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terça-feira, 12 de outubro de 2010

O pires da verdade matinal.


O pires da verdade matinal.
Escrevo este texto para as brasileiras no dia das crianças e no dia de Nossa Senhora Aparecida.
60% das populações brasileiras são constituídas de mulheres, e via da regra elas são mais inteligentes que os homens, principalmente quando encaram os problemas que digam respeito aos mistérios da vida e sua manutenção.
Pois bem, quando eu era criança, dividíamos a vizinhança com uma pobre cerca de madeira. Aos fundos de minha casa, dando frente para outra rua vivia uma família de poloneses. Eu costumava observar uma velhinha plantando o seu quintal e me admirava das grandes melancias, abóboras, chuchus e hortaliças que ela, aparentemente sem esforço colhia todos os anos. Quando ela me via, dizia: Garoto não jogue fora as suas sementinhas.
Somente hoje, já bem maduro entendi todo o alcance dos ditos daquela sábia e experiente mulher.
Veja você esta imagem de um pires com as sementes oriundas de apenas uma refeição matinal. Sementes de frutos colhidas no quintal. Você, mulher, verá semente de abacate, dezenas de sementes de pimentão, de cereja, de café, de laranja, e centenas de minúsculas sementes de Kiwi (ainda no fruto). Ora, isso existe no quintal de minha casa apenas porque eu ao invés de comê-las as lancei sobre o solo despreocupadamente, sem ao menos me curvar para cavar. Apenas dei uma chance a elas de realizaram a missão formidável que Deus as deu, a de reproduzirem as suas espécies.
Se estas são as sobras de semente de uma única refeição, de uma única pessoa, em dias não tão fartos, imaginem uma a refeição de cinco pessoas em dias fartos de verão.
Por esse motivo queridas senhoras, um mínimo de cuidado com as sementes, separando-as do lixo, e dando a elas uma oportunidade, ( não interpretem mal) em casa, na casa da vizinha, nos canteiros das ruas, nos terrenos baldios, nos parques e praças, nas chácaras ou fazendas, e nós brasileiros, muito dificilmente passaremos fome. Teremos mais saúde. Mais vida. Se eu as tivesse jogado no bucho ou na acidez do lixo eu as teria matado.
Vejam essa verdade: em um pires com as sobras de uma refeição matinal eu teria matado 321 sementes.( brincadeira, eu não contei)
As crianças que festejamos nessa data são frutos das sementes que não jogamos fora.
Sabia mulher polonesa. defensora da VIDA. Leiam na Bíblia a parábola das sementes.
wallacereq@gmail.com

MORAL: a grandeza do homem não está em matar e destruir (ilusão do poder dominador), mas em plantar e transmitir a Vida.


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segunda-feira, 28 de junho de 2010

Já que vamos mudar de assunto... e voltar a falar de família.

A formação étnica do Governador Requião.

Assistia eu a um programa de televisão, o “Alô Tche”, do Ivan Taborda, quando um representante de italianos do Rio Grande do Sul, mandava, pela TV, um abraço ao governador do Paraná, por ser ele, como aquele, também descendente de italianos. E é verdade.

Como notei que há da parte de membros das tradições étnicas formadoras do Sul uma curiosidade sobre as origens de nosso governador, optei por fazer um breve comentário de suas origens étnicas.

Os sobrenomes, De Mello e Silva e Requião são de origem portuguesa, embora o segundo tenha origem sueva em Portugal. Os suevos originalmente eram povos germânicos. Todavia o sobrenome Requiâo se aplicava, mais recentemente, como toponímico, ou seja, indicativo de lugar de origem, como por exemplo: Lange de Morretes, ou Saulo de Tarso, seguindo clara alusão às tradições antiqüíssimas.

No caso do governador, os De Mello e Silva vieram do Sergipe, e os Requiâo da Bahia. Os casamentos destes brasileiros de varias gerações, realizados no Paraná, contemplam senhoras filhas de Imigrantes. O Requião, avo materno do governador se casaria em Guarapuava com Cristiana Keinert, filha de alemães desembarcados em São Francisco Santa Catarina; e o De Mello e Silva avo paterno do governador se casaria em Curitiba com uma filha de italiana Giovanna Tadeo (Joana Thadeu) filha de Antonio Tadeo e Teresa D´Agostini (Dagostini) Tadeo, ambos desembarcados em Paranaguá, ela, a nubente, concebida na Itália e natural de Porto de Cima Paraná. Posteriormente moradores de uma colônia no município de Colombo.

Basicamente essa é a formação étnica de nosso governador, para que não fique nenhuma dúvida ou suspeita.

Requião não foi apresentado ao templo, como alguns imaginam.

Se você quer saber se alguem é judeu.... olhe seu pênis. ( Pinto= pênis: corrigi por causa do Google Tradutor)

Chato né... é melhor ficar na dúvida.
Wallacereq@gmail.com



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quarta-feira, 14 de abril de 2010

Durante governo Requião ( PMDB), Paraná abriu mais de 300 mil empresas.

Paraná abriu 328,6 mil empresas em sete anos.
Dados da Secretaria de Estado da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul apontam que, entre janeiro de 2003 e dezembro de 2009, 328.650 novas empresas, incluindo as prestadoras de serviço, se instalaram ou foram criadas no Paraná. Só em 2009, foram 56.023, a maioria micro e pequenos negócios localizados no interior do Estado. Das empresas ativas e aptas a gerar ICMS no Paraná, 201 mil micro e pequenas se beneficiam da redução ou isenção do Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Os índices foram apresentados pelo secretário Virgílio Moreira Filho, durante a Escola de Governo, realizada nesta terça-feira (13), em Curitiba. As empresas paranaenses contam ainda com o diferimento parcial do pagamento do ICMS em operações internas, em que a alíquota do ICMS é reduzida de 18% para 12%. “Mesmo com toda a gama de incentivos para a atração de investimentos, questões como infraestrutura, logística e mão-de-obra capacitada fazem o empresário bater o martelo e escolher o Paraná”, afirma o secretário. A pujança econômica pode ser constatada com dados do IBGE. A produção industrial do Paraná cresceu 2,4% em fevereiro deste ano, na comparação com mesmo período de 2009. No acumulado dos últimos 12 meses, período que engloba a crise econômica internacional, o Paraná apresentou queda de 0,6%, enquanto o índice do Brasil recuou 2,6%. No mesmo período, Santa Catarina fechou com baixa de 3,9% e o Rio Grande do Sul com queda de 2,0%. As vendas da indústria do Estado tiveram em fevereiro de 2010 o melhor desempenho para este mês em toda a série histórica pesquisada pelo Departamento Econômico da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep), com alta de 7,82% nas vendas em relação a janeiro. No comércio exterior, o Paraná apresentou alta de 34,47% nas exportações de março de 2010, comparando mesmo período de 2009. No primeiro trimestre deste ano, o Paraná já superou a marca de US$ 2,5 bilhões em vendas internacionais, 16% a mais que em igual período de 2009. O programa Bom Emprego, do Governo do Paraná, é uma das grandes ferramentas de incentivo à instalação de novas empresas no Estado, principalmente em áreas com menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). O Bom Emprego já beneficiou 97 empresas em 45 municípios. Os benefícios concedidos somam R$ 3,34 bilhões. Os investimentos das empresas que participam do programa já alcançaram mais de R$ 3 bilhões, com a criação de 16 mil empregos diretos e 48 mil indiretos. INVESTIMENTOS – São diversos segmentos da indústria que receberam novas empresas ou ampliações por todo o Paraná. Na informática, a Bitway, terceira maior fábrica de computadores do Brasil, investiu R$ 10 milhões em Piraquara. A Visum e Megaware se instalaram em Curitiba. A Icom/Intelbras tem fábrica em São José dos Pinhais. A Leadership Group investiu R$ 5 milhões em Quatro Barras. Em Tecnologia de Informação (TI), a Dedic GPTI – empresa ligada a Portugal Telecom investe R$ 26 milhões em Londrina. No setor de embalagens, em Campo Largo, a Sig Combibloc vai iniciar a implantação de uma nova unidade industrial. A empresa Crow da Amazônia está investindo R$ 150 milhões em Ponta Grossa. No setor automotivo, a Fiat Group comprou as instalações da Tritec, em Campo Largo, e vai investir inicialmente R$ 250 milhões para construir a maior fábrica de motores da América do Sul. A Dynapar investiu R$ 6 milhões em Quatro Barras. A Mascarello, encarroçadora de ônibus, ampliou a planta em Cascavel. A Volvo investirá R$ 220 milhões entre 2010/2011. A Renault do Brasil entrará com R$ 1 bilhão para novos investimentos nos próximos três anos. A empresa japonesa de ferramentas Makita está instalada em Ponta Grossa. No setor de madeira, a Berneck Aglomerados investiu R$ 326 milhões em Araucária. A Petrobras está investindo US$ 7 bilhões na ampliação da Repar, em Araucária. A Klabin investiu R$ 2,2 bilhões em Telêmaco Borba. No biodiesel, a BSBios instalou-se em Marialva e a Oleoplan vai investir R$ 80 milhões em Ponta Grossa. A Companhia Providência aplicou R$ 110 milhões e a Nutrimental outros R$ 20 milhões, ambas em São José dos Pinhais. A Sadia tira do papel investimentos de R$ 200 milhões em Toledo e Paranaguá. A Frimesa aplicou R$ 45 milhões em Medianeira. A Corol, mais R$ 36 milhões em Rolândia. A Sandoz investe R$ 6 milhões para a produção de genéricos em Cambé. A Leão Júnior aplicou 30 milhões em Fazenda Rio Grande. A Kraft Foods já investiu US$ 120 milhões desde 2003 na região de Curitiba. O Paraná ainda recebeu centros de distribuição da Destro, Casas Bahia e Aurora. Grandes redes de varejo também estão se instalando no Estado. A maior rede do México, a Coppel e o Baú da Felicidade que adquiriu as lojas Dudoni e passa a operar sob o nome BFPar. Neste ano, a Rede Wall Mart investe R$ 50 milhões para novos estabelecimentos em Curitiba, Pinhais e Foz do Iguaçu. Dezenas de outras grandes empresas investem na ampliação de suas instalações no Paraná, casos da Da Granja, na Lapa, da Dixie Toga (R$300 milhões), em Londrina, da Spaipa, em Maringá, e da Pratti & Donaduzzi, em Toledo, a Coquepar, em Rio Negro, e a Indústria de Sucos e Integrados, em Uraí, também injetam dinheiro para aumentar seus negócios em todo o Paraná.

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