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sábado, 26 de novembro de 2011

2007 os textos que se perderam

Encontrei em meus arquivos esse relatorio de textos que estavam publicados no Blog que sumiu. Lamentavelmente alguns originais se perderam.

Relatório de títulos dos textos de 2007.

Com esse relatório o interessado pode avaliar que e qual texto recebeu.

 Quando nós estivermos disponibilizando um serviço de respostas ágil, poderemos enviar textos atrasados, ou completar informações, assim como disponibilizar privadamente documentos de denuncia, que não devem ser massificados, ou, fonte de dados, datas e sites públicos de pesquisa. Alguns textos foram disponibilizados, infelizmente, sem revisão, desculpem.

Foram esse os textos publicados em 2007:

1)      Ecologia de Lavoisier em 20/7/2007.

2)      A vovó Pirata.

3)      Aquecimento global.

4)      Mandamentos.

5)      Corpo de Bombeiros.

6)      Educação, Arte e Psicologia.

7)      O patriarca Requião. (sobre o baiano Luis Antonio Requião)

8)      Uma arvore passou por aqui.

9)      A família e o casamento.

10)   A rádio PRB2. (primeira Radio do Paraná)

11)   A Companhia Vale do Rio Doce fora de foco.

12)   Albert Einstein não era burro.

13)   Interessante pagina Bíblica sobre o amor.

14)   O Ringue.

15)   Orquestra Sinfônica do Paraná.

16)   Torneiros que construíram Impérios. (sobre o Presidente Lula).

17)   Tribo Negra pré-colombiana.

18)   A Igreja a Educação e o Governo (texto citado em publicação da CNBB).

19)   As quatro pontes.

20)   Atenção 181 disque denuncia

21)   Homossexualismo e violência.

22)   Nepotismo esclarecido de Requião.

23)   Silos.

24)   Turismo no Paraná.

25)   A Igreja na Amazônia.

26)   Loucura e Lixo.

27)   Nepotismo sem paixão.

28)   Petróleo Brasileiro.

29)   O Petróleo no Paraná. (documento sobre o registro de descobertas de Petróleo).

30)   O resgate de Carbono.

31)   Os segredos da Amazônia.

32)    Transgênicos e energia.

33)   A Copel e a Eletrificação.

34)   A Invenção da Imprensa no Paraná.

35)   Né Poterie.

36)   Altamirando Requião (deputado baiano).

37)   Ataque à pureza e inocência.

38)   Candido Lopes & Requião.

39)   Dr. Justiniano de Mello e Silva.

40)   Eletrificação.

41)   O lápis de Deus.

42)   Tempo fauna e flora.

43)   A memória virtual.

44)   Biodiesel na aviação de pequeno porte.

45)   Emprego.

46)   Energia Rural.

47)   Hipocrisia homicida.

48)   O noivo.

49)   A fé do Governador. (dissipando dúvidas)

50)   Aborto.

51)   Prezada.

52)   Álcool na aviação.

53)   Cidades imaginárias do Brasil.

54)   O Sábado.

55)   Obras invisíveis de alcance social.

56)   Opção sexual?

57)   Ramo alemão da Família Requião.

58)   Segurança alimentar.

59)   Acreditem nos jovens.

60)   Código Genético.

61)   Extinções dois pesos e duas medidas.

62)   Linha d água.

63)   A soja paraguaia.

64)   O timoneiro.

65)   Os venenos em nossos pratos.

66)   De medico e de louco II.

67)   Ecologia cristã. (o mais interessante de todos os textos)

68)   Egoísmo chave do Mistério Narcísico.

69)   O planejamento é inconsciente.

70)   Puebla a opção preferencial por Jesus Cristo.

71)   O ovo intergaláctico e a ressurreição.

72)   A hidrovia como reforço do porto de Paranaguá.

73)   Astrônomos pré-colombianos.

74)   Noticias da presença de ouro no litoral paranaense.

75)   O Brasil do Futuro II

76)   Os portos da França.

77)   Segurança publica.

78)   Paixão por cavalos.

79)   O que é isso governador?

80)   O governador do Paraná tem profundas raízes no estado do Espírito Santo.

81)   Do hospital de reabilitação.

82)   O museu Oscar Niemeyer.

83)   O que é isso governador II.

84)   O grupo 23 de Outubro recebeu um filme.

85)   Esse é o palácio das Araucárias.

86)   Os mistérios da vida.

87)   Nós somos amigos do rei.

88)   O que nós queremos?

89)   Quem é aquele?

90)   Quem somos nós?

91)   Relembrar também é viver.

92)   Unidos para perder.

93)   Governador tem profundas raízes no Paraná.

94)   O enigma.

95)   Bombeiros comunitários.

96)   Os aviões do Governo.

97)   O que é isso presidente?

98)   Pequena História de Requião em fotos e fatos.

99)   Pequena História de Requião em fotos e fatos II.

100)                   Pedágio.

101)                   Para quem ainda não acreditou.

102)                   Para quem precisa ver para crer.

103)                   Ivo Requião um herói nascido em Prudentópolis.

104)                   Cine Smart, de Aníbal Requião, o primeiro cinema do Paraná.

105)                   Major Edmundo Requião, testemunha da fundação de Guarapuava.

106)                   Governador do Paraná tem profundas raízes na Bahia.

107)                   Os irmãos “Mello & Silva”.



OBS, com as festas de fim de ano, os textos, a partir do texto de numero 100, ficaram prejudicados na sua disponibilização.

Wallace Requião de Mello e Silva

           Grupo 23 de Outubro.






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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

O Senador está de saco cheio.

Agora é só esperar pela hora da distribuição dos presentes. He, he, he. Feliz Natal a todos.
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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Do espaço vemos o coração da Terra.

É uma pena que os grandes jornais do Paraná não publiquem as opiniões dos senhores J.W. Bautista, Cel. Roberto Monteiro (ex-chefe do SNI do Amazonas) e Almirante Gama e Silva sobre a entrega do subsolo nacional e o fim da indústria de capital genuinamente brasileiro.
Ao ler os seus trabalhos sobre o SIVAN, Plano Real, Petrobrás, Amazônia e privatização da Companhia Vale do Rio Doce, e sobre a globalização do comércio de bens e serviços e os mega-blocos, documentos enviados ao gabinete do Deputado Maurício Requião, e Senador Roberto Requião, onde, num deles, o Almirante Gama e Silva, para manifestar toda a sua indignação, utiliza da seguinte expressão: “Eles não querem o nosso bem, eles querem os nossos bens”..., lembrei-me então, por isto, das exposições que se realizavam nos saguões do BADEP.
Numa delas, sobre a cartografia no Paraná, havia uma seqüência de fotografias, cedidas pela Aerosul, que mostrava visões sucessivas do recorte do litoral paranaense observadas desde muitos quilômetros de altura. Numa aproximação gradativa mostrava a cidade de Paranaguá, o Porto, com detalhes, um navio e, finalmente, as inscrições legíveis de um container sobre o navio. Faltou, para demonstrar a potência e capacidade, uma foto do pulso de um marinheiro mostrando os dizeres do mostrador de seu relógio. Não é exagero, isto também é tecnicamente possível. Fiquei muito impressionado com a capacidade de resolução de uma foto tirada por satélite, no caso, o Landsat ou ERTS. Era o ano de 1981.
Antes disto e depois disto a cromo fotografia, a análise espectral, a termo fotografia, a analise radioativa, as alterações magnéticas, o acúmulo de vetores geológicos ampliaram muito os conhecimentos de investigação à distância.
Posteriormente, já interessado pelo assunto, lendo as vidas de Konstantin Tsiolkovski, Herman Oberth, Von Braun, Dornebergr, Theodore Von Karmam, considerados pais da astronáutica, percebi que o que os movia, não era apenas o desejo de voar. Eles já sabiam que no espaço existem grandes massas sólidas de minerais e gases que seriam aproveitáveis economicamente no futuro. Estas massas identificadas como planetas, satélites, asteróides, estrelas, sendo “terras” inabitadas são, se assim podemos dizer, terras de ninguém, terras que podem ser “ocupadas” e “conquistadas” para exploração de minérios e outras riquezas como fontes energéticas.
Isto mostra que desde muito os países que viveram estas realidades de pesquisas cósmicas já tinham consciência das possíveis carências minerais e energéticas para a necessária manutenção de seus “status” como nações lideres de um planeta industrializado, dominado por nações consumistas.
As pesquisas espaciais são caras, e ainda esta longe o dia em que a exploração destas riquezas cósmicas possa ser viabilizada economicamente. Por isso, aconteceu que, um dia, depois de terem desenvolvido inúmeras técnicas de investigação à distância possibilitando assim s a investigação precisa das composições minerais até o “Magma Cor” destes corpos celestes perdidos no espaço, perceberam eles, com vantagem, que podiam aplicar do espaço, com muita economia e racionalidade, estas técnicas de investigação à distância, de modo à melhor avaliar o subsolo do planeta, nos seus próprios países e principalmente no subsolo das terras que consideram “terras de ninguém”. Áreas do terceiro mundo.
Hoje as nações de primeiro mundo possuem um conhecimento especializado dos potenciais mineralógicos e energéticos que os colocam numa posição visivelmente vantajosa em relação aos países pobres. Estes últimos, que “possuem”, sem “saber”, ricos territórios, e que, devido às distâncias encontradas no domínio deste conhecimento são uns verdadeiros “ingênuos” nas suas relações comerciais, e, os primeiros, os ricos (G7), por dominarem estas informações, são mal intencionados nas suas relações internacionais. Estabelecem-se assim relações injustas, relações de exploração.
Por isto quero crer que há crime de lesa pátria por parte de nossos governantes facilitando a entrega de nosso rico subsolo. É difícil para eu crer na sua ingenuidade.
O Brasil esta a venda, senhores, por uma bagatela. Não sejamos ingênuos ou omissos. Nós não podemos deixar fugir aos nossos olhos, e alertar, e denunciar as perspectivas inescrupulosas de exploração destes países “ricos” sobre os mais pobres. Hoje o Brasil esta entre os principais alvos. Sempre foi explorado, todavia, nestes tempos modernos, já temos meios conceituais, tecnológicos, jurídicos e publicitários para impor resistência, somos uma nação.
Os grandes, como predadores insaciáveis, sugaram neste século a África, a Índia, a Venezuela e outros países, sem deixar, na verdade, nenhuma contrapartida verdadeiramente cultural, ou melhoria real no padrão de vida, ou ainda, no padrão tecnológico em relação às vantagens obtidas. Sirva-nos a lição. Estas pobres nações, no que diz respeito ao povo, sempre exploradas, continuam sendo subservientes. Enquanto povo, inconsciente de suas riquezas e de seu verdadeiro potencial econômico, continua permitindo este estado de coisas. Os fatos recentes, apenas permitem que povos sofridos conheçam, pelo contraste, a verdadeira miséria em que vivem e reconheçam, tardiamente, a traição de seus governantes.
Reação é o minimo brasileiros.

Wallace Req Req




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terça-feira, 22 de novembro de 2011

Marxismo e Psicanalise.

Marxismo e psicanálise.
O óbvio não ululante.
Se você recorrer ao dicionário enciclopédico Koogan Houaiss verá no verbete Escola de Frankfurt a seguinte definição: escola filosófica alemã que busca com Horkheimer, Adorno, Hebert Marcuse e depois com Habermas, recriar um marxismo independente do partido a partir da “pesquisa social” e de conceitos oriundos da psicanálise.
Horkheimer Filho de um industrial judeu, Max Horkheimer nasceu em 14 de fevereiro de 1895, em Stuttgart, na Alemanha. Uniu-se a um grupo de judeus tais como: Theodor W. Adorno (1903-1969) Walter Benjamin (1892-1940), Jürgen Habermas (1929), Herbert Marcuse (1898-1979) e Erich Fromm (1900-1980), todos judeus desenvolveram estudos de orientação marxista.
Logo sem qualquer preconceito podemos dizer, sem erros, que a Escola de Frankfurt não era uma escola de filosofia alemã, mas um grupo de estudos judaicos, que se aproveita do prestigio da Universidade de Frankfurt, financiados por grandes capitalistas judeus, com um objetivo claro e definido, produzir um discurso revolucionário. Vejam vocês que no texto da Koogan, o termo “pesquisa social” está entre aspas, demonstrando que a pesquisa social, nunca foi fonte dos estudos da Escola Judia de Frankfurt. Esta é uma verdade óbvia, que o profissionalismo da dissimulação judaica tão bem escondeu.
Bem, igualmente a psicanálise se impunha pelo judeu Sigmund Freud, e o marxismo era o fruto teórico do também judeu alemão Carl Marx. Então podemos ver que a convergência entre o marxismo e a psicanálise não esta na teoria nem no discurso, muito menos na sua lógica, mas no fato de seus membros divulgadores, serem todos judeus.
Ora a condição de ser judeu, antes da criação do Estado de Israel, era e é uma condição estritamente religiosa. A negação da condição israelita elimina do judeu a sua condição e seu status de membro do povo escolhido, e, portanto, o excluí, pelo sectarismo racial e religioso da condição de filho de Abraão.
Esse ponto é de máxima importância. Pois nos mostra que o materialismo de Marx era um discurso, não para os judeus, mas para os goin, especifico para criar uma revolta social e derrubar o sistema reinante. (com que propósito?) Se Marx tivesse verdadeiramente abdicado de seu Deus, ele já não seria chamado o judeu alemão Carl Marx, seria a vergonha de sua família rabínica, seria execrado pela comunidade judaica. E nunca foi, portanto cumpriu satisfatoriamente uma missão de interesse comunitária israelita. Então esse conjunto de pensadores nos indica outro caminho de pesquisa, óbvio, mas, não ululante, para ser seguido por quem busca a verdade dos fatos.
Ate então o judaísmo não se apresentava divido com categorias tais como dos ortodoxos, liberais, etc., divisão que curiosamente também surge na Maçonaria, regular e irregular e na Igreja, progressistas e conservadores ou tradicionalistas. O Grupo de Frankfurt dava como porta estandarte o mote. Ora esses mesmos judeus migrariam para os EUA, e lá pressionariam ao Governo Americano (não só eles) a entrarem na guerra. É também curioso observar, que nas lideranças da Revolução Russa existiam as lideranças judias a serviço dessa causa, e o mais espantoso, é que entre o Alto Comando Nazista, também iremos encontrar lideranças judias.
Afora o vicio na cocaína em Freud e a pedofilia em Lacan, Oscar Cesarotto escreveu interessante artigo na Folha de São Paulo comentando o livro “Teoria Marxista da Subjetividade”. Folha, Letras em 9 de Setembro de 1989. Não me estenderei em replicar o texto de Casarotto que era titulado: “Marxistas revelam convergência com psicanálise”. Ora, é justamente esta convergência que chamamos aqui de o “obvio não ululante”, uma subjetividade existente na condição de ser judeu dissimulada nas suas obras, que muito longe de serem fruto do gênio individual, como querem parecer fazer crer, são fruto de profundo conhecimento teológico de rabinos anônimos, sionistas no sentido moderno, especializados no combate a Moral Cristã. Derrubar essa moral, para eles significa desalienar, mas para nós observadores significa derrubar pelas raízes a sociedade cristã destruindo os fundamentos que a suporta, e substituí-la no caos assim criado pelo governo Mundial Sionista que é negado por qualquer judeu inteligente. Um estado de coisas que devolveria ao israelita o domínio e a predileção de Deus pelos Judeus em detrimento dos demais povos da Terra. O discurso é subjetivo. Porém esbarra numa dificuldade. Veja esse texto tirado daquele livro: As representações para serem socialmente eficientes, devem também ser subjetivamente eficientes. Varias observações de Marx e Engels podem ser consideradas sob esse ângulo. Por exemplo: Por que as religiões sobreviveram para além de suas condições históricas? Por que o cristianismo não desapareceu com o Império Romano (vejam a maldade da pergunta, negando a condição judaica do cristianismo) Por que ele se adaptou a novas condições históricas? Mas permanece a questão: Por que o cristianismo resistiu e não desapareceu? Ora a pergunta deveria ser: Por que o judaísmo não desapareceu? Porque ele se fundamenta em uma verdade histórica e teológica, e o cristianismo, na pessoa do Messias Prometido, que se fundamenta em uma verdade histórica e teológica abre na NOVA e definitiva aliança, o universalismo da história da salvação, derrogando de uma vez por todas a possibilidade de um governo Sionista, sectário e com alcance mundial. As bases subjetivas são as mesmas. O pressuposto o mesmo. O resultado diferente. O cristianismo serve. O judaísmo teima em servir-se e espera ser servido pelo mundo pagão. Todo o seu discurso de transferência de culpa, na teoria de que o desejo é sempre o desejo do outro, e dissimulação faz do judeu um individuo cindido, cuja libido (impulso de vida e procriação) é abortada por princípios de ordem racial e religiosa, a libido do judeu é sectária, assim, ele produz um discurso dissimulante. Como? Veja isso: Freud preferiu desconsiderar o marxismo (dissimulação do desejo). Lacan considerava o marxismo um novo evangelho (dissimulação do desejo). Essa dissimulação esconde um segredo: o encobrimento das razões históricas de um povo na construção da subjetividade e eficiência dominadora apresentando-a como sendo a essência imutável do homem, a chave para negar o serviço cristão ao próximo ridicularizado sempre como se fosse aquele culpado.


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Onde fica a Moldávia?

Pois é temos leitores na Moldávia. Sejam bem vindos.

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sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Agora temos leitores no Paraguay

Hoje, dezoito de Novembro ganhamos dois novos leitores no Paraguay  (com Y).  E quatro novos leitores na Espanha.Sejam todos bem vindos!


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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Estrangeiros, brasileiros e até paranaenses não conhecem a nossa riqueza e a qualidade de vida de nossas pequenas cidades

Estrangeiros pensam que o Brasil é uma floresta cheia de plantações de maconha e coca. Pobreza e favelas. Isso existe. Mas quando mostramos o Porto de Paranaguá e os milhões de toneladas de grãos que exportamos é obrigatório se pensar de onde eles vem. As fotos aéreas que mostro abaixo eloquentemente mostram o Brasil Produtivo, o Paraná, com apenas 2,6 % do território brasileiro produz 30% de todos os grãos do país, Estado com cidades pequenas, não verticalizadas e com alta qualidade de vida e vida tranquila. Essas pequenas cidades precisam  de escolas, escolas tecnicas e de Campus avançados das Grandes Universidades, com cursos específicos para suprir a vocação dos municípios. Os jovens podem ter o treinamento militar como o da Suiça. Boas Bibliotecas. E Informatização, o que foi feito com grande empenho pelo governo de Roberto Requião.  O que precisamos no Brasil é melhor distribuição do resultado dessas riquezas. E de diminuir por todos os meios a exploração de governos, bancos e empresas estrangeiras. Olhem e sintam o que é o Paraná Agrícola  e Pecuarista. As fotos são minhas.







O verdadeiro Brasil é desconhecido do mundo.

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Temos um novo leitor em Israel

As estatisticas do Blogger não me permite identificar, mas no dia de hoje que foi record em acessos tivemos um novo leitor em Israel.

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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

A não evidência da matéria, ou a evidência da não matéria.

Mas se o sexo é tão importante, por que Jesus Cristo não nasceu de um ato sexual?

A evidência dos fatos nos mostra que todos os homens nasceram de um ato sexual (hoje com a inseminação artificial já podemos dizer que nem todos nascem do coito, mas todos nascem de um ato sexual, ou seja, da fusão do gameta masculino com o feminino). Nos mostra também que todos os homens morrem. Assim crer contra toda a evidência é um ato de fé.

O nascimento milagroso e a ressurreição milagrosa de Cristo servem para provar e estimular a nossa fé. A Fé é o primeiro ato de humildade da sabedoria e conhecimento humanos curvando-se diante da Onipotência Divina. A fé ilumina, a fé remove obstáculos, a fé cura, a fé espera, a fé supera, a fé reeduca e reordena os fatos.

Não seria temerário supor que muitos milhares de milênios atrás a esfera era estéril, como muitos milhares de esferas que o homem observa no espaço sideral. Deus quis que ela gerasse a vida, e a esfera estéril, virginal, tornou-se um planeta portador de vida. É um milagre, é um mistério.

Quem ler o Gênesis despido de preconceitos humanistas, verá a história da criação contada com uma maravilhosa e riquíssima descrição. Pode-se, no entanto, perceber, que o Criador, mandava que as coisas se fizessem no cosmo, faça-se a Luz e ele se fez; todavia, Deus desce, para com suas mãos moldarem do elemento, do barro, o homem, e Ele próprio sopra seu espírito nas narinas humanas, dando vida e espírito ao único ser entre os materiais- espirituais capazes de se reconhecer a si mesmo e reconhecer o criador.

Tudo isso existia antes da criação do mundo, na mente e na vontade de Deus, do mesmo modo que o desejo humano projeta a obra do homem.

Ora, pois Deus quis, para insofismavelmente demonstrar ao homem, que antes da matéria existiu sempre o Espírito de Deus, ou melhor, dizendo, existiu Deus na sua natureza eterna, assim como já existia desde sempre seu Filho Único. Ora sendo assim, propiciou esse milagre da maternidade virginal de Maria, de tal modo que todos compreendam que a natureza toda se submete a onipotência divina, e que esperar nessa onipotência é um ato de sabedoria que supera toda a sabedoria humana. Assim, a ressurreição, vencendo a morte física, sujeita a evidência do imediatismo da vida aos desígnios insondáveis da Vontade, Sabedoria e Inteligência do Verbo eterno. Ora verbo é a palavra que expressa ação, no caso de Deus, ação que testemunha a intencionalidade e existência a priori dos planos de Deus, sobre todas as coisas e todos os seres. Somente nós os homens podemos, em liberdade, aderir em humildade à Vontade onipotente de Deus. Deus já imperava, antes da evidência da vida biológica, já imperava antes da evidência da consciência humana, já imperava muito antes da criação do cosmo.  Ou seja, o Espírito de Deus predomina sobre a evidência da matéria.

Foi o que li no Livro  Sagrado

wallacereq@gmail.com





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Algo para ser pensado.


Solução quase definitiva para Prefeitos de cidades pequenas.
Quem mora nas grandes cidades já deve ter notado o desperdício de dinheiro publico com a operação abre-fecha calçadas. Mal terminam de recalçar uma calçada e vem outra empreiteira e abre tudo de novo. Muda a tecnologia e fazem extensos buracos na calçada. Muda o operador de telefonia, e abrem as calçadas. Vai se instalar cabos óticos, novamente abrem as calçadas. Mudou o fornecedor de gás encanado, abrem-se as calçadas. Nova instalação de água  e novamente abrem as calçadas... Uma loucura sem fim.
A solução que trago aqui, foi vista pelo meu amigo já falecido Vasson, que morou uns anos no Japão. Eu adaptei a solução japonesa, que tinha outra finalidade e modifiquei alguma coisa para que cumpra experimentalmente a nova função.
Antes de explicar quero dizer que quanto mais cedo se resolve um problema, menos problemas terão no futuro, Assim acredito que se começar a implantar algo parecido nas pequenas cidades elas crescerão com uma economia enorme de dinheiro, o que no meu entender resultará em caixa para outras necessidades.
Imaginem uma calha, destas que temos nos beirais das casas. Imagine-as com um metro por um metro, feitas em placas de concreto modulares. Agora imaginem que os senhores abrem uma valeta no meio das calçadas e as enterram. Ora as calhas são em forma de U, e, portanto ficariam abertas. São, portanto valetas, com as laterais de concreto, fundo de terra, e abertas na parte de cima. Agora os senhores pegam lajotas de concreto de um metro por um metro, e tampam as valetas. Construímos um túnel, um tubo quadrado, que pode ser aberto a qualquer momento metro a metro. Dentro desse tubo passarão os canos de água, os cabos elétricos, os cabos telefônicos, os dutos de gás, as fibras óticas e tudo mais que seja preciso.
As Placas pré moldadas em cimento que formam as laterais, são fundidas com quadrados vazados. Estes furos quadrados são protegidos por uma tela de nylon que evitara o assoreamento do túnel que construímos. Quando uma empreiteira qualquer, precisa fazer uma ligação predial qualquer, ela rompe a tela de nylon, e com uma ferramenta especial faz um buraco horizontal ate o prédio em questão. Sem quebrar a calçada. Isso é uma economia brutal. Feito o serviço as lajotas são colocadas no lugar, e a calçada estará impecável.
Não há duvida que as águas pluviais, vez ou outra encherão as canaletas ou calhas, todavia, de tantos em tantos metros haverá canos ladrões ligados à rede de coleta de águas pluviais, permitindo a rápida drenagem dos sistemas.
O processo, a viabilidade econômica, a economia através dos anos, é algo para ser mais bem estudado.  Mas a idéia é ótima e pode ser experimentada por gente competente do setor. Na minha visão funciona bem.
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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Requião & Personalidades


Todos devem lembrar aquele adágio popular que diz: Dize-me com quem andas e te direi quem és!

No entanto Jesus Cristo lhe dá outra interpretação. Ao ser interpelado pelos fariseus: Quem é aquele que se senta à mesa com pecadores e cobradores de impostos? Ele responde: quem precisa de médico, os doentes ou os sãos?

Aparente contradição superada pela seguinte síntese: os relacionamentos de um homem lhe dão a idéia de sua inserção social, e os relacionamentos de um homem visam à cura, a edificação, a melhoria de si mesmo e do próximo. Sendo assim quero fazer neste texto uma experiência nova, que persigo já a algum tempo, de demonstrar pelo relacionamento do Senador Requião, o que foram os seus três mandatos, o que foi o governo do Paraná, e o que pode ser o Brasil ideológica, comercial, política e solidariamente relacionado.

Cada vez que você voltar a esse texto, encontrará novas imagens de Requião & Personalidades nacionais e estrangeiras, na justa medida em que eu as encontre em meus arquivos. A minha intenção, embora muitos não concordem, é mostrar o porquê de insistirmos com a idéia de que entre as múltiplas personalidades políticas do país, Requião continua sendo um, entre as poucas capazes, habilitado para o governo da Nação. Eu acompanhei toda a trajetória política desse homem, desde os seus 16 anos de idade e posso testemunhar a grande aventura que foi a sua vida, da qual ele se não a despreza, dela não sofre as grandes influências deletérias curtindo tudo com muita simplicidade e naturalidade. Você verá juntamente comigo o que foi a vida desse homem. Nunca em momento algum eu disse que ele não tem defeitos, tampouco lhe escondi as virtudes, a única coisa que não aceito é que medíocres, homens ou mulheres pequenos e pequenas na visão e inexperientes no trato com o governo da coisa pública, se posicionem de igual para igual, e arrogantes, lhe imputem arrogância, o que, aliás, como veremos numa visão puramente humana ele teria todo o direito de ter. Portanto senhores, a cada imagem vocês terão uma surpresa. Voltem sempre a essa matéria para ver como ela se desenvolve. Uma vida real, e não, um produto de Publicitários ou de fabricantes de mitos com propósitos nem sempre confessaveis. Se você quer entender o verdadeiro espírito dessa experiência assista o filme “Carruagens de Fogo”.

Requião foi Deputado Estadual, Prefeito da capital do Paraná, Secretário de Estado do Meio Ambiente  e Desenvolvimento Urbano ( aliás foi o criador da Secretaria de Meio Ambiente no Paraná), foi três vezes  Governador do Paraná e duas vezes Senador da República. Exerce o Mandato no Senado  pela segunda vez.


Requião, Gomes o Governador do Ceará, e os ex.Presidentes Lula e José Sarney



Requião e Sua Alteza o Príncipe do Japão

Requião,  Quercia ( ex.Governador de São Paulo) e Michel Temer atual vice Presidente da República.

Comendador Requião recebe do Presidente Lula a Comenda do Mérito Aeronáutico.

Requião e a Senhora Presidente do Brasil.



Requião e o Presidente do Senado e ex Presidente da República José´Sarney.

1992 Requião recebe título de Doutor Honoris Causa pela Universidade Budista Soka Gakusei, em Tokio, Japão.


Requião e o Presidente da Venezuela.



Requião recebe do Governador do Sergipe a mais alta condecoração concedida pelo Estado do Sergipe.


Requião recebe homenagem na Bolsa de Valores em New York.

 Requião e a Goveradora do Rio Grande do Sul e Governador de Santa Catarina
 Requião e o Governador de Santa Catarina
 Requião e o Presidente do Paraguai
 Requião recebe do Governador de Santa Catarina o Titulo de Cidadão Honorário do Estado de Santa Catarina.
Jantar com sua Alteza Pricipe do Japão e Vice Presidente da Republica José Alencar.
 Requião e a Ministra Chefe da Casa Civil.
Requião e o Embaixador do Japão

 Requião e Copel recebem segunda homenagem na Bolsa de Valores de New York
Requião e o Representante da Korea (Coréia do Sul)

Requião e Ministros do Brasil

 Requião e o histórico Senador gaucho Pedro Simon

Requião e o Governador de São Paulo

Requião recebe no Estado de Mato Grosso a sua mais alta homenagem

 Decada de 90 Requião e o Presidente da Republica Popular da China ( é mole ou quer mais?)
 Requião e esposa: honras militares.
No Japão em Hyogo, o governador recebe o casal Requião.


Requião, prefeito de Foz e artistas de TV

 Requião e o representante mundial ( ONU) para assuntos do meio ambiente na COPE8
 Requião,  F. Capra e presidente da Federação das Industrias do Paraná.
 Requião e o escritor e ambientalista F. Capra
Requião na Alemanha  em abertura de Feira Agro-industrial. ( clique sobre as imagens elas crescem para vocês lerem)


Requião e o ex.Governador do Rio Grande do Sul, Rigoto.


Requião e o Sheike de Dubai em Dubai

 
Requião no Forum Brasil-México.


Requião cidadão Honorário de Caracas.


Requião preside a mesa no encontro mundial sobre Meio Ambiente.



Requião e Governador de Província Chinesa.
Requião e Imprensa Nacional.


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Governo do Paraná Implantará novas rodovias pedagiadas.

Recebi de um leitor e repasso.

Após nove anos sem entregar rodovias para a iniciativa privadano governo Requião (a última foi em 2002, entre Lapa e Araucária), o governo do Paraná ( PSDB) decidiu retomar o programa de concessão de estradas. Os trechos da PR-323 e da BR-272, entre Ma­­rin­­gá e Guaíra, passarão para uma concessionária no ano que vem. A Secretaria de Estado de Infraestru­tura e Logística ainda estuda a forma do contrato: pode ser uma concessão igual às já existentes, um pedágio apenas de conservação da rodovia ou uma Parceria Público-Privada (PPP). Tampouco há decisão sobre localização e quan­­tidade de praças de pedágio. Definido mesmo só que o governo investirá em obras na rodovia antes de colocá-la em licitação.
OBS: Uma das primeiras iniciativas do governo do PSDB foi anular, ou perdoar todos o processos judiciais que o Governo Requião havia movido contra as concessionárias, mostrando, ou, nos fazendo pensar, o porque de a justiça ter demorado tanto nas decisões.


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Temos um primeiro leitor na Índia

E o comentário idiota: Grande coisa, você pensa que um hindú vai votar em seu irmão?

Salve a Índia!

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Partido Operário do Brasil.


Dr.Justiniano de Mello e Silva ( Sergipano)

Em discurso de 1997, Roberto
Requião de Melo e Silva  relembra fundação
do Partido Operário,
pelo seu bisavô, em 1890



No dia 18 de junho de 1997, o senador Roberto Requião de Mello e Silva leu no Plenário trechos do Manifesto do Partido Operário do Brasil, fundado em Curitiba, em junho de 1890 pelo seu bisavô Justiniano de Mello e Silva. Organizado simultaneamente em São Paulo e no Rio de Janeiro, o Partido Operário defendia, por exemplos, a reforma agrária, a educação integral, o juízo arbitral, o controle externo do judiciário, a proteção do trabalho,  a limitação do direito à herança . Com idéias e propostas adiante de seu tempo, o Manifesto terminava com estas palavras: “Sairemos vitoriosos desta luta? Não é grande infortúnio perder a batalha quando se tem a consciência do próprio valor. Mais degraçada é a sorte de quem não luta porque não tem coragem, que se deixa esmagar porque não póssui a alma livre e perde foros de cidadão”.
Leia a seguir o texto integral do discurso do senador Requião sobre o Manifesto do Partido Operário.




O SR. ROBERTO REQUIÃO (PMDB-PR. Pronuncia o seguinte discurso.) - Sr. Presidente, ocupo a tribuna, hoje, para trazer ao conhecimento do Senado da República, em versão resumida, o manifesto do Partido Operário, fundado em Curitiba, capital do meu Estado-Paraná.
Partido nascido das classes até ontem segregadas da comunhão política quer agora concorrer com sua atividade inteligente e sobretudo com a probidade pessoal e política para transformar as normas seguidas pelas minorias governantes e dar ao povo genuína representação dos seus direitos e interesses. Não há a contestar que o primeiro dever dos homens que se propõem a intervir eficazmente na direção política do Estado é proceder à arregimentação e organização sistemática de suas forças e traçar os lineamentos de seu programa, que não deve ser puramente especulativo e abstrato, mas suscetível de realização imediata ou remota, e inspirar-se na possibilidade de ação individual e comum.
Em cada cidade, vila ou paróquia, cumpre aos mais dedicados de nossos companheiros convocar os membros da classe operária e eleger uma comissão diretora, segundo o plano que acharem mais conveniente e mais prático.
Ora, nós que empreendemos a política do povo pelo povo, até este momento impraticada,senão desconhecida no Estado, teremos que vencer as mais árduas dificuldades,porque a maioria dos nossos conterrâneos ou está viciada pelos usos estabelecidos, ou não chegou ainda à compreensão dos seus verdadeiros interesses, completamente separados daqueles que têm agora prevalecido noGoverno.
O partido criado deve, em todas as conjunturas, manter a sua autonomia e defender-se das velhas facções e atrair pela seriedade e constância do seu procedimento, as simpatias e mesmo o apoio das massa popular.
Se o que queremos para nós é o que exatamente deve constituir a principal preocupação do maior número, nenhum empeço se oferece a confraternização da classe operária com outras classes igualmente pungidas pelo sentimento do bem público e refratárias à inspiração dos antigos partidos.
Os industriais e comerciantes têm conosco ligações e atividades estabelecidas por tradição e sofrimento comuns. Os orçamentos, poupando a ociosidade abastada, carregam duramente sobre o comércio e as indústrias produzindo,conseqüentemente, a crise, que se pode chamar da nudez e da fome, na porção menos afortunada do povo. Os impostos lançados sem discernimento sobre os gêneros de primeira necessidade tornam difícil a situação do proletariado, mas também paralisam o comércio. Não falamos dos lavradores, dos cultores do solo, porque estão em nossas fileiras e para eles se voltam nossos cuidados fraternais. Não se pode admitir, não se deve tolerar o sistema pernicioso, que perpetua o sofrimento e a miséria de uma classe numerosa, despojada da terra em benefício de um direito nominal e estéril, incompatível com a grandeza e a prosperidade do Estado. A propriedade é, para nós, sagrada, mas este título não merece a detenção arbitrária do solo nas mãos dos indolentes, sob a jurisdição da preguiça. Ora, a distribuição caprichosa, discricionária da terra pelos conquistadores não pode constituir barreira inexpugnável para impedir a ascensão da massa trabalhadora à independência e à abastança. Ela é uma injustiça no presente, como foi uma usurpação no passado. A fatalidade histórica deve converter-se em direito para achar guarida na consciência honesta. Estados conservadores, como a Inglaterra e a Áustria, admitem a expropriação de latifúndios em proveito da cultura e não põem sob a égide das leis a propriedade territorial que permanece desaproveitada.
Os nossos compatriotas, que exercem a atividade agrícola em condições acanhadas e precárias ou que jazem na indolência por falta de terrenos apropriados à sua cultura, devem reclamar dos poderes públicos medidas protetoras do direito natural sacrificado indevidamente ao monopólio de uma minoria ociosa.
Até hoje,tinha-se como corretivo do pauperismo, infelizmente naturalizado nas terras brasileiras pela legislação do privilégio, a caridade dos ricos, a philanthropiados bons corações. É tempo de obter das leis, dos processos da política, espaço largo e franco para a organização da solidariedade econômica, para o regimento social da cooperação.
O filósofo alemão Eduardo von Hartmann entreviu que o fim do futuro deve ser tornar inútil a beneficência privada e as obras voluntárias da caridade e substituí-las pela organização definitiva da solidariedade social.
Também a civilização industrial, que uma certa filosofia descobre envolta na penumbra do futuro, tem como base fundamental aquela necessidade que o gênio de Goeth elobrigou na urdidura moral da nossa época. Doravante, diz ele, aquele que não se volta à prática de uma arte ou ofício achar-se-á mal. O saber não é mais um recurso no turbilhão dos negócios humanos; antes que se tenha tomado conhecimento de tudo, escapa-se a si mesmo.
Assim,queremos para as novas gerações uma educação integral e positiva.
O imortal tribuno da Revolução Francesa, Mirabeau, dizia, com o ímpeto da sua eloqüência,mas também com admirável critério:

"Os povos livres vivem e movem-se. É de mister que eles aprendam a servir-se das forças de que recobraram o uso. A ciência da liberdade não é tão simples como pode parecer ao primeiro golpe de vista; o seu estudo exige reflexões; a sua prática, precauções anteriores; a sua conservação máxima,medidas, regras invioláveis e mais severas que os caprichos mesmos do déspota."
Ora, senhores, é de uma boa educação pública somente que devereis esperar esse complemento de regeneração que fundará a felicidade do povo sobre suas virtudes, e suas virtudes sobre suas luzes.

Da boa organização da justiça depende a efetividade dos direitos, a segurança dos bens e a conservação da liberdade. Mas podemos dizer, com Bergasse, que o poder será mal organizado se os juízes não responderem pelos seus atos. Se há homens, diz esse jurisconsulto, que, no exercício de seu ministério, importa cercar o mais possível da opinião, isto é, da censura da gente sã, são os magistrados: quanto maior for o seu poder, mais deve ter ao seu lado o primeiro de todos os poderes, aquele que não se corrompe nunca, o poder terrível da opinião. Fazemos votos para que o Estado organize uma magistratura eletiva e temporária; mas, antes de tudo, trabalharemos para que a justiça seja gratuita e ministrada sob a forma de juízo arbitral obrigatório.Essa fórmula exclui absolutamente as chicanas e delongas, as rapinas e manobras criminosas usadas no foro. Todos os processos e causas terão solução rápida e definitiva, sem que se precise recorrer aos bons ofícios da advocacia mercenária.
O advogado exercerá função pública retribuída e terá a seu cargo o exame e a fiscalização dos atos judiciais para promover a responsabilidade dos juízes prevaricadores.
Convém lembrar - ou não esquecer - de um dos processos formais mais recomendados pelos economistas atuais: a especialização do imposto. A cada serviço deve ser afetada a quota da imposição, de modo que os contribuintes vejam quando esta é excessiva e possam fiscalizar a sua aplicação.
Determinados serviços, e a retribuição que lhes deve ser afetada, tem-se facilitada a intervenção do juízo público na distribuição e aplicação da renda.
"A lei social não foi feita para enfraquecer o fraco e fortificar o forte. Ela trata de pôr o fraco ao abrigo das empresas do forte e, amparando com sua autoridade tutelar a integralidade dos cidadãos, ela assegura a todos aplenitude do seu direito" (Jornal de Instrução Social de Sieyér).
O serviço dos seguros tornar-se-á a função por excelência do Estado, o emblema da proteção coletiva sobre o indivíduo, proteção que não se manifestará mais senão por benefícios e para que, através dela, se escude a liberdade.
Não se pode por em dúvida a influência do trabalho, quer sobre os indivíduos, quer relativamente ao destino das nações.
A vantagem moral oferecida pelo trabalho é de formar um laço de simpatia entre o homem rico e o homem pobre, lembrando a ambos que o trabalho é uma condição da vida humana. "Trabalha! dizia Phoclyde, tu deves pagar a vida pelo teu trabalho. O preguiçoso rouba à sociedade".
Tão severo pensamento foi exposto por Louis Blanc, quando fulminou este anátema: "Aquele que não trabalha é um ladrão"!
Incluímos no nosso programa a abolição do direito de sucessão na linha colateral e a limitação das quotas hereditárias para as grandes fortunas.
Evitaríamos o espetáculo dessas fortunas colossais, escandalosas, que irritam as massas indigentes. Segundo Stuart Mill, Bentham e outras autoridades afirmam que, se não existissem herdeiros nas linhas ascendente e descendente, apropriedade de um caso de intestado deveria pertencer ao Estado. Poucas pessoas sustentarão que haja alguma razão sólida para que as economias de um avarento sem filhos vão, pela morte desse, enriquecer um parente afastado que nunca o viu.
"Se eu tivesse de formular" - acrescenta Stwart Mill -,"preferiria limitar não a possibilidade de cada um legar, mas aquilo que cada um poderia receber por legado ou herança."
Política e administração são idéias que se chocam e colidem, apesar da conciliação aparente que historicamente as aproxima. Pensamos que já seria uma grande fortuna achar quem poupasse dinheiro público.
Para aqueles que se habituaram a viver constantemente à sesta e bebem àalegria pela taça das contribuições públicas, o melhor dos administradores é aquele que mais prodigaliza, que imita o agrônomo celeste, borrifando a natureza. Não esqueçamos a observação de Montesquieu sobre os imperadores romanos: Os piores foram aqueles que mais deram. Por exemplo: Calígula, Cláudio, Nero, Othão, Vitellio, Commodo, Helliogabala e Caracalla. Os melhores, como Augusto, Vespasiano, Antonino, Marco Aurélio e Pertinax foram os econômicos.
Sairemos vitoriosos desta luta?
Não é grande infortúnio perder a batalha quando se tem a consciência do próprio valor. Mais desgraçada é a sorte de quem não luta porque não tem coragem, que se deixa esmagar porque não possui a alma livre e perde os foros de cidadão.
Saúde e fraternidade.

Esse é o manifesto de criação do Partido dos Operários, fundado na Cidadede Curitiba, Estado do Paraná, em 22 de junho de 1890. O manifesto foi escrito  pelo sergipano de Divina Pastora, meu bisavô Justiniano de Mello e Silva.
A comissão era composta por operários e intelectuais curitibanos: Agostinho Leandro, Presidente; João Crisphim, Secretário; Giacomo Giordano, Carlos Guertner, Domingos Gravine, José Jorge, Rodolfo Wolvi, Bento Braga, Antonio Schneider, Miguel Berlaqcua, José Alexandre Marques, João Evangelista da Costa, Domingos Frizola, Pedro Falci,  Rafael Contador, João Leandro R. da Costa, JoãoAlvim D´Oliveira, Gabriel Chorriol, Vicente F. de Araújo, Gustavo Menning e Carlos Leinig.




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sábado, 12 de novembro de 2011

The transport as an organic vision

 (Published in the G 23 and G23 President)
One of the best programs, among those who attended, was an interview with the architect Renato Leo Rego,  in the Tv program  for the Education of Paraná.The architect talks about the British colonization in Parana and suggests having studied documents in English sources, which made his statement, very informative about the companies 'English' settlement in northern Paraná.Forgotten, however, or may not know the relationship between the Israeli capital English, headed by Rothschild, who bought the debt of Brazil. Lord of the English colonization of Northern Parana, had relations with Percival Farquhar, this in turn was financed by the Rothschilds, financed and, believe me, Assis Chateaubriand. As we see Brazil, was saved twice the direct control of the capital at the two great wars. The Group, which sought the field of mining and railroads and ports in Brazil, was thwarted by World War I, and a second time by the second war. Anyone who wants to study this subject, will find abundant material in the buried stories of miners, stories of the railroads in Brazil, Bolivia and Argentina, and energy companies, with one more link: Mauricio Von Hirsh, founder of Bung Borg and also financed by Rothschild, with the intention of founding the State of Israel in Entre Rios, Argentina. Study these facts. Who financed the killing of the Contested by Lumber, and sought to appropriate, not the grains (which was and is the facade), but the oil, gas, iron and diamonds, and of course gold. The railroads, routes, needed wood and water, they needed iron, and were intended, in the world, the subsoil. They, in short, were born in the coal mines and that was his job and vocation. In Paraguay as intended may prove Eduardo Galeano, oil Bolivian and Paraguayan wetland.But that, it serves as an introduction only and does not serve the charge, but is a complement to the story told by Renato, who in the shadow behind the Lion surnames (family that has a gold mine in Campo Largo, and Rego, that links owners of CR Almeida (R Rego). Kinship remote.
But I bring the subject is another. The new look at the lines of communication in building an internal market, compared to blood vessels and airways of the human body. Now the roads, rivers, roads, railways, airlines, ports and shipping lines, need, organically, to communicate life, and purge toxins. Thus, for a country to have life, she needs to capillarity, and double hand back and forth, communicating to the wealth and people, the national space.
The center of the tree of transport routes was linked to ports, because they were part of the capillary drainage of foreign nationality. Today, we Brazilians need, bring the trunk roads, to the heart of Brazil. And where is he? He is somewhere between the lungs, the hearts of 60% of Brazilian territory called the Brazilian Legal Amazon.I will not give the argument chewed, not to commit myself, but you, with the quotes that I do here will have all conditions to complete this puzzle.China, Brazil Way says the magazine, is investing internally, 290 billion dollars to deliver a rail network of 90,000 hair KLM said ninety thousand kilometers into the country, including lines of high-speed trains. Our case is still tied solely to the carriage of Life (oxygenation) of the Brazilian domestic economy.Of course, this intention will be immediately challenged by international bodies that use of ecology as a neutral and supranational control of wealth, a fact thought, since the year 1850, yes, said one thousand eight hundred and fifty. The ecology is the "basic law" for the development of legislation for economic control of the nations, and construction and feasibility of a World Government.I can not develop here all the arguments of the great cataclysms through which passed the planet, some occurring before the appearance of man, therefore before any possible accusation that have tipped the human nature. Much less have room to develop the moral relation of man to cosmic events, including its appearance. I will not speak of God, because you would not understand advocates of neo-paganism and become offended.Urge, my Brazilian brothers, develop transportation technologies, based on our iron, steel, cement, electricity, solar and nuclear, and create capillary transport, to, believe, make the country live. This is only possible with hard work and sacrifice. We are not the creators of the chaotic picture created in the world market around the globe, and we are not the salvation for them. We are, but under the same economic consequences, but our chances are much better solution than those of developed countries.
We do not want their development, we want another type of development, but we can do nothing if not rescue the idea of ​​nation, of common interest and improvement of the Brazilian people. This is not xenophobia, but it is, managing to penalize any attempt to submit. We'd be in Africa, there were the two wars. And in Africa, when life and practice of predatory exploitation becomes unsustainable, and poverty becomes the act, requiring the help of the people before the world public opinion, they finance the releases, the new autonomous republics, that they take the bailout impossible, to his own people. This reality expressed here, badly argued, however, there will be much better researched for you, that much better than I, come to the conclusion: the requirement of the order of Nationalities is a strategy for implementation of the World Imperialist government. In the first stage pertains to companies that employ us, in a second stage, we will be slaves without property, without feelings of belonging and national solidarity that make us fight and fight back, no sense of nation, people, family, will be the last imperial goods. The cattle of the people dominator. But if God exists ... Bum!







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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Causos do Pipoqueiro

O pipoqueiro.

Como cada dia mais estrangeiro lê nosso Blog, talvez caiba uma explicação. Pipoqueiro no Brasil é o nome da profissão do vendedor de pipocas de milho. Eles quase sempre muito humildes trabalham em um carrinho expositor onde vendem alem de pipocas, doces, salgados, fósforo, cigarros soltos, balas e outras coisas do gênero.

Assim como as abelhas se acumulam no entorno do açúcar, ao entorno de um carrinho de pipoqueiros se reúnem pessoas muito simples e verazes. Não que elas não mintam com a boca, é que elas são irredutíveis, concretas, verdadeiras no seu ser. Quem compra um cigarro solto? Ou quem compra apenas uma bala por dez centavos? Pessoas que foram reduzidas ao máximo, pessoas cuja síntese de alma já não pode ser escondida atrás do ter ou saber. Nesse sentido são verdadeiras e irredutíveis.

Ali no entorno do carrinho, vemos quardadores de carro, alcoolistas, criança, empregada domestica músicos de rua, artistas do cotidiano. Etc.

Ora esse grupo produz o que há de melhor e de mais alegre e denso no dia a dia do pipoqueiro.

Ele lia o jornal. Um olho na folha, outro no balançar dos vestidos. Homem gosta de olhar para a mulher. Pois entre uma piscada e outra, ele notou o vestido de panos leves nos tons de vermelho, e as pernas coradas. Ia mexer quando percebeu que se tratava de uma amiga.

Senta ai disse, sem ter a intenção de arredar o rabo de uma pequena cadeira polaca. Deu meia cadeira para ela. Ele ficou com a nádega esquerda apoiada, e ela com a direita, numa situação digamos instável. O assunto voava entre os dois. Escorregando um pouquinho ele, para equilibra-se colocou o braço por trás, abraçando a cinquentona, e com a mão lhe segurou na interseção da coxa com o glúteo da moça. A região para algumas mulheres é muito sensível. Ele sem perceber começou a fazer um cafuné (coceira com os dedos da mão) como se faz na cabeça das crianças; Derrepente ela para, olha para ele e diz: Você esta querendo alguma coisa? Não, por quê? ... Responde ele. Ela: Você percebeu o que esta fazendo? Ele para uns segundos e diz: Sim estou te fazendo cafuné! Ela surpresa pergunta novamente: O que você esta querendo? Ele responde nada, eu estou te fazendo cafuné, só isso. E completa, quando você acaricia assim um gato, um cão ou uma criança você esta querendo alguma coisa deles? Ela para. Levanta, olha para ele e diz: VOCE NÃO È NORMAL, e desce a rua.

Ele fica olhando aquele balançar bonito alguns instantes. Depois vira para o pipoqueiro e diz: me da um punhado de ração para pinto.  O pipoqueiro responde com outra pergunta: Amendoim salgado ou doce?

Ele resmunga... Ai. Ai. Ai... Há momentos em que um homem tem que suspirar.

wallacereq@gmail.com




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