo, em todo o território nacional, ainda não tem esgoto, toma banho frio, come o absolutamente necessário, vive uma vida muito próxima da miséria, a crise não os assusta, o desemprego não os assunta, a falta de conforto não os assusta, o fim dos combustíveis não os assusta, nem carro eles têm, às vezes nem uma lamparina de querosene. Essa gente ri, dança, chora e faz amor, não tem dentes, mas tem filhos e acreditam na vida. Por quê? Por que acreditam em Deus. Não há crise pra quem acredita em Deus, pois a morte, a máxima crise de quem perde a vida, não traz desespero para quem tem fé. A fé nos livra da escravidão e da opressão. O mote da Crise se sintetiza na frase: Dependência ou Morte, sim você ouviu bem DEPENDENCIA. Todos devem se unir solidariamente ao problema dos ricos. Não, os ricos haverão de descer de seus pedestais, para virem na miséria aprender a viver com os pobres. Passaremos fome, e daí? Esse é nosso dia a dia? Não teremos emprego, e daí, esse é o nosso dia a dia, sairemos aos milhares para os campos..., sairemos para os campos ouviram! Mas vocês perderão o bonde da história... Não.
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