Se há uma força ,suponho,
maravilhosa , constante,
ela é a magia do sonho
que faz do homem um gigante.
AMS.
( Prefácio fixo ( prefíxo) de nosso textos de agora em diante).
Nosso Blog foi criado para lançar dentro do PMDB o nome de Roberto Requião, ex. deputado estadual, ex. prefeito de Curitiba, ex. secretario do Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano ( como era chamada sua secretaria em 1989, e em 1990, como governador, Requião cria a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e o IAP ; Instituto Ambiental do Paraná)); ele três vezes governador do Paraná e duas vezes senador da República, ( sempre pelo PMDB) como uma opção viável para concorrer à presidência do Brasil. De agora em diante tentaremos mostrar o que o PMDB perdeu nestas eleições sem propostas.
Portos no Brasil. O que o Brasil está perdendo? Está perdendo a soberania sobre os portos públicos.
Neste texto eu tomarei um pouco mais de cuidado. A acusação escrita nas entrelinhas é muito seria. Portos vocês sabem, são áreas que deveriam ser sempre consideradas como áreas de Segurança Nacional. Os portos podem garantir a saúde econômica de um país, e a Segurança Alimentar de um povo. Afora essas os portos tem outras funções, como embarque militar, escoamento populacional de emergência, garantir a soberania dos mares territoriais e nacional, etc e tal. Dessa maneira, esse gargalo de importação exportação devem, em nome da soberania brasileira, serem necessáriamente públicos.
Modernos, eficientes e públicos, e se possível também quardados pelas armas. O bloqueio dos portos pode, dependendo das circunstâncias sufocar um país. Vejam como a Bolivia e o Paraquai lutam para ter opções portuarias eficientes e economicamente viáveis.
Posto isso, queremos fazer uma denúncia das mais serias. Não citaremos as empresas envolvidas. Hoje alguns grupos estão construindo mega navios, alguns com calados superiores a quinze metros. Isso inviabiliza seu atracamento na maioria dos portos europeus, embora, hajam nas Américas alguns portos que possam receber navios desse calado. Ora , essas mesmas empresas estão construindo nas proximidades das froneiras europeias, em ilhas, portos de grandes calados, e isso resulta que esses grandes navios só poderão aportar neles. Não precisamos ser muito espertos para saber que isso obriga a que todas as cargas desse grandes navios se destinem a esse portos particulares. Esse grande navios, tornarão os fretes mais baratos, e aos poucos, num fenômeno parecido com os Shoppings que quebram os pequenos comerciantes do seu entorno, os grandes navios vão inviabilizar a navegação de pequeno e medio porte, as quais estarão condenadas apenas a fazer a cabotagem dessas ilhas privadas para os portos europeus. Ora vemos claramente uma estrutura de oligopolio em formação, principalmente no transporte de grãos. Resultado. Controle sobre a comida de homens e animais europeus. Procurem na Internet assuntos como grandes navios: maiores calados dos portos europeus; portos privados em alto mar. etc.
Os atuais candidatos à presidência do Brasil, falam em modernização dos portos, mas nenhum fala, como falava o Requião em garantir a estatização dos portos no seu status público, com operação público privada. O que veremos é a entrega dos portos Brasileiros a empresas estrangeiras, que melhorarão a infra-estrutura de exportação, não para o beneficio do povo, mas para o beneficio rápido desses mega conglomerados do mar, que induziram a passo de tartaruga o " desenvolvimento de uma elite de vendilhões da soberania nacional". Estou dizendo isso como um profeta do Apocalipse, porém, como pude observar nesses últimos sete anos as tendências do porto de Paranaguá e sua resistência ao domínio privado internacional, posso concluir com alguma segurança, veremos sim nossos portos serem vendidos, seja Serra, seja Dilma. Isso resultara no controle econômico de nossa soberania.
A terceira via que propunhamos era a garantia de PORTOS PÚBLICOS, modernos e eficientes, protegidos in loco, pela marinha Brasileira. Tolice minha? O tempo dirá, e vocês compreenderão o porque criminosamente deixamos sucatear nosso vasos de guerra. Os portos que exportam minérios e combustível, riquezas não renovàveis, nesse imenso Brasil, já estão sobre domínio de grupos privados. Também os de grãos. De que nacionalidade? Pesquisem, ou querem tudo mastigado. Só aprendam uma coisa, não são os cidadãos norte americanos os nosso principais inimigos silenciosos. Nosso inimigos também são norte americanos. Se eu mastigo para vocês, vocês não acreditarão.
Solução: Portos Públicos. Leiam a luta de Roberto Requião para manter os portos do Paraná nas mãos do poder público. A necessidade de escola de nivel superior de profissões portuarias e soberania. Luta que os vendilhões disseram não entender.Vejam o quanto em bilhões de dólares os portos do Paraná cresceram de 2003 a 2010. Falaremos sobre os portos do Paraná muitas vezes daqui em diante. Até as indústrias automotivas de São Paulo exportaram pelo Paraná. Quem sentirá a mudança? Mato Grosso do Sul, Paraquai, e o Paraná.
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terça-feira, 26 de outubro de 2010
Portos no Brasil.
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domingo, 23 de maio de 2010
Os rádios como instrumento social de integração.
Os rádios (receptores) libertadores e integradores.
Com o tempo, e sob pressão de interesses comerciais, o espaço " aereo de alcance das Rádios" sofreu restrições em prejuizo da unidade nacional.
Uma pessoa trouxe da França um pequeno rádio receptor de 18 faixas. Impressionante a sensibilidade do aparelho, que recebe rádios de praticamente todos os países do Globo. Mais que isso, podemos ouvir rádios amadores, (Psb -uhf), PX., faixas exclusivas de serviços públicos, aeronáuticas, marítimas e pequenas rádios no interior da Amazônia. Como um aparelho tão pequeno pode nos abrir os ouvidos para os problemas regionais da patria?
Desde meu tempo de menino os rádios a válvulas eram integradores e libertadores.
Durante a Segunda Guerra Mundial tal era seu poder de informação que foram proibidos no Brasil. O espectro da radio difusão no Brasil, passou a ser restrito e regionalizada territorialmente o seu alcance( por motivo de reserva de mercado radiofonico). Hoje você só encontra no mercado rádios AM FM, de pequeno alcance de recepção, de modo que você comprando um em Curitiba, não ouvirá, por exemplo, Ponta Grossa. É Rediculo e proposital. Os receptores disponíveis são feitos para ouvir musica e não opiniões, informações livres, e contradições regionais. Mas não é isso o pior, não podemos ouvir os acontecimentos importantes da Amazônia Legal que corresponde a 60% de nosso precioso território Nacional. A Amazônia se esconde de nós demais brasileiros.
O futuro presidente do Brasil terá por obrigação democratizar, não só as bandas de recepção como também as de transmissão, sem o que as rádios continuarão sendo “abortada” na sua vocação original de criação, na sua intenção primeira como invenção, ou seja, a comunicação coletiva a distância, econômica, abrangente e universal entre os homens.
Porque não podemos escutar a França? Para sermos escravos de agencias noticiosas internacionais que pautam o mundo das noticias.
Ninguém poderá dizer que não há mercado para esses aparelhos. Portanto podemos supor, por não encontrá-los no comércio nacional, que há uma intencionalidade de controle da informação e de controle de mercado radiofônico em prejuízo da liberdade e da integração nacional.
Rádios de 18 bandas são libertadores e integradores. Você pode ouvir os acontecimentos do Iraque, ou Israel, ou Lima, ou Buenos Aires. Por que então nos negam essa oportunidade de acesso a essas tecnologias disponíveis já, há pouco mais de 80 anos? O mundo pode comprá-los, nós não! Como você vê a globalização visa tão somente a quada das barreiras fiscais e comerciais em favor das grandes potencias comerciais, nunca esteve na pauta a integração das populações mundiais. A Internet não substituira essa faixa de integração humana, pois ela é uma atividade de dominio.
E as Rádios continuarão como Capitanias Hereditarias a serviço de uma ideologia de dominio.
wallacereq@gmail.com.
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Com o tempo, e sob pressão de interesses comerciais, o espaço " aereo de alcance das Rádios" sofreu restrições em prejuizo da unidade nacional.
Uma pessoa trouxe da França um pequeno rádio receptor de 18 faixas. Impressionante a sensibilidade do aparelho, que recebe rádios de praticamente todos os países do Globo. Mais que isso, podemos ouvir rádios amadores, (Psb -uhf), PX., faixas exclusivas de serviços públicos, aeronáuticas, marítimas e pequenas rádios no interior da Amazônia. Como um aparelho tão pequeno pode nos abrir os ouvidos para os problemas regionais da patria?
Desde meu tempo de menino os rádios a válvulas eram integradores e libertadores.
Durante a Segunda Guerra Mundial tal era seu poder de informação que foram proibidos no Brasil. O espectro da radio difusão no Brasil, passou a ser restrito e regionalizada territorialmente o seu alcance( por motivo de reserva de mercado radiofonico). Hoje você só encontra no mercado rádios AM FM, de pequeno alcance de recepção, de modo que você comprando um em Curitiba, não ouvirá, por exemplo, Ponta Grossa. É Rediculo e proposital. Os receptores disponíveis são feitos para ouvir musica e não opiniões, informações livres, e contradições regionais. Mas não é isso o pior, não podemos ouvir os acontecimentos importantes da Amazônia Legal que corresponde a 60% de nosso precioso território Nacional. A Amazônia se esconde de nós demais brasileiros.
O futuro presidente do Brasil terá por obrigação democratizar, não só as bandas de recepção como também as de transmissão, sem o que as rádios continuarão sendo “abortada” na sua vocação original de criação, na sua intenção primeira como invenção, ou seja, a comunicação coletiva a distância, econômica, abrangente e universal entre os homens.
Porque não podemos escutar a França? Para sermos escravos de agencias noticiosas internacionais que pautam o mundo das noticias.
Ninguém poderá dizer que não há mercado para esses aparelhos. Portanto podemos supor, por não encontrá-los no comércio nacional, que há uma intencionalidade de controle da informação e de controle de mercado radiofônico em prejuízo da liberdade e da integração nacional.
Rádios de 18 bandas são libertadores e integradores. Você pode ouvir os acontecimentos do Iraque, ou Israel, ou Lima, ou Buenos Aires. Por que então nos negam essa oportunidade de acesso a essas tecnologias disponíveis já, há pouco mais de 80 anos? O mundo pode comprá-los, nós não! Como você vê a globalização visa tão somente a quada das barreiras fiscais e comerciais em favor das grandes potencias comerciais, nunca esteve na pauta a integração das populações mundiais. A Internet não substituira essa faixa de integração humana, pois ela é uma atividade de dominio.
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