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quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

A Carne, o espelho mágico do homem.

O espelho do homem.
Carta aos casais amigos.
Deus fez o homem e a mulher. Não só lá no inicio de tudo, mas a cada dia, ele esta fazendo o homem e a mulher. Portanto o homem e a mulher não são obras acabadas de Deus. São possibilidades, projetos secretos de Deus.
Quando Deus une um homem a sua mulher, faz deles uma só e mesma carne. Ora, então a mulher vê no homem a sua carne, e o homem vê na mulher a sua carne.
Se uma mulher acha que seu homem esta acabado, pronto, obra que ela já conhece, ele assim será. O mesmo ao homem acontece.
Como são o remédio e consolo, de uma para a outra carne em construção ate o último dos dias de suas vidas, cabe a mulher e ao homem serem espelhos mágicos um do outro.
A mulher tem de ver no marido possibilidades, projetos, e o homem, o mesmo, ver na mulher.
Ai, o novo, o possível, vem morar no meio do casal. Abrir a empoeirada porta da acomodação, deixar entrar ar e luz para a obra inacabada de todo o dia. Essa obra nova em construção gera o querer fazer, o querer realizar, o querer amar. Gera vida.
Portanto nuca a mulher, espelho do homem, o olhe como um ser sem amor, sem projetos, sem futuro, cansado...
Acabado.
Nem o homem considere sua mulher obra acabada, conhecida.
Olhe para ele, a mulher, com todas as possibilidades que ele tem. Mostre para ele como ele é importante. Que ele veja na carne dele, que é a mulher, o que ele ainda pode ser não o que ele acha que é, o mesmo veja o homem na sua mulher, sua carne cheia de futuro.
Ora, se num repente algo fora do casal, desperta a paixão, é porque ela estava lá, a paixão adormecida, e o novo a acordou. Pois o novo, não é a outra pessoa, mas é a outra pessoa que estava adormecida em você que acordou.
Olhe para seu marido e o marido para a mulher, de maneira nova. Pergunte coisas novas, estimule coisas novas, vista nele, ou nela, roupas novas. Deixe-o bonito, ou deixe-a bonita, como você se vê no espelho, pois ele, e ela, são sua própria carne. Se você mulher, acredita nele, você acredita em você, ele é a sua carne. Se não acredita nele, ou nela o marido, você não acredita em você. Como pode você acreditar em apenas metade de você?
O novo nada mais é do que Deus construindo a vida de vocês.
Portanto deixe Deus entrar com suas novidades renovadoras fortalecendo a fé na vida, para que a vida do casal não se torne um inferno no baú da acomodação.
Um feliz ano NOVO para os Casais Amigos

Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)
Conheça o G23 Presidente

A Carne, o espelho mágico do homem.

O espelho do homem.
Carta aos casais amigos.
Deus fez o homem e a mulher. Não só lá no inicio de tudo, mas a cada dia, ele esta fazendo o homem e a mulher. Portanto o homem e a mulher não são obras acabadas de Deus. São possibilidades, projetos secretos de Deus.
Quando Deus une um homem a sua mulher, faz deles uma só e mesma carne. Ora, então a mulher vê no homem a sua carne, e o homem vê na mulher a sua carne.
Se uma mulher acha que seu homem esta acabado, pronto, obra que ela já conhece, ele assim será. O mesmo ao homem acontece.
Como são o remédio e consolo, de uma para a outra carne em construção ate o último dos dias de suas vidas, cabe a mulher e ao homem serem espelhos mágicos um do outro.
A mulher tem de ver no marido possibilidades, projetos, e o homem, o mesmo, ver na mulher.
Ai, o novo, o possível, vem morar no meio do casal. Abrir a empoeirada porta da acomodação, deixar entrar ar e luz para a obra inacabada de todo o dia. Essa obra nova em construção gera o querer fazer, o querer realizar, o querer amar. Gera vida.
Portanto nuca a mulher, espelho do homem, o olhe como um ser sem amor, sem projetos, sem futuro, cansado...
Acabado.
Nem o homem considere sua mulher obra acabada, conhecida.
Olhe para ele, a mulher, com todas as possibilidades que ele tem. Mostre para ele como ele é importante. Que ele veja na carne dele, que é a mulher, o que ele ainda pode ser não o que ele acha que é, o mesmo veja o homem na sua mulher, sua carne cheia de futuro.
Ora, se num repente algo fora do casal, desperta a paixão, é porque ela estava lá, a paixão adormecida, e o novo a acordou. Pois o novo, não é a outra pessoa, mas é a outra pessoa que estava adormecida em você que acordou.
Olhe para seu marido e o marido para a mulher, de maneira nova. Pergunte coisas novas, estimule coisas novas, vista nele, ou nela, roupas novas. Deixe-o bonito, ou deixe-a bonita, como você se vê no espelho, pois ele, e ela, são sua própria carne. Se você mulher, acredita nele, você acredita em você, ele é a sua carne. Se não acredita nele, ou nela o marido, você não acredita em você. Como pode você acreditar em apenas metade de você?
O novo nada mais é do que Deus construindo a vida de vocês.
Portanto deixe Deus entrar com suas novidades renovadoras fortalecendo a fé na vida, para que a vida do casal não se torne um inferno no baú da acomodação.
Um feliz ano NOVO para os Casais Amigos

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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

A cidade sem espelhos.

A cidade sem espelhos.
“Então sereis uma só carne”.
Havia passado boa parte da noite acordado. O sono, e a desatenção já formigavam o meu corpo. Então cochilei e adormecido sonhei.
Estava em uma cidade, numa praça, onde crianças, meninos e meninas brincavam. Eram lindas crianças, vestidas com roupas coloridas e cuidadas. Não pude deixar, e falando sozinho exclamei: que lindas crianças!
Então uma linda e graciosa menina se voltou em minha direção e disse: Achas que somos lindas? São nossas mães que nos deixam assim!
Pensei... As mães dessa cidade são virtuosas.
Então segui pela rua principal e encontrei um senhor que parecia brilhar. Dirigindo-me a ele disse: O senhor parece brilhar, estaria radiante de felicidade? Ele me respondeu, é minha mulher que me deixa assim.
Puxa pensei, as mulheres daqui são virtuosas. Vi então uma casa comercial e entrei, queria comer e beber algo. Uma senhora de uns trinta e cinco anos, linda, simpática, encantadora veio me atender. Eu não pude deixar de dizer um galanteio: Senhora, como és simpática e encantadora. Ela sorrindo, me responde: Achas? È meu marido que me deixa assim. Fiquei pensativo... Os homens dessa cidade devem ser virtuosos. Sai dali e encontrei uma senhora de idade, feliz, bem vestida, porque não dizer; charmosa. Indaguei tirando o chapéu... Senhora pode-se ver que estas muito feliz, é verdade? Sim respondeu ela, meu velho marido me faz assim.
Que curioso, que cidade surpreendente, pensava eu com meus botões. Voltei à praça. Enquanto caminhava me preocupei com minha aparência, como seria eu aos olhos daquelas pessoas? Desci a rua em silencio notando que em cada porta das casas havia um letreiro dizendo sempre as mesmas palavras: “Então sereis uma só carne”.
Havia na praça um senhor. Bom dia amigo, eu disse. Pode me dizer onde encontro um espelho? Espelho, ele repete, o que é isso? Digo: Um vidro onde podemos ver nossa imagem. Ele, movendo-se um pouco para que eu pudesse me sentar, diz: sente um pouco, por favor.
A sua imagem, senhor, são as outras pessoas. Como assim, indaguei.
Diz a Sabedoria, que quando um homem e uma mulher se unem se tornam uma só carne. Portanto quando um homem olha para sua mulher, olha para si mesmo. Se ele vê sua mulher triste, vê a si mesmo triste. Se despenteada, vê a si mesmo despenteado, se suja, vê a si mesmo sujo. Então ele pode convidá-la a alegrar-se, a pentear-se, a tomar um banho juntos, pois juntos são uma só e mesma carne. Então o homem cuidando da mulher, sua carne e sua imagem e semelhança, cuida de si, e sua imagem e semelhança, por sua vez, sendo sua própria carne cuida de ti. A tua imagem cuida de ti. Uma mãe cuida dos filhos e filhas e os prepara para os filhos e filhas dos outros, mas as outras mães cuidam de seus filhos e filhas para os nossos filhos e assim um dia eles serão então uma só e mesma carne. Compreende?
Então abriu um livro e leu algo assim: ninguém aborrece a própria carne, antes cuida dela, assim marido, seja solicito para sua mulher, e mulher seja solicita para seu marido... pois....
Aquilo me perturbou profundamente a alma. A cidade começou a diluir-se, a desmanchar-se. Então o homem me disse: Senhor, senhor antes que acorde, lembre-se se faz muito tempo que negligencias a tua imagem e a tua carne, que é sua mulher, lembre-te é trabalho difícil, cotidiano, paciente, mas é preciso começar e perseverar... Senhor... Acordei assustado. Peguei um papel e escrevi sem saber o por que: “Homem levanta a tua esposa. Mulher levanta o teu homem”.
Durante todo o dia eu lia aquela anotação. Se minha mulher esta gorda, é porque eu não estou cuidando dela que é minha imagem e carne. Se esta triste é porque não lhe comunico alegria. Se desanimada, não lhe comunico animo... Estou sempre tão preocupado com minha felicidade, que me esqueço dela, que sou eu. Olho no espelho, mas não olho para ela, penteio os meus cabelos, quero ser o tal... Escovo os meus dentes, quero ser auto-suficiente... Quando deveria escovar os cabelos dela, de lhe dar animo, fazer dela a tal... Servi-la, pois ela é minha carne. Troco a minha imagem real pela imagem virtual do espelho frio, imagem invertida, narcísica, onde um abraço nessa imagem mentirosa coloca o meu coração sobre a imagem refletida do meu coração, quando, se por ventura, eu abraço a minha imagem na minha carne, feita mulher, o abraço real coloca o coração dela do lado do meu, como num prato de balança antiga, balança da vida, pesando o dia a dia do amor conjugal. Se o sexo dela está adormecido, é porque eu o deixei dormir. Se o meu esta indiferente a ela, ela o deixou dormir. Se ela esta silenciosa é porque eu já não converso mais com ela. Se não tem paixão, a culpa não é dela é minha.
Então percebi que não olhava mais para mim, mas olhava para uma invenção que me separava de mim mesmo, uma imagem fria, uma ilusão. Eu vivia para o que eu acho ser o outro, mas não vivia para o outro verdadeiro que é minha própria carne na mulher minha imagem e minha semelhança. E pensei: então sereis uma só e mesma carne vivendo em uma cidade sem espelhos.
Um homem e uma mulher não são uma obra acabada. Só a ilusão pode nos enganar dessa maneira cruel e nos fazer crer, que o amor acabou, pois o amor é Deus e Deus não acabou. O casamento acabou digo eu... Por que acabou o respeito que deveria ter pela minha própria carne e imagem, porque parei desde muito de olhar, ser solicito, cuidadoso atencioso com minha mulher, eu e ela começamos a nos olhar no espelho, a nos preocupar com nossas vaidades, com a nossa beleza fria, quando a nossa beleza estava e está na união solicita de nossas próprias carnes... pois Deus nos deixou assim unidos.
Então tudo começou a se diluir... e eu gritei: Senhor, senhor lembre-te se faz tempo que .... Senhor... Amigo... antes que o senhor acorde.... leia isso....nós somos eternos sonhando um sonho passageiro.... por isso esta escrito: " Até que a morte os separe"... e tudo se diluia, eu ja não sabia se era eu que estava com o livro estendido..., ou se eu era o homem com chapéu, só uma coisa era real, as crianças, meninos e meninas brincavam na praça da "Cidade sem Espelhos", porque seus pais e mães assim os fizeram lindos, na união indissolúvel de suas carnes vivas.

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A cidade sem espelhos.

A cidade sem espelhos.
“Então sereis uma só carne”.
Havia passado boa parte da noite acordado. O sono, e a desatenção já formigavam o meu corpo. Então cochilei e adormecido sonhei.
Estava em uma cidade, numa praça, onde crianças, meninos e meninas brincavam. Eram lindas crianças, vestidas com roupas coloridas e cuidadas. Não pude deixar, e falando sozinho exclamei: que lindas crianças!
Então uma linda e graciosa menina se voltou em minha direção e disse: Achas que somos lindas? São nossas mães que nos deixam assim!
Pensei... As mães dessa cidade são virtuosas.
Então segui pela rua principal e encontrei um senhor que parecia brilhar. Dirigindo-me a ele disse: O senhor parece brilhar, estaria radiante de felicidade? Ele me respondeu, é minha mulher que me deixa assim.
Puxa pensei, as mulheres daqui são virtuosas. Vi então uma casa comercial e entrei, queria comer e beber algo. Uma senhora de uns trinta e cinco anos, linda, simpática, encantadora veio me atender. Eu não pude deixar de dizer um galanteio: Senhora, como és simpática e encantadora. Ela sorrindo, me responde: Achas? È meu marido que me deixa assim. Fiquei pensativo... Os homens dessa cidade devem ser virtuosos. Sai dali e encontrei uma senhora de idade, feliz, bem vestida, porque não dizer; charmosa. Indaguei tirando o chapéu... Senhora pode-se ver que estas muito feliz, é verdade? Sim respondeu ela, meu velho marido me faz assim.
Que curioso, que cidade surpreendente, pensava eu com meus botões. Voltei à praça. Enquanto caminhava me preocupei com minha aparência, como seria eu aos olhos daquelas pessoas? Desci a rua em silencio notando que em cada porta das casas havia um letreiro dizendo sempre as mesmas palavras: “Então sereis uma só carne”.
Havia na praça um senhor. Bom dia amigo, eu disse. Pode me dizer onde encontro um espelho? Espelho, ele repete, o que é isso? Digo: Um vidro onde podemos ver nossa imagem. Ele, movendo-se um pouco para que eu pudesse me sentar, diz: sente um pouco, por favor.
A sua imagem, senhor, são as outras pessoas. Como assim, indaguei.
Diz a Sabedoria, que quando um homem e uma mulher se unem se tornam uma só carne. Portanto quando um homem olha para sua mulher, olha para si mesmo. Se ele vê sua mulher triste, vê a si mesmo triste. Se despenteada, vê a si mesmo despenteado, se suja, vê a si mesmo sujo. Então ele pode convidá-la a alegrar-se, a pentear-se, a tomar um banho juntos, pois juntos são uma só e mesma carne. Então o homem cuidando da mulher, sua carne e sua imagem e semelhança, cuida de si, e sua imagem e semelhança, por sua vez, sendo sua própria carne cuida de ti. A tua imagem cuida de ti. Uma mãe cuida dos filhos e filhas e os prepara para os filhos e filhas dos outros, mas as outras mães cuidam de seus filhos e filhas para os nossos filhos e assim um dia eles serão então uma só e mesma carne. Compreende?
Então abriu um livro e leu algo assim: ninguém aborrece a própria carne, antes cuida dela, assim marido, seja solicito para sua mulher, e mulher seja solicita para seu marido... pois....
Aquilo me perturbou profundamente a alma. A cidade começou a diluir-se, a desmanchar-se. Então o homem me disse: Senhor, senhor antes que acorde, lembre-se se faz muito tempo que negligencias a tua imagem e a tua carne, que é sua mulher, lembre-te é trabalho difícil, cotidiano, paciente, mas é preciso começar e perseverar... Senhor... Acordei assustado. Peguei um papel e escrevi sem saber o por que: “Homem levanta a tua esposa. Mulher levanta o teu homem”.
Durante todo o dia eu lia aquela anotação. Se minha mulher esta gorda, é porque eu não estou cuidando dela que é minha imagem e carne. Se esta triste é porque não lhe comunico alegria. Se desanimada, não lhe comunico animo... Estou sempre tão preocupado com minha felicidade, que me esqueço dela, que sou eu. Olho no espelho, mas não olho para ela, penteio os meus cabelos, quero ser o tal... Escovo os meus dentes, quero ser auto-suficiente... Quando deveria escovar os cabelos dela, de lhe dar animo, fazer dela a tal... Servi-la, pois ela é minha carne. Troco a minha imagem real pela imagem virtual do espelho frio, imagem invertida, narcísica, onde um abraço nessa imagem mentirosa coloca o meu coração sobre a imagem refletida do meu coração, quando, se por ventura, eu abraço a minha imagem na minha carne, feita mulher, o abraço real coloca o coração dela do lado do meu, como num prato de balança antiga, balança da vida, pesando o dia a dia do amor conjugal. Se o sexo dela está adormecido, é porque eu o deixei dormir. Se o meu esta indiferente a ela, ela o deixou dormir. Se ela esta silenciosa é porque eu já não converso mais com ela. Se não tem paixão, a culpa não é dela é minha.
Então percebi que não olhava mais para mim, mas olhava para uma invenção que me separava de mim mesmo, uma imagem fria, uma ilusão. Eu vivia para o que eu acho ser o outro, mas não vivia para o outro verdadeiro que é minha própria carne na mulher minha imagem e minha semelhança. E pensei: então sereis uma só e mesma carne vivendo em uma cidade sem espelhos.
Um homem e uma mulher não são uma obra acabada. Só a ilusão pode nos enganar dessa maneira cruel e nos fazer crer, que o amor acabou, pois o amor é Deus e Deus não acabou. O casamento acabou digo eu... Por que acabou o respeito que deveria ter pela minha própria carne e imagem, porque parei desde muito de olhar, ser solicito, cuidadoso atencioso com minha mulher, eu e ela começamos a nos olhar no espelho, a nos preocupar com nossas vaidades, com a nossa beleza fria, quando a nossa beleza estava e está na união solicita de nossas próprias carnes... pois Deus nos deixou assim unidos.
Então tudo começou a se diluir... e eu gritei: Senhor, senhor lembre-te se faz tempo que .... Senhor... Amigo... antes que o senhor acorde.... leia isso....nós somos eternos sonhando um sonho passageiro.... por isso esta escrito: " Até que a morte os separe"... e tudo se diluia, eu ja não sabia se era eu que estava com o livro estendido..., ou se eu era o homem com chapéu, só uma coisa era real, as crianças, meninos e meninas brincavam na praça da "Cidade sem Espelhos", porque seus pais e mães assim os fizeram lindos, na união indissolúvel de suas carnes vivas.

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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Mulheres

Optei pela vida.
Nesse dia internacional da mulher em 2008, o G 23 quer deixar um registro. Nós não buscamos culpados, nem queremos agravar as consciências, todavia nesse dia, queremos homenagear essas pequenas mulheres mártires, sim pequenas mulheres, que seriam meninas, mães, avós, profissionais liberais, professoras ou donas de casa, mas que foram abortadas. Elas sofreram, por assim dizer, de seus pais, vizinhos, “amigos e amigas” e de “médicos”, e como vemos, e seus corpos destruídos numa lata de lixo comprovam eloqüentemente, uma cesura previa, e foram julgadas, embora inocentes, sem crime algum, e condenadas brutalmente à morte. Suas vidas foram censuradas. Elas foram rejeitadas.
Quando plantamos um grão de feijão não esperamos outra coisa senão um pé de feijão. Quando plantamos milho, não esperamos outra coisa senão milho. Quando vemos uma coelha engravidar, não esperamos outra coisa que um coelhinho, assim, igualmente, de uma rata ou uma elefanta nada se espera senão um filhote de rata ou de elefante. Dessa maneira, é estéril e falso, discutir se o óvulo humano fecundado é ou não um ser humano. É óbvio que é um ser humano em desenvolvimento desde a sua fecundação e suas primeiras divisões celulares. A cada segundo ou minuto que passa desenvolve-se ali um ser humano. Dessa fecundação não nascerá outra coisa que não seja um ser humano. Interromper essa vida é interromper a vida humana, e na verdade interromper a vida humana tem um nome, chama-se homicídio. O aborto é homicídio. Então, nesse dia internacional das mulheres, queremos homenagear essas pequeninas mulheres mártires vítimas de homicídio e que foram brutalmente assassinadas, fria e calculadamente, assassinadas pelos seus parentes, pais, mães, avós, avôs, e muitos deles, jamais choraram por elas. Jamais choraram por essas vidas humanas.
Não nos cabe julgar os motivos. Mas temos que fazer algo para parar esse genocídio.
O Secretário de Estado, Gilberto Martins, durante a festa de aniversário do governador, (março de 2008) me disse, que o governador já o havia autorizado a anunciar em discurso, que o Novo Hospital Geral da Criança em Campo Largo, Waldemar Monastier e os Centros de Atendimento a Mulher e a Criança se tornarão “Hospital e Centros Pró Vida”. O movimento Pró Vida é internacional. Se esse projeto se realizar em inteiro teor, esse hospital será o Primeiro Hospital Público Pró Vida do Brasil, ou seja, um hospital essencialmente contra o aborto, e o Estado, estará assim, ofertando recursos de diversos tipos às mulheres ou famílias que estejam pretendendo realizar o homicida aborto para que possam, com a ajuda do governo, evitá-lo. Incluindo, se for o caso, programas de adoção. A Vida é o mais fundamental dos direitos, sem ele não podemos garantir nenhum dos demais direitos humanos.
Então eu te pergunto mulher: E se você tivesse sido abortada?

Wallace Requião de Mello e Silva


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Mulheres

Optei pela vida.
Nesse dia internacional da mulher em 2008, o G 23 quer deixar um registro. Nós não buscamos culpados, nem queremos agravar as consciências, todavia nesse dia, queremos homenagear essas pequenas mulheres mártires, sim pequenas mulheres, que seriam meninas, mães, avós, profissionais liberais, professoras ou donas de casa, mas que foram abortadas. Elas sofreram, por assim dizer, de seus pais, vizinhos, “amigos e amigas” e de “médicos”, e como vemos, e seus corpos destruídos numa lata de lixo comprovam eloqüentemente, uma cesura previa, e foram julgadas, embora inocentes, sem crime algum, e condenadas brutalmente à morte. Suas vidas foram censuradas. Elas foram rejeitadas.
Quando plantamos um grão de feijão não esperamos outra coisa senão um pé de feijão. Quando plantamos milho, não esperamos outra coisa senão milho. Quando vemos uma coelha engravidar, não esperamos outra coisa que um coelhinho, assim, igualmente, de uma rata ou uma elefanta nada se espera senão um filhote de rata ou de elefante. Dessa maneira, é estéril e falso, discutir se o óvulo humano fecundado é ou não um ser humano. É óbvio que é um ser humano em desenvolvimento desde a sua fecundação e suas primeiras divisões celulares. A cada segundo ou minuto que passa desenvolve-se ali um ser humano. Dessa fecundação não nascerá outra coisa que não seja um ser humano. Interromper essa vida é interromper a vida humana, e na verdade interromper a vida humana tem um nome, chama-se homicídio. O aborto é homicídio. Então, nesse dia internacional das mulheres, queremos homenagear essas pequeninas mulheres mártires vítimas de homicídio e que foram brutalmente assassinadas, fria e calculadamente, assassinadas pelos seus parentes, pais, mães, avós, avôs, e muitos deles, jamais choraram por elas. Jamais choraram por essas vidas humanas.
Não nos cabe julgar os motivos. Mas temos que fazer algo para parar esse genocídio.
O Secretário de Estado, Gilberto Martins, durante a festa de aniversário do governador, (março de 2008) me disse, que o governador já o havia autorizado a anunciar em discurso, que o Novo Hospital Geral da Criança em Campo Largo, Waldemar Monastier e os Centros de Atendimento a Mulher e a Criança se tornarão “Hospital e Centros Pró Vida”. O movimento Pró Vida é internacional. Se esse projeto se realizar em inteiro teor, esse hospital será o Primeiro Hospital Público Pró Vida do Brasil, ou seja, um hospital essencialmente contra o aborto, e o Estado, estará assim, ofertando recursos de diversos tipos às mulheres ou famílias que estejam pretendendo realizar o homicida aborto para que possam, com a ajuda do governo, evitá-lo. Incluindo, se for o caso, programas de adoção. A Vida é o mais fundamental dos direitos, sem ele não podemos garantir nenhum dos demais direitos humanos.
Então eu te pergunto mulher: E se você tivesse sido abortada?

Wallace Requião de Mello e Silva


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segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Homofóbicos versus Heterofóbicos..

Heterofóbicos; eles têm aversão pelos próprios pais.
Esse texto é bem simples porque a realidade que ele denuncia também é muito simples.
Os heterofóbicos são pessoas que tem aversão por pessoas de sexo diferente. Na verdade eles têm aversão aos homens que desejam mulheres, e as mulheres que desejam homens. Essa é à base de seu desvio sexual. Assim essas pessoas, que são todas, filhos ou filhas de um casal, homem e mulher, pai e mãe, que os geraram, e que, portanto foram, ou são heterossexuais, ou seja, são normais, e por isso, por serem normais, são rejeitados pelos heterofóbicos.
Não é preciso complicar com chavões psicanalíticos para se perceber que na base da Heterofobia, ou está à rejeição dos pais, como seres em relação, ou do pai em particular, ou da mãe também em particular. Também, sem complicação, pode-se perceber que a Heterofobia é uma reação a um desejo incontido, desajustado, ou pela mãe, ou pelo pai, cujo mecanismo de defesa do ego transformou em rejeição.
Há cura, sim há cura. Mas só há cura, se o doente se reconhece na doença e no desvio. Caso contrário, não há cura, há o acobertamento da doença emocional, desvio instintivo, que passa a ser acobertado por “Novos Conceitos”, ou seja, justificados pelo mecanismo da racionalização.
A doença, nunca foi detentora de direitos, muito menos os vícios. Em toda a história da humanidade, o direito se fundamenta na saúde, na norma, no normal. Assim erra gravemente quem diz que: Os heterofóbicos têm direitos porque são trabalhadores, cidadãos, eleitores. Ora os homicidas também são eleitores, cidadão, e muitas vezes trabalhadores. Assim também são os pedófilos, os estupradores, os psicopatas, as prostitutas, os traficantes, todos são cidadãos e eleitores. Sim; todos eles têm direitos da pessoa humana, mas é justamente a imoralidade de seu comportamento que faz com que a sociedade reaja coibindo-lhes ou cerceando-lhes, por medida de segurança, certos direitos lhe são diminuídos, cerceados. O heterofóbico é um psicopata, quando não um psicótico (caso do travesti).
Se o governo quer ajudar os heterofobicos ofereça-lhes tratamento, mas não queira justificá-los, pois erra gravemente, induzindo ao erro milhares ou milhões de pessoas, o que resultará em desordem incontrolável da sociedade. A base desse desajuste social, esta claramente manifesto na aversão aos pais, ou seja, na aversão incontrolável à autoridade, daí a desordem social irremediável.
Simbolicamente, o heterofóbico tem aversão ao Pai (Deus) e a Terra (mãe). Assim, nesse jogo de aversão eles querem desobedecer voluntariamente às leis de Deus, e as leis da Natureza (Terra), ou seja, não se aceitam como nasceram, e querem obrigar que todos os aceitem. Melhor, querem obrigar que sua doença sexual, seu desvio, se torne regra de direito, pior, querem que sua doença tenha privilégios e foros privilegiados no seio da sociedade.
Assim, chamá-los de homo-afetivos, de homossexuais (conceito absolutamente errado) ou homossensuais, não ajuda, nem na solução do problema, nem na ordem social.
Wallacereq@gmail.com é psicólogo clínico.



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Homofóbicos versus Heterofóbicos..

Heterofóbicos; eles têm aversão pelos próprios pais.
Esse texto é bem simples porque a realidade que ele denuncia também é muito simples.
Os heterofóbicos são pessoas que tem aversão por pessoas de sexo diferente. Na verdade eles têm aversão aos homens que desejam mulheres, e as mulheres que desejam homens. Essa é à base de seu desvio sexual. Assim essas pessoas, que são todas, filhos ou filhas de um casal, homem e mulher, pai e mãe, que os geraram, e que, portanto foram, ou são heterossexuais, ou seja, são normais, e por isso, por serem normais, são rejeitados pelos heterofóbicos.
Não é preciso complicar com chavões psicanalíticos para se perceber que na base da Heterofobia, ou está à rejeição dos pais, como seres em relação, ou do pai em particular, ou da mãe também em particular. Também, sem complicação, pode-se perceber que a Heterofobia é uma reação a um desejo incontido, desajustado, ou pela mãe, ou pelo pai, cujo mecanismo de defesa do ego transformou em rejeição.
Há cura, sim há cura. Mas só há cura, se o doente se reconhece na doença e no desvio. Caso contrário, não há cura, há o acobertamento da doença emocional, desvio instintivo, que passa a ser acobertado por “Novos Conceitos”, ou seja, justificados pelo mecanismo da racionalização.
A doença, nunca foi detentora de direitos, muito menos os vícios. Em toda a história da humanidade, o direito se fundamenta na saúde, na norma, no normal. Assim erra gravemente quem diz que: Os heterofóbicos têm direitos porque são trabalhadores, cidadãos, eleitores. Ora os homicidas também são eleitores, cidadão, e muitas vezes trabalhadores. Assim também são os pedófilos, os estupradores, os psicopatas, as prostitutas, os traficantes, todos são cidadãos e eleitores. Sim; todos eles têm direitos da pessoa humana, mas é justamente a imoralidade de seu comportamento que faz com que a sociedade reaja coibindo-lhes ou cerceando-lhes, por medida de segurança, certos direitos lhe são diminuídos, cerceados. O heterofóbico é um psicopata, quando não um psicótico (caso do travesti).
Se o governo quer ajudar os heterofobicos ofereça-lhes tratamento, mas não queira justificá-los, pois erra gravemente, induzindo ao erro milhares ou milhões de pessoas, o que resultará em desordem incontrolável da sociedade. A base desse desajuste social, esta claramente manifesto na aversão aos pais, ou seja, na aversão incontrolável à autoridade, daí a desordem social irremediável.
Simbolicamente, o heterofóbico tem aversão ao Pai (Deus) e a Terra (mãe). Assim, nesse jogo de aversão eles querem desobedecer voluntariamente às leis de Deus, e as leis da Natureza (Terra), ou seja, não se aceitam como nasceram, e querem obrigar que todos os aceitem. Melhor, querem obrigar que sua doença sexual, seu desvio, se torne regra de direito, pior, querem que sua doença tenha privilégios e foros privilegiados no seio da sociedade.
Assim, chamá-los de homo-afetivos, de homossexuais (conceito absolutamente errado) ou homossensuais, não ajuda, nem na solução do problema, nem na ordem social.
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sábado, 10 de outubro de 2009

O FAS, não faz.

A antiga FREI, Fundação de Recuperação de Indigentes, fazia um dificil e trabalhoso esforço em solucionar os problemas dos mendigos de rua em Curitiba. Mas como isso exigia muito trabalho e seu objetivo era explicito no nome, mudaram seu nome para FAS, Fundação de Ação Social, algo mais brando, pois distribuir brinquedos numa vila é ação social, levar um cadeirante a uma peça de teatro é ação social, levar um pacote de açucar a uma instituição qualquer é uma ação social.
Agora recolher e recuperar indigentes é tarefa das mais difíceis e trabalhosa. Sei do que falo, foi autor do SIM Sistema de Integração do Menor, trabalhei na FAMA Fundação de Assistência ao Menor Aprendiz e no IAM, Instituto de Assistência ao Menor, e sei da tendência de se extinguir essas instituições para se livrar do problema. Assim o SIM foi extinto, a ASSOMA, Associação de Menores Abandonados também se perdeu. O problema porém existe ainda que todos lavem as suas mãos. Na primeira foto você vê cinco homens dormindo em uma entrada residencial. No filme você verá impressionante número de mendigos ( dez ou onze) dormindo no abrigo de um restaurante em Curitiba. Todos com cobertores limpos conseguidos em uma instituição qualquer, e que eles abandonarão, para amanhã irem em busca de outro> Enquanto isso a FAS, com suas Kombis, e Micros passeiam pela cidade, apenas defendendo espaços comerciais de "amigos" da prefeitura. Ou seja, o problema não é a existência de indigentes e sua recuperação, mas que eles não incomodem certos tipos de comércio de grande porte, ou setores turisticos da cidade, ou durmam nas rodoviárias, ou terminais de transporte coletivo. Para eles a vadiagem é problema de polícia, e a transferem para o Policiamento Militar. A FAS não faz.




Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)

O FAS, não faz.

A antiga FREI, Fundação de Recuperação de Indigentes, fazia um dificil e trabalhoso esforço em solucionar os problemas dos mendigos de rua em Curitiba. Mas como isso exigia muito trabalho e seu objetivo era explicito no nome, mudaram seu nome para FAS, Fundação de Ação Social, algo mais brando, pois distribuir brinquedos numa vila é ação social, levar um cadeirante a uma peça de teatro é ação social, levar um pacote de açucar a uma instituição qualquer é uma ação social.
Agora recolher e recuperar indigentes é tarefa das mais difíceis e trabalhosa. Sei do que falo, foi autor do SIM Sistema de Integração do Menor, trabalhei na FAMA Fundação de Assistência ao Menor Aprendiz e no IAM, Instituto de Assistência ao Menor, e sei da tendência de se extinguir essas instituições para se livrar do problema. Assim o SIM foi extinto, a ASSOMA, Associação de Menores Abandonados também se perdeu. O problema porém existe ainda que todos lavem as suas mãos. Na primeira foto você vê cinco homens dormindo em uma entrada residencial. No filme você verá impressionante número de mendigos ( dez ou onze) dormindo no abrigo de um restaurante em Curitiba. Todos com cobertores limpos conseguidos em uma instituição qualquer, e que eles abandonarão, para amanhã irem em busca de outro> Enquanto isso a FAS, com suas Kombis, e Micros passeiam pela cidade, apenas defendendo espaços comerciais de "amigos" da prefeitura. Ou seja, o problema não é a existência de indigentes e sua recuperação, mas que eles não incomodem certos tipos de comércio de grande porte, ou setores turisticos da cidade, ou durmam nas rodoviárias, ou terminais de transporte coletivo. Para eles a vadiagem é problema de polícia, e a transferem para o Policiamento Militar. A FAS não faz.




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sábado, 26 de setembro de 2009

Inversão do Fluxo.

Inversão do Fluxo migratório da juventude dentro de uma escala de valores sociais.
A tese que trago aqui não é nova. Diz respeito às Forças Armadas Brasileiras e a uma guerra que estamos perdendo. Estamos perdendo a juventude para o vício, o tráfico e o relativismo de todos os valores. Não há amor nem à patria nem as demais instituições, somente amor ao dinheiro, diheiro facil, se possível.
A tese que trago, pode ser contestada pelos militares, mas eu a trago porque ela se ajusta aos anos de minha observação nessa vida. As forças armadas foram responsáveis pelo fluxo de jovem dos interiores do Brasil, para os grandes centros e ou suas proximidades. Nada de errado nisso e era conveniente que fosse assim.
É chegada à hora, no entanto, dessa inversão, e é chegada à hora, da sociedade brasileira perceber as vantagens de investimentos nas forças armadas principalmente enquanto instituição formadora de homens e mulheres verdadeiros e comprometidos com a construção e defesa de um país.
O governo do Paraná nesses últimos anos procurou melhorar a educação, os serviços, a saúde, a comunicação, o comercio, o emprego, nas pequenas e médias cidades, de modo a recriar a identidade e as vantagens na qualidade de vida dessas cidades frente aos graves problemas vividos nas metrópoles e suas regiões metropolitanas. Tirar os jovens da virtualidade da vida urbana e colocálos em contacto com o concretismo da vida do interior ( nos dois sentidos) Os resultados, no Paraná, segundo o IPARDES, já se pode sentir estatisticamente com uma redução do fluxo migratório e fixação do homem do campo, hoje bem valorizado.
As Forças Armadas também podem contribuir com essa inversão de fluxo, levando jovens para os mais longínquos e carentes rincões do país, PARA SEREM TREINADOS, numa guerrilha, numa guerra, uma guerra muito especial, a de salvar a juventude brasileira no exercício da solidariedade com as populações mais necessitadas desse país, sem, no entanto perderem de vista o treinamento militar e profissional. Conhecer o Forte do Principe da Beira, e os milhares de brasileiros mortos na Madeira Mamoré, por exemplo. Juventude em contacto com a sua realidade histórica, e com a consciência de quanto precisamos fazer por todos, não somente para a solução pessoal e egística, mas em respeito pelos brasileiros que nos antecederam na construção da pátria.
Tenho muita fé, nessa estratégia, e muita fé que a sociedade brasileira entenderia muito melhor os pesados recursos que nossas Forças Armadas necessitam e necessitarão num futuro bem próximo, para a defesa e garantia de nossa plena Soberania.
Wallacereq@gmail.com.


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Inversão do Fluxo.

Inversão do Fluxo migratório da juventude dentro de uma escala de valores sociais.
A tese que trago aqui não é nova. Diz respeito às Forças Armadas Brasileiras e a uma guerra que estamos perdendo. Estamos perdendo a juventude para o vício, o tráfico e o relativismo de todos os valores. Não há amor nem à patria nem as demais instituições, somente amor ao dinheiro, diheiro facil, se possível.
A tese que trago, pode ser contestada pelos militares, mas eu a trago porque ela se ajusta aos anos de minha observação nessa vida. As forças armadas foram responsáveis pelo fluxo de jovem dos interiores do Brasil, para os grandes centros e ou suas proximidades. Nada de errado nisso e era conveniente que fosse assim.
É chegada à hora, no entanto, dessa inversão, e é chegada à hora, da sociedade brasileira perceber as vantagens de investimentos nas forças armadas principalmente enquanto instituição formadora de homens e mulheres verdadeiros e comprometidos com a construção e defesa de um país.
O governo do Paraná nesses últimos anos procurou melhorar a educação, os serviços, a saúde, a comunicação, o comercio, o emprego, nas pequenas e médias cidades, de modo a recriar a identidade e as vantagens na qualidade de vida dessas cidades frente aos graves problemas vividos nas metrópoles e suas regiões metropolitanas. Tirar os jovens da virtualidade da vida urbana e colocálos em contacto com o concretismo da vida do interior ( nos dois sentidos) Os resultados, no Paraná, segundo o IPARDES, já se pode sentir estatisticamente com uma redução do fluxo migratório e fixação do homem do campo, hoje bem valorizado.
As Forças Armadas também podem contribuir com essa inversão de fluxo, levando jovens para os mais longínquos e carentes rincões do país, PARA SEREM TREINADOS, numa guerrilha, numa guerra, uma guerra muito especial, a de salvar a juventude brasileira no exercício da solidariedade com as populações mais necessitadas desse país, sem, no entanto perderem de vista o treinamento militar e profissional. Conhecer o Forte do Principe da Beira, e os milhares de brasileiros mortos na Madeira Mamoré, por exemplo. Juventude em contacto com a sua realidade histórica, e com a consciência de quanto precisamos fazer por todos, não somente para a solução pessoal e egística, mas em respeito pelos brasileiros que nos antecederam na construção da pátria.
Tenho muita fé, nessa estratégia, e muita fé que a sociedade brasileira entenderia muito melhor os pesados recursos que nossas Forças Armadas necessitam e necessitarão num futuro bem próximo, para a defesa e garantia de nossa plena Soberania.
Wallacereq@gmail.com.


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segunda-feira, 21 de setembro de 2009

O vento sopra em meus ouvidos.

A minha soberba.
Ou a tese versus a realidade.
Nessa noite que passou forçado a passar boa parte da noite acordado, lembrei-me de algumas coisas do passado.
Certa feita, em 1985, meu irmão era o prefeito de Curitiba. Numa tarde, ou manhã, entrei em seu gabinete irritado, e comecei a falar sobre as coisas que eu achava estarem erradas. Vociferei com entusiasmo. Ele ouvia como as duas mãos sobre a mesa.
Quando terminei, ele me disse essas palavras desconcertantes: Wallace se candidate se eleja, e faça melhor.
Calei-me por uns instantes, e embora achasse que tinha plena razão nos meus argumentos, percebi que ele também tinha, na verdade a responsabilidade caia sobre as suas costas, não sobre as minhas ao menos não na mesma proporção. Da posição, do ponto de vista do qual eu analisava os fatos, eu me sentia seguro, mas não me passava pela idéia, os compromissos assumidos na caminhada da realização de um mandato. Calei-me e nunca mais fui até o gabinete nas mesmas circunstancias e com as mesmas atitudes. Senti-me na ocasião, como um homem que percebia as desafinações de um pianista já consagrado, que tropeçava nos movimentos mais complexos de uma difícil peça. Eu ouvia e tinha razão, embora, se fosse chamado a fazer melhor, não seria capaz de executá-la. Havia uma dura realidade entre a tese e a realidade dos fatos.
Essa noite de insônia me mostrou que novamente, eu me ensoberbecia, no zelo da regra, e na tese, mas me escapavam por completo os dados da realidade, e as estratégias, ao estilo do Judô, usando a força do inimigo para desequilibrá-lo.
Parei de pensar nisso, na imprudência dos atos impensados, quando veio a manhã como sua luz. Pude então ler uma frase bíblica: “Os Homens que se aprazem nos tronos e nos cetros devem amar a sabedoria e sua luz, para que governem eternamente”... Digo eu: eternamente longe das trevas da inveja, da soberba, da prepotência. Ao governante cabe governar, e à Sabedoria de Deus cabe o iluminar ao governo e aos governantes. A tese, o tempo e, os fatos. Realidade e humildade.
wallacereq@gmail.com




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O vento sopra em meus ouvidos.

A minha soberba.
Ou a tese versus a realidade.
Nessa noite que passou forçado a passar boa parte da noite acordado, lembrei-me de algumas coisas do passado.
Certa feita, em 1985, meu irmão era o prefeito de Curitiba. Numa tarde, ou manhã, entrei em seu gabinete irritado, e comecei a falar sobre as coisas que eu achava estarem erradas. Vociferei com entusiasmo. Ele ouvia como as duas mãos sobre a mesa.
Quando terminei, ele me disse essas palavras desconcertantes: Wallace se candidate se eleja, e faça melhor.
Calei-me por uns instantes, e embora achasse que tinha plena razão nos meus argumentos, percebi que ele também tinha, na verdade a responsabilidade caia sobre as suas costas, não sobre as minhas ao menos não na mesma proporção. Da posição, do ponto de vista do qual eu analisava os fatos, eu me sentia seguro, mas não me passava pela idéia, os compromissos assumidos na caminhada da realização de um mandato. Calei-me e nunca mais fui até o gabinete nas mesmas circunstancias e com as mesmas atitudes. Senti-me na ocasião, como um homem que percebia as desafinações de um pianista já consagrado, que tropeçava nos movimentos mais complexos de uma difícil peça. Eu ouvia e tinha razão, embora, se fosse chamado a fazer melhor, não seria capaz de executá-la. Havia uma dura realidade entre a tese e a realidade dos fatos.
Essa noite de insônia me mostrou que novamente, eu me ensoberbecia, no zelo da regra, e na tese, mas me escapavam por completo os dados da realidade, e as estratégias, ao estilo do Judô, usando a força do inimigo para desequilibrá-lo.
Parei de pensar nisso, na imprudência dos atos impensados, quando veio a manhã como sua luz. Pude então ler uma frase bíblica: “Os Homens que se aprazem nos tronos e nos cetros devem amar a sabedoria e sua luz, para que governem eternamente”... Digo eu: eternamente longe das trevas da inveja, da soberba, da prepotência. Ao governante cabe governar, e à Sabedoria de Deus cabe o iluminar ao governo e aos governantes. A tese, o tempo e, os fatos. Realidade e humildade.
wallacereq@gmail.com




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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Tv Educativa do Paraná

No Paraná o Paraná está na Moda.
Interessante o título da campanha promovida pelo SEBRAE e o setor de confecções do Paraná.
Desejo sucesso a campanha de divulgação da moda paranaense. “Todavia essa expressão: O Paraná esta na Moda” é uma realidade nos dias atuais. Não direi para vocês que se deve essa moda ao Governador Requião, mas com o tempo vocês mesmo chegarão a essa conclusão. O paranaense que viaja acaba descobrindo a grande audiência que tem a TV Educativa do Paraná em todo o Brasil. O Padre Reginaldo i dizia outro dia no ar que ele foi reconhecido em Manaus, graças as ondas da TV Educativa. Eu dou o meu testemunho do Sergipe. Nossa TV Educativa sem o menor sofisma tem divulgado o Paraná em todo o Brasil, o que faz uma verdade a expressão: “Verdadeiramente o Paraná esta na Moda”.
Uma transmissão televisiva moral, diferente, linguagem regional, construtora e reforçadora de valores, não demolidora, e desvinculada da pauta Global aparece como uma alternativa viável de audiência em todo o Brasil. Embora a Cultura de São Paulo, que é um braço do sionismo, venha , principalmente durante a madrugada criando um anti- discurso ao que vem sendo proposto pelos paranaenses, assim mesmo a TV Educativa tem, com muita humildade, criado uma nova pauta nacional.
É preciso elogiar o trabalho da TV Educativa, pois faz anos que não se viu, o Paraná na mídia Nacional como hoje. A TV Educativa rompeu os grilhões da pauta midiática do capital, e levou à toda a nação brasileira um Paraná diferente, mais verdadeiro, menos perverso na divulgação apenas de seus problemas, que todos bem conhecem no cotidiano, mas elevou aos poucos à auto-estemas desse povo simples e trabalhador que foi sempre forçado a se submeter ao interesse de outros estados. Mostrou a cara dos paranaenses sem produção e retoques. Mostrou a nossa verdadeira face.
Não há nesse país, um único estado que não queira ter uma TV como nós os Paranaense temos, via internet, via Sky, via sinal aberto e via parabólicas. Porque não o fazem? Porque é preciso destinar um bom dinheiro público para essa divulgação. Ai é que entra a vontade política algo visionária de Requião, ao manter, e financiar essa TV que se destinava a ser um canal menor reproduzindo a Cultura de uma minúscula elite de paranaense. A TV rompeu também esses grilhões, e fez o melhor que pode, para imiscuir-se num mundo midiático controlado e amordaçado. A TV Educativa deu voz à expressão cristã da fé da imensa maioria dos paranaenses, divulgou o regionalismo, os valores locais, a questão não discutida da economia nacional, mostrou a nossa produção, as nossas estradas, as nossas belezas, a simplicidade de nossa gente, deu voz e cara a milhares de ex analfabetos, chamou e convocou o poder publico nas diversas esferas à concórdia em favor do bem comum, divulgou nosso futebol amador e nosso atletas escolares. Não é pouco.
Fica nesse simples texto o registro e o elogio que faço a TV. Educativa do Povo do Paraná.
Wallacereq@gmail.com
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Tv Educativa do Paraná

No Paraná o Paraná está na Moda.
Interessante o título da campanha promovida pelo SEBRAE e o setor de confecções do Paraná.
Desejo sucesso a campanha de divulgação da moda paranaense. “Todavia essa expressão: O Paraná esta na Moda” é uma realidade nos dias atuais. Não direi para vocês que se deve essa moda ao Governador Requião, mas com o tempo vocês mesmo chegarão a essa conclusão. O paranaense que viaja acaba descobrindo a grande audiência que tem a TV Educativa do Paraná em todo o Brasil. O Padre Reginaldo i dizia outro dia no ar que ele foi reconhecido em Manaus, graças as ondas da TV Educativa. Eu dou o meu testemunho do Sergipe. Nossa TV Educativa sem o menor sofisma tem divulgado o Paraná em todo o Brasil, o que faz uma verdade a expressão: “Verdadeiramente o Paraná esta na Moda”.
Uma transmissão televisiva moral, diferente, linguagem regional, construtora e reforçadora de valores, não demolidora, e desvinculada da pauta Global aparece como uma alternativa viável de audiência em todo o Brasil. Embora a Cultura de São Paulo, que é um braço do sionismo, venha , principalmente durante a madrugada criando um anti- discurso ao que vem sendo proposto pelos paranaenses, assim mesmo a TV Educativa tem, com muita humildade, criado uma nova pauta nacional.
É preciso elogiar o trabalho da TV Educativa, pois faz anos que não se viu, o Paraná na mídia Nacional como hoje. A TV Educativa rompeu os grilhões da pauta midiática do capital, e levou à toda a nação brasileira um Paraná diferente, mais verdadeiro, menos perverso na divulgação apenas de seus problemas, que todos bem conhecem no cotidiano, mas elevou aos poucos à auto-estemas desse povo simples e trabalhador que foi sempre forçado a se submeter ao interesse de outros estados. Mostrou a cara dos paranaenses sem produção e retoques. Mostrou a nossa verdadeira face.
Não há nesse país, um único estado que não queira ter uma TV como nós os Paranaense temos, via internet, via Sky, via sinal aberto e via parabólicas. Porque não o fazem? Porque é preciso destinar um bom dinheiro público para essa divulgação. Ai é que entra a vontade política algo visionária de Requião, ao manter, e financiar essa TV que se destinava a ser um canal menor reproduzindo a Cultura de uma minúscula elite de paranaense. A TV rompeu também esses grilhões, e fez o melhor que pode, para imiscuir-se num mundo midiático controlado e amordaçado. A TV Educativa deu voz à expressão cristã da fé da imensa maioria dos paranaenses, divulgou o regionalismo, os valores locais, a questão não discutida da economia nacional, mostrou a nossa produção, as nossas estradas, as nossas belezas, a simplicidade de nossa gente, deu voz e cara a milhares de ex analfabetos, chamou e convocou o poder publico nas diversas esferas à concórdia em favor do bem comum, divulgou nosso futebol amador e nosso atletas escolares. Não é pouco.
Fica nesse simples texto o registro e o elogio que faço a TV. Educativa do Povo do Paraná.
Wallacereq@gmail.com
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sexta-feira, 5 de junho de 2009

Segurança no Casamento?

Segurança no casamento.
Meu filho ensaia o seu casamento. Fala seguro sobre temas que aparentam maturidade e esconde certa ansiedade diante de escolha tão seria e permanente.
Fala em segurança no casamento. Mas o que é segurança para essa geração? Segurança segundo os jovens é estabilidade no emprego (dinheiro). Salário suficiente para educar filhos (dinheiro). Casa ou apartamento próprio (dinheiro). Plano de saúde com cobertura para todos os futuros membros da família (dinheiro). Empregadas que garantam a qualidade de vida do lar (dinheiro). Ou seja, se continuarmos essa lista veremos que essa geração acredita que segurança é dinheiro. Como se diz popularmente: Mulher gosta de dinheiro. Segundo os jovens, sem dinheiro não se pode viver.
Mas o conceito não resiste a algumas perguntas. Porque casais ricos, com quatro carros na garagem, bons empregos, filhos criados se separam? Perderam a SEGURANÇA no casamento?
Não, é que perderam a estabilidade dos sentimentos.
Quando a população era verdadeiramente cristã, ouvíamos falar entre as jovens aquelas solicitações da alma afetiva: Na tristeza e na alegria, na pobreza e na riqueza, na saúde e na doença. Naquele tempo a segurança do casamento não estava fundada no dinheiro, mas na estabilidade e disposição de manutenção de uma promessa que permitia viver juntos nas adversidades, e diante dos filhos as contradições da vida e poder educá-los em um lar. Uma família, muitas vezes criava seus filhos numa CaSA construída com as próprias mãos, e comiam do próprio suor, sem que dinheiro fosse o centro das suas vidas. A Fé era o centro de suas vidas, fé na vida, fé na fertilidade dos lares, fé nos valores cristãos era o cerne da segurança no casamento.
Quando falta a estabilidade dos sentimentos, e o apego honroso ao compromisso assumido, nem psicólogo, nem médicos, nem financeiras, nem propriedades e bens seguram a união da família, muito menos as condições ideais de educação dos filhos.
Sendo assim resolvi escrever essas linhas, fundadas no meu próprio passado e experiência pessoal, e reeditar esse texto escrito em 1995 sobre a Mulher, de modo que meu filho se tiver tempo de ler entre os minutos que lhe sobram quando não esta correndo atrás de dinheiro e segurança, e pensar o que é Deus, e o que é a Providência. Simão o Mago, um judeu esperto e exorcista profissional quis comprar os dons do Espírito Santo, por bom dinheiro ao apostolo Paulo. Resultado ficou cego.
Filho abra os olhos para a estabilidade de seus sentimentos. Depois contemple a estabilidade de sentimentos de sua futura companheira, e pelo amor de Deus, esqueça o dinheiro, para poder recuperar a visão.

Leia isso guri. Eu te ofereço com amor e respeito.

Escravidão da Mulher

Observando um grande peixe nadar voraz em direção à isca, e depois debater-se, lutar, para enfim cansado descobrir-se preso pelo anzol e próximo da morte, tivemos uma visão clara, quase literal, uma verdadeira dissertação sobre o movimento de libertação da mulher.

Obras como: A História da Vida Privada de Phillipe Ariès e a A Família nas Diversas Sociedades de Starcke, poderiam ajudar o leitor a melhor entender a maneira como evoluiu o pensamento da mulher e a sua condição social através do tempo histórico. Todavia é difícil encontrar em diferentes períodos uma escravidão tão sutil, uma perda tão profunda da dignidade da mulher como nos dias em que vivemos.

É verdade que a cultura judaico-cristã foi sem dúvida a que mais elevou e libertou a mulher. Toda a estima e alta dignidade da mulher, toda a liberdade e autonomia de sua vontade, a nosso ver, está muito bem expressada na imagem cristã do Deus, todo poderoso, quando, pediu consentimento à Maria para gerar-lhe um filho. Do mesmo modo o conjunto dos ideais cristãos atribuiu um novo sentido e definiu o amor. Assim como Nilton definiu a lei da gravitação universal (fenômeno existente), mal comparando, o cristianismo definiu as leis do amor. Compromisso, responsabilidade, proteção e o ato de prover passaram a ser quase que sinônimos do conceito de amor.

Nesta condição pode-se dizer que em momento algum da história a mulher foi mais digna, segura e amparada, materialmente, afetiva e sexualmente do que quando inserida numa sociedade e numa família cristã. Nada nestes últimos séculos depunha contra o testemunho desta imensa multidão de mulheres felizes que assumiram o ideal cristão.

Todavia a índole tirana e abusiva de alguns homens modernos, que imaginam viver a licenciosidade dos tempos primitivos, lançou uma isca, retornando a um antigo ideal, já muito usado, onde não importa o compromisso entre homem e mulher, mas sim a expressão máxima da paixão. Paulatinamente levantaram a dúvida quanto à felicidade afetivo-sexual da mulher inserida no ambiente cristão, não verdadeiramente preocupados com elas, mas, num retorno ao paganismo apaixonado, que os permita viver as suas próprias voracidades e falsas liberdades. Assim, ainda que a mulher não admita, os homens criaram a isca, a linha ideológica e o anzol que submeteria a mulher moderna mais uma vez à escravidão que a tirará de sua natureza para implodi-la na “liberdade” de um hedonismo estéril.

A olhos vistos a mulher moderna vive, luta e debate-se num mecanismo de rebeldia e depressão, sofrendo a trágica conseqüência da perda de sua dignidade, com a violência à sua natureza afetiva e maternal. A cada dia é menos amada e mais passional. Mais explorado, mais comercializado, mais utilizado por uma sociedade de homens perversos que tripudiam sobre elas, inspirados por forças de ordem quase sobrenatural.

Nisto há como uma semente, um grito de morte e ingratidão ao dom da vida.

Cada dia que passa é maior o número das mulheres que se arrastam em uma luta sem tréguas e sem descanso, mal provendo seus filhos, reclamando e desencorajando a maternidade e mesmo o casamento, desejando um amor que já não encontram, satisfazendo suas pequenas paixões em relações de risco, abandonando ou negligenciando seus filhos e muitas vezes abortando, ou ainda, em ato de desespero, assumem a anticoncepção ou a esterilidade permanente para viverem a fantasia da “liberdade do prazer” ou “o prazer que liberta” numa ação semelhante ao usuário do álcool ou da cocaína que depois da euforia descobre que no vício vive, na realidade, a escravidão.

Se nós, homens modernos, não cremos mais no compromisso, na estabilidade das relações, como então proteger, amparar prover e educar? Sem compromisso e sem estabilidade, é inútil qualquer esforço, e isso leva a cairmos num individualismo crônico, num hedonismo estéril, que por vezes nos mostra sexualmente satisfeitos, mas dificilmente seguros, correspondidos ou amados, salvo naquela exceção que é o narcisismo, o amor de si mesmo, a solidão mais profunda, a perfeita escravidão.



Wallace Requião de Mello e Silva.


Curitiba, 11 de novembro de 1.995







Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)

Segurança no Casamento?

Segurança no casamento.
Meu filho ensaia o seu casamento. Fala seguro sobre temas que aparentam maturidade e esconde certa ansiedade diante de escolha tão seria e permanente.
Fala em segurança no casamento. Mas o que é segurança para essa geração? Segurança segundo os jovens é estabilidade no emprego (dinheiro). Salário suficiente para educar filhos (dinheiro). Casa ou apartamento próprio (dinheiro). Plano de saúde com cobertura para todos os futuros membros da família (dinheiro). Empregadas que garantam a qualidade de vida do lar (dinheiro). Ou seja, se continuarmos essa lista veremos que essa geração acredita que segurança é dinheiro. Como se diz popularmente: Mulher gosta de dinheiro. Segundo os jovens, sem dinheiro não se pode viver.
Mas o conceito não resiste a algumas perguntas. Porque casais ricos, com quatro carros na garagem, bons empregos, filhos criados se separam? Perderam a SEGURANÇA no casamento?
Não, é que perderam a estabilidade dos sentimentos.
Quando a população era verdadeiramente cristã, ouvíamos falar entre as jovens aquelas solicitações da alma afetiva: Na tristeza e na alegria, na pobreza e na riqueza, na saúde e na doença. Naquele tempo a segurança do casamento não estava fundada no dinheiro, mas na estabilidade e disposição de manutenção de uma promessa que permitia viver juntos nas adversidades, e diante dos filhos as contradições da vida e poder educá-los em um lar. Uma família, muitas vezes criava seus filhos numa CaSA construída com as próprias mãos, e comiam do próprio suor, sem que dinheiro fosse o centro das suas vidas. A Fé era o centro de suas vidas, fé na vida, fé na fertilidade dos lares, fé nos valores cristãos era o cerne da segurança no casamento.
Quando falta a estabilidade dos sentimentos, e o apego honroso ao compromisso assumido, nem psicólogo, nem médicos, nem financeiras, nem propriedades e bens seguram a união da família, muito menos as condições ideais de educação dos filhos.
Sendo assim resolvi escrever essas linhas, fundadas no meu próprio passado e experiência pessoal, e reeditar esse texto escrito em 1995 sobre a Mulher, de modo que meu filho se tiver tempo de ler entre os minutos que lhe sobram quando não esta correndo atrás de dinheiro e segurança, e pensar o que é Deus, e o que é a Providência. Simão o Mago, um judeu esperto e exorcista profissional quis comprar os dons do Espírito Santo, por bom dinheiro ao apostolo Paulo. Resultado ficou cego.
Filho abra os olhos para a estabilidade de seus sentimentos. Depois contemple a estabilidade de sentimentos de sua futura companheira, e pelo amor de Deus, esqueça o dinheiro, para poder recuperar a visão.

Leia isso guri. Eu te ofereço com amor e respeito.

Escravidão da Mulher

Observando um grande peixe nadar voraz em direção à isca, e depois debater-se, lutar, para enfim cansado descobrir-se preso pelo anzol e próximo da morte, tivemos uma visão clara, quase literal, uma verdadeira dissertação sobre o movimento de libertação da mulher.

Obras como: A História da Vida Privada de Phillipe Ariès e a A Família nas Diversas Sociedades de Starcke, poderiam ajudar o leitor a melhor entender a maneira como evoluiu o pensamento da mulher e a sua condição social através do tempo histórico. Todavia é difícil encontrar em diferentes períodos uma escravidão tão sutil, uma perda tão profunda da dignidade da mulher como nos dias em que vivemos.

É verdade que a cultura judaico-cristã foi sem dúvida a que mais elevou e libertou a mulher. Toda a estima e alta dignidade da mulher, toda a liberdade e autonomia de sua vontade, a nosso ver, está muito bem expressada na imagem cristã do Deus, todo poderoso, quando, pediu consentimento à Maria para gerar-lhe um filho. Do mesmo modo o conjunto dos ideais cristãos atribuiu um novo sentido e definiu o amor. Assim como Nilton definiu a lei da gravitação universal (fenômeno existente), mal comparando, o cristianismo definiu as leis do amor. Compromisso, responsabilidade, proteção e o ato de prover passaram a ser quase que sinônimos do conceito de amor.

Nesta condição pode-se dizer que em momento algum da história a mulher foi mais digna, segura e amparada, materialmente, afetiva e sexualmente do que quando inserida numa sociedade e numa família cristã. Nada nestes últimos séculos depunha contra o testemunho desta imensa multidão de mulheres felizes que assumiram o ideal cristão.

Todavia a índole tirana e abusiva de alguns homens modernos, que imaginam viver a licenciosidade dos tempos primitivos, lançou uma isca, retornando a um antigo ideal, já muito usado, onde não importa o compromisso entre homem e mulher, mas sim a expressão máxima da paixão. Paulatinamente levantaram a dúvida quanto à felicidade afetivo-sexual da mulher inserida no ambiente cristão, não verdadeiramente preocupados com elas, mas, num retorno ao paganismo apaixonado, que os permita viver as suas próprias voracidades e falsas liberdades. Assim, ainda que a mulher não admita, os homens criaram a isca, a linha ideológica e o anzol que submeteria a mulher moderna mais uma vez à escravidão que a tirará de sua natureza para implodi-la na “liberdade” de um hedonismo estéril.

A olhos vistos a mulher moderna vive, luta e debate-se num mecanismo de rebeldia e depressão, sofrendo a trágica conseqüência da perda de sua dignidade, com a violência à sua natureza afetiva e maternal. A cada dia é menos amada e mais passional. Mais explorado, mais comercializado, mais utilizado por uma sociedade de homens perversos que tripudiam sobre elas, inspirados por forças de ordem quase sobrenatural.

Nisto há como uma semente, um grito de morte e ingratidão ao dom da vida.

Cada dia que passa é maior o número das mulheres que se arrastam em uma luta sem tréguas e sem descanso, mal provendo seus filhos, reclamando e desencorajando a maternidade e mesmo o casamento, desejando um amor que já não encontram, satisfazendo suas pequenas paixões em relações de risco, abandonando ou negligenciando seus filhos e muitas vezes abortando, ou ainda, em ato de desespero, assumem a anticoncepção ou a esterilidade permanente para viverem a fantasia da “liberdade do prazer” ou “o prazer que liberta” numa ação semelhante ao usuário do álcool ou da cocaína que depois da euforia descobre que no vício vive, na realidade, a escravidão.

Se nós, homens modernos, não cremos mais no compromisso, na estabilidade das relações, como então proteger, amparar prover e educar? Sem compromisso e sem estabilidade, é inútil qualquer esforço, e isso leva a cairmos num individualismo crônico, num hedonismo estéril, que por vezes nos mostra sexualmente satisfeitos, mas dificilmente seguros, correspondidos ou amados, salvo naquela exceção que é o narcisismo, o amor de si mesmo, a solidão mais profunda, a perfeita escravidão.



Wallace Requião de Mello e Silva.


Curitiba, 11 de novembro de 1.995







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segunda-feira, 6 de abril de 2009

Beijei 25 gatinhos na balada....nossssssa!!!

Beijei 25 gatinhos na balada
A mocinha reunida com amigas se vangloriava: “ Beijei vinte e cinco gatinhos na balada”.
O que ela não soube e não quer saber, é o risco de contrair uma doença via oral.
Algumas coisas precisam ser ditas para as mocinhas e rapazes, boca não é órgão sexual, portanto não existe sexo oral, mas sim erotismo oral. Segundo ponto, o beijo é tão intimo como a relação sexual, e por isso tão serio quanto todas as outras, “intimidade”, humanas, é algo para ser ponderado sob diversos aspectos, e um dele é a saúde bucal.
Pela boca estamos sujeitos a diversas doenças. Vocês conhecem aquele ditado: Pedra dura, água mole, tanto bate ate que fura? Sim nos temos um sistema imunológico que nos defende, todavia se nos expomos continuamente ao risco, por melhor que seja nosso sistema imunológico, tarde ou cedo contrairemos alguma terrível doença oral. E muitas são doenças transmitidas, sexual e eroticamente. AIDS ( pela gengivite), sífilis, o cancro ( cancrum oris), herpes, candidíase ( foco infeccioso), pseudocandidíase estafilocócica, tuberculose, estomatite estreptocócica, fissura mediana por estafilococos, as quelites de causa desconhecida, e às colônias de bactéria provocada pelas lesões de Líquen, ou oriundas das lesões do Pênfigo; eritema imunológico; colônias de germens provocadas pelo Lúpus; pioestomatite, ulcerações produzidas por drogas ( químicas e fumo), gengivite da puberdade, gengivite gravídica; e colônias devidas aos carcinomas, a blenorragia gonocócica, etc e tal.
Moças educadas e rapazes, universitárias e universitários, com cada vez maior freqüência sentam às cadeiras de dentista, como serias lesões originadas nos órgãos sexuais, em contacto com a boca, ou oro - eróticas vítimas de um descuido e promiscuidade cada vez maior.
Seria interessante pesquisar e publicar estatisticamente esse surto de oralidade que vêm se impondo aos jovens, cada vês mais jovens, que não se dão conta que a boca é a porta de entrada da vida e da saúde, mas em igual medida é a porta de entrada da morte e da doença.
Vejam o que eu trago em termo de imagens, para desencorajar, a irresponsabilidade beijoqueira... e outras mais.
Wallacereq@gmail.com







































Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)

Beijei 25 gatinhos na balada....nossssssa!!!

Beijei 25 gatinhos na balada
A mocinha reunida com amigas se vangloriava: “ Beijei vinte e cinco gatinhos na balada”.
O que ela não soube e não quer saber, é o risco de contrair uma doença via oral.
Algumas coisas precisam ser ditas para as mocinhas e rapazes, boca não é órgão sexual, portanto não existe sexo oral, mas sim erotismo oral. Segundo ponto, o beijo é tão intimo como a relação sexual, e por isso tão serio quanto todas as outras, “intimidade”, humanas, é algo para ser ponderado sob diversos aspectos, e um dele é a saúde bucal.
Pela boca estamos sujeitos a diversas doenças. Vocês conhecem aquele ditado: Pedra dura, água mole, tanto bate ate que fura? Sim nos temos um sistema imunológico que nos defende, todavia se nos expomos continuamente ao risco, por melhor que seja nosso sistema imunológico, tarde ou cedo contrairemos alguma terrível doença oral. E muitas são doenças transmitidas, sexual e eroticamente. AIDS ( pela gengivite), sífilis, o cancro ( cancrum oris), herpes, candidíase ( foco infeccioso), pseudocandidíase estafilocócica, tuberculose, estomatite estreptocócica, fissura mediana por estafilococos, as quelites de causa desconhecida, e às colônias de bactéria provocada pelas lesões de Líquen, ou oriundas das lesões do Pênfigo; eritema imunológico; colônias de germens provocadas pelo Lúpus; pioestomatite, ulcerações produzidas por drogas ( químicas e fumo), gengivite da puberdade, gengivite gravídica; e colônias devidas aos carcinomas, a blenorragia gonocócica, etc e tal.
Moças educadas e rapazes, universitárias e universitários, com cada vez maior freqüência sentam às cadeiras de dentista, como serias lesões originadas nos órgãos sexuais, em contacto com a boca, ou oro - eróticas vítimas de um descuido e promiscuidade cada vez maior.
Seria interessante pesquisar e publicar estatisticamente esse surto de oralidade que vêm se impondo aos jovens, cada vês mais jovens, que não se dão conta que a boca é a porta de entrada da vida e da saúde, mas em igual medida é a porta de entrada da morte e da doença.
Vejam o que eu trago em termo de imagens, para desencorajar, a irresponsabilidade beijoqueira... e outras mais.
Wallacereq@gmail.com







































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