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domingo, 4 de novembro de 2012

Os Olmecas, pré colombianos, eram ou não negros?


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Os primeiros brasileiros na Europa.

Os primeiros brasileiros na Europa.


Na sua aula inaugural, a Dra. Antropóloga Claudia Inêz Parellada, do Museu Paranaense ao discorrer sobre a arte indígena, inspirou-me uma nova e interessante pesquisa, cujas pistas iniciais, eu quero delinear aqui.
Quero que você preste muita atenção ao que escrevo neste texto, pois não estamos acostumados a ver e analisar essa possibilidade antropológica, na ótica que vou propor agora.
Quem já imaginou índios e índias norte americanos e sul americanos, incas maias e astecas, passeando pelas ruas de Lisboa, Madrid, Londres ou Paris, lá pelos idos anos de 1500? Mas isso aconteceu, mais de uma vez, e isso é muito importante para os estudiosos. E curioso para os escritores e tema para romancistas. Que impressão eles causaram? Misturaram-se? Quantos formaram famílias na Europa? Que nomes tiveram essas famílias? Quanto tempo eles viveram? Em fim, no que deram, e que destinos tiveram esses troncos humanos ameríndios na Europa quinhentista? Americanos e brasileiros de origem ameríndia estiveram, também, na Índia dos hindus e na China dos Portugueses.
Adriana Lopez é escritora e historiadora pós-graduada pela Universidade de São Paulo. Em seu imperdível livro: “Franceses e Tupinambás na Terra do Brasil” (editora SENAC) ela nos conta as aventuras do navio francês “L´Espoir” que esteve em 1504 em Santa Catarina, e levou para a França o filho muito jovem do cacique Guarani, chamado Esomeriq e um seu pajem chamado Namôa, homem de 35 ou 40 anos ( pagina 21) sendo esses os primeiros catarinenses que se tem noticia foram levados para a Europa. É muito interessante. O que teria acontecido com eles? Será que um descendente desse jovem, voltou como legitimo alemão, francês ou açoriano?
Noutra passagem ela nos conta e descreve uma “Fête Brasiliénne” em Rouen, ocorrida em 1550, onde 50 índios Tamoios levados à França por comerciantes normandos faziam uma representação (teatral) da vida cotidiana dos índios do Brasil (pagina 93) para convencer aos franceses sobre as vantagens de investirem nas viagens marítimas para o Brasil.

O missionário Jean de Léry nos conta que as primeiras mulheres francesas só chegaram ao Brasil em 1556 em companhia de Bois de Comte, e eram apenas cinco, e ate essa data, os corsários, os exploradores e o “sindicato” faziam o comercio carnal com as índias, assim como também os portugueses. O Barão de itararé, ao contrario do que eu pensava, chega a afirmar que na America os franceses se contaminaram do “Mal Frances” a sífilis, o que é novidade, e essa doença desconhecida da Europa ate então, seria uma doença originalmente americana. Podemos supor e concluir que os chamados “lançados” (degredados) homens que eram abandonados nas costas marinhas do Brasil, produziram mestiços, que provavelmente, enquanto filhos de europeus tiveram, também, a oportunidade de embarque para a Europa.

O Doutor em História Francisco Drombroski em sua História das Américas nos conta que Gaspar de Corte Real, português, levou, em 1500, um grupo de 57 índios oriundos do Canadá (Terra Nova) para Portugal (pag. 248 volume IV) sendo esses mais um grupo de americanos na Europa.

Apenas esses dois autores aqui citados falam já em 109 ameríndios levados para a Europa nos primeiros anos. Quando eu estiver mais aprofundado na pesquisa, voltarei descrevendo outros relatos de viagem e cronistas da América que também falam de numerosos índios embarcados para a Europa e Oriente, abrindo assim uma hipótese genealógica e cultural, bem pouco considerada ou conhecida. Sabe-se, por exemplo, que foram os índios que introduziram o uso de redes de dormir na marinha portuguesa e francesa.



Não é interessante?


Wallace Requião de Mello e Silva
Para o G 23 de Outubro.


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Uso Racional da Amazonia.

Mangabeira prega uso racional da Amazônia


Luciana Pombo Equipe da Folha de Londrina


Curitiba - Um projeto de transformação para o Brasil começa com a valorização da Amazônia. Este é o pensamento do ministro dos Assuntos Estratégicos, Roberto Mangabeira, que esteve ontem na reunião semanal do secretariado. Mangabeira acredita que apenas com um projeto que valorize as áreas de preservação ambiental e transforme em área sustentável os locais já degradados é que o País poderá ter efetivo crescimento nacional. ''O Brasil se revelerá ao Brasil através da Amazônia'', disse Mangabeira. Ele propõe um zoneamento econômico e ecológico da Amazônia para coordenar as áreas existentes degradadas e as transforme em áreas cultiváveis. Mangabeira defendeu ainda programas nacionais de inclusão digital através da construção de uma infovia nacional, com fortalecimento de acesso à rede, produção de conteúdos, e sistema de governança que garanta voz para a sociedade organizada. Outro programa estratégico seria o que garantiria trabalho para os brasileiros. Hoje, 60% dos trabalhadores estão na informalidade. ''As correntes existentes hoje são inaceitáveis ou insuficientes. Temos que pensar uma terceira via. Não dá para flexibilizar os direitos dos trabalhadores, que na prática seria aniquilar esses direitos, nem pensar apenas em direito adquirido. Temos que lutar contra a informalidade, rever a queda de salários na renda nacional e pensar um sistema tributário que isente quem emprega as classes menos privilegiadas.'' O ministro falou ainda sobre a melhoria da democratização nacional - que ele chamou de sonolenta. ''As mudanças em democracias sonolentas só ocorrem nas crises, nas ruínas. Não queremos crises ou ruínas. A democracia tem que ser de alta energia, participativa e direta. Disse ele.


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Quem é Alexandre Lima?

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Percorrendo o Google Reader para ver afinal quantos Blogs seguimos, encontrei algo titulado " Amigos do G 23" assinado pelo Alexandre Lima. Trata-se de fontes Católicas para pesquisa. Amigo Alexandre eu nunca havia visto esse seus textos, menos ainda as indicações das revistas Beneditinas citadas pelo amigo.
Quero te pedir desculpas, e gostaria que se houver ainda interesse de sua parte, que colabore por E mail. Ficará tudo mais fácil. De qualquer modo sou grato pela força que se não a utilizei foi por desconhecimento de que elas estavam lá.

A capital Federal do Brasil


A Capital do Brasil no Coração da Amazônia.


E seu papel na Integração da America do Sul.

Vou disponibilizar argumentos a favor dessa importante tese, de como é conveniente a Capital Federal Amazônica, que poderá vir a ser a Roma da America do Sul, pois todos os caminhos levarão a ela Nossa Capital federal foi na Bahia, transferiu para p Rio de Janeiro por motivos de segurança, aprofundou-se no interior para o equilíbrio governamental e desenvolvimentista, e agora necessita aprofundar-se mais ainda nos rincões do país Amazônico para viabilizar a perfeita integração sul americana.

Claro esta que o Brasil e outros países da America do Sul esqueceram-se da navegação costeira também chamada de cabotagem, Esse circunavegar a America do Sul por navios sul-americanos será ainda um grande fator de desenvolvimento e fortalecimento dos mercados sul-americanos, Todavia diversos estudiosos apontam desde muito uma integração fluvial da América do Sul

Pois é nessa ótica que acabamos por descobrir que a Capital Federal Amazônica fica no coração, no ponto de confluência dos rios integradores da América do Sul, donde arriscamos que nossa capital federal se tornaria a Roma da America do sul, pois todos os caminhos fluviais de expressão levam a ela.

O rio Amazonas penetra navegável no norte do Peru e a partir de Letícia um de seus braços pode chegar ao Equador. O Juruá penetra navegável a Colômbia. O Negro também penetra a Colômbia, e o Branco, vai ate a fronteira da Venezuela e sua nascente praticamente encosta num dos afluentes do Orenoco. Ligados os dois atinge-se boa parte da Venezuela e as Guianas. Mais a Leste dois dos afluentes do Amazonas chegam às fronteiras do Suriname e Guiana. O Purus e o Juruá atingem o Peru. O Madeira entra navegável na Bolívia pelos seus afluentes Beni e Madre de Dios. O Tapajós e o Xingu chegam a Cuiabá no centro nervoso do Brasil. Dali com um pequeno trecho férreo podem atingir o Rio Paraguai, ao sul, esse é navegável até a Prata, em Buenos Aires ou Montevidéu, passando por Assunção; depois, sem considerarmos aqui, existe uma rede de rodovias integradoras, que podem ser completadas e melhoradas. E o arremate cabe as linhas aéreas. Na Imagem, você pode ver que por mar, se integra as cargas pesadas com facilidade e economia, pelos rios, o petróleo, minerais, sal gema madeira e grãos. Pelas estradas e pelos rios o trânsito de pessoas e cargas rápidas. Por ferrovias, especiais, de suporte à integração das hidrovias, o complemento necessário da malha integradora.

Não pensem que é bobagem, há livros sobre o assunto. Livros técnicos de nomes renomados e estudos pormenorizados. O G 23 esta apenas estimulando o estudo e o debate, das vantagens de uma Capital Federal Integradora na Amazônica.

Você verá que por problemas técnicos, do meu equipamento, as linhas não ficaram sobre alguns rios importantes, mas a idéia fica bem clara. Podemos ver como os rios integram a América do Sul. Num próximo texto tentarei disponibilizar um mapa mais claro, de um modo que possamos entender que essas vias estão sendo interrompidas por Hidroelétricas. (propositadamente ou não) O estudo deve continuar, há vantagens estratégicas para o Brasil. Se as mercadorias e as pessoas podem circular com economia o desenvolvimento virá como conseqüência da prudência e da sustentabilidade.

Hoje a integração se faz via aérea, cara, submetida a regras transnacionais da aviação, longe do domínio soberano das nações sulamericanas. O Navio de bandeiras sul Americano poderia estabelecer um contacto comercial maior e mais ágil fora dos grandes tristes atravessadores.

Finalmente no seio da Hiterland sul-americana, como as veias, alimentam o corpo as águas vivificam, oxigenam e transportam os bens necessários para o fortalecimento de nações amigas sem minar-lhes as soberanias.

A imagem disponibilizada abaixo é imperfeita, mas suficiente para dar uma idéia clara da força integradora. Somen-se a essa visão as estradas de ferro ligando rios navegáveis e estradas de rodagem, mais direcionadas para os portos fluviais, e vejam como os caminhos ficam curtos para o transito de pessoas e cargas.




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A descoberta dos mares (* texto antigo)

A descoberta dos mares.


Incrível.

Tenho observado que num país com 8.500 quilômetros de costas, infinitas praias marinhas e portos naturais, o povo não tenha consciência dos mares, nem projetos marítimos, nem aspirações marinhas, nem consciência dessa riqueza imensa, nem memória de sua história marinha, nem currículo escolar que trate do assunto, nem aspirações de comercio marítimo, ou profissões marítimas de nível superior, ou sonhos de expansão marítima econômica e sustentável. O caso seria, talvez, perguntar o motivo disso tudo?

O Estado brasileiro, sua economia, seu sistema de ensino têm que acordar para os mares.

Jose Bleger é um psicanalista argentino. Ele escreveu um raro livro: A Analise Institucional. Nele ele aborda as instituições, as organizações como se fosse personalidades em relacionamento uma com as outras, e através dos conceitos psicanalíticos tenta “tirar” suas conclusões sobre a dinâmica das instituições (maturidade, imaturidade, coerência intra psíquica, reciprocidade e justiça em suas relações, por exemplo.). O sentido é amplo de mais para tratar aqui, no entanto, poderíamos perguntar, qual é a do Estado Brasileiro? Como ele se relaciona, com os outros países fronteiriços, como ele se relaciona com o mar, e através dele (do mar) com os países longínquos em outros continentes.

Não vou tentar uma resposta, mas essa flagrante cegueira histórica do povo brasileiro para o mar é algo que deve ser estudado. Nós vemos o mar, pelo menos a maioria de nós, o vê como laser, beleza para os olhos. Consideramos a Marinha Armada, algo longínquo e desnecessário. A Marinha Mercante como coisa de grandes potências. As profissões marinhas, como a de pescador, são vistas como profissões menores, sem perspectiva econômica, ou mobilidade social. Jamais pensamos nas profundidades da águas e suas riquezas e mistérios. Jamais pensamos nas indústrias marinhas. Isso é assunto para empresas petroleiras, armadores multibilionários, assuntos alheios ao nosso cotidiano de “seres telúricos” e cidadãos obedientes.

O Mar, no entanto, tão amado e explorado, aproveitado e estudado por outros povos de território exíguo, começa a impor-se aos brasileiros. Todavia as dificuldades ainda são grandes. Todos querem ter um carro, quem quer ter um barco? Ou submarino? Ou uma sonda de profundidade? Quem que trabalhar no mar, ou do mar viver? Quem quer explorá-lo, ou nele comerciar? Quem quer estudá-lo? Quem imagina Grandes Lojas Navegantes repletas de produtos brasileiros viajando os mares, vendendo a cultura, o estilo brasileiro, seus produtos, a música, as artes nacionais, os saberes e sabores, o turismo e a alegre comunicação do brasileiro? Divulgando o Brasil, não vendendo o Brasil.

O transporte marítimo foi e é a base econômica de muitas nações e grupos econômicos fortíssimos, mas nós brasileiros parecemos ignorar isso tudo. Nós não queremos ser forte? Não queremos navegar?Não queremos lembrar que somos filhos de aventureiros, piratas, corsários, e predadores do mundo alheio. É melhor, então, nos considerar escravos, filhos de escravos, de índios arredios às novidades, de mansos empregados do capital alheio, e assim continuar, do que assumir o protagonismo da história universal?

Somos produtores de ferro e cimento, e o concreto e o aço, hoje, são as bases de construção de grandes cargueiros transoceânicos. O Paraná, por exemplo, produz cimento em quantidade. E ferro em quantidade. Possui na orla das suas baías espaço e profundidade pára operar e desenvolver estaleiros para construção de grandes navios feitos de cimento ou aço. Temos madeira, resinas e metais, e tecnologia, e combustíveis alternativos, além do antigo carvão mineral, para desenvolver uma forte prática de transportes fluviais e marítimos. Somos grandes produtores de alimento e grandes exportadores, e não nos interessamos pela construção de Navios, ou em explorar o comércio marítimo a nível universal. Estranho. É antinatural. Não é funcional. É pouco racional. Queremos enfiar a mão na terra, mas não queremos enfiar a mão no mar. É isso?

Quando?... Eu fico me perguntado, quando nós brasileiros construiremos os tais ”Grandes Barcos” em numero suficiente e os colocaremos no mar. Viemos pelo mar, do mar viemos, e por um fenômeno que não sei entender, negamos o mar, negamos a nossa relação com ele, negamos as nossas origens ultramarinas, nossa história de transbordos. Negamos as fazendas marinhas, (possíveis nas enseadas) com imensas criações de peixes e mamíferos marinhos. Negamos a agro-marinha. Negamos o mar, fonte de riquezas como o sal, a água potável, as chuvas, os vegetais comestíveis, proteínas de peixe e mamíferos marinhos, potencial de energia descomunal, depuração ambiental constante, e superfície coberta de três quartas partes do planeta. Essa imensidão não nos interessa? Não acredito. Estamos dormindo?

Solicito às televisões, escolas e outros meios de comunicação, que despertem para o mar. O mar do comercio nacional. O mar do comercio internacional. O mar da pesca. O mar do laser. O mar das criações. O mar do esporte. O mar da energia. O mar das soluções alimentares. O mar do repovoamento. O mar das comunicações entre os continentes. O mar do turismo. O mar da renovação do ar. O mar dos submarinos seres. O mar das relíquias históricas. O mar dos grandes transportes. O mar do petróleo submerso. O mar das cidades flutuantes. O mar das cidades submersas. O mar das minas. O mar evaporado em águas doces. O mar fonte principal das chuvas. O mar das chegadas e das partidas. O mar do hidrogênio. O mar congelado. O mar revoltoso. O mar imenso como o desconhecido dos homens.

wallacereq@gmail.com


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Texto desaparecido ( * 2007)

Um empreendimento de valor insubstituível.


Escrevo para pessoas que tem visão do futuro, esperança e fé. Escrevo para presidentes, governadores, prefeitos e homens públicos, pois o que direi é fruto de bom senso, de prudência, de planejamento em Saúde Social.

Num passado longínquo a mulher estéril era tomada de vergonha, pois dela não se podia esperar o futuro, a solução, a salvação. Ora, se assim é, podemos dizer que o que diremos aqui é fundamentado na reflexão sobre as leis da vida. Imagine um homem que tenha um punhado de sementes. Ele não as plantaria em um único vaso, mas as espalharia em grande área de plantio. Assim também o homem que quer iluminar uma casa não colocaria todas as lâmpadas em um único cômodo ou em um único canto, mas distribuiria as lâmpadas de modo à melhor iluminar toda a casa. Ora, se homens são sementes de esperança e futuro, sementes capazes de criar, devemos então espalhá-los pelo território todo, para que dêem fruto e possam, com suas luzes, iluminar o chão.

Estou dizendo que a criação de cidades como empreendimento social, cidades pequenas, estruturadas e com algum planejamento urbano, viabilidade e sustentabilidade é ou são um empreendimento social de valor inestimável capaz de garantir a saúde social de toda a humanidade. Essa distribuição das populações pelo solo brasileiro devolveria ao Brasil toda a sua vitalidade, toda a sua mobilidade social, toda a sua oxigenação e consciência como povo e nação. As grandes cidades são um cancro tão grave como criar quinhentos leões em uma pequena jaula. As pequenas cidades, em torno de uma igreja, (semeiem Igrejas) que lhes da o necessário suporte moral e sentido do sentir religioso, é o espaço de estudar, crescer, desenvolver e dançar com os braços abertos. O homem precisa de espaço e ar. O homem precisa de horizontes visuais. O homem precisa de contato com as leis da vida, da fertilidade do solo e dos animais. O homem precisa do falar, do ouvir e cantar. O homem precisa do trabalho relacional com a TERRA, SUA MÂE E SUPORTE.

O HOMEM PRECISA RELACIONAR-SE COM DEUS, seu pai e gerador, provedor e autor.

Homens públicos brasileiros prestem a atenção, criem cidades, distritos e espalhem as sementes humanas nos campos. Construam caminhos. A aglutinação é doença social. A aglutinação massiva é morte. A centralização das gentes é o erro maior dos últimos séculos. O homem espalhado é livre, o homem apinhado é escravo. Vamos ao plantio dos homens no território brasileiro, e universal vamos aspergir a água como faz a chuva. Vamos copiar o sol que distribue sua luz. Vamos agir como o vento e os pássaros, espalhando as sementes da esperança. Comunicação sem aglutinação. Partilha sem acumulação. Vitoria sem sangue. Espaço vital habitável. Luzes em toda a casa. Brasil iluminado, habitado, campos plantados, homens brotando o futuro na fé e na esperança ao som e ao tom da caridade.

G. Wallace Requião de Mello e Silva.

Grupo 23 de Outubro.

Tive um sonho, he he he.

G. Wallace Requião de Mello e Silva.

Grupo 23 de Outubro.


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Vaidade, nada mais que vaidade.( 2007)


O G 23 de Outubro foi elevado às alturas.


Ainda não terminou o mês de Março e o G 23, através de seu porta-voz, viveu aventuras indescritíveis. O mês começou com um almoço com D.O.M. Mauro Morelli no Palácio das Araucárias, de quem obtive a oportunidade de beijar o anel apostólico a ele doado pelo Papa Paulo VI, em pessoa. Seguiu-se a aventura com um convite para a festa de aniversário do governador Requião na Granja, mais precisamente à beira do lago da Represa do Irai. Depois um almoço com o ex- governador Rigotto, do Rio Grande do Sul, na casa do governador. Dia 19 de Março o G 23 compareceu a inauguração do 9º unidade da Indústria Providência, em São José dos Pinhais, onde fomos apresentados ao Sr. Joaquim Constantino, amigo do governador, e o maior acionista da Companhia “Gol”, empresa aérea líder no mercado nacional e pudemos trocar algumas palavras simpáticas com o casal de Fundadores das Indústrias Providência. Dia 20 de março o G 23 esteve em Foz do Iguaçu, hotel Bourbon e Cataratas, onde fomos recebidos pelo Presidente da Itaipu; Presidente da Copel; Presidente da Petrobras; Presidente da Eletronorte; Presidente da Copagaz; Governador do Mato Grosso do Sul; Governador do Paraná; e Ministros: Das Minas e Energia; Do Planejamento; e Das Cidades; (e outros que lá estavam presentes, mas com os quais não tivemos contacto) e imaginem vocês, fomos também recebidos (inacreditável) pelo Presidente da Republica que nos ofereceu lugar em sua mesa em suntuoso almoço oferecido pela Itaipu Bi Nacional. Participaram conosco no convite, os deputados federais Rodrigo Rocha Loures (PMDB), e o T Cel. Washington da Policia Militar do Paraná, além de Ministros, Governadores e funcionários do Governo Federal.

Quase ia me esquecendo do almoço anterior, (em Curitiba) não menos importante, com o General de Artilharia da 5º Região, o Gen. Benedetti que se despedia do governador Requião e também da simpática acolhida do Capitão de Mar e Terra, assessor para assuntos de Marinha do Ministério da Defesa, que se encontrava em Foz. Disso tudo resultou novos contactos e possíveis simpatizantes do G 23, e de nosso projeto, que receberão, em breve, um pedido para que possamos iniciar o sistemático correio eletrônico do G 23, destinados aos e-mails que nos disponibilizaram essas atuantes autoridades.

E ainda há aqueles (e eu, infelizmente, me incluo) que desconfiam da Divina Providência.

Wallace Requião de Mello e Silva.

Para o Grupo 23 de Outubro.






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O despertar.


Menino ainda, eu passava as minhas férias no Rio, casa de minha tia Gertrudes, edifício Luxor, na Rua Santa Clara, em Copacabana. Pela manhã, bem cedo, eu ia para a praia para ver o sol nascer, e por vezes testemunhava o despertar da cidade.

Naquele paredão de prédios de fronte ao mar, uma ou outra luz acendia. Vagarosamente os amigos do dia, iam, aos poucos, iluminando as janelas dos prédios num mosaico do despertar. Antes mesmo de todas as janelas se acenderem vinha o sol iluminando tudo, como seu clarão de realidade no testemunho do dia consumado, espantando a noite e seus amantes, vinha, gradativamente os substituindo pelo trabalhar ruidoso do dia.

A imagem não chega a ser poética; mas é real.

Do mesmo modo, desde que começamos a observar as possibilidades do Governador Requião, uma ou outra luz, pequena, tênue, ou brilhante em toda a força de seu esplendor, vêm assim nos dando o testemunho de que é possível a consumação de um dia político glorioso para o Paraná onde, como estrelas no céu, o Cruzeiro do Sul, nos dão os testemunhos, individuais, luminosos, tímidos e ou, solitários das pessoas, como janelas que se acendem na escuridão, e vão preparando o dia que virá, ate que o sol da realidade se mostre pleno, inconfundível nos seus propósitos, inexorável nos seus objetivos, real e palpável como o toque do dedo no voto e o escrutínio do fiscal. Quiçá com a proclamação da posse. Tudo depende de nós e de nossas luzes amigos paranaenses.

Não é muita coisa o que colhemos ate agora. São essas as luzes que preparam, aos poucos, o dia.

O despertar do G 23. Em Agosto de 2007 (que não parou de trabalhar desde então).

O despertar da jornalista Denise Rothenburg, no Correio Braziliense (com Z) em 24 de Fevereiro 2008: “O Governador Roberto Requião do Paraná em breve vai se apresentar como pré-candidato a presidente da Republica”.

O despertar de Pedro Simon, senador gaucho em entrevista ao jornal Gazeta do Povo: “Requião é um baita candidato”.

O despertar da cantora Beth Carvalho, cantora nacionalmente conhecida em entrevista ao Jornal Folha de Londrina quando perguntada sobre a sucessão de Lula: “Requião é ótimo, mas parece que não quer!” (em 17 de Fevereiro de 2008).

O despertar do ex. governador Rigotto, do Rio Grande do Sul: “Tenho simpatia” (em 21 de março de 2008).

O despertar do governador de Santa Catarina Luiz Henrique, durante a entrega de ajuda do Paraná à cidade catarinense de Criciúma devastada por tufão: “Requião é homem para ser Presidente da Republica”

O despertar de Quércia em reunião dos governadores do Sul: “aqui temos três, ou quatro possíveis candidatos à Presidência da Republica”, em entrevista a TV Educativa do Paraná.

O despertar de Joaquim Constantino Neto, maior acionista e Presidente da Empresa Aérea “Gol” que disse: “Requião, como é, estamos dispostos a entrar em uma campanha nacional”

O despertar no Correio da Cidadania, WWW.correiocidadania.com.br\content\view\1344\49\ Roberto Requião Presidente, alternativa para a esquerda. Artigo de Luiz Antonio Magalhães editor de política do DCI e editor assistente do Observatório da Imprensa.

O despertar do HTTP://requiaofanclube.blogspot.com clube dos eleitores do Requião de Maringá, bela cidade do Paraná, que faz um sólido trabalho voluntário pró Requião Presidente em 2010.

Como vemos, sem exagero, e humildade, as luzes começam a acender, para preparar a manhã de mais um dia, na história do Brasil que tanto amamos.

Paraná, será luzeiro, diz o nosso hino. Um estado de amor pelo Brasil.

Wallace Requião de Mello e Silva.

Para o Grupo 23 de outubro.


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Para lembrar os textos que sumiram

Prezados amigos, como vocês sabem tivemos um Blog iniciado em 2006 que vinha fazendo muito sucesso no Brasil. Segundo o Google Analytics já haviamos atingido mais de duas mil cidades. Era um trabalho conjunto do expert Adré Rodrigues, do Jornalista Gustavo D´Aquino, do publicitario Jean Lamour e eu ( ia me esquecendo do grande divulgador o economista Stive Suguimoto). Faziamos com muita alegria e entusiasmo. Derrepente ele sumiu. Tempos depois descobrimos que ele ainda estava disponível no Google Reader, mas foi só descobrir e ele sumiu dali também. Hoje encontrei esse texto de 2006 em forma de imagem e o disponibilizo para vocês. Embora hoje um tanto deslocado. Curta.








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sábado, 3 de novembro de 2012

Prisões cheias ( texto antigo)

Prisões cheias.


Presídios e prisões cheias, o que fazer? Construir novos presídios, e prisões, ou analisar o porquê de tantos crimes, tanta violência, tanto roubo? Ambas as coisas penso eu.

Se a sociedade for comparada a uma fabrica, num instante compreenderemos que, se ao final da linha de produção houver grande numero de produtos defeituosos algo esta indo mal no processo de produção. E a sociedade produz homens. Criminosos são homens que falharam nas suas relações sociais, mas eles são o produto da sociedade que os criou. Por isso, mais do que construir novos barrocões para guardar esses produtos com algum defeito (presídios) a pergunta seria: o que esta acontecendo, onde, em que momento a falha esta ocorrendo na formação dessas pessoas? Na forma inicial (na família, essa união do homem e da mulher que gera vida e lhe molda o caráter, a solidariedade, o servir e ser servido, a responsabilidade e o trabalho, que é tão atacada pela mídia, pelas leis, e pela economia, que lhes diz agora, que é ruim ter filhos que, por conseqüência já nascem rejeitados?), ou nas esteiras de montagens (escolas, igrejas, onde os princípios de convívio social vivido além da família com outros semelhantes devem ser vividos e experimentados com solidariedade, sentimento social de pertença e religiosidade (e moralidade), ou nas oficinas de acabamento (experiências iniciais de emprego e realização de algum trabalho participativo) onde se finaliza o sentido de pertencimento a uma causa social comum, onde se anula a marginalidade, onde se da competência para a manutenção da própria vida e dos familiares no futuro com perspectivas, onde se integra o individuo no cadinho da vida social participativa, onde, muito mais do que inseri-lo na produção de bens e riquezas como escravos do sistema, pois a vida é mais, é a compreensão dos ideais sociais de construção de um povo ordenado e solidário numa nação soberana, num grupo íntimo, participativo e espiritualizado (disse Martin Heidegger) do que o valor econômico da pessoa ou do seu potencial de consumo.

Postos assim os termos verão que: ou reciclamos os indivíduos defeituosos, ou os adequamos a funções alternativas para as quais não foram feitos, mas que circunstancias o levou ao crime, porém, que seus defeitos (que são mecanismo de defesa e sobrevivência) os tornam capazes de execução de missões especiais de interesse social em outras circunstancias. OS EUA já fizeram experiências mandando presidiários para a guerra. Por um momento se fixe nesta idéia de modo que eu possa pular para outro assunto concorrente.

Pois, homem, todo homem, no entanto, é ser vivo e moral, é ser livre e sua reciclagem só é possível com a conversão, (converter= tornar uma coisa em outra), ou seja, com uma auto-mudança voluntaria e radical de seus valores, atos e atitudes, algo que se consegue quase sempre com a religião e o sentimento religioso que nos é via de regra, integrador, dando sentido à vida pessoal em comunidade, dando consciência do pertencimento e identidade com um plano moral, amoroso e final (Fim Ultimo) para a nossa existência.

Cadeias cheias de homens “defeituosos” nas suas relações não é fato exclusivo da modernidade. Já na Sagrada Escritura, encontrávamos as cidades abrigo, aonde iam os condenados, os que cometiam crimes e fugiam os proscritos e rebeldes ou considerados incapazes de viver naquela sociedade. Durante a idade média, como outro exemplo, os presídios eram esvaziados com o desterro, com o envio de homens a quem se oferecia uma oportunidade de liberdade em terras estranhas, em guerras, em aventuras colonizadoras, em viagens marinhas de risco, como foi o caso dos degredados que vieram ao Brasil.

Disso se nos dá assunto para dois novos artigos, a reciclagem do homem enquanto ser moral, ou sua guarda prisional por medida de segurança, dada a inadequação ao convívio com a sociedade, ou o reaproveitamento desses indivíduos defeituosos em outras missões de interesse social, ou ainda como um texto mais aprofundado a ser escrito, sobre a questão da analise de em que pontos a sociedade humana, constituída de famílias estará gerando tanta violência rebeldia e indivíduos defeituosos e como consertá-la tornado-a menos violenta e invasiva.

No entanto para terminar esse texto, julgo interessante propor para o atual presidente, ou para o próximo, (esperamos que seja o Requião) que, se dê aos indivíduos em cárcere, que já cumpriram 30% de suas penas, e não forem reincidentes, e tiverem tido bom comportamento prisional, que se dê a eles e suas famílias, a oportunidade de habitarem cidades especiais, construídas para esse fim na Amazônia, pois que povoariam a faixa constitucional de fronteira ( esta a função social), considerada de segurança nacional (os 150 quilômetros de ária de fronteira), protegendo a Amazônia brasileira desde o Mato grosso, Rondônia, Acre, ate o Amapá. Metade do que se gasta hoje com um preso, seria repassado a ele e suas famílias, como ajuda de custo, de modo que tivessem um suporte inicial dentro de um projeto social comum, vigorando este salário, ao tempo correspondente ao total da pena. Assim essas cidades sem cadeados, que custariam mais baratas que um presídio degradante, e faria função social muito mais importante, prestariam um serviço social de segurança nacional, que é o garantir pela posse e uso o território Amazônico. Nelas, nessas cidades, o que explicarei em outro artigo, haveria, em convívio social, soldados, estudantes pesquisadores voluntários, sacerdotes, cientistas sociais, colonos, nativos e técnicos das mais diversas especialidades para estudar a sustentabilidade ambiental e econômica da região enigma e lhe garantir a posse, elevando ao mesmo tempo o nível social e econômico da região.

Voltaremos ao assunto oportunamente.

Wallace Requião de Mello e Silva.




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O umbigo do umbigo ( ou a vinculação fluvial da América do Sul)

O umbigo do umbigo. ( texto antigo)



Imagine você que, num dado momento, contempla um quebra cabeças, de 100 peças. Depois um de mil. Agora imagine que vocês esta sobre a torre da Telepar, contemplando a cidade, e que aquilo que você vê é um quebra cabeças. Agora em um avião a dez mil metros você contempla boa parte do Paraná. De um satélite, seu campo de visão é ainda maior. No entanto tudo isso não passa do umbigo do umbigo da humanidade diante da imensidão cósmica. O homem, infelizmente, no que diz respeito à técnica, nunca deixou de olhar o próprio umbigo. Olhar o umbigo é contemplar a natureza (a Mãe), olhar para além do umbigo, é contemplar o Pai, Deus criador. Mas essa é outra interessante questão e foge do que queremos escrever aqui.

Todavia, esse zoom, essa “Arte” de olhar o próprio umbigo, nos faz perceber que em diferentes distâncias, focos e ampliações, nós podemos discernir diversas formas de planejamento. Hoje se destaca aquele governo que planeja o comércio, a infra-estrutura, e a comunicação desde uma visão espacial. Esse pseudo “holismo”, ou seja, visão do todo, permite planejar um mundo aparentemente sem fronteiras. E assim, eles (os que têm essa visão) têm feito, e nós os mortais, temos sofrido a ingerência dentro de nossas fronteiras soberanas.

Ilusão ontológica.

Mas não vamos aprofundar, para não chocar. Eu lia, recuperando em meus arquivos, um Jornal Boliviano, “Presencia” datado de sete de Agosto de 1992; quando, me deparei com um interessante artigo escrito por Carlos Trigo Gandarilhas. Titulado “La vinculacion fluvial de Sud America”. Digo que a introdução desse texto estranho, que escrevo para você, introduz, numa maneira lúdica e ótica, esse riquíssimo tema de integração americana. Gandarilhas cita dois documentos bem desconhecidos dos brasileiros: La Convenciôn de Cabotaje (de 1917); e o Convênio de transporte fluvial (Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai e Uruguai), estabelecido em Las Leñas em oito de junho de 1992. Esta claro que quem propôs esses documentos tem uma visão cartográfica precisa, ou melhor, uma visão desde o espaço. Esses documentos defendem que a integração comercial e de circulação seria muito acelerada, se usássemos os rios, uma rede pré-existente de mais de 45 mil quilômetros navegáveis, ligando a Comunidade Latino Americana. Como o transporte fluvial costuma, em todo o planeta, ser muito mais econômico que os outros meios de transporte de cargas, o autor procura mostrar, que seria demorado, caro, e irracional, esperar e investir na construção de uma malha de estradas apenas para defender interesse da indústria automotiva de passeio ou carga (diante de uma crise de combustíveis). Pelo contrario, os rios, haveriam de atender (salvo pela possibilidade de poluição) os interesses sul americanos.

Isso me levou a fazer rápido levantamento dos pontos de intercessão dos diversos rios navegáveis das bacias: A da Prata; do Amazonas; do Paraná e do Orenoco, e num estalo, pode-se ver, que alguns investimentos em (estradas de ferro) canais, portos, e pequenos trechos em rodovias, viabilizariam e incrementariam de uma vez por todas a malha comercial e troca de mercadorias essenciais entre os diversos países envolvidos. Isso também geraria uma demanda interna para as indústrias nacionais de embarcações fluviais e novas espécies de relações comerciais gerando emprego em áreas ribeirinhas. É claro que quando dizemos isso, imediatamente levantam-se contra; os fabricantes de caminhões, os empreiteiros de estradas, os concessionários de pedágio, os donos e armadores de navios marítimos, os eternos intermediadores internacionais de riquezas, os financistas, pois essa interligação da America do Sul pela via natural da malha transportadora dos rios, que foi, e você talvez tenha se esquecido, a via natural de posse do território americano, (pelos rios entramos e pelos rios sobreviveremos), e completaríamos a integração econômica da America Latina. Como se não bastasse levantarão, em protesto, a questão das drogas como impedimento, ou ideologias “estranhas” que seriam impeditivas, como se isso não ocorresse também por estradas ou navios marítimos, ou ainda, pela via aérea.

O autor termina dizendo que embora já exista uma base legal, ela não esta vigente, pois não são normas de imediata aplicação (e ele escrevia em 1992) necessitando-se que as mesmas se comprometam com normas administrativas internas, alfândega, direitos de uso, fiscalização, e garantias ambientais. Passados dezesseis anos muito pouco se fez.

Então eu escrevo isso, para demonstrar que a imprensa, de nosso país, não projeta um ambiente de empreendedorismo sadio, cordial, adequado a integração e a paz com fomento do desenvolvimento das diversas nações sul americanas. Ao invés de pesquisar e discutir esses importantes temas compraz-se em ridicularizar, focar os fracassos, ampliar as misérias da humanidade. Ora todos vão ao banheiro fazer cocô, ninguém dá noticia disso. A imprensa espera, anula tudo o que de bom existe, para esperar que alguém mate, defeque, erre, para que ela possa exercer sua perversão (per-vertere = verter o que esta por baixo).

Não digo isso de maneira generalizada, pois esse artigo que comento li em um jornal de La Paz. O que critico aqui, é que a nossa imprensa carece de Zoom, ou seja, olhar o umbigo do umbigo. O umbigo, todos sabem é uma cicatriz que se forma do cordão umbilical que nos liga a placenta, e o umbigo do umbigo, é o cordão invisível que nos liga á terra. Navegar nesses espaços contribuiria muito para o desenvolvimento de toda a humanidade, pois abriria perspectivas para os empreendedores sul-americanos. Se não for assim, os povos que tem uma visão desde o “espaço” costurarão ou construirão os seus interesses independentes e alheios aos nossos interesses. Quando foi que você viu em nossa imprensa a noticia de um brasileiro ou grupo de brasileiros, que tendo estudado os EUA desde o espaço, decide tomar para si o Colorado, ou explorar as minas e petróleo no Texas, ou urbanizar as planícies geladas do Canadá, mais ao Norte? No entanto você vê na imprensa internacional, projetos sobre o Brasil e outros países latino Americanos totalmente alheios aos seus povos, e as soberanias desses países. Acordem jornais, ajudem ao povo a compreender seus direitos de posse sobre o território, e como e de que maneira podem melhor explorá-lo para o beneficio de todos. Mas para isso é preciso pensar, não apenas, replicar as “agências” de Notícias Internacionais, pois elas fazem o que vocês não fazem, elas defendem os interesses de seus povos, e nós não defendemos os nossos, nós apenas fomentamos a divisão interna.


Wallace Req Req para o G 23 de Outubro;

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Candidato a Presidente da UPE.

Pequena História do Senador Requião por fotos e fatos.


Faz tempo, em 1964, Chapa Afirmação da Liberdade Universitária, vemos que o Requião já disputava a presidência ( UPE União Paranaense de Estudantes). Veja que interessante, eu não conheço todas as pessoas, mas as quatro marcadas com asterisco, sim.

* Requião, advogado, jornalista, deputado, prefeito de Curitiba, Secretario de Estado, duas vezes Senador da República e três vezes Governador do Paraná.

*Maria Arruda, hoje ministra do Supremo Tribunal Federal.

*Juarez Machado, artista mundialmente conhecido e consagrado. Nascido em Joinville e radicado em Paris.

*Frei Dr. Paulo Cesar Botas, curitibano, dominicano, violonista e cantor e escreveu: “Benção de Abril”, Igreja e Política (Vozes 1983) companheiro de Geraldo Vandré, Leonardo Boff e Milton Nascimento, e doutor em Ciências Sociais. Gravou um LP com Milton Nascimento.



Perseverança? Vocação? Qualidade do ensino? Ou estrela? Que turma, hein?






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Os primeiros brasileiros na Europa ( texto antigo)


Os primeiros brasileiros na Europa.


Na sua aula inaugural, a Dra. Antropóloga Claudia Inêz Parellada, do Museu Paranaense, que, ao discorrer sobre a arte indígena, inspirou-me uma nova e interessante pesquisa, cujas pistas iniciais, eu quero delinear aqui.

Quero que você preste muita atenção ao que escrevo neste texto, pois não estamos acostumados a ver e analisar essa possibilidade antropológica, na ótica que vou propor agora.

Quem já imaginou índios e índias norte americanos e sul americanos, incas maias e astecas, passeando pelas ruas de Lisboa, Madrid, Londres ou Paris, lá pelos idos anos de 1500? Mas isso aconteceu, mais de uma vez, e isso é muito importante para os estudiosos. E curioso para os escritores e tema para romancistas. Que impressão eles causaram? Misturaram-se? Quantos formaram famílias na Europa? Que nomes tiveram essas famílias? Quanto tempo eles viveram? Em fim, no que deram, e que destinos tiveram esses troncos humanos ameríndios na Europa quinhentista? Americanos e brasileiros de origem ameríndia estiveram, também, na Índia dos hindus e na China dos Portugueses.

Adriana Lopez é escritora e historiadora pós-graduada pela Universidade de São Paulo. Em seu imperdível livro: “Franceses e Tupinambás na Terra do Brasil” (editora SENAC) ela nos conta as aventuras do navio francês “L´Espoir” que esteve em 1504 em Santa Catarina, e levou para a França o filho muito jovem do cacique Guarani, chamado Esomeriq e um seu pajem chamado Namôa, homem de 35 ou 40 anos ( pagina 21) sendo esses os primeiros catarinenses que se tem noticia foram levados para a Europa. É muito interessante. O que teria acontecido com eles? Será que um descendente desse jovem, voltou como legitimo alemão, francês ou açoriano?

Noutra passagem ela nos conta e descreve uma “Fête Brasiliénne” em Rouen, ocorrida em 1550, onde 50 índios Tamoios levados à França por comerciantes normandos faziam uma representação (teatral) da vida cotidiana dos índios do Brasil (pagina 93) para convencer aos franceses sobre as vantagens de investirem nas viagens marítimas para o Brasil.

O missionário Jean de Léry nos conta que as primeiras mulheres francesas só chegaram ao Brasil em 1556 em companhia de Bois de Comte, e eram apenas cinco, e ate essa data, os corsários, os exploradores e o “sindicato” faziam o comercio carnal com as índias, assim como também os portugueses. O Barão de itararé, ao contrario do que eu pensava, chega a afirmar que na America os franceses se contaminaram do “Mal Frances” a sífilis, o que é novidade, e essa doença desconhecida da Europa ate então, seria uma doença originalmente americana. Podemos supor e concluir que os chamados “lançados” (degredados) homens que eram abandonados nas costas marinhas do Brasil, produziram mestiços, que provavelmente, enquanto filhos de europeus tiveram, também, a oportunidade de embarque para a Europa.

O Doutor em História Francisco Drombroski em sua História das Américas nos conta que Gaspar de Corte Real, português, levou, em 1500, um grupo de 57 índios oriundos do Canadá (Terra Nova) para Portugal (pag. 248 volume IV) sendo esses mais um grupo de americanos na Europa.

Apenas esses dois autores aqui citados falam já em 109 ameríndios levados para a Europa nos primeiros anos. Quando eu estiver mais aprofundado na pesquisa, voltarei descrevendo outros relatos de viagem e cronistas da America que também falam de numerosos índios embarcados para a Europa e Oriente, abrindo assim uma hipótese genealógica e cultural, bem pouco considerada ou conhecida. Sabe-se, por exemplo, que foram os índios que introduziram o uso de redes de dormir na marinha portuguesa e francesa.



Wallace Requião de Mello e Silva

Para o G 23 de Outubro.

Assista a TV Educativa e consulte a página do Governo do Paraná na Internet.




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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Visão parcial de Karl Marx sobre a Companhia das Indias Orientais.

O texto abaixo é atribuído a Karl Marx. É curioso pois ele sendo judeu filho de uma família  de Rabinos, e casado com a Baronesa ,em momento algum fala que as três companhias das Índias Orientais, inglesa, francesa e holandesa (a mais antiga delas 1600) era uma iniciativa de comerciantes judeus  de origem holandeses, francessa e inglesa, embora a francesa envolvia por motivos especiais desde o inicio o Estado Francês.


Se os leitores do Grupo G23 lessem um pouco mais sobre o Império Britânico mas Índias, compreenderiam melhor o que esta acontecendo no Brasil;
Mas por agora é suficiente essa reflexão, onde supostamente Karl Marx limpa a cara dos comerciantes judeus dissimulando os verdadeiros propósitos da Companhia.


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A Companhia das Índias Orientais: sua história e as consequências de sua actividade

Karl Marx

Junho 1853



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Escrito: 24 de Junho de 1853

Primeira Edição: Artigo publicado no New Tork Daily Tribune.

Fonte: amavelmente cedido por GeoEconomia.

Tradução: Jason Borba.

HTML de José Braz para o Marxist Internet Archive.





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Os debates sobre a moção de lorde Stanley visando protelar a adoção de medidas legislativas sobre a Índia foram reapresentadas nesta noite. Pela primeira vez desde 1783, a questão indiana torna-se uma questão ministerial na Inglaterra. Porque disso?



As verdadeiras origens da Companhia das Índias Orientais não remontam a uma época anterior ao ano de 1702, em que diferentes sociedades, aspirantes ao monopólio do comércio com essa parte do mundo, fundiram-se em uma única companhia. Até então, a existência mesma da originária Companhia das índias Orientais viu-se em perigo em várias oportunidades: ela foi suspensa durante anos sob o protetorado de Cromwell e uma outra vez ameaçada de dissolução total pela intervenção do Parlamento sob o reino de Guilhrme III. Foi portanto sob a ascensão deste príncipe holandês, no tempo em que os whigs tornaram-se os fazendeiros do Império Britânico, em que o Banco da Inglaterra nasceu, em que o sistema protecionista foi firmemente enraizado na Inglaterra e o equilíbrio europeu definitivamente estabelecido, que a existência da Companhia das Índias Orientais foi reconhecida pelo Parlamento. Esta era de aparente liberdade foi em realidade a era dos monopólios, não criados pelas patentes reais como no tempo de Elisabeth e de Charles I, mas autorizados e reconhecidos como de interesse nacional pelo Parlamento. Esta época da história da Inglaterra apresenta de fato uma extrema semelhança com a época de Louis-Philippe na França, com a velha aristocracia proprietária de terras derrotada e a burguesia incapaz de tomar seu lugar a não ser sob a bandeira da plutocracia, dito de outra forma, da"haute finance".



A Companhia das Índias Orientais excluia o povo comum do tráfico com a Índia, ao mesmo tempo que a Câmara dos Comuns o excluia da representação parlamentar. Nesse caso, como em muitos outros, vimos a primeira vitória decisiva da bourgeoisie sobre a aristocracia feodal sendo acompanhada da mais pronunciada reação contra o povo, fenômeno que conduziu mais de um escritor popular, como Cobbett, a procurar a liberdade do povo mais no passado do que no devir.



A união entre a monarquia constitucional e os magnatas monopolistas da finança, entre a Companhia das Índias Orientais e a"gloriosa" revolução de 1688, foi favorecida pela mesma força graças a qual os capitais liberais e as dinastias liberais reuniram-se e combinaram-se, em todos os tempos e países: pela força da corrupção, o motor da monarquia constitucional, o anjo guardião de Guilherme III e o gênio mal de Louis-Philippe. Ressalta das enquetes parlamentares que, desde 1693, as despesas anuais da Companhia das Índias Orientais, no capítulo dos"dotes" aos homens no poder, os quais raramente chegavam acima de 1.200 libras antes da revolução, atingiam a soma de 90.000 libras esterlinas. O duque de Leeds foi submetido a acusação por uma propina de 5.000 libras esterlinas, e o próprio virtuoso rei convencido a levar 10.000. Além desses fatos de corrupção, não havia escrúpulos em vencer as companhias rivais emprestando ao Governo somas enormes a baixos juros e comprando os diretores rivais.



Para obter seu poder, a Companhia das Índias Orientais devia corromper o Governo, assim como fazia o Banco da Inglaterra, e para mantê-lo, essa Companhia devia recorrer a novas corrupções, como também o fazia o Banco da Inglaterra. Em qualquer época, quando seu monopólio expirava, ela só podia obter a renovação de sua Carta oferencendo novos empréstimos e novos presentes ao Governo.



De potência comercial, os eventos da Guerra dos Sete Anos fizeram da Companhia das Índias Orientais uma potência militar e territorial. É nessa época que foram fincados os fundamentos do Império Britânico no Oriente. As ações da Companhia ascenderam a 263 libras esterlinas e os dividendos eram distribuídos à taxa de 12,5%. Mas a Companhia viu então surgir um novo inimigo, não mais sob a forma de sociedades rivais, mas sob a de ministros rivais e de uma nação rival. Alegava-se que o território da Companhia havia sido conquistado com a ajuda da frota britânica e dos exércitos britânicos, e que nenhum sujeito britânico poderia deter a soberania territorial independente da Corôa. Os ministros de então e a nação reclamaram sua parte dos"fabulosos tesouros" que a Companhia supostamente detinha graças às últimas conquiestas. A companhia só mantinha sua existência devido a um acordo obtido em 1767 em virtude do qual ela deveria destinar anualmente 400.000 libras esterlinas ao Tesouro.



Mas a Companhia das Índias Orientais, em lugar de cumprir seu compromisso, em lugar de pagar um tributo à nação inglesa, encontrava-se prisioneira de dificuldades financeiras, fazendo um apelo ao Parlamento para dele obter uma ajuda pecuniária. A consequência desse encaminhamento foram sérias modificações na Carta. Os negócios da Companhia não melhoraram a despeito de sua nova condição, e para a nação inglesa, tendo ao mesmo tempo perdido suas colônias na América do Norte, fez-se sentir mais e mais universalmente a necessidade de conquistar em outros lugares um vasto império colonial. O célebre Fox acreditava vindo o momento, em 1783, para baixar seu famoso bill sobre a Índia, que propunha abolir os Conselhos de Diretores e dos acionistas, e concentrar todo o governo da Índia nas mãos de sete comissários nomeados pelo Parlamento. Graças à influência pessoal de um rei imbecil (George III) sobre a Câmara dos Lordes, o projeto de Fox foi rejeitado, o que permitiu derrubar o gabinete de coalizão de Fox e de lord North, então no poder, e de colocar o famoso Pitt à testa do Governo. Pitt fez, em 1784, adotar pelas duas Câmaras um projeto de lei, visando à criação do Bureau de controle, composto de seis membros do Conselho privado, encarregados de"verificar, observar e controlar todos os atos, operações e negócios de algum modo relativos à adminstração civil e militar, ou às receitas de territórios e possessões da Companhia das Índias Orientais".



Mill, o historiador, disse a esse respeito:"Ao adotar essa lei, perseguia-se dois objetivos. Para não ser acusado de inspirar-se em motivo odioso atribuído ao projeto de M. Fox, era necessário fazer crer que os diretores detinham o essêncial do poder. No interesse ministerial era necessário que em realidade o poder lhes fosse retirado completamente. O projeto de M. Pitt pretendia distinguir-se do de seu rival na medida que um retirava o poder dos diretores enquanto o outro o deixava quase inteiro. Segundo a lei de M. Fox, os poderes dos ministros podiam ser reconhecidos de modo tácito. Em virtude da lei de M. Pitt, eles os detinham em segredo e em fraude. A lei de M. Fox transferia o poder da Companhia aos comissários nomeados pelo Parlamento. A lei de M. Pitt o transferia aos comissários nomeados pelo rei."



Assim, os anos de 1783 e 1784 foram os primeiros, e até o presente os únicos, em que a questão da Índia tornou-se uma questão ministerial. O bill de M. Pitt uma vez votado, a carta da Companhia das Índias Orientais foi renovada e a questão da Índia colocada de lado por vinte anos. Mas em 1813 a guerra contra os Jacobinos e em 1833 o projeto de reforma recentemente adotado prevalesceram sobre todas as outras questões políticas.



Esta é a primeira razão que impediu a questão da Índia de tornar-se uma grande questão política depois e antes de 1784: antes dessa data, a Companhia tinha toda primazia em defender sua existência e sua importância; após essa data, a oligarquia tinha absorvido todos os poderes que poderia assumir sem incorrer em responsabilidade; e ulteriormente, o povo inglês se encontrava, na própria ocasião da renovação da carta, em 1813 e em 1833, absorvido por outras questões mais importantes.



Temos agora que olhar as coisas de um outro ponto de vista. A Companhia das Índias Orientais havia começado por estabelecer simplesmente feitorias para seus agentes e entrepostos para suas mercadorias. Afim de protegê-los, ela ergueu fortes. Se bem que desde 1689 ela tenha alimentado o desejo de estabelecer suas possessões na Índia e de fazer da renda tirada dessas províncias uma das fontes de lucros, até 1744, no entanto, ela não havia adquirido senão alguns distritos sem importância em torno de Bombaim, Madras e Cálcuta. A guerra que estourou em seguida no Carnatic (Índia meridional) teve como efeito tornar a Companhia, após diversas lutas, praticamente soberana desta parte da Índia. Bem mais consideráveis foram os resultados da guerra de Bengala e da vitória de Clive: a ocupação de fato de Bengala, do Bihar e de Orissa. No fim do Século XVII e nos primeiros anos do século presente situam-se as guerras com Tippo-Sahib, que tiveram por consequência um grande crescimento do poder dos conquistadores e uma imensa extensão do sistema de subvenções. No curso da segunda dezena de anos do Século XIX, a Inglaterra obteve enfim pela primeira vez uma fronteira cômoda, conquistando uma faixa desértica na fronteira da Índia. Antes dessa época o império britânico no oriente não chegou às partes da Ásia que haviam sido desde há muito tempo a sede de todo grande poder central na Índia. Mas o ponto mais vulnerável do Império, por onde a Índia tinha sido invadida em todas as vezes que antigos conquistadores foram expulsos por novos, a barreira das fronteiras ocidentais, não estavam ainda nas mãos dos britânicos. Durante o período compreendido entre 1838 e 1849, no curso das guerras com os Sikhs e com os Afegãos, a dominação britânica estabeleceu-se definitivamente nas fronteiras etnográficas, políticas e militares do continente de toda as Índias orientais, graças à anexação pela força do Pandjab e do Sind. Possessões indispensáveis para rechaçar toda força de invasão vinda da Ásia central e indispensáveis contra a Rússia em marcha para as fronteiras da Pérsia. No curso desse último decênio, um território de 167.000 milhas quadradas, com uma população de 8.572.630 almas, foi adicionada ao território da Índia britânica. Quanto à situação interior do país, todos os estados indigenas se encontravam doravante assimilados pelas possessões britânicas, submetidos à suzerania britânica sob formas variadas, e separados do litoral, à excessão do Goundjarate e do Sind. Quanto a suas relações exteriores, tinham acabado para sempre. E é somente após 1849 que o grande Império Anglo-Indiano Unido passou a existir.



O governo britânico combateu assim, sob o nome da Companhia, durante dois séculos, até que fossem enfim alcançados os limites naturais da Índia. Nós compreendemos no presente porque durante todo esse tempo todos os partidos na Inglaterra guardaram um silêncio cúmplice, mesmo aqueles que tinham decidido esperar para depois que o arrondissement do Império Inglês Unido na Índia estivesse concluído, para que melhor lhes aprouvesse suas hipócritas lamentações pacifistas. Bem entendido, era necessário antes ter a Índia para submetê-la em seguida a sua austera filantropia. Nós compreendemos agora a mudança ocorrida no modo de colocar a questão da Índia no presente ano de 1853, comparativamente a todos os precedentes períodos de renovação da Carta.



Tomemos um outro ponto de vista. Nós compreenderemos bem melhor a natureza particular da crise envolvendo a legislação indiana, ao passar em revista a história das relações comerciais britânicas com a Índia, nas suas diferentes fases.



No seu início, sob o reino de Elisabeth, a Companhia das Índias Orientais foi autorizada, para que exercesse melhor seu comércio com a Índia, a exportar 30.000 libras esterlinas, em prata e/ou em moedas estrangeiras. Isso feria todos os preceitos da época, e Thomas Mun, fazendo uma exposição dos fundamentos do"sistema mercantil" em um"Discurso sobre o comércio da Inglaterra com as Índias", e nele admitindo que os metais preciosos eram a única riqueza real que um país poderia possuir, foi forçado a sustentar, ao mesmo tempo, que sua exportação podia ser tolerada sem temor uma vez que o balanço de pagamentos pendia em favor da nação exportadora. Ele assegurava também que a maioria dos bens importados das Índias Orientais eram re-exportados para outros países, donde se obtinha uma quantidade de numerário bem maior que a necessária para pagar por essas mercadorias da Índia. No mesmo espírito, sir Josiah Child escrevia um"Tratado no qual é demonstrado que o comércio das Índias Orientais é o mais nacional de todos os comércios estrangeiros". Pouco a pouco, os partidários da Companhia das Índias Orientais tornaram-se mais audaciosos e pode-se notar, como uma curiosidade nessa estranha história indiana, que os monopólios do comércio na Índia foram os primeiros apóstolos do livre cambismo na Inglaterra.



Novamente a intervenção parlamentar foi reclamada com respeito da Companhia das Índias Orientais, não pelo pessoal do comércio, mas pela classe industrial em todo o decorrer dos últimos anos do Século XVII e durante a maior parte do XVIII; foi então proclamado que a importação de tecidos de algodão e de sedas das Índias Orientais arruinariam as pobres manufaturas inglesas. Essa opinião foi avançada na obra de John Pollexfen intitulada"A incompatibilidade da política manufatureira da Inglaterra e das Índias Orientais" (Londres, 1697), um título estranhamente confirmado um século e meio mais tarde, mas num sentido totalmente diferente. O Parlamento interviu então. Pelos atos 11 e 12 Guilherme III, capítulo 10, o porte de sedas manufaturadas e de peças impressas ou tingidas, importadas da Índia, da Pérsia e da China, foi proibida e toda pessoa que as possuissem ou vendessem eram passíveis de uma multa de 200 libras esterlinas. Leis análogas foram promulgadas sob George I, II e III em consequência das lamentações reiteradas dos manufatureiros brutânicos, tão"esclarecidos". Assim, ddurante a maior parte do Século XVIII os produtos manufaturados indianos foram geralmente importados pela Inglaterra para serem vendidos no continente, estando excluídos do próprio mercado inglês.



Outra intervenção parlamentar nos negócios das Índias Orientais era solicitada pelos ávidos manufatureiros da metrópole por época de cada renovação da carta pelos mercadores de Londres, Liverpool e Bristol, para que esforços fossem feitos para destruir o monopólio comercial da Companhia e para participar nesse comércio, considerado como uma verdadeira mina de ouro. Como consequência desses esforços, uma disposição foi introduzida no ato de 1773, extendendo a carta da Companhia até primeiro de março de 1814, pela qual as pessoas privadas britânicas estavam autorizadas a exportar para as Índias e os empregados da Companhia a importar para Inglaterra quase toda espécie de mercadorias. Mas essa concessão continha condições que aniquilavam seus efeitos em relação às exportações de mercadorias pelos mercadores privados na Índia. Em 1813, a Companhia foi incapaz de resistir à pressão de vastos meios comerciais e, se o monopólio do comércio com a China era mantido, o comércio com a Índia foi aberto à livre concorrência, sob certas restrições. Na renovação da carta de 1833, estas últimas foram enfim descartadas, a Companhia se viu proibida a todo gênero de comércio, seu caráter comercial lhe foi retirado, assim como seu previlégio de banir os cidadãos britânicos do território indiano.



Nesse meio tempo o comércio das Índias Orientais tinha sofrido três sérias modificações, alterando totalmente a atitude das diversas classes na Inglaterra. Durante todo o Século XVIII os tesouros que afluiam da Índia para a Inglaterra eram bem menos o fruto de um comércio comparativamente insignificante do que da exploração direta deste país e das fortunas colossais que lhe eram extorquidas e tranferidas para a Inglaterra. Em pouquíssimo tempo, após 1813, o comércio com a Índia mais que triplicou. Mas isso não era tudo. O caráter inteiro desse comércio tinha mudado. Até 1813 a Índia havia sido principalmente um país exportador, tornando-se agora importador, e essa progressão foi tão rápida que desde 1823 a taxa de câmbio que havia geralmente sido de 2 shillings e seis pences por rúpia havia caído para dois. A Índia, o grande atelier do cotonifício para o mundo todo desde tempos imemoriais, se encontrava agora inundada de fios e de tecidos de algodão ingleses. Com seus produtos excluídos da Inglaterra, ou admitidos somente sob as mais duras condições, ela agora via afluir para dentro de sua economia os manufaturados ingleses, gravados de um direito módico, puramente nominal, para a ruina de sua indústria de algodão outrora tão célebre. Em 1780 o valor dos produtos, incluídos os artigos manufaturados, alcançavam apenas 386.152 libras esterlinas e o das exportações de numerário durante o mesmo ano somavam 15.041 libras, para um valor total das exportações de 12.648.616 libras esterlinas, de sorte que o comércio indiano não representava senão 1/32 da cifra dos negócios de todo o comércio exterior. Em 1850 o total das exportações da Granbretanha e da Irlanda para a Índia eram de 8.024.000 libras esterlinas, em que unicamente a parte dos manufaturados de algodão chegavam a 5.220.000 libras, representando assim mais de um oitavo do valor das exportações totais da Granbretanha e mais de um quarto do valor de seu comércio exterior de manufaturados de algodão. Mas no presente a manufatura do algodão empregava um oitavo da população britânica e contribuia com um doze avos no conjunto da renda nacional. Após cada crise comercial o comércio das Índias Orientais assumia uma importância cada vez mais essencial para os manufatureiros do algodão inglês, e o continente das Índias Orientais tornava-se de fato seu melhor escoadouro. Na medida em que a indústria do algodão tornava-se de interesse vital para o edifício social da Granbretanha, as Índias Orientais tornavam-se de interesse vital para a indústria algodoeira britânica.



Até então os interesses da plotocracia que haviam convertido a Índia em sua fortaleza, os da oligarquia que a tinham conquistado com suas armas e os da aristocracia manufatureira que a inundava com seus tecidos de algodão haviam marchado de mãos dadas. Mas mais os industriais da Granbretanha tornavam-se dependentes do mercado indiano, mais eles sentiam a necessidade de criar novas forças produtivas na Ínida, após ter arruinado sua indústria nacional. Não se pode continuar a inundar um país com seus produtos manufaturados a menos que lhe ponha em estado de fornecer algumas mercadorias em retorno. Os industriais descobriram que seu comércio declinava em lugar de crescer. Nos quatro anos precedentes a 1846 as importações da Granbretanha da Índia atingiram 261 milhões de rúpias; para os quatro anos precedentes a 1850 elas não representavam mais que 253 milhões, enquanto que para o primeiro período as exportações eram da cifra de 274 milhões de rúpias e para o último de 254 milhões. Eles descobriram que a capacidade de absorção de suas mercadorias na índia estava reduzida ao último nível e que enquanto o consumo de seus bens nas Índias Ocidentais britânicas estava avaliado em 14 shillings por cabeça anualmente, no Chile em 9 shillings e 3 penses, no Brasil em 6 shillings e 5 penses, em Cuba em 6 shillings e 2 pences, no Perú em 5 shillings e 7 pences, na América Central em 10 pences, na Índia ele alcançava somente aproximadamente de 9 pences. Veio em seguida a colheita de algodão deficitária nos Estados Unidos, que causou aos cotonifícios ingleses uma perda de 11 milhões de libras esterlinas em 1850 e os deixou exasperados de se encontrar dependentes dos Estados Unidos em lugar de tirar algodão bruto suficente das Índias Orientais. Os industriais compreenderam, por outro lado, que em todas as suas tentativas tendo em vista investir capitais na Índia, eles se detinham diante dos obstáculos e desvios das autoridades indianas. A Índia tornou-se assim o campo de batalha do conflito de interesses industriais de uma parte e da plutocracia e da oligarquia de outro. Os manufatureiros, conscientes de sua ascendência na Inglaterra, demandam no presente a aniquilação das forças hostís na Índia, a destruição de todo o antigo aparelho do governo indiano e o eclipse final da Companhia das Índias Orientais.



Nos coloquemos agora no quarto e último ponto de vista a partir do qual a questão indiana deve ser julgada. Depois de 1784 as finanças da Índia se encontram mais e mais em dificuldade. A dívida pública atingiu no presente 50 milhões de libras esterlinas, constatando-se uma diminuição crescente das receitas e um crescimento correspondente das despesas, com o déficit sendo compensado duvidosamente pelas entradas aleatórias da taxa sobre o ópio, atualmente ameaçadas de extinção depois que os Chineses começaram a cultivar eles mesmos a papoula, e agravado ainda pela antecipação dos custos da absurda guerra da Birmânia.



"Nesse estado de coisas, disse M. Dickinson, enquanto a perda de seu Império na Índia arruinaria a Inglaterra, é imposto um esforço ruinoso às nossas próprias finanças por sermos obrigados a protegê-lo"



Mostrei assim porque a questão indiana tornou-se, pela primeira vez desde 1783, uma questão inglesa e uma questão ministerial.
















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domingo, 28 de outubro de 2012

Em Curitiba fica tudo como estava, os gatos ( poderosos) mandando e os ratinhos ( povo) fazendo pose.

E assim é! Teria sido um bom negócio?


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Amor Eterno!


Um amor eternamente?
Pura ilusão que se esvai
O amor chega de repente
e de repente se vai.

Nos percalços da descida,
nos momentos de alegria,
quem não foi, dentro da vida,
poeta, ao menos um dia ?


Argentina de Mello e Silva ( sem data)




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sábado, 27 de outubro de 2012

HETEROFOBICOS E A BÍBLIA

Outro texto que foi lido apenas seis vezes.

OBS: como o sexo é o encontro do sexo masculino com o feminino, no caso de pessoas do mesmo sexo não há verdadeira relação sexual, há sim erotismo. Deste modo chamamos homossensuais e não homossexuais, pois não há sexo entre pessoas do mesmo sexo, mas apenas erotismo e erotismo estéril.

Heterofóbicos, são aqueles que têm aversão ao sexo normal praticado pelos heterossexuais ( homem e mulher numa relação natural).

Bem, numa pesquisa que fizemos encontramos alguns dados:



1) O vício de Sodoma era o homossensualismo, dai o nome sodomita dado aos heterofóbicos ou homossensuais.



2) O fato de a Bíblia mencionar os heterofóbicos e outros graves pecados da sexualidade não significa que os aceita, ou aprova, apenas relata. Pelo contrário, nas escrituras judaicas os heterofóbicos são considerados abomináveis, segundo a Lei de Moisés, e eram punidos com a morte.LV 18,22 “Não te deitarás com um homem como te deitas com uma mulher. É uma abominação” LV 20,13” O homem que se deita com outro homem como se fosse uma mulher, ambos cometem uma abominação, deverão morrer, e o seu sangue cairá sobre eles". Todavia a prática homossexual era freqüente em Israel. Ver nesse sentido LV 20,23; JZ 10,22.
O texto bíblico judeu, descreve sem dissimulações as miséria humanas justamente para melhor sobressair à misericórdia divina, que aqui é didática e restauradora da sociedade. Ter misericórdia (cor, cordis) é ter coração com a miséria para corrigi-la ou saná-la. A sanção é proporcional às conseqüências do pecado.

3) Em Sodoma a descrição do evento onde Ló, sobrinho de Abraão, que propõe à turba de heterofóbicos, suas duas filhas virgens para lhes aplacar a paixão, assim defendendo seus divinos hospedes, mostra como Ló abominava os heterofóbicos.

4) No Novo Testamento, escrituras cristãs, podemos notar a veemência da condenação dos heterofóbicos. Tenha-se em vista os seguintes textos:

Rm 1,26 s “Deus os entregou a paixões alvitantes, suas mulheres mudaram as suas relações naturais por relações contra a natureza, igualmente os homens, deixando a relação natural com a mulher, arderam de desejos uns pelos outros, praticando torpezas homens com homens e recebendo em si mesmos a paga da sua aberração".

1 Cor 6,9s "Não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos iludais! Nem os impudico, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os depravados, nem os sodomitas ( heterofóbicos), nem os efeminados, (...) herdarão o Reino de Deus".

1Tm 1,9-11"Sabemos que a lei não é destinada aos justos, mas aos iníquos e rebeldes, aos ímpios e pecadores, parricidas e matricidas, homicidas, impudicos, pederastas ( heterofóbicos), mercadores de escravos, mentirosos, perjuros e para todo que se oponha à sã doutrina, segundo o Evangelho da Glória do Deus bendito, que me foi confiado".

Como se vê na Bíblia, a palavra pederasta ( pedo= criança e herastes= amor sexual, é sinônimo de Heterofobia, homossexualismo, ou seja, pedofilia e Heterofobia têm as mesmas raízes).

Todavia em diversos documentos oficiais a Igreja distingue a diferença entre tendência heterofóbica e prática heterofóbica. A primeira não é pecaminosa se não praticada, a segunda é abominável.

Os textos bíblicos querem ressaltar que os heterossexuais desde os milênios sem fim, são os colaboradores na obra de Deus em perpetuar a humanidade transmitindo a vida.

Pois a finalidade real do sexo é a transmissão da vida.

Wallacereq@gmail.com



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Um texto que ninguém leu.

Segundo as Estatisticas do Blogger esse texto abaixo não foi lifo por ninguém. Estava publicado desde 2011 no nosso Blog Heterofobicos. De fato não é um texto bom, mas é original e fertil.



Dia Internacional da Mulher 9 Mar 2011, 6:24 am




Dia internacional da mulher.

A mulher que eu tenho por modelo, não é a mulher libertária, mas é a mulher da Fé. A mãe de Jesus Cristo, mulher judia e mãe do cristianismo, por isso considerada mãe da Igreja fundada por ELE. A Igreja tem por mãe uma mulher judia. Nunca esqueça. E Essa MULHER DEU A LUZ AO MUNDO.

Disse um grande teólogo: pode nascer a cabeça de uma mãe e o corpo de outra? Não? Então se Cristo é a cabeça, e nó ssomos o CORPO MISTICO DE CRISTO ( a Igreja), todos nascemos de Maria. Compreendem? Nascemos de uma mulher Judia.


Mas a cada dia que passa eu me entristeço com as mulheres de minha geração. Elas eram as primeiras em rebeldia. Hoje velhas, sozinhas, sem filhos que lhes respeitem, ou netos, pois suas filhas ( quando as tiveram) não quiseram gerar filhos, e há mesmo as que, odeiam os homens, a começar por seus pais.


Encontrei um padre que chegava da Polônia e ele me contou os programas de fertilidade daquele país, que já vê um índice alarmante de queda da fertilidade com decréscimo de sua população. Somem a isso os da Itália, França, Canadá e Uruguai, que são os que eu já ouvi falar... E nós no Brasil assassinamos pelo aborto milhares de crianças. É o mundo que estamos vivendo. Uns querendo filhos, outros os matando.

Mas eu amo as mulheres, a começar por minha mãe, e quero lhes prestar uma homenagem diferente. Fiz uma conta.
Pensei, meu pai e minha mãe tiveram pais e mães, e eles meus avos tiveram pais e mães, e assim por diante. Então eu peguei o texto bíblico que ao discorrer sobre a ascendência de Cristo, fala em 14 gerações. Então vejam: eu, minha mãe e meu pai, meus avos, bisavós etc. até a décima quarta geração somamos trinta e duas mil setecentas e sessenta e seis pessoas ( mais um, eu). Divididas por dois encontrarei o número de homens e mulheres, que viveram, amaram, lutaram, adoeceram e tiveram pelo menos um filho ou filha para que eu pudesse estar aqui no Planeta. Portanto dezesseis mil trezentas e oitenta e três mulheres deram suas vidas para que esse inútil (wallacereq) estivesse aqui escrevendo esse texto.
Como então não amá-las? Esse número somente em 14 gerações. Portanto a maternidade é a chave da vida, e a maternidade, ainda é dos dons femininos o mais precioso e caro para a manutenção da vida. Somente superada em dignidade por aquelas mulheres que ofertam esse precioso dom, em troca do serviço religioso a Deus. Assim quero crer.

Então o que eu amo na mulher? Eu amo na mulher a MATERNIDADE, sem a qual nós não estaríamos aqui. Exagero? Creio que não.

Mas me dei ao trabalho de calcular, apenas para mostrar que não sabemos nada do passado. Você sabe? Então me diga o nome dos casais da décima geração da sua ascendência, por exemplo. Fale-me algo, sobre a vida deles... viu? Você não sabe nada.
Pois é. Eu amo as mulheres (principalmente as santas) e a sua maternidade, potencial ou real, desde o inicio da criação.

Fecundas, amantes de seus filhos, são como estrelas a iluminar a minha sofrida e incompreendida vida.
Uma homenagem especial à mãe de nosso ( meu e dela) filho...Mulher “judia”,...em todos os sentidos. Quero também prestar uma homenagem à mulher que me deu meu primeiro filho ( polonesa), que as seduções da vida nos privaram por confessa omissão.

wallacereq@gmail.com

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O que aconteceu?

No dia de ontem, e na madrugada de hoje mais de trezentos acessos estrangeiros em nosso blog. Só da Australia 82, seguido pelo Canadá, França, Russia,Estados Unidos, Reino Unido, Quirquistão, Turquia e Espoanha,

Nada mudou, apenas publiquei fotos de Renoir. Seria isso? Ou um grande Blog citou algum texto nosso?

Sejam todos muito bem vindos.

OBS: Neste velho computador eu não tenho a tleca de Print Screen, então fico devendo a Imagem dos acessos.

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Miquelangelo * (Michelangelo) a alma da pedra.





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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Renoir...








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terça-feira, 23 de outubro de 2012

Dizer o quê? ( canto do FIM)

Dizer o quê meu Deus, dizer o quê?
Nesta quadra cansada, adormecida,
dizer que amei o mundo, que amei você,
de que adinta, se tudo é despedida?

O que passou a muito não se vê
o que ficou é a magoa conhecida.
Apenas ma saudade hoje se lê
um sonho, uma ilusão, um fim de vida!

Seja esse fim a pérola incrustrada
na concha do silêncio, e assim mais nada
eu possa me dizer- tudo é fugaz!

E lá na etérea legião das luzes
verei as rosas perfumando as cruzes,
e dormirei na solidão da Paz!

Será?

Argentina de Mello e Silva Janeiro de 1984







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Será retirado


O texto Drogas e a Amazônia será retirado hoje




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Feliz aniversário G 23

                                 2007 - 2012
Hoje é aniversário do Grupo de Estudos  23 de Outubro


Cadê o bolo turma?



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