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terça-feira, 23 de agosto de 2011

As oito familias que exploram os pobres do Mundo.

OS SENHORES DA BANCA
Que a imprensa tradicional, com o advento da Internet mais conhecida como “velha mídia”, sempre defendeu a entrega do patrimônio e riquezas nacionais aos grandes grupos da banca internacional, não é novidade. Nem que para isto tenha que atentar contra a democracia. É fato e é histórico.
Da mesma forma que todos conhecem, por exemplo, as fortes ligações financeiras da Rede Globo com empresas multinacionais de petróleo. Donde se compreende o teor das análises de comentaristas da emissora, como Miriam Leitão, Carlos Alberto Sardenberg e Arnaldo Jabor, apenas para citar alguns.
Se assim é, imagine-se o papel deste e demais conglomerados midiáticos no esquema que você vai ler no fascinante primeiro capítulo de quatro ainda não disponíveis na Web. Ideologias à parte, alguma dúvida sobre a que tipo de senhores a “grande” imprensa serve para fazer a sua, a nossa cabeça?
O Chefe de Redação
Verdade e Ficção
O CARTEL DO FEDERAL RESERVE: AS OITO FAMÍLIAS
Os Quatro Cavaleiros da banca (Bank of America, JP Morgan Chase, Citigroup e Wells Fargo) são os donos dos Quatro Cavaleiros do Petróleo (Exxon Mobil, Royal Dutch/Shell, BP e Chevron Texaco); em sintonia com o Deutsche Bank, o BNP, o Barclays e outros monstros europeus das velhas fortunas. Mas o seu monopólio sobre a economia global não se esgota no xadrez do petróleo.
Por Dean Henderson *
De acordo com o relatório 10-K para a SEC, os Quatro Cavaleiros da Banca estão entre os dez maiores acionistas de praticamente todas as empresas da Fortune 500. Trata-se da publicação anual da revista Fortune que lista as maiores 500 empresas norte-americanas.
Então quem são os acionistas destes centros bancários de dinheiro?
Esta informação é um segredo muito bem guardado. As minhas indagações junto às agências reguladoras da banca, no que se refere aos proprietários das ações dos 25 maiores bancos norte-americanos que possuem companhias, foram respondidas sob o amparo da Lei da Liberdade de Informação, antes de serem posteriormente recusadas com base na “segurança nacional”.
O que é bastante ridículo, na medida em que muitos dos acionistas da banca residem na Europa.
Banqueiros
Um importante repositório da riqueza da oligarquia global que é dona destas companhias na posse da banca é a US Trust Corporation – fundada em 1853 e atualmente propriedade do Bank of America.
Um recente diretor e curador honorário da US Trust Corporate foi Walter Rothschild. Outros diretores incluíram Daniel Davison do JP Morgan Chase, Richard Tucker da Exxon Mobil, Daniel Roberts do Citigroup e Marshall Schwartz do Morgan Stanley.
J. W. McCallister, da indústria petrolífera e estreitas ligações com a Casa de Saud, escreveu no The Grim Reaper que informações que obteve de banqueiros sauditas davam conta de que 80% do Federal Reserve Bank de Nova York – de longe o ramo mais poderoso do Fed – estavam na posse de apenas oito famílias, quatro das quais residentes nos EUA.
AgiotagemSão elas os Goldman Sach, os Rockefeller, os Lehman e os Kuhn Loeb de Nova York; os Rothschild de Paris e de Londres; os Warburg de Hamburgo; os Lazard de Paris; e os Israel Moses Seif de Roma.
O CPA Thomas D. Schauf confirma as afirmações de McCallister, acrescentando que dez bancos controlam todos os doze ramos do Federal Reserve Bank.
Menciona o N.M. Rothschild de Londres, o Rothschild Bank de Berlim, o Warburg Bank de Hamburgo, o Warburg Bank de Amesterdã, o Lehman Brothers de Nova York, o Lazard Brothers de Paris, o Kuhn Loeb Bank de Nova York, o Israel Moses Seif Bank de Itália, o Goldman Sachs de Nova York e o JP Morgan Chase Bank de Nova York.
Schauf lista William Rockefeller, Paul Warburg, Jacob Schiff e James Stillman como indivíduos que possuem grande quantidade de ações do Fed. Os Schiff são preponderantes no Kuhn Loeb. Os Stillman no Citigroup, casaram-se no clã Rockefeller no início do século.
Eustace Mullins chegou às mesmas conclusões no seu livro The Secrets of the Federal Reserve , em que exibe gráficos ligando o Fed e os bancos seus membros às famílias Rothschild, Warburg, Rockefeller e outras.
O controle que estas famílias de banqueiros exercem sobre a economia global não pode ser subestimado e é intencionalmente um segredo bem guardado. O seu braço na mídia empresarial é rápido na hora de desacreditar qualquer informação que divulgue este cartel privado de banqueiros centrais como uma ‘teoria da conspiração’. Mas os fatos subsistem.
Controle político
A CASA DE MORGAN
O Federal Reserve Bank nasceu em 1913, no mesmo ano em que morreu J. Pierpoint Morgan, descendente de banqueiro, e em que se formou a Fundação Rockefeller. A Casa de Morgan presidiu a finança americana a partir da esquina de Wall Street e Broad Street, praticamente como uma espécie de banco central dos EUA desde 1838, quando George Peabody a fundou em Londres.
Peabody era sócio de negócios dos Rothschild. Em 1952, o investigador do Fed, Eustace Mullins, avançou com a suposição de que os Morgan não eram mais do que agentes dos Rothschild. Mullins escreveu que os Rothschild “… preferiam operar anonimamente nos EUA por detrás da fachada de J.P. Morgan & Company”.
O autor Gabriel Kolko afirmou que “as atividades de Morgan em 1895-1896 na venda de títulos do Tesouro dos EUA na Europa basearam-se numa aliança com a Casa de Rothschild.”
Os tentáculos do polvo financeiro de Morgan envolveram rapidamente todo o globo. Morgan Grenfell operava em Londres. Morgan et Ce dominava Paris. Os primos Lambert de Rothschild criaram a Drexel & Company na Filadélfia.
A Casa de Morgan assistia aos Astors, aos DuPont, aos Guggenheim, aos Vanderbilt e aos Rockefeller. Financiou o lançamento da AT&T, da General Motors, da General Electric e da DuPont. Tal como os bancos Rothschild e Barings com sede em Londres, o Morgan tornou-se parte da estrutura do poder em muitos países.
Em 1890, a Casa de Morgan emprestava dinheiro ao banco central do Egito, financiava ferrovias russas, títulos do governo provincial brasileiro e projetos de obras públicas argentinas.
Uma recessão em 1893 reforçou o poder de Morgan. Nesse ano Morgan salvou o governo dos EUA de um pânico bancário, formando uma união para escorar as reservas governamentais com uma injeção de 62 milhões de dólares em ouro Rothschild.
Polvo bancárioMorgan foi a força motriz por detrás da expansão para oeste nos EUA, financiando e controlando as vias-férreas por intermédio de fundos fiduciários. Em 1879 a Ferrovia Central de Nova Iorque, de Cornelius Vanderbilt, financiada por Morgan, concedeu taxas preferenciais ao monopólio nascente da Standard Oil, de John D. Rockefeller, cimentando a relação Rockefeller/Morgan.
A Casa Morgan passou depois para o controle da família Rothschild e Rockefeller. Um título do jornal New York Herald dizia, “Reis do caminho-de-ferro formam monopólio gigantesco”. J. Pierpont Morgan, que em tempos anteriores afirmara, “a competição é um pecado”, passou a opinar alegremente: “Pensem nisso. Toda a concorrência do tráfego ferroviário a oeste de St. Louis colocada sob o controle de cerca de trinta homens”.
Morgan e o banqueiro Kuhn Loeb de Edward Harriman detinham o monopólio sobre os caminhos-de-ferro, enquanto as dinastias banqueiras Lehman, Goldman Sachs e Lazard se juntaram aos Rockefeller para controlarem a base industrial dos EUA.
Em 1903, as Oito Famílias fundaram o Banker’s Trust. Benjamin Strong do Banker’s Trust foi o primeiro governador do Federal Reserve Bank de Nova York.
A criação do Fed em 1913 fundiu o poder das Oito Famílias com o poder militar e diplomático do governo dos EUA. Se os seus empréstimos no estrangeiro não fossem pagos, os oligarcas podiam contar com os Marines dos EUA para cobrar as dívidas. O Morgan, o Chase e o Citibank formaram uma união de empréstimos internacionais.
A Casa de Morgan era íntima da Casa Britânica de Windsor e da Casa Italiana de Sabóia. Os Kuhn Loeb, os Warburg, os Lehman, os Lazard, os Israel Moses Seif e os Goldman Sachs também tinham ligações estreitas com a realeza europeia.
Em 1895 Morgan controlava o fluxo do ouro dentro e fora dos EUA. A primeira vaga de fusões americanas estava na sua infância e estava a ser promovida pelos banqueiros.
Em 1897 houve sessenta e nove fusões industriais. Em 1899 houve mil e duzentas. Em 1904, John Moody – fundador do Moody’s Investor Services – disse que era impossível falar dos interesses de Rockefeller e Morgan em separado.
Surgiu a desconfiança do público em relação a este conluio. Muita gente considerava-os como traidores a trabalhar para as antigas fortunas da Europa.
A Standard Oil de Rockefeller, a US Steel de Andrew Carnegie e os caminhos-de-ferro de Edward Harriman foram todos financiados pelo banqueiro Jacob Schiff do Kuhn Loeb, que trabalhava em estreita colaboração com os Rothschild europeus.
Vários estados do oeste proibiram a entrada dos banqueiros.
Petróleo e banqueiros
O pregador populista William Jennings Bryan foi por três vezes o candidato Democrata para presidente entre 1896 e 1908. O tema central da sua campanha anti-imperialista era que a América estava a cair numa ratoeira de “servidão financeira para com o capital britânico”.
Teddy Roosevelt derrotou Bryan em 1908 mas, por causa deste incêndio populista que se alastrava, foi forçado a promulgar a Lei Sherman Anti-Monopólio. Depois, perseguiu o Monopólio da Standard Oil.
Em 1912, realizaram-se as auditorias Pujo, que trataram da concentração do poder em Wall Street.
Nesse mesmo ano, a esposa de Edward Harriman vendeu as suas substanciais ações do Guaranty Trust Bank de Nova York a J.P. Morgan, criando o Morgan Guaranty Trust.
O juiz Louis Brandeis convenceu o presidente Woodrow Wilson a tentar pôr fim às diretorias interligadas. Em 1914 foi aprovada a Lei Clayton Anti-Monopólio.
Jack Morgan – filho e sucessor de J. Pierpont – reagiu convidando os seus clientes Remington e Winchester a aumentar a produção de armas. Argumentou que os EUA precisavam de entrar na I Guerra Mundial. Incitado pela Fundação Carnegie e por outras frentes oligárquicas, Woodrow Wilson cedeu.
Como escreveu Charles Tansill em America Goes to War, ”ainda antes do início do conflito, a firma francesa Rothschild Frères enviou um telegrama a Morgan & Company de Nova Iorque sugerindo o financiamento de um empréstimo de 100 milhões de dólares, grande parte do qual ficaria nos EUA para pagar as compras francesas dos produtos americanos”.
CapitalismoA Casa Morgan financiou metade do esforço de guerra dos EUA, enquanto recebia comissões para contratar fornecedores como a GE, a DuPont, a US Steel, a Kennecott e a ASARCO. Todos eles eram clientes Morgan.
A Morgan também financiou a Guerra britânica dos Bóeres na África do Sul e a Guerra Franco-Prussiana. A Conferência de Paz de Paris, em 1919, foi presidida por Morgan, que liderou os esforços de reconstrução tanto dos alemães quanto dos aliados.
Na década de 1930 reapareceu o populismo na América depois que o Goldman Sachs, o Lehman Bank e outros terem beneficiado da Queda da Bolsa de 1929.
O presidente da Comissão Bancária do Congresso, Louis McFadden (Democrata de NY) disse sobre a Grande Depressão: “Não foi um acidente. Foi uma ocorrência cuidadosamente planejada… Os banqueiros internacionais pensaram criar uma situação de desespero aqui para poderem surgir como dominadores de todos nós”.
O senador democrata Gerald Nye, em 1936, presidiu a uma investigação sobre munições. Nye concluiu que a Casa de Morgan tinha feito os EUA mergulharem na I Guerra Mundial para proteger empréstimos e criar uma explosão na indústria de armamento.
Nye produziu mais tarde um documento intitulado The Next War, que se referia cinicamente à “fraude contra a velha deusa da democracia”, através da qual o Japão podia ser utilizado para atrair os EUA para a II Guerra Mundial.
Em 1937, o secretário do Interior, Harold Ickes, alertou para a influência das “60 Famílias da América”. O historiador Ferdinand Lundberg posteriormente escreveu um livro exatamente com o mesmo título. O juiz do Supremo Tribunal, William O. Douglas, condenou, “a influência de Morgan… a mais perniciosa na indústria e na finança de hoje”.
Jack Morgan respondeu empurrando os EUA para a II Guerra Mundial.
Morgan tinha estreitas relações com as famílias Iwasaki e Dan – dois dos clãs mais ricos do Japão – que são donos da Mitsubishi e da Mitsui, respectivamente, visto que estas empresas saíram dos xogunatos do século XVII. Quando o Japão invadiu a Mandchuria, chacinando camponeses chineses em Nanking, Morgan minimizou o incidente.
Morgan também tinha relações estreitas com o fascista italiano Benito Mussolini, enquanto que o nazista alemão Dr. Hjalmer Schacht foi uma ligação do Morgan Bank durante a II Guerra Mundial.
Depois da guerra, representantes do Morgan encontraram-se com Schacht no Banco de Compensações Internacionais (BIS) em Basileia, na Suíça.
Capitalismo Selvagem
A CASA DE ROCKEFELLER
O BIS é o banco mais poderoso do mundo, um banco central global das Oito Famílias que controlam os bancos centrais privados de quase todos os países ocidentais e em desenvolvimento.
O primeiro presidente do BIS foi o banqueiro Gates McGarrah de Rockefeller – funcionário do Chase Manhattan e do Federal Reserve. McGarrah era avô do antigo director da CIA, Richard Helms.
Os Rockefeller – tal como os Morgan – tinham estreitas ligações com Londres. David Icke escreve em Children of the Matrix, que os Rockefeller e os Morgan eram apenas ‘mandaretes’ dos Rothschild europeus.
O BIS é propriedade do Federal Reserve, do Banco de Inglaterra, do Banco da Itália, do Banco do Canadá, do Banco Nacional Suíço, do Banco da Holanda, do Bundesbank e do Banco da França.
O historiador Carroll Quigley escreveu no seu livro épico Tragedy and Hope que o BIS foi produto de um plano, “para criar um sistema mundial de controle financeiro em mãos privadas capaz de dominar o sistema político de cada país e a economia do mundo no seu todo… para ser controlado de modo feudal pelos bancos centrais mundiais, atuando concertadamente através de acordos secretos”.
Crise econômica mundialO governo dos EUA tinha uma desconfiança histórica com o BIS, e esforçou-se em vão pela sua destruição na Conferência Bretton Woods em 1944, após a II Guerra Mundial.
Pelo contrário, o poder das Oito Famílias saiu reforçado, com a criação em Bretton Woods do FMI e do Banco Mundial. O Federal Reserve dos EUA só adquiriu ações no BIS em Setembro de 1994.
O BIS detém pelo menos 10% das reservas monetárias de pelo menos 80 bancos centrais mundiais, do FMI e de outras instituições multilaterais. Funciona como agente financeiro de acordos internacionais, reúne informações sobre a economia global e serve de prestamista de último recurso para impedir um colapso financeiro global.
O BIS promove um programa capitalista-fascista de monopólio.
Concedeu um empréstimo a curto prazo à Hungria nos anos 90 para garantir a privatização da economia daquele país. Serviu de canal para as Oito Famílias financiarem Adolf Hitler – dirigido por J. Henry Schroeder, dos Warburg, e pelo Banco Mendelsohn, de Amesterdã.
Muitos investigadores afirmam que o BIS está no centro da lavagem de dinheiro da droga global.
Não é por acaso que o BIS tem a sua sede na Suíça, esconderijo preferido para a riqueza da aristocracia global e sede da Loja Alpina P-2 da Maçonaria italiana e da Internacional Nazi.
Outras instituições que as Oito Famílias controlam incluem o Fórum Econômico Mundial, a Conferência Monetária Internacional e a Organização Mundial do Comércio.
Bretton Woods foi uma bênção para as Oito Famílias. O FMI e o Banco Mundial foram fundamentais para esta “nova ordem mundial”.
Bancos e Petróleo
Em 1944, as primeiras ações do Banco Mundial foram lançadas por Morgan Stanley e First Boston. A família francesa Lazard passou a estar mais envolvida nos interesses da Casa de Morgan.
Os Lazard Frères – o maior banco de investimentos da França – é propriedade das famílias Lazard e David-Weill – descendentes dos antigos banqueiros genoveses representados por Michelle Davive. Um recente presidente e diretor executivo do Citigroup foi Sanford Weill.
Em 1968 a Morgan Guaranty lançou o Euro-Clear, um banco de compensação com sede em Bruxelas, para valores em eurodólares. Foi a primeira experiência automatizada do gênero. Houve quem chamasse o Euro-Clear de “A Besta”.
Bruxelas é a sede do novo Banco Central Europeu e da NATO.
Em 1973, funcionários do Morgan reuniram-se secretamente nas Bermudas para ressuscitar ilegalmente a velha Casa de Morgan, vinte anos antes da revogação da Lei Glass Steagal.
Morgan e os Rockefeller apoiaram financeiramente a Merrill Lynch, atirando-a para o grupo dos 5 Grandes da banca de investimentos norte-americana. Merrill faz atualmente parte do Bank of America.
John D. Rockefeller utilizou a sua riqueza petrolífera para comprar a Equitable Trust, que tinha absorvido vários grandes bancos e empresas nos anos 20.
A Grande Depressão ajudou a consolidar o poder de Rockefeller. O seu Chase Bank fundiu-se com o Manhattan Bank de Kuhn Loeb para formar o Chase Manhattan, consolidando uma antiga relação familiar.
Os Kuhn-Loeb tinham financiado – juntamente com os Rothschild – a tentativa de Rockefeller para ser o rei do petróleo. O National City Bank de Cleveland forneceu a John D. o dinheiro necessário para entrar nesta monopolização da indústria petrolífera dos EUA.
O banco foi identificado nas auditorias do Congresso como uma das três instituições financeiras de propriedade dos Rothschild nos EUA durante a década de 1870, quando Rockefeller começou por incorporar a Standard Oil de Ohio.
Justiça e LiberdadeUm dos sócios de Rockefeller na Standard Oil era Edward Harkness, cuja família veio a controlar o Chemical Bank. Um outro era James Stillman, cuja família controlava o Manufacturers Hanover Trust. Estes dois bancos fundiram-se sob a égide de JP Morgan Chase.
Duas das filhas de James Stillman casaram-se com dois dos filhos de William Rockefeller. As duas famílias também controlam uma enorme fatia do Citigroup.
Na área dos seguros, os Rockefeller controlam o Metropolitan Life, a Equitable Life, a Prudential e a New York Life.
Os bancos Rockefeller controlam 25% do ativo dos 50 maiores bancos comerciais norte-americanos e 30% do ativo das 50 maiores companhias de seguros.
As companhias de seguros – a primeira nos EUA foi fundada por maçons através da Woodman’s of America – desempenham um papel chave na lavagem do dinheiro da droga nas Bermudas.
As empresas sob controle de Rockefeller incluem a Exxon Mobil, a Chevron Texaco, a BP Amoco, a Marathon Oil, a Freeport McMoran, a Quaker Oats, a ASARCO, a United, a Delta, a Northwest, a ITT, a International Harvester, a Xerox, a Boeing, a Westinghouse, a Hewlett-Packard, a Honeywell, a International Paper, a Pfizer, a Motorola, a Monsanto, a Union Carbide e a General Foods.
A Fundação Rockefeller tem ligações financeiras estreitas com as Fundações Ford e Carnegie.
Outras iniciativas filantrópicas da família incluem o Rockefeller Brothers Fund, o Instituto Rockefeller de Pesquisa Médica, o Conselho Geral da Educação, a Universidade Rockefeller e a Universidade de Chicago – que tem preparado um fluxo permanente de economistas neoliberais de extrema-direita como defensores do capital internacional, incluindo Milton Friedman.
A família possui o edifício Rockefeller Plaza, nº 30, onde todos os anos se ilumina a árvore de Natal nacional e o Rockefeller Center.
David Rockefeller foi fundamental na construção das torres do World Trade Center.
A principal casa da família Rockefeller é um deselegante complexo ao norte do estado de Nova York, conhecido por Pocantico Hills.
Também possuem um duplex de 32 quartos na 5ª Avenida em Manhattan, uma mansão em Washington, DC, o Rancho Monte Sacro na Venezuela, plantações de café no Equador, várias fazendas no Brasil, uma propriedade em Seal Harbour, no Maine e casas de férias nas Caraíbas, no Havaí e em Porto Rico.
Poder financeiro global
As famílias Dulles e Rockefeller são primas. Allen Dulles criou a CIA, deu assistência aos nazistas, encobriu o assassinato de Kennedy à Comissão Warren e fechou um acordo com a Irmandade Muçulmana para criar homens-bomba controlados psicologicamente.
O irmão John Foster Dulles presidiu as garantias falsificadas da Goldman Sachs antes da queda da Bolsa em 1929 e ajudou o irmão a derrubar governos no Irã e na Guatemala. Eram ambos membros da Skull & Bones, do Council on Foreign Relations (CFR) e maçons do 33º grau.
Os Rockefeller foram decisivos na formação do Clube de Roma, orientado para a redução da população mundial, na propriedade da família em Bellagio, Itália.
Criaram a Comissão Trilateral na sua propriedade Pocantico Hills. A família é um dos principais financiadores do movimento de eugenia que gerou Hitler, a clonagem humana e a atual obsessão pelo DNA na comunidade científica norte-americana.
John Rockefeller Jr. chefiou o Conselho da População até à sua morte. O seu filho homônimo é senador pela Virginia Ocidental. O irmão Winthrop Rockefeller foi vice-governador do Arcansas e continua a ser o homem mais poderoso daquele estado.
Crise do capitalismoNuma entrevista em Outubro de 1975 à revista Playboy, o vice-presidente Nelson Rockefeller – que também foi governador de Nova York – articulou a perspectiva paternalista da sua família: “Acredito plenamente no planejamento – no campo econômico, social, político e militar, no mundo inteiro”.
Mas de todos os irmãos Rockefeller, foi David, o fundador da Comissão Trilateral (TC) e presidente do Chase Manhattan, quem levou a agenda fascista da família a uma escala global.
Defendeu o Xá do Irã, o regime apartheid da África do Sul e a junta chilena de Pinochet.
Foi o maior financiador do CFR, do TC e (durante a Guerra do Vietnam) da Comissão para uma Paz Efetiva e Duradoura na Ásia – um contrato de bonança para os que não estavam envolvidos no conflito.
Nixon convidou-o para secretário do Tesouro, mas Rockefeller recusou o cargo, sabendo que o seu poder era muito maior ao leme do Chase.
O autor Gary Allen escreve em The Rockefeller File que, em 1973, “David Rockefeller reuniu-se com 27 chefes de estado, incluindo os governantes da União Soviética e da China Vermelha”.
Após o golpe do Nugan Hand Bank e da CIA, de 1975, contra o primeiro-ministro australiano Gough Whitlam, o seu sucessor designado pela Coroa britânica, Malcolm Fraser, correu aos EUA, onde se encontrou com o presidente Gerald Ford depois de ter conferenciado com David Rockefeller.
[Fim da primeira parte]

* Dean Henderson, no Resistir, é autor de Big Oil & Their Bankers in the Persian Gulf ; Four Horsemen, Eight Families & Their Global Intelligence, Narcotics & Terror Network e The Grateful Unrich: Revolution in 50 Countries. Seu blog: http://deanhenderson.wordpress.com/
* * *


Leia mais em: http://www.materiaincognita.com.br/as-oito-familias-de-banqueiros-que-controlam-toda-a-riqueza-mundial/#ixzz1Vrb5CELf



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Beto Almeida uma voz que clama no deserto.

Brasil


Comunicação: uma semana, duas derrotas da desregulamentação

 Beto Almeida*
Na  semana passada, a luta pela regulamentação democrática da comunicação sofreu duas derrotas gravíssimas: na Câmara, o  projeto que flexibiliza,  sem fiscalização, portanto, desregulamenta,  a  veiculação da Voz do Brasil, foi aprovado sob monitoramento da ABERT, e  , no Senado, aprovou-se o projeto 116 que transfere o oligopólio da TV  paga no Brasil , até agora sob domínio de grupos nacionais,  para o  controle do capital estrangeiro que domina as empresas de  telecomunicações. Ambos com aplausos da esquerda!.

No  primeiro caso, o problema da veiculação do programa Voz do Brasil em  horários inadequados para os estados amazônicos com fuso horário poderia  ter sido perfeitamente  resolvido com uma medida administrativa no  âmbito da  EBC. Uma portaria, uma orientação, que determinasse a  gravação do programa para sua exibição às 19 horas, de acordo com o fuso  horário local. Ou seja, não era necessário punir a esmagadora maioria  do público ouvinte para atender uma necessidade do público minoritário  amazônico, situação que poderia ter sido contornada sem a necessidade de  lei que ameaça concretamente o futuro da Voz do Brasil.
O verdadeiro objetivo do projeto
Fica  evidente, assim,  este não era o objetivo do projeto de lei, mas sim o de atender aos  vorazes apetites dos conglomerados de comunicação privados sedentos por  uma hora a mais de baixaria radiofônica e pouco jornalismo, pois, como é  sabido, a imensa maioria das emissoras de rádio não cumpre a exigência  legal para um mínimo de programação noticiosa, sequer contratam  jornalistas para tal.
Pois  agora, se o projeto vier a ser aprovado como está, o horário das 19 às  20 horas será ocupado pela programação comercial, consumista e alienante  das emissoras ligadas à Abert, que monitorou atentamente a aprovação do  projeto até agora, inclusive na sua forma à jato no ano de 2010, em ano  eleitoral, com o Congresso esvaziado e sem audiências públicas. O  resultado pode ser o pior: um programa de rádio que pesquisas  qualificadas atestam ser considerado de boa qualidade pelo público, que  também manifestou-se esmagadoramente a favor da manutenção do seu  horário, poderá vir a ser extinto.  Com isto, milhões de brasileiros  deixarão de ter no horário de costume informações relevantes sobre as  decisões do Executivo, do Judiciário e do Legislativo veiculadas pelo  mais antigo programa de rádio do mundo e que é, na verdade, a única  forma de se ter acesso a informações sobre os poderes públicos, já que  jornais e revistas não chegam aos grotões, nem do campo ou da cidade,  nem mesmo ao grande público.  Quem vai fiscalizar se 6 mil emissoras  veicularão a Voz do Brasil?  Para a autora do projeto isto não é  problema dela, mas do governo. Ela é da base aliada.

Desconhecimento?

Mais,  desconhecendo a realidade radiofônica brasileira, a autora afirmou que  as rádios educativas continuarão a veicular o programa, como se isto bastasse,  o que significa  jogar o programa no ostracismo, pois estas emissoras são rarefeitas, não  alcançam nacionalmente nem 5 por cento da audiência, estão  desmanteladas, sem potência e são numericamente  pouco expressivas. O  programa passaria a ser semi-inaudível! Já em seu  horário atual e em cadeia  nacional, a Voz do Brasil alcança, em horário adequado, milhões  de brasileiros que não possuem outra forma alternativa de informação e  sem as distorções conhecidas na mídia comercial. Na semana que passou,  por exemplo, foi o programa que melhor e mais amplamente cobriu a Marcha das Margaridas  e a presença da presidenta Dilma no evento, informando sobre uma pauta  relevantíssima das famílias trabalhadoras com campo junto ao executivo,  sendo que o enfoque do rádio comercial, sobre o mesmo episódio,  centrou-se exageradamente apenas na substituição do ministro da área.  Ora, um ministro passa, como aliás passou, mas as 70 mil trabalhadoras do campo, que vieram  até Brasília com sua  dignidade, seus direitos e suas conquistas,   ficam e devem ser atendidas, crescentemente,  pelas políticas públicas. E  a sociedade tem o direito ser informada adequadamente sobre esta  expansão de direitos sociais. Isto foi feito pela Voz do Brasil, no  episódio. Sem ele, como a esmagadora maioria das milhares  de emissoras  ofereceriam esta informação  aos seus ouvintes?

Desregulamentação

No  caso da TV paga, o projeto aprovado desobriga  -   desregulamenta,  portanto  -    a veiculação pelas operadoras dos Canais Básicos de Utilização  Gratuita, como as TVs Senado e Câmara, TVs Comunitárias, Universitárias  e Educativas, que era exatamente o principal aspecto defensável da Lei  do Cabo, que também abriu o setor, até 49%, para o capital estrangeiro.  Agora, há não somente a entrega de 100% deste setor de tv para o capital  estrangeiro, dominado por oligopólios, com a ridícula obrigação de  exibir apenas  30 minutos/dia de produção nacional, como se o  audiovisual brasileiro não tivesse, historicamente,  sido capaz de ter  uma Embrafilme, de produzir um Pagador de Promessas e tanto  talento admirado mundialmente. Muito mais grave: o projeto foi apoiado  pela esquerda que confunde oligopolização com incentivo à concorrência,  quando uma coisa é exatamente a anulação da outra, como sabemos.
Esquerda esquizofrênica?
O  mais grave das duas derrotas está no fato de que podem ser traduzidas  em duas investidas contrárias à regulamentação que, ultimamente, tem  sido palavra de ordem não apenas nacional, mas internacional do  movimento pela democratização da comunicação. Assim, ao invés de lutar  para preservar, qualificar e aperfeiçoar o espaço público regulamentado  há mais de 7 décadas pelo Voz do Brasil  -  o que é perfeitamente  possível, sobretudo com a introdução de novas tecnologias de informação e  considerando que o programa é feito ao vivo  -  a esquerda prefere,  esquizofrenicamente, apoiar uma flexibilização, na verdade,  uma  desregulamentação que coloca em risco a existência  do informativo.  Ao  contrário, não apenas a esquerda, mas todos os setores sociais  indignados com a precariedade e a vulgaridade de um jornalismo  distorcido e assumidamente de pensamento único  - contrariando a  Constituição   -   ao invés de apoiar esta tese tão preciosa para os  magnatas de mídia, deveria ,isto sim, lutar para que a Voz do Brasil  tivesse sucursais em todo o país, contratasse muito mais equipes de  reportagens, tornando-se verdadeiramente nacional e ainda mais permeável  à relação das políticas estatais e públicas com  a sociedade, num  jornalismo imbuído da ética da missão pública, o que inexiste, salvo  exceções, no jornalismo empresarial.
Enquanto  se buscam formas para evitar o pior -  um projeto ainda não foi  sancionado e o outro ainda vai ao plenário da Câmara  -  ficamos todos  com a difícil tarefa de decifrar o enigma de uma esquerda que prega a  regulamentação e a democratização, mas vota pela  desregulamentação e a  oligopolização, além da desnacionalização.
*Beto Almeida , Membro da Junta Diretiva da Telesur




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Importante Seminário em Curitiba promovido pelo IPARDES (Instituto Paranaense de Desenvolvimento e Estatistica)

Atenção planejadores no cartaz acima faltam os horários e contatos.

Colaboração Zeno Crocetti.
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Beto Almeida uma voz que clama no deserto.






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Comunicação: uma semana, duas derrotas da desregulamentação












Beto Almeida*
Na  semana passada, a luta pela regulamentação democrática da comunicação sofreu duas derrotas gravíssimas: na Câmara, o  projeto que flexibiliza,  sem fiscalização, portanto, desregulamenta,  a  veiculação da Voz do Brasil, foi aprovado sob monitoramento da ABERT, e  , no Senado, aprovou-se o projeto 116 que transfere o oligopólio da TV  paga no Brasil , até agora sob domínio de grupos nacionais,  para o  controle do capital estrangeiro que domina as empresas de  telecomunicações. Ambos com aplausos da esquerda!.

No  primeiro caso, o problema da veiculação do programa Voz do Brasil em  horários inadequados para os estados amazônicos com fuso horário poderia  ter sido perfeitamente  resolvido com uma medida administrativa no  âmbito da  EBC. Uma portaria, uma orientação, que determinasse a  gravação do programa para sua exibição às 19 horas, de acordo com o fuso  horário local. Ou seja, não era necessário punir a esmagadora maioria  do público ouvinte para atender uma necessidade do público minoritário  amazônico, situação que poderia ter sido contornada sem a necessidade de  lei que ameaça concretamente o futuro da Voz do Brasil.
O verdadeiro objetivo do projeto
Fica  evidente, assim,  este não era o objetivo do projeto de lei, mas sim o de atender aos  vorazes apetites dos conglomerados de comunicação privados sedentos por  uma hora a mais de baixaria radiofônica e pouco jornalismo, pois, como é  sabido, a imensa maioria das emissoras de rádio não cumpre a exigência  legal para um mínimo de programação noticiosa, sequer contratam  jornalistas para tal.
Pois  agora, se o projeto vier a ser aprovado como está, o horário das 19 às  20 horas será ocupado pela programação comercial, consumista e alienante  das emissoras ligadas à Abert, que monitorou atentamente a aprovação do  projeto até agora, inclusive na sua forma à jato no ano de 2010, em ano  eleitoral, com o Congresso esvaziado e sem audiências públicas. O  resultado pode ser o pior: um programa de rádio que pesquisas  qualificadas atestam ser considerado de boa qualidade pelo público, que  também manifestou-se esmagadoramente a favor da manutenção do seu  horário, poderá vir a ser extinto.  Com isto, milhões de brasileiros  deixarão de ter no horário de costume informações relevantes sobre as  decisões do Executivo, do Judiciário e do Legislativo veiculadas pelo  mais antigo programa de rádio do mundo e que é, na verdade, a única  forma de se ter acesso a informações sobre os poderes públicos, já que  jornais e revistas não chegam aos grotões, nem do campo ou da cidade,  nem mesmo ao grande público.  Quem vai fiscalizar se 6 mil emissoras  veicularão a Voz do Brasil?  Para a autora do projeto isto não é  problema dela, mas do governo. Ela é da base aliada.

Desconhecimento?

Mais,  desconhecendo a realidade radiofônica brasileira, a autora afirmou que  as rádios educativas continuarão a veicular o programa, como se isto bastasse,  o que significa  jogar o programa no ostracismo, pois estas emissoras são rarefeitas, não  alcançam nacionalmente nem 5 por cento da audiência, estão  desmanteladas, sem potência e são numericamente  pouco expressivas. O  programa passaria a ser semi-inaudível! Já em seu  horário atual e em cadeia  nacional, a Voz do Brasil alcança, em horário adequado, milhões  de brasileiros que não possuem outra forma alternativa de informação e  sem as distorções conhecidas na mídia comercial. Na semana que passou,  por exemplo, foi o programa que melhor e mais amplamente cobriu a Marcha das Margaridas  e a presença da presidenta Dilma no evento, informando sobre uma pauta  relevantíssima das famílias trabalhadoras com campo junto ao executivo,  sendo que o enfoque do rádio comercial, sobre o mesmo episódio,  centrou-se exageradamente apenas na substituição do ministro da área.  Ora, um ministro passa, como aliás passou, mas as 70 mil trabalhadoras do campo, que vieram  até Brasília com sua  dignidade, seus direitos e suas conquistas,   ficam e devem ser atendidas, crescentemente,  pelas políticas públicas. E  a sociedade tem o direito ser informada adequadamente sobre esta  expansão de direitos sociais. Isto foi feito pela Voz do Brasil, no  episódio. Sem ele, como a esmagadora maioria das milhares  de emissoras  ofereceriam esta informação  aos seus ouvintes?

Desregulamentação

No  caso da TV paga, o projeto aprovado desobriga  -   desregulamenta,  portanto  -    a veiculação pelas operadoras dos Canais Básicos de Utilização  Gratuita, como as TVs Senado e Câmara, TVs Comunitárias, Universitárias  e Educativas, que era exatamente o principal aspecto defensável da Lei  do Cabo, que também abriu o setor, até 49%, para o capital estrangeiro.  Agora, há não somente a entrega de 100% deste setor de tv para o capital  estrangeiro, dominado por oligopólios, com a ridícula obrigação de  exibir apenas  30 minutos/dia de produção nacional, como se o  audiovisual brasileiro não tivesse, historicamente,  sido capaz de ter  uma Embrafilme, de produzir um Pagador de Promessas e tanto  talento admirado mundialmente. Muito mais grave: o projeto foi apoiado  pela esquerda que confunde oligopolização com incentivo à concorrência,  quando uma coisa é exatamente a anulação da outra, como sabemos.
Esquerda esquizofrênica?
O  mais grave das duas derrotas está no fato de que podem ser traduzidas  em duas investidas contrárias à regulamentação que, ultimamente, tem  sido palavra de ordem não apenas nacional, mas internacional do  movimento pela democratização da comunicação. Assim, ao invés de lutar  para preservar, qualificar e aperfeiçoar o espaço público regulamentado  há mais de 7 décadas pelo Voz do Brasil  -  o que é perfeitamente  possível, sobretudo com a introdução de novas tecnologias de informação e  considerando que o programa é feito ao vivo  -  a esquerda prefere,  esquizofrenicamente, apoiar uma flexibilização, na verdade,  uma  desregulamentação que coloca em risco a existência  do informativo.  Ao  contrário, não apenas a esquerda, mas todos os setores sociais  indignados com a precariedade e a vulgaridade de um jornalismo  distorcido e assumidamente de pensamento único  - contrariando a  Constituição   -   ao invés de apoiar esta tese tão preciosa para os  magnatas de mídia, deveria ,isto sim, lutar para que a Voz do Brasil  tivesse sucursais em todo o país, contratasse muito mais equipes de  reportagens, tornando-se verdadeiramente nacional e ainda mais permeável  à relação das políticas estatais e públicas com  a sociedade, num  jornalismo imbuído da ética da missão pública, o que inexiste, salvo  exceções, no jornalismo empresarial.
Enquanto  se buscam formas para evitar o pior -  um projeto ainda não foi  sancionado e o outro ainda vai ao plenário da Câmara  -  ficamos todos  com a difícil tarefa de decifrar o enigma de uma esquerda que prega a  regulamentação e a democratização, mas vota pela  desregulamentação e a  oligopolização, além da desnacionalização.
*Beto Almeida , Membro da Junta Diretiva da Telesur



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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Como estrangeiros lêem esse Blog quero postar mais uma vez essa visão artistica do estado de Paraná.








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Negros .

Prezados leitores,

As estatisticas do Blogger apontam para a nova preferência dos leitores, um texo de 2010 . Eu quero chamar a atenção aos leitores que existem seis textos nesse Blog sobre esse tema,  Negros uma História mal contada. Quando voês abrirem  o texto em questão, reparem que na margem esquerda temos os títulos de todas as matéria publicadas naquele mês. Se você desce um pouquinho já encontrará outros textos sobre o mesmo tema. Boa leitura.

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Para reflexão de todos


Comunicação: duas derrotas

Na semana passada, a luta pelar egulamentação democrática da comunicação sofreu duas derrotas gravíssimas: na Câmara, o projeto que flexibiliza,  sem fiscalização, portanto, desregulamenta, a veiculação da Voz do Brasil, foi aprovado sob monitoramento da ABERT,e , no Senado, aprovou-se o projeto 116 que transfere o oligopólio da TV paga no Brasil , até agora sob domínio de grupos nacionais,  para o controle do capital estrangeiro que domina as empresas de telecomunicações. Ambos com aplausos da esquerda!.

No primeiro caso, o problema da veiculação do programa Voz do Brasil em horários inadequados para os estados amazônicos com fuso horário poderia ter sido bem resolvido com uma medida administrativa no âmbito da  EBC. Fica evidente,  este não era o objetivo, pois agora, se o projeto vier a ser aprovado como está, o horário das 19 às 20 horas será ocupado pela programação comercial, consumista e alienante das emissoras ligadas à Abert. Pior: milhões de brasileiros deixarão de ter no horário de costume informações relevantes sobre as decisões do Executivo, do Judiciário e do Legislativo veiculadas pelo mais antigo programa de rádio do mundo. Quem vai fiscalizar se 6 mil emissoras veicularão a Voz do Brasil?  Para a autora do projeto isto não é problema dela, mas do governo. Ela é da base aliada.  Marcha das Margaridas.
 

No caso da TV paga o projeto aprovado, desobriga, desregulamenta, portanto, a veiculação pelas operadoras dos Canais Básicos de Utilização Gratuita, como as TVs Senado e Câmara, TVsComunitárias, Universitárias e Educativas, que era exatamente o principal aspecto defensável da Lei do Cabo, que também abriu o setor, até 49%, para ocapital estrangeiro. Agora, há entrega de 100% para o capital estrangeiro, com a ridícula obrigação de 30 minutos/dia de produção nacional. Mais grave: o projeto foi apoiado pela esquerda que confunde oligopolização com incentivo à concorrência..

Beto Almeida

OBS num país de destros, as direitas escrevem e as esquerdas  seguram o papel....é assim.


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domingo, 21 de agosto de 2011

A alegria de viver.


A maior alegria do ser humano.

Como dissemos abaixo em outro texto o apego que temos à Vida tem origem no amor que a Vida tem por nós, assim como na profunda alegria de termos nascido. Ninguém quer morrer. Mesmo os que se suicidam querem mais fugir do sofrimento e da angustia do que perder a vida. Se houvessem experimentado algum prazer no amor que a Vida tem por eles, também eles suportariam o sofrimento  e a alegria de viver.

Ora mas se nascer é a maior alegria e o mais fundamental direito do ser humano, pois da existência brota todos os fundamentais direitos humanos, temos que admitir que  nós precisamos de um casal para nascer. Ora então não é difícil perceber que a segunda maior alegria do ser humano é gerar a vida, isso por que temos consciência de que ao geráramos a vida estamos proporcionado a MAIOR alegria que outro ser humano possa ter. Ou seja NASCER. Maior, pois se não tivéssemos nascido nenhuma outra alegria poderíamos ter sentido.

Então gerar outra vida é o ato de maior gratidão que um casal pode ter em razão das suas vidas individuais que receberam de outro casal. Acima disto só há o ato heróico dos que ousaram dar as suas vidas para que outros pudessem viver. Quando esse ato é consciente revela o mais alto grau de desprendimento humano, pois se todos nós iremos morrer um dia, melhor morre aquele que escolheu dar a vida pelos irmãos.

Suponha então que a consciência  de si mesmo continua no pós morte, mais felizes, muito mais felizes serão aqueles que viveram em gratidão dos que  os que viveram o egoísmo, ou, ainda mais felizes serão aqueles que em gratidão deram as suas vidas, para que outros tenham vida. Dar a vida em Vida é servir o próximo.

Deu para entender? Ou entendeu para DAR?

wallacereq@gmail.com

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sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Casal, o que diz o dicionário?

Casal, substantivo que designa a femea e o macho; casal de animais,  o marido e a mulher. O par, a dupla, a parelha são palavras que designam o par de dois machos , ou no outro caso duas femeas juntas, estas palavras existem para diferenciar as duplas dos animais e dos seres humanos dos casais. O casal procria. Ninguém começaria uma criação com dois machos ou duas femeas, mas começaria como um ou vários casais. Assim lemos nas Sagradas Escrituras, Noe embarcou casais, machos e femeas de todas as especies, seus filhos e as esposas de seus filhos, e ele próprio e sua mulher.

OBS: Absurdo é ouvir um político de nível universitário chamar uma parelha ou dupla de dois homens ou de duas mulheres de casal. Ver Vocabulário Juridico.

Os apóstolos foram enviados dois a dois. Segundo a nova moral teriam sido enviados como casais,( dois machos= um casal) mas isso não é verdade, foram enviados em duplas, não em "casais".


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Pedofilia homossensualismo velado.

Prezados leitores, eu encontrei o texto abaixo na Internet. Sempre procurei alertar que os ataques sexuais as crianças estão indiscutivelmente ligados a homossensualidade, não apenas quando homens abusam de meninos, mas quando homens pouco viris abusam de meninas, ou mulheres abusam de meninas ou meninos, muitas vezes em parceria com homens adultos. Escreverei sobre isso quando achar conveniente.
Na verdade eu usei mal o titulo, pois toda vez que há erotismo entre pessoas de mesmo sexo há homossensualismo, assim abuso de meninos por professores masculinos é explicitamente homossensualismo. Isso denuncia uma falsidade ou má interpretação do texto abaixo, pois não fica claro o critério usado. Como abuso de crianças do mesmo sexo podem resultar em 30 ou 70%,?...Ora no caso só podem resultar em 100%. O que o autor possivelmente quis dizer, é que em 30% houve historia pregressa de envolvimento homossensual. Todavia se houve abuso de criança do mesmo sexo, esta claro o homossensualismo do autor do abuso, e muitas vezes também da criança (vitima), quando há sedução e consentimento. A pedofilia é um ataque a pureza e a inocência psicológica.

Reproduzo o texto abaixo, sem saber se os dados são verdadeiros ou exatos,(não se definem os critérios) mas não deixam de ser intrigantes e inquietantes e merecem estudo por parte de políticos responsáveis, principalmente quando parelhas de homossensuais querem adotar crianças.

OBS: uso a palavra homossensualidade porque não há verdadeiro sexo entre pessoas do mesmo sexo, há  apenas erotismo e inversão do instinto sexual. O sexo só ocorre quando há o encontro funcional do sexo do macho com a fêmea, caso contrario, na espécie humana em particular há erotismo sensualismo.
wallacereq@gmail.com
Leiam:

Em estudo internacional sobre crimes sexuais entre 1980 e 2006 revelou 902 professores abusadores de alunos. Os professores envolvidos no homossexualismo constituíam 63% dos estupradores na Irlanda, 62% na Nova Zelândia, 60% no Canadá, 54% na Escócia, 48% na Austrália, 47% na Inglaterra e 35% nos EUA. As estatísticas são de modo particular assustadoras considerando que os homossexuais perfazem menos de 3% da população.
Mesmo sendo somente 3% da população, homossexuais são os principais responsáveis por crimes de estupro contra crianças. Isto faz deles os maiores predadores de meninos da sociedade. Agora, eu te pergunto: quem precisa de proteção estatal - a criança ou os homossexuais?

A dita Criminalização da Homofobia tem na morte de homossexuais sua principal bandeira. Segundo o GGB, em 2010 foram 300 mortes de homossexuais, sendo que o Movimento GLBT computou na conta da Homofobia todas elas, sem nenhuma evidência que comprovasse tal afirmação. Enquanto as Ongs homossexuais fazem barulho com a farsa das mortes por Homofobia, crianças e adolescentes sofrem abusos nas mãos de predadores homossexuais, sem que o estado esboce a minima reação para defendê-las. Enquanto o Governo tenta criar leis que protejam marmanjos homossexuais, meninos continuam vitimas de estupradores homossexuais.

Mas os crimes envolvendo homossexuais não se limitam somente aos meninos. As mortes de travestis e gays computadas como crimes de odio, são na maioria das vezes crimes praticados por algum dos parceiros gay das vitimas. Mesmo assim os Militantes LGBT, para sustentar a farsa da Homofobia, computam como crimes de preconceito. Portanto, este fato faz dos Homossexuais os maiores Homofóbicos da sociedade. Não basta serem HETEROFÓBICOS - Aversão ao Sexo Oposto - são também homofóbicos.


Portanto, a sociedade tem que agir e rápido em defesa de suas crianças. Não se pode permitir que meninos ( e meninas) continuem sendo alvo de estupradores homossexuais, enquanto se discute a defesa de marmanjos. As crianças deveriam vir em primeiro lugar. Mas, infelizmente vivemos tempos modernos, onde a moral não existe ou foi pervertida para favorecer grupos de todos os matizes. A sociedade encara com naturalidade que um grupo, minoria, seja responsável por mais de 50% de estupros de meninos e mesmo assim se permita que eles reinvidiquem proteção estatal à revelia das vítimas de abuso sexual.
Texto tirado do "Portal Militar Brasileiro"





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Para a reflexão de todo o contribuinte.



CARTA ABERTA DE ELIANE SINHASIQUE (jornalista e publicitária) PARA RENATO ARAGÃO (o Didi da REDE GLOBO DE TELEVISÃO)





Querido Didi,



Há alguns meses você vem me escrevendo pedindo uma doação mensal para enfrentar alguns problemas que comprometem o presente e o futuro de muitas crianças brasileiras. Eu não respondi aos seus apelos (apesar de ter gostado do lápis e das etiquetas com meu nome para colar nas correspondências) ..........









Achei que as cartas não deveriam ser endereçadas a mim. Agora, novamente, você me escreve preocupado por eu não ter atendido às suas solicitações.







Diante de sua insistência, me senti na obrigação de parar tudo e escrever uma resposta.









Não foi por " algum motivo " que não fiz a doação em dinheiro solicitada por você. São vários os motivos que me levam a não participar de sua campanha altruísta (se eu quisesse poderia escrever umas dez páginas sobre esses motivos).







Você diz, em sua última carta, que enquanto eu a estivesse lendo, uma criança estaria perdendo a chance de se desenvolver e aprender pela falta de investimentos em sua formação !









Didi, não tente me fazer sentir culpada. Essa jogada publicitária eu conheço muito bem. Êsse tipo de texto apelativo pode funcionar com muitas pessoas mas, comigo não.







Eu não sou ministra da educação. Não ordeno e nem priorizo as despesas das escolas e nem posso obrigar o filho do vizinho a freqüentar as salas de aula.







A minha parte eu já venho fazendo desde os 11 anos de idade, quando comecei a trabalhar na roça para ajudar meus pais no sustento da família.







Trabalhei muito e, te garanto, TRABALHO NÃO MATA NINGUEM ! Muito pelo contrário, faz bem !







Estudei na escola da zona rural, fiz Supletivo, estudei à distância e muito antes de ser jornalista e publicitária eu já era uma micro- empresária.







Didi, talvez você não tenha noção do quanto o GOVERNO FEDERAL tira do nosso suor para manter a saúde, a educação, a segurança e tudo o mais que o povo brasileiro precisa.







Os impostos são muito altos ! Sem falar dos Impostos embutidos em cada alimento e em cada produto ou serviço que preciso comprar para o sustento e sobrevivência da minha família.







Eu pago pela educação duas vezes : pago pela educação na escola pública, através dos impostos, e na escola particular, mensalmente.







Não acho louvável recorrer à sociedade para resolver um problema que nem deveria existir, pelo volume de dinheiro arrecadado em nome da educação e de tantos outros problemas sociais !







O que está acontecendo, meu caro Didi, é que os administradores dessa dinheirama toda não veêm a educação como prioridade !







PARA ÊLES, A EDUCAÇÃO LHES RETIRA A SUBSERVIÊNCIA E ÊSSE FATO, POR SI SÓ, NÃO INTERESSA AOS POLÍTICOS QUE ESTÃO NO PODER. POR ISSO, O DINHEIRO ESTÁ SAINDO PELO RALO; ESTÃO JOGANDO FORA , OU APLICANDO MUITO MAL !!!







Para você ter uma idéia, na minha cidade cada alimentação de um presidiário custa para os cofres públicos R$ 8,82 (oito reais e oitenta e dois centavos), enquanto que a merenda de uma criança na escola pública custa R$ 0,20 (vinte centavos) !!! O governo precisa rever suas prioridades, você não concorda ? Você pode ajudar a mudar isso ! Não acha ?







Você diz em sua carta que não dá para aceitar que um brasileiro se torne adulto sem compreender um texto simples ou conseguir fazer uma conta de matemática. Concordo com você !







É por isso que sua carta não deveria ser endereçada à minha pessoa. Deveria ser endereçada a Presidente da República !!!







Ela é " a cara " !!! Ela é quem tem a chave do cofre e a vontade política para aplicar os recursos !







Eu e mais milhares de pessoas só colocamos o dinheiro lá para que eles façam o que for correto e necessário para melhorar a qualidade de vida das pessoas do país, sem nenhum tipo de distinção ou discriminação. MAS, NÃO É O QUE ACONTECE !!!







No último parágrafo da sua carta, você joga, mais uma vez, a responsabilidade para cima de mim, dizendo que as crianças precisam da "minha doação" e que a "minha doação" faz toda a diferença...







Lamento discordar de você, Didi !!! Com o valor da doação mínima de R$ 15,00(quinze reais) eu posso comprar 12 quilos de arroz para alimentar minha família por um mês, ou posso comprar pão para o café da manhã para 10 dias..... !!!







Didi, você pode até me chamar de muquirana, não me importo, mas, R$ 15,00(quinze reais) eu não vou doar ! Minha doação mensal já é muito grande. Se você não sabe, eu faço doações mensais de 27,5% de tudo o que ganho !!!







Isso significa que o governo leva mais de um terço de tudo que eu recebo e posso te garantir que essa grana, se ficasse comigo, seria muito melhor aplicada na qualidade de vida da minha família !







Você sabia que para pagar os impostos eu tenho que dizer NÃO para quase tudo que meus filhos querem ou precisam ? Meu filho de 12 anos quer praticar tênis e eu não posso pagar as aulas que são caras demais para nosso padrão de vida. Você acha isso justo ? Acredito que não. Você é um homem de bom-senso e saberá entender os meus motivos para não colaborar com sua campanha pela educação brasileira.









Outra coisa Didi, MANDE UMA CARTA PARA A PRESIDENTE "DILMA" pedindo para ela selecionar melhor os ministros e também os professores das escolas públicas ! Só escolher quem, de fato, tem vocação para ser ministro e para o ensino.







Melhorar os salários daqueles profissionais também funciona para que êles tomem gosto pela profissão e vistam, de fato, a camisa da educação ! Peça para Ela, também, fazer escolas de horário integral, escolas em que as crianças possam, além de ler, escrever e fazer contas, possam desenvolver dons artísticos, esportivos e habilidades profissionais. Dinheiro para isso está sobrando sim ! Diga para Ela priorizar a educação e utilizar melhor os recursos.







Bem, você assina suas cartas com o pomposo título de Embaixador Especial do Unicef para Crianças Brasileiras e eu vou me despedindo assinando... Eliane Sinhasique - Mantenedora Principal dos Dois Filhos que Pari !!!







P.S.: Não me mande outra carta pedindo dinheiro. Se você mandar, serei obrigada a ser mal-educada: vou rasgá-la antes de abrir.







PS2* Aos otários que doaram para o criança esperança, fiquem sabendo : AS ORGANIZAÇÕES GLOBO ENTREGAM TODO O DINHEIRO ARRECADADO À UNICEF E RECEBEM UM RECIBO DO VALOR PARA DEDUÇÃO DO SEU IMPOSTO DE RENDA !!!







Para vocês a Rede Globo anuncia: essa doação não poderá ser deduzida do seu imposto de renda !







PORQUÊ É ELA QUEM O FAZ !!!







PS3* E O DINHEIRO DA CPMF QUE PAGAMOS DURANTE 11(ONZE) ANOS?







MELHOROU ALGUMA COISA NA EDUCAÇÃO E NA SAÚDE DURANTE ESSES ANOS?









Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)Conheça o G23 Presidente

Para a reflexão de todo o contribuinte.



CARTA ABERTA DE ELIANE SINHASIQUE (jornalista e publicitária) PARA RENATO ARAGÃO (o Didi da REDE GLOBO DE TELEVISÃO)





Querido Didi,



Há alguns meses você vem me escrevendo pedindo uma doação mensal para enfrentar alguns problemas que comprometem o presente e o futuro de muitas crianças brasileiras. Eu não respondi aos seus apelos (apesar de ter gostado do lápis e das etiquetas com meu nome para colar nas correspondências) ..........









Achei que as cartas não deveriam ser endereçadas a mim. Agora, novamente, você me escreve preocupado por eu não ter atendido às suas solicitações.







Diante de sua insistência, me senti na obrigação de parar tudo e escrever uma resposta.









Não foi por " algum motivo " que não fiz a doação em dinheiro solicitada por você. São vários os motivos que me levam a não participar de sua campanha altruísta (se eu quisesse poderia escrever umas dez páginas sobre esses motivos).







Você diz, em sua última carta, que enquanto eu a estivesse lendo, uma criança estaria perdendo a chance de se desenvolver e aprender pela falta de investimentos em sua formação !









Didi, não tente me fazer sentir culpada. Essa jogada publicitária eu conheço muito bem. Êsse tipo de texto apelativo pode funcionar com muitas pessoas mas, comigo não.







Eu não sou ministra da educação. Não ordeno e nem priorizo as despesas das escolas e nem posso obrigar o filho do vizinho a freqüentar as salas de aula.







A minha parte eu já venho fazendo desde os 11 anos de idade, quando comecei a trabalhar na roça para ajudar meus pais no sustento da família.







Trabalhei muito e, te garanto, TRABALHO NÃO MATA NINGUEM ! Muito pelo contrário, faz bem !







Estudei na escola da zona rural, fiz Supletivo, estudei à distância e muito antes de ser jornalista e publicitária eu já era uma micro- empresária.







Didi, talvez você não tenha noção do quanto o GOVERNO FEDERAL tira do nosso suor para manter a saúde, a educação, a segurança e tudo o mais que o povo brasileiro precisa.







Os impostos são muito altos ! Sem falar dos Impostos embutidos em cada alimento e em cada produto ou serviço que preciso comprar para o sustento e sobrevivência da minha família.







Eu pago pela educação duas vezes : pago pela educação na escola pública, através dos impostos, e na escola particular, mensalmente.







Não acho louvável recorrer à sociedade para resolver um problema que nem deveria existir, pelo volume de dinheiro arrecadado em nome da educação e de tantos outros problemas sociais !







O que está acontecendo, meu caro Didi, é que os administradores dessa dinheirama toda não veêm a educação como prioridade !







PARA ÊLES, A EDUCAÇÃO LHES RETIRA A SUBSERVIÊNCIA E ÊSSE FATO, POR SI SÓ, NÃO INTERESSA AOS POLÍTICOS QUE ESTÃO NO PODER. POR ISSO, O DINHEIRO ESTÁ SAINDO PELO RALO; ESTÃO JOGANDO FORA , OU APLICANDO MUITO MAL !!!







Para você ter uma idéia, na minha cidade cada alimentação de um presidiário custa para os cofres públicos R$ 8,82 (oito reais e oitenta e dois centavos), enquanto que a merenda de uma criança na escola pública custa R$ 0,20 (vinte centavos) !!! O governo precisa rever suas prioridades, você não concorda ? Você pode ajudar a mudar isso ! Não acha ?







Você diz em sua carta que não dá para aceitar que um brasileiro se torne adulto sem compreender um texto simples ou conseguir fazer uma conta de matemática. Concordo com você !







É por isso que sua carta não deveria ser endereçada à minha pessoa. Deveria ser endereçada a Presidente da República !!!







Ela é " a cara " !!! Ela é quem tem a chave do cofre e a vontade política para aplicar os recursos !







Eu e mais milhares de pessoas só colocamos o dinheiro lá para que eles façam o que for correto e necessário para melhorar a qualidade de vida das pessoas do país, sem nenhum tipo de distinção ou discriminação. MAS, NÃO É O QUE ACONTECE !!!







No último parágrafo da sua carta, você joga, mais uma vez, a responsabilidade para cima de mim, dizendo que as crianças precisam da "minha doação" e que a "minha doação" faz toda a diferença...







Lamento discordar de você, Didi !!! Com o valor da doação mínima de R$ 15,00(quinze reais) eu posso comprar 12 quilos de arroz para alimentar minha família por um mês, ou posso comprar pão para o café da manhã para 10 dias..... !!!







Didi, você pode até me chamar de muquirana, não me importo, mas, R$ 15,00(quinze reais) eu não vou doar ! Minha doação mensal já é muito grande. Se você não sabe, eu faço doações mensais de 27,5% de tudo o que ganho !!!







Isso significa que o governo leva mais de um terço de tudo que eu recebo e posso te garantir que essa grana, se ficasse comigo, seria muito melhor aplicada na qualidade de vida da minha família !







Você sabia que para pagar os impostos eu tenho que dizer NÃO para quase tudo que meus filhos querem ou precisam ? Meu filho de 12 anos quer praticar tênis e eu não posso pagar as aulas que são caras demais para nosso padrão de vida. Você acha isso justo ? Acredito que não. Você é um homem de bom-senso e saberá entender os meus motivos para não colaborar com sua campanha pela educação brasileira.









Outra coisa Didi, MANDE UMA CARTA PARA A PRESIDENTE "DILMA" pedindo para ela selecionar melhor os ministros e também os professores das escolas públicas ! Só escolher quem, de fato, tem vocação para ser ministro e para o ensino.







Melhorar os salários daqueles profissionais também funciona para que êles tomem gosto pela profissão e vistam, de fato, a camisa da educação ! Peça para Ela, também, fazer escolas de horário integral, escolas em que as crianças possam, além de ler, escrever e fazer contas, possam desenvolver dons artísticos, esportivos e habilidades profissionais. Dinheiro para isso está sobrando sim ! Diga para Ela priorizar a educação e utilizar melhor os recursos.







Bem, você assina suas cartas com o pomposo título de Embaixador Especial do Unicef para Crianças Brasileiras e eu vou me despedindo assinando... Eliane Sinhasique - Mantenedora Principal dos Dois Filhos que Pari !!!







P.S.: Não me mande outra carta pedindo dinheiro. Se você mandar, serei obrigada a ser mal-educada: vou rasgá-la antes de abrir.







PS2* Aos otários que doaram para o criança esperança, fiquem sabendo : AS ORGANIZAÇÕES GLOBO ENTREGAM TODO O DINHEIRO ARRECADADO À UNICEF E RECEBEM UM RECIBO DO VALOR PARA DEDUÇÃO DO SEU IMPOSTO DE RENDA !!!







Para vocês a Rede Globo anuncia: essa doação não poderá ser deduzida do seu imposto de renda !







PORQUÊ É ELA QUEM O FAZ !!!







PS3* E O DINHEIRO DA CPMF QUE PAGAMOS DURANTE 11(ONZE) ANOS?







MELHOROU ALGUMA COISA NA EDUCAÇÃO E NA SAÚDE DURANTE ESSES ANOS?









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quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Opinião de Jornalista.

 Carta Aberta aos Membros da Câmara dos Deputados em Defesa da Voz do Brasil


betotvsul@hotmail.com 


Carta
Aberta aos Membros da Câmara dos Deputados

Senhores e senhoras parlamentares,

Encontra-se em análise da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Federal o projeto de lei No. 595/03 que flexibiliza o horário  de exibição do mais antigo programa de rádio do mundo, a Voz do Brasil, criado em 1932.

Como qualquer produto midiático ele também sofreu as influências das diferentes épocas políticas pelas quais o Brasil atravessou, mas, mesmo com isto, não deixou de constituir-se num importante instrumento de informação para uma imensa massa de brasileiros, sua esmagadora maioria, que não dispõe de outra forma para receber informações relevantes sobre as atividades do Executivo, do Legislativo e do Judiciário.

Pesquisa recente realizada por Instituto de alta notoriedade aponta que um entre cada três brasileiros ouvem rotineiramente A Voz do Brasil. Outra enquete indica que 73 por cento dos entrevistados concordam com a continuidade da veiculação da Voz do Brasil no horário das 19 horas, além de confirmarem a importância do programa para a sua informação. Como sabemos, o Brasil registra uma baixíssima taxa de leitura de jornal e revista, o que faz com que a Voz do Brasil represente, para milhões e milhões de compatriotas, a única forma de obter informações.

Nos últimos anos, a Voz do Brasil vem registrando modificações importantes em sua forma e conteúdo, tornando-se mais adequada a atualidade, além de veicular, também, informações muito relevantes sobre programas governamentais, especificamente, os  do Ministério da Educação (Fundeb), do Ministério da Agricultura (Programa de Aquisição de Alimentos), do Ministério da Pesca  e também do Ministério do Desenvolvimento Agrário (Pronaf e Pronera) e do Ministério da Previdência Social. Tal característica pode, perfeitamente, ser aperfeiçoada para oferecer aos brasileiros uma possibilidade mais eficaz ainda para  sua informação, acerca de temas de altíssima relevância, nem sempre contemplados adequadamente pela esmagadora maioria das emissoras de rádio espalhadas pelo território nacional, que sequer dispõe de estrutura suficiente para cumprir a exigência de noticiário jornalístico prevista em lei.

Para os integrantes do Legislativo e do Judiciário, a Voz do Brasil é uma rara opção de interação com a sociedade sem as distorções já tradicionais na mídia. Diversas pesquisas científicas já demonstraram que a cobertura jornalística destes dois Poderes da República não representa fidedignamente os fatos que acontecem no seu interior. Além disso, a Voz do Brasil trata igualitariamente a todos os parlamentares, sem as distorções editoriais que privilegiam o segmento já classificado de "alto clero" do Congresso Nacional.

Para uma grande massa de brasileiros que vivem nos chamados grotões do campo e da cidade, sem acesso a leitura de  jornais, a Voz do Brasil é o que lhe resta como única opção informativa para saber das decisões dos poderes públicos, da atuação dos seus representantes no Congresso e das deliberações do judiciário. Na atualidade, este programa radiofônico se transformou num importante instrumento de transparência dos feitos públicos, habilitando ao cidadão exercer seu papel de fiscal do Estado. Tal característica não é valorizada pelos grandes empresários da comunicação interessados, fundamentalmente, na exploração comercial do horário, para mais exibição do mesmo, em prejuízo do jornalismo e da  direito de comunicação de nosso povo.

Considerando a inexistência de qualquer capacidade fiscalizadora dos órgãos competentes, a flexibilização do horário de apresentação da Voz do Brasil poderá constituir-se, de fato,  numa alteração que , na prática, levará à sua não veiculação, portanto, ao desaparecimento do mais antigo programa de rádio do mundo atual. O que interessa apenas aos conglomerados empresariais da comunicação.

Assim sendo, como o referido projeto teve uma tramitação muito rápida durante o ano de 2010, ano eleitoral, com significativo esvaziamento do Congresso, entendemos que a matéria pode não ter sido examinada com  suficiente profundidade, especialmente nos aspectos aqui mencionados. É sabido que nem o Conselho de Comunicação do Congresso Nacional teve oportunidade de se posicionar sobre o tema e que o plenário da Câmara dos Deputados não foi ouvido. Sua aprovação poderia constituir-se na eliminação de uma positiva experiência de regulamentação informativa e, com isso, representar um grave prejuízo para uma imensa maioria de brasileiros que têm na Voz do Brasil uma alternativa consolidada para informar-se acerca das mais relevantes decisões dos poderes públicos e de seus membros.

Face a isto, solicitamos que a tramitação do referido projeto seja sustada e que a matéria seja objeto de novas análises, inclusive com a convocação de audiências públicas nas quais sejam ouvidos não apenas especialistas em comunicação, mas, também, representantes das diferentes comunidades tais como pescadores, ribeirinhos, trabalhadores rurais, caminhoneiros, população de fronteira, militares ou civis, povos das florestas, quilombolas, militares, que nos mais inóspitos rincões de imenso país tem na Voz do Brasil um fundamental instrumento para sua informação e, com isto, para formarem-se com cidadãos brasileiros.




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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

O meu pensamento não se curvará ao número de leitores.

Verdade eu ando meio desanimado. Nosso Blog nasceu para divulgar a ideia de que o hoje Senador Requião poderia viabilizar sua candidatura presidencial pelo PMDB. Mas hoje ele já não acredita nessa possibilidade e nós perdemos o norte do Blog. A cada dia, na mesma medida em que eu acho que aprofundo temas importantes,menos leitores eu tenho. Não vou procurar temas que atraiam leitores, ou curvar as minhas opiniões de um homem velho por conveniência. Mas ao mesmo tempo sempre julguei estar prestando um serviço. Agora se ninguém esta interessado por esse serviço, me parece de melhor senso acabar com ele. Há coisas mais importantes para fazer.

Desculpem os meus poucos leitores, mas acho que ja´dei o que tinha que dar. Esse Blog chegou a superar os 55.000 leitores e hoje chega a ter 30 ou 40 por dia, as vezes até menos. É muito trabalho para tão pequeno resultado. Essa queda vertiginosa ocorreu depois da publicação de um texto de terceiros titulado Perseguidos ou perseguidores. Temo que os mecanismos de busca tenham sofrido algum mecanismo de bloqueio. Pode ser, como pode não ser.

Além do que, certos temas são policiados ideologicamente.. o que é péssimo e nos desestimula a escrever.

Que todos desculpem os erros de ortografia e concordância, eu não fui alfabetizado na língua portuguesa, e confesso as minhas dificuldades. Farei ainda alguns textos agradecendo aquelas pessoas que como seguidores ou deixando os seus comentários nos ajudaram a prosseguir. Um trabalho que não dá dinheiro e nem vende produtos parece ser um trabalho incompreensivel nos dias de hoje. Penso em continuar apenas o GHI e o Psicologia do cabo ao rabo. Os demais, parece, perderam o sentido.

Sem mais, o Autor.


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domingo, 14 de agosto de 2011

Nós não somos filhos do sexo infertil, mas somos filhos do sexo fecundo.

Dia dos pais.

Vamos começar esse texto pelo seu fim.

Ninguém quer morrer. Então quase todos nós temos apego à vida. Consciente ou inconscientemente temos alguma gratidão pelos nossos pais. Disse pais, no plural, ou seja, pai e mãe. Todos nós temos alguma gratidão pela vida que recebemos dos pais. Paternidade e maternidades são se postos assim sinônimos, pois, ninguém é pai ou mãe sozinho, há uma parceria dos sexos. Paternidade e maternidade dizem respeito ao ato sexual fecundo que gerou nova vida.

Embora Deus seja o criador de tudo, ao criar Adão do barro, precisou da parceria da Mãe Terra. Se pensarmos bem, somente Deus é PAI, pois ele não teve começo e não terá fim. Pois PAI aqui é entendido como origem. Mas O VERBO, incriado quis se tornar carne e habitar entre nós, e para isso escolheu a mulher. Donde o Deus Filho, segunda pessoa da Santíssima Trindade, também precisou da parceria com a mulher para nascer, se fazer carne. Por isso Maria é chamada Mãe de Deus.

Afora estes dois casos teológicos, todos nós nascemos de um ato sexual fecundo entre um homem e uma mulher. Padres ou freiras, santos ou pecadores, bruxos ou xamãs, cristãos ou não, perfeitos ou deficientes, todos nós tivemos pai porque tivemos mãe, e todos tivemos mãe porque tivemos pai.

Assim, na sua origem o dia comemorativo dos pais era um elogio ao casal, homem e mulher que geraram a nova vida humana. Com o tempo separaram o dia comemorativo do sexo fecundo em dia das mães, e dia dos pais, se pudessem os dois existir um sem o outro. Nessa nova idéia já se implantou a semente da negação da vida como fruto do amor fecundo. Hoje chamam as parelhas humanas de mesmo sexo de casal.
Portanto o sexo fecundo que é natural e anterior ao Estado, ou seja, à ordem social constituída obedecia a regras de instinto que garantiam a sobrevivência mutua dos pais e sua prole, donde a família é clara instituição natural. O instinto de procriação supera e completa o instinto de conservação.

O instinto é inconsciente, portanto em sua origem o amor e o sexo fecundo têm fundamento inconsciente, donde a base do sexo fecundo é a irresponsabilidade e não a responsabilidade.

No mundo que criamos, onde a economia (que é fruto do trabalho humano) ganhou foros de maior importância do que a vida do homem que tranalha se fala em paternidade responsável. Vejam vocês de novo, paternidade aqui é sinônimo de maternidade responsável. E responsabilidade sinônimo de viabilidade economica. Ora, mas em nome dessa responsabilidade, matamos pelo aborto, impedimos a fecundidade pela contracepção, e ao mesmo tempo,  queremos viver o instinto sexual livremente. Vemos então um predomínio do egoísmo consumista, uma sutil negação de que alguém teve “irresponsabilidade instintiva” suficiente para que nós nascessemos geração pós-geração para que estivéssemos todos no planeta. Ninguém pode dizer que a humanidade foi planejada pelo homem.

A instituição natural do sexo fértil foi então normatizada, com regras que impediam alguns comportamentos instintivos que a própria natureza comprovava serem eles inviáveis, o sexo entre irmãos, entre filhas e pais, ou filhos e mães (ver na bíblia os muitos casos) para tornar-se fora do grupo familiar uma relação fértil extensiva e progenitora, ou seja, a geração, proteção, manutenção e educação da vida gerada para incremento da sociedade. A racionalidade regulamentava e reconhecia a base instintiva da necessária permanência do casal humano para a consecução da paternidade no grupo a que pertenciam, donde a união fértil se faz regra natural instintiva e social.

Assim o adultério vem de adulterar, ou seja, falsificar as regras naturais do instinto fecundo e da sociedade que as reconhecia.

Assim caminhou a humanidade através dos milênios, com a maternidade e paternidade vividas como natureza intrínseca do ser humano, planamente aceita, donde todos somos filhos do sexo fértil seja responsável ou irresponsável. Ninguém, portanto desiste da vida que recebeu porque sua mãe ou pai foi irresponsável ou porque foi responsável, ou seja, em outras palavras, porque respondeu habilmente ou inábilmente as exigências da paternidade ou maternidade uma vez que concebeu uma nova vida.

Aqui nos encontramos em uma encruzilhada, ou aceitamos a vida (com ou sem responsabilidade) como Deus a quer ou criamos uma mentalidade anti-vida, que é em essência uma violência à própria vida, ao instinto de preservação da vida, ao próximo e a sociedade como um todo. Pois é o ato máxime de egoísmo e individualismo. Nós nascemos isso nos basta, que se dane o outro. Ao mesmo tempo e contraditoriamente em que queremos gozar o sexo incontroladamente, mas sem os seus frutos. Temos então o genocídio como licitude. O sexo infértil como ideal, e o fruto do sexo como ameaça ao nosso egoísmo. Ja não importa o sexo mas apenas o erotismo.

A compreensão das regras naturais do sexo fecundo extensivas as necessidades da prole gerada é o que os sociólogos chamam de sociedade domestica, célula mãe da ordenação de toda  a sociedade. Ora, se sociologos ateus assim aceitam, e há mesmo os que dizem que a familia não só organiza a Sociedade como mantém as  relações de poder na sociedade, como então não compreender que uma sociedade religiosa a tenha também como elemento fudamental?


Entendido isso, podemos entender que a Igreja, apoiada nos ensinamentos de Jesus Cristo elevou o sexo fecundo natural numa união estável e familiar, e pelos maiores interesses da prole e dos cônjuges a sacramento. Devolvendo a instituição familiar original e instintiva, “homem e mulher os criou” a dignidade sagrada, absolutamente necessária para se estabelecer no mundo uma sociedade cristã, ou seja, segundo os ensinamentos de Jesus Cristo.

A sociedade Cristã necessita da Família unida pelos laços matrimoniais Indissolúveis. Daí, como em todas as demais sociedades no planeta, ali se suporta a perfeição da ordem social cristã. E defendê-la é defender o cristianmismo.

Sabedores disto os inimigos do cristianismo atacam a instituição do casamento sacramento e seus princípios com o único intúito de derrotar o cristianismo e sua força ordenadora no seio da sociedade contemporânea. O que se deseja é uma nova ordem social e uma nova ordenação dos seus poderes.



Jesus Cristo vai retomar nas Sagradas Escrituras as origens do matrimonio e a ordem divina de sermos fecundos e fiéis negando a carta de repúdio de Moisés. Dará assim algumas importantes pinceladas para o entendimento do casamento cristão, elevando-o a sua condição sobrenatural de servir a Deus trazendo ao mundo novas almas, novas vidas humanas, que assumam a construção do cristianismo no mundo elevando o homem pelo batismo a uma ordem sobrenatural. 










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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

E se ele não tivesse passado pelo Governo do Paraná?

OBS: ESTES VIDEOS  DE MINHA PROPRIEDADE E AUTORIA FORAM RETIRADOS PELO GOOGLE< E ESTÂO DISPONIVEIS NO ORIGINAL DO BLOGGER< MAS NÂO APARECEM PARA O LEITOR>
Sabem, oito ou dez anos atrás em caso de uma calamidade pública os Bombeiros Militares da maiores cidades tinham que atender tudo e deixar suas bses a descoberto. Hoje o Estado conta com um grande número de Bombeiros Comunitários bem treinados e equipados.( Obra do Requião)

As chuvas que assolaram o Paraná nos últimos  dias fizeram grandes estragos em Ponta Grossa e Pinhais na Região Metropolirtana de Curitiba. Imbituva, Rebouças e Prudentópolis decretaram Estado de Emergência.

Chuvas provocam acidentes em cabos de alta tensão, contaminam poços, fazem vazar estações de esgoto, contaminam ou podem contaminar estações de tratamento de águas, desabrigam pessoas, interrompem estradas. O que você vai ver foi a última das aquisiçõe do Governo Requião( PMDB) para a Defesa Civil
Hoje temos equipamentos para dar combate ao fogo, acidentes com equipamentos eletricos, suprir com água potável populações ameaçadas, fazer o resgate de vidas, etc e tal.

Como seria se o Requião não tivesse governado o Estado? Pois até agora o que vemos do novo governo ( PSDB) é a preocupação de preparar setores públicos para futura privatização ou fazer de recurso públicos fonte de recursos privados.

Vejam o filme e reflitam. Sem contar com três Helicópteros, dois Bell um Helibras ou Eurocopter e um quarto que deixou  encaminhado.

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