A hora da reforma tributária
Rodrigo Rocha Loures *
Os sólidos fundamentos da economia brasileira foram os grandes responsáveis pela atenuação, entre nós, dos efeitos da crise financeira internacional que varre o mundo desenvolvido e os países em desenvolvimento. Uma confortável posição de reservas externas, uma política cambial ajustada, uma inflação sob controle e um setor financeiro sadio e bem regulado, permitiram ao Brasil enfrentar os percalços da crise com efeitos colaterais razoavelmente administráveis. Fortalecer e consolidar esses fundamentos são uma tarefa que deve transformar-se em compromisso de todos, governo e setor privado.
E esse fortalecimento e essa consolidação passam pelas reformas, uma das quais, e mais urgente, é a reforma tributária. Entendemos que ela deve ser uma prioridade para as atividades do Legislativo e em especial, da Câmara dos Deputados, no período legislativo que se inicia. É improcedente o argumento de que, em virtude da crise econômica, não seria recomendável aprovar uma reforma tributária. Ao contrário, a melhor oportunidade é justamente a da crise, pois possibilita que seu enfrentamento se faça através de correções de caráter permanente, que consolidam e fortalecem os fundamentos da economia, permitindo a criação de condições objetivas para a retomada do crescimento econômico em bases mais sólidas.
No ano passado já avançamos bastante no exame da matéria. Os trabalhos da Comissão Especial da Reforma Tributária, da qual tenho a honra de integrar, foram concluídos no final de outubro do ano passado com a apresentação do parecer do relator, deputado Sandro Mabel, resumindo os fundamentos, os objetivos e as características da reforma tributária. Foram examinadas 14 Propostas de Emenda à Constituição que estão tramitando na Câmara dos Deputados sobre o assunto. Oito audiências públicas discutiram com todos os setores envolvidos os pormenores do projeto. O interesse dos parlamentares ficou expresso na apresentação de 485 emendas, das quais mais de 200 foram acolhidas pelo relator.
O projeto sugere medidas imediatas de desoneração dos investimentos e da folha de salários, redução da cumulatividade, regularização do fluxo de aproveitamento de créditos, mecanismo de aproveitamento automático de créditos acumulados e atenuação do impacto regressivo da tributação do consumo sobre as menores rendas mediante tratamento favorecido dos alimentos da cesta básica, além de um forte impulso à regionalização do desenvolvimento. Tentou-se uma reforma tributária pragmática, moderada, consensual, gradualista, cercada de garantias de respeito aos direitos do contribuinte e acatamento das situações constituídas, compensação de perdas e mecanismos de correção. Estabilidade, previsibilidade, confiabilidade, segurança e gradualismo são as características da proposta, cuja essência foi aceita pela grande maioria dos parlamentares e de seus respectivos partidos.
São mínimos os pontos de discordância, envolvendo principalmente as formas de compensação de perdas aparentes de uns Estados em detrimento de ganhos de outros. Em louvável esforço em favor do consenso e do diálogo, o relator da reforma decidiu apresentar às lideranças partidárias a minuta de uma emenda global aglutinativa, propondo ajustes no substitutivo aprovado pela Comissão Especial. Seu propósito é construir um texto que acomode, na medida do possível, demandas dos partidos da oposição e dos Governadores por alterações, na tentativa de viabilizar um acordo para aprovação da reforma no plenário da Câmara ainda neste semestre.
Esse passo final, para a aceitação da reforma, exigirá a compreensão e o espírito público principalmente da parte dos Governadores dos Estados mais desenvolvidos. No longo prazo, todos ganham. No curto prazo, os que ganham compensam os perdedores eventuais.É indispensável ter a compreensão de que, para que todos ganhem, todos têm que ceder um pouco. Não se chegará a lugar nenhum se todos quiserem sempre ganhar tudo.
* Rodrigo Rocha Loures é deputado federal (PMDB-PR), membro da Comissão Especial da Reforma Tributária da Câmara Federal.
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quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Reforma Tributaria
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Reforma Tributaria
A hora da reforma tributária
Rodrigo Rocha Loures *
Os sólidos fundamentos da economia brasileira foram os grandes responsáveis pela atenuação, entre nós, dos efeitos da crise financeira internacional que varre o mundo desenvolvido e os países em desenvolvimento. Uma confortável posição de reservas externas, uma política cambial ajustada, uma inflação sob controle e um setor financeiro sadio e bem regulado, permitiram ao Brasil enfrentar os percalços da crise com efeitos colaterais razoavelmente administráveis. Fortalecer e consolidar esses fundamentos são uma tarefa que deve transformar-se em compromisso de todos, governo e setor privado.
E esse fortalecimento e essa consolidação passam pelas reformas, uma das quais, e mais urgente, é a reforma tributária. Entendemos que ela deve ser uma prioridade para as atividades do Legislativo e em especial, da Câmara dos Deputados, no período legislativo que se inicia. É improcedente o argumento de que, em virtude da crise econômica, não seria recomendável aprovar uma reforma tributária. Ao contrário, a melhor oportunidade é justamente a da crise, pois possibilita que seu enfrentamento se faça através de correções de caráter permanente, que consolidam e fortalecem os fundamentos da economia, permitindo a criação de condições objetivas para a retomada do crescimento econômico em bases mais sólidas.
No ano passado já avançamos bastante no exame da matéria. Os trabalhos da Comissão Especial da Reforma Tributária, da qual tenho a honra de integrar, foram concluídos no final de outubro do ano passado com a apresentação do parecer do relator, deputado Sandro Mabel, resumindo os fundamentos, os objetivos e as características da reforma tributária. Foram examinadas 14 Propostas de Emenda à Constituição que estão tramitando na Câmara dos Deputados sobre o assunto. Oito audiências públicas discutiram com todos os setores envolvidos os pormenores do projeto. O interesse dos parlamentares ficou expresso na apresentação de 485 emendas, das quais mais de 200 foram acolhidas pelo relator.
O projeto sugere medidas imediatas de desoneração dos investimentos e da folha de salários, redução da cumulatividade, regularização do fluxo de aproveitamento de créditos, mecanismo de aproveitamento automático de créditos acumulados e atenuação do impacto regressivo da tributação do consumo sobre as menores rendas mediante tratamento favorecido dos alimentos da cesta básica, além de um forte impulso à regionalização do desenvolvimento. Tentou-se uma reforma tributária pragmática, moderada, consensual, gradualista, cercada de garantias de respeito aos direitos do contribuinte e acatamento das situações constituídas, compensação de perdas e mecanismos de correção. Estabilidade, previsibilidade, confiabilidade, segurança e gradualismo são as características da proposta, cuja essência foi aceita pela grande maioria dos parlamentares e de seus respectivos partidos.
São mínimos os pontos de discordância, envolvendo principalmente as formas de compensação de perdas aparentes de uns Estados em detrimento de ganhos de outros. Em louvável esforço em favor do consenso e do diálogo, o relator da reforma decidiu apresentar às lideranças partidárias a minuta de uma emenda global aglutinativa, propondo ajustes no substitutivo aprovado pela Comissão Especial. Seu propósito é construir um texto que acomode, na medida do possível, demandas dos partidos da oposição e dos Governadores por alterações, na tentativa de viabilizar um acordo para aprovação da reforma no plenário da Câmara ainda neste semestre.
Esse passo final, para a aceitação da reforma, exigirá a compreensão e o espírito público principalmente da parte dos Governadores dos Estados mais desenvolvidos. No longo prazo, todos ganham. No curto prazo, os que ganham compensam os perdedores eventuais.É indispensável ter a compreensão de que, para que todos ganhem, todos têm que ceder um pouco. Não se chegará a lugar nenhum se todos quiserem sempre ganhar tudo.
* Rodrigo Rocha Loures é deputado federal (PMDB-PR), membro da Comissão Especial da Reforma Tributária da Câmara Federal.
Rodrigo Rocha Loures *
Os sólidos fundamentos da economia brasileira foram os grandes responsáveis pela atenuação, entre nós, dos efeitos da crise financeira internacional que varre o mundo desenvolvido e os países em desenvolvimento. Uma confortável posição de reservas externas, uma política cambial ajustada, uma inflação sob controle e um setor financeiro sadio e bem regulado, permitiram ao Brasil enfrentar os percalços da crise com efeitos colaterais razoavelmente administráveis. Fortalecer e consolidar esses fundamentos são uma tarefa que deve transformar-se em compromisso de todos, governo e setor privado.
E esse fortalecimento e essa consolidação passam pelas reformas, uma das quais, e mais urgente, é a reforma tributária. Entendemos que ela deve ser uma prioridade para as atividades do Legislativo e em especial, da Câmara dos Deputados, no período legislativo que se inicia. É improcedente o argumento de que, em virtude da crise econômica, não seria recomendável aprovar uma reforma tributária. Ao contrário, a melhor oportunidade é justamente a da crise, pois possibilita que seu enfrentamento se faça através de correções de caráter permanente, que consolidam e fortalecem os fundamentos da economia, permitindo a criação de condições objetivas para a retomada do crescimento econômico em bases mais sólidas.
No ano passado já avançamos bastante no exame da matéria. Os trabalhos da Comissão Especial da Reforma Tributária, da qual tenho a honra de integrar, foram concluídos no final de outubro do ano passado com a apresentação do parecer do relator, deputado Sandro Mabel, resumindo os fundamentos, os objetivos e as características da reforma tributária. Foram examinadas 14 Propostas de Emenda à Constituição que estão tramitando na Câmara dos Deputados sobre o assunto. Oito audiências públicas discutiram com todos os setores envolvidos os pormenores do projeto. O interesse dos parlamentares ficou expresso na apresentação de 485 emendas, das quais mais de 200 foram acolhidas pelo relator.
O projeto sugere medidas imediatas de desoneração dos investimentos e da folha de salários, redução da cumulatividade, regularização do fluxo de aproveitamento de créditos, mecanismo de aproveitamento automático de créditos acumulados e atenuação do impacto regressivo da tributação do consumo sobre as menores rendas mediante tratamento favorecido dos alimentos da cesta básica, além de um forte impulso à regionalização do desenvolvimento. Tentou-se uma reforma tributária pragmática, moderada, consensual, gradualista, cercada de garantias de respeito aos direitos do contribuinte e acatamento das situações constituídas, compensação de perdas e mecanismos de correção. Estabilidade, previsibilidade, confiabilidade, segurança e gradualismo são as características da proposta, cuja essência foi aceita pela grande maioria dos parlamentares e de seus respectivos partidos.
São mínimos os pontos de discordância, envolvendo principalmente as formas de compensação de perdas aparentes de uns Estados em detrimento de ganhos de outros. Em louvável esforço em favor do consenso e do diálogo, o relator da reforma decidiu apresentar às lideranças partidárias a minuta de uma emenda global aglutinativa, propondo ajustes no substitutivo aprovado pela Comissão Especial. Seu propósito é construir um texto que acomode, na medida do possível, demandas dos partidos da oposição e dos Governadores por alterações, na tentativa de viabilizar um acordo para aprovação da reforma no plenário da Câmara ainda neste semestre.
Esse passo final, para a aceitação da reforma, exigirá a compreensão e o espírito público principalmente da parte dos Governadores dos Estados mais desenvolvidos. No longo prazo, todos ganham. No curto prazo, os que ganham compensam os perdedores eventuais.É indispensável ter a compreensão de que, para que todos ganhem, todos têm que ceder um pouco. Não se chegará a lugar nenhum se todos quiserem sempre ganhar tudo.
* Rodrigo Rocha Loures é deputado federal (PMDB-PR), membro da Comissão Especial da Reforma Tributária da Câmara Federal.
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sábado, 10 de janeiro de 2009
As grandes plataformas de comércio maritimo II
As grandes plataformas marítimas de comércio.
Um projeto como esse, de envergadura, alcance nacionalista, ou seja, um Bloco anti imperialismo, deve ser proposto e executado gradativamente. Existem alguns empresários paranaenses que possuem navios. Se eles tivessem interesse, e se a Federação das Indústrias, e a do Comercio tivessem o interesse poderiam construir um navio Shopping paranaense.
O armador, ou explorador do transporte faria o navio, os empresários e a indústria comprariam os espaços, e teríamos o primeiro shopping flutuante da America do Sul. Faríamos a experiência comercial primeiramente nos portos Brasileiros. As federações através de sua infra-estrutura fariam a divulgação regional, e o navio, devidamente divulgado seria aberto à visitação de representantes comerciais, empresários do comércio e da indústria em primeiro lugar, e posteriormente à visitação publica de massa. No navio, seriam feitos os negócios, ali haverá alguma hospedagem, cinemas com filmes sobre o Paraná, seu comércio e sua indústria, amostragem de todos os produtos, em todos os níveis, representação dos sindicatos, informações e agencias turísticas, escritório de representação política, etc. e tal.
Esse navio piloto, do Paraná, não só divulgaria o nosso estado, mas haveria de defender e divulgar a idéia da importância de o Brasil ter estaleiros, da importância de outros estados terem suas plataformas de comércio, ate se chegar ao objetivo final, uma circunavegação sul americana com grandes plataformas de Comércio Marítimo internacional, capazes de criar um volume de negócios e consumo interno na America do Sul em volume capaz de nos habilitar para enfrentar os possíveis negócios dos demais blocos econômicos. O Bloco Sul Americano teria essa distinção, um bloco econômico avesso ao governo mundial, respeitando e fortalecendo as nacionalidades.
wallacereq@gmail.com.
Um projeto como esse, de envergadura, alcance nacionalista, ou seja, um Bloco anti imperialismo, deve ser proposto e executado gradativamente. Existem alguns empresários paranaenses que possuem navios. Se eles tivessem interesse, e se a Federação das Indústrias, e a do Comercio tivessem o interesse poderiam construir um navio Shopping paranaense.
O armador, ou explorador do transporte faria o navio, os empresários e a indústria comprariam os espaços, e teríamos o primeiro shopping flutuante da America do Sul. Faríamos a experiência comercial primeiramente nos portos Brasileiros. As federações através de sua infra-estrutura fariam a divulgação regional, e o navio, devidamente divulgado seria aberto à visitação de representantes comerciais, empresários do comércio e da indústria em primeiro lugar, e posteriormente à visitação publica de massa. No navio, seriam feitos os negócios, ali haverá alguma hospedagem, cinemas com filmes sobre o Paraná, seu comércio e sua indústria, amostragem de todos os produtos, em todos os níveis, representação dos sindicatos, informações e agencias turísticas, escritório de representação política, etc. e tal.
Esse navio piloto, do Paraná, não só divulgaria o nosso estado, mas haveria de defender e divulgar a idéia da importância de o Brasil ter estaleiros, da importância de outros estados terem suas plataformas de comércio, ate se chegar ao objetivo final, uma circunavegação sul americana com grandes plataformas de Comércio Marítimo internacional, capazes de criar um volume de negócios e consumo interno na America do Sul em volume capaz de nos habilitar para enfrentar os possíveis negócios dos demais blocos econômicos. O Bloco Sul Americano teria essa distinção, um bloco econômico avesso ao governo mundial, respeitando e fortalecendo as nacionalidades.
wallacereq@gmail.com.
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As grandes plataformas de comércio maritimo II
As grandes plataformas marítimas de comércio.
Um projeto como esse, de envergadura, alcance nacionalista, ou seja, um Bloco anti imperialismo, deve ser proposto e executado gradativamente. Existem alguns empresários paranaenses que possuem navios. Se eles tivessem interesse, e se a Federação das Indústrias, e a do Comercio tivessem o interesse poderiam construir um navio Shopping paranaense.
O armador, ou explorador do transporte faria o navio, os empresários e a indústria comprariam os espaços, e teríamos o primeiro shopping flutuante da America do Sul. Faríamos a experiência comercial primeiramente nos portos Brasileiros. As federações através de sua infra-estrutura fariam a divulgação regional, e o navio, devidamente divulgado seria aberto à visitação de representantes comerciais, empresários do comércio e da indústria em primeiro lugar, e posteriormente à visitação publica de massa. No navio, seriam feitos os negócios, ali haverá alguma hospedagem, cinemas com filmes sobre o Paraná, seu comércio e sua indústria, amostragem de todos os produtos, em todos os níveis, representação dos sindicatos, informações e agencias turísticas, escritório de representação política, etc. e tal.
Esse navio piloto, do Paraná, não só divulgaria o nosso estado, mas haveria de defender e divulgar a idéia da importância de o Brasil ter estaleiros, da importância de outros estados terem suas plataformas de comércio, ate se chegar ao objetivo final, uma circunavegação sul americana com grandes plataformas de Comércio Marítimo internacional, capazes de criar um volume de negócios e consumo interno na America do Sul em volume capaz de nos habilitar para enfrentar os possíveis negócios dos demais blocos econômicos. O Bloco Sul Americano teria essa distinção, um bloco econômico avesso ao governo mundial, respeitando e fortalecendo as nacionalidades.
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Um projeto como esse, de envergadura, alcance nacionalista, ou seja, um Bloco anti imperialismo, deve ser proposto e executado gradativamente. Existem alguns empresários paranaenses que possuem navios. Se eles tivessem interesse, e se a Federação das Indústrias, e a do Comercio tivessem o interesse poderiam construir um navio Shopping paranaense.
O armador, ou explorador do transporte faria o navio, os empresários e a indústria comprariam os espaços, e teríamos o primeiro shopping flutuante da America do Sul. Faríamos a experiência comercial primeiramente nos portos Brasileiros. As federações através de sua infra-estrutura fariam a divulgação regional, e o navio, devidamente divulgado seria aberto à visitação de representantes comerciais, empresários do comércio e da indústria em primeiro lugar, e posteriormente à visitação publica de massa. No navio, seriam feitos os negócios, ali haverá alguma hospedagem, cinemas com filmes sobre o Paraná, seu comércio e sua indústria, amostragem de todos os produtos, em todos os níveis, representação dos sindicatos, informações e agencias turísticas, escritório de representação política, etc. e tal.
Esse navio piloto, do Paraná, não só divulgaria o nosso estado, mas haveria de defender e divulgar a idéia da importância de o Brasil ter estaleiros, da importância de outros estados terem suas plataformas de comércio, ate se chegar ao objetivo final, uma circunavegação sul americana com grandes plataformas de Comércio Marítimo internacional, capazes de criar um volume de negócios e consumo interno na America do Sul em volume capaz de nos habilitar para enfrentar os possíveis negócios dos demais blocos econômicos. O Bloco Sul Americano teria essa distinção, um bloco econômico avesso ao governo mundial, respeitando e fortalecendo as nacionalidades.
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quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Analise essa idéia do PMDB, PR
Analise essa imagem.
Se verdadeiramente queremos a integração sul-americana, e o desenvolvimento sustentável da Amazônia, de tal modo a diminuir a carga de insustentabilidade de outras regiões do país ao mesmo tempo em que programamos grandes programas de recuperação ambiental nas outras diversas regiões dó pais, seria interessante estabelecer a capital federal na Amazônia.
A grande vantagem é o estabelecimento de uma rede fluvial navegável e moderna ligando o Brasil com os demais povos da Região norte da America do Sul.
A segunda necessidade que teríamos, é a conclusão de uma nova lei de cabotagem geral para toda a América do Sul, propiciando o aparecimento de frotas estatais de navios de transporte, e pelo menos uma grande plataforma marítima de comercio para cada um dos países sul-americano, incluído Paraquai e Bolívia. Essas plataformas são escritórios internacionais de comercio, e digamos uma grande loja de produtos, agrícolas e pastoris, industriais, riquezas minerais, culturais e turísticas apresentadas em um grande navio demonstrativo das possibilidades de cada nação. Eles aportariam, de país em país apresentando nos portos, como se fossem áreas de livre comércio (por acordo Internacional objetivo) produtos para serem comercializados entre os irmãos sul Americanos.
Ao Norte a circunavegação da America do Sul, se completa, ou não, pelo Canal do Panamá, e ao Sul, a circunavegação se completa pelo estreito de Magalhães. Um mercado assim estabelecido via fluvial: o petróleo , o álcool e grãos, e via marítima: os demais produtos, criamos um anel de consumo de grandeza considerável.
Finalizando, isso se constituí em imensa economia de combustível. Não esqueça, o mundo dependerá dos navios.
wallacereq@gmail.com para o Grupo G23
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Analise essa idéia do PMDB, PR
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Se verdadeiramente queremos a integração sul-americana, e o desenvolvimento sustentável da Amazônia, de tal modo a diminuir a carga de insustentabilidade de outras regiões do país ao mesmo tempo em que programamos grandes programas de recuperação ambiental nas outras diversas regiões dó pais, seria interessante estabelecer a capital federal na Amazônia.
A grande vantagem é o estabelecimento de uma rede fluvial navegável e moderna ligando o Brasil com os demais povos da Região norte da America do Sul.
A segunda necessidade que teríamos, é a conclusão de uma nova lei de cabotagem geral para toda a América do Sul, propiciando o aparecimento de frotas estatais de navios de transporte, e pelo menos uma grande plataforma marítima de comercio para cada um dos países sul-americano, incluído Paraquai e Bolívia. Essas plataformas são escritórios internacionais de comercio, e digamos uma grande loja de produtos, agrícolas e pastoris, industriais, riquezas minerais, culturais e turísticas apresentadas em um grande navio demonstrativo das possibilidades de cada nação. Eles aportariam, de país em país apresentando nos portos, como se fossem áreas de livre comércio (por acordo Internacional objetivo) produtos para serem comercializados entre os irmãos sul Americanos.
Ao Norte a circunavegação da America do Sul, se completa, ou não, pelo Canal do Panamá, e ao Sul, a circunavegação se completa pelo estreito de Magalhães. Um mercado assim estabelecido via fluvial: o petróleo , o álcool e grãos, e via marítima: os demais produtos, criamos um anel de consumo de grandeza considerável.
Finalizando, isso se constituí em imensa economia de combustível. Não esqueça, o mundo dependerá dos navios.
wallacereq@gmail.com para o Grupo G23
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quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Lições do passado.
Lembrando fatos do passado. (escrito em 1996)
Natal à bala.
Lendo nos jornais as últimas notícias sobre os acontecimentos no Peru envolvendo a embaixada do Japão fico preocupado. Sim a violência é sempre escandalizante, ninguém a deseja. Mas, com humildade devemos reconhecer que há na vida situações onde não se apresentam outras soluções do que as vias de fato, que o soco, o tiro.
Não, eu não desejo isto para ninguém, mas todos acharão se procurarem no seu passado uma ou outra situação onde foram obrigados a recorrer às “vias de fato”, e eu me pergunto não estão os peruanos certos?
Em 1988 tive a oportunidade de percorrer por terra todo o território peruano de Tacna ao sul à Tumbes no norte, e fiquei maravilhado com as riquezas minerais do Peru. Maravilhei-me principalmente ao norte na região petroleira, ao ver as maquinas bombearem petróleo no meio do deserto sem precisarem de uma só pessoa para lhes controlar o serviço. A rarefeita população da região encontra-se na miséria. Lembro-me que o Peru tinha a gasolina mais barata de toda a América e carecia de automóveis e caminhões. Não sou geólogo, mas percorri, com curiosidade, um pouco sobre o “Abrégé de Géologie de Leparrent” e depois enriquecido com algumas notícias históricas das minas do Peru, ou melhor, do Vice Reino de Lima, sei que não erro, agora, em pleno 1996, no que vou afirmar. O Peru é uma potência mineralógica.
Em 1988 já sentia o contraste social da região, a opulência de Lima,(com arredores miseráveis) onde fiquei em Mira Flores , e Arequipa próximo ao vulcão Misti. Regiões ricas em contraste aos “pueblos”, com suas pessoas vestidas tipicamente, carentes de equipamentos, andarilhos sofridos pisando solo riquíssimo. Na região de Tacna fiquei chocado com a atitude de mulheres vestidas com farda militar e terço (uma terça parte do Rosário) nas mãos a examinar grosseiramente e aos berros as “índias”, segundo o que entendi para frustrar o contrabando. Vi que aqueles terços na mão e a estupidez eram propositais, de modo a fazer a população pobre perder a confiança nos seus lideres católicos. Sim isto é muito importante, pois na terra de Santos como Turíbio de Mongrovejo, a Igreja é um obstáculo para a indiscriminada exploração internacionalista e uma fonte de fomento à consciência da injustiça social sofrida.
Dormi naquela aduana e vi para meu espanto, durante toda a noite gigantescos caminhões mineradores cruzarem a fronteira, poucos quilômetros fora da aduana, possivelmente carregados com milhares de toneladas de contrabando mineral, enquanto as “índias” eram responsabilizadas por “perigoso” contrabando e crime de lesa pátria. Como estrangeiro calei-me. Entendi no meu coração como eu tinha razão sobre o objetivo do estúpido tratamento sofrido pelos povos índios. Senti o cheiro da corrupção.
Aos poucos o Japão ( um dos países ricos mais carentes de matéria prima mineral) foi aumentando sua influência junto às elites governantes peruanas, já antes da eleição de Fujimori. Com sua eleição, carros japoneses e motos invadem o mercado local, como no passado, portugueses trocavam e hipnotizava com bugigangas os índios “in terra brasilis”, do mesmo modo enquanto motos, carros, projetos e promessas de riqueza e desenvolvimento, amorteciam as consciências das elites peruanas, dos universitários, dos mais esclarecidos da nação, que passaram então a servir mais abertamente aos interesses internacionalistas.
O povo, a massa dos incultos, dizem os civilizados, basta controlar os seus nascimentos, e desaparecerão.
Porém, aqui no Brasil homens como J. W. Bautista, ou Cel. Roberto Monteiro, denunciam a existência de uma jurisprudência internacional que vem permitindo a “ intervenção armada ” dos EUA em outras nações, tais como: no Panamá, Colômbia, Haiti ,etc. Por esse motivo temo, apenas como hipótese, que os Estados Unidos, não diretamente, como política de estado, estejam “financiando” os guerrilheiros peruanos para justificar mais uma intervenção armada na América do Sul, para controle comercial e reserva de direitos sobre o subsolo.
Batista, em documento enviado para mim, pela Deputada Federal Socorro Gomes, diz que o G7 não poderia suportar a eclosão de mais uma potência industrial- energética ao sul do equador, exceto, se ela se desenvolvesse sobe total domínio comercial destas nações chamadas principais. (hoje 2208, fala-se em G 20) (mas entre elas também há hierarquia de privilégios, e uma nação, comerá aos poucos as outras)
Você que esta por dentro do assunto, não acha que o caso se assemelha ao brasileiro? Entrega total dos recursos minerais? E veja o leitor, procure saber, se informar, pesquise, sobre o caso da Venezuela, do Peru, da Colômbia, dos recentes acontecimentos no pólo industrial de Córdoba onde existem as maiores minas da Argentina e igualmente as recentes derrocadas propositais dos sustentáculos da economia genuinamente brasileira, que, com sua política monetária de subserviência assegurada artificialmente por acordo internacional de preços, tem o poder de criar o clima de opinião pública para abrir as jazidas do petróleo brasileiro, o subsolo, o potencial hidro-energético, impedindo o Brasil de ser, ou poder vir a ser, num futuro bem próximo, uma grande nação com o melhor poder natural de barganha no planeta.
Não, eles dirão: o G7 não pode se submeter a tal situação. Os Tupiniquins brasileiros não podem distribuir as cartas sobre a mesa das negociações dos ricos. Peruanos tampouco.
Desejo sucesso aos peruanos que amam o Peru, desejo sucesso aos brasileiros que amam o Brasil, desejo sucesso à toda pessoa que entende que uma fronteira nacional é um conceito que garante plena soberania sobre o que se possui, como nação , sendo sua primeira função social organizar os bens da sociedade, e assim organizam a sociedade doméstica e internacional, garantindo o bem comum em trocas justas, os direitos mais fundamentais dos indivíduos em solo pátrio e do povo enquanto nação. Uma fronteira é um bem dos mais desejáveis, que cabe e se justifica, em certas ocasiões, ser defendido, ainda que à bala (vide história da humanidade e do Brasil invadido tantas vezes). Se no Peru, na hipótese de estes guerrilheiros não estarem servindo de justificativa à intervenção armada dos paises ricos em território peruano, eu, mesmo sem entender suas principais expectativas, mas, observo pelas noticias de jornais, que no grupo de reféns na Embaixada Japonesa existem grande número de empresários de países tradicionalmente exploradores de minérios, desejo-lhes, (que estão fazendo lá?) pois se o motivo dos peruanos for o verdadeiro nacionalismo e o sagrado amor à pátria e ao, seu povo, desejo aos Peruanos um glorioso sucesso e feliz natal.
Ainda que, infelizmente, no Natal, a festa da redenção da humanidade, a festa do amor as coisas ainda se resolvam à bala. Mas lembre-se que enquanto Jesus nascia Herodes, mandava perseguir e matar toda criança suspeita de ser Jesus. Seduzia aos Reis Magos a fim de obter o paradeiro do Justo para matá-lo. Jesus era e é a Justiça, e aquelas crianças que morreram, ficaram conhecidas como pequenos santos mártires. Primogênitos entre os mártires da Terra que lutam por justiça e respeito à autodeterminação dos povos no seio da Verdade Cristã Latino Americana. Feliz natal, diria o Cristo, aos que são perseguidos por causa de mim.
Wallace Requião de Mello e Silva.
Natal à bala.
Lendo nos jornais as últimas notícias sobre os acontecimentos no Peru envolvendo a embaixada do Japão fico preocupado. Sim a violência é sempre escandalizante, ninguém a deseja. Mas, com humildade devemos reconhecer que há na vida situações onde não se apresentam outras soluções do que as vias de fato, que o soco, o tiro.
Não, eu não desejo isto para ninguém, mas todos acharão se procurarem no seu passado uma ou outra situação onde foram obrigados a recorrer às “vias de fato”, e eu me pergunto não estão os peruanos certos?
Em 1988 tive a oportunidade de percorrer por terra todo o território peruano de Tacna ao sul à Tumbes no norte, e fiquei maravilhado com as riquezas minerais do Peru. Maravilhei-me principalmente ao norte na região petroleira, ao ver as maquinas bombearem petróleo no meio do deserto sem precisarem de uma só pessoa para lhes controlar o serviço. A rarefeita população da região encontra-se na miséria. Lembro-me que o Peru tinha a gasolina mais barata de toda a América e carecia de automóveis e caminhões. Não sou geólogo, mas percorri, com curiosidade, um pouco sobre o “Abrégé de Géologie de Leparrent” e depois enriquecido com algumas notícias históricas das minas do Peru, ou melhor, do Vice Reino de Lima, sei que não erro, agora, em pleno 1996, no que vou afirmar. O Peru é uma potência mineralógica.
Em 1988 já sentia o contraste social da região, a opulência de Lima,(com arredores miseráveis) onde fiquei em Mira Flores , e Arequipa próximo ao vulcão Misti. Regiões ricas em contraste aos “pueblos”, com suas pessoas vestidas tipicamente, carentes de equipamentos, andarilhos sofridos pisando solo riquíssimo. Na região de Tacna fiquei chocado com a atitude de mulheres vestidas com farda militar e terço (uma terça parte do Rosário) nas mãos a examinar grosseiramente e aos berros as “índias”, segundo o que entendi para frustrar o contrabando. Vi que aqueles terços na mão e a estupidez eram propositais, de modo a fazer a população pobre perder a confiança nos seus lideres católicos. Sim isto é muito importante, pois na terra de Santos como Turíbio de Mongrovejo, a Igreja é um obstáculo para a indiscriminada exploração internacionalista e uma fonte de fomento à consciência da injustiça social sofrida.
Dormi naquela aduana e vi para meu espanto, durante toda a noite gigantescos caminhões mineradores cruzarem a fronteira, poucos quilômetros fora da aduana, possivelmente carregados com milhares de toneladas de contrabando mineral, enquanto as “índias” eram responsabilizadas por “perigoso” contrabando e crime de lesa pátria. Como estrangeiro calei-me. Entendi no meu coração como eu tinha razão sobre o objetivo do estúpido tratamento sofrido pelos povos índios. Senti o cheiro da corrupção.
Aos poucos o Japão ( um dos países ricos mais carentes de matéria prima mineral) foi aumentando sua influência junto às elites governantes peruanas, já antes da eleição de Fujimori. Com sua eleição, carros japoneses e motos invadem o mercado local, como no passado, portugueses trocavam e hipnotizava com bugigangas os índios “in terra brasilis”, do mesmo modo enquanto motos, carros, projetos e promessas de riqueza e desenvolvimento, amorteciam as consciências das elites peruanas, dos universitários, dos mais esclarecidos da nação, que passaram então a servir mais abertamente aos interesses internacionalistas.
O povo, a massa dos incultos, dizem os civilizados, basta controlar os seus nascimentos, e desaparecerão.
Porém, aqui no Brasil homens como J. W. Bautista, ou Cel. Roberto Monteiro, denunciam a existência de uma jurisprudência internacional que vem permitindo a “ intervenção armada ” dos EUA em outras nações, tais como: no Panamá, Colômbia, Haiti ,etc. Por esse motivo temo, apenas como hipótese, que os Estados Unidos, não diretamente, como política de estado, estejam “financiando” os guerrilheiros peruanos para justificar mais uma intervenção armada na América do Sul, para controle comercial e reserva de direitos sobre o subsolo.
Batista, em documento enviado para mim, pela Deputada Federal Socorro Gomes, diz que o G7 não poderia suportar a eclosão de mais uma potência industrial- energética ao sul do equador, exceto, se ela se desenvolvesse sobe total domínio comercial destas nações chamadas principais. (hoje 2208, fala-se em G 20) (mas entre elas também há hierarquia de privilégios, e uma nação, comerá aos poucos as outras)
Você que esta por dentro do assunto, não acha que o caso se assemelha ao brasileiro? Entrega total dos recursos minerais? E veja o leitor, procure saber, se informar, pesquise, sobre o caso da Venezuela, do Peru, da Colômbia, dos recentes acontecimentos no pólo industrial de Córdoba onde existem as maiores minas da Argentina e igualmente as recentes derrocadas propositais dos sustentáculos da economia genuinamente brasileira, que, com sua política monetária de subserviência assegurada artificialmente por acordo internacional de preços, tem o poder de criar o clima de opinião pública para abrir as jazidas do petróleo brasileiro, o subsolo, o potencial hidro-energético, impedindo o Brasil de ser, ou poder vir a ser, num futuro bem próximo, uma grande nação com o melhor poder natural de barganha no planeta.
Não, eles dirão: o G7 não pode se submeter a tal situação. Os Tupiniquins brasileiros não podem distribuir as cartas sobre a mesa das negociações dos ricos. Peruanos tampouco.
Desejo sucesso aos peruanos que amam o Peru, desejo sucesso aos brasileiros que amam o Brasil, desejo sucesso à toda pessoa que entende que uma fronteira nacional é um conceito que garante plena soberania sobre o que se possui, como nação , sendo sua primeira função social organizar os bens da sociedade, e assim organizam a sociedade doméstica e internacional, garantindo o bem comum em trocas justas, os direitos mais fundamentais dos indivíduos em solo pátrio e do povo enquanto nação. Uma fronteira é um bem dos mais desejáveis, que cabe e se justifica, em certas ocasiões, ser defendido, ainda que à bala (vide história da humanidade e do Brasil invadido tantas vezes). Se no Peru, na hipótese de estes guerrilheiros não estarem servindo de justificativa à intervenção armada dos paises ricos em território peruano, eu, mesmo sem entender suas principais expectativas, mas, observo pelas noticias de jornais, que no grupo de reféns na Embaixada Japonesa existem grande número de empresários de países tradicionalmente exploradores de minérios, desejo-lhes, (que estão fazendo lá?) pois se o motivo dos peruanos for o verdadeiro nacionalismo e o sagrado amor à pátria e ao, seu povo, desejo aos Peruanos um glorioso sucesso e feliz natal.
Ainda que, infelizmente, no Natal, a festa da redenção da humanidade, a festa do amor as coisas ainda se resolvam à bala. Mas lembre-se que enquanto Jesus nascia Herodes, mandava perseguir e matar toda criança suspeita de ser Jesus. Seduzia aos Reis Magos a fim de obter o paradeiro do Justo para matá-lo. Jesus era e é a Justiça, e aquelas crianças que morreram, ficaram conhecidas como pequenos santos mártires. Primogênitos entre os mártires da Terra que lutam por justiça e respeito à autodeterminação dos povos no seio da Verdade Cristã Latino Americana. Feliz natal, diria o Cristo, aos que são perseguidos por causa de mim.
Wallace Requião de Mello e Silva.
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Economia e Politica.
Lições do passado.
Lembrando fatos do passado. (escrito em 1996)
Natal à bala.
Lendo nos jornais as últimas notícias sobre os acontecimentos no Peru envolvendo a embaixada do Japão fico preocupado. Sim a violência é sempre escandalizante, ninguém a deseja. Mas, com humildade devemos reconhecer que há na vida situações onde não se apresentam outras soluções do que as vias de fato, que o soco, o tiro.
Não, eu não desejo isto para ninguém, mas todos acharão se procurarem no seu passado uma ou outra situação onde foram obrigados a recorrer às “vias de fato”, e eu me pergunto não estão os peruanos certos?
Em 1988 tive a oportunidade de percorrer por terra todo o território peruano de Tacna ao sul à Tumbes no norte, e fiquei maravilhado com as riquezas minerais do Peru. Maravilhei-me principalmente ao norte na região petroleira, ao ver as maquinas bombearem petróleo no meio do deserto sem precisarem de uma só pessoa para lhes controlar o serviço. A rarefeita população da região encontra-se na miséria. Lembro-me que o Peru tinha a gasolina mais barata de toda a América e carecia de automóveis e caminhões. Não sou geólogo, mas percorri, com curiosidade, um pouco sobre o “Abrégé de Géologie de Leparrent” e depois enriquecido com algumas notícias históricas das minas do Peru, ou melhor, do Vice Reino de Lima, sei que não erro, agora, em pleno 1996, no que vou afirmar. O Peru é uma potência mineralógica.
Em 1988 já sentia o contraste social da região, a opulência de Lima,(com arredores miseráveis) onde fiquei em Mira Flores , e Arequipa próximo ao vulcão Misti. Regiões ricas em contraste aos “pueblos”, com suas pessoas vestidas tipicamente, carentes de equipamentos, andarilhos sofridos pisando solo riquíssimo. Na região de Tacna fiquei chocado com a atitude de mulheres vestidas com farda militar e terço (uma terça parte do Rosário) nas mãos a examinar grosseiramente e aos berros as “índias”, segundo o que entendi para frustrar o contrabando. Vi que aqueles terços na mão e a estupidez eram propositais, de modo a fazer a população pobre perder a confiança nos seus lideres católicos. Sim isto é muito importante, pois na terra de Santos como Turíbio de Mongrovejo, a Igreja é um obstáculo para a indiscriminada exploração internacionalista e uma fonte de fomento à consciência da injustiça social sofrida.
Dormi naquela aduana e vi para meu espanto, durante toda a noite gigantescos caminhões mineradores cruzarem a fronteira, poucos quilômetros fora da aduana, possivelmente carregados com milhares de toneladas de contrabando mineral, enquanto as “índias” eram responsabilizadas por “perigoso” contrabando e crime de lesa pátria. Como estrangeiro calei-me. Entendi no meu coração como eu tinha razão sobre o objetivo do estúpido tratamento sofrido pelos povos índios. Senti o cheiro da corrupção.
Aos poucos o Japão ( um dos países ricos mais carentes de matéria prima mineral) foi aumentando sua influência junto às elites governantes peruanas, já antes da eleição de Fujimori. Com sua eleição, carros japoneses e motos invadem o mercado local, como no passado, portugueses trocavam e hipnotizava com bugigangas os índios “in terra brasilis”, do mesmo modo enquanto motos, carros, projetos e promessas de riqueza e desenvolvimento, amorteciam as consciências das elites peruanas, dos universitários, dos mais esclarecidos da nação, que passaram então a servir mais abertamente aos interesses internacionalistas.
O povo, a massa dos incultos, dizem os civilizados, basta controlar os seus nascimentos, e desaparecerão.
Porém, aqui no Brasil homens como J. W. Bautista, ou Cel. Roberto Monteiro, denunciam a existência de uma jurisprudência internacional que vem permitindo a “ intervenção armada ” dos EUA em outras nações, tais como: no Panamá, Colômbia, Haiti ,etc. Por esse motivo temo, apenas como hipótese, que os Estados Unidos, não diretamente, como política de estado, estejam “financiando” os guerrilheiros peruanos para justificar mais uma intervenção armada na América do Sul, para controle comercial e reserva de direitos sobre o subsolo.
Batista, em documento enviado para mim, pela Deputada Federal Socorro Gomes, diz que o G7 não poderia suportar a eclosão de mais uma potência industrial- energética ao sul do equador, exceto, se ela se desenvolvesse sobe total domínio comercial destas nações chamadas principais. (hoje 2208, fala-se em G 20) (mas entre elas também há hierarquia de privilégios, e uma nação, comerá aos poucos as outras)
Você que esta por dentro do assunto, não acha que o caso se assemelha ao brasileiro? Entrega total dos recursos minerais? E veja o leitor, procure saber, se informar, pesquise, sobre o caso da Venezuela, do Peru, da Colômbia, dos recentes acontecimentos no pólo industrial de Córdoba onde existem as maiores minas da Argentina e igualmente as recentes derrocadas propositais dos sustentáculos da economia genuinamente brasileira, que, com sua política monetária de subserviência assegurada artificialmente por acordo internacional de preços, tem o poder de criar o clima de opinião pública para abrir as jazidas do petróleo brasileiro, o subsolo, o potencial hidro-energético, impedindo o Brasil de ser, ou poder vir a ser, num futuro bem próximo, uma grande nação com o melhor poder natural de barganha no planeta.
Não, eles dirão: o G7 não pode se submeter a tal situação. Os Tupiniquins brasileiros não podem distribuir as cartas sobre a mesa das negociações dos ricos. Peruanos tampouco.
Desejo sucesso aos peruanos que amam o Peru, desejo sucesso aos brasileiros que amam o Brasil, desejo sucesso à toda pessoa que entende que uma fronteira nacional é um conceito que garante plena soberania sobre o que se possui, como nação , sendo sua primeira função social organizar os bens da sociedade, e assim organizam a sociedade doméstica e internacional, garantindo o bem comum em trocas justas, os direitos mais fundamentais dos indivíduos em solo pátrio e do povo enquanto nação. Uma fronteira é um bem dos mais desejáveis, que cabe e se justifica, em certas ocasiões, ser defendido, ainda que à bala (vide história da humanidade e do Brasil invadido tantas vezes). Se no Peru, na hipótese de estes guerrilheiros não estarem servindo de justificativa à intervenção armada dos paises ricos em território peruano, eu, mesmo sem entender suas principais expectativas, mas, observo pelas noticias de jornais, que no grupo de reféns na Embaixada Japonesa existem grande número de empresários de países tradicionalmente exploradores de minérios, desejo-lhes, (que estão fazendo lá?) pois se o motivo dos peruanos for o verdadeiro nacionalismo e o sagrado amor à pátria e ao, seu povo, desejo aos Peruanos um glorioso sucesso e feliz natal.
Ainda que, infelizmente, no Natal, a festa da redenção da humanidade, a festa do amor as coisas ainda se resolvam à bala. Mas lembre-se que enquanto Jesus nascia Herodes, mandava perseguir e matar toda criança suspeita de ser Jesus. Seduzia aos Reis Magos a fim de obter o paradeiro do Justo para matá-lo. Jesus era e é a Justiça, e aquelas crianças que morreram, ficaram conhecidas como pequenos santos mártires. Primogênitos entre os mártires da Terra que lutam por justiça e respeito à autodeterminação dos povos no seio da Verdade Cristã Latino Americana. Feliz natal, diria o Cristo, aos que são perseguidos por causa de mim.
Wallace Requião de Mello e Silva.
Natal à bala.
Lendo nos jornais as últimas notícias sobre os acontecimentos no Peru envolvendo a embaixada do Japão fico preocupado. Sim a violência é sempre escandalizante, ninguém a deseja. Mas, com humildade devemos reconhecer que há na vida situações onde não se apresentam outras soluções do que as vias de fato, que o soco, o tiro.
Não, eu não desejo isto para ninguém, mas todos acharão se procurarem no seu passado uma ou outra situação onde foram obrigados a recorrer às “vias de fato”, e eu me pergunto não estão os peruanos certos?
Em 1988 tive a oportunidade de percorrer por terra todo o território peruano de Tacna ao sul à Tumbes no norte, e fiquei maravilhado com as riquezas minerais do Peru. Maravilhei-me principalmente ao norte na região petroleira, ao ver as maquinas bombearem petróleo no meio do deserto sem precisarem de uma só pessoa para lhes controlar o serviço. A rarefeita população da região encontra-se na miséria. Lembro-me que o Peru tinha a gasolina mais barata de toda a América e carecia de automóveis e caminhões. Não sou geólogo, mas percorri, com curiosidade, um pouco sobre o “Abrégé de Géologie de Leparrent” e depois enriquecido com algumas notícias históricas das minas do Peru, ou melhor, do Vice Reino de Lima, sei que não erro, agora, em pleno 1996, no que vou afirmar. O Peru é uma potência mineralógica.
Em 1988 já sentia o contraste social da região, a opulência de Lima,(com arredores miseráveis) onde fiquei em Mira Flores , e Arequipa próximo ao vulcão Misti. Regiões ricas em contraste aos “pueblos”, com suas pessoas vestidas tipicamente, carentes de equipamentos, andarilhos sofridos pisando solo riquíssimo. Na região de Tacna fiquei chocado com a atitude de mulheres vestidas com farda militar e terço (uma terça parte do Rosário) nas mãos a examinar grosseiramente e aos berros as “índias”, segundo o que entendi para frustrar o contrabando. Vi que aqueles terços na mão e a estupidez eram propositais, de modo a fazer a população pobre perder a confiança nos seus lideres católicos. Sim isto é muito importante, pois na terra de Santos como Turíbio de Mongrovejo, a Igreja é um obstáculo para a indiscriminada exploração internacionalista e uma fonte de fomento à consciência da injustiça social sofrida.
Dormi naquela aduana e vi para meu espanto, durante toda a noite gigantescos caminhões mineradores cruzarem a fronteira, poucos quilômetros fora da aduana, possivelmente carregados com milhares de toneladas de contrabando mineral, enquanto as “índias” eram responsabilizadas por “perigoso” contrabando e crime de lesa pátria. Como estrangeiro calei-me. Entendi no meu coração como eu tinha razão sobre o objetivo do estúpido tratamento sofrido pelos povos índios. Senti o cheiro da corrupção.
Aos poucos o Japão ( um dos países ricos mais carentes de matéria prima mineral) foi aumentando sua influência junto às elites governantes peruanas, já antes da eleição de Fujimori. Com sua eleição, carros japoneses e motos invadem o mercado local, como no passado, portugueses trocavam e hipnotizava com bugigangas os índios “in terra brasilis”, do mesmo modo enquanto motos, carros, projetos e promessas de riqueza e desenvolvimento, amorteciam as consciências das elites peruanas, dos universitários, dos mais esclarecidos da nação, que passaram então a servir mais abertamente aos interesses internacionalistas.
O povo, a massa dos incultos, dizem os civilizados, basta controlar os seus nascimentos, e desaparecerão.
Porém, aqui no Brasil homens como J. W. Bautista, ou Cel. Roberto Monteiro, denunciam a existência de uma jurisprudência internacional que vem permitindo a “ intervenção armada ” dos EUA em outras nações, tais como: no Panamá, Colômbia, Haiti ,etc. Por esse motivo temo, apenas como hipótese, que os Estados Unidos, não diretamente, como política de estado, estejam “financiando” os guerrilheiros peruanos para justificar mais uma intervenção armada na América do Sul, para controle comercial e reserva de direitos sobre o subsolo.
Batista, em documento enviado para mim, pela Deputada Federal Socorro Gomes, diz que o G7 não poderia suportar a eclosão de mais uma potência industrial- energética ao sul do equador, exceto, se ela se desenvolvesse sobe total domínio comercial destas nações chamadas principais. (hoje 2208, fala-se em G 20) (mas entre elas também há hierarquia de privilégios, e uma nação, comerá aos poucos as outras)
Você que esta por dentro do assunto, não acha que o caso se assemelha ao brasileiro? Entrega total dos recursos minerais? E veja o leitor, procure saber, se informar, pesquise, sobre o caso da Venezuela, do Peru, da Colômbia, dos recentes acontecimentos no pólo industrial de Córdoba onde existem as maiores minas da Argentina e igualmente as recentes derrocadas propositais dos sustentáculos da economia genuinamente brasileira, que, com sua política monetária de subserviência assegurada artificialmente por acordo internacional de preços, tem o poder de criar o clima de opinião pública para abrir as jazidas do petróleo brasileiro, o subsolo, o potencial hidro-energético, impedindo o Brasil de ser, ou poder vir a ser, num futuro bem próximo, uma grande nação com o melhor poder natural de barganha no planeta.
Não, eles dirão: o G7 não pode se submeter a tal situação. Os Tupiniquins brasileiros não podem distribuir as cartas sobre a mesa das negociações dos ricos. Peruanos tampouco.
Desejo sucesso aos peruanos que amam o Peru, desejo sucesso aos brasileiros que amam o Brasil, desejo sucesso à toda pessoa que entende que uma fronteira nacional é um conceito que garante plena soberania sobre o que se possui, como nação , sendo sua primeira função social organizar os bens da sociedade, e assim organizam a sociedade doméstica e internacional, garantindo o bem comum em trocas justas, os direitos mais fundamentais dos indivíduos em solo pátrio e do povo enquanto nação. Uma fronteira é um bem dos mais desejáveis, que cabe e se justifica, em certas ocasiões, ser defendido, ainda que à bala (vide história da humanidade e do Brasil invadido tantas vezes). Se no Peru, na hipótese de estes guerrilheiros não estarem servindo de justificativa à intervenção armada dos paises ricos em território peruano, eu, mesmo sem entender suas principais expectativas, mas, observo pelas noticias de jornais, que no grupo de reféns na Embaixada Japonesa existem grande número de empresários de países tradicionalmente exploradores de minérios, desejo-lhes, (que estão fazendo lá?) pois se o motivo dos peruanos for o verdadeiro nacionalismo e o sagrado amor à pátria e ao, seu povo, desejo aos Peruanos um glorioso sucesso e feliz natal.
Ainda que, infelizmente, no Natal, a festa da redenção da humanidade, a festa do amor as coisas ainda se resolvam à bala. Mas lembre-se que enquanto Jesus nascia Herodes, mandava perseguir e matar toda criança suspeita de ser Jesus. Seduzia aos Reis Magos a fim de obter o paradeiro do Justo para matá-lo. Jesus era e é a Justiça, e aquelas crianças que morreram, ficaram conhecidas como pequenos santos mártires. Primogênitos entre os mártires da Terra que lutam por justiça e respeito à autodeterminação dos povos no seio da Verdade Cristã Latino Americana. Feliz natal, diria o Cristo, aos que são perseguidos por causa de mim.
Wallace Requião de Mello e Silva.
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segunda-feira, 10 de novembro de 2008
Estados Irmãos da Amazônia.

Estados irmãos na Amazônia.

O que escrevo aqui não é uma realidade, é uma idéia.
Todos sabem que o Paraná tam alguns estados irmãos, por exemplo; Ohio nos Estados Unidos, e Hyogo no Japão. Trata-se de acordos culturais, comerciais e tecnológicos que visam estabelecer o estreitamento das relações bilaterais entre estados irmãos. Mas porque firmamos acordos com estados estrangeiros e não firmamos acordos entre os diversos estados nacionais?
Preste atenção: pouco mais de 58% do território nacional, é formado pela Amazônia Legal. Grande parte desse território é ainda considerado território de desbravamento, carece portanto, de habitantes, tecnologia e eficientes meios de comunicação. São nove (9) os estados que formam a Amazônia Legal. Eles carecem muitas vezes de recursos humanos, tecnologia, energia e recursos materiais para o seu desenvolvimento sustentável, preservação de suas riquezas econômicas e ambientais e fiscalização de suas imensas fronteiras. Outros estados da federação já estão em adiantado estágio, possuem densa população, tecnologia agrícola e pecuária, e ambiental e tem condições de ajudar na ocupação formal desse território brasileiro internacionalmente tão cobiçado, e poderiam assim participar dos estudos de viabilidade , da fiscalização e preservação da Amazônia Nacional e ate, contribuindo com contingentes de estudantes, profissionais de pesquisa e liberais, colonos, populações urbanas e soldados, operários especializados etc. Somos 27 estados federados. Excluídos os estados amazônicos, restam dezoito estados federados, ou seja, dois estados para cada um dos estados amazônicos.
Acabo de ler o livro de. Messias Modesto dos Passos, titulado “Amazônia: Teledetecção”, se acrescermos os dados iniciais deste interessante livro aos dados do Atlas Cartográfico do Brasil (IBGE) elaborado encima dos dados colhidos pelo Radam, em mais de duas décadas, e dados já disponíveis no Google World, concluo que já de há alguns anos, se tem cientifica base de estudos para o aproveitamento mineral, (incluindo petróleo), vegetal, hídrico, agrícola e pecuário, químico, sem ofender a floresta e seus recursos hídricos. Esses 58% do território nacional não se compõe só de florestas mas de diversos tipos de solo, e clima, propiciando inúmeros diferentes projetos de viabilidade econômica sustentável, úteis para os naturais da Amazônia e aos demais brasileiros. Poderíamos escolher as áreas pela sua vocação, e vinculá-las aos seus estados irmãos correspondentes. Poderíamos criar uma “diferenciação fiscal” entre estados irmãos, de modo que houvesse facilidade no uso de recursos públicos e no intercambio de mercadorias ou matéria prima. Em primeiro lugar, assumiriam o protocolo de intenções os estados, e com recursos oficiais, vincularíamos sistematicamente os diferentes projetos em acordo com os governos dos estados amazônicos. Tudo interligado por uma rede especializada de televisão estatal, que daria publicidade e transparência a tudo.
Poderíamos, sem duvida, contribuir para o melhor conhecimento desse outro Brasil, o Brasil Amazônico que os brasileiros dos centros urbanos, máxime os do sul, nem ao menos se interessam em conhecer. Daí, vermos, na imprensas, noticias alarmantes de secas na Amazônia mostradas como se fossem grande novidade, quando secas e cheias alarmantes são fenômenos amazônicos bem comuns, e desde muito, para não dizer séculos, bem conhecidos.
Ninguém ama o que não conhece, e o brasileiro dos centros urbanos, via de regra desconhece a Amazônia Nacional, por isso não a ama. E por desconhece-la não se mobiliza para protege-la.
Wallace Requião de Mello e Silva.
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Estados Irmãos da Amazônia.

Estados irmãos na Amazônia.

O que escrevo aqui não é uma realidade, é uma idéia.
Todos sabem que o Paraná tam alguns estados irmãos, por exemplo; Ohio nos Estados Unidos, e Hyogo no Japão. Trata-se de acordos culturais, comerciais e tecnológicos que visam estabelecer o estreitamento das relações bilaterais entre estados irmãos. Mas porque firmamos acordos com estados estrangeiros e não firmamos acordos entre os diversos estados nacionais?
Preste atenção: pouco mais de 58% do território nacional, é formado pela Amazônia Legal. Grande parte desse território é ainda considerado território de desbravamento, carece portanto, de habitantes, tecnologia e eficientes meios de comunicação. São nove (9) os estados que formam a Amazônia Legal. Eles carecem muitas vezes de recursos humanos, tecnologia, energia e recursos materiais para o seu desenvolvimento sustentável, preservação de suas riquezas econômicas e ambientais e fiscalização de suas imensas fronteiras. Outros estados da federação já estão em adiantado estágio, possuem densa população, tecnologia agrícola e pecuária, e ambiental e tem condições de ajudar na ocupação formal desse território brasileiro internacionalmente tão cobiçado, e poderiam assim participar dos estudos de viabilidade , da fiscalização e preservação da Amazônia Nacional e ate, contribuindo com contingentes de estudantes, profissionais de pesquisa e liberais, colonos, populações urbanas e soldados, operários especializados etc. Somos 27 estados federados. Excluídos os estados amazônicos, restam dezoito estados federados, ou seja, dois estados para cada um dos estados amazônicos.
Acabo de ler o livro de. Messias Modesto dos Passos, titulado “Amazônia: Teledetecção”, se acrescermos os dados iniciais deste interessante livro aos dados do Atlas Cartográfico do Brasil (IBGE) elaborado encima dos dados colhidos pelo Radam, em mais de duas décadas, e dados já disponíveis no Google World, concluo que já de há alguns anos, se tem cientifica base de estudos para o aproveitamento mineral, (incluindo petróleo), vegetal, hídrico, agrícola e pecuário, químico, sem ofender a floresta e seus recursos hídricos. Esses 58% do território nacional não se compõe só de florestas mas de diversos tipos de solo, e clima, propiciando inúmeros diferentes projetos de viabilidade econômica sustentável, úteis para os naturais da Amazônia e aos demais brasileiros. Poderíamos escolher as áreas pela sua vocação, e vinculá-las aos seus estados irmãos correspondentes. Poderíamos criar uma “diferenciação fiscal” entre estados irmãos, de modo que houvesse facilidade no uso de recursos públicos e no intercambio de mercadorias ou matéria prima. Em primeiro lugar, assumiriam o protocolo de intenções os estados, e com recursos oficiais, vincularíamos sistematicamente os diferentes projetos em acordo com os governos dos estados amazônicos. Tudo interligado por uma rede especializada de televisão estatal, que daria publicidade e transparência a tudo.
Poderíamos, sem duvida, contribuir para o melhor conhecimento desse outro Brasil, o Brasil Amazônico que os brasileiros dos centros urbanos, máxime os do sul, nem ao menos se interessam em conhecer. Daí, vermos, na imprensas, noticias alarmantes de secas na Amazônia mostradas como se fossem grande novidade, quando secas e cheias alarmantes são fenômenos amazônicos bem comuns, e desde muito, para não dizer séculos, bem conhecidos.
Ninguém ama o que não conhece, e o brasileiro dos centros urbanos, via de regra desconhece a Amazônia Nacional, por isso não a ama. E por desconhece-la não se mobiliza para protege-la.
Wallace Requião de Mello e Silva.
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Os espaços impossíveis no Porto de Paranaguá.
Os espaços impossíveis se tornam possíveis no Porto de Paranaguá.
O futuro pertence a Deus, é obvio. Todavia, quando analisamos um gráfico de tendência com dados colhidos nos últimos dez anos, temos a tendência a acreditar em alguma previsibilidade futura. O Porto de Paranaguá vem crescendo sem cessar nestes últimos anos, o que nos leva a crer, que se a indústria e a agricultura brasileira continuarem a crescer no ritmo atual, haverá alguma continuidade nesse crescimento. Isso nos leva a pensar em um planejamento para a próxima década.
Um dos principais obstáculos para o crescimento do Porto de Paranaguá é a ausência de espaços para o seu desabrochar. O outro o acesso ao porto. Além do avanço tecnológico existem outras possibilidades, que via de regra é desconsiderada. Viciamos assim eu vejo, na expectativa de soluções em áreas próximas, como o aterro do Cais Oeste, a ampliação do atracadouro de Antonina, embora de menor calado, construção de Piers (pieres) ao leste, ou Piers (pieres), dispostos em pente, como os em uso no Porto de São Francisco na Califórnia nos EUA, solução essa, que permitiria receber no porto 38 navios de uma só vez, substituindo os hoje, máximos, 17. Tudo viável.
Embora existam outras possibilidades mais ousadas, como o aproveitamento do outro lado da baia de Paranaguá, ou ainda a possibilidade de um “porto ponte” atravessando a baia, o que seria inédito; porto flutuante, ou ainda o “Terminal Turístico do Rocio” projetado anos atrás pelo aluno de Arquitetura (completar). Resta-nos para o futuro próximo, o Porto de Pontal do Paraná, já em obras, ligado ao de Paranaguá por uma ligação ferro-rodoviaria insular, via Ilha da Cotinga
A maior vantagem do Porto de Pontal em comparação ao de Paranaguá é a disponibilidade de áreas de manobra e armazenamento, e a maior desvantagem o acesso.
O problema do acesso seria parcialmente resolvido pela ligação insular. Todavia em nosso entender, o deslocamento pela ligação insular das áreas residenciais de Paranaguá é a maior vantagem. Os parnaguáras iriam morar no balneário, muito mais adequado e arejado do que o ambiente de Paranaguá.
Quem sobrevoa Paranaguá, verá que embora o porto provavelmente cresça em atracadouro e tecnologia nos próximos anos, faltam-lhe ainda áreas próximas para manobras armazenagem e estacionamento. Sem paixão, salta aos olhos do observador, aquela imensa área, vista do ar, muito subutilizada, que é o aeroporto Santo Dumont, em Paranaguá.
Eu pergunto, se extinguirmos o aeroporto de Paranaguá, retirando-o de dentro da área urbana parnaguára, não criaríamos com sua extinção uma imensa área livre, para estacionamento, para ordenação de contêiner, ou para silagem, estruturando assim ainda mais o Porto Público de Paranaguá? E pergunto ainda, seria um crime extinguir aquele aeroporto? Paranaguá perderia com isso? Não, eu não vejo assim. A cidade já densamente urbanizada ganharia em termos de sossego e segurança. Existe, alem disso, como alternativa uma planta e um projeto registrado no Ministério da Aeronáutica, em poder do Prefeito de Pontal e também nos arquivos do DER (departamento hidro aéreo ferroviário). Existe como vemos, portanto uma titularidade e um conveniente plano de construção de um aeroporto em Pontal, cuja cabeceira principal aponta mais precisamente para a Ponta do Maciel.
Ora, um aeroporto em Pontal seria mais seguro do que em Paranaguá, dada a ausência de obstáculos no seu entorno. Se a ligação rodo ferroviária insular da Cotinga for construída, como propusemos, Paranaguá distará de Pontal apenas 8,5 quilômetros, distancia menor do que o Aeroporto de São José de Pinhais dista de Curitiba, que como sabemos esta a 17 quilômetros da capital.
Paranaguá teria então um aeroporto, mais próximo que o de Curitiba. Esse deslocamento futuro do aeroporto Santos Dumont de Paranaguá para Pontal, deixaria, como já dissemos, em Paranaguá, uma imensa área para uso futuro do Porto.
Área livre, que tem sido, todos concordam, um dos grandes problemas para expansão do porto em Paranaguá. Como o Porto é a principal fonte econômica da cidade e quiçá do estado do Paraná, seu incremento em termos de área levaria como conseqüência imediata, se somado ao poder indutor do novo porto vizinho, um desenvolvimento considerável para todo o litoral. A nova pista em Pontal a serviço do novo porto e da cidade de Paranaguá, por outro lado, impulsionaria principalmente a região de Pontal, praia de Leste, e ate Matinhos. O Aeroporto já existente em Guaratuba atenderia principalmente o novo terminal turístico da baia de Guaratuba, que proporemos a seguir em outro texto especifico.
Estrada contorno da baia de Guaratuba ligando à estrada de Joinville a estrada de Paranaguá, como acesso a Paranaguá, escrever.
Wallace Requião de Mello e Silva.
O futuro pertence a Deus, é obvio. Todavia, quando analisamos um gráfico de tendência com dados colhidos nos últimos dez anos, temos a tendência a acreditar em alguma previsibilidade futura. O Porto de Paranaguá vem crescendo sem cessar nestes últimos anos, o que nos leva a crer, que se a indústria e a agricultura brasileira continuarem a crescer no ritmo atual, haverá alguma continuidade nesse crescimento. Isso nos leva a pensar em um planejamento para a próxima década.
Um dos principais obstáculos para o crescimento do Porto de Paranaguá é a ausência de espaços para o seu desabrochar. O outro o acesso ao porto. Além do avanço tecnológico existem outras possibilidades, que via de regra é desconsiderada. Viciamos assim eu vejo, na expectativa de soluções em áreas próximas, como o aterro do Cais Oeste, a ampliação do atracadouro de Antonina, embora de menor calado, construção de Piers (pieres) ao leste, ou Piers (pieres), dispostos em pente, como os em uso no Porto de São Francisco na Califórnia nos EUA, solução essa, que permitiria receber no porto 38 navios de uma só vez, substituindo os hoje, máximos, 17. Tudo viável.
Embora existam outras possibilidades mais ousadas, como o aproveitamento do outro lado da baia de Paranaguá, ou ainda a possibilidade de um “porto ponte” atravessando a baia, o que seria inédito; porto flutuante, ou ainda o “Terminal Turístico do Rocio” projetado anos atrás pelo aluno de Arquitetura (completar). Resta-nos para o futuro próximo, o Porto de Pontal do Paraná, já em obras, ligado ao de Paranaguá por uma ligação ferro-rodoviaria insular, via Ilha da Cotinga
A maior vantagem do Porto de Pontal em comparação ao de Paranaguá é a disponibilidade de áreas de manobra e armazenamento, e a maior desvantagem o acesso.
O problema do acesso seria parcialmente resolvido pela ligação insular. Todavia em nosso entender, o deslocamento pela ligação insular das áreas residenciais de Paranaguá é a maior vantagem. Os parnaguáras iriam morar no balneário, muito mais adequado e arejado do que o ambiente de Paranaguá.
Quem sobrevoa Paranaguá, verá que embora o porto provavelmente cresça em atracadouro e tecnologia nos próximos anos, faltam-lhe ainda áreas próximas para manobras armazenagem e estacionamento. Sem paixão, salta aos olhos do observador, aquela imensa área, vista do ar, muito subutilizada, que é o aeroporto Santo Dumont, em Paranaguá.
Eu pergunto, se extinguirmos o aeroporto de Paranaguá, retirando-o de dentro da área urbana parnaguára, não criaríamos com sua extinção uma imensa área livre, para estacionamento, para ordenação de contêiner, ou para silagem, estruturando assim ainda mais o Porto Público de Paranaguá? E pergunto ainda, seria um crime extinguir aquele aeroporto? Paranaguá perderia com isso? Não, eu não vejo assim. A cidade já densamente urbanizada ganharia em termos de sossego e segurança. Existe, alem disso, como alternativa uma planta e um projeto registrado no Ministério da Aeronáutica, em poder do Prefeito de Pontal e também nos arquivos do DER (departamento hidro aéreo ferroviário). Existe como vemos, portanto uma titularidade e um conveniente plano de construção de um aeroporto em Pontal, cuja cabeceira principal aponta mais precisamente para a Ponta do Maciel.
Ora, um aeroporto em Pontal seria mais seguro do que em Paranaguá, dada a ausência de obstáculos no seu entorno. Se a ligação rodo ferroviária insular da Cotinga for construída, como propusemos, Paranaguá distará de Pontal apenas 8,5 quilômetros, distancia menor do que o Aeroporto de São José de Pinhais dista de Curitiba, que como sabemos esta a 17 quilômetros da capital.
Paranaguá teria então um aeroporto, mais próximo que o de Curitiba. Esse deslocamento futuro do aeroporto Santos Dumont de Paranaguá para Pontal, deixaria, como já dissemos, em Paranaguá, uma imensa área para uso futuro do Porto.
Área livre, que tem sido, todos concordam, um dos grandes problemas para expansão do porto em Paranaguá. Como o Porto é a principal fonte econômica da cidade e quiçá do estado do Paraná, seu incremento em termos de área levaria como conseqüência imediata, se somado ao poder indutor do novo porto vizinho, um desenvolvimento considerável para todo o litoral. A nova pista em Pontal a serviço do novo porto e da cidade de Paranaguá, por outro lado, impulsionaria principalmente a região de Pontal, praia de Leste, e ate Matinhos. O Aeroporto já existente em Guaratuba atenderia principalmente o novo terminal turístico da baia de Guaratuba, que proporemos a seguir em outro texto especifico.
Estrada contorno da baia de Guaratuba ligando à estrada de Joinville a estrada de Paranaguá, como acesso a Paranaguá, escrever.
Wallace Requião de Mello e Silva.
Marcadores:
Economia e Politica.
Os espaços impossíveis no Porto de Paranaguá.
Os espaços impossíveis se tornam possíveis no Porto de Paranaguá.
O futuro pertence a Deus, é obvio. Todavia, quando analisamos um gráfico de tendência com dados colhidos nos últimos dez anos, temos a tendência a acreditar em alguma previsibilidade futura. O Porto de Paranaguá vem crescendo sem cessar nestes últimos anos, o que nos leva a crer, que se a indústria e a agricultura brasileira continuarem a crescer no ritmo atual, haverá alguma continuidade nesse crescimento. Isso nos leva a pensar em um planejamento para a próxima década.
Um dos principais obstáculos para o crescimento do Porto de Paranaguá é a ausência de espaços para o seu desabrochar. O outro o acesso ao porto. Além do avanço tecnológico existem outras possibilidades, que via de regra é desconsiderada. Viciamos assim eu vejo, na expectativa de soluções em áreas próximas, como o aterro do Cais Oeste, a ampliação do atracadouro de Antonina, embora de menor calado, construção de Piers (pieres) ao leste, ou Piers (pieres), dispostos em pente, como os em uso no Porto de São Francisco na Califórnia nos EUA, solução essa, que permitiria receber no porto 38 navios de uma só vez, substituindo os hoje, máximos, 17. Tudo viável.
Embora existam outras possibilidades mais ousadas, como o aproveitamento do outro lado da baia de Paranaguá, ou ainda a possibilidade de um “porto ponte” atravessando a baia, o que seria inédito; porto flutuante, ou ainda o “Terminal Turístico do Rocio” projetado anos atrás pelo aluno de Arquitetura (completar). Resta-nos para o futuro próximo, o Porto de Pontal do Paraná, já em obras, ligado ao de Paranaguá por uma ligação ferro-rodoviaria insular, via Ilha da Cotinga
A maior vantagem do Porto de Pontal em comparação ao de Paranaguá é a disponibilidade de áreas de manobra e armazenamento, e a maior desvantagem o acesso.
O problema do acesso seria parcialmente resolvido pela ligação insular. Todavia em nosso entender, o deslocamento pela ligação insular das áreas residenciais de Paranaguá é a maior vantagem. Os parnaguáras iriam morar no balneário, muito mais adequado e arejado do que o ambiente de Paranaguá.
Quem sobrevoa Paranaguá, verá que embora o porto provavelmente cresça em atracadouro e tecnologia nos próximos anos, faltam-lhe ainda áreas próximas para manobras armazenagem e estacionamento. Sem paixão, salta aos olhos do observador, aquela imensa área, vista do ar, muito subutilizada, que é o aeroporto Santo Dumont, em Paranaguá.
Eu pergunto, se extinguirmos o aeroporto de Paranaguá, retirando-o de dentro da área urbana parnaguára, não criaríamos com sua extinção uma imensa área livre, para estacionamento, para ordenação de contêiner, ou para silagem, estruturando assim ainda mais o Porto Público de Paranaguá? E pergunto ainda, seria um crime extinguir aquele aeroporto? Paranaguá perderia com isso? Não, eu não vejo assim. A cidade já densamente urbanizada ganharia em termos de sossego e segurança. Existe, alem disso, como alternativa uma planta e um projeto registrado no Ministério da Aeronáutica, em poder do Prefeito de Pontal e também nos arquivos do DER (departamento hidro aéreo ferroviário). Existe como vemos, portanto uma titularidade e um conveniente plano de construção de um aeroporto em Pontal, cuja cabeceira principal aponta mais precisamente para a Ponta do Maciel.
Ora, um aeroporto em Pontal seria mais seguro do que em Paranaguá, dada a ausência de obstáculos no seu entorno. Se a ligação rodo ferroviária insular da Cotinga for construída, como propusemos, Paranaguá distará de Pontal apenas 8,5 quilômetros, distancia menor do que o Aeroporto de São José de Pinhais dista de Curitiba, que como sabemos esta a 17 quilômetros da capital.
Paranaguá teria então um aeroporto, mais próximo que o de Curitiba. Esse deslocamento futuro do aeroporto Santos Dumont de Paranaguá para Pontal, deixaria, como já dissemos, em Paranaguá, uma imensa área para uso futuro do Porto.
Área livre, que tem sido, todos concordam, um dos grandes problemas para expansão do porto em Paranaguá. Como o Porto é a principal fonte econômica da cidade e quiçá do estado do Paraná, seu incremento em termos de área levaria como conseqüência imediata, se somado ao poder indutor do novo porto vizinho, um desenvolvimento considerável para todo o litoral. A nova pista em Pontal a serviço do novo porto e da cidade de Paranaguá, por outro lado, impulsionaria principalmente a região de Pontal, praia de Leste, e ate Matinhos. O Aeroporto já existente em Guaratuba atenderia principalmente o novo terminal turístico da baia de Guaratuba, que proporemos a seguir em outro texto especifico.
Estrada contorno da baia de Guaratuba ligando à estrada de Joinville a estrada de Paranaguá, como acesso a Paranaguá, escrever.
Wallace Requião de Mello e Silva.
O futuro pertence a Deus, é obvio. Todavia, quando analisamos um gráfico de tendência com dados colhidos nos últimos dez anos, temos a tendência a acreditar em alguma previsibilidade futura. O Porto de Paranaguá vem crescendo sem cessar nestes últimos anos, o que nos leva a crer, que se a indústria e a agricultura brasileira continuarem a crescer no ritmo atual, haverá alguma continuidade nesse crescimento. Isso nos leva a pensar em um planejamento para a próxima década.
Um dos principais obstáculos para o crescimento do Porto de Paranaguá é a ausência de espaços para o seu desabrochar. O outro o acesso ao porto. Além do avanço tecnológico existem outras possibilidades, que via de regra é desconsiderada. Viciamos assim eu vejo, na expectativa de soluções em áreas próximas, como o aterro do Cais Oeste, a ampliação do atracadouro de Antonina, embora de menor calado, construção de Piers (pieres) ao leste, ou Piers (pieres), dispostos em pente, como os em uso no Porto de São Francisco na Califórnia nos EUA, solução essa, que permitiria receber no porto 38 navios de uma só vez, substituindo os hoje, máximos, 17. Tudo viável.
Embora existam outras possibilidades mais ousadas, como o aproveitamento do outro lado da baia de Paranaguá, ou ainda a possibilidade de um “porto ponte” atravessando a baia, o que seria inédito; porto flutuante, ou ainda o “Terminal Turístico do Rocio” projetado anos atrás pelo aluno de Arquitetura (completar). Resta-nos para o futuro próximo, o Porto de Pontal do Paraná, já em obras, ligado ao de Paranaguá por uma ligação ferro-rodoviaria insular, via Ilha da Cotinga
A maior vantagem do Porto de Pontal em comparação ao de Paranaguá é a disponibilidade de áreas de manobra e armazenamento, e a maior desvantagem o acesso.
O problema do acesso seria parcialmente resolvido pela ligação insular. Todavia em nosso entender, o deslocamento pela ligação insular das áreas residenciais de Paranaguá é a maior vantagem. Os parnaguáras iriam morar no balneário, muito mais adequado e arejado do que o ambiente de Paranaguá.
Quem sobrevoa Paranaguá, verá que embora o porto provavelmente cresça em atracadouro e tecnologia nos próximos anos, faltam-lhe ainda áreas próximas para manobras armazenagem e estacionamento. Sem paixão, salta aos olhos do observador, aquela imensa área, vista do ar, muito subutilizada, que é o aeroporto Santo Dumont, em Paranaguá.
Eu pergunto, se extinguirmos o aeroporto de Paranaguá, retirando-o de dentro da área urbana parnaguára, não criaríamos com sua extinção uma imensa área livre, para estacionamento, para ordenação de contêiner, ou para silagem, estruturando assim ainda mais o Porto Público de Paranaguá? E pergunto ainda, seria um crime extinguir aquele aeroporto? Paranaguá perderia com isso? Não, eu não vejo assim. A cidade já densamente urbanizada ganharia em termos de sossego e segurança. Existe, alem disso, como alternativa uma planta e um projeto registrado no Ministério da Aeronáutica, em poder do Prefeito de Pontal e também nos arquivos do DER (departamento hidro aéreo ferroviário). Existe como vemos, portanto uma titularidade e um conveniente plano de construção de um aeroporto em Pontal, cuja cabeceira principal aponta mais precisamente para a Ponta do Maciel.
Ora, um aeroporto em Pontal seria mais seguro do que em Paranaguá, dada a ausência de obstáculos no seu entorno. Se a ligação rodo ferroviária insular da Cotinga for construída, como propusemos, Paranaguá distará de Pontal apenas 8,5 quilômetros, distancia menor do que o Aeroporto de São José de Pinhais dista de Curitiba, que como sabemos esta a 17 quilômetros da capital.
Paranaguá teria então um aeroporto, mais próximo que o de Curitiba. Esse deslocamento futuro do aeroporto Santos Dumont de Paranaguá para Pontal, deixaria, como já dissemos, em Paranaguá, uma imensa área para uso futuro do Porto.
Área livre, que tem sido, todos concordam, um dos grandes problemas para expansão do porto em Paranaguá. Como o Porto é a principal fonte econômica da cidade e quiçá do estado do Paraná, seu incremento em termos de área levaria como conseqüência imediata, se somado ao poder indutor do novo porto vizinho, um desenvolvimento considerável para todo o litoral. A nova pista em Pontal a serviço do novo porto e da cidade de Paranaguá, por outro lado, impulsionaria principalmente a região de Pontal, praia de Leste, e ate Matinhos. O Aeroporto já existente em Guaratuba atenderia principalmente o novo terminal turístico da baia de Guaratuba, que proporemos a seguir em outro texto especifico.
Estrada contorno da baia de Guaratuba ligando à estrada de Joinville a estrada de Paranaguá, como acesso a Paranaguá, escrever.
Wallace Requião de Mello e Silva.
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sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Soluções para a Amazonia.
Estados irmãos na Amazônia.
O que escrevo aqui não é uma realidade, é uma idéia.
Todos sabem que o Paraná tam alguns estados irmãos, por exemplo; Ohio nos Estados Unidos, e Hyogo no Japão. Trata-se de acordos culturais, comerciais e tecnológicos que visam estabelecer o estreitamento das relações bilaterais entre estados irmãos. Mas porque firmamos acordos com estados estrangeiros e não firmamos acordos entre os diversos estados nacionais?
Preste atenção: pouco mais de 58% do território nacional, é formado pela Amazônia Legal. Grande parte desse território é ainda considerado território de desbravamento, carece portanto, de habitantes, tecnologia e eficientes meios de comunicação. São nove (9) os estados que formam a Amazônia Legal. Eles carecem muitas vezes de recursos humanos, tecnologia, energia e recursos materiais para o seu desenvolvimento sustentável, preservação de suas riquezas econômicas e ambientais e fiscalização de suas imensas fronteiras. Outros estados da federação já estão em adiantado estágio, possuem densa população, tecnologia agrícola e pecuária, e ambiental e tem condições de ajudar na ocupação formal desse território brasileiro internacionalmente tão cobiçado, e poderiam assim participar dos estudos de viabilidade , da fiscalização e preservação da Amazônia Nacional e ate, contribuindo com contingentes de estudantes, profissionais de pesquisa e liberais, colonos, populações urbanas e soldados, operários especializados etc. Somos 27 estados federados. Excluídos os estados amazônicos, restam dezoito estados federados, ou seja, dois estados para cada um dos estados amazônicos.
Acabo de ler o livro de. Messias Modesto dos Passos, titulado “Amazônia: Teledetecção”, se acrescermos os dados iniciais deste interessante livro aos dados do Atlas Cartográfico do Brasil (IBGE) elaborado encima dos dados colhidos pelo Radam, em mais de duas décadas, e dados já disponíveis no Google World, concluo que já de há alguns anos, se tem cientifica base de estudos para o aproveitamento mineral, (incluindo petróleo), vegetal, hídrico, agrícola e pecuário, químico, sem ofender a floresta e seus recursos hídricos. Esses 58% do território nacional não se compõe só de florestas mas de diversos tipos de solo, e clima, propiciando inúmeros diferentes projetos de viabilidade econômica sustentável, úteis para os naturais da Amazônia e aos demais brasileiros. Poderíamos escolher as áreas pela sua vocação, e vinculá-las aos seus estados irmãos correspondentes. Poderíamos criar uma “diferenciação fiscal” entre estados irmãos, de modo que houvesse facilidade no uso de recursos públicos e no intercambio de mercadorias ou matéria prima. Em primeiro lugar, assumiriam o protocolo de intenções os estados, e com recursos oficiais, vincularíamos sistematicamente os diferentes projetos em acordo com os governos dos estados amazônicos. Tudo interligado por uma rede especializada de televisão estatal, que daria publicidade e transparência a tudo.
Poderíamos, sem duvida, contribuir para o melhor conhecimento desse outro Brasil, o Brasil Amazônico que os brasileiros dos centros urbanos, máxime os do sul, nem ao menos se interessam em conhecer. Daí, vermos, na imprensas, noticias alarmantes de secas na Amazônia mostradas como se fossem grande novidade, quando secas e cheias alarmantes são fenômenos amazônicos bem comuns, e desde muito, para não dizer séculos, bem conhecidos.
Ninguém ama o que não conhece, e o brasileiro dos centros urbanos, via de regra desconhece a Amazônia Nacional, por isso não a ama. E por desconhece-la não se mobiliza para protege-la.
Wallace Requião de Mello e Silva.
O que escrevo aqui não é uma realidade, é uma idéia.
Todos sabem que o Paraná tam alguns estados irmãos, por exemplo; Ohio nos Estados Unidos, e Hyogo no Japão. Trata-se de acordos culturais, comerciais e tecnológicos que visam estabelecer o estreitamento das relações bilaterais entre estados irmãos. Mas porque firmamos acordos com estados estrangeiros e não firmamos acordos entre os diversos estados nacionais?
Preste atenção: pouco mais de 58% do território nacional, é formado pela Amazônia Legal. Grande parte desse território é ainda considerado território de desbravamento, carece portanto, de habitantes, tecnologia e eficientes meios de comunicação. São nove (9) os estados que formam a Amazônia Legal. Eles carecem muitas vezes de recursos humanos, tecnologia, energia e recursos materiais para o seu desenvolvimento sustentável, preservação de suas riquezas econômicas e ambientais e fiscalização de suas imensas fronteiras. Outros estados da federação já estão em adiantado estágio, possuem densa população, tecnologia agrícola e pecuária, e ambiental e tem condições de ajudar na ocupação formal desse território brasileiro internacionalmente tão cobiçado, e poderiam assim participar dos estudos de viabilidade , da fiscalização e preservação da Amazônia Nacional e ate, contribuindo com contingentes de estudantes, profissionais de pesquisa e liberais, colonos, populações urbanas e soldados, operários especializados etc. Somos 27 estados federados. Excluídos os estados amazônicos, restam dezoito estados federados, ou seja, dois estados para cada um dos estados amazônicos.
Acabo de ler o livro de. Messias Modesto dos Passos, titulado “Amazônia: Teledetecção”, se acrescermos os dados iniciais deste interessante livro aos dados do Atlas Cartográfico do Brasil (IBGE) elaborado encima dos dados colhidos pelo Radam, em mais de duas décadas, e dados já disponíveis no Google World, concluo que já de há alguns anos, se tem cientifica base de estudos para o aproveitamento mineral, (incluindo petróleo), vegetal, hídrico, agrícola e pecuário, químico, sem ofender a floresta e seus recursos hídricos. Esses 58% do território nacional não se compõe só de florestas mas de diversos tipos de solo, e clima, propiciando inúmeros diferentes projetos de viabilidade econômica sustentável, úteis para os naturais da Amazônia e aos demais brasileiros. Poderíamos escolher as áreas pela sua vocação, e vinculá-las aos seus estados irmãos correspondentes. Poderíamos criar uma “diferenciação fiscal” entre estados irmãos, de modo que houvesse facilidade no uso de recursos públicos e no intercambio de mercadorias ou matéria prima. Em primeiro lugar, assumiriam o protocolo de intenções os estados, e com recursos oficiais, vincularíamos sistematicamente os diferentes projetos em acordo com os governos dos estados amazônicos. Tudo interligado por uma rede especializada de televisão estatal, que daria publicidade e transparência a tudo.
Poderíamos, sem duvida, contribuir para o melhor conhecimento desse outro Brasil, o Brasil Amazônico que os brasileiros dos centros urbanos, máxime os do sul, nem ao menos se interessam em conhecer. Daí, vermos, na imprensas, noticias alarmantes de secas na Amazônia mostradas como se fossem grande novidade, quando secas e cheias alarmantes são fenômenos amazônicos bem comuns, e desde muito, para não dizer séculos, bem conhecidos.
Ninguém ama o que não conhece, e o brasileiro dos centros urbanos, via de regra desconhece a Amazônia Nacional, por isso não a ama. E por desconhece-la não se mobiliza para protege-la.
Wallace Requião de Mello e Silva.
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Soluções para a Amazonia.
Estados irmãos na Amazônia.
O que escrevo aqui não é uma realidade, é uma idéia.
Todos sabem que o Paraná tam alguns estados irmãos, por exemplo; Ohio nos Estados Unidos, e Hyogo no Japão. Trata-se de acordos culturais, comerciais e tecnológicos que visam estabelecer o estreitamento das relações bilaterais entre estados irmãos. Mas porque firmamos acordos com estados estrangeiros e não firmamos acordos entre os diversos estados nacionais?
Preste atenção: pouco mais de 58% do território nacional, é formado pela Amazônia Legal. Grande parte desse território é ainda considerado território de desbravamento, carece portanto, de habitantes, tecnologia e eficientes meios de comunicação. São nove (9) os estados que formam a Amazônia Legal. Eles carecem muitas vezes de recursos humanos, tecnologia, energia e recursos materiais para o seu desenvolvimento sustentável, preservação de suas riquezas econômicas e ambientais e fiscalização de suas imensas fronteiras. Outros estados da federação já estão em adiantado estágio, possuem densa população, tecnologia agrícola e pecuária, e ambiental e tem condições de ajudar na ocupação formal desse território brasileiro internacionalmente tão cobiçado, e poderiam assim participar dos estudos de viabilidade , da fiscalização e preservação da Amazônia Nacional e ate, contribuindo com contingentes de estudantes, profissionais de pesquisa e liberais, colonos, populações urbanas e soldados, operários especializados etc. Somos 27 estados federados. Excluídos os estados amazônicos, restam dezoito estados federados, ou seja, dois estados para cada um dos estados amazônicos.
Acabo de ler o livro de. Messias Modesto dos Passos, titulado “Amazônia: Teledetecção”, se acrescermos os dados iniciais deste interessante livro aos dados do Atlas Cartográfico do Brasil (IBGE) elaborado encima dos dados colhidos pelo Radam, em mais de duas décadas, e dados já disponíveis no Google World, concluo que já de há alguns anos, se tem cientifica base de estudos para o aproveitamento mineral, (incluindo petróleo), vegetal, hídrico, agrícola e pecuário, químico, sem ofender a floresta e seus recursos hídricos. Esses 58% do território nacional não se compõe só de florestas mas de diversos tipos de solo, e clima, propiciando inúmeros diferentes projetos de viabilidade econômica sustentável, úteis para os naturais da Amazônia e aos demais brasileiros. Poderíamos escolher as áreas pela sua vocação, e vinculá-las aos seus estados irmãos correspondentes. Poderíamos criar uma “diferenciação fiscal” entre estados irmãos, de modo que houvesse facilidade no uso de recursos públicos e no intercambio de mercadorias ou matéria prima. Em primeiro lugar, assumiriam o protocolo de intenções os estados, e com recursos oficiais, vincularíamos sistematicamente os diferentes projetos em acordo com os governos dos estados amazônicos. Tudo interligado por uma rede especializada de televisão estatal, que daria publicidade e transparência a tudo.
Poderíamos, sem duvida, contribuir para o melhor conhecimento desse outro Brasil, o Brasil Amazônico que os brasileiros dos centros urbanos, máxime os do sul, nem ao menos se interessam em conhecer. Daí, vermos, na imprensas, noticias alarmantes de secas na Amazônia mostradas como se fossem grande novidade, quando secas e cheias alarmantes são fenômenos amazônicos bem comuns, e desde muito, para não dizer séculos, bem conhecidos.
Ninguém ama o que não conhece, e o brasileiro dos centros urbanos, via de regra desconhece a Amazônia Nacional, por isso não a ama. E por desconhece-la não se mobiliza para protege-la.
Wallace Requião de Mello e Silva.
O que escrevo aqui não é uma realidade, é uma idéia.
Todos sabem que o Paraná tam alguns estados irmãos, por exemplo; Ohio nos Estados Unidos, e Hyogo no Japão. Trata-se de acordos culturais, comerciais e tecnológicos que visam estabelecer o estreitamento das relações bilaterais entre estados irmãos. Mas porque firmamos acordos com estados estrangeiros e não firmamos acordos entre os diversos estados nacionais?
Preste atenção: pouco mais de 58% do território nacional, é formado pela Amazônia Legal. Grande parte desse território é ainda considerado território de desbravamento, carece portanto, de habitantes, tecnologia e eficientes meios de comunicação. São nove (9) os estados que formam a Amazônia Legal. Eles carecem muitas vezes de recursos humanos, tecnologia, energia e recursos materiais para o seu desenvolvimento sustentável, preservação de suas riquezas econômicas e ambientais e fiscalização de suas imensas fronteiras. Outros estados da federação já estão em adiantado estágio, possuem densa população, tecnologia agrícola e pecuária, e ambiental e tem condições de ajudar na ocupação formal desse território brasileiro internacionalmente tão cobiçado, e poderiam assim participar dos estudos de viabilidade , da fiscalização e preservação da Amazônia Nacional e ate, contribuindo com contingentes de estudantes, profissionais de pesquisa e liberais, colonos, populações urbanas e soldados, operários especializados etc. Somos 27 estados federados. Excluídos os estados amazônicos, restam dezoito estados federados, ou seja, dois estados para cada um dos estados amazônicos.
Acabo de ler o livro de. Messias Modesto dos Passos, titulado “Amazônia: Teledetecção”, se acrescermos os dados iniciais deste interessante livro aos dados do Atlas Cartográfico do Brasil (IBGE) elaborado encima dos dados colhidos pelo Radam, em mais de duas décadas, e dados já disponíveis no Google World, concluo que já de há alguns anos, se tem cientifica base de estudos para o aproveitamento mineral, (incluindo petróleo), vegetal, hídrico, agrícola e pecuário, químico, sem ofender a floresta e seus recursos hídricos. Esses 58% do território nacional não se compõe só de florestas mas de diversos tipos de solo, e clima, propiciando inúmeros diferentes projetos de viabilidade econômica sustentável, úteis para os naturais da Amazônia e aos demais brasileiros. Poderíamos escolher as áreas pela sua vocação, e vinculá-las aos seus estados irmãos correspondentes. Poderíamos criar uma “diferenciação fiscal” entre estados irmãos, de modo que houvesse facilidade no uso de recursos públicos e no intercambio de mercadorias ou matéria prima. Em primeiro lugar, assumiriam o protocolo de intenções os estados, e com recursos oficiais, vincularíamos sistematicamente os diferentes projetos em acordo com os governos dos estados amazônicos. Tudo interligado por uma rede especializada de televisão estatal, que daria publicidade e transparência a tudo.
Poderíamos, sem duvida, contribuir para o melhor conhecimento desse outro Brasil, o Brasil Amazônico que os brasileiros dos centros urbanos, máxime os do sul, nem ao menos se interessam em conhecer. Daí, vermos, na imprensas, noticias alarmantes de secas na Amazônia mostradas como se fossem grande novidade, quando secas e cheias alarmantes são fenômenos amazônicos bem comuns, e desde muito, para não dizer séculos, bem conhecidos.
Ninguém ama o que não conhece, e o brasileiro dos centros urbanos, via de regra desconhece a Amazônia Nacional, por isso não a ama. E por desconhece-la não se mobiliza para protege-la.
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