O texto que você vai ler já foi publicado no GrupoG23. Trata-se do melhor trabalho que já fiz.Tanto pela importância do tema como pelas circunstâncias históricas que o cercaram. Todos sabem que trabalhei na Câmara Federal com o Deputado Mauricio Requião ( meu irmão) PMDB, que encomendou esse trabalho.
Ninguém poderá ter uma boa idéia do que o FHC fez com o subsolo brasileiro se não ler esse texto, que é um esboço da realidade de então. O genro de Fernado Henrique foi o centro dessas negociações que culminaram com a venda da Maior Mineradora do Ocidente, e com ela o direito de exploração do subsolo brasileiro. Dai tantos elogios ao homem. O texto é longo mas o tema é importante para qualquer brasileiro bem informado. Ele é um testemunho de como Grande Midia trabalha contra os interesses do povo brasileiro. Tenham uma boa leitura e que o texto seja luminar de suas duvidas sobre a necessidade de investirmos ideologicamente no NACIONALISMO.
Na verdade a extração colonialista nunca foi interrompida,houve uma tentativa por parte de Getúlio, mas a transferencia de doninio das riquezas para o povo brasileiro e para o Estado Brasileiro nunca aconteceu.
Compreendem? Faça um esforço e leia esse texto, hoje tantos anos depois, você pode perceber o que estava certo e o que estava errado na nossa pesquisa.
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Documento memorial sobre a Vale do Rio Doce. Manifesto do Deputado Federal Mauricio Requião contra a venda da Estatal Vale do Rio Doce.
Pesquisa & Texto
Wallace Requião de Mello e Silva
Editoração
Marlise Bassfeld (Reg. Prof. 938/06/PR)
Câmara dos Deputados, Anexo IV, Gabinete 635
CEP 70160-900 - Fone/fax (061) 318.3635
Brasília - DF
Escritório Político no Paraná
Av. Vicente Machado, 344, Centro
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Curitiba - PR
IMPRESSO NO BRASIL
PRINTED IN BRAZIL
VERÃO DE 1997
Sumário
Abertura .................................................................................... 5
Introdução ................................................................................ 6
Argumentos ............................................................................... 8
Congresso Nacional: guardião dos interesses nacionais ................. 20
Os recursos não-renováveis e os interesses internacionais .............. 22
Preservar as jazidas ....................................................................... 25
Minerais estratégicos e conflito armado ...................................... 26
A paz no Mundo e a globalização ............................................... 29
Estrangeiros têm reservas minerais no Brasil? ................................ 31
Quanto Vale? ............................................................................. 32
A Cartilha do BNDES: uma vergonha ........................................... 34
Quem é a favor, quem é contra: alguns nomes ............................. 41
Conclusão ............................................................................. 43
Manifesto
do Deputado Federal
MAURÍCIO REQUIÃO
(PMDB-PR)
Contra a privatização da Companhia Vale do Rio Doce
A Companhia Vale do Rio Doce foi criada
pelo Decreto- Lei 4.532, de 1.º de junho de 1942.
Brava gente brasileira, longe vá o temor servil,
Ou ficar a pátria livre, ou morrer pelo Brasil.
Hino Nacional Brasileiro
A você, cidadão brasileiro:
Tomando por base um estudo feito por minha assessoria, e apoiado em informações obtidas junto à Subsecretaria de Edições Técnicas do Senado; na Constituição Federal; em Constituições Estrangeiras; no Código de Mineração; nos documentos produzidos pelo Coronel Roberto Monteiro de Oliveira (ex-chefe do SNI do Amazonas); pelos depoimentos do Almirante Gama e Silva; pela Cartilha do BNDES; nos documentos produzidos pelo Movimento de Defesa da Vale do Rio Doce; nas publicações: Companhia Vale do Rio Doce, uma Investigação Truncada, Editora Paz e Terra (1987), do Senador e ex-ministro Severo Gomes; no livro Small is Beautifull, Editora Zahar, de E.F.Schumacher; na publicação: Dois Anos de Luta Contra a Privatização da Vale do Rio Doce, Editora do Senado, obra do Senador José Eduardo Dutra e, finalmente, fundamentado nos documentos produzidos pela Associação dos Empregados da CVRD (Aval), quero comunicar minha posição diante da privatização da Companhia Vale do Rio Doce.
Que este documento faça laços com todos os clamores em defesa da soberania nacional. Por um Brasil livre, solidário e justo!
Maurício Requião
Introdução
Se corrermos os olhos pela história do Brasil, não poderemos deixar de notar que um dos motivos incentivadores da descoberta e colonização foi, entre outros, o desejo de encontrar ouro, prata, pedras preciosas e outras riquezas. Posto assim, compreendemos que a questão mineralógica foi primordial na nossa história[1].
Muito antes dos clássicos ciclos econômicos do Brasil, tais como o do pau-brasil, da cana-de-açúcar, do gado e da mineração, a questão mineralógica já determinava, por uma certa decepção inicial, as estratégias de colonização. Arrendamento, expedições, Capitanias Hereditárias, Governos-Gerais, invasões, submissão à Espanha, entradas e bandeiras, tudo desembocava na questão mineralógica.
Dizem alguns historiadores que Portugal saiu-se endividado e empobrecido (1640) dos anos de submissão a Espanha, que este foi um dos motivos da Casa de Bragança oferecer aos bandeirantes honrarias e recompensas se descobrissem minérios preciosos importantes nos sertões brasileiros. Assim Garcia Rodrigues Pais acha ouro em Minas Gerais, Borba Gato acha as minas de Sabará, Pascoal Moreira as de Cuiabá. A notícia se espalha e as regiões crescem.
Ainda não era o tempo de dar importância ao ferro, ao petróleo, de uso tão recente, e aos radiativos. As questões da produção e da energia ainda sequer eram cogitadas, mas já se impunham como potências européias explorando e colonizando estas paragens.
Calcula-se que, entre 1700 e 1770, o Brasil fornecera tanto ouro quanto o resto da América havia produzido em 350 anos que precederam este período. Todavia, isto era um nada diante da produção de ouro do Brasil de hoje.
Mesmo assim, além de financiar os problemas brasileiros, alguns querem que este ouro tenha financiado a reconstrução de Lisboa em 1755, pago as dívidas externas de Portugal, quase todas com a Inglaterra, que tenha financiado a guerra contra a França e, acreditem, que contribuiu em larga medida para a industrialização da Inglaterra.
Quem quiser aprofundar-se na questão, poderá achar ingleses envolvidos nas independências dos Vice-Reinos de Espanha, na questão escravista, na história política que desatou na República Brasileira, sempre, é claro, cuidando de seus próprios interesses.
Mas, aos poucos, foi surgindo deste povo miscigenado uma consciência nacional, fruto possível de características culturais, lingüísticas, éticas e econômicas. Surgia um Brasil, esboçava-se uma nação. Ainda assim, somente estrangeiros levavam as nossas riquezas para além de nossas fronteiras. Pode-se dizer que, ao fim do Império, apenas estrangeiros exploravam minas neste Brasil.
Somente em 1930, pouco mais, pouco menos, Getúlio começava a conscientização da necessidade de nacionalizar os capitais circulantes no Brasil, e começava a impor um programa de nacionalização das minas e dos bancos fazendo transparecer este desejo no texto constitucional de 1934 e 37.
É licito, está claro, que todo brasileiro espere o verdadeiro desenvolvimento mineralógico do Brasil, e que queira presenciar e contribuir no beneficiamento destas riquezas. Mas não vemos isto.
O Código de Mineração, datado de 1967, tinha defasagens com relação à Constituição de 1988. Alterou-se, por medidas provisórias, (MPs) alguns conceitos como o de empresa nacional, monopólio do petróleo, serviço de cabotagem, distribuição de gás etc., numa manobra que, entendo, faz a Nação Brasileira voltar aos padrões de subserviência de seus anos iniciais.
Lamento. Somente grandes grupos estrangeiros têm condições de fazer as regras do jogo econômico, e o Brasil - como faziam os franceses no passado, em troca de contas de vidros, de benesses tecnológicas de consumo - entrega seu capital insubstituível, deixando o sonho de ser uma nação desenvolvida por um compromisso de subserviência como país fornecedor de matérias primárias.
É isto que tentarei demonstrar neste manifesto.
Argumentos
Conceito de propriedade
"Não cobiçarás a casa de teu próximo
(...) nem nada do que lhe pertence."
Êxodo, 20-17(Bíblia Sagrada)
Propriedade, do latim, propietus, de propius - particular, peculiar, próprio -, genericamente designa a qualidade que é inseparável de uma coisa ou que a ela pertence em caráter permanente.
Pode-se dizer, então, que o subsolo é próprio do solo.
A jazida é uma das propriedade do solo. Todo bem do solo tem ou terá destinação econômica; esta é uma de suas propriedades.
As sutilezas dos conceitos, no entanto, ao invés de aceitar, como se aceita o espaço aéreo enquanto extensão da propriedade do solo e o subsolo enquanto extensão do solo, faz distinção e desloca o domínio do proprietário para o Estado, a União.
Propriedade na linguagem jurídica[2], em sentido comum, sem fugir ao sentido originário, é a condição em que se encontra a coisa, que pertence em caráter próprio e exclusivo à determinada pessoa. É um bem que pertence exclusivamente a alguém.
A propriedade é compreendida como o próprio direito exclusivo ou o poder absoluto e exclusivo, que se tem sobre a coisa que pertence ao sujeito.
Deste modo, o direito de propriedade, que se assegura em toda a sua plenitude, sofre restrições advindas do respeito a direitos alheios ou fundada no próprio interesse coletivo, em face dos princípios jurídicos que transformam a propriedade numa "função social", com destino ligado ao bem-estar do próprio povo.
No Direito de Propriedade, encontram-se integrados os direitos de uso da coisa, a quem pertence; o de fruir e gozar a coisa; tirando dela as utilidades (proveitos, benefícios e frutos) que dela possam ser produzidos e de dispor dela transformando-a, consumindo ou alienando-a.
A propriedade privada difere da propriedade pública, que é, a denominação dada a toda a coisa ou bem que pertence ao domínio do Estado, seja do domínio público do Estado ou do domínio privado do Estado.
Desse modo, a propriedade pública é a que pertence ao Estado independentemente do destino que tenha. A propriedade pública opõe-se, nesta razão, ao sentido de propriedade individual ou privada.
A propriedade pública, evidencia-se bem, está fora do comércio. E pela afetação legal que sobre ela pesa não está sujeita à prescrição. É, portanto, inapropriável e imprescritível.
Posto isto, vejamos o que diz a Constituição Federal.
Artigo Primeiro da Constituição Federal: A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Muni-cípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamento: 1) a soberania; (....).
Conceito de Soberania
Em face desses aspectos é que se diz, em primeiro lugar, que a ordem jurídica estatal, atuando soberanamente em determinado território, esta protegida pelo principio da impenetrabilidade, o que significa reconhecer ao estado o monopólio de ocupação de determinado espaço, sendo impossível que no mesmo lugar e ao mesmo tempo convivam duas ou mais soberanias.
Dalmo de Abreu Dalari
Um dos elementos principais da estrutura para toda a humanidade é, naturalmente, o Estado. E um dos principais elementos ou instrumentos de estruturação são as fronteiras, fronteiras nacionais.
E.F. Schumacher.
Sem território não pode haver estado.
O segundo elemento essencial à existência do
Estado é o território.
Darcy Azambuja
Soberania é o ponto de partida de nosso posicionamento[3].
O que é a soberania? Para o Dicionário de Vocabulário Jurídico, do Prof. Dr. De Plácido e Silva, soberania vem do latim Superanus - sobre, em cima, superior -, logo, diz do que possui autoridade suprema.
No seu sentido jurídico, é o poder que se sobrepõe ou está acima de qualquer outro. Diz respeito à soberania do Povo, da Nação, do Estado. O poder soberano é a qualidade de toda a autoridade que não esteja sujeita ou sob o regime de outro poder (exceto a sujeição ao poder de Deus). É nítida, portanto, a noção de que o poder soberano não se subordina a outro poder.
A soberania da Nação Brasileira é a sua independência, sua autonomia, sua capacidade de manter-se livre da ingerência de outros estados tanto em seus negócios como em suas leis. Diz, assim, respeito à autodeterminação dos povos, limitada apenas pelos acordos internacionais que voluntária e livremente tenha aceitado.
É certo também que quando uma nação percebe os prejuízos de um acordo assumido por má interpretação ou avaliação incompleta dos fatos - exemplo ocorrido com o Chile em 1977 quando abandonou o Pacto Andino -, nada há de ilícito que um tal país lute para corrigir seus erros ou, em nome de sua soberania, de sua independência política ou econômica, lute por desassumi-los.
Posto isto, voltamos ao Artigo primeiro de nossa Constituição, parágrafo único.
Todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos, ou diretamente, nos termos desta Constituição.
Logo, o povo é soberano no seu território. O território é essencial para o exercício da soberania. É nos limites das fronteiras do Brasil que termina o alcance das leis brasileiras. Mas é também nos limites das nossas fronteiras que devem cessar quaisquer pretensões de ingerência ou gerência de interesses estrangeiros sobre o patrimônio material e cultural de nosso povo. Incluindo o subsolo.
A indefinição e imprecisão destes limites ideológicos e legais, igualmente destas fronteiras geográficas essenciais, permitindo assim a sobreposição de interesses, é o que chamamos perda da SOBERANIA.
O povo exerce a sua soberania pelo plebiscito, pelo referendo e pela iniciativa popular (ação popular) como reza o artigo 14, I, II , III de CF, sendo estes os meios para garantir a sua autonomia. A representação (referendo) é por assim dizer o meio mais racional de expressão da vontade popular.
O povo elege seus representantes para que exerçam a sua representação. O Congresso Nacional é, por assim dizer, o guardião dos interesses nacionais.
Quando a representação popular, por meio de seus representantes, está prejudicada, como é o caso da Lei 8031 do governo Collor de Mello, que deixou o Senado Federal manietado no caso das privatizações, cabe ao povo, justificadamente, o plebiscito ou a ação popular. Tratam-se de instrumentos lícitos e Constitucionais.
Voltemos então à Constituição Federal.
Propriedade do subsolo
Considera-se jazida toda massa individualizada de substância mineral ou fóssil, aflorando à superfície ou existente no interior da terra, e que tenha valor econômico; mina, a jazida em lavra, ainda que suspensa ( à superfície).
(Capítulo I, artigo 4, Código de Mineração)
A Constituição Brasileira traz, em seu Artigo quinto, XXII, o seguinte: é garantido o direito de propriedade; XXIII: a propriedade atenderá a sua função social;
E está no Artigo 176:
As jazidas, em lavra ou não, e demais recursos minerais e os potenciais de energia hidráulica constituem propriedade distinta do solo, para efeito de exploração e aproveitamento, e pertencem à União ( o termo União, no Direito Brasileiro, é especialmente destinado para designar o Estado brasileiro, a União.), garantida ao concessionário a propriedade do produto da lavra.
Por sua vez, o Código de Mineração, Capítulo III, Artigo 34, é categórico:
Entende-se por lavra o conjunto de operações coordenadas objetivando o aproveitamento industrial da jazida desde a extração das substâncias minerais úteis que contiver, até o beneficiamento das mesmas.
Ora, se o subsolo não se confunde com a propriedade do solo, julgamos que o legislador quis, salvo interesse pouco explícito, ou resquício do poder monárquico[4], neste conceito, dizer que a riqueza mineral e outras não pode ser privilégio de um ou outro proprietário particular, mas que pertence a todo o povo por meio da União. Fica assim justificada tanto a exploração econômica pelo Estado, como também justifica-se o regime de monopólio, como no caso dos minerais atômicos, energéticos etc. no interesse do Estado, do bem comum.
Observe-se que aqui entram duas questões bem definidas.
A primeira é a prerrogativa constitucional de o Estado legislar sobre a questão mineral. Outra, bem diferente, é a questão da prerrogativa constitucional que dá propriedade ao Estado sobre todo o subsolo, propriedade que ele não pode abrir mão, que ele não pode transferir.
Ainda que encontremos autores radicais como LABAND que defende que o Estado possa dispor de seu território e riquezas, haverá de dispor em beneficio de seu povo, do bem comum, ou seja, deverá privilegiar brasileiros e empresas brasileiras, pois o texto constitucional diz que a propriedade (no caso o subsolo) do Estado é pública e pertence ao povo brasileiro.
O princípio demonstra uma contradição constitucional, que retira a propriedade do subsolo dos donos do solo para pô-la em mãos do Estado, que ao invés de vender, beneficiar ou alienar estas riquezas sempre com o máximo de lucro para o povo brasileiro, cede em concessão (a estrangeiros e empresas estrangeiras) confundindo serviços de pesquisa e extração com a propriedade destas riquezas.
O que fica em contrapartida?
Ficam impostos que não substituem à altura recursos oriundos de riquezas não-renováveis em valores infinitamente superiores às contrapartidas deixadas. No caso da Petrobrás, deixam 8,2 bilhões em impostos. E quanto levam em riquezas insubstituíveis? Cinqüenta anos de direitos adquiridos pela Companhia Vale do Rio Doce sobre lavra e jazidas envolvem um patrimônio estimado de 3 trilhões de dólares. Vale lembrar: cada trilhão soma mil bilhões.
Tradicionalmente, o direito sobre a propriedade da lavra é garantido no Brasil até a extinção das jazidas e o Capítulo V, do Código de Mineração, que reza das Sanções e das Nulidades, é ideologicamente submisso.
Assim, conclui-se que direito de lavra transferido para empresa estrangeira de mineração é o mesmo que transferência de jazida até a extinção.
Quando o texto constitucional, historicamente, garantia a propriedade do produto da lavra, somente o Estado (o povo) e a empresa nacional, de capital nacional, podiam servir-se destas riquezas. Hoje, não.
Ora, parece de senso deformado, que o concessionário privado de exploração ou aproveitamento das riquezas minerais e outras, (principalmente os estrangeiros) citadas no texto constitucional, sejam os proprietários de riquezas que pertencem a todo o povo por meio do Estado. Pior: o proprietário estrangeiro não deixa uma contrapartida à altura da riqueza que explora [5].
redistribuição do “lucro” das riquezas exploradas em solo brasileiro à toda a população, pois estas riquezas, em última análise, pertencem ao povo brasileiro.
Neste sentido, o Estado, a União, não pode fazer um "negócio prejudicial" aos interesse da Nação. Muito mais grave é a situação quando lembramos que estas riquezas insubstituíveis, reais, são substituídas por "riquezas virtuais" como crédito, programas de empréstimo, rolagem de dívidas internacionais, promessas de participação em programas de desenvolvimento global etc..
Interesses diferentes
Mas os ricos raramente subsidiam os pobres; mais amiúde, exploram-nos. Podem não fazê-lo diretamente mas o fazem em termos de comércio. Podem camuflar um pouco a situação com uma certa redistribuição da arrecadação dos impostos ou caridade em pequena escala, mas a última coisa que quererão fazer é separar-se dos pobres.
E.F. Schumacher
Se o proprietário do solo não pode ser o proprietário do subsolo, é estranho que o concessionário, ainda mais o ESTRANGEIRO, possa ter garantido a posse do produto da lavra, uma riqueza do povo, representada pelo Estado.
A lavra deveria ser propriedade do Estado, como bem claro fica no Artigo 176 da Constituição Federal.
Parece que esta contradição tem origem no fato de que depois de Getúlio é firme a convicção de que somente empresa brasileira de capital nacional poderia fazer uso destas riquezas.
O parágrafo primeiro do Artigo 176 da C.F., antes das mudanças impostas por FHC, garantia que o aproveitamento, a pesquisa e a lavra só podiam ser exercidas por brasileiros - nada mais lógico - ou empresas brasileiras de capital nacional.
Isto foi mudado como, também, mudou o conceito de Empresa Nacional (MP). Assim, um brasileiro não pode possuir o subsolo do lote que possui, salvo como empresa individual de mineração, mas um estrangeiro, ou empresa estrangeira de grande capital pode possuir o produto da lavra, (sem uma lei reguladora que privilegie o interesse nacional sobre bens insubstituíveis) o que é contrário ao Artigo 20 da CF; Inciso IX que diz: são bens da União os recursos Minerais, inclusive os de subsolo.
No Código de Mineração, artigo 79, parágrafo 1, encontra-se a afirmação seguinte:
Os componentes da firma ou sociedade a que se refere o presente artigo (Empresas de Mineração) podem ser pessoa física ou jurídica, nacionais e estrangeiras, mas nominalmente representa-das no instrumento de constituição da Empresa.
No Artigo 80, parágrafo 1.º do inciso III, lê-se:
As pessoas jurídicas estrangeiras comprovarão sua personalidade, apresentando os seguintes documentos, legalizados e traduzidos: a) Escritura ou instrumento de constituição, b) estatutos se exigidos no pais de origem, c) certificado de estarem legalmente constituídos na forma das leis do país de origem.
A Constituição alertava de forma bem clara para esta importância essencial de se ter “sob o domínio nacional” o produto da lavra, de tal forma que no Artigo 177, Inciso V, parágrafo 1:
O Monopólio previsto neste artigo inclui riscos e resultados decorrentes das atividades nele mencionadas, sendo vedada à União ceder ou conceder qualquer tipo de participação, em espécie ou em valor, na exploração de jazidas de petróleo (....).
Não poderia, em nível de princípio ser diferente com outras riquezas minerais do subsolo. Assim entendo e tentarei justificar adiante.
Ao observar o que dizem as Constituições Brasileiras, manifesto a seguinte opinião: um estrangeiro ou empresa estrangeira não podem ser proprietários do resultado da lavra que pertence ao Estado, exceto por contrato de concessão de serviços que difira em tudo dos privilégios conferidos a uma estatal.
Por outro lado, muitos autores vêm alertando que a ideologia global já não defende este ponto de vista. Ao contrário, pressupõe que o subsolo, assim como não pertence ao dono do solo (cidadão brasileiro) - em uma visão de microescala -, também não pertence ao Estado Brasileiro numa visão em macroescala.
Sob uma visão de grande escala, o subsolo brasileiro não pertenceria ao Brasil e a seu povo, (pelo texto constitucional, como já dissemos, sem sombra de dúvida, o povo é o dono histórico do solo e subsolo pátrio) mas, que este subsolo seria um patrimônio da Humanidade [6]. Aqui está a semente de um socialismo de capital, gerido por um Estado Virtual[7], um Comitê Global.
Como tentarei demonstrar, podemos perceber que as Constituições Brasileiras, desde pelo menos 1937, já reconheciam a importância estratégica, econômica e militar das riquezas minerais, dos combustíveis fósseis como o petróleo e o carvão, potenciais hidrelétricos, minerais e energéticos atômicos. Também o Código de Mineração reconhece tal principio com os conceitos de Reserva Nacional e áreas de Monopólio.
Desde a Constituição Imperial de 25 de março de 1824, cabia à Nação legislar sobre as riquezas do subsolo.
A Constituição de 24 de Fevereiro de 1891 - republicana - dava como atribuição para o Congresso legislar sobre o assunto (Artigo 34).
Em 16 de junho de 1934, a Constituição rezava, em seu Art. 5, Inciso XIX, J, a competência de legislar (....) e seu Artigo 20 dava como bens da União as riquezas do subsolo. Na mesma Constituição, os Artigos. 116, 117 e 118 falam das minas e no 119, em seu parágrafo quarto, da nacionalização progressiva.
Em 10 de dezembro de 1937, no governo de Getúlio, o Art. 143 da Constituição dava exclusividade a brasileiros na exploração destas riquezas; o Art. 144 a lei regulariam a nacionalização progressiva das minas e jazidas e industrias básicas e essenciais à defesa econômica ou militar da Nação; o Art. 145 tratava da nacionalização dos Bancos e o 146 regulava os bancos brasileiros.
Em 18 de Setembro de 1946, a Constituição mandava tributar as riquezas enviadas ao exterior e mantinha nos Artigos 152 e 153 a exclusividade de brasileiros sobre estas riquezas (do Estado).
Em 24 de janeiro de 1967, a Constituição, já sofrendo as conseqüências da Segunda Guerra, além do Capítulo II, Art. 8, Inciso XVII e Letras H e I, no Art. 161, mantinha a exclusividade de brasileiros ou sociedade organizada no país; no Art. 162, dizia que a pesquisa e lavra de petróleo são monopólio da União. O Art. 163 dizia que o Estado subsidiariamente exploraria atividade econômica e o Art. 166 vedava a empresa de comunicação a estrangeiros. Neste período, percebia-se toda a força do ideário estrangeiro sobre o povo; no caso, o ideário comunista. Igualmente, pouco tempo antes, se reconhecia o ideário nazista mas, hoje, quer queiramos ou não, há o ideário globalizante ou o socialismo de capital ou ainda o neocolonialismo virtual.
Finalmente, a Constituição de 17 de outubro de 1969 - pós-revolucionária -, no Cap. I Artigos 4 e 5, assim como Capítulo II da competência da União, XVII Letras H, I, L legislam sobre minas, jazidas, recursos minerais, águas , telefonia, energia nuclear e sobre a transferência de valores para o exterior (ouro). No Art. 169 dizia que a pesquisa e lavra são monopólios da União assim como no Art. 174 afirmava que a propriedade dos meios de comunicação (formadora de opinião) é vedada a estrangeiros. Ora, o problema da comunicação, como disse, era bem entendido desde o advento do nazismo.
Hoje, mesmo com a interferência dos meios de comunicação interpondo-se por sobre as fronteiras, ainda justifica-se o seu controle, pois podem ocorrer colapsos estratégicos realizados em favor de estrangeiros, ou por estrangeiros detentores de companhias estabelecidas em solo nacional. A Comunicação era entendida diante da possibilidade de uma guerra como assunto de segurança nacional.
E assim é nos países formadores do Grupo dos Sete.
Para tanto, e por tudo isso, nossa Constituição atual prevê um Conselho de Defesa Nacional. Desta forma, voltando à Constituição Federal:
Artigo 91: O Conselho de Defesa Nacional (....) Parágrafo primeiro: Compete ao Conselho de Defesa Nacional: (....) III. Propor os critérios e condições (....) relacionadas com a preservação e a exploração dos recursos naturais de qualquer tipo; IV. (....) garantir a independência nacional (....).
Com efeito, está posta a necessidade imperiosa de um relatório de tal Conselho, como passo preliminar no processo de intenção de venda da Companhia Vale do Rio Doce, principalmente supondo que a Vale seja comprada por estrangeiro.
É imperativa uma posição clara dos interesses militares, econômicos e sociais, enquanto defesa dos interesses nacionais.
Já vemos, portanto, que os fatos expostos até aqui demonstram a seriedade do assunto, a importância da independência decisória (econômica e militar) sobre estas riquezas, e a necessidade de que o assunto passe pelo Conselho de Defesa Nacional, formado, como diz a Constituição, pelo vice-presidente da República, pelo presidente da Câmara dos Deputados, presidente do Senado, pelo ministro da Justiça, pelos ministros militares, pelo ministro das Relações Exteriores, ministro do Planejamento, e, segundo entendo, tendo tudo controlado e fiscalizado pelo Ministério da Fazenda, como reza o artigo 237 das disposições constitucionais gerais.
Ali está dito que a fiscalização e o controle sobre o comércio exterior, (destas riquezas e outras) essenciais à defesa dos interesses fazendários nacionais serão exercidos pelo ministério da Fazenda e advogo, por fim, pelo Congresso Nacional, como um Guardião dos Interesses Nacionais.
O Código de Mineração em vigor sofreu a defasagem da Constituição de 1988, que defendia os interesses nacionais e sofreu brutal ampliação das facilitações aos interesses estrangeiros com as Medidas Provisórias de FHC, o que por si faz alertar que este código deveria ser revisto antes de qualquer tentativa de privatização.
Apenas como exemplo, é preciso lembrar que a Vale exportou para o exterior, em 1996, oficialmente, perto de 18 toneladas de ouro. Avalie-se então o volume de riquezas insubstituíveis que vem deixando a Nação sem uma contrapartida à altura.
Congresso Nacional:
guardião dos interesses nacionais
A última atribuição Constitucional essencial, no caso da Vale, que atribui ao Senado Federal a prerrogativa final sobre a privatização da Companhia, está limitada e impedida pela lei n.º 8031, de 12 de abril de 1990, do governo Fernando Color de Mello.
Cabe perguntar: quer o Congresso recuperar esta prerrogativa?
Caso contrário, se o Congresso abre mão de sua representatividade, cabe ao povo, à sociedade organizada, exigir o plebiscito.
Todavia, e isto sempre nos escandalizou, as recentes alterações da nossa Constituição, sobretudo no Capítulo da Ordem Econômica, feitas pelas Medidas Provisórias de FHC, e aprovadas pelo Congresso Nacional, demonstram, como muitos denunciaram, que elas vieram para facilitar a venda do patrimônio público ao capital internacional e facilitar de uma vez por todas o ingresso do capital internacional, em tais volumes que representam uma ingerência sobre os negócios do Estado.
Em outras palavras, a estratégia veio articulada desde fora do país, talvez até mesmo condicionada à eleição e à reeleição do Presidente da República e que o Senado Federal a despeito de todos os avisos, teimou em não enxergar.
Eis algumas citações de textos publicados pela imprensa brasileira:
EUA pedem ao Brasil abertura mais veloz: O governo norte-americano quer mais velocidade na abertura da Economia Brasileira. Stuart Eizenstat, subsecretário de Assuntos Econômicos, disse à Folha que o governo precisa "promover" uma genuína abertura para nossas (deles) indústrias"[8].
"Brasil é parceiro preferencial dos EUA. O representante dos EUA no Fórum Econômico Mundial, que se realiza em Davos, na Suíça, disse ontem que o Brasil é o principal parceiro de seu país no continente. ‘Não há relações bilaterais mais importantes na América Latina’, destacou Stuart Eizenstat, minimizando os incidentes que têm incorrido na área comercial.(....) Em uma reunião fechada, no entanto, Eizenstat havia reclamado muito da política do Brasil para as telecomunicações"[9].
"Não devemos ter medo de exercer ( nossa) liderança ou hesitar em defender nossos interesses" Madeleine Albright, Secretária de Estado dos EUA.[10]
"Para nós, o Brasil é de longe o parceiro comercial mais importante na América Latina." Gunter Rexrodt - Ministro da Economia Alemanha[11].
“Presidente dos EUA critica e intervém na intenção do Chile de comprar aviões de combate”[12].
O ministro Luís Felipe Lampréia denuncia que, ao mesmo tempo em que os EUA querem o afrouxamento de nossas barreiras comerciais, levantam barreiras econômicas aos produtos brasileiros.
Os recursos não-renováveis
e o interesse internacional
Sim, podemos supor a ingerência de interesses estrangeiros no caso das privatizações, o que vamos tentar demonstrar.
Tal afirmação hipotética fica demonstrada pelo que afirmava o Instituto Tecnológico de Massachusetts quando produziu o documento The Limits to Growth - Os limites para o crescimento -, encomendado pelo Clube de Roma. Diz:
“Dadas as atuais taxas de consumo (das riquezas não-renováveis), e o projetado crescimento das mesmas, a grande maioria dos atualmente importantes recursos não renováveis serão extremamente caras daqui a 100 anos”.
Concluo: quanto mais raros os recursos não-renováveis, maior o seu preço.
Em razão de que a Vale está sendo vendida com todos os seus direitos de lavra (conforme informa a Cartilha do BNDES), a hipervalorização de seu imobilizado ainda seria avaliar por baixo, ou seja, vendê-la é um mau negócio, mas acima disto é uma traição ao povo brasileiro.
Com efeito, diz SCHUMACHER em Small is Beaultifull:
Eles não acreditavam haver muito tempo antes que a indústria moderna, seriamente dependente de uma trama de convênios internacionais com os países fornecedores para o abastecimento de matérias primas, se veja defrontando-se com uma crise de proporções inauditas. (Recursos para a Indústria, Schumacher, p.105 Zahar Editores).
E segue:
(....) somadas à difícil questão econômica do destino de várias indústrias à medida que recurso após recurso torna-se proibitivamente dispendioso, existe a imponderável questão política dos relacionamentos entre nações produtoras e consumidoras, quando os recursos remanescentes se concentrarem em regiões geográficas específicas. A recente nacionalização das minas da América do Sul e as bem-sucedidas pressões do Oriente Médio na questão do petróleo sugerem que a questão política possa manifestar-se muito antes da questão econômica final.
E SCHUMACHER diz mais:
A sabedoria convencional daquilo que hoje é ensinado como Economia deixa de lado os pobres, aquelas pessoas para quem é preciso o desenvolvimento (....). Na Casa Branca, apela-se exigindo cada vez maiores esforços para pesquisar e explorar os restantes tesouros da terra.(....)Qualquer escassez de suprimentos, por menor que seja, imediatamente dividiria o mundo entre os que tem e os que não tem”
Schumacher era um economista inglês especialista em problemas de combustíveis. Serviu aos interesse das grandes potências quando pedia para as economias terceiromundistas que se mantivessem pequenas em nome da preservação ambiental. Seu grande mérito foi ter revelado ao Terceiro Mundo as verdadeiras intenções das grandes nações industrializadas e seus problemas. Faleceu em 1977, na Suíça.
Por sua vez, afirma o professor Breno Augusto dos SANTOS[13]:
As grandes potências de hoje, com raras exceções, terão exauridas suas próprias fontes de minérios nas próximas décadas tornado-se cada vez mais dependentes da produção dos países em desenvolvimento.
Por seu turno, Severo Gomes[14] defendeu que os recursos naturais estratégicos constituem, assim, o ponto central de uma análise estratégica global sob o poderio e a soberania de cada país no quadro mundial. A crescente dependência dos EUA, da Europa Ocidental e do Japão, em relação às importações de petróleo e de minerais é o elemento da maior fragilidade na correlação das forças internacionais que repousa no critério da “dependência estratégica” conceito com repercussões diretas nos Planos políticos e militares”.
Preservar as jazidas
Aumenta cada vez mais a dependência dos EUA, Japão, Europa Ocidental, dos minerais estratégicos como: Manganês, Berilo, Tântalo, Tório, Níquel, Bauxita metalúrgica e refratária, estanho, cobre, titânio e nióbio. Severo Gomes
Não obstante o sistema industrial dos EUA não poder subsistir somente com seus recursos internos (muito menos o Japão) teve por isso de estender os seus tentáculos em torno do Globo para garantir seu suprimento de matéria prima.
E.F. Schumacher
A principal preocupação da nação americana suprir suas futuras necessidades minerais para manter o seu poderio militar e industrial.
Charles Weight, chefe do US Bureau of Mines, março de 1964
Ao lembrar que na Austrália pelo menos 50% do capital das mineradoras tem de ser nacional e, lá, onde a maioria das empresas mineradoras são inglesas, e é país que tem a rainha da Inglaterra como Chefe de Estado, o Almirante Gama e Silva diz:
“certamente eles perceberam que não era bom seguir a recomendação do G7, segundo a qual os países subdesenvolvidos precisam ceder os seus recursos naturais para quitar as dívidas que contraíram”. [15]
Eis a origem (semi-velada) da ideologia globalizante. Vejam os senhores que, em 1979, 5,6% da população mundial que habitava os EUA consumia 40% dos recursos primários do Mundo. O National Petroleum Council calculava que em 1985 os EUA teriam que cobrir 75% de suas necessidades com importações de petróleo. E assim foi.
Alemanha, Inglaterra e EUA possuem leis regulando reservas estratégicas (intocáveis) em solo nacional tanto de carvão, como de petróleo e de minério de ferro entre outras. Este conceito também existe no Código de Mineração brasileiro.
Pergunto: não deveríamos preservar as jazidas, e do produto da lavra tirar o máximo proveito em favor do povo Brasileiro? Quem pode ser contra isto?
Minerais estratégicos e conflito armado
A própria Companhia Vale do Rio Doce teve seu início de uma necessidade militar em 1942 como testemunham alguns documentos fornecidos pela Aval.
A Vale foi criada pelos acordos de Washington que estabeleceram a participação do Brasil na II Guerra com o envio da força expedicionária à Itália.
Num acordo entre a Inglaterra, EUA e Brasil, o Brasil reassumia o controle das jazidas de Itabira que era reclamada pela Itabira Iron, e iniciava assim a grande empresa de economia mista (que obedecia à estratégia de nacionalização gradativa de Getúlio). Nessa ocasião, recuperávamos autonomia sobre o que era nosso.
Lembrem-se, também, como um eloqüente argumento e prova da ingerência dos grandes sobre os pequenos, da guerra do Golfo pelo petróleo.[16]
O conceito de segurança e a necessidade de matérias-primas vêm de longe. Durante a Guerra da Coréia, sito aqui como exemplo, o governo norte-americano encomendou à CIA a
(....)proteção de todas as instalações de valor estratégico localizadas fora do território nacional norte-americano. Essa proteção incluiu empresas como: Union Miniére du Haut Katanga (Congo Belga), Internacional Nickel Co. do Canadá, as plantas de bauxita em Curaçao e Trinidad, a Nicaro Nickel Co., em Cuba, onde os EUA mantêm uma base militar, o Suriname, os campos petrolíferos da Venezuela , a Standard Oil em Aruba, a refinaria Barkel na Indonésia, as plantas de estanho da Bolívia, o manganês da África do Sul, no Zimbábue e em Moçambique.
Quem não percebe então a questão militar? Ainda mais agravada pelo fato de que no Brasil a Vale possuir portos e estradas de ferro?
O Escritório de Minas dos EUA elaborou um catálogo de 32 minerais considerados estratégicos e críticos para a defesa nacional norte-americana. Apenas oito requerem importação menor do que 50%. Ali, o Brasil aparece como abastecedor de nióbio, berilo, minério de ferro, manganês, tântalo, e tório.[17]
E quais seriam as dificuldades a que o Globo está exposto? Em termos ecossistêmicos, o Almirante Roberto Gama e Silva classifica quatro grandes carências: crise de energia, de alimentos, de água potável e de minerais.
Para ele, o Japão e EUA seriam os mais sensíveis à dependência de alguns minerais estratégicos.
Assim sendo, pode-se concluir, desde já, que a crise de matérias- primas da natureza mineral afeta em primeiro lugar 30% da humanidade assentada nas regiões desenvolvidas. Os demais seres humanos só serão atingidos indiretamente porque dos subsolos das regiões em que vivem é o lugar em que os países ricos tentarão extrair os bens minerais.(....) Eis pois delineada a divisão do Planeta pretendida pela “Nova Ordem”: os Estados Transformadores ou prósperos, e os Extratores ou subdesenvolvidos”. (trecho de matéria do Jornal Hora do Povo)
O governo brasileiro parece ser o único a acreditar que estas riquezas não-renováveis sejam infinitas, ao tratar, como já denunciava Schumacher, as riquezas não-renováveis como bens de renda, quando são bens de capital, insubstituíveis.
Somos os únicos a não enxergar todo o valor econômico e militar destas reservas, ou, o que também é importante, seu poder de barganha.
E o mais espantoso: mostra-se o governo, pelo menos diante dos documentos que tivemos acesso, subserviente, omitindo-se diante da independência econômica e da verdadeira possibilidade de desenvolvimento nacional.
É incrível que troquemos estes bens insubstituíveis por riquezas virtuais: dinheiro, papel, cartas de crédito, rolagem de juros, como se não fosse o ouro, para nós, os dinossauros da economia real, o lastro histórico dos meios de troca[18]. E produziremos em breve - nos próximos cem anos - trinta toneladas de ouro/mês, segundo informa Severo Gomes acerca dos objetivos da Companhia Vale do Rio Doce.
Assim, em nome de um Estado no lugar certo, e de um compromisso com a “modernidade”, vamos entregando tudo. Como se fosse possível para um país em desenvolvimento fazer frente ao problema da concorrência sofrida pelo acúmulo histórico da exploração mineralógica dos capitais dos países produtores sem o socorro do Estado, vamos entregando tudo.[19]
A paz no Mundo e a globalização
A Terra proporciona o bastante para satisfazer a necessidade de cada (povo) homem, mas
não a voracidade de todos os (povos) homens.
Mahatma Gandhi
A fronteiras são demarcação de poder político, cultural, racial e lingüistico. Os economistas lutam para impedir que tais fronteiras se transformem em obstáculos econômicos...daí a ideologia do "Livre Comércio". (....) Os combustíveis fósseis e os minerais são bens de capital, não bens de renda. Pelo menos assim deveríamos tratá-los. E.F.Schumacher.
Pergunto-me se é ilícito ao povo brasileiro desejar garantir as próprias riquezas.
É ilícito que o Senado recupere sua prerrogativa?
É ilícito rever com urgência as concessões de pesquisa e lavra, as leis específicas do setor?
É inútil, para o país, sobretudo diante dos privilégios oriundos do monopólio de exceção, impedir que o sistema de negócios e trocas característicos de uma estatal passe para privados estrangeiros?
É ilícito querer saber se a Vale pode ser negociada sob suspensão de seus direitos de lavra?
Podemos nos expor à privatização sem rever o Código de Mineração em vigor e fazê-lo defender nossos interesses?
Um homem de negócios não consideraria que uma firma resolveu seu problema de produção, tornando-se viável se a visse rapidamente seu capital consumido.
Vejamos o que diz Hélio GASPARI sobre a Globalização:
(....) os regimes globalitários são os sucessores dos regimes totalitários. Nesses o poder era exercido por um partido único que não admitia oposição organizada, subordinando o interesse da pessoa ao do Estado.
Os regimes globalitários repousam sobre os dogmas da globalização e de um pensamento exclusivo na formulação da política econômica subordinando os direitos sociais dos cidadãos a razão competitiva entregando à banca o controle das sociedades. (Gazeta do Povo, 19/01/97)
Empreendedores envolvidos com o Mercosul refletem[20]:
As fronteiras são demarcações do poder político, cultural, racial e linguístico. Os economistas lutam para impedir que tais fronteiras se transformem em obstáculos. E.F. Schumacher (Acrescento: ao grande capital internacional).
A união de blocos de países formando uma zona de livre comércio, um mercado comum ou uma união econômica, não é uma idéia nova nem isolada nem espontânea. Esta idéia tem sido diligentemente pregada e perseguida ao longo dos anos por iniciativas varias. Sua base doutrinária parte do pressuposto (raramente verdadeiro) da complementaridade dos Estados.
Assim, aí estão a Comunidade Econômica Européia (CEE), a Associação Latino Americana de Livre Comércio (Alalc), o Pacto Andino, o Mercosul, a North American Free Trade Agrement (Nafta), a Asia Pacific Economic Cooperation (Apec); General Agreement on Tariffs and Trad (Gatt), a Organização Mundial do Comércio (OMC), a Comissão Econômica da ONU para a América Latina etc..
Estrangeiros têm reservas
minerais no Brasil?
Disse J. W. Bautista Vidal:
O código de mineração limita cada pessoa, física ou jurídica, a cinco autorizações de pesquisa para cada substância mineral e, no máximo, a cinqüenta de cada classe.
Há fortes indicativos de risco dos brasileiros perderem sua soberania nacional:
(....) Frauda-se este preceito legal com a criação de “empresas de papel”, criadas apenas para burlar a lei. Conforme atesta R. Gama e Silva no seu livro, somente a British Petroleum controla diretamente 34 “empresas de papel” e, em associação com a Brascan, mais 58 dessas empresas fantasmas. Avalia-se que, por meio desta prática fraudulenta, imoralmente tratada pelas autoridades brasileiras, corporações estrangeiras já mantinham em 1984 cerca de 9.970 reservas de área, incluindo pedidos, autorizações de pesquisas e certidões concedidas, representando uma superfície de aproximadamente 35 milhões de hectares, equivalentes portanto, aos territórios de duas Alemanha providas de riquíssimos subsolos (....). [21]
Quanto Vale?
Enquanto detentora de direitos de lavra, a Companhia Vale do Rio Doce vale dois a três trilhões de dólares. E mais, muito mais: vale o futuro.
Sem discutir valores, uma vez avaliada a empresa, os senhores consideram que, por exemplo, as coligadas estrangeiras, em número de 26, mais as 18 controladas venderiam pelo valor da avaliação a suas participações que totalizam 49% do capital total da empresa?
Particularmente, acredito que se a União fizesse a proposta eles não abririam mão de tais perspectivas. Não venderiam.
Agora, comparemos os volumes de recurso que o governo federal diz pela imprensa que irá arrecadar com a CPMF e vejamos se nós, brasileiros, não poderemos ter a Vale completamente nacionalizada. Podemos ou não?
A imprensa vem anunciando a arrecadação bilionária oriunda da nova contribução. Os valores são maiores do que, acredita-se, o governo arrecadará com a privatização da Vale. Com isso, estamos afirmando que a economia brasileira tem condições de absorver a totalidade de ações da Vale, posição contrária à da Cartilha do BNDES.
Por outro lado, afirma-se não apenas que a Companhia Vale do Rio Doce tem investimentos da ordem de trinta bilhões de dólares, como, também, que é detentora de concessões de reservas minerais avaliadas hoje na ordem de dois trilhões de dólares. Sua avaliação estaria por volta de 1% desse valor. Além disso, afirma-se que a empresa é a maior produtora de ferro do mundo e uma das maiores produtora de ouro do mundo[22].
Ouro é lastro de moeda (há quem defenda o contrário) e não deveria sair das fronteiras nacionais se o país verdadeiramente quisesse ser independente.
O ferro, do mesmo modo, só deveria sair beneficiado pela siderurgia nacional para beneficiar o país.
Quem, sendo a favor da nação brasileira, deixaria de protestar contra isso[23]?
(....) A companhia Vale do Rio Doce vendeu no ano passado 17.532 quilos de ouro, apenas 4.778 quilos foram comercializados no mercado interno , o restante foi para o exterior.
(....) Verificam-se dezoito toneladas de ouro, segundo o relatório da Empresa, evadidas oficialmente por ano. Acrescida do contrabando, pode-se imaginar a quantidade de lastro monetário a deixar as fronteiras do país nos últimos 52 anos, para, quando muito, pagar a rolagem de dívidas.
A Auditora Merriyl Linck, do processo de privatização, ligada ao governo dos EUA, recebe 12 milhões de reais por mês; é o equivalente a uma tonelada de ouro ao preço de hoje (fevereiro de 1997), conforme informa o Coronel Roberto, ex-chefe do SNI da Amazônia.
Nada disto pode ser desconsiderado. Tais fatos representam o indicativo do péssimo negócio que será feito, uma vez que: Jazida descoberta em Carajás deve dobrar a reserva de ouro da Vale do Rio Doce. Ela passaria de 450 toneladas para 950. A jazida Corpo Alemão tem 500 toneladas[24].
A Cartilha do BNDES: uma vergonha
Vista assim, depois do exposto - e não há outro meio de obter melhores informações - a Cartilha passa a ser uma vergonha, quase uma traição.
Porém ela faz algumas afirmações úteis para o nosso raciocínio.
1) A vale é uma empresa lucrativa que não representa ônus para a União.
2) A Vale é mais que uma empresa, é um agente de desenvolvimento.
3) A Vale é um orgulho e um patrimônio nacional.
4) As minas exploradas e por explorar estão e estarão sob domínio da empresa a ser vendida e portanto tais direitos serão transferidos. Há minas a serem, ainda, exploradas por quatrocentos anos.
5) Que uma tonelada de ferro a ser extraída daqui a trinta anos valerá menos do que uma extraída atualmente; o que, tudo leva a crer, é falso.
6) Que os lucros das operações no Brasil “podem” ser reinvestidos no Brasil. Ora, as riquezas são nossas os lucros destas riquezas econômicas devem ser incondicionalmente aplicados no Brasil. O simples fato do estrangeiro ficar com um recurso não-renovável já o endivida perante a sociedade brasileira.
7) Que as ações ordinárias não serão vendidas de forma pulverizada, o que indica intenção de privilégio. A cartilha do BNDES alega falta de poder da economia nacional de levantar fundos. Por outro lado, a publicidade do Governo Federal apregoa as vantagens da CPMF afirmando que, somente com ela, serão arrecadados 6,5 bilhões de reais num ano, valor superior à parte que caberia à Nação pela venda da Vale.
8) Que não há obrigação de investimento na área social por parte dos “compradores”, nem em infra-estrutura de transportes, portuárias ou percentual mínimo de investimento no social. Fica tudo por conta dos “possíveis impostos”.
9) Nega que a companhia e as coligadas tenham informações estratégicas sobre os recursos minerais, o que transformaria a compra em negócio de risco, o que é falso - fato largamente negado pela imprensa e por técnicos do setor. Cabe aqui um comentário: o Código de Mineração reconhece o direito e as técnicas de prospecção aéreas. Entende estas técnicas como "Reconhecimento Geológico" e admite o direito de uma companhia ter estes instrumentos inscrevendo-se como detentora de direito à pesquisa e lavra. O espaço aéreo brasileiro é controlado. Todavia o Projeto Radan mapeou toda a Amazônia fazendo, entre outras missões, a prospecção aérea, informação que está de posse de estrangeiros. E o Sivan, não vem na mesma linha? Acontece que os países que se envolveram com as pesquisas espaciais desenvolveram apuradas e moderníssimas técnicas de avaliação a distância, tanto das atmosferas como solos e subsolos de distantes planetas, que consideram terras-de-ninguém e possíveis fontes de riquezas e energias. Aconteceu que, certo dia, voltaram estas técnicas desde o espaço para o solo do planeta Terra e, há quem afirme que puderam mapear com razoável segurança todos os tesouros existentes sobre a superfície explorável do Planeta. Isto nos coloca em profunda desvantagem. Esse "Reconhecimento Geológico" burlou as leis de concessão de pesquisa de todos os países do Planeta, o que, por si, é motivo de estudos de Direito Internacional.
10)Como nenhuma companhia estrangeira está vendendo direito de lavra no Brasil - e existem mais de nove mil reservas de áreas feitas por estrangeiros no Brasil[25] -, só o argumento de que o Estado estaria fora de sua função é argumento insuficiente para a venda da Companhia Vale do Rio Doce, mais ainda, considerando-se que o valor da venda cobrirá uns poucos meses de juros da dívida interna brasileira, chega a ser um absurdo a venda da Vale.
Recapitulando
Pergunto-me, diante do exposto, se haveria verdadeiro motivo para a venda da Companhia, além dos interesses de capitais estrangeiros.
Não seria a CVRD mais uma peça no programa de desnacionalização da economia? (Coroada pela alíquota zero para importação de auto-peças e o Banckrupt da Agricultura - ver CPI da Agricultura, 1993).
Quando Getúlio Vargas, manifestando suas intenções de nacionalização da economia no período entre 1934 e 1937, introduziu no texto da Constituição de 37, explícita, clara e textualmente, a necessidade de nacionalização da economia em nome da soberania do Estado e, naquela ocasião, dava-se algum tempo para bancos e empresas estrangeiras colocarem no mercado suas ações para que, uma vez adquiridas pelos cidadãos brasileiros, fizessem, assim, parte do patrimônio nacional junto com seus capitais.
Percebia-se nesta intenção o segundo grito de independência da Nação .
Como, naquelas constituições do passado, e na atual, as riquezas econômicas pertenciam e pertencem à Nação e ao Estado.
Trata-se de princípio que, semelhantemente encontramos nas Constituições de países como: Austrália, lei do uso do subsolo; Coréia, Artigos 119 e 120; Filipinas, Artigo XII seção 2; Áustria, Artigo 10 (1-4); Angola, Artigo 11; Cabo Verde, Artigo 11; Moçambique, Artigo 8; São Tomé e Príncipe, Artigo 4 (2); México, Artigo 27; Peru, Artigos 118, 122e 128 (os bens públicos, cujo uso é de todos, não são objeto de direitos privados); Portugal, Artigo 81, letras E e N; Alemanha, Artigo 74 (15).
Com efeito, o Estado detém a vantagem de explorar riquezas estratégicas, fazendo-nos concluir que são essenciais tanto a posse quanto os benefícios da exploração de nossas riquezas.
A Constituição dos EUA não fala diretamente dos minerais, mas o Escritório de Minas e Energia Americano prevê reservas estratégicas em solo nacional.
No nosso caso, a exploração, ainda que pelo Estado, no interesse da Nação, ou interesses privados, nacionalizados, que beneficiem estas riquezas aqui no Brasil, seria sempre vantajosa[26].
Isto chega a ser uma obrigação. Porém, não podemos esquecer que a recente mudança constitucional sobre o conceito de Empresa Nacional coloca na mão de estrangeiros a exploração privada em grande escala, o que nos inclina à defesa da manutenção da Estatal Vale do Rio Doce e à revisão do Código de Mineração brasileiro, que é anterior à Constituição de 1988.
Não, podemos admitir em nome da globalização a transformação do Brasil em paraíso de montadoras, tampouco num fornecedor escravizado de mão-de-obra e riquezas primárias.
No caso da indústria automobilística por exemplo, o Geimote, ao tempo de Juscelino, propunha a nacionalização da indústria por intermédio da gradativa nacionalização da indústria de peças.
Atualmente, as altas alíquotas para importação de veículos caros e sem concorrência no mercado sangra economias privadas de classe média e as alíquotas quase zero para importação de peças desestimula todo o parque industrial de peças automotivas.
Getúlio Vargas não confundia nacionalização com estatização mas também não negava a segunda. Isso nos permite inferir que ele defendia a soberania e o verdadeiro desenvolvimento tecnológico e social do Brasil.
Considerando que o Artigo 163 da Constituição de 1967 propiciou licitamente o surgimento das estatais com direito ao monopólio, não há ou houve inconveniente em criar e manter a Companhia Vale do Rio Doce.
Desde os tempos de Getúlio, as políticas de monopólio estatal não propunham, e não ousavam supor, como estão nos fazendo hoje, que este "desenvolvimento" e esta modernidade sejam, por assim dizer, uma participação dos “benefícios” oriundos dos Planos de Desenvolvimento e Sobrevivência das Economias das Nações Industrializadas.
Nosso desenvolvimento, nesta virada da história, tem de ser verdadeiro e, por isto, devemos pagar o preço da independência.
Fica claro para nós, que à época de Getúlio esperava-se, com a nacionalização da economia, um desenvolvimento livre e soberano do Brasil. Jamais se pretendeu, portanto, entregar as riquezas do país em troca de uma “melhoria” de nível das elites consumistas da nação ou de um poder político subserviente.
Uma companhia detentora de direitos de lavra acumulados de forma muito particular durante o longo período em que foi, na prática, quase o objeto de "monopólio" estatal, praticamente a única economia ativa do setor - sofreu a privatização branca, como afirma Severo Gomes tendo em certo período a minoria das cotas, tendo à época que intervir o presidente José Sarney -, exige, para ser privatizada enquanto companhia de risco e não estatal, a anulação de todos os direitos contratuais de exploração.
O que defendo aqui, que fique bem claro, é o meu posicionamento contra a entrega de riquezas brasileiras insubstituíveis.
Entrega-se tudo. O artigo 176 garante ao "consórcio" privado (dentro do novo conceito de Empresa Nacional) o produto da lavra?
Não podemos transferir um “mercado” licitamente privilegiado pelo status de estatal para o capital internacional.
Não podemos por à venda pelo preço mal equiparado do "capital imobilizado" da Vale riquezas em jazidas exploráveis até a exaustão. Isso porque o Estado - o povo - é o proprietário do produto da lavra.
Em 1987, Bautista Vidal denunciava mais de nove mil reservas estrangeiras totalizando uma área maior que duas Alemanhas medidas sobre o solo nacional, o que não pode ser entregue, desta maneira, ao capital internacional. Por quê?
Porque assim todo o Trade System obtido de maneira invulgar pelo privilégio de um quase monopólio estatal não pode ser transferido a interesses estrangeiros.
Este Trade System de privilégios característicos de estatal poderá se tornar, ou melhor, haverá de se tornar um Sweatin System (sistema que faz suar) explorando a mão de obra (e riquezas) a preços vis.
Assim, apoiado no fato de que o BNDES diz não acreditar na possibilidade de se colocar as ações da Companhia Vale no mercado interno[27] e que o próprio BNDES admite a lucratividade da empresa, não se justifica a sua venda. Tampouco pode ser justificada a venda, ainda que apenas de instalações, corpo técnico e tecnologia.
Nesse sentido, fica evidente o prejuízo dos cidadãos brasileiros ao acesso a capitais genuinamente brasileiros porque, impedidos pela Emenda Constitucional, como já dissemos, que alterou o conceito de Empresa Nacional, estarão prejudicados. Muito menos pode-se admitir uma administração compartilhada dos minerais e combustíveis energéticos, o que seria uma traição ao Brasil[28].
Além disso, é preciso destacar que portos, estradas, ferrovias, por serem bens de uso comum e importante para a segurança da nação e da economia, não devem ser privatizados, é possível privatizar apenas os seus serviços.
A submissão do governo federal na proteção dos interesses estrangeiros, acrescido de um exército enfraquecido - com riscos de nos próximos anos também ter disposições constitucionais modificadas descaracterizando a sua função -, de um povo manipulado pela mídia - que possui suas principais fontes em agências estrangeiras de notícias -, põe em risco sem dúvida a soberania nacional.
Tal submissão atrela o país aos ideais globalizantes os quais, segundo Hélio Gaspari, apresenta-se como a pior das escravidões: uma ideologia que não suporta mais qualquer oposição, um capital “virtual” gerido por um “Estado Virtual”, um estado global que não permitirá qualquer limite sobre o uso das riquezas do globo.
Contudo, trata-se de um "Estado Global", virtual, que não nos garante, nem poderá fazê-lo, acenar com qualquer sombra de justiça e equidade social.
Sinto que, cada vez mais, seremos condenados ao rol dos países fornecedores: tudo em troca, mais uma vez, de privilégios feitos entre elites desvinculadas - por livre opção - do bem comum.
Quem é a favor,
quem é contra: alguns nomes
Durante a manipulação dos documentos citados acima, no caput deste manifesto, acrescidos da manipulação de jornais, pudemos localizar algumas personalidades que se manifestaram claramente a favor ou contra a privatização da Companhia Vale do Rio Doce. Julgamos útil enumerá-las:
A favor da privatização:
Fernando Henrique Cardoso, presidente da República; Fernando Collor de Mello, ex-presidente da República; Geraldo Mello, senador; Esperidião Amim, senador; Vilson Kleinubing, senador; José Roberto Arruda, senador; Luiz Carlos Mendonça de Barros, presidente do BNDES; João Nogueira; Paulo Soares; Jorge Lima; Paulo Sérgio Pinheiro, este último o mesmo que prefaciou o livro-denúncia do “falecido” Severo Gomes; Eliezer Batista, ex-presidente da Companhia Vale do Rio Doce.
Contra a privatização:
José Eduardo Dutra, senador; Severo Gomes, ex-senador, ex-ministro; Almirante Gama e Silva; Coronel Roberto Monteiro de Oliveira, ex-chefe do SNI do Amazonas; J.W. Bautista Vidal, ex-secretário do Ministério da Indústria e Comércio; Mauro Santos Ferreira, economista do Banco de Desenvolvimento de MG;
Fabrício Augusto, economista e professor da Unicamp; Milton José Martin Bueno, presidente da Metalbase; José Cardoso, jornalista de O Estado de São Paulo; Itamar Franco, ex-presidente da República; José Sarney, ex-presidente da República, ex-presidente do Senado; Luiz Inácio Lula da Silva, ex-deputado federal, ex-presidente do Partido dos Trabalhadores; José Greenhallgh, deputado federal; Benedita da Silva, senadora; Eduardo Suplicy, senador; Antonio Ermírio de Moraes, presidente do Grupo Votorantim; Euclides Panedo Borges, ex-presidente da Vale Sul; Aloysio Biondi, jornalista da Folha de São Paulo; Hélio Fernandes, jornalista; Oscar Niemeyer, arquiteto; Paulo Sérgio Pinheiro, há dez anos; José Aparecido de Oliveira, ex-ministro; Moacir Werneck de Castro; Luís Fernando Veríssimo, escritor; Darcy Ribeiro, senador falecido recentemente; José Carlos de Assis, economista; Ivan Alves Filho, historiador; Taka Siqueira, professor da UEMG; Barbosa Lima Sobrimho, jornalista; Leonel Brizola, ex-governador do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro; Valdir Pires, ex-governador, ex-ministro; Maria Conceição Tavares, deputada federal; Socorro Gomes, deputada federal; Vicente Paulo da Silva, presidente da Centra Única dos Trabalhadores; Lúcio Alcântara, senador; Epitácio Cafeteira, senador; Ademir Andrade, senador; Pedro Simon, senador; Leo de Almeida Neves; Roberto Requião, ex-governador do Paraná, senador; entre tantos outros.
Conclusão
Por ter como função representar o povo no Legislativo e fiscalizar os atos do Executivo Federal, lamento o difícil acesso e a inexistência de documentos disponíveis para análise, além dos aqui citados em conjunto com os dados fornecidos pela imprensa, o que prejudicou uma análise mais bem fundamentada deste trabalho.
Diante da importância do tema, tal fato denuncia, sobretudo, o descuido, a desinformação das autoridades e do povo. Todavia fica, mesmo assim, muito bem denunciada a fragilidade dos argumentos do Governo.
Desse modo, advogo:
1) sobre a necessidade do Senado Federal recuperar as suas prerrogativas (perdidas pela lei 8031) de dar a palavra final sobre a privatização da Vale;
2) sobre a necessidade de dar conhecimento ao Congresso Nacional do conteúdo do relatório do Conselho de Desestatização e exigir um relatório do Conselho de Defesa conforme explicita o texto Constitucional;
3) tomando por base as informações do senador José Eduardo Dutra de que há jazidas que serão exploradas ainda por quatrocentos anos, - caso de Carajás - defendo uma revisão (e não discuto se possível ou não) dos contratos de concessão, permissão e análise da legislação reguladora do setor, uma vez que muda o Trade System, revendo todo o sistema concedente de direitos de pesquisa e lavra, em nome dos interesses nacionais;
4) que o Ouro, por ser lastro monetário (histórico) e riqueza insubstituível, deveria ser impedido de sair do país. Há quem não concorde, todavia é necessário reconsiderar[29] tal conceito;
5) entendo que a privatização da Vale não é um bom negócio para a Nação e diante daquilo que foi exposto aqui pode-se supor a hipótese de que tudo seja orquestrado desde o exterior.
6) em nome da prudência e do bom senso, tendo em vista os capitais envolvidos e o tamanho do volume de riquezas não-renováveis a ser transferido ainda por um tempo indeterminado e um futuro incerto, para mãos estranhas aos interesses nacionais, aconselho que a Companhia Vale do Rio Doce deva permanecer como Estatal (majoritária) de Capital Misto com tendências à total nacionalização;
7) que não seja possível defender a transferência de tamanhas riquezas em nome da dívida interna. Muito menos em nome de possíveis recursos para saúde educação etc.. Depois de arrecadados mais de 11 bilhões de reais, nada se fez com este dinheiro pela educação, saúde etc..
Dos mais de quatro bilhões que o Estado receberia (caso fosse efetuada a venda) pela privatização da Vale, nada ou quase nada adiantaria para minimizar os juros da dívida interna como podemos deduzir dos seguintes textos.
Vejamos:
A dívida interna subiu 62,39%. De 108 bilhões passou para 176,173 bilhões. Desde 1994 com o inicio do plano Real a divida interna subiu 195,9 %. Seis bilhões é atribuído ao empréstimo feito aos bancos privados, a ajuda aos bancos respondem por 24,362 bilhões de reais. Cinco bilhões é de responsabilidade do Tesouro Nacional e 9,987 bilhões é identificada só pela entrada de moeda estrangeira que entrou no país no ano passado[30].
À mesma época, afirmou a jornalista Lillian WITTE FIBE:
O economista Paulo Guedes, de conhecida tendência liberal, não tem medo de dizer que, em dois anos e meio, o Governo conseguiu a proeza de “abrir um buraco” de US$ 100 bilhões nas contas públicas.
Por sua vez, o economista Paulo GUEDES tem outros números significativos:
O governo detinha em 1994 US$ 42 bilhões em participação nas empresas estatais e devia internamente mais ou menos uns US$ 50 bilhões. Defendia-se a venda das estatais para pagar os credores. Hoje, o valor de mercado das estatais (que sobraram) é estimado em perto de US$ 55 bilhões e a dívida pública mais do que triplicou e chega a US$ 170 bilhões.
Na esperança de que este trabalho amplie e fortaleça a convicção de todos aqueles que amam o Brasil para que defendam nosso patrimônio insubstituível - nossas fontes energéticas e minerais - para garantir o verdadeiro desenvolvimento do país, sou contra a privatização da Companhia Vale do Rio Doce.
Pelo bem-estar do povo brasileiro, de suas futuras gerações e por tudo o que foi dito
acima, sou CONTRA a privatização da
Companhia Vale do Rio Doce!
Maurício Requião
Deputado Federal (PMDB)
[1] Texto de apoio: BOXER C.R., A Idade do Ouro no Brasil. Companhia Editora Nacional, 1963.
[2] Texto de apoio: PLÁCIDO E SILVA, Dicionário de Vocabulário Jurídico, p. 1243-46
[3] Textos de apoio: AZAMBUJA, Darcy. Teoria Geral do Estado
DALARI, Dalmo de Abreu. Elementos da Teoria Geral do Estado
[4] Na obra Retrato do Brasil, Ed. Política, no cap. Espoliação Mineralógica, de autoria de Marcos Dantas, atribui-se esta separação constitucional entre propriedade do solo diferenciada da propriedade do subsolo como uma conseqüência da compra pelo inglês Muley Cotto, que, ao possuir informações privilegiadas, comprou, em 1909, extensas regiões de terra Itabira, onde organiza o Brazilian Hematite Syndicate, para exportar minério. Em 1911, seu sucessor, Percival Faquhar organiza a Itabira Iron e solicita o monopólio do transporte de minérios. Em 1939, Getúlio declara caducas essas concessões devido a seus interesses nacionalistas.
[5] Ver a denúncia feita pelo ex-Embaixador da Venezuela diante dos mais de quarenta anos de exploração do petróleo naquele país por empresas estrangeiras, sem deixar uma contrapartida à altura das riquezas exploradas e que são insubstituíveis.
[6] Entende-se esta humanidade conceptual, sempre, como as “necessidades de sobrevivência das nações desenvolvidas”.
[7] Ver: ROSECRANCE, Richard. O Surgimento do Estado Virtual - território um conceito ultrapassado. Universidade da Califórnia, Gazeta Mercantil, p. 33 e seguintes, 8 de novembro de 1996.
[8] Folha de São Paulo, 3 de fevereiro 1997, artigo de Clóvis Rossi:
[9] Folha de São Paulo (sem-data)
[10] Gazeta do Povo, 24 de janeiro 1997
[11] Gazeta do Povo, 26 de Janeiro de 1997
[12] Gazeta do Povo, 24 de Janeiro de 1997
[13] Citação extraída do livro de GOMES, Severo. Vale do Rio Doce: Uma Investigação Truncada. Ed. Paz e Terra.
[14] Citação de GOMES, no mesmo livro.
[15] Jornal Hora do Povo, 19 de dezembro de 1996.
[16] Ver o conceito de intervenção armada, do Coronel Roberto MONTEIRO, in: Ameaças à Soberania da Amazônia
[17] The United States and Global Struggle for Minerals, 1979, p. 150-1, editado pela Universidade do Texas
[18] Alguns autores negam "modernamente" a função do ouro como lastro monetário. Isto deve-se, tudo indica, ao fato de o ex-presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon, haver declarado em 1973 a não-paridade ouro/dólar. Naquele momento começava o mercado internacional de papéis sem lastro. Nixon, o presidente do escândalo Watergate, cujo período de governo ficou conhecido como um exemplo de Estado contra o cidadão, deu-nos o mais forte argumento contra esse fenômeno mundial em substituir riquezas reais por riquezas virtuais. Texto de apoio: ARBEX JÚNIOR. A outra América, Editora Moderna, 1994.
[19] Ver o Estado Virtual, Capital sem Território e Povo, Gazeta Mercantil, 8 de novembro 1996, pag. 33 e seguintes
[20] A idéia está expressa no documento: Globalização do Comércio de Bens e Serviços - Os Megablocos - O Mercosul, de 21 de maio de 1995, de autoria do Conselho Paranaense da Livre Iniciativa
[21] Texto publicado no jornal Tribuna da Bahia, em 19 março de 1987.
[22] Documento da Aval, Cartilha do BNDES.
[23] Gazeta do Povo, 28 de janeiro de 1997.
[24] Folha de São Paulo, 3 de fevereiro de 1997.
[25] Ver a Privatização Branca da Vale, Senador Severo Gomes, CPI da Vale do Rio Doce.
[26] Até a Constituição alemã prevê o mesmo sobre empresas estatais.
[27] Cartilha do BNDS, p.15, item 15.
[28] Ver: OLIVEIRA, Roberto Monteiro de. Ameaças à Soberania da Amazônia e Administração Compartilhada, perda da Soberania.
[29] Ver caso da queda do embaixador Suíço por causa do ouro Alemão.
[30] Gazeta do Povo, Caderno Nacional, 28 de Janeiro de 1997.
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sábado, 7 de janeiro de 2012
Um texto muito importante.
Marcadores:
`Para a reflexão de todos
Homofobia em destaque.
Perseguir o doente é uma aberração,
jUSTIFICAR SUA DOENÇA, É MAIOR AINDA.
Homofobia em debate.
Preste muita atenção ao que eu vou dizer. Pode alguém ser condenado por ter câncer, sífilis, tuberculose, ou AIDS? Essas pessoas estão doentes. Podemos supor alguma negligencia, mas pessoas normais não procuram a doença.
Podemos dizer que a doença faz parte da infortunística, é um infortúnio, uma má sorte, que precisa, na medida do conhecimento ser combatida e curada.
A Fobia, por outro lado, se você for a qualquer manual de psicopatologia, é um estremado medo ou aversão incontrolável. Portanto a fobia é uma doença de fundo emocional classificada como neurose. É tratável, porém muitas vezes esta acima das possibilidades conscientes do individuo. Enfim é doença, e alguma fobia, conforme o grau de desenvolvimento é: incurável. Fato lamentável.
O homossexualismo, embora, tenha sido declarado pela Organização Mundial da Saúde (dizem) em documento que nunca li, como não sendo uma doença ORGANICA, é um desvio patológico do impulso sexual, quer queiram quer não. è um desvio anti-vida. Você não concorda?
Você é moderno e pensa que é uma opção sexual da pessoa, então vejamos: Um gosta do sexo com cachorros (masculinos) ou cadelas, outros com cavalos ou éguas, outros com crianças do sexo masculino ou feminino, outros com velhinhos de ambos os sexos, outros com mortos quentinhos ou gelados de ambos os sexos, outros optaram pela violência antes e depois do sexo (sado masoquismo), e você acha que isso é opção? Para que serve o sexo?
Você quer mesmo acreditar, que isso é uma relação romântica, adequada e normal? Um, outro qualquer, em nome da "bissexualidade" quer ter no ato sexual dois parceiros, ou três, e logo, logo, em nome dessa nova opção estará reivindicando a união civil, ou religiosa poligâmica. Segundo o seu pensar isso também é uma opção, não ê?
E se um dos parceiros for uma criança? Ou um animal?
Eu não vou responder por você.
Agora, se você acha que ser homossexual, bissexual, trans sexual é normal, ter fobia não é.
Então vamos pegar por ai. Se você deve aceitar, um profundo desequilíbrio sexual como normal, porque então, veja se você me entende, perseguir e acusar “doentes” fóbicos, que não fizeram opção pela fobia que têm, e que não conseguem conviver normalmente, com pessoas que têm comportamento sexual anormal e escandaloso.
Esta aversão... para você é mais do que doença é crime de discriminação punivel e imputável.
Estes seriam os novos inimigos da sociedade, os homofóbicos. Eles devem ser apedrejados em praça pública... perguntem a um homossexual.
Então preste atenção o homossexual é fobico do sexo oposto, portanto além da inversão do instinto seu comportamento é fobico, portanto neurótico. E esses não devem ser apedrjados em praça pública.
Porque então penalizar as pessoas que tem fobia pelos homossexuais e outros desvios sexuais? Ou seja, a fobia é uma doença, molestar sexualmente uma criança não. Para você ter ralações homosexuais ou bisexuais, não é doença....é prazer!
Compreendem que não há critério?
Temos que respeitar os que optaram pela violência? A violência sexual também dá prazer. Pela Promiscuidade? Pela Pedofilia? Peo sado masoquismo?
A pedofilia com crianças do mesmo sexo, se vocês não sabem, é homossexualismo. E o homossexualismo, segundo todos, deve ser aceito. Enão devemos nos acustumar com a ideia da legalização da pedofilia... pois é uma forma de homossexualismo.
Porque obrigá-los, então, aos fóbicos, a aceitar aquilo que lhes é impossível aceitar?
Vamos considerar uma verdade, existem heterofóbicos tanto quanto existem homossexuais, e esses últimos, os homossexuais ou Heterofóbicos, pois se não o fossem não teriam aversão ao sexo oposto, não são considerados abjetos. Ou seja, homofobia é crime... Heterofobia que é a homossexualidade, não é.
Compreendem? Ou tudo ou nada.
Ser heterossexual, ( a boa e fertil relação entre um homem e uma mulher) meus caros é normal, e não é fobia. Ser heterossexual é garantir a vida. Foi a natureza que criou e ordenou a sexualidade ( para não falar de Deus). Então, se há uma política pública necessária para os heterofobicos ou, também chamado de homossexuais, é, antes de mais nada ofertar-lhes psicoterapia.
Por que? Porque o mais fundamental dos direitos é o direito à vida, e defende-la é a base do direito humano. A relação homossexual é essencialmente esteril e atenta contra a vida.
E os normais? Estes individuos tão perseguidos, a eles se nega até a opinião? Eles vão vivendo, e gerando filhos.
Os homossexuais pelo contrário vão envelhecendo e morrendo em sua triste doença relacional. E há quem não veja isso.
Wallace Requião de Mello e Silva.
OBS Voc~Es devem se peguntar o porque de eu cometer tantos erros, é que eu não enxergo mais... simples.
E um cego guiando outro cego.... he, he, he.
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jUSTIFICAR SUA DOENÇA, É MAIOR AINDA.
Homofobia em debate.
Preste muita atenção ao que eu vou dizer. Pode alguém ser condenado por ter câncer, sífilis, tuberculose, ou AIDS? Essas pessoas estão doentes. Podemos supor alguma negligencia, mas pessoas normais não procuram a doença.
Podemos dizer que a doença faz parte da infortunística, é um infortúnio, uma má sorte, que precisa, na medida do conhecimento ser combatida e curada.
A Fobia, por outro lado, se você for a qualquer manual de psicopatologia, é um estremado medo ou aversão incontrolável. Portanto a fobia é uma doença de fundo emocional classificada como neurose. É tratável, porém muitas vezes esta acima das possibilidades conscientes do individuo. Enfim é doença, e alguma fobia, conforme o grau de desenvolvimento é: incurável. Fato lamentável.
O homossexualismo, embora, tenha sido declarado pela Organização Mundial da Saúde (dizem) em documento que nunca li, como não sendo uma doença ORGANICA, é um desvio patológico do impulso sexual, quer queiram quer não. è um desvio anti-vida. Você não concorda?
Você é moderno e pensa que é uma opção sexual da pessoa, então vejamos: Um gosta do sexo com cachorros (masculinos) ou cadelas, outros com cavalos ou éguas, outros com crianças do sexo masculino ou feminino, outros com velhinhos de ambos os sexos, outros com mortos quentinhos ou gelados de ambos os sexos, outros optaram pela violência antes e depois do sexo (sado masoquismo), e você acha que isso é opção? Para que serve o sexo?
Você quer mesmo acreditar, que isso é uma relação romântica, adequada e normal? Um, outro qualquer, em nome da "bissexualidade" quer ter no ato sexual dois parceiros, ou três, e logo, logo, em nome dessa nova opção estará reivindicando a união civil, ou religiosa poligâmica. Segundo o seu pensar isso também é uma opção, não ê?
E se um dos parceiros for uma criança? Ou um animal?
Eu não vou responder por você.
Agora, se você acha que ser homossexual, bissexual, trans sexual é normal, ter fobia não é.
Então vamos pegar por ai. Se você deve aceitar, um profundo desequilíbrio sexual como normal, porque então, veja se você me entende, perseguir e acusar “doentes” fóbicos, que não fizeram opção pela fobia que têm, e que não conseguem conviver normalmente, com pessoas que têm comportamento sexual anormal e escandaloso.
Esta aversão... para você é mais do que doença é crime de discriminação punivel e imputável.
Estes seriam os novos inimigos da sociedade, os homofóbicos. Eles devem ser apedrejados em praça pública... perguntem a um homossexual.
Então preste atenção o homossexual é fobico do sexo oposto, portanto além da inversão do instinto seu comportamento é fobico, portanto neurótico. E esses não devem ser apedrjados em praça pública.
Porque então penalizar as pessoas que tem fobia pelos homossexuais e outros desvios sexuais? Ou seja, a fobia é uma doença, molestar sexualmente uma criança não. Para você ter ralações homosexuais ou bisexuais, não é doença....é prazer!
Compreendem que não há critério?
Temos que respeitar os que optaram pela violência? A violência sexual também dá prazer. Pela Promiscuidade? Pela Pedofilia? Peo sado masoquismo?
A pedofilia com crianças do mesmo sexo, se vocês não sabem, é homossexualismo. E o homossexualismo, segundo todos, deve ser aceito. Enão devemos nos acustumar com a ideia da legalização da pedofilia... pois é uma forma de homossexualismo.
Porque obrigá-los, então, aos fóbicos, a aceitar aquilo que lhes é impossível aceitar?
Vamos considerar uma verdade, existem heterofóbicos tanto quanto existem homossexuais, e esses últimos, os homossexuais ou Heterofóbicos, pois se não o fossem não teriam aversão ao sexo oposto, não são considerados abjetos. Ou seja, homofobia é crime... Heterofobia que é a homossexualidade, não é.
Compreendem? Ou tudo ou nada.
Ser heterossexual, ( a boa e fertil relação entre um homem e uma mulher) meus caros é normal, e não é fobia. Ser heterossexual é garantir a vida. Foi a natureza que criou e ordenou a sexualidade ( para não falar de Deus). Então, se há uma política pública necessária para os heterofobicos ou, também chamado de homossexuais, é, antes de mais nada ofertar-lhes psicoterapia.
Por que? Porque o mais fundamental dos direitos é o direito à vida, e defende-la é a base do direito humano. A relação homossexual é essencialmente esteril e atenta contra a vida.
E os normais? Estes individuos tão perseguidos, a eles se nega até a opinião? Eles vão vivendo, e gerando filhos.
Os homossexuais pelo contrário vão envelhecendo e morrendo em sua triste doença relacional. E há quem não veja isso.
Wallace Requião de Mello e Silva.
OBS Voc~Es devem se peguntar o porque de eu cometer tantos erros, é que eu não enxergo mais... simples.
E um cego guiando outro cego.... he, he, he.
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sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Texto postado pela terceira vez.
Eu gosto muito desse texto abaixo. Estou republicando pelo interesse despertado pelos artigos sobre o Código Florestal Brasileiro, Também gosto muito da gravura que ilustra o texto pois ela nos mostra que o MEIO AMBIENTE não é uma célula estanque presa aos problemas do planeta, mas esta submetida às influencias cósmicas, que via de regra estão muito acima de qualquer capacidade humana de preservação. Ao mesmo tempo que mantém os homens em alerta de que eles têm muito para conhecer e conquistar. No entanto isso não nos desobriga com os cuidados necessário com a nossa casa, todavia a nossa verdadeira casa é o nosso corpo regido pelos valores morais reguladores de nossa ação cotidiana.
Desideratus, desideratum, palavras latinas que nos dizem do desejo das estrelas
A Ecologia Cristã. (Texto de Wallace Requião de Mello e Silva publicado pelo “O Estado do Paraná” em 10 de Março de 1991).
A ecologia cristã difere muito da ecologia neopagã. A ecologia neopagã supõe uma onipotência da matéria e da natureza, diferentemente da ecologia cristã que pressupõe a existência de Deus. Deus que é o criador de todas as coisas vivas e de toda a matéria, não se confunde com sua criação, com as coisas criadas, e é capaz de criar tudo novamente e tudo retirar do nada.
Por outro lado, os ecologistas neopagãos, acreditam que o homem é capaz de destruir toda a natureza, ou conservá-la ao seu bel prazer, argumento falso e ingênuo, que despreza a realidade cósmica onde estamos inseridos. A natureza cósmica é imensa e o homem ínfimo. Quando nos detemos a contemplar as relações dos seres vivos com seu meio ambiente, percebemos de imediato a fragilidade do argumento neopagão. Por exemplo: estiveram ao sabor da vontade humana as glaciações? Estão ao sabor da vontade humana os desvios da eclíptica? Os movimentos dos planetas, as manchas solares e suas conseqüências, os terremotos, maremotos e os vulcões que mudaram muitas vezes a face do planeta... e, ou, a assustadora extinção das espécies que dizem ter existido antes do surgimento dos homens? É claro que não.
A ecologia cristã admite um meio ambiente exterior e imediato ao homem, onde predomina e impera a onipotência de Deus, e um meio interior, onde impera a inteligência, à vontade e o livre arbítrio do homem. A ecologia cristã admite que Deus tenha vontade sobre o homem e sobre todas as coisas criadas, mas que ao mesmo tempo respeita a liberdade que ele mesmo deu ao homem. É essa liberdade de escolha que difere os homens dos animais.
No entanto o ecologista cristão sabe que a vontade de Deus sobre a criação não é algo velado e subjetivo, mas sim é expressão clara e objetiva. Chamamos a essa minuciosa expressão da vontade divina de Ecologia Revelada, ou melhor, ecologia deduzida da revelação divina. Assim o ecologista cristão ao admitir a ação do homem sobre o meio ambiente exterior reconhece que essa ação é sempre precedida de uma ação interior, uma ação ou omissão da alma.
O ecologista cristão ao isolar o homem dos outros seres vivos pela liberdade de escolha, sua máxima característica, admite a moralidade de todo o ato humano, ou seja, se o ato não é moral, não é humano, e os teólogos o diferenciam dos atos do homem, atos vitais do homem enquanto ser vivo. Posto isso a ecologia cristã é essencialmente moral, espiritual, e visa restabelecer a ordem e harmonia do interior humano. Este fenômeno de harmonia interior é que se refletirá no meio ambiente exterior (imediato e ao alcance do homem). Tudo submetido aos desígnios de Deus.
Dessa forma e diante dessa linha moral é que se percebe, por exemplo, que de nada adiantará a proteção às baleias se aqueles que as defendem são favoráveis ao aborto. Acho que é patente a contradição.
Podemos afirmar que não haverá movimento ecológico verdadeiro e eficiente se o militante não acreditar, e perceber que existe uma vontade perfeita sobre todas as coisas e sobre todas as criaturas, e no caso humano essa vontade perfeita nos fez e exige que sejamos morais. Pois vista unicamente seguindo uma ótica materialista a matéria em constante transformação destruirá a si mesma para galgar novas formas, portanto, não haveria o que preservar e o homem por sua vez, viverá apenas para ser instrumento de destruição da matéria sobre si mesma. Chamam os neopagãos (materialistas) a este processo de evolução e acidentalidade da matéria... Tolice.
Os ecologistas cristãos sabem e pregam que a vontade perfeita, divina, necessária para a formulação do conceito de harmonia é revelada e confirmada em Jesus Cristo de uma maneira clara, normatizando e preservando a harmonia interior do homem e deste modo regulando todas as suas relações com os outros homens e deles para com todo o universo criado em Deus. (quando digo em Deus, não digo dentro de Deus, que é panteísmo, digo em Deus, segundo as normas de Deus)
O conceito de crime ecológico nada mais é que a ação criminosa (imoral) do homem, grupo de homens ou de toda a sociedade sobre o meio que lhe circunda, pois põe em risco a vida, e preservar a vida é ato moral. Sendo ação humana muitas vezes consciente e livre realiza uma ação interior, uma ação moral. Portanto a ação que resulta em crime ecológico é uma ação moral, pois se não fosse moral não haveria crime. (um animal não comete crime ambiental). Assim sendo, o conceito de crime ecológico é inferior e está contido no conceito de crime, pois o primeiro antecede o segundo e é a sua causa. Muito diferente é o conceito de acidente ecológico que é sempre um acontecimento fortuito, infeliz, lamentável. Assim entendido, ambos os conceitos citados acima estão contidos no conceito cristão de pecado. O pecado, sob a ótica do Direito, e da Teologia, é enquanto ofensa a vontade de Deus (Sagradas Escrituras e Mandamentos) é, num só tempo, lesão a harmonia e lesão aos direitos de outrem, e por conseqüência é causador de perturbação grave na ordem do ambiente moral, social e físico no entorno do homem, que pode ser entendido como crime ecológico, tanto pela ótica da revelação como pela ótica da lei natural. Concluímos, portanto que não haverá verdadeiro espírito ecológico enquanto houver perseverança no pecado, seja essa perseverança individual ou coletiva.
Se compreendermos perfeitamente essa relação, poderemos então concluir a titulo de exemplo, que não há ecologia onde houver homicídio (pecado contra á vida), onde houver homossexualismo (pecado contra a natureza), onde houver aborto (pecado contra a natureza, a vida e a espécie), onde houver anticoncepção (pecado de soberba que supõe ao homem a capacidade de previsão do futuro), onde houver divórcio (pecado contra a base das relações sociais, a família, contra os filhos e sua educação, portanto ofensa a estabilidade das relações sociais e da função da paternidade), onde impera a ideologia materialista (que nega a moral humana e a coloca numa ética transitória) onde houver usura e o desrespeito a propriedade. Não haverá ecologia onde não houver amor e temor de Deus, onde houver licenciosidade das relações sociais e, portanto sexuais, onde houver intemperança, ganância orgulho.
Entendemos facilmente que a ecologia cristã se fundamenta no amor e temor de Deus e no ódio ao pecado. Ecologia Cristã se fundamenta nos mandamentos de Jesus Cristo Nosso Senhor e rende-se diante da onipotência divina. Concluindo: enquanto os neopagãos pregam o serviço do homem à natureza, os ecologistas cristãos pregam e reconhecem a subordinação da natureza criada ao homem em Deus. A NATUREZA DESORDENADA PELO PECADO ORIGINAL PRECISA SER REORDENADA PELA LIVRE ADESÃO DO HOMEM AOS MANDAMENTOS DE DEUS.
Wallace Requião de Mello e Silva
Grupo 23 de Outubro.
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Desideratus, desideratum, palavras latinas que nos dizem do desejo das estrelas
A Ecologia Cristã. (Texto de Wallace Requião de Mello e Silva publicado pelo “O Estado do Paraná” em 10 de Março de 1991).
A ecologia cristã difere muito da ecologia neopagã. A ecologia neopagã supõe uma onipotência da matéria e da natureza, diferentemente da ecologia cristã que pressupõe a existência de Deus. Deus que é o criador de todas as coisas vivas e de toda a matéria, não se confunde com sua criação, com as coisas criadas, e é capaz de criar tudo novamente e tudo retirar do nada.
Por outro lado, os ecologistas neopagãos, acreditam que o homem é capaz de destruir toda a natureza, ou conservá-la ao seu bel prazer, argumento falso e ingênuo, que despreza a realidade cósmica onde estamos inseridos. A natureza cósmica é imensa e o homem ínfimo. Quando nos detemos a contemplar as relações dos seres vivos com seu meio ambiente, percebemos de imediato a fragilidade do argumento neopagão. Por exemplo: estiveram ao sabor da vontade humana as glaciações? Estão ao sabor da vontade humana os desvios da eclíptica? Os movimentos dos planetas, as manchas solares e suas conseqüências, os terremotos, maremotos e os vulcões que mudaram muitas vezes a face do planeta... e, ou, a assustadora extinção das espécies que dizem ter existido antes do surgimento dos homens? É claro que não.
A ecologia cristã admite um meio ambiente exterior e imediato ao homem, onde predomina e impera a onipotência de Deus, e um meio interior, onde impera a inteligência, à vontade e o livre arbítrio do homem. A ecologia cristã admite que Deus tenha vontade sobre o homem e sobre todas as coisas criadas, mas que ao mesmo tempo respeita a liberdade que ele mesmo deu ao homem. É essa liberdade de escolha que difere os homens dos animais.
No entanto o ecologista cristão sabe que a vontade de Deus sobre a criação não é algo velado e subjetivo, mas sim é expressão clara e objetiva. Chamamos a essa minuciosa expressão da vontade divina de Ecologia Revelada, ou melhor, ecologia deduzida da revelação divina. Assim o ecologista cristão ao admitir a ação do homem sobre o meio ambiente exterior reconhece que essa ação é sempre precedida de uma ação interior, uma ação ou omissão da alma.
O ecologista cristão ao isolar o homem dos outros seres vivos pela liberdade de escolha, sua máxima característica, admite a moralidade de todo o ato humano, ou seja, se o ato não é moral, não é humano, e os teólogos o diferenciam dos atos do homem, atos vitais do homem enquanto ser vivo. Posto isso a ecologia cristã é essencialmente moral, espiritual, e visa restabelecer a ordem e harmonia do interior humano. Este fenômeno de harmonia interior é que se refletirá no meio ambiente exterior (imediato e ao alcance do homem). Tudo submetido aos desígnios de Deus.
Dessa forma e diante dessa linha moral é que se percebe, por exemplo, que de nada adiantará a proteção às baleias se aqueles que as defendem são favoráveis ao aborto. Acho que é patente a contradição.
Podemos afirmar que não haverá movimento ecológico verdadeiro e eficiente se o militante não acreditar, e perceber que existe uma vontade perfeita sobre todas as coisas e sobre todas as criaturas, e no caso humano essa vontade perfeita nos fez e exige que sejamos morais. Pois vista unicamente seguindo uma ótica materialista a matéria em constante transformação destruirá a si mesma para galgar novas formas, portanto, não haveria o que preservar e o homem por sua vez, viverá apenas para ser instrumento de destruição da matéria sobre si mesma. Chamam os neopagãos (materialistas) a este processo de evolução e acidentalidade da matéria... Tolice.
Os ecologistas cristãos sabem e pregam que a vontade perfeita, divina, necessária para a formulação do conceito de harmonia é revelada e confirmada em Jesus Cristo de uma maneira clara, normatizando e preservando a harmonia interior do homem e deste modo regulando todas as suas relações com os outros homens e deles para com todo o universo criado em Deus. (quando digo em Deus, não digo dentro de Deus, que é panteísmo, digo em Deus, segundo as normas de Deus)
O conceito de crime ecológico nada mais é que a ação criminosa (imoral) do homem, grupo de homens ou de toda a sociedade sobre o meio que lhe circunda, pois põe em risco a vida, e preservar a vida é ato moral. Sendo ação humana muitas vezes consciente e livre realiza uma ação interior, uma ação moral. Portanto a ação que resulta em crime ecológico é uma ação moral, pois se não fosse moral não haveria crime. (um animal não comete crime ambiental). Assim sendo, o conceito de crime ecológico é inferior e está contido no conceito de crime, pois o primeiro antecede o segundo e é a sua causa. Muito diferente é o conceito de acidente ecológico que é sempre um acontecimento fortuito, infeliz, lamentável. Assim entendido, ambos os conceitos citados acima estão contidos no conceito cristão de pecado. O pecado, sob a ótica do Direito, e da Teologia, é enquanto ofensa a vontade de Deus (Sagradas Escrituras e Mandamentos) é, num só tempo, lesão a harmonia e lesão aos direitos de outrem, e por conseqüência é causador de perturbação grave na ordem do ambiente moral, social e físico no entorno do homem, que pode ser entendido como crime ecológico, tanto pela ótica da revelação como pela ótica da lei natural. Concluímos, portanto que não haverá verdadeiro espírito ecológico enquanto houver perseverança no pecado, seja essa perseverança individual ou coletiva.
Se compreendermos perfeitamente essa relação, poderemos então concluir a titulo de exemplo, que não há ecologia onde houver homicídio (pecado contra á vida), onde houver homossexualismo (pecado contra a natureza), onde houver aborto (pecado contra a natureza, a vida e a espécie), onde houver anticoncepção (pecado de soberba que supõe ao homem a capacidade de previsão do futuro), onde houver divórcio (pecado contra a base das relações sociais, a família, contra os filhos e sua educação, portanto ofensa a estabilidade das relações sociais e da função da paternidade), onde impera a ideologia materialista (que nega a moral humana e a coloca numa ética transitória) onde houver usura e o desrespeito a propriedade. Não haverá ecologia onde não houver amor e temor de Deus, onde houver licenciosidade das relações sociais e, portanto sexuais, onde houver intemperança, ganância orgulho.
Entendemos facilmente que a ecologia cristã se fundamenta no amor e temor de Deus e no ódio ao pecado. Ecologia Cristã se fundamenta nos mandamentos de Jesus Cristo Nosso Senhor e rende-se diante da onipotência divina. Concluindo: enquanto os neopagãos pregam o serviço do homem à natureza, os ecologistas cristãos pregam e reconhecem a subordinação da natureza criada ao homem em Deus. A NATUREZA DESORDENADA PELO PECADO ORIGINAL PRECISA SER REORDENADA PELA LIVRE ADESÃO DO HOMEM AOS MANDAMENTOS DE DEUS.
Wallace Requião de Mello e Silva
Grupo 23 de Outubro.
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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Chega e chega e chegaaaaaa!!!!!!!!!!!!!!!!!!! Eu não aguento mais.
Essa imagem tem direitos autorais.
Eu não aguento mais esse seu papinho. Chega de judeus, cristianismo, maçonaria. Fala de dinheiro.... de alguma coisa importante....Se você continuar nessa ladaínha eu me vou embora. Chegaaaaaaaaaaaa!
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O que você disse?
Eu disse: Maria Virgem e consciente gerou o Verbo Encarnado pela obediencia, assim como a TERRA VIRGEM inconsciente gerou a Vida pela placidez. O VERBO IMPEROU em ambas as situações, em ambos os milagres.
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A espada de dois gumes.
Espada de dois gumes.
Como vimos no último texto o judaísmo anticristo, no dizer de João Evangelista e a maçonaria são os dois gumes de uma mesma espada. Pois foi essa espada que transpassou o coração de Maria impondo-lhe ao coração de mãe uma dor profetizada por Simeão ao oitavo dia de Cristo na sua apresentação ao Templo, para a circuncisão, como qualquer bom israelita masculino.
Qual o papel de Maria então? Maria a jovenzinha judia obediente e casta teve o papel de dar ao mundo o Messias. Ela deu realidade à Encarnação do Verbo, ela deu o cristianismo ao mundo, ela gerou e amamentou e cercou de cuidados ao Verbo Encarnado Menino, ou seja, a mulher judia pariu e alimentou o cristianismo realizando a plenitude da Promessa. Foi ai que a espada dos anticristos lhe feriu o peito como nos conta a Sagrada Escritura, pois ela trazia ao mundo a pedra rejeitada pelos “construtores de Deus”, ela deu a luz a pedra que se tornaria fundamental. E que pedra era essa?O Deus Carne, o detalhe rejeitado pelos construtores, pelos autores do invisível e do não confirmável... onde os construtores poderiam “ rechear com os conteúdos “ teológicos que bem lhes aprouvesse”. Porém o Deus Carne veio para falar, ensinar, e se submeter no serviço de salvação dos homens; TODOS OS HOMENS.
Então qual era o papel de Maria nesse contexto? Fazer nascer o Cristo (O Ungido) no coração dos homens... fazer nascer o amor entre os homens... Pois por amor, o Deus Carne, fez-se vitima amorosa pelo resgate de todos nós... E... O homem nada poderia fazer se dominasse ainda a tese dos construtores... ”O Grande Arquiteto” continuaria lá distante, no imponderável, enquanto os homens continuariam enganados por eles...pois eles negam o Cristo, negam o filho de Maria, negam o Filho de Deus, negam o Amor Encarnado modelo que os PEDREIROS rejeitaram para suas proprias perdições.
Assim a pedra de Maria geradora vinha revelar a intenção de dominio de seus coraçôes, o ermetismo de seus segredos mentirosos, os seus simbolos cançados de tomar o sangue inocente... que num ato de desespero na Cruz tentaram colocar o Deus Vivo em uma forma, um padrão geométrico, seguro por " pregadores", oprimido em seu coração e pensamento por uma horrivel coroa de espinhos... para que não dilatasse seu pensamentos e seu amor.... assim pensavam eles...derrotariam os homem em Deus.. submeteriam Deus nos homens... destruindo-lhes toda a esperança...sujeitando-os todos a escravidão... e escravidão ao pecado do ORGULHO.
Quem tem olhos para ver, e ouvidos para ouvir, ouça e veja!
Senhor onde moras? Vem segue-Me e verás. Eu abrirei a casa de Deus e vocês ja não estarão fora de casa como andarilhos procurando sei lá o que. Disse o Senhor aos discipulos de João Batista.
wallacereq@gmail.com
Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.
Como vimos no último texto o judaísmo anticristo, no dizer de João Evangelista e a maçonaria são os dois gumes de uma mesma espada. Pois foi essa espada que transpassou o coração de Maria impondo-lhe ao coração de mãe uma dor profetizada por Simeão ao oitavo dia de Cristo na sua apresentação ao Templo, para a circuncisão, como qualquer bom israelita masculino.
Qual o papel de Maria então? Maria a jovenzinha judia obediente e casta teve o papel de dar ao mundo o Messias. Ela deu realidade à Encarnação do Verbo, ela deu o cristianismo ao mundo, ela gerou e amamentou e cercou de cuidados ao Verbo Encarnado Menino, ou seja, a mulher judia pariu e alimentou o cristianismo realizando a plenitude da Promessa. Foi ai que a espada dos anticristos lhe feriu o peito como nos conta a Sagrada Escritura, pois ela trazia ao mundo a pedra rejeitada pelos “construtores de Deus”, ela deu a luz a pedra que se tornaria fundamental. E que pedra era essa?O Deus Carne, o detalhe rejeitado pelos construtores, pelos autores do invisível e do não confirmável... onde os construtores poderiam “ rechear com os conteúdos “ teológicos que bem lhes aprouvesse”. Porém o Deus Carne veio para falar, ensinar, e se submeter no serviço de salvação dos homens; TODOS OS HOMENS.
Então qual era o papel de Maria nesse contexto? Fazer nascer o Cristo (O Ungido) no coração dos homens... fazer nascer o amor entre os homens... Pois por amor, o Deus Carne, fez-se vitima amorosa pelo resgate de todos nós... E... O homem nada poderia fazer se dominasse ainda a tese dos construtores... ”O Grande Arquiteto” continuaria lá distante, no imponderável, enquanto os homens continuariam enganados por eles...pois eles negam o Cristo, negam o filho de Maria, negam o Filho de Deus, negam o Amor Encarnado modelo que os PEDREIROS rejeitaram para suas proprias perdições.
Assim a pedra de Maria geradora vinha revelar a intenção de dominio de seus coraçôes, o ermetismo de seus segredos mentirosos, os seus simbolos cançados de tomar o sangue inocente... que num ato de desespero na Cruz tentaram colocar o Deus Vivo em uma forma, um padrão geométrico, seguro por " pregadores", oprimido em seu coração e pensamento por uma horrivel coroa de espinhos... para que não dilatasse seu pensamentos e seu amor.... assim pensavam eles...derrotariam os homem em Deus.. submeteriam Deus nos homens... destruindo-lhes toda a esperança...sujeitando-os todos a escravidão... e escravidão ao pecado do ORGULHO.
Quem tem olhos para ver, e ouvidos para ouvir, ouça e veja!
Senhor onde moras? Vem segue-Me e verás. Eu abrirei a casa de Deus e vocês ja não estarão fora de casa como andarilhos procurando sei lá o que. Disse o Senhor aos discipulos de João Batista.
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terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Finalmente... a prestigiada professora Barbara Diesel Novaes é nossa sequidora.
Doutora em pedagogia da MATEMÁTICA e já foi colaboradora desse blog quando ainda vivia em Portugal. Seja bem vinda Barbara e colabore conosco. Quanta honra. Ela é a quadragésima oitava seguidora desse blog.
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Segredos incríveis da Segunda Guerra Mundial.
Pense um pouco, como pode ter acontecido isso? Desde que li um pequeno opúsculo titulado o "Inimigo Invisivel na Segunda Guerra", percebi que aquilo que aprendemos nos bancos escolares não é nem história nem educação, e um recheio de mentiras que faz dos homens comuns robôs, prontos para tomar partido e matarem-se uns aos outros em nomes dessas mentiras " apreendidas e tornadas vicerais"
A Foto e o texto em inglês original mostra o grande número de cientistas alemães que foram levados aos EUA entre 1938 e 1945, neste caso, os envolvidos com os foquetes e a Bomba Atômica,( que explodiria com os japoneses aliados dos alemães resultando no verdadeiro holocausto japonês) e é claro com a aviação. Ontem eram nazistas inimigos da humanidade, hoje cultuados como propugnadores do pregresso Norte Americano. Quantos eram judeus? Como isso aconteceu? O que faziam judeus no alto comando de Hitler?
The American Team of German Rocket Scientists (also the Von Braun German Rocket Team) are shown above at White Sands Proving Ground in New Mexico in 1946. This web site is dedicated to them and the other German scientists that have contributed so much. Over 3,500 German scientists became American citizen. For most this was a dream come true. They all loved America, their new home, and the new friends they made. In contrast, 6,000 "Specialists" (a total of 20,000 people) were taken to Russia. However, the Germans rocket scientists that went to Russia loved the Russian country and its people. However, living conditions were not what they had been used to in Germany. As such, the ones that survived, returned to their country of birth. Below are 8 of the 12 German scientists that came to Point Mugu, CA to the Naval Air Missile Test Center in 1947 under "Operation Paperclip."
Nas entre linhas uma pequena critica aos Russsos...
E a gente pensa que sabe tudo, não é?
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A Foto e o texto em inglês original mostra o grande número de cientistas alemães que foram levados aos EUA entre 1938 e 1945, neste caso, os envolvidos com os foquetes e a Bomba Atômica,( que explodiria com os japoneses aliados dos alemães resultando no verdadeiro holocausto japonês) e é claro com a aviação. Ontem eram nazistas inimigos da humanidade, hoje cultuados como propugnadores do pregresso Norte Americano. Quantos eram judeus? Como isso aconteceu? O que faziam judeus no alto comando de Hitler?
The American Team of German Rocket Scientists (also the Von Braun German Rocket Team) are shown above at White Sands Proving Ground in New Mexico in 1946. This web site is dedicated to them and the other German scientists that have contributed so much. Over 3,500 German scientists became American citizen. For most this was a dream come true. They all loved America, their new home, and the new friends they made. In contrast, 6,000 "Specialists" (a total of 20,000 people) were taken to Russia. However, the Germans rocket scientists that went to Russia loved the Russian country and its people. However, living conditions were not what they had been used to in Germany. As such, the ones that survived, returned to their country of birth. Below are 8 of the 12 German scientists that came to Point Mugu, CA to the Naval Air Missile Test Center in 1947 under "Operation Paperclip."
Nas entre linhas uma pequena critica aos Russsos...
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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
Bom dia Alemanha!
Guten Tag Deutschland.
Ich bin nicht gekommen, um Krieg oder Liebe machen ... Ich kam nach Gerechtigkeit zu tun.
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Elos de uma mesma corrente que se perde na Noite dos Tempos.
Elos de uma mesma corrente que se perde na Noite dos Tempos.
Ai como eu gostaria de rasgar meu coração e escancarar a minha fé. Mas eu sou um porta voz de um Grupo de Estudos (G23) e não um autor livre capaz de exibir-se livremente.
Todavia eu preciso dizer algo, mais como pista, dos mistérios que persigo, do que afirmações sobre a fé católica que professo. Quero falar sobre o judaísmo e a maçonaria. Elos de uma mesma corrente que se perde no tempo. Sem o que vocês nunca compreenderão o porquê de a Igreja condenar tais elos.
Não se sabe quando um povo nômade que vivia em tendas se tornou adorador de templos e grandes construções. Quando abandonou a simplicidade pastoril para agarra-se a sonhos de grandeza e domínio. Quando deixou de ser obediente ao Deus invisível para ser arrogantemente “construtores de Deus” com o poder sobre os homens.
Tudo se esconde numa civilização existente antes do dilúvio universal, cujos segredos, ousavam desafiar o criador com a crença na matemática, na geometria, no domínio da genética e da sociedade. (Babel)
Meu bisavô acreditava que os antigos deixaram na origem das palavras uma mensagem velada capaz de revelar com o tempo os segredos e soluções desse mistério. É, portanto de senso comum que a palavra maçonaria deriva de maço, um martelo usado pelos pedreiros. Mas a sonoridade também esta escondida na “massora” ( elo, transmissão de antigas tradições ocultas). Parece bobagem pois estamos falando de fatos muito distanciados no tempo, todavia foram autores judeus maçônicos que no final do século XVIII ( 18°) trouxeram à luz a relação das antigas Constituições ou observâncias denunciando suas estreitas relações com a cronologia de Antigo Testamento ou Thorá. Assim Anderson desenvolve um cenário atribuindo a Adão, o primeiro homem que teria recebido de Deus o 'Grande Arquiteto" as ciências liberais, principalmente a geometria... que teria sido escrita em seu coração. O capitulo sobre a genética ficou por ser revelado no mistério da ÁRVORE da VIDA.
Segue-se a esse autor outros que vão atribuindo a origem da maçonaria a Abraão, Moises e Salomon. Nesse período, pouco mais recente Oliver trará à tese que a maçonaria é a única relíquia dos segredos pré diluvianos, religião original dos patriarcas, e que as relações com o Egito nada mais foram do que corrupções da única e pura tradição, isso escrito no século XIX (19°) Tudo pura invenção, todavia vê-se o esforço em construir ou denunciar o vinculo de origem com a religião original dos patriarcas hebreus.
Os estudiosos de hoje dividem esses elos em correntes de pensamento: 1) autentica; 2)antropológica; 3) mística; 4) oculta.
A verdade é que a Igreja condena todas elas por um motivo que eu não vou revelar aqui, todavia posso dizer o que diz a Bíblia: A Pedra rejeitada pelos construtores tornou-se a pedra fundamental... Motivo de tropeço e escândalo para muitos... Revelação do desejo de seus corações.
Se vocês querem aprofundar um pouco o assunto, procurem alguns tópicos: Criem um paralelo com o resumo dos protocolos dos Sábios de Sião e divirtam-se. Vamos lá.
1) As constituições de Anderson.
2) Os escritos do Conde Caglioto de Lyon,
3) As lojas filosóficas do rito Escocês e do Santo Real Arco,
4) A maçonaria oculta: Escola de Pitágoras, a Loja Secreta de Henrique Cornélio Agripa, a filosofia de Paracelso, a escola de Christina Rosenkreutz, e a Maçonaria Mista Internacional.
5) A construção do Templo de Jerusalém, a escola Salomônica, a hiranita (de Hiran) e a adorinamitas (de Adoniram)
6) Não se esqueçam de investigar o “desvio dissimulador” dos judeus e os Iluminatti,
7) É; wallacereq@gmail.com
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Ai como eu gostaria de rasgar meu coração e escancarar a minha fé. Mas eu sou um porta voz de um Grupo de Estudos (G23) e não um autor livre capaz de exibir-se livremente.
Todavia eu preciso dizer algo, mais como pista, dos mistérios que persigo, do que afirmações sobre a fé católica que professo. Quero falar sobre o judaísmo e a maçonaria. Elos de uma mesma corrente que se perde no tempo. Sem o que vocês nunca compreenderão o porquê de a Igreja condenar tais elos.
Não se sabe quando um povo nômade que vivia em tendas se tornou adorador de templos e grandes construções. Quando abandonou a simplicidade pastoril para agarra-se a sonhos de grandeza e domínio. Quando deixou de ser obediente ao Deus invisível para ser arrogantemente “construtores de Deus” com o poder sobre os homens.
Tudo se esconde numa civilização existente antes do dilúvio universal, cujos segredos, ousavam desafiar o criador com a crença na matemática, na geometria, no domínio da genética e da sociedade. (Babel)
Meu bisavô acreditava que os antigos deixaram na origem das palavras uma mensagem velada capaz de revelar com o tempo os segredos e soluções desse mistério. É, portanto de senso comum que a palavra maçonaria deriva de maço, um martelo usado pelos pedreiros. Mas a sonoridade também esta escondida na “massora” ( elo, transmissão de antigas tradições ocultas). Parece bobagem pois estamos falando de fatos muito distanciados no tempo, todavia foram autores judeus maçônicos que no final do século XVIII ( 18°) trouxeram à luz a relação das antigas Constituições ou observâncias denunciando suas estreitas relações com a cronologia de Antigo Testamento ou Thorá. Assim Anderson desenvolve um cenário atribuindo a Adão, o primeiro homem que teria recebido de Deus o 'Grande Arquiteto" as ciências liberais, principalmente a geometria... que teria sido escrita em seu coração. O capitulo sobre a genética ficou por ser revelado no mistério da ÁRVORE da VIDA.
Segue-se a esse autor outros que vão atribuindo a origem da maçonaria a Abraão, Moises e Salomon. Nesse período, pouco mais recente Oliver trará à tese que a maçonaria é a única relíquia dos segredos pré diluvianos, religião original dos patriarcas, e que as relações com o Egito nada mais foram do que corrupções da única e pura tradição, isso escrito no século XIX (19°) Tudo pura invenção, todavia vê-se o esforço em construir ou denunciar o vinculo de origem com a religião original dos patriarcas hebreus.
Os estudiosos de hoje dividem esses elos em correntes de pensamento: 1) autentica; 2)antropológica; 3) mística; 4) oculta.
A verdade é que a Igreja condena todas elas por um motivo que eu não vou revelar aqui, todavia posso dizer o que diz a Bíblia: A Pedra rejeitada pelos construtores tornou-se a pedra fundamental... Motivo de tropeço e escândalo para muitos... Revelação do desejo de seus corações.
Se vocês querem aprofundar um pouco o assunto, procurem alguns tópicos: Criem um paralelo com o resumo dos protocolos dos Sábios de Sião e divirtam-se. Vamos lá.
1) As constituições de Anderson.
2) Os escritos do Conde Caglioto de Lyon,
3) As lojas filosóficas do rito Escocês e do Santo Real Arco,
4) A maçonaria oculta: Escola de Pitágoras, a Loja Secreta de Henrique Cornélio Agripa, a filosofia de Paracelso, a escola de Christina Rosenkreutz, e a Maçonaria Mista Internacional.
5) A construção do Templo de Jerusalém, a escola Salomônica, a hiranita (de Hiran) e a adorinamitas (de Adoniram)
6) Não se esqueçam de investigar o “desvio dissimulador” dos judeus e os Iluminatti,
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O Anticristo.
Anticristo.
O que quer dizer anticristo? Quer dizer aquele, ou aqueles que se opõe a Cristo. O termo ( a palavra é de origem grega, mas o conceito é da mistica semita)é semita na origem e diz respeito no judaísmo ao Messias esperado pelos israelitas que virá desmentir a Jesus Cristo, um Messias que irá resgatar a grandeza de Israel devolvendo-lhe a liderança e domínio da humanidade. Não sou eu que invento isso, podemos ler esses detalhes na Sagrada Escritura.
Vejam o que diz sobre o anticristo o hebreu João, também chamado Evangelista em sua primeira carta:
João chama de Os Anticristos.
“19 Eles saíram do meio de nós (hebreus), mas não eram dos nossos. Se tivessem sido dos nossos certamente ficariam conosco, mas isso se dá para que se conheça que nem todos são dos nossos (...) 22 Quem é mentiroso senão aquele que nega que Jesus (da descendência de David) é o Cristo? Esse é o Anticristo que nega o Pai e o Filho. 23 Todo aquele que nega o Filho não admite o Pai. Todo aquele que proclama o Filho proclama também o Pai.(...) 26 Era isso o que eu tinha a vos dizer a respeito dos que vos seduzem”
Interessantíssimo discurso de hebreu para hebreus. Vale à pena ler na integra.
wallacereq@gmail.com.
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Vejam o que diz sobre o anticristo o hebreu João, também chamado Evangelista em sua primeira carta:
João chama de Os Anticristos.
“19 Eles saíram do meio de nós (hebreus), mas não eram dos nossos. Se tivessem sido dos nossos certamente ficariam conosco, mas isso se dá para que se conheça que nem todos são dos nossos (...) 22 Quem é mentiroso senão aquele que nega que Jesus (da descendência de David) é o Cristo? Esse é o Anticristo que nega o Pai e o Filho. 23 Todo aquele que nega o Filho não admite o Pai. Todo aquele que proclama o Filho proclama também o Pai.(...) 26 Era isso o que eu tinha a vos dizer a respeito dos que vos seduzem”
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`Para a reflexão de todos
Altos e baixos, tudo depende do interesse dos leitores.
Clique sobre a imagem, ela cresce para você ler.
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Aviso aos navegantes
domingo, 1 de janeiro de 2012
Para você pensar.
Sem precisão de cálculos podemos dizer sem erro que das 110 milhões de toneladas de grãos/ ano produzidas no Brasil, 35 milhões são produzidas no Paraná que corresponde a 2,6% do território nacional. Aqui convivem dez milhões de cabeças de gado, como trinta milhões de suínos e muitos milhões de aves para corte. No artigo que antecedeu a esse dissemos que o Brasil utiliza menos de 40% de seu território para produção. Na verdade, ao ritmo do Paraná, 35 milhões/ano vezes três, igual a cento e cinco milhões, significaria que se pode produzir o que o Brasil produz em 7,2% do território nacional, o que diz eloquentemente que os territórios de produção brasileiros são sub utilizados. Possivelmente a produção de exportação não ocupe 10% do território brasileiro em termos de área. Assim sendo, podemos dizer que nós temos todas as condições para planejar uma politica florestal brasileira sem o menor prejuízo para a actividade econômica brasileira nos termos em que se encontra hoje. Se esse cálculo refletir alguma verdade, isso nos mostra que o quadro ambiental do pais é de fato pintado em cores fortes pelos interesses alheios a nossa verdadeira realidade.
wallacereq@gmail.com
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`Para a reflexão de todos
Livro imperdível.
A Cultura da Midia e O Poder Secreto são livros imperdíveis para quem quer entender a dissimulação de propósitos.
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Aviso aos navegantes
O Planejamento Florestal Brasileiro e o Código Florestal..
O planejamento florestal brasileiro.
Eu não sou um perito no assunto. Não me sinto totalmente seguro sobre o que irei comentar. Trata-se de uma síntese entre a minha visão aérea do país, e as informações colhidas no Atlas de Conservação da Natureza Brasileira Unidades Federais editado pela Metalivros. O documento é recente.
No entanto eu fico com a impressão que a postura florestal brasileira esta fundada na determinação de áreas de preservação faltando no meu entender um verdadeiro planejamento florestal brasileiro. O assunto é para ambientalistas e engenheiros florestais.
Então por qual motivo eu ouso escrever sobre um assunto tão técnico? Faço, pois me parece que muitos brasileiros como eu estão desassistidos de informação sobre as metas florestais brasileiras, por exemplo, para os próximos vinte anos. Se é que elas existem.
O governo, em nome do bem comum, tem sim poder, para planejar exigir ou implantar, um plano nacional de recuperação de florestas, e um plano de trocas de áreas que estejam sob pressão de demandas econômicas, por outras, como se faz, na agricultura para a conservação da fertilidade do solo.
A meu ver, do ar, se percebe que pouco mais de 60% do território nacional esta preservada em sua natureza, seja pelo baixo poder de geração econômica dessas áreas, seja pela baixa densidade populacional, seja pela pressão internacional de preservação de areas estrategicas de minerais, ou seja, nosso país tem uma posição invejável diante de outras nações desse nosso querido planeta. A moda proibitiva e conservacionista é importada e traduz no meu entender apenas a preservação de riquíssimos subsolos de interesses de potencias estrangeiras. Ora, se nossa exemplar produção (cerca de 110 milhões de toneladas de Grãos/ano) é produzida, portanto, em menos de 40% do solo pátrio, nada, absolutamente nada nos impede de planejar o remanejamento florestal brasileiro, por 20, 30, ou 50 anos. Isso pode ser feito com liberdade econômica, política, fundando-se num saudável nacionalismo, ou seja, na priorização dos interesses brasileiros, ao invés de se curvar por normas ditadas por potencias estrangeiras.
No nosso entender uma legislação florestal que não tenha uma meta florestal nacional a ser atingida é inútil, pois coíbe a possibilidade de expansão de áreas econômica produtivas, o que é o mesmo que impor limite de crescimento econômico do país, e limites impostos por ideologias estrangeiras denunciadas desde os tempos de Monteiro Lobato.
A legislação proibitiva é paralisante. A legislação autorizativa suportada por um planejamento nacional sim pode dar mobilidade, embora sustentável, ao crescimento do país, pois como já dissemos as áreas de preservação, nesses nossos imensos pais, são àreas que estão sobre imensas jazidas minerais de valor inestimável. Sim, nós como os bons ambientalistas acreditamos que a preservação da vida esta acima da exploração econômica do subsolo, mas essa é uma proposição que deve atender as necessidades nacionais de maneira ordenada e racional, como aliás nos ensinavam em pequeníssima escala os nossos aborígenes.
Como é que políticos, que muitas vezes são fazendeiros, não enxergam que a legislação proibitiva engessa a atividade administradora de uma fazenda. Não toque aqui, não mexa ali. Ora, o que propomos é, toque aqui dessa maneira, abandone essa atividade econômica aqui. Desenvolva ambientalmente essa faixa de território, cuidado com a vida desses rios, substitua essa área por essa, dando enfim mobilidade a ação planejada da ação econômica do país.
Sei que o texto se apresenta bastante superficial. Pedirei ao grupo 23 de Outubro um aprofundamento do tema. O planejamento florestal do país não pode estar divorciado da geologia, da hidrologia nacional, da biologia (ecossistemas), da demografia. Nestes aspectos penso que essas linhas são acertivas e positivas.
Além disso, a excessiva legislação proibitiva tem gerado a corrupção da fiscalização ambiental, além de viciar os órgãos que se privilegiam dos recursos das multas que se tornam anomalamente arrecadadoras pela via punitiva o que é perverso num país em desenvolvimento com potencial para liderar OU FIGURAR ENTRE OS PRINCIPAIS da economia mundial.
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Eu não sou um perito no assunto. Não me sinto totalmente seguro sobre o que irei comentar. Trata-se de uma síntese entre a minha visão aérea do país, e as informações colhidas no Atlas de Conservação da Natureza Brasileira Unidades Federais editado pela Metalivros. O documento é recente.
No entanto eu fico com a impressão que a postura florestal brasileira esta fundada na determinação de áreas de preservação faltando no meu entender um verdadeiro planejamento florestal brasileiro. O assunto é para ambientalistas e engenheiros florestais.
Então por qual motivo eu ouso escrever sobre um assunto tão técnico? Faço, pois me parece que muitos brasileiros como eu estão desassistidos de informação sobre as metas florestais brasileiras, por exemplo, para os próximos vinte anos. Se é que elas existem.
O governo, em nome do bem comum, tem sim poder, para planejar exigir ou implantar, um plano nacional de recuperação de florestas, e um plano de trocas de áreas que estejam sob pressão de demandas econômicas, por outras, como se faz, na agricultura para a conservação da fertilidade do solo.
A meu ver, do ar, se percebe que pouco mais de 60% do território nacional esta preservada em sua natureza, seja pelo baixo poder de geração econômica dessas áreas, seja pela baixa densidade populacional, seja pela pressão internacional de preservação de areas estrategicas de minerais, ou seja, nosso país tem uma posição invejável diante de outras nações desse nosso querido planeta. A moda proibitiva e conservacionista é importada e traduz no meu entender apenas a preservação de riquíssimos subsolos de interesses de potencias estrangeiras. Ora, se nossa exemplar produção (cerca de 110 milhões de toneladas de Grãos/ano) é produzida, portanto, em menos de 40% do solo pátrio, nada, absolutamente nada nos impede de planejar o remanejamento florestal brasileiro, por 20, 30, ou 50 anos. Isso pode ser feito com liberdade econômica, política, fundando-se num saudável nacionalismo, ou seja, na priorização dos interesses brasileiros, ao invés de se curvar por normas ditadas por potencias estrangeiras.
No nosso entender uma legislação florestal que não tenha uma meta florestal nacional a ser atingida é inútil, pois coíbe a possibilidade de expansão de áreas econômica produtivas, o que é o mesmo que impor limite de crescimento econômico do país, e limites impostos por ideologias estrangeiras denunciadas desde os tempos de Monteiro Lobato.
A legislação proibitiva é paralisante. A legislação autorizativa suportada por um planejamento nacional sim pode dar mobilidade, embora sustentável, ao crescimento do país, pois como já dissemos as áreas de preservação, nesses nossos imensos pais, são àreas que estão sobre imensas jazidas minerais de valor inestimável. Sim, nós como os bons ambientalistas acreditamos que a preservação da vida esta acima da exploração econômica do subsolo, mas essa é uma proposição que deve atender as necessidades nacionais de maneira ordenada e racional, como aliás nos ensinavam em pequeníssima escala os nossos aborígenes.
Como é que políticos, que muitas vezes são fazendeiros, não enxergam que a legislação proibitiva engessa a atividade administradora de uma fazenda. Não toque aqui, não mexa ali. Ora, o que propomos é, toque aqui dessa maneira, abandone essa atividade econômica aqui. Desenvolva ambientalmente essa faixa de território, cuidado com a vida desses rios, substitua essa área por essa, dando enfim mobilidade a ação planejada da ação econômica do país.
Sei que o texto se apresenta bastante superficial. Pedirei ao grupo 23 de Outubro um aprofundamento do tema. O planejamento florestal do país não pode estar divorciado da geologia, da hidrologia nacional, da biologia (ecossistemas), da demografia. Nestes aspectos penso que essas linhas são acertivas e positivas.
Além disso, a excessiva legislação proibitiva tem gerado a corrupção da fiscalização ambiental, além de viciar os órgãos que se privilegiam dos recursos das multas que se tornam anomalamente arrecadadoras pela via punitiva o que é perverso num país em desenvolvimento com potencial para liderar OU FIGURAR ENTRE OS PRINCIPAIS da economia mundial.
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Código Florestal Brasileiro.
Código florestal brasileiro.
Eu não escreverei uma única palavra sobre o Código Florestal Brasileiro que estará sendo sancionado ou não pela Presidente Dilma. O que me causa estranheza é o manto de nebulosidade sobre esse problema, e a hipocrisia dos estudiosos ao se referir a tema florestal brasileiro.
Depois que eu publiquei as fotos do acervo de um pioneiro desbravador do Norte do Paraná, mostrando a integridade florestal do Norte paranaense por volta de 1930, algumas pessoas, me perguntaram: E onde foi parar a madeira brasileira?
Todos pensam, sob pressão de ambientalistas, que essa madeira apodreceu ou foram inutilmente queimadas para dar lugar às plantações de monocultura para o agronegócio internacional. Ora isso é apenas meia verdade.
Desde o descobrimento o contrabando e a exploração da madeira marcaram o comércio marítimo entre o Brasil recém descoberto e o Velho Mundo. Se não me engano Martin Afonso de Souza por volta de 1530 veio com uma armada combater o trafico econômico ilegal de madeira. É preciso lembrar que o “povo” brasileiro não existia, eram portugueses explorando o que julgavam seu. No entanto ingleses piratas
espanhóis, holandeses, franceses e italianos freqüentavam os litorais “brasileiros” EM BUSCA DE MADEIRA. Se os pesquisadores da historia do mobiliário e construção civil dos anos 1500-1600 na Europa, encontrarão sim madeira brasileira em profusão no velho mundo, principalmente nos países citados acima. Um dos motivos da expulsão dos jesuítas foi a sua produção de madeira em taboas, que os estava tornado um potencia econômica livre dentro da América do Sul. Essa interessante historia muito bem documentada pode ser lida em “ El Mueble Colonial Sudamericano” de autoria do escritor e historiador argentino A. Taullard. Essa obra rara foi uma preciosidade deixada pela minha tia Gertrudes ( Gertha ou Tuca) que teve loja em Buenos Aires.
Mas e a madeira do Paraná? Ela não foge da regra brasileira. Foi sim contrabandeada e explorada oficialmente pela coroa portuguesa e pela coroa espanhola no período em que o Brasil esteve sob domínio de Espanha.
Mas nós não podemos esquecer que: desde 1500 ate 1950 toda comida feita por brasileiros e estrangeiros em solo brasileiro foi feito à lenha, interrompida com o uso do gás por volta dos anos 1950. Toda embarcação, carro, habitação e fortificação tinha por base a madeira. Todo tijolo, telha foi queimada em lenha. Todo madeirame, toda caixaria, todo papel, usado aqui, todo o mobiliário (móveis e utensílios incluindo armas) veio da madeira. Com o desenvolvimento da mineração vieram as ferrovias e elas consumiam madeira, água e aço.
Desde 1640 já se registrava em Paranaguá o embarque de madeira para a Argentina e Uruguai e de lá para a Europa. O caso da Companhia Lamber norte americana que tinha concessão de corte da madeira de 15 quilômetros de cada lado da ferrovia, nunca é lembrado, e muito menos é lembrada a devastação pela implantação de outras ferrovias. A Lamber, por exemplo, abandona tudo com o fim da madeira.
Portanto o consumo da madeira foi continuo e constante com picos de extração que superavam em muito a regeneração natural das florestas. Depois se seguiu o período do mate, a principio da extração do mate natural, depois com o plantio do mate, desbastando florestas por motivos econômicos. Em seguida veio o café, com imensas derrubadas, e durante todo o tempo, desde o tempo dos ciclos econômicos do ouro, o gado. Finalmente o trigo, o milho e o soja.
Ou seja, não foi destruída a floresta inutilmente, todavia salta aos olhos a omissão no reflorestamento, ou no remanejamento para proporcionar a regeneração natural das matas.
Nesse contesto eu quero lembrar São Tomas de Aquino. Dizia ele: Toda lei autoriza e proíbe, toda lei deve ser universal, toda lei deve ser de conhecimento publico.
Ora, é aqui que encontramos o gargalo ideológico dos ambientalistas que exigem apenas a proibição e a preservação, o que em si não é erro, mas se omitem diante da urgência da mentalidade autorizativa. O que quero dizer com isso? Que a legislação deve obrigar o replantio de espécies naturais, que a lei deve zelar pelo remanejamento florestal por área para permitir sua restauração. A obrigatoriedade por parte do Estado de políticas programas e incentivos para a conscientização da urgência ambiental de restaurar as coberturas vegetais de extensas áreas estratégicas, ao invés de proibir e multar.
Quando você pegar no trinco de sua porta e olhar de que material ela foi feita, quando você deitar em sua cama e perceber que ela ou seu estrado é de madeira, quando você sentar em uma cadeira e colocar seu prato sobre uma mesa de madeira, quando você sentar em uma carteira escolar, ou pegar um lápis, sinta a importância da madeira, mas lembra-se a árvore tem uma importância como ser vivo, renovador do ar, regulador de temperatura ambiente, alimento para seres humanos e animais, fertilizante dos solos, preservador das águas, etc. e tal.
Assim, qualquer que seja o conteúdo do novo Código Florestal Brasileiro, ele deve contemplar muito mais o incentivo ao plantio, a obrigatoriedade de replantio de área proporcional à área a ser derrubada por motivo relevante, à educação ambiental florestal da população brasileira, do que a neurose proibitiva que ao fim e ao cabo além de não resolver o problema, torna-se fonte de recurso público via multas, o que gera um novo ciclo de rebeldia social. Não se pode coibir por força de lei o que a necessidade natural gera como demanda insubstituível.
Quando nós brasileiros conscientes pudermos condicionar a economia à vida, e não a vida ao cio econômico do consumo e da produção estaremos entendendo em profundidade o que é a sustentabilidade ambiental e econômica.
A Igreja Católica no Brasil dedicou o ano de 2011 ao Meio Ambiente e Justiça Social, todavia a classe política ignorou documentos importantes produzidos por uma instituição que está presente nos cinco continentes e vê com clareza a necessidade do planeta como um todo, mas tmbém de cada nação em particular. Esse preconceito e preguiça no estudo desses documentos mostram-nos mais uma vez OMISSÂO.
Texto para provocar a polemica entre os técnicos.
wallacereq@gmail.com.
Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.
Eu não escreverei uma única palavra sobre o Código Florestal Brasileiro que estará sendo sancionado ou não pela Presidente Dilma. O que me causa estranheza é o manto de nebulosidade sobre esse problema, e a hipocrisia dos estudiosos ao se referir a tema florestal brasileiro.
Depois que eu publiquei as fotos do acervo de um pioneiro desbravador do Norte do Paraná, mostrando a integridade florestal do Norte paranaense por volta de 1930, algumas pessoas, me perguntaram: E onde foi parar a madeira brasileira?
Todos pensam, sob pressão de ambientalistas, que essa madeira apodreceu ou foram inutilmente queimadas para dar lugar às plantações de monocultura para o agronegócio internacional. Ora isso é apenas meia verdade.
Desde o descobrimento o contrabando e a exploração da madeira marcaram o comércio marítimo entre o Brasil recém descoberto e o Velho Mundo. Se não me engano Martin Afonso de Souza por volta de 1530 veio com uma armada combater o trafico econômico ilegal de madeira. É preciso lembrar que o “povo” brasileiro não existia, eram portugueses explorando o que julgavam seu. No entanto ingleses piratas
espanhóis, holandeses, franceses e italianos freqüentavam os litorais “brasileiros” EM BUSCA DE MADEIRA. Se os pesquisadores da historia do mobiliário e construção civil dos anos 1500-1600 na Europa, encontrarão sim madeira brasileira em profusão no velho mundo, principalmente nos países citados acima. Um dos motivos da expulsão dos jesuítas foi a sua produção de madeira em taboas, que os estava tornado um potencia econômica livre dentro da América do Sul. Essa interessante historia muito bem documentada pode ser lida em “ El Mueble Colonial Sudamericano” de autoria do escritor e historiador argentino A. Taullard. Essa obra rara foi uma preciosidade deixada pela minha tia Gertrudes ( Gertha ou Tuca) que teve loja em Buenos Aires.
Mas e a madeira do Paraná? Ela não foge da regra brasileira. Foi sim contrabandeada e explorada oficialmente pela coroa portuguesa e pela coroa espanhola no período em que o Brasil esteve sob domínio de Espanha.
Mas nós não podemos esquecer que: desde 1500 ate 1950 toda comida feita por brasileiros e estrangeiros em solo brasileiro foi feito à lenha, interrompida com o uso do gás por volta dos anos 1950. Toda embarcação, carro, habitação e fortificação tinha por base a madeira. Todo tijolo, telha foi queimada em lenha. Todo madeirame, toda caixaria, todo papel, usado aqui, todo o mobiliário (móveis e utensílios incluindo armas) veio da madeira. Com o desenvolvimento da mineração vieram as ferrovias e elas consumiam madeira, água e aço.
Desde 1640 já se registrava em Paranaguá o embarque de madeira para a Argentina e Uruguai e de lá para a Europa. O caso da Companhia Lamber norte americana que tinha concessão de corte da madeira de 15 quilômetros de cada lado da ferrovia, nunca é lembrado, e muito menos é lembrada a devastação pela implantação de outras ferrovias. A Lamber, por exemplo, abandona tudo com o fim da madeira.
Portanto o consumo da madeira foi continuo e constante com picos de extração que superavam em muito a regeneração natural das florestas. Depois se seguiu o período do mate, a principio da extração do mate natural, depois com o plantio do mate, desbastando florestas por motivos econômicos. Em seguida veio o café, com imensas derrubadas, e durante todo o tempo, desde o tempo dos ciclos econômicos do ouro, o gado. Finalmente o trigo, o milho e o soja.
Ou seja, não foi destruída a floresta inutilmente, todavia salta aos olhos a omissão no reflorestamento, ou no remanejamento para proporcionar a regeneração natural das matas.
Nesse contesto eu quero lembrar São Tomas de Aquino. Dizia ele: Toda lei autoriza e proíbe, toda lei deve ser universal, toda lei deve ser de conhecimento publico.
Ora, é aqui que encontramos o gargalo ideológico dos ambientalistas que exigem apenas a proibição e a preservação, o que em si não é erro, mas se omitem diante da urgência da mentalidade autorizativa. O que quero dizer com isso? Que a legislação deve obrigar o replantio de espécies naturais, que a lei deve zelar pelo remanejamento florestal por área para permitir sua restauração. A obrigatoriedade por parte do Estado de políticas programas e incentivos para a conscientização da urgência ambiental de restaurar as coberturas vegetais de extensas áreas estratégicas, ao invés de proibir e multar.
Quando você pegar no trinco de sua porta e olhar de que material ela foi feita, quando você deitar em sua cama e perceber que ela ou seu estrado é de madeira, quando você sentar em uma cadeira e colocar seu prato sobre uma mesa de madeira, quando você sentar em uma carteira escolar, ou pegar um lápis, sinta a importância da madeira, mas lembra-se a árvore tem uma importância como ser vivo, renovador do ar, regulador de temperatura ambiente, alimento para seres humanos e animais, fertilizante dos solos, preservador das águas, etc. e tal.
Assim, qualquer que seja o conteúdo do novo Código Florestal Brasileiro, ele deve contemplar muito mais o incentivo ao plantio, a obrigatoriedade de replantio de área proporcional à área a ser derrubada por motivo relevante, à educação ambiental florestal da população brasileira, do que a neurose proibitiva que ao fim e ao cabo além de não resolver o problema, torna-se fonte de recurso público via multas, o que gera um novo ciclo de rebeldia social. Não se pode coibir por força de lei o que a necessidade natural gera como demanda insubstituível.
Quando nós brasileiros conscientes pudermos condicionar a economia à vida, e não a vida ao cio econômico do consumo e da produção estaremos entendendo em profundidade o que é a sustentabilidade ambiental e econômica.
A Igreja Católica no Brasil dedicou o ano de 2011 ao Meio Ambiente e Justiça Social, todavia a classe política ignorou documentos importantes produzidos por uma instituição que está presente nos cinco continentes e vê com clareza a necessidade do planeta como um todo, mas tmbém de cada nação em particular. Esse preconceito e preguiça no estudo desses documentos mostram-nos mais uma vez OMISSÂO.
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`Para a reflexão de todos
sábado, 31 de dezembro de 2011
Temos um novo leitor na Letonia... se quiser se identificar ou ser seguidor desse Blog, seja muito bem vindo.
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terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Temos um novo leitor em Taiwan, seja bem vindo.
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Santo de casa não faz milagre.
Engraçado e curioso.
Entre psicólogos da província eu não sou bem visto...não faço o tipo. Porém meus textos no Blog Psicologiadocaboaorabo resistem. Com mais de um ano sem novas postagens ele continua sendo visitado por estrangeiros. Os EUA é o campeão em leitores, mas na tarde de hoje a Alemanha superou os Americanos do Norte. Eu me pergunto: O que despertou tanto interesse?
Clique no Print Screen de hoje e veja como se comportam os leitores daquele Blog. Desculpem mas se santo de casa não faz milagres... eu vou fazendo os meus pelo mundo afora.
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Aviso aos navegantes
segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Oba, Oba , Oba é a segunda vez que alguém da Tailândia visita nosso Blog.
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domingo, 25 de dezembro de 2011
Esqueci de avisar; temos leitores na Belgica.
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Unila....A Universidade de Integração Latino Americana.
A obra é federal, o mérito é do ex.presiente Lula, o feito coroou a administração de Jorge Sameck na Itaipu . Porém eu quero dizer algo com toda a humildade
. Se um dia nós do Grupo 23 de Outubro, conseguirmos lançar o Senador Requião à Presidencia da República numa campanha vitoriosa será a sua visão muito particular de Integração Latino-americana que se destacará na politica de relações exteriores do Brasil dentro do contexto sul americano. Desde 1990, e ate mesmo um pouco antes, na Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente ,Requião já defendia a necessidade de integração tecnológica dos povos sul americanos.Não uma integração de facilitação dos grande capitais entrarem e se apossarem dos países como nos propõem as nações ricas pela globalização da economia. pois é preciso que se diga, principalmente porque muitos estrangeiros lêem esse Blog, que os muitos projectos desenvolvementistas patrocinados por potências estrangeiras nos países sul americanos, embora vestidos em um discurso de promoção humana, criavam tecnologias suportes para seus interesses econômicos, assim foi com o petróleo, com a madeira, com a mineração (ferro carvão e cobre), como o transporte ferroviario e rodoviario, com a hidrologia e portos, na fabricação de veículos, na a geração e distribuição de energia eletrica, com o controle da natalidade e também com a produção de comida para exportação A infra estrutura era e é a infra estrutura de serviço e suprte ao desejo colonial e manutenção da força economica dos paises ricos.. ( alguém dirá natural.. ora, então também é natural que as nações do sul queiram as suas riquezas)
O que o Senador brasileiro propõem é o fortalecimento das nacionalidades e seus interesses próprios com o incremento solidário das tecnologias justamente nesses campos citados acima acrescidos agora da navegação fluvial integradora, da navegação marítima de cabotagem ( integradora), da legislação aérea ( com um novo capitulo sul americano) e no fortalecimento do mercado interno sul americano.
Sem, é obvio, a criação de uma moeda comum como querem os projetos colonialistas.
Sem contar, a necessidde ainda de assegurar o domínio multi lateral das duas principais línguas faladas no continente para fortalecer o poder de trocas culturais. A comunicação de massa, rádio TVs e Jornais, também precisam quabrar as barreiras e limites impotos pela " colonização" das populações sul americanas circulando e cobrindo os diversos paises envolvidos.
Assim surge a UNILA como uma experiência de formação de lideranças técnicas com visão multi lateral dos problemas de países que são vizinhos, equalizando num esforço héculeo o nível tecnológico dessas nações do SUL sem faze-las objeto serviçal de um futuro Governo Mundial..
Ultimamente a UNILA esta fora dos focos midiáticos e eu dela não tenho melhores informações, mas posso dar testemunho do empenho do duas vezes senador e três vezes ex.governador do Paraná no processo de sua gestão, fosse inicialmente com o Paraguai, fosse como senador da Câmara Bi Nacional do Mercosul ja envolvendo Uruguai e Argentina, Câmara que presidiu, fosse nos bastidores das conversações politicas entre presidentes. A UNILA nasceu para atender toda a América do Sul.
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O que o Senador brasileiro propõem é o fortalecimento das nacionalidades e seus interesses próprios com o incremento solidário das tecnologias justamente nesses campos citados acima acrescidos agora da navegação fluvial integradora, da navegação marítima de cabotagem ( integradora), da legislação aérea ( com um novo capitulo sul americano) e no fortalecimento do mercado interno sul americano.
Sem, é obvio, a criação de uma moeda comum como querem os projetos colonialistas.
Sem contar, a necessidde ainda de assegurar o domínio multi lateral das duas principais línguas faladas no continente para fortalecer o poder de trocas culturais. A comunicação de massa, rádio TVs e Jornais, também precisam quabrar as barreiras e limites impotos pela " colonização" das populações sul americanas circulando e cobrindo os diversos paises envolvidos.
Assim surge a UNILA como uma experiência de formação de lideranças técnicas com visão multi lateral dos problemas de países que são vizinhos, equalizando num esforço héculeo o nível tecnológico dessas nações do SUL sem faze-las objeto serviçal de um futuro Governo Mundial..
Ultimamente a UNILA esta fora dos focos midiáticos e eu dela não tenho melhores informações, mas posso dar testemunho do empenho do duas vezes senador e três vezes ex.governador do Paraná no processo de sua gestão, fosse inicialmente com o Paraguai, fosse como senador da Câmara Bi Nacional do Mercosul ja envolvendo Uruguai e Argentina, Câmara que presidiu, fosse nos bastidores das conversações politicas entre presidentes. A UNILA nasceu para atender toda a América do Sul.
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Rpeti,repeti e repeti...sepre fica algo!
Pois é!
Feliz Natal.
Dizem que François Marie Arauet ( Voltaire) teria dito: Menti, menti e menti sempre ficará algo. A Igreja já nos ensina outra coisa> Repeti, repeti e repeti, sempre ficará algo.
È nesse espírito que eu repito essa matéria. O que você vê na gravura acima? Retirada as pinceladas ocidentais você vê uma família de hebreus. José da nobre descendência do rei David, Maria a jovem ( 13 para 14 anos) mãe do Messias das promessas, e o Messias prometido a Israel. Se você olhar sem preconceitos você percebe que embora o cristianismo fosse assim chamado em Antioquia, é uma religião oriental, semita na essência, profundamente semita, uma religião de hebreus, nascida entre hebreus. Se considerarmos a imagem, vemos que o cristianismo é fruto da mulher judia obediente e fiel a Deus. Da mulher judia nasceu o cristianismo e por ela foi concebido, gerado, dado à luz, amamentado e cuidado. È um religião hebraica com milhares de seguidores hebreus nos seus primeiros séculos. Com a morte do hebreu de Judá chamado Cefas (Pedro), o pescador Judeu, o príncipe dos apóstolos e com a morte do hebreu, da casta dos Fariseus, Mestre da Lei, Paulo em Roma, o foco foi deslocado pelos historiadores da religião para Roma, principalmente porque pela via dos romanos se tornou religião Universal.
Se você olhar mais uma vez para essa gravura você verá que ela conta o principio da conversão dos judeus e da realização da Promessa, ela nos fala da urgência da conversão dos judeus. Ela nos diz isso ha dois mil anos, e nós, nos fazemos de tolos, e nos voltamos... No dizer de São Paulo Hebreu... para os gentios...pois o povo escolhido para receber o MESSIAS endureceu sua espinhas( colunas), fechou seu coração, cegou os seus olhos. Mas urge converter os judeus espalhados pelo mundo. Lembrar a eles que o Cristianismo nada mais é do que a realização do Ideal Abraâmico cantado pelos profetas, juízes e reis.
Hoje o cristianismo deu a volta ao mundo inteiro e chegou novamente no seu foco primeiro: A CONVERSÃO DOS JUDEUS.
Por esse motivo eu repito: Feliz Natal. Leiam por favor, Isaias 52, e João Hebreu chamado EVANGELISTA 1-1,18 são lindos estes textos, são escritos para a compreensão dos judeus.
wallacereq@gmail.com
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È nesse espírito que eu repito essa matéria. O que você vê na gravura acima? Retirada as pinceladas ocidentais você vê uma família de hebreus. José da nobre descendência do rei David, Maria a jovem ( 13 para 14 anos) mãe do Messias das promessas, e o Messias prometido a Israel. Se você olhar sem preconceitos você percebe que embora o cristianismo fosse assim chamado em Antioquia, é uma religião oriental, semita na essência, profundamente semita, uma religião de hebreus, nascida entre hebreus. Se considerarmos a imagem, vemos que o cristianismo é fruto da mulher judia obediente e fiel a Deus. Da mulher judia nasceu o cristianismo e por ela foi concebido, gerado, dado à luz, amamentado e cuidado. È um religião hebraica com milhares de seguidores hebreus nos seus primeiros séculos. Com a morte do hebreu de Judá chamado Cefas (Pedro), o pescador Judeu, o príncipe dos apóstolos e com a morte do hebreu, da casta dos Fariseus, Mestre da Lei, Paulo em Roma, o foco foi deslocado pelos historiadores da religião para Roma, principalmente porque pela via dos romanos se tornou religião Universal.
Se você olhar mais uma vez para essa gravura você verá que ela conta o principio da conversão dos judeus e da realização da Promessa, ela nos fala da urgência da conversão dos judeus. Ela nos diz isso ha dois mil anos, e nós, nos fazemos de tolos, e nos voltamos... No dizer de São Paulo Hebreu... para os gentios...pois o povo escolhido para receber o MESSIAS endureceu sua espinhas( colunas), fechou seu coração, cegou os seus olhos. Mas urge converter os judeus espalhados pelo mundo. Lembrar a eles que o Cristianismo nada mais é do que a realização do Ideal Abraâmico cantado pelos profetas, juízes e reis.
Hoje o cristianismo deu a volta ao mundo inteiro e chegou novamente no seu foco primeiro: A CONVERSÃO DOS JUDEUS.
Por esse motivo eu repito: Feliz Natal. Leiam por favor, Isaias 52, e João Hebreu chamado EVANGELISTA 1-1,18 são lindos estes textos, são escritos para a compreensão dos judeus.
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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
Em 2010 deu ZEBRA.
Upa, Upa, zebrinha... vamos para o planalto central.
Alguém quis fazer gracinha quanto a minha profecia expressa no texto: "Em 2010 vai dar Zebra". Ora, deu Zebra em 2010, com a vitória da Dilma.Você não repararam que o Requião esta montado na Zebra? Pois é. Zebra é um bicho que não sabemos se é preto ou branco, se de direita ou esquerda, se revolucionário ou conservador, se plantado desde o passado ou emergente como novidade politica. Branco e preto. num só bicho.. Assim é a Dilma, assim é o Presidente Americano.
Brinde às Zebras desse mundo de DEUS. Pareciam que lutavam por coisas diferentes... mas representam um mesmo capital. Como são simpáticos os lideres americanos brindando uma CUBA LIBRE de Mariners
Upa upa zebrinha selvagem ( animal africano na origem) que temos um projeto para 2014 Deixa o TAG Zan te calvagar...upa upa zedbrinha selvgem cuja história a Epoca contou... upa upa mocinho de Farwest a gente finge que não leu esse gibi.. vem com a estrela no peito botar ordem nesse Brasil....para que ele não incomode mais a matriz.... em Israel. Desculpem disse : Ishra El.
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`Para a reflexão de todos
Engraçado, porém é uma isca....o homem esta do lado oposto ao que se quer divulgar.
A Privataria Tucana - O Filme from Cloaca News on Vimeo.
Conheça o VIMEO videos.
Colaboração YorG Moshe & Destus
FHC apresentou-se na posse com seus netos
ostentando o Kipá Negro...ou vocês não lembram?
Interessante seria se pudéssemos fazer montagens ( parodias)como essa fundadas na outra ideologia ( mas seria provavelmente um crime) escondida sutilmente nesse vídeo.
OBS: Nunc Dimitis escreveu: Não entendi.
Eu explico, a questão não é o nazismo, é o nacionalismo. A
Alemanha ousou dizer que tinha interesses próprios... nunca disse que queria dominar o mundo.
FHC é um serviçal do GOVERNO MUNDIAL que abomina qualquer nacionalismo. Como o escândalo está para se tornar público melhor vinculá-lo com a imagem do Nacional Socialismo Alemão (NAZI), do que como o ZIONISM a que serve e serviu. Entendeu agora meu caro Nunc Dimitis?
OBS: Novo comentário traduzido pelo Google e retocado por nós( ele é quase fiel);
Prezados,
Tenho acompanhado timidamente os vossos Blogs. Por vezes fico atónito com algumas de vossas proposições, outras fico bem irritado. Todavia vendo o filme dessa portagem, sou obrigado a admitir que os senhores abriram os meus olhos. Eu relutava em copeender o que os senhores queriam dizer com Transferencia de Culpa e |Dissimulação de Propósitos. Mas ao ver a parodia acima e entender as legendas traduzidas por um amigo, pude ver com clareza a dissimulação de propósitos e a tranferenciada culpa. Eu acompanhei de longe o esforço feito por grupos israelences e israelitas de outras nações na compra da Companhia Vale do Rio Doce. Sei que o Genro de Fernando Henrique Cardoso, judeu como eu, foi o pivo dessa transacção, e vejo agora que tudo se faz para dissimular o propósito e para afastar dos israelitas qualquer possível culpa. Servi em Israel por três longos e duros anos o "Exercito". Participei de missões de tal maneira covardes que isso me feria a consciência como um aguilhão, e foi a vossa insistència que me fiz ver que dissimulamos os propósitos sim, e invariavelmente transferimos, não só a autoria, mas também a eventual culpa.
Escrevo-lhes com pseudónimo e peço que se publicarem essa mensagem a publiguem sem a sua fonte ou link de navegação.
Ed Gard Herzel
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terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Eu ja fui assim!
Eu ja fui assim. O tempo passa, o tempo vôa... e a poupança Bamerindus....virou HSBC. Pois é!
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Antes que alguém diga que é o autor dessa obra.
HOSPITAL DE REABILITAÇÂO DO PARANÁ
OBRA DO GOVERNO REQUIÂO.
O G 20 Guerreiro Wanderley poderia ter tornado esse blog bem mais teressante.
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domingo, 18 de dezembro de 2011
Atenção nosso Blog cresceu, temos agora 2500 textos para você ler e curtir.
Na verdade 2620 textos para você curtir e meditar.
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Recursos e tecnologia para um natal pagão.
Dinheiro, muito dinheiro para esconder que estamos festejando o nascimento de Jesus Cristo Nosso Senhor. O Natal ,´uma festa cristã, o aniversario do nascimento de Jesus Cristo. Um natal que não celebre isto não é natal cristão, é uma festa de comércio, de paixão humana e vaidade politica, de mentiras e de Papai Noel (maçonico) a destribuir flocos de neve ( aqui em dzembro no hemisfério Sul) sob calor infernal. Um Natal sem Igreja, sem missa, sem oração, sem presépio.....um natal pagão. Um natal de LUZ que se revelou um APAGÂO!
Duendes, pitonisas, comedores de fogo, acrobatas sensuais, homossexuais dançarinos, divindades da Lua e vendedores com chifres luminosos fizeram o Nata +A Pagão de Curitiba.
Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.
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Oba...temos um novo leitor na Espanha.
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Como eu me sinto?
Eu confiei. No findar desse período de um ano eu me sinto traído, abandonado , enganado e descepcionado Nunca a expressão Bíblica " Maldito o Homem que poem sua confiança no Homem" me pareceu tão verdadeira. Assim eu me sinto:
Um laranja.
Então você esta abdicando de sua fé? Não.
Eu estou pedindo a Deus o beneficio da dúvida. João Baptista o precursor, aquele que exultou no ventre materno pela noticia da concepção do Senhor, aquele que baptizou Cristo, duvidou e mandou emissários a perguntar: Senhor és tu, ou devemos esperar outro? Confirmado e intimo de Cristo que o seguiu um determinado tempo... mesmo assim perdeu a sua cabeça vitima da paixão de um adultério de um rei mesquinho... e vaidoso.... e não podemos dizer que o Senhor lhe faltou.
Senhor eu reivindico o beneficio da dúvida.
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Um laranja.
Então você esta abdicando de sua fé? Não.
Eu estou pedindo a Deus o beneficio da dúvida. João Baptista o precursor, aquele que exultou no ventre materno pela noticia da concepção do Senhor, aquele que baptizou Cristo, duvidou e mandou emissários a perguntar: Senhor és tu, ou devemos esperar outro? Confirmado e intimo de Cristo que o seguiu um determinado tempo... mesmo assim perdeu a sua cabeça vitima da paixão de um adultério de um rei mesquinho... e vaidoso.... e não podemos dizer que o Senhor lhe faltou.
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Promessa não é dívida!
Quero pedir aos meus leitores que aguardem um texto: "Era negro Moisés?" Ele irá demorar um pouquinho, pois eu já enfrento minhas dificuldades.
Um judeu mais preparado do que eu para as coisas do judaísmo me fez notar que os Falashas ( Phalashas judeus negros da Etiópia) surgem com o filho de Salomon com a rainha Etíope e por esse modo Salomon cria direitos de sangue e matrimônio sobre as minas da Rainha de Sabá. Isso teria acontecido por volta de 970 antes de Cristo, e Moisés o fundador da religião israelita viveu por volta de 1250 antes de Cristo. Muito antes portanto.
Numa releitura que fiz deparei-me com novas ideias, pois o concretismo minucioso da história de Moisés contrasta com o desconhecimento do lugar onde morreu e o desconhecimento de seu túmulo, o que faz a história de Moisés parecer inverídica, ou ao menos, reescrita ideologicamente colocando Moise´s como um Levita. Ele se casou com uma mulher etíope (ver em Números filha e Jetro, sacerdote pagão de culto africano) e teve com ela dois filhos homens, que não podem ser "Brancos" e que curiosamente não deixam testemunho sobre o lugar da morte ou o túmulo de seu pai. Ora, eles haveriam de ser importantes no contexto do Patriarca. Ou estou enganado? Uma descrição tão cheia de detalhes e pormenores s omitiria a respeito da morte de um líder que liderou o povo por mais de 40 anos? Excepto se fosse o autor o relator de sua vida, pois não poderia narra a sua morte.... no entanto, nos diz Hugo Schelesinger e outros que Moisés é o autor do Pentateuco (mas ao ler esses cinco livros em momento algum temos a impressão de que Moisés fala de si mesmo).Alguém fala sobre ele. Então alguns exegetas querem atribuir a Moisés a função de instrumento de Deus pelo qual Deus da testemunho de Moisés. Difícil crer que Deus use o protagonista para narrar a sua história.
Os documentos originais são todos muito recentes para se saber se foram ou não manipulados politicamente. Em hebraico o mais antigo conhecido é o rolo de Isaías do Mar Morto, seguido dos fragmentos de Nash ambos datados entre 100 AC e o nascimento de Cristo. Em Grego os originais mais antigos são a versão Alexandrina dos Setenta por volta de 230 AC( escrita no Egipto já sob influência dos Gregos), e os Fragmentos de Ryland por volta de 150AC e ainda os Fragmentos de Fuad por volta dos anos 70 AC. Os textos latinos são posteriores ao nascimento de Cristo.
Como vemos, mesmo judeus cultos não podem apelar para a fidelidade das escrituras sobre a vida e origem de Moisés. Não há provas.
Curioso é observar que Heródoto, o pai da História, nos lega a expressão seguinte O Egipto é um presente do Nilo. Ora alguns filólogos nos dizem que a palavra Moisés quer dizer, salvo do Rio, ou sobrevivente do Rio, ou ainda Presente do Rio, no caso o Rio Nilo. Ora, se a narrativa for apenas simbólica podemos dizer que a Religião Israelita é um presente do Nilo, ou dizer que é um presente do Egipto. Ai aparece Moisés como um legislador inspirado....por quem? Na visão judaico cristã por Deus, na visão sociológica pela cultura egípcia que faz referências ao monoteísmo politico daquele povo.
Aguardem, mas lembrem-se: Promessa não é dívida. Nem mesmo a Promessa de Deus.
Que dificuldades eu enfrento, alguém perguntou?
No dia 23 de Novembro botaram fogo em minha casa e deram noticia em jornais e TVs.. Eu moro no meio do projeto Betel Soho, onde as propriedades sofrem especial pressão imobiliaria.
Meu filho ,no da 5 de Dezembro, foi condenado em uma Ação Civil, e teve pelo juiz ou juiza seus bens consfiscados ( interditados),um apartamento novo que lhe seria entregue em Janeiro ou Fevereiro, seu carro, sua conta bancária, ou seja, lhe interditarm dez anos de Trabalho ( ele tem apenas 35 anos).
E eu aguardo novas retalhações. sobre a minha simpatica pessoa.
OBS: Curiosidade, até agora segundo o Blogger ninguem leu o texto "Museu do Holocausto em Curitiba".
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Um judeu mais preparado do que eu para as coisas do judaísmo me fez notar que os Falashas ( Phalashas judeus negros da Etiópia) surgem com o filho de Salomon com a rainha Etíope e por esse modo Salomon cria direitos de sangue e matrimônio sobre as minas da Rainha de Sabá. Isso teria acontecido por volta de 970 antes de Cristo, e Moisés o fundador da religião israelita viveu por volta de 1250 antes de Cristo. Muito antes portanto.
Numa releitura que fiz deparei-me com novas ideias, pois o concretismo minucioso da história de Moisés contrasta com o desconhecimento do lugar onde morreu e o desconhecimento de seu túmulo, o que faz a história de Moisés parecer inverídica, ou ao menos, reescrita ideologicamente colocando Moise´s como um Levita. Ele se casou com uma mulher etíope (ver em Números filha e Jetro, sacerdote pagão de culto africano) e teve com ela dois filhos homens, que não podem ser "Brancos" e que curiosamente não deixam testemunho sobre o lugar da morte ou o túmulo de seu pai. Ora, eles haveriam de ser importantes no contexto do Patriarca. Ou estou enganado? Uma descrição tão cheia de detalhes e pormenores s omitiria a respeito da morte de um líder que liderou o povo por mais de 40 anos? Excepto se fosse o autor o relator de sua vida, pois não poderia narra a sua morte.... no entanto, nos diz Hugo Schelesinger e outros que Moisés é o autor do Pentateuco (mas ao ler esses cinco livros em momento algum temos a impressão de que Moisés fala de si mesmo).Alguém fala sobre ele. Então alguns exegetas querem atribuir a Moisés a função de instrumento de Deus pelo qual Deus da testemunho de Moisés. Difícil crer que Deus use o protagonista para narrar a sua história.
Os documentos originais são todos muito recentes para se saber se foram ou não manipulados politicamente. Em hebraico o mais antigo conhecido é o rolo de Isaías do Mar Morto, seguido dos fragmentos de Nash ambos datados entre 100 AC e o nascimento de Cristo. Em Grego os originais mais antigos são a versão Alexandrina dos Setenta por volta de 230 AC( escrita no Egipto já sob influência dos Gregos), e os Fragmentos de Ryland por volta de 150AC e ainda os Fragmentos de Fuad por volta dos anos 70 AC. Os textos latinos são posteriores ao nascimento de Cristo.
Como vemos, mesmo judeus cultos não podem apelar para a fidelidade das escrituras sobre a vida e origem de Moisés. Não há provas.
Curioso é observar que Heródoto, o pai da História, nos lega a expressão seguinte O Egipto é um presente do Nilo. Ora alguns filólogos nos dizem que a palavra Moisés quer dizer, salvo do Rio, ou sobrevivente do Rio, ou ainda Presente do Rio, no caso o Rio Nilo. Ora, se a narrativa for apenas simbólica podemos dizer que a Religião Israelita é um presente do Nilo, ou dizer que é um presente do Egipto. Ai aparece Moisés como um legislador inspirado....por quem? Na visão judaico cristã por Deus, na visão sociológica pela cultura egípcia que faz referências ao monoteísmo politico daquele povo.
Aguardem, mas lembrem-se: Promessa não é dívida. Nem mesmo a Promessa de Deus.
Que dificuldades eu enfrento, alguém perguntou?
No dia 23 de Novembro botaram fogo em minha casa e deram noticia em jornais e TVs.. Eu moro no meio do projeto Betel Soho, onde as propriedades sofrem especial pressão imobiliaria.
Meu filho ,no da 5 de Dezembro, foi condenado em uma Ação Civil, e teve pelo juiz ou juiza seus bens consfiscados ( interditados),um apartamento novo que lhe seria entregue em Janeiro ou Fevereiro, seu carro, sua conta bancária, ou seja, lhe interditarm dez anos de Trabalho ( ele tem apenas 35 anos).
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Foto histórica.
Requião recebe em palácio o Embaixador Islamico do IRAN ( Irã)
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Dentro da média.... e de vêz em quado aparece um timido leitor em Israel.
Clique sobre a imagem ela cresce para você ver detalhes.
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Uma curiosidade impressionante.
O nosso Blog psicologiadocaboaorabo (que está já ha´algum tempo sem novas postagens) tem mais leitores nos EUA do que no Brasil. Eu estranho pois os textos são difíceis e a tradução do Google não é muito fiel. Mesmo assim nos EUA o número de leitores é o dobro dos brasileiros.
OBS: Procuro fotos de Al Gore ( Vice Presidente dos EUA) e Requião em 2009. Se alguém puder colaborar.
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Homenagem de Natal às minhas leitoras especiais.
Rose Lee Jimenez ( com a coca na mão)é gaucha de Porto Alegre Rio Grande do Sul, Brasil É conhecida de todos como Roseli Alegria de Viver. Ela é laboratorista, casada, dois filhos, Gabriel e Felipe, tem 46 anos de vida intensa e muito trabaho e é especial leitora desse Blog.
Alguém me perguntou: qual o critério para uma leitora ser especial? É muito simples: Basta ser ESPECIAL.
Yanna tem 15 anos, é escritora e mora em Brasilia Capital do BrasilMarcia Aleixo Parra, é administradora tem 35 anos, faz aniversário dia 24 deste mês e mora em São Paulo capital. Brasil.
Michele Lamour é secretaria executiva tem 30 anos e mora na cidade de Campo Largo( Capital da Industria Ceramista) Paraná Brasil.
Julia Antunes Requião, professora, 18 anos incompletos, mora no Rio de Janeiro,Brasil.
Maria do Céu Limas Vieira é fotografa e pintora e autora de um dos Blogs mais bonitos da Internet, é portuguesa e mora em Portugal sua paixão. Feliz Natal Maria para ti e teu companheiro. Nós brasileiros te amamos. Mostre mais as suas pinceladas elas me parecem bem interessantes.Maria é uma leitora muito especial de nosso Blog.
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Temos leitores em Trinidad e Tobago, e crescem os leitores russos e holandeses.
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Marcadores:
Aviso aos navegantes
sábado, 10 de dezembro de 2011
Temos novos leitores na Índia e Suécia.
Eu procuro fotos da visita que a Rainha da Suécia fez ao Paraná quando foi recebida pelo governador Requião. Se alguém puder colaborar eu agradeço.
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Hoje eu fiz amor!
Hoje eu fiz amor.
Eu conversava a distancia, pela internet, com uma amiga. Foi quando ela me perguntou o que eu havia feito de bom naquele dia. Respondi: Comi batatas assadas com manteiga de verdade e fiz amor. Ela respondeu: Adoro batatas com manteiga de verdade... E te invejo, pois gostaria de ter feito amor nesse dia chuvoso.
Imediatamente me vieram à mente os ensinamentos de minha amiga monja. Ela me disse certo dia: O sexo é fruto do amor, mas o amor não é fruto do sexo. Eu me lembro que brinquei com ela: Você esta jogando com as palavras, não é? Ela respondeu: Deus é amor. Ele existe desde sempre, portanto antes da criação do mundo e da carne. A criação do homem foi um ato de amor gratuito. Foi somente depois que Deus disse ao homem, crescei-vos e multiplicai-vos.
Fui obrigado a me calar, havia uma lógica intrínseca no que ela dissera. Compreendi que eu como quase todo mundo procurávamos o amor no ato sexual, quando o amor vem da pratica de Bem... E do bem vem o sexo amoroso.
Puxa que estalo. Pois o que eu queria dizer à minha amiga é que eu houvera feito o Bem naquele dia... Não quis dizer que houvera feito sexo, como ela, no tempo, entendera.
Fazer amor é fazer o BEM, ou seja, é não se opor à obra de Deus... Ao constante fluxo de Bem que emana do querer divino. Que nós desobedientes como somos, desrespeitando os mandamentos divinos teimamos em obstacularizar.
Façamos o BEM para que um dia o nosso sexo seja amoroso. E fazer o BEM é amar a Deus, e Amar a DEUS é cumprir os seus mandamentos. Pois o Bem que faremos a mulher e o Bem que ela nos fará é que nos dará o desejo de servir a Deus na fertilidade de suas palavras amorosas: Crescei e multiplicai-vos.
wallacereq@gmail.com
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Reforma Agrária em Andamento Eterno
Reforma Agrária em andamento eterno.
O que quero dizer com esse título incomum?
Quando falamos em reforma, falamos em nova forma. No caso agrário, estamos falando numa nova forma agrária. Mas forma, é figura, pode-se dizer geométrica do solo. Assim, se observarmos o planeta terra, ele vem num movimento continuo se reformando nas suas fronteiras políticas, o que ao fim e ao cabo, é uma reformulação dos espaços físicos sobre o solo. Por isso eu a chamei de “Reforma Eterna”.
No caso do Brasil, para que você melhor entenda, imagine que o solo nacional é uma cama coberta com uma colcha de retalhos. As primeiras divisões políticas denunciam os limites dos estados federados, depois vêm às divisões privadas (retalhos privados) que denunciam, a nosso ver, os diversos limites das propriedades privadas. Ora, se fosse possível pintar e observar dinamicamente o crescimento das grandes propriedades, a área que vem sendo tomada pelas cooperativas e pelo agro negocio internacional, veríamos que a cada momento esta em andamento uma reforma (uma nova forma) das áreas agrárias do Brasil, com um avanço das monoculturas de exportação, assim como o desenvolvimento do abate de madeira e pecuária com a conseqüente expulsão dos homens do campo para as cidades, e a falência ou extinção de pequenas propriedades que se tornam propositada e estrategicamente inviáveis. Com isso o uso do solo vai se concentrando, e as populações rurais vão se acumulando em um canto, como quem varre o pó sobre um tapete. Imensas regiões desabitadas, e imensas aglomerações humanas em desordem.
Esse acúmulo de pessoas em cidades, não é atendido pelos lucros de exportação, pois em nosso país não há verdadeira e racional redistribuição de rendas. Assim vemos que há em andamento uma constante reforma agrária levada em curso pelo grande capital excludente das pessoas naturais que são ao fim e ao cabo os donos históricos do território, território conquistado gradativamente pela marca da facilitação dos financiamentos para os grandes capitais e propriedades e negligencia total aos pequenos produtores. O que vemos e assistimos nessa animação imaginativa da colcha de retalhos, é uma nova forma agrária dos ricos, (agora financiados por grupos estrangeiros) com expulsão e inviabilização dos pequenos proprietários da terra. As grandes aglomerações urbanas já foram exaustivamente estudadas por urbanistas desde o tempo do filosofo Aristóteles que condenava cidades com mais de dez mil habitantes. Faça uma experiência, crie galinhas, gado, coelhos, ou pássaros em exíguo espaço e aparecem os defeitos da estratégia. Bem, qualquer pessoa de bom senso estará observando as anomalias que se produz com as grandes aglomerações humanas, onde os homens se tornam vorazes concorrentes e inimigos uns dos outros, com a massificação do desejo de consumo sem possibilidade de obtê-lo, ou exercitá-lo, enquanto o território vai sendo ocupado pela REFORMA AGRARIA DE DIREITA. As policias substituem o exercito, pois o inimigo agora é interno, os pobres são inimigos dos ricos disputando a vida, enquanto imensos tratores e maquinas, cavam o solo, colhem os grãos, para alimentar nações distantes e financistas, omissos aos interesses das gentes da nossa terra.
O IPARDES ao divulgar seu ultimo relatório, fez alusão a um fato significativo, a maioria dos empregos foi gerada no Paraná pelas pequenas cidades. Isso é indicativo de que há uma contra reforma agrária, mais popular, fazendo resistência ao progresso dessas imensas áreas de agricultura para exportação. Uma reforma que garante o uso e posse do solo por brasileiros.
Quando o governo em nosso estado ofertou o fundo de aval, mecanizou pequenas propriedades, deu infra-estrutura de escoamento para a produção, fomentou a agregação de valor pela industrialização familiar aos produtos primários, fez uma contra reforma agrária mais a “direita”, mais prudente e esperta, e formou uma parede de resistência a migração forçada às populações rurais, empurradas sem escolha para a cidade. Então estamos vendo e testemunhado que há uma resistência pacifica e popular, uma reforma agrária, ou contra reforma agrária resistindo ao grande capital e a expulsão das populações campesinas. Pela primeira vez o IPARDES confirma em documento que é possível sim, uma inversão do sentido das migrações, ofertando nas pequenas cidades melhores condições de vida e no campo melhores condições de produção e comercialização.
Isso também se deve ao esforço do governo junto às prefeituras em ofertar o mínimo de infra-estrutura urbana e equipamentos que garantam vida mais assistida nesses municípios periféricos das grandes aglomerações urbanas ao mesmo tempo em que fomenta a fixação das populações rurais. As grandes redes de distribuição de energia e comunicação, poderão sim dar melhores condições de vida e educação aos campesinos. Os pequenos retalhos da colcha se tornarão mais harmônicos nas cores e na natureza dos tecidos, fazendo, ou formando um padrão, um estampado, um mosaico social e produtivo mais justo, mais humano, mas solidário, mais brasileiro.
Quando você compra um produto familiar em uma gôndola de supermercado, ou na feira, você esta ajudando a viabilizar a resistência, você estará financiado a contra reforma agrária do grande capital, você esta garantindo a liberdade de uso do solo nacional pelo seu povo histórico, e dando ao Brasil possibilidade de fomentar o mercado interno, com a melhoria de todos que estarão vivendo em espaços amplos, (você está garantindo outra densidade populacional) sem pressões de diversas ordens, e preservando a saúde da Vida Social. O modelo adotado pelo Paraná ainda não é perfeito, mas tem incrementado tanto a produção para exportação como a produção de mercadorias essenciais para a manutenção da vida e saúde dos brasileiros. O Brasil, no Paraná começa a despertar para o consumo interno, um mercado interno vitalizado pela redistribuição da renda, um Paraná para paranaenses, um Brasil para brasileiros.
Em 2003 exportávamos algo em torno de quatro bilhões de dólares, hoje em final de 2007, exportamos 11,8 bilhões de dólares, com um aumento considerável em quatro anos, sem, todavia descuidar da defesa do “cinturão de defesa” formado pelos pequenos agricultores que são a maioria no Paraná. Resta ainda que esses bilhões de dólares sejam comercializados por paranaenses e amantes do Brasil por uma Bolsa de Mercadorias e Futuros paranaense. O ideal é ainda incrementar mais as médias e pequenas propriedades e a restauração de um Banco Estadual. Houve significativo incremento na produção dessas pequenas propriedades, sobre modo nas medias, e isso também é reforma agrária, sem abuso, violência, ou invasão. A equalização da densidade demográfica das regiões do Paraná e Brasil é a garantia da Saúde Social do Brasil.
Isso não quer dizer que estão fora de legitimidade, os movimentos que defendem outra espécie de agricultores, aqueles que desde muito foram condenados a uma ausência total de domínio do que é seu, pois sem reivindicação trabalhista no campo, nem preparo para a vida urbana, e sem o pleno direito do exercício de soberania sobre a sua produção agrícola, ou retalho da terra que lhes coube, os sem terra, cuja profissão insofismavelmente esta ligada aos destinos da terra em produção padecem.
Entenda-se, leitor, que se não fazemos uma contra reforma agrária, dando colorido à nossa colcha de retalhos, logo, os capitais de fomento aos bens de exportação estarão assumindo grandes porções do território nacional, e nossa nação será “tesourada” na sua atual forma histórica, com perda de territórios, numa reforma agrária universal, que esta formando unidades econômicas em detrimento das soberanias nacionais, chamadas de blocos econômicos. Se não reagirmos, defendendo os homens da terra, o espaço territorial brasileiro será tomado, vendido quiçá, para interesses que nunca foram os nossos. E o nosso interesse é uma sociedade brasileira mais justa, livre e solidaria, e soberana no território histórico do Brasil.
Além disso, por debaixo da colcha de retalhos que o grande capital vem colorindo de uma única cor, existe o colchão, isto é, abaixo do solo agriculturável existe o subsolo, rico e inexplorado e pertencente à União. Ora, quando grandes áreas contínuas de território brasileiro estiverem nas mãos de grupos estrangeiros, eles partirão para a exploração do colchão, o subsolo, sem possibilidade de reação dos brasileiros, que estão sendo desarmados, desmobilizados, iludidos e aglutinados doentiamente nas periferias pobres das cidades, e desprotegidos do exercito brasileiro que está sobrevivendo como se fora ele, algo alheio aos interesses das autoridades brasileiras, pois está sendo também desarmado, desmobilizado. Aglutinados nas periferias pobres das cidades, e desprotegidos, sucumbem os donos históricos da terra, o povo brasileiro. Eu vaticino senhores, defendam com unhas e dentes os homens do campo, pois essa é a revolução civil, silenciosa, não violenta, que garantirá nossa soberania territorial e nosso subsolo, promessa universal de uma nação forte, hegemônica, capaz de protagonismo histórico. Homens ricos e empreendedores acordem para essa necessidade, transformem propriedades subutilizadas em projetos e empreendimento de redistribuição demográfica e renda. O Brasil tem hoje todas as condições de produzir todos os bens de consumo e produção suficiente para desenvolver uma sociedade equilibrada e moderna, até mesmo no campo da informática com ajuda da Índia, ou no campo das energias limpas e renováveis, assim o Brasil pode alçar vôo. O nosso colchão é rico, possível e viável. Acorde gigante adormecido em berço esplêndido. Não subestime o nosso povo sonolento, apenas comente entre vocês, alertem, pois o brasileiro, por uma predileção de Deus ama a sua pátria visceralmente, e reagirá com a esperteza e determinação de sempre.
Wallace Requião de Mello e Silva.
Republicado para quem tem preguiça de procurar.
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O que quero dizer com esse título incomum?
Quando falamos em reforma, falamos em nova forma. No caso agrário, estamos falando numa nova forma agrária. Mas forma, é figura, pode-se dizer geométrica do solo. Assim, se observarmos o planeta terra, ele vem num movimento continuo se reformando nas suas fronteiras políticas, o que ao fim e ao cabo, é uma reformulação dos espaços físicos sobre o solo. Por isso eu a chamei de “Reforma Eterna”.
No caso do Brasil, para que você melhor entenda, imagine que o solo nacional é uma cama coberta com uma colcha de retalhos. As primeiras divisões políticas denunciam os limites dos estados federados, depois vêm às divisões privadas (retalhos privados) que denunciam, a nosso ver, os diversos limites das propriedades privadas. Ora, se fosse possível pintar e observar dinamicamente o crescimento das grandes propriedades, a área que vem sendo tomada pelas cooperativas e pelo agro negocio internacional, veríamos que a cada momento esta em andamento uma reforma (uma nova forma) das áreas agrárias do Brasil, com um avanço das monoculturas de exportação, assim como o desenvolvimento do abate de madeira e pecuária com a conseqüente expulsão dos homens do campo para as cidades, e a falência ou extinção de pequenas propriedades que se tornam propositada e estrategicamente inviáveis. Com isso o uso do solo vai se concentrando, e as populações rurais vão se acumulando em um canto, como quem varre o pó sobre um tapete. Imensas regiões desabitadas, e imensas aglomerações humanas em desordem.
Esse acúmulo de pessoas em cidades, não é atendido pelos lucros de exportação, pois em nosso país não há verdadeira e racional redistribuição de rendas. Assim vemos que há em andamento uma constante reforma agrária levada em curso pelo grande capital excludente das pessoas naturais que são ao fim e ao cabo os donos históricos do território, território conquistado gradativamente pela marca da facilitação dos financiamentos para os grandes capitais e propriedades e negligencia total aos pequenos produtores. O que vemos e assistimos nessa animação imaginativa da colcha de retalhos, é uma nova forma agrária dos ricos, (agora financiados por grupos estrangeiros) com expulsão e inviabilização dos pequenos proprietários da terra. As grandes aglomerações urbanas já foram exaustivamente estudadas por urbanistas desde o tempo do filosofo Aristóteles que condenava cidades com mais de dez mil habitantes. Faça uma experiência, crie galinhas, gado, coelhos, ou pássaros em exíguo espaço e aparecem os defeitos da estratégia. Bem, qualquer pessoa de bom senso estará observando as anomalias que se produz com as grandes aglomerações humanas, onde os homens se tornam vorazes concorrentes e inimigos uns dos outros, com a massificação do desejo de consumo sem possibilidade de obtê-lo, ou exercitá-lo, enquanto o território vai sendo ocupado pela REFORMA AGRARIA DE DIREITA. As policias substituem o exercito, pois o inimigo agora é interno, os pobres são inimigos dos ricos disputando a vida, enquanto imensos tratores e maquinas, cavam o solo, colhem os grãos, para alimentar nações distantes e financistas, omissos aos interesses das gentes da nossa terra.
O IPARDES ao divulgar seu ultimo relatório, fez alusão a um fato significativo, a maioria dos empregos foi gerada no Paraná pelas pequenas cidades. Isso é indicativo de que há uma contra reforma agrária, mais popular, fazendo resistência ao progresso dessas imensas áreas de agricultura para exportação. Uma reforma que garante o uso e posse do solo por brasileiros.
Quando o governo em nosso estado ofertou o fundo de aval, mecanizou pequenas propriedades, deu infra-estrutura de escoamento para a produção, fomentou a agregação de valor pela industrialização familiar aos produtos primários, fez uma contra reforma agrária mais a “direita”, mais prudente e esperta, e formou uma parede de resistência a migração forçada às populações rurais, empurradas sem escolha para a cidade. Então estamos vendo e testemunhado que há uma resistência pacifica e popular, uma reforma agrária, ou contra reforma agrária resistindo ao grande capital e a expulsão das populações campesinas. Pela primeira vez o IPARDES confirma em documento que é possível sim, uma inversão do sentido das migrações, ofertando nas pequenas cidades melhores condições de vida e no campo melhores condições de produção e comercialização.
Isso também se deve ao esforço do governo junto às prefeituras em ofertar o mínimo de infra-estrutura urbana e equipamentos que garantam vida mais assistida nesses municípios periféricos das grandes aglomerações urbanas ao mesmo tempo em que fomenta a fixação das populações rurais. As grandes redes de distribuição de energia e comunicação, poderão sim dar melhores condições de vida e educação aos campesinos. Os pequenos retalhos da colcha se tornarão mais harmônicos nas cores e na natureza dos tecidos, fazendo, ou formando um padrão, um estampado, um mosaico social e produtivo mais justo, mais humano, mas solidário, mais brasileiro.
Quando você compra um produto familiar em uma gôndola de supermercado, ou na feira, você esta ajudando a viabilizar a resistência, você estará financiado a contra reforma agrária do grande capital, você esta garantindo a liberdade de uso do solo nacional pelo seu povo histórico, e dando ao Brasil possibilidade de fomentar o mercado interno, com a melhoria de todos que estarão vivendo em espaços amplos, (você está garantindo outra densidade populacional) sem pressões de diversas ordens, e preservando a saúde da Vida Social. O modelo adotado pelo Paraná ainda não é perfeito, mas tem incrementado tanto a produção para exportação como a produção de mercadorias essenciais para a manutenção da vida e saúde dos brasileiros. O Brasil, no Paraná começa a despertar para o consumo interno, um mercado interno vitalizado pela redistribuição da renda, um Paraná para paranaenses, um Brasil para brasileiros.
Em 2003 exportávamos algo em torno de quatro bilhões de dólares, hoje em final de 2007, exportamos 11,8 bilhões de dólares, com um aumento considerável em quatro anos, sem, todavia descuidar da defesa do “cinturão de defesa” formado pelos pequenos agricultores que são a maioria no Paraná. Resta ainda que esses bilhões de dólares sejam comercializados por paranaenses e amantes do Brasil por uma Bolsa de Mercadorias e Futuros paranaense. O ideal é ainda incrementar mais as médias e pequenas propriedades e a restauração de um Banco Estadual. Houve significativo incremento na produção dessas pequenas propriedades, sobre modo nas medias, e isso também é reforma agrária, sem abuso, violência, ou invasão. A equalização da densidade demográfica das regiões do Paraná e Brasil é a garantia da Saúde Social do Brasil.
Isso não quer dizer que estão fora de legitimidade, os movimentos que defendem outra espécie de agricultores, aqueles que desde muito foram condenados a uma ausência total de domínio do que é seu, pois sem reivindicação trabalhista no campo, nem preparo para a vida urbana, e sem o pleno direito do exercício de soberania sobre a sua produção agrícola, ou retalho da terra que lhes coube, os sem terra, cuja profissão insofismavelmente esta ligada aos destinos da terra em produção padecem.
Entenda-se, leitor, que se não fazemos uma contra reforma agrária, dando colorido à nossa colcha de retalhos, logo, os capitais de fomento aos bens de exportação estarão assumindo grandes porções do território nacional, e nossa nação será “tesourada” na sua atual forma histórica, com perda de territórios, numa reforma agrária universal, que esta formando unidades econômicas em detrimento das soberanias nacionais, chamadas de blocos econômicos. Se não reagirmos, defendendo os homens da terra, o espaço territorial brasileiro será tomado, vendido quiçá, para interesses que nunca foram os nossos. E o nosso interesse é uma sociedade brasileira mais justa, livre e solidaria, e soberana no território histórico do Brasil.
Além disso, por debaixo da colcha de retalhos que o grande capital vem colorindo de uma única cor, existe o colchão, isto é, abaixo do solo agriculturável existe o subsolo, rico e inexplorado e pertencente à União. Ora, quando grandes áreas contínuas de território brasileiro estiverem nas mãos de grupos estrangeiros, eles partirão para a exploração do colchão, o subsolo, sem possibilidade de reação dos brasileiros, que estão sendo desarmados, desmobilizados, iludidos e aglutinados doentiamente nas periferias pobres das cidades, e desprotegidos do exercito brasileiro que está sobrevivendo como se fora ele, algo alheio aos interesses das autoridades brasileiras, pois está sendo também desarmado, desmobilizado. Aglutinados nas periferias pobres das cidades, e desprotegidos, sucumbem os donos históricos da terra, o povo brasileiro. Eu vaticino senhores, defendam com unhas e dentes os homens do campo, pois essa é a revolução civil, silenciosa, não violenta, que garantirá nossa soberania territorial e nosso subsolo, promessa universal de uma nação forte, hegemônica, capaz de protagonismo histórico. Homens ricos e empreendedores acordem para essa necessidade, transformem propriedades subutilizadas em projetos e empreendimento de redistribuição demográfica e renda. O Brasil tem hoje todas as condições de produzir todos os bens de consumo e produção suficiente para desenvolver uma sociedade equilibrada e moderna, até mesmo no campo da informática com ajuda da Índia, ou no campo das energias limpas e renováveis, assim o Brasil pode alçar vôo. O nosso colchão é rico, possível e viável. Acorde gigante adormecido em berço esplêndido. Não subestime o nosso povo sonolento, apenas comente entre vocês, alertem, pois o brasileiro, por uma predileção de Deus ama a sua pátria visceralmente, e reagirá com a esperteza e determinação de sempre.
Wallace Requião de Mello e Silva.
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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
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