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domingo, 9 de janeiro de 2011

Dando voz a Dona Marisa Letícia

Foram oito anos de bombardeio intenso, tiroteio de deboches, ofensas de todo jeito, ridicularia, referências mordazes, críticas cruéis, calúnias até. E sem o conforto das contrapartidas. Jamais foi chamada de "a Cara" por ninguém, nem teve a imprensa internacional a lhe tecer elogios, muito menos admiradores políticos e partidários fizeram sua defesa. À "companheira" número 1 da República, muito osso, afagos poucos. Ah, dirão os de sempre, e as mordomias? As facilidades? O vidão? E eu rebaterei: E o fim da privacidade? A imprensa sempre de olho, botando lente de aumento pra encontrar defeito? E as hostilidades públicas? E as desfeitas? E a maneira desrespeitosa com que foi constantemente tratada, sem a menor cerimônia, por grande parte da mídia? Arremedando-a, desfeiteando-a, diminuindo-a? E as frequentes provas de desconfiança, daqui e dali? E - pior de tudo - os boatos infundados e maldosos, com o fim exclusivo e único de desagregar o casal, a família? Ah, meus queridos, Marisa Letícia Lula da Silva precisou ter coragem e estômago para suportar esses oito anos de maledicências e ataques. E ela teve.

Começaram criticando-a por estar sempre ao lado do marido nas solenidades. Como se acompanhar o parceiro não fosse o papel tradicional da mulher mãe de família em nossa sociedade. Depois, implicaram com o silêncio dela, a "mudez", a maneira quieta de ser. Na verdade, uma prova mais do que evidente de sua sabedoria. Falar o quê, quando, todos sabem, primeira-dama não é cargo, não é emprego, não é profissão? Ah, mas tudo que "eles" queriam era ver dona Marisa Letícia se atrapalhar com as palavras para, mais uma vez, com aquela crueldade venenosa que lhes é peculiar, compará-la à antecessora, Ruth Cardoso, com seu colar poderoso de doutorados e mestrados. Agora, me digam, quantas mulheres neste grande e pujante país podem se vangloriar de ter um doutorado? Assim como, por outro lado, não são tantas as mulheres no Brasil que conseguem manter em harmonia uma família discreta e reservada, como tem Marisa Letícia. E não são também em grande número aquelas que contam, durante e depois de tantos anos de casamento, com o respeito implícito e explícito do marido, as boas ausências sempre feitas por Luís Inácio Lula da Silva a ela, o carinho frequentemente manifestado por ele. E isso não é um mérito? Não é um exemplo bom?

Passemos agora às desfeitas ao que, no entanto, eu considero o mérito mais relevante de nossa ex-primeira-dama: a brasilidade. Foi um apedrejamento sem trégua, quando Marisa Letícia, ao lado do marido presidente, decidiu abrir a Granja do Torto para as festas juninas. A mais singela de nossas festas populares, aquela com Brasil nas veias, celebrando os santos de nossas preferências, nossa culinária, os jogos e brincadeiras. Prestigiando o povo brasileiro no que tem de melhor: a simplicidade sábia dos Jecas Tatus, a convivência fraterna, o riso solto, a ingenuidade bonita da vida rural. Fizeram chacota por Lula colar bandeirinhas com dona Marisa, como se a cumplicidade do casal lhes causasse desconforto. Imprensa colonizada e tola, metida a chique. Fazem lembrar "emergentes" metidos a sebo que jamais poderiam entender a beleza de um pau de sebo "arrodeado" de fitinhas coloridas. Jornalistas mais criteriosos saberiam que a devoção de Marisa pelo Santo Antônio, levado pelo presidente em estandarte nas procissões, não é aprendida, nem inventada. É legitimidade pura. Filha de um Antônio (Antônio João Casa), de família de agricultores italianos imigrantes, lombardos lá de Bérgamo, Marisa até os cinco de idade viveu num sítio com os dez irmãos, onde o avô paterno, Giovanni Casa, devotíssimo, construiu uma capela de Santo Antônio. Até hoje ela existe, está lá pra quem quiser conferir, no bairro que leva o nome da família de Marisa, Bairro dos Casa, onde antes foi o sítio de suas raízes, na periferia de São Bernardo do Campo. Os Casa, de Marisa Letícia, meus amores, foram tão imigrantes quanto os Matarazzo e outros tantos, que ajudaram a construir o Brasil.

Outro traço brasileiro dela, que acho lindo, é o prestígio às cores nacionais, sempre reverenciadas em suas roupas no Dia da Pátria. Obras de costureiros nossos, nomes brasileiros, sem os abstracionismos fashion de quem gosta de copiar a moda estrangeira. Eram os coletes de crochê, os bordados artesanais, as rendas nossas de cada dia. Isso sim é ser chique, o resto é conversa fiada. No poder, ao lado do marido, ela claramente se empenhou em fazer bonito nas viagens, nas visitas oficiais, nas cerimônias protocolares. Qualquer olhar atento percebe que, a partir do momento em que se vestir bem passou a ser uma preocupação, Marisa Letícia evoluiu a cada dia, refinou-se, depurou o gosto, dando um olé geral em sua última aparição como primeira-dama do Brasil, na cerimônia de sábado passado, no Palácio do Planalto, quando, desculpem-me as demais, era seguramente a presença feminina mais elegante. Evoluiu no corte do cabelo, no penteado, na maquiagem e, até, nos tão criticados reparos estéticos, que a fizeram mais jovem e bonita. Atire a primeira pedra a mulher que, em posição de grande visibilidade, não fez uma plástica, não deu uma puxadinha leve, não aplicou uma injeçãozinha básica de botox, mesmo que light, ou não recorreu aos cremes noturnos. Ora essa, façam-me o favor!

Cobraram de Marisa Letícia um "trabalho social nacional", um projeto amplo nos moldes do Comunidade Solidária de Ruth Cardoso. Pura malícia de quem queria vê-la cair na armadilha e se enrascar numa das mais difíceis, delicadas e técnicas esferas de atuação: a área social. Inteligente, Marisa Letícia dedicou-se ao que ela sempre melhor soube fazer: ser esteio do marido, ser seu regaço, seu sossego. Escutá-lo e, se necessário, opinar. Transmitir-lhe confiança e firmeza. E isso, segundo declarações dadas por ele, ela sempre fez. Foi quem saiu às ruas em passeata, mobilizando centenas de mulheres, quando os maridos delas, sindicalistas, estavam na prisão. Foi quem costurou a primeira bandeira do PT. E, corajosa, arriscou a pele, franqueando sua casa às reuniões dos metalúrgicos, quando a ditadura proibiu os sindicatos. Foi companheira, foi amiga e leal ao marido o tempo todo. Foi amável e cordial com todos que dela se aproximaram. Não há um único relato de episódio de arrogância ou desfeita feita por ela a alguém, como primeira-dama do país. A dona de casa que cuida do jardim, planta horta, se preocupa com a dieta do maridão e protege a família formou e forma, com Lula, um verdadeiro casal. Daqueles que, infelizmente, cada vez mais escasseiam.

Este é o meu reconhecimento ao papel muito bem desempenhado por Marisa Letícia Lula da Silva nesses oito anos. Tivesse dito tudo isso antes, eu seria chamada de bajuladora. Esperei-a deixar o poder para lhe fazer a Justiça que merece.


Wallacereq@gmail.com

Dando voz a Dona Marisa Leticia da Silva.

Foram oito anos de bombardeio intenso, tiroteio de deboches, ofensas de todo jeito, ridicularia, referências mordazes, críticas cruéis, calúnias até. E sem o conforto das contrapartidas. Jamais foi chamada de "a Cara" por ninguém, nem teve a imprensa internacional a lhe tecer elogios, muito menos admiradores políticos e partidários fizeram sua defesa. À "companheira" número 1 da República, muito osso, afagos poucos. Ah, dirão os de sempre, e as mordomias? As facilidades? O vidão? E eu rebaterei: E o fim da privacidade? A imprensa sempre de olho, botando lente de aumento pra encontrar defeito? E as hostilidades públicas? E as desfeitas? E a maneira desrespeitosa com que foi constantemente tratada, sem a menor cerimônia, por grande parte da mídia? Arremedando-a, desfeiteando-a, diminuindo-a? E as frequentes provas de desconfiança, daqui e dali? E - pior de tudo - os boatos infundados e maldosos, com o fim exclusivo e único de desagregar o casal, a família? Ah, meus queridos, Marisa Letícia Lula da Silva precisou ter coragem e estômago para suportar esses oito anos de maledicências e ataques. E ela teve.

Começaram criticando-a por estar sempre ao lado do marido nas solenidades. Como se acompanhar o parceiro não fosse o papel tradicional da mulher mãe de família em nossa sociedade. Depois, implicaram com o silêncio dela, a "mudez", a maneira quieta de ser. Na verdade, uma prova mais do que evidente de sua sabedoria. Falar o quê, quando, todos sabem, primeira-dama não é cargo, não é emprego, não é profissão? Ah, mas tudo que "eles" queriam era ver dona Marisa Letícia se atrapalhar com as palavras para, mais uma vez, com aquela crueldade venenosa que lhes é peculiar, compará-la à antecessora, Ruth Cardoso, com seu colar poderoso de doutorados e mestrados. Agora, me digam, quantas mulheres neste grande e pujante país podem se vangloriar de ter um doutorado? Assim como, por outro lado, não são tantas as mulheres no Brasil que conseguem manter em harmonia uma família discreta e reservada, como tem Marisa Letícia. E não são também em grande número aquelas que contam, durante e depois de tantos anos de casamento, com o respeito implícito e explícito do marido, as boas ausências sempre feitas por Luís Inácio Lula da Silva a ela, o carinho frequentemente manifestado por ele. E isso não é um mérito? Não é um exemplo bom?

Passemos agora às desfeitas ao que, no entanto, eu considero o mérito mais relevante de nossa ex-primeira-dama: a brasilidade. Foi um apedrejamento sem trégua, quando Marisa Letícia, ao lado do marido presidente, decidiu abrir a Granja do Torto para as festas juninas. A mais singela de nossas festas populares, aquela com Brasil nas veias, celebrando os santos de nossas preferências, nossa culinária, os jogos e brincadeiras. Prestigiando o povo brasileiro no que tem de melhor: a simplicidade sábia dos Jecas Tatus, a convivência fraterna, o riso solto, a ingenuidade bonita da vida rural. Fizeram chacota por Lula colar bandeirinhas com dona Marisa, como se a cumplicidade do casal lhes causasse desconforto. Imprensa colonizada e tola, metida a chique. Fazem lembrar "emergentes" metidos a sebo que jamais poderiam entender a beleza de um pau de sebo "arrodeado" de fitinhas coloridas. Jornalistas mais criteriosos saberiam que a devoção de Marisa pelo Santo Antônio, levado pelo presidente em estandarte nas procissões, não é aprendida, nem inventada. É legitimidade pura. Filha de um Antônio (Antônio João Casa), de família de agricultores italianos imigrantes, lombardos lá de Bérgamo, Marisa até os cinco de idade viveu num sítio com os dez irmãos, onde o avô paterno, Giovanni Casa, devotíssimo, construiu uma capela de Santo Antônio. Até hoje ela existe, está lá pra quem quiser conferir, no bairro que leva o nome da família de Marisa, Bairro dos Casa, onde antes foi o sítio de suas raízes, na periferia de São Bernardo do Campo. Os Casa, de Marisa Letícia, meus amores, foram tão imigrantes quanto os Matarazzo e outros tantos, que ajudaram a construir o Brasil.

Outro traço brasileiro dela, que acho lindo, é o prestígio às cores nacionais, sempre reverenciadas em suas roupas no Dia da Pátria. Obras de costureiros nossos, nomes brasileiros, sem os abstracionismos fashion de quem gosta de copiar a moda estrangeira. Eram os coletes de crochê, os bordados artesanais, as rendas nossas de cada dia. Isso sim é ser chique, o resto é conversa fiada. No poder, ao lado do marido, ela claramente se empenhou em fazer bonito nas viagens, nas visitas oficiais, nas cerimônias protocolares. Qualquer olhar atento percebe que, a partir do momento em que se vestir bem passou a ser uma preocupação, Marisa Letícia evoluiu a cada dia, refinou-se, depurou o gosto, dando um olé geral em sua última aparição como primeira-dama do Brasil, na cerimônia de sábado passado, no Palácio do Planalto, quando, desculpem-me as demais, era seguramente a presença feminina mais elegante. Evoluiu no corte do cabelo, no penteado, na maquiagem e, até, nos tão criticados reparos estéticos, que a fizeram mais jovem e bonita. Atire a primeira pedra a mulher que, em posição de grande visibilidade, não fez uma plástica, não deu uma puxadinha leve, não aplicou uma injeçãozinha básica de botox, mesmo que light, ou não recorreu aos cremes noturnos. Ora essa, façam-me o favor!

Cobraram de Marisa Letícia um "trabalho social nacional", um projeto amplo nos moldes do Comunidade Solidária de Ruth Cardoso. Pura malícia de quem queria vê-la cair na armadilha e se enrascar numa das mais difíceis, delicadas e técnicas esferas de atuação: a área social. Inteligente, Marisa Letícia dedicou-se ao que ela sempre melhor soube fazer: ser esteio do marido, ser seu regaço, seu sossego. Escutá-lo e, se necessário, opinar. Transmitir-lhe confiança e firmeza. E isso, segundo declarações dadas por ele, ela sempre fez. Foi quem saiu às ruas em passeata, mobilizando centenas de mulheres, quando os maridos delas, sindicalistas, estavam na prisão. Foi quem costurou a primeira bandeira do PT. E, corajosa, arriscou a pele, franqueando sua casa às reuniões dos metalúrgicos, quando a ditadura proibiu os sindicatos. Foi companheira, foi amiga e leal ao marido o tempo todo. Foi amável e cordial com todos que dela se aproximaram. Não há um único relato de episódio de arrogância ou desfeita feita por ela a alguém, como primeira-dama do país. A dona de casa que cuida do jardim, planta horta, se preocupa com a dieta do maridão e protege a família formou e forma, com Lula, um verdadeiro casal. Daqueles que, infelizmente, cada vez mais escasseiam.

Este é o meu reconhecimento ao papel muito bem desempenhado por Marisa Letícia Lula da Silva nesses oito anos. Tivesse dito tudo isso antes, eu seria chamada de bajuladora. Esperei-a deixar o poder para lhe fazer a Justiça que merece.
( desconheço o autor ou autora)





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Águas passadas não movem moinho.

As matérias tituladas Vejam quem eu encontrei na Internet sob marca Garimpando amigos pelo Brasil, não resultaram no efeito pretendido, levando-nos a conclusão do acerto de velho adágio popular: ÁGUAS PASSADAS NÃO MOVEM O MOINHO, ou seja o passado não acresce. Ficaremos apenas com os novos amigos descobertos nessa nova caminhada.



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sábado, 8 de janeiro de 2011

Clube Atlético Paranaense, um pouco de História;

Clube Atlético Paranaense.

Pouca gente sabe que meu pai jogou no Gol (e foi, portanto goleiro) do Ferroviário Futebol Clube. Categoria “Amador” como é óbvio. É que à época não existia outra categoria no futebol paranaense. Penso que eram todos amadores. Assunto para especialistas e pesquisadores do Futebol.
Meu avô era o prestigiado Chefe da Estação em Curitiba e mecenas do time. Foi também Agente da Estrada de Ferro, e um dos fundadores do Centro dos Ferroviários do Paraná.
Meu pai, também serviu a Rede, como médico da Caixa de Pecúlio da Rede Ferroviária Federal. Posteriormente serviu como Inspetor sanitário das minas de Carvão do Paraná e Santa Catarina. Meu irmão, enquanto governador em primeiro mandato, é o viabiliza- dor da Ferroeste trecho Guarapuava-Cascavel, totalmente construída em seu mandato pelo Exercito Nacional, e também, como governador em segundo mandato, foi quem reestatizou a ferrovia que havia sido privatizada.
Com isso estou dizendo que o estilo ferroviário, e a consciência da importância das Estradas de Ferro na vida nacional acompanham desde muito a nossa família.
Em 1924, formou-se um grupo de pessoas, incluindo ferroviários, que se propuseram fundar o Clube Atlético Paranaense. Achei recentemente, em meus arquivos, dois documentos importantes para a História do Futebol. Se for do conhecimento de todos eu desde já peço desculpas. O primeiro documento foi uma lista dos trinta e sete nomes dos fundadores do Clube Atlético Paranaense, cedida a minha pessoa pelo radialista Jeferson Gomes, neto do prestigiado Presidente Jofre Cabral... O segundo documento com, o nome dos presidentes do clube pode ser encontrado na Internet.
Todo atleticano devem saber que Aníbal Requião, irmão de meu avô materno, o velho Euclides Requião, foi um dos fundadores do Atlético e seu filho foi presidente daquela prestigiada instituição duas vezes (em 1942 e 1951), fato que poderá ser confirmado em: WWW.furacao.com./história/presidentes.
Agora, o nome dos fundadores já é uma outra questão. Pois no clube ninguém me confirmou os nomes.
Seriam esses, segundo o sobrinho do presidente Jofre Cabral (presidente em 1968) e Clayton Gabardo, os sócios fundadores do Atlético Paranaense, documento que ainda não pude encontrar na sua versão original (se alguém tiver cópia aceitamos colaboração).

1) Dr. Afonso Alves de Camargo.
2) Dr. Agostinho Bernardo da Veiga.
3) Candido Mader.
4) Erasmo Mader.
5) Dr. Algacyr Munhoz Mader.
6) Claro Américo Guimarães.
7) Aníbal Requião. (Irmão de Euclides Requião, avo do Governador linha materna)
8) Aníbal Requião Filho. (filho de Aníbal, primo da mãe de Requião)
9) Gastão de Oliveira.
10) Joaquim Narciso Azevedo.
11) Matheus Pedro Sanson Boscardim.
12) Arcrisio Guimarães.
13) Alcídio Ferreira de Abreu.
14) Heitor Requião. (Irmão de Euclides Requião avo de Requião)
15) Edgard Stelfeld.
16) Dr. Eduardo Virmond Lima.
17) Dr. Edgard Albuquerque Maranhão.
18) Cel. Wallace de Mello e Silva. (Avô do Governador Requião, linha paterna).
19) Egueberto de Leão Junior.
20) Dr. Heitor Valente.
21) José da Motta Ribeiro.
22) Aécio R. Q. Portes.
23) Dr. Jorge Laitner.
24) Ary Correia Lima.
25) José Gonçalves Junior.
26) José Eurípedes Gonçalves.
27) Liz Feliciano Guimarães.
28) Eugenio Marques Viana.
29) Harold Coliln.
30) Ivo de Abreu Leão.
31) Luiz |Leão.
32) Ítalo Marchesini.
33) José Falcini.
34) Dr. João Vieira de Alencar.
35) Leocádia Correia.
36) Leônidas Gonçalves.
37) Albano Espínola. (...)

Wallace Req
Grupo 23 de Outubro.




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Que tal estudar em Cuba?

Waldir Stedile, que eu não tenho certeza se conheço me mandou interessante artigo sobre a ELAM ( Escola Latino Americana de Medicina, em Cuba).
Tudo grátis, desde o material didático ate o alojamento e alimentação, o sistema é parecido com o famoso ITA no Brasil.
Mas eles têm uma bolsa, pequena, para manter transporte e algum laser.
Aceitam alunos de todos os países do mundo, porém, preparem-se 11 anos sem sair de Cuba. Vou explicar melhor: O Estado Cubano financia com dinheiro do povo esses alunos, então depois do básico em cadeiras medicas, os alunos passam a prestar gratuitamente ( pois estão sendo pagos pelo povo) serviço médico comunitário. Depois de formados eles são convidados a prestar pelo menos cinco anos de serviços médicos comunitários. Um sistema que deveria ser implantado no Brasil. A prevenção e os serviços básicos de saúde numa ponta, diminuem em muito o orçamento publico destinado a saúde na outra ponta. Todavia eu que sou filho de médico e sobrinho de médicos, sei que isso não seria aceito pelos médicos brasileiros. De qualquer forma faço o registro. Os alunos interessados podem entrar no Google pesquisando por ELAM. É Fácil.

Logo farei um artigo do por quê os médicos brasileiros boicotam todos os serviços públicos de Saùde.

Em atenção ao leitor Waldir Stedile.

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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Tudo começou aqui.


Tudo começou aqui.

Eu sou um idiota. E daí?
Alguém me chamou de idiota. Nenhuma ofensa nisso. Poucas vezes vi alguém tão sensível, sábio, exato em sua definição e verdadeiro na sua conclusão como esse amigo anônimo. Eu também acho isso. O Google Analytcs também acha. Um cara que depois de três anos de trabalho, mais de mil e trezentos textos em nove blogs, conseguiu cair de 82% de taxa de rejeição para 71%, só pode ser um idiota. Um homem que trabalha duro, e estuda, para fazer de graça um Blog que é lido por muito poucos que o rejeitam é sem duvida um idiota. Que tem oportunidade de ganhar dinheiro com o Blog e a despreza, é um idiota. Um homem que persevera por uma mulher 30 anos, e no fim descobre que ele não enxergar um palmo diante do nariz, só pode ser um idiota. Mas não é isso que importa, isso é opinião alheia, o que importa é a minha opinião sobre mim, e a minha opinião é: Eu sou um Idiota, e daí?
O Idiota se sente inferiorizado, como se fora um vermezinho no comando de um grande robô, com aparência humana, pelo qual ele tem domínio imperfeito. Um boneco vazio de alma, de vida, de vitalidade, comandado por um pilotinho humilhado, que não sabe fazer com seu corpo, nem tem do espaço exterior uma interpretação correta, portanto está inabilitado para a solução de seus problemas, e às vezes não percebe os problemas, o que o torna dependente das circunstâncias. Esse vermezinho é um ator, ele imita os gestos humanos, os sentimentos humanos, mas sente o vazio de seu boneco, a distância entre ele e seu corpo. Por isso ele é chamado de ide+ota, ou seja, uma idéia, um esboço mínimo, uma mente ínfima. Perdido num corpanzil enorme e aparentemente humano.
Porém quando ele se compara ele se agiganta. É melhor que um passarinho, mais sábio que um macaco, mais forte que um elefante, mais importante que as baleias. Disse importante, pois, por nenhum desses bichinhos Jesus deu seu sangue redentor, e por esses vermezinhos prisioneiros de seus robôs, sim, seja pela aparência humana, seja em respeito ao verme que sobrevive neles, somos e fomos dignos da redenção. Isso nos agiganta.
Pense comigo, sujeito lúcido e super dotado, e acompanhe meu raciocínio idiota. Se não conseguiu vê-lo, use uma lupa, algo que torne a minha pequenez visível e minha voz audível.
Suponha que eu seja inglês. Desembarco em uma ilha habitada por gente estranha com uma língua nunca ouvida por mim. Derrepente ouço um som familiar, a língua inglesa. Isso, para mim, é como uma luz que se ascende na caverna escura de minha alma. Percebo de imediato se é um escocês ou britânico, canadense, ou estadunidense, variações sobre o mesmo tema, pois o que importa é a esperança de ser entendido, ouvido, aceito. Agora suponha que você é um idiota (Deus o livre disso) e desembarca em uma ilha de pessoas estranhas. Se houver um único idiota nela, você o reconhecerá a distância, ele brilhara diante de seus olhos, você o reconhecerá. Mas, meu amigo as línguas todas tem uma fonte comum, e em todas elas há semelhanças sonoras e escritas, portanto para um idiota, como eu, se tornara clara todas às idiotices ditas, sentidas, agidas nesse mundo dos que se consideram não idiotas. Compreende isso?
Eu gostaria de ser diferente, mas não posso livra-me de minha condição. Dos idiotas deve se esperar bem pouco, pois somos treináveis, não educáveis. Somos muitas vezes vazios de serviços afetivos para afago do ego alheio. Representamos o que podemos, sinto muito.
Você já pensou na idiotice que foi a condenação de Cristo. Crucifica-o, crucifica-o. Crime induzido, arquitetado, planejado e executado pelas mãos alheias, terceirizadas, numa sempre muito característica transferência de culpa. Não sabiam eles que o Próprio Deus vingaria seu FILHO? Que em igual medida, faria justiça pelas mãos alheias? Será que esses doutos homens, não foram capazes de perceber que o crime cometido conta Deus era infinitamente maior do que toda a perseguição sofrida desde a saída de Ur ate o "cativeiro" e o êxodo, passando pelo Holocausto, ou qualquer outro ato de justiça? Não; não é assim? Então me diga, porque tantos reveses através dos milênios, quanta dispersão de energias, quanta sede de domínio inútil.
Não seria mais “idiota” aceitar a autoria intelectual daquele crime, fazer a Mea Culpa, e reconhecer a quem e contra quem impuseram em seu orgulho de presunção? Não acabaria a maldição? Não se tornariam cristãos? Não aceitariam o fardo leve do Filho, ao invés do fardo pesado quase insuportável que impõe aos Góis? Não é esse fardo que esta despertando no mundo a revolta?
Porém, eu sei que não serei ouvido na minha pequenez. Não serei lido na minha estupidez, apenas como ator que sou, imito o gesto, cumpro o papel, sorrio o sorriso vazio e inoperante do escravo prisioneiro de si mesmo.
E se por um acaso, outro idiota, me reconheceu nestas linhas, por favor, vá ao espelho e diga: Eis ai minha natureza, a mais profunda, sou um idiota... O que fazer? Sou um idiota, e daí? A vida continua, e nós os dependentes de tudo, estendemos a mão para o Pai... Segura na Mão de Deus e vai, pois ela, ela te sustentará... Diz a canção. Não temas, segue adiante... Então: o Ancião perguntou: Quem são aqueles vestidos de Branco? Respondi, não sei, tu sabes Senhor. Ele então disse: são os que vêm da grande tribulação, lavaram suas almas no Sangue do Cordeiro.
Nós os escravos atores do corpanzil inútil, deixaremos essa prisão na terra, e possivelmente na ressurreição, preencheremos nosso Robô por inteiro, num corpo que será glorioso, vivo, ardente de amor pelo senhor Deus Visível. Já não seremos humilhados, pois na justiça ninguém haverá de querer ser mais ou menos que outro, pois seremos todos apenas e tão somente o que somos, sem cobiça ou inveja, num grande e eterno ato de louvou. E a terra será restaurada.




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A Ecologia na ótica Cristã


Vamos fazer essa viagem astral pela ordem natural do Cosmos?



A Ecologia Cristã. (Texto de Wallace Req publicado pelo “O Estado do Paraná” em 10 de Março de 1991).


A ecologia cristã difere muito da ecologia neopagã. A ecologia neopagã supõe uma onipotência da matéria e da natureza, diferentemente da ecologia cristã que pressupõe a existência de Deus. Deus que é o criador de todas as coisas vivas e de toda a matéria, não se confunde com sua criação, com as coisas criadas, e é capaz de criar tudo novamente e tudo retirar do nada.
Por outro lado, os ecologistas neopagãos, acreditam que o homem é capaz de destruir toda a natureza, ou conservá-la ao seu bel prazer, argumento falso e ingênuo, que despreza a realidade cósmica onde estamos inseridos. A natureza cósmica é imensa e o homem ínfimo. Quando nos detemos a contemplar as relações dos seres vivos com seu meio ambiente, percebemos de imediato a fragilidade do argumento neopagão. Por exemplo: estiveram ao sabor da vontade humana as glaciações? Estão ao sabor da vontade humana os desvios da eclíptica? Os movimentos dos planetas, as manchas solares e suas conseqüências, os terremotos, maremotos e os vulcões que mudaram muitas vezes a face do planeta... e, ou, a assustadora extinção das espécies que dizem ter existido antes do surgimento dos homens? É claro que não.
A ecologia cristã admite um meio ambiente exterior e imediato ao homem, onde predomina e impera a onipotência de Deus, e um meio interior, onde impera a inteligência, à vontade e o livre arbítrio do homem. A ecologia cristã admite que Deus tenha vontade sobre o homem e sobre todas as coisas criadas, mas que ao mesmo tempo respeita a liberdade que ele mesmo deu ao homem. É essa liberdade de escolha que difere os homens dos animais.
No entanto o ecologista cristão sabe que a vontade de Deus sobre a criação não é algo velado e subjetivo, mas sim é expressão clara e objetiva. Chamamos a essa minuciosa expressão da vontade divina de Ecologia Revelada, ou melhor, ecologia deduzida da revelação divina. Assim o ecologista cristão ao admitir a ação do homem sobre o meio ambiente exterior reconhece que essa ação é sempre precedida de uma ação interior, uma ação ou omissão da alma.
O ecologista cristão ao isolar o homem dos outros seres vivos pela liberdade de escolha, sua máxima característica, admite a moralidade de todo o ato humano, ou seja, se o ato não é moral, não é humano, e os teólogos o diferenciam dos atos do homem, atos vitais do homem enquanto ser vivo. Posto isso a ecologia cristã é essencialmente moral, espiritual, e visa restabelecer a ordem e harmonia do interior humano. Este fenômeno de harmonia interior é que se refletirá no meio ambiente exterior (imediato e ao alcance do homem). Tudo submetido aos desígnios de Deus.
Dessa forma e diante dessa linha moral é que se percebe, por exemplo, que de nada adiantará a proteção às baleias se aqueles que as defendem são favoráveis ao aborto. Acho que é patente a contradição.
Podemos afirmar que não haverá movimento ecológico verdadeiro e eficiente se o militante não acreditar, e perceber que existe uma vontade perfeita sobre todas as coisas e sobre todas as criaturas, e no caso humano essa vontade perfeita nos fez e exige que sejamos morais. Pois vista unicamente seguindo uma ótica materialista a matéria em constante transformação destruirá a si mesma para galgar novas formas, portanto, não haveria o que preservar e o homem por sua vez, viverá apenas para ser instrumento de destruição da matéria sobre si mesma. Chamam os neopagãos (materialistas) a este processo de evolução e acidentalidade da matéria... Tolice.
Os ecologistas cristãos sabem e pregam que a vontade perfeita, divina, necessária para a formulação do conceito de harmonia é revelada e confirmada em Jesus Cristo de uma maneira clara, normatizando e preservando a harmonia interior do homem e deste modo regulando todas as suas relações com os outros homens e deles para com todo o universo criado em Deus. (quando digo em Deus, não digo dentro de Deus, que é panteísmo, digo em Deus, segundo as normas de Deus)
O conceito de crime ecológico nada mais é que a ação criminosa (imoral) do homem, grupo de homens ou de toda a sociedade sobre o meio que lhe circunda, pois põe em risco a vida, e preservar a vida é ato moral. Sendo ação humana muitas vezes consciente e livre realiza uma ação interior, uma ação moral. Portanto a ação que resulta em crime ecológico é uma ação moral, pois se não fosse moral não haveria crime. (um animal não comete crime ambiental). Assim sendo, o conceito de crime ecológico é inferior e está contido no conceito de crime, pois o primeiro antecede o segundo e é a sua causa. Muito diferente é o conceito de acidente ecológico que é sempre um acontecimento fortuito, infeliz, lamentável. Assim entendido, ambos os conceitos citados acima estão contidos no conceito cristão de pecado. O pecado, sob a ótica do Direito, e da Teologia, é enquanto ofensa a vontade de Deus (Sagradas Escrituras e Mandamentos) é, num só tempo, lesão a harmonia e lesão aos direitos de outrem, e por conseqüência é causador de perturbação grave na ordem do ambiente moral, social e físico no entorno do homem, que pode ser entendido como crime ecológico, tanto pela ótica da revelação como pela ótica da lei natural. Concluímos, portanto que não haverá verdadeiro espírito ecológico enquanto houver perseverança no pecado, seja essa perseverança individual ou coletiva.
Se compreendermos perfeitamente essa relação, poderemos então concluir a titulo de exemplo, que não há ecologia onde houver homicídio (pecado contra á vida), onde houver homossexualismo (pecado contra a natureza), onde houver aborto (pecado contra a natureza, a vida e a espécie), onde houver anticoncepção (pecado de soberba que supõe ao homem a capacidade de previsão do futuro), onde houver divórcio (pecado contra a base das relações sociais, a família, contra os filhos e sua educação, portanto ofensa a estabilidade das relações sociais e da função da paternidade), onde impera a ideologia materialista (que nega a moral humana e a coloca numa ética transitória) onde houver usura e o desrespeito a propriedade. Não haverá ecologia onde não houver amor e temor de Deus, onde houver licenciosidade das relações sociais e, portanto sexuais, onde houver intemperança, ganância orgulho.
Entendemos facilmente que a ecologia cristã se fundamenta no amor e temor de Deus e no ódio ao pecado. Ecologia Cristã se fundamenta nos mandamentos de Jesus Cristo Nosso Senhor e rende-se diante da onipotência divina. Concluindo: enquanto os neopagãos pregam o serviço do homem à natureza, os ecologistas cristãos pregam e reconhecem a subordinação da natureza criada ao homem em Deus. A NATUREZA DESORDENADA PELO PECADO ORIGINAL PRECISA SER REORDENADA PELA LIVRE ADESÃO DO HOMEM AOS MANDAMENTOS DE DEUS.
Wallace Req para o
Grupo 23 de Outubro.




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Que sentido têm os sonhos?

Telhas de Zinco e Liberdade, (sonho).
Eu e minha namorada (assim me referirei a ela neste texto. para não lhe revelar o nome nem sobrenome embora escreva sobre um sonho) fomos convidados para passar uma tarde na casa de duas irmãs, pessoas da alta, suas amigas dos anos escolares. Combinamos, e por vários motivos, de nos encontrarmos em tal hora na casa das anfitriãs.
Vinho, sim duas garrafas de bom vinho nos parecia adequado levar, naquela tarde fria. Por um motivo que não sei explicar, uma garrafa ficou comigo, outra com ela, portanto, eu levaria uma e ela a outra.
Não sou homem de muitas virtudes. Sou tímido, num certo sentido, e fico angustiado em reuniões formais. Bem, chegada a hora fui caminhando a pé em direção à mansão das moças, belíssima casa em região central de Curitiba, pode-se dizer uma fortaleza imponente com traços nórdicos e chaminés aparentes.
Ah, meus caros, aquela garrafa pesava mil quilos em minhas mãos, na verdade não sabia o que faria com ela ao chegar... tenho intimidade com as moças... E, confesso, sou meio grosseiro. Quem sabe por inteiro grosseiro. Solução?
Sabe de uma coisa, vou então bebê-lo pensei, e dizer que derrubei o vinho em algum lugar. Dito e feito. Caminhando e bebendo e seguindo a canção, como diária Vandré, fui deixando as poucas virtudes do trato de lado, e dando atenção ao meu lado mais turrão. No gargalo, em plena rua, certamente não era um modelo de comportamento exemplar. Vi um colchão surrado sobre um canto protegido da calçada, e achei engraçado. Pensei em fazer amor com minha namorada ali, em plena rua, e ri pensando no “por quê” de os bêbados quererem sempre fazer da intimidade publicidade, dar a público a sua intimidade, descer ao nível mais baixo, deitar-se no chão e rasgar a fantasia de cidadão responsável. Talvez seja que lhes é difícil suportar o equilíbrio diante de tantas injustiças, podridão e hipocrisias. Ou como nas bodas de Canaã, queremos, no vinho, apenas festejar, mostrar nossa alegria, e rir e dançar aos olhos atentos de Cristo e sua mãe? Não sei. Garrafa vazia, que chato, me livrei dela rapidinho numa lixeira na esquina da Barão com Marechal. Barão com Marechal, o poder do capital e o poder das armas, num cruzamento sensacional no centro da Curitiba semítica. Símbolo de cruzes que giram nas rotatórias do trafico de influências.
Toquei a campainha bem mais adiante, fui bem recebido. Não notaram minhas mãos vazias. Mas bêbado tem dessas coisas e já fui me entregando... Tornando, de forma ridícula, o que é íntimo, secreto, em público... No amplo saguão de entrada minha namorada já me esperava. Sempre muito a vontade em todos os ambientes me estendeu as mãos. Eu a abracei sem prestar muita atenção com os olhos fixos na impressionante galeria de retratos de antepassados das anfitriãs. Chamou-me a atenção tal Monsenhor Duprat e seu sorriso maroto... Então eu levantei os pés de minha namorada do chão e disse: ia dizer que derrubei o vinho no chão, mas na verdade o bebi... E o bebi no gargalo em plena avenida, olhei em torno desafiante e vi uma das anfitriãs sorrir e baixar os olhos num ato de desaprovação amorosa e a outra menear a cabeça como quem diz: não tem jeito.
Como minha “garota estava no ar”, e o saguão era amplo, como nas bodas de Canaã, como eu a imagino, aos olhos do Monsenhor de sorriso maroto, lancei-me a dançar... rimos muito, rimos todos... entrei com o pé direito... embora, sempre, seja muito difícil para eu enfrentar situações como essas. Quase sempre entro tropeçando.
Já à mesa, uma das anfitriãs me pergunta: Você já aprendeu a ler? Olhei direto em seus olhos e não me pareceu que quisesse me ofender. Supus que fosse um desses jogos sutis que as mulheres adoram ... e respondi... já leio alguma coisinha, minha namorada tem se esforçado em me ajudar nesse sentido. Ela então respondeu: Eu também já estive no poder.. e em respeito as pessoas sobre as quais eu tinha ascendência me dediquei a literatura inglesa. Puxa que alivio, ela se referia a aprender a ler com paixão, não me chamara de analfabeto como supus de início...então eu disse: Literatura inglesa... não, na verdade nunca me sentei à mesa para experimentar os vários tipos de pão de queijo, ou experimentar a enorme variedade de sorvetes de pistache... Eu tenho experimentado isso sim, o que as mesas da vida me oferecem, e confesso, muitas vezes saio delas, sem tocar pratos finos, belíssimos e supostamente saborosos. , seja por falta de apetite, seja por reservada educação ou medo de escandalizar, e ate por desinteresse... Ela se incomodou... Eu notei... Eu não classificava as coisas. Literatura inglesa... Esposas, namoradas, amantes, eu experimentava o que a vida me dava, e o fazia sem avidez... Isso a perturbou. Então eu olhando para minha namorada disse: eu também tenho poder, tenho poder sobre minha namorada, ela gosta de me servir, e me obedece, e eu a sirvo exercendo o meu poder sobre ela, mandando o que ela quer, ou seja, o meu mando é dela, ou melhor, o meu poder é o poder dela. Ela gosta de servir para ser possuída, e eu gosto de exercer o poder para possuí-la. Assim nos completamos com ternura e compreensão.
Deixada a mesa, a anfitriã me convidou a conhecer o jardim. Com os olhos procurei os olhos de minha namorada para saber se ela estava ciente dos fatos... vi que estava então aceitei o passeio. Num dado local de onde se podia ver toda a casa ela me perguntou o que acha? Esperando ouvir elogios que atingissem em cheio sua pessoa carente de atenção. Linda, quente e aconchegante, forte e altiva, diria mesmo nobre. Segundos de silêncio ela diz: notou que meu pai usou telhas incomuns? Eternit? Disse eu sem olhar. Ela sorriu como se eu acabara de dizer das besteiras a maior. Percebendo, voltei e vi; eram telhas de zinco e liberdade.


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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Estranhas Luzes.

Estranhas luzes.

OBS: Esse texto esta sendo republicado, não se preocupem, a doença morreu. Sim as doenças também morrem.

No último texto ( em outro de nossos Blogs) pudemos ver que aquilo que chamamos realidade, na verdade é um Nano Mundo.( um mundo anão, minúsculo) Todo o drama existencial da humanidade tem como palco uma poeirinha cósmica, a Terra, que orbita em torno de uma ínfima fonte energética, o Sol, luz minúscula no palco cósmico. Seria impossível ao homem, enquanto individuos, parcela ainda menor nesse contexto cósmico, encontrar a Deus, ou intuí-lo, não fosse a vontade manifesta de Deus de revelar-se ao homem em seus insondáveis Mistérios. O Mistério da Encarnação do Verbo, e da objetividade do Verbo feito Carne, no meio de nós é uma chave racional e explicativa insuperável. Obra filosófica tão perfeita e profunda que só pode nos indicar a clarividência divina.
Você deve ter notado que todos os nossos Blogs ficaram, digamos, parados por umas semanas. Deveu-se essa parada a motivos de saúde. Tenho enfrentado episódios dolorosos de tal monta que fico impedido de concentrar-me, mover-me, levantar-me ou escrever. Dores muito fortes nos dão a impressão de que o ego se dissolve, e quando se tornam insuportáveis, por um mecanismo fisiológico de defesa nos rouba a consciência e nos torna inconscientes (como num desmaio) de modo a podermos suportar a vida que nos resta. Mas se assim é com a consciência, a sensibilidade pelo contrário parece libertar-se e em conseqüência experimentamos estranhas luzes, algumas de tal natureza que se tornam indescritíveis, inenarráveis e passam a formar parte do patrimônio espiritual de cada um de nós, elas se apresentam como um contacto com a morte de nossos limites individuais, uma síntese individual e uma abertura para o eterno, e outras, algo mais simples, embora também algo estranhas e que podem ser narradas, como essa que passo a contar.

“Deixei os olhos correr pelas luzes da vidraça em busca de um consolo exterior para o corpo prostrado e dolorido. Foi quando vi o casal de sabiás nas piruetas e manobras acrobáticas, vôos rápidos e temerários por entre galhos e flores executando os alegres e ruidosos jogos do acasalamento. Percebi que eles não temem a vida, muito menos a morte. Vivem. Demorei-me alguns instantes a observá-los com os cantos dos olhos ate perceber que não estavam sós. Havia nas árvores talvez milhares de pássaros ruidosos, rápidos, leves, graciosos. Certamente também adoecem e sentem dor. Não há hospitais para pássaros, nem cemitérios, há pelo contrario uma aceitação incondicional da vida completa com suas dores e prazeres. Vê aquele pássaro- diz a Sagrada Escritura- e aquele lírio do campo e aqueles homens- não lhes cairá um só fio de cabelo sem que Deus não o permita. Não há entre os pássaros, pelo menos aparentemente os mercenários da saúde, da dor, do medo, da justiça, da espiritualidade, pois certo, eles não são homens, nem filhos do Homem, mas são seres vivos, tão dependentes de Deus como os Homens. Pulgas e percevejos também adoecem, e ate os vírus em sua curta existência também haverão de adoecer, todavia o fazem sem desespero, sem se vender, sem barganhar com Deus as suas almas, posto que não as tenha. Assim não tem sido entre nós. O medo do sofrimento e o temor pânico da morte têm escravizado os homens, não diante de Deus, mas diante de outros homens, diante de verdadeiros vampiros de nossas vidas, onde se nos apresentam como intercessores, mediadores, mercenários da espiritualidade, da justiça, da saúde, da dor, do sucesso e do fracasso de cada um de nós. Sim assim tem sido como uma realidade de um concretismo assustador, posto que também eles sejam escravos da própria presunção caindo também eles (os intercessores) vitimas do espírito mercenário e comercial tão logo lhes chegue à idade, lhes falte à saúde e as luzes de um saber efêmero como tudo o mais. Homens, esses Pequeninos seres falsos e mentirosos, que tendo comido do fruto proibido da Ciência do Bem e do Mal, perderam a inocência original, o paraíso da harmonia cósmica, o contacto com o amor puro de Deus, onde como pássaros, voavam dentro de seus limites naturais sem queixa ou presunção, sem querer ser mais, ou menos, voando o vôo que lhes cabia, alimentando-se e dando-se em alimento, sem hospitais, cemitérios ou cidades de mortos-vivos. Mas se a vida passa, também passa a dor física, fica-nos possivelmente a dor moral, a dor de ter sido cruel, mercenário e homicida, porque não dizer, covarde.
O Filho do Homem nos ensinou que a morte foi vencida e a Vida ressuscita, mesmo assim, teimamos em quebrar os limites de nosso vôo natural, os limites da moral, da regra de ouro da vida, que a garante torna segura e a mantém... E queremos comparar a saúde, a vida, a felicidade, a eternidade, aos mercenários da mentira.
Basta aceitar a dor e a morte para que a alma recupere no perene o transcendente, no pequeno o imenso".

Herança se deve aos herdeiros, não aos mercenários. ( os mercenários da saúde consomem a herança devida aos nossos filhos) Herança seja ela qual for, patrimônio material ou espiritual, se deve aos herdeiros, as ovelhas do seu redil, herança se transmite aos que reconhecem a sua voz e que pertencem ao seu aprisco, mas para se deixar herança é preciso morrer a cada dia um pouco, no sacrifício de si, no sacrifício despretensiosos e confiante de si, sem nenhum ato comercial, pois o comércio é o transverter da guerra em mentira ( o tomar pela força pelo tomar pela mentira), do tomar pela força das armas, substituído pelo tomar aos outros pela força do mercenário (das almas) e de suas ilusões vendidas. A espada, a faca o bisturi ou o ouvir o Amor? Eis a questão. A morte aparente é uma necessidade da VIDA VERDADEIRA.





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Educando.

Educando o sexo para poder amar.

Um mecanismo psicológico qualquer nos rouba da consciência muitas vezes o óbvio. Quando vivemos no útero materno o nível provável de frustração é muito baixo. Respiramos bebemos e nos alimentamos pelo cordão umbilical, aparentemente num fluxo continuo para alimentar o fantástico nível de crescimento e diferenciação celular. Ao nascer, iniciamos o processo de educação da sede e da fome. Não podemos estar o tempo todo preso as mamas para o constante mamá. Nem o tempo todo no colo, nem nos manter em temperatura constante. Iniciou-se o processo de frustração e satisfação, agora sazonal, escravo do tempo, o que começa a nos tornar sociáveis. Nossa mente não percebe que educamos gradativamente a respiração e os movimentos da traqueia e esôfago, assim como do diafragma para poder balbuciar, e esse aprendizado nos vem do choro, um ato que denuncia a frustração. Depois educamos um enorme conjunto de músculos, os ouvidos (cóclea) para com a maturação do cerebelo, desenvolver o equilíbrio, tomando domínio voluntário sobre os músculos, para nos levantar, engatinhar e andar. Então já podemos perceber que educamos os mais fortes instintos de sobrevivência, fome e sede, o mais vital mecanismo para a manutenção da vida, a respiração, e os movimentos muscular para o exercício da vontade. Em seguida depois de aprender a dominar o choro, aprendemos a dominar as emoções, e através delas os batimentos cardíacos. Ora educamos a urina e as fezes para poder conviver. Ate então não temos hormônios sexuais, e algumas glândulas ligadas ao sexo não amadureceram. Conhecemos a frustração e a satisfação, dor e prazer, mas nada disso diz respeito ao sexo. Próximo à puberdade descobrimos novas sensações e novos instintos se manifestam, e também esses devem ser educados para que possamos amar. Ora já sabemos que não podemos comer constantemente, beber sem parar, urinar e defecar onde e quando queremos, nem deixar que as emoções se manifestem plenamente, muito menos as agressivas, ora então porque negamos o óbvio, o ato sexual deve amadurecer, como todos os outros processos e ser educado, para que possamos amar.
Não vou polemizar, mas as frases usadas pelas pessoas demonstram algum nível primário de inadequação: Vou comer minha mulher; vou “trepar” com ela; vou “foder”; vou “fazer” amor; vou “meter” com ela, vou “comparecer”, vou “afogar” o ganso. Pensem um pouco no que essas frases indicam, que tipo de satisfação instintiva elas denunciam. Percebam que nelas não há a tal educação para o amor, pois o amor existe fora do sexo e independente dele, e existe independente do erotismo, portanto, o amor, por não fazer parte do contexto de nossa cultura, não é ensinado porque não é vivido. O nosso corpo é mal educado, e a nossa sensualidade é mal educada, e o uso de nosso sexo é mal educado. O amor, que é em primeiro lugar a compreensão resistente as frustrações, ou seja, a educação da e pela frustração, a consciência de que é necessária alguma frustração para o convívio com o outro, algum domínio de si, é que vai orientar a sexualidade para a vida, a vida de um novo ser, que nos trará responsabilidades, sacrifícios, limites, abdicações, de modo que a vida se eternize na forma de nossa espécie. Educar é controlar, controlar é ato duplo, instintivo e consciente, um diálogo regulador da vida do individuo orientado para o convívio com o outro, cuja meta é ampliar a sua e a nossa consciência, portanto ter cada vez mais domínio sobre si mesmo para a convivência. Somos como já disse alguém, animais sociais.
Disso não nos parece difícil entender que a sociedade tem uma predominância sobre o individuo, pois já havia uma associação que nos permitiu nascer, uma associação coletiva que nos ensinaria a falar, a se comportar, a se suportar, a trocar, a desenvolver e conservar. Mas, assim como contemplamos os outros animais vivendo numa independência do nosso querer social, assim também contemplamos a nossa racionalidade diferencial a eles. Como a sociedade, e seus valores, nascem das experiências instintivas, e os instintos são inatos, podemos considerar, já que não vemos com o passar dos milênios, nos outros demais seres a eclosão de uma racionalidade, que a racionalidade e consciência humana são um dom, e não uma evolução do instinto. Assim a Sociedade nasce da contemplação racional dos movimentos instintivos, do aprendizado natural da racionalidade humana contemplando a vida. Como não somos os criadores dos animais, nem somos os criadores de nós mesmo, percebemos pela contemplação que há uma razão, uma inteligência, que nos precedem que se revela, e que nos deu o mecanismo consciente para poder contemplá-la. Deduzida da contemplação ou comunicada diretamente não apenas pelos ensinamentos dos homens, mas diretamente pelas luzes do Espírito, Deus vai se nos impondo as nossas consciências. Ora se Deus é racional, é moral. E se moral indica valores fundamentais para todo e qualquer comportamento livre do homem. Ora liberdade é escolher entre o certo e errado, é ter juízo de valor, é o que nos diferencia dos animais irracionais. Portanto todos os ATOS HUMANOS, por serem voluntários são educáveis, e a sexualidade é educável. Logo a sexualidade, que gera o nosso mais fundamental direito, o direito à VIDA, embora Deus tenha nos mostrado com o nascimento virginal de Cristo, que a vida tem origem muito aquém da sexualidade, tem origem na vida de Deus e no seu querer, na sua onipotência, que tudo criou, embora na esfera da espécie, nos indica que a sexualidade é a mais alta responsabilidade humana, pois é ela que viabiliza a mais alta tarefa de um casal humano, gerar, dar a luz, criar educar outros seres humanos. Toda diminuição da importância fértil desse ato livre, nos submete e nos rebaixa ao puramente animal, ao instinto cego que gera seres que serão alimento uns dos outros na pirâmide alimentar, nos remete ao cio do comer uns aos outros; nas mais primitivas acepções das palavras aqui usadas. Na verdade o AMOR educa o sexo, e o sexo transmite o AMOR de Deus.

Desculpe Joel Santos, eu pulei você.

Não, não é que estávamos brincando como as crianças, de pula pula, é que me distrai e pulei o trigésimo oitavo seguidor, o Joel Santos. Seja bem vindo amigo; dê sua contribuição. Obrigado.
Estivemos fora do "Ar" pouco mais de trinta dias. Retomamos no dia 1°, e hoje dia seis já fomos visitados por 233 pessoas e ganhamos quatro novos seguidores. Muito obrigado a todos. Vamos ver se juntos melhoramos isso aqui.

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Temos uma nova seguidora, e escritora.

Sheila Denize Soares, conhecida como De, é a nova seguidora desse Blog. Seja bem vinda amiga e "Dê" sua contribuição.

Tio Wallace.


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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Servindo do mesmo veneno?

Sim! Servindo do mesmo veneno.
Por que você ficou tão irritado? Certamente murmurou em seu coração: Eu não disse, eles acabam assim defendendo heresias, novidades tolas, ultrapassando a doutrina de Cristo. Então você pensou que eu capitulei? Que estou do outro lado.
Não eu não abandonei a Igreja, muito menos a doutrina, eu sei que minha alma esta em jogo. Apenas, tendo pesquisado algumas coisas descobri como e com que veneno se enfraquece os cristãos. Ora, peguei a receita, misturei os ingredientes, e os ofereci àqueles que primeiro me ofereceram.
Eu abro uma revista e vejo uma grosseira calunia ao Monsenhor José Maria Escrivá, isto pode, é licito, faz parte da liberdade de expressão. Abro outra e vejo um texto em que Jesus Cristo Nosso Senhor é afirmado homossexual vítima de um amor por São João, o discípulo amado. Isto pode isto faz parte da liberdade de expressão. Noutro uma extensa meteria pseudocientífica afirma que é possível a reconstituição do rosto de Jesus, e o apresenta como um primitivo homem das cavernas.( sed possível como um macaco) Isso pode. O que não podemos é sublinhar que Sigmund Freud era um cocainomano, isso não. Que Lacan era pedófilo, não, isso não, e por quê? Porque eles são judeus. Ora mas Jesus também era judeu. Maria a mais caluniada das mulheres também era judia, Paulo e Pedro também eram então por que esses dois pesos e duas medidas?
Eu não vou contar para vocês; quero apenas que saibam que continuo firme na doutrina, e pecador na miséria humana. Eu apenas estou servindo aos poucos, como fizeram com nós, as mesmas receitas de demolição aplicadas agora aos feiticeiros. É curioso, mas funciona. É esclarecedor, é polemista, é conscientizador. E para os que têm uma boa base para o assunto é munição de primeira.
Filhinhos não se assustem com esse velho, ele ainda não esta louco, ele apenas se tornou mais esperto. Ele sofreu o “estalo” de Antonio Vieira que ilumina.

Pesquise "Estalo de Vieira" na Internet.

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Temos um novo seguidor, vocês notaram?

Eliandro Costa é um G com passo sobre o Ex. quadro das Histórias de Salém. É o quadragésimo seguidor. Seja bem vindo



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domingo, 2 de janeiro de 2011

Linha Direta.


Linha direta.
Esse texto é dedicado à leitora Telma Guedes que fez o seguinte comentário sobre esse tema: “Gosto destas reflexões”.
A palavra contradição tem uma etimologia complexa. No entanto o seu sentido usual é simples e claro. Contradizer é ato de dizer o oposto do que está dito, ou fora dito. Em termos de religião não se trata de revolucionar a doutrina, mas a contradição aparece como um sinal, um alerta de que os fatos não estão se ajustando. Via da regra os exegetas tem solucionado as contradições que surgem no estudo das Sagradas Escrituras
Bem eu não sou um especialista no assunto, muito menos um exegeta (perito nas línguas originais e nos sentidos usuais em cada época das palavras nos textos bíblicos).
O que faço neste simples texto é levantar a polemica.
Duas idéias eu gostaria que o leitor (a) mantivesse em mente durante a leitura. A primeira é que as Sagradas Escrituras foram purificadas, adensadas, e iluminadas pelo Espírito Santo de tal modo que nem as vírgulas podem ser cojmsideradas sinais desprezíveis, como aliás lemos em João no final do Apocalipse.
A segunda idéia, é que o mágico, o ilusionista, faz todo o esforço para desviar a atenção da verdade, para que o espectador se iluda, ou tenha os sentidos iludidos, de modo a não descobrir a verdade dos fatos. Então quando vemos autores judeus, focando um tema religioso qualquer, eles, via da regra, estão distraindo a atenção do fato principal, para esconder a contradição dos fatos históricos, iludindo-nos. É a arte da dissimulação de propósitos.
Bem entendido esse ponto podemos então entrar no assunto.

A Antiga escritura dos hebreus, em Gênesis nos diz que Deus Criou o Homem do Barro. Ora que cor tem o barro? Marrom, negro, arenoso? Se a Sagrada escritura usa essa palavra ela assinala um símbolo concreto que se refere, não só a origem terrena de Adão, como quanto à sua cor. Adão era negro? Sim era. No entanto os judeus em um filme recente fazem um jogo de palavras que atribui a cor vermelha à Adão. Dissimulação.
Não seria temerário acreditar que os descendentes de Adão também fossem negros. Seria razoavel. Eis a contradição.

Olhem agora para essa imagem acima. O que vocês vêem nela? Uma mulher branca e uma criança branca? Uma mulher pobre, pastoril, e uma criança pobre nascida em uma manjedoura? Eis a contradição, seja ela aparente ou não. Um sinal de alerta que atravessou o tempo.
Vemos uma mulher no mínimo parda, morena, e vemos uma rainha, rica exuberante nas vestes. O menino um pequeno Rei, como seu cofre de jóias na mão provavelmente guardando a LEI, uma pequena ARCA DA ALIANÇA, ou seu símbolo. Seriam eles, em Linha Direta, descendentes de Adão? Quanto à Carne certamente, porque as Sagradas Escrituras não atribuem outra origem aos homens.
Embora depois do Dilúvio Universal, os homens que sobrevivem são filhos de Noé * que provavelmente era negro, agora já não Deus, mas uma maldição do próprio Noé teria estabelecido uma hierarquia de serviços entre os seus filhos,( raças) dando ao mais novo, a maldição da escravidão, ou seja, o serviço aos serviçais, e os estudiosos viram nisso, em Can, a origem dos povos negros. Eis ai a contradição e a dissimulação da cor de Noé.

Interessante que essa obra retrato de Nossa Senhora, guardada na Polônia é atribuída ao apóstolo Lucas, médico, contemporâneo de Jesus, que a teria pintado em uma táboa de mesa. Porque faria tão grande contradição o apóstolo? Que sinal quis deixar?

Moisés não poderia ser propriamente Branco, pois passou despercebido como filho legítimo da princesa egípcia. No mínimo ele teria a cor caramelo do egípcio, não poderia ser o branco de olhos azuis dos “askinazin”, judeus cinzentos. Então o povo eleito teria sido liderado por um homem negro? Curioso. Hoje já aparecem estudos que atribuem ao Moises uma origem estrangeira, externa à descendência de Abraão. (Cuidado).

Verdadeiramente curioso é o caso dos Falashas, os judeus negros da Etiópia descendentes em Linha Direta de Salomon. Eles acreditam até hoje que todos os judeus são originalmente negros, e não há em suas tradições nenhuma referência a cor Branca de Salomon que teria tido um filho com a Rainha do Sul, como narra a Bíblia, para ficar com as minas de Sabá. Que cor teria Salomon (Salommo ou Salomão)?

O Kebra Nagast, Livro da Glória dos Reis da Etiópia, é uma crônica histórica dos reis de Etiópia, que remonta sua genealogia até Menelik I, filho do Rei Salomon e da Rainha de Sabá, e contém uma série de tradições sobre a monarquia etíope. Nenhuma palavra sobre a cor do Pai de Menelik I.

Então os franceses produziram um filme titulado Va, Vis et Deviens, que dissimula o assunto assumindo o racismo ( preconceito) de Israel resistente aos judeus negros etíopes, tidos como uma falácia histórica. Não seria o contrário? Os judeus brancos é que usurparam o poder aos negros? Apenas uma hipótese.

Porque não estudar mais a fundo o nascimento de Salomon, filho de David este ruivo, como nos conta a Bíblia, e a mãe de Salomon. Que cor teria ela? ( não é por ser ruivo David que os judeus quiseram ver a cor vermelha em Adão?)

Va vis et deviens. o filme de dissimulação é sobre a vida de um menino negro cristão, vivido por Moshe Agazai, que vive na Etiópia e se passa por judeu ( negro) a fim de ir para Israel e ter uma vida melhor ( na verdade essa migração promovida pelos judeus americanos foi para dirigir a atenção do mundo para a existência de Judeus negros, que na operação Moisés ( migração) morreram aos milhares apenas para aplacar a guerra civil entre negros e judeus em andamento nos EUA naqueles anos.

Os etíopes judeus poderiam ir para Israel de acordo com a Lei do retorno, que permite qualquer judeu de qualquer país retornar a Israel e lá estabelecer-se. Ela foi adotada em 1950, logo após o fim da Segunda Guerra Mundial e da fundação do Estado de Israel. Apesar de tal lei estabelecer Israel como o lar de todo o povo judeu, muitos povos sofrem preconceito, como é o caso dos etíopes judeu negros, conhecidos como Falashas. Eles vivem em guetos nas periferias de Jerusalém.



wallacereq@gmail.com


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Cachorro de madame.
















Eu estava lá! Agosto de 1992. Miami, Florida, EUA.





Para pensar.


Nós que vivemos no hemisfério sul não sabemos o que é um furacão. É algo aterrorizante, imperativo, sonoro, destruidor, humilhante dos homens na sua arrogância.


Com dois dias de antecedência as rádios começam a dar instruções à população. Deixem seus carros. Evitem engarrafamentos, pois vocês poderão ser pêgos de surpresa. Tomem um ônibus qualquer, todos eles te levarão para algum abrigo. Não levem objetos inúteis, apenas água, gêneros não perecíveis e papel higiênico.
Ao chegar no abrigo me alistei como voluntário da Cruz Vermelha Internacional.
No abrigo nada vimos ou ouvimos. Lá fora o Andrew passava deixando uma esteira de destruição avaliada em 30 biliões ( bilhões) de dólares.
E eu estava lá, bem vivo e animado.

Mas por que motivo estou contando isso. É que ao decidirmos deixar o prédio onde morávamos para procurar um abrigo, uma senhora francesa negou-se a deixá-lo por não concordar em deixar seu cachorrinho sozinho. Colocou sua vida em risco pelo caõzinho. Durante todo o tempo eu me preocupava como estaria ela.

Engraçado, numa circunstância dessas, coletivamente radical é que vemos a fraqueza de um povo. O excesso de conforto, o excesso de comida compulsivamente consumida, o medo da quebra da rotina profissional e o medo do amanhã gerava milhares de desarranjos intestinais, e em poucas horas os vasos sanitários do abrigo estavam entupidos. Quem tem, tem medo; diz o popular. Que desespero em ter que dormir no chão sem cobertas, e viver sem eletricidade e sem ar condicionado. Pessoas sonhavam que estavam abrindo a geladeira e descobriam que esse aparelho doméstico era o centro de suas vidas. Testemunhei tudo.

Ao sair, o quadro era aterrorizante. Faiscas e raios para todos os lados. Canos de água rompidos e encanamentos subterrâneos de gás vazavam com odor insuportável e risco de explosão eminente. Alguns aproveitavam para assaltar os escombros, em busca de dinheiro e armas. Deprimente.

Exercito nas ruas. Barcos imensos no meio das avenidas, aviões de ponta cabeça e automóveis e ónibus lançados ao mar. Não era um espectáculo bonito de se ver. Muito menos testemunhar o sofrimento de quem voltava para casa e não a encontrava.

Mas a senhora do cachorrinho não me saia da cabeça.

Quando pude chegar ao meu bairro, o prédio onde eu morava estava em pé. a senhora estava lá com seu To Tó, sã e salva. Conversando com as pessoas, posteriormente fiquei sabendo que muitas senhoras e senhores haviam se arriscado para ficar com seus cachorros, quase todos franceses.

Depois lendo aqui e ali, descobri que é enorme o número de solitários na França que vivem com seus cachorros.

Que interessante. O país do romantismo, do amor, do erotismo, é na verdade o pais da solidão, dos frustrados afetivamente, dos que desistiram do convívio com outras pessoas, dos que vivem nos seus animais um amor infantil que foge da dor e da perda. Principalmente evita a vontade do outro e suas opiniões. Um país sem crianças. Isso é curioso e revelador. Tirem suas conclusões. Se negam ao coletivo por amor às suas ilusões. Não é interessante?
Ou, eu estou me olhando no espelho?

WallaceReq par o G23.
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O REI DOS JUDEUS.


O texto que reproduzirei aqui destina-se a você que é judeu e que esta perdido e confuso, seja pelas grandes mentiras do Sionismo, seja pelo apego ao Sangue e a Raça, ou seja pelo doentio apego ao dinheiro. Leia esse interessante texto da Sagrada Escritura, e medite sobre ele.

Matheus 2-10.

O apóstolo dos judeus, Matheus, depois de discorrer sobre a genealogia de Jesus e seu nascimento, narra o seguinte: "Tendo pois Jesus nascido em Belém de Judá, no tempo do rei Herodes, eis que magos vieram do Oriente a Jerusalém. Perguntaram eles: ONDE ESTÁ O REI DOS JUDEUS QUE ACABA DE NASCER? Vimos a sua estrela no ORIENTE ( lá das bandas de UR e Herã) e viemos adorá-lo. Ouvindo isso o rei Herodes ficou perturbado e toda a Jerusalém com ele. Convocou os principes dos sacerdotes e os escribas ( cultos, alfabetizados, pois não pensem que o povo escolhido era constituido de afalbetizados) e deles indagou onde haveria de nascer o Cristo ( o Messias). Disseram-lhe: Em Belém na Judeia porque assim foi escrito pelo profeta: E tu Belém de Judá não és de modo algum a menor entre as cidades de Judá, porque de ti sairá o chefe que governará meu povo ( profeta Miqueias 5.2) Herodes então chamou secretamente os MAGOS ( vejam a arte da dissimulação) e perguntou-lhes sobre a época exata em que o astro lhes tinha aparecido, e enviando-lhes a Belém disse: Ide e informai-vos bem a respeito do Menino ( o messias já seria então perseguido pelo seu povo). Quando o tiverdes encontrado comunicai-me para que também eu vá adorá-lo. Tendo eles ouvido as palavras do Rei partiram.
E eis que a estrela que tinham visto no Oriente ( lá nas bandas de Ur e Herã) os foi prescedendo até chegarem ao lugar onde estava o menino e ali parou. A aparição daquela estrela os encheu ( a todos) de profunda alegria".

11 "E entrando na casa ( construção) encontraram o menino com sua mãe MARIA ".

O Chefe que governará meu povo.
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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Homenagem a Orestes Quércia.

Homenagem a Orestes Quércia.
Tive a oportunidade de conhecer pessoalmente ao Quércia, Michel Temer e Francisco Rossi, quando acompanhando o governador do Paraná Roberto Requião, cobri os debates do Segundo Encontro Paulista do PMDB em 2008. Em seguida nova oportunidade em Londrina durante um leilão de gado onde o peemedebista expunha gado de raça oriundo de sua fazenda.
Com a notícia de sua morte nas vésperas do Natal desse ano, me senti obrigado a lhe fazer uma homenagem, pois sendo ele homem público, e representante do povo, se me omitisse me omitiria diante dos milhões de paulistas que lhe permitiram seus diversos mandatos em sua longa carreira política.
Antes de tudo quero dizer que nós os homens, todos nós cometemos erros na vida. Alguns circunstanciais, outros, queridos e planejados, outros como vitimas dos fatos que superam as nossas escolhas pessoais e ou pressionados pelas nossas parcerias na vida. Todavia, quando um homem morre, acredito-me, enfrenta o julgamento terrível. Neste momento Orestes Quércia esta julgado, e seria presunção enorme de minha parte, e rebeldia doente tentar desvendar esse julgamento divino sobre a alma de Orestes Quércia. Assim em minha consciência desperta a razão de pinçar de sua vida os fatos políticos relevantes e positivos para edificação de todos, pois sendo ele líder de seus eleitores, ao não relevar seus serviços, me omitiria diante daqueles brasileiros de São Paulo que o elegeram.
Orestes desempenhou liderança significativa no PMDB e no antigo MDB tornado-se presidente do partido. Foi vereador, foi prefeito de Campinas, foi senador, foi vice-governador e governador de São Paulo e foi candidato à Presidência da República sempre pelo PMDB.
Nós do Paraná tivemos graves divergências com ele, todavia como já dissemos estes fatos passados não são edificantes nesse momento em que em nome de minha família e do partido pelo qual militei nesses últimos trinta anos prestamos homenagem sincera e humilde ao homem público representante legítimo de milhões de cidadãos. Alguns jornais tentaram diminuir num ato de vingança a presença de publico no seu féretro como se dissessem: o ocaso do homem foi insignificante. Tolice amigos. O Sol que nos ilumina e aquece durante o dia, contemplado por milhões de homens ativos, é também acompanhado por muito poucos no seu ocaso. Isso não lhe diminui a grandeza. Outro dia virá, e novamente o Sol será recebido por multidões. Quércia deixa descendentes, quem sabe se no futuro outro membro com esse mesmo sobrenome venha a liderar cidadãos brasileiros.
Melhores dados sobre a vida pública de Orestes Quércia pode ser encontrados na Wikipédia, mas lembrem-se, do que lhes for apresentado, pincem o que for relevante, construtivo e honorável. Um homem quando vai beber procura purificar a sua água. Faça isso com tudo em sua vida. E deixe para a justiça o que cabe a ela. Respeite o homem que nos deixa lembrando a dura frase bíblica: ATIRE A PRIMEIRA PEDRA AQUELE QUE NÃO TEM PECADO. Vão filinhos e não pequem mais. Acusou prove, não pode provar se cale. A vida divina é mais seria do que nos parece algumas vezes. Paz.
wallacereq@gmail.com



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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

É desanimador.


Caricatura de Shirley Ramos.

Esse é o último texto do ano de 2010. Não posso deixar de agradecer e registrar a nova seguidora de nosso Blog Janine Andreiv advogada. Feito isso, quero registrar um lamento que chega a me desanimar. Se vocês possuem um Blog sabem quanto trabalho dá. Onze blogs , onze vezes mais trabalho. Pois bem, passamos um mês fora do ar. Nesse período nenhuma reclamação, nenhuma pergunta sobre o que havia acontecido, nenhum lamento, ou seja, os leitores de um Blog não criam vínculo, donde concluímos que não podemos chamá-los de amigos ou leitores fiéis.

No texto que fizemos referência à cineasta Denise França, tentamos fazer uma gracinha. Chamamos o Concílio de Trento e o Catecismo Trentino de TRIDENTINO fazendo uma alusão ao tridente do diabo e símbolo da profissão dos Psicólogos. Ninguém entendeu. Depois , por uma razão pessoal oriunda da troca de farpas entre eu e aquela inteligente cineasta, fiz uma brincadeira de que o Papa Pio V morto há séculos estava um pouquinho rígido, fazendo uma alusão a rigidez virtuosa da Doutrina, e o apego da cineasta a um amor morto, passado. Ninguém entendeu. Na verdade, seria mesmo difícil para alguém entender, pois eu não publico comentários anônimos ou nomeados falsamente. Isso porque eu me comprometo com minhas opiniões, e acho um abuso que quem comente se esconda e não se comprometa. Se não houver no comentário um E mail identificável e confirmável eu não publico.

Outro caso já bem diferente, é o caso da leitora Shirley Ramos, que com suas opiniões quer fazer de meu Blog seu
Blog, ou seja sufocar minhas ideias com as dela, as quais não concordo. De trinta comentários que recebo 29 são de sua autoria. Desculpe, mas haja saco. Mesmo tendo, em diversas oportunidades me comunicado com a jovem senhora, ela não desiste da idéia de minha conversão sumária à Igreja Universal do Bispo Macedo, e de inoportunamente fazer de meu Blog uma plataforma para o seu apostolado. Isso tudo em nome de um secreto amor, ou por mim, ou pelo Senador Requião. Tudo isso é muito interessante e curioso, mas sinceramente bastante inconveniente. Nossos onze Blogs não foram criados para servirem de correio sentimental. Embora fique claro, que eu respondo em particular através dos E mail publicados nos Blogs, assuntos que não lhes digam respeito.

Apesar de os sistemas de controle de leitores indicarem um número considerável de leitores, eu fico desconfiado da qualidade do vínculo criado entre nossos textos e o leitor e isso é desanimador. Desanimador porque nossa intenção primeira era criar uma polémica sadia e amadurecida, sem perder o Norte, ou seja, o apoiamento ao Ex-governador e hoje Senador Roberto Requiâo.

Igualmente o nosso Blog sobre Psicologia debate teses, e fatos de bastidores da construção dessa ciência suporte do SIONISMO TRIDENTINO e sua divulgação, sem derivar para um balcão de "protocolos" de curiosidades e problemas pessoais.

Esperando que em 2011 nossos Blogs consigam amadurecer e aprofundar vínculos de simpatia como nosso leitores, eu agradeço aos 38 corajosos e pacientes seguidores do G 23 Presidente.

Tenham todos os nosso leitores um ano fundamentado na ESPERANÇA e desejo que todos estejam de algum modo comprometidos com a construção de um mundo melhor.

Tio Wallace Req.

OBS: Aguardamos a oportunidade para convidar como novos colaboradores, suportes e divulgadores;
Tereza Carla Pereira Montenegro, advogada especialista em Direito Constitucional, Fortaleza Ceará;
Major Márcio Luis Fonseca, Tocantins;
Professora Júlia Requião, Rio de Janeiro;
Erno Drehmmer, Redator, Rio Grande do Sul;
Irmã Joanna, da Congregação das Irmãs da Sagrada Família, Brasília, DF.

Se alguém possuir os seus contatos, por favor, enviar para wallacereq@gmail.com.



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Uma nova nomenclatura para a América.

O que vou demonstrar nesse texto é que não exite uma América Latina ou América anglo-saxonica. O que existe como conceito maior é uma América Crstã.


America Latina, ou America Cristã?

O que é a América Latina? Quando falamos latina, estamos fazendo uma referencia ao latim, língua da região do Lácio, na península itálica, que originou Roma e o povo romano. O latim, com o tempo gerou as línguas latinas, ou seja: o Português, o Frances, o Espanhol, o Italiano, e o Romeno. Ora mas se é assim, a America não é propriamente latina, pois aqui, na America, se fala o Holandês, na antiga Guiana Holandesa, o Inglês na Guiana Inglesa e também em Belize na America Central, em Porto Rico, e em três das cinco províncias Canadenses (outras duas falam o francês).A Guiana ( Guiana para outros) Francesa fala o Francês. Depois se fala na América muitas línguas aborígenes (indígenas) do Alaska (no extremo norte), à Patagônia no extremo sul.

Então como vemos é imperfeita a nomenclatura “America Latina” sob o ponto de vista da língua falada mosmo se aplicada à América do SUL.
É acertada, no entanto, se considerarmos o critério das maiorias. A maioria absoluta fala línguas latinas.
Ora, mas o Latim, que foi a base indiscutível das duas principais línguas faladas na América inicial (colonial) o português e o espanhol, falada mesmo ( por parcela) na América do Norte, também foi à língua do império Romano que deu a volta em todo o Mediterrâneo, integrando o mundo civilizado. Mais do que isso o latim, após a conversão de Constantino, foi à língua divulgadora do Cristianismo, tanto no mundo Oriental como no Ocidental. Nesse sentido falar em América Latina, estamos, quer queiramos, quer não, falando em América Cristã. Nesse sentido, a América torna-se mais integrada do que sob o ponto de vista da prática verbal. A América é essencialmente cristã. Seja ela latina , seja anglo-saxonica. Ou seja, o que une a America Latina com a America não latina (que não existe geograficamente em termos territoriais e populacionais) e que só existiria se considerássemos separadas as Américas anglo-saxônicas, cuja divisão política desmente o conceito, pois os entes americanos de língua anglo-saxônica ou indígena não formam em hipótese nenhuma um continente que possa ser considerado America anglo-saxônica; ou aborígene, e ou negra nos nossos dias; é o cristianismo. Na America do Norte, os EUA não professam a língua inglesa como língua oficial embora a fale. No Canadá se fala o Frances (latina) e o inglês. No México o espanhol. Na América Central somente Belize fala o Inglês. Na América do Sul somente as Guianas falam línguas não latinas, mas mescladas com o espanhol e francês(latinas). Todavia a grande marca da América, de todas as três ( Central do Norte e do Sul) é ser Cristã, em seus valores e em seus costumes.A lingua facilita o comércio, os valores cristãos o convívio.
Uma América Negra, por exemplo, não seria latina, mas na sua maioria, seria cristã. Falar portanto em integração é falar em cristianismo, pois essa é a base comum de todos os povos americanos, no que diga respeito às suas massas populacionais (maiorias).
Tentar revigorar antigas seitas, herança africana, e ou aborígene, é dar foco às minorias, em detrimento das imensas maiorias cristãs.
Como a democracia americana se pauta pela maioria, acredito haveremos de respeitar e ter em mente que o grande instrumento de integração “Latino Americana”, ou melhor, a via que mais perfeitamente realiza a desejada “Integração Americana”, tem por base, mote e palavra de ordem, o Cristianismo.
Omitir essa igualdade social cristâ, esse escopo de valores comum, é fomentar a divisão, trabalhar pela desintegração, fomentar a divisão de minorias étnicas, culturais, e ou religiosas. Aceitá-las no contexto das Américas, não significa, em contra partida substituir ou desvalorizar a Fé Cristã das maiorias americanas.

O marxismo, não se sabe, é uma seita do Judaísmo Econômico. E o "capitalismo" selvagem, ( que é sempre entendida como apropriação e acumulação da mais valia do trabalho alheio) também é uma seita ideológica, de origem discutível, mas nem uma, nem outra, ( o sócio-comunismo) se identificam com os valores centrais e essenciais dos povos americanos.
O Cristianismo é ciência dos costumes, ou seja, dos valores religiosos que pautarão todas as relações do homem com sigo mesmo, com o próximo e com Deus, e, portanto é ideologia madura e suficiente para regular inclusive a economia e o meio ambiente.

Pode-se falar sim em economia Cristã, em Indústria Cristã e em relações de trabalho cristão e em sociedade Cristã Solidária entre os povos americanos, sem lhes desmontar as nacionalidades, as fronteiras e a história. É a Doutrina Social Cristã. Assim, uma comunidade Americana de Nações não deve separa-se dessa união religiosa, pois a America Cristã é muito mais, promete muito mais, adéqua muito mais, dos que qualquer outra nomenclatura que pudéssemos usar para nomear a America Solidária, e antiimperialista, que queremos (o imperialismo é o anômalo acumulo de capital ( e poder) com a deformação moral do comércio). Portanto proteger as minorias não é substituir as maiorias pelas minorias, ou minimizá-las ideologicamente de modo a agigantar minorias.


Veja que bonito: De onde você vem? De São Paulo, Brasil, América Cristã do Sul. E você? De Tegucigalpa, Honduras, América Cristã Central. E você mocinha? Eu venho dos Estados Unidos Cristãos da América do Norte.

Não é bonito? Eu acho tão bonito que chego a me emocionar.

Wallace Requião de Mello e Silva.
Para o G 23.

(O G 23 de Outubro , portanto, defende a América Cristã)




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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Cadê os meus seguidores?

Pôxa não é possível que entre os meus amigos eu só tenha 37 seguidores. Que os políticos me achem um idiota, tudo bem, na maioria das vezes falta a eles um terceiro neurônio, mas e vocês meus leitores... sabidos como são, é por preguiça? É? Então esta bem, pois eu também sou preguiçoso.

He, he, he.... porra inscreva-se do lado, na barra lateral, e me empreste um pouco do seu prestígio... e de suas luzes, eu também preciso de um lugar ao sol.
Sem falso moralismo:Porra é semente de vida, ora se você se inscreve, dá vida ao meu blog) esse o sentido da expressão.

wallacereq@gmail.com.


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Quem parte e reparte....

Dizia minha avó: quem parte e reparte e não fica com a melhor parte é burro e não tem arte. Ora eu escrevo esse GIBI, e portanto quero dele a melhor parte. Em 2011 eu serei o Herói do meu Blog.

E tenho dito, escrevo errado para você entender certo. O meu defeito é a sua glória.

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2010 entre presidentes, 2011....?





De 2003 a 2010 convivi com presidentes, ministros, governadores, senadores, deputados, deputadois federais, vereadores e testemunhei coisas vergonhosas e outras exultantes. Como será 2011? O futuro a Deus pertence.
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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Começa a longa caminhada.


Em primeiro de Janeiro de 2011 começará a longa e delicada caminhada do Senado Federal para o Palácio da Alvorada.


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Uma amiga muito inteligente.

uma amiga me disse que o bom de receber um galanteio é que o coração dispara. Quando o Dom Juan acorda o coraçãozinho cobiçado já vai lá, 15 quilometros na frente, disparado, impossível alcançá-lo. Estes corações rápidos nunca cometerão aborto e outros pecados porque eles correm da infidelidade como o diabo corre da Cruz.

OBS Hoje ( 28 de Dezembro) comemoramos os Santos Martires Inocentes, aqueles que Herodes mandou matar para preservar a si mesmo.

Colaboração de Liana Cunha

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Mentiroso eu? Nãoooooooooooooo. Imagine!


Mentiroso eu? Não , eu não sou mentiroso. Eu sou inventor.

Você que escreveu o comentário anônimo ( e que se esconde da verdade) certamente é mais inteligente do que eu. Então responda: Monteiro Lobato, Arthur Clark, Julio Verne , Isaak

Asimov eram mentirosos ou inventores? Eram inventores, embora muita gente do seu tempo não os tenham entendido. Ele percebiam ou criavam realidades em suas mentes e depois as transcreviam no papel. Compreende anônimo? Eles se expunham e expunham suas idéias para edificação de todos. Não se escondiam..
Um Blog é um Gibi, e eu sou o heroi. Quer cantar de galo, crie o seu. Escreva seu roteiro e filme sua vida, mas saia do anonimato.


Esse sujeito ai em cima se chama Pinóquio e queria ser um menino de verdade. Eu me chamo Wallace Req, e sou um homem sem futuro, compreende anônimo? Meu nariz é maior do que o dele, porque eu invento mais do que ele. Eu estou mais para Gepeto.
E ....Estou chegando em casa.


Um grande abraço do Tio Wallace Req


Notou a semelhança do chapéu?





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Denise França

De Roma:

A escritora e conceituada ( três curtas esse ano, ou seja, 3/4 de um longa) cineasta paranaense esta " De MAL" ( mau ou mal?) comigo. Não pudemos comparecer à sua formatura em 19 de Dezembro.

Ora, mas o que estamos fazendo em Roma?

Bem é delicado. Vim executar uma seção de shiatsu no corpo incorrupto de São Pio V, Papa.
O papa falecido na Idade Média, estava um tanto rígido. Agora tudo bem. Shiatsu faz milagres.

Denise não vá me caluniar como fizeram com Rui Barbosa ( necrophilia). Sei que você julga precipitadamente. Meu contato com o falecido SANTO foi estritamente profissional. Quem não voltar ao estudo do catecismo TRIDENTINO ( de São Pio V)irá se perder no catolicismo de ocasião.

Que belo tema para um filme!

De malas prontas para voltar.

Tio Wallace Req

He , he ,he.




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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Uma brincadeirinha genética.


Uma brincadeirinha genética.
Esse “homem” vive no norte da China. Ele é o produto de uma experiência genética, Cientistas israelenses coordenaram experiências chinesas longe dos olhos da ótica e ética ocidental e muito longe da moral cristã. Este “senhor” sobreviveu à brincadeirinha. Seu cérebro pesa dois quilos e setecentos gramos, quase um quilo a mais do que as pessoas normais. È chamado de homem morcego dado ao seu inacreditável alcance auditivo e ao habito noturno. Embora tenha uma memória sonora estupenda, capaz de repetir textos longos em qualquer língua sem perder uma vírgula, ele próprio tem dificuldade de expressar idéias ou completar raciocínios lógicos. Sua visão é deficiente.
Fosse ele simplesmente um animal não teria o pudor que demonstra cobrindo-se com pesadas roupas, tanto para esconder suas incríveis mutações como três dedos nas mãos e nos pés, e tipos de pelos, como para livrar-se da luz. Alguns acreditam que ele possui dons telepáticos.
É isso verdade ou mentira?
A Internet vem demolindo a ética e com ela a história.
Eu te proponho que me envie cinco maneiras de verificar a veracidade da notícia acima.
É para o seu próprio Bem.

Ângela Rolo em substituição de Wallace Req


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sábado, 13 de novembro de 2010

Vendendo produtos, não o Paraná.

Texto de wallacereq escrito em 2007.
Vale a pena lembrar.
Carlos Andorinha Filho em substituição de Wallace Req.




O povo paranaense deve considerar uma coisa. Um aumento das exportações num ritmo vertiginoso como estamos testemunhando no Paraná, tem múltiplas causas. Mas não se fundamenta apenas no aumento da produção, que indiretamente sofre a influencia do poder publico, nem de iniciativas privadas, mas sobre tudo, é resultado das políticas do Governo Federal e do Governo Estadual, e da FIEP em ir à busca de novos planos de negócio, viabilizando encontros entre setores, que por si só não aconteceriam. Dos quatro BILHÕES de dólares de 2003, para os quase onze BILHÕES de dólares em 2007, haverá de ter por trás o trabalho hercúleo do governo, seja no fomento, seja na infra-estrutura de transporte, no escopo fiscal, seja na infra-estrutura portuária. Credibilidade em resumo. Só não vê quem não quer. Embora incompleta a lista abaixo, acho, bem demonstre esse esforço. Medite sobre o assunto. Pondere, divulgue, verifique. Foi por esse caminho que nós por nossa conta e risco, estamos assumindo com humildade a missão de ”vender” a idéia de Requião Presidente. Um Presidente Paranaense com alcance internacional. Nesse período, segundo a Secretaria de Indústria e Comércio, ( em três anos) o nosso Paraná conquistou 27 novos parceiros comerciais. Não é pouco.
Contactos internacionais. (entre 2003 e inicio de 2006).
Presidente do Uruguai Jorge Batlle recebe Requião em setembro de 2005.
Governador de Canidenyu, Paraguai, visita Requião em fevereiro de 2003.
Governador de Hong Kong Donald Stang recebe Requião em um de Abril de 2005.
Embaixador da Síria, Ali Diab, visita Requião em oito de Abril de 2005.
Hugo Chaves recebe Requião em 17 de Novembro de 2005
Prefeito de Caracas Freddy Rosales condecora Requião, comendador de Caracas, em 17 de Novembro de 2005.
Takaiko Hurimura, embaixador do Japão, visita Requião em 27 de Setembro de 2005.
26 de Janeiro de 2005; Requião participa do Fórum Mundial em Porto Alegre.
Governador de Alto Paraná província do Paraguai se reúne com Requião em Outubro de 2004
Em oito de Maio de 2003 Requião recebe o Vice- presidente da Assembléia Legislativa de Hyogo, Japão, Kenzo Kamatani.
Em 2003 Requião lidera missão comercial em Córdoba Argentina.
Em maio de 2003 Requião recebe o Embaixador da Índia Amita Tripathi e o Ministro indiano
S. Swaminathan.
Em 14 de Junho de 2004 grupo de Empresários da província Chinesa de Henan visita Governador.
Requião acompanha o Presidente Lula à Índia.
Em 17 de outubro de 2003 Diretores da empresa japonesa Fujiiyoshi visitam o Palácio Iguaçu.
Em 11 de Fevereiro de 2004 Requião acompanha julgamento do Contrato da Copel na Europa.
Em 20 de Fevereiro de 2004 o conde Anton Von Feber Castell recebe Requião na Alemanha.
Requião propõe Semana do Cone Sul na França ao embaixador Sérgio Amaral em Paris em 21 de fevereiro de 2004.
Governo do Paraná recebe comitiva de empresários Japoneses e coreanos (Orlando Pessutti) no Palácio Iguaçu em 21 de Fevereiro de 2004.
Em 22 de fevereiro de 2004, missão comercial do Paraná vai a Buenos Aires.
Em 26 de Fevereiro de 2004, Requião da coletiva sobre Transgênicos em Paris.
Em abril de 2006; missão comercial do Paraná vai à Alemanha.
Em Outubro de 2005; missão comercial do Paraná vai à França.
Em 29 de Outubro de 2005 a Embaixadora Vera Pedrosa recebe Requião em Paris.
Em 15 de Outubro de 2004; missão comercial Francesa vem ao Paraná.
Em 16 de Outubro de 2005 Missão Comercial do Paraná vai à Venezuela.
Em 12 de outubro de 2005 Paranaenses estréiam em alto estilo na França.
Em Abril de 2005, Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães defende bloco Econômico da America do Sul, na escola de Governo.
Em seis de Março de 2005 Requião assume a presidência do Codesul
Em dois de Março de 2005; Requião recebeu o Cônsul Geral da Alemanha Humbertus Von Morr
Em 12 de Junho de 2006 Requião vai à posse do Governador de Córdoba José Manoel de La Sota.
Requião recebe no Iguaçu o Embaixador do Brasil na Argentina José Botafogo Gonçalves em Junho 2003.
Sem que tenha sido, neste texto, possível precisar as datas, houve ainda missões comerciais dos seguintes países: Canadá, EUA, Panamá, Chile, Colômbia, Espanha, Arábia , Angola e outros países, estes do Bloco Econômico Europeu como Polônia e Ucrânia .
Wallace Req porta voz do G 23 de Outubro.



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