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terça-feira, 1 de março de 2011

O desapego e a Fé.

Desapego e Fé.
O texto que você lerá tem inspiração no excelente livro do padre Thadeusz Dajcezer “Reflexões sobre a Fé” grande teólogo polonês; um belo presente que recebi da minha amiga monja.
Quase sempre, nós cristão, em quase sua totalidade nos portamos como guias turísticos de Cristo. Queremos andar à sua frente, mostrando os caminhos, as paisagens, os caminhos seguros, os pontos principais de nossas vidas, e principalmente o que gostamos e queremos para nós. Não conseguimos com humildade seguir a Cristo, andar atrás dele, para que ele nos mostre a sua vontade.
O cristianismo de prosperidade que todos querem é uma falácia. Basta ver a crucificação de Cristo. João Batista, seis meses mais velho do que Jesus, perdeu a cabeça, e não podemos dizer que Jesus lhe faltou, pois eles foram contemporâneos um do o outro. Paulo foi decapitado, e Pedro crucificado, e as centenas de milhares de mártires da fé dos três primeiros séculos, nos mostram claramente a face dura do cristianismo. Ou seja, não será só de prosperidade que viverá o cristão que segue a Cristo.
Então por que isso acontece? Por que não o seguimos? Porque somos apegados.
Muitos autores, do ocidente e do oriente já usaram a imagem de um rio para descrever o fluxo da vida. Nós também usaremos essa imagem aqui. Um rio que representa o chamamento de todos nós à santidade cristã, à vocação cristã, ao qual, como se fossemos um polvo, com oito tentáculos, procuramos nos agarrar a fim de não sermos arrastados pela correnteza da Graça. Apegamos-nos, para não correspondermos ao fluxo da graça e a plenitude da vontade divina sobre nós. Agarramos-nos ao que quer que seja por acharmos que sabemos o que é bom para nós. Aqui nos agarramos à nossa saúde, ali a nossa inteligência, mais adiante a nossa família, pouco depois aos nossos filhos, agora ao dinheiro; quiçá à profissão e ou aos nossos castelos de areia. Pois todos os castelos são pó e para o pó voltarâo.
Quando a Sagrada Escritura nos diz: Não servirás a dois Senhores, ela fala do apego, pois também dirá mais adiante: que "Onde estiver o nosso coração estará o nosso tesouro". Ora tesouro aqui tem o sentido de riqueza, seja material, seja espiritual. Portanto o que esta dito é que onde nos apegamos colocamos o nosso coração, e onde esta o nosso coração estará o nosso tesouro. Se nos abandonássemos plenamente ao amor de Deus, e procurássemos a sua justiça, como diz as Escrituras, tudo o mais nos será acrescentado. Ora esse acréscimo nos devolve as riquezas espirituais e materiais, pois em ordem de cumprir a vontade de Deus, podemos fazer usos de tudo que Deus nos der sem apego, pois se nos apegarmos, DEUS não poderá nos indicar novos caminhos de missão, pois nos negaremos a seguir o fluxo da Graça. Como tudo é passageiro nessa vida, o apego nos parece um contra senso, uma ancora, para nos proteger, imaginem só, da vontade de Deus, e preservar a nossa vontadezinha.
Mais eis que nos vem à morte, seja de cruz, seja de dor, seja de que forma for, e o desapego imperará contra todo o nosso desejo. Ora se assim é, ou será no final de todos nós, e haverá aqueles que ficarão apegados aos seus pecados mortais (que matam a Graça) para a própria perdição, não te parece que seria mais lógico, desapegar-se desde já, procurando o reino de Deus e sua Justiça. Deus então nos dará o que quer que queira: prosperidade ou sofrimento, luz ou trevas, saúde ou doença, de modo que pudéssemos servir ao seu projeto inescrutável, impenetrável nos seus mistérios, porém revelado no que interessa aos homens pelo Filho do Homem.
Mas para isso é preciso segui-lo, e para segui-lo é preciso desapego de si mesmo, e para desapegar-se de si é preciso pedir a FÉ. A fé é um ato voluntário de confiança, e só se desapega quem confia plenamente. Só entrega sua alma, sua vida, sua idéia de si mesmo, seus bens, quem confia plenamente no Senhor da Vida.
Abandonar-se em Deus, é o mistério do Amor para o acréscimo de tudo. É o fermento que faz crescer a MASSA.
Wallacereq@gmail.com


OBS: Hoje temos oitenta Bispos Católicos condenados à prisão perpetua na China e testemunhamos a omissão e o silêncio criminoso do mundo católico. Essa é a outra face cruel do cristianismo. A omissão.




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sábado, 26 de fevereiro de 2011

A poda da Amazônia

A Poda da Amazônia.
Podar é verbo. Trata-se de cortar galhos, ramos, e folhas em arvores ou arbustos, enfim, em qualquer tipo de planta. Trata-se de jardinagem.
Os colecionadores de orquídeas costumam fotografá-las nas suas diversas etapas de evolução, do brotar ao fenecimento e morte. Se nós contemplamos essas fotos em animação, vemos como num condensado de imagens os atos de vida da flor. Florestas são colônias de seres vivos. Interagem, e disputam espaço territorial com os demais seres. Arvores vivem muito tempo. Se fosse possível fotografá-las todos os dias por trezentos anos, por exemplo, veríamos todo o movimento de vida da floresta, seu nascer e morrer, e suas relações de vida, sejam se alimentando da morte dos seres vivos, seja em simbiose, seja parasitando umas as outras, seja mesmo matando, como é o caso extremo das plantas carnívoras.
Quando pesquisadores encontraram COPAN na America Central, ou se reencontrou as Missões Jesuíticas, no Sul da America, pudemos comprovar que as florestas disputam com os homens e sua civilização o espaço vital. As arvores invadem as cidades rompem as pedras, derrubam as muralhas, destroem os templos. Via de regra não notamos porque sua ação é mais lerda, mas não menos eficaz. Como sou muito curioso, nesse tempo de preservação, deixei propositadamente as arvores e demais vegetações cresceram livremente no jardim. Logo a evidência desse embate, homem, natureza, se expressou. As raízes grossas romperam os pisos. As folhas entupiram as calhas. A queda de galhos e frutos maduros coloca em risco os transeuntes. Ora, a observação precisa desse movimento de domínio, e sua projeção teórica nos mostram que a própria natureza exige uma poda, como nós cortamos os cabelos. O vento, os raios, o fogo, a morte sazonal ou definitiva, mostra a necessidade de “Reciclagem” dos elementos. A morte na floresta não é ato inútil nem injusto, é produção de nitrogenados que fertilizam os solos e garantem a vida.
A foto que mostrarei a seguir dá uma idéia de que a poda da floresta Amazônica é ato razoável, racional, e que produziria madeira suficiente para muitas das necessidades humanas, pois de diversas arvores os galhos são maiores e mais grosso que pinheiros adultos. Ou seja, a jardinagem amazônica se assim pudermos chamar, e o restaurar das áreas degradadas nos demais territórios do país, é solução. Embora a jardinagem seja planejamento de longo prazo, e exige paciência, opondo-se frontalmente às exigências de lucro imediato, imposto pelo mundo cruel dos negócios, e do terrorismo produzido dos mercados.
Veja, medite, conclua e divulgue. Foto de 2008.








Veja abaixo mais uma foto exemplo, essa das ruínas de Angkor, na Ásia, e que no nosso entender exemplifica o que estamos dizendo. Em 1985 houve uma necessária poda de arvores das vias publicas, em Curitiba, e o resultado da poda foi colocado a disposição das favelas como lenha.
Como você vê o incremento da sustentabilidade da Amazônia Legal, passa pela limpeza, paisagismo e desenvolvimento racional. No mais é abandono. À banda do dono. Deus? Podar, não matar.

Wallace Req
Projetando o ajardinamento da Amazônia Legal.






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sábado, 19 de fevereiro de 2011

Cidadãos fora de controle. ( Deus educa, mas é preciso permitir e aceitá-lo)

Segurança Pública
Existem três tipos básicos de entendidos sobre segurança publica. Os que acreditam que a educação reduz a violência e os crimes (sem se preocupar com o que se vai educar). Os que acreditam que a “redistribuição de rendas”, diminui a criminalidade, e finalmente os que acreditam que emprego resolve os problemas de Segurança Pública. Invariavelmente não acreditam em Deus, ou se acreditam acham que Deus nada tem com a violência. Acontece que o Mal é anterior a criação dos homens, e a pratica do Mal e do Bem é uma questão religiosa.
Sendo assim escrevi esse texto, anteriormente publicado, para as vossas reflexões.
CIDADÃOS FORA DE CONTROLE.
O longo processo de aprendizado pelo qual passam todos os homens e mulheres, ao qual chamamos educação, seja a formal, seja a informal é o instrumento de controle da pessoa sobre si mesma. Coordenamos os movimentos para poder andar, mover os membros e falar. Controlamos a respiração e sutis movimentos para poder comunicar idéias. Falando, gesticulando ou escrevendo. Controlamos as fezes e urina para garantir a higiene pessoal e a convivência social. Controlamos a agressividade para a cooperação, e controlamos a sexualidade para viver com responsabilidade o amor.
Em fim, tudo, em ordem do que é verdadeiramente humana passa pela educação (educar a ação) e, portanto por um escopo de valores que dão um norte à vida humana. Retirados esses valores somos animais, por vezes ferozes, como muitos outros seres movidos apenas pelos instintos seu razão. Violentos embora sem culpa os animais por não terem qualquer opção. Criminosos os homens por terem opção e liberdade de escolha.
Concluímos, portanto que esses valores transmitidos, seja pelos exemplos comportamentais, sejam pela ideologia transmitida, via oral como fruto da racionalidade, são como podemos verificar experimentalmente, os freios e os controles da pessoa humana sobre si mesma. São como se fossem controles internos, rédeas, que fazem com que os homens optem em agir ou não agir desse ou daquele modo moral ou imoral.
Se os homens estão perdendo o controle sobre si, ou o controle solidário de uns para com os outros, que entendemos nesse texto como coação social positiva, o que estamos assistindo é uma crise: Uma crise de Valores.
Não que os valores morais tenham perdido a eficácia (a Moral vem de Deus), mas ele vem sendo sistematicamente demolidos pelos homens, justamente pela não aceitação de Deus, pela sua negação; são negados sempre a partir de uma elite detentora do poder e dos privilégios da sociedade, detentores dos “meios econômicos” e de “comunicação” (a comunicação aqui é entendida como trocas humanas) e detentores da educação formal demolidora (preparo sistemático da negação de Deus e socialização dos bens econômicos e privados). Com perseverança doentia esses meios e métodos corrompem demolindo os valore fundamentais e iniciais da pessoa humana. Ser humano é ser socialmente adequado. È, portanto tão grave a intervenção inter-meios que os homens já temem gerar a vida; conseqüência do egoísmo, individualismo e falsa liberdade que no é ensinada. Valore a nós impostos disfarçados como preocupação pela “Liberdade” de nossos filhos que ao fim, pela nova educação, não devem ser gerados para não sofrerem a vida, Essa a violência da covardia da Educação anti vida”.
Entendo aqui que os meios de comunicação (forma de trocas Humanas) não são apenas entendidos como um conjunto de instrumentos de ampliação da comunicação humana e, portanto dos desejos humanos, eles são agora frutos do egoísmo, manipuladores uma vez que podem educar e deseducar as pessoas em seu convívio social.
A VIOLENCIA, é preciso entender, se produz na comunicação (trocas
humanas) em primeiro lugar. Hoje os meios de troca (o poder fiduciário) é instrumento de uma revolução de violência do homem contra si mesmo e contra o próximo, uma atitude comercial da vida que afasta do homem a noção do que ele faz de certo ou de errado. Na verdade uma violência contra Deus numa negação sistemática de que Deus possa ter inteligência e vontade expressa e revelável aos homens (MORAL). A mentira de que o Homem é autor de si mesmo e de seus valores é a BASE fundamental de toda a violência humana. Violência contra Deus em primeiro lugar e violência contra o próximo causada pela simples retirada da noção do que é certo e errado moral, onde o homem apenas luta sem certo ou errado e se impõe e vence aos outros (violência da luta pela vida).
Aonde eu quero chegar com os argumentos, você estará pensando. Estou dizendo francamente que a violência é uma conseqüência da destruição de valores espirituais inerentes a alma humana, portanto morais, violentados ininterruptamente por técnicas educacionais e de comunicação que corrompem gradativamente o autocontrole das pessoas (entregando as pessoas aos seus impulsos (há dois tipos de impulso, destrutivos e amorosos) diminuindo assim o controle sobre os seus impulsos e por conseqüência diminuindo o controle sobre si e o convívio social. O combate ao controle social positivo e solidário (o controle de uns sobre os outros) é um erro, porque é um combate à educação moral na sua essência. Em nome de uma rebeldia libertaria aos controles sociais, entendido em dado momento como excessivos (os controles sociais só são excessivos quando se afastam da moral), rígidos e doentios (consuetudinários) e ate patogênicos, atacam e atacam irresponsavelmente os fundamentos da sociedade humana, que começa como conseqüência a se decompor em violência pela violência (vencer o outro ainda que pela sua morte) que já não aparece como defesa do individuo, mas como um fim em si mesmo (violência pela violência) uma libertação das amarras. Violência gradativamente crescente e incontrolável, pois em primeiro lugar ela atinge os valores de controle social, pois ela, para ser coibida na sua manifestação mais radical precisa de violência. Já não pode contar com os valores que destruiu. Já não há, na alma dos homens, os valores de controle que lhes permitiriam o adequado controle pessoal e permitiriam a sua reintegração.
Se a sociedade quer recuperar alguma paz social devera cessar esse constante ataque aos valores morais ordenadores.





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Surpreendam-se!


Recebi essa mensagem de um jovem. Vinte e oito anos, frentista do Posto Heller em Curitiba. Seu nome Reginaldo Rodrigues da Silveira fone ( 041- 36 77 53 41)

Vejam que interessante

Mocidade religiosa e a política.
Quando esteve no poder Requião incentivou eventos religiosos, sejam católicos, protestantes ou ecumênicos.
Um governo tem que ter valores, defender a religiosidade de seu povo, ter identidade religiosa.
A Evangelização de um povo e dos políticos é o caminho mais curto para acabar com muitos dos males da sociedade contemporãnea. Um povo evangelizado é um povo feliz que partilha, defende seus valores de família.
Vejam os deputados, quantos deles tem algum projeto de lei que defenda nossas famílias, e adolescentes de uma educação errada, com uma sexualidade desequilibrada e precoce?
Não basta dizer " use camisinha" mas sim: "Use sua sexualidade corretamente"; é muito mais seguro; muito mais seguro pois camisinha também falha.
A evangelização é a melhor proteção contra as doenças e todas as mazelas que sofrem nossos jovens.
Podem me chamar de utópico, sonhador, ou como quiserem, mas só se me provarem que eu estou errado.
Em uma de suas cações: " Utupia" o Padre Zezinho diz:
O sonho que a gente Sonha,
Utopia pode ser,
Mas quem olha para mais longe,
Logo, logo vai saber,
Que se um povo inteiro sonha,
Faz a Paz acontecer.

A/C de wallace, o velho louco, da CBR 1000, gente finíssima.



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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Gênesis, a Escritura da Heterossexualidade.

Genesis 6-19,20.

"De cada espécie de animais, farás entrar na arca, dois, macho e fêmea para que vivam contigo. De cada especie de aves, de cada especie de quadrupedes e de cada especie dos animais que se arrastam sobre a terra entrarão dois contigo para que possam lhes preservar a vida".


Gênesis a Escritura da Heteroxessualidade em defesa da vida.




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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Deitados em berço esplêndido, também no Paraná.

Deitados em Berço esplêndido.
Incalculadas toneladas de Oxido de Urânio no subsolo do Paraná.
Muitos são os municípios brasileiros que dormem sobre berço esplendido. Poucos metros abaixo do solo eles possuem riquezas fabulosas, enquanto sobre o solo, populações carentes amargam as agruras da vida.
A tese que tenho defendido é reforçada por mais esse exemplo que encontrei acidentalmente. Esses exemplos vêm reforçar as minhas convicções de que as áreas preservadas do Brasil, todos elas escondem intocadas fabulosas riquezas minerais. Você dirá: Mas quem faria isso?
A História dos fatos é um pouco longa, e para entender essa manipulação da economia e política brasileira teria que ir dar uma olhada no passado para descobrir que as Republicas sul americanas foram construídas na Inglaterra ( o que não quer dizer necessáriamente por inglêses) e por ela financiadas. Não houve movimentos populares nas independências, nem verdadeiros nacionalismo, elas sempre ocorreram sob pequenos comitês de elites. Criadas as Republicas seu controle foi cerrado e ininterrupto ate os nossos dias.
Apenas como introdução, para aqueles que dominam a língua alemã, ou inglesa, darei uma pincelada naquilo que o Coronel Roberto Monteiro de Oliveira, não quis ou não pode revelar. Em particular ele me disse que embora possuidor de uma folha de serviços exemplar, não chegou a General por não ter cedido à maçonaria, mais do que isso, ele não cedeu a uma irmandade por detrás da maçonaria.
Ou seja, ele na Chefia do SNI da Amazônia, percebeu argutamente que as informações apontavam para um ponto que transcendia o governo Norte Americano. Este, como todas as repúblicas americanas foram instrumento de apropriação. Eu não quero encrenca, mas ao tocar com o bisturi, percebi o câncer. Não posso curá-lo, mas posso dizer ao Povo brasileiro que existe uma doença em desenvolvimento rápido e mortal, são os agentes patogênicos entre o mundo de trevas (oculto) e o mundo de Luz (explicito). Quem são eles? Fica para vocês descobrirem.
.
Figueiras, Sapopema e Telêmaco Borba, municípios paranaenses, escondem cerca de 150 metros da linha do solo, uma riqueza das mais procuradas num mundo que se avizinha de uma crise energética, o URÂNIO.
Já tivemos oportunidade, nesse blog de falar do Xisto, do gás natural, do petróleo em terra e no mar, dos bio-combustíveis, das nossas dezoito hidroelétricas, do nosso esplêndido carvão mineral, da nossa experiência com energia eólica e células de hidrogênio, e agora falamos superficialmente do nosso urânio. Quando falamos em termos de território nacional, o Paraná, unidade Federativa que corresponde apenas a 2,6% do território nacional. O Paraná é mínimo e rico. Imaginem o Brasil. Ora, qualquer estrangeiro que leia o que esta posto aqui, perceberá de imediato a riqueza energética de nosso estado, e isso significa força de trabalho, ou seja, reserva de energia, o que significa hoje o mesmo que dizer < lastro econômico e financeiro>. Mas o brasileiro dirá: não temos recurso para explorá-los. Não é verdade? Precisamos de recursos estrangeiros! São jazidas pequenas dirão ostecnicos. E nós dizemos, são reservas mantidas em territórios sem estrada, luz, ou serviços propositadamente reservadas e condicionadas pelos empréstimos internacionais, pelas ideologias ambientalistas que farão dessas riquezas bem Universais... de um governo Mundial.
Mas meus caros, a Economia é uma obra humana e deve servir ao homem, porém, graças a essas irmandades o homem passou a servir as economias, e para suas manutenções, eles dão sem saber, as suas vidas.
Jamais senhores permitirão que o Brasil tenha um forte mercado interno. Isso daria independência ao povo, poder de consumo de bens e cultura; e um povo com condições de consumo desenvolveria os projetos de aproveitamento de nossas riquezas naturais e sonharia com soberania nacional.
Diminuir os salários e aumentar impostos e juros para manutenção dos trustes financeiros e da máquina publica que os mantém. Gente,... Gente de carne e osso, gente simples, só se queria em grande número quando eram braços humanos que operavam os trabalhos pesados, portanto isso é o que menos importa. Até querem que elas as pessoas, sobre tudo os pobres, diminuam no planeta.
Wallacereq@gmail.com


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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Gênesis

E tendo Adão colocado nome em todos os seres vivos não encontrou uma companheira como vira que Deus os havia criado macho e fêmea. Então Deus lhe apresentou uma auxiliadora . Adão a chamou MULHER porque fora feita de seus ossos e de sua carne. E Deus disse: sois uma só e mesma carne.... sede fecundos.... multiplicai-vos.

O texto não é literal, mas é lindo. Nesse dia de Santa Escolástica, irmã do grande BENTO, fundador dos Monges Beneditinos.

O Evangelho HETEROSSEXUAL.Macho e fêmea os CRIOU.


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quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Democracia

Democracia?
O objetivo da democracia não é a rotatividade de poder, mas sim a garantia de que o desejo e as aspirações de um povo sejam cumpridos pelos seus legítimos representantes. A rotatividade de poder é apenas um instrumento que garante que esses desejos sejam cumpridos, quando por um motivo qualquer o representante não nos representa, então o povo os elimina ou troca. Os mecanismos democráticos devem ser aperfeiçoados por leis que garantam cada vez mais a representatividade popular, ou seja, que se aproximem das decisões por plebiscito, onde todos se manifestam sobre um determinado assunto de interesse publico.
A reciprocidade dos mandatos, e a comunicação em dois sentidos, fazem da democracia teórica um regime tendente a perfeição. Embora haja nesse conjunto de idéias UM ERRO HISTÓRICO JÁ EXPERIMENTADO PELA HUMANIDADE o desvirtuamento moral do querer das maiorias. É o que se chama no Direito de Norma dos Costumes ou Direito consuetudinário. Ou seja, o legislador reflete os vícios da maioria ou minoria.
Ora se todo o poder emana do povo e em seu nome será exercido quando o povo perde seu senso moral, as maiorias imorais dominam o querer publico, e contaminam todos os alicerces da sociedade.
Você dirá, mas é natural, uma vez que a moral é um contrato, um pacto social entre os seus membros. Mas isso não é verdade. Isso pode ser meia verdade quando dizemos respeito à Ética, porém a Moral diz respeito sempre à idéia de Deus (através da Revelação) e ao Direito Natural deduzido das leis fundamentais da natureza.
Ora, este Norte Divino Natural tem sido a expressão máxima de dignidade de qualquer sociedade humana (se assim podemos dizer) em qualquer tempo coberto pela História (pelo período coberto pela memória escrita). O combate a estes pilares fundamentais da sociedade, de qualquer sociedade tem resultado numa revolução (rotação do poder) sem o menor respeito ao querer de Deus ou da Natureza, produzindo o que estamos vendo na nossa Sociedade. e a humanidade já viu em outras do passado, a prevalência do imoral sobre o moral, com a conseqüente ruína de todos os valores que mantém em pé as estruturas sociais.
Nisto, justamente nisso, se fundamentam os anarquistas, numa idéia simples de que é preciso revolver o solo para que nasçam novas estruturas. Porém, me desculpem a ingenuidade daqueles, a vida tem suas regras e se impõem fazendo mais uma vez brotar novas estruturas frutos das sementes sobreviventes que embora tenham nova aparência ainda se fundamenta em regras imutáveis da vida, e tudo volta a ser como era anteriormente. Houve apenas perda de tempo. Ou seja, em nome das injustiças sociais, revolvemos o solo político apenas para que novos tiranos nasçam. Assim, neste contexto. surge à sociedade cristã como uma solução “Humano Divina” muito superior a tudo o que já foi proposto ate então, e certamente que será proposto no futuro. O querer humano se pauta então, no querer divino, resultando daí um conjunto de orientadores para toda a sociedade como norma de direitos e deveres que facilitam o convívio social e organizam a Sociedade e as Sociedades entre si como um todo universal.
Ora quando os povos nômades caminhavam nos desertos (nos desabitados) a união e o destino das caminhadas coletivas eram fundamentais. A dispersão e a desorientação eram mortais para aquela sociedade de assistência mutua pela sobrevivência. O tempo passou e as coisas não se alteram no fundamental. A União e a Orientação de um povo é sua força, mas a união sempre foi pautada por leis naturais e a orientação, ao menos aos míopes da história também foram pautadas por longínquas regras dos céus naturais. Todavia, a razão humana não foi uma construção humana, e sem a razão esse dom gratuito e divino tal qual a vida, não existiria sem a noção revelada de Deus aos Homens. Assim como, ao caminhar coletivamente pelos desertos temos um destino, um objetivo comum, a sociedade precisa ter um objetivo a ser atingido no futuro comum, independente da rotatividade de poder, mas sempre dependentes do poder que nos criou e assiste e ampara na longa caminhada da espécie humana.
O que vai nos unir, e orientar, não são as escolhas infindáveis de lideres falíveis, mas a escolha definitiva do serviço ao Deus da Vida. Um só Deus e um só destino para toda a irmandade humana, a salvação espiritual de nossas almas aprisionadas nesse invólucro passageiro e corruptível, que nos hospeda e que nos esperará e hospedará como base material no futuro. “Creio na ressurreição da carne”.
Ora, essa esperança solidária nos valores de um Deus único e universal, aplaina o caminho dos homens, determina uma nova economia. (aqui eu apresento a economia com seu sentido histórico inicial Oikos Nomoi, (Eco+nomos) (nomes ou valores do ambiente no entorno), ou seja, os nomes da Casa. Quando Deus criou o mundo, diz a Sagrada Escritura, mandou que o homem botasse nome em todas as coisas, ora nomear é dar valor. É chamar, ou seja, acender a chama. Os valores que o homem põe nas coisas o libertam ou o escravizam para sempre, pois é em nome desses valores, desse “nomos”, dessas ideologias, que os homens ou lutam entre si, ou se unem, em harmonia e solidariedade.
Melhor, sem sombra de duvida é escravizar-se ao nome de Deus, do que escravizar-se a outros nomes tais como poder, dinheiro, combustível, ouro, aço, armas, máquinas, etc. e tal.
A verdade é universal e basta olharmos para os céus. Somos uma vírgula num contesto universal. Poeira cósmica na imensidão imensurável. Somos irmãos interdependentes na espécie humana. Somos únicos autores coletivos da Palavra falada e escrita e, portanto, da Eco+nomos (nomenclatura de valores universais na manifestação da vida) universal, e isso não é, e manifesta-se escandalosa e gritante, não como uma obra humana, mas como uma obra anterior aos homens, às Sociedades (todas) e Divina, a qual, Deus ordenou aos homens lhes darem os nomes no tempo.
Como o povo humano é objeto do amor de Deus, o AMOR a Deus é Democracia.




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sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

A Fé.

A Fé.

Para reflexão de todos.

Alguém me perguntou se há problemas insolúveis para Deus.
Não; não há problemas insolúveis para Deus. Na verdade para Deus não há problemas, não há uma situação de difícil solução. O próprio conceito revelado de Deus, onipotente, onisciente e onipresente, nos diz que não há problemas para Deus. Mesmo o livre arbítrio dado aos homens, não é um problema para Deus, é pelo contrario, um problema para os homens.
Se somos a imagem e semelhança de Deus, Trino e UNO, então porque temos problemas?

Vamos tentar uma resposta.
O livre arbítrio na última analise nos remete a uma questão direta: servir ou não servir a Deus. Temos problemas porque não aderimos a Deus que é a solução. Não aderimos a vontade de Deus. Fazer sua vontade é participar da solução, ou seja, é participar da divindade para a qual não há problemas.
Criamos problemas ao resistir a Deus, e querendo lhe ensinar sabedoria, pressupomos saber o que é melhor para nós. Donde nos parecerá que ter fé é um ato de entrega a Deus, mais do acreditar em algo. Todavia, eu me pergunto, essa entrega é livre como querem muitos? Ou tem regras, e a ela esta submetido o querer divino?
É o Deus Encarnado, que nos responde: Ama-me aquele que cumpre os Mandamentos. Ora, então a base do querer de Deus é o conteúdo dos Mandamentos de Deus. Afora essa adesão aos mandamentos de Deus, há problemas para o homem, e por vezes problemas insolúveis para nós. Mas mesmo assim, quando resistimos, não há problemas para Deus, cuja vontade impera absoluta, a conduzir e reconduzir à obediência e à desobediência para a realização da sua onipotência. Deus impera.
Ah! Sei...; você não acredita em Deus, e, portanto, não há certo ou errado, é tocar a vida, não há um querer de Deus, e um não querer de Deus. Então porque você só tem problemas?
Por que você tem medo de viver e medo de morrer? Por que você tem medo do castigo?

Porque o homem sem Deus é um verme!

wallacereq@gmail.com


OBS: na esperança de que eu criasse uma polêmica, 132 pessoas leram o blog na tarde de ontem em Curitiba, bom, mas eu não comprarei esse lance.

Nosso blog é um blog de conceitos. Denegrir, difamar, ofender é coisa mesquinha. É a solução para quem não tem o que oferecer.



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domingo, 16 de janeiro de 2011

XIFÓPAGOS

Xifópagos (Xiphópagos). Ad absurdo ad ovo (por absurdo desde o inicio)

Enquanto especialistas e dicionários decidem sobre a origem da palavra Xifópago, nesse texto nos ataremos ao sentido popular: Individuos anômalos ligados desde o externo ao umbigo, que o popular acredita ser um individuo com duas cabeças. Às vezes são também chamados de irmãos siameses.
Sem apelar para conceitos da Sociologia, mas apenas no uso do bom senso, temos que admitir, os homens são animais sociais. Uma de seus grandes diferenciais diante das outras espécies vivas sexuadas é o tempo que leva para adquirir alguma autonomia, e o tempo para atingir sua maturidade sexual plena. Esta claro que o homem depende de uma Sociedade Doméstica, homem e mulher para sua concepção, gestação segura (a fêmea precisa da proteção do macho), nascimento, provento e educação.
Se tomarmos as Sagradas Escrituras, como um livro síntese da sabedoria humana (para não escandalizar os pagãos) verá em Gênesis que Deus viu que Adão precisava de uma companheira e auxiliar. Noutro trecho veremos a afirmação de que homem e mulher será (serão) uma só carne (xifópagos); Noutra ainda leremos que não é bom que o homem esteja só. Duas coisas se deduzem sem muito esforço disso: primeiro que o sucesso da sociedade e do convívio social corresponde em grau e numero ao sucesso da SOCIEDADE DOMESTICA, ou seja, é a harmonia, maturidade e solidariedade de serviços mútuos entre homem e mulher que empresta harmonia à sociedade. Segundo, que é inerente e necessário ao ser humano o diálogo, num constante contrapor-se de modo a permitir o desenvolvimento do processo racional.
Tenho observado em mim mesmo e nas demais pessoas solitárias que conheço, um fenômeno semelhante ao que acontece com as plantas, árvores principalmente, que fendem o tronco, em dois troncos menores, opostos, formando um V, desenvolvendo copas diferentes. Ora, personalidade das pessoas solitárias ocorre uma cisão onde se desenvolvem duas personalidades contrapostas e antitéticas justamente para permitir o diálogo, a contraposição de idéias, para que o pensamento e a vida naquilo que é essencialmente humano não se percam, e não se perdendo possa de algum modo desenvolver-se. Chamei a isso o fenômeno Xifópago.
Não raramente o individuo solitário oscila entre suas contradições, uma hora imperando o sim, outra o não. Todavia, não se pode negar, desenvolve-se uma hierarquia entre essas duas personalidades, de modo que possa existir uma união funcional. Duas cabeças ordenadas contraditoriamente levariam ao stress mortal e paralisante. Portanto, uma das “cabeças” adquire uma liderança sobre a outra, seja por domínio, seja pela sabedoria da dominada, que percebendo que o domínio pela luta estressante não leva a consecução de nenhuma ação produtiva e necessária para a sobrevivência de ambas, sede sabiamente. Em Coríntios, ao lermos as obrigações dos esposos, já vemos delineadas essas orientações de liderança para o convívio Harmônico da Sociedade Conjugal.
Vamos dar um salto místico. Cristo é a cabeça, e nós cristãos somos o seu corpo místico. Veja essa proposição teológica e sociológica não é xifópaga, pelo contrario ela une numa só cabeça as milhares de cabeças de homens e mulheres numa unidade funcional, que respira, se alimenta e convive sob comando de uma liderança comum, que lhes garante a Vida, e a garante Plenamente.
Essa regra simples, facilmente observável na natureza, ou seja, da aceitação a priori de uma liderança ( Deus), é o que entendemos por “Ad absurdo ad ovo” por absurdo que seja existe desde o ovo, desde o início. Assim, surgem para nós os solitários, e muitos dos senhores e senhoras que assim vivem uma outra fonte de dialogo terapêutico, o chamado diálogo eucarístico. O diálogo com a alma e divindade, sangue e carne vivos de Cristo presente real e concretamente na Eucaristia. Mesmo que o solitário já tenha desenvolvido a personalidade xifópaga, a presença de Cristo cria o triângulo mediador e unitivo, ou seja, o diálogo a três;(di a logo = palavras separadas ou cindidadas ) o mesmo diálogo necessário ao triângulo amoroso do casal cristão, homem (esposo) mulher (esposa) e Cristo, ou seja, Cristo é o sangue comum, o ar que vivifica o calor que mantém acesa a chama do amor, a alma que congrega ideais comuns, o Espírito que eleva gradativamente o reino da carne tendente a velhice, a falência da saúde e a morte, para o eterno, o essencialmente humano, o transcendente; o espiritual.
Wallacereq@gmail.com para o Grupo de Estudos 23 de Outubro.






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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Isso não é verdade.

Wallace Req publicou esse texto em 2008. Julguei no entanto necessário reeditá-lo.

Edegar Sampaio em substituição de wallacereq@gmail.com

Isto não é verdade! Não nos caluniem!
Nós sempre dissemos que não somos porta vozes do Governador do Paraná. O Grupo de Estudos 23 de Outubro é formado por pessoas comuns, pessoas do povo, não estamos botando palavras na boca do governador, nem o representamos diretamente. Achamos por vezes que ele não deseja a nossa ajuda e que atrapalhamos a sua caminhada. Mas ai ocorre uma inversão de valores. Na verdade nós procuramos representantes, Não somos enquanto homens do povo representantes de políticos. Somos contra o lulismo, e somos contra o requianismo. Nós procuramos políticos que nos representem e não o contrario. Escolhemos Requião, mas deixaremos de levar o seu nome na justa medida que ele se afaste de nossos ideais. Somos pela Democracia representativa, isto é, o político eleito representa seus eleitores e não o contrario. Os eleitores não representam o politico. Somos católicos e defendemos os valores do cristianismo. Somos contra o aborto, contra a onda de Heterofobia, somos contra o Estado Laico, somos contra o emtreguismo das riquezas nacionais, somos contra a relativização dos valores morais. Os homens que elegemos querem nos fechar as portas da expressão. Ora se abandonamos um político não o traímos, na verdade ele nos traiu abandonando as idéias pelas quais foi eleito. O político serve ao povo. O povo não deve servir o político. O povo tem obrigação de referendar com muita responsabilidade, pois eleito, a autoridade escolhida ficamos, pelo principio da autoridade, obrigados a respeitá-lo, mas não segui-lo nas suas paixões nem nas suas mudanças de opinião. Uma vez que não nos representa deveremos extingui-lo da vida publica. Não fomos nós que criamos o conceito: Todo o poder emana do povo e em seu nome será exercido. Se for assim, vamos ter coerência e usar o veneno contra os feiticeiros, pagar a eles com o salário de sua moeda corrente. Ou eles nos servem, ou nós os execraremos no tempo certo. Afinal quem manda no pedaço, nós, povo brasileiro, ou os políticos a serviço dos...?
Wallacereq@gmail.com



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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

O Messias anti-semita segundo Lucas e Paulo.

O Messias anti-semita.
Todos sabem que Jesus Cristo é o Messias prometido a Israel. Fixe nessa idéia. E todos sabem ou deveriam saber que os Judeus teimosamente negam esse fato.
Pois bem, outro dia alguém me perguntou se eu era judeu. Respondi jocosamente, sou um bom samaritano. Quem puder entender entenda.
Na verdade sou católico. Como tenho um filho com uma mulher Judia, apreendi muito, não tudo, sobre o judaísmo. A principal observação que fiz nestes anos todos de convívio com judeus é a confirmação de que esse povo é mestre na dissimulação e na transferência de culpa. Ora isso diz respeito a uma atitude psicológica fruto da cultura de um povo. A transferência de culpa resultou na indústria do anti-semitismo, e a dissimulação resultou na “invisibilidade” objetiva do judeu no mundo econômico.
Hoje pela manhã ouvindo um texto de Jesus Cristo, ele próprio Judeu, espantei-me com o seu anti-semitismo, isto é, se considerarmos que toda crítica, ou toda reprimenda feita aos judeus é considerada por eles com injustificada perseguição, e lhes dá, o automático direito de represaria e perseguição ideológica, pois assim são e foram criados.
Quero reproduzir dois textos bíblicos para a reflexão de todos.
Lucas 11-44 e seguintes.
Ai de vós, que sois como sepulcros (túmulos bonitos por fora mais cheios de podridão por dentro, mas que no caso são dissimulados) que não aparecem e sobre os quais os homens caminham sem o saber (...)
Ai também de vós doutores da lei (os mestres Judeus) que carregais os homens com pesos, que não podem levar, mas vós mesmos nem sequer com um dedo vosso tocais os fardos.
Ai de vós que edificai sepulturas para os profetas que vossos pais (hebreus) mataram; Vos servis assim de testemunhas das obras de vossos pais, e as aprovais, porque eles na verdade os mataram; mas vós lhes edificais os sepulcros. Por isso também disse a sabedoria de Deus: Enviar-lhes-ei profetas e apóstolos, mas eles (os judeus) darão a morte a uns, e perseguirão a outros.
Para que a tua geração (judeus) se peça conta do sangue de todos os profetas derramados desde a criação do mundo, desde o sangue de Abel ate o sangue de Zacarias, que foi assassinado entre o altar e o Templo. Sim vos declaro que se pedirá conta a essa geração (de judeus).
Ai de vós doutores da Lei! Que tomastes as chaves da ciência, e vós mesmos não entrastes, e impedistes aos que vinham para entrar.
Depois que Jesus saiu dali, os escribas (judeus) e Fariseus (da casta Israelita) começaram a importuná-lo fortemente e a persegui-lo com muitas perguntas armando-lhe dessa maneira ciladas, e procurando surpreende-lo nalguma palavra de sua boca.

Interessante esse texto foi escrito por São Lucas, de origem Grega, o que não quer dizer que não fosse judeu, pois Paulo, judeu era cidadão romano. Ora dirão os Judeus, esta palavra não tem validade para as nossas tradições, pois fazem parte dos Evangelhos, escrituras cristãs. Ora mas os Evangelhos contam a história de Jesus o judeu Messias.
Então transcreverei mais essas poucas palavras de Carta aos Efésios, escrita pelo discípulo do Rabino Gamaliel, este hebreu legítimo, fiel as tradições farisaicas e filho de hebreus, São Paulo.
Efésios 2-11-22.
Lembrai-vos, pois que outrora vos os gentios (goíns, góis, goes) por nascimento- que sois chamados incircuncisos por aqueles que se dizem circuncidados, os que levam na carne a circuncisão por mãos humanas (...). Lembrai-vos que naquele tempo estáveis alheios às alianças, sem esperança da promessa e sem Deus nesse mundo. Mas em Jesus Cristo, vos que estáveis longe agora vos aproximastes pelo seu sangue (...) Porque ele é a nossa Paz, ele que de dois povos fez um só, destruindo o muro de inimizade que os separava (ah! murinho de Israel) (...) abolindo na própria carne a Lei, os preceitos e as prescrições. Deste modo, ele queria fazer em si mesmo dos dois povos uma única humanidade nova pelo restabelecimento da paz e reconciliados ambos com Deus reunido num só corpo pela virtude da cruz aniquilando nela a inimizade...
Já não são hospedes nem peregrinos, mas são concidadãos dos santos e membros da família de Deus, edificados sobre os apóstolos (judeus) e os profetas como fundamento sendo o próprio Cristo Jesus (judeu) a pedra angular.
Eu acho lindo esse texto universalista da lavra de Paulo o Hebreu, a princípio perseguidor dos judeus cristãos ou como querem outros aos cristãos étnicos.
E continua bem adiante: Não há mais que um só Senhor, uma só fé, um só batismo. Há um só Deus pai de todos (de todos mesmo), que esta acima de todos, (que age) por todos e em todos habita (Efésios 4-5.6)
Wallacereq@gmail.com

No dia do Professor, a voz do Povo.

Voz do Povo.
“O verdadeiro professor defende os alunos de sua própria influência”
Amos Alcott.
Quando eu trabalhei na Câmara Federal em Brasília, 15 anos atrás, já se discutia e se votava a questão do Aborto e do Homossensualismo ( homossexualismo não existe)
O que me perturba a alma é a instrumentalização política desse tema em vésperas de eleição. Fazem de conta que um partido apóia um lado e outro não apóia e essa não é a verdade. A verdade é que nem um nem o outro está verdadeiramente preocupado com a saúde moral do povo brasileiro. Se não se preocupam com a saúde física das pessoas, muito menos se preocuparão com a saúde mental e moral do povo. A única preocupação ao se discutir esses temas importantes e decisivos é a descoberta de que eles podem determinar o voto do eleitorado. Porém nestes últimos 15 anos nenhum deputado federal do PSDB, ou senador, ou do PT ou de outro partido dedicou seu mandato para a defesa ou ataque desse tema, e verdadeiramente se posicionou moralmente diante desses fatos morais com conseqüências marcantes na história do país e consequencias espirituais irremediáveis. Por trás dessa discutição habita o apego ao poder, ao dinheiro e aos grandes negócios públicos. Nada mais. Não pensem que todo petista é simpatizante do homossensualismo, ou favorável ao aborto, nem que todos os membros do PSDB são conservadores ( Serra ainda ontem se declarou favorável ao hossensualismo na esperança de ganhar os votos dos simpatizantes), muito pelo contrário, como as bases socialistas são as mesmas, os erros morais são os mesmos, todos são via de regra favoráveis ao aborto, ao “casamento” de juntas humanas do mesmo sexo, e ao estado laico e pagão. Não se deixem enganar.

Meus amigos eu já fiz uma escolha e já votei. O candidato escolhido por mim não se elegeu. Assim sendo eu não me sinto obrigado a fazer uma nova escolha, e pior, votar em candidatos que não me representam. Não; moralmente eu já votei, cumpri meu dever de cidadão, não me sinto à vontade diante da obrigação de negar minhas convicções e a minha escolha inicial.
Ou seja, considero que meu voto já foi dado, e como o candidato escolhido por mim já não concorre, não darei outro voto. Sinto-me uma marionete. Não me sinto capaz de liderar opiniões. Portanto deixo ao povo a sua voz. Se o aborto vier, se o homossensualismo dominar, se os pedágios proliferarem pelo Brasil inteiro, se vier o pedágio Urbano (ora o estacionamento pago edm via publica já é uma realidade, nada custa impor a rodagem paga em via pública), se as tarifas públicas explodirem, se os ricos se tornarem ainda mais ricos, se cada dia os homens trabalhadores, simples e humildes forem vilipendiados e os encarcerados a cada dia “ganharem mais e mais direitos” (dizem que receberão dos que trabalham honestamente mais de um salário mínimo por filho menor de idade que tenham) a culpa é única e exclusivamente daqueles que se omitiram diante de tais fatos, fossem de que partido fossem, cegos que estiveram todos pelas obras ($$$$$$) públicas e pela propaganda manipuladora.
Onde estavam os nossos representantes quando esses assuntos vieram a plenário? Pensando em suas reeleições? Obedientes às suas maçonarias? Apegados as cartilhas dos partidos. E o Povo? Dirigido como gado pelas televisões sem reflexão ou critica? Hipnotizados pelo “Grande Irmão”?
Anularei o segundo turno porque já votei no primeiro. Sou homem de uma única escolha. Que cada um, descida segundo as suas convicções. Não acho que Dilma ou Serra mereçam o voto do povo brasileiro. Mas se o povo julga que são merecedores, jamais reclamem diante de Deus. Como dizia meu velho e sábio pai: NA DÚVIDA NÂO ULTRAPASSE! Estamos caminhando na neblina da história brasileira. O Lula fez um acordo com Temer e impediu de termos uma terceira via que era defendida pelo Grupo 23 de Outubro. Despoticamente impôs a sua candidata aos militantes do PT. Todos esqueceram, todavia, que oito anos atrás o Brasil se encaminhava para uma revolta civil sem precedentes causada pela ganância incontida, do PL, PSDB, PFL e hoje, em nome de que, queremos a volta desses tiranos serviçais do capitalismo internacional? Será diferente com a Dilma? Os dois candidatos não têm palavra. Os dois se contradizem em diversos filmes disponíveis na Internet. Nenhum está verdadeiramente preocupado com a saúde mental e moral do povo brasileiro, ou quanto ao seu destino espiritual. Dois dias depois de definidas as eleições já ninguem mais tocará nestes assuntos. Todos se calarão. Para murmurarem baixinho.
Que tal, se pela maioria absoluta de votos nulos nós anulássemos essa eleição? Seria interessante não é mesmo, afinal quem manda o povo, ou...? Eu creio firmemente que é DEUS. Mas não se deixem influenciar cegamente.
Eu não lavo as mãos, apenas já fiz a minha escolha no primeiro voto. Quando o meu partido não me consulta me desobriga de segui-lo cegamente.
wallacereq@gmail.com





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segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Democracia?

Democracia?
Você leu o texto anterior? Talvez tenha percebido que eu cometi ali um grave erro muito comum a todos. O objetivo da democracia não é a rotatividade de poder, mas sim a garantia de que o desejo e as aspirações de um povo sejam cumpridos pelos seus legítimos representantes. A rotatividade de poder é apenas o instrumento que garante que esses desejos sejam cumpridos, quando por um motivo qualquer o representante não os representa, então o povo os elimina ou troca. Os mecanismos democráticos devem ser aperfeiçoados por leis que garantam cada vez mais a representatividade popular, ou seja, que se aproximem das decisões por plebiscito, onde todos se manifestam sobre um determinado assunto de interesse publico. A reciprocidade dos mandatos, e a comunicação em dois sentidos, fazem da democracia teórica um regime tendente a perfeição. Embora haja nesse conjunto de idéias UM ERRO HISTÓRICO JÁ EXPERIMENTADO PELA HUMANIDADE o desvirtuamento moral do querer das maiorias. Ora se todo o poder emana do povo e em seu nome será exercido (o que eu não concordo) quando o povo perde seu senso moral, as maiorias imorais dominam o querer, e contaminam todos os alicerces da sociedade. Você dirá, é natural, uma vez que a moral é um contrato, um pacto social entre os seus membros. Mas isso não é verdade. Isso pode ser meia verdade quando dizemos respeito à Ética, porém a Moral diz respeito sempre à idéia de Deus (através da Revelação) e ao direito natural deduzido das leis fundamentais da natureza (por Deus Criada).
Ora, este Norte Divino Natural tem sido a expressão máxima de dignidade de qualquer sociedade humana (se assim podemos dizer) em qualquer tempo coberto pela História (pelo período coberto pela memória escrita). O combate a estes pilares fundamentais da sociedade, de qualquer sociedade tem resultado numa revolução (rotação do poder) sem o menor respeito ao querer de Deus ou da Natureza, produzindo o que estamos vendo na nossa Sociedade e a humanidade já viu em outras do passado, a prevalência do imoral sobre o moral, com a conseqüente ruína de todos os valores que mantém em pé as estruturas sociais.
Nisto, justamente nisso se fundamentam os anarquistas, numa idéia simples de que é preciso revolver o solo para que nasçam novas estruturas. Porem, me desculpem a ingenuidade daqueles, a vida tem suas regras e se impõem fazendo mais uma vez brotar novas estruturas frutos das sementes sobreviventes que embora tenham nova aparência ainda se fundamenta em regras imutáveis da vida, e tudo volta a ser como era anteriormente, Houve apenas perda de tempo. Ou seja, em nome das injustiças sociais, revolvemos o solo político apenas para que novos tiranos nasçam. Assim, neste contexto surge à sociedade cristã como uma solução “Humano Divina” muito superior a tudo o que já foi proposto ate então, e certamente que será proposto no futuro. O querer humano se pauta então, no querer divino, resultando daí um conjunto de orientadores para toda a sociedade como norma de direitos e deveres que facilitam o convívio social e organizam a Sociedade e as Sociedades entre si como um todo universal.
Ora quando os povos nômades caminhavam nos desertos (nos desabitados) a união e o destino das caminhadas coletivas eram fundamentais. A dispersão e a desorientação eram mortais para aquela sociedade de assistência mutua pela sobrevivência. O tempo passou e as coisas não se alteram no fundamental. A União e a Orientação de um povo é sua força, mas a união sempre foi pautada por leis naturais e a orientação, ao menos aos míopes da história também foram pautadas por longínquas regras dos céus naturais. Todavia, a razão humana não foi uma construção humana, e sem a razão esse dom gratuito e divino tal qual a vida, não existiria sem a noção revelada de Deus aos Homens. Assim como, ao caminhar coletivamente pelos desertos temos um destino, um objetivo comum, a sociedade precisa ter um objetivo a ser atingido no futuro comum, independente da rotatividade de poder, mas sempre dependentes do poder que nos criou e assiste e ampara na longa caminhada da espécie humana.
O que vai nos unir, e orientar, não é a escolha infindável de lideres falíveis, mas a escolha definitiva do serviço ao Deus da Vida. Um só Deus e um só destino para toda a irmandade humana, a salvação espiritual de nossas almas aprisionadas nesse invólucro passageiro e corruptível, que nos hospeda e que nos esperará e hospedará como base material no futuro.
“Creio na ressurreição da carne”.
Ora, essa esperança solidária nos valores de um Deus único e universal, aplaina o caminho dos homens, determina uma nova economia. (aqui eu apresento a economia com seu sentido histórico inicial Oikos Nomoi, (Eco+nomos) (nomes ou valores do ambiente no entorno), ou seja, os nomes da Casa. Quando Deus criou o mundo, diz a Sagrada Escritura, mandou que o homem botasse nome em todas as coisas, ora nomear é dar valor. É chamar, ou seja, acender a chama. Os valores que o homem põe nas coisas o libertam ou o escravizam para sempre, pois é em nome desses valores, desse “nomos”, dessas ideologias, que os homens ou lutam entre si, ou se unem, em harmonia e solidariedade.
Melhor, sem sombra de duvida é escravizar-se ao nome de Deus, do que escravizar-se a outros nomes tais como poder, dinheiro, combustível, ouro, aço, armas, máquinas, etc. e tal.
A verdade é universal e basta olharmos para os céus. Somos uma vírgula num contesto universal. Poeira cósmica na imensidão imensurável. Somos irmãos interdependentes na espécie humana. Somos únicos autores coletivos da Palavra falada e escrita e, portanto, da Eco+nomos (nomenclatura de valores universais na manifestação da vida) universal, e isso não é, e manifesta-se escandalosa e gritante, não como uma obra humana, mas como uma obra anterior aos homens, às Sociedades todas, e Divina, a qual, Deus ordenou aos homens lhes darem os nomes no tempo.
Como o povo humano é objeto do amor de Deus, o AMOR a Deus é Democracia.




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quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Você vai votar? Que bom.

Você vai votar? Que bom.
O Voto é um direito e um dever. Só pode votar que está vivo. Lembre-se disso, o direito á VIDA é o mais fundamental dos direitos, quem viola esse direito violará todos os outros direitos.
Nos só vamos exercer o direito e o dever do voto porque não fomos abortados, Alguém nos assumiu, alguém assumiu o grave dever de nos trazer à vida, e é porque estamos vivos que vamos votar. Lembrem-se disso, nós só vamos votar porque não fomos abortados.
Aqueles irmãos que serão abortados não terão mais quem os defenda, quando a lei ímpia aprovar o aborto. Eles não poderão exercer o direito e o dever de votar contra os criminosos que os mataram.
Se você se omitir diante disso, esteja certo que outros direitos te serão violados.
Nós não podemos odiar e condenar inocentes frutos da vida. Todos nós estivemos nessa situação de inocentes frutos da vida, todavia não fomos abortados. Se nos calarmos, amanhã bem cedo nos mesmos seremos violados na nossa vida. Que tipo de valores queremos criar quando dizemos aos nossos filhos nascidos: “esse seu irmãozinho não merece nascer”. Dizemos a eles: suas vidas não valem nada meus filhos, se eu quisesse; eu também poderia ter tirado as vossas.
Depois esperamos dele respeito.
Depois esperamos deles que não se tornem violentos.
Matamos os seus irmãos e esperamos deles compreensão.
Negamos a vida de inocentes irmãos e esperamos deles dos nascidos à garantia da nossa.
Não votem em quem aprova o aborto.
Não votem em quem viola o mais fundamental dos direitos.
Pois esse os violará sem dúvida, como conseqüência da primeira e mais fundamental violação, os outros direitos fundamentais da pessoa humana.
Não vote em quem viola esse, ou outro direito qualquer.

wallacereq@gmail.com




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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Eu amo minha mãe.

Eu amo a minha mãe.
Você, homem ou mulher, já parou diante de um espelho e disse para você mesmo: Eu amo minha mãe com todo o meu coração, toda a minha alma, toda a minha inteligência, todo o meu ser? Pois é, eu não estou falando de incesto, sexo, erotismo (homossensualismo incestuoso no caso das filhas) e outro “tri que”. Estou falando de amor.
Quando eu penso que fui formado naquele ventre; mamei naqueles seios o suco das entranhas da mulher; que emprestei o seu calor; que fui beijado pelos lábios de minha mãe; que suas mãos lavaram, limparam, vestiram, protegeram, alimentaram, beliscaram e deram umas boas tapas educacionais... E, passados tantos anos, hoje com as barbas brancas e cãs alvas somos filhos, como éramos dezenas de anos atrás, objetos de todo o carinho e proteção sou obrigado a dizer: EU AMO A MINHA MÃE.

Mas minha mãe é mãe de outros filhos e por eles é amada. Digo mais, essa mulher objeto de meu amor foi amada por meu pai. Mistérios do amor.
Compreende? Então, ainda de fronte à sua própria imagem, olhe para baixo e bata os pés no chão. Chão, terra que me suporta. Diga!
Terra comi dos teus frutos. Terra, eu bebi da Água de tuas entranhas. Terra rolei a bola sobre ti. Terra em ti, amparada por ti, caminhei e trabalhei. Terra sobre ti fiz amor. Terra em ti vivi.
Terra minha mãe terra!
Agora feche os olhos e diga para si mesmo. Da terra sai e para a terra hei de voltar. Sou pó e para o pó voltarei. Imagine então seis bilhões de pessoas batendo os pesinhos no chão e dizendo: Mamãe terra nós te amamos. Mas a nossa mãe comum foi amada por Deus Pai, que a criou, foi amada por Deus Filho, que nos redimiu, foi amada por Deus Espírito que a fertilizou. Mistérios do AMOR de Deus.
Então camarada, converte-te e crê no Evangelho, porque a chama que te chamou á Vida, te “chama” para a eternidade.
Lembre-te: seis bilhões de pessoas batendo os pesinhos no chão dizendo: quero colo mamãe TERRA, quero colo Papai do CÉU.
Mistérios do Amor.

wallacereq@gmail.com





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quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Faça uma singela experiência.

Não anule seu voto, faça uma singela experiência.
Nas eleições passadas houve seis ou sete candidatos que tiveram zero voto. Isso não existe. Você não acredita que alguém se candidate, e pelo menos ele não vote em si mesmo? Nem um filho, nem a mulher, nem os visinhos, nem algum membro de seu partido, não é possível ter zero voto. Somente isso já impugnaria as eleições. Ninguém fez nada.
Se isso voltar a acontecer, o cidadão, o partido, o candidato pode pedir a impugnação das eleições colocando sob suspeita as urnas eletrônicas.
A experiência que proponho aqui é muito simples. Se as coisas estiverem bem organizadas, você vota numa zona eleitoral próxima de seu domicilio. Ora, converse com as pessoas de seu bairro e veja em quem vão votar. Se houver um nome em quem ninguém que você conheça vai votar, e seja um desses candidatos que terá cem ou duzentos votos, escolha um desses improváveis, e vote nele. Ora esse voto tem que aparecer na sua urna, na sua sessão, na sua zonal. Se não aparecer peça a impugnação da urna.
Compreendeu? É fácil, em vez de anular seu voto, ajude a provar que as urnas eletrônicas roubam votos.

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sexta-feira, 9 de julho de 2010

Pedras que ficaram pelo caminho, ainda rolam nos abismos da vida.

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