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sábado, 13 de dezembro de 2008

Nossa Galeria de Arte.


Mascara sobre escritura rupestre.
Autor: Luis Lopes.

Discutindo a Integração Sul Americana.



Integração da América do Sul.



Imagine um grande navio, um enorme navio que fizesse uma viagem que durassem uns 600 anos. Os marinheiros falavam línguas originais, variadas, e os passageiros, o latim, o espanhol e o português. Um grupo ficou em um lado, outro no outro lado, os marinheiros espalhados em pequenos grupos pelo navio. Ao meio uma grande torre com as chaminés (Cordilheira dos Andes), não propriamente separava, mas dificultava a circulação. Assim o grupo de portugueses, habituou se a freqüentar um lado do navio, e o de espanhóis o outro. Casaram-se entre si, e com os marinheiros, geraram filhos, agruparam. O mesmo sucedendo com o grupo de espanhóis casaram-se entre si, e com os marinheiros (homens e mulheres originais do navio). Nessa longa viagem, temos claro, que todos tinham e tem um destino comum, um porto futuro. Mas não é só isso, eles estão no mesmo barco histórico, na mesma plataforma marítima, e pisam sobre o mesmo convés.
Vamos então contemplar a América do Sul, o primeiro elo de integração é a Plataforma geopolítica, a base territorial onde se desenvolve a história dos povos sul- americanos. O segundo elo de integração é a língua, de base latina mesclada com as diversas línguas autócnes. O terceiro elo de integração é a cultura. A definição mais genial que encontrei sobre a cultura é a palavra “Kultour”, que define tudo o que acontece em torno (tour) do culto (Kult), ou seja, tudo que os homens em comum, fazem no entorno do culto da mesa do sacrifício, onde se transfere a vida. Se assim é, o quarto elo de integração é a fé, posto que os valores principais de integração venham da fé, ou seja, daquilo que se acredita em função da fé ser o certo ou errado, portanto o quarto elo é a fé cristã, que determina valores sobre a família, os costumes, a propriedade, o respeito ao que é de outro, a herança, o direito sobre o território (Uso Possidetis) possuído, as noções de bem e mal. O quinto elo de integração vem da compreensão da necessidade de jurisdição territorial das leis, e, portanto, das constituições nacionais, e interesses nacionais, mesmo em grupos que estão sobre a mesma plataforma geopolítica.
Assim, em resumo, a Integração da América do Sul, se orienta pala integração de Repúblicas Independentes (que não tenham vínculo colonial ( caso da Guiana, por exemplo). Cuja base lingüística seja latina. Com absoluto respeito aos seus territórios históricos, soberania territorial, e liberdade sobre o uso do subsolo. A integração Sul Americana se fundamenta na fé cristã de absoluta maioria católica. Se fundamenta no livre trânsito na Plataforma Continental Sul Americana, respeitadas as legislações nacionais. Na criação de uma infra-estrutura de transporte mais fortalecida e eficiente entre as nações, via hidrovias, ferrovias, rodovias, aéreas, e marítimas. Uma legislação comum e que garanta bases de um comércio justo, recíproco e solidário, tendo em vista a necessidade de desenvolvimento de todos os povos entre as nações sul-americanas. Por fim uma grande rede de comunicação bilíngüe, de base espanhola e portuguesa, via rádio, TV, telefonia e Internet. Jamais, construiremos na integração sul americana o enfraquecimento das fronteiras nacionais. A intervenção sobre o uso do solo ou subsolo das nações. A intervenção sobre os símbolos nacionais. A identidade e intimidade da vida nacional, na política e no exercício da soberania política, seja sob o ponto de vista do sistema, forma ou regime de governo, imperando o principio da não intervenção.
São excludentes da União Sul Americana, o declínio da liberdade nacional e soberania, como submissão colonial. O declínio da fé e valores cristãos. O declínio das línguas de base latina que devem ser afirmadas nas Constituições Nacionais. A perda e omissão da prática de solidariedade Sul Americana. Todo o esforço será feito pelas nações da União Sul Americana, para promover a independência das nações vinculadas, e para que aquelas que não tenham base lingüística latina ou cultural não cristã venham a assimilá-las. Essa é sem duvida a base, a plataforma ideológica para a União Sul Americana sem se submeter a um governo Mundial, nem a um mercado Mundial, nem a perda de suas diversas identidades e bases geopolíticas nacionais.
G1 Brasil;
G2 Argentina;
G3 Chile;
G4 Paraguai
G5 Bolívia;
G6 Equador;
G7 Venezuela;
G8 Uruguai;
G9 Peru;
G10 Colômbia;
(O caso das Guianas Holandesa, Inglesa e Francesa, deve ser bem estudado, pois aqui estarão os: G 11,12,13), somam-se ainda, os territórios correspondentes a cada uma dessas nações na Antártida.
Uma demorada contemplação do mapa geopolítico da América do Sul nos mostra a fragilidade da malha de integração e transporte. O primeiro passo é viabilizar o comércio marítimo, e a construção naval em todos os países da América do Sul. Por acordo arbitrado pela União Sul Americana, deve-se dar acesso ao mar à Bolívia e melhorar a condição do Paraquai, que tem acesso ao mar via fluvial. Daí a necessidade das grandes "Plataformas Marítimas de Comércio" Sul Americano. Para isso necessitamos de um acordo sobre a cabotagem, e regulação do comércio marítimo e pesqueiro na América do Sul. A transferência da capital do Brasil para a Amazônia fará um núcleo integrador da América do Sul via fluvial, posto que, depois do transporte marítimo, o fluvial, é o mais barato e eficiente. Com o fortalecimento do comércio marítimo e fluvial, as nação começarão a construção e otimização de uma malha rodoviária, todavia antes, haverá de ser estudada a malha integradora ferroviária-hidroviária, ou seja, a malha circular sul-americana. Assim, com o fomento da construção de aeronaves leves de serviço, agrícolas, monitoras ambientais, policiais e militares, em todas as nações sul americanas, teremos viabilizado o transporte de mercadorias e pessoas. A questão de uma malha de intercomunicação de dados, imagem, voz, correspondência, é mais uma questão política do que técnica diante da tecnologia usada e disponível hoje. O intercambio militar, universitário, logístico, bi-linguistico, diplomático e comercial, formam esse poderoso bloco cultural econômico Sul Americano. Assim estará concretizado o PARLASULINO.
Wallace Requião de Mello e Silva para G 23

Discutindo a Integração Sul Americana.



Integração da América do Sul.



Imagine um grande navio, um enorme navio que fizesse uma viagem que durassem uns 600 anos. Os marinheiros falavam línguas originais, variadas, e os passageiros, o latim, o espanhol e o português. Um grupo ficou em um lado, outro no outro lado, os marinheiros espalhados em pequenos grupos pelo navio. Ao meio uma grande torre com as chaminés (Cordilheira dos Andes), não propriamente separava, mas dificultava a circulação. Assim o grupo de portugueses, habituou se a freqüentar um lado do navio, e o de espanhóis o outro. Casaram-se entre si, e com os marinheiros, geraram filhos, agruparam. O mesmo sucedendo com o grupo de espanhóis casaram-se entre si, e com os marinheiros (homens e mulheres originais do navio). Nessa longa viagem, temos claro, que todos tinham e tem um destino comum, um porto futuro. Mas não é só isso, eles estão no mesmo barco histórico, na mesma plataforma marítima, e pisam sobre o mesmo convés.
Vamos então contemplar a América do Sul, o primeiro elo de integração é a Plataforma geopolítica, a base territorial onde se desenvolve a história dos povos sul- americanos. O segundo elo de integração é a língua, de base latina mesclada com as diversas línguas autócnes. O terceiro elo de integração é a cultura. A definição mais genial que encontrei sobre a cultura é a palavra “Kultour”, que define tudo o que acontece em torno (tour) do culto (Kult), ou seja, tudo que os homens em comum, fazem no entorno do culto da mesa do sacrifício, onde se transfere a vida. Se assim é, o quarto elo de integração é a fé, posto que os valores principais de integração venham da fé, ou seja, daquilo que se acredita em função da fé ser o certo ou errado, portanto o quarto elo é a fé cristã, que determina valores sobre a família, os costumes, a propriedade, o respeito ao que é de outro, a herança, o direito sobre o território (Uso Possidetis) possuído, as noções de bem e mal. O quinto elo de integração vem da compreensão da necessidade de jurisdição territorial das leis, e, portanto, das constituições nacionais, e interesses nacionais, mesmo em grupos que estão sobre a mesma plataforma geopolítica.
Assim, em resumo, a Integração da América do Sul, se orienta pala integração de Repúblicas Independentes (que não tenham vínculo colonial ( caso da Guiana, por exemplo). Cuja base lingüística seja latina. Com absoluto respeito aos seus territórios históricos, soberania territorial, e liberdade sobre o uso do subsolo. A integração Sul Americana se fundamenta na fé cristã de absoluta maioria católica. Se fundamenta no livre trânsito na Plataforma Continental Sul Americana, respeitadas as legislações nacionais. Na criação de uma infra-estrutura de transporte mais fortalecida e eficiente entre as nações, via hidrovias, ferrovias, rodovias, aéreas, e marítimas. Uma legislação comum e que garanta bases de um comércio justo, recíproco e solidário, tendo em vista a necessidade de desenvolvimento de todos os povos entre as nações sul-americanas. Por fim uma grande rede de comunicação bilíngüe, de base espanhola e portuguesa, via rádio, TV, telefonia e Internet. Jamais, construiremos na integração sul americana o enfraquecimento das fronteiras nacionais. A intervenção sobre o uso do solo ou subsolo das nações. A intervenção sobre os símbolos nacionais. A identidade e intimidade da vida nacional, na política e no exercício da soberania política, seja sob o ponto de vista do sistema, forma ou regime de governo, imperando o principio da não intervenção.
São excludentes da União Sul Americana, o declínio da liberdade nacional e soberania, como submissão colonial. O declínio da fé e valores cristãos. O declínio das línguas de base latina que devem ser afirmadas nas Constituições Nacionais. A perda e omissão da prática de solidariedade Sul Americana. Todo o esforço será feito pelas nações da União Sul Americana, para promover a independência das nações vinculadas, e para que aquelas que não tenham base lingüística latina ou cultural não cristã venham a assimilá-las. Essa é sem duvida a base, a plataforma ideológica para a União Sul Americana sem se submeter a um governo Mundial, nem a um mercado Mundial, nem a perda de suas diversas identidades e bases geopolíticas nacionais.
G1 Brasil;
G2 Argentina;
G3 Chile;
G4 Paraguai
G5 Bolívia;
G6 Equador;
G7 Venezuela;
G8 Uruguai;
G9 Peru;
G10 Colômbia;
(O caso das Guianas Holandesa, Inglesa e Francesa, deve ser bem estudado, pois aqui estarão os: G 11,12,13), somam-se ainda, os territórios correspondentes a cada uma dessas nações na Antártida.
Uma demorada contemplação do mapa geopolítico da América do Sul nos mostra a fragilidade da malha de integração e transporte. O primeiro passo é viabilizar o comércio marítimo, e a construção naval em todos os países da América do Sul. Por acordo arbitrado pela União Sul Americana, deve-se dar acesso ao mar à Bolívia e melhorar a condição do Paraquai, que tem acesso ao mar via fluvial. Daí a necessidade das grandes "Plataformas Marítimas de Comércio" Sul Americano. Para isso necessitamos de um acordo sobre a cabotagem, e regulação do comércio marítimo e pesqueiro na América do Sul. A transferência da capital do Brasil para a Amazônia fará um núcleo integrador da América do Sul via fluvial, posto que, depois do transporte marítimo, o fluvial, é o mais barato e eficiente. Com o fortalecimento do comércio marítimo e fluvial, as nação começarão a construção e otimização de uma malha rodoviária, todavia antes, haverá de ser estudada a malha integradora ferroviária-hidroviária, ou seja, a malha circular sul-americana. Assim, com o fomento da construção de aeronaves leves de serviço, agrícolas, monitoras ambientais, policiais e militares, em todas as nações sul americanas, teremos viabilizado o transporte de mercadorias e pessoas. A questão de uma malha de intercomunicação de dados, imagem, voz, correspondência, é mais uma questão política do que técnica diante da tecnologia usada e disponível hoje. O intercambio militar, universitário, logístico, bi-linguistico, diplomático e comercial, formam esse poderoso bloco cultural econômico Sul Americano. Assim estará concretizado o PARLASULINO.
Wallace Requião de Mello e Silva para G 23

A Integração da América do Sul.




Integração da América do Sul.

Imagine um grande navio, um enorme navio que fizesse uma viagem que durassem 600 anos. Os marinheiros falavam línguas originais, variadas, e os passageiros, o latim, o espanhol e o português. Um grupo ficou na popa, outro na proa, os marinheiros espalhados em pequenos grupos pelo navio. Ao meio uma grande torre com as chaminés (Cordilheira dos Andes), não propriamente separavam, mas dificultavam a circulação. Assim o grupo de portugueses, habituou se a freqüentar um lado do navio, e o de espanhóis o outro. Casaram-se entre si, e com os marinheiros, geraram filhos, agruparam. O mesmo sucedendo com o grupo de espanhóis casaram-se entre si, e com os marinheiros (homens e mulheres originais do navio). Nessa longa viagem, temos claro, que todos tinham e tem um destino comum, um porto futuro. Mas não é só isso, eles estão no mesmo barco, na mesma plataforma marítima, pisam sobre o mesmo solo.
Vamos então contemplar a America do Sul, o primeiro elo de integração é a Plataforma geopolítica, a base territorial onde se desenvolve a história dos povos sul americanos. O segundo elo de integração é a língua, de base latina mesclada com as diversas línguas autócnes. O terceiro elo de integração é a cultura. A definição mais genial que encontrei sobre a cultura é a palavra “Kultour”, que define tudo o que acontece em torno (tour) do culto (Kult), ou seja, tudo que os homens em comum, fazem no entorno do culto da mesa do sacrifício, onde se transfere a vida. Se assim é, o quarto elo de integração é a fé, posto que os valores principais de integração venham da fé, ou seja, daquilo que se acredita em função da fé ser o certo ou errado, portanto o quarto elo é a fé cristã, que determina valores sobre a família, os costumes, a propriedade, o respeito ao que é de outro, a herança, o direito sobre o território (Uso Possidetis) possuído, as noções de bem e mal. O quinto elo de integração vem da compreensão da necessidade de jurisdição territorial das leis, e, portanto das constituições nacionais, e interesses nacionais, mesmo em grupos que estão sobre a mesma plataforma geopolítica isso é necessário.
Assim, em resumo, a Integração da America do Sul, se orienta pala integração de repúblicas independentes (que não tenham vinculo colonial ( caso das Guianas, por exemplo). Cuja base lingüística seja latina. Com respeito aos seus territórios históricos, soberania territorial, e liberdade e soberania sobre o uso do subsolo. A integração Sul Americana se fundamenta na fé cristã de absoluta maioria católica. Se fundamenta no livre transito na plataforma continental Sul Americana, respeitadas as legislações nacionais. Na criação de uma infra-estruturar de transporte mais fortalecida e eficiente entre as nações, via hidrovias, ferrovias, rodovias, aéreas, e marítimas. Uma legislação comum e que garanta bases de um comercio justo, recíproco e solidário, tendo em vista a necessidade de desenvolvimento de todos os povos, entre as nações sul americanas. Por fim uma grande rede de comunicação bilíngüe, de base espanhola e portuguesa, via radio, TV, telefonia e Internet. Jamais, construiremos na integração sul americana um enfraquecimento das fronteiras nacionais, a intervenção sobre o uso do solo ou subsolo das nações, a intervenção sobre os símbolos nacionais, a identidade e intimidade da vida nacional, na política e no exercício da soberania política seja sob o ponto de vista do sistema, forma ou regime de governo, imperando o principio da não intervenção. São excludentes da União Sul Americana, o declínio da liberdade nacional e soberania com submissão colonial, o declínio da fé e valores cristãos, o declínio das línguas de base latina que devem ser afirmadas nas Constituições Nacionais, a perda e omissão da prática de solidariedade Sula Americana. Todo o esforço será feito pelas nações da União Sul Americana, para promover a independência das nações vinculadas, e para que aquelas que não tenham base lingüística latina ou cultural não cristã venham a assimila-las. Essa é sem duvida a base, a plataforma ideológica para a União Sul America sem se submeter a um governo Mundial, nem a um mercado Mundial, nem a perda de suas diversas identidades e bases geopolíticas nacionais.
G1 Brasil;
G2 Argentina;
G3 Chile;
G4 Paraguai
G5 Bolívia;
G6 Equador;
G7 Venezuela;
G8 Uruguai;
G9 Perú;
G10 Colômbia;
(O caso das Guianas Holandesa, Inglesa e Francesa, deve ser bem estudado, pois aqui estarão os: G 11; G 12, G13), somam-se ainda o territórios correspondentes a cada uma dessas nações na Antártida.
Uma demorada contemplação do mapa geopolítico da America do Sul nos mostra a fragilidade da malha de integração e transporte. O primeiro passo é viabilizar o comercio marítimo, e a construção naval em todos os países da America. Por acordo arbitrado pela União Sul Americana, deve-se dar acesso ao mar à Bolívia e melhorar a condição do Paraquai, que tem acesso ao mar via fluvial. Daí a necessidade das grandes plataformas Marítimas de comércio Sul Americano. Para isso necessitamos de um acordo sobre a Cabotagem, e regulação do comércio Marítimo e pesqueiro na America do Sul. A transferência da capital do Brasil para a Amazônia fará um núcleo integrador da America do sul via fluvial, posto que depois do transporte marítimo o fluvial, é o mais barato e eficiente. Com o fortalecimento do comercio marítimo e fluvial, as nação começarão a construção e otimização de uma malha rodoviária, todavia antes, haverá de ser estudada a malha integradora ferroviária, ou seja, a malha circular sulamericana. Assim, com o fomento da construção de aeronaves leves de serviço, agrícolas, monitoras ambientais, policiais e militares, em todas as nações sul americanas, teremos dado a viabilização física de transporte de mercadorias e pessoas. A questão de uma malha de intercomunicação de dados, imagem, voz, correspondência, é mais uma questão política do que técnica diante da tecnologia usada e disponível hoje. O intercambio militar, universitário, logístico, bi-linguistico, diplomático e comercial, formam esse poderoso bloco cultural econômico Sul Americano. Assim estará concretizado o PARLASULINO.
Wallace Requião de Mello e Silva para G 23

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Para você não esquecer!

O G23 e o Governador Requião em viagem para a Argentina.

Quer alguma coisa boa para ler?

Uma revista circula com grande qualidade, bons e instrutivos textos, qualidade de papel, de fotografias, de impressão. Se você quer conhecer acesse http://www.bempublico.com.br/
O Jornalista Mario Milani é o responsável pelo resultado.

Em busca de um Norte.

Em busca de um norte.
Quando nos perdemos o ideal é termos alguma técnica de orientação que nos determine o norte. Não interessa qual seja a técnica, interessa mais a precisa localização do norte, é isso que nos orienta no espaço telúrico. No espaço sideral a coisa é diferente.
No caso do nosso interesse especifico, temos como norte a existência de Deus e da Alma, as técnicas usadas são apenas instrumentos para retomarmos o norte, a orientação, posto assim nosso interesse é determinar o papel da alma humana diante de Deus, sua saúde diante da finalidade do Fim Ultimo da vida humana, seus desvios, e as respectivas técnicas terapêuticas. Terapia é palavra que deriva do Grego, no sentido de deformações, por isso psicoterapia é correção de deformações psíquicas. No sentido originário de psicoterapia, nos estudamos os desvios de valor, que fazem do individuo um psicopata, um psicótico, um neurótico, um desajustado de si para consigo, de si para com os outros. No sentido cristão ocorre o estudo dos desvios do individuo em relação a Deus. Como já vimos, a vida sendo automação significa sempre que é interioridade, isto é, movimento de dentro para fora. Quanto mais a vida é perfeita, tanto mais é interior. O ser humano tem sobre os outros seres vivos uma interioridade muito mais profunda e complexa, intima decorrentes de sua intelectualidade (in= interno+ tele=comunicação a distância) Seja, comunicação e coerência intra-psíquica. A vida humana é, no mundo visível, a mais perfeita; por isso há de ser a mais interiorizada e a mais rica em reações próprias.

Princípio Vital o Norte.
O que é o principio vital? Ainda que pareça teimosia o piloto em pleno vôo esta freqüentemente procurando e checando o norte, segurança para sua navegação e garantia de destino. Do mesmo modo a existência da alma humana como criatura de Deus, é o nosso Norte, que deve a cada momento ser checado, de modo que não nos afastemos de nosso objetivo.
O Principio Vital é substancial, no sentido aristotélico, e não por uma determinação acidental, portanto substancial que faz dos viventes seres vivos. Esse princípio substancial é chamado principio vital ou anima (em latim) ou alma em português. A existência desse princípio vital se depreende das seguintes proposições:
1) O vivente animal esta profundamente imerso no mundo material: constitui-se de água (60%), substancias orgânica (35, 6%) substancias mineral (4,4 %). Somam-se mais quatro corpos simples oxigênio, carbono, hidrogênio e nitrogênio que constituem 95% da matéria viva e oito elementos que formam os 4,99 restantes: cálcio, enxofre, fósforo, sódio, potássio, cloro, magnésio e ferro. Fosse a vida acidental, misturaríamos essas proporções, mais 0,01 e teríamos a vida, mas isso não acontece.
2) O que nos leva a inferir, porém, que o vivente emerge acima do mundo meramente químico para algo s que se chama e se manifesta na sua forma substancial, ou o seu principio vital (anima) que dá a animação ordenada, ou faz do ser animado um vivente. Assim todos os elementos estão em continuo fluxo no organismo vivo, O metabolismo faz com que sejam assimilados e eliminados constantemente, de tal modo que alguém já ousou afirmar que materialmente o homem que morre não é o mesmo que nasceu. Periodicamente, o ser humano numa media de sete em sete anos disse aquele autor, o homem vivente não é materialmente mais o mesmo. Todavia, diz Estevão Bettencourt, que o que assegura a unidade e a continuidade do vivente, cuja matéria esta em constante troca, é o seu principio vital, integrador, a Anima. A alma. Esta dá vida e conserva a organização dos elementos materiais.
3) Nos já vimos anteriormente os três tipos fundamentais de principio vital.
Vida Vegetativa; Vida Sensitiva e Vida Intelectiva.

O terceiro tipo, além de ter as propriedades vegetativas e sensitivas, é dotado de conhecimento das essências, das noções universais, abstratas. Paralelamente chegamos às noções de Justiça, Amor, Bondade e Homem, em seqüência.
Por conseguinte distinguem-se os princípios vitais vegetativo, do sensitivo, e do intelectivo, o que nos permite perceber uma alma vegetativa, uma alma sensitiva e uma alma intelectiva. A alma vegetativa e a sensitiva são materiais, pois as funções que elas preenchem e realizam no corpo não ultrapassam os limites da matéria; assim ate mesmo o conhecimento sensitivo do corpo, o conhecimento do concreto do corpo (cinestesia) que se faz mediante os órgãos dos sentidos, é material.
A alma intelectiva, porém é espiritual, pois as suas funções ultrapassam os limites da matéria. Pelo conhecimento intelectual a pessoa, interiormente lê dentro (intelligit, intus legit) isso é, abstrai do concreto, do corpóreo, do material, para formar um conceito imaterial. É pelo agir (verbo) que conhecemos os ser. Onde há agir imaterial, que transcende a matéria, somos logicamente levados a concluir a existência de um principio de agir ou de um ser imaterial, que transcende a matéria ou, ainda, é espiritual.
Se existe uma matriz integradora dos elementos num ser vivo animado, haverá de haver uma matriz que integra e de a forma no ser intelectivo, donde a lógica, a inspiração, e os mecanismos do agir (os valores que inibem ou estimulam o agir propriamente e essencialmente no que lhe é humano, haverá de existir). A expressão exterior desses valores, se alterados faz o theratus (o monstro, a deformação) assim a deformação da lógica faz, produz as alterações do julgamento a despeito de sentidos perfeitos;do tempo a desordem da memória; do corpo no espaço, a deformação espacial; da Moral a desordem do ser enquanto Homem.
Todos concordam, ate o presente momento que o homem tem conhecimento de si mesmo, ou possui a autoconsciência, o homem não somente sente dor, mas sabe que sente dor, e reconhece à lesão, esse fato aumenta a sua dor, pois o sujeito humano percebe que a sua moléstia o impede de reconhecer-se como era (identidade). Possuindo o conhecimento dos objetos e de si mesmo, o homem concebe o plano de ordenar o mundo e a si mesmo, cooperando com Deus, como sua imagem e semelhança, na Lei do Coração.

Uma Catedral anti-crise.

A falta de sensibilidade.
Estive presente nos debates do Seminário Crise Rumos & Verdades. Não vi nenhum dos habituais críticos de Requião por lá. Não entrevistaram ninguém, não viram nada, não sentiram in loco a energia histriônica. Vivem como “voyeurs” a espiar de longe uma vida falsa, porque falsa é a dita “realidade- virtual”. Para eles pouco importa a realidade dos fatos.
Assim a interpretação da realidade fica empobrecida e, portanto, as suas conclusões são falsas, incompletas desvinculadas do fato real. Um grupo de homens com grande experiência publica se reúniu, e via uma televisão publica, debatem, explicam, analisam dados sobre uma realidade do interesse de todos os brasileiros. Brasileiros e estrangeiros, num total de 32 debatedores, e nove países estavam representados. O fato propaga-se pelas parabólicas pelo território brasileiro, penetra os corredores e bastidores de Brasília, incomoda, desnudando fatos absorvem contradições, e os “voyeurs”, não conseguem ver o quadro real, pois estão olhando pelo tubinho de suas imaginações pessoais e dos seus preconceitos primários. Não chega a ser lamentável, posto que seja trágico, ver pessoas minimizadas, voluntariamente diminuídas da sua dignidade de analistas, para uma condição de cães que ladram.
A Associação Brasileira de Imprensa, sob a batuta de Maurício Azedo, repercutiu os fatos. As perguntas vinham dos mais diversos quadrantes do país. Muita luz foi lançada sobre a realidade econômica do país. Economistas internacionais foram obrigados a rever seus discursos, brasileiros a perceberem que seu quadro de analise era incompleto, todos foram obrigados a reduzir suas conclusões ao homem, sim o homem em sociedade nas suas necessidades essenciais, na sua cooperação, solidariedade, conjunto de valores, e fé, que os caracteriza enquanto povo e nação. Concluíram quase por unanimidade que não houve desenvolvimento de povos sem uma evolução para o nacionalismo e estabelecimentos de objetivos e interesses nacionais. Todos sem exceção concluíram que o que falta no mundo, não é o desaparecimento de fronteiras, mas o que precisa acabar é a injustiça comercial, e a pressão por domínio e submissão. Ainda que nem todos tenham admitido publicamente, todos perceberam que o mundo sempre cooperou, sempre esteve integrado, sempre foi global, o que nunca foi global foi o acumulo de capitais, a justiça social, a liberdade de movimentação dentro das diversas camadas sociais em todas as sociedades e nações. Percebeu-se que a globalização é um engodo, uma forma de apropriação das riquezas reais, no território das diversas nações, subtraindo dos seus povos, qualquer possibilidade de desenvolvimento “real”, de modo a torná-los instrumentos de mercado, e suporte para fluxos de “Capitais irreais”, que embora não existindo, endividam e escravizam povos e nações inteiras. Pouco se falou de Deus, pouco se falou em valores reguladores do comportamento humano, e, portanto valores que regulam uma ética do comércio humano e do capital humano. Não se falou que o acúmulo de capital financeiro, monetário, fiduciário, ou pecuniário, reflete-se em ideologia e objetivo no acúmulo de capital humano, gente, gado, apinhados e acumulados em grandes centros urbanos, sim porque o conceito de pecúnia, gado ( pécus = gado+=res= coisa) é o centro da ideologia do capital de fluxo, as pessoas são e continuam sendo o gado, a força de trabalho, o suporte, a coisa possuída pelos “donos do acumulo do capital” para o exercício da riqueza. Somos ainda o gado, os goi, os goin, a carne de abate. Ninguém verbalizou, mas todos perceberam que o discurso do economês não modifica essa realidade, apenas a consciência nascida no meio do gado, percebendo-se como suporte real dos recursos públicos e privados, pode levar a um “Não Servirei mais nessas bases”. Esse despertar é uma antítese ao DEPENDENCIA OU MORTE, o mote inicial dos debates: as nações colaboram com os problemas com os quais e pelos quais passarão as nações ricas, ou !. Diziam no início dos debates, todos serão atingidos, todos devem colaborar com as novas regras, nenhuma nação sobreviverá sozinha. Esse discurso inicial foi perdendo a sua força durante os debates. Pois a realidade econômica tem como suporte apenas as necessidades de manutenção da vida do homem. Para os controladores, diferentemente, os homens são carne de abate, aos quais se controla a fertilidade, a necessidade, o consumo. A minha esperança está na desobediência desse esquema, dessa obediência servil, para que o Brasil possa acordar como em tese deseja o Presidente Lula, para enfrentar, no seu interior, na sua dinâmica interna e continental, ampliada nas relações maximizadas com os países vizinhos, devolvendo a esses povos pobres, como nós somos os brasileiros, a esperanças na recuperação de nossa dignidade, não mais de gado, mas de empreendedores, acumuladores, distribuidores do fruto do trabalho de todos, destinando para todos os benefícios correspondentes.
A diferença entre construir uma catedral, uma pirâmide, e um império financeiro, é muito clara e gritante. A pirâmide foi construída pela mão escrava, o império financeiro pela apropriação do trabalho de todos, resultado em conseqüente injustiça social, e a catedral diferentemente é resultado da voluntariedade e liberdade de escolha do ideal. O que falta no Brasil desse momento é o ideal comum, que permita a adesão de todos os brasileiros, num esforço comum da construção da Catedral Brasileira. Catedral, todos sabem vem de cátedra, cadeira, trono, portanto fala de soberania e território de liberdade. Nesse trono, pode estar sentado o dinheiro entendido como meio de troca, a especulação, a virtualidade imperiosa e escravizante dos fluxos monetários, ou por livre escolha podemos devolver o lugar da cátedra e ver sentar-se ao trono Deus. Não adianta, ter no trono o povo, como origem imanente do poder, isso não resolve o problema, pois torna a sociedade consuetudinária nos valores, e valores instáveis, fará tijolos sociais muito moles, a Catedral ruirá, pois seus valores não podem suportar as estruturas. Deus pode sim dar o suporte ideológico para todas as estruturas, principalmente a igual dignidade entres os seres humanos, excluindo de uma vez por todas a idéia de que alguns escolhidos são pessoas livres, capazes de escolher e planejar, e outras, a massa, não passa de gado.
A lição é clara e introduz.

Uma Catedral anti-crise.

A falta de sensibilidade.
Estive presente nos debates do Seminário Crise Rumos & Verdades. Não vi nenhum dos habituais críticos de Requião por lá. Não entrevistaram ninguém, não viram nada, não sentiram in loco a energia histriônica. Vivem como “voyeurs” a espiar de longe uma vida falsa, porque falsa é a dita “realidade- virtual”. Para eles pouco importa a realidade dos fatos.
Assim a interpretação da realidade fica empobrecida e, portanto, as suas conclusões são falsas, incompletas desvinculadas do fato real. Um grupo de homens com grande experiência publica se reúniu, e via uma televisão publica, debatem, explicam, analisam dados sobre uma realidade do interesse de todos os brasileiros. Brasileiros e estrangeiros, num total de 32 debatedores, e nove países estavam representados. O fato propaga-se pelas parabólicas pelo território brasileiro, penetra os corredores e bastidores de Brasília, incomoda, desnudando fatos absorvem contradições, e os “voyeurs”, não conseguem ver o quadro real, pois estão olhando pelo tubinho de suas imaginações pessoais e dos seus preconceitos primários. Não chega a ser lamentável, posto que seja trágico, ver pessoas minimizadas, voluntariamente diminuídas da sua dignidade de analistas, para uma condição de cães que ladram.
A Associação Brasileira de Imprensa, sob a batuta de Maurício Azedo, repercutiu os fatos. As perguntas vinham dos mais diversos quadrantes do país. Muita luz foi lançada sobre a realidade econômica do país. Economistas internacionais foram obrigados a rever seus discursos, brasileiros a perceberem que seu quadro de analise era incompleto, todos foram obrigados a reduzir suas conclusões ao homem, sim o homem em sociedade nas suas necessidades essenciais, na sua cooperação, solidariedade, conjunto de valores, e fé, que os caracteriza enquanto povo e nação. Concluíram quase por unanimidade que não houve desenvolvimento de povos sem uma evolução para o nacionalismo e estabelecimentos de objetivos e interesses nacionais. Todos sem exceção concluíram que o que falta no mundo, não é o desaparecimento de fronteiras, mas o que precisa acabar é a injustiça comercial, e a pressão por domínio e submissão. Ainda que nem todos tenham admitido publicamente, todos perceberam que o mundo sempre cooperou, sempre esteve integrado, sempre foi global, o que nunca foi global foi o acumulo de capitais, a justiça social, a liberdade de movimentação dentro das diversas camadas sociais em todas as sociedades e nações. Percebeu-se que a globalização é um engodo, uma forma de apropriação das riquezas reais, no território das diversas nações, subtraindo dos seus povos, qualquer possibilidade de desenvolvimento “real”, de modo a torná-los instrumentos de mercado, e suporte para fluxos de “Capitais irreais”, que embora não existindo, endividam e escravizam povos e nações inteiras. Pouco se falou de Deus, pouco se falou em valores reguladores do comportamento humano, e, portanto valores que regulam uma ética do comércio humano e do capital humano. Não se falou que o acúmulo de capital financeiro, monetário, fiduciário, ou pecuniário, reflete-se em ideologia e objetivo no acúmulo de capital humano, gente, gado, apinhados e acumulados em grandes centros urbanos, sim porque o conceito de pecúnia, gado ( pécus = gado+=res= coisa) é o centro da ideologia do capital de fluxo, as pessoas são e continuam sendo o gado, a força de trabalho, o suporte, a coisa possuída pelos “donos do acumulo do capital” para o exercício da riqueza. Somos ainda o gado, os goi, os goin, a carne de abate. Ninguém verbalizou, mas todos perceberam que o discurso do economês não modifica essa realidade, apenas a consciência nascida no meio do gado, percebendo-se como suporte real dos recursos públicos e privados, pode levar a um “Não Servirei mais nessas bases”. Esse despertar é uma antítese ao DEPENDENCIA OU MORTE, o mote inicial dos debates: as nações colaboram com os problemas com os quais e pelos quais passarão as nações ricas, ou !. Diziam no início dos debates, todos serão atingidos, todos devem colaborar com as novas regras, nenhuma nação sobreviverá sozinha. Esse discurso inicial foi perdendo a sua força durante os debates. Pois a realidade econômica tem como suporte apenas as necessidades de manutenção da vida do homem. Para os controladores, diferentemente, os homens são carne de abate, aos quais se controla a fertilidade, a necessidade, o consumo. A minha esperança está na desobediência desse esquema, dessa obediência servil, para que o Brasil possa acordar como em tese deseja o Presidente Lula, para enfrentar, no seu interior, na sua dinâmica interna e continental, ampliada nas relações maximizadas com os países vizinhos, devolvendo a esses povos pobres, como nós somos os brasileiros, a esperanças na recuperação de nossa dignidade, não mais de gado, mas de empreendedores, acumuladores, distribuidores do fruto do trabalho de todos, destinando para todos os benefícios correspondentes.
A diferença entre construir uma catedral, uma pirâmide, e um império financeiro, é muito clara e gritante. A pirâmide foi construída pela mão escrava, o império financeiro pela apropriação do trabalho de todos, resultado em conseqüente injustiça social, e a catedral diferentemente é resultado da voluntariedade e liberdade de escolha do ideal. O que falta no Brasil desse momento é o ideal comum, que permita a adesão de todos os brasileiros, num esforço comum da construção da Catedral Brasileira. Catedral, todos sabem vem de cátedra, cadeira, trono, portanto fala de soberania e território de liberdade. Nesse trono, pode estar sentado o dinheiro entendido como meio de troca, a especulação, a virtualidade imperiosa e escravizante dos fluxos monetários, ou por livre escolha podemos devolver o lugar da cátedra e ver sentar-se ao trono Deus. Não adianta, ter no trono o povo, como origem imanente do poder, isso não resolve o problema, pois torna a sociedade consuetudinária nos valores, e valores instáveis, fará tijolos sociais muito moles, a Catedral ruirá, pois seus valores não podem suportar as estruturas. Deus pode sim dar o suporte ideológico para todas as estruturas, principalmente a igual dignidade entres os seres humanos, excluindo de uma vez por todas a idéia de que alguns escolhidos são pessoas livres, capazes de escolher e planejar, e outras, a massa, não passa de gado.
A lição é clara e introduz.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

O G 23 olha o Seminário Crise Rumos & Verdades.


Com esse texto o G 23 que esteve presente ao evento começa a contar como vê e percebe o alcance do Seminário Crise Rumos & Verdades. O sentido original da palavra Seminário é semelhante à sementeira, onde se planta e se cuida das sementes. Assim o evento promovido pelo Governo do Estado do Paraná e apoiado por diversas empresas públicas das mais expressivas, no nosso entender, teve aspectos positivos e negativos, fatos elogiáveis e criticáveis. Porém não seremos minimalistas em nossa analise. O ponto de maior destaque é que o evento permitiu uma reciclagem a todos os participantes (incluindo estrangeiros, que sempre vêm dar o tom, mas que perceberam a resistência) enriquecendo a todos com visões diferenciadas, ampliando as realidades numéricas em que se suporta a crise financeira que nos pareceu, em síntese, que é mais uma ação menos acidental e mais programada e artificial para forçar nações a tomarem algum tipo de partido que seja ou venha a ser favorável ao macro capitalismo. No caso essa crise pretende ser uma alavanca para acelerar e mover o mundo em direção às reformas estruturais que permitam o tal "Governo Mundial" que tanto falamos em nosso Blog, que não será governado pelos EUA, mas por Israel, (respondendo a pergunta de César Benjamin: "A quem interessa a crise?") cujos membros dominam as movimentações e jogos financeiros no mundo todo com ficou bem claro nesse encontro (são eles os autores e beneficiados dessa guerra financeira mundial). O governador Requião, que assistiu em tempo integral a todos os debates, pode reciclar e formatar um discurso como síntese de teor e alcance internacional, tornando-se, a nosso ver, o único governador brasileiro a adquirir essa “competência" e esse nível de informação. O que o destaca entre os nomes presidenciáveis. Torna-se, portanto, aos nossos olhos, o mais bem informado "possível candidato" à presidência da Republica diante do tema Crise Mundial.
Como o evento não termina nesse dia 11, mas continua, Requião pôde, através de embaixadas, convidar e receber economistas e políticos estrangeiros, criando um clima internacional e ao mesmo tempo ordenando um grande número de documentos especializados, sobre o tema em questão. Mais que isso, com cobertura televisiva, o Seminário espalhou sementes pelo país e outros países interessados, gerando imagens para a Rússia, Alemanha, Inglaterra, Itália, Equador, Venezuela, México, EUA (cujos tapes estão disponíveis) e via radio, com tradução direta e simultânea. Se no quesito técnico, do ponto de vista do telespectador nós possamos fazer criticas, sob o ponto de vista documental, a fala integral dos debatedores, produziu uma insofismável comprovação de suas posições ideológicas, o que os comprometerá a todos, seja tecnicamente, seja em previsão de suas teses e hipóteses. O tempo confirmará. Finalmente, o encontro esvaziou boa parte das críticas feitas ao governo Lula.
Em nossa opinião, o evento foi um Sucesso Total, preparando o Governador, seja quanto ao discurso, e também o municiando documentalmente, (incluindo posições que reforçam estratégias de seu governo) e criando um clima cada vez mais favorável aos desígnios da vocação de que tanto temos falado aqui. Aos resultados desse encontro, soma-se o evento da ABI no Rio de Janeiro.
Significativa também foi a ausência de Ciro Gomes, que não comparecendo mostrou que teme ser um vice (numa possível e futura composição), ou mais, temeu ser ofuscado nas suas pretensões diante de tão preparada "trupe" de palestristas. É claro que sua ausência pode ter sido acusada por compromissos inadiáveis, nesse caso nos desculpamos

O G 23 olha o Seminário Crise Rumos & Verdades.


Com esse texto o G 23 que esteve presente ao evento começa a contar como vê e percebe o alcance do Seminário Crise Rumos & Verdades. O sentido original da palavra Seminário é semelhante à sementeira, onde se planta e se cuida das sementes. Assim o evento promovido pelo Governo do Estado do Paraná e apoiado por diversas empresas públicas das mais expressivas, no nosso entender, teve aspectos positivos e negativos, fatos elogiáveis e criticáveis. Porém não seremos minimalistas em nossa analise. O ponto de maior destaque é que o evento permitiu uma reciclagem a todos os participantes (incluindo estrangeiros, que sempre vêm dar o tom, mas que perceberam a resistência) enriquecendo a todos com visões diferenciadas, ampliando as realidades numéricas em que se suporta a crise financeira que nos pareceu, em síntese, que é mais uma ação menos acidental e mais programada e artificial para forçar nações a tomarem algum tipo de partido que seja ou venha a ser favorável ao macro capitalismo. No caso essa crise pretende ser uma alavanca para acelerar e mover o mundo em direção às reformas estruturais que permitam o tal "Governo Mundial" que tanto falamos em nosso Blog, que não será governado pelos EUA, mas por Israel, (respondendo a pergunta de César Benjamin: "A quem interessa a crise?") cujos membros dominam as movimentações e jogos financeiros no mundo todo com ficou bem claro nesse encontro (são eles os autores e beneficiados dessa guerra financeira mundial). O governador Requião, que assistiu em tempo integral a todos os debates, pode reciclar e formatar um discurso como síntese de teor e alcance internacional, tornando-se, a nosso ver, o único governador brasileiro a adquirir essa “competência" e esse nível de informação. O que o destaca entre os nomes presidenciáveis. Torna-se, portanto, aos nossos olhos, o mais bem informado "possível candidato" à presidência da Republica diante do tema Crise Mundial.
Como o evento não termina nesse dia 11, mas continua, Requião pôde, através de embaixadas, convidar e receber economistas e políticos estrangeiros, criando um clima internacional e ao mesmo tempo ordenando um grande número de documentos especializados, sobre o tema em questão. Mais que isso, com cobertura televisiva, o Seminário espalhou sementes pelo país e outros países interessados, gerando imagens para a Rússia, Alemanha, Inglaterra, Itália, Equador, Venezuela, México, EUA (cujos tapes estão disponíveis) e via radio, com tradução direta e simultânea. Se no quesito técnico, do ponto de vista do telespectador nós possamos fazer criticas, sob o ponto de vista documental, a fala integral dos debatedores, produziu uma insofismável comprovação de suas posições ideológicas, o que os comprometerá a todos, seja tecnicamente, seja em previsão de suas teses e hipóteses. O tempo confirmará. Finalmente, o encontro esvaziou boa parte das críticas feitas ao governo Lula.
Em nossa opinião, o evento foi um Sucesso Total, preparando o Governador, seja quanto ao discurso, e também o municiando documentalmente, (incluindo posições que reforçam estratégias de seu governo) e criando um clima cada vez mais favorável aos desígnios da vocação de que tanto temos falado aqui. Aos resultados desse encontro, soma-se o evento da ABI no Rio de Janeiro.
Significativa também foi a ausência de Ciro Gomes, que não comparecendo mostrou que teme ser um vice (numa possível e futura composição), ou mais, temeu ser ofuscado nas suas pretensões diante de tão preparada "trupe" de palestristas. É claro que sua ausência pode ter sido acusada por compromissos inadiáveis, nesse caso nos desculpamos

Surpreendente o encerramento do Seminário Crise, Rumos & Verdades.


Foi surpreendente o encerramento do Seminário, a presença de José Serra, que percebeu, que ele não pegaria essa carona, e pressentiu que a intelectualidade do Brasil já comentava o evento, em todo o Brasil, que o tema já corria os corredores de Brasília, não poderia deixar de comparecer. Requião fez um interessante discurso, embora deixem para outro texto as suas conclusões. Surpreendente mesmo foi o discurso do Governador de Santa Catarina, que no nosso entender (entender do G 23) é motivo de orgulho para todos os catarinenses. Luis Henrique da Silveira trouxe emoção, fez um discurso emocional, sincero, denso. Deixou de falar em hipóteses e futuros, e falou da crise verdadeira que abalou o seu estado. Um homem que sobrevive a um acidente, um acidente de automóvel, por exemplo, ao perceber o perigo real e os riscos reais pelos quais passou, e cujas conseqüências terá que enfrentar, reordena sua hierarquia de valores a partir do essencial, no caso a própria vida. Mais ou menos é o que aconteceu com o discurso do Governador de Santa Catarina, ele reduziu tudo ao essencial, ao fato irremediável, e mostrou que somente a solidariedade verdadeira, pode salvar o saudável, enterrar os mortos e esquecer o perdido, trabalhar e partilhar em busca de recuperar a dignidade do presente, e construir o futuro. Assim são as guerras, assim as catástrofes, assim as crises, sejam provocadas, sejam acidentais, todavia não podemos admitir que banqueiros experientes e financistas experimentados tenham provocado a crise por negligencia, não, houve planejamento e instrumentalização das nuvens negras que se aproximam, para forçar a submissão. Todavia, as chuvas de Santa Catarina nos ensinam que só há uma submissão possível, a submissão a Deus, fora disso, é trabalhar solidariamente para consolar os inconsoláveis, salvar o possível, construir o impensável. Sob esta nota, percebi os diversos deslocamentos nos discursos. O discurso de Serra no meu entender foi vazio, sem tom, sem emoção, apenas para aparecer, se dizer preocupado com a crise, e arregimentar o PSDB do Paraná para seus interesses, nada de mais e o esperado para um político de carreira, no meu entender sem grandes notas, sem grandes lutas. Seu discurso inteiramente gravado esvazia pela ótica transversa a iniciativa de Requião, com os elogios ao Lessa, um elogio de cooptação. O mesmo se diga do Governador de Santa Catarina que vem sendo seduzido, recebendo em mesa algumas notinhas de pontos a destacar. Saiba o Governador de Santa Catarina, que o povo do Paraná e o Governo do Paraná não ofereceram socorro e solidariedade por interesses eleitoreiros, outros, no entanto o fizeram de medo de não “participar” dos méritos de Requião, que sozinho ficaria, juntamente com o presidente Lula, nessa ação solidaria. Lula no entanto como presidente tem essa responsabilidade, e Requião diferentemente, em três ou quatro eventos, fez história e tradição de solidariedade. Não há duvida que o estado mais rico do Brasil, tenha como rico a tendência a tentar dar o tom dos acontecimentos, pois são os ricos os que mais têm a perder, mas são os pobres que convivem com a crise histórica do drama de serem pobres, iletrados, excluídos da capitalização, marginal a uma linguagem de ricos para ricos que não lhes dão oportunidade nem esperança. Esses, os pobres, são os que entendem de crise, eles é que entendem de solidariedade, partilha dor e alegria. O que o Governo de Santa Catarina sentiu foi a impotência, a mesma impotência que sentem os pobres todos os dias de sua vida, contornando todos os tipos de crises e ausência do Estado, nas suas lutas cotidianas. Foi isso que deu colorido ao discurso de Luis Henrique da Silveira.
Certamente, virá o retalhamento, a resistência ao Requião. Todavia o fato esta criado, a evidência esta posta, os acontecimentos anunciados através dos anos acabaram se revelando, isto é a bolha tem dolo, sim foi criminosa, e pretende elevar à altura, um seleto grupo de políticos e economistas que farão o núcleo de um governo Mundial. Quantos anos eu escuto e leio sobre isso? Quem não sabe qual era a ideologia dos Estados Unidos da America, que não queria, nem pretendia ser restrita a parte dos territórios da America do Norte, mas sim de toda a America. Quem não sabe ao que se propôs e se propõem a União Européia? Quem não sabe quem domina e orquestra todo o fluxo de capitais do Planeta?
A bola rolou, a seta foi lançada, a luz se espalhou, a chama se acendeu, cabe a Deus, levar os fatos históricos para o seu desfecho. Temos fé. Você já imaginou uma massa de pessoas habituadas ao conforto, ao alto nível de consumo, e a inverno rigoroso, num repente verem-se limitados, afastados desses níveis e serem arrastado para níveis inferiores? O Brasil é diferente, o pobre, a maioria do povo, em todo o território nacional, ainda não tem esgoto, toma banho frio, come o absolutamente necessário, vive uma vida muito próxima da miséria, a crise não os assusta, o desemprego não os assunta, a falta de conforto não os assusta, o fim dos combustíveis não os assusta, nem carro eles têm, às vezes nem uma lamparina de querosene. Essa gente ri, dança, chora e faz amor, não tem dentes, mas tem filhos e acreditam na vida. Por quê? Por que acreditam em Deus. Não há crise pra quem acredita em Deus, pois a morte, a máxima crise de quem perde a vida, não traz desespero para quem tem fé. A fé nos livra da escravidão e da opressão. O mote da Crise se sintetiza na frase: Dependência ou Morte, sim você ouviu bem DEPENDENCIA. Todos devem se unir solidariamente ao problema dos ricos. Não, os ricos haverão de descer de seus pedestais, para virem na miséria aprender a viver com os pobres. Passaremos fome, e daí? Esse é nosso dia a dia? Não teremos emprego, e daí, esse é o nosso dia a dia, sairemos aos milhares para os campos..., sairemos para os campos ouviram! Mas vocês perderão o bonde da história... Não.

Surpreendente o encerramento do Seminário Crise, Rumos & Verdades.


Foi surpreendente o encerramento do Seminário, a presença de José Serra, que percebeu, que ele não pegaria essa carona, e pressentiu que a intelectualidade do Brasil já comentava o evento, em todo o Brasil, que o tema já corria os corredores de Brasília, não poderia deixar de comparecer. Requião fez um interessante discurso, embora deixem para outro texto as suas conclusões. Surpreendente mesmo foi o discurso do Governador de Santa Catarina, que no nosso entender (entender do G 23) é motivo de orgulho para todos os catarinenses. Luis Henrique da Silveira trouxe emoção, fez um discurso emocional, sincero, denso. Deixou de falar em hipóteses e futuros, e falou da crise verdadeira que abalou o seu estado. Um homem que sobrevive a um acidente, um acidente de automóvel, por exemplo, ao perceber o perigo real e os riscos reais pelos quais passou, e cujas conseqüências terá que enfrentar, reordena sua hierarquia de valores a partir do essencial, no caso a própria vida. Mais ou menos é o que aconteceu com o discurso do Governador de Santa Catarina, ele reduziu tudo ao essencial, ao fato irremediável, e mostrou que somente a solidariedade verdadeira, pode salvar o saudável, enterrar os mortos e esquecer o perdido, trabalhar e partilhar em busca de recuperar a dignidade do presente, e construir o futuro. Assim são as guerras, assim as catástrofes, assim as crises, sejam provocadas, sejam acidentais, todavia não podemos admitir que banqueiros experientes e financistas experimentados tenham provocado a crise por negligencia, não, houve planejamento e instrumentalização das nuvens negras que se aproximam, para forçar a submissão. Todavia, as chuvas de Santa Catarina nos ensinam que só há uma submissão possível, a submissão a Deus, fora disso, é trabalhar solidariamente para consolar os inconsoláveis, salvar o possível, construir o impensável. Sob esta nota, percebi os diversos deslocamentos nos discursos. O discurso de Serra no meu entender foi vazio, sem tom, sem emoção, apenas para aparecer, se dizer preocupado com a crise, e arregimentar o PSDB do Paraná para seus interesses, nada de mais e o esperado para um político de carreira, no meu entender sem grandes notas, sem grandes lutas. Seu discurso inteiramente gravado esvazia pela ótica transversa a iniciativa de Requião, com os elogios ao Lessa, um elogio de cooptação. O mesmo se diga do Governador de Santa Catarina que vem sendo seduzido, recebendo em mesa algumas notinhas de pontos a destacar. Saiba o Governador de Santa Catarina, que o povo do Paraná e o Governo do Paraná não ofereceram socorro e solidariedade por interesses eleitoreiros, outros, no entanto o fizeram de medo de não “participar” dos méritos de Requião, que sozinho ficaria, juntamente com o presidente Lula, nessa ação solidaria. Lula no entanto como presidente tem essa responsabilidade, e Requião diferentemente, em três ou quatro eventos, fez história e tradição de solidariedade. Não há duvida que o estado mais rico do Brasil, tenha como rico a tendência a tentar dar o tom dos acontecimentos, pois são os ricos os que mais têm a perder, mas são os pobres que convivem com a crise histórica do drama de serem pobres, iletrados, excluídos da capitalização, marginal a uma linguagem de ricos para ricos que não lhes dão oportunidade nem esperança. Esses, os pobres, são os que entendem de crise, eles é que entendem de solidariedade, partilha dor e alegria. O que o Governo de Santa Catarina sentiu foi a impotência, a mesma impotência que sentem os pobres todos os dias de sua vida, contornando todos os tipos de crises e ausência do Estado, nas suas lutas cotidianas. Foi isso que deu colorido ao discurso de Luis Henrique da Silveira.
Certamente, virá o retalhamento, a resistência ao Requião. Todavia o fato esta criado, a evidência esta posta, os acontecimentos anunciados através dos anos acabaram se revelando, isto é a bolha tem dolo, sim foi criminosa, e pretende elevar à altura, um seleto grupo de políticos e economistas que farão o núcleo de um governo Mundial. Quantos anos eu escuto e leio sobre isso? Quem não sabe qual era a ideologia dos Estados Unidos da America, que não queria, nem pretendia ser restrita a parte dos territórios da America do Norte, mas sim de toda a America. Quem não sabe ao que se propôs e se propõem a União Européia? Quem não sabe quem domina e orquestra todo o fluxo de capitais do Planeta?
A bola rolou, a seta foi lançada, a luz se espalhou, a chama se acendeu, cabe a Deus, levar os fatos históricos para o seu desfecho. Temos fé. Você já imaginou uma massa de pessoas habituadas ao conforto, ao alto nível de consumo, e a inverno rigoroso, num repente verem-se limitados, afastados desses níveis e serem arrastado para níveis inferiores? O Brasil é diferente, o pobre, a maioria do povo, em todo o território nacional, ainda não tem esgoto, toma banho frio, come o absolutamente necessário, vive uma vida muito próxima da miséria, a crise não os assusta, o desemprego não os assunta, a falta de conforto não os assusta, o fim dos combustíveis não os assusta, nem carro eles têm, às vezes nem uma lamparina de querosene. Essa gente ri, dança, chora e faz amor, não tem dentes, mas tem filhos e acreditam na vida. Por quê? Por que acreditam em Deus. Não há crise pra quem acredita em Deus, pois a morte, a máxima crise de quem perde a vida, não traz desespero para quem tem fé. A fé nos livra da escravidão e da opressão. O mote da Crise se sintetiza na frase: Dependência ou Morte, sim você ouviu bem DEPENDENCIA. Todos devem se unir solidariamente ao problema dos ricos. Não, os ricos haverão de descer de seus pedestais, para virem na miséria aprender a viver com os pobres. Passaremos fome, e daí? Esse é nosso dia a dia? Não teremos emprego, e daí, esse é o nosso dia a dia, sairemos aos milhares para os campos..., sairemos para os campos ouviram! Mas vocês perderão o bonde da história... Não.

Seminário Crise Rumos & Verdades.

O seminário foi aos olhos de G 23 um sucesso. Composto de sete mesas discutiu:
1) Crise e Sistema Financeiro Mundial:
José Carlos de Assis; Tom Palley ( EUA); Mario Lattieri ( Itália) Paolo Raimondi ( Itália); Francisco Assis Inocêncio.
(2) Crise e Economia Mundial:
Luiz Gonzaga Belluzo; Yury Gromyko (Rússia); Aloísio Mercadante (Senador do PT SP); Mario di Constanzo (México); Murilo Leopoldo Schimitt.
(3) Crise e Poder Mundial:
Marcio Henrique Castro; Magnus Ryner (Inglaterra); Lorenzo Carrasco México.
(4) Crise e o papel da China, EUA, Rússia e Índia:
Alex Izurieta (ONU); Franklin Serrano; André Kobbyakov (Rússia) Andong Zhu (China nc) Michael Leiebig (Alemanha)
(5) Crise e a Integração Sul-Americana.
Carlos Medeiros; Aldo Ferrer ( Argentina); José Felix Rivas ( Venezuela); Marcio Naranjop Chiriboga ( Equador) e Enio Verri.
(6) O Brasil e a Crise:
Luciano Coutinho; Wilson Cano, Marcio Pochmann; Reinaldo Gonçalves; João Sicsú; Ciro Gomes ( nc).
(7) O Brasil e o Projeto Nacional frente à Crise:
Carlos Lessa, Darc Costa; Ricardo Carneiro; César Benjamin.
Encerramento dia 11 as 14:30 conduzida pelo governador Requião.

Seminário Crise Rumos & Verdades.

O seminário foi aos olhos de G 23 um sucesso. Composto de sete mesas discutiu:
1) Crise e Sistema Financeiro Mundial:
José Carlos de Assis; Tom Palley ( EUA); Mario Lattieri ( Itália) Paolo Raimondi ( Itália); Francisco Assis Inocêncio.
(2) Crise e Economia Mundial:
Luiz Gonzaga Belluzo; Yury Gromyko (Rússia); Aloísio Mercadante (Senador do PT SP); Mario di Constanzo (México); Murilo Leopoldo Schimitt.
(3) Crise e Poder Mundial:
Marcio Henrique Castro; Magnus Ryner (Inglaterra); Lorenzo Carrasco México.
(4) Crise e o papel da China, EUA, Rússia e Índia:
Alex Izurieta (ONU); Franklin Serrano; André Kobbyakov (Rússia) Andong Zhu (China nc) Michael Leiebig (Alemanha)
(5) Crise e a Integração Sul-Americana.
Carlos Medeiros; Aldo Ferrer ( Argentina); José Felix Rivas ( Venezuela); Marcio Naranjop Chiriboga ( Equador) e Enio Verri.
(6) O Brasil e a Crise:
Luciano Coutinho; Wilson Cano, Marcio Pochmann; Reinaldo Gonçalves; João Sicsú; Ciro Gomes ( nc).
(7) O Brasil e o Projeto Nacional frente à Crise:
Carlos Lessa, Darc Costa; Ricardo Carneiro; César Benjamin.
Encerramento dia 11 as 14:30 conduzida pelo governador Requião.

Transporte Urbano.

Transporte Urbano. ( escrito em 96)

O Sistema de Bogotá.

O sistema implantado em Bogotá na Colômbia é muito parecido ao atual, em uso em Curitiba. Assemelha-se aos estudos que conheci no passado em poder do IPPUC e que tinham como base as proposições do arquiteto Jaime Lerner e outros técnicos, traduzidos em projetos iniciados nos anos 70. Na verdade eu já ouvira, em outra oportunidade, a defesa de sistema semelhante ao de Bogotá, com, por exemplo, a possibilidade de ultrapassagens nas canaletas, levada a termo por um de seus autores o professor curitibano Garrone Reck ao tempo em que era Diretor na COMEC o arquiteto Orlando Busarello. Sim o sistema em uso na cidade de Bogotá, na Colômbia, tem entre seus principais autores, vários curitibanos e paulistas, como nos contou o colombiano Ignacio Guzman e os veículos lá utilizados são fabricados pela Volvo em Curitiba e pela Mercedez Bens em São Paulo.
Como funciona? Pode-se dizer, em princípio, que o sistema de Bogotá, mal comparando a um modelo orgânico, se assemelha ao acomodar-se dos intestinos na cavidade abdominal. Ou seja, linhas circulares, num traçado de semicurvas e curva em transposição sem entroncamentos de transferência que sejam, digamos, significativos; algo como se fossem linhas de grande vazão em circulação contínua. As estações são semelhantes às estações das velhas linhas de ferro, porém localizadas entre duas vias de mão dupla e espaçadas a cada 500 metros umas das outras. As vias de mão dupla, que já foram, no passado, propostas em Curitiba, para as canaletas do "Expresso", dão maior velocidade de fluxo, permitindo ultrapassagens enquanto um ou outro veículo esteja descarregando ou carregando em qualquer das estações. Hoje os articulados, em horas de pico, são obrigados a parar, uns atrás dos outros, pois as canaletas dificilmente permitem as ultrapassagens. Em Curitiba, diferentemente de Bogotá, a opção escolhida foi definida pela linha de mão única, pois como se pretendia instalar no futuro o Bonde Elétrico sobre pneus, então se optou pelas estações tubo localizada lateralmente às vias duplas de mão única.
Em Bogotá, conta-se, em aperfeiçoamento ao nosso si tema, com uma tecnologia de informatização que, permite, colhendo o número de passageiros introduzidos pelo sistema, liberar em proporção adequada ao número de usuários no sistema, o número de carros necessários para atender a demanda do circuito, teoricamente otimizando e agilizando o sistema. Tem também, segundo os expositores, um sistema GPS, via satélite, que permite a localização do veículo no exato ponto em que se encontra o que permitiria até mesmo a oferta de um mapa eletrônico de posição do veículo, ao estilo dos metrôs, que tanto serve para orientar o usuário à medida que o veículo se aproxima do destino ou embarque, como para controle de tráfico. Todavia o sistema não este totalmente implantado como pude observar, e no meu particular entender, ainda não teve oportunidade de dar mostras de sua plena capacidade de uso e eficiência, 18.000 passageiros hora conforme afirmam seus defensores.
Há também, um grupo de desvantagens flagrantes. Salvo melhor entendimento do sistema, aquilo que compreendi e me foi mostrado, me fez crer que o sistema proposto, para atender como se deseja, e se propõe a cidade de Bogotá, expandindo-se numa malha que cubra toda á área de uma cidade em espaçamentos de 500 metros, há de ter exigido, obrigatoriamente, do poder publico, altíssimos investimentos, em viadutos, túneis ou transpassos, sinalização, e ainda acessos subterrâneos para as estações centrais, o que implicará em gastos extras vultosos. Sem considerarmos as possíveis desapropriações que são sempre onerosas. Sobretudo, as estações centrais, ali usadas, dificultam o atendimento de deficientes físicos, só como um dos exemplos de problemas a serem mais bem equacionados no futuro. Nesses sentidos o sistema em uso na cidade de Curitiba tem melhor senso, podendo ser aperfeiçoado e permitindo, tecnicamente, esses aperfeiçoamentos a custo reduzido. Quero dizer o sistema de Curitiba pode ser expandido.
Outro ponto que nos chamou a atenção é o de que os investimentos públicos estão fora da avaliação de custos do sistema, pois o sistema de Bogotá conta, segundo seu expositor, com um administrador de sistema público que fica com 3% da arrecadação; uma empresa privada vendedora e coletora de passagens (captadora de dinheiro); uma série de operadores de veículos privados (como é aqui em Curitiba, e que lá, diferentemente daqui, correm o risco do sistema) que ficam 14% do movimento bruto; e, finalmente uma financeira privada que gerencia e aplica os recursos advindos da operação, que fica com o filé. É um grande caça níquel privado, sugando de maneira unificada todo o nicho de usuários de uma cidade com mais de sete milhões de habitantes. Eficiente, mas lamentável estratégia liberal, apresentada sobre discurso socialista.
Uma cidade de um país pobre, com 18 % de desempregados, e que se nós considerarmos também os inativos, as crianças, os adolescentes estudantes e os aposentados, pode-se chegar a mais de dois milhões de pessoas inativas economicamente, o que visto com bom senso, denuncia que o sistema não pode estar funcionando como os promotores de sua defesa pretenderam mostrar. Pretenderam fazer crer que estaria funcionando a plena carga e cobrindo toda a cidade. É impossível. Ou seja, não seria possível implantá-lo sem a ajuda financeira de fontes exteriores à capacidade da cidade. O que significa divida para toda a sociedade.
Também não se explicou como o sistema contribui com os cofres públicos, nem como os investimentos públicos, muito elevado na minha avaliação, possam ser ou estar sendo amortizados. Intuo que o povo colombiano como um todo está contribuindo na construção do sistema de Bogotá, para ser “explorado “por um pequeno grupo privado”.
No mais, não sou conhecedor aprofundado do sistema proposto, e deixo para os expositores, como o competente senhor Ignácio Guzman, ou para os técnicos da Volvo, maior interessada no projeto, que melhorem o discurso de sua defesa. As idéias apresentadas são interessantes, tanto sobre o ponto de vista da informatização do sistema em Curitiba como sob o ponto de vista, (não muito necessário) da localização, em tempo real do veículo (ônibus) via GPS. Este último quesito explica a presença no evento de uma oficial da FAB, Cindata II, muito bem informada, que acompanhava com interesse as questões em debate. A saturação do sistema de satélite na área Metropolitana e no cone de aproximação de aeronaves, se isso for possível tecnicamente, pode trazer conseqüências para a aviação e o controle seguro de aeronaves. No mais ficou para mim a nítida impressão, que em vez de estarmos debatendo alternativas para a cidade, víamos um aparente debate entre Lobbies disputando um nicho de mercado.

Wallace Requião de Mello e Silva

Foi Assessor Parlamentar na Assembléia Legislativa;
Assistente Parlamentar na Câmara Municipal em Curitiba
Secretário Na Câmara Federal em Brasília.

Seminário Crise Rumos e Verdades.





Com esse texto o G 23 que esteve presente ao evento começa a contar como vê e percebe o alcance do Seminário Crise Rumos & Verdades. O sentido original da palavra Seminário é semelhante à sementeira, onde se planta e se cuida das sementes. Assim o evento promovido pelo Governo do Estado do Paraná e apoiado por diversas empresas públicas das mais expressivas, no nosso entender, teve aspectos positivos e negativos, fatos elogiáveis e criticáveis. Porém não seremos minimalistas em nossa analise. O ponto de maior destaque é que o evento permitiu uma reciclagem a todos os participantes (incluindo estrangeiros, que sempre vêm dar o tom, mas que perceberam a resistência) enriquecendo a todos com visões diferenciadas, ampliando as realidades numéricas em que se suporta a crise financeira que nos pareceu, em síntese, que é mais uma ação menos acidental e mais programada e artificial para forçar nações a tomarem algum tipo de partido que seja ou venha a ser favorável ao macro capitalismo. No caso essa crise pretende ser uma alavanca para acelerar e mover o mundo em direção às reformas estruturais que permitam o tal "Governo Mundial" que tanto falamos em nosso Blog, que não será governado pelos EUA, mas por Israel, (respondendo a pergunta de César Benjamin: "A quem interessa a crise?") cujos membros dominam as movimentações e jogos financeiros no mundo todo com ficou bem claro nesse encontro (são eles os autores e beneficiados dessa guerra financeira mundial). O governador Requião, que assistiu em tempo integral a todos os debates, pode reciclar e formatar um discurso como síntese de teor e alcance internacional, tornando-se, a nosso ver, o único governador brasileiro a adquirir essa “competência" e esse nível de informação. O que o destaca entre os nomes presidenciáveis. Torna-se, portanto, aos nossos olhos, o mais bem informado "possível candidato" à presidência da Republica diante do tema Crise Mundial.
Como o evento não termina nesse dia 11, mas continua, Requião pôde, através de embaixadas, convidar e receber economistas e políticos estrangeiros, criando um clima internacional e ao mesmo tempo ordenando um grande número de documentos especializados, sobre o tema em questão. Mais que isso, com cobertura televisiva, o Seminário espalhou sementes pelo país e outros países interessados, gerando imagens para a Rússia, Alemanha, Inglaterra, Itália, Equador, Venezuela, México, EUA (cujos tapes estão disponíveis) e via radio, com tradução direta e simultânea. Se no quesito técnico, do ponto de vista do telespectador nós possamos fazer criticas, sob o ponto de vista documental, a fala integral dos debatedores, produziu uma insofismável comprovação de suas posições ideológicas, o que os comprometerá a todos, seja tecnicamente, seja em previsão de suas teses e hipóteses. O tempo confirmará. Finalmente, o encontro esvaziou boa parte das críticas feitas ao governo Lula.
Em nossa opinião, o evento foi um Sucesso Total, preparando o Governador, seja quanto ao discurso, e também o municiando documentalmente, (incluindo posições que reforçam estratégias de seu governo) e criando um clima cada vez mais favorável aos desígnios da vocação de que tanto temos falado aqui. Aos resultados desse encontro, soma-se o evento da ABI no Rio de Janeiro.
Significativa também foi a ausência de Ciro Gomes, que não comparecendo mostrou que teme ser um vice (numa possível e futura composição), ou mais, temeu ser ofuscado nas suas pretensões diante de tão preparada "trupe" de palestristas. É claro que sua ausência pode ter sido causada por compromissos inadiáveis, nesse caso nos desculpamos.

Wallace Req para o G 23

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Alguém quer responder? Ou esclarecer?

PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR Frente à tragédia que está ocorrendo em Santa Catarina, vocês viram:
- Algum "movimento social" se apresentar para realizar trabalhos voluntários?- Uma caravana do MST, que só sabe fazer arruaça?- Um grupo do movimento dos assentados de barragens?- Uma equipe dos padres, que insuflam os índios?- A turma dos quilombolas, que são eternos discrimnados?- A UNE e o pessoal da sua "caravana da saúde"?- Onde estão os ditos "movimentos sociais", tão solidários consigo mesmos?- Pois é, parece que sumiram todos, no momento que a solidariedade deve ser exercida.

Juvelino Fabiane = jfabiane@hotmail.comTelefax (55-41) 267-4366 - Celular/Móvel (55-41) 9131-6768Rua Prof. Léo Kessler nº 155 - Jardim das Américas81520-070 - Curitiba - Paraná - Brasil

Cristiano Requião lança seu segundo livro.


Pela Editora Nobel Cristiano Requião lança seu segundo livro. Cineasta, fotografo, guia turístico e de prática de esportes radicais, Cristiano Requião, montanhista há pelo menos vinte anos, lança este livro que procura introduzir o interessado na prática segura do montanhismo. Cristiano é primo do Governador Requião e é carioca da gema. Ele é o verdadeiro Homem Aranha da Família.

Energia Rural


Energia Rural.

Wallace Requião de Mello e Silva.

Quem acompanhou as últimas notícias sobre a estiagem no Piauí, pode verificar as conseqüências da crise. Um caminhão pipa de 7 metros cúbicos esta custando, ou melhor, é vendido pelos atravessadores (lembrando que a água é bem fora do comércio) por um mínimo de 300 reais. Ou seja, estou querendo dizer que as crises de oferta criam a especulação e aumento incontrolável de preços e também, facilita o surgimento de crimes contra a economia popular.
Vejam vocês que se aproxima uma crise de combustíveis mundial que poderá levar ao mesmo fenômeno ocorrido no Piauí. A falta de combustíveis levantará os preços a níveis insuportáveis. Ora, mas antes de nos preocuparmos com os combustíveis das maquinas, haveremos, prudentemente de nos preocuparmos com os combustíveis dos seres vivos, entre eles, e sobre tudo, o “combustível” dos homens. Assim o cuidado com a produção de comida vem antes do cuidado com a produção de combustíveis. As maquinas servem os homens, e não os homens devem servir as maquinas.
Nesse contexto entra o conceito de Energia Rural. O que é? Em primeiro lugar a comida que alimenta a energia dos braços humanos. Depois segue, em ordem, (1) a lenha que produz fogo, (2) a força hidráulica que produz movimento por si só (roda d’água ou pequenas turbinas geratrizes) ou em combinação com o fogo (gerando vapor para maquinas a vapor), (3) a tração animal que ara a terra e move moendas, a eletricidade de uso infindável, e (4) os combustíveis industrializados (a palavra combustível quer dizer aquilo que gera combustão, fogo), ou seja, álcool, óleo vegetal combustível, o biogás, o biodiesel e os tradicionais derivados do petróleo (e ainda o xisto, o carvão mineral, o gás, e outros encontráveis e acessáveis nas áreas rurais.).
Assim o Governador Requião, em quatro de Abril de 1994, enviava a Assembléia Legislativa do Paraná uma mensagem criando a Copagás, convênio entre a Copel e Petrobrás, para instalação de infra-estrutura e distribuição de Gás. Dava andamento acelerado ao Programa de Eletrificação Rural, procurando ampliar as propriedades rurais atendidas, e procurava estabelecer uma malha mais fina na Telefonia Rural. Hoje praticamente todos os municípios do estado estão servidos por fibras óticas (e os que restam, acessam a internet via parabólica).
Obviamente, no processo e nível tecnológico que estamos vivendo no Paraná, a instalação de energia elétrica em propriedades rurais é de máxima urgência. A política de preços da energia elétrica para as propriedades agrícolas também é fundamental. Nesse sentido é flagrante o esforço do Governo na oferta de serviços rurais, através da COPEL, ofertando a preços viáveis as instalações rurais, enquanto a Companhia e o governo se esforçam em manter tarifas especiais para consumo nas áreas produtivas da indústria e da produção rural (programa de irrigação noturna, por exemplo).
Quando o Governo do Paraná faz a aposta na Energia Rural, ele quer que a Agricultura e a pecuária do estado não sejam pressionadas pelos especuladores da Crise de Combustíveis (incluindo os fertilizantes químicos com base em derivados), e com isso, quer garantir, em primeiro lugar, a produção, armazenagem e distribuição de comida. (aqui a importância econômica do combate aos transgênicos).
Em primeiro lugar, e é o ideal devemos fragmentar as áreas de possível dependência (imensas áreas de monocultura), dando às pequenas e media propriedades a tecnologia necessária para a resistência contra os efeitos da crise e da ganância dos grupos exploradores internacionais, que trocarão, conforme a crise, um litro de gasolina por um bom pedaço de terra bem plantada. (o Paraná fomenta um programa de geração de óleo combustível frio, que já move tratores no nosso estado). Ou seja, na defesa de nossa economia, estamos fortalecendo os médios e pequenos produtores (consultem os relatórios do SEBRAE). Assim, destinar certas áreas de plantação para lenha é fundamental, embora todo cuidado seja necessário para a defesa ambiental. Pequenas usinas de energia elétrica (PCHs) devem ter o apoio do estado e da legislação, isso é projeto estratégico. A produção eólica, de eletricidade e moagem, é outra estratégia fundamental. A silagem de grãos e sementes é também condição estratégica. Por fim, a produção de óleo combustível tirado de grãos, processados nessas mesmas propriedades ou em cooperativas, para mover tratores e caminhões de abastecimento das sestas básicas, o que garantiria a viabilidade produtiva dos espaços, a sobrevivência das populações, é, como vemos, são outras das estratégias fundamentais. Finalmente o incentivo à nova distribuição (redirecionamento) demográfica, melhorando a vida no campo, tornando-o mais confortável, garantindo comunicação e informação, espalhando assim as populações pelo território estadual e no futuro, quiçá no território nacional.
Isso parece não estar sendo entendido por todos os cidadãos. Os programas de óleo combustível em andamento no Paraná, seja aquele desenvolvido pelos Cooperados da Witemarsum, sejam pelo TECPAR, pretendem divulgar e tornar acessível, aos cidadãos, tecnologia e minis plantas de produção de álcool, ou óleo combustível, como mais uma opção emergencial para a produção de Energia Rural. Não é atraso, não é retorno ao passado, nem enfrentamento das grandes corporações como, por exemplo, distribuidoras de petróleo, ou similares, mas é visão estratégica, prudente, pois agindo essas unidades, privadas ou publicas, como se fossem, batalhões de Bombeiros, à espera de um incêndio florestal ou urbano, eles ali estão para a segurança de todos, garantindo a mínima produção necessária para o abastecimento de comida à população em um momento emergencial. Assim, essa tecnologia desvinculada do macro capital, esta ali para garantir a segurança de todos, está pronta para produzir energia de socorro em época de crise. Como os bombeiros precisam manter seus equipamentos operantes e seu treinamento em dia, o Paraná, precisa também, à margem do interesse dos grandes capitais, instalar, produzir e manter esses “focos” de alternativa energética distribuídos estrategicamente em todo o estado, garantindo a produção e o armazenamento do essencial para a manutenção da vida dos paranaenses e demais brasileiros, se a crise mundial se agravar, principalmente tendo em vista a grande crise energética que se avizinha do mundo todo, e isso segundo a ONU. Antes de nos tornarmos aptos para encher os tanques dos automóveis de luxo nos países ricos, nós devemos nos tornar aptos para produzir nossa comida com diversidade de gêneros e abastecer nossos tratores, motores geradores e caminhões, pois não podemos nos esquecer, somos quase duzentos milhões de pessoas irmanadas no “problema” e nas soluções do Brasil que amamos.
Já disse alguém: “se as cidades queimarem o homem do campo virá e reconstruirá as cidades, porém, se os campos queimarem, os homens das cidades e os do campo, morrerão de fome.”

Codesul


Governador Requião já presidiu o Codesul três vêzes

Refinaria de Petróleo no PARANÁ.

Vista geral da refinaria Getulio Vargas em Araucária no Paraná.

Para pensar se esse é um meio adequado.

Os Entes Federados e a Amazônia.

Entes federados nada mais são do que os estados formadores do Brasil.
Não há duvida que comece a revelar-se para o Brasil e aos brasileiros o problema que vai ocorrendo na Amazônia. O pedido de demissão da Ministra Marina Silva, é um sinal disso e um símbolo da pressão que exercem sobre a Amazônia Legal Brasileira. Pressões internas e externas. Nacionais e estrangeiras.
Existe uma frase que diz: Só se ama o que se conhece. Ora, é tempo, e urge que todo o brasileiro conheça a Amazônia para poder amá-la, para depois poder cuidar dela, servir-se dela, protegê-la e integrá-la na economia plena da vida nacional. Isso é real como muito bem disse em Fortaleza o nosso governador Roberto Requião.
Eu lia a Constituição do Estado do Paraná quando me chamou a atenção, já no artigo 1º; inciso VIII que diz: (...) têm por objetivos: a colaboração e a cooperação com os demais entes que integram a Federação. Ora, o Paraná tem por objetivo a cooperação e colaboração com os demais estados da federação. Isso é ótimo. Esse inciso não haveria de ser inconstitucional, e, portanto, fui procurar na Constituição Federal o item que o justificasse.
Encontrei o seguinte:
O principio da cooperação entre os povos para o desenvolvimento da humanidade, aplica-se por extensão a obrigatoriedade de cooperação entre os diversos estados brasileiros para o desenvolvimento equilibrado do Brasil como um todo. Se isso é verdade poderemos também aplicar o artigo 23 do Titulo III da CF,... Organização do Estado, onde leremos no parágrafo único que: Lei complementar fixará normas para a cooperação entre a União e os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, tendo em vista o equilíbrio do desenvolvimento e do bem estar em âmbito Nacional. Ora, isso abre uma ampla frente de trabalho para os Deputados Federais e Senadores tendo em vista a Amazônia Legal Brasileira.
Ora, se eles tiverem essa disposição política em favor do Brasil, encontrarão outro quesito importante e constitucional, ou seja, para exercer a efetiva cooperação e colaboração para o desenvolvimento da Amazônia (especialmente na área de fronteira) é preciso lei estadual (e federal) que aprove no orçamento dos diversos estados dispostos a programar projetos de interesse nacional na Amazônia, que necessitam de autorização orçamentária, pois leremos na CF artigo 167: São vedados: 1) o inicio de programas e projetos não incluídos no orçamento anual. Ora, não é impossível, é favorável ao interesse geral do governo Brasileiro, é necessário para o equilíbrio econômico e desenvolvimento regional da área de fronteira que como diz a CF: no Capitulo da União, artigo 20; São bens da União: parágrafo 2º do inciso XI: A faixa de ate 150 quilômetros de largura, ao longo das fronteiras terrestres, designada como faixa de fronteira, que é considerada fundamental para a defesa do território nacional, e sua ocupação e utilização serão reguladas em lei. Ora, eis aqui outra frente ampla de trabalho para os deputados federais. A União somos nós, e nós brasileiros somos os donos dessa faixa de fronteira que protege o nosso território Nacional. Todos os Brasileiros são chamados a defesa e desenvolvimento do território Brasileiro. Todos são vocacionados a defender nosso território.
Sendo assim, é preciso lembrar que essas áreas Amazônicas são as de menores densidades demográficas do país. Com pouca população, e conseqüentemente baixa arrecadação oriunda da economia popular, e dependente da arrecadação de grandes mineradoras e projetos (acredite) de estrangeiros, vinculados as mais diversas áreas econômicas da região, as populações, e os governos estaduais dependem diretamente do suporte de aportes financeiros da União. Ora, não seria então conveniente para a Nação que os dezenove estados, mais ricos e populosos da Nação contribuíssem para a cooperação e auxilio com projetos de colonização, ocupação militar, segurança pública incluindo saúde, através de orçamento previamente aprovado, e destinado justamente a essas áreas que pertencem a União na fronteira do Brasil. Faríamos um colar de cidades, (cidades escolas e centros de pesquisa e postos militares) mantidas pelos demais entes Federados, não excluindo os amazônidas, com transferência de parte de nossos policiais, soldados, estudantes, empreendedores, professores e cientistas, colonos e recursos para infra-estrutura e comunicação, e para dar assim a conhecer, amar, pesquisar a sustentabilidade econômica, cuidar, e fiscalizar a mineração, o desmatamento desnecessário, a extração de petróleo e gás, e o contrabando abusivo que vem ocorrendo na região para o malefício e empobrecimento de todos os brasileiros.
Não é pouco. (senhores deputados)

Desenvolveremos a idéia em outros artigos.

Amazônia Legal nada mais nada menos que: 57% do território brasileiro.
Wallace Requião de Mello e Silva.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Você pode acreditar nisso?


Mauricio Requião, reparem na lapela o distintivo de seu Pai, Ex. Prefeito de Curitiba, e entre as cadeiras o rosto de sua filha.
Viva e deixe viver.

Eu sou pessoa das mais complacentes, e via de regra, vivo e deixo viver. Todavia aprendi com meus pais, que temos responsabilidades, em primeiro lugar com membros de nossa família, e depois com os outros membros de nossa comunidade, com os de nossa nacionalidade e assim por diante, numa ordem hierárquica natural.
Mexem com meus irmãos, e eu, ainda que meus irmãos não precisem de minha ajuda, reajo.
É isso que faço aqui.
Quando deputados tentam impedir a posse de meu irmão mais novo, ou difamá-lo como incapaz para o cargo, ou ainda acusar minha família de nepotismo, eu me obrigo a contar algo sobre o Tribunal de Contas do Estado.
Veja você: O TC não é poder judiciário, é um braço de assessoria da Assembléia Legislativa, cuja constituição e função são definidas pela Constituição.
Os dados que trago aqui, sem comentários, é a pura verdade, e retirados de revistas do TC.
Claudio Prosdócimo Hoffmann ( genro de Jaime Lerner), sobrinho de Naigboren, Assessor de Planejamento da Inspetoria do TC.
Conselheiro Henrique Naigboren, ex. Presidente do TC ( Cunhado de Lerner).
Diretor de Patrimônio e ex Assessor da Presidência, Alberto Luiz Reimann (ex. Assessor de Lerner, ex Secretario Municipal de Lerner na Prefeitura ex Secretario de Administração Municipal de Cássio Taniguchi (sócio de Lerner) e coordenador da campanha de Cássio Taniguchi).
Conselheiro Heinz George Herwing (ex. Secretário dos Transportes de Jaime Lerner)
Conselheiro e Corregedor Geral Fernando Augusto de Mello Guimarães (ex Procurador Geral do Estado do Governo Lerner).
Duda Camargo, secretária da Presidência do TC ( ex. secretaria pessoal de Jaime Lerner)
Assessor de Planejamento da Presidência em estando Naigboren ( cunhado de Lerner) exercendo a presidência conforme diário Oficial de Janeiro de 2003, Gerson Guelmann ( companheiro de Lerner, de quem Lerner alugou o espaço para a Secretaria do Menor, e coordenador de campanha de Cássio Taniguchi e ex. Secretario Municipal de Jaime Lerner).
Assessor da Presidência do TC Eduardo Paim (ex. Sub chefe da Casa Civil de Jaime Lerner).
Assessor de Imprensa do TC José Roberto da Silva (ex. Chefe de redação do Gabinete do Governador Jaime Lerner).
Auditor Caio Marcos Nogueira Soares, hoje Conselheiro (ex. assessor Especial do Governo Jaime Lerner, também conhecido como Caio Soares).
Auditor Jaime Thadeu Lechinski (ex. Secretario de Comunicação de Lerner).
Senhores essas pessoas, acreditem, julgaram as contas do Governo Jaime Lerner.
Os dados aqui apresentados foram tirados da Revista do Tribunal de Contas e do jornal Sumari, de circulação interna do TC. A lista é um pouco maior, e inclui a filha do ex. Presidente do BANESTADO durante o Governo Lerner, e a ex. administradora da Regional da Matriz e parentes de outras personalidades do Governo Jaime Lerner, mas o espaço aqui é exíguo.
Julgue você.
Wallace Requião de Mello e Silva.
Para o G 23 de Outubro.