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terça-feira, 10 de julho de 2012

O Brasil não tem preço!


O Brasil não tem preço!

Escrevo este texto para estrangeiros. Cada vez mais estrangeiros lêem nossos Blogs. E eu sinto que poucos fazem uma ideia clara do que é o Brasil.

No Brasil chamamos estados às unidades administrativas. O Paraná é uma dessas unidades. Corresponde a 2,6% (dois vírgula seis por cento) do território brasileiro. Ora, se eu der aos senhores uma ideia dessa pequena fatia do país ficara fácil imaginar as riquezas dos demais 97,4% do território nacional.

A Primeira coisa que salta aos olhos é a quantidade e qualidade de nascentes de águas minerais potáveis. (garantia de vida). A bacia hidrográfica em nosso estado é bem distribuída e o aproveitamento econômico dos rios esta por volta dos 40%. Temos com a próxima inauguração da Hidroelétrica Mauá dezenove (19) usinas hidroelétricas nesse pequeno território, observando que aqui esta a segunda maior hidroelétrica do mundo
( a maior  do mundo em operação construida em cooperação com o Paraguai).
Além disso temos em operação uma experiência de unidades eólicas de porte no município de Palmas. Mas se isso por si só já é um índice de desenvolvimento e soberania energética, os dados não ficam ai.
Temos Urânio. Temos imensas jazidas de carvão fóssil. Temos gás natural de Petróleo. Imensas jazidas de Xisto betuminoso gerando combustíveis. Temos petróleo em terra e no mar. A segunda maior Refinaria de Petróleo do país. Temos usinas experimentais de Bio combustíveis. Temos uma usina a gás. Não me parece pouco em termos energéticos.

Neste pequeno pedaço do Brasil vivem perto de dez milhões de pessoas. Os nossos campos abrigam mais de dez milhões de cabeças de gado bovino.  Trinta e três milhões de cabeças de suínos para corte. Pouco mais de 150 milhões de cabeças de aves para abate (mês). Uma caprino cultura em desenvolvimento e uma piscicultura alternativa. Impressionante mesmo porque esses números medidos indiretamente sofrem a subestimação para desvio de impostos. Mas se isso já é impressionante imaginam que esse pequeno pedaço de território produz anualmente mais de 35 milhões de toneladas de grãos. Falta-nos na verdade um sistema mais eficiente de armazenamento como consequência de uma exclusividade do comercio exterior em desprezo de comercio interno (Nações estrangeiras não querem um comércio interno fortalecido no Brasil, isto fortaleceria o Brasil como pais desenvolvido).

Para o transporte e comercialização temos uma malha interna considerável,  estradas e ferrovias precisando de retoques logísticos, mas em plena atividade e um porto magnífico.

Leis ambientais, ONGS estrangeiras, e políticos míopes em nome da preservação ambiental (estática ao invés de dinâmica, ou seja, conservação rígida ao invés de replantio constante de espécies econômicas e nativas e eficiente proteção os rios) por esse meio  eles controlam nosso subsolo. Toda grande área de preservação no Brasil esconde imensas jazidas mineral. Fiquem pasmos. Temos ouro em produção. Diamantes em produção. Carvão mineral em produção. Chumbo e prata. Jazidas de ferro que afloram. Temos como já dissemos o Folheto  ( folhelo) piro betuminoso. Temos imensas jazidas de calcário em exploração. Temos cimento. Temos o Talco. Temos o caulim e o feldspato. Temos a fluorita. O Ferro protegido por leis ambientais.   Temos ametista e a ágata. Temos as chamadas rochas ornamentais O gás natural de petróleo .E finalmente a bendita água mineral de alta qualidade e potabilidade.

Alem das águas sulfurosas medicinais e térmicas.

Certamente você não é um tolo. Você já percebeu o potencial desse pequeno pedaço do Brasil. Certamente você estará pensando como temos uma tão desigual distribuição de rendas? Como o brasileiro via de regra não valoriza o que tem? Como pode um torrão como esse ainda ter analfabetos?

Desculpem-me os estrangeiros, mas muita da responsabilidade deste estado de coisas vem de governos estrangeiros, sejam por força de seus sistemas comerciais, seja pelo secreto desejo que os países fornecedores de matéria prima continuem como “colônias brancas”.

Mesmo assim creio que vocês já perceberam que o Brasil não tem preço ainda que sistemas financeiros façam de tudo para endividar o país com a aquiescência de nossos governantes, para nos obrigar a produzir para fora, e consumir a preço de ouro bens de consumo produzidos fora ou dentro de nosso território por multi nacionais desinteressadas dos projectos  e necessidades do povo brasileiro.
Quando subir ao Governo do Brasil alguém que tenha um projecto para aplicar e orientar estes duzentos milhões  de mentes e de pares de criativos e habilidosos braços humanos na construção da Nação Brasileira, até mesmo a China Amarela ficará com as faces vermelhas de vergonha. Hoje apenas 22 milhões de pessoas trabalham oficialmente no Brasil ( com registro profissional oficial) os demais???????????????????????????????????.
Sei lá...sobrevivem.

 wallacereq@gmail.com.

Usina ITAIPU ( Parceria com o Paraguai)
Usina de Salto Segredo
Usina
Gas de pteróleo
Ferrovias


Trasporte rodoviario.
Estradas bem distribuidas e em ótimas condições.


19 Usinas  hidroeletricas
Petróleo em terra.
Petroleo no mar.
Xisto combustivel.
PCHs Usinas de Médio porte.

Usian Santa Clara
Usina de Segredo
Usina de Fundão
Porto: Segundo Porto do Brasil.
Uranio para o futuro.

Vista aérea de uma das regiões mais pobres (IDH) do estado com 70% de aproveitamento economico.





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segunda-feira, 9 de julho de 2012

O Cometa




O Cometa.

Algumas pessoas passam pela vida da gente como um cometa, outras como a terra em torno do sol e levam 365 dias “rodando”.

Eu conheci o jovem Alexandre Antosz Filho quando ele ainda fazia seu mestrado em Campinas no estado de São Paulo, Brasil.

Para custear seus estudos representava o Editor Quadrante vendendo livros. Foi de suas mãos que recebi importantes textos doutrinais que tem sido muito uteis na minha caminhada.

Curioso, hoje encontrei entre as minhas coisas um convite para a sua ordenação sacerdotal em Roma no mês de Maio de 2008. Mais curioso ainda, pois encontrei também hoje seu irmão em uma Missa.

Quero homenagear aqui a passagem desse cometa, jovem e competente, vocação verdadeira. Amigo e Sacerdote.






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Crianças...pensem sobre isso

O Texto abaixo foi escrito muitos anos atrás. A viagem que faz referência iniciou em Fevereiro de 1988, portanto, 24 anos atrás. Eu o publique pois vejo uma estreita lidação com os dois últimos textos: "A Busca" e "A morte como instrumento politico".
Leiam com atenção.



Sacrificio de crianças. ( medite sobre isso)
Sacrifício de Crianças.

Dez anos atrás, tive a oportunidade de percorrer em motocicleta, toda a costa do Pacífico desde o Chile, à América Central em direção aos Estados Unidos. Naquela ocasião fiquei escandalizado com o número de informações históricas sobre a prática de sacrifícios humanos, sobretudo de crianças, na América pré e pós - colombiana.
Contam-se inúmeros fatos de sacrifícios humanos, seguidos ou não de antropofagia, seja nas culturas Astecas, Maias ou Incaicas, entre as mais desenvolvidas. Mas o que mais me escandalizou foi o silêncio que se fez disto tanto na imprensa dos meus anos adolescentes como nos curriculuns escolares. Eu nunca ouvira falar disto nos bancos escolares. Para mim, como para muitos os americanos pré-colombianos eram uns tipos ingênuos e mansos, algo romanceados ao estilo do "bom selvagem" de Rousseau.
Recentemente, num estudo muito sério que estou fazendo sobre o semitismo, vou encontrar a pratica de sacrifícios de crianças nos povos da Mesopotâmia incluindo os povos de origem semítica. Autores judaizantes, ou ao menos mais preocupados com a defesa do judaísmo, procuram também, lavar as mãos da culpa destes sacrifícios humanos atribuindo estas práticas( fora da lata de lixo) encontradas na sua história, à assimilação por parte dos hebreus de cultos estranhos ao culto de Abraão, ou melhor, às posteriores tradições mosaicas. Não desminto. Todavia, só como exemplo vai citar o mais conhecido dos sacrifícios, o sacrifício de Javé- Yiré, ou o sacrifício de Isaac. Lê-se no Gênesis 22, s: Deus disse a Abraão: "Toma teu filho, teu único filho a quem tanto amas, Isaac; e vai à terra de Moriá onde tu o oferecerás em holocausto"...; e diz em seguida: (...) "Depois estendendo a mão tomou a faca para imolar o seu filho"... Porém como todos sabem este sacrifício exemplar não se realizou, e no lugar de Isaac, foi imolado e queimado um cordeiro.
Posso dizer, pelo menos neste caso, sem muita profundidade teológica, que Abraão, deslocou, por assim dizer, o sacrifício humano, para o cordeiro, dando um grande passo moral nas primitivas concepções "sacrificiais". Igualmente, ouso dizer aqui, que o sacrifício cruento, sacrifício humano na cruz, de Nosso Senhor Jesus Cristo, criança sim, não no sentido cronológico, pois já passava dos trinta, mas no sentido da pureza e inocência, e que dada a sua alta dignidade é insuperável como sacrifício na sua natureza humana e divina, isto é, impossibilitando com o sacrifício de si próprio que outro sacrifício qualquer possa alçar à sua altura, ou que exista outro sacrifício mais propiciatório, expiatório ou redentor que o de Cristo, e transfere de uma vez por todas, a natureza do sacrifício cruento humano - divino e o substituí para sempre, pelo sacrifício incruento do altar. "Fazei isto em memória de Mim".
Isto é magnífico, e digamos, é a representação final, cabal, do cordeiro "substituto" de Isaac, filho de Abraão. É a sublimação dos sacrifícios do Levítico, é a perfeição moral como jamais fora alcançada.
Todavia hoje, surpreendentemente os fatos jornalísticos apontam para freqüentes casos de magia ligados à morte de crianças. Aqui no Paraná, que Deus nos perdoe , houve alguns casos. No nordeste brasileiro outros, enfim surgem, estes ou aqueles, como um testemunho evidente da barbárie em que vivemos neste mundo. Mais do que isto, mas muito mais sério, e me constrange o coração é o sacrifício bestial, (oferecido aos deuses do egoísmo, da irresponsabilidade, do descompromisso, da ausência de amor ao próximo) de infinidade de crianças pela prática do aborto, esta barbárie hedionda praticada em todo o mundo, este estigma, este pecado que clama aos céus e que exige o maciço e urgente arrependimento dos homens de todas as raças e credos.
Criança é esperança. Sexo é responsabilidade.
Figurativamente e não teologicamente, podemos dizer, num sentido estritamente pedagógico, que a concepção humana é uma imagem em miniatura da criação e da encarnação do Verbo Invisível consumada em Cristo Homem. E o Verbo se fez Carne... E habitou entre nós. Quem haveria de querer abortá-lo? Talvez um Herodes, o indumeu, que mandou matar as crianças em Jerusalém ao tempo do nascimento de Cristo. Terrível orgulho é opor-se à obra de Deus.
Compromisso com a vida é o SIM de Maria. Compromisso com a vida é o SIM de todos os pais, qualquer que sejam as circunstâncias.

Wallace Requião de Mello e Silva.
Psicólogo.




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sábado, 7 de julho de 2012

VIVER



Tão poucos os dias de ventura...

Tão longas as noites ensombradas,

E a vida passa destilando agrura

Anuviando as manhãs ensolaradas.



Também na vida há beijos e ternura,

Há almas pelo amor entrelaçadas...

Há poetas cantando a flor mais pura

E estrelas cintilando nas caladas.



Se o viver traz tristezas e alegrias,

se morrer é alcançar a paz dos dias

E sonhar é o maior supremo bem...



Esqueçamos a sombra da tristeza

e do mundo cantemos a beleza

e  todo encanto que essa vida tem.



Argentina de Mello e Silva 1983





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"Tolle et Lege".


Lê, lê tudo que teus olhos virem

E às tuas mãos ansiosas te caírem

Lê o velho, o novo, o falso, o verdadeiro

Distingui-los não podes? Então lê

Se nada nós sabemos, assim mesmo lê !

Desde Homero, Platão, os sábios, os incréus

Os que amaram um deus, os que não creem nos céus

Lê tragédias, Sheakspeare, fábulas, fantasias...

Tudo o que o homem sonha e a cada dia.

O ódio de Voltaire à Igreja prepotente,

De Torquemada o fogo à alma impenitente

Lê amor em Lamartine, a Ismaya deTolstoi

Quem não chorou com Inez a mísera e mesquinha

A que depois de morta o amor  fê-la rainha?

Lê Kafka- "O Processo" é atual e desumano,

No eterno incognoscível do verbo humano

Lê Flaubert- o da forma torturado!

O herói da adolescência por mim o mais amado.

Lê Sartre- o imortal sem Deus e sem calor

Que omite dessa vida uma palavra- AMOR

Lê tudo irmão! Verás na História de Papini

Um Cristo que foi Grande, foi pobre, foi sublime.

LÊ Dante, lê Rousseau e lê também Karl Marx

Da maldade dos povos que o  despotismo arrasta

À historia social da humanidade gasta.

De Freud a teoria escuta precavido:

Viveste, um dia, a infância e foi assim ? Duvido

De Trevisan os “Contos” de um mundo trivial

Mulher marido, amante, o trio universal

Lê tudo se nada mais lhe resta;

Lê a gloria de Paris . Cidade sempre em festa

A socialista China, a Rússia a Troika unida,

Uganda, Portugal; a Espanha desunida.

Da América ululante vê a água rumorosa

No rio da “liberdade” da CIA poderosa!

Se tudo leste já, pondera na humildade

Daquele que pregou um dia à humanidade

Não teve biblioteca, nenhum livro escreveu,

Mas tudo que deixou no Livro Eterno é teu!

O Livro que perdura e a traça não corrói,

O livro que a censura não leu e não destrói.

Se tudo leste já, se tudo já foi visto,

E nada compreendeste em glória tão fugaz...

Lê sempre e sempre mais o Evangelho de Cristo,

A única verdade, a única que existe.

E trás à solidão um Cântico de Paz!



Argentina de Mello e Silva, Abril de 1977.





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sexta-feira, 6 de julho de 2012

A Busca.


A busca pela verdade histórica.

Muito ano atrás caiu em minhas mãos um pequeno livro em Frances, editado por volta de 1840 e titulado “Os problemas da História”.

Curioso; o autor já naquela época tinha consciência de que o texto histórico esta deformado pela ótica ideológica do autor, do narrador, do historiador, do documentalista. Não poderia ser diferente comigo.

Pior; muito pior é se perceber que os relatos históricos são justificativos dos vencedores.

Então quando eu procuro aprofundar uma pesquisa sobre judeu; por exemplo; logo surgem aqueles que irados me chamam de nazistinha filho da puta. Anti-semitazinho. Racistinha nojento etc. e tal. Fico triste, pois só a VERDADE nos libertará. A nós todos, judeus e não judeus.

Os judeus do Paraná chegaram aqui muito antes da Primeira Guerra. São muito poucos os que chegaram para além dos anos 50 depois da Segunda Guerra. Eu conheci o casal Zitto, Maria Nasca, Gertha, estas pessoas sim estiveram no coração do problema. Os demais repetem visceralmente fatos que não presenciaram. Irritam-se com o que não testemunharam. Não querem ver o óbvio. Como meu filho embora cristão católico como eu, seja filho de ventre judeu-cristão, eu me preocupo em deixar para ele as bases para uma pesquisa sobre a VERDADE.

Nem sempre o povo é culpado das decisões de seus governantes, mas sempre pagam pelos erros de seus maiores. Pior; muito pior é o segredo dos bastidores da história. Pagamos pelos atos secretos que sequer ficamos sabendo.

Eddie Rickenbacker (SRD Pagina 192 edição de 1979) esse suíço naturalizado e As entre os pilotos norte-americanos de guerra, mensageiro de MacArthur, descreve assim o fim da Guerra: “Os homens jogavam seus capacetes para o ar. Abandonavam suas armas, acenavam com as mãos. A seguir em toda a extensão para um lado e para o outro, alemães e norte americanos começaram a aproximarem-se de vagar uns aos outros. Hesitantes a principio depois mais depressa, ate que de repente os uniformes cinzentos se misturavam com os marrons e eu podia ver todos se abraçando pulando e dançando. Voei para o lado francês. Ali era mais incrível ainda. Após quatro anos de carnificina e ódio eles não estavam apenas se abraçando, mas se beijando uns aos outros em ambas as faces”.

Eu me pergunto: por que os propagandistas da guerra não mostraram essas imagens? Possivelmente para que nós acreditemos que a guerra tem algum sentido. Porém a despeito da propaganda de guerra, das promoções, das condecorações os homens comuns na linha de frente, vão percebendo a brutalidade de tudo. A incoerência... Percebem-se apenas assassinos. Os padres os pastores e as famílias de um lado torcem pelos seus filhos que defendem sua pátria. Do outro lado padres, pastores e familiares defendem e rezam pelos seus filhos que defendem suas pátrias. Longe, bem longes interesses inconfessáveis matam milhares de vidas humanas, emitem ordens que brutal e inutilmente ceifam vidas humanas. Perguntem aos sobreviventes de Hiroshima se eles acham ato heroico e justificável à bomba atômica jogada sobre mulheres, crianças e velhos numa atitude covarde provocando o verdadeiro Holocausto japonês. Os “guardiões da liberdade” imaginem só, condenaram em um ato milhares de japoneses em holocausto (sacrifício pelo fogo). Mas eles são os mocinhos na história, os vencedores. Os narradores da própria gloria.

Se for assim, como foi com  os demais povos da terra não seria muito diferente com os judeus. Eles também pagam o preço da falsidade de seus maiores. E defendem seus “interesses” raciais, religiosos, políticos e territoriais, sem muitas vezes saber o que ocorre nos bastidores do poder.

A Revolução Russa de 1917, por exemplo. Era fundada na ideologia de um judeu alemão. Foi executada por um grupo de judeus estrategicamente colocados na estrutura de poder. A revolução cometeu atos de barbárie terríveis aos qual o mundo se cala. E foi essa revolução feita por Judeus e financiada por bancos Judeus que logo depois começou os pogroms perseguindo, prendendo, executando e forçando a emigração de judeus russos para a Palestina. Não é curioso? Não merece um melhor estudo?

Evert Smit pesquisador holandês diz: “ O importante banqueiro Jacob Schiff junto com a Mendell House e seu amigo Leon Trotski ( Liev Davidovitch BRONSTEIN maçom e judeu também conhecido como Leon Trotski) encarregaram-se desde New York do treinamento de varias centenas  de revolucionários americanos de ascendência russa. Foi esse grupo que realisou a Revolução Russa. Todavia em plena Primeira Guerra Mundial  Schiff encarregou-se de levar os revolucionários para a Europa”.

Sobre a Segunda Guerra temos perguntas que nunca foram respondidas:

1)  Por qual motivo financistas e bancos judeus financiaram a Alemanha na Primeira e Segunda Guerra? Fritz Springmeier em seu livro Be Wise as Serpents diz: “ Adolf Hitler e os irmãos Dulles encontraram-se na casa do barão Kurt Von Schroeder: Allen e Foster Dulles foram enviados secretamente a Hitler para afirmar-lhe que a “ elite” financiaria sua ascensão ao poder” (Be Wise as Serpents Lincon, 1991) Ora essa elite era composta de judeus financistas e banqueiros.

2)  Nunca foram achados os corpos de Hitler e Eva Braun? A História oficial ( dos vencedores) diz que foram carbonizados.
( pesquisadores dos motivos que teriam para queimar o corpo de Hitler e Eva citam três hipóteses: 1- eles não morreram esses corpos   queimados eram apenas uma desculpa. 2) morreram e o  mundo saaberiaa que Httlerr era ciruncisado como um bom judeu. 3- Hitler  e Eva tinham marcas e tatuagens no corpo reveladoras.)
3)  Hitler era mesmo filho de mãe judia? Eva Braun sua amante era sabidamente judia.( apresentada como católica) Ela era um contacto e agente do sionismo? Alias outros movimentos revolucionários, como a Intentona Comunista no Brasil tinham como mulher ou amante de seus lideres mulheres judias ( agentes sionistas). Isto é apenas uma coincidência?

4)  A Partir de 1939 a Alemanha sustentou financiada por bancos judeus um programa de imigração de judeus para a Palestina. Esse programa foi impedido pelos judeus políticos Ingleses que limitaram a imigração para aquele país (seu protetorado).  Os ingleses chegaram a afundar alguns navios de judeus. Não é curioso?

5)  O que é o sionismo? Jack Bernstein autor judeu diz: O judaísmo é uma religião, mas o sionismo é um movimento político fundado pelos próprios judeus que faziam parte das forças que estavam por trás do comunismo. O objetivo do sionismo é um Governo Mundial sob o controle dos sionistas e das altas finanças internacionais judaicas” (Bernestein Jack; Das LEBEN EINES AMERICANISCHEN judeu in Rassistischen marxistischen Israel; Steinkirchen 1985 pag. 17).

6)  O que foi a declaração Balfour? Depois da vitoria sobre os turcos os ingleses financiados por Rothschild que os permitiu comprar o canal de Suez desculpa para vencer os turcos Lord Balfour que estava nos Estados Unidos publicou em forma de carta endereçada a Lord Rothschild (judeu financista banqueiro e petroleiro) a declaração Balfour que prometia a criação do Estado de Israel, um lar nacional para os judeus na Palestina. Acontece que nem o mundo estava interessado nem os judeus pretendiam se mudar para Israel... Assim diz um autor: “foi preciso que os nazistas provocassem deliberadamente a revolta no mundo para facilitar os ideais sionistas”. ( Segv,Ton - Der Holocaust und Israels Pulitik der Erinnerung; Amisterdan 1990)

7)  Finalmente  Manoel Bonilla Sauras no livro”  Os senhores do socialismo” cita Nicholas Buther chefe da  Associação Britânica -Israelita: “ O mundo esta dividido em três categorias de pessoas uns tantos que fazem os acontecimentos se produzir;  outro que vela pela sua execução e cuidam para que se cumpram; e uma ampla maioria que não sabem jamais o que aconteceu na realidade”: Ora digo eu, esses últimos pagam a conta.  Sejam judeus ou não.

8)  Eu me pergunto: Serei eu  um desses que jamais saberá o que aconteceu na realidade? Possivelmente.





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quarta-feira, 4 de julho de 2012

Novo seguidor

Erico Cordeiro é nosso novo seguidor. Seja bem vindo.


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A Fé do outro.


A Fé do outro.

Depois de pouco mais de trinta anos pedindo misericórdia eu concluo que o que eu tenho é esperança e não fé. Pessoas que convivem comigo tentam me corrigir dizendo que eu sobrevivi esses trinta anos o que por si só já é um milagre. Concordo. São palavras consoladoras e no mais fundo de seu sentido expresso são absolutamente verdadeiras.

Todavia hoje eu me deparei com o texto bíblico que narra o episodio do centurião romano pedindo a Jesus a cura de seu servo. Diz ele: “Senhor eu também tenho homens sob meu comando e se digo a um... vem ele vem; se digo a outro vai... ele vai”. (...)

Jesus então responde: “Nem em Israel vi homem com tanta fé. Vai seu servo já está curado”.

Eu nunca havia me colocado no lugar do servo do centurião. Lá estava ele doente; sem fé; sem se preocupar com religião; impotente no seu leito de morte; sem se preocupar se tivera méritos ou não se abandonava ao seu sofrer. Mas eis que alguém com fé... longe; muito longe dali pedia a Deus por ele. A fé do centurião intercessor obtém de Deus a sua cura. Para tanto não há rito algum; não há nenhuma magia; não há nenhum pedido de sacrifício ou conversão... apenas a fé do centurião move a compaixão de Deus.

Nessa altura de minha vida eu espero na fé de alguém. Alguém que me é muito caro e que precisa lembrar-se de mim com misericórdia e por mim (eu) interceder com aquela fé que Jesus () não viu nem mesmo entre os seus.

Essa é a minha esperança. Das virtudes teologais a mim foi dada a Esperança. Hoje eu necessito da fé do outro. Rogo a Deus que nesse mundo ainda haja alguém que tenha essa fé tão necessária para a cura de tantas ilusões.



Ao meu querido sobrinho Wallace.



Chegastes ao fim, irmão, e então confessas

Que não valeu no mundo o teu abraço.

Sonhaste tanto e teu sonhar já cessa.

Quando a saudade é o derradeiro laço.



E o amor? Mas o amor passa depressa!

Vai deixando ressaibos de cansaço.

A saúde é apenas uma promessa

Que se vai definhando passo a passo!



Ainda resta, porém, em sua vida,

Uma palavra mágica, querida,

Que guardarás no seio da lembrança...



É a flor que nunca murcha nem fenece,

Quanto mais vive mais rejuvenesce:

Essa flor imortal – flor da Esperança!



Argentina de Mello e Silva.


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sábado, 30 de junho de 2012

Die Geschichte der Philosophie

Este texto em alemão é de minha autoria traduzido para o alemão pela pedagoga brasileira residente na Alemanha Sheila Soares. É uma experiência para tentar aumentar ainda mais o número de nossos leitores naquele país. .Agradecemos qualquer comentário.




Die Geschichte der Philosophie.




Die"Geschichte der Philosophie" ist eine reine Konvention.




WennSie mein Profil lesen, werden Sie sehen, dass ich ein Absolvent derPhilosophie der Universität des Bundesstaates Parana in Brasilien(UFPR) bin. Ich werde hier nichts Neues oder Revolutionäresschreiben, dass ein Ph.D Studium oder eine Promotion zum Beispielerfordert.




Ichwerde einfache Dinge sagen, für einfache und intelligente Menschendarüber nachzudenken und nicht um jemanden etwas vorzumachen. Ichsage dies, weil diese geforderten philosophischen Inhalte könnenStudenten die staatlichen Prüfungen durchfallen lassen. Jedoch,diese Inhalte sind nur eine erneute Wiederholung von fragwürdigenhistorischen Fakten.




Beginnenwir mit einem Beispiel aus der Kartografie. 




AlsGeografen, Kartografen und Kosmografen (Astronomen) per Konventiondas System von geografischen Koordinaten erfanden, schafften sie einetechnische Realität, aber nicht eine konkrete Realität. Die Längen-und Breitengrade sind imaginäre Linien, nicht physischen, konkretenund objektiven Realitäten. Allerdings hat diese Konvention eineeinzigartige Sprache geschaffen, welche die Entwicklung der See-,Luft-und Raumfahrt erlaubt. Ebenso, wenn Greenwich die Nullmeridiandurch Konvention wurde. Dies regulierte die Kartografie und zeigte99% der Zeit eine "Weltkarte" mit England als das Zentrum.Aber dies muss nicht unbedingt so sein.Wir könnten auch die Welt mitIndien, die Antarktis oder Japan als das Zentrum der kartografischenWeltkarte sehen. Deshalb wird die Verzerrung der kartografischenProjektionen uns einen weiteren Eindruck von den tatsächlichenräumlichen Dimensionen der Kontinente geben. Russland würde  nichtso groß erscheinen. Brasilien wäre grafisch gesehen größer alsdie USA (das ist wirklich so) und andere geographische Vorurteilewären zerstört, wie die übertriebene grafische Größe von Kanadazum Beispiel.




Inder Geschichte der Philosophie, geschah etwas sehr ähnliches Eswurde vereinbart, dass die Herkunft von Philosophie als einWissenschaft getrennt von der Religion seinen Ursprung im antikenGriechenland hatte. Denn Griechenland wurde der Nullmeridian derGeschichte der Philosophie, ein Greenwich des philosophischenDenkens. So haben wir eine akademische "Sprache", die sehrgeholfen haben könnte, um das philosophische Denken zu verstehen,welche jedoch weder objektive Wahrheit noch historische, konkrete undobjektive Fakten stellt. Schlimmer noch, wenn in der Kartographiekartografische Verzerrungen passieren, welche Gebiete vergrößernoder verkleinern. In der Philosophie dieses Phänomen verzerrt dasDenken über die Bedeutung und Status der einzelnen Schulen vor derVision der wiederholenden Historiker der alten Vorurteile.




ZumBeispiel: wenn wir an dem „philosophischen Greenwich“ glauben,dann wird es der „Anfang“ sein und der griechische PhilosophPythagoras im sechsten Jahrhundert v. Chr., wird der Autor des Wortes„Philosophie“ sein  welche bedeutet 'ein Freund des Wissens'(Philo =  Freundschaft und sofoi = Wissen). Anscheinend ist diePhilosophie die Suche nach Wissen und die Bildung von erklärendenVisionen von Wahrheit und Wirklichkeit, heute verstanden als dieWissenschaft der wichtigsten Ereignisse. Jedoch, es gibt anderenQuellen, andere Nullmeridian, andere Parallelen, andere Datum, welcheeine große Bereicherung für die Geschichte der Philosophie und einewahre Bilanz des menschlichen Denkens darstellt.


Natürlichreden wir über die Geschichte der geschriebenen Philosophie.Andernfalls würden wir über die Vor-Geschichte der Philosophiesprechen. Der Gegenstandder historischen Forschung, in welcher das Wissen der Menschen sucht, gab es zu diesem Zeitpunkt keine Schriftverkehr.Wo die historischen Kenntnisse durch erforschte Wissenschaftenoffenbart werden: dieKulturanthropologie (Erforschung der menschlichen Industrie), diePaläontologie, die Archäologie, das Studium der Mythen derGesellschaften, die keine Kenntnisse des Schriftverkehrs haben.Während dieser Zeit ist es offensichtlich, dass es anonymePhilosophen gaben, die auf die Entwicklung des menschlichen Denkensbeigetragen haben. Aber es war dasSchriftverkehr, dass zu dem Übereinkommen geführt hat, um denNull-Meridian der Griechenland Philosophie zu zuordnen. Allekonventionelle Philosophen akzeptieren die Geschichte der Philosophieim antiken Zeitalter des siebten Jahrhunderts v. Chr. bis drittenJahrhundert v. Chr. : (wie: die hellenische Philosophie; dieVorsokratiker, wie der Ionischen Schule, Heraklit von Ephesos,  derPythagoras, die Eleatischen Schule und endlich die Neo-Pluralisten).Kurz danach die hellenistische und römischePhilosophie, wie der Epikureismus, der Stoizismus, der Pyrrhonismus,der Zynismus, der Eklektizismus und  der Neuplatonismus. Und warumakzeptieren sie es ? Weil sie nur von Griechisch und Latein wissen.Und die Unkenntnis der Sprache von anderenSystemen wie:  der Afrikaner – der Ägypter (die Hieroglyphen), dieMesopotamische (keilförmig), der Hindu und der Chinese (dieIdeogramme). Deshalb nach dem ReichAlexanders und dem Beginn des römischen Reiches, die diese beidenKulturen in der ganzen Welt verbreiten. Es stellte sich heraus,  dassdas Christentum und die Amanuenses (der katholischen Mönche) sichvereinten und hielten diese sogenannten griechischen und römischenKlassiker fest, so dass sie die Nullmeridian, die erste Zeile derPhilosophie von Greenwich kreierten. Doch vor fast 2000 Jahren gab eskomplexe philosophische Systeme, obwohl unbekannt zu den Reichen,Werke des menschlichen Denkens zu dieser Zeit. In der Zeitgeschichteder antiken griechischen Philosophie, zum Beispiel, finden wir denBuddha in Indien als ein komplexes philosophisches System, das nichtein Religion ist, wenn auch wie Pythagoras erkannt, dass Wissen wiedie Intelligenz von Gott über alles steht.




DieIgnoranz der alten Schrift und die Schaffung dieser Konvention des Greenwich griechischen philosophischen Systemes wendet sich von denbekannten Systeme ab. Heute immer noch wenig untersucht von derwestlichen Welt. Aber hier ist die Kritik, auch die griechischenAutoren sind wenig untersucht und deshalb beschränken wir uns aufZitate zu wiederholen. Sagen Sir mir, die Namen von drei Professorender Philosophie, wer das Original lies (Griechischer Schrift dersiebten und achten Jahrhunderte v. Chr.) Thales von Milet,Anaximander und Anaximenes von Milet, Heraklit, Empedokles,Anaxagoras, Leukipp und Demokrit, Protagoras und Gorgias, oder Epikuroder Zenon von Citio oder Diogenes... Nein, Sie haben sie nichtgelesen. Wir auch nicht. Auch während der Renaissance, lasen diesogenannten platonischen Kreise Übersetzungen der Kirche, welche dieklassischen Texte bewahrten. Wissen Sie nicht, die klassischegriechische Philosophen sagen, wir haben keine Vorbereitung für einelinguistische Studie, um den genauen Begriff von jedem Wort zuwissen, aber wir wiederholen endlos Zitate als Kriteria derdominanten Ideologien des Augenblicks. Nichts mehr.



Also wurde viel unserer historische Navigationonen über die Philosophie und den Philosophen vergessen wie Ptah-hotep, der Ägypter, wer vor mehr als über 5000 Jahren lebte. Der anonyme Autor des „Buches der Toten“, anonyme Philosophen in der Bibel, chaldäisches Denken, persisches, indisches Denken der Upanishaden, wie die Chinesen Teng Shih, Lao-Tse, Mo-Ti, Konfuzius (Kung-Fu-Tse); was wir dann sehen, und wir sehen deutlich, dass auch hier, obwohl wir Zitaten gelernt haben, fast niemand hat die Originale dieser tausendjährigen Autoren in ihrer ursprünglichen Bedeutung und Konzepte studiert und zu begehen. Deshalb werden wir, als Liebhaber des Wissens und Wahrheit, die gleiche Fehler der Oberflächlichkeit begehen. Dennoch verlangen wir „auswendiges Lernen' von unseren Schulern, die wir selbst nicht
 haben. Sonst können wir sie mit historischen Fakten belegen.

wallacereq@gmail.com e Sheila Soares

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quinta-feira, 7 de junho de 2012

Negros navegam?


Negros navegavam?

Dando continuidade ao texto “Negros uma historia e pré historia mal contadas” encontrei esse interessante trabalho sobre a história da navegação que parece mesmo confirmar a navegação oceânica dos povos negros em datas mui antigas.

O trabalho abaixo traduzido do inglês foi retirado da Wikipédia. As informações que o texto trás devem ser estudadas e pesquisadas.



Texto:

A história dos barcos vive paralelamente às histórias de aventuras dos seres humanos. Os primeiros barcos conhecidos datam do Período Neolítico, à cerca de 10.000 anos atrás. Estes barcos primitivos possuíam funções limitadas: eles conseguiam mover-se na a água, conquanto, limitava-se a isso.

Inicialmente foram utilizados para caça e pesca. O barco mais antigo descoberto até então, é uma canoa. Foram construídas com os troncos de árvores coníferas, utilizando Ferramentas de Pedra.



Por volta do século 30 A.C, no Antigo Egito, já se conhecia como montar cascos de embarcações com tábuas de madeira.  Eles usavam presilhas de tecido para juntar as tábuas,  Cyperus papyrus, folhas compridas, e grama para unir e calafetar as costuras entre as tábuas. Na Grécia Antiga historiadores e geógrafos tinham documentado ship-faring como os primeiros encontrados no Antigo Egito: "Durante o período próspero do Reino Antigo/Império Antigo", entre os séculos 30 A.C e 25 A.C, no Rio Nilo rotas de navegação foram estabelecidas, e no Antigo Egito há registros que navios navegaram pelo Mar Vermelho até ao país Mirra. [3] Sneferu's antigos navios de madeira cedro  é a primeira referência registrada (2613 BCE) para navios referenciados por nome. [4]



Na Ásia Oriental, na época da Dinastia Zhou, foram desenvolvidas tecnologias nas embarcações como o leme montado na popa, e da Dinastia Han, foi encontrada uma frota de navios bem conservada, que fora empregada no campo militar. Tecnologia naval avançada foi encontrada no período medieval, onde tais embarcações já possuíam compartimentos estanques para armazenamento de água. Durante o século 15 na Dinastia Ming, uma das maiores e mais poderosas frotas do mundo foi montada para as viagens de diplomacia e projeções do poder de Zheng He. Em alguma parte da Coreia, no século 15, foi encontrado o primeiro barco que se utilizou de ferro. Foi o Navio “Tartaruga”, este foi desenvolvido com laminados de ferro.



Por volta de 2000 A.C, a Civilização Minóica em Creta tinham evoluído nos exercícios de um controle efetivo da área naval, na parte leste do Mediterrâneo.

 Sabe-se que a antiga Núbia/Axum negociava com a Índia, e há evidências que navios do Nordeste da África podem ter navegado na região frontal e externa entre a Índia/Sri Lanka, fazendo comércio com a Núbia e talvez até com os Persas, Himyar e com a Roma Antiga.

 O Império Aksumite foi conhecido pela Antiga Grécia por disporem de portos para os navios Gregos e Iêmen.  Em outra parte Nordeste da África, o Périplo do Mar da Eritreia relatam que povos da Somália, através dos portos do norte como o Zeila e Berbera, estavam negociando incenso e outros itens com habitantes da Península Arábica bem antes da chegada de Islão, e também com o então Império Romano controlado pelo Egito.

Os povos Suaíli (africanos) tinham diversos e extensos portos comerciais em pontos da costa da África Oriental Medieval e o Grande Zimbabwe na Áfrca Central tinha grande contato comercial , e provavelmente importavam bens trazendo para África através da margem comercial do Sudeste Africano Quíloa, atualmente chamada de Tanzânia

É sabido  que no auge do Império Mali foi construído uma grande frota pelo Imperador Mansa Musa no século 13 e início do século 14. [10] Fontes arábicas descrevem que alguns consideram terem  visitado o Novo Mundo pela frota de Mali em 1311. [11]

 Na mesma época, povos que viveram próximos a Kongens Lyngby na Dinamarca inventaram o casco segregado, o que permitiu um aumento gradual das embarcações. Logo os barcos passaram a serem desenvolvidos com quilha, semelhante aos barcos atuais de madeira Embarcações de Recreio.

 Os primeiros navegadores começaram a usar peles de animais ou tecidos para fabricarem as velas. Fixou na parte superior do barco um mastro, e assim foi possível a fabricação de embarcações maiores. Essa invenção permitiu ao homem ampliar a exploração, reconhecendo, por exemplo, o termo Oceania, cerca de 3000 anos atrás.

 O Antigo Egito já estava construindo veleiros perfeitamente. Um exemplo notável de sua habilidade de construção foi o Navio Khufu, um navio de 143 pés de comprimento, enterrado ao pé da Grande Pirâmide de Gizé, por volta de 2500 A.C. e achado intacto em 1954. De acordo com Heródoto, os Egípcios fizeram a primeira circum-navegação em torno da África por volta de 600 A.C.

 Os Fenícios e a Grécia Antiga gradualmente dominaram a navegação marítima a bordo dos trirremes, explorando e colonizando o Mediterrâneo com suas embarcações. Por volta de 340 A.C, o navegador grego Píteas de Massalia aventurou-se da Grécia para Europa Ocidental e Inglaterra. No decorrer do século dois A.C, a Roma Antiga começou a destruir Cartago e subjugar os reinos Helenísticos do leste do Mediterrâneo, alcançando o completo domínio do mar interno, que eles chamaram de "Mar Nostrum".

A monção, sistema de vento do Oceano Índico foi primeiramente navegado pelo navegador Grego Eudoxo de Cyzicus em 118 AC.   

Antes da introdução da bússola, a navegação pelas estrelas foi o principal método para a navegação marítima. Na China, as primeiras versões da bussola magnética estavam sendo desenvolvidas e usadas na navegação entre 1040 e 1117. [15] A verdadeira navegação por bússola, usando uma agulha de giro em uma caixa seca, foi inventada na Europa mais tarde, em 1300.

OBS: sabemos também que o faraó Necao II empregou navegadores Fenícios e do Sudão em sua circum-navegação da África. Também alertamos que não há fonte citada no documento sobre a viagem de frota africana ao novo mundo em 1300. Todavia essa é a mais revolucionária informação do texto e abre possibilidades ilimitadas para a pesquisa histórica das populações negras da Oceania e das populações negras pré-colombianas na América do Sul. Embora nem todos concordem os Olmecas tem sim traços negros.




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segunda-feira, 4 de junho de 2012

A morte como instrumento de manipulação política.


A morte como instrumento de manipulação política.

Weiss Jon, Ideology of Death ( Ideologia da morte) New Yor 1997.
]
Esse perigoso e caluniável texto poderia ser titulado “O Sentido político da Morte”. Eu o escrevo especificamente para judeus. Judeus libertos que já intuem o distanciamento existente entre as elites sionistas e o comum dos israelitas ou mesmo aos raros judeus cristãos. Para compreender o que direi aqui, o judeu tem que reconhecer que o cristianismo nasce no seio de seu povo. Que os primeiros mártires do Cristianismo eram todos ou na grande maioria judeus conversos. É preciso também intuir a possibilidade de o Messias ser Cristo, e não uma ideia de justiça e igualdade. Posto isso eu quero citar Fritz Pearl (Frederich Salomon Pearl) pensador e psicoterapeuta judeu autor da obra “Dentro e fora da Lata de Lixo” e acompanhar seu raciocínio e perceber que o lixo esta dentro e fora da lata, não apenas fora da lata, como querem historicamente os israelitas, dissimulando sua culpa e atribuindo sempre ao outro o protagonismo negativo da História. Eternamente perseguidos na história, de Ur ao Egito, pelos Imperadores mesopotâmicos, e pelos impérios que os sucederam. Pelos cristãos da Europa de sempre, pelos “muslim” da Espanha, pelos Bizantinos, pelos russos, pelos alemães etc. e tal, urge perguntar que culpa tem os judeus nessas perseguições. Agora parecerá uma tolice, mas Jesus Cristo ao amaldiçoar a figueira por não dar frutos, dizem os comentaristas, amaldiçoava simbolicamente os israelitas. Aos letrados, o caso, por ser texto judeu cristão passou a ser explicitado pela lenda do Judeu Errante, que vagaria pelo mundo sem poder se fixar plenamente na Terra Prometida e lá viver em paz.

E há culpados para isso.

Bem, se formos ao baú dos tempos, nos escuros da pré-história, resíduos  nos dizem que de algum modo cedo o homem reconheceu sua limitada autonomia e sua dependência a um ser superior. Acreditou também que Deus comia e se fartava, como os homens e ficava feliz e se acalmava  com oferendas diversas .Frutos, animais sem mancha, virgens e crianças foram através da historia da humanidade oferecida para aplacar os “ deuses”. Os israelitas, ou melhor, os hebreus, não ficaram fora desse processo. Com o sacrifício de Cristo, o filho único de Deus, essa pratica chegava cabalmente ao seu fim, nada, absolutamente nada, poderíamos oferecer a Deus mais agradável, superior, divino do que o sacrifício de Cristo. Estava feito o sacrifício final. Todavia como os senhores sabem muitos não acreditaram no Messias e continuaram ofertando sacrifícios de diversas espécies.

Todos nós morreremos. Assim como temos a tendência de dar sentido ás nossas vidas coletiva e individualmente, sentido político, econômico e social, incorreu na tentação histórica de dar as nossas mortes um sentido coletivo e individual. Elas devem ser úteis.  As mortes, assim, passam a ter um papel político. Desde muito cedo se percebeu que as mortes coletivas eram sentidas como um grande sinal, e comovia os corações humanos. Ora se todos morrem, com ou sem méritos, os lideres perceberam que se “dessem” mortes uteis politicamente aos seus, teriam vantagens sobre os que morriam digamos inúteis no mais perfeito anonimato. Quando os israelitas assistiam as mortes coletivas dos primeiros judeus cristãos, viam-se perturbados, a voluntariedade e paz experimentada por eles eram de uma força social e política arrebatadora. Mas como fazer israelitas morrerem assim, voluntariamente, heroicamente? Os chefes antigos e os atuais compreenderam há muito tempo, que podiam oferecer mortes coletivas para justificar posteriores atitudes sociais e políticas. Eram os homens oferecendo sacrifícios ao Político MUNDO. Se elas, as mortes, não seriam conseguidas pela persuasão, e pelo heroísmo, que fossem então conseguidas pela traição. Perseguições e mortandades têm uma força política fabulosa, pois, “batem”, tocam no sentido instintivo de justiça. Eu te pergunto? Um povo seria capaz de implodir as torres gêmeas de New York para justificar a invasão armada em outro país? As vitimas desse evento não foram traídas pelos seus maiores? Estes sacrifícios de crianças, mulheres e jovens validos parecem estar acima de qualquer suspeita. Ninguém ousaria acreditar que eles fossem arquitetados pelos próprios reis, presidentes, líderes militares, generais, ou cidadãos de seu próprio povo e sangue.

Se o judeu liberto quiser procurar encontrará essa estarrecedora verdade: Todo gesto Histórico de importância para os israelitas foi antecedido, concomitante, ou sucedido de morticínios e perseguições de judeus, que nos faz pensar, que haja envolvimento do querer dos “lideres” judeus nessa consecução das coisas politicamente convenientes. São sacrifícios políticos, fatos posteriormente exagerados, cantados em prosa e verso, que fazem dos perseguidos, eternas vitimas inocentes que  fazem acreditar ao mundo que o lixo esta sempre fora da lata, no outro ou nos outros. Ora, como réus inocentes e vitimas do mundo se acham no direito de exigir e acusar qualquer obstáculo, de legitima perseguição antissemita. É muito conveniente.

Duro texto este, mas eu darei apenas um exemplo, para fugir do exemplo da Segunda Guerra tão carregado de paixão, de calunias, injurias e difamações.  Mas a verdade é só uma: hoje a Alemanha é um “canteiro” israelita. Um dócil redil de ovelhas submissas e envergonhadas de seus antepassados. Então para fugir disso vamos para a Rússia de 1917. Quantos líderes da revolução russa eram judeus? Sabe?

Quem comandou o “pogrom”, ou seja, quem foi o “laranja” que deu o argumento ao discurso antissemita universal, que tem justificado diante da opinião pública mundial a necessidade de um Governo Mundial, gerido pelo povo mais injustiçado da terra. Ora, o “instinto” de justiça humana nos diz que os mais injustiçados devem ser os primeiros a ser compensados. Este é o segredo que denuncio não como uma tese acabada, mas como um conjunto de hipóteses a ser estudadas, confirmadas ou negadas. Não há outra explicação para tanta “perseguição” de tantos povos diferentes, em épocas diferentes, e por motivos diferentes aos “mansos”, “imaculados”, “inocentes” e ”indefesos” judeus. No mínimo é curioso. Pergunte-se, amigo judeu, se sua família mereceu participar destes sacrifícios políticos planejados para proteger as famílias que dominam o mundo energético, econômico e político?  Você poderá  então dizer: “ nenhum sacrifício é demasiado”. Eu, porém, discordo.








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domingo, 3 de junho de 2012

Os Cruzados.


Os Cruzados (I).

Eu ando meio apaixonado pela obra dos Cruzados. Gostaria de escrever aqui um tratado, mas não tenho competência para tanto. Farei quando muito nesses quatro artigos um ato de sublinhar aspectos importantes da obra dos Cruzados.

O primeiro ponto que quero sublinhar é o de que afora os livros escritos durante os anos que se seguiram à bravura dos Cruzados, editados como romances e aventura, claramente formadores da juventude e da sociedade, as Cruzadas sofrem e sofreram um constante ataque, por autores de diversas correntes, numa clara tentativa de desmoraliza-las.

Com muita frequência nas introduções veremos uma ressalva critica e desmoralizadora: “As Cruzadas nascidas de Inspiração religiosa degeneraram e tornaram-se veículos de políticas expansionistas; escondiam interesses militares e econômicos”.

Ora prezado leitor, me mostre uma só campanha ideo - militar que não tenha tido interesses econômicos políticos e territoriais. Mas você jamais verá na introdução de suas histórias uma ressalva desmoralizadora como essa. Pior os católicos as repetem em suas edições, e para minha surpresa, esquece-se de valorizar os aspectos positivos das Cruzadas.


Toda introdução ao tema deveria lembrar que a Europa estava prestes a se tornar mulçumana. Esse fato não pode ser esquecido ou sonegado. Quando um autor lembra esse fato, o faz criticamente, chamando os muçulmanos de tolerantes e aos Cruzados de intolerantes, o que é absolutamente falso. Os inimigos de Cristo estão em todos os lugares, sobremodo entre autores marxistas, judeus, muçulmanos e cristãos heréticos. Tal fato torna raro encontrarmos livros que façam a apologética histórica do cristianismo e da Igreja de Cristo. Sumiram das mídias os textos gloriosos dos Cruzados, por um único motivo, eles exaltam o Papado. Eles dão unidade às nações cristãs da Europa. Eles exaltam a Civilização Cristã.

Somente como exemplo, o leitor pode consultar dois livros radicalmente diferentes, o que mostra os problemas de quem estuda a história. Se você ler a Historia da Idade Media do autor russo E.A. Kosminsky (editora Vitória) comparando com a Historia da Idade Media dentro da obra Études sur L´Histoire de  L´Humanité de F. Laurent ( volume 4), te parecerá que estamos estudando fatos e períodos históricos totalmente diferentes. Ou seja, a Ideologia e o tempo em que foram editadas as obras sofreram a pressão e a determinação das ideologias reinantes, o que deforma a história dando-lhe vias e conclusões inesperadas.

O aspecto econômico.

Esta claro que uma rede comercial foi sendo estabelecida na justa medida que os povos iam se conhecendo. Assim os antigos impérios mesopotâmicos dos tempos históricos, posteriormente a Colonização Grega do Mediterrâneo (outro dia ouvi um árabe apresentar as ruínas Gregas da Síria e do Líbano como obra da cultura árabe antiga, então tudo é possível de se afirmar ao atacarmos a Igreja), o Império Persa, seguido pelas conquistas de Alexandre e mais tarde pelo Império Romano deixaram sim uma malha de rotas comerciais e suas consequentes necessidades de consumo entre os povos europeus e os povos orientais. Portanto o aspecto comercial e econômico transcendia qualquer aspecto religioso e existia desde muito antes do nascimento de Cristo.

Com a expansão do Islã (ver mapa embora o mapa mostre o domínio Turco muçulmano em amarelo, fato ocorrido bem depois das Cruzadas) os muçulmanos cercaram e dominaram todos os caminhos comerciais entre o Ocidente e Oriente isso não podemos negar. Foi a pressão sobre a Sé de Roma, e a proximidade da tomada de Constantinopla (cidade de Constantino o grande Imperador Cristão) que levaram ao fenômeno dos Cruzados.

Para nós brasileiros, é de Maximo interesse saber que a segunda cruzada libertou parte de Portugal do domínio árabe. Ora isso é determinante para nossa Historia, pois ou Portugal não existiria, ou seria muçulmano, tendo como consequência que o Brasil seria, se os fatos se repetissem um país muçulmano. Embora, foi à procura de novas rotas comerciais com as “INDIAS” que resultou na descoberta e colonização de nosso país.

Sendo assim, nesse primeiro texto, os estudantes de história, se seguirem esses destaques iniciais que fazemos já verão o fenômeno dos Cruzados com outros olhos. Os “tolerantes” haviam invadido a Siria e a Pérsia. Queimaram a Biblioteca de Alexandria no Egito, construíram uma mesquita sobre o Templo de Jerusalém ((658 que esta lá ate hoje); apoderaram-se da orla mediterrânea, invadem a Espanha cujo território era maior do que é hoje, invadem a França, transformaram a basílica de Santa Sofia, a Sé Bizantina, em Mesquita, (como está até hoje) na ligação comercial mais importante entre o Ocidente e Oriente, mas foi o desembarque no Sul da Itália dos Sarracenos em 846) que fez tremer a cristandade. Quando o califa Haken mandou destruir o Santo Sepulcro e as relíquias cristãs em Jerusalém em 1009, acendeu-se a resistência católica e popular. Todavia os muçulmanos só foram expulsos do Reino Islâmico de Granada, pelos reis Católicos em 1492.

Álvaro Negromonte em sua História da Igreja nos diz assim: “No campo político as Cruzadas deram o mais valioso resultado, libertando a Europa da ameaça muçulmana por 250 anos e retardando a invasão turca muçulmana por mais dois séculos. Isso bastaria para a civilização ocidental dever imensa gratidão a Igreja”.

E eu a cada dia que passa concordo mais com isso. A civilização moçarábica tão “cantada” foi claramente uma conquista do cristianismo. Analfabetos os primeiros quatro califas, ao exemplo de Maomé eram rudes e fanáticos. Dominando pela força povos mais civilizados como Persas e Sírios, cidades gregas da orla mediterrânea receberam deles benéfica influencia. Foi depois da sua convivência com os cristãos que se deram ao cultivo das letras, fundaram escolas e apareceram seus nomes nas ciências. Cotejem as datas para comprovar. Assim a tão falada civilização árabe muçulmana iniciada em 622 depois de Cristo nos parece, ser outra vitória do cristianismo. Daí para frente tem contribuições apreciáveis na medicina, na botânica, na química, na matemática, na astronomia (herança da religião árabe antiga o SABISMO) e na arquitetura. Assim os cristãos moçárabes (que viviam entre os árabes e tinham origens variadas) receberam dos invasores, sobretudo influências linguísticas e costumes.






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