As fronteiras da Promessa e a paz no mundo.
Todo o mundo já se preocupa com as lutas palestinas. Sobre modo as questões de ocupação e fronteiras.
Toda a argumentação de Israel é calcada em uma promessa feita a Abraão. Questão religiosa.
Abra um Mapa do Mundo e veja onde estão posicionados o Nilo e o Eufrates, os grandes rios da antiguidade.
Fez isso?
Então podemos continuar. Em Gênesis 15, 18 leremos o seguinte: “Naquele dia Deus fez aliança com Abraão: Eu dou, disse ele, esta terra aos seus descendentes desde a torrente do Egito ate o grande rio Eufrates”.
Em princípio, se traçarmos uma linha paralela ao tropico de câncer, do Nilo ao Eufrates, o território descrito, vem desde o Egito, passa pela península do Sinai, Gaza, Jordânia, norte dos Emirados Árabes, Iraque e Kuwait. Mas esses são os limites Leste/ Oeste. Mas os do Norte /Sul? Onde começam e onde acabam? De um mar do Norte, aos mares do Sul?
Ora, o Nilo é um rio calmo, e suas torrentes, começam nas cachoeiras do Nilo, já nos interiores da África. O Nilo tem quatro grandes torrentes, corredeiras, ou cataratas. A qual delas se refere às escrituras? Provavelmente se refere à catarata Victoria nas proximidades das minas do Rei Salomão, ou àquela outra próxima da Eritréia. Não sei como pensavam os antigos.
Ora, estamos falando de uma terra que se estende de Sul a Norte desde os interiores da África até o Mar Negro. Algo muito maior do que o pequeno território de Israel criado em 1948. Ou seja, a pretensão real dos judeus, é muito maior do que seu pequenino Estado de Israel. Muros de cimento não escondem as intenções de expansão.
Impossibilitados da conquista de todo o território da Promessa Bíblica, anteviram a necessidade de se criar um domínio mundial, político, financeiro e globalizado, um governo único, para enfim, determinar sem resistência os limites e o domínio de Israel. Duro, no entanto, será, uma vez conquistado o poder no planeta, sujeitar o povo à soberania de apenas um pequeno território que vai, para alguns, da Etiópia, Eritréia, Somália, Egito ao Eufrates. Passando por Gaza, Líbano, parte da Siria, Turquia e Armênia, Irã, Iraque, Kuwait e como não há limites ao sul, quiçá, possamos dizer: até a Arábia Saudita e o Iêmen. E ao norte a Armenia e Turquia . E isso cheira a enxofre, a luta armada. Uma resistência e um conflito que levará a uma guerra mundial.
Espertos, pretendem o domínio financeiro e militar do mundo, para garantir a pretensão de supremacia da política mundial.
Existe outro critério, o das tribos ou povos citados, mas este critério esbarra no povo Heteu e sua natureza indo ariana. Então não vamos desenvolver aqui o tema.
Não quero gerar polemica religiosa, apenas realçar que as escrituras determinam, na verdade, territórios muito mais amplos que o ESTADO DE ISRAEL, e isso nos mostra, dado aos fatos políticos e militares no territorial israelita, uma, futura e incurável, rejeição da Paz.
Para quem criou e defende uma economia e uma ideologia sem fronteiras, poderiam dar o exemplo, derrubando os seus muros de concreto, e declarando Israel território da humanidade, território sem fronteiras, não mais gerido pelos israelitas que viveram sem pátria por tantos anos, e diga-se a verdade, criado o seu Estado para lá não voltaram, mas pela ONU por eles mesmos criada, afinal, não querem eles, que todo o mundo se submeta a um governo Mundial? Dêem o exemplo.
Antes da criação de Israel, judeus pretenderam construir Israel em diversos locais do mundo. Leiam sobre o Barão Maurice Von Hirsh e o Estado de Israel em Entre Rios na Argentina. Depois pesquisem outras tentativas do gênero.
Para a reflexão e estudo de todos.
Wallacereq@gmail.com.
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)
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quarta-feira, 10 de março de 2010
As fronteiras de Israel e a paz no mundo.
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Para pensar
As fronteiras de Israel e a paz no mundo.
As fronteiras da Promessa e a paz no mundo.
Todo o mundo já se preocupa com as lutas palestinas. Sobre modo as questões de ocupação e fronteiras.
Toda a argumentação de Israel é calcada em uma promessa feita a Abraão. Questão religiosa.
Abra um Mapa do Mundo e veja onde estão posicionados o Nilo e o Eufrates, os grandes rios da antiguidade.
Fez isso?
Então podemos continuar. Em Gênesis 15, 18 leremos o seguinte: “Naquele dia Deus fez aliança com Abraão: Eu dou, disse ele, esta terra aos seus descendentes desde a torrente do Egito ate o grande rio Eufrates”.
Em princípio, se traçarmos uma linha paralela ao tropico de câncer, do Nilo ao Eufrates, o território descrito, vem desde o Egito, passa pela península do Sinai, Gaza, Jordânia, norte dos Emirados Árabes, Iraque e Kuwait. Mas esses são os limites Leste/ Oeste. Mas os do Norte /Sul? Onde começam e onde acabam? De um mar do Norte, aos mares do Sul?
Ora, o Nilo é um rio calmo, e suas torrentes, começam nas cachoeiras do Nilo, já nos interiores da África. O Nilo tem quatro grandes torrentes, corredeiras, ou cataratas. A qual delas se refere às escrituras? Provavelmente se refere à catarata Victoria nas proximidades das minas do Rei Salomão, ou àquela outra próxima da Eritréia. Não sei como pensavam os antigos.
Ora, estamos falando de uma terra que se estende de Sul a Norte desde os interiores da África até o Mar Negro. Algo muito maior do que o pequeno território de Israel criado em 1948. Ou seja, a pretensão real dos judeus, é muito maior do que seu pequenino Estado de Israel. Muros de cimento não escondem as intenções de expansão.
Impossibilitados da conquista de todo o território da Promessa Bíblica, anteviram a necessidade de se criar um domínio mundial, político, financeiro e globalizado, um governo único, para enfim, determinar sem resistência os limites e o domínio de Israel. Duro, no entanto, será, uma vez conquistado o poder no planeta, sujeitar o povo à soberania de apenas um pequeno território que vai, para alguns, da Etiópia, Eritréia, Somália, Egito ao Eufrates. Passando por Gaza, Líbano, parte da Siria, Turquia e Armênia, Irã, Iraque, Kuwait e como não há limites ao sul, quiçá, possamos dizer: até a Arábia Saudita e o Iêmen. E ao norte a Armenia e Turquia . E isso cheira a enxofre, a luta armada. Uma resistência e um conflito que levará a uma guerra mundial.
Espertos, pretendem o domínio financeiro e militar do mundo, para garantir a pretensão de supremacia da política mundial.
Existe outro critério, o das tribos ou povos citados, mas este critério esbarra no povo Heteu e sua natureza indo ariana. Então não vamos desenvolver aqui o tema.
Não quero gerar polemica religiosa, apenas realçar que as escrituras determinam, na verdade, territórios muito mais amplos que o ESTADO DE ISRAEL, e isso nos mostra, dado aos fatos políticos e militares no territorial israelita, uma, futura e incurável, rejeição da Paz.
Para quem criou e defende uma economia e uma ideologia sem fronteiras, poderiam dar o exemplo, derrubando os seus muros de concreto, e declarando Israel território da humanidade, território sem fronteiras, não mais gerido pelos israelitas que viveram sem pátria por tantos anos, e diga-se a verdade, criado o seu Estado para lá não voltaram, mas pela ONU por eles mesmos criada, afinal, não querem eles, que todo o mundo se submeta a um governo Mundial? Dêem o exemplo.
Antes da criação de Israel, judeus pretenderam construir Israel em diversos locais do mundo. Leiam sobre o Barão Maurice Von Hirsh e o Estado de Israel em Entre Rios na Argentina. Depois pesquisem outras tentativas do gênero.
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Todo o mundo já se preocupa com as lutas palestinas. Sobre modo as questões de ocupação e fronteiras.
Toda a argumentação de Israel é calcada em uma promessa feita a Abraão. Questão religiosa.
Abra um Mapa do Mundo e veja onde estão posicionados o Nilo e o Eufrates, os grandes rios da antiguidade.
Fez isso?
Então podemos continuar. Em Gênesis 15, 18 leremos o seguinte: “Naquele dia Deus fez aliança com Abraão: Eu dou, disse ele, esta terra aos seus descendentes desde a torrente do Egito ate o grande rio Eufrates”.
Em princípio, se traçarmos uma linha paralela ao tropico de câncer, do Nilo ao Eufrates, o território descrito, vem desde o Egito, passa pela península do Sinai, Gaza, Jordânia, norte dos Emirados Árabes, Iraque e Kuwait. Mas esses são os limites Leste/ Oeste. Mas os do Norte /Sul? Onde começam e onde acabam? De um mar do Norte, aos mares do Sul?
Ora, o Nilo é um rio calmo, e suas torrentes, começam nas cachoeiras do Nilo, já nos interiores da África. O Nilo tem quatro grandes torrentes, corredeiras, ou cataratas. A qual delas se refere às escrituras? Provavelmente se refere à catarata Victoria nas proximidades das minas do Rei Salomão, ou àquela outra próxima da Eritréia. Não sei como pensavam os antigos.
Ora, estamos falando de uma terra que se estende de Sul a Norte desde os interiores da África até o Mar Negro. Algo muito maior do que o pequeno território de Israel criado em 1948. Ou seja, a pretensão real dos judeus, é muito maior do que seu pequenino Estado de Israel. Muros de cimento não escondem as intenções de expansão.
Impossibilitados da conquista de todo o território da Promessa Bíblica, anteviram a necessidade de se criar um domínio mundial, político, financeiro e globalizado, um governo único, para enfim, determinar sem resistência os limites e o domínio de Israel. Duro, no entanto, será, uma vez conquistado o poder no planeta, sujeitar o povo à soberania de apenas um pequeno território que vai, para alguns, da Etiópia, Eritréia, Somália, Egito ao Eufrates. Passando por Gaza, Líbano, parte da Siria, Turquia e Armênia, Irã, Iraque, Kuwait e como não há limites ao sul, quiçá, possamos dizer: até a Arábia Saudita e o Iêmen. E ao norte a Armenia e Turquia . E isso cheira a enxofre, a luta armada. Uma resistência e um conflito que levará a uma guerra mundial.
Espertos, pretendem o domínio financeiro e militar do mundo, para garantir a pretensão de supremacia da política mundial.
Existe outro critério, o das tribos ou povos citados, mas este critério esbarra no povo Heteu e sua natureza indo ariana. Então não vamos desenvolver aqui o tema.
Não quero gerar polemica religiosa, apenas realçar que as escrituras determinam, na verdade, territórios muito mais amplos que o ESTADO DE ISRAEL, e isso nos mostra, dado aos fatos políticos e militares no territorial israelita, uma, futura e incurável, rejeição da Paz.
Para quem criou e defende uma economia e uma ideologia sem fronteiras, poderiam dar o exemplo, derrubando os seus muros de concreto, e declarando Israel território da humanidade, território sem fronteiras, não mais gerido pelos israelitas que viveram sem pátria por tantos anos, e diga-se a verdade, criado o seu Estado para lá não voltaram, mas pela ONU por eles mesmos criada, afinal, não querem eles, que todo o mundo se submeta a um governo Mundial? Dêem o exemplo.
Antes da criação de Israel, judeus pretenderam construir Israel em diversos locais do mundo. Leiam sobre o Barão Maurice Von Hirsh e o Estado de Israel em Entre Rios na Argentina. Depois pesquisem outras tentativas do gênero.
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Para pensar
O PMDB
Uma minuta de projeto surpreendente.
Pesquisando nos arquivos da Fundação Pedroso Horta, encontrei essa minuta de projeto, nunca publicada com o carimbo: Versão preliminar para uso interno da Fundação.
Li com atenção e descobri coisas interessantíssimas; o documento 50 páginas, das quais sintetizei alguns trechos.
Princípios básicos:
1) O PMDB tem compromisso fundamental e inarredável com a democracia presidencialista. Sua inspiração central sempre foi a luta pela redemocratização brasileira nos planos políticos, social e econômico. A democracia é o instrumento insubstituível para assegurar dignidade humana e justiça social dentro do conceito da cidadania. É importante impedir qualquer processo político que vise obscurecer a transparência democrática do voto, de sua recontagem, confirmação ou auditagem, ou a precarização das conquistas democráticas, nem deixá-las a mercê da precarização da autonomia e liberdade dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário; o voto não pode estar submetido a regras apenas do poder Judiciário, ou da instrumentalização das legislações eleitorais.
2) O PMDB pretende continuar sendo a expressão política de grande parte da parcela da população brasileira surpreendentemente ausente do processo produtivo e que não se beneficia dos frutos do progresso. Identifica-se primordialmente com as lutas dos interesses da grande massa dos marginalizados e excluídos do processo econômico brasileiro, sem deixar de ser o porta voz da classe media brasileira, hoje submetida a um crescente processo de proletarização, pois as políticas públicas tem buscado diminuir desigualdades sociais apenas com o concurso das classes medias sem pressionar o grande capital e as minorias ricas do Pais.
3) O PMDB continuará defendendo intransigentemente o interesse Nacional no contexto popular (não apenas o Interesse Nacional das grandes corporações) concebido como o interesse democrático do povo Brasileiro na preservação do território brasileiro na sua integralidade, na soberania do subsolo, na soberania sobre os recursos hídricos e naturais, na construção de uma política econômico financeira soberana, no fortalecimento da autonomia cultural, na elevação coletiva da capacidade de empreendedorismo comercial e produtivo com tecnologia nacional, e a defesa dos demais objetivos estratégicos de interesse da nação, submetido ao crivo democrático, que interessam sempre em primeiro lugar o país.
4) O PMDB é um partido de massas, que esta irremediavelmente atuando onde, e em todos os lugares onde os brasileiros moram e trabalham, e não somente servindo aos núcleos de interesse do Executivo, Judiciário ou legislativo, muita vezes divorciados da representação que deveriam exercer em nome do povo. È, portanto uma organização que se vincula aos movimentos sociais organizados e movimentos reivindicatórios a vida política sem, no entanto tutelá-los.
5) O PMDB pautado e limitado na sua linha programática, mas assegura a seus filiados liberdade de atuação no âmbito de suas atividades profissionais e militância junto aos movimentos de massa. Os filiados do PMDB terão (obrigatoriamente) representação nos órgãos que elaboram as políticas do partido, e, desse modo a democracia interna deverá ser garantida a qualquer custo. As políticas do partido, democraticamente decidida por votação de percentual estatisticamente representativo, ou por plebiscito direto serão livremente discutidas e quando aprovadas deverão ser praticadas por todos. Essa é uma das razões pela qual esse documento devera ser discutido nacionalmente.
6) O PMDB admite divergências entre seus membros, sempre representadas as instancias deliberativas decorrentes das discrepâncias de opinião, desde que estas não atropelem as instancias normativas e não coloquem e risco a unidade de suas estruturas permanentes nem seus princípios fundamentais.
7) O PMDB considera que o valor básico da vida social e política é a pessoa e sua civilidade relacional garantida a sua consciência. O povo é o sujeito e o fundamento e fim de todas as instituições e o verdadeiro objeto de todas as medidas econômicas, sociais e políticas. Não poderá em tempo algum ou sob qualquer justificativa, ser agente secundário, coisa ou objeto manipulável pela economia do Estado, do partido ou do processo histórico. A pessoa, cada pessoa, de qualquer condição ou estado tem direito de ser respeitada em sua dignidade na justa medida em que respeita a dignidade alheia. A prática desse princípio nesse momento histórico denominou cidadania de princípios.
8) O PMDB tem por obrigação o dever de combater a discriminação entendidas como negação de oportunidades sociais e laborais, por motivos que não sejam aqueles que impeçam a habilitação. Não haverá mais no censo nacional os termos negro, pardo, indígena, etc. Somos todos cidadãos brasileiros com direito a naturalidade. Só há o sexo masculino e feminino, uma vez que a definição é de ordem física e funcional e não diz respeito às praticas de uso do corpo ou do erotismo. Toda minoria que se julgar prejudicada social ou laboralmente por motivos que não sejam os da justa habilitação, devera encontrar no partido seu amparo e defesa, e estudos ou diligencias serão feitas para integrá-los ao desenvolvimento da comunidade nacional.
9) O PMDB é intransigente em favor da VIDA, fonte de todo direito humano e por isso é claro em posisionar-se conta a pena de morte (do apenado) e o ABORTO (do Inocente).
10) O PMDB considera que o trabalho é à base do desenvolvimento coletivo e forma de cooperação social, portanto os interesses laborais se sobrepõem aos interesses do capital. O emprego e o salário deverão ser sempre o critério privilegiado de decisão em relação aos investimentos públicos que considerará as alternativas mais eficazes para a geração de empregos que devem ser adotadas. A legislação normativa da iniciativa privada deve exigir aconselhar e orientar que a base dos empreendimentos deve estar na geração de postos laborais para permitir o desenvolvimento cooperativo de toda a sociedade. A aplicação desses princípios contribuirá para uma elevação do nível de vida de todos pela distribuição equânime das riquezas nacionais, o que não acontecerá se abrirmos de forma subservientes a exportação de nossas riqueza renováveis e não renováveis, o nosso mercado interno, o mercado de capitais, e se doarmos irresponsavelmente a possibilidade de incremento de nossos postos laborais (empregos).
11) O PMDB encara o mercado como instituição social de troca de bens e serviços em favor do homem em sociedade cooperada, instituição de grande utilidade na alocação de recursos humanos, materiais, reguladores, e meios de troca (financeiros) para o sucesso do crescimento econômico do país e fortalecimento de sua soberania. Reconhece que nas áreas em que o mercado tende a produzir efeitos negativos (riscos para a saúde coletiva, precarização das relações de trabalho, riscos ambientais e desequilíbrios regionais na esfera sociais ou de distribuição de renda, ou por insuficiência dinâmica (falta de infra-estrutura, ciência ou tecnologia) cabe ao Estado a missão de aquilatar, estimular, investir, qualificar, definir mecanismos reguladores, alocar recursos para criar o MERCADO (ambiente de trocas sociais) a serviço dos interesses nacionais e do bem estar social do povo. Para isso o Estado e seu arcabouço legal deverão ser fortes.
12) O PMDB defende as relações de trabalho conquistadas, a possibilidade de que o trabalhador se associe em cooperativas e associações, no âmbito dos negócios privados ou públicos, tornando-se sócios, de parte proporcional de todos os investimentos públicos, na forma de ações, de modo a participarem remuneradamente não só da produtividade e da melhora da qualidade dos serviços, mas também das riquezas produzidas e acumuladas.
13) O PMDB entende que as empresas públicas e privadas devem pautar suas estratégias de produção e empreendimento na maximização dos postos laborais para poder levar em conta o imediato interesse publico. Assim as grandes concentrações de capital e poder econômico devem estar sob vigilante controle do Estado.
14) O PMDB quer um Estado forte o suficiente para exercer o seu papel funcional, seja na função fiscalizadora, na sua liquidez, na sua arrecadação, na sua defesa, na imposição da justiça, na defesa da Nação, portanto precisa estar acima e liberado de pressões econômicas de grupos privados, nacionais ou estrangeiros, e estar apto para enfrentar pressões armadas de interesse exógenos aos seus planos de desenvolvimento e soberania, somente assim pode executar tarefas funcionais como saúde, educação, justiça, comunicação infra-estrutura viária, segurança interna e externa, saneamento e abastecimento de água, planos de moradia digna, e adequação no uso e produção energética. Como o Brasil tem peculiaridades regionais e profundas desigualdades o Estado haverá de promover as pesquisas e plano de desenvolvimento técnico cientifica dentro de políticas de desenvolvimento regional.
15) O PMDB defende que o Brasil precisa de algumas reformas estruturais a fim de capacitar-se a ofertar ao seu povo, garantida a sua soberania, a cada dia, condições de habilitação e dignidade, que faça a sociedade cooperada brasileira desenvolver-se com dignidade, solidariedade, liberdade de transito em solo nacional, liberdade empreendedora, democracia e patriotismo. O grande desafio da modernidade não é desenvolver o consumo, mas desenvolver o bem estar da massa da população, num ambiente saudável, com possibilidades futuras. Um país que tenha promessas para gerações futuras, e não um país que se oponha à VIDA, como se essa fosse o mal a ser combatido, regulada, estrangulada, diminuída pela miséria, pela violência, pela perda de fé no próximo. Um Brasil Otimista, e não um pessimismo, que pretende frustrar não só o desenvolvimento da sociedade brasileira, mas frustrar os planos de Deus que é o autor e sustentáculo da vida. Justiça social não pode ser escravidão de normas sufocantes e impostos paralisantes, que não voltam para os benefícios que tanto necessita o bem comum, mas que vão pagar juros de dividas e rolagens do grande capital, que tem sido o custo de sermos pouco soberanos e economicamente dependentes. Aos senhores de escravos, não interessa a liberdade de seus serviçais.
Wallacereq@gmail.com,
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grupog23deoutubro@gmail.com
Pesquisando nos arquivos da Fundação Pedroso Horta, encontrei essa minuta de projeto, nunca publicada com o carimbo: Versão preliminar para uso interno da Fundação.
Li com atenção e descobri coisas interessantíssimas; o documento 50 páginas, das quais sintetizei alguns trechos.
Princípios básicos:
1) O PMDB tem compromisso fundamental e inarredável com a democracia presidencialista. Sua inspiração central sempre foi a luta pela redemocratização brasileira nos planos políticos, social e econômico. A democracia é o instrumento insubstituível para assegurar dignidade humana e justiça social dentro do conceito da cidadania. É importante impedir qualquer processo político que vise obscurecer a transparência democrática do voto, de sua recontagem, confirmação ou auditagem, ou a precarização das conquistas democráticas, nem deixá-las a mercê da precarização da autonomia e liberdade dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário; o voto não pode estar submetido a regras apenas do poder Judiciário, ou da instrumentalização das legislações eleitorais.
2) O PMDB pretende continuar sendo a expressão política de grande parte da parcela da população brasileira surpreendentemente ausente do processo produtivo e que não se beneficia dos frutos do progresso. Identifica-se primordialmente com as lutas dos interesses da grande massa dos marginalizados e excluídos do processo econômico brasileiro, sem deixar de ser o porta voz da classe media brasileira, hoje submetida a um crescente processo de proletarização, pois as políticas públicas tem buscado diminuir desigualdades sociais apenas com o concurso das classes medias sem pressionar o grande capital e as minorias ricas do Pais.
3) O PMDB continuará defendendo intransigentemente o interesse Nacional no contexto popular (não apenas o Interesse Nacional das grandes corporações) concebido como o interesse democrático do povo Brasileiro na preservação do território brasileiro na sua integralidade, na soberania do subsolo, na soberania sobre os recursos hídricos e naturais, na construção de uma política econômico financeira soberana, no fortalecimento da autonomia cultural, na elevação coletiva da capacidade de empreendedorismo comercial e produtivo com tecnologia nacional, e a defesa dos demais objetivos estratégicos de interesse da nação, submetido ao crivo democrático, que interessam sempre em primeiro lugar o país.
4) O PMDB é um partido de massas, que esta irremediavelmente atuando onde, e em todos os lugares onde os brasileiros moram e trabalham, e não somente servindo aos núcleos de interesse do Executivo, Judiciário ou legislativo, muita vezes divorciados da representação que deveriam exercer em nome do povo. È, portanto uma organização que se vincula aos movimentos sociais organizados e movimentos reivindicatórios a vida política sem, no entanto tutelá-los.
5) O PMDB pautado e limitado na sua linha programática, mas assegura a seus filiados liberdade de atuação no âmbito de suas atividades profissionais e militância junto aos movimentos de massa. Os filiados do PMDB terão (obrigatoriamente) representação nos órgãos que elaboram as políticas do partido, e, desse modo a democracia interna deverá ser garantida a qualquer custo. As políticas do partido, democraticamente decidida por votação de percentual estatisticamente representativo, ou por plebiscito direto serão livremente discutidas e quando aprovadas deverão ser praticadas por todos. Essa é uma das razões pela qual esse documento devera ser discutido nacionalmente.
6) O PMDB admite divergências entre seus membros, sempre representadas as instancias deliberativas decorrentes das discrepâncias de opinião, desde que estas não atropelem as instancias normativas e não coloquem e risco a unidade de suas estruturas permanentes nem seus princípios fundamentais.
7) O PMDB considera que o valor básico da vida social e política é a pessoa e sua civilidade relacional garantida a sua consciência. O povo é o sujeito e o fundamento e fim de todas as instituições e o verdadeiro objeto de todas as medidas econômicas, sociais e políticas. Não poderá em tempo algum ou sob qualquer justificativa, ser agente secundário, coisa ou objeto manipulável pela economia do Estado, do partido ou do processo histórico. A pessoa, cada pessoa, de qualquer condição ou estado tem direito de ser respeitada em sua dignidade na justa medida em que respeita a dignidade alheia. A prática desse princípio nesse momento histórico denominou cidadania de princípios.
8) O PMDB tem por obrigação o dever de combater a discriminação entendidas como negação de oportunidades sociais e laborais, por motivos que não sejam aqueles que impeçam a habilitação. Não haverá mais no censo nacional os termos negro, pardo, indígena, etc. Somos todos cidadãos brasileiros com direito a naturalidade. Só há o sexo masculino e feminino, uma vez que a definição é de ordem física e funcional e não diz respeito às praticas de uso do corpo ou do erotismo. Toda minoria que se julgar prejudicada social ou laboralmente por motivos que não sejam os da justa habilitação, devera encontrar no partido seu amparo e defesa, e estudos ou diligencias serão feitas para integrá-los ao desenvolvimento da comunidade nacional.
9) O PMDB é intransigente em favor da VIDA, fonte de todo direito humano e por isso é claro em posisionar-se conta a pena de morte (do apenado) e o ABORTO (do Inocente).
10) O PMDB considera que o trabalho é à base do desenvolvimento coletivo e forma de cooperação social, portanto os interesses laborais se sobrepõem aos interesses do capital. O emprego e o salário deverão ser sempre o critério privilegiado de decisão em relação aos investimentos públicos que considerará as alternativas mais eficazes para a geração de empregos que devem ser adotadas. A legislação normativa da iniciativa privada deve exigir aconselhar e orientar que a base dos empreendimentos deve estar na geração de postos laborais para permitir o desenvolvimento cooperativo de toda a sociedade. A aplicação desses princípios contribuirá para uma elevação do nível de vida de todos pela distribuição equânime das riquezas nacionais, o que não acontecerá se abrirmos de forma subservientes a exportação de nossas riqueza renováveis e não renováveis, o nosso mercado interno, o mercado de capitais, e se doarmos irresponsavelmente a possibilidade de incremento de nossos postos laborais (empregos).
11) O PMDB encara o mercado como instituição social de troca de bens e serviços em favor do homem em sociedade cooperada, instituição de grande utilidade na alocação de recursos humanos, materiais, reguladores, e meios de troca (financeiros) para o sucesso do crescimento econômico do país e fortalecimento de sua soberania. Reconhece que nas áreas em que o mercado tende a produzir efeitos negativos (riscos para a saúde coletiva, precarização das relações de trabalho, riscos ambientais e desequilíbrios regionais na esfera sociais ou de distribuição de renda, ou por insuficiência dinâmica (falta de infra-estrutura, ciência ou tecnologia) cabe ao Estado a missão de aquilatar, estimular, investir, qualificar, definir mecanismos reguladores, alocar recursos para criar o MERCADO (ambiente de trocas sociais) a serviço dos interesses nacionais e do bem estar social do povo. Para isso o Estado e seu arcabouço legal deverão ser fortes.
12) O PMDB defende as relações de trabalho conquistadas, a possibilidade de que o trabalhador se associe em cooperativas e associações, no âmbito dos negócios privados ou públicos, tornando-se sócios, de parte proporcional de todos os investimentos públicos, na forma de ações, de modo a participarem remuneradamente não só da produtividade e da melhora da qualidade dos serviços, mas também das riquezas produzidas e acumuladas.
13) O PMDB entende que as empresas públicas e privadas devem pautar suas estratégias de produção e empreendimento na maximização dos postos laborais para poder levar em conta o imediato interesse publico. Assim as grandes concentrações de capital e poder econômico devem estar sob vigilante controle do Estado.
14) O PMDB quer um Estado forte o suficiente para exercer o seu papel funcional, seja na função fiscalizadora, na sua liquidez, na sua arrecadação, na sua defesa, na imposição da justiça, na defesa da Nação, portanto precisa estar acima e liberado de pressões econômicas de grupos privados, nacionais ou estrangeiros, e estar apto para enfrentar pressões armadas de interesse exógenos aos seus planos de desenvolvimento e soberania, somente assim pode executar tarefas funcionais como saúde, educação, justiça, comunicação infra-estrutura viária, segurança interna e externa, saneamento e abastecimento de água, planos de moradia digna, e adequação no uso e produção energética. Como o Brasil tem peculiaridades regionais e profundas desigualdades o Estado haverá de promover as pesquisas e plano de desenvolvimento técnico cientifica dentro de políticas de desenvolvimento regional.
15) O PMDB defende que o Brasil precisa de algumas reformas estruturais a fim de capacitar-se a ofertar ao seu povo, garantida a sua soberania, a cada dia, condições de habilitação e dignidade, que faça a sociedade cooperada brasileira desenvolver-se com dignidade, solidariedade, liberdade de transito em solo nacional, liberdade empreendedora, democracia e patriotismo. O grande desafio da modernidade não é desenvolver o consumo, mas desenvolver o bem estar da massa da população, num ambiente saudável, com possibilidades futuras. Um país que tenha promessas para gerações futuras, e não um país que se oponha à VIDA, como se essa fosse o mal a ser combatido, regulada, estrangulada, diminuída pela miséria, pela violência, pela perda de fé no próximo. Um Brasil Otimista, e não um pessimismo, que pretende frustrar não só o desenvolvimento da sociedade brasileira, mas frustrar os planos de Deus que é o autor e sustentáculo da vida. Justiça social não pode ser escravidão de normas sufocantes e impostos paralisantes, que não voltam para os benefícios que tanto necessita o bem comum, mas que vão pagar juros de dividas e rolagens do grande capital, que tem sido o custo de sermos pouco soberanos e economicamente dependentes. Aos senhores de escravos, não interessa a liberdade de seus serviçais.
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A construção se faz sobre um projeto.
segunda-feira, 8 de março de 2010
A simplicidade é tudo.
A simplicidade é tudo.
Isso não é uma proposta substituíndo o que existe e esta sendo elaborado pelo PMDB.
Todavia:
Um rápido estudo da documentação do PMDB naquilo que foi o acúmulo de suas proposições eleitorais dos últimos anos, partindo dos municípios, passando pelos estados, pelas regiões administrativas, pelo legislativos e dirigindo-se ao Congresso, é sem sombra de dúvida a matéria prima mais concreta e real para a elaboração de uma estratégia que valorize as estruturas partidárias e suas sensibilidades sociais, ao mesmo tempo que leve respostas positivas aos problemas dos cidadãos comuns. Os grandes núcleos de capital, independentes do nome que se dê a eles, por tradição têm seus mecanismo de fazer valer seus interesses. Ao Povo falta a expressão e mecanismos de cobrança mais eficientes. Assim, sem pretensão maior, descrevemos o que entendemos por Plano de Governo Popular, democrático e representativo.
Como todos sabem, o PMDB está organizado e presente em todos os municípios brasileiros. Em cada município, houve algum tipo de proposta ou avaliação da realidade local para dar suporte ao discurso de candidatos à vereança ou prefeituras. O mesmo ocorreu em todos os estados brasileiros onde o PMDB disputou eleições estaduais. Ora, criteriosamente, se documentarmos sinteticamente essas realidades, não ultrapassará documentos em numero maior do que nossos vereadores, nosso candidatos a prefeito e prefeitos eleitos, nossos deputados eleitos ou não, nosso senadores, eleitos ou não, nosso governadores eleitos ou não. A soma desses documentos é um diagnostico veraz da situação político administrativa de todo o Brasil via suas unidades menores em direção às suas unidades federadas.
Uma secretaria analisa e compara.
Óbvio que um presidente herda programas, em um contesto internacional macro econômico, uma dívida interna, um leque de obras em andamento. Mas como um país se governa para um povo, ou assim deveria ser, a primeira providência, já nos ensinavam os romanos, é o censo; quanto somos que habilitações temos que nível de vida exercemos quais os problemas vividos pelo povo. De posse dessa radiografia, no nosso caso partidária, partimos então para a análise da herança administrativa macro econômica. Então o compromisso do presidente candidato pelo PMDB, no nosso entender, é formatar essas reivindicações ordenadas desde os municípios, compará-las aos programas ministeriais em andamento, aquilatar, o possível incremento e solução de cada causa localizada, acumular as que estão fora dos orçamentos previstos, orçá-las em conjunto, estabelecer o plano de metas para sua execução, mandar ao Congresso a proposta de inclusão no Orçamento do ano próximo imediato, e em todo o decorrer do mandato ir aperfeiçoando a metodologia. Esse sistema partidário de descentralização dos problemas e soluções é algo revolucionário em termos de Brasil, onde “intelectuais” exercitam as suas teses, e escrevem seus programas de governo totalmente desvinculados de obras, leis, e recursos que resolvem imediatamente pequenos problemas localizados que melhoram objetivamente a vida de todos os brasileiros. O povo sempre aguarda os beneficios teoricos que intelectuais prometem. Esta pauta invertida partindo do que somos, nossas habilitações, nossa produção real, nossa produção possível, nossas metas regionais, é que determinará as relações internacionais do país, e não o contrário.
Meditem um pouquinho sobre o que digo aqui, e vejam que temos sim, concreta e objetivamente um plano de governo popular, paralelo. Um plano que nasce das aspirações dos municípios, passa pelos governos estaduais, coordenam-se com os ministérios, e desemboca na relação democrática do Presidente com o Congresso Nacional. Não há magia nisso.
Conheça os blogs do grupo G23 de Outubro
grupog23deoutubro@gmail.com
Isso não é uma proposta substituíndo o que existe e esta sendo elaborado pelo PMDB.
Todavia:
Um rápido estudo da documentação do PMDB naquilo que foi o acúmulo de suas proposições eleitorais dos últimos anos, partindo dos municípios, passando pelos estados, pelas regiões administrativas, pelo legislativos e dirigindo-se ao Congresso, é sem sombra de dúvida a matéria prima mais concreta e real para a elaboração de uma estratégia que valorize as estruturas partidárias e suas sensibilidades sociais, ao mesmo tempo que leve respostas positivas aos problemas dos cidadãos comuns. Os grandes núcleos de capital, independentes do nome que se dê a eles, por tradição têm seus mecanismo de fazer valer seus interesses. Ao Povo falta a expressão e mecanismos de cobrança mais eficientes. Assim, sem pretensão maior, descrevemos o que entendemos por Plano de Governo Popular, democrático e representativo.
Como todos sabem, o PMDB está organizado e presente em todos os municípios brasileiros. Em cada município, houve algum tipo de proposta ou avaliação da realidade local para dar suporte ao discurso de candidatos à vereança ou prefeituras. O mesmo ocorreu em todos os estados brasileiros onde o PMDB disputou eleições estaduais. Ora, criteriosamente, se documentarmos sinteticamente essas realidades, não ultrapassará documentos em numero maior do que nossos vereadores, nosso candidatos a prefeito e prefeitos eleitos, nossos deputados eleitos ou não, nosso senadores, eleitos ou não, nosso governadores eleitos ou não. A soma desses documentos é um diagnostico veraz da situação político administrativa de todo o Brasil via suas unidades menores em direção às suas unidades federadas.
Uma secretaria analisa e compara.
Óbvio que um presidente herda programas, em um contesto internacional macro econômico, uma dívida interna, um leque de obras em andamento. Mas como um país se governa para um povo, ou assim deveria ser, a primeira providência, já nos ensinavam os romanos, é o censo; quanto somos que habilitações temos que nível de vida exercemos quais os problemas vividos pelo povo. De posse dessa radiografia, no nosso caso partidária, partimos então para a análise da herança administrativa macro econômica. Então o compromisso do presidente candidato pelo PMDB, no nosso entender, é formatar essas reivindicações ordenadas desde os municípios, compará-las aos programas ministeriais em andamento, aquilatar, o possível incremento e solução de cada causa localizada, acumular as que estão fora dos orçamentos previstos, orçá-las em conjunto, estabelecer o plano de metas para sua execução, mandar ao Congresso a proposta de inclusão no Orçamento do ano próximo imediato, e em todo o decorrer do mandato ir aperfeiçoando a metodologia. Esse sistema partidário de descentralização dos problemas e soluções é algo revolucionário em termos de Brasil, onde “intelectuais” exercitam as suas teses, e escrevem seus programas de governo totalmente desvinculados de obras, leis, e recursos que resolvem imediatamente pequenos problemas localizados que melhoram objetivamente a vida de todos os brasileiros. O povo sempre aguarda os beneficios teoricos que intelectuais prometem. Esta pauta invertida partindo do que somos, nossas habilitações, nossa produção real, nossa produção possível, nossas metas regionais, é que determinará as relações internacionais do país, e não o contrário.
Meditem um pouquinho sobre o que digo aqui, e vejam que temos sim, concreta e objetivamente um plano de governo popular, paralelo. Um plano que nasce das aspirações dos municípios, passa pelos governos estaduais, coordenam-se com os ministérios, e desemboca na relação democrática do Presidente com o Congresso Nacional. Não há magia nisso.
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Os simples também opinam.
sábado, 6 de março de 2010
Precisamos de ajuda, digo o G 23 pede ajuda.
Convocação de familiares e amigos pemedebistas, e simpatizantes de todo o Brasil.
Em primeiro lugar, quero convocar no Orkut as comunidades Requião, para que divulguem esse Blog.
Em seguida, convoco todos os parentes de Requião em todos os estados do Brasil , para que se tiverem interesse entrem em contato, para saber em que e como podem ajudar.
Quero pedir aos peemedebistas de todo o Brasil, que sejam simpatizantes dessa idéia, ( candidatura Requião) e que já tenham conhecimento desse nosso Blog, que entrem em contacto e ou divulguem o Blog.
Que os amigos brasileiros que simpatizem com a idéia, e queiram enviar cadastros de amigos, por favor, entrem em contato.
O G 23 estará esclarecendo dúvidas, ou citando as fontes oficiais de consulta.
Muito Obrigado.
wallacereq@gmail.com.
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Em primeiro lugar, quero convocar no Orkut as comunidades Requião, para que divulguem esse Blog.
Em seguida, convoco todos os parentes de Requião em todos os estados do Brasil , para que se tiverem interesse entrem em contato, para saber em que e como podem ajudar.
Quero pedir aos peemedebistas de todo o Brasil, que sejam simpatizantes dessa idéia, ( candidatura Requião) e que já tenham conhecimento desse nosso Blog, que entrem em contacto e ou divulguem o Blog.
Que os amigos brasileiros que simpatizem com a idéia, e queiram enviar cadastros de amigos, por favor, entrem em contato.
O G 23 estará esclarecendo dúvidas, ou citando as fontes oficiais de consulta.
Muito Obrigado.
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Pedindo ajuda.
Destinos desiguais.
O amor e as ondas não têm
Os seus destinos iguais.
Ondas que vão ;logo vêm,
amor que vai - não vem mais.
AMS.
Mas e se Deus é amor?
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)
Conheça o G23 Presidente
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Quadras perfeitas.
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Quadras perfeitas.
Olhando da esquerda para a direita.
Olhando da esquerda para a direita.
Se eu traço, como muitos cartógrafos, um meridiano ligando o norte ao sul, você terá à leste, direita o nascer do Sol, e à esquerda, oeste, o poente, onde o Sol se põe.
Assim, prudentes brasileiros, é melhor olhar para um novo dia, do que para um dia que se põe.
Ou não? Vocês preferem ver o céu vermelho... E depois a escuridão?
Eu gosto de ver o fim da noite e o começo de um novo dia.
Conheça os blogs do grupo G23 de Outubro
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Se eu traço, como muitos cartógrafos, um meridiano ligando o norte ao sul, você terá à leste, direita o nascer do Sol, e à esquerda, oeste, o poente, onde o Sol se põe.
Assim, prudentes brasileiros, é melhor olhar para um novo dia, do que para um dia que se põe.
Ou não? Vocês preferem ver o céu vermelho... E depois a escuridão?
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Para reflexão de todos.
Corrompendo.
Corrompendo os preconceitos.
A escrita é à base da história. Seu aparecimento é a base material da história. Antes dela há a pré-história. Assim muitas escritas começam da esquerda para a direita, e muitas da direita para a esquerda. O hebraico, o árabe e o sânscrito começam da direita para a esquerda. O latim, o grego e a maioria das escritas ditas ocidentais começam da esquerda para a direita.
Ótimo, mas ocidentais e orientais a que? Ora, o critério embora escondido, é Cristo. Ocidente e Oriente não se define por um meridiano qualquer, mas assim como o tempo, se define por anterior e posterior a Cristo. Ocidental e oriental a Cristo.
Se eu dissesse que estou restaurando os conceitos vocês se levantariam contra mim, pois é crime ser conservador nessa sociedade corrompida; então eu digo: Corrompendo conceitos.
Assim, todo tolo, verá nisso o novo.
E dirá em seu coração: Sou um revolucionário.E o seu corpo apodrece.
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A escrita é à base da história. Seu aparecimento é a base material da história. Antes dela há a pré-história. Assim muitas escritas começam da esquerda para a direita, e muitas da direita para a esquerda. O hebraico, o árabe e o sânscrito começam da direita para a esquerda. O latim, o grego e a maioria das escritas ditas ocidentais começam da esquerda para a direita.
Ótimo, mas ocidentais e orientais a que? Ora, o critério embora escondido, é Cristo. Ocidente e Oriente não se define por um meridiano qualquer, mas assim como o tempo, se define por anterior e posterior a Cristo. Ocidental e oriental a Cristo.
Se eu dissesse que estou restaurando os conceitos vocês se levantariam contra mim, pois é crime ser conservador nessa sociedade corrompida; então eu digo: Corrompendo conceitos.
Assim, todo tolo, verá nisso o novo.
E dirá em seu coração: Sou um revolucionário.E o seu corpo apodrece.
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Para a reflexão de todos.
sexta-feira, 5 de março de 2010
Se beber não vôe
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O exelente piloto faz show aéreo passando-se por bebado!
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Curiosidades
Se beber não vôe
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Curiosidades
Aniversário do Governador do Paraná;

Que presente o G 23 dá ao governador? Uma bomba? Um elefante? Um carneiro? Um cofre cheio de dinheiro?
O G 23 sempre deu o que tinha de melhor... paz: mas nunca foi ouvido.
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Imagens do presente que revelam o futuro.
quarta-feira, 3 de março de 2010
A ventania das paixões humanas.
A ventania. (Vamos supor).
Vamos supor que a terra seja mulher. A humanidade inteira seria como os fios de seus cabelos, ajeitados, arrumados, ordenados em sociedade. Mas vamos supor que existisse um vento colorido. Ondas em movimento no ar. O rosa, por exemplo, caracterizava a onda, a ventania da sensualidade. O vermelho da ira. O amarelo da cobiça e assim vai. Ventanias fortíssimas!
A Terra, essa senhora zelosa de sua natureza, constantemente seria atacada por essas ventanias fortíssimas, que lhe desalinhavam os cabelos colocando a sociedade universal em crise, em revolução, em desalinho.
Então essa senhora tomou uma fina rede, quase invisível, e colocou sobre seus cabelos. As redes de cabelo, já não se usam, dizem alguns, mas é essa rede tênue, milenar, que tem mantido a sociedade humana ordenada, embora sujeita às ventanias fortíssimas.
Não usasse essa rede, a Terra já teria perdido os seus cabelos, tamanha a força dos vendavais.
A rede a que me refiro chama-se Igreja.
Ela cobre com suavidade quase imperceptível a sociedade humana nos cinco continentes e a mantém coesa em valores básicos e fundamentais, valores estruturantes que permitem a velha, e boa senhora, manter-se charmosa num aspecto aceitável e a humanidade em estado ótimo de civilidade. De ordem moral. De coesão de principios. Não fosse isso e a nossa terra teria a figura de uma Medusa com suas cobras famintas fazendo às vezes de cabelos bravios e revoltos mordendo-se umas as outras dentro das cinzas quentes das explosões das armas.
Vamos supor que; seja isso que estará acontecendo. Os cabelos em revolução querem escapar da rede da Igreja e entregarem-se ao vendaval das paixões.
Sinto o cheiro do enxofre no ar. Sinto o chão tremer. Sinto a erupção da fúria. Sinto o despertar de uma bruxa. A velha e silenciosa senhora se agita para livra-se da rebeldia de seus cabelos.
Wallacereq@gmail.com
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Vamos supor que a terra seja mulher. A humanidade inteira seria como os fios de seus cabelos, ajeitados, arrumados, ordenados em sociedade. Mas vamos supor que existisse um vento colorido. Ondas em movimento no ar. O rosa, por exemplo, caracterizava a onda, a ventania da sensualidade. O vermelho da ira. O amarelo da cobiça e assim vai. Ventanias fortíssimas!
A Terra, essa senhora zelosa de sua natureza, constantemente seria atacada por essas ventanias fortíssimas, que lhe desalinhavam os cabelos colocando a sociedade universal em crise, em revolução, em desalinho.
Então essa senhora tomou uma fina rede, quase invisível, e colocou sobre seus cabelos. As redes de cabelo, já não se usam, dizem alguns, mas é essa rede tênue, milenar, que tem mantido a sociedade humana ordenada, embora sujeita às ventanias fortíssimas.
Não usasse essa rede, a Terra já teria perdido os seus cabelos, tamanha a força dos vendavais.
A rede a que me refiro chama-se Igreja.
Ela cobre com suavidade quase imperceptível a sociedade humana nos cinco continentes e a mantém coesa em valores básicos e fundamentais, valores estruturantes que permitem a velha, e boa senhora, manter-se charmosa num aspecto aceitável e a humanidade em estado ótimo de civilidade. De ordem moral. De coesão de principios. Não fosse isso e a nossa terra teria a figura de uma Medusa com suas cobras famintas fazendo às vezes de cabelos bravios e revoltos mordendo-se umas as outras dentro das cinzas quentes das explosões das armas.
Vamos supor que; seja isso que estará acontecendo. Os cabelos em revolução querem escapar da rede da Igreja e entregarem-se ao vendaval das paixões.
Sinto o cheiro do enxofre no ar. Sinto o chão tremer. Sinto a erupção da fúria. Sinto o despertar de uma bruxa. A velha e silenciosa senhora se agita para livra-se da rebeldia de seus cabelos.
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Comportamento e moral
A ventania das paixões humanas.
A ventania. (Vamos supor).
Vamos supor que a terra seja mulher. A humanidade inteira seria como os fios de seus cabelos, ajeitados, arrumados, ordenados em sociedade. Mas vamos supor que existisse um vento colorido. Ondas em movimento no ar. O rosa, por exemplo, caracterizava a onda, a ventania da sensualidade. O vermelho da ira. O amarelo da cobiça e assim vai. Ventanias fortíssimas!
A Terra, essa senhora zelosa de sua natureza, constantemente seria atacada por essas ventanias fortíssimas, que lhe desalinhavam os cabelos colocando a sociedade universal em crise, em revolução, em desalinho.
Então essa senhora tomou uma fina rede, quase invisível, e colocou sobre seus cabelos. As redes de cabelo, já não se usam, dizem alguns, mas é essa rede tênue, milenar, que tem mantido a sociedade humana ordenada, embora sujeita às ventanias fortíssimas.
Não usasse essa rede, a Terra já teria perdido os seus cabelos, tamanha a força dos vendavais.
A rede a que me refiro chama-se Igreja.
Ela cobre com suavidade quase imperceptível a sociedade humana nos cinco continentes e a mantém coesa em valores básicos e fundamentais, valores estruturantes que permitem a velha, e boa senhora, manter-se charmosa num aspecto aceitável e a humanidade em estado ótimo de civilidade. De ordem moral. De coesão de principios. Não fosse isso e a nossa terra teria a figura de uma Medusa com suas cobras famintas fazendo às vezes de cabelos bravios e revoltos mordendo-se umas as outras dentro das cinzas quentes das explosões das armas.
Vamos supor que; seja isso que estará acontecendo. Os cabelos em revolução querem escapar da rede da Igreja e entregarem-se ao vendaval das paixões.
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Vamos supor que a terra seja mulher. A humanidade inteira seria como os fios de seus cabelos, ajeitados, arrumados, ordenados em sociedade. Mas vamos supor que existisse um vento colorido. Ondas em movimento no ar. O rosa, por exemplo, caracterizava a onda, a ventania da sensualidade. O vermelho da ira. O amarelo da cobiça e assim vai. Ventanias fortíssimas!
A Terra, essa senhora zelosa de sua natureza, constantemente seria atacada por essas ventanias fortíssimas, que lhe desalinhavam os cabelos colocando a sociedade universal em crise, em revolução, em desalinho.
Então essa senhora tomou uma fina rede, quase invisível, e colocou sobre seus cabelos. As redes de cabelo, já não se usam, dizem alguns, mas é essa rede tênue, milenar, que tem mantido a sociedade humana ordenada, embora sujeita às ventanias fortíssimas.
Não usasse essa rede, a Terra já teria perdido os seus cabelos, tamanha a força dos vendavais.
A rede a que me refiro chama-se Igreja.
Ela cobre com suavidade quase imperceptível a sociedade humana nos cinco continentes e a mantém coesa em valores básicos e fundamentais, valores estruturantes que permitem a velha, e boa senhora, manter-se charmosa num aspecto aceitável e a humanidade em estado ótimo de civilidade. De ordem moral. De coesão de principios. Não fosse isso e a nossa terra teria a figura de uma Medusa com suas cobras famintas fazendo às vezes de cabelos bravios e revoltos mordendo-se umas as outras dentro das cinzas quentes das explosões das armas.
Vamos supor que; seja isso que estará acontecendo. Os cabelos em revolução querem escapar da rede da Igreja e entregarem-se ao vendaval das paixões.
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Atenção brasileiros!
Nesse Blog ja postamos 485 textos. Navegue no blog há muita coisa para lêr. Não seja um leitor de orelha de livro, aprofunde a sua leitura.
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Esse Blog já postou 523 textos. Há muita coisa para ler. Navegue no Blog, ou você é um daqueles que só lê a primeira página de um livro?
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Aviso aos navegantes.
Repercutiu.
O mineiro Luciano Arcanjo nos mandou um link de interessante Site sobre as urnas eletrônicas. Todavia, numa rápida leitura, queremos dizer que nossa posição é diferente. O voto é ato manifesto da vontade. É prova material da vontade do cidadão. Então, de nada adiantaria ter a impressão de um boleto para levar para casa, isso não é prova material de nosso voto. Isso é um erro.
Nós do Grupo de Estudos 23 de Outubro queremos o fim da urna eletrônica e da virtualidade. O ato mais importante de um povo, que é a manifestação material de sua vontade na escolha de seus representantes, não tem a menor necessidade de pressa e resultado publicado de afogadilho. Se não conseguirmos o fim da urna eletrônica, queremos que a legislação obrigue a presença da urna tradicional. Vota-se na máquina, e ela imprime seu voto. Você o coloca em urna lacrada. Terminada a votação, os fiscais eleitorais dos partidops têm o número de horas suficientes para abrir as urnas com os votos materiais, contá-los e compará-los com o resultado da máquina. A menor discrepância anula a urna e coloca sob suspeita a rede.
Todavia, ainda assim, isso não justifica o uso da urna eletrônica. Vejam vocês que o próximo passo da AGENDA INTERNACIONAL, é implantar o voto facultativo, ou seja, vota quem quer. E em seguida o Voto pela Internet. Ora, isso, se chamará democracia direta eletrônica, quase que um plebiscito. Quem quer, e tem computador vota. Então para que ter representantes? É o fim dos politicos. Como o povo é, numa certa medida ingênuo e muitas vezes manipulados pela Agenda que, maliciosamente produz escândalos, e se aproveita dos existentes, o povo acha que é um bênção o fim dos politicos. Assim implanta-se a ditadura MUNDIAL. Pensamos que votamos, mas o resultado, que não poderá ser comprovado, será OBRIGATORIAMENTE aceito. Pena de Morte? Aborto? Uso das riquezas? Petróleo? Empréstimos internacionais? Bases militares estrangeiras? A Austrália será transformada no grande presídio dos discidentes? E o povo pensa que decidiu. O japonês votará com o brasileiro, o russo com o americano. Estará então implantado o programa da AGENDA S, O GOVERNO Mundial VIRTUAL.
ISRAEL deve ampliar suas fronteiras? O Brasil abre mão da Amazônia? A América do SUL fará uma eleição ÚNICA?. Teremos "Os Estados Unidos da América do SUL?
Para alguém que seja bom entendedor, essas palavras bastam.
Os jornais publicarão mercenárias tendências de opinião, e você engolirá o resultado sem poder nem desconfiar. É mole ou quer mais?
Estudaremos os textos do SITE enviado pelo mineiro Luciano, e se o grupo concordar, publicaremos para que todos possam ter conhecimento. O Próximo Presidente do Brasil deverá ser o defensor Magno do Voto Material.
" O voto é ato manifesto , expresso, material e inequivoco da vontade de um povo. Passível de recontagem, auditagem, e comprovação por toda e qualquer parte interessada a qualquer hora. É a garantia inequivoca da prática democratica".
Na escolha de um novo presidente, considerem isso. O voto é o única arma pacífica que o povo tem na defesa de seus interesses, sem ele, o povo já não tem nada, o povo não terá interesses garantidos, e sua luta, como fruto dessa escravidão, caminhará rápidamente para as Vias de Fato". Luta armada.
Aliás a Agenda S prevê isso como forma de diminuir as populaçôes do planeta.
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Nós do Grupo de Estudos 23 de Outubro queremos o fim da urna eletrônica e da virtualidade. O ato mais importante de um povo, que é a manifestação material de sua vontade na escolha de seus representantes, não tem a menor necessidade de pressa e resultado publicado de afogadilho. Se não conseguirmos o fim da urna eletrônica, queremos que a legislação obrigue a presença da urna tradicional. Vota-se na máquina, e ela imprime seu voto. Você o coloca em urna lacrada. Terminada a votação, os fiscais eleitorais dos partidops têm o número de horas suficientes para abrir as urnas com os votos materiais, contá-los e compará-los com o resultado da máquina. A menor discrepância anula a urna e coloca sob suspeita a rede.
Todavia, ainda assim, isso não justifica o uso da urna eletrônica. Vejam vocês que o próximo passo da AGENDA INTERNACIONAL, é implantar o voto facultativo, ou seja, vota quem quer. E em seguida o Voto pela Internet. Ora, isso, se chamará democracia direta eletrônica, quase que um plebiscito. Quem quer, e tem computador vota. Então para que ter representantes? É o fim dos politicos. Como o povo é, numa certa medida ingênuo e muitas vezes manipulados pela Agenda que, maliciosamente produz escândalos, e se aproveita dos existentes, o povo acha que é um bênção o fim dos politicos. Assim implanta-se a ditadura MUNDIAL. Pensamos que votamos, mas o resultado, que não poderá ser comprovado, será OBRIGATORIAMENTE aceito. Pena de Morte? Aborto? Uso das riquezas? Petróleo? Empréstimos internacionais? Bases militares estrangeiras? A Austrália será transformada no grande presídio dos discidentes? E o povo pensa que decidiu. O japonês votará com o brasileiro, o russo com o americano. Estará então implantado o programa da AGENDA S, O GOVERNO Mundial VIRTUAL.
ISRAEL deve ampliar suas fronteiras? O Brasil abre mão da Amazônia? A América do SUL fará uma eleição ÚNICA?. Teremos "Os Estados Unidos da América do SUL?
Para alguém que seja bom entendedor, essas palavras bastam.
Os jornais publicarão mercenárias tendências de opinião, e você engolirá o resultado sem poder nem desconfiar. É mole ou quer mais?
Estudaremos os textos do SITE enviado pelo mineiro Luciano, e se o grupo concordar, publicaremos para que todos possam ter conhecimento. O Próximo Presidente do Brasil deverá ser o defensor Magno do Voto Material.
" O voto é ato manifesto , expresso, material e inequivoco da vontade de um povo. Passível de recontagem, auditagem, e comprovação por toda e qualquer parte interessada a qualquer hora. É a garantia inequivoca da prática democratica".
Na escolha de um novo presidente, considerem isso. O voto é o única arma pacífica que o povo tem na defesa de seus interesses, sem ele, o povo já não tem nada, o povo não terá interesses garantidos, e sua luta, como fruto dessa escravidão, caminhará rápidamente para as Vias de Fato". Luta armada.
Aliás a Agenda S prevê isso como forma de diminuir as populaçôes do planeta.
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segunda-feira, 1 de março de 2010
Erros de Grafia.
Escreveu alguém: o que há... por quê tantos erros de grafia. Você não sabe diferenciar Mal de mau ? Respondo: sei sim, um é escrito com L e o outro com U. UUUUUUUUUUUUUUUUU, viu!
É assim, seu perfeito, é errando que se aprende a viver.
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Lingua de português.
Erros de Grafia.
Escreveu alguém: o que há... por quê tantos erros de grafia. Você não sabe diferenciar Mal de mau ? Respondo: sei sim, um é escrito com L e o outro com U. UUUUUUUUUUUUUUUUU, viu!
É assim, seu perfeito, é errando que se aprende a viver.
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A Mãe do Rocio de Paranaguá.
A Mãe do Rocio foi rebaixada.
Um dos capítulos mais fascinantes da teologia é a encarnação do VERBO. Imaginem um elefante voluntariamente se transformando em uma pulga. Um rei voluntariamente tornar-se um mendigo. Um grande Boabá, voluntariamente ser tornado uma gramínea. Então imagine o que é Deus se fazendo homem. É muita humildade.
Por vezes eu penso na humildade e paciência das mães, que se humilham para suportar as misérias e defeitos de seus filhos.
Já há pouco mais de quatro anos, o padre redentorista Luiz Rangel, peregrina o Paraná para divulgar Nossa Senhora do Rocio, padroeira do Paraná. A pequenina imagem, vestida em manto branco enfeitado por pérolas e conchas do mar, devoção iniciada dos anos 1600 (século XV) em Paranaguá.
No último sábado, veio ela ao ombro de quatro mulheres, que em procissão pública, a trouxeram da Paróquia Bom Jesus ate a Paróquia Santo Estanislau. Foi recebida com honras de rainha. Aplausos e som de solo de “piston”, fazendo às vezes dos tradicionais clarins. Noviças e postulantes da Congregação da Sagrada Família a receberam com devoção filial. Muitas choraram.
48 horas ficou na paróquia sob custódia para o conhecimento e devoção dos fieis amantes da Mãe de Deus. Porém, ao findar o domingo, soube-se que a Igreja das Mercês, não havia se preparado para recebê-la. Logo a Paróquia de Nossa Senhora das Mercês (Favores) havia negligenciado a visita de sua padroeira sob a invocação de Mãe do Rocio. Não interessa os motivos, se justificáveis ou não, Maria foi rejeitada como quando andou em busca de uma estalagem para receber o Menino Jesus. Que desatenção.
Maria então se amiudou e humilhou-se, e sem rancor, em vez de sair elevada aos ombros, foi carregada como se carrega um caixão fúnebre, e sem alarde, sem pompa, embarcou quase solitária em um banco de trás de um automóvel, para em silêncio, sem bater a poeira de seus pés, voltar para a casa provincial dos redentoristas de onde houvera saído em sua ação missionária. Seus filhos não lhe deram atenção.
Pensei eu, que fui um dos responsáveis pela sua humilhação, carregado-a “rebaixada”, - como as mães são obrigadas a diversas humilhações de seus próprios filhos, para com paciência conduzi-los há dias melhores e mais cheios de amor e gratidão.
A Mãe do Rocio, a protetora do Paraná, voltou então, pacientemente para casa. Rebaixou-se para ser elevada. Amiudou-se para que Deus Filho, seu filho amado, fosse mais uma vez glorificado na paciência e silêncio de sua mãe.
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Um dos capítulos mais fascinantes da teologia é a encarnação do VERBO. Imaginem um elefante voluntariamente se transformando em uma pulga. Um rei voluntariamente tornar-se um mendigo. Um grande Boabá, voluntariamente ser tornado uma gramínea. Então imagine o que é Deus se fazendo homem. É muita humildade.
Por vezes eu penso na humildade e paciência das mães, que se humilham para suportar as misérias e defeitos de seus filhos.
Já há pouco mais de quatro anos, o padre redentorista Luiz Rangel, peregrina o Paraná para divulgar Nossa Senhora do Rocio, padroeira do Paraná. A pequenina imagem, vestida em manto branco enfeitado por pérolas e conchas do mar, devoção iniciada dos anos 1600 (século XV) em Paranaguá.
No último sábado, veio ela ao ombro de quatro mulheres, que em procissão pública, a trouxeram da Paróquia Bom Jesus ate a Paróquia Santo Estanislau. Foi recebida com honras de rainha. Aplausos e som de solo de “piston”, fazendo às vezes dos tradicionais clarins. Noviças e postulantes da Congregação da Sagrada Família a receberam com devoção filial. Muitas choraram.
48 horas ficou na paróquia sob custódia para o conhecimento e devoção dos fieis amantes da Mãe de Deus. Porém, ao findar o domingo, soube-se que a Igreja das Mercês, não havia se preparado para recebê-la. Logo a Paróquia de Nossa Senhora das Mercês (Favores) havia negligenciado a visita de sua padroeira sob a invocação de Mãe do Rocio. Não interessa os motivos, se justificáveis ou não, Maria foi rejeitada como quando andou em busca de uma estalagem para receber o Menino Jesus. Que desatenção.
Maria então se amiudou e humilhou-se, e sem rancor, em vez de sair elevada aos ombros, foi carregada como se carrega um caixão fúnebre, e sem alarde, sem pompa, embarcou quase solitária em um banco de trás de um automóvel, para em silêncio, sem bater a poeira de seus pés, voltar para a casa provincial dos redentoristas de onde houvera saído em sua ação missionária. Seus filhos não lhe deram atenção.
Pensei eu, que fui um dos responsáveis pela sua humilhação, carregado-a “rebaixada”, - como as mães são obrigadas a diversas humilhações de seus próprios filhos, para com paciência conduzi-los há dias melhores e mais cheios de amor e gratidão.
A Mãe do Rocio, a protetora do Paraná, voltou então, pacientemente para casa. Rebaixou-se para ser elevada. Amiudou-se para que Deus Filho, seu filho amado, fosse mais uma vez glorificado na paciência e silêncio de sua mãe.
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Religião
A Mãe do Rocio de Paranaguá.
A Mãe do Rocio foi rebaixada.
Um dos capítulos mais fascinantes da teologia é a encarnação do VERBO. Imaginem um elefante voluntariamente se transformando em uma pulga. Um rei voluntariamente tornar-se um mendigo. Um grande Boabá, voluntariamente ser tornado uma gramínea. Então imagine o que é Deus se fazendo homem. É muita humildade.
Por vezes eu penso na humildade e paciência das mães, que se humilham para suportar as misérias e defeitos de seus filhos.
Já há pouco mais de quatro anos, o padre redentorista Luiz Rangel, peregrina o Paraná para divulgar Nossa Senhora do Rocio, padroeira do Paraná. A pequenina imagem, vestida em manto branco enfeitado por pérolas e conchas do mar, devoção iniciada dos anos 1600 (século XV) em Paranaguá.
No último sábado, veio ela ao ombro de quatro mulheres, que em procissão pública, a trouxeram da Paróquia Bom Jesus ate a Paróquia Santo Estanislau. Foi recebida com honras de rainha. Aplausos e som de solo de “piston”, fazendo às vezes dos tradicionais clarins. Noviças e postulantes da Congregação da Sagrada Família a receberam com devoção filial. Muitas choraram.
48 horas ficou na paróquia sob custódia para o conhecimento e devoção dos fieis amantes da Mãe de Deus. Porém, ao findar o domingo, soube-se que a Igreja das Mercês, não havia se preparado para recebê-la. Logo a Paróquia de Nossa Senhora das Mercês (Favores) havia negligenciado a visita de sua padroeira sob a invocação de Mãe do Rocio. Não interessa os motivos, se justificáveis ou não, Maria foi rejeitada como quando andou em busca de uma estalagem para receber o Menino Jesus. Que desatenção.
Maria então se amiudou e humilhou-se, e sem rancor, em vez de sair elevada aos ombros, foi carregada como se carrega um caixão fúnebre, e sem alarde, sem pompa, embarcou quase solitária em um banco de trás de um automóvel, para em silêncio, sem bater a poeira de seus pés, voltar para a casa provincial dos redentoristas de onde houvera saído em sua ação missionária. Seus filhos não lhe deram atenção.
Pensei eu, que fui um dos responsáveis pela sua humilhação, carregado-a “rebaixada”, - como as mães são obrigadas a diversas humilhações de seus próprios filhos, para com paciência conduzi-los há dias melhores e mais cheios de amor e gratidão.
A Mãe do Rocio, a protetora do Paraná, voltou então, pacientemente para casa. Rebaixou-se para ser elevada. Amiudou-se para que Deus Filho, seu filho amado, fosse mais uma vez glorificado na paciência e silêncio de sua mãe.
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Por vezes eu penso na humildade e paciência das mães, que se humilham para suportar as misérias e defeitos de seus filhos.
Já há pouco mais de quatro anos, o padre redentorista Luiz Rangel, peregrina o Paraná para divulgar Nossa Senhora do Rocio, padroeira do Paraná. A pequenina imagem, vestida em manto branco enfeitado por pérolas e conchas do mar, devoção iniciada dos anos 1600 (século XV) em Paranaguá.
No último sábado, veio ela ao ombro de quatro mulheres, que em procissão pública, a trouxeram da Paróquia Bom Jesus ate a Paróquia Santo Estanislau. Foi recebida com honras de rainha. Aplausos e som de solo de “piston”, fazendo às vezes dos tradicionais clarins. Noviças e postulantes da Congregação da Sagrada Família a receberam com devoção filial. Muitas choraram.
48 horas ficou na paróquia sob custódia para o conhecimento e devoção dos fieis amantes da Mãe de Deus. Porém, ao findar o domingo, soube-se que a Igreja das Mercês, não havia se preparado para recebê-la. Logo a Paróquia de Nossa Senhora das Mercês (Favores) havia negligenciado a visita de sua padroeira sob a invocação de Mãe do Rocio. Não interessa os motivos, se justificáveis ou não, Maria foi rejeitada como quando andou em busca de uma estalagem para receber o Menino Jesus. Que desatenção.
Maria então se amiudou e humilhou-se, e sem rancor, em vez de sair elevada aos ombros, foi carregada como se carrega um caixão fúnebre, e sem alarde, sem pompa, embarcou quase solitária em um banco de trás de um automóvel, para em silêncio, sem bater a poeira de seus pés, voltar para a casa provincial dos redentoristas de onde houvera saído em sua ação missionária. Seus filhos não lhe deram atenção.
Pensei eu, que fui um dos responsáveis pela sua humilhação, carregado-a “rebaixada”, - como as mães são obrigadas a diversas humilhações de seus próprios filhos, para com paciência conduzi-los há dias melhores e mais cheios de amor e gratidão.
A Mãe do Rocio, a protetora do Paraná, voltou então, pacientemente para casa. Rebaixou-se para ser elevada. Amiudou-se para que Deus Filho, seu filho amado, fosse mais uma vez glorificado na paciência e silêncio de sua mãe.
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Não nos caluniem.
Isto não é verdade! Não nos caluniem!
Nós sempre dissemos que não somos porta vozes do Governador do Paraná. O Grupo de Estudos 23 de Outubro é formado por pessoas comuns, pessoas do povo, não estamos botando palavras na boca do governador, nem o representamos diretamente. Achamos por vezes que ele não deseja a nossa ajuda e que atrapalhamos a sua caminhada. Mas aí ocorre uma inversão de valores. Na verdade nós procuramos representantes. Não somos, enquanto homens do povo, representantes de políticos. Somos contra o "lulismo", e somos contra o "requianismo". Nós procuramos políticos que nos representem e não o contrário. Escolhemos Requião, mas deixaremos de levar o seu nome na justa medida que ele se afaste de nossos ideais. Somos pela Democracia Representativa e Presidencialista, isto é, o político eleito, representa seus eleitores e não o contrário. Somos católicos e defendemos os valores do cristianismo. Somos contra o aborto, contra a onda de Heterofobia, somos contra o Estado Laico, somos contra o entreguismo das riquezas nacionais, somos contra a relativização dos valores morais. Ora, se abandonamos um político não o traímos, na verdade ele nos traiu abandonando as idéias pelas quais foi eleito. O político serve ao povo. O povo não deve servir o político. O povo tem obrigação de referendar com muita responsabilidade, pois uma vez eleita, a autoridade, ficamos pelo principio da autoridade, obrigados a respeitá-la, mas não segui-la, nem servi-la nas suas paixões. Uma vez que não nos representa deveremos extingui-lo da vida pública. ( é o que diz a Constituição) Não fomos nós que criamos o conceito: Todo o poder emana do povo e em seu nome será exercido. Se for assim, vamos ter coerência e usar o veneno contra os feiticeiros, pagar a eles com o salário de sua moeda corrente. Ou eles nos servem, ou nós os execraremos no tempo certo. Afinal quem manda no pedaço, nós, povo brasileiro, ou os políticos a serviço dos...? Vocês sabem de quem falamos.
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Nós sempre dissemos que não somos porta vozes do Governador do Paraná. O Grupo de Estudos 23 de Outubro é formado por pessoas comuns, pessoas do povo, não estamos botando palavras na boca do governador, nem o representamos diretamente. Achamos por vezes que ele não deseja a nossa ajuda e que atrapalhamos a sua caminhada. Mas aí ocorre uma inversão de valores. Na verdade nós procuramos representantes. Não somos, enquanto homens do povo, representantes de políticos. Somos contra o "lulismo", e somos contra o "requianismo". Nós procuramos políticos que nos representem e não o contrário. Escolhemos Requião, mas deixaremos de levar o seu nome na justa medida que ele se afaste de nossos ideais. Somos pela Democracia Representativa e Presidencialista, isto é, o político eleito, representa seus eleitores e não o contrário. Somos católicos e defendemos os valores do cristianismo. Somos contra o aborto, contra a onda de Heterofobia, somos contra o Estado Laico, somos contra o entreguismo das riquezas nacionais, somos contra a relativização dos valores morais. Ora, se abandonamos um político não o traímos, na verdade ele nos traiu abandonando as idéias pelas quais foi eleito. O político serve ao povo. O povo não deve servir o político. O povo tem obrigação de referendar com muita responsabilidade, pois uma vez eleita, a autoridade, ficamos pelo principio da autoridade, obrigados a respeitá-la, mas não segui-la, nem servi-la nas suas paixões. Uma vez que não nos representa deveremos extingui-lo da vida pública. ( é o que diz a Constituição) Não fomos nós que criamos o conceito: Todo o poder emana do povo e em seu nome será exercido. Se for assim, vamos ter coerência e usar o veneno contra os feiticeiros, pagar a eles com o salário de sua moeda corrente. Ou eles nos servem, ou nós os execraremos no tempo certo. Afinal quem manda no pedaço, nós, povo brasileiro, ou os políticos a serviço dos...? Vocês sabem de quem falamos.
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Esclarecimento
Atenção brasileiros!
O próximo presidente do Brasil terá que se posicionar quanto ao uso de urnas eletrônicas. Enquanto os países importantes, economcamente desenvolvidos e dominantes da tecnologia mantém suas urnas convencionais, o terceiro mundo vê implantada por interreses dos paíse ricos a urna eltronica em rede, uma tecnologia que vai banir a democracia, ( o voto ato formal e material passivel de verificação desaparecerá) como já tivemos a oportunidade de demonstrar. Ou,o o Fim da urna eletrônica, ou cada máquina será fiscalizada pelo voto em papel que servirá de controle. O resultado da máquina deve corresponder ao da urna tradicional, qualquer diferença para mais ou para menos, anula a votação.
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Soberania popular é o voto material.
Presente de grego.
PMDB uma árvore de Natal.
Não farei aqui juízo de valor.
Fico contemplando os acontecimentos no PMDB do Paraná e tiro minhas conclusões sobre o PMDB nacional. Escrevo, portanto, como um alerta para os verdadeiros peemedebistas.
Se eu balançasse a árvore do PMDB, muitos de seus frutos cairiam. Uns porque estão maduros, outros porque apodreceram no pé. Todavia ainda que balançada por um terremoto, se não cair o tronco, infelizmente veremos que alguns frutos, embora falsos, não cairão. Trata-se daqueles pingentes, que como bolas de enfeite de natal, são “amarradas” ao tronco peemedebista durante as conveniências de campanha. São falsos peemedebistas, que são enxertados na árvore original, e ali ficam bem amarrados, não amadurecem, pois ali estâo alheios a árvore que os suporta, cuidando de seus negócios privados, e com o tempo, adquirem status de lideres partidários.
Como eu tenho vontade de balançar essa árvore. Não o faço para não derrubar gente boa. Gostaria de ver seus frutos caírem na real, e denunciar definitivamente os pingentes.
Outro dia, fui convidado para assistir uma palestra de Eliseu Padilha, que responde nacionalmente pela FUG (FUGA) Fundação Ulisses Guimarães, que vinha, imaginem vocês, vinha propor um curso nacional de lideranças (com uma nova ideologia gerada no Rio Grande do Sul). Mas não era esse senhor o Ministro dos Transportes de Fernando Henrique Cardozo? Não era ele o homem das privatizações e da implantação do pedágio no país?
Sim é ele mesmo, e é dono de Pedágio no Rio Grande do Sul. Falava-se, imaginem só, recentemente do Ministro Jobim (PMDB), como um dos possíveis nomes para concorrer à presidência da República, mas não é ele dono de Pedágio. Sim é dono de pedágio.
Folheava então um velho documento onde Quércia ( inseparável de Michel Temer), em um programa de governo para concorrer à presidência da República, onde listava as estradas brasileiras, patrimônio público inalienável, que seriam pedagiadas caso vingasse a sua candidatura pelo PMDB. Foi pelo Pedágio que lutamos? Era isso que nos levou a pedir votos nas ruas?
Também achei, declarações pró-pedágio num discurso de José Sarney( PMDB) proferido durante seu mandato como presidente da República.
Agora temos o Meireles ditando as regras no partido, homem que serve há anos, os interesses do Sistema Financeiro Internacional com conseqüências que já tivemos oportunidade de comentar em outros artigos.
Isso nada tem com os estatutos e programa original do PMDB, isto não é um retrato fiel das militâncias populares do partido, isto não define um partido com raízes nos interesse populares. Como o partido chegou a esses extremos? Fazendo concessões de campanha, e depois de eleitos, nossas lideranças abandonaram esses pingentes em posições de prestigio, até que, acordamos nesse pesadelo.
Todos esqueceram que a eleição de Lula veio como uma resposta popular contra as políticas privatistas que estavam endividando o Brasil, gerando desemprego, submetendo definitivamente o país aos interesses de grupos internacionais. Lutamos nas ruas durante trinta anos (estou no PMDB desde 1981) para ver as mais leais proposições do PMDB traídas em sua essência; como eu, caros companheiros de partido, somos milhares de experientes cabos eleitorais que, em conjunto, podemos ainda reagir. Hoje vemos em todos os partidos essa lideranças que afundaram o país sendo propostas como solução. Solução de que?
Acordem peemedebistas, que essa árvore de natal, que receberemos como herança é a antítese daquilo que motivou a nossa luta desde 1964. Se nós acreditamos que as maiorias partidárias devem comandar o processo democrático partidário, lutem para termos candidato próprios à presidência, e que seja aquele que esteja bem longe desses homens aqui citados, pois em cada estado da federação, nós peemedebistas conhecemos esse fenômeno e podemos identificar nossos inimigos: os tais pingentes.
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Não farei aqui juízo de valor.
Fico contemplando os acontecimentos no PMDB do Paraná e tiro minhas conclusões sobre o PMDB nacional. Escrevo, portanto, como um alerta para os verdadeiros peemedebistas.
Se eu balançasse a árvore do PMDB, muitos de seus frutos cairiam. Uns porque estão maduros, outros porque apodreceram no pé. Todavia ainda que balançada por um terremoto, se não cair o tronco, infelizmente veremos que alguns frutos, embora falsos, não cairão. Trata-se daqueles pingentes, que como bolas de enfeite de natal, são “amarradas” ao tronco peemedebista durante as conveniências de campanha. São falsos peemedebistas, que são enxertados na árvore original, e ali ficam bem amarrados, não amadurecem, pois ali estâo alheios a árvore que os suporta, cuidando de seus negócios privados, e com o tempo, adquirem status de lideres partidários.
Como eu tenho vontade de balançar essa árvore. Não o faço para não derrubar gente boa. Gostaria de ver seus frutos caírem na real, e denunciar definitivamente os pingentes.
Outro dia, fui convidado para assistir uma palestra de Eliseu Padilha, que responde nacionalmente pela FUG (FUGA) Fundação Ulisses Guimarães, que vinha, imaginem vocês, vinha propor um curso nacional de lideranças (com uma nova ideologia gerada no Rio Grande do Sul). Mas não era esse senhor o Ministro dos Transportes de Fernando Henrique Cardozo? Não era ele o homem das privatizações e da implantação do pedágio no país?
Sim é ele mesmo, e é dono de Pedágio no Rio Grande do Sul. Falava-se, imaginem só, recentemente do Ministro Jobim (PMDB), como um dos possíveis nomes para concorrer à presidência da República, mas não é ele dono de Pedágio. Sim é dono de pedágio.
Folheava então um velho documento onde Quércia ( inseparável de Michel Temer), em um programa de governo para concorrer à presidência da República, onde listava as estradas brasileiras, patrimônio público inalienável, que seriam pedagiadas caso vingasse a sua candidatura pelo PMDB. Foi pelo Pedágio que lutamos? Era isso que nos levou a pedir votos nas ruas?
Também achei, declarações pró-pedágio num discurso de José Sarney( PMDB) proferido durante seu mandato como presidente da República.
Agora temos o Meireles ditando as regras no partido, homem que serve há anos, os interesses do Sistema Financeiro Internacional com conseqüências que já tivemos oportunidade de comentar em outros artigos.
Isso nada tem com os estatutos e programa original do PMDB, isto não é um retrato fiel das militâncias populares do partido, isto não define um partido com raízes nos interesse populares. Como o partido chegou a esses extremos? Fazendo concessões de campanha, e depois de eleitos, nossas lideranças abandonaram esses pingentes em posições de prestigio, até que, acordamos nesse pesadelo.
Todos esqueceram que a eleição de Lula veio como uma resposta popular contra as políticas privatistas que estavam endividando o Brasil, gerando desemprego, submetendo definitivamente o país aos interesses de grupos internacionais. Lutamos nas ruas durante trinta anos (estou no PMDB desde 1981) para ver as mais leais proposições do PMDB traídas em sua essência; como eu, caros companheiros de partido, somos milhares de experientes cabos eleitorais que, em conjunto, podemos ainda reagir. Hoje vemos em todos os partidos essa lideranças que afundaram o país sendo propostas como solução. Solução de que?
Acordem peemedebistas, que essa árvore de natal, que receberemos como herança é a antítese daquilo que motivou a nossa luta desde 1964. Se nós acreditamos que as maiorias partidárias devem comandar o processo democrático partidário, lutem para termos candidato próprios à presidência, e que seja aquele que esteja bem longe desses homens aqui citados, pois em cada estado da federação, nós peemedebistas conhecemos esse fenômeno e podemos identificar nossos inimigos: os tais pingentes.
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Um partido politico a ponto de vomitar.
E agora José?
Santo de Casa não faz milagre. (será?)
Diz a Bíblia que o profeta só não é recebido em sua própria casa. A frase é verdadeira e se repetiu em toda a história. No Paraná enquanto jornalistas mercenários tentam demolir ao Governador Requião, o PMDB do Brasil se agita, em vias de fortalecer a massa peemedebista para tomar posição diante de uma elite que tomou o PMDB de assalto.
Lula não é bobo. Não é mal informado. E sabe que o PMDB só lhe será útil se tiver o apoio das bases populares, e da militância.
Haverá então de estar observando o fenômeno PMDB com atenção. Ora se o PMDB reage em oposição a sua Presidência (sempre votada sem o uso da democracia interna), Lula deve pensar: O apoio do comando do Nacional do PMDB não redundará em voto das bases, pois eles não têm voto nas bases do partido.
Ora, Dilma cresce junto à opinião publica e isso reafirma a liderança do PT. Então ele conclui, para que dividir, com meia dúzia de pessoas do PMDB o governo, se já não precisamos deles eleitoralmente, ( ou seja, eles não acrescem voto, mas, o PMDB das bases pode se tornar perigoso na oposição) e caso fizéssemos essa aliança, ela não significa voto, pois o PMDB em suas bases não apóia a convenção mercenária que reconduziu a presidência. Isso tira o PMDB do foco presidencial.
Então a cúpula partidária perde sua força de barganha. E as bases do partido podem sim, como única alternativa democrática, escolher pela candidatura própria, onde, entre os poucos nomes possíveis, estará o de Roberto Requião governador do Paraná.
Com ou sem chances, o PMDB, prudentemente rejeitado por Lula, pode apresentar chapa para concorrer à presidência da Republica com mínimas chances, é verdade, mas por outro lado, liberto dos Meireles da Vida e seu Programa de governo em favor das Instituições Financeiras.
Então Lula pensa duas vias: vou manter o Michel Temer, para anular por completo o PMDB. Ai o PMDB, debanda das expectativas de qualquer apoio ao LULA, e tende para propostas mais inovadoras como a de Marina Silva, ou outra, que difira do retorno das lideranças derrotadas pelo PT e Lula, e que hoje formam as fileiras do PSDB, e da Cúpula do PMDB. E isso é um risco para a eleição de Dilma, principalmente se o PMDB se tornar oposição à Dilma. A segunda via, no entanto, pode libertar o PMDB para que se organize democraticamente.
Melhor será estadista Lula, fechar a porta para esse PMDB de elite, sem voto popular, e deixar que o PMDB se organize (não propriamente contra o PT lhe fazendo oposição, mas concorrendo com lealdade e disputando a presidência da Republica) numa quarta via democrática, para o bem do Brasil.
A segunda opção é democrática. A primeira, aquela da manutenção do poder pelo poder com a anulação das oposições, macula para sempre sua imagem de “metalúrgico lutador” pela liberdade democrática brasileira.
Bem presidente é o que eu tinha a lhe dizer. Não sou ingênuo. É melhor o PT numa aliança com a militância do PMDB, do que perder a eleição vítima da guerrilha e do rancor do nosso PMDB das bases. O senhor sabe que mais importante que uma aliança vazia, é evitar a organização de inimigos: rancorosos, competentes e numerosos. Ou sua confiança esta na urna eletrônica?
Wallacereq@gmail.com, futuro senador da Republica Brasileira.
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)
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Diz a Bíblia que o profeta só não é recebido em sua própria casa. A frase é verdadeira e se repetiu em toda a história. No Paraná enquanto jornalistas mercenários tentam demolir ao Governador Requião, o PMDB do Brasil se agita, em vias de fortalecer a massa peemedebista para tomar posição diante de uma elite que tomou o PMDB de assalto.
Lula não é bobo. Não é mal informado. E sabe que o PMDB só lhe será útil se tiver o apoio das bases populares, e da militância.
Haverá então de estar observando o fenômeno PMDB com atenção. Ora se o PMDB reage em oposição a sua Presidência (sempre votada sem o uso da democracia interna), Lula deve pensar: O apoio do comando do Nacional do PMDB não redundará em voto das bases, pois eles não têm voto nas bases do partido.
Ora, Dilma cresce junto à opinião publica e isso reafirma a liderança do PT. Então ele conclui, para que dividir, com meia dúzia de pessoas do PMDB o governo, se já não precisamos deles eleitoralmente, ( ou seja, eles não acrescem voto, mas, o PMDB das bases pode se tornar perigoso na oposição) e caso fizéssemos essa aliança, ela não significa voto, pois o PMDB em suas bases não apóia a convenção mercenária que reconduziu a presidência. Isso tira o PMDB do foco presidencial.
Então a cúpula partidária perde sua força de barganha. E as bases do partido podem sim, como única alternativa democrática, escolher pela candidatura própria, onde, entre os poucos nomes possíveis, estará o de Roberto Requião governador do Paraná.
Com ou sem chances, o PMDB, prudentemente rejeitado por Lula, pode apresentar chapa para concorrer à presidência da Republica com mínimas chances, é verdade, mas por outro lado, liberto dos Meireles da Vida e seu Programa de governo em favor das Instituições Financeiras.
Então Lula pensa duas vias: vou manter o Michel Temer, para anular por completo o PMDB. Ai o PMDB, debanda das expectativas de qualquer apoio ao LULA, e tende para propostas mais inovadoras como a de Marina Silva, ou outra, que difira do retorno das lideranças derrotadas pelo PT e Lula, e que hoje formam as fileiras do PSDB, e da Cúpula do PMDB. E isso é um risco para a eleição de Dilma, principalmente se o PMDB se tornar oposição à Dilma. A segunda via, no entanto, pode libertar o PMDB para que se organize democraticamente.
Melhor será estadista Lula, fechar a porta para esse PMDB de elite, sem voto popular, e deixar que o PMDB se organize (não propriamente contra o PT lhe fazendo oposição, mas concorrendo com lealdade e disputando a presidência da Republica) numa quarta via democrática, para o bem do Brasil.
A segunda opção é democrática. A primeira, aquela da manutenção do poder pelo poder com a anulação das oposições, macula para sempre sua imagem de “metalúrgico lutador” pela liberdade democrática brasileira.
Bem presidente é o que eu tinha a lhe dizer. Não sou ingênuo. É melhor o PT numa aliança com a militância do PMDB, do que perder a eleição vítima da guerrilha e do rancor do nosso PMDB das bases. O senhor sabe que mais importante que uma aliança vazia, é evitar a organização de inimigos: rancorosos, competentes e numerosos. Ou sua confiança esta na urna eletrônica?
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E agora José?
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Santo de Casa não faz milagre. (será?)
Diz a Bíblia que o profeta só não é recebido em sua própria casa. A frase é verdadeira e se repetiu em toda a história. No Paraná enquanto jornalistas mercenários tentam demolir ao Governador Requião, o PMDB do Brasil se agita, em vias de fortalecer a massa peemedebista para tomar posição diante de uma elite que tomou o PMDB de assalto.
Lula não é bobo. Não é mal informado. E sabe que o PMDB só lhe será útil se tiver o apoio das bases populares, e da militância.
Haverá então de estar observando o fenômeno PMDB com atenção. Ora se o PMDB reage em oposição a sua Presidência (sempre votada sem o uso da democracia interna), Lula deve pensar: O apoio do comando do Nacional do PMDB não redundará em voto das bases, pois eles não têm voto nas bases do partido.
Ora, Dilma cresce junto à opinião publica e isso reafirma a liderança do PT. Então ele conclui, para que dividir, com meia dúzia de pessoas do PMDB o governo, se já não precisamos deles eleitoralmente, ( ou seja, eles não acrescem voto, mas, o PMDB das bases pode se tornar perigoso na oposição) e caso fizéssemos essa aliança, ela não significa voto, pois o PMDB em suas bases não apóia a convenção mercenária que reconduziu a presidência. Isso tira o PMDB do foco presidencial.
Então a cúpula partidária perde sua força de barganha. E as bases do partido podem sim, como única alternativa democrática, escolher pela candidatura própria, onde, entre os poucos nomes possíveis, estará o de Roberto Requião governador do Paraná.
Com ou sem chances, o PMDB, prudentemente rejeitado por Lula, pode apresentar chapa para concorrer à presidência da Republica com mínimas chances, é verdade, mas por outro lado, liberto dos Meireles da Vida e seu Programa de governo em favor das Instituições Financeiras.
Então Lula pensa duas vias: vou manter o Michel Temer, para anular por completo o PMDB. Ai o PMDB, debanda das expectativas de qualquer apoio ao LULA, e tende para propostas mais inovadoras como a de Marina Silva, ou outra, que difira do retorno das lideranças derrotadas pelo PT e Lula, e que hoje formam as fileiras do PSDB, e da Cúpula do PMDB. E isso é um risco para a eleição de Dilma, principalmente se o PMDB se tornar oposição à Dilma. A segunda via, no entanto, pode libertar o PMDB para que se organize democraticamente.
Melhor será estadista Lula, fechar a porta para esse PMDB de elite, sem voto popular, e deixar que o PMDB se organize (não propriamente contra o PT lhe fazendo oposição, mas concorrendo com lealdade e disputando a presidência da Republica) numa quarta via democrática, para o bem do Brasil.
A segunda opção é democrática. A primeira, aquela da manutenção do poder pelo poder com a anulação das oposições, macula para sempre sua imagem de “metalúrgico lutador” pela liberdade democrática brasileira.
Bem presidente é o que eu tinha a lhe dizer. Não sou ingênuo. É melhor o PT numa aliança com a militância do PMDB, do que perder a eleição vítima da guerrilha e do rancor do nosso PMDB das bases. O senhor sabe que mais importante que uma aliança vazia, é evitar a organização de inimigos: rancorosos, competentes e numerosos. Ou sua confiança esta na urna eletrônica?
Wallacereq@gmail.com, futuro senador da Republica Brasileira.
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)
Conheça o G23 Presidente
Diz a Bíblia que o profeta só não é recebido em sua própria casa. A frase é verdadeira e se repetiu em toda a história. No Paraná enquanto jornalistas mercenários tentam demolir ao Governador Requião, o PMDB do Brasil se agita, em vias de fortalecer a massa peemedebista para tomar posição diante de uma elite que tomou o PMDB de assalto.
Lula não é bobo. Não é mal informado. E sabe que o PMDB só lhe será útil se tiver o apoio das bases populares, e da militância.
Haverá então de estar observando o fenômeno PMDB com atenção. Ora se o PMDB reage em oposição a sua Presidência (sempre votada sem o uso da democracia interna), Lula deve pensar: O apoio do comando do Nacional do PMDB não redundará em voto das bases, pois eles não têm voto nas bases do partido.
Ora, Dilma cresce junto à opinião publica e isso reafirma a liderança do PT. Então ele conclui, para que dividir, com meia dúzia de pessoas do PMDB o governo, se já não precisamos deles eleitoralmente, ( ou seja, eles não acrescem voto, mas, o PMDB das bases pode se tornar perigoso na oposição) e caso fizéssemos essa aliança, ela não significa voto, pois o PMDB em suas bases não apóia a convenção mercenária que reconduziu a presidência. Isso tira o PMDB do foco presidencial.
Então a cúpula partidária perde sua força de barganha. E as bases do partido podem sim, como única alternativa democrática, escolher pela candidatura própria, onde, entre os poucos nomes possíveis, estará o de Roberto Requião governador do Paraná.
Com ou sem chances, o PMDB, prudentemente rejeitado por Lula, pode apresentar chapa para concorrer à presidência da Republica com mínimas chances, é verdade, mas por outro lado, liberto dos Meireles da Vida e seu Programa de governo em favor das Instituições Financeiras.
Então Lula pensa duas vias: vou manter o Michel Temer, para anular por completo o PMDB. Ai o PMDB, debanda das expectativas de qualquer apoio ao LULA, e tende para propostas mais inovadoras como a de Marina Silva, ou outra, que difira do retorno das lideranças derrotadas pelo PT e Lula, e que hoje formam as fileiras do PSDB, e da Cúpula do PMDB. E isso é um risco para a eleição de Dilma, principalmente se o PMDB se tornar oposição à Dilma. A segunda via, no entanto, pode libertar o PMDB para que se organize democraticamente.
Melhor será estadista Lula, fechar a porta para esse PMDB de elite, sem voto popular, e deixar que o PMDB se organize (não propriamente contra o PT lhe fazendo oposição, mas concorrendo com lealdade e disputando a presidência da Republica) numa quarta via democrática, para o bem do Brasil.
A segunda opção é democrática. A primeira, aquela da manutenção do poder pelo poder com a anulação das oposições, macula para sempre sua imagem de “metalúrgico lutador” pela liberdade democrática brasileira.
Bem presidente é o que eu tinha a lhe dizer. Não sou ingênuo. É melhor o PT numa aliança com a militância do PMDB, do que perder a eleição vítima da guerrilha e do rancor do nosso PMDB das bases. O senhor sabe que mais importante que uma aliança vazia, é evitar a organização de inimigos: rancorosos, competentes e numerosos. Ou sua confiança esta na urna eletrônica?
Wallacereq@gmail.com, futuro senador da Republica Brasileira.
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E agora José?
Isto terá solução?
Eu não posso, em sã consciência, chamar a policia a cada manhã.
Presumo que ela tenha coisas mais "importantes" a fazer.
Tendo em vista o que ouvi no debate sobre as políticas carcerárias, o crime de vadiagem será descriminalizado ( ou seja, deixará de ser crime, como outros crimes chamados menores). Ora, os crimes maiores têm um histórico de crimes menores, têm antecedentes, e é jutamente por não se combater os menores que temos tantos crimes bárbaros, maiores. A árvore da violência cresce como todos os outros comportamentos sociais. Foi a omissão da lei e sua aplicação que desenvolveu o "apodrecimentos" dos valores que mantém coeso o tecido social. Agora fala-se em relaxar ainda mais os pequenos crimes, dada a superlotação carcerária ( no Paraná 14.000 em cadeias PUBLICAS, e 14 mil em Presídios, mais 4000 com mandados de prisão). No Brasil são meio milhões de apenados. Coloquem-nos na rua, sem valores e sem trabalho, e haveremos de colher frutos amargos. ( oitenta por cento de reincidência).
Mas o problema esta nas ruas, drogas, desemprego, abandono e ainda por cima a mídia desmoralizando as autoridades públicas e relativizando os valores morais. A juventude não tem modelos, segue apenas o desejo da riqueza a qualquer custo e o cio do consumo, que quando não é alcançado ( em todas as classes sociais) é substituido pelo sonho pelas drogas. Assim vemos um "doutor", defendendo a descriminalização das drogas ilícitas para não combater as licitas.
Parece que todos esqueceram que o homem é o policial de si mesmo. Que dentro de si introjecta valores de auto controle. Quando vemos jovens deitados nas ruas como cães, ou estudantes fumando maconha e queimando drogas mortais nas portas das escolas, já não podemos confiar no auto controle desse jovens, são sujeitos da marginalidade, semente de infrações penais mais graves, quer a autoridade queira ou não.
O mal não tem origem social, tem origem espiritual. Numa sociedade que nega isso, o mal se instala como peçonha, e aos poucos, o que era bem torna-se mal, e o que era mal agora é o bem. Pois em quelquer sociedade o " Dominante" dita as regras do jogo.
Gasta-se milhões no fantasma da Dengue, ou da Gripe A,( porque são mortais) e não vemos nada para socorrer jovens vitimas do Cracke (que é mortal para a sociedade e que mata milhares de jovens por ano). Amanhã, dado ao grande número de viciados nas ruas, seremos vítimas passivas do vicio, seremos fumadores passivos do Cracke.
Vivemos uma caso de calamidade pública dos valores. Este o grande crime da sociedade laica, a destruição das bases morais dos jovens, destruição dolosa, premeditada e apoiada no discurso que da crise dos valores morais nascerá uma Nova ERA.
Vivemos um período de urgência social. Mas como os homens do poder se isolam em seus castelos, tardam em dar soluções para o que acontece nas ruas. Quiçá eles apreendessem com o CONCLAVE católico. O termo diz respeito a reunião fechada a chave para tomada de grandes decisões. Assim fechados as autoridades eclesiais iam sendo privados de água e comida, para que premidos pelas necessidades tomassem decisão mais rapidamente.
Quiçá seja isso que falte a nossos pensadores, um pouco de fome e sede.
Concordem ou não, aqui registro a minha opinião.
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Sem solução.
Isto terá solução?
Eu não posso, em sã consciência, chamar a policia a cada manhã.
Presumo que ela tenha coisas mais "importantes" a fazer.
Tendo em vista o que ouvi no debate sobre as políticas carcerárias, o crime de vadiagem será descriminalizado ( ou seja, deixará de ser crime, como outros crimes chamados menores). Ora, os crimes maiores têm um histórico de crimes menores, têm antecedentes, e é jutamente por não se combater os menores que temos tantos crimes bárbaros, maiores. A árvore da violência cresce como todos os outros comportamentos sociais. Foi a omissão da lei e sua aplicação que desenvolveu o "apodrecimentos" dos valores que mantém coeso o tecido social. Agora fala-se em relaxar ainda mais os pequenos crimes, dada a superlotação carcerária ( no Paraná 14.000 em cadeias PUBLICAS, e 14 mil em Presídios, mais 4000 com mandados de prisão). No Brasil são meio milhões de apenados. Coloquem-nos na rua, sem valores e sem trabalho, e haveremos de colher frutos amargos. ( oitenta por cento de reincidência).
Mas o problema esta nas ruas, drogas, desemprego, abandono e ainda por cima a mídia desmoralizando as autoridades públicas e relativizando os valores morais. A juventude não tem modelos, segue apenas o desejo da riqueza a qualquer custo e o cio do consumo, que quando não é alcançado ( em todas as classes sociais) é substituido pelo sonho pelas drogas. Assim vemos um "doutor", defendendo a descriminalização das drogas ilícitas para não combater as licitas.
Parece que todos esqueceram que o homem é o policial de si mesmo. Que dentro de si introjecta valores de auto controle. Quando vemos jovens deitados nas ruas como cães, ou estudantes fumando maconha e queimando drogas mortais nas portas das escolas, já não podemos confiar no auto controle desse jovens, são sujeitos da marginalidade, semente de infrações penais mais graves, quer a autoridade queira ou não.
O mal não tem origem social, tem origem espiritual. Numa sociedade que nega isso, o mal se instala como peçonha, e aos poucos, o que era bem torna-se mal, e o que era mal agora é o bem. Pois em quelquer sociedade o " Dominante" dita as regras do jogo.
Gasta-se milhões no fantasma da Dengue, ou da Gripe A,( porque são mortais) e não vemos nada para socorrer jovens vitimas do Cracke (que é mortal para a sociedade e que mata milhares de jovens por ano). Amanhã, dado ao grande número de viciados nas ruas, seremos vítimas passivas do vicio, seremos fumadores passivos do Cracke.
Vivemos uma caso de calamidade pública dos valores. Este o grande crime da sociedade laica, a destruição das bases morais dos jovens, destruição dolosa, premeditada e apoiada no discurso que da crise dos valores morais nascerá uma Nova ERA.
Vivemos um período de urgência social. Mas como os homens do poder se isolam em seus castelos, tardam em dar soluções para o que acontece nas ruas. Quiçá eles apreendessem com o CONCLAVE católico. O termo diz respeito a reunião fechada a chave para tomada de grandes decisões. Assim fechados as autoridades eclesiais iam sendo privados de água e comida, para que premidos pelas necessidades tomassem decisão mais rapidamente.
Quiçá seja isso que falte a nossos pensadores, um pouco de fome e sede.
Concordem ou não, aqui registro a minha opinião.
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domingo, 28 de fevereiro de 2010
A Igreja de Óculos Escuros.
A Igreja de óculos escuros.
Quem não tem colírio usa óculos escuros diz o refrão. Era uma alusão à irritação dos olhos. Olhos irritados prejudicam a visão.
Se não em engano no dia 22 de Fevereiro a Igreja festejou São Pedro, o pescador judeu, mártir e o primeiro Papa da Igreja. Esse homem, nos diz a Bíblia, recebeu as chaves que guardam o Magistério do Cristianismo. Ao recebê-las de Cristo ouviu: “ Pedro tu és a pedra, e sobre ti erguerei minha igreja, e as portas do Inferno não prevalecerão sobre ela”. O que estou querendo dizer com isso? Estou dizendo que a Igreja não sucumbirá ao mal.
Mas há vezes, que eu me vejo confundido, como se a Igreja andasse com os olhos irritados, escondidos por óculos escuros, que lhe protegem dos fatos reais, mas não a isenta de alguma perda de visão.
A nova Campanha da Fraternidade nos diz que não é possível servir a dois senhores ao mesmo tempo, assim sendo não podemos servir ao dinheiro e a Deus. Logo em seguida, proporá o ecumenismo, numa contradição flagrante, que no meu humilde entender, é justamente, servir não a dois senhores, mas a muitos senhores. E muitas doutrinas.
Você não entendeu? Jesus fundou uma igreja. Deu-lhe a guarda de sua doutrina. Assim surgiu a palavra grega católico, ou seja, que congrega, catalisa, os cristãos em uma só cabeça visível, Cefas (Pedra), o tal Pedro a quem Jesus chamou e disse “Sobre ti erguerei minha Igreja”.
Mas o que faz o ecumenismo dito moderno. Digo moderno porque o ecumenismo tradicional nada mais queria dizer que “Terra habitada por Cristãos”, Assim tivemos vinte e tantos Concílios Ecumênicos. Alguns muito antes do surgimento do evangelismo ( protestantismo).
Mas o ecumenismo hoje significa diálogo entre confissões cristãs. Ora nisso esta a contradição: o ecumenismo manda, ou melhor, aconselha em nome da PAZ, "reduzir a doutrina nos pontos de conflito",( será?) de modo a seguir um cristianismo com muitas cabeças, muito senhores. Ora, então, não servir ao dinheiro e a Deus, mas ao mesmo tempo em contradição servir as igrejas que são verdadeiros cultos ao dinheiro e a doutrinas estranhas, entre elas o ataque a Nossa Senhora?
Às vezes eu me pergunto se o ecumenismo não é aquele dragão com dez cabeças do qual nos fala São João em Apocalipse? Querendo devorar a Igreja e seu Filho!
Então eu fico olhando essa Igreja de óculos escuros, moderna, com alguma desconfiança, porém não com desespero, pois foi Cristo Nosso Senhor quem disse: E as portas do Inferno não prevalecerão sobre ela.
Fico assim silencioso num ato de confiança, embora em minha confiança haja alguma reserva, pois como dizia meu pai: Não ultrapasse sem visão perfeita. Ou como disse Cristo: Não tentarás o Senhor Teu Deus.
Já que é assim, eu tiro meus óculos escuros e cubro meus olhos com óculos de grau. Quero ver.
Qual é o caminho? Seguir a Pedro, ou seguir tantas cabeças e doutrinas diferentes que levou Luther a comentar sobre seus "Pastores": " cada cabeça uma sentença".
Um imenso dragão com suas muitas cabeças, cada um baforando os seus erros com cheiro de enxofre.
Wallacereq@Gmail.com
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Quem não tem colírio usa óculos escuros diz o refrão. Era uma alusão à irritação dos olhos. Olhos irritados prejudicam a visão.
Se não em engano no dia 22 de Fevereiro a Igreja festejou São Pedro, o pescador judeu, mártir e o primeiro Papa da Igreja. Esse homem, nos diz a Bíblia, recebeu as chaves que guardam o Magistério do Cristianismo. Ao recebê-las de Cristo ouviu: “ Pedro tu és a pedra, e sobre ti erguerei minha igreja, e as portas do Inferno não prevalecerão sobre ela”. O que estou querendo dizer com isso? Estou dizendo que a Igreja não sucumbirá ao mal.
Mas há vezes, que eu me vejo confundido, como se a Igreja andasse com os olhos irritados, escondidos por óculos escuros, que lhe protegem dos fatos reais, mas não a isenta de alguma perda de visão.
A nova Campanha da Fraternidade nos diz que não é possível servir a dois senhores ao mesmo tempo, assim sendo não podemos servir ao dinheiro e a Deus. Logo em seguida, proporá o ecumenismo, numa contradição flagrante, que no meu humilde entender, é justamente, servir não a dois senhores, mas a muitos senhores. E muitas doutrinas.
Você não entendeu? Jesus fundou uma igreja. Deu-lhe a guarda de sua doutrina. Assim surgiu a palavra grega católico, ou seja, que congrega, catalisa, os cristãos em uma só cabeça visível, Cefas (Pedra), o tal Pedro a quem Jesus chamou e disse “Sobre ti erguerei minha Igreja”.
Mas o que faz o ecumenismo dito moderno. Digo moderno porque o ecumenismo tradicional nada mais queria dizer que “Terra habitada por Cristãos”, Assim tivemos vinte e tantos Concílios Ecumênicos. Alguns muito antes do surgimento do evangelismo ( protestantismo).
Mas o ecumenismo hoje significa diálogo entre confissões cristãs. Ora nisso esta a contradição: o ecumenismo manda, ou melhor, aconselha em nome da PAZ, "reduzir a doutrina nos pontos de conflito",( será?) de modo a seguir um cristianismo com muitas cabeças, muito senhores. Ora, então, não servir ao dinheiro e a Deus, mas ao mesmo tempo em contradição servir as igrejas que são verdadeiros cultos ao dinheiro e a doutrinas estranhas, entre elas o ataque a Nossa Senhora?
Às vezes eu me pergunto se o ecumenismo não é aquele dragão com dez cabeças do qual nos fala São João em Apocalipse? Querendo devorar a Igreja e seu Filho!
Então eu fico olhando essa Igreja de óculos escuros, moderna, com alguma desconfiança, porém não com desespero, pois foi Cristo Nosso Senhor quem disse: E as portas do Inferno não prevalecerão sobre ela.
Fico assim silencioso num ato de confiança, embora em minha confiança haja alguma reserva, pois como dizia meu pai: Não ultrapasse sem visão perfeita. Ou como disse Cristo: Não tentarás o Senhor Teu Deus.
Já que é assim, eu tiro meus óculos escuros e cubro meus olhos com óculos de grau. Quero ver.
Qual é o caminho? Seguir a Pedro, ou seguir tantas cabeças e doutrinas diferentes que levou Luther a comentar sobre seus "Pastores": " cada cabeça uma sentença".
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A Igreja de Óculos Escuros.
A Igreja de óculos escuros.
Quem não tem colírio usa óculos escuros diz o refrão. Era uma alusão à irritação dos olhos. Olhos irritados prejudicam a visão.
Se não em engano no dia 22 de Fevereiro a Igreja festejou São Pedro, o pescador judeu, mártir e o primeiro Papa da Igreja. Esse homem, nos diz a Bíblia, recebeu as chaves que guardam o Magistério do Cristianismo. Ao recebê-las de Cristo ouviu: “ Pedro tu és a pedra, e sobre ti erguerei minha igreja, e as portas do Inferno não prevalecerão sobre ela”. O que estou querendo dizer com isso? Estou dizendo que a Igreja não sucumbirá ao mal.
Mas há vezes, que eu me vejo confundido, como se a Igreja andasse com os olhos irritados, escondidos por óculos escuros, que lhe protegem dos fatos reais, mas não a isenta de alguma perda de visão.
A nova Campanha da Fraternidade nos diz que não é possível servir a dois senhores ao mesmo tempo, assim sendo não podemos servir ao dinheiro e a Deus. Logo em seguida, proporá o ecumenismo, numa contradição flagrante, que no meu humilde entender, é justamente, servir não a dois senhores, mas a muitos senhores. E muitas doutrinas.
Você não entendeu? Jesus fundou uma igreja. Deu-lhe a guarda de sua doutrina. Assim surgiu a palavra grega católico, ou seja, que congrega, catalisa, os cristãos em uma só cabeça visível, Cefas (Pedra), o tal Pedro a quem Jesus chamou e disse “Sobre ti erguerei minha Igreja”.
Mas o que faz o ecumenismo dito moderno. Digo moderno porque o ecumenismo tradicional nada mais queria dizer que “Terra habitada por Cristãos”, Assim tivemos vinte e tantos Concílios Ecumênicos. Alguns muito antes do surgimento do evangelismo ( protestantismo).
Mas o ecumenismo hoje significa diálogo entre confissões cristãs. Ora nisso esta a contradição: o ecumenismo manda, ou melhor, aconselha em nome da PAZ, "reduzir a doutrina nos pontos de conflito",( será?) de modo a seguir um cristianismo com muitas cabeças, muito senhores. Ora, então, não servir ao dinheiro e a Deus, mas ao mesmo tempo em contradição servir as igrejas que são verdadeiros cultos ao dinheiro e a doutrinas estranhas, entre elas o ataque a Nossa Senhora?
Às vezes eu me pergunto se o ecumenismo não é aquele dragão com dez cabeças do qual nos fala São João em Apocalipse? Querendo devorar a Igreja e seu Filho!
Então eu fico olhando essa Igreja de óculos escuros, moderna, com alguma desconfiança, porém não com desespero, pois foi Cristo Nosso Senhor quem disse: E as portas do Inferno não prevalecerão sobre ela.
Fico assim silencioso num ato de confiança, embora em minha confiança haja alguma reserva, pois como dizia meu pai: Não ultrapasse sem visão perfeita. Ou como disse Cristo: Não tentarás o Senhor Teu Deus.
Já que é assim, eu tiro meus óculos escuros e cubro meus olhos com óculos de grau. Quero ver.
Qual é o caminho? Seguir a Pedro, ou seguir tantas cabeças e doutrinas diferentes que levou Luther a comentar sobre seus "Pastores": " cada cabeça uma sentença".
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Quem não tem colírio usa óculos escuros diz o refrão. Era uma alusão à irritação dos olhos. Olhos irritados prejudicam a visão.
Se não em engano no dia 22 de Fevereiro a Igreja festejou São Pedro, o pescador judeu, mártir e o primeiro Papa da Igreja. Esse homem, nos diz a Bíblia, recebeu as chaves que guardam o Magistério do Cristianismo. Ao recebê-las de Cristo ouviu: “ Pedro tu és a pedra, e sobre ti erguerei minha igreja, e as portas do Inferno não prevalecerão sobre ela”. O que estou querendo dizer com isso? Estou dizendo que a Igreja não sucumbirá ao mal.
Mas há vezes, que eu me vejo confundido, como se a Igreja andasse com os olhos irritados, escondidos por óculos escuros, que lhe protegem dos fatos reais, mas não a isenta de alguma perda de visão.
A nova Campanha da Fraternidade nos diz que não é possível servir a dois senhores ao mesmo tempo, assim sendo não podemos servir ao dinheiro e a Deus. Logo em seguida, proporá o ecumenismo, numa contradição flagrante, que no meu humilde entender, é justamente, servir não a dois senhores, mas a muitos senhores. E muitas doutrinas.
Você não entendeu? Jesus fundou uma igreja. Deu-lhe a guarda de sua doutrina. Assim surgiu a palavra grega católico, ou seja, que congrega, catalisa, os cristãos em uma só cabeça visível, Cefas (Pedra), o tal Pedro a quem Jesus chamou e disse “Sobre ti erguerei minha Igreja”.
Mas o que faz o ecumenismo dito moderno. Digo moderno porque o ecumenismo tradicional nada mais queria dizer que “Terra habitada por Cristãos”, Assim tivemos vinte e tantos Concílios Ecumênicos. Alguns muito antes do surgimento do evangelismo ( protestantismo).
Mas o ecumenismo hoje significa diálogo entre confissões cristãs. Ora nisso esta a contradição: o ecumenismo manda, ou melhor, aconselha em nome da PAZ, "reduzir a doutrina nos pontos de conflito",( será?) de modo a seguir um cristianismo com muitas cabeças, muito senhores. Ora, então, não servir ao dinheiro e a Deus, mas ao mesmo tempo em contradição servir as igrejas que são verdadeiros cultos ao dinheiro e a doutrinas estranhas, entre elas o ataque a Nossa Senhora?
Às vezes eu me pergunto se o ecumenismo não é aquele dragão com dez cabeças do qual nos fala São João em Apocalipse? Querendo devorar a Igreja e seu Filho!
Então eu fico olhando essa Igreja de óculos escuros, moderna, com alguma desconfiança, porém não com desespero, pois foi Cristo Nosso Senhor quem disse: E as portas do Inferno não prevalecerão sobre ela.
Fico assim silencioso num ato de confiança, embora em minha confiança haja alguma reserva, pois como dizia meu pai: Não ultrapasse sem visão perfeita. Ou como disse Cristo: Não tentarás o Senhor Teu Deus.
Já que é assim, eu tiro meus óculos escuros e cubro meus olhos com óculos de grau. Quero ver.
Qual é o caminho? Seguir a Pedro, ou seguir tantas cabeças e doutrinas diferentes que levou Luther a comentar sobre seus "Pastores": " cada cabeça uma sentença".
Um imenso dragão com suas muitas cabeças, cada um baforando os seus erros com cheiro de enxofre.
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Religião
Capital Federal.
O próximo presidente do Brasil haverá de se comprometer em enviar mensagem ao Congresso Nacional propondo a transferência da Capital Federal para o coração da Amazônia Legal Brasileira.
Nossa Capital já esteve na Bahia, no Rio de Janeiro e sua transferência sempre foi seguida pelo desenvolvimento, consolidação da soberania territorial, e aprofundamento da consiciência da problematica especifica de cada região.
O artigo 48 da Constituição Federal prevê:
Das Atribuições do Congresso Nacional:
Artigo 48, paragrafo VII- Transferência temporária da Capital Federal. ( não apenas tendo em vista uma agressão armada, mas tendo em vista a segurança, soberania e desenvolvimento do solo pátrio)
A transferência do poder legislativo e executivo federal para o coração da Amazónia Legal, tira esses 60% do Brasil da periferia, colocando como centro do processo legislativo, da aplicação de recursos para seu desenvolvimento, assim como exigirá maior efetivo das Forças Armadas para a garantia da Presidência da República. Um mandato presidencial, ou dois tendo em vista a possibilidade de reeleição, e o ideal de dez anos,a Capital Temporária integraria definitivamente, de maneira, sustentável, ecologicamente correta, e desenvolvimentista este rico quinhão do território nacional.
Essa transferência socorre o êxito do paragrafo IV do mesmo artigo que diz: é atribuição do Congresso Nacional elaborar: "Planos e programas nacionais, regionais e sectoriais de desenvolvimento". Elaborar é facil, dificil tem sido implementar na região dada as suas grandes distâncias e baixa densidade demografica.
A presença da Sede da União em tal região, torna a região o centro administrativo do país, revelando ao mundo, de forma insofismável a soberania nacional sobre a região.
A outra vantagem, é o aceleramento do processo de integração comercial da América Sul Americana, pois " Todos os Rios" levam ao Amazonas. Peru, Bolivia, Colombia, Equador, Venezuela e Guianas, estão direta ou indiretamente ligadas por rios ao Amazonas. Fazendo do Rio Amazonas a Roma da América do Sul, integrada por hidro vias, e no futuro, por ferro vias e rodo vias. ( ferrovias, hidrovias, rodovias)
Esta estratégia, visa aliviar a pressão ambiental de outras regiões do país
de modo a permitir a sua recuperação, ou, ao menos, a implementação adequada em recursos de grandes programas de recuperação ambiental.
Um objetivo secundário é o adensamento demográfico do Brasil Amazônico, principalmente nas faixas de fronteira territorial internacional, como prevê a Constituição. São nove os estados Amazônicos, e dezoito os estados brasileiros não Amazônicos. Caberá então, a cada dois desses estados mais populosos e ricos manter um centro de estudos universitário empenhado em estudar a sustentabilidade economica da região, como um estrategia solidária do Pacto Federativo.
Conheça os blogs do grupo G23 de Outubro
grupog23deoutubro@gmail.com
Nossa Capital já esteve na Bahia, no Rio de Janeiro e sua transferência sempre foi seguida pelo desenvolvimento, consolidação da soberania territorial, e aprofundamento da consiciência da problematica especifica de cada região.
O artigo 48 da Constituição Federal prevê:
Das Atribuições do Congresso Nacional:
Artigo 48, paragrafo VII- Transferência temporária da Capital Federal. ( não apenas tendo em vista uma agressão armada, mas tendo em vista a segurança, soberania e desenvolvimento do solo pátrio)
A transferência do poder legislativo e executivo federal para o coração da Amazónia Legal, tira esses 60% do Brasil da periferia, colocando como centro do processo legislativo, da aplicação de recursos para seu desenvolvimento, assim como exigirá maior efetivo das Forças Armadas para a garantia da Presidência da República. Um mandato presidencial, ou dois tendo em vista a possibilidade de reeleição, e o ideal de dez anos,a Capital Temporária integraria definitivamente, de maneira, sustentável, ecologicamente correta, e desenvolvimentista este rico quinhão do território nacional.
Essa transferência socorre o êxito do paragrafo IV do mesmo artigo que diz: é atribuição do Congresso Nacional elaborar: "Planos e programas nacionais, regionais e sectoriais de desenvolvimento". Elaborar é facil, dificil tem sido implementar na região dada as suas grandes distâncias e baixa densidade demografica.
A presença da Sede da União em tal região, torna a região o centro administrativo do país, revelando ao mundo, de forma insofismável a soberania nacional sobre a região.
A outra vantagem, é o aceleramento do processo de integração comercial da América Sul Americana, pois " Todos os Rios" levam ao Amazonas. Peru, Bolivia, Colombia, Equador, Venezuela e Guianas, estão direta ou indiretamente ligadas por rios ao Amazonas. Fazendo do Rio Amazonas a Roma da América do Sul, integrada por hidro vias, e no futuro, por ferro vias e rodo vias. ( ferrovias, hidrovias, rodovias)
Esta estratégia, visa aliviar a pressão ambiental de outras regiões do país
de modo a permitir a sua recuperação, ou, ao menos, a implementação adequada em recursos de grandes programas de recuperação ambiental.
Um objetivo secundário é o adensamento demográfico do Brasil Amazônico, principalmente nas faixas de fronteira territorial internacional, como prevê a Constituição. São nove os estados Amazônicos, e dezoito os estados brasileiros não Amazônicos. Caberá então, a cada dois desses estados mais populosos e ricos manter um centro de estudos universitário empenhado em estudar a sustentabilidade economica da região, como um estrategia solidária do Pacto Federativo.
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Um Brasil que cresce.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
27 de Fevereiro.
Como o texto que estava aqui éra uma bobagem, eu aproveito o título.
Hoje é aniversário de minha mãe.
Hoje é aniversário de minha mãe.
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Homenagem
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Compromissos soberanos no setor energético.
O próximo presidente do Brasil haverá de ter um compromisso inarredável com a produção de agro energia. Quiça com a formação de uma Empresa Brasileira de Agroenergia.
Dois documentos poderão informar e dar suporte ao eleitor nas próximas eleições preparando-o para ouvir sobre o tema dos biocombustíveis: A agro ecologia é nossa! ( EBA)( Movimento Popular pela criação da Empresa Brasileira de Agro energia) e CMB ( Companhia Mundial de Biomassa). Documentos raros mas completos na argumentação.
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Energia e biomassa
O retrato do absurdo.
O retrato do absurdo.
A mente humana é mesmo um show.
Da observação das fezes de um cachorro, o lápis de Deus, esboça o retrato do absurdo.
Vamos tomar por base o texto bíblico: “Ganharas o pão de cada dia com o suor de teu rosto”.
A unanimidade, dos teólogos, atribui a essa frase a descrição da necessidade que todos temos do trabalho para o próprio sustento. Não há no texto bíblico, outra referência de finalidade do trabalho a não ser o sustento da vida.
Eu observava as fezes dos animais, e intuitivamente percebi que são mais leves, menos mal cheirosas e mais absorvíveis pelo meio ambiente que as humanas. Vemos também intuitivamente que comemos muito em relação aos animais, e transformamos o que comemos em fezes. Fétida e pesadas fezes. Ora, do que comemos muito pouco é absorvido pelo corpo. O corpo retira do que comemos e bebemos um pequena parcela, e a maior parte torna-se dejeto úmido e descartável.
Sendo assim, não é difícil compreender que transformamos o suor do rosto, o nosso trabalho, e o nosso dinheiro em merda. Sim, gastamos muito em inúteis comidas, que não alimentam e que uma vez processadas são eliminadas do corpo; fossemos nós algo como uma indústria, e os economistas já haveriam decretado sua insustentabilidade. Interessante.
Nutrição não se confunde com alimentação.
Os animais irracionais no habitat natural parecem se nutrir mais adequadamente que os homens ( A da Silva Mello ).
Não seria ocaso de perguntar se nós fossemos mais atentos, mais racionais ou instintivos ( dependendo do resultado) nos apetites, se na verdade não economizaríamos muito, e não aproveitaríamos mais os nutrientes, e poluiríamos menos, e viveríamos mais, se, como os animais, comecemos para saciar a necessidade e não a gula?
A carcaça dos animais, em sua grande maioria fede menos que a dos homens. Os cadáveres dos seres humanos fedem muito, e apodrecem rapidamente. Não é isso um indicativo de nossa total inadequação do que comemos? Se for possível cientificamente pesar o que comemos e bebemos, e o que expelimos em termos de urina e fezes, descontada a transpiração e respiração (perdemos muita água pela respiração), acabaríamos por concluir que há comida de sobra no mundo, comida suficiente para que ninguém passe fome, no entanto, como porcos, transformamos tudo em um excesso de fezes. O homem transforma na verdade 90% de seu trabalho em MERDA. Retrato do absurdo.
Assunto para os nutricionistas.
Quem assistiu ao filme: “O Último Imperador”, haverá de lembrar que o médico do pequeno imperador cheirava e examinava suas fezes e assim mudava seu cardápio. Podemos provar, hoje, que os chineses comem muito menos do que nós e aproveitam muito mais sua alimentação. Ou seja, “cagam” menos, o que redunda em dizer que aproveitam mais o seu trabalho. Ou seja, gastam menos energias para mais trabalho.
Uma analise funcional da “maquina” humana e sua economia operacional, ( aproveitamento do combustivel) haveria de ser um programa experimental de governo, vinculado ao Ministério da Saúde, Energia e Trabalho que repassariam ao fim, ao Ministério da Educação a “reeducação” alimentar de todos.
Parece loucura? O tempo dirá que não.
Wallacereq@gmail.com.
OBS: A China tem dez vezes a nossa população, porém, não tem dez vezes o nosso território. A minha curiosidade seria saber quanto em termos de peso, os chineses comem em media por dia. Isso, possivelmente, provaria que os brasileiros, comem, em peso, muito mais, e se nutrem muito menos. Será?
Voce não gostaria de saber? Por exemplo que área a China tem plantada? Qual sua população urbana, o que fazem com as fezes de quase dois bilhões de pessoas?
Será que eles nada tem a nos ensinar?
Wallacereq@gmail.com
A mente humana é mesmo um show.
Da observação das fezes de um cachorro, o lápis de Deus, esboça o retrato do absurdo.
Vamos tomar por base o texto bíblico: “Ganharas o pão de cada dia com o suor de teu rosto”.
A unanimidade, dos teólogos, atribui a essa frase a descrição da necessidade que todos temos do trabalho para o próprio sustento. Não há no texto bíblico, outra referência de finalidade do trabalho a não ser o sustento da vida.
Eu observava as fezes dos animais, e intuitivamente percebi que são mais leves, menos mal cheirosas e mais absorvíveis pelo meio ambiente que as humanas. Vemos também intuitivamente que comemos muito em relação aos animais, e transformamos o que comemos em fezes. Fétida e pesadas fezes. Ora, do que comemos muito pouco é absorvido pelo corpo. O corpo retira do que comemos e bebemos um pequena parcela, e a maior parte torna-se dejeto úmido e descartável.
Sendo assim, não é difícil compreender que transformamos o suor do rosto, o nosso trabalho, e o nosso dinheiro em merda. Sim, gastamos muito em inúteis comidas, que não alimentam e que uma vez processadas são eliminadas do corpo; fossemos nós algo como uma indústria, e os economistas já haveriam decretado sua insustentabilidade. Interessante.
Nutrição não se confunde com alimentação.
Os animais irracionais no habitat natural parecem se nutrir mais adequadamente que os homens ( A da Silva Mello ).
Não seria ocaso de perguntar se nós fossemos mais atentos, mais racionais ou instintivos ( dependendo do resultado) nos apetites, se na verdade não economizaríamos muito, e não aproveitaríamos mais os nutrientes, e poluiríamos menos, e viveríamos mais, se, como os animais, comecemos para saciar a necessidade e não a gula?
A carcaça dos animais, em sua grande maioria fede menos que a dos homens. Os cadáveres dos seres humanos fedem muito, e apodrecem rapidamente. Não é isso um indicativo de nossa total inadequação do que comemos? Se for possível cientificamente pesar o que comemos e bebemos, e o que expelimos em termos de urina e fezes, descontada a transpiração e respiração (perdemos muita água pela respiração), acabaríamos por concluir que há comida de sobra no mundo, comida suficiente para que ninguém passe fome, no entanto, como porcos, transformamos tudo em um excesso de fezes. O homem transforma na verdade 90% de seu trabalho em MERDA. Retrato do absurdo.
Assunto para os nutricionistas.
Quem assistiu ao filme: “O Último Imperador”, haverá de lembrar que o médico do pequeno imperador cheirava e examinava suas fezes e assim mudava seu cardápio. Podemos provar, hoje, que os chineses comem muito menos do que nós e aproveitam muito mais sua alimentação. Ou seja, “cagam” menos, o que redunda em dizer que aproveitam mais o seu trabalho. Ou seja, gastam menos energias para mais trabalho.
Uma analise funcional da “maquina” humana e sua economia operacional, ( aproveitamento do combustivel) haveria de ser um programa experimental de governo, vinculado ao Ministério da Saúde, Energia e Trabalho que repassariam ao fim, ao Ministério da Educação a “reeducação” alimentar de todos.
Parece loucura? O tempo dirá que não.
Wallacereq@gmail.com.
OBS: A China tem dez vezes a nossa população, porém, não tem dez vezes o nosso território. A minha curiosidade seria saber quanto em termos de peso, os chineses comem em media por dia. Isso, possivelmente, provaria que os brasileiros, comem, em peso, muito mais, e se nutrem muito menos. Será?
Voce não gostaria de saber? Por exemplo que área a China tem plantada? Qual sua população urbana, o que fazem com as fezes de quase dois bilhões de pessoas?
Será que eles nada tem a nos ensinar?
Wallacereq@gmail.com
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Nutrição
O Jejum educa.
Para concordar ou discordar.
O jejum educa.
Já vimos em um dos nossos textos que a frustração é o inicio da sociabilidade. A frustração tem limites fisiológicos e mecanismos inversores. Por exemplo: a fome mobiliza para a satisfação dessa necessidade. No caso de uma criança de colo, se ela, a fome, for muito severa, o corpo, em uma reação inversa, alimenta-se de si mesmo desenvolvendo conseqüências de ordem psicológicas. Não vou desenvolver aqui. No caso de um animal carnívoro a fome estimula a agressividade e coloca o animal em prontidão para a caça, o abate, e a satisfação. Superado esse limite, o animal torna-se evasivo, amuado, mostrando-se abatido quase como se de caçador se tornasse caça. Demonstra fraqueza, enquanto o corpo alimenta-se de suas reservas. Mas a criança ainda não manifestou, e o animal não tem razão e voluntariedade. Vivem do impulso.
Esses impulsos existem, em graus educáveis, nos homens.
Todavia, as Sagradas Escrituras nos falam de Jejum. Não nos falam apenas, aconselham, e Jesus chega a assinalar a sua importância ao dizer: Esse tipo de demônio só se expulsa com oração e jejum. Vivemos em um tempo de pouca crença, e falar em demônio (mau espírito) parece besteira, algo de pouca realidade cientifica e pouco profissional; muito mais nos escandaliza se vindo de um psicólogo clinico.
Porém o jejum voluntário tem alcance psicológico espantoso.
O que faz o jejum voluntário?
A sede e a fome são sensações produzidas pela frustração. São fundadas em instintos profundos dos mais necessários para a manutenção da vida. Sede, fome e respiração. Realiza-se fisiologicamente e se revela ao campo da consciência como uma “fissura”. O controle consciente dessa fissura é o educar o impulso, no caso, educar os impulsos mais fortes de corpo, mais fortes que o sexo, pois esse depende da saúde geral do corpo e só aparece na puberdade assim como diminui seu apetite com a idade, enquanto a respiração, a sede e a fome permanecem enquanto vivemos. O Jejum Voluntário, assim, educa esses dois impulsos, os quais submetidos fortalecem a vontade humana no domínio da fissura dos demais impulsos instintivos. Tudo indica, educar a respiração é educar a emoção, é educar a alma. Todos já ouviram falar de “vontade de ferro”, força de vontade, etc. Ora isso faz referência ao domínio que uma pessoa tem sobre seus impulsos. Como vimos superficialmente acima, ao dominarmos e educarmos a fome, nós dominamos a agressividade, a vitalidade reacional, a intempestividade. Ao dominarmos voluntariamente a sede, dominamos o mal estar que nos proporciona todo o esforço físico que nos consome água e açucares. Sem precisar descer aos detalhes fisiológicos, podemos notar que o homem treinado no jejum, tem um domínio sobre a vida instintiva em nível superior, ora isso em termos psicológicos nos denuncia maior racionalidade em detrimento da impulsividade, e em termo religioso maior espiritualidade sobre o domínio da carne sobre a personalidade. Como, já vimos em outro texto, à frustração é o principio de toda a socialização, a antecipação ou retardo, ou seja, controle voluntário sobre a frustração faz do individuo muito mais sociável sob o ponto de vista psicológico, e muito mais espiritualizado sob o ponto de vista religioso, pois a vontade da alma impera no domínio das necessidades carnais, sem, no entanto anulá-las, mas as submetendo à vontade e a razão educa-os; e isso se traduz sem esforço em conhecimento e autoconhecimento. (o Cristianismo nos ensina que somos uma unidade indissolúvel de alma e carne, de tal modo necessárias uma à outra, que esperamos pela ressurreição da carne, pois a alma permanece num estado incompleto na morte física, separada de sua carne).
Que vantagens teriam sobre o homem moderno esse domínio sobre os seus impulsos mais profundos e sua “fissura”? Um homem se livraria ou evitaria muitos de seus vícios. Um homem saberia controlar e bem utilizar sua sexualidade. Um homem educaria positivamente sua agressividade, um homem teria mais equilíbrio emocional, mais coerência intra-psíquica, mais domínio de si.
Ora, se Deus nos fez racionais e livres na vontade, nos ensinou lógica e naturalmente a submeter pela vontade a nós mesmos, e em conseqüência exercer os jogos de sujeição /domínio que dizem respeito à socialização. Dominar-se significa submeter o corpo ao espiritual no ponto de vista religioso, e o instintivo ao racional no campo psicológico. No entanto Jesus ao sublinhar a importância do jejum, o vincula a expulsão de um tipo de demônio, ou seja, a sujeição e domínio de outro espírito. Ou melhor, o domínio próprio tem ação sobre o domínio alheio. Como Deus nos criou para o Bem através do Fim Ultimo do Homem, ou seja, a salvação de sua alma, uma possessão, pelo contrário, de um individuo é o domínio de uma vontade maligna sobre a alma humana, e através dela sobre seu corpo. A alma submetida enfraquece no seu domínio moral e esse domínio sobre a moral individual se manifesta através do corpo, não só pela superação do instintivo sobre o racional, mas sobre o mal sobrepondo o bem individual, repetindo o mecanismo de inversão, que pode levar o cidadão ao suicídio. A morte de si mesmo se apresenta para o suicida como remédio para o sofrimento e licença contra as frustrações, ou seja, o individuo já não suporta, a si e seus limites, ao outro e seus limites, e a Deus e a imposição moral de seus limites.
Julga escapar e se condena.
Desde que a criança deixa o ventre materno, onde vivia sem a sensação de peso, mergulhada em um espaço de pressão quase constante do liquido que a envolve, temperatura constante, recebendo alimentos, líquidos e “respiração” pelo cordão umbilical, seu nível de frustração era mínimo, embora haja quem discorde sob o ponto de vista psicológico. atribuindo traumas, de vida intra-uterina, podemos dizer, com mais segurança, e com mais simplicidade, que o nascer, separa e frustra. A temperatura muda há agora a sensação de peso, surge à fome e a sede, os pequenos músculos fazem mais esforço para mover-se donde se conclui que a frustração e não a satisfação é o motor da socialização. Ora se o nível de frustração era baixo no útero materno havia satisfação em nível elevado, mas sociabilidade zero, assim a frustração (* entendida por alguns, como reforço negativo) é que moldará à luz, os comportamentos de relação com a mãe, outras pessoas e com as coisas. Ora, a oração nos coloca em harmonia com a vontade de Deus e o jejum voluntário nos submete a Deus e desenvolve AUTORIDADE sobre demônios. (sobre espíritos maus).
OBS: donde podemos traduzir a exortação de Jesus: Aquele tipo de demônios, só se expulsa pela Oração e Jejum, ou seja, só se expulsa pelo perfeito contacto com a vontade de Deus e pelo perfeito domínio de Si (Jejum). É Deus quem opera, mas opera através de um instrumento humano que tenha coerência para, em sua carne, não oferecer resistência a Autoridade de Deus. O Jejum, portanto, fortalece a autoridade da vontade sobre as “fissuras” do corpo. Isto é socializar-se.
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)
Conheça o G23 Presidente
O jejum educa.
Já vimos em um dos nossos textos que a frustração é o inicio da sociabilidade. A frustração tem limites fisiológicos e mecanismos inversores. Por exemplo: a fome mobiliza para a satisfação dessa necessidade. No caso de uma criança de colo, se ela, a fome, for muito severa, o corpo, em uma reação inversa, alimenta-se de si mesmo desenvolvendo conseqüências de ordem psicológicas. Não vou desenvolver aqui. No caso de um animal carnívoro a fome estimula a agressividade e coloca o animal em prontidão para a caça, o abate, e a satisfação. Superado esse limite, o animal torna-se evasivo, amuado, mostrando-se abatido quase como se de caçador se tornasse caça. Demonstra fraqueza, enquanto o corpo alimenta-se de suas reservas. Mas a criança ainda não manifestou, e o animal não tem razão e voluntariedade. Vivem do impulso.
Esses impulsos existem, em graus educáveis, nos homens.
Todavia, as Sagradas Escrituras nos falam de Jejum. Não nos falam apenas, aconselham, e Jesus chega a assinalar a sua importância ao dizer: Esse tipo de demônio só se expulsa com oração e jejum. Vivemos em um tempo de pouca crença, e falar em demônio (mau espírito) parece besteira, algo de pouca realidade cientifica e pouco profissional; muito mais nos escandaliza se vindo de um psicólogo clinico.
Porém o jejum voluntário tem alcance psicológico espantoso.
O que faz o jejum voluntário?
A sede e a fome são sensações produzidas pela frustração. São fundadas em instintos profundos dos mais necessários para a manutenção da vida. Sede, fome e respiração. Realiza-se fisiologicamente e se revela ao campo da consciência como uma “fissura”. O controle consciente dessa fissura é o educar o impulso, no caso, educar os impulsos mais fortes de corpo, mais fortes que o sexo, pois esse depende da saúde geral do corpo e só aparece na puberdade assim como diminui seu apetite com a idade, enquanto a respiração, a sede e a fome permanecem enquanto vivemos. O Jejum Voluntário, assim, educa esses dois impulsos, os quais submetidos fortalecem a vontade humana no domínio da fissura dos demais impulsos instintivos. Tudo indica, educar a respiração é educar a emoção, é educar a alma. Todos já ouviram falar de “vontade de ferro”, força de vontade, etc. Ora isso faz referência ao domínio que uma pessoa tem sobre seus impulsos. Como vimos superficialmente acima, ao dominarmos e educarmos a fome, nós dominamos a agressividade, a vitalidade reacional, a intempestividade. Ao dominarmos voluntariamente a sede, dominamos o mal estar que nos proporciona todo o esforço físico que nos consome água e açucares. Sem precisar descer aos detalhes fisiológicos, podemos notar que o homem treinado no jejum, tem um domínio sobre a vida instintiva em nível superior, ora isso em termos psicológicos nos denuncia maior racionalidade em detrimento da impulsividade, e em termo religioso maior espiritualidade sobre o domínio da carne sobre a personalidade. Como, já vimos em outro texto, à frustração é o principio de toda a socialização, a antecipação ou retardo, ou seja, controle voluntário sobre a frustração faz do individuo muito mais sociável sob o ponto de vista psicológico, e muito mais espiritualizado sob o ponto de vista religioso, pois a vontade da alma impera no domínio das necessidades carnais, sem, no entanto anulá-las, mas as submetendo à vontade e a razão educa-os; e isso se traduz sem esforço em conhecimento e autoconhecimento. (o Cristianismo nos ensina que somos uma unidade indissolúvel de alma e carne, de tal modo necessárias uma à outra, que esperamos pela ressurreição da carne, pois a alma permanece num estado incompleto na morte física, separada de sua carne).
Que vantagens teriam sobre o homem moderno esse domínio sobre os seus impulsos mais profundos e sua “fissura”? Um homem se livraria ou evitaria muitos de seus vícios. Um homem saberia controlar e bem utilizar sua sexualidade. Um homem educaria positivamente sua agressividade, um homem teria mais equilíbrio emocional, mais coerência intra-psíquica, mais domínio de si.
Ora, se Deus nos fez racionais e livres na vontade, nos ensinou lógica e naturalmente a submeter pela vontade a nós mesmos, e em conseqüência exercer os jogos de sujeição /domínio que dizem respeito à socialização. Dominar-se significa submeter o corpo ao espiritual no ponto de vista religioso, e o instintivo ao racional no campo psicológico. No entanto Jesus ao sublinhar a importância do jejum, o vincula a expulsão de um tipo de demônio, ou seja, a sujeição e domínio de outro espírito. Ou melhor, o domínio próprio tem ação sobre o domínio alheio. Como Deus nos criou para o Bem através do Fim Ultimo do Homem, ou seja, a salvação de sua alma, uma possessão, pelo contrário, de um individuo é o domínio de uma vontade maligna sobre a alma humana, e através dela sobre seu corpo. A alma submetida enfraquece no seu domínio moral e esse domínio sobre a moral individual se manifesta através do corpo, não só pela superação do instintivo sobre o racional, mas sobre o mal sobrepondo o bem individual, repetindo o mecanismo de inversão, que pode levar o cidadão ao suicídio. A morte de si mesmo se apresenta para o suicida como remédio para o sofrimento e licença contra as frustrações, ou seja, o individuo já não suporta, a si e seus limites, ao outro e seus limites, e a Deus e a imposição moral de seus limites.
Julga escapar e se condena.
Desde que a criança deixa o ventre materno, onde vivia sem a sensação de peso, mergulhada em um espaço de pressão quase constante do liquido que a envolve, temperatura constante, recebendo alimentos, líquidos e “respiração” pelo cordão umbilical, seu nível de frustração era mínimo, embora haja quem discorde sob o ponto de vista psicológico. atribuindo traumas, de vida intra-uterina, podemos dizer, com mais segurança, e com mais simplicidade, que o nascer, separa e frustra. A temperatura muda há agora a sensação de peso, surge à fome e a sede, os pequenos músculos fazem mais esforço para mover-se donde se conclui que a frustração e não a satisfação é o motor da socialização. Ora se o nível de frustração era baixo no útero materno havia satisfação em nível elevado, mas sociabilidade zero, assim a frustração (* entendida por alguns, como reforço negativo) é que moldará à luz, os comportamentos de relação com a mãe, outras pessoas e com as coisas. Ora, a oração nos coloca em harmonia com a vontade de Deus e o jejum voluntário nos submete a Deus e desenvolve AUTORIDADE sobre demônios. (sobre espíritos maus).
OBS: donde podemos traduzir a exortação de Jesus: Aquele tipo de demônios, só se expulsa pela Oração e Jejum, ou seja, só se expulsa pelo perfeito contacto com a vontade de Deus e pelo perfeito domínio de Si (Jejum). É Deus quem opera, mas opera através de um instrumento humano que tenha coerência para, em sua carne, não oferecer resistência a Autoridade de Deus. O Jejum, portanto, fortalece a autoridade da vontade sobre as “fissuras” do corpo. Isto é socializar-se.
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)
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Comportamento e moral
O Jejum educa.
Para concordar ou discordar.
O jejum educa.
Já vimos em um dos nossos textos que a frustração é o inicio da sociabilidade. A frustração tem limites fisiológicos e mecanismos inversores. Por exemplo: a fome mobiliza para a satisfação dessa necessidade. No caso de uma criança de colo, se ela, a fome, for muito severa, o corpo, em uma reação inversa, alimenta-se de si mesmo desenvolvendo conseqüências de ordem psicológicas. Não vou desenvolver aqui. No caso de um animal carnívoro a fome estimula a agressividade e coloca o animal em prontidão para a caça, o abate, e a satisfação. Superado esse limite, o animal torna-se evasivo, amuado, mostrando-se abatido quase como se de caçador se tornasse caça. Demonstra fraqueza, enquanto o corpo alimenta-se de suas reservas. Mas a criança ainda não manifestou, e o animal não tem razão e voluntariedade. Vivem do impulso.
Esses impulsos existem, em graus educáveis, nos homens.
Todavia, as Sagradas Escrituras nos falam de Jejum. Não nos falam apenas, aconselham, e Jesus chega a assinalar a sua importância ao dizer: Esse tipo de demônio só se expulsa com oração e jejum. Vivemos em um tempo de pouca crença, e falar em demônio (mau espírito) parece besteira, algo de pouca realidade cientifica e pouco profissional; muito mais nos escandaliza se vindo de um psicólogo clinico.
Porém o jejum voluntário tem alcance psicológico espantoso.
O que faz o jejum voluntário?
A sede e a fome são sensações produzidas pela frustração. São fundadas em instintos profundos dos mais necessários para a manutenção da vida. Sede, fome e respiração. Realiza-se fisiologicamente e se revela ao campo da consciência como uma “fissura”. O controle consciente dessa fissura é o educar o impulso, no caso, educar os impulsos mais fortes de corpo, mais fortes que o sexo, pois esse depende da saúde geral do corpo e só aparece na puberdade assim como diminui seu apetite com a idade, enquanto a respiração, a sede e a fome permanecem enquanto vivemos. O Jejum Voluntário, assim, educa esses dois impulsos, os quais submetidos fortalecem a vontade humana no domínio da fissura dos demais impulsos instintivos. Tudo indica, educar a respiração é educar a emoção, é educar a alma. Todos já ouviram falar de “vontade de ferro”, força de vontade, etc. Ora isso faz referência ao domínio que uma pessoa tem sobre seus impulsos. Como vimos superficialmente acima, ao dominarmos e educarmos a fome, nós dominamos a agressividade, a vitalidade reacional, a intempestividade. Ao dominarmos voluntariamente a sede, dominamos o mal estar que nos proporciona todo o esforço físico que nos consome água e açucares. Sem precisar descer aos detalhes fisiológicos, podemos notar que o homem treinado no jejum, tem um domínio sobre a vida instintiva em nível superior, ora isso em termos psicológicos nos denuncia maior racionalidade em detrimento da impulsividade, e em termo religioso maior espiritualidade sobre o domínio da carne sobre a personalidade. Como, já vimos em outro texto, à frustração é o principio de toda a socialização, a antecipação ou retardo, ou seja, controle voluntário sobre a frustração faz do individuo muito mais sociável sob o ponto de vista psicológico, e muito mais espiritualizado sob o ponto de vista religioso, pois a vontade da alma impera no domínio das necessidades carnais, sem, no entanto anulá-las, mas as submetendo à vontade e a razão educa-os; e isso se traduz sem esforço em conhecimento e autoconhecimento. (o Cristianismo nos ensina que somos uma unidade indissolúvel de alma e carne, de tal modo necessárias uma à outra, que esperamos pela ressurreição da carne, pois a alma permanece num estado incompleto na morte física, separada de sua carne).
Que vantagens teriam sobre o homem moderno esse domínio sobre os seus impulsos mais profundos e sua “fissura”? Um homem se livraria ou evitaria muitos de seus vícios. Um homem saberia controlar e bem utilizar sua sexualidade. Um homem educaria positivamente sua agressividade, um homem teria mais equilíbrio emocional, mais coerência intra-psíquica, mais domínio de si.
Ora, se Deus nos fez racionais e livres na vontade, nos ensinou lógica e naturalmente a submeter pela vontade a nós mesmos, e em conseqüência exercer os jogos de sujeição /domínio que dizem respeito à socialização. Dominar-se significa submeter o corpo ao espiritual no ponto de vista religioso, e o instintivo ao racional no campo psicológico. No entanto Jesus ao sublinhar a importância do jejum, o vincula a expulsão de um tipo de demônio, ou seja, a sujeição e domínio de outro espírito. Ou melhor, o domínio próprio tem ação sobre o domínio alheio. Como Deus nos criou para o Bem através do Fim Ultimo do Homem, ou seja, a salvação de sua alma, uma possessão, pelo contrário, de um individuo é o domínio de uma vontade maligna sobre a alma humana, e através dela sobre seu corpo. A alma submetida enfraquece no seu domínio moral e esse domínio sobre a moral individual se manifesta através do corpo, não só pela superação do instintivo sobre o racional, mas sobre o mal sobrepondo o bem individual, repetindo o mecanismo de inversão, que pode levar o cidadão ao suicídio. A morte de si mesmo se apresenta para o suicida como remédio para o sofrimento e licença contra as frustrações, ou seja, o individuo já não suporta, a si e seus limites, ao outro e seus limites, e a Deus e a imposição moral de seus limites.
Julga escapar e se condena.
Desde que a criança deixa o ventre materno, onde vivia sem a sensação de peso, mergulhada em um espaço de pressão quase constante do liquido que a envolve, temperatura constante, recebendo alimentos, líquidos e “respiração” pelo cordão umbilical, seu nível de frustração era mínimo, embora haja quem discorde sob o ponto de vista psicológico. atribuindo traumas, de vida intra-uterina, podemos dizer, com mais segurança, e com mais simplicidade, que o nascer, separa e frustra. A temperatura muda há agora a sensação de peso, surge à fome e a sede, os pequenos músculos fazem mais esforço para mover-se donde se conclui que a frustração e não a satisfação é o motor da socialização. Ora se o nível de frustração era baixo no útero materno havia satisfação em nível elevado, mas sociabilidade zero, assim a frustração (* entendida por alguns, como reforço negativo) é que moldará à luz, os comportamentos de relação com a mãe, outras pessoas e com as coisas. Ora, a oração nos coloca em harmonia com a vontade de Deus e o jejum voluntário nos submete a Deus e desenvolve AUTORIDADE sobre demônios. (sobre espíritos maus).
OBS: donde podemos traduzir a exortação de Jesus: Aquele tipo de demônios, só se expulsa pela Oração e Jejum, ou seja, só se expulsa pelo perfeito contacto com a vontade de Deus e pelo perfeito domínio de Si (Jejum). É Deus quem opera, mas opera através de um instrumento humano que tenha coerência para, em sua carne, não oferecer resistência a Autoridade de Deus. O Jejum, portanto, fortalece a autoridade da vontade sobre as “fissuras” do corpo. Isto é socializar-se.
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)
Conheça o G23 Presidente
O jejum educa.
Já vimos em um dos nossos textos que a frustração é o inicio da sociabilidade. A frustração tem limites fisiológicos e mecanismos inversores. Por exemplo: a fome mobiliza para a satisfação dessa necessidade. No caso de uma criança de colo, se ela, a fome, for muito severa, o corpo, em uma reação inversa, alimenta-se de si mesmo desenvolvendo conseqüências de ordem psicológicas. Não vou desenvolver aqui. No caso de um animal carnívoro a fome estimula a agressividade e coloca o animal em prontidão para a caça, o abate, e a satisfação. Superado esse limite, o animal torna-se evasivo, amuado, mostrando-se abatido quase como se de caçador se tornasse caça. Demonstra fraqueza, enquanto o corpo alimenta-se de suas reservas. Mas a criança ainda não manifestou, e o animal não tem razão e voluntariedade. Vivem do impulso.
Esses impulsos existem, em graus educáveis, nos homens.
Todavia, as Sagradas Escrituras nos falam de Jejum. Não nos falam apenas, aconselham, e Jesus chega a assinalar a sua importância ao dizer: Esse tipo de demônio só se expulsa com oração e jejum. Vivemos em um tempo de pouca crença, e falar em demônio (mau espírito) parece besteira, algo de pouca realidade cientifica e pouco profissional; muito mais nos escandaliza se vindo de um psicólogo clinico.
Porém o jejum voluntário tem alcance psicológico espantoso.
O que faz o jejum voluntário?
A sede e a fome são sensações produzidas pela frustração. São fundadas em instintos profundos dos mais necessários para a manutenção da vida. Sede, fome e respiração. Realiza-se fisiologicamente e se revela ao campo da consciência como uma “fissura”. O controle consciente dessa fissura é o educar o impulso, no caso, educar os impulsos mais fortes de corpo, mais fortes que o sexo, pois esse depende da saúde geral do corpo e só aparece na puberdade assim como diminui seu apetite com a idade, enquanto a respiração, a sede e a fome permanecem enquanto vivemos. O Jejum Voluntário, assim, educa esses dois impulsos, os quais submetidos fortalecem a vontade humana no domínio da fissura dos demais impulsos instintivos. Tudo indica, educar a respiração é educar a emoção, é educar a alma. Todos já ouviram falar de “vontade de ferro”, força de vontade, etc. Ora isso faz referência ao domínio que uma pessoa tem sobre seus impulsos. Como vimos superficialmente acima, ao dominarmos e educarmos a fome, nós dominamos a agressividade, a vitalidade reacional, a intempestividade. Ao dominarmos voluntariamente a sede, dominamos o mal estar que nos proporciona todo o esforço físico que nos consome água e açucares. Sem precisar descer aos detalhes fisiológicos, podemos notar que o homem treinado no jejum, tem um domínio sobre a vida instintiva em nível superior, ora isso em termos psicológicos nos denuncia maior racionalidade em detrimento da impulsividade, e em termo religioso maior espiritualidade sobre o domínio da carne sobre a personalidade. Como, já vimos em outro texto, à frustração é o principio de toda a socialização, a antecipação ou retardo, ou seja, controle voluntário sobre a frustração faz do individuo muito mais sociável sob o ponto de vista psicológico, e muito mais espiritualizado sob o ponto de vista religioso, pois a vontade da alma impera no domínio das necessidades carnais, sem, no entanto anulá-las, mas as submetendo à vontade e a razão educa-os; e isso se traduz sem esforço em conhecimento e autoconhecimento. (o Cristianismo nos ensina que somos uma unidade indissolúvel de alma e carne, de tal modo necessárias uma à outra, que esperamos pela ressurreição da carne, pois a alma permanece num estado incompleto na morte física, separada de sua carne).
Que vantagens teriam sobre o homem moderno esse domínio sobre os seus impulsos mais profundos e sua “fissura”? Um homem se livraria ou evitaria muitos de seus vícios. Um homem saberia controlar e bem utilizar sua sexualidade. Um homem educaria positivamente sua agressividade, um homem teria mais equilíbrio emocional, mais coerência intra-psíquica, mais domínio de si.
Ora, se Deus nos fez racionais e livres na vontade, nos ensinou lógica e naturalmente a submeter pela vontade a nós mesmos, e em conseqüência exercer os jogos de sujeição /domínio que dizem respeito à socialização. Dominar-se significa submeter o corpo ao espiritual no ponto de vista religioso, e o instintivo ao racional no campo psicológico. No entanto Jesus ao sublinhar a importância do jejum, o vincula a expulsão de um tipo de demônio, ou seja, a sujeição e domínio de outro espírito. Ou melhor, o domínio próprio tem ação sobre o domínio alheio. Como Deus nos criou para o Bem através do Fim Ultimo do Homem, ou seja, a salvação de sua alma, uma possessão, pelo contrário, de um individuo é o domínio de uma vontade maligna sobre a alma humana, e através dela sobre seu corpo. A alma submetida enfraquece no seu domínio moral e esse domínio sobre a moral individual se manifesta através do corpo, não só pela superação do instintivo sobre o racional, mas sobre o mal sobrepondo o bem individual, repetindo o mecanismo de inversão, que pode levar o cidadão ao suicídio. A morte de si mesmo se apresenta para o suicida como remédio para o sofrimento e licença contra as frustrações, ou seja, o individuo já não suporta, a si e seus limites, ao outro e seus limites, e a Deus e a imposição moral de seus limites.
Julga escapar e se condena.
Desde que a criança deixa o ventre materno, onde vivia sem a sensação de peso, mergulhada em um espaço de pressão quase constante do liquido que a envolve, temperatura constante, recebendo alimentos, líquidos e “respiração” pelo cordão umbilical, seu nível de frustração era mínimo, embora haja quem discorde sob o ponto de vista psicológico. atribuindo traumas, de vida intra-uterina, podemos dizer, com mais segurança, e com mais simplicidade, que o nascer, separa e frustra. A temperatura muda há agora a sensação de peso, surge à fome e a sede, os pequenos músculos fazem mais esforço para mover-se donde se conclui que a frustração e não a satisfação é o motor da socialização. Ora se o nível de frustração era baixo no útero materno havia satisfação em nível elevado, mas sociabilidade zero, assim a frustração (* entendida por alguns, como reforço negativo) é que moldará à luz, os comportamentos de relação com a mãe, outras pessoas e com as coisas. Ora, a oração nos coloca em harmonia com a vontade de Deus e o jejum voluntário nos submete a Deus e desenvolve AUTORIDADE sobre demônios. (sobre espíritos maus).
OBS: donde podemos traduzir a exortação de Jesus: Aquele tipo de demônios, só se expulsa pela Oração e Jejum, ou seja, só se expulsa pelo perfeito contacto com a vontade de Deus e pelo perfeito domínio de Si (Jejum). É Deus quem opera, mas opera através de um instrumento humano que tenha coerência para, em sua carne, não oferecer resistência a Autoridade de Deus. O Jejum, portanto, fortalece a autoridade da vontade sobre as “fissuras” do corpo. Isto é socializar-se.
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sábado, 13 de fevereiro de 2010
Uma Chama que se apaga. Uma alma e um juizo eterno.
Wallace, gostaria que você informasse no seu bloq o falecimento de Otavio Canhão Bernardes, grande escultor Angolano com obras em praças do Lobito e aqui em Curitiba na Praça Fernando Pessoa com a obra a chama da poesia, é verbete no dicionário da Adalice Araújo.Morreu hoje dia 13 de fevereiro às 6hs da manhã, estava no Rio de Janeiro desde novembro de 2009,para tratamento de saúde junto com sua filha e esposa.
Um grande abraço, Maristella Della Giacoma
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