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sexta-feira, 25 de junho de 2010

G 23, uma intuição internacional.


Acima, capa: " O livro dos Mares Orientais" 1515.

Copa do mundo.
Hoje, dia 25 de junho de 2010, por pouco a Seleção Brasileira não leva uma surra dos portugueses. O velho pai, Portugal, quase despede o jovem filho, Brasil.
Tudo podemos desculpar de Portugal, pois devemos tudo aos portugueses. Somente uma coisa não os desculpou, a freqüente calunia de que somos filhos de bastardos, degredados, etc. e tal. Fosse isso uma verdade, a culpa seria de Portugal que para livrar-se de seus problemas, teria mandado o seu lixo para o Brasil. Isso não é verdade, mas há portugueses que acreditam nisso, e tratam os brasileiros como bandidos. O que o povo português esquece, é que para o Brasil, veio o que havia de melhor em Portugal, desde os formidáveis jesuítas, ate a Família Imperial com toda a sua corte.
Portugal deveria, já com o passar dos séculos, ter compreendido que sofreu perseguições pelo fato de ser católico. A maçonaria, braço ântigo do judaísmo dito filosófico, imiscuiu-se na sua corte e nos seus negócios a fim de quebrar as sua força e poder. Financiados e promovidos por reinos contrários à Igreja, os inimigos do catolicismo derrubaram a monarquia católica de Portugal, enquanto eles, que promoveram as repúblicas na América do Sul, continuam como reinos, seja a Inglaterra, seja a Holanda, sejam os países baixos, todos repletos de comerciantes e financistas judeus. Portugal saiu endividado e se viu diminuído na sua grandeza empreendedora.
Hoje eu vejo que o Brasil pode devolver a Portugal toda a sua grandeza e glória diante da Europa corrompida. Portugal jamais trairá a Igreja, já disse alguém.
Assim sendo tive essa intuição internacional, onde Portugal possa ser o representante comercial do Brasil no comércio exterior, nos cinco continentes, suprindo uma carência brasileira, a inexperiência no mar e nos negócios do mar, e a inexperiência histórica dos negócios internacionais.
Ver a juventude brasileira olhar para o mar, sem vôo, apenas para ver o nascer do sol, pegar umas ondas, e fumar maconha, me envergonha, diante de um povo pequeno, 500 anos para trás, sonhando em conhecer e conquistar para Deus e os portugueses um mundo desconhecido. O Brasil nasceu dessa aventura. Os povos originais, se deixados à própria sorte, seriam hoje o que são; índios, nus, doentes, embrenhados na floresta tropical, Há quem ache que eles é que estão certos.


O Brasil pode devolver a Portugal toda a sua gloria.
Tive a oportunidade de conhecer o embaixador Paes de Andrade em Brasília, e posteriormente em São Paulo. Anos atrás, meu irmão, recebeu em Curitiba o então Presidente de Portugal, Mário Soares. Destas duas experiências tive uma intuição internacional, que passarei a explicar.
Todos conhecem o Mandamento de honrar pai e mãe. É um organizador social essencial que obriga aos filhos, se não materialmente, ao menos moralmente de cuidar de seus pais no sentido de preservar o nome, os ideais, fé e honra dos pais.
Passou pela minha mente que Portugal, o velho e minúsculo Portugal é o pai do gigantesco Brasil. Portugal envolveu-se como vitima do desmonte dos reinos católicos, promovidos por reinos, e monarquias que ainda existem. O assunto é longo e não vou me estender.
Porém é necessário que você acompanhe o seguinte raciocínio histórico. Em 1400 mais ou menos, Portugal já navegava cientificamente, ou ao menos competentemente pelos mares universais. As datas são muitas e vocês podem achá-las em um bom Atlas Mundial. Acharão as datas e os percursos. Para nós, no momento, o que importa, é que de 1400 ate mais ou menos ate 1550, Portugal já havia fundado feitorias em toda a África, mar Arábico, Vermelho, Indico, na Índia Oriental, no Ceilão, na Sirilanka, na China e no Japão, e chegaram às costas orientais da Rússia. Nestes lugares ainda hoje há presença de portugueses e pessoas de língua portuguesa.
Se você esta me acompanhando, o pequeno Portugal desenvolveu uma tradição muitas vezes centenária de comércio, e estações de comércio, como todos os cinco continentes, incluindo o Brasil, na América do Sul, e também com a América do Norte. Essa tradição de navegação e comércio diminuiu, mas, não morreu. Portugal continua no domínio de “conhecimentos” comerciais e marítimos, que o Brasil haverá de percorrer pelo menos 100 anos para se igualar. Isso se tomar a iniciativa histórica.
Aqui é que entra a intuição que tive. Se o Brasil honrasse seu velho pai, poderá devolver a Portugal, como agente preferencial de comércio marítimo internacional, via acordo de governos, de modo que, com a gigantesca produção brasileira de hoje, Portugal fosse uma porta exclusiva, tanto para a Europa, como para África e Ásia. O velho e experiente Portugal se souber isolar e tornar inócuo os velhos inimigos do Catolicismo, que ainda habitam em seu seio,, poderia, sem dúvida alguma, contribuir, tanto para a riqueza de seu povo, como a do povo Brasileiro.
Portugal diminuiu, foi forçado a isso, mas não perdeu a fé, não se rendeu nas suas convicções mais profundas, cujo gene gerou, por assim dizer, o povo Brasileiro miscigenado e ágil.
O Brasil, produtor portentoso, usaria a experiência internacional de seu pai, para romper os “domínios” e jogos comerciais de seus históricos inimigos, vencendo, em família, ( Pai e Filho) as resistências e controles que lhe foram impostos através dos anos. Para não dizer séculos.
Fico pensando se o próximo Presidente do Brasil, ou o nosso Lula, haveria de ter a determinação para dar os impulsos iniciais, diblando, aquelas irmandades ideo-raciais, que tanto prejudicaram Portugal e o Brasil, nas suas histórias nacionais.
Tenho esperança.
A criação de uma frota Luso Brasileira, moderna e eficaz. A economia de tempo em relação à velocidade, contactos e infra-estrutura que Portugal acrescentaria ao comércio Brasileiro, é digna de consideração, e a língua, torna tudo mais fácil, para esse gigante, o Brasil, que não ousou sair de si, para conquistar o Mundo, "pois de tudo tinha aqui". (Carta de Caminha). Seu pequeno e velho pai lhe mostrará o caminho marítimo para a Gloria de ambos os países.



Wallace Requião de Mello e Silva.
Para o G 23 de Outubro.




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quinta-feira, 24 de junho de 2010

G 23 Präsident

G 23 Präsident
Liebe Leserinnen und Leser,Während der Staat Parana in Brasilien hat eine starke deutsche Siedlung, lade ich die Deutschen in diesem Blog, die indirekt von Migranten spricht deine Brüder zu besuchen.

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Alavanca para o futuro do país.

Escolas Agrícolas Comunitárias.
Eu estava lendo velhos documentos do INCRA, quando encontrei um plano de metas de longo prazo. Esses documentos são frutos do período em que ocupei cargo no Congresso Nacional, no gabinete do Deputado Federal Mauricio Requião.
O que me chamou a atenção naquele documento, é o testemunho que ele dá, sendo um documento de 1996, de que, nestes anos 2003/2010, o Governo do Paraná bem programou executou quase todas as políticas e planos de metas em acordo com o proposto pelo INCRA então. Todavia me havia passado despercebido, o fato de que o INCRA propunha um programa de Escolas Comunitárias, oriunda de Associações Regionais de pequenos produtores.
Li o documento, e propomos aqui algo um pouquinho diferente. Uma pequena rede de escolas agrícolas comunitárias, a começar pelos sem terra ( coisa que o Secretario de Estado da Educação começou com o conceito de escolas itinerantes). É verdade também que o Governo do Paraná recuperou e equipou os Colégios Agrícolas elevando o nível técnico de um considerável contingente de filhos de agricultores. Mas essa é apenas uma das estratégias. Ainda ficou de fora um grande número de filhos de agricultores, e empregados das pequenas e medias propriedades.
Outro grande passo foi o enorme esforço para alfabetização das populações campesinas. Com um pouco mais de aprofundamento, serão essas populações alfabetizadas que viabilizarão as escolas comunitárias agrícolas.
Agora, em 2010, é prudente pensarmos nas escolas comunitárias que propomos aqui. Apresentadas como um segundo passo na melhoria técnica das populações agrícolas nacionais. Elas têm uma estrutura diferenciada. Ela é uma estrutura baseada em uma agremiação de pequenos produtores regionais, ( o que incentiva o cooperativismo) que, unidos em comunidade, apresentam, como docentes, produtores voluntários, experientes e talentosos que queiram ensinar suas técnicas, ou técnicas utilizadas com sucesso em suas propriedades. ( como no Japão) Isso seria suportado, articulado, e formatado didaticamente, por um único diretor de programa, ligado a Secretaria de Estado da Educação, que ofertaria, segundo as experiências já vivenciadas, o conteúdo técnico formal dos “Teores práticos” e seus respectivos créditos. Não se trata como é obvio de uma escola “formal” nos moldes dos currículos escolares normais. Embora, seja necessária alguma formalidade, me parece lógico que certo conteúdo didático e o estabelecimento de objetivos formais e educacionais que devam se atingidos é necessário, como por exemplo, avaliação do aproveitamento, de modo a titular a habilitação dos alunos comunitários.
Em outras palavras: um grupo de produtores se associa, em um dado período da semana, para ensinar em assembléia (sala e campo) aos seus filhos, meeiros, funcionários, parceiros, o que melhor desenvolveram e conheceram em suas vidas e experiência na prática agrícola. Essa atividade educacional dá credito formal aos alunos, de modo que essas cargas horárias sejam posteriormente aproveitadas em outras atividades educacionais. O objetivo principal é nivelar e aprimorar o nível técnico de pequenos produtores, que, em ação comunitária, sob supervisão dos órgãos oficiais técnicos, melhoram o nível técnico de suas comunidades, o relacionamento no trabalho, valorizando o seu papel comunitário e orgânico.
Essas escolas terão um papel secundário, o de criar o respeito mútuo entre as gerações de produtores, e ao mesmo tempo fomentar a comunicação entre as gerações, estabelecerem o diálogo inter-falmiliar em comunidades produtoras, incrementar o cooperativismo, fomentar a solidariedade, integrar a pequena produção às cadeias da agra-industrialização e comercialização. Dar visão de conjunto aos temas de valorização do papel do produtor agrícola, fixando tecnicamente no campo com opções tecnológicas e educacionais, elevando-os socialmente, tecnicamente, produtivamente, ate que atinjam o nível universitário, como agentes públicos de nível superior, de produção de saúde, preservação do meio ambiente, gestão das águas, aproveitamento racional do solo, fomento da agra-ecologia e fomento da produção orgânica, assim desenvolvendo um senso de preservação de percentual sustentável de matas e fauna, até perceberem e defenderem a sua importância (integral) no elo produtivo da vida.
A outras vantagens, se os leitores alcançam a visão do processo, é estimular e darmos os meios, para que a juventude das escolas publicas estaduais ( formais) e comunitárias agrícolas produzam textos de registro de todas as técnicas tradicionais de plantio e manejo. Esse riquíssimo material, de autoria de nosso jovens, seriam destinados como preciosidades (e são) às Bibliotecas cidadãs ( programa já quase totalmente implementado no estado do Paraná) para a consulta e estudo de todos. Nesses textos, meus caros não poderiam escapar nem as receitas da culinária, nem os remédios caseiros, canções e musicas, conselhos, tradições e éticas. Somente essa tarefa elevaria em muito a qualidade cultural do povo paranaense e brasileiro. Uma produção popular de textos do registro de sua própria história e métodos de sobrevivência e socialização. Livros como tudo o mais não somente se compra, também se escreve, não só se consome, também se produz.
Wallace Requião de Mello e Silva. ( Wallace Req Req)
wallacereq@gmail.com


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Para pensar, meus amados brasileiros.

Energia em debate.
Novamente não viemos aqui ensinar técnicos. Estamos elaborando esse texto para que leigos como nós possam tomar posição diante dos fatos e construir uma base de conceitos para julgamento e formação de opinião.
Existe um erro, quando se fala de bio-combustíveis, que nos faz pensar somente na solução de combustíveis veiculares e nos esquecemos dos outros derivados do petróleo, profundamente arraigados na economia e na massa de consumo humano. Todavia a questão é bem mais ampla, e via da regra, não se debate e não se aprofunda politicamente.
Não há duvidas de que os chamados combustíveis renováveis são mais desejáveis do que aqueles não renováveis. Todavia, em 1958, um grande autor argentino, Carlos Emérito Gonzalez, escreveu um livro que deveria ser do conhecimento de todos os Brasileiros: “Energia e Soberania” (Ediciones Gure- Buenos Aires 1958).
Discorrendo sobre as diversas fontes de energia esgotáveis e não esgotáveis, ao chegar às promessas que se fazia dos milagres que trariam como combustível o Urânio e o Tório, e o artificial Plutônio, ele levanta algumas questões que precisam ser analisadas por nós os brasileiros.
Do petróleo se retiram fibras sintéticas do tipo acrílico retirados do gás natural via acetileno que são atualmente base das maiorias das roupas industrializadas, como o orlon, o perlon e o nylon. As chamadas fibras sintéticas ou micro fibras.
A borracha sintética que se obtém de subprodutos do petróleo é massivamente a matéria prima da fabricação de pneus e articuladores elásticos.
Os detergentes, obtidos de base petrólea, no uso de sabões e saponáceos.
O álcool isopropílico e a acetona usada na fabricação de vernizes e inseticidas. A acetona também é base para a fabricação do Rayon (Rayol) e outros plásticos de uso massivo na indústria mundial.
O polietileno que se extrai do etileno de petróleo é um plástico de grande valor isolante (isopor) e matéria prima para plásticos de máxima importância para a indústria.
As turbinas a gás de petróleo importante na indústria naval, e na geração de energia elétrica.
É preciso, também considerar que derivados de petróleo são matérias primas ainda não substituídas, na fabricação de vidros flexíveis, cristais, lentes, impermeáveis, baquelita (cabos de panelas) sedas artificiais, rayon, etc., etc. e tal.
E continua: supondo que essas aplicações não teriam relevância diante do monumental volume de energia desprendida do material atômico, descartando por completo os combustíveis em uso, não se deve esquecer que entre os principais derivados de petróleo, estão os lubrificantes (alguns óleos vegetais já substituem os de petróleo leves), porém ate agora não apareceu um substituto para as graxas pesadas necessária para minimizar a fricção entre peças em movimento.
Na verdade o que o autor esta dizendo é que a mudança do padrão energético trará mudanças na tecnologia de muitas áreas industriais, e algumas desaparecerão. Não diz isso como um apocalipse, mas como prudente hierarquia de dados a serem considerados sempre que se propuser massivamente mudanças do padrão energético. Sempre que se discute a substituição. O uso dos bio-combustíveis, em principio, diminui o uso do petróleo, o que pode fazer com que as reservas agora existentes (no Brasil) possam durar muito mais atendendo essas outras demandas da indústria e da técnica. Ou seja, ainda assim não devemos nos desfazer das reservas de Petróleo, como querem nos fazer crer. Eles dizem: "Vocês têm outra solução renovável, então nos entreguem o óleo restante". Vocês precisam conceder as suas jazidas.

Nem falamos nos fertilizantes, inseticidas, corretores de solo, todos produzidos com base nos derivados de petróleo.
Wallace Requião de Mello e Silva
( Wallace Req Req)
wallacereq@gmail.com
Um LARANJA que ainda respeita seu povo.
No dia de São João Babtista
Para o G 23 de Outubro.



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quarta-feira, 23 de junho de 2010

Reescrito

A expansão da cidade e o êxodo rural.
Não há dúvida alguma de que o grande crescimento das cidades não é reflexo da explosão demográfica urbana (no sentido do nascimento de crianças), mas é fruto em maior proporção das migrações internas do campo para a vida urbana. Quais as razões?
1) Oferta de serviço de saúde.
2) Ausência de escolas e livros.
3) Pequena oferta de emprego, perspectiva e mobilidade social rígida no campo;
4) Pouca oferta de serviços básicos como saneamento, água encanada, luz elétrica, telefonia; segurança.
5) Esperança de que a vida urbana nos oferte escolaridade e oportunidade de emprego, moradia e serviços básicos.
6) Mecanização do campo, e extinção das pequenas propriedades,
7) Drenagem do Exercito, que trás os jovens para as cidades, e as universidades que concentram nos centros urbanos os seus campi.
8) A desigualdade entre o numero de mulheres e homens no campo.
9) A reserva de áreas imensas para a agricultura de exportação (commodities).
10) Estratégias internacionais de reservas de áreas não soberanas, desabitadas, para exploração de minerais, produção de comida, e expansão colonial ou imperialista.


Quanto maior a cidade, maior os problemas e maiores os recursos públicos necessários para sua manutenção e expansão; problemas insolúveis vão se desenvolvendo e poderiam ser evitados com o cerceamento da expansão urbana. Por exemplo: Lixo e sua destinação; Água e seu tratamento; esgoto e sua destinação; enorme necessidade de uso de combustíveis fósseis; Espaços públicos cada vez mais escassos e difíceis; baixa qualidade do ar.
Ora, se não queremos controlar a liberdade de ir e vir, nem cercear a concepção, deveremos apresentar, em razão dos motivos elencados acima, soluções que permitam o surgimento de vilas e cidades menores, e melhor distribuição das populações no território nacional.
1)Fortalecimento da agricultura familiar nos cinturões do entorno das cidades. Isso retarda a expansão imobiliária, produz alimentos de qualidade ( o homem não vive só de soja e milho), e fixa considerável numero de brasileiros na vida rural.
2) Melhorar a oferta de equipamentos de saúde nas zonas rurais;
3)Ofertar escolas agrícolas e profissionalizantes em áreas agrícolas, e bibliotecas;
4) Ampliar e normatizar as profissões rurais, dando lhes mobilidade social e perspectiva de melhoria pessoal e familiar;
5) Investir em infra-estrutura de eletricidade, comunicação, saneamento e abastecimento de água tratada.
6) Se possível descentralizar os Quartéis, as Universidades, e as escolas de nível médio.
7) Tratar diferentemente as propriedades de produção de monocultura e mecanizadas e subsidiar as pequenas propriedades através de serviços públicos, para viabilizar esse sistema cooperado;ofertando patrulha rural, manutenção rodoviária vicinal.
8) Estabelecer as festas entre comunidades rurais diferentes e distantes, de modo a propiciar casamentos e uniões de gente habituada ao meio rural.
9) Combater a concentração (monopólio de culturas agrícolas e pecuárias), permitindo sob concentração de esforços a sobrevivência técnica de pequenas e médias propriedades, de modo que o consumo seja em primeiro lugar interno;
10) combater todos os esquemas de reserva técnica internacional de áreas, mesmo as fundadas em teorias ambientais, mineração, água, energia, etc. A Soberania (liberdade de escolha do uso do território nacional e interesses do bem comum nacional, se sobreponha ao interesses estrangeiros, qualquer que sejam).
A tecnologia de comunicação hoje existente e disponível pode viabilizar a necessária comunicação comercial e a formação escolar e técnica à distancia. O território nacional todo habitado, como razões populacionais racionais e garantidoras da qualidade de vida, preservação de meio ambiente, e sobrevivência de flora e fauna, hoje é possível.
Temos oito mil quilômetros de costa marinha, e temos um percentual baixíssimo de profissões marinhas, e isso pode ser corrigido, pois o mar territorial brasileiro é mais inexplorado que a Amazônia.
Os meios de comunicação devem se esforçar em produzir uma nova imagem do homem ligado as coisas do campo, à agroindústria de beneficiamento, e aos empreendedores e mantenedores de infra-estrutura. O país inteiro precisa ser usado, preservado, e respeitado em sua sustentabilidade ambiental.
O país precisa ressuscitar e desenvolver infra-estruturar e tecnologia ferroviária, aérea, fluvial e marítima.
O país precisa repensar o papel das forças armadas, como instrumento de formação nacional, patriótica, militar de defesa, militar de solidariedade social, militar de garantia da paz armada. Ou seja, estar pronta como nação a defender seus interesses e a paz interna ou externa, e investir no setor.
O país tem como qualquer individuo tem responsabilidade com o próximo, alguma responsabilidade solidária com os países vizinhos e contíguos ao solo pátrio em primeiro lugar, estabelecendo relações comerciais, militares, educacionais e colaboracionais nos mais diversos níveis.
O país precisa desenvolver cultura de preservação e respeito aos rios, pois a água é vital para todos os seres vivos, e deve ser quase reverente à qualidade do ar, pois esse é ainda mais vital para os seres vivos.
Assim como não se abate em uma festa todos os bois de uma propriedade, nem se consome todas as sementes ou se come todas as aves, não podemos continuar derrubando todas as árvores, sujando todos os rios, cavando o solo irresponsavelmente, sem nada substituir, sem nada acrescentar, sem nada plantar, sem nada querer dividir na ganância da vida.
Finalizando: se é verdade que nem todos nasceram com dons iguais, e nem todos estão destinados à riqueza, também é verdade que nem todos estão destinados a miséria ou a uma vida sofrível, pois todos estão obrigados ao amor e a solidariedade. Se as aves, animais e flora são cooperadores da vida, muito maior verdade é que os homens são cooperadores entre si. Quando o Brasil compreender que o seu mercado interno é viável, compreenderá simultaneamente que para haverem consumidores, as riquezas devem circular internamente de modo a que todos os brasileiros tenham num ou noutro momento a dignidade e orgulho de serem brasileiros. Não como seres nascido das "formas" em produção em serie, mas pessoas desiguais, que amam o próximo e o distante, pois o amor num país como o Brasil, não pode se restringir apenas aos que estão a nossa volta. Devemos conhecer como vivem os outros brasileiros, e repartir o pão.



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Mundo pequeno

Este mundo pequeno.

OS HOFFMANN.

Como já dissemos tanto Claudio Prosdócimo Hoffmann, genro de Lerner como Gleisi Helena Hoffmann, são sobrinhos de Henrique Naigboren que é casado com a irmã de Lerner. Tudo em família, embora ai, nesse especialíssimo caso ninguém tenha visto nepotismo. Alias os deputados que votaram a lei anti-nepotismo mantinham 1200 cargos fantasmas na Assembleia do Paraná, entre eles havia um que empregava vinte e dois parentes fantasmas, contradições da vida que nos fazem engolir.
É de rir para não chorar.

Claudio Prosdócimo Hoffmann é Assessor de planejamento do TC.
Wallace Requião de Mello e Silva.
Para o G 23 de Outubro.




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Cidades,

Cidades.
Você já se perguntou o que é e para que sirva uma cidade?
Aristóteles nos propunha que quando uma cidade chegasse aos dez mil habitantes, seus habitantes deveriam se preocupar em fundar outra, tão distante quanto necessário para que em torno delas pudesse haver as plantações, as árvores e criações necessárias para o sustento das populações. Tão próximas dos rios, para garantir-lhes a necessária água e sa[ude, e tão arejadas (arborizadas) para garantir-lhes a saúde do ar. Isso dito antes do nascimento de Jesus Cristo.

Na Argentina, numa localidade chamada Alta Gracia, conheci um mosteiro Jesuíta, do final dos anos mil e quinhentos, que tinha banheiro com água corrente, e lago de decomposição biológica das fezes para garantir a qualidade dos rios. Vejam a preocupação daqueles homens em 1580. Mas naqueles anos, as cidades não eram tão perversas como são hoje, porque eram pequenas.

Cidades são, ou deveriam ser comunidades solidarias, e sua função principal é formar “civilis”; cidadãos civilizados, cuja palavra deriva de ser membro de uma comunidade organizada em cidades, para convivio, proteção e desenvolvimento moral mutuo. Então sem maiores esforços concluímos que a cidade serve para produzir homens solidários, civilizados, capazes de viver, ou conviver, nas éticas do convívio humano. Falha a cidade nesse seu “trabalho” já não tem ela verdadeira função social, de solidariedade e proteção mutua, já não forma homens destinados ao convívio social complexo, já estará ela, a cidade, corrompida e destinada à perversão dos homens. Uma cidade não é apenas o agrupamento aleatório de pessoas ligadas por forças comerciais.

Nós não nos perguntamos mais para que sirva uma cidade. Nós nos agregamos a ela, sem saber, nela o que fazer. Nos agregamos a ela, para competir desesperados, produzir eletrônicos e automóveis, e cobiçar (os bens e a carne), num cio infindável do comer... comer+ cio= comércio; somos inimigos uns dos outros, exploradores uns dos outros. E esquecemos quais tipos de homens estamos produzindo. Estamos produzindo o homem lobo do homem.

Por exemplo, enquanto Curitiba pelos seus meios de comunicação, prepara a comunidade para o endividamento brutal da construção de um Metro (solução temporária, seja ele, de superfície, aéreo ou subterrâneo, a solução é provisória) numa cidade que cresce doentiamente (não porque o homem e mulheres têm filhos, mas porque a estrutura econômica os afasta dos campos, para viverem das sobras e do lixo e da escravidão perversa, dos “grandes e perversos centros ” de “ricos”. Então, esses milhões de dólares, que não temos, e pagaremos com a nossa escravidão, fato que denuncia uma cidade que não resolve problemas sociais como esse que vou mostrar abaixo, o que nos mostra, e denuncia sempre o despreparo de seus governantes (uma cidade perversa elege governantes perversos).
Pensem senhores, as grandes cidades têm e necessitam como urgência de perderem população, perderem concentração, e as pequenas cidades precisam ser melhoradas no que diga respeito as suas necessidades comunitárias (cultura escolas universidades). Voltar ao principio racional de Aristóteles.

O urbanismo não é mais apenas engenharia de trafego, abastecimento de água e esgoto, mas é “geo-urbanismo”, distribuição das populações ( as grandes cidades devem financiar as pequenas cidades para poderem perder população) com aproveitamento comunitário e convivio socialmente justo , sustentável do território nacional. Cidades que sirvam para produção de homens melhores, mais sadios, mais solidários, mais religiosos, não cidades para produção e consumo de máquinas cada vez“melhores”, ao tempo que vão escravizando, humilhando e excluindo os homens.

Esse o esquecido conceito já apregoado por Aristóteles dois milênios atrás, a cidade serve para desenvolver o homens moralmente. Algo desenvolvido por Santo Agostinho, esse africano sem igual, que escreveu a Cidade de Deus.

Os homens são obras de Deus, as maquinas são obras dos homens (daí o culto as mâquinas, que é o culto indireto aos homens), assim uma máquina tem valor ( porque é feita pelo Homem), um homem não tem valor ( porque é criatura de Deus e Ele que lhes de valor, mas Deus, dizem os homens não existe, e o homem é criação de quem não existe, logo.... o homem é o autor do homem), mas Deus nos diz solenemente: “Não tereis outros deuses diante de mim”. ( acordem) civiles. O homem não é Deus do homem.

A Cidade do Homem Solidário, irmão, é a Cidade de Deus.
(pergunte a si mesmo o que isso significa.) A resposta nos dirá onde estamos errando, e onde estamos perdendo a nossa liberdade.
Essa éa solução ( que deve ser perseguida) para o nosso país. Cidades solidárias, sustentáveis, administráveis habitadas por homens moralmente solidários.
Wallacerreq@gmail.com


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A descoberta do Nano Mundo e o Mistério da Vida.

A descoberta do Nano Mundo e o Mistério da Vida.

Quero pedir que você ponha um pouco de atenção no texto, ele não é um texto fácil.

A primeira coisa que sempre esquecemos é que Deus é um ser vivo. O maior ser vivo possível. Embora, se nos apresente como três pessoas divinas, Deus, diferentemente dos outros seres vivos não tem a necessidade de reproduzir-se. O Cristianismo nos ensina que Deus Pai está fora do tempo e do espaço, não se confunde com a sua obra, e é, entre todos os seres, o único eterno, ou seja, não teve começo e não terá fim. Se Deus é um ser vivo que não necessita de reproduzir-se, como Ele comunica a vida? Diz Jesus Cristo: Deus é Vida. A Comunicação da Vida é um mistério insuperado. Isso nos aponta para uma Metafísica, algo que vá além da física, que anteveja, preveja, ilumine, intua o que esta fora do tempo e do espaço.
Nano, é palavra radical de nanico, nanismo, portanto nos fala de coisas muito pequenas. Em matemática, sob o símbolo N, indica a divisão de qualquer grandeza por 10 a nona potência. É obvio que se dividirmos um centímetro por 10 a nona potencia estaremos falado de medidas ínfimas. Um mundo de coisas muito pequenas. O Mundo Nano.

No Brasil, quando alguém jocosamente quer chamar a outrem de insignificante usa a expressão: "você não passa de um chato de chato". Chato é aquele pequenino inseto que infestas pessoas pouco asseadas nos pelos do púbis (pentelhos). Certo é que entre o homem e o pequeno inseto a escala é enorme, e entre o inseto e o seu chato, ou seja, outro ínfimo inseto que povoasse os pelos do chato, também a escala será de grandeza considerável. Pois esse segundo “bichinho” poderá ser o hospedeiro de um numero bem considerável de vírus, que é também, um ser vivo não classificável como planta ou animal, mas que se reproduz, torna-se mutante, e é muito, mas muito pequeno.
Teria ele também seus parasitas? Seria ele o menor dos seres vivos conhecidos?

Ao dividirmos o mundo físico nas suas menores particulas, chegamos ao fim da matéria, e o mistério da existência, e da vida não se explica. Isso nos leva a olhar no sentigo oposto, no sentido do macro, um macro aque está fora do tempo e do espaço.

Divisão por divisão, muitos séculos atrás, na Grécia, pelo uso do simples raciocínio, um filosofo, julgou que dividindo as coisas milhões de vezes, haveríamos de encontrar uma parcela, não mais divisível, e a chamou a-tomo, (átomo), ou seja, algo não divisível. Hoje se sabe matematicamente (pois um átomo é um modelo teórico nunca visto) que o átomo também seria composto de elétrons, prótons e nêutrons, partículas eletricamente carregadas. Portanto é divisivel. Seria então ele o (modelo) indivisível do velho filosofo grego?

Para se ter uma idéia em (1 mm) poder-se-ia alinhar de 2 a 10 milhões de átomos. Para a Química o átomo é menor partícula de um elemento químico que se pode combinar. Portanto os átomos são formadores das substâncias simples, dos elementos, e os elementos, que são bem poucos, são os formadores de tudo o que existe no Universo conhecido. Como os elementos compõem seres vivos, como os seres vivos ganham sensibilidade, e consciência de si, e como os seres vivos conscientes de si ganham consciência de Deus, é um mistério insuperado.

Sabe-se no entanto que existe uma força que mantem os atomos coesos em moleculas e elementos. Uma força que não se explica na matéria.

A Bíblia nos conta que Deus é o Verbo. O Verbo é a palavra que expressa ação, mas não a ação por si mesma, cega... Mas a Bíblia nos diz também que O Verbo “queria”, portanto tinha intencionalidade, e isto significa dizer que o Verbo era consciente de Si, e dotado de Inteligência e Vontade. O Verbo quis algo do mundo material por ele criado.

Mas se o Verbo (Deus) não se reproduz enquanto ser vivo, ele comunica a Vida. Mantenha essa idéia por uns instantes.

O que é medir? Medir é a avaliação de uma grandeza por meio da comparação com uma grandeza da mesma espécie tomada como unidade. Mas no universo conhecido, basicamente temos medidas de Massa, tempo, energia, pressão, comprimento e espessura, superfície, volume, ângulo, etc. Falamos do mundo material, mensurável.

Mas Deus é ser espiritual, imensurável, incomensurável, infinito no sentido de que não teve começo e nem terá fim, e esta fora do tempo e do espaço, portanto fora do universo cósmico, por isso a ciência, por temê-lo, e não poder medi-lo nega-o sistematicamente, propondo descobertas que reneguem a sua existência. ( a falsa ciência).

E nós, que ousadia temos, se estamos falando de algo invisível, imensurável, incomensurável, e não abrangente por ser infinito ao propor medi-lo. Não nos parece loucura? Que unidade de medida nós faremos uso? Ora a Biblia nos diz: O homem é semelhança e imagem de Deus, o homem talvez seja a nossa unidade de medida de Deus.

A resposta mais uma vez nos vem através das Sagradas Escrituras. Ali leremos: Pois faremos o homem a nossa Imagem e Semelhança. Ora os teólogos nos ensinam que esse NÓS se refere as três pessoas da DIVINDADE, Pai, Filho e Espírito Santo, na Unidade Divina. Ora, então nos resta perguntar que semelhança e em que medida nós os homens somos imagem do Criador.

Parece que novamente enfrentamos um enigma insuperado, no entanto, as Palavras de Jesus Cristo nos propõe uma solução: Diz Ele: Eu sou o Caminho a Verdade e a Vida. Ora se Deus Pai nos comunica a vida, haverá de nos comunicar enquanto seres vivos a sensibilidade dos seres vivos simples, a consciência de si nos Humanos, e a consciência de Deus nos filhos da luz, num modelo evolucionista tão ao gosto dos cientistas.

Evolução do simples ao complexo.

Mas Jesus diz: Eu sou a Verdade, ora a consciência gera o conhecimento, e este busca a Verdade.

Ele diz: Eu sou “o caminho”, ora o caminho é moralidade, pois o caminho busca segurança, a manutenção da vida em sociedade, no caso dos homens.

Ele diz: Eu sou a Vida, ora sendo ele a segunda pessoa da Santíssima Trindade, ele é a vida que comunica ao Pai, a transcendência da Vida, a vida que vence a morte, a vida que ressuscita.

Então temos três unidades de medida, pois sendo Jesus verdadeiro homem, Ele diz que o homem é semelhante a Deus, na Transcendência, na Moralidade, e no Grau de Verdade.

Entenderam, essa a semelhança e imagem do homem com Deus.

Mas os físicos e químicos nos ensinam que os átomos estão sob duas forças contrarias que se equilibram, uma coercitiva e outra expansiva, esse equilíbrio forma o universo conhecido.

A moralidade portanto é o fruto, comunicado por Deus, através dos Mandamentos. Força coercitiva e expansiva em equilibrio que traduz a VONTADE de Deus sobre o homem.

E os Mandamentos de Deus são a sintese da força coercitiva e expansiva em equilibto que mantém a vida espiritual. A Graça é o fruto da vida vivida segundo os Mandamentos de Deus, a Graça é a liberdade humana.

O mistério da VIDA Espiritual está na Graça. Ou seja, na realização da VONTADE de Deus.

Dificil?

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terça-feira, 22 de junho de 2010

A expansão da cidade e o êxodo rural.

A expansão da cidade e o êxodo rural.

OBS: É claro que os inimigos da nacionalidade trabalharão com afinco para impedir essas estrategias nacionalista. Isso se chama; dar pérolas aos porcos.

Não há dúvida alguma de que o grande crescimento das cidades não é apenas um reflexo da explosão demográfica urbana (no sentido do nascimento de crianças), mas é fruto em maior proporção das migrações internas do campo para a vida urbana. Quais as razões?
Nas cidades se oferta:

1) Oferta de serviço de saúde.
2) Ausência de escolas e livros.
3) Pequena oferta de emprego, perspectiva e mobilidade social rígida no campo;
4) Pouca oferta de serviços básicos como saneamento, água encanada, luz elétrica, telefonia; segurança.
5) Esperança de que a vida urbana nos oferte escolaridade e oportunidade de emprego, moradia e serviços básicos.
6) Mecanização do campo, e extinção das pequenas propriedades,
7) Drenagem do Exercito, que tras os jovens para as cidades, e as universidades que concentram nos centros urbanos os seus campi.
8) A desigualdade entre o numero de mulheres e homens no campo.
9) A reserva de áreas imensas para a agricultura de exportação (commodities).
10) Estratégias internacionais de reservas de áreas não soberanas, desabitadas, para exploração de minerais, produção de comida, e expansão colonial ou imperialista.


Quanto maior a cidade, maior os problemas e maiores os recursos públicos necessários para sua manutenção e expansão; problemas insolúveis vão se desenvolvendo e poderiam ser evitados com o cerceamento da expansão urbana. Por exemplo: Lixo e sua destinação; Água e seu tratamento; esgoto e sua destinação; enorme necessidade de uso de combustíveis fósseis; Espaços públicos cada vez mais escassos e difíceis; baixa qualidade do ar.
Ora, se não queremos controlar a liberdade de ir e vir, nem cercear a concepção, deveremos apresentar, em razão dos motivos elencados acima, soluções que permitam o surgimento de vilas e cidades menores, e melhor distribuição das populações no território nacional.
1)Fortalecimento da agricultura familiar nos cinturões do entorno das cidades. Isso retarda a expansão imobiliária, produz alimentos de qualidade ( o homem não vive só de soja e milho), e fixa considerável numero de brasileiros na vida rural.
2) Melhorar a oferta de equipamentos de saúde nas zonas rurais;
3)Ofertar escolas agrícolas e profissionalizantes em áreas agrícolas, e bibliotecas;
4) Ampliar e normatizar as profissões rurais, dando lhes mobilidade social e perspectiva de melhoria pessoal e familiar;
5) Investir em infra-estrutura de eletricidade, comunicação, saneamento e abastecimento de água tratada.
6) Se possível descentralizar os Quartéis, as Universidades, e as escolas de nível médio.
7) Tratar diferentemente as propriedades de produção de monocultura e mecanizadas e subsidiar as pequenas propriedades através de serviços públicos, para viabilizar esse sistema cooperado;ofertando patrulha rural, manutenção rodoviária vicinal.
8) Estabelecer as festas entre comunidades rurais diferentes e distantes, de modo a propiciar casamentos e uniões de gente habituada ao meio rural.
9) Combater a concentração (monopólio de culturas agrícolas e pecuárias), permitindo sob concentração de esforços a sobrevivência técnica de pequenas e médias propriedades, de modo que o consumo seja em primeiro lugar interno;
10) combater todos os esquemas de reserva técnica internacional de áreas, mesmo as fundadas em teorias ambientais, mineração, água, energia, etc. A Soberania (liberdade de escolha do uso do território nacional e interesses do bem comum nacional, se sobreponha ao interesses estrangeiros, qualquer que sejam).
A tecnologia de comunicação hoje existente e disponível pode viabilizar a necessária comunicação comercial e a formação escolar e técnica à distancia. O território nacional todo habitado, como razões populacionais racionais e garantidoras da qualidade de vida, preservação de meio ambiente, e sobrevivência de flora e fauna, hoje é possível.
Temos oito mil quilômetros de costa marinha, e temos um percentual baixíssimo de profissões marinhas, e isso pode ser corrigido, pois o mar territorial brasileiro é mais inexplorado que a Amazônia.
Os meios de comunicação devem se esforçar em produzir uma nova imagem do homem ligado as coisas do campo, à agroindústria de beneficiamento, e aos empreendedores e mantenedores de infra-estrutura. O país inteiro precisa ser usado, preservado, e respeitado em sua sustentabilidade ambiental.
O país precisa ressuscitar e desenvolver infra-estruturar e tecnologia ferroviária, aérea, fluvial e marítima.
O país precisa repensar o papel das forças armadas, como instrumento de formação nacional, patriótica, militar de defesa, militar de solidariedade social, militar de garantia da paz armada. Ou seja, estar pronta como nação a defender seus interesses e a paz interna ou externa, e investir no setor.
O país tem como qualquer individuo tem responsabilidade com o próximo, alguma responsabilidade solidária com os países vizinhos e contíguos ao solo pátrio em primeiro lugar, estabelecendo relações comerciais, militares, educacionais e colaboracionais nos mais diversos níveis.
O país precisa desenvolver cultura de preservação e respeito aos rios, pois a água é vital para todos os seres vivos, e deve ser quase reverente à qualidade do ar, pois esse é ainda mais vital para os seres vivos.
Assim como não se abate em uma festa todos os bois de uma propriedade, nem se consome todas as sementes ou se come todas as aves, não podemos continuar derrubando todas as árvores, sujando todos os rios, cavando o solo irresponsavelmente, sem nada substituir, sem nada acrescentar, sem nada plantar, sem nada querer dividir na ganância da vida.

Finalizando: se é verdade que nem todos nasceram com dons iguais, e nem todos estão destinados à riqueza, também é verdade que nem todos estão destinados a miséria ou a uma vida sofrível, pois todos estão obrigados ao amor e a solidariedade. Se as aves, animais e flora são cooperadores da vida, muito maior verdade é que os homens são cooperadores entre si. Quando o Brasil compreender que o seu mercado interno é viável, compreenderá simultaneamente que para haverem consumidores, as riquezas devem circular internamente de modo a que todos os brasileiros tenham num ou noutro momento a dignidade e orgulho de serem brasileiros. Não como seres nascido das formas em produção em serie, mas pessoas desiguais, que amam o próximo e o distante, pois o amor num país como o Brasil, não pode se restringir apenas aos que estão a nossa volta. Devemos conhecer como vivem os outros brasileiros, e repartir o pão. A expansão da cidade e o êxodo rural.
Não há dúvida alguma de que o grande crescimento das cidades não é reflexo da explosão demográfica urbana (no sentido do nascimento de crianças), mas é fruto em maior proporção das migrações internas do campo para a vida urbana. Quais as razões?
1) Oferta de serviço de saúde.
2) Ausência de escolas e livros.
3) Pequena oferta de emprego, perspectiva e mobilidade social rígida no campo;
4) Pouca oferta de serviços básicos como saneamento, água encanada, luz elétrica, telefonia; segurança.
5) Esperança de que a vida urbana nos oferte escolaridade e oportunidade de emprego, moradia e serviços básicos.
6) Mecanização do campo, e extinção das pequenas propriedades,
7) Drenagem do Exercito, que trás os jovens para as cidades, e as universidades que concentram nos centros urbanos os seus campi.
8) A desigualdade entre o numero de mulheres e homens no campo.
9) A reserva de áreas imensas para a agricultura de exportação (commodities).
10) Estratégias internacionais de reservas de áreas não soberanas, desabitadas, para exploração de minerais, produção de comida, e expansão colonial ou imperialista.


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Ouvidorias públicas.

A criação das Ouvidorias Púbicas no Paraná.
Também conhecidas como “Ombudsman” tem curta história no Brasil Republicano. A instituição já houvera existido no Brasil Império, e surge na Republica como uma ferramenta institucional para o cidadão imiscuir-se ou demandar contra o “múnus” do Estado. Comparado-a aos Conselhos de Direitos Humanos, é pratica e teoricamente superior em proporcionar ao cidadão comum a garantia de seus direitos civis quando esses sejam violados, ou tenham origem nos atos do poder publico.
O que poucos sabem, e muitos não querem admitir, é que a primeira ouvidoria municipal do país, foi instituída pelo então prefeito Roberto Requião, que criava para o cidadão um instrumento jurídico para se suportar em qualquer demanda contra o poder publico. Assim, no nosso entender, já naqueles anos, Requião, colocava em pratica um principio democrático da maior relevância social. Assim pelo decreto 215 de 21 de Março de 1986, Roberto Requião instituía a primeira Ouvidoria Pública no Brasil, abrindo a porta para as demais instituições do gênero. Foi seu primeiro ouvidor o professor de direito José Eduardo Gomes, que fora o propugnador do projeto piloto. Instalada na Rua Matheus Leme, ao lado da Igreja da Ordem, a ouvidoria foi um sucesso, registrados 1416 requerimentos dos quais 800 resultaram em processos. Espantoso como as pessoas não sabem disso. Mas não parou ai, em 1991 ao assumir o governo do estado, imediatamente, o então governador Requiâo, também criava pelo decreto 22; do mês de Março do ano de 1991 a Ouvidoria Geral do Estado do Paraná. Ambas, as instituições de máxima importância para o exercício pleno da cidadania e para o fortalecimento da democracia.
Eu faço esse registro histórico e político para que os senhores possam pesquisar, e assim como aconteceu conosco testemunhar, entre esses e outros os motivos que levaram o governador Roberto Requião a governar três vezes o estado do Paraná.
Com esse registro, dou salvaguarda aos atos do Governador Requião, pois o seu decreto foi posteriormente reeditado em 1995 numa tentativa infrutífera de esvaziar a importância da autoria da criação dessa Ouvidoria Geral no Paraná.
Wallace Req Req para G23



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Amigo, não jogue suas pérolas aos porcos.

Fazer o bem nem sempre é dar o melhor de si.

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Cher lecteur...

22/06/10 Brésil.

Cher lecteur, nous terminons une nouvelle phase de la vie ensemble dans notres blogs, nous nous attendons maintenant plus de vous. Poster une commentaire, nomina (de préférence), anonyme (que sá), constructive, destructive. Ce que nous voulons, c'est la participation, non seulement de votre moniteur. S'il vous plaît laissez vos commentaires. Merci.

wallacereq@gmail.com.


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Uma voadeira elétrica no Amazonas

Uma voadeira elétrica.
No Brasil chamamos voadeira as pequenas lanchas rápidas. Em Manaus, no coração da Amazônia, alguém construiu um voadeira elétrica. Recebo essa notícia, que assisti em reportagem da TV Brasil, com muita alegria.
A embarcação equipada com potente motor elétrico, e placas ou painéis de transformação da luz solar em eletricidade pode ser a solução para o transporte não poluente dos rios brasileiros. O inventor alega que a grande vantagem, na Amazônia, é que tal embarcação permite maiores autonomias sem abastecimento de combustíveis. Ora, segundo ele, há pouquíssimas postos de combustível para embarcações, às vezes em intervalos de mais de dois mil quilômetros. A outra argumentação é da ausência de vazamento da embarcação para as imensas águas dos rios amazônicos. A terceira vantagem é a ausência de ruídos. Só quem já navegou na Amazônia, santuário do silêncio, sabe o que o ruído faz, agitando os jacarés e cardumes, espantando macacos e pássaros, e avisando, quando não é conveniente, a presença de embarcação em regiões cheias de piratas do rio.
Um barco silencioso e não poluente, forte o suficiente para puxar rio acima balsas transportadoras podem ser no futuro a solução para as nossas imensas hidrovias.
Não tenho imagem da embarcação.

Essa tecnologia de fotocélulas ligadas em série já foi experimentada em Zepelins, outra das grandes soluções para as pesquisas na Amazônia, como já descutimos no Blog Grupo 23 de OUTUBRO.


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Vazamento de petróleo no mar.

Vazamento de petróleo no mar.
Penso que todos estão acompanhando o grande vazamento de petróleo no Golfo do México. Estima-se que 60 mil barris de óleo por dia estão se espalhando sobre as águas. Os mares, por sua vez, num mecanismo automático de defesa, empurram, pelo seu movimento de correntezas e marés, o óleo para as suas margens, de modo que ele se apegue as rochas e areias. Porque isso ocorre?
Pensando sobre isso, fiz a seguinte experiência, que deverá ser repetida por técnicos que tenham instrumentos mais precisos. Todos conhecem aqueles pequenos galos de cerâmica que mudam de cor (do Rosa para o Verde) indicando a presença de chuva. Ele funciona pela presença de um sal que muda de cor conforme a umidade relativa do ar. Do mesmo modo, todos conhecem aqueles termômetros de bulbo. Eles possuem uma emulsão de alcool tingido de vermelho, que dilata com o aumento da temperatura, mostrando em um gráfico o numero de graus elevados ou diminuídos no meio que o circunda. Pois bem, tomei uma vasilha com água límpida. Coloquei o pequeno galo na borda e submergi em posição vertical o termômetro na água. Aproximei uma grande lâmpada de 500 watts como se fosse à luz do sol. Ora quase imediatamente inicia uma evaporação, com isso aumentando a umidade relativa do ar, portanto o pequeno galo muda de cor. A temperatura da água parece permanecer estável.
Agora derramei uma fina camada de óleo sobre a água da vasilha. Ele se separa da água e flutua, em manchas, aglutinadas em principio. Com o passar do tempo ele parece homogeneizar, e uma nova camada mais fina cobre toda a superfície da vasilha. Ora aproximei a forte lâmpada e o que aconteceu? Não há evaporação, o galo não muda de cor, e a temperatura da água aumenta aos poucos. Sem ter como provar para vocês, posso tirar algumas conclusões. O aumento de temperatura das águas pode alterar as condições da vida submersa e a camada de óleo pode reduzir a proporção de oxigênio nas águas. Como os mares, e não as florestas são os verdadeiros renovadores do ar, cuja fotossíntese de muitos trilhões de pequenas algas, transformando carbono em oxigênio fica totalmente prejudicada. Como sabemos a evaporação dos mares cria as nuvens, redistribuindo as águas doces sobre as terras através das chuvas, o impedimento da evaporação pelo óleo, diminui a quantidade disponível de águas doces. Mas as nuvens, veja você, agem como uma camada, uma cortina que regula a incidência de raios solares sobre o solo e as águas, portanto regula a temperatura da superfície da terra. Se não há nuvens, o aumento de temperatura é eminente. Ora assim, os rios, muito mais rasos, evaporam-se rapidamente para formar nuvens de defesa e equilíbrio, o que pode causar grandes secas, mesmo porque, a diminuição das chuvas, ira reduzir a disponibilidade de águas doces de superfície. Ora, o quadro é muito grave, e, no entanto nós contemplamos aquele vazamento como se nada fosse.
Técnicos da Petrobras já haviam dito que as perfurações nos mares (Pré-Sal e outras) são empreendimentos de alto risco. Tudo de certa forma omisso pelo poder econômico da indústria de veículos e petróleo, que é a origem da demanda do uso vicioso e irresponsável do petróleo. Ninguém leva a sério o que esta acontecendo, e o que poderá acontecer.
Agora, se as águas, são calços hidráulicos, muito mais o são as camadas de petróleo submersas. Por exemplo: Na região Metropolitana de Curitiba, a exploração indiscriminada de águas subterrâneas tem provocado desabamentos, rachaduras, e secamento de fontes e olhos de água, fazendo desaparecer pequenos rios. Ora, um vazamento sem controle no meio do mar, sem que o espaço vazio ocupado pelo óleo, que, via da regra, é feito com água salgada, poderá desenvolver fenômenos sísmicos, como rupturas dessas “Bolhas” cheias de óleo e gás impregnadas em rochas porosas, que podem então desabar pelo imenso peso das águas e da camada de sal que se estende sobre elas. O Fenômeno estará então muito fora do alcance do controle humano, e as conseqüências serão imprevisíveis para o meio ambiente mundial.
Não sou tendente a ser o profeta do apocalipse, mas a pequena experiência que fiz mostra-nos que há nesse fenômeno algo que o “cio econômico” de uma minoria humana esconde, e porá em risco a sobrevivência de toda humanidade. Gostaria de crer que estou errado. Se ágüem puder me desmentir eu agradeceria.
Wallace Req Req. ( wallacereq@gmail.com).



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segunda-feira, 21 de junho de 2010

Será? Meus olhos não me enganam?


O G 23 ( Wallace Req Req) e o Comandante Ramos em missão especial.
Excepcional montagem de André Sol. O Cadi 3D faz as proporções em 3 D e aplica a nova versão do Fotoshop, observem o detalhe da sombra, absolutamente genial. A bagagem esconde a emenda do solo. Sim você está sendo enganado. A culpa é sua que acredita em tudo que vê, ou lê. Quando eu falo a verdade você duvida, quando mentimos, como fazem todos, você acredita. A culpa é nossa ou sua? Eu já não te respeito, pois você não ama a Verdade.
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sábado, 19 de junho de 2010

Site de ex combatentes portugueses fala mais sobre navios de cimento.

NAVIOS DE CIMENTO ARMADO ( com quase 100 anos no mar)
Num navio, o “casco” é o seu corpo principal, constituído pelo invólucro exterior que vai desde o fundo (a “quilha”) até ao cimo (a “borda”). Ora os cascos podem ser de madeira, ferro, aço, alumínio, fibra de vidro e…até, cimento, imagine-se, tal como a construção de um prédio (pilares, placas).
De decorrer da I e II Guerra Mundiais as dificuldades, em encontrar ferro e aço para a construção dos navios, eram enormes, daí que se tivesse enveredado pela construção dos cascos em cimento armado, isto é, estrutura ligeira em ferro com um emaranhado reticular de vergas e verguinhas, consolidadas com a projecção de massa de cimento. Contudo, data de 1848 a construção da primeira embarcação de ferrocimento, realizada pelo francês Jean-Louis Lambot e apresentada na Exposição Universal de Paris de 1855.
Durante a I Guerra Mundial, nos Estados Unidos, a United States Fleet Corporation, utilizando uma patente norueguesa, desenvolveu a construção de embarcações oceânicas de concreto leve de modo a substituir o aço, então material escasso. Assim, em 1918, foi construído o “Atlantus”, de 3.000 toneladas, e no ano seguinte foi lançado à água o “Selma”, um navio-tanque de 7.500 tons, num total de 12 novas construções em cimento armado. Na II Guerra Mundial, o número de navios construídos em concreto (ou cimento armado) elevou-se a 24 unidades.
Em Portugal, a indústria do cimento iniciou-se, em 1894, com a abertura da fábrica Cimento Tejo, em Alhandra e, em Viana do Castelo localizou-se o estaleiro da Moderna Construtora Naval, situado a montante da hoje velha metálica Ponte Eiffel onde, em 1920, foi construído o primeiro pontão flutuante em cimento armado, o “Gigante”, destinado à Galiza.
Voltando ao “Selma”, navio-tanque americano construído em 1919. Em Maio de 1920 encalhou no molhe sul de Tampico (México). Foi então rebocado para Galveston (Estados Unidos – Golfo do México) e abandonado na ponta leste de Pelican Island, em 1922. Em 1926, durante a Lei Seca, os porões do “Selma” foram utilizados para a destruição de bebidas alcoólicas de contrabando que foram apreendidas.
Noventa anos após o seu lançamento à água, o velho casco e a proa do “Selma” apresentam o aspecto que a foto ao lado permite observar – por detrás do cimento desaparecido a rede de enferrujadas verguinhas de ferro, à vista.
Eduardo Gonçalves

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Só para você comparar

Quem já leu sobre o Canal do Panamá, sabe, por dedução, que os rios de baixa profundidade podem ser tornados navegáveis pelo sistema de comportas como as usadas naquele canal. Os homens, principalmente os brasileiros, ainda não entenderam que perder terras para terras alagadas, não é perder, é pelo contrario, preservar a vida e o meio ambiente, pelo acúmulo estratégico de águas doces. Navegar os rios, e torná-los navegáveis também não é um crime. O Brasil não seria o que é sem a navegação fluvial de penetração. Urge que todos os engenheiros se unam no estudo da preservação das aguas doces, e na sua utilização racional como fonte energética, água potável, e vias de transporte. O desenho acima mostra sem precisão como seria a principal malha navegável, ou rede de hidrovias Sul Americanas, integradoras, tendo como centro o Brasil. A Capital do Brasil no centro da Amazônia.
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sexta-feira, 18 de junho de 2010

A Experiência

A experiência.
Eu andava meio angustiado, pois não estava conseguindo manter atualizados os nossos 11 Blogs. Considerava um desrespeito aos nossos leitores, e imaginava que o atraso impunha certa ansiedade a quem, teoricamente, lê habitualmente. Então fiz uma experiência, tirei do ar todos os nossos Blogs por uma semana. Resultado, no terceiro dia o Google Analytcs acusava ZERO leitores. Durante toda a semana, nenhuma reclamação, nem um E-mail perguntando o que havia acontecido, ou qualquer outra manifestação. Concluo, portanto que não há na Internet, qualquer vinculo de compromisso do leitor com o autor. Exista o Blog, o Orkut, o Twitter, ou não exista, não faz a menor diferença para o leitor. É obvio que estou generalizando, e que tal comportamento possa dizer respeito apenas aos meus leitores, mas a dura realidade é que num universo de opções não se cria vínculo, nem herança, ou seja, morre o Blog, como morre uma mosca. Esse fato me acordou e veio reforçar uma tese que já defendo há tempos, o vinculo da Internet é virtual, ou seja, qualitativamente inexistente. Não cria fidelidade nem vinculo ideológico, pois é em essência uma forma de as pessoas se esconderem dos outros e de si mesmo. Concluo, portanto, que se aplica a minha pessoa, a alcunha de TIO LARANJA, dada pelos meus sobrinhos. Fiz um belo esforço, com honesta intenção de informar ideologicamente, sem desviar-me da moral cristã, que é o cerne orientador da minha vida de pecador, no entanto, me decepcionei com a nítida sensação de que falo e escrevo sozinho.
Continuarei os meus Blogs, mais como um exercício pessoal, mas já não terei o mesmo respeito pelos meus leitores. Não tratarei como prioritário aquele que me trata como opção, regra de ouro da reciprocidade. Se o texto, que é um ato, não tem valor para você, você, leitor, na justa medida não tem valor para mim.
O autor wallacereq@gmail.com .
OBS: Você não concorda, então manifeste-se!


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Wallace Req Req deixa o Congresso Nacional.


Wallace Req Req deixa o Congresso Nacional e inicia sua longa caminhada rumo ao Palácio ALVORADA.


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sexta-feira, 11 de junho de 2010

Amanhã o dia do MILAGRE.

Sem comentários.


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PMDB em Brasília treme!

As notícias que tenho, de Brasília, me dão conta de que o PMDB na sua sede nacional tremeu com o encontro promovido pelos parlamentares gaúchos, com o pré candidato à Presidência Roberto Requião. O fato gerado na Coletiva repercutiu na Folha, no Estadão, no O Globo, na Gazeta, no Jornal do Brasil, na Tv Brasil, Bandeirante, RIC TV ( a Educativa do Paraná não esteve presente), e diversas rádios.
O ambiente foi alegre e descontraido com Requião mostrando um raro estado de bom humor, fazendo gracejos de que se o sonho de Michel Temer é ser vice, ele o convida para fazer parte de sua chapa como vice, pois ele, Requião e o PMDB, almejam algo mais, a candidatura própria do PMDB e ser candidato à Presidência do Brasil.
Pedro Simon alerta Lula que o PMDB, na sua militância nacional, contrariado e rancoroso, é um inimigo perigoso e vingativo.

O Argumento de Requião, e do Senador Pedro Simon é simples e mortal: " o maior valor da republica é a democracia. Foi em defesa e restauração dela que se organizou o MDB ( Movimento Democrático Brasileiro) Ora se hoje, o Diretório Nacional do PMDB não pratica a democracia interna, com que autoridade, com que coerência, com que exemplo se propõe a defender a DEMOCRACIA NACIONAL?"
O argumento é simples e demolidor, e justifica as pretensões dos advogados de recorrer ao Supremo Tribunal Eleitoral caso Temer insista no tapetão, ou seja, em não homologar a candidatura de Requião (CONTRARIANDO AS CLARAS REGRAS DO PARTIDO). EM 10 DE Junho de 2010.










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quarta-feira, 9 de junho de 2010

Requião em Foz do Iguaçu

Requião, Dobrandino e o Secretário de Estado da Saúde do Paraná Dr. Carlos Moreira em Foz do Iguaçu, marcam o início das articulações.


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Lançamento de Livro de autoria da Secretária Lygia Pupatto.

Concorrido lançamento do livro " Muito além do jardim" de Lygia Pupatto, competente e carismatica Secretária de Estado da Ciência Tecnologia e Ensino Superior em Londrina ( 9 Junho de 2010)








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Confraternização em Londrina.

Requião confraterniza em Londrina com o casal Duarte.

Logo após o lançamento do livro do Lygia Pupatto, Requião jantou em Londrina com o casal Duarte. Ele Otaviano, conceituado empresário em Londrina e região, natural de Limoeiro Pernambuco, filho de Otaviano Heráclito Duarte fundador das Industrias Reunidas Duarte; ela , a esposa filha do Professor e advogado alagoano Newton Sucupira considerado o pai da Pós Graduação no Brasil. Animada conversa recapitulou fatos engraçados da política no Nordeste Brasileiro. À mesa o candidato a deputado Federal pelo PMDB Alexandre Kirieff e o publicitário Cesar Setti, além do Secretário de Comunicação Benedito Pires.



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Se carater custa caro...




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domingo, 6 de junho de 2010

G23 monitorado.


Clique sobre a imagem , ela cresce para você curtir.
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Frase de Lula para Requião,

Lula: Na dúvida ouça o povo.
Minha frase para Requiâo: Na dúvida ouça Deus.


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Faça seu proprio vinho.( O primeiro milagre de Cristo)

Visitem o site ADEGA DO VINHO.
Se deseja obter um excelente vinho, obtenha cerca de meio quilo ou um quilo de uvas rosas ou pretas maduras. Elas terão uma película esbranquiçada. Pela sua aparência, a maioria das pessoas concluem que se trata de inseticida. Não é, não. É um fermento natural, latente, que apenas espera o tempo propício para a fermentação do suco da uva. É o segredo do vinho natural. A pessoa talvez queira lavar as uvas, mas, não remova nem retire esta substância esbranquiçada, pelicular, ou semelhante ao pó.
Agora, retire as uvas do cacho, jogando fora quaisquer que não estejam maduras ou estejam estragadas. Se dispuser dum liqüidificador, liqüefaça as uvas nele por ligar o liqüidificador e imediatamente a desligar; faça isso várias vezes. Isto impede que se rompam as sementes. Se não dispuser dum liqüidificador, depois de lavar cabalmente as mãos, e certificar-se de que removeu todo o sabonete, esmiga-lhe as uvas numa grande bacia com sua mãos. Não adicione água, açúcar nem qualquer outro ingrediente.
Derrame a massa resultante — casca, sementes, polpa, sumo e tudo — numa garrafa de boca larga. Coloque um saco de plástico sobre a boca da garrafa prenda-o firmemente ao gargalo por meio dum elástico. Coloque a garrafa onde a temperatura permaneça entre 15,5 grau, e 26,6 graus centígrados, 23,8 graus C sendo a mais favorável.
Daí, espere. Deixe que sigam seu curso os notáveis processos que o Criador implantou nas coisas naturais. Por certo achará fascinante examinar a garrafa de vez em quando, e dar uma cheirada ao redor dela, para observar as mudanças ocorridas.
Com o tempo, começam a formar-se bolhas que, gradualmente, irão chegar à superfície da massa. Esse gás abrirá passagem pela vedação presa com um elástico e bafejará suas narinas com delicioso aroma — no devido tempo. As bolhas são evidência da fermentação. O sumo assumirá gradualmente sua cor caraterística. Talvez se forme, na superfície da massa, uma substância esbranquiçada. Não se preocupe com ela. Tudo está bem.
Depois de duas semanas, devia cessar a formação de bolhas. Agora pode abrir a garrafa e derramar o sumo numa grande bacia, filtrando-o por meio dum pano limpo. Esprema da massa o restante do líquido filtrado pelo pano. Agora coloque o vinho numa garrafa. Ainda será denso e conterá partículas. No entanto, poderia ser usado nessa ocasião, se necessário; assim, prove-o. É bom? Melhorará com o envelhecimento.
Assim, ponha de lado a garrafa bem fechada. Quanto mais envelhecer, tanto mais as partículas se depositarão em seu fundo. Em um mês, o vinho deveria ter clareado consideravelmente. O sabor deve ter melhorado, e o vinho deve ter boa aparência. Mas, tome cuidado; se o vinho continuar a fermentar, a garrafa talvez estoure.
O vinho está pronto para ser então escoado por meio dum sifão para outra garrafa, o meio mais fácil de não passar a borra para outra garrafa. No entanto, pode-se fazer isso quase tão bem por derramar o líquido com cuidado. Este vinho feito em casa, um vinho seco, é conservado melhor sob refrigeração. Se não dispuser dum refrigerador, certifique-se de selar bem a garrafa.



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O fenômeno está acontecendo. Analise comigo.

Acima "print screen" ( imagem de tela) do G 23 Presidente, em 5 de Junho de 2010.
Vejam vocês. Foi muito difícil convencer agricultores paranaenses de aderirem à agricultura orgânica, mas o fenômeno de adesão está acontecendo em benficio da saúde de todos nós. Parecia impossível inverter o fluxo migratório dirigindo-o das grandes para as pequenas cidades, e vemos já uma paralisação do fluxo e uma reflexão popular de desejo e melhoria das pequenas cidades, já há um discurso uníssono. O Brasileiro percebeu que precisa ocupar equitatavamente o solo pátrio, para sua própria segurança. A TV Educativa do Paraná, abandonou as pautas internacionais e criou um estilo próprio de TV, sem crimes, sem escândalos, e saiu de um pequeno canal local à serviço da vaidade de uns poucos " ditos cultos" da sociedade curitibana, para uma televisão de alcance nacional, educativa, mostrando a todos que é possivel sobreviver fora das pautas internacionais.
Nunca o Paraná foi tão comentado e assitido positivamente, e sem dúvida, não só pela ação do Governo Requião que está por trás de tudo isso, mas também pela ação das rádios e tv educativas do Paraná. Você que está aí em outro estado é testemunha disso.

Agora vejam. Nosso Blog mais antigo começou ao final de 2007. Outros foram surgindo em sequência com maior ou menos sucesso. Os dois mais novos são G 23 Presidente e Maquinas que eu gosto ( fraquinho). Hoje verificamos que quase todos têm perto de 10.000 leitores. Pouco mais, pouco menos. Não ousamos aplicar a malidicência e a fofoca, salvo se for do conhecimento público e apoiado pela divulgação de notícias impressas. Mas não é esse o nosso foco, o nosso foco é publicar propostas, idéias, fé, esperança, debates sadios e amadurecidos, crença em um Brasil melhor e soberano.


Não podemos ( porque não sabemos) se são os mesmos leitores que visitam todos os nosso Blogs, penso que não, mas se não forem, poderíamos dizer que já superamos os 100.000 leitores, e mais de 600 ( não estou somando as cidades de todos os Blogs, mas pegando as cidades do Blog mais forte) cidades Brasileiras ( 10%) das existentes, fora as estrangeiras. Ora, eu editei um livro, resultado de um concurso de contos, onde obtive o primeiro lugar, isso na década de 80. Duvido que 2000 pessoas tenham lido aquele livrinho nesses trinta anos. E em três anos de Blog, posso levantar a hipotese que estou sendo lido por mais de 100.000 pessoas. É incrivel.


Assim, eu testemunho, pois também eu vou me tornando seguidor de blogs canadenses, alemães ( um), franceses, portugueses, brasileiros, alguns verdadeiras poesias, outros verdadeiras obras de arte, que fazem meus blogs corar de vergonha.( puxa me dêem um desconto eu sou de uma geração analógica e não digital) Mas essa rede de pessoas que querem aumentar a fé nos seres humanos vai se alastrando. Hoje assiti pela TV Paraná Educativa, e vi um programa do Mato Grosso do Sul, como o mesmo discurso, o discurso de que, em síntese, nos diz: Pessoas Boas, levantem sua vozes, e se façam ouvir, nas suas poesias, nos seus cantos, nos seus conhecimentos tradicionais, na sua técnica, na sua criatividade, na sua fé, longe das pautas derrotistas das agências internacionais.


Pois ainda que o mundo esteja para acabar ( e não está), não há, para as pessoas boas, de fé, outro caminho, senão o de perseverar no BEM.


O Fenômeno está acontecendo, o chão esta brotando, a colheita em nosso país será volumosa e de altissima qualidade. Plantem senhores, plantem o seu amor, ainda que sofrido. Não há outro caminho para um mundo melhor senão a prática do BEM. E nossa vida passa muito rápida.



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sexta-feira, 4 de junho de 2010

O pássaro.

Mais vale um pássaro na mão do que dois voando. Mas se nenhum esta seguro, ambos estão voando. manda o bom senso que se apanhe o mais proximo, mas se for atirar, para abatê-lo afim de alimentar as gentes, atire no maior, e se forem muito rapidos, atire no que estiver mais distante.
Assim falou o profeta;
wallacereq@gmail.com

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O fundamento da Sociedade é a família.

A cidade sem espelhos.
“Então sereis uma só carne”.
Havia passado boa parte da noite acordado. O sono, e a desatenção já formigavam o meu corpo. Então cochilei e adormecido sonhei.
Estava em uma cidade, numa praça, onde crianças, meninos e meninas brincavam. Eram lindas crianças, vestidas com roupas coloridas e cuidadas. Não pude deixar, e falando sozinho exclamei: que lindas crianças!
Então uma linda e graciosa menina se dirigiu em minha direção e disse: Achas que somos lindas? São nossas mães que nos deixam assim!
Pensei... As mães nessa cidade são virtuosas.
Então segui pela rua principal e encontrei um senhor que parecia brilhar. Dirigindo-me a ele disse: O senhor parece brilhar, estaria radiante de felicidade? Ele me respondeu, é minha mulher que me deixa assim.
Puxa pensei, as mulheres daqui são virtuosas. Vi então uma casa comercial e entrei, queria comer e beber algo. Uma senhora de uns trinta e cinco anos, linda, simpática, encantadora veio me atender. Eu não pude deixar de dizer um galanteio: Senhora, como és simpática e encantadora. Ela sorrindo, me responde: Achas? É meu marido que me deixa assim. Fiquei pensativo... Os homens dessa cidade devem ser virtuosos. Sai dali e encontrei uma senhora de idade, feliz, bem vestida, porque não dizer; charmosa. Indaguei tirando o chapéu... Senhora pode-se ver que estas muito feliz, é verdade? Sim respondeu ela, meu velho marido me faz assim.
Que curioso, que cidade surpreendente, pensava eu com meus botões. Volteia à praça. Enquanto caminhava me preocupei com minha aparência, como seria eu aos olhos daquelas pessoas? Desci a rua em silencio notando que em cada porta das casas havia um letreiro dizendo sempre as mesmas palavras: “Então sereis uma só carne”.
Havia na praça um senhor.
Bom dia amigo, eu disse. Pode me dizer onde encontro um espelho? Espelho, ele repete. O que é isso? Digo: Um vidro onde podemos ver nossa imagem. Ele, movendo-se um pouco para que eu pudesse me sentar, diz: sente um pouco, por favor.
A sua imagem, senhor, são as outras pessoas. Como assim, indaguei.
Diz a Sabedoria, que quando um homem e uma mulher se unem se tornam uma só carne. Portanto quando um homem olha para sua mulher, olha para si mesmo. Se ele vê sua mulher triste, vê a si mesmo triste. Se despenteada, vê a si mesmo despenteado, se suja, vê a si mesmo sujo. Então ele pode convidá-la a alegrar-se, a pentear-se, a tomar um banho juntos, pois juntos são uma só e mesma carne. Então o homem cuidando da mulher, sua carne e sua imagem e semelhança, cuida de si, e sua imagem e semelhança, por sua vez, sendo sua própria carne cuida de ti. A tua imagem cuida de ti. Uma mãe cuida dos filhos e filhas e os prepara para os filhos e filhas dos outros, mas as outras mães cuidam de seus filhos e filhas para os nossos filhos e assim um dia eles serão então uma só e mesma carne. Compreende?
Então abriu um livro e leu algo assim: ninguém aborrece a própria carne, antes cuida dela, assim marido, seja solicito para sua mulher, e mulher seja solicita para seu marido... pois....

Aquilo me perturbou profundamente a alma. A cidade começou a diluir-se, a desmanchar-se. Então o homem me disse: Senhor, senhor antes que acorde, lembre-se: se faz muito tempo que negligencias a tua imagem e a tua carne, que é sua mulher, lembre-te é trabalho difícil, cotidiano, paciente, mas é preciso começar e perseverar... Senhor... Acordei assustado. Peguei um papel e escrevi sem saber o por que: “Homem levanta a tua esposa. Mulher levanta o teu homem”.
Durante todo o dia eu lia aquela anotação. Se minha mulher esta gorda, é porque eu não estou cuidando dela que é minha imagem e carne. Se esta triste é porque não lhe comunico alegria. Se desanimada, não lhe comunico animo... Estou sempre tão preocupado com minha felicidade, que me esqueço dela, que sou eu. Olho no espelho, mas não olho para ela, penteio os meus cabelos, quero ser o tal... Escovo os meus dentes, quero ser auto-suficiente... Quando deveria escovar os cabelos dela, de lhe dar animo, fazer dela a tal... Servi-la, pois ela é minha carne. Troco a minha imagem real pela imagem virtual do espelho frio, imagem invertida, narcísica, onde um abraço nessa imagem mentirosa coloca o meu coração sobre a imagem refletida do meu coração, quando, se por ventura, eu abraço a minha imagem na minha carne, feita mulher, o abraço real coloca o coração dela do lado do meu, como num prato de balança antiga, balança da vida, pesando o dia a dia do amor conjugal. Se o sexo dela está adormecido, é porque eu o deixei dormir. Se o meu esta indiferente a ela, ela o deixou dormir. Se ela esta silenciosa é porque eu já não converso mais com ela. Se não tem paixão, a culpa não é dela é minha.
Então percebi que não olhava mais para mim, mas olhava para uma invenção que me separava de mim mesmo, uma imagem fria, uma ilusão. Eu vivia para o que eu acho ser o outro, mas não vivia para o outro verdadeiro que é minha própria carne na mulher minha imagem e minha semelhança. E pensei: então sereis uma só e mesma carne vivendo em uma cidade sem espelhos.
Um homem e uma mulher não são uma obra acabada. Só a ilusão pode nos enganar dessa maneira cruel e nos fazer crer, que o amor acabou, pois o amor é Deus e Deus não acabou. O casamento acabou digo eu... Por que acabou o respeito que deveria ter pela minha própria carne e imagem, porque parei desde muito de olhar, ser solicito, cuidadoso atencioso com minha mulher, eu e ela começamos a nos olhar no espelho, a nos preocupar com nossas vaidades, com a nossa beleza fria, quando a nossa beleza estava e está na união solicita de nossas próprias carnes... pois Deus nos deixou assim unidos.


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A avó materna do governador Requião.


A avó do Governador: Christiana Keinert.
A foto ACIMA mostra a avó do governador Requião pela linha materna.
Minha avó, e avó do governador Requião. Eu não a conheci pessoalmente, ela já havia falecido quando nasci. Todavia não posso contemplar essa imagem sem me comover. Vejo nessa mulher uma dignidade e beleza invulgar. Altiva, serena, segura, simples. Seu lábio expressa um sorriso quase imperceptível. Seus olhos não são alegres nem tristes, são vivos, contemplativos como os de minha mãe. A ausência de jóias e metais, o cabelo natural, as narinas de pessoa inspirada e enérgica, o queixo resoluto me impressiona vivamente. Ela teve oito filhos.
Filha de imigrantes alemães, essa mulher era esposa e companheira, mãe, costureira e bordadeira, cozinheira e dona de lar, escola e professora de seus filhos, creche dos filhos de seu visinhos e parentes e ainda tinha tempo para sentar ao piano e ensinar. Quando olho para essa mulher sinto como se uma pré-ciência me dissesse que se ela não tivesse dito o sim a sua sétima filha, minha mãe, eu não teria existido. Ela cumpriu sua missão. Fico imaginado como seria a fisionomia de sua mãe e pai, dos quais não temos imagem, sua avó, sua bisavó, sua trisavó “ad aeternum” na linha de parentesco sem fim. Sou grato pela vida que tenho, e tenho por ela, uma profunda gratidão, curiosidade, respeito e fascinação.
Ela nasceu em Guarapuava e lá se casou com Euclides Requião.
Seus pais partiram da Alemanha justamente quando o Paraná se emancipava de São Paulo, 1853 ( Brasil Império).
Wallace Requião de Mello e Silva
Grupo 23 de Outubro.


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Um conto....um ponto.

O piano (um conto com um “Fim” - losófico).
O homem era mesmo forte, muito forte, o dobro, talvez, de um homem comum. Sempre trabalhou com madeira. No inicio lenhador, depois madeireiro, depois carpinteiro, finalmente funcionário da indústria moveleira. Sabia reconhece num piscar de olhos o tipo da madeira e seu peso. Numa olhada ele era capaz de dizer quantos quilos pesava uma tora, uma viga, um móvel qualquer.Naquele dia, veio para a cidade. Homem simples e solidário habituado ao trabalho rude e cooperativo caminhava assustado com a cidade grande. Parou em uma esquina para ver cinco homens descendo um piano em cordas. Estranhou a tarefa.
Ele nunca vira um piano em sua vida. Seus olhos experientes identificaram a madeira, avaliou o volume do móvel, imaginou sua estrutura interna e se posicionou: Disse sorrindo confiante em sua enorme força. Pode largar, disse , eu seguro. Um olhou para o outro rindo da presunção do homem, e largaram as cordas. O piano desceu com seus mais de 500 quilos e atingiu o homem. Um terrível acidente.
Como, eu pergunto o homem que confiava em sua força e seu conhecimento poderia imaginar que aquele móvel estava cheio de peças de ferro fundido? O Homem presumiu. Mal avaliou.

Certamente você leu com atenção esse curto texto esperando o “Fim” losófico, e nada! Então você também presumiu. Avaliou mal a situação.

Moral. Simão de Cirene, não presumiu que poderia carregar a cruz de Cristo, ele foi forçado, por outrem, a fazê-lo. Donde podemos concluir que somente Deus, e mais ninguém nos avalia perfeitamente e dá a cada um a cruz que pode carregar. Se não suportamos a cruz, quiçá, presumimos que éramos mais fortes do que éramos e pedimos mais do que poderíamos carregar, e, ou quisemos carregar voluntariamente as cruzes alheias. As cruzes de outras pessoas, só as suportaremos se for imposta por Deus. Querer assumir voluntariamente a dor alheia é vaidade e presunção. A justiça esta justamente em cada qual carregar sua cruz com docilidade. Se outro carrega nossa cruz ( a não ser por um ato transitório de caridade) aí esta uma injustiça, pois a sua própria cruz ficou para trás.
wallacereq@gmail.com





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O homem dividido.

O sedutor engana e é enganado. Assim a fé nos ensina: que seu sim seja sim, e seu não seja não. A Bíblia nos diz: Um homem não deve servir a dois senhores... Ora, Requião nunca foi homem de estar dividido entre o sim e o não. Então para que ficar com um pé no Senado e outro na candidatura pela Presidência? Ou uma ou outra, ou perderemos as duas.
Não se engane, não engane, para não ser enganado.

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Construindo a familiaridade baiana e sergipana.




Construindo a familiaridade.
E as origens baianas de Requião?
Cachoeira na Bahia, segundo Claudio Veiga, presidente da Academia de Letras da Bahia, parece ter sido o berço de Luiz Antonio Requião. Luiz Antonio Requião é bisavô de Requião, pai , portanto, de Euclides Lopes Requião, casado com Cristiana Keinert. Ele foi o Patriarca dos Requião no Paraná. Tudo indica que foi batizado na conhecida “Capela das Palmeiras Gêmeas”, capela existente em uma fazenda no município de Cachoeirinha, na Bahia. Certamente lá haveremos de encontrar o registro de seu batismo. Quando veio ao Paraná era seminarista, e veio para assumir, sem o saber, no Paraná um alto cargo do governo Imperial. Enamorou-se de Gertrudes Lopes, filha de Candido Martins Lopes ( carioca de Niteroi), o histórico fundador do primeiro jornal do Paraná com quem se casou. A genealogia de Requião, ao nível dos avós acusa origem em sergipano casado com filha de imigrantes italianos ( no Paraná) pela linha paterna e baiano casado com filha de imigrantes alemães ( no Paraná) pela linha materna. Curioso. Obserevem o documento acima, imperial. Prestem atenção na data ( 1849 ou 1879). Observem o selo do Império.
A coisa é simples assim, a família tem longo prestígio e fez por merecer.
Wallace Requião de Mello e Silva para o G 23 de Outubro.








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Os gaúchos são foda.

Digam o que disserem dos gaúchos ( habitantes do Rio Grande do Sul), mas uma série de adjetivos não se pode negar, eles tem raça, ousadia, determinação, em duas palavras: São foda!
Requião já havia desistido do embate presidencial, mas eis que surge um gaúcho, o Senador Pedro Simon, e retoma os fatos, desmontando a armadilha em que haviam "aprisionado a candidatura do Requião", num erro formal ( premeditado)de registro de candidatura ( parecido com o golpe contra Mauricio Requião no TC). Mas o gaúcho estava acordado, e num ato de desapego, colocou mais uma vêz ao Requião no páreo e na "Sinuca". Requião, na parede, aceitou... OK, gaúchada, vamos em frente.
Olá Tche. Que se a bala vem, nós nos abaixamos,...e trucamos.E lutamos!!
E muitas vezes vencemos.
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Carta aos amigos do Rádio.

Quero divulgar o excelente livro " Tudo sobre Rádio" do radialista Lourival Pedrazzani ( Vulgo Palitto). Pouco mais de 500 paginas de informações úteis para quem gosta ou opera rádios. Uma verdadeira introdução à sobrevivência das Rádios Brasileiras.
Se tudo correr bem, e o três vezes governador do Paraná Roberto Requião passar na Convenção do PMDB tendo seu nome definitivamente homologado como candidato à Presidência da Republica, eu sugiro, dois nomes para a Coordenação de RÁDIO de sua campanha presidencial, Palitto e Paulo Chaves.
Curiosidade: Palitto foi patrão do Governador Requião na Rádio Antena UM, fato que acrescenta ao currículo de Requião o fato de ter sido radialista e comentarista político, da Antena UM. Outra curiosidade é que Requião operou em Curitiba e São Paulo uma estação móvél da Faixa Cidadão. Sugiro como base de campanha, ou gatilho, e ainda "cabeça de rede", a Rádio Globo em Curitiba e a rede Evangelizar.
Na coordenação do rádio amadorismo e operadores de rádio cidadão o genial Carlos Felipe Requião, sempre esquecido. O debate estará no ar. Não esqueçam dos caminhoneiros rádio operadores, eles são testemunhas do que foi feito no Paraná. Meu sobrinho, candidato a deputado Federal, diretor da Rádio Globo, pode conduzir os contactos empresariais.
170 milhões em ação.
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segunda-feira, 31 de maio de 2010

Novo seguidor!

Temos um novo seguidor MASPH Consultoria em Hidrovias. Meu caro seja bem vindo. Estamos na LUTA. Não perca a série Matas Ciliares.

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