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sábado, 26 de fevereiro de 2011

Saúde





Quem tem uma escada trepa todos os dias.
Wallacereq@gmail.com

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Investimentos no desenvolvimento da face militar da Sociedade Brasileira.

Investimentos em Forças Armadas.
Eu me pergunto o que falta para nossa juventude? Adrenalina, aventura, responsabilidade, sentimento de pertença, sentimento de cooperação e utilidade. Falta para nossa juventude responsabilidade cívica, atividade interessante que possa absorver boa parte dessa intensa energia dos anos juvenis, falta educação, disciplina, atividades competitivas e grupais, aplicação real de suas inteligências e habilidades, amor e ajustamento social. Falta profissão.
Ora, se eu não estou totalmente errado, as forças armadas, com pequenas alterações de comportamento institucional, poderiam recompor ao menos 90% dessas faltas, carências.
A Constituição reza que o serviço militar é obrigatório. Seriam então muitos milhares de jovens, perto ou pouco mais de milhão, ainda não calculei ou pesquisei. Como manter essa juventude engajada em uma Força Armada, interessante, cativante, educativa e integradora? Com investimentos seguramente.
Uma rápida olhada no parque industrial brasileiros imediatamente percebemos que podemos construir uma indústria, bélica, ou militar, de primeira linha e em nível das demais concorrentes, ou possíveis contentoras. Esses investimentos então seriam em contratos industriais que absorvesses grande parte dos contingentes da juventude alistada no exercito, marinha e aeronáutica. Produzir armas, veículos, aviões, navios, e ao mesmo tempo, desenvolver-se atleticamente e militarmente. Se bem colocado os fatos, pode ser absolutamente sedutor da juventude. Não só para a juventude, mas para o desenvolvimento da indústria, da tecnologia, da economia. Serviço obrigatório militar, soldados-operários-militarmente treinados. Atletas, criativos, ajustados, cooperativos, amantes e construtores da pátria. Construir e operar as suas criações tem sido a vocação humana de todos os tempos, atropeladas pelo consumo e um comércio voraz. Vítimas da ingerencia das nações poderosas sobre as fracas, que as limitam e oprimem.
Ressalvados esses vícios históricos, essa indústria bélica de tecnologia, indústria das profissões mais modernas existentes, em todos os níveis do conhecimento humano, e tudo, está a nossa disposição no “continente” brasileiro. Energia, sim Energia. Comercio de produtos bélicos sim, lucro, sim, equipamento adequado e moderno construído por brasileiros, sim. Armas atômicas, sonoras, micro-ondas, tecnologia eletrônica, biológicas, químicas, sim tudo o que for possível desenvolver. Tudo sobre o signo do mandamento divino: Não Matarás. Força total, para evitar o conflito, gerar o respeito, garantir a paz e a Soberania do solo pátrio.
Esses investimentos gerarão infra-estrutura num plano quase orgânico, e conseqüentemente desenvolvimento em todos os setores do conhecimento humano.
Jovens, masculinos e femininas, absorvidos num programa estatal de elevação da qualidade física, intelectual, moral, cívica... E guerreira, no sentido amplo de desenvolver o aprendizado de lutar para as conquistas mais profundas da sociedade brasileira. Um soldado, um irmão.
O acúmulo histórico das estruturas e do conhecimento militar é necessário para o alavancamento de nossa sociedade, foi no passado, é hoje, será no futuro. Com a nossa Força... Armada, a segurança e a honra de sermos brasileiros construtores de uma nação forte capaz de se garantir em quaisquer circunstâncias. Assim fizeram outros países, assim faremos nós.
Essa é uma proposta para um plano nacional, de desenvolvimento das Forças Armadas. Uma Força consciente do compromisso de retorno social de seus investimentos e privilégios.

Wallacereq@gmail.com



Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)

Investimentos no desenvolvimento da face militar da Sociedade Brasileira.

Investimentos em Forças Armadas.
Eu me pergunto o que falta para nossa juventude? Adrenalina, aventura, responsabilidade, sentimento de pertença, sentimento de cooperação e utilidade. Falta para nossa juventude responsabilidade cívica, atividade interessante que possa absorver boa parte dessa intensa energia dos anos juvenis, falta educação, disciplina, atividades competitivas e grupais, aplicação real de suas inteligências e habilidades, amor e ajustamento social. Falta profissão.
Ora, se eu não estou totalmente errado, as forças armadas, com pequenas alterações de comportamento institucional, poderiam recompor ao menos 90% dessas faltas, carências.
A Constituição reza que o serviço militar é obrigatório. Seriam então muitos milhares de jovens, perto ou pouco mais de milhão, ainda não calculei ou pesquisei. Como manter essa juventude engajada em uma Força Armada, interessante, cativante, educativa e integradora? Com investimentos seguramente.
Uma rápida olhada no parque industrial brasileiros imediatamente percebemos que podemos construir uma indústria, bélica, ou militar, de primeira linha e em nível das demais concorrentes, ou possíveis contentoras. Esses investimentos então seriam em contratos industriais que absorvesses grande parte dos contingentes da juventude alistada no exercito, marinha e aeronáutica. Produzir armas, veículos, aviões, navios, e ao mesmo tempo, desenvolver-se atleticamente e militarmente. Se bem colocado os fatos, pode ser absolutamente sedutor da juventude. Não só para a juventude, mas para o desenvolvimento da indústria, da tecnologia, da economia. Serviço obrigatório militar, soldados-operários-militarmente treinados. Atletas, criativos, ajustados, cooperativos, amantes e construtores da pátria. Construir e operar as suas criações tem sido a vocação humana de todos os tempos, atropeladas pelo consumo e um comércio voraz. Vítimas da ingerencia das nações poderosas sobre as fracas, que as limitam e oprimem.
Ressalvados esses vícios históricos, essa indústria bélica de tecnologia, indústria das profissões mais modernas existentes, em todos os níveis do conhecimento humano, e tudo, está a nossa disposição no “continente” brasileiro. Energia, sim Energia. Comercio de produtos bélicos sim, lucro, sim, equipamento adequado e moderno construído por brasileiros, sim. Armas atômicas, sonoras, micro-ondas, tecnologia eletrônica, biológicas, químicas, sim tudo o que for possível desenvolver. Tudo sobre o signo do mandamento divino: Não Matarás. Força total, para evitar o conflito, gerar o respeito, garantir a paz e a Soberania do solo pátrio.
Esses investimentos gerarão infra-estrutura num plano quase orgânico, e conseqüentemente desenvolvimento em todos os setores do conhecimento humano.
Jovens, masculinos e femininas, absorvidos num programa estatal de elevação da qualidade física, intelectual, moral, cívica... E guerreira, no sentido amplo de desenvolver o aprendizado de lutar para as conquistas mais profundas da sociedade brasileira. Um soldado, um irmão.
O acúmulo histórico das estruturas e do conhecimento militar é necessário para o alavancamento de nossa sociedade, foi no passado, é hoje, será no futuro. Com a nossa Força... Armada, a segurança e a honra de sermos brasileiros construtores de uma nação forte capaz de se garantir em quaisquer circunstâncias. Assim fizeram outros países, assim faremos nós.
Essa é uma proposta para um plano nacional, de desenvolvimento das Forças Armadas. Uma Força consciente do compromisso de retorno social de seus investimentos e privilégios.

Wallacereq@gmail.com



Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

O Governo do Paraná fecha o cerco contra o fumo.

Governo preserva o direito de não fumar por tabela.

Preserva o direito à saúde.

Colaboração Celso Corazza e Altino Netto.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Pesquisa revela defeito da comunicação.

Pesquisa aponta detalhe de máxima importância.

Em meio à pesquisa fotográfica dos Centros de Saúde da Criança e da Mulher, pude perceber que a semelhança das construções e da logomarca, esvazia a força publicitária das fotos, pois as fotos são entendidas como sendo tiradas na mesma unidade em ângulos diferentes. Essa deficiência pode ser corrigida se escrevermos os nomes das cidades na linha inferior das Logomarcas. Isso acabaria com a confusão e desconfiança.
Veja abaixo.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

O veneno servido em nosso pratos.

Os venenos em nossos pratos.

Existem coisas elogiáveis. Omitir elogios às coisas bem feitas é omissão grave, pois desestimula o esforço daqueles que se dedicam ao fazer e fazer bem feito.
Com o titulo acima, a Faculdade Evangélica do Paraná, promoveu um circulo de palestras, neste ultimo 29 de Agosto, que merece elogios.
Estive presente, como ouvinte, e já habituado ao tema, presenciei horas de rica informação e denso conteúdo. Quatro palestristas, simpaticamente introduzidos e apresentados pelo Dr. Arnaldo Luiz Miró Rebelo, representando a Instituição nos foram proporcionando, gradativamente, desde uma recepção requintada, algo rara nos dias de hoje, passando pelo espaço físico adequado e totalmente tomado pela platéia, o bom apoio de técnicos em som e mídia, e pudemos, portanto, assim presenciar, na companhia de ouvintes atentos de bom nível universitário, na sua maioria alunas do curso de Nutrição, um discurso coerente, polemica, e por que não dizer, alarmante. O veneno em nossos pratos servido, a nós e aos nossos filhos, em nossas “inocentes” refeições a cada dia.
Faltou, talvez, pelo acúmulo de atividades dos quatro convidados, que exercem, na área, funções de destaque, algo de objetividade e síntese, pois nos pareceu, como se quisessem dizer tudo em uma só palestra, quando seria melhores, pequenos “tijolos” bem assentados, um de cada vez, construindo uma opinião mais solida, embora, nada há ou haja a criticar dos conteúdos, ou do apoio oriundo de moderno material em Multimídia, dando-lhes o necessário suporte à técnica de comunicação. Resultado: enriqueci em muito o que já sabia, e apreendi boas e solidas novidades, que servirão de base para posterior aprofundamento. Esse o objetivo das palestras, estimularem o estudo dos temas apresentados.
Assim foi:

1) Alfredo Benato, apresentou: “Os riscos ocultos nos alimentos” (os venenos). Foi destaque:
a) Os 420 princípios ativos de agrotóxicos que resultam em mais de 2000 produtos venenosos.
b) Cada cultura usa venenos diferentes.
c) Cada produto vegetal absorve quantidades desiguais dos diversos venenos.
d) Uma salada em nossa mesa porta um verdadeiro arsenal de diferentes venenos, que podem, quimicamente, produzir outros, e que podem ser absorvidos, por diversas vias mesmo antes de serem digeridos (terem suas molecular quebradas (decompostas) pelo suco gástrico). E há outros que não são decompostos, nem mesmo pelo suco gástrico. ( BT por exemplo)
e) Cada veneno pode produzir um tipo de alteração na saúde humana (câncer, alergia, teratologia dos tecidos, diminuição da espermatogênese, desarmonia endógena, lesão neuronial, etc.)

(2) Marcelo Silva, apresentou: “Rejeitando os produtos transgênicos”.
Em destaque:
a) Descoberta da trangeníase das bactérias.
b) Profundo conservadorismo da Vida e da Genética.
c) Contaminação transgênica das sementes convencionais.
d) Adaptação através de engenharia genética de seres vivos aos venenos produzidos, com a conseqüente morte de milhares senão milhões de outros seres vivos micro biológicos, rompendo o equilíbrio da cadeia da vida.

3) Valdir Isidoro Silva, apresentou: “A estratégica de dominação da biotecnologia”.
Em destaque:
a) Larga Bibliografia. Analise da evolução da propaganda do uso dos venenos, pelos órgãos oficiais, e sua verdadeira conseqüência através dos anos.
b) Construção da ideologia da produção agrícola como lucro, tonelagem, e extensão, e “atrelamento” de produção a interesses exógenos, e não como “produto” mantenedor da saúde e da vida através do cuidado sustentável do solo.
c) Manipulação da informação e do contraditório pelo interesse econômico.

4) Júlio Carlos Bittencourt Veiga, apresentou: “Os benefícios dos alimentos orgânicos”.
Em destaque:
a) Descrição do universo de seres vivos existentes em uma colher de chá de terra, e conseqüência sobre essa fauna e flora microbiológica com o uso constante de venenos. A morte do solo, e sua gradativa esterilidade. O custo, o tempo e a energia gasta na tentativa de recuperação.
b) Quebra do equilíbrio do teor de nutrientes nos alimentos com o uso de produtos químicos venenosos.
c) Perda de vitalidade destes alimentos impregnados de produtos químicos tóxicos.
d) Dificuldade de conservação desses alimentos (putrefação acelerada pelo teor de água e produtos químicos). Alimentos “bombados”.
e) Descrição das vantagens dos produtos orgânicos sob o ponto de vista da saúde do produtor e do consumidor.
f) Vantagens econômicas gerais, transferencia e repasse de custos com a saúde, distribuição demográfica e soberania territorial, produção e necessidade de consumo de alimentos, envenenamento e contaminação do solo, e finalizando, degradação mecânica do solo, monocultura e fragilização da cadeia da vida, com perda de nutrientes do solo, erosão, aquecimento, contaminação dos rios, envenenamento de peixes e algas, tudo minimizado pela agricultura orgânica.

O ponto frágil da temática, ao menos a meu ver, deriva-se da seguinte afirmação: 70% das propriedades rurais é, no Paraná, caracterizadas como agricultura familiar, e apenas 14%, consideradas agricultura industrial. Parece-me verdadeira a afirmação, todavia, faltam nos dizer quantos hectares correspondem as umas e às outras, e quanto em toneladas de alimento os dois tipos produzem? Se essa questão for bem equacionada, todo o argumento, em favor da saúde e da produção orgânica, começa a se solidificar sem possibilidade de contestação.


Wallace Requião de Mello e Silva.

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O veneno servido em nosso pratos.

Os venenos em nossos pratos.

Existem coisas elogiáveis. Omitir elogios às coisas bem feitas é omissão grave, pois desestimula o esforço daqueles que se dedicam ao fazer e fazer bem feito.
Com o titulo acima, a Faculdade Evangélica do Paraná, promoveu um circulo de palestras, neste ultimo 29 de Agosto, que merece elogios.
Estive presente, como ouvinte, e já habituado ao tema, presenciei horas de rica informação e denso conteúdo. Quatro palestristas, simpaticamente introduzidos e apresentados pelo Dr. Arnaldo Luiz Miró Rebelo, representando a Instituição nos foram proporcionando, gradativamente, desde uma recepção requintada, algo rara nos dias de hoje, passando pelo espaço físico adequado e totalmente tomado pela platéia, o bom apoio de técnicos em som e mídia, e pudemos, portanto, assim presenciar, na companhia de ouvintes atentos de bom nível universitário, na sua maioria alunas do curso de Nutrição, um discurso coerente, polemica, e por que não dizer, alarmante. O veneno em nossos pratos servido, a nós e aos nossos filhos, em nossas “inocentes” refeições a cada dia.
Faltou, talvez, pelo acúmulo de atividades dos quatro convidados, que exercem, na área, funções de destaque, algo de objetividade e síntese, pois nos pareceu, como se quisessem dizer tudo em uma só palestra, quando seria melhores, pequenos “tijolos” bem assentados, um de cada vez, construindo uma opinião mais solida, embora, nada há ou haja a criticar dos conteúdos, ou do apoio oriundo de moderno material em Multimídia, dando-lhes o necessário suporte à técnica de comunicação. Resultado: enriqueci em muito o que já sabia, e apreendi boas e solidas novidades, que servirão de base para posterior aprofundamento. Esse o objetivo das palestras, estimularem o estudo dos temas apresentados.
Assim foi:

1) Alfredo Benato, apresentou: “Os riscos ocultos nos alimentos” (os venenos). Foi destaque:
a) Os 420 princípios ativos de agrotóxicos que resultam em mais de 2000 produtos venenosos.
b) Cada cultura usa venenos diferentes.
c) Cada produto vegetal absorve quantidades desiguais dos diversos venenos.
d) Uma salada em nossa mesa porta um verdadeiro arsenal de diferentes venenos, que podem, quimicamente, produzir outros, e que podem ser absorvidos, por diversas vias mesmo antes de serem digeridos (terem suas molecular quebradas (decompostas) pelo suco gástrico). E há outros que não são decompostos, nem mesmo pelo suco gástrico. ( BT por exemplo)
e) Cada veneno pode produzir um tipo de alteração na saúde humana (câncer, alergia, teratologia dos tecidos, diminuição da espermatogênese, desarmonia endógena, lesão neuronial, etc.)

(2) Marcelo Silva, apresentou: “Rejeitando os produtos transgênicos”.
Em destaque:
a) Descoberta da trangeníase das bactérias.
b) Profundo conservadorismo da Vida e da Genética.
c) Contaminação transgênica das sementes convencionais.
d) Adaptação através de engenharia genética de seres vivos aos venenos produzidos, com a conseqüente morte de milhares senão milhões de outros seres vivos micro biológicos, rompendo o equilíbrio da cadeia da vida.

3) Valdir Isidoro Silva, apresentou: “A estratégica de dominação da biotecnologia”.
Em destaque:
a) Larga Bibliografia. Analise da evolução da propaganda do uso dos venenos, pelos órgãos oficiais, e sua verdadeira conseqüência através dos anos.
b) Construção da ideologia da produção agrícola como lucro, tonelagem, e extensão, e “atrelamento” de produção a interesses exógenos, e não como “produto” mantenedor da saúde e da vida através do cuidado sustentável do solo.
c) Manipulação da informação e do contraditório pelo interesse econômico.

4) Júlio Carlos Bittencourt Veiga, apresentou: “Os benefícios dos alimentos orgânicos”.
Em destaque:
a) Descrição do universo de seres vivos existentes em uma colher de chá de terra, e conseqüência sobre essa fauna e flora microbiológica com o uso constante de venenos. A morte do solo, e sua gradativa esterilidade. O custo, o tempo e a energia gasta na tentativa de recuperação.
b) Quebra do equilíbrio do teor de nutrientes nos alimentos com o uso de produtos químicos venenosos.
c) Perda de vitalidade destes alimentos impregnados de produtos químicos tóxicos.
d) Dificuldade de conservação desses alimentos (putrefação acelerada pelo teor de água e produtos químicos). Alimentos “bombados”.
e) Descrição das vantagens dos produtos orgânicos sob o ponto de vista da saúde do produtor e do consumidor.
f) Vantagens econômicas gerais, transferencia e repasse de custos com a saúde, distribuição demográfica e soberania territorial, produção e necessidade de consumo de alimentos, envenenamento e contaminação do solo, e finalizando, degradação mecânica do solo, monocultura e fragilização da cadeia da vida, com perda de nutrientes do solo, erosão, aquecimento, contaminação dos rios, envenenamento de peixes e algas, tudo minimizado pela agricultura orgânica.

O ponto frágil da temática, ao menos a meu ver, deriva-se da seguinte afirmação: 70% das propriedades rurais é, no Paraná, caracterizadas como agricultura familiar, e apenas 14%, consideradas agricultura industrial. Parece-me verdadeira a afirmação, todavia, faltam nos dizer quantos hectares correspondem as umas e às outras, e quanto em toneladas de alimento os dois tipos produzem? Se essa questão for bem equacionada, todo o argumento, em favor da saúde e da produção orgânica, começa a se solidificar sem possibilidade de contestação.


Wallace Requião de Mello e Silva.

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