O governo do estado esta iniciando as negociações.
Mostrando postagens com marcador Futuro.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Futuro.. Mostrar todas as postagens
sábado, 15 de novembro de 2008
सोन्हान्दो कॉम ओ फुतुरो .
इससे बेलिस्सिमो प्रेडियो पेर्तेंसनते अ फमिलिया मताराज्जो, पोदेर वीर अ सेर अ एस्कोला ईन्तेर्नकिओनल दे प्रोफिस्सो एस पोर्तुअरिअस 
Marcadores:
Futuro.
सोन्हान्दो कॉम ओ फुतुरो .
इससे बेलिस्सिमो प्रेडियो पेर्तेंसनते अ फमिलिया मताराज्जो, पोदेर वीर अ सेर अ एस्कोला ईन्तेर्नकिओनल दे प्रोफिस्सो एस पोर्तुअरिअस 
O governo do estado esta iniciando as negociações.
Marcadores:
Futuro.
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
As quatro Pontes.
As Quatro Pontes.
Se não me é falha a memória, duas capitais brasileiras cresceram em ilhas. Florianópolis em Santa Catarina, e Vitória no Espirito Santo. Em Florianópolis existem duas pontes de acesso, ambas com apelos turísticos e funções estruturais. Em Vitória, no estado capixaba, existem três pontes de acesso, a maior com pouco mais de três quilômetros de extensão. A ultima, chamada Ponte Nova de Vitória, construída com recursos do BNDS e do Finame, a fundo perdido, teve suas obras iniciadas na década de oitenta. Além do acesso, ela liga cabos elétricos e telefônicos, canos de água, e prevê a futura eletrificação do sistema de transporte coletivo.
No Paraná, estudam-se quatro novas pontes. A primeira virá reforçar a Ponte da Amizade, em Foz do Iguaçu, ligando o Paraná ao Paraguai. Esperamos que fosse uma ponte rodo ferroviária. Ligando o Paraguai e Argentina ao porto de Paranaguá.
A Segunda estuda a possibilidade de uma ligação definitiva entre Guaratuba e Matinhos. A Terceira e a Quarta, dizem respeito ao projeto que pretende ligar Paranaguá ao Pontal do Paraná, atravessando do porto de Paranaguá para a ilha da Cotinga, e da Cotinga, na sua outra extremidade, à Ponta do Maciel, em Pontal, viabilizando assim o Porto de Pontal do Paraná, que se chamará “Porto do MERCOSUL”. Não há duvida que essas construções, principalmente as ultimas, resolverão ou ajudarão a resolver o problema do abastecimento de água naquelas cidades, o fornecimento de energia, de telefonia, de cabos óticos, agilizando o transporte, incluindo o ferroviário e, é obvio, fomentarão o turismo local, pois as elevações em concreto terão apelo turístico, propiciando percorrer extensão belíssima de natureza preservada à beira da baía. Em minha opinião o maior reflexo será o crescimento econômico do Paraná com o incremento do Porto de Pontal (MERCOSUL), assistido pelas duas pontes da fronteira Oeste, ligando o Paraná ao Paraguai e Argentina; assim como, o crescimento acelerado de Pontal do Paraná e vizinhanças, pois, ligadas as duas cidades, Pontal à Paranaguá, distando apenas oito quilômetros uma da outra, é certo que muito parnaguara ira morar no balneário de Pontal dado as suas melhores condições de salubridade e ventilação, liberando assim Paranaguá, para o incremento de estruturas comerciais ou mesmo portuárias com valorização agregada em toda a região. Não podemos objetar na questão ambiental, pois as pontes, pelo contrário, facilitarão a conservação ambiental desde que haja um código de defesa dos mananciais e fiscalização. Também poderíamos supor, que o incremento de atividades comerciais e portuárias nos dois municípios redirecionaria as atividades dos habitantes, deixando os manques, em paz.
Vejo com muito bons olhos essas quatro pontes, que ampliam, e agilizam o comércio, o turismo, e as exportações e importações no nosso estado, tendo como conseqüência direta o desenvolvimento acelerado de regiões e setores específicos.
Wallace Requião de Mello e Silva.
Se não me é falha a memória, duas capitais brasileiras cresceram em ilhas. Florianópolis em Santa Catarina, e Vitória no Espirito Santo. Em Florianópolis existem duas pontes de acesso, ambas com apelos turísticos e funções estruturais. Em Vitória, no estado capixaba, existem três pontes de acesso, a maior com pouco mais de três quilômetros de extensão. A ultima, chamada Ponte Nova de Vitória, construída com recursos do BNDS e do Finame, a fundo perdido, teve suas obras iniciadas na década de oitenta. Além do acesso, ela liga cabos elétricos e telefônicos, canos de água, e prevê a futura eletrificação do sistema de transporte coletivo.
No Paraná, estudam-se quatro novas pontes. A primeira virá reforçar a Ponte da Amizade, em Foz do Iguaçu, ligando o Paraná ao Paraguai. Esperamos que fosse uma ponte rodo ferroviária. Ligando o Paraguai e Argentina ao porto de Paranaguá.
A Segunda estuda a possibilidade de uma ligação definitiva entre Guaratuba e Matinhos. A Terceira e a Quarta, dizem respeito ao projeto que pretende ligar Paranaguá ao Pontal do Paraná, atravessando do porto de Paranaguá para a ilha da Cotinga, e da Cotinga, na sua outra extremidade, à Ponta do Maciel, em Pontal, viabilizando assim o Porto de Pontal do Paraná, que se chamará “Porto do MERCOSUL”. Não há duvida que essas construções, principalmente as ultimas, resolverão ou ajudarão a resolver o problema do abastecimento de água naquelas cidades, o fornecimento de energia, de telefonia, de cabos óticos, agilizando o transporte, incluindo o ferroviário e, é obvio, fomentarão o turismo local, pois as elevações em concreto terão apelo turístico, propiciando percorrer extensão belíssima de natureza preservada à beira da baía. Em minha opinião o maior reflexo será o crescimento econômico do Paraná com o incremento do Porto de Pontal (MERCOSUL), assistido pelas duas pontes da fronteira Oeste, ligando o Paraná ao Paraguai e Argentina; assim como, o crescimento acelerado de Pontal do Paraná e vizinhanças, pois, ligadas as duas cidades, Pontal à Paranaguá, distando apenas oito quilômetros uma da outra, é certo que muito parnaguara ira morar no balneário de Pontal dado as suas melhores condições de salubridade e ventilação, liberando assim Paranaguá, para o incremento de estruturas comerciais ou mesmo portuárias com valorização agregada em toda a região. Não podemos objetar na questão ambiental, pois as pontes, pelo contrário, facilitarão a conservação ambiental desde que haja um código de defesa dos mananciais e fiscalização. Também poderíamos supor, que o incremento de atividades comerciais e portuárias nos dois municípios redirecionaria as atividades dos habitantes, deixando os manques, em paz.
Vejo com muito bons olhos essas quatro pontes, que ampliam, e agilizam o comércio, o turismo, e as exportações e importações no nosso estado, tendo como conseqüência direta o desenvolvimento acelerado de regiões e setores específicos.
Wallace Requião de Mello e Silva.
Marcadores:
Futuro.
As quatro Pontes.
As Quatro Pontes.
Se não me é falha a memória, duas capitais brasileiras cresceram em ilhas. Florianópolis em Santa Catarina, e Vitória no Espirito Santo. Em Florianópolis existem duas pontes de acesso, ambas com apelos turísticos e funções estruturais. Em Vitória, no estado capixaba, existem três pontes de acesso, a maior com pouco mais de três quilômetros de extensão. A ultima, chamada Ponte Nova de Vitória, construída com recursos do BNDS e do Finame, a fundo perdido, teve suas obras iniciadas na década de oitenta. Além do acesso, ela liga cabos elétricos e telefônicos, canos de água, e prevê a futura eletrificação do sistema de transporte coletivo.
No Paraná, estudam-se quatro novas pontes. A primeira virá reforçar a Ponte da Amizade, em Foz do Iguaçu, ligando o Paraná ao Paraguai. Esperamos que fosse uma ponte rodo ferroviária. Ligando o Paraguai e Argentina ao porto de Paranaguá.
A Segunda estuda a possibilidade de uma ligação definitiva entre Guaratuba e Matinhos. A Terceira e a Quarta, dizem respeito ao projeto que pretende ligar Paranaguá ao Pontal do Paraná, atravessando do porto de Paranaguá para a ilha da Cotinga, e da Cotinga, na sua outra extremidade, à Ponta do Maciel, em Pontal, viabilizando assim o Porto de Pontal do Paraná, que se chamará “Porto do MERCOSUL”. Não há duvida que essas construções, principalmente as ultimas, resolverão ou ajudarão a resolver o problema do abastecimento de água naquelas cidades, o fornecimento de energia, de telefonia, de cabos óticos, agilizando o transporte, incluindo o ferroviário e, é obvio, fomentarão o turismo local, pois as elevações em concreto terão apelo turístico, propiciando percorrer extensão belíssima de natureza preservada à beira da baía. Em minha opinião o maior reflexo será o crescimento econômico do Paraná com o incremento do Porto de Pontal (MERCOSUL), assistido pelas duas pontes da fronteira Oeste, ligando o Paraná ao Paraguai e Argentina; assim como, o crescimento acelerado de Pontal do Paraná e vizinhanças, pois, ligadas as duas cidades, Pontal à Paranaguá, distando apenas oito quilômetros uma da outra, é certo que muito parnaguara ira morar no balneário de Pontal dado as suas melhores condições de salubridade e ventilação, liberando assim Paranaguá, para o incremento de estruturas comerciais ou mesmo portuárias com valorização agregada em toda a região. Não podemos objetar na questão ambiental, pois as pontes, pelo contrário, facilitarão a conservação ambiental desde que haja um código de defesa dos mananciais e fiscalização. Também poderíamos supor, que o incremento de atividades comerciais e portuárias nos dois municípios redirecionaria as atividades dos habitantes, deixando os manques, em paz.
Vejo com muito bons olhos essas quatro pontes, que ampliam, e agilizam o comércio, o turismo, e as exportações e importações no nosso estado, tendo como conseqüência direta o desenvolvimento acelerado de regiões e setores específicos.
Wallace Requião de Mello e Silva.
Se não me é falha a memória, duas capitais brasileiras cresceram em ilhas. Florianópolis em Santa Catarina, e Vitória no Espirito Santo. Em Florianópolis existem duas pontes de acesso, ambas com apelos turísticos e funções estruturais. Em Vitória, no estado capixaba, existem três pontes de acesso, a maior com pouco mais de três quilômetros de extensão. A ultima, chamada Ponte Nova de Vitória, construída com recursos do BNDS e do Finame, a fundo perdido, teve suas obras iniciadas na década de oitenta. Além do acesso, ela liga cabos elétricos e telefônicos, canos de água, e prevê a futura eletrificação do sistema de transporte coletivo.
No Paraná, estudam-se quatro novas pontes. A primeira virá reforçar a Ponte da Amizade, em Foz do Iguaçu, ligando o Paraná ao Paraguai. Esperamos que fosse uma ponte rodo ferroviária. Ligando o Paraguai e Argentina ao porto de Paranaguá.
A Segunda estuda a possibilidade de uma ligação definitiva entre Guaratuba e Matinhos. A Terceira e a Quarta, dizem respeito ao projeto que pretende ligar Paranaguá ao Pontal do Paraná, atravessando do porto de Paranaguá para a ilha da Cotinga, e da Cotinga, na sua outra extremidade, à Ponta do Maciel, em Pontal, viabilizando assim o Porto de Pontal do Paraná, que se chamará “Porto do MERCOSUL”. Não há duvida que essas construções, principalmente as ultimas, resolverão ou ajudarão a resolver o problema do abastecimento de água naquelas cidades, o fornecimento de energia, de telefonia, de cabos óticos, agilizando o transporte, incluindo o ferroviário e, é obvio, fomentarão o turismo local, pois as elevações em concreto terão apelo turístico, propiciando percorrer extensão belíssima de natureza preservada à beira da baía. Em minha opinião o maior reflexo será o crescimento econômico do Paraná com o incremento do Porto de Pontal (MERCOSUL), assistido pelas duas pontes da fronteira Oeste, ligando o Paraná ao Paraguai e Argentina; assim como, o crescimento acelerado de Pontal do Paraná e vizinhanças, pois, ligadas as duas cidades, Pontal à Paranaguá, distando apenas oito quilômetros uma da outra, é certo que muito parnaguara ira morar no balneário de Pontal dado as suas melhores condições de salubridade e ventilação, liberando assim Paranaguá, para o incremento de estruturas comerciais ou mesmo portuárias com valorização agregada em toda a região. Não podemos objetar na questão ambiental, pois as pontes, pelo contrário, facilitarão a conservação ambiental desde que haja um código de defesa dos mananciais e fiscalização. Também poderíamos supor, que o incremento de atividades comerciais e portuárias nos dois municípios redirecionaria as atividades dos habitantes, deixando os manques, em paz.
Vejo com muito bons olhos essas quatro pontes, que ampliam, e agilizam o comércio, o turismo, e as exportações e importações no nosso estado, tendo como conseqüência direta o desenvolvimento acelerado de regiões e setores específicos.
Wallace Requião de Mello e Silva.
Marcadores:
Futuro.
Assinar:
Postagens (Atom)
