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sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Petróleo, onde ha fumaça há fogo.

Petróleo , onde há fumaça há fogo.


Incrível, o desanimo, e a falta de entusiasmo, com a descoberta de mais um indício de presença de petróleo em nosso estado. Mais alarmante ainda quando sabemos que o mundo se aproxima de uma crise energética.

Dessa vez foi a Sanepar ao furar um poço artesiano em Joaquim Távora município do norte pioneiro, que aos 300 metros atingidos, encontrou petróleo .É Verdade.

Imediatamente especialistas se levantaram para jogar água fria na descoberta. Não é a primeira vez que isso acontece no Paraná e no Brasil. O poço histórico de Lobato na Bahia também foi considerado subeconômico e desencorajadas, pelos técnicos, quaisquer iniciativas de sua exploração. Hoje a Bahia é um dos grandes produtores de petróleo no Brasil.

Joaquim Távora no Paraná é município que esta sobre uma área considerada de alta possibilidade de se encontrar o xisto betuminoso, e é assinalada em mapas antigos da Petrobrás como área de presença do Xisto Permiano da Formação de Irati, imensa área que vem de Santa Catarina ate o fronteiro norte de São Paulo com Minas Gerais. Em Taubaté, por exemplo, em São Paulo, desde muito se conhece o potencial da área. A própria Petrobrás já fez perfurações no município de Joaquim Távora.

Essa, como dissemos acima, não é a primeira vez que se acha petróleo no Paraná, o SGMB (Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil) ligado então ao Ministério da Agricultura, perfurou em Marechal Malet no Paraná como podemos ler em: “O Petróleo e a Petrobrás.” Documento de Outubro de 1983. Vale a pena uma pesquisa dos jornais da época.

Na verdade podemos encontrar toda essa região paranaense, quase toda ela, como incluída em mapas da Petrobrás como participe da segunda maior bacia sedimentar paleozóica brasileira, com altíssima probabilidade de se encontrar petróleo. No Amazonas, a primeira bacia sedimentar, onde os poços de Urucu e Marajó foram considerados antieconômicos, hoje estão em produção. Essa também foi à história universal do petróleo.

Desde que Edwin Drake descobriu o suor de petróleo na Pensilvânia, e passou a produzir tônico de cabelo e depois chicletes de parafina, para daí, passando pelo combustível para iluminação e finalmente com os motores à gasolina, evoluir para o combustível de uso universal, muita tecnologia foi desenvolvida. Ele furou seis poços no EUA para achar um produtivo. Documento da Petrobrás diz que 16% de aproveitamento entre as varias perfurações é a media mundial de produtividade.. Quase todo o petróleo encontrado no mundo surge misturado a gás e água salgada. Portanto a presença de água, ou gás não desvaloriza o óleo. Existem separadores, me disse um técnico na área. O gás e a pressão são importantes para a sua extração. No mar, opção usual, além de ser mais fácil o transporte de grandes quantidades, as operações correm em segredo, longe dos olhos curiosos. Os poços marinhos são interessantes para os importadores de óleo. Chega-se mesmo, em alguns casos, a injetar água nos poços para elevar o óleo, que não se mistura de maneira homogênea à água, “boiando”, o segundo, sobre ela, o que facilita a sua retirada. É usual também a injeção de gás. Pois, segundo documento da Petrobrás ¾ do petróleo permanece na jazida.

Vamos esperar a novidade do óleo paranaense. Estudos preliminares em hipótese nenhuma indicam fracasso da descoberta, e ela não deve cair no esquecimento como a experiência anterior de Marechal Malet.. Na China, por exemplo, há quase dois mil anos atrás se explorava petróleo através de bambus que tiravam petróleo de poços de ate 1000 metros de profundidade. O nosso problema não é tecnológico, é político. Na Arca de Noé, o velho, usou o petróleo (betume) para calafetar seu barco e as múmias egípcias eram embalsamadas com esse óleo bruto. Desde que a Petrobrás iniciou a procura de óleo no Brasil por volta de 1955, já se encontrou muito petróleo no país. Dos 107 milhões de barris em 1956, em 1982 já se explorava quase três bilhões de barris. Quanto se explora hoje? Documento na Internet sobre as reservas de petróleo do país dão dados promissores, e diz que o Brasil já produz 90% do que consome.

Sei com segurança, que no mar, no Brasil, depois da descoberta do campo de Guaricema em 1968 no pequeno estado do Sergipe, encontrou-se petróleo na Bacia de Campos, no rio Grande do Norte, no Ceará, no Espírito Santo, na Bahia, no Alagoas, no Rio de Janeiro, na divisa marinha do Paraná com Santa Catarina e na foz do Amazonas, principalmente nos campos de gás do Pirapema ou mais ao interior em Juruá/ Urucu. Quanto mais a Oeste dizem especialistas, maior a probabilidade. (em Problemas da Amazônia; 1973).
Quem observa o mapa das explorações petrolíferas argentinas e bolivianas/paraguaias (região do Chaco), publicadas em documento da AEPET em abril de 1995, na Argentina,, estranha que nos paises vizinhos, tão próximos de nossas fronteiras se encontre óleo, e que, dentro de nosso território não o tenhamos, como por exemplo no Pantanal Mato-grossense. Agora começam a surgir os indícios positivos e prometem uma revelação. Afora isso não podemos esconder dos paranaenses a grande riqueza em Xisto betuminoso que possuímos. Dele, diz a Petrobrás, em outro documento (O Petróleo Brasileiro, Preconceito e Realidade de junho de 1983) que podemos tirar todos os derivados que se tira do óleo, embora, ainda, é mais caro o processo. O mesmo documento diz que o Brasil é o segundo mundial em reservas de Xisto podendo-se obter dele 750 bilhões de barris. A ANP (Agencia Nacional do Petróleo) não pode esconder dos brasileiros a grande probabilidade de exploração do petróleo da bacia Amazônica que inicia no Acre e vai ate a ilha de Marajó, muito menos, podemos esconder dos brasileiros a grande probabilidade de se encontrar petróleo na bacia paleozóica do Paraná, onde em nosso estado, ela cobre segundo a Petrobrás, um milhão de quilômetros quadrados.

É possível que em breve tenhamos a surpresa da existência de petróleo abaixo das águas do lago de Itaipu, ou no meio de uma praça em Marechal Cândido Rondon.
Joaquim Távora em diametral oposição, que não se iluda, comece fabricando tônico para cabelo e chicletes, mas não desista. Procure. É esperar para ver. Fica aqui o meu registro cheio de entusiasmo.

Wallace Requião de Mello e Silva
Pesquisa.

Petróleo, onde ha fumaça há fogo.

Petróleo , onde há fumaça há fogo.


Incrível, o desanimo, e a falta de entusiasmo, com a descoberta de mais um indício de presença de petróleo em nosso estado. Mais alarmante ainda quando sabemos que o mundo se aproxima de uma crise energética.

Dessa vez foi a Sanepar ao furar um poço artesiano em Joaquim Távora município do norte pioneiro, que aos 300 metros atingidos, encontrou petróleo .É Verdade.

Imediatamente especialistas se levantaram para jogar água fria na descoberta. Não é a primeira vez que isso acontece no Paraná e no Brasil. O poço histórico de Lobato na Bahia também foi considerado subeconômico e desencorajadas, pelos técnicos, quaisquer iniciativas de sua exploração. Hoje a Bahia é um dos grandes produtores de petróleo no Brasil.

Joaquim Távora no Paraná é município que esta sobre uma área considerada de alta possibilidade de se encontrar o xisto betuminoso, e é assinalada em mapas antigos da Petrobrás como área de presença do Xisto Permiano da Formação de Irati, imensa área que vem de Santa Catarina ate o fronteiro norte de São Paulo com Minas Gerais. Em Taubaté, por exemplo, em São Paulo, desde muito se conhece o potencial da área. A própria Petrobrás já fez perfurações no município de Joaquim Távora.

Essa, como dissemos acima, não é a primeira vez que se acha petróleo no Paraná, o SGMB (Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil) ligado então ao Ministério da Agricultura, perfurou em Marechal Malet no Paraná como podemos ler em: “O Petróleo e a Petrobrás.” Documento de Outubro de 1983. Vale a pena uma pesquisa dos jornais da época.

Na verdade podemos encontrar toda essa região paranaense, quase toda ela, como incluída em mapas da Petrobrás como participe da segunda maior bacia sedimentar paleozóica brasileira, com altíssima probabilidade de se encontrar petróleo. No Amazonas, a primeira bacia sedimentar, onde os poços de Urucu e Marajó foram considerados antieconômicos, hoje estão em produção. Essa também foi à história universal do petróleo.

Desde que Edwin Drake descobriu o suor de petróleo na Pensilvânia, e passou a produzir tônico de cabelo e depois chicletes de parafina, para daí, passando pelo combustível para iluminação e finalmente com os motores à gasolina, evoluir para o combustível de uso universal, muita tecnologia foi desenvolvida. Ele furou seis poços no EUA para achar um produtivo. Documento da Petrobrás diz que 16% de aproveitamento entre as varias perfurações é a media mundial de produtividade.. Quase todo o petróleo encontrado no mundo surge misturado a gás e água salgada. Portanto a presença de água, ou gás não desvaloriza o óleo. Existem separadores, me disse um técnico na área. O gás e a pressão são importantes para a sua extração. No mar, opção usual, além de ser mais fácil o transporte de grandes quantidades, as operações correm em segredo, longe dos olhos curiosos. Os poços marinhos são interessantes para os importadores de óleo. Chega-se mesmo, em alguns casos, a injetar água nos poços para elevar o óleo, que não se mistura de maneira homogênea à água, “boiando”, o segundo, sobre ela, o que facilita a sua retirada. É usual também a injeção de gás. Pois, segundo documento da Petrobrás ¾ do petróleo permanece na jazida.

Vamos esperar a novidade do óleo paranaense. Estudos preliminares em hipótese nenhuma indicam fracasso da descoberta, e ela não deve cair no esquecimento como a experiência anterior de Marechal Malet.. Na China, por exemplo, há quase dois mil anos atrás se explorava petróleo através de bambus que tiravam petróleo de poços de ate 1000 metros de profundidade. O nosso problema não é tecnológico, é político. Na Arca de Noé, o velho, usou o petróleo (betume) para calafetar seu barco e as múmias egípcias eram embalsamadas com esse óleo bruto. Desde que a Petrobrás iniciou a procura de óleo no Brasil por volta de 1955, já se encontrou muito petróleo no país. Dos 107 milhões de barris em 1956, em 1982 já se explorava quase três bilhões de barris. Quanto se explora hoje? Documento na Internet sobre as reservas de petróleo do país dão dados promissores, e diz que o Brasil já produz 90% do que consome.

Sei com segurança, que no mar, no Brasil, depois da descoberta do campo de Guaricema em 1968 no pequeno estado do Sergipe, encontrou-se petróleo na Bacia de Campos, no rio Grande do Norte, no Ceará, no Espírito Santo, na Bahia, no Alagoas, no Rio de Janeiro, na divisa marinha do Paraná com Santa Catarina e na foz do Amazonas, principalmente nos campos de gás do Pirapema ou mais ao interior em Juruá/ Urucu. Quanto mais a Oeste dizem especialistas, maior a probabilidade. (em Problemas da Amazônia; 1973).
Quem observa o mapa das explorações petrolíferas argentinas e bolivianas/paraguaias (região do Chaco), publicadas em documento da AEPET em abril de 1995, na Argentina,, estranha que nos paises vizinhos, tão próximos de nossas fronteiras se encontre óleo, e que, dentro de nosso território não o tenhamos, como por exemplo no Pantanal Mato-grossense. Agora começam a surgir os indícios positivos e prometem uma revelação. Afora isso não podemos esconder dos paranaenses a grande riqueza em Xisto betuminoso que possuímos. Dele, diz a Petrobrás, em outro documento (O Petróleo Brasileiro, Preconceito e Realidade de junho de 1983) que podemos tirar todos os derivados que se tira do óleo, embora, ainda, é mais caro o processo. O mesmo documento diz que o Brasil é o segundo mundial em reservas de Xisto podendo-se obter dele 750 bilhões de barris. A ANP (Agencia Nacional do Petróleo) não pode esconder dos brasileiros a grande probabilidade de exploração do petróleo da bacia Amazônica que inicia no Acre e vai ate a ilha de Marajó, muito menos, podemos esconder dos brasileiros a grande probabilidade de se encontrar petróleo na bacia paleozóica do Paraná, onde em nosso estado, ela cobre segundo a Petrobrás, um milhão de quilômetros quadrados.

É possível que em breve tenhamos a surpresa da existência de petróleo abaixo das águas do lago de Itaipu, ou no meio de uma praça em Marechal Cândido Rondon.
Joaquim Távora em diametral oposição, que não se iluda, comece fabricando tônico para cabelo e chicletes, mas não desista. Procure. É esperar para ver. Fica aqui o meu registro cheio de entusiasmo.

Wallace Requião de Mello e Silva
Pesquisa.

Boletim 63, transgênicos.

BOLETIM 63 - 07/05/01POR UM BRASIL LIVRE DE TRANSGÊNICOS
Car@s Amig@sA Campanha Por Um Brasil Livre de Transgênicos encaminhou em 26 de abril a Ésper Cavalheiro, o recém-escolhido presidente da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), uma carta solicitando a suspensão das autorizações para cultivos experimentais de sementes transgênicas até que as regras para a sua realização sejam estabelecidas pela Comissão, após amplo debate público.Na carta, a Campanha pede a marcação de uma audiência com Ésper Cavalheiro e denuncia que as liberações realizadas até o momento não possuem Registro Especial Temporário (RET), conforme exige a Lei de Agrotóxicos.As principais preocupações da Campanha são a absoluta ausência de normas e critérios para a realização de experimentos e o desrespeito à legislação brasileira. Nesse sentido, não existe qualquer instrução normativa da Comissão dispondo regras para impor limites aos experimentos pretendidos, seja no tocante ao tamanho das áreas destinadas aos experimentos, aos locais, à finalidade, ao destino final, aos mecanismos de fiscalização, e, muito menos, à avaliação prévia de impacto no meio ambiente.Dentre os principais pontos questionados pela Campanha estão os critérios utilizados pela CTNBio para estabelecer uma distância mínima de 300 metros entre o plantio de milho transgênico e os demais campos de milho, os critérios técnicos utilizados pela CTNBio para definir (apenas) 10 metros de monitoramento para eventuais “quedas de sementes durante a operação de semeadura”, além dos fundamentos técnicos e legais da CTNBio para autorizar megaexperimentos de 60 hectares (ou mais) de milho transgênico -- área capaz de produzir sementes suficientes para a produção em, pelo menos, 5.000 hectares no próximo ano, que possibilitariam plantar 20.000 hectares com transgênicos no ano seguinte!Esta questão é realmente chocante: qual a finalidade de experimentos deste tamanho? Qual o destino final das sementes produzidas nesses campos?**************************************************************Neste número:1. ONU pede cautela com produtos transgênicos2. Estudo mostra que soja transgênica usa mais agrotóxicos3. Maggi começa a embarcar farelo de soja não transgênico4. Ministério da Agricultura cria comissão para transgeniaSistemas agro ecológicos mostram que transgênicos não são solução para a agriculturaConversão de café convencional para orgânico obtém sucesso em fazenda tradicionalLançamento: Transgênicos: o direito de saber e a liberdade de escolher**************************************************************1. ONU pede cautela com produtos transgênicosO diretor geral da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), Jacques Diouf, apontou ontem a necessidade de cautela para o uso de Transgênicos na Agricultura. Ele acha que considerações éticas devem ser feitas, para não prejudicar camponeses de países pobres.Folha de São Paulo, 04/05.2. Estudo mostra que soja transgênica usa mais agrotóxicosUm novo estudo independente, publicado pelo Centro de Política Ambiental e Científica do Noroeste Americano, acusa a Monsanto de manipular pesquisas comparativas sobre o uso de herbicidas em plantações de soja transgênica Roundup Ready e na variedade convencional.De acordo com o autor do relatório, Dr. Charles Benbrook, os dados apresentados pela Monsanto “estão entre o enganoso e o desonesto”. O estudo também aponta para o perigo de que várias ervas daninhas estão se tornando mais resistentes ao herbicida Roundup Ready. Como conseqüência, os agricultores precisam utilizar mais agrotóxicos para obter o mesmo resultado. O Dr. Benbrook estima que, na próxima safra, será necessário pelo menos 9,08 toneladas a mais de agrotóxicos. O relatório também cita informações não divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que provam que o uso de herbicidas na soja transgênica Roundup Ready, da Monsanto, é em média 11,4%maior do que na soja convencional, podendo chegar até 30%.Em 1998, uma média de 1,22 libras a mais de herbicida foi usada por acre com cultivos transgênicos nos 16 estados norte-americanos que plantam transgênicos. No mesmo período, apenas 1,08 libras de herbicida foi usado na soja convencional, o que representa 11,4% a menos de aditivo químico na soja convencional. Em seis estados, incluindo Iowa (responsável por um sexto da produção de soja do país), o total de herbicida usado na soja transgênica Roundup Ready foi pelo menos 30% superior à média usada pelas variedades convencionais.Dr. Charles Benbrook, Instituto de Pesquisa Northwest Science and Environmental Policy Center, EUA http://www.biotech-info.net/troubledtimes.html3. Maggi começa a embarcar farelo de soja não transgênicoDepois de um ano de margens comprimidas, a indústria esmagadora de soja respira mais aliviada neste início de ano. A melhora na rentabilidade provocada por uma recuperação dos preços internacionais do farelo está sendo suficiente para que o maior produtor de soja do país, o grupo Maggi, ingresse na atividade.O grupo está colocando em funcionamento a unidade que arrendou da concordatária Olvepar, no início do ano. Deverão ser processadas por dia 1,5 mil toneladas de soja na esmagadora, localizada em Cuiabá (MT). "Houve uma melhora nas margens, gerada principalmente pela maior demanda internacional por farelo", afirma o presidente do grupo, Blairo Maggi. (...)Os primeiros embarques já estão programados para julho. A maior parte do volume exportado será direcionada ao mercado europeu, mas também haverá exportação para a Ásia, diz o empresário. (...)Toda a produção será certificada como não-transgênica, o que deve garantir ao grupo um diferencial de preço nos contratos, afirma Maggi, sem precisar valores. A empresa certificadora, porém, ainda não foi contratada. (...)Valor Econômico, 03/05/01.4. Ministério da Agricultura cria comissão para transgeniaO Ministério da Agricultura criou ontem, em portaria publicada no Diário Oficial criou a Comissão Técnica de Biossegurança Vegetal. O objetivo é acompanhar as atividades e os projetos relacionados aos organismos geneticamente modificados, conhecidos como transgênicos. A comissão terá ainda que sugerir regras para a fiscalização e monitorar atividades relacionadas aos transgênicos.Estado de São Paulo, 04/05/01.Sistemas agro ecológicos mostram que transgênicos não são solução para a agriculturaConversão de café convencional para orgânico obtém sucesso em fazenda tradicionalA fazenda da Cachoeira (MG) é uma tradicional propriedade produtora de café. Sua sede data de 1841 - época em que as principais atividades da propriedade eram a pecuária de corte e de leite. A atividade cafeeira iniciou-se no princípio do século XX e foi o que manteve a fazenda até os dias de hoje.Com o passar dos anos, novas gerações assumiram a administração da fazenda, o que provocou um choque de paradigma, de postura técnica e econômica. Os novos administradores traziam consigo o desejo de introduzir na fazenda a agricultura orgânica e já tinham experiências com sucesso na horticultura orgânica em outra propriedade. Foi-lhes concedida então uma área para experimento com a produção de café orgânico.A área inicial para o experimento era de 6 hectares: 4 hectares para a implantação de uma lavoura convencional de café e 2 hectares para a lavoura de café orgânico, a fim de que os resultados das duas áreas fossem comparados. O resultado obtido foi inesperado para muitos na fazenda. A área com café orgânico apresentou melhor desempenho no vigor das plantas, na produtividade e também no preço obtido pelo produto.Diante dos bons resultados a lavoura orgânica se estendeu para 26 hectares do total de 50 hectares que são destinados ao cultivo do café na fazenda, e há ainda uma tendência em se aumentar esta área nos próximos anos.As lavouras de café são rodeadas por fragmentos de florestas e faixas arborizadas que formam uma bordadura repleta de biodiversidade, contribuindo para o equilíbrio do agro ecossistema.De forma geral, os cafezais orgânicos tiveram até hoje poucos problemas com pragas e doenças, o que foi devido, em grande parte, ao aumento gradativo da biodiversidade nessas áreas.Os resultados econômicos são animadores: nas lavouras de café convencional da propriedade a produtividade média é de 40 sacas por hectare. Já nas lavouras orgânicas, a produtividade média em 3 anos é de 50 sacas.Além do café, uma parte das lavouras de milho já foi convertida para a agricultura orgânica e a produção de gado leiteiro está em processo de conversão. Já se percebe a necessidade de expandir ainda mais a produção orgânica n fazenda.Manfred von Osterroht, Sistema de produção de café orgânico na fazenda da Cachoeira. Botucatu, agro ecológica eventos e publicações, ano I abril/maio 2000, p.17-18. Lançamento: Fátima Oliveira convida a todos para o lançamento de seu livro Transgênicos: o direito de saber e a liberdade de escolher (Mazza Edições, 167 páginas, R$ 20,00), a realizar-se no dia 10 de maio (quinta-feira), às 19:30, nos jardins internos do Palácio das Artes - Avenida Afonso Pena, 1537 - Belo Horizonte - Minas Gerais. Compareçam!

Boletim 63, transgênicos.

BOLETIM 63 - 07/05/01POR UM BRASIL LIVRE DE TRANSGÊNICOS
Car@s Amig@sA Campanha Por Um Brasil Livre de Transgênicos encaminhou em 26 de abril a Ésper Cavalheiro, o recém-escolhido presidente da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), uma carta solicitando a suspensão das autorizações para cultivos experimentais de sementes transgênicas até que as regras para a sua realização sejam estabelecidas pela Comissão, após amplo debate público.Na carta, a Campanha pede a marcação de uma audiência com Ésper Cavalheiro e denuncia que as liberações realizadas até o momento não possuem Registro Especial Temporário (RET), conforme exige a Lei de Agrotóxicos.As principais preocupações da Campanha são a absoluta ausência de normas e critérios para a realização de experimentos e o desrespeito à legislação brasileira. Nesse sentido, não existe qualquer instrução normativa da Comissão dispondo regras para impor limites aos experimentos pretendidos, seja no tocante ao tamanho das áreas destinadas aos experimentos, aos locais, à finalidade, ao destino final, aos mecanismos de fiscalização, e, muito menos, à avaliação prévia de impacto no meio ambiente.Dentre os principais pontos questionados pela Campanha estão os critérios utilizados pela CTNBio para estabelecer uma distância mínima de 300 metros entre o plantio de milho transgênico e os demais campos de milho, os critérios técnicos utilizados pela CTNBio para definir (apenas) 10 metros de monitoramento para eventuais “quedas de sementes durante a operação de semeadura”, além dos fundamentos técnicos e legais da CTNBio para autorizar megaexperimentos de 60 hectares (ou mais) de milho transgênico -- área capaz de produzir sementes suficientes para a produção em, pelo menos, 5.000 hectares no próximo ano, que possibilitariam plantar 20.000 hectares com transgênicos no ano seguinte!Esta questão é realmente chocante: qual a finalidade de experimentos deste tamanho? Qual o destino final das sementes produzidas nesses campos?**************************************************************Neste número:1. ONU pede cautela com produtos transgênicos2. Estudo mostra que soja transgênica usa mais agrotóxicos3. Maggi começa a embarcar farelo de soja não transgênico4. Ministério da Agricultura cria comissão para transgeniaSistemas agro ecológicos mostram que transgênicos não são solução para a agriculturaConversão de café convencional para orgânico obtém sucesso em fazenda tradicionalLançamento: Transgênicos: o direito de saber e a liberdade de escolher**************************************************************1. ONU pede cautela com produtos transgênicosO diretor geral da FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), Jacques Diouf, apontou ontem a necessidade de cautela para o uso de Transgênicos na Agricultura. Ele acha que considerações éticas devem ser feitas, para não prejudicar camponeses de países pobres.Folha de São Paulo, 04/05.2. Estudo mostra que soja transgênica usa mais agrotóxicosUm novo estudo independente, publicado pelo Centro de Política Ambiental e Científica do Noroeste Americano, acusa a Monsanto de manipular pesquisas comparativas sobre o uso de herbicidas em plantações de soja transgênica Roundup Ready e na variedade convencional.De acordo com o autor do relatório, Dr. Charles Benbrook, os dados apresentados pela Monsanto “estão entre o enganoso e o desonesto”. O estudo também aponta para o perigo de que várias ervas daninhas estão se tornando mais resistentes ao herbicida Roundup Ready. Como conseqüência, os agricultores precisam utilizar mais agrotóxicos para obter o mesmo resultado. O Dr. Benbrook estima que, na próxima safra, será necessário pelo menos 9,08 toneladas a mais de agrotóxicos. O relatório também cita informações não divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que provam que o uso de herbicidas na soja transgênica Roundup Ready, da Monsanto, é em média 11,4%maior do que na soja convencional, podendo chegar até 30%.Em 1998, uma média de 1,22 libras a mais de herbicida foi usada por acre com cultivos transgênicos nos 16 estados norte-americanos que plantam transgênicos. No mesmo período, apenas 1,08 libras de herbicida foi usado na soja convencional, o que representa 11,4% a menos de aditivo químico na soja convencional. Em seis estados, incluindo Iowa (responsável por um sexto da produção de soja do país), o total de herbicida usado na soja transgênica Roundup Ready foi pelo menos 30% superior à média usada pelas variedades convencionais.Dr. Charles Benbrook, Instituto de Pesquisa Northwest Science and Environmental Policy Center, EUA http://www.biotech-info.net/troubledtimes.html3. Maggi começa a embarcar farelo de soja não transgênicoDepois de um ano de margens comprimidas, a indústria esmagadora de soja respira mais aliviada neste início de ano. A melhora na rentabilidade provocada por uma recuperação dos preços internacionais do farelo está sendo suficiente para que o maior produtor de soja do país, o grupo Maggi, ingresse na atividade.O grupo está colocando em funcionamento a unidade que arrendou da concordatária Olvepar, no início do ano. Deverão ser processadas por dia 1,5 mil toneladas de soja na esmagadora, localizada em Cuiabá (MT). "Houve uma melhora nas margens, gerada principalmente pela maior demanda internacional por farelo", afirma o presidente do grupo, Blairo Maggi. (...)Os primeiros embarques já estão programados para julho. A maior parte do volume exportado será direcionada ao mercado europeu, mas também haverá exportação para a Ásia, diz o empresário. (...)Toda a produção será certificada como não-transgênica, o que deve garantir ao grupo um diferencial de preço nos contratos, afirma Maggi, sem precisar valores. A empresa certificadora, porém, ainda não foi contratada. (...)Valor Econômico, 03/05/01.4. Ministério da Agricultura cria comissão para transgeniaO Ministério da Agricultura criou ontem, em portaria publicada no Diário Oficial criou a Comissão Técnica de Biossegurança Vegetal. O objetivo é acompanhar as atividades e os projetos relacionados aos organismos geneticamente modificados, conhecidos como transgênicos. A comissão terá ainda que sugerir regras para a fiscalização e monitorar atividades relacionadas aos transgênicos.Estado de São Paulo, 04/05/01.Sistemas agro ecológicos mostram que transgênicos não são solução para a agriculturaConversão de café convencional para orgânico obtém sucesso em fazenda tradicionalA fazenda da Cachoeira (MG) é uma tradicional propriedade produtora de café. Sua sede data de 1841 - época em que as principais atividades da propriedade eram a pecuária de corte e de leite. A atividade cafeeira iniciou-se no princípio do século XX e foi o que manteve a fazenda até os dias de hoje.Com o passar dos anos, novas gerações assumiram a administração da fazenda, o que provocou um choque de paradigma, de postura técnica e econômica. Os novos administradores traziam consigo o desejo de introduzir na fazenda a agricultura orgânica e já tinham experiências com sucesso na horticultura orgânica em outra propriedade. Foi-lhes concedida então uma área para experimento com a produção de café orgânico.A área inicial para o experimento era de 6 hectares: 4 hectares para a implantação de uma lavoura convencional de café e 2 hectares para a lavoura de café orgânico, a fim de que os resultados das duas áreas fossem comparados. O resultado obtido foi inesperado para muitos na fazenda. A área com café orgânico apresentou melhor desempenho no vigor das plantas, na produtividade e também no preço obtido pelo produto.Diante dos bons resultados a lavoura orgânica se estendeu para 26 hectares do total de 50 hectares que são destinados ao cultivo do café na fazenda, e há ainda uma tendência em se aumentar esta área nos próximos anos.As lavouras de café são rodeadas por fragmentos de florestas e faixas arborizadas que formam uma bordadura repleta de biodiversidade, contribuindo para o equilíbrio do agro ecossistema.De forma geral, os cafezais orgânicos tiveram até hoje poucos problemas com pragas e doenças, o que foi devido, em grande parte, ao aumento gradativo da biodiversidade nessas áreas.Os resultados econômicos são animadores: nas lavouras de café convencional da propriedade a produtividade média é de 40 sacas por hectare. Já nas lavouras orgânicas, a produtividade média em 3 anos é de 50 sacas.Além do café, uma parte das lavouras de milho já foi convertida para a agricultura orgânica e a produção de gado leiteiro está em processo de conversão. Já se percebe a necessidade de expandir ainda mais a produção orgânica n fazenda.Manfred von Osterroht, Sistema de produção de café orgânico na fazenda da Cachoeira. Botucatu, agro ecológica eventos e publicações, ano I abril/maio 2000, p.17-18. Lançamento: Fátima Oliveira convida a todos para o lançamento de seu livro Transgênicos: o direito de saber e a liberdade de escolher (Mazza Edições, 167 páginas, R$ 20,00), a realizar-se no dia 10 de maio (quinta-feira), às 19:30, nos jardins internos do Palácio das Artes - Avenida Afonso Pena, 1537 - Belo Horizonte - Minas Gerais. Compareçam!

Polêmica: Mulher de Moisés era negra e etíope.

A Mulher de Moisés (era Etíope e Negra).

O leitor amigo, e o leitor inimigo, haverá de ler este texto como uma hipótese verossímil, e não como uma verdade histórica devidamente comprovada. Tendo em vista a leviandade com que se pública coisas sobre o cristianismo, sem aprofundamento ou pesquisa, eu tomo esse texto como exemplo, e pago na mesma moeda, tentando denunciar como é fácil instrumentalizar a história dos povos para induzi-los ao serviço.
Todos sabem que o ponto fraco da religião israelita, sistematizada por Moisés, é o sectarismo racial e religioso. Jonson, em “Pequena História do Povo Hebreu”, e Dom. Estavão Bettencourt, monge beneditino, em seu “Curso de Historia da Igreja” falam sobre o “parushim” israelita. A palavra parushim, que no cristianismo gera o termo “paróquia”, e que designa no cristianismo uma área administrativa, funda-se, justamente no conceito de separação, eleição racial, e hábitos religiosos, rituais e alimentares dos hebreus, sempre circunscritos em um território diminuto e que separam os judeus, dos demais seres humanos. Para os judeus essa discriminação é voluntária e escolhida livremente, como defesa de suas tradições, e resulta nos guetos, nas comunidades israelitas, nos movimentos sócios raciais, no casamento étnico. Todavia, ao migrarem os judeus para Israel, deparou-se com uma discriminação social fundada numa hierarquia étnica, de fundo socio-racial resultando numa sociedade de classes israelense, privilegiando os judeus europeus, brancos, chamados asquinazim, (ashkenazim) em detrimento dos demais judeus sefarditas. O termo sefardita tem origem em Sepharad, antigo nome da Espanha, todavia, designa também os judeus de origem, afro-asiáticos. Entre esses, os mais discriminados, eram os vindos de países muçulmanos, ou reinos islâmicos como o Iêmen, e os judeus negros etíopes, ou outros, mouriscos do norte da África
A imigração para o Estado de Israel chama-se Aiya, “ascenção”, ou seja, o judeu imigrante ascende a um novo patamar sócio religioso com a cidadania israelense e a realização de um dos principais objetivos sionistas. Todavia os “falaschas” negros vitimas dessa discriminação, viviam apinhados em favelas no entorno dos núcleos ricos dos Ashkenazim. Assim, desde os primeiros momentos, os judeus negros, que voltaram, foram discriminados em Israel. Chamados de “Falaschas”, que significa “estrangeiros”, esses judeus, africanos da Etiópia, foram inicialmente rejeitados, e posteriormente “aceitos” (Falascha dá origem à palavra Falacia_ Engodo, mentira, engano, sofisma) por conveniência política que amenizava um conflito entre negros e judeus nos EUA. Foram aceitos com reservas e a obrigação de nova conversão ao judaísmo, graças à pressão do movimento Beyhad (iniciado pelos judeus do Norte da África) sob condição de passarem por uma “revisão ritual” para confirmarem sua conversão ao judaísmo dito branco.
Interessante é que, para esses judeus negros, isolados nas montanhas da Etiópia, eles eram os verdadeiros, e todos os demais judeus eram negros, e assim pensaram, ate o século XIX. Talvez alguém se lembre que houve um resgate de judeus negros em 1984, quando 7.500 pessoas foram retiradas da Etiópia numa operação militar que ficou conhecida como Operação Moisés. O nome dessa operação é à base de minha argumentação, pois ele revela que os judeus cultos, sabem, ou sabiam que a esposa de Moisés era Negra, não apenas que Moisés resgatou os israelitas do Egito, país africano. Hoje, em vista disso, já há autores judeus que acham que Moisés não é uma pessoa, mas um símbolo, e outros há que duvidam que Moisés fosse israelita, mas apenas um instrumento em favor dos israelitas, embora o texto bíblico o faça “irmão” de Aarão, que era Levita (classe de sacerdotes e autor intelectual da aventura teológica do êxodo), dando-lhe pai e mãe israelitas.
Vamos do inicio.
Moisés, filho de Amram, era nascido no Egito, que, como todos sabem esta na África, e tem um pequeno pedaço de seu território lançado na Ásia. Território esse, que corresponde ao deserto e ao Monte Sinai, área disputada ao Egito em duas guerras (Guerra dos Seis Dias e Yon Kippur). Todavia, a historia do povo hebreu discorre num período compreendido entre o Médio e Novo Império egípcio. As extensões territoriais do Egito daqueles tempos, atigiam o alto, e o baixo Egito, e eram muito diferentes das de hoje, e o Egito, chegou às nascentes do Rio Nilo no coração da África numa região conhecida como Abissínia, na Etiópia, estendendo-se, acreditem, ate o Rio Eufrates (no caso do Novo Império) um rio que corta a Síria e o Iraque, descendo da Armênia onde nasce até o Golfo Pérsico. Imenso território que seria objeto das verdadeiras intenções dos israelitas conforme as promessas feitas por Deus a Abraão. (dados copilados em: “O Egito” de Anne Milard, editora Melhoramentos)
Onde, pergunto eu, em que lugar do imenso Egito teria nascido Moisés? Em Tebas? Em Assuam? Ou nas proximidades do Cairo de hoje?
Ele nasceu ao sul, pois descia o rio quando foi encontrado, descia em direção ao Delta. Era criança que não sofrera a circuncisão.
Na Bíblia, encontramos um texto que comprova a nossa tese. O texto em questão, nós encontraremos em Números 12,1 onde lemos: “Maria e Aarão criticaram Moisés por causa da mulher Etíope que ele desposara (Moisés tinha com efeito desposado uma mulher Etíope)”. Os etíopes (Kush) eram escravos na Palestina (. 2 Sm. 18,21) e serviçais na corte de Jerusalém (Jr. 38,7)
David Livingstone (1813-1873), o missionário escocês que pela primeira vez viu a Catarata Vitória, do rio Nilo, no desfiladeiro de Zambeze na Etiópia, nos diz que etíope, em algum período, era uma generalização que chegou a ser usado como quase um sinônimo ao termo líbio para designar todo o negro da África ou Ásia. O líbio o negro da região desértica, e o etíope, o negro das regiões do Alto Nilo. Assim chamar de etíope, seria o mesmo que chamar de negro. Moisés era um africano, mas não era chamado de etíope, nem mesmo de egípcio. Aparentemente George Scheweinfuth em sua obra Coeur de L’Afrique (Coração da África) 1868-1871 concorda com essa opinião. Ser chamado de etíope, na Saia, ou África, era ser chamado de negro. Mas em contrapartida, reforçando ainda mais minha tese, a Etiópia, que faz fronteira ao sul do Golfo Arábico, navegada pelos faraós, fez parte ativa da história do povo hebreu. Não só a Etiópia, mas também a Eritréia e a Núbia e o Sudão e de lá, lembrem-se, foram resgatados recentemente os judeus negros chamados “falaschas”.
Durante muito tempo, se disse que Moisés refugiando-se nas terras de Madian (Madjan), que segundo Schelesinger, autor judeu, é uma região que aparece em diversos textos bíblicos sempre ligados à Etiópia, ali teria se casado com a filha de Jetro, sacerdote pagão (de tradição javista), chamada Séfora com quem teve um filho chamado Gersam. Ora a etimologia aponta fatos curiosos. Moisés em hebraico, Mosche, significa retirado, apartado ou refugiado. Estaria ele em uma cidade asilo, pois fora homicida de um egípcio, como nos conta a Biblia? Ou, seu nome tem o mesmo significado que falascha (separado, expatriado)? Teve ao todo dois filhos Gersam e Eliezer. Seu filho Gersam etimologicamente, nos diz e revela um hospede (filho do hospede da casa de Jetro) Jetro era sacerdote pagão, portanto não israelita isso levanta algumas questões, era Jetro árabe ou etíope? Se sua filha era etíope, Jetro era negro. Se a filha de Jetro era etíope como nos diz Números 12,1, era negra, e Jetro também haveria de o ser.
Numa tradição racial religiosa que dava muita importância as genealogias, como explicar o desaparecimento genealógico dos filhos e netos de tão importante figura como Moisés, um patriarca, cujos filhos desaparecem sem louros? Eles haveriam de se cultuados. . Desapareceram da história bíblica porque eram negroides, mulatos? Onde ficava Madiã (Madian ou Madjan Ex. 2,11)? Oficialmente se diz que era a terra de um povo nômade, semita, do sul da Palestina, na região máxima do Golfo de Akaba (Ácaba) um braço do Mar Vermelho. Sabe-se, no entanto, que o próprio Moisés lutaria contra esse povo, que hospedara sua mulher e sogro. Madjan tanto pode seu uma “cidade” do sul da Palestina, como uma localidade ao sul da Tebas Oriental, antiga capital do Império Egípcio, as margens do Nilo, próxima à Luxor, do lado oriental do Nilo (ou ainda, seria a localidade de um povo chamado Madjoi (n) (Madjoin) povo de origem sudanesa, governado por Tebas no coração da África) em terras do Sudão de hoje. Pela Biblia sabe-se em favor da tese, que Moisés se sentia estrangeiro em Madjan (o que parece indicar que estava fora do Egito, sua terra). Eu não tenho a mínima condição de afirmar nada, mas a própria Sagrada Escritura parece afirmar que Moisés não era circuncisado, era um apartado, um rejeitado, criado como filho adotivo pela filha do Faraó, e que, embora eleito por Deus, liderando aos israelitas como guia pelo deserto não entra na Terra da Promessa, permanecendo assim um separado, cujo túmulo nos é desconhecido até hoje. (em Enciclopédia das Religiões). O autor da Lei Mosaica é uma curiosidade histórica, negada por alguns, cuja posteridade, mulata ou não, não é bem definida na genealogia de Números ou Êxodo. Dada a sua importância, como já disse acima, é estranho que assim seja. Seriam seus filhos negros, rejeitados pelos “irmãos” israelitas como têm sido hoje rejeitados os judeus negros da Etiópia? Mas, que sou eu, para dizer algo a respeito? Tudo isso é novidade. E o judeu, você sabe..., ou não sabe?
Wallace Requião de Mello e Silva.

Polêmica: Mulher de Moisés era negra e etíope.

A Mulher de Moisés (era Etíope e Negra).

O leitor amigo, e o leitor inimigo, haverá de ler este texto como uma hipótese verossímil, e não como uma verdade histórica devidamente comprovada. Tendo em vista a leviandade com que se pública coisas sobre o cristianismo, sem aprofundamento ou pesquisa, eu tomo esse texto como exemplo, e pago na mesma moeda, tentando denunciar como é fácil instrumentalizar a história dos povos para induzi-los ao serviço.
Todos sabem que o ponto fraco da religião israelita, sistematizada por Moisés, é o sectarismo racial e religioso. Jonson, em “Pequena História do Povo Hebreu”, e Dom. Estavão Bettencourt, monge beneditino, em seu “Curso de Historia da Igreja” falam sobre o “parushim” israelita. A palavra parushim, que no cristianismo gera o termo “paróquia”, e que designa no cristianismo uma área administrativa, funda-se, justamente no conceito de separação, eleição racial, e hábitos religiosos, rituais e alimentares dos hebreus, sempre circunscritos em um território diminuto e que separam os judeus, dos demais seres humanos. Para os judeus essa discriminação é voluntária e escolhida livremente, como defesa de suas tradições, e resulta nos guetos, nas comunidades israelitas, nos movimentos sócios raciais, no casamento étnico. Todavia, ao migrarem os judeus para Israel, deparou-se com uma discriminação social fundada numa hierarquia étnica, de fundo socio-racial resultando numa sociedade de classes israelense, privilegiando os judeus europeus, brancos, chamados asquinazim, (ashkenazim) em detrimento dos demais judeus sefarditas. O termo sefardita tem origem em Sepharad, antigo nome da Espanha, todavia, designa também os judeus de origem, afro-asiáticos. Entre esses, os mais discriminados, eram os vindos de países muçulmanos, ou reinos islâmicos como o Iêmen, e os judeus negros etíopes, ou outros, mouriscos do norte da África
A imigração para o Estado de Israel chama-se Aiya, “ascenção”, ou seja, o judeu imigrante ascende a um novo patamar sócio religioso com a cidadania israelense e a realização de um dos principais objetivos sionistas. Todavia os “falaschas” negros vitimas dessa discriminação, viviam apinhados em favelas no entorno dos núcleos ricos dos Ashkenazim. Assim, desde os primeiros momentos, os judeus negros, que voltaram, foram discriminados em Israel. Chamados de “Falaschas”, que significa “estrangeiros”, esses judeus, africanos da Etiópia, foram inicialmente rejeitados, e posteriormente “aceitos” (Falascha dá origem à palavra Falacia_ Engodo, mentira, engano, sofisma) por conveniência política que amenizava um conflito entre negros e judeus nos EUA. Foram aceitos com reservas e a obrigação de nova conversão ao judaísmo, graças à pressão do movimento Beyhad (iniciado pelos judeus do Norte da África) sob condição de passarem por uma “revisão ritual” para confirmarem sua conversão ao judaísmo dito branco.
Interessante é que, para esses judeus negros, isolados nas montanhas da Etiópia, eles eram os verdadeiros, e todos os demais judeus eram negros, e assim pensaram, ate o século XIX. Talvez alguém se lembre que houve um resgate de judeus negros em 1984, quando 7.500 pessoas foram retiradas da Etiópia numa operação militar que ficou conhecida como Operação Moisés. O nome dessa operação é à base de minha argumentação, pois ele revela que os judeus cultos, sabem, ou sabiam que a esposa de Moisés era Negra, não apenas que Moisés resgatou os israelitas do Egito, país africano. Hoje, em vista disso, já há autores judeus que acham que Moisés não é uma pessoa, mas um símbolo, e outros há que duvidam que Moisés fosse israelita, mas apenas um instrumento em favor dos israelitas, embora o texto bíblico o faça “irmão” de Aarão, que era Levita (classe de sacerdotes e autor intelectual da aventura teológica do êxodo), dando-lhe pai e mãe israelitas.
Vamos do inicio.
Moisés, filho de Amram, era nascido no Egito, que, como todos sabem esta na África, e tem um pequeno pedaço de seu território lançado na Ásia. Território esse, que corresponde ao deserto e ao Monte Sinai, área disputada ao Egito em duas guerras (Guerra dos Seis Dias e Yon Kippur). Todavia, a historia do povo hebreu discorre num período compreendido entre o Médio e Novo Império egípcio. As extensões territoriais do Egito daqueles tempos, atigiam o alto, e o baixo Egito, e eram muito diferentes das de hoje, e o Egito, chegou às nascentes do Rio Nilo no coração da África numa região conhecida como Abissínia, na Etiópia, estendendo-se, acreditem, ate o Rio Eufrates (no caso do Novo Império) um rio que corta a Síria e o Iraque, descendo da Armênia onde nasce até o Golfo Pérsico. Imenso território que seria objeto das verdadeiras intenções dos israelitas conforme as promessas feitas por Deus a Abraão. (dados copilados em: “O Egito” de Anne Milard, editora Melhoramentos)
Onde, pergunto eu, em que lugar do imenso Egito teria nascido Moisés? Em Tebas? Em Assuam? Ou nas proximidades do Cairo de hoje?
Ele nasceu ao sul, pois descia o rio quando foi encontrado, descia em direção ao Delta. Era criança que não sofrera a circuncisão.
Na Bíblia, encontramos um texto que comprova a nossa tese. O texto em questão, nós encontraremos em Números 12,1 onde lemos: “Maria e Aarão criticaram Moisés por causa da mulher Etíope que ele desposara (Moisés tinha com efeito desposado uma mulher Etíope)”. Os etíopes (Kush) eram escravos na Palestina (. 2 Sm. 18,21) e serviçais na corte de Jerusalém (Jr. 38,7)
David Livingstone (1813-1873), o missionário escocês que pela primeira vez viu a Catarata Vitória, do rio Nilo, no desfiladeiro de Zambeze na Etiópia, nos diz que etíope, em algum período, era uma generalização que chegou a ser usado como quase um sinônimo ao termo líbio para designar todo o negro da África ou Ásia. O líbio o negro da região desértica, e o etíope, o negro das regiões do Alto Nilo. Assim chamar de etíope, seria o mesmo que chamar de negro. Moisés era um africano, mas não era chamado de etíope, nem mesmo de egípcio. Aparentemente George Scheweinfuth em sua obra Coeur de L’Afrique (Coração da África) 1868-1871 concorda com essa opinião. Ser chamado de etíope, na Saia, ou África, era ser chamado de negro. Mas em contrapartida, reforçando ainda mais minha tese, a Etiópia, que faz fronteira ao sul do Golfo Arábico, navegada pelos faraós, fez parte ativa da história do povo hebreu. Não só a Etiópia, mas também a Eritréia e a Núbia e o Sudão e de lá, lembrem-se, foram resgatados recentemente os judeus negros chamados “falaschas”.
Durante muito tempo, se disse que Moisés refugiando-se nas terras de Madian (Madjan), que segundo Schelesinger, autor judeu, é uma região que aparece em diversos textos bíblicos sempre ligados à Etiópia, ali teria se casado com a filha de Jetro, sacerdote pagão (de tradição javista), chamada Séfora com quem teve um filho chamado Gersam. Ora a etimologia aponta fatos curiosos. Moisés em hebraico, Mosche, significa retirado, apartado ou refugiado. Estaria ele em uma cidade asilo, pois fora homicida de um egípcio, como nos conta a Biblia? Ou, seu nome tem o mesmo significado que falascha (separado, expatriado)? Teve ao todo dois filhos Gersam e Eliezer. Seu filho Gersam etimologicamente, nos diz e revela um hospede (filho do hospede da casa de Jetro) Jetro era sacerdote pagão, portanto não israelita isso levanta algumas questões, era Jetro árabe ou etíope? Se sua filha era etíope, Jetro era negro. Se a filha de Jetro era etíope como nos diz Números 12,1, era negra, e Jetro também haveria de o ser.
Numa tradição racial religiosa que dava muita importância as genealogias, como explicar o desaparecimento genealógico dos filhos e netos de tão importante figura como Moisés, um patriarca, cujos filhos desaparecem sem louros? Eles haveriam de se cultuados. . Desapareceram da história bíblica porque eram negroides, mulatos? Onde ficava Madiã (Madian ou Madjan Ex. 2,11)? Oficialmente se diz que era a terra de um povo nômade, semita, do sul da Palestina, na região máxima do Golfo de Akaba (Ácaba) um braço do Mar Vermelho. Sabe-se, no entanto, que o próprio Moisés lutaria contra esse povo, que hospedara sua mulher e sogro. Madjan tanto pode seu uma “cidade” do sul da Palestina, como uma localidade ao sul da Tebas Oriental, antiga capital do Império Egípcio, as margens do Nilo, próxima à Luxor, do lado oriental do Nilo (ou ainda, seria a localidade de um povo chamado Madjoi (n) (Madjoin) povo de origem sudanesa, governado por Tebas no coração da África) em terras do Sudão de hoje. Pela Biblia sabe-se em favor da tese, que Moisés se sentia estrangeiro em Madjan (o que parece indicar que estava fora do Egito, sua terra). Eu não tenho a mínima condição de afirmar nada, mas a própria Sagrada Escritura parece afirmar que Moisés não era circuncisado, era um apartado, um rejeitado, criado como filho adotivo pela filha do Faraó, e que, embora eleito por Deus, liderando aos israelitas como guia pelo deserto não entra na Terra da Promessa, permanecendo assim um separado, cujo túmulo nos é desconhecido até hoje. (em Enciclopédia das Religiões). O autor da Lei Mosaica é uma curiosidade histórica, negada por alguns, cuja posteridade, mulata ou não, não é bem definida na genealogia de Números ou Êxodo. Dada a sua importância, como já disse acima, é estranho que assim seja. Seriam seus filhos negros, rejeitados pelos “irmãos” israelitas como têm sido hoje rejeitados os judeus negros da Etiópia? Mas, que sou eu, para dizer algo a respeito? Tudo isso é novidade. E o judeu, você sabe..., ou não sabe?
Wallace Requião de Mello e Silva.

A conversão dos judeus.

A conversão dos judeus é obrigação dos cristãos.

Mas ide antes as ovelhas perdidas de Israel ( Mateus 10, 6)

A conversão dos judeus sempre foi missão dos cristãos, missão nunca superada. Mais do que missão, é obrigação.
A principal dificuldade é identificar o judeu, ele via de regra se esconde, se une em guetos, em escaramuças, não porque são perseguidos, mas porque seus mestres temem o diálogo e o serviço, e sob o discurso de sofrerem aberta perseguição, mantém o sinistro habito do sectarismo racial e religioso, pois sabem que o mandato de Cristo de convertê-los tem, é obvio, a proteção de Deus e a assistência do Espirito Santo.
O Cristão não tem o que temer nessa missão, ele será plenamente assistido pela Providência Divina. Erram aqueles que pensam que precisam ser expertos em doutrina bíblica, ou doutos na Lei, ou versados nas escrituras de resistência dos judeus. Nem mesmo ler o hebraico que esteve extinto na massa dos judeus desde o terceiro século antes de Cristo ate 1948. Nada disso é preciso, fosse preciso Jesus, não teria escolhido o pescador judeu, homem rude, o judeu Pedro (Céfhas) como o Apóstolo dos Judeus. O Cristianismo tem uma força intrínseca, uma força amparada na verdade que mina a teimosia, a dureza, o esforço hercúleo de domínio dos meios de comunicação que fazem as elites dos judeus para nos derrubar, desmerecer-nos, ou anular-nos, pois sabem que tal proximidade e abertura da “temática” libertam os hebreus de seu discurso perverso, os introduz, com a comparação dos fatos, e revela, a superioridade bíblica de Cristo, o Messias Prometido à Casa de David, detonando o escopo, o conjunto de preconceitos “religioso racial” do judaísmo. O Catolicismo, por exemplo, na sua mensagem universalista, rompe com o fundamentalismo hebraico pelas raízes. Ele restaura a promessa, devolvendo aos judeus o estatus perdido de videira verdadeira, mãe de tantas outras, recolocando no tempo, na Nova e Definitiva Aliança, introduzindo-os na Igreja de Pedro, 1o Papa e pescador Judeu, resgatando o sentido total e aperfeiçoado do monoteísmo hebraico e do código mosaico no seu contexto histórico vocacionado para a eternidade. A verdade é uma só, devemos procurá-los, identificá-los e pressioná-los com a caridade cristã, embora sejam eles partidários do Anticristo, focando nossas luzes sobre o seu espirito falsamente hermético, cabalístico, esotérico, demovendo-os do fanatismo territorial, da presunção racial da eleição, e introduzindo-os na harmonia universal do Cristianismo. Todo o movimento de perseguição aos judeus na história foi pensado, insuflado, e muitas vezes executado pelos judeus, de modo a mantê-los “purificados e unidos na ilusão messiânica do Anti Cristo” o messias judeu que virá desmentir a Cristo. Escrevam Cristãos, iluminem as trevas desse povo simples, sensível e inteligente, movido por homens orgulhosos e de dura cerviz. E escrevam, e verão quem persegue quem. Escrevam com retidão e entusiasmo, visando sempre à conversão dos judeus, e verão que a imprensa inteira entrará em convulsão.
Todos podem atacar o cristianismo, e ate mesmo defendê-lo, mas pelo contrário, ousar converter os judeus, como fez Cristo, (e morreu por isso) sendo ele mesmo judeu, filho de judia, circuncisado, leitor nas sinagogas e no Templo gerará um ataque epiléptico universal. Mas não se acovardem, é a missão, como diz Mateus 10,6... E é uma obrigação pastoral das mais elevadas. Retome a ação cristã, sem medo, o sucesso é garantido pelo próprio Cristo que tanto amamos. E a dialética daí advinda haverá de ser mais do que proselitismo, será verdadeira apologética, será verdadeira catequese. Pois basta, no meu entender, dizer aos judeus as palavras bíblicas de Cristo: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” (Mateus 11, 28). É obvio que a “Terra Prometida”, do leite e do mel, tem sido como nos diz Osias Wurman presidente da CONIB, a terra do suor, do sangue e das lagrimas, e judeu algum, de qualquer origem há de querer isso, por isso creio que certamente “estais todos bem cansados e oprimidos”.

Wallace Requião de Mello e Silva.

A conversão dos judeus é obrigação dos cristãos.

Mas ide antes as ovelhas perdidas de Israel ( Mateus 10, 6)

A conversão dos judeus sempre foi missão dos cristãos, missão nunca superada. Mais do que missão, é obrigação.
A principal dificuldade é identificar o judeu, ele via de regra se esconde, se une em guetos, em escaramuças, não porque são perseguidos, mas porque seus mestres temem o diálogo e o serviço, e sob o discurso de sofrerem aberta perseguição, mantém o sinistro habito do sectarismo racial e religioso, pois sabem que o mandato de Cristo de convertê-los tem, é obvio, a proteção de Deus e a assistência do Espirito Santo.
O Cristão não tem o que temer nessa missão, ele será plenamente assistido pela Providência Divina. Erram aqueles que pensam que precisam ser expertos em doutrina bíblica, ou doutos na Lei, ou versados nas escrituras de resistência dos judeus. Nem mesmo ler o hebraico que esteve extinto na massa dos judeus desde o terceiro século antes de Cristo ate 1948. Nada disso é preciso, fosse preciso Jesus, não teria escolhido o pescador judeu, homem rude, o judeu Pedro (Céfhas) como o Apóstolo dos Judeus. O Cristianismo tem uma força intrínseca, uma força amparada na verdade que mina a teimosia, a dureza, o esforço hercúleo de domínio dos meios de comunicação que fazem as elites dos judeus para nos derrubar, desmerecer-nos, ou anular-nos, pois sabem que tal proximidade e abertura da “temática” libertam os hebreus de seu discurso perverso, os introduz, com a comparação dos fatos, e revela, a superioridade bíblica de Cristo, o Messias Prometido à Casa de David, detonando o escopo, o conjunto de preconceitos “religioso racial” do judaísmo. O Catolicismo, por exemplo, na sua mensagem universalista, rompe com o fundamentalismo hebraico pelas raízes. Ele restaura a promessa, devolvendo aos judeus o estatus perdido de videira verdadeira, mãe de tantas outras, recolocando no tempo, na Nova e Definitiva Aliança, introduzindo-os na Igreja de Pedro, 1o Papa e pescador Judeu, resgatando o sentido total e aperfeiçoado do monoteísmo hebraico e do código mosaico no seu contexto histórico vocacionado para a eternidade. A verdade é uma só, devemos procurá-los, identificá-los e pressioná-los com a caridade cristã, embora sejam eles partidários do Anticristo, focando nossas luzes sobre o seu espirito falsamente hermético, cabalístico, esotérico, demovendo-os do fanatismo territorial, da presunção racial da eleição, e introduzindo-os na harmonia universal do Cristianismo. Todo o movimento de perseguição aos judeus na história foi pensado, insuflado, e muitas vezes executado pelos judeus, de modo a mantê-los “purificados e unidos na ilusão messiânica do Anti Cristo” o messias judeu que virá desmentir a Cristo. Escrevam Cristãos, iluminem as trevas desse povo simples, sensível e inteligente, movido por homens orgulhosos e de dura cerviz. E escrevam, e verão quem persegue quem. Escrevam com retidão e entusiasmo, visando sempre à conversão dos judeus, e verão que a imprensa inteira entrará em convulsão.
Todos podem atacar o cristianismo, e ate mesmo defendê-lo, mas pelo contrário, ousar converter os judeus, como fez Cristo, (e morreu por isso) sendo ele mesmo judeu, filho de judia, circuncisado, leitor nas sinagogas e no Templo gerará um ataque epiléptico universal. Mas não se acovardem, é a missão, como diz Mateus 10,6... E é uma obrigação pastoral das mais elevadas. Retome a ação cristã, sem medo, o sucesso é garantido pelo próprio Cristo que tanto amamos. E a dialética daí advinda haverá de ser mais do que proselitismo, será verdadeira apologética, será verdadeira catequese. Pois basta, no meu entender, dizer aos judeus as palavras bíblicas de Cristo: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” (Mateus 11, 28). É obvio que a “Terra Prometida”, do leite e do mel, tem sido como nos diz Osias Wurman presidente da CONIB, a terra do suor, do sangue e das lagrimas, e judeu algum, de qualquer origem há de querer isso, por isso creio que certamente “estais todos bem cansados e oprimidos”.

Wallace Requião de Mello e Silva.

A conversão dos judeus.

A conversão dos judeus é obrigação dos cristãos.

Mas ide antes as ovelhas perdidas de Israel ( Mateus 10, 6)

A conversão dos judeus sempre foi missão dos cristãos, missão nunca superada. Mais do que missão, é obrigação.
A principal dificuldade é identificar o judeu, ele via de regra se esconde, se une em guetos, em escaramuças, não porque são perseguidos, mas porque seus mestres temem o diálogo e o serviço, e sob o discurso de sofrerem aberta perseguição, mantém o sinistro habito do sectarismo racial e religioso, pois sabem que o mandato de Cristo de convertê-los tem, é obvio, a proteção de Deus e a assistência do Espirito Santo.
O Cristão não tem o que temer nessa missão, ele será plenamente assistido pela Providência Divina. Erram aqueles que pensam que precisam ser expertos em doutrina bíblica, ou doutos na Lei, ou versados nas escrituras de resistência dos judeus. Nem mesmo ler o hebraico que esteve extinto na massa dos judeus desde o terceiro século antes de Cristo ate 1948. Nada disso é preciso, fosse preciso Jesus, não teria escolhido o pescador judeu, homem rude, o judeu Pedro (Céfhas) como o Apóstolo dos Judeus. O Cristianismo tem uma força intrínseca, uma força amparada na verdade que mina a teimosia, a dureza, o esforço hercúleo de domínio dos meios de comunicação que fazem as elites dos judeus para nos derrubar, desmerecer-nos, ou anular-nos, pois sabem que tal proximidade e abertura da “temática” libertam os hebreus de seu discurso perverso, os introduz, com a comparação dos fatos, e revela, a superioridade bíblica de Cristo, o Messias Prometido à Casa de David, detonando o escopo, o conjunto de preconceitos “religioso racial” do judaísmo. O Catolicismo, por exemplo, na sua mensagem universalista, rompe com o fundamentalismo hebraico pelas raízes. Ele restaura a promessa, devolvendo aos judeus o estatus perdido de videira verdadeira, mãe de tantas outras, recolocando no tempo, na Nova e Definitiva Aliança, introduzindo-os na Igreja de Pedro, 1o Papa e pescador Judeu, resgatando o sentido total e aperfeiçoado do monoteísmo hebraico e do código mosaico no seu contexto histórico vocacionado para a eternidade. A verdade é uma só, devemos procurá-los, identificá-los e pressioná-los com a caridade cristã, embora sejam eles partidários do Anticristo, focando nossas luzes sobre o seu espirito falsamente hermético, cabalístico, esotérico, demovendo-os do fanatismo territorial, da presunção racial da eleição, e introduzindo-os na harmonia universal do Cristianismo. Todo o movimento de perseguição aos judeus na história foi pensado, insuflado, e muitas vezes executado pelos judeus, de modo a mantê-los “purificados e unidos na ilusão messiânica do Anti Cristo” o messias judeu que virá desmentir a Cristo. Escrevam Cristãos, iluminem as trevas desse povo simples, sensível e inteligente, movido por homens orgulhosos e de dura cerviz. E escrevam, e verão quem persegue quem. Escrevam com retidão e entusiasmo, visando sempre à conversão dos judeus, e verão que a imprensa inteira entrará em convulsão.
Todos podem atacar o cristianismo, e ate mesmo defendê-lo, mas pelo contrário, ousar converter os judeus, como fez Cristo, (e morreu por isso) sendo ele mesmo judeu, filho de judia, circuncisado, leitor nas sinagogas e no Templo gerará um ataque epiléptico universal. Mas não se acovardem, é a missão, como diz Mateus 10,6... E é uma obrigação pastoral das mais elevadas. Retome a ação cristã, sem medo, o sucesso é garantido pelo próprio Cristo que tanto amamos. E a dialética daí advinda haverá de ser mais do que proselitismo, será verdadeira apologética, será verdadeira catequese. Pois basta, no meu entender, dizer aos judeus as palavras bíblicas de Cristo: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” (Mateus 11, 28). É obvio que a “Terra Prometida”, do leite e do mel, tem sido como nos diz Osias Wurman presidente da CONIB, a terra do suor, do sangue e das lagrimas, e judeu algum, de qualquer origem há de querer isso, por isso creio que certamente “estais todos bem cansados e oprimidos”.

Wallace Requião de Mello e Silva.

A conversão dos judeus é obrigação dos cristãos.

Mas ide antes as ovelhas perdidas de Israel ( Mateus 10, 6)

A conversão dos judeus sempre foi missão dos cristãos, missão nunca superada. Mais do que missão, é obrigação.
A principal dificuldade é identificar o judeu, ele via de regra se esconde, se une em guetos, em escaramuças, não porque são perseguidos, mas porque seus mestres temem o diálogo e o serviço, e sob o discurso de sofrerem aberta perseguição, mantém o sinistro habito do sectarismo racial e religioso, pois sabem que o mandato de Cristo de convertê-los tem, é obvio, a proteção de Deus e a assistência do Espirito Santo.
O Cristão não tem o que temer nessa missão, ele será plenamente assistido pela Providência Divina. Erram aqueles que pensam que precisam ser expertos em doutrina bíblica, ou doutos na Lei, ou versados nas escrituras de resistência dos judeus. Nem mesmo ler o hebraico que esteve extinto na massa dos judeus desde o terceiro século antes de Cristo ate 1948. Nada disso é preciso, fosse preciso Jesus, não teria escolhido o pescador judeu, homem rude, o judeu Pedro (Céfhas) como o Apóstolo dos Judeus. O Cristianismo tem uma força intrínseca, uma força amparada na verdade que mina a teimosia, a dureza, o esforço hercúleo de domínio dos meios de comunicação que fazem as elites dos judeus para nos derrubar, desmerecer-nos, ou anular-nos, pois sabem que tal proximidade e abertura da “temática” libertam os hebreus de seu discurso perverso, os introduz, com a comparação dos fatos, e revela, a superioridade bíblica de Cristo, o Messias Prometido à Casa de David, detonando o escopo, o conjunto de preconceitos “religioso racial” do judaísmo. O Catolicismo, por exemplo, na sua mensagem universalista, rompe com o fundamentalismo hebraico pelas raízes. Ele restaura a promessa, devolvendo aos judeus o estatus perdido de videira verdadeira, mãe de tantas outras, recolocando no tempo, na Nova e Definitiva Aliança, introduzindo-os na Igreja de Pedro, 1o Papa e pescador Judeu, resgatando o sentido total e aperfeiçoado do monoteísmo hebraico e do código mosaico no seu contexto histórico vocacionado para a eternidade. A verdade é uma só, devemos procurá-los, identificá-los e pressioná-los com a caridade cristã, embora sejam eles partidários do Anticristo, focando nossas luzes sobre o seu espirito falsamente hermético, cabalístico, esotérico, demovendo-os do fanatismo territorial, da presunção racial da eleição, e introduzindo-os na harmonia universal do Cristianismo. Todo o movimento de perseguição aos judeus na história foi pensado, insuflado, e muitas vezes executado pelos judeus, de modo a mantê-los “purificados e unidos na ilusão messiânica do Anti Cristo” o messias judeu que virá desmentir a Cristo. Escrevam Cristãos, iluminem as trevas desse povo simples, sensível e inteligente, movido por homens orgulhosos e de dura cerviz. E escrevam, e verão quem persegue quem. Escrevam com retidão e entusiasmo, visando sempre à conversão dos judeus, e verão que a imprensa inteira entrará em convulsão.
Todos podem atacar o cristianismo, e ate mesmo defendê-lo, mas pelo contrário, ousar converter os judeus, como fez Cristo, (e morreu por isso) sendo ele mesmo judeu, filho de judia, circuncisado, leitor nas sinagogas e no Templo gerará um ataque epiléptico universal. Mas não se acovardem, é a missão, como diz Mateus 10,6... E é uma obrigação pastoral das mais elevadas. Retome a ação cristã, sem medo, o sucesso é garantido pelo próprio Cristo que tanto amamos. E a dialética daí advinda haverá de ser mais do que proselitismo, será verdadeira apologética, será verdadeira catequese. Pois basta, no meu entender, dizer aos judeus as palavras bíblicas de Cristo: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” (Mateus 11, 28). É obvio que a “Terra Prometida”, do leite e do mel, tem sido como nos diz Osias Wurman presidente da CONIB, a terra do suor, do sangue e das lagrimas, e judeu algum, de qualquer origem há de querer isso, por isso creio que certamente “estais todos bem cansados e oprimidos”.

Wallace Requião de Mello e Silva.

As quatro Pontes.

As Quatro Pontes.
Se não me é falha a memória, duas capitais brasileiras cresceram em ilhas. Florianópolis em Santa Catarina, e Vitória no Espirito Santo. Em Florianópolis existem duas pontes de acesso, ambas com apelos turísticos e funções estruturais. Em Vitória, no estado capixaba, existem três pontes de acesso, a maior com pouco mais de três quilômetros de extensão. A ultima, chamada Ponte Nova de Vitória, construída com recursos do BNDS e do Finame, a fundo perdido, teve suas obras iniciadas na década de oitenta. Além do acesso, ela liga cabos elétricos e telefônicos, canos de água, e prevê a futura eletrificação do sistema de transporte coletivo.
No Paraná, estudam-se quatro novas pontes. A primeira virá reforçar a Ponte da Amizade, em Foz do Iguaçu, ligando o Paraná ao Paraguai. Esperamos que fosse uma ponte rodo ferroviária. Ligando o Paraguai e Argentina ao porto de Paranaguá.
A Segunda estuda a possibilidade de uma ligação definitiva entre Guaratuba e Matinhos. A Terceira e a Quarta, dizem respeito ao projeto que pretende ligar Paranaguá ao Pontal do Paraná, atravessando do porto de Paranaguá para a ilha da Cotinga, e da Cotinga, na sua outra extremidade, à Ponta do Maciel, em Pontal, viabilizando assim o Porto de Pontal do Paraná, que se chamará “Porto do MERCOSUL”. Não há duvida que essas construções, principalmente as ultimas, resolverão ou ajudarão a resolver o problema do abastecimento de água naquelas cidades, o fornecimento de energia, de telefonia, de cabos óticos, agilizando o transporte, incluindo o ferroviário e, é obvio, fomentarão o turismo local, pois as elevações em concreto terão apelo turístico, propiciando percorrer extensão belíssima de natureza preservada à beira da baía. Em minha opinião o maior reflexo será o crescimento econômico do Paraná com o incremento do Porto de Pontal (MERCOSUL), assistido pelas duas pontes da fronteira Oeste, ligando o Paraná ao Paraguai e Argentina; assim como, o crescimento acelerado de Pontal do Paraná e vizinhanças, pois, ligadas as duas cidades, Pontal à Paranaguá, distando apenas oito quilômetros uma da outra, é certo que muito parnaguara ira morar no balneário de Pontal dado as suas melhores condições de salubridade e ventilação, liberando assim Paranaguá, para o incremento de estruturas comerciais ou mesmo portuárias com valorização agregada em toda a região. Não podemos objetar na questão ambiental, pois as pontes, pelo contrário, facilitarão a conservação ambiental desde que haja um código de defesa dos mananciais e fiscalização. Também poderíamos supor, que o incremento de atividades comerciais e portuárias nos dois municípios redirecionaria as atividades dos habitantes, deixando os manques, em paz.
Vejo com muito bons olhos essas quatro pontes, que ampliam, e agilizam o comércio, o turismo, e as exportações e importações no nosso estado, tendo como conseqüência direta o desenvolvimento acelerado de regiões e setores específicos.
Wallace Requião de Mello e Silva.

As quatro Pontes.

As Quatro Pontes.
Se não me é falha a memória, duas capitais brasileiras cresceram em ilhas. Florianópolis em Santa Catarina, e Vitória no Espirito Santo. Em Florianópolis existem duas pontes de acesso, ambas com apelos turísticos e funções estruturais. Em Vitória, no estado capixaba, existem três pontes de acesso, a maior com pouco mais de três quilômetros de extensão. A ultima, chamada Ponte Nova de Vitória, construída com recursos do BNDS e do Finame, a fundo perdido, teve suas obras iniciadas na década de oitenta. Além do acesso, ela liga cabos elétricos e telefônicos, canos de água, e prevê a futura eletrificação do sistema de transporte coletivo.
No Paraná, estudam-se quatro novas pontes. A primeira virá reforçar a Ponte da Amizade, em Foz do Iguaçu, ligando o Paraná ao Paraguai. Esperamos que fosse uma ponte rodo ferroviária. Ligando o Paraguai e Argentina ao porto de Paranaguá.
A Segunda estuda a possibilidade de uma ligação definitiva entre Guaratuba e Matinhos. A Terceira e a Quarta, dizem respeito ao projeto que pretende ligar Paranaguá ao Pontal do Paraná, atravessando do porto de Paranaguá para a ilha da Cotinga, e da Cotinga, na sua outra extremidade, à Ponta do Maciel, em Pontal, viabilizando assim o Porto de Pontal do Paraná, que se chamará “Porto do MERCOSUL”. Não há duvida que essas construções, principalmente as ultimas, resolverão ou ajudarão a resolver o problema do abastecimento de água naquelas cidades, o fornecimento de energia, de telefonia, de cabos óticos, agilizando o transporte, incluindo o ferroviário e, é obvio, fomentarão o turismo local, pois as elevações em concreto terão apelo turístico, propiciando percorrer extensão belíssima de natureza preservada à beira da baía. Em minha opinião o maior reflexo será o crescimento econômico do Paraná com o incremento do Porto de Pontal (MERCOSUL), assistido pelas duas pontes da fronteira Oeste, ligando o Paraná ao Paraguai e Argentina; assim como, o crescimento acelerado de Pontal do Paraná e vizinhanças, pois, ligadas as duas cidades, Pontal à Paranaguá, distando apenas oito quilômetros uma da outra, é certo que muito parnaguara ira morar no balneário de Pontal dado as suas melhores condições de salubridade e ventilação, liberando assim Paranaguá, para o incremento de estruturas comerciais ou mesmo portuárias com valorização agregada em toda a região. Não podemos objetar na questão ambiental, pois as pontes, pelo contrário, facilitarão a conservação ambiental desde que haja um código de defesa dos mananciais e fiscalização. Também poderíamos supor, que o incremento de atividades comerciais e portuárias nos dois municípios redirecionaria as atividades dos habitantes, deixando os manques, em paz.
Vejo com muito bons olhos essas quatro pontes, que ampliam, e agilizam o comércio, o turismo, e as exportações e importações no nosso estado, tendo como conseqüência direta o desenvolvimento acelerado de regiões e setores específicos.
Wallace Requião de Mello e Silva.

A Armadilha.

Como pode a esquerda cair nessa armadilha?

Todos compreendem que seja natural no homem algum desejo de realização pessoal, de conquista e melhoria do nível de vida. Todos querem uma vida melhor.
Isto posto em outras palavras, pode ser entendido da seguinte forma: todos querem enriquecer, todos querem alcançar algum nível de domínio sobre a riqueza. Seja um favelado, uma dona de casa, um estudante universitário ou um bilionário. Mas as riquezas, e o dinheiro, enfim o meio de troca entre riquezas são realidades concretas e limitadas. Embora transformáveis e multiplicáveis sejam, em uma visão pratica e estável, uma realidade limitada, aparentemente finita.
Nunca houve uma sociedade igualitária, e jamais haverá. Portanto não haverá uma igualdade na posse de riquezas e meio de troca, onde todas as pessoas pudessem, em igualdade de condições, possuírem em equilíbrio um tanto de riqueza, e meio de troca, tanto quanto os outros cidadãos. Embora o homem perceba a imensidão incomensurável do espaço sideral, e intua o volume de riquezas que ele esconde, digamos um pouco além do seu alcance imediato, ele, o homem, de alguma maneira nega essa amplidão de fartura, para poder realizar o discurso da direita, que passo a explicar.
Se as riquezas são finitas e limitadas, aquele que consegue o domínio de alguma riqueza logo se apega a ela, defende o seu domínio, seja qual for. Ora, se temos uma barra de chocolate para dividir entre cinco crianças, e circunstancialmente ela cai na mão de uma, é natural, que a criança se apegue àquela barra e a defenda. Somente a promessa de um adulto de que há mais dessa riqueza, ou a certeza das crianças de que o arbítrio do adulto garante alguma equidade entre elas, faz com que a criança abra solidariamente a mão em beneficio das outras, mas não sem algum tipo de protesto explicito ou velado. Se em vez desse adulto, houver um Deus que distribui, ou oferta, ou age como árbitro, ou promete em esperança riquezas infinitas, também os homens adultos, poderiam abrir mão de suas riquezas solidariamente ainda que choramingando. Mas isso não acontece, porque os homens não gostam da idéia de Deus. Sendo assim materialistas ao extremo, os homens, apegados a idéia de finitude e transitoriedade da vida, e dos bens materiais, defendem determinadamente e radicalmente as suas riquezas, os seus espaços territoriais, as suas técnicas ou conhecimentos, que serviram, todos, apenas e de alguma forma para a posse e o domínio de tais riquezas. Isso é a sociedade, na forma em que vivemos.
(Sociedade apegada; materialista, carnal, ou melhor, passional e ecológica)
Uns lutando para obter alguma riqueza a fim de sobreviver e outros lutando para não dividi-la com ninguém de modo a não perder o seu espaço. Não há nada de errado nisso, pois o uso dos bens materiais em sociedade e a noção de propriedade são inerentes a natureza humana. O homem perde a sua natureza intrínseca sem o que é seu o que lhe é próprio. A consciência humana se faz pelo reconhecimento dos limites do que é seu, do que lhe é próprio, e se estende dele as todas as coisas na lógica do foro intimo em direção ao exterior.
Não há dificuldade em perceber que dessa luta natural dos que querem crescer em riquezas e daqueles que por um motivo qualquer querem manter seus domínios sobre alguma riqueza, nasça dois tipos de comportamento um conservador das estruturas de manutenção do poder e domínio sobre as riquezas, e outra mobilizadora, revolucionária, inconformada que quer avançar na conquista das riquezas ditas finitas. As classes intermediarias são conservadoras- revolucionárias.
Se houvesse uma noção de Deus e um respeito pela sua moral, as riquezas estariam a disposição de todos os homens, e mesmo se o gerenciamento delas estivesse na mão de uns poucos, o que não é antinatural, estaria a serviço de todos, ou a serviço do bem comum. Mas os ricos, individualmente, ou em grupos e ate mesmo constituídos em nações se tornam obsessivamente ambiciosos na conquista ou multiplicação de riquezas e esquecem o seu significado social. Se as riquezas se orientam para uma vida melhor para todos, e o dinheiro é o meio de troca entre riquezas, o dinheiro serve para financiar o amor, pois o amor é a relação mais perfeita entre os seres humanos na construção de um mundo melhor. Os pobres, por sua vez, são desinseridos do processo e obstacularisados por mecanismos sociais de controle, que os afastam do domínio progressivo das riquezas. Vejam que se o pobre enriquece, adquirem riquezas, ele deixa de ser subserviente. Nasce então no seio dos frustrados, dos reprimidos, o germe da revolução. A revolução nada mais é do que a inversão sobre o domínio e uso das riquezas por quaisquer meios, ainda que pelas armas.
Quando as massas frustradas e impedidas de capitalizar (acumular algum tipo de riqueza) começam a revolucionar, se agita, ou indica alguma agitação social, seja pelo comportamento rebelde e irreverente apontando uma convulsão social, como remédio, as estruturas mantenedoras do poder propiciam que alguns indivíduos ou grupos despeguem do grupo dos frustrados, e ascendam para uma classe chamada dos “novos ricos”, e por meio deles se mantém o sonho, a esperança, e a pacificação dos frustrados que na esperança apontada pela ilusão criada, lutam pelo seu salário de subsistência, sem poder capitalizar, e, portanto permanecem excluídos do sistema capitalista. Bem entendido isso?
Ninguém pode desmerecer a perseverança do presidente Lula, homem oriundo das classes populares, seja sua luta pela escalado social, seja pela sua luta na representação do poder. Todavia, senhores, havia uma votação eletrônica, sobre a qual recaia a desconfiança da população brasileira. O tempo revelou que de fato ela pode ter falhas graves, como no caso dos jogos eletrônicos fartamente divulgados na imprensa, da votação do senado, do voto direto nas urnas. Mas como os inconformados (estrategicamente) se elegeram, acabou temporariamente a desconfiança, e já ninguém mais se prepara para enfrentar esse novo instrumental de manutenção de poder, o voto eletrônico. Estou dizendo, claramente que deixaram Lula vencer, e o tornou refém dos negócios públicos.
O mundo todo viu, ou acreditou que o Brasil é um país democrático onde é possível, em tese, que um homem oriundo das classes populares possa chegar a ser presidente. Estava montado o teatro. Agora resta dizer ao povo. Vejam, é possível, mas não adianta, é puro romantismo, os pobres não estão habilitados para o governo, não possuem a cultura dos grandes capitais e do domínio das riquezas, não sabem o que fazer. O melhor, dizem nas entrelinhas, é votar nas elites, nos ricos ou representantes dos grandes grupos econômicos, pois nós é que sabemos gerir as riquezas, e assim, os submissos, os milhões de excluídos do capitalismo, permanecem atrelados ao discurso da finidade das riquezas e dependência dos tecnocratas da economia.
Ora, o objetivo maior é desmoralizá-lo, mostrar aos milhões de cidadãos empobrecidos desse Brasil que de nada adianta acreditar que um representante das classes exploradas assuma o poder. Querem fazer crer, e dar a ilusão de que os pobres são pobres, porque são despreparados, pouco instruídos, pouco competitivos, e inábeis para o comando, ao mesmo tempo em que se vende a imagem de um pais democrático que dá oportunidades iguais para todos. Pura mentira.
O que eu verdadeiramente estranho é que a esquerda, ingenuamente tenha absorvido esse discurso, e esteja apoiando a crucificação de Lula. Lula é uma decepção dizem Lula não faz o que prometeu... Lula não preenche as nossas expectativas. Senhores precisaríamos para se estabelecer alguma mudança significativa na sociedade brasileira a eleição de mais uns dez cidadãos oriundos das classes exploradas, e para tanto era preciso que cada um eleito fosse criando os mecanismos sociais que garantisse a ascensão do próximo, incluindo nisso a substituição de indivíduos em setores estratégicos..., o fim do voto eletrônico, e a qualquer custo, ainda que isso traga algum atraso no andamento da sociedade à substituição de tecnocratas por pessoas que compreendam o que é ser excluído. Veja-se, cidadão empobrecido, que não cai quem esta no chão, e não atrasa quem esta por ultimo na fila, as perdas são e serão sempre sentidas pelos que perdem seculares privilégios e domínio sobre riquezas. Essa mesma regra se aplica diante de países pobres que ousam enfrentar os interesses dos países ricos.
Não há a menor dúvida que os indivíduos, geralmente, ao galgarem posições de poder, tornem-se naturalmente conservadores, e ajam impedindo ou dificultando a mobilidade social que nada mais é do que o transito de riquezas permeando-se entre as diversas classes da sociedade. Tudo isso é previsível, mas o que não é previsível é que sem esperanças, a esquerda, logo à esquerda, assuma o discurso da direita, dando-lhe assim uma oportunidade para manter as coisas num modelo de exclusão dos bens sociais a milhões de brasileiros, em nome de um discurso de manutenção de um “nível falso e publicitário de desenvolvimento econômico e paz social”.
Também não podemos negar que houve algum avanço na histórica caminhada da Nação. O que é preciso fazer, brasileiro pobre, é socorrer ao presidente que esta refém dos negócios públicos, e socorrer a todo político que ousou, ou ainda ousa, enquanto eles ainda mantêm a tênue chama de lutar para colocar as massas dos fracos ao abrigo da empresa dos fortes, pois nisso consiste a imperfeita e interminável luta pela justiça social.

Wallace Requião de Mello e Silva.

25/6/2004.

A Armadilha.

Como pode a esquerda cair nessa armadilha?

Todos compreendem que seja natural no homem algum desejo de realização pessoal, de conquista e melhoria do nível de vida. Todos querem uma vida melhor.
Isto posto em outras palavras, pode ser entendido da seguinte forma: todos querem enriquecer, todos querem alcançar algum nível de domínio sobre a riqueza. Seja um favelado, uma dona de casa, um estudante universitário ou um bilionário. Mas as riquezas, e o dinheiro, enfim o meio de troca entre riquezas são realidades concretas e limitadas. Embora transformáveis e multiplicáveis sejam, em uma visão pratica e estável, uma realidade limitada, aparentemente finita.
Nunca houve uma sociedade igualitária, e jamais haverá. Portanto não haverá uma igualdade na posse de riquezas e meio de troca, onde todas as pessoas pudessem, em igualdade de condições, possuírem em equilíbrio um tanto de riqueza, e meio de troca, tanto quanto os outros cidadãos. Embora o homem perceba a imensidão incomensurável do espaço sideral, e intua o volume de riquezas que ele esconde, digamos um pouco além do seu alcance imediato, ele, o homem, de alguma maneira nega essa amplidão de fartura, para poder realizar o discurso da direita, que passo a explicar.
Se as riquezas são finitas e limitadas, aquele que consegue o domínio de alguma riqueza logo se apega a ela, defende o seu domínio, seja qual for. Ora, se temos uma barra de chocolate para dividir entre cinco crianças, e circunstancialmente ela cai na mão de uma, é natural, que a criança se apegue àquela barra e a defenda. Somente a promessa de um adulto de que há mais dessa riqueza, ou a certeza das crianças de que o arbítrio do adulto garante alguma equidade entre elas, faz com que a criança abra solidariamente a mão em beneficio das outras, mas não sem algum tipo de protesto explicito ou velado. Se em vez desse adulto, houver um Deus que distribui, ou oferta, ou age como árbitro, ou promete em esperança riquezas infinitas, também os homens adultos, poderiam abrir mão de suas riquezas solidariamente ainda que choramingando. Mas isso não acontece, porque os homens não gostam da idéia de Deus. Sendo assim materialistas ao extremo, os homens, apegados a idéia de finitude e transitoriedade da vida, e dos bens materiais, defendem determinadamente e radicalmente as suas riquezas, os seus espaços territoriais, as suas técnicas ou conhecimentos, que serviram, todos, apenas e de alguma forma para a posse e o domínio de tais riquezas. Isso é a sociedade, na forma em que vivemos.
(Sociedade apegada; materialista, carnal, ou melhor, passional e ecológica)
Uns lutando para obter alguma riqueza a fim de sobreviver e outros lutando para não dividi-la com ninguém de modo a não perder o seu espaço. Não há nada de errado nisso, pois o uso dos bens materiais em sociedade e a noção de propriedade são inerentes a natureza humana. O homem perde a sua natureza intrínseca sem o que é seu o que lhe é próprio. A consciência humana se faz pelo reconhecimento dos limites do que é seu, do que lhe é próprio, e se estende dele as todas as coisas na lógica do foro intimo em direção ao exterior.
Não há dificuldade em perceber que dessa luta natural dos que querem crescer em riquezas e daqueles que por um motivo qualquer querem manter seus domínios sobre alguma riqueza, nasça dois tipos de comportamento um conservador das estruturas de manutenção do poder e domínio sobre as riquezas, e outra mobilizadora, revolucionária, inconformada que quer avançar na conquista das riquezas ditas finitas. As classes intermediarias são conservadoras- revolucionárias.
Se houvesse uma noção de Deus e um respeito pela sua moral, as riquezas estariam a disposição de todos os homens, e mesmo se o gerenciamento delas estivesse na mão de uns poucos, o que não é antinatural, estaria a serviço de todos, ou a serviço do bem comum. Mas os ricos, individualmente, ou em grupos e ate mesmo constituídos em nações se tornam obsessivamente ambiciosos na conquista ou multiplicação de riquezas e esquecem o seu significado social. Se as riquezas se orientam para uma vida melhor para todos, e o dinheiro é o meio de troca entre riquezas, o dinheiro serve para financiar o amor, pois o amor é a relação mais perfeita entre os seres humanos na construção de um mundo melhor. Os pobres, por sua vez, são desinseridos do processo e obstacularisados por mecanismos sociais de controle, que os afastam do domínio progressivo das riquezas. Vejam que se o pobre enriquece, adquirem riquezas, ele deixa de ser subserviente. Nasce então no seio dos frustrados, dos reprimidos, o germe da revolução. A revolução nada mais é do que a inversão sobre o domínio e uso das riquezas por quaisquer meios, ainda que pelas armas.
Quando as massas frustradas e impedidas de capitalizar (acumular algum tipo de riqueza) começam a revolucionar, se agita, ou indica alguma agitação social, seja pelo comportamento rebelde e irreverente apontando uma convulsão social, como remédio, as estruturas mantenedoras do poder propiciam que alguns indivíduos ou grupos despeguem do grupo dos frustrados, e ascendam para uma classe chamada dos “novos ricos”, e por meio deles se mantém o sonho, a esperança, e a pacificação dos frustrados que na esperança apontada pela ilusão criada, lutam pelo seu salário de subsistência, sem poder capitalizar, e, portanto permanecem excluídos do sistema capitalista. Bem entendido isso?
Ninguém pode desmerecer a perseverança do presidente Lula, homem oriundo das classes populares, seja sua luta pela escalado social, seja pela sua luta na representação do poder. Todavia, senhores, havia uma votação eletrônica, sobre a qual recaia a desconfiança da população brasileira. O tempo revelou que de fato ela pode ter falhas graves, como no caso dos jogos eletrônicos fartamente divulgados na imprensa, da votação do senado, do voto direto nas urnas. Mas como os inconformados (estrategicamente) se elegeram, acabou temporariamente a desconfiança, e já ninguém mais se prepara para enfrentar esse novo instrumental de manutenção de poder, o voto eletrônico. Estou dizendo, claramente que deixaram Lula vencer, e o tornou refém dos negócios públicos.
O mundo todo viu, ou acreditou que o Brasil é um país democrático onde é possível, em tese, que um homem oriundo das classes populares possa chegar a ser presidente. Estava montado o teatro. Agora resta dizer ao povo. Vejam, é possível, mas não adianta, é puro romantismo, os pobres não estão habilitados para o governo, não possuem a cultura dos grandes capitais e do domínio das riquezas, não sabem o que fazer. O melhor, dizem nas entrelinhas, é votar nas elites, nos ricos ou representantes dos grandes grupos econômicos, pois nós é que sabemos gerir as riquezas, e assim, os submissos, os milhões de excluídos do capitalismo, permanecem atrelados ao discurso da finidade das riquezas e dependência dos tecnocratas da economia.
Ora, o objetivo maior é desmoralizá-lo, mostrar aos milhões de cidadãos empobrecidos desse Brasil que de nada adianta acreditar que um representante das classes exploradas assuma o poder. Querem fazer crer, e dar a ilusão de que os pobres são pobres, porque são despreparados, pouco instruídos, pouco competitivos, e inábeis para o comando, ao mesmo tempo em que se vende a imagem de um pais democrático que dá oportunidades iguais para todos. Pura mentira.
O que eu verdadeiramente estranho é que a esquerda, ingenuamente tenha absorvido esse discurso, e esteja apoiando a crucificação de Lula. Lula é uma decepção dizem Lula não faz o que prometeu... Lula não preenche as nossas expectativas. Senhores precisaríamos para se estabelecer alguma mudança significativa na sociedade brasileira a eleição de mais uns dez cidadãos oriundos das classes exploradas, e para tanto era preciso que cada um eleito fosse criando os mecanismos sociais que garantisse a ascensão do próximo, incluindo nisso a substituição de indivíduos em setores estratégicos..., o fim do voto eletrônico, e a qualquer custo, ainda que isso traga algum atraso no andamento da sociedade à substituição de tecnocratas por pessoas que compreendam o que é ser excluído. Veja-se, cidadão empobrecido, que não cai quem esta no chão, e não atrasa quem esta por ultimo na fila, as perdas são e serão sempre sentidas pelos que perdem seculares privilégios e domínio sobre riquezas. Essa mesma regra se aplica diante de países pobres que ousam enfrentar os interesses dos países ricos.
Não há a menor dúvida que os indivíduos, geralmente, ao galgarem posições de poder, tornem-se naturalmente conservadores, e ajam impedindo ou dificultando a mobilidade social que nada mais é do que o transito de riquezas permeando-se entre as diversas classes da sociedade. Tudo isso é previsível, mas o que não é previsível é que sem esperanças, a esquerda, logo à esquerda, assuma o discurso da direita, dando-lhe assim uma oportunidade para manter as coisas num modelo de exclusão dos bens sociais a milhões de brasileiros, em nome de um discurso de manutenção de um “nível falso e publicitário de desenvolvimento econômico e paz social”.
Também não podemos negar que houve algum avanço na histórica caminhada da Nação. O que é preciso fazer, brasileiro pobre, é socorrer ao presidente que esta refém dos negócios públicos, e socorrer a todo político que ousou, ou ainda ousa, enquanto eles ainda mantêm a tênue chama de lutar para colocar as massas dos fracos ao abrigo da empresa dos fortes, pois nisso consiste a imperfeita e interminável luta pela justiça social.

Wallace Requião de Mello e Silva.

25/6/2004.

Porto de Pontal do Sul.

Ligação rodoviária insular da Cotinga.
Solução para viabilizar o porto de Pontal do Paraná.

Wallace Requião de Mello e Silva.
Ainda que os técnicos gritem, a ligação rodoviária insular, ligando o porto de Paranaguá ao porto de Pontal se apresenta como a melhor das opções. Desde a década de 70, que o acesso rodoviário ao desejado Porto de Pontal do Paraná, antigo Pontal do Sul, tornou-se o grande entrave de sua viabilização. Hoje, para se chegar ao porto é preciso um desvio, para Praia de Leste, e dali ate Pontal. Não é nada, são 44 quilômetros se partirmos de Paranaguá, sendo que de Praia de Leste ate Pontal o trecho corre em área urbana densamente povoada. Outros governos já tentaram e propuseram soluções diferentes, como uma via de transporte paralela ao canal de dentro (como o chamam os moradores) partindo da ponte próxima ao guarda rodoviário, e acompanhando o canal ate Pontal. Todavia a compactação do solo e a adaptação do trecho já existente não são obra barata. O que estamos propondo, não é barato, mas é ideal e não me parece impossível tecnicamente. Ë uma obra de engenharia importante , que, entre outras vantagens, valorizaria o visual do nosso litoral. Seguindo com o raciocínio. Depois do terminal portuário de veículos, em Paranaguá, existem duas pequenas ilhotas entre o continente e a ilha da Cotinga. Propomos a construção de uma ponte, ligando Paranaguá à ilha da Cotinga, servindo-se dessas duas ilhotas como apoio intermediário. O vão entre a ilha da Cotinga e o continente é de aproximadamente 1200 metros. Correndo pelo lado interno da Cotinga o caminho rodoviário avança para Leste ate cruzar novamente da ilha para o continente, em um vão aproximado de 800 metros, ligando a Cotinga ao continente, proximamente ao Pontal do Poço, onde se realiza obras do Porto de Pontal, mais precisamente o terminal de estaleiros da Petrobrás. A obra pode ser financiada pelos futuros usuários do novo porto, ou financiada pelo Governo do Estado e ou pedagiada. A ligação assim proposta, dista um porto do outro em apenas 8,5 quilômetros com uma profundidade media para os pilotis das duas pontes de 9 metros. Isso feito desvia totalmente o fluxo de caminhões das áreas urbanas, evitando um trafego previsto de cerca de 1900 caminhões dia.
No meu entender, mesmo que haja legislações contraditórias para a viabilização dessa ligação insular entre portos, como a lei dos mangues, os resultados econômicos para o Paraná serão surpreendentes. A oferta de empregos, para o nosso litoral, ou o volume de arrecadação para os municípios, promete um desenvolvimento considerável para os próximos cinco anos se a obra for aceita pelos deputados e pelo governo estadual. Nem é preciso lembrar o incremento da movimentação de cargas. Hoje Paranaguá com apenas dois quilômetros de embarcadouro e um máximo de dezessete navios ancorados, movimenta a metade da tonelagem do porto de Santos, o maior porto do país, que permite a atracagem de sessenta navios e possui oito quilômetros de atracadouro. Ou seja, com um quarto de porto, movimentamos a metade da tonelagem de Santos. Com o incremento da área portuária do Pontal e melhoria em Antonina, e ainda o aterro do Cais Oeste, o Paraná estará em curtíssimo prazo disputando a primeira colocação entre todos os portos do Brasil.
E os caranguejos, tão ameaçados nos manguezais, serão esquecidos pelos pescadores locais, que empregados no novo porto podem abrir mão de capturá-los como alternativa de sobrevivência, deixando que proliferem à vontade. O próprio manguezal não será atingido com grande impacto se a estrada for suspensa. O único cuidado é o cuidado ambiental com a movimentação portuária, que não seja proibitiva mas prudente.

Wallace Requião de Mello e Silva.

Porto de Pontal do Sul.

Ligação rodoviária insular da Cotinga.
Solução para viabilizar o porto de Pontal do Paraná.

Wallace Requião de Mello e Silva.
Ainda que os técnicos gritem, a ligação rodoviária insular, ligando o porto de Paranaguá ao porto de Pontal se apresenta como a melhor das opções. Desde a década de 70, que o acesso rodoviário ao desejado Porto de Pontal do Paraná, antigo Pontal do Sul, tornou-se o grande entrave de sua viabilização. Hoje, para se chegar ao porto é preciso um desvio, para Praia de Leste, e dali ate Pontal. Não é nada, são 44 quilômetros se partirmos de Paranaguá, sendo que de Praia de Leste ate Pontal o trecho corre em área urbana densamente povoada. Outros governos já tentaram e propuseram soluções diferentes, como uma via de transporte paralela ao canal de dentro (como o chamam os moradores) partindo da ponte próxima ao guarda rodoviário, e acompanhando o canal ate Pontal. Todavia a compactação do solo e a adaptação do trecho já existente não são obra barata. O que estamos propondo, não é barato, mas é ideal e não me parece impossível tecnicamente. Ë uma obra de engenharia importante , que, entre outras vantagens, valorizaria o visual do nosso litoral. Seguindo com o raciocínio. Depois do terminal portuário de veículos, em Paranaguá, existem duas pequenas ilhotas entre o continente e a ilha da Cotinga. Propomos a construção de uma ponte, ligando Paranaguá à ilha da Cotinga, servindo-se dessas duas ilhotas como apoio intermediário. O vão entre a ilha da Cotinga e o continente é de aproximadamente 1200 metros. Correndo pelo lado interno da Cotinga o caminho rodoviário avança para Leste ate cruzar novamente da ilha para o continente, em um vão aproximado de 800 metros, ligando a Cotinga ao continente, proximamente ao Pontal do Poço, onde se realiza obras do Porto de Pontal, mais precisamente o terminal de estaleiros da Petrobrás. A obra pode ser financiada pelos futuros usuários do novo porto, ou financiada pelo Governo do Estado e ou pedagiada. A ligação assim proposta, dista um porto do outro em apenas 8,5 quilômetros com uma profundidade media para os pilotis das duas pontes de 9 metros. Isso feito desvia totalmente o fluxo de caminhões das áreas urbanas, evitando um trafego previsto de cerca de 1900 caminhões dia.
No meu entender, mesmo que haja legislações contraditórias para a viabilização dessa ligação insular entre portos, como a lei dos mangues, os resultados econômicos para o Paraná serão surpreendentes. A oferta de empregos, para o nosso litoral, ou o volume de arrecadação para os municípios, promete um desenvolvimento considerável para os próximos cinco anos se a obra for aceita pelos deputados e pelo governo estadual. Nem é preciso lembrar o incremento da movimentação de cargas. Hoje Paranaguá com apenas dois quilômetros de embarcadouro e um máximo de dezessete navios ancorados, movimenta a metade da tonelagem do porto de Santos, o maior porto do país, que permite a atracagem de sessenta navios e possui oito quilômetros de atracadouro. Ou seja, com um quarto de porto, movimentamos a metade da tonelagem de Santos. Com o incremento da área portuária do Pontal e melhoria em Antonina, e ainda o aterro do Cais Oeste, o Paraná estará em curtíssimo prazo disputando a primeira colocação entre todos os portos do Brasil.
E os caranguejos, tão ameaçados nos manguezais, serão esquecidos pelos pescadores locais, que empregados no novo porto podem abrir mão de capturá-los como alternativa de sobrevivência, deixando que proliferem à vontade. O próprio manguezal não será atingido com grande impacto se a estrada for suspensa. O único cuidado é o cuidado ambiental com a movimentação portuária, que não seja proibitiva mas prudente.

Wallace Requião de Mello e Silva.