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terça-feira, 11 de maio de 2010

Amazonia, 60% do solo brasileiro negligenciado historicamente.


Defesa Ciivil da Amazônia.


via grupog23 de Grupo G23 em 01/09/08


Sistema de Defesa e Preservação Civil da Amazônia.


O Brasil é imenso. Considerado o seu espaço aéreo e territorial, a floresta amazônica e os estados da federação que a formam, saltam aos olhos, apesar dos esforços que vem sendo feitos na sua efetiva ocupação, os problemas que se revelam em área, isolamento, falta de infra-estrutura e impenetrabilidade.Além de rica em bio-diversidade, madeira, em água doce, princípios ativos úteis a bioquímicos e minerais raros, um documento da Petrobrás titulado “O Petróleo e a Petrobrás” datado de 1980, nos diz e acrescentam as riquezas da Amazônia, o que é de máxima importância para nós brasileiros, que a área, desde o Acre (bacia terciária) até a ilha de Marajó no outro extremo do rio, abriga uma imensa bacia sedimentar, petrolífera, a espera de ser adequadamente explorada. Jazidas de gás, ferro, manganês, cassiterita (estanho) continuam a ser encontradas em profusão e seu absurdo potencial hidroelétrico é de difícil avaliação constituindo um patrimônio invejável. Estima-se hoje, segundo o site do SIVAM, de que, somente em madeira de lei, possuímos 1,7 TRILHÕES de dólares preservados naquela área. Para cientistas da USP, somente os dejetos, folhas e outros resíduos em decomposição poderão produzir álcool, quase em volumes iguais, ou superiores (uma vez que são renováveis) ao que se espera da Amazônia em Petróleo. Mais ainda, avalia-se hoje um patrimônio concreto de mais de 1,6 TRILHÕES de dólares em princípios ativos, úteis para a indústria química e farmacêutica (site do SIVAM 2004). Relatórios do Sindipetro, entregues em Curitiba a uma agencia de publicidade, faz notar, que o Rio Negro, ao contrario do que todos acreditavam, não tem a sua cor escura apenas pela alta presença de “umus” fertilizante, mas sim de óleo, provavelmente do afloramento nas regiões altas da Fronteira da Venezuela, o pais maior produtor de petróleo da América do Sul.Em conversa com um militar que acaba de voltar, depois de três longos anos na Amazônia, notei que nós sulistas desconhecemos, em essência, as minúcias do problema geral, da sobrevivência, da locomoção, da resistência na permanência das populações, na manutenção da saúde das comunidades, e na fiscalização daquela imensa área. Quadro mais grave é o de sua defesa. Hoje, o exercito discute a “Calha Norte”, com maiores recursos humanos e infra-estrutura para atender a região. Mas ainda assim não é suficiente, afirma o coronel Roberto de Paula Avelino gerente da Calha Norte.Os problemas se agravam no Amapá e Roraima, ao Norte. E é necessária a intensificação da vigilância física das fronteiras do Peru e Bolívia. Internamente, grandes companhias estrangeiras fazem o que querem, e se apropriam silenciosamente e sistematicamente desse patrimônio brasileiro.Um soldado treinado em um curso de um ano, não suporta o isolamento da floresta, diz um sargento, mais do que dois meses. E, segundo o militar, nenhum programa de preservação, fiscalização e ocupação far-se-á sem a colaboração e o engajamento dos nativos. Mesmo as tropas militares só se desenvolvem adequadamente quando os recrutas nasceram e se criaram na região. Caso contrario, diz o militar, o rendimento dos batalhões cai muito. (ver curiosidades no site “Farol”, a presença militar na Amazônia Legal”)Digamos que isso é uma primeira condição se não necessária ao menos é ideal. Ou seja, que um programa civil, auxiliar da preservação e defesa da Amazônia Legal se suporte, em primeiro lugar, nos nativos da região. Seja, na promoção técnica e cultural dos nativos, no cuidado primário de sua saúde, no fomento à fertilidade destas populações, (aumento demográfico) onde estará a base ideal do sistema de ocupação efetiva do território.Uma segunda condição, aparentemente ditada pelas atuais circunstâncias político ideológicas, é o como, a maneira de percorrer a sua imensa área para preservá-la ou fiscaliza-la a fim de protegê-la? Pergunto? Satélites desde o espaço? O SIVAM? O antigo RADAM? Aumento dos postos militares avançados existentes nas longínquas fronteiras (Calha Norte)? Caças velozes capazes de interceptar aviões? A presença mais densa da Marinha nos Rios? Hovercraft velozes? Incremento da Policia Federal naquela área? Tudo isso existe e em andamento.O que estamos propondo, é algo diferente, algo que envolva definitivamente e diretamente a comunidade e a juventude na responsabilidade pelo patrimônio Amazônico. É uma Patrulha Aérea Civil semelhante à existente e operante nos EUA, (ver na Internet: Civil Air Patrol. Gov.) que seja a uma só tempo formadora, integradora, educadora dos nativos da floresta, promotora humana e instrumento eficiente e auxiliar da fiscalização e da defesa da Amazônia Legal. Uma força auxiliar ao exercito, à aeronáutica e a marinha, e também aos institutos de pesquisa e preservação existentes na Amazônia, assim como auxilio aos outros órgãos oficiais que desenvolvam ações paralelas. Limitada, é obvio, a ação à capacidade operacional da Patrulha.Os rios são as vias naturais que integram a região, mas não penetram em profundidade as florestas. As populações são via de regra ribeirinhas. As rodovias, quase inexistentes, apesar do esforço hercúleo da Transamazônica, também não se adequam à missão de fiscalização e defesa, e são, agora, de dificílima conservação. Sobra-nos o ar, o espaço aéreo, que ao que tudo indica é o meio mais adequado para se percorrer rapidamente, fiscalizar, identificar áreas, fotografar, mapear, socorrer ou localizar, dar combate ao fogo, enfim, informar sobre o desmatamento, incêndios, contrabando, presença de grupos armados e aeronaves estrangeiras, mineração ilegal, instalações e pistas de pouso clandestinas, barcos, serrarias flutuantes, etc., etc. e tal. Melhor seria um aparelho como um hidroavião, ou avião de treinamento e de uso misto, terra-água. Digo avião, porque são muito mais econômicos que helicópteros. Aviões movidos a álcool se possível. Helicópteros não pode ser a base operacional do sistema por serem muito caros no preço unitário e caros na manutenção. Zepelins surgem como opção.Mas tudo que voa, precisa de lugar para pouso e decolagem e uma mínima infra-estrutura na água ou na terra. Sabemos pela imprensa que o exercito vem dinamitando pistas clandestinas, que, pelo contrario poderiam servir, assistida pelo exército e civis, como base de pouso e decolagem da Patrulha Civil.Ora, todos sabem que existe o SIVAM, controle e vigilância eletrônica da área, também sabemos que existem aviões de caça preparados para agir na área; helicópteros de diversas procedências (civis e militares) e finalmente, sabemos também que a FAB e o CAM (Correio Aéreo Nacional) cobrem partes da área territorial da Amazônia, ofertando transporte, e muitas vezes, até mesmo o necessário socorro médico, mas que não cobrem, e nem registram, em termos de pequenos eventos que ocorrem ou ocorram em tempo real nas entranhas das florestas, algo que se aproxime em torno de 10% do território da Amazônia Legal. Aqui surge a necessidade de um esquema civil. Dado ao tamanho da área, barcos, veículos e aviões, militares e civis, procuram defender uma área que todos sabemos absolutamente despovoada e inóspita.Para se ter uma idéia real do problema, a partir do mapeamento que acabo de fazer das pistas registradas e existentes, ocorrem áreas em que um avião a jato (900 km/h), levantando vôo, poderá sobrevoar em direção dos quatro pontos cardeais e voar, mais de hora e meia, sem sobrevoar o mínimo indicio de presença humana. Isso é o mesmo que atravessar o estado do Paraná sem ver ninguém. Sentem a dificuldade?Então o que eu proponho? Eu proponho, a criação pelo governo federal em parceria com os governos estaduais, de um rosário de pistas de pouso, estrategicamente dispostas na região, servindo de bases da Patrulha Aérea Civil (e também o aproveitamento dos aéreos clubes já existentes, hoje o DAC - Departamento de Aviação Civil - nos informa que existem apenas sete naquela imensa área) de modo que alunos, nativos em primeiro lugar, recrutados pelas juntas de serviço militar, voem aviões baratos e econômicos, nacionais se possível, gratuitamente (sem pagar a hora de vôo), abastecidos com gasolina ou álcool, subsidiado, ou gerado na floresta, e servidos por instrutores militares e civis, desde que aprendam, cuidem e fiscalizem, e façam relatórios, tomem fotos digitais de fatos dignos de fiscalização, como por exemplo, desmatamento, incêndios, forme uma rede de rádio telefonia de base aérea, e informem, ao comando aéreo militar e a comunidade engajada, sistematicamente, e a ABIM, ao SIVAM, ou outro órgão oficial de interesse, sempre obedecendo aos planos de vôo que cubram metódica e sistemicamente a imensa área amazônica como se fora uma colcha de retalhos.Imagino Bases da Patrulha Aérea Civil, nos rios, lagos e nas florestas, equipados com aviões identificados por “transponders” especiais. Bases onde existam dormitórios e classes de aula, preparando homens e mulheres, na sua cidadania mais perfeita e responsável, no seu amor à pátria, no ambientalismo racional, na sociologia própria, nos rudimentos das ciências físicas, nas técnicas de sobrevivência, nos rudimentos da medicina, da economia sustentável, do direito internacional, na solidariedade para com as populações isoladas, no heroísmo e nacionalismo extremados, e no domínio proficiente das aeronaves.Todos sabem que o Brasil, é um imenso mercado para a aviação de pequeno (incluindo a agrícola) e de grande porte, portanto precisamos de pilotos, de militares da reserva (o “breve de piloto” é equivalente ao militar de reserva de primeira classe), de jovens preparados, conscientes e pró-ativos.É naquela população, embrenhada na selva, necessitada do auxilio dos aviões, seja para o abastecimento energético ou alimentar, para o socorro à saúde, para o transporte, para a comunicação, para o socorro de comunidades e para o adequado desenvolvimento, preservação e defesa da soberania brasileira na Amazônia que encontraremos o suporte ideal da Patrulha.E nós brasileiros precisamos, enquanto nação, do território da Amazônia Livre de Intervenção Estrangeira. Esse é um projeto absolutamente econômico em sua relação custo beneficio para a nação brasileira. Esse é um projeto verdadeiramente nacionalista.


Wallace Requião de Mello e Silva.


Texto & pesquisa. ( texto ja postado em 2008).





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Spider Net do G 23 ( repetindo matéria postada em Setembro de 2008)

No passado e presente.

Spider Net do G 23
A rede do G23 na internet, via Grupog23 de Grupo G23 em 01/09/08

O G 23 está ajudando a transformando o Governador do Paraná em um Homem Aranha no sentido real do termo.
Nossa Spider Net (rede de aranha) nesses meses vêm incrementando em muitas cidades do Brasil e popularizando o nome de Requião Vejam vocês como a boa vontade e a simplicidade faz milagres. Com humildade, voluntariamente, a custo zero, nós do G 23 sempre lembrando que não somos os Porta Vozes do ex -governador, mas apenas seus fãs, vamos fazendo o nosso "Trabalhinho" e curtindo os "Frutinhos". Saborosos todavia.

No futuro, um grupo de especialista em Informatica, ( de primeira grandeza) estarão propondo e instalando uma nova tecnologia de apoio ao ex governador Roberto Requião, algo mais profissional, rápido e eficiente. O próprio Governador através do Twitter ampliou bastante a dinâmica interactiva de seus seguidores pessoais. O G 23 Presidente, tem crescido, com muita humildade, cerca de 200 novos leitores por semana, e já superou nesses meses de trabalho pouco mais de 10.000 leitores. ( dissemos leitores e não seguidores). A cidade de São Paulo continua como sendo a de menor rejeição e maior tempo de permanência no Blog. E Curitiba com o meior número de leitores.

OBS: como esse Blog iniciou sua analise no Google Analytics em 30 de Abril de 2010, os resultados que apresentamos é uma estimativa presumida, tomando por base a media diária de crescimento em 11 dias de analise, considerndo-se desde o ano de 2009.
Wallacereq@gmail.com

Wallace Requião de Mello e Silva.Para o G 23 de Outubro.


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G 23 Curiosidade. o MiG23.







É possível que as pessoas se perguntem o porquê do nome G 23. É uma abreviação de Grupo de Estudos 23 de Outubro. Ora, em 23 de Outubro temos dois fatos históricos muito importantes, o fim do Concilio Ecumênico de Nicéia, que definia a questão do culto devocional às imagens, e o primeiro vôo do mais pesado que o ar, no histórico vôo do 14 Bis.



A sigla é representativa de uma pistola de 23 tiros a G 23; do Grupo das 23 Nações em Desenvolvimento na América Latina; do Navio Almirante Motta, o simpático G 23, navio tanque da Marinha Brasileira que leva a frota mais longe, e, finalmente do MiG23, avião caça, na forma de um delta, já bem esquecido.



Portanto o Grupo de estudos 23 de Outubro, quer levar o nome do ex-governador Requião mais longe. Quer fazer voar, num futuro próximo uma candidatura nacional; quer ter um número ímpar de balas na agulha; quer voar com velocidade e destreza, e quer ensinar a lícita devoção à imagem dos homens lúcidos e íntegros da politica nacional, assim como ensinar a defendê-los na mesma medida em que nos representam na vida pública. Finalmente nós do G 23 advogamos o aquecimento das relações comerciais dos países americanos de língua latina, criando um mercado interno sul e norte americano e a cooperação militar, comercial e fortalecedora desse novo bloco de nações irmanadas na sua história Cristã e Católica. Essa é a resposta que temos ao G 23, nossa sigla e carisma.

Espero que esse texto te responda as dúvidas.
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Aviso aos navegantes.

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segunda-feira, 10 de maio de 2010

Das grandes cidades para as fronteiras brasileiras.


Recurso para as Forças Armadas colaborarem na Inversão do Fluxo migratório do país.


A tese que trago aqui não é nova. Diz respeito às Forças Armadas Brasileiras e a uma guerra que estamos perdendo. Estamos perdendo a juventude para o vicio, o trafico e o relativismo de todos os valores.
A tese que trago, pode ser contestada pelos militares, mas eu a trago porque ela se ajusta aos anos de minha observação nessa vida. As forças armadas foram responsáveis pelo fluxo de jovem dos interiores do Brasil, para os grandes centros e ou suas proximidades. Não os únicos responsáveis.
È chegada à hora dessa inversão, e é chegada à hora, da sociedade brasileira perceber as vantagens de investimentos nas forças armadas principalmente enquanto instituição formadora de homens e mulheres verdadeiros e comprometidos com a construção de um país.
O governo do Paraná nesses últimos anos procurou melhora a educação, os serviços, a saúde, a comunicação, o comercio, a indústria o emprego, nas pequenas e medias cidades, de modo a recriar a identidade e as vantagens na qualidade de vida dessas cidades frente aos graves problemas vividos nas metrópoles e suas regiões metropolitanas. Os resultados, no Paraná, segundo o IPARDES, já se pode sentir estatisticamente com uma redução do fluxo migratório e fixação do homem do campo, hoje bem valorizado.
As Forças Armadas também podem contribuir com essa inversão de fluxo, levando jovens das grandes cidades para os mais longínquos e carentes rincões do país, PARA SEREM TREINADOS, numa guerrilha, numa guerra, uma guerra muito especial, a de salvar a juventude brasileira no exercício da solidariedade com as populações mais necessitadas desse país, sem, no entanto perderem de vista o treinamento militar e profissional.
Tenho muita fé, nessa estratégia, e muita fé que a sociedade brasileira entenderia muito melhor os pesados recursos que nossas Forças Armadas necessitam e necessitarão num futuro próximo, para a defesa e garantia de nossa plena Soberania.
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As Forças Armadas e uma juventude sem deveres.


Um Brasil sem deveres.

Fiz uma breve pesquisa nos suportes de mídia (veículos de comunicação) e descobri que a palavra “Dever” nunca é usada em relação aos jovens, com apenas uma exceção, só tem dever o Estado. Ou seja, hoje, a palavra chave da linguagem mediática é "Direitos". Todos têm direitos, e ninguém tem deveres.
Somente o Estado tem deveres para com os direitos do cidadão. Eu poderia desenvolver esse tema, mas o que quero trazer aqui é algo diferente.

DOM Mauro Morelli, em programa da TV Educativa, nos deu uma idéia bem razoável. Disse ele: Se os bispos quiserem, poderão ajudar a população brasileira com a tolerância zero ao analfabetismo em suas dioceses. Interessante essa proposição, pois devolve a Igreja uma de suas missões, a de ensinar a Ler, para poder ler a Palavra de Deus. Tal proposição nos indica que a Igreja tem esse dever, não só através de escolas católicas, mas agora, nessa emergência social de suprir essa carência social desse imenso contingente de adultos analfabetos, a Igreja não pode se omitir.
Isso serve também para outras instituições semelhantes, embora seja essa uma função constitucional do Estado. Do mesmo modo, ao ouvir na mesma TV uma entrevista com o General Augusto Heleno Pereira, deduzi duas coisas, urge que o Brasil volte a encarar a infra-estrutura militar brasileira em vias de cumprir o preceito constitucional de que é obrigatório o serviço militar.
Ora, na verdade, as Forças Armadas cumprem uma atividade impar, ela transforma jovens que só tinham até então direitos, e os introduz no mundo dos deveres cívicos e militares. Esse papel pedagógico das Forças Armadas não pode ser desprezado no desenvolvimento da Sociedade Brasileira.
O excesso de contingente, hoje, chega a ser uma falácia, um crime, numa população tão carente de civismo e deveres, como a população brasileira.
O Brasil precisa de jovens a seu serviço, jovens cumprindo esse dever através do treinamento militar, treinamento que hoje já acena com atividades cada vez em maior número direcionadas no alcance das necessidades sociais de um povo tão carente. As Forças Armadas do Brasil têm cumprido missões as mais variadas nesse sentido, seja contribuindo na infra-estrutura do país (estradas, pontes, ferrovias, portos, pistas de pouso, unidades militares geradoras de comunidades civis (nucleos de ocupação do solo), avanços industriais, pesquisa, correio, assistência médica, e ate socorro em catástrofes naturais) ou seja, formando jovens cônscios de seus deveres para com a pátria. Como vemos não é pouco. As Forças Armadas não são apenas as Instituições de Defesa contra ataques externos, mas é ( ou são) também ferramentas de construção de uma juventude comprometida, uma alavanca na transição de mimados cidadãos cheios de direitos, para cidadãos cônscios de seus deveres.
O cidadão jovem tem deveres: os deveres de auto-sustento, os deveres impostos pela paternidade; os deveres com as contribuições públicas para a manutenção dos serviços públicos; os deveres de solidariedade; os deveres de defesa da Pátria e da segurança Social e comunitária; o dever de aprender e ensinar para obter a melhoria do conjunto da população brasileira e o dever de desenvolver o espírito coorporativo ( nacionalista) e cooperativo ( democrático) sendo, tanto como individuo como célula familiar, co-irmanadas no dever de desenvolver e defender a Nação Brasileira e isso implica na defesa da soberania territorial brasileira., onde, idealmente, viva um povo que em primeiro lugar olhe para seus irmãos carentes de tudo.
Nós Brasileiros não estamos aqui para resolver os problemas do mundo, nós estamos aqui, em primeiro lugar, para resolvermos os nossos problemas, depois quiçá, libertos dos grilhões internacionais, com liberdade e responsabilidade, haveremos de cumprir os nosso deveres internacionais, diante dessa grande irmandade chamada Humanidade.
Mas vejam, eles só lembram de nós, quando o Brasil irá resolver alguns de seus problemas, energia, água, comida, minerais e mercado de consumo. Suas ajudas ( órgãos de Cooperação Internacionais) tem sido formas veladas de domínio e endividamento .
O que nós estamos propondo aqui, é o uso das forças armadas como instrumento de amadurecimento da nossa juventude, não apenas como um serviço de preparo de soldados em vias de uma guerra armada, mas de jovens capazes de enfrentar a guerra interna com a demolição de todos os valores da nação, e por consequência entregando a juventude ao mimo, ao ócio, e as drogas. As Forças armadas são aptas para consumir a adrenalina da juventude rebelde.

wallacereq@gmail.com





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Entrevista Bruta

Voce não está vendo a entrevista com Roberto Requião, policiamento ideologico do Google.


Wallacereq@gmail.com

Os grandes navios brasileiros de cimento armado.

Moderna Plataforma de petróleo feita em concreto.



Navio indiano todo feito em concreto em 1918.


Lançamento de navio mercante todo feito em concreto em 1940;


Barcaça de rio, toda feita em concreto. Holanda.


Imagens de construção de navios em concreto, na decada de 40 e mais antigos. ( arquivo revista Life) mais abaixo publicação técnica da Real Marinha Inglesa.




















SS Arthur Talbot totalmente construido em cimento em Tampa, Florida, 1943.



Estaleiros em cimento armado.



Muito antes da primeira Guerra mundial a Inglaterra já pesquisava navios totalmente feitos em cimento. Durante a primeira e segunda Guerra, nos momentos em que a industria do aço já não suportava as demandas, varias nações optaram pelo navios de transporte totalmente feitos em cimento armado. Hoje a tecnologia do concreto armado desenvolveu-se muito, e novos navios totalmente construído em cimento podem ser realidade viável economicamente, assim como portos e pistas de pouso flutuantes em nosso rios, como é o caso do porto de Manaus, no Amazonas. Acima algumas gravuras da tecnologia de navios em cimento publicados pela Real Marinha Inglesa muitos anos atrás. Na Internet podemos encontrar muita informação sobre Navios de Beltrão, em língua portuguesa ou "Concrete Ships" em língua inglesa. O Brasil é grande produtor de cimento, e esse tipo de obra, é uma das estratégias para investimento em estruturas que aliviem a construção civil nas megas cidades, ao mesmo tempo que essa frota "incomum" poderá alavancar a economia de nosso país. Navios para transporte de alcool e biocombustiveis.( óleo vegetal). Até a presente data ninguém se dispôs, em nosso país a encarar os fatos com competência e maturidade técnica. Nossos petroleiros seriam construídos assim, em tempo recorde para atender a demanda do Pré Sal.. Idéia do grupo G23 de Outubro para o G 23 Presidente.

Navios baratos para servirem ao mercado do Bloco Sul Americano. Integração comercial da América do Sul.


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Indios tinham alma?

Gravura: Victor Meireles, Primeira Missa no Brasil.

Indios sem alma, mulheres sem alma, negros sem direitos, e brancos sem vergonha.

Tinham alma os índios?

É muito interessante a freqüência com que encontro em livros de história, ou periódicos a afirmação de que a Igreja Católica em plena idade Média, e inicio da Moderna, ainda não se decidira se as mulheres os negros e os índios tinham ou não alma. Mentira maliciosa e mal intencionada divulgada à exaustão pelos inimigos do verdadeiro cristianismo.Embora a idade média termine com a tomada de Constantinopla pelos Turcos em 1453, com o avanço dos otomanos na seara cristã, e os portugueses desde muito já conhecessem os negros, asim como a figura dos Três REIS MAGOS, com a imagem do rei negro fosse cultuada em Portugal desde os anos 1200, não se poderá, em hipótese nenhuma, acusar a Igreja de tal duvida grosseira. Os negros tinham alma.
Da mesma forma os gregos desde a antiguidade, e os judeus conheciam os negros desde o tempo do exílio no Egito, e todos devem saber, existem os judeus negros, os Phalashas. (Origem da palavra falácia) A Rainha do Sul que visita Salomon era negra (etiope). Não é difícil comprovar, como vemos, que o catolicismo, enquanto Igreja de Pedro, fenômeno palestino e romano, gira em torno da figura da mãe de Jesus Cristo, portanto gira em torno da alma da mulher; Santa e imaculada. Ora, sendo assim, desde o inicio da Igreja, como comprovam as primeiras imagens de Maria nas catacumbas romanas, cultuou-se a alma feminina, a alma de Maria, portanto a Igreja nunca duvidou da existência da alma da mulher. Esta desmentida a primeira acusação.
Do mesmo modo, como diz o Novo Testamento, Cristo mandando os apóstolos ir pregar a todos os povos da terra, não deixou algum povo fora da evangelização da Igreja, muito menos a Igreja evangeliza seres sem alma. Ora, como vemos é falsa também a segunda acusação.

Como todos sabem a Sagrada Escritura ressalta a origem comum de todos os homens e mulheres. Primeiro em Gênese, quando Deus cria Adão e Eva nossos primeiros pais ( simbolicos ou não). Depois novamente durante o Dilúvio, onde toda a humanidade pós-diluviana descende de Noé sua mulher e filhos, e naturalmente suas esposas.
Portanto a origem comum da humanidade pós-diluviana, Noé e seus descendentes, e suas esposa é que dariam origem aos demais povos da terra. Todos os povos sem excessão.
Para as Sagradas Escrituras não haveria a mínima possibilidade de existirem seres humanos sem alma. A Igreja nunca ensinou outra coisa.

E o ameríndio?
Como vimos acima o índio desde sempre, para a Igreja, tem teve e terá alma. Como Provar?
O primeiro documento Oficial da Igreja sobre os ameríndios é a Bula Ipsa Veritas de 1537, assinada pelo Papa Paulo III (Alexandre Farmes) lembrando aos colonos de toda a América a vocação dos povos indígenas ao batismo é a fé cristão, e já condenando os abusos.Como título de curiosidade, e boa prova do que digo, registro aqui alguns dados para estimular os pesquisadores interessados nas coisas da Igreja.

Assim, nas primeiras obras manuscritas e ou, publicadas na América, pela Igreja e que foram escritas para a edificação do ameríndio, para a catequese de todos e para a cristianização das massas, ainda que nos pareça um pouco maçante, insisto, todavia, para que fique registrado esse trabalhoso inventário para o registro dos historiadores e curiosos ou estudantes de plantão como uma prova definitiva e cabal de que na América nunca se duvidou, ao menos por parte da Igreja, da existência da alma ameríndia, ficando assim desmentida também a terceira acusação.

Na gravura que vemos acima como ilustração desse texto, e na Carta de Caminha (1500) que elogiava abertamente os índios, ou nos relatos de D. Álvaro Cabeza de Vaca descrevendo a sua estada na América do Norte (1527) e mais tarde no Brasil (1541) não encontramos nenhuma duvida sobre a existência ou não da alma ameríndia.

Hernão (Fernão) de Cortez aportou no Yucatã, no México em 1519. Ele se relacionará com uma ameríndia, escrava de outros ameríndios (astecas) batizada como Marina, (provavelmente a primeira ameríndia batizada na América pelos espanhóis) que será como nos conta a história, sua companheira, esposa e pivô da conquista mexicana. E ninguém batiza quem não tem alma.

Com a conquista do México em 1523/25, foi ali instalada pelos padres a primeira tipografia da América, na cidade de Tenochtitlan, hoje cidade do México. Foi instalada como nos contam os relatos da Igreja em 1539 obra e iniciativa do primeiro arcebispo do México D. João de Zumárraga. Pode-se provar através desses documentos que os catecismos na América tinham os ameríndios como principal objetivo. Foram compostos por missionários franciscanos, agostinianos, e jesuítas (esses a partir de 1540).

No Brasil o primeiro catecismo impresso e destinado aos índios era uma versão do catecismo de Marcos Jorge. O padre Grã, superior geral dos jesuítas, fez vir de Portugal exemplar em 1564. Também o padre Ignácio Martins SJ, fez uma compilação da doutrina cristã que ficou conhecida em todo o Brasil como Cartilha do Mestre Ignácio. Em 1574, o padre Leonardo do Vale traduziu a Cartilha para o Tupi, que foi posteriormente aperfeiçoada por José de Anchieta que, por sua vez, também organizou outra gramática, a gramática tupi-guarani. Como estamos vendo, a Igreja, para ensinar, procurava aprender as línguas para poder comunicar-se.O padre Antonio Lemos Barbosa, publicou em edição fac-símile do catecismo em língua brasílica (língua geral) quase todo redigido em base tupi, dito antigo, língua geral falada no Brasil, sob forma de diálogos catequéticos.

No inicio, na America espanhola, ainda restrita às Antilhas. Já se conhecia algumas obras como a de Pedro de Córdoba em castelhano destinada ao uso dos missionários para instrução dos índios em forma de histórias; sua primeira publicação veio em 1544. Em 1553 Zumárraga mandou publicar os manuscritos dos padres Turíbio de Montolina e João Ramirez OP.Em 1537 registra-se a ordem do Imperador Carlo V de imprimir a tradução em língua indígena de João de Ramirez OP (isso é fantástico sobre o ponto de vista histórico).

Os primeiros franciscanos chegados ao México em 1523 eram três freis belgas. Um deles João Conveur que morreu muito moço deixou um manuscrito em língua mexicana (asteca ou yucatã); Frei Pedro van der Moere também publicou um catecismo em língua mexicana. Desta obra as edições de 1547 e 1553 passaram a ser editadas no próprio México. Como já dissemos também existe em língua ameríndia a obra do frei Turíbio de Montolina, conhecido um exemplar da versão editada em 1539.

Em 1584 foi instalada a primeira gráfica do Peru por iniciativa do Jesuíta Turíbio de Mongrovejo, arcebispo do Vice Reino do PeruEm 1603 no Sínodo de Assunção, o catecismo de Lima citado acima foi traduzido para língua guarani pelo frei Luiz de Boãnos OFM. O texto em guarani foi ao prelo em 1640. Encontramos registros em língua guatemalteca publicada pelos franciscanos em 1540, obra do frei Francisco Marroquin, primeiro bispo da Guatemala. Existe um catecismo em língua Yucatã de Digo de Landa OFM; alem desse o de Domingos de Vaez SJ em língua origina da Florida conforme narra Cabeza de Vaca. Há outros registros em língua gorgotoqui; chirrguan, chané, capacorro e payamo. O jesuíta Pedro Anasco missionário em 1572 é a quem se atribui a gramática das línguas faladas no Tucumã ( México).

Termino esse texto citando o jesuíta Diogo de Samamiego que escreveu o conhecido “Catecismo, Arte e Vocabulário” da língua Chirriguana. Cabe ainda dizer que o muito que se sabem hoje sobre as culturas incas maias e astecas se deve aos registros, mapas, compilação de desenhos pelo Bispo Digo de Landa, já citado.Ninguém distenderia tanto esforço e tempo, até a própria vida se não acreditasse na Alma dos ameríndios.

Acho que o texto ficou bem objetivo e fala por si mesmo. Todos os documentos e nomes citados podem ser pesquisados e encontrados. Acho que o texto responde a dúvida construída e divulgada ou maliciosamente plantada nos textos religiosos e históricos de autores críticos da Igreja, e surpreendentemente repetidos pelos autores católicos.


Wallace Requião de Mello e Silva. ( pesquisa & texto)

Para o Grupo 23 de Outubro.



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domingo, 9 de maio de 2010

Dia das mães.

Já que fiz uma singela e merecida homenagem às minhas tias, mostro essa foto de minha mãe, e mãe de todos os meus irmãos. Lucy Requião de Mello e Silva. Nascida em 27 de Fevereiro de 1915. Assim, com esse sorriso, meu pai se apaixonou.


Reparem que não há metais, brincos, adereços, nem cremes ou baton. A beleza da mulher estava na higidez (saúde), atitude positiva diante da vida, sorriso franco e um brilho nos olhos que ofuscaria qualquer jóia rara. Nessa data ela já era mãe de seu primeiro filho.
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8 de Maio, fim da Guerra Mundial e dia da Cruz Vermelha.

No dia 8 de Maio festejamos o fim da segunda Guerra Mundial. A juventude não lembra, mas durante a Guerra não somente soldados brasileiros foram convocados para servir a patria na Guerra, mas também enfermeiras voluntárias da Cruz Vermelha. Mostro nos documentos abaixo a prontidão das irmãs Requião, ao menos as solteiras, que se apresentaram. Alba, Luiza, Iza, Sirth e Gertrudes Requião. Podemos ver duas delas nessa foto histórica tirada no Hospital Militar Divisionário em 1940. A Guerra iniciou em 1938.















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sábado, 8 de maio de 2010

As hidrovias e a nova capital do Brasil.

Hidrovias e a capital do Brasil no coração da Amazônia.

Como centro e facilitadora de integração da America do Sul.

As hidrovias foram os caminhos de penetração do homem no continente Americano. Pelos rios, os homens com suas embarcações ou sem elas entraram aos pouco no interior das matas. Os homens são seres vivos que precisam beber e comer todos os dias, assim, naquelas longas aventuras, sem comunicação eletrônica, seguir os leitos dos rios era seguro, pois havia água, peixes e orientação, onde os homens sabiam de onde tinham vindo e para onde iam (contra a correnteza). Diferente nas matas, onde o risco de se perder era enorme, muitas vezes se ficava sem água, e outras vezes sem alimento. Com o tempo, por motivos que não posso imaginar quais foram, os homens parecem ter esquecido os rios. Preferiram as beiras do mar, e os caminhos terrestres. (possivelmente pelo transporte de gado). Com a crise energética, e a nova mentalidade integradora da America do Sul, voltam-se os homens para o debate da racionalidade das Hidrovias. Os rios voltam a ter o valor que nunca deveriam ter perdido, seja na geração de energia, seja como via de transporte de grandes cargas, seja no abastecimento da vida, seja como garantia de proteína animal (pescado). A capital do Brasil em uma região ribeirinha intermédia entre o alto e baixo Amazonas poderá tornar-se a Roma da America do Sul, (todos os caminhos levam a Roma hidroviária), pois pelos rios Amazônicos se integra o Brasil, com a Bolívia, Peru, Colômbia, Venezuela, Equador, Guianas, e pode-se, com algumas adaptações ligar-se pelos rios o Norte Brasileiro, ao Rio Paraguai nas proximidades de Goiana, e por meio dele se chegar a Buenos Aires, passando por Assunção no Paraguai. Não há novidade nisso, embora, essas mercadorias vindas das regiões mais isoladas dos países vizinhos possam também pelos rios, serem distribuídas com rapidez e eficiência, por muitos de nossos estados. Procure seguir os mapas. Observe os rios amazônicos navegáveis. Veja as vantagens. Essa discussão, hoje, pode tornar-se internacional. Os rios são os caminhos naturais de Integração da Nossa América do Sul. Leia o livro: A Hora das Hidrovias; estradas para o futuro do Brasil.


Wallace Requião de Mello e Silva

Para o G 23 de Outubro.



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Cidadãos fora de controle.

Segurança pública.

Cidadãos fora de controle.

O longo processo de aprendizado pelo qual passam todos os homens, e mulheres, ao qual chamamos educação , seja a educação formal, seja a informal, é sem duvida o instrumento de controle da pessoa sobre si mesma. Coordenamos os movimentos para poder andar, mover os membros e falar. Controlamos a respiração e sutis movimentos para poder comunicar idéias , falando, gesticulando ou escrevendo. Controlamos as fezes e urina para garantir a higiene pessoal e a convivência social. Controlamos a agressividade para a cooperação, e controlamos a sexualidade para viver com responsabilidade o amor. Enfim tudo, em ordem do que é verdadeiramente humano passa pela educação (educar a ação) e, portanto, por um escopo de valores que dão um norte à vida humana. Retirados esses valores somos animais, por vezes ferozes, como muitos outros seres movidos apenas pelos instintos. Violentos, sem culpa, os animais por não terem opção. Criminosos os homens por terem opção e liberdade de escolha. Concluímos, portanto que esses valores transmitidos, sejam pelos exemplos comportamentais, sejam pela ideologia transmitida via oral ou racional, são como podemos verificar experimentalmente, os freios e os controles da pessoa humana. São como se foram controles internos, rédias, que fazem com que o homem opte em agir ou não agir desse ou daquele modo. Se os homens estão perdendo o controle sobre si ou o controle solidário uns sobre os outros, que entendemos como coerção social positiva, o que estamos assistindo é uma crise de valores. Não que os valores morais tenham perdido a eficácia, mas eles vêm sendo sistematicamente demolidos, negados, e refutados sempre e a partir de uma elite detentora dos meios “econômicos” e de comunicação (trocas humanas) e da educação formal (preparo e explicação da socialização racional). Com perseverança doentia esses meios e métodos corrompem demolindo os valores iniciais e fundamentais formadores da pessoa humana. Ser humano é ser socialmente adequado. É tão grave a intervenção inter-meios que os homens já temem gerar a vida por egoísmo e falsa liberdade, disfarçados em preocupação pela “felicidade” dos filhos que não devem ser gerados para não “sofrerem” a violência de suas “covardia educadora”. Entendo aqui, que os meios de comunicação (trocas humanas) não são apenas entendidos como um conjunto de instrumentos de ampliação de expressão humana, eles são manipuladores frutos da expressão do egoísmo humano uma vez que podem educar ou deseducar as pessoas no seu convívio social. A violência se produz na comunicação em primeiro lugar. Hoje (os meios de troca) são instrumentos de uma revolução pela violência do homem contra si mesmo e contra o próximo, uma violência contra a idéia que o homem faz do certo e do errado. Na verdade uma violência contra Deus numa negação sistemática de que Deus possa ter inteligência e vontade expressa e revelável ao homem amorosamente. A mentira de que o homem é o autor de si mesmo, é a base fundamental da violência, violência contra Deus em primeiro lugar e violência contra o próximo causada pela simples retirada do certo e errado moral onde o homem pela luta (violência da vida) se impõe e vence aos outros. Onde quero chegar com o argumento, você estará pensando. Estou dizendo francamente, que a violência é uma das conseqüências da destruição dos valores morais e da imposição das técnicas educacionais que corrompem o autocontrole das pessoas ( entregando a pessoa aos seus impulsos) diminuindo a educação sobre os seus instintos, seus impulsos e, portanto diminuindo a sua capacidade de convivência social. O combate ao controle social (o controle de uns sobre os outros) é um erro, porque é um combate à educação na sua essência. Em nome de uma rebeldia aos controles sociais, entendidos em dado momento como excessivos, rígidos ou doentios e até patogênicos, atacaram e atacam irresponsavelmente os fundamentos da própria sociedade, que começa, como consequência a se decompor em violência pela violência, (vencer o outro ainda que pela sua morte) e já não aparece como defesa, mas como um fim em si mesmo, uma libertação, uma violência gradativamente crescente e incontrolável, pois em primeiro lugar ela atinge os valores de controle social, pois ela, para ser coibida ou reeducada na sua manifestação mais radical, precisaria dos mesmos valores morais que destruiu bem solidificado na consciência dos homens para o seu adequado controle pessoal e social e reintegração. Não há, haverá, ou houve outra forma de convívio em sociedade. E não houve na história da humanidade deontologia ( teoria do valor) que não se fundamente em alguma idéia de Deus ( ou sua negação). Como eles (os valores morais) têm sidos afastados sistematicamente da vida social, esperam as pessoas que a força, (imposição violenta), ou seja, a vara simbólica da autoridade paterna transferida para o Estado Armado, hoje militarizada e armada nas policias (o braço forte contra o povo), contenha o descontrole da vida social.

Ora, se pensarmos bem não podemos culpar a economia, pois a injustiça econômica também é conseqüência dessa perda de valores de justiça e responsabilidade social. A injustiça econômica também é um valor moral corrompido. Se a Sociedade quer recuperar alguma paz social deverá em primeiro lugar cessar esse constante ataque ( violência) aos valores morais feitos, principalmente, através dos meios de comunicação (cinema, novelas, video-games, desenhos) e também pelos educadores despreparados que se nomeiam revolucionários da moral humana. A violência é ensinada sempre que propomos a “vivência” irrestrita das paixões humanas, pois a paixão como é entendida em nossos dias, é a mais radical expressão do egoísmo, do individualismo, do desrespeito ao próximo, portanto é a fonte de toda a violência, pois a violência nada mais é do que desrespeito ao direito alheio, máxime e melhor percebida como lesão ao direito a integridade física e à vida do outro. Um ato desesperado da “self revolution”... da licença de si mesmo contra o próximo e contra tudo que lhe é externo. Como bem diz em outras palavras e símbolos Sylvie Groxi em seu livro “Valores Humanos uma Viagem do Eu ao Nós”.
Do eu? (da Dor)
Dos nós ( nós os homens) apertados... Da ( e na) malha social.

Wallace Requião de Mello e Silva.

Para o Grupo 23 de Outubro
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Este que segue adiante!

Este que segue alheio às premicias do mundo e traz agitação na alma sempre inquieta....
que chora com os que choram e tem horror profundo à incomperensão e ao mal... será acaso poéta?

Este que estrelas vê na podridão do mundo
que ama o céu e o sol e tem alma de esteta....
que pulveriza de ouro o verme mais imundo,
este, também, será apenas um poéta?

Ou será ele, enfim, um ser incompreendido,
a mussitar sozinho o coração sofrido
na aceitação da vida , erguendo a sua meta?

Deixai-o, então, seguir cantando seus albores,
deixai-o prosseguir entre espinhos e flores,
pois sempre cantará o que nasceu poeta!

Argentina de Mello e Silva.




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Que importa o mundo.

Que importa o mundo, que importa
o homem ter ido à lua,
se eu vivo atrás de uma porta
que me separa da tua?

Argentina de Mello e Silva, poetiza, já falecida, tia do governador Requião



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Confissões do Tio Wallace Req

Não se trata das Confissões de Santo Agostinho. Se trata das confissões do Tio Wallace. Eu jantava com os Bispos do Paraná que foram à casa do governador Requião em um jantar de despedida do governo, quando contei ao novo Bispo que eu fora seminarista. Ele sorriu incrédu-lo. Digamos que eu não faço o tipo.
Conversa vai, conversa vem e eu com aquela má impressão de que o Bispo havia me tomado por mentiroso. Mas como jogo só se perde depois do apito do juiz, quando levantamos da mesa para as despedidas, vieram em minha direção o Padre Kleina ( Paróquia Santa Rita de Cassia) e o Padre Reginaldo Manzotti ( Paróquia Nossa Senhora do Guadalupe), os padres mais pop da capital, e unissonos disseram na frente do Bispo: " você foi nosso colega de seminário". Rimos muito, e eu fui salvo como se diz: pelo "Gongo". Agora descobri que o padre Aparecido, capelão do Palácio do Governo também foi meu colega. Eu entrei na Instituto Teológico dos padres Claretianos tardiamente, e já era, portanto, bem mais velho que eles.

Wallacereq@gmail.com

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Irrigação Noturna (twtvid)



Visite o twitter do @requiaopmdb

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Paraná, record nacional em crescimento industrial graças a sua politica fiscal. 18,6%

Visão de administrador e estadista.


“E enquanto não tivermos industrialização os empregos gerados continuaram sendo de no maximo 2 salarios minimos ” – Requião
Governador do Paraná defende investimento maciço no setor produtivo para transpor os efeitos da crise econômica internacional
Fonte: Brasil de Fato Brasil de Fato
Por Mário Augusto Jakobskind
O Governador do Paraná, Roberto Requião, acredita que o Brasil está numa encruzilhada: ou se fazem fortes e maciços investimentos industriais, criando condições para o desenvolvimento real, ou “selamos a nossa história como meros produtores de commodities agrícolas, consolidando augusta presença no mundo subdesenvolvido, do atraso, da periferia”. E, se isso acontecer, acrescentou, o Brasil se reduzirá a espaço para as plantationsdas multinacionais”.
Essa opinião foi apresentada por Requião no seminário “Alternativas para o Brasil enfrentar a crise”, evento realizado na Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no Rio de Janeiro, e organizado por dez entidades, entre as quais o Conselho Regional de Economia, além do jornal Monitor Mercantil.
No entender de Requião, uma das medidas para se enfrentar a crise financeira cada vez mais presente no setor produtivo da economia brasileira é a estatização do crédito. O governador defende que, em vez de repassar dinheiro para os bancos investirem em títulos do Tesouro, o Estado deve conduzir uma política de financiamento extremamente agressiva, forçando também o sistema bancário a abrir linhas de crédito para ao empresariado brasileiro, especialmente para a indústria. Requião cobrou a efetivação de uma política industrial, que nunca sai do papel, e lembrou o que considerou óbvio, ou seja, que “sem industrialização não há desenvolvimento”.
Investimentos em infra-estrutura
Depois de alertar para a necessidade de se investir em infra-estrutura, o governador lembrou que, com o fato de que 60% do território brasileiro não são acessados por estrada de ferro, rodovia ou avião, e não possuem energia elétrica ou telefone, não existe nenhuma chance de construirmos uma economia forte.
Além disso, defendeu o controle do câmbio. “Um país que pretenda ser zeloso de sua soberania e de suas decisões na área econômica não pode deixar o câmbio solto, sem vigilância, submetido aos azares da sorte”.
O governador defendeu também uma proposta do professor Carlos Lessa, ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que perdeu o cargo no primeiro governo Lula por entrar em choque com representantes do capital financeiro, inclusive o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles: “todas as operações cambiais deveriam ser centralizadas no Banco do Brasil, cabendo ao Banco Central esclarecer as circunstâncias dos fluxos, pois o país precisa saber, sua soberania exige que saiba, as condições de todas as operações de câmbio”.
A desoneração do consumo foi também um dos pontos sugeridos por Requião para o Brasil enfrentar a crise financeira que se amplia. Para ele, é necessário uma “reforma tributária que diminua os impostos sobre os bens de consumo que o salário compra”. E observou: “estou fazendo isso no Paraná, reduzindo de 25% e 18% para l2% o ICMS sobre 95 mil produtos de consumo dos assalariados. Ao mesmo tempo, para equilibrar a arrecadação, elevo alíquotas de produtos que não influam diretamente sobre os preços do que os assalariados consomem”.
Ainda segundo Requião, no momento que o Brasil atravessa é fundamental manter e estimular o consumo, o que significa manter a produção e os empregos e, ao mesmo tempo em que “tomamos medidas que diminuam o impacto da crise sobre nós, devemos desatrelar o nosso destino da globalização neoliberal”.
O Paraná tem forte politica de isenção fiscal para incentivo do emprego, tendo criado desde 2003 mais de 680 mil empregos formais com rotatividade de apenas 23% no período. Possui o mais alto salário mínimo regional do país para fomento e manutenção do consumo de bens primários.



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Campeão na produção de grãos.No Paraná, a safra estimada é de 31,32 milhões toneladas




Levantamento da Conab aponta Paraná como maior produtor nacional de grãos - 06/05/2010 17:00
Paraná, Goiás e Mato Grosso voltaram a contribuir para o bom desempenho da safra de grãos no país, ajudando a superar em 8,7% a expectativa de recorde da maior colheita da história no setor agrícola. Segundo os dados divulgados nesta quinta-feira (06) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o resultado do oitavo levantamento do ciclo 2009/2010 aponta uma estimativa de 146,87 milhões de toneladas de grãos, ou seja, 11,5 milhões a mais que os 135,13 milhões de toneladas da última safra.


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Com essa foto histórica começo uma série sobre o Fenômeno Requião.


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O G23 navega na Internet procurando por você.

As grandes plataformas comerciais de produtos brasileiros navegam a Internet procurando divulgar o Brasil e conquistar você. Fora da Internet num futuro bem próximo plataformas reais navegarão os mares da América do Sul promovendo integração comercial e cultural do Bloco Sul Americano. Esses navios terão cônsules, bibliotecas de produtos digitalizadas, curso sobre importação e exportação, produtos em espécie para venda imediata nos portos, filmes sobre o turismo brasileiro, convenios para universitarios interessados em estudar no Brasil, banco de dados comercial e industrial e agenda de contactos. CDs, DVDs, gravações em diversas midias de filmes, musicas, vídeos clips brasileiros e seu contactos, assim como agentes públicos de inclusão de produtos sul americanos no mercado brasileiro. Idéia do G 23 considerada pelo Requião.





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quinta-feira, 6 de maio de 2010

Para você bem avaliar essa obra.

A foto não é boa, foi digitalizada de uma revista, mas mostra uma panorâmica do Hospital Regional de Francisco Beltrão, importante obra do governo Requião. Recentemente visitei essa monumental obra que marcará a região.


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Requião voa baixo.

Governador avalia consequencias das enchentes no Paraná.
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Porto de Paranaguá 20 anos depois.

Eduardo e Daniel os dois ultimos Adiministradores dos Portos do Paraná no Governo Requião.






















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Estradas de Ferro no Paraná.

A foto histórica abaixo, mostra trecho da Ferroeste construída pelo Requião em seu primeiro mandato. Em baixo mostramos as obras ferroviárias que o Paraná ainda precisa fazer. A Ferroeste corresponde ao trecho entre as duas linhas vermelhas, liga Guarapuava a Cascavel. Foi construída pelo governo do Paraná em parceria com o Exército Nacional às expensas do Tesouro do Estado.

Faço o registro dessa obra para que o Brasil a Conheça.



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Requião se diverte lembrando dos tempos de Exército.







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