Seja bem vindo.

O Grupo de Estudos 23 de Outubro mantém 11 Blogs, eles falam de moralidade, política, nacionalismo, sociedade e Fé. Se você gostar inscreva-se como seguidor, ou divulgue nosso Blog clicando sobre o envelope marcado com uma flecha ao fim de cada texto. Agradecemos seu comentário. Obrigado pela visita.
www.G23Presidente.blogspot.com




wallacereq@gmail.com.







segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Comentário inteligente.

Prezado senhor,
Faz algum tempo que acompanho seu blog. Os últimos textos me trouxeram preocupação.
Noto uma contradição profunda. De um lado o senhor parece propor a conversão dos judeus, o que significa aceitá-los, ou ao menos acolhe-los. Do outro me parece que exageradamente o senhor procura culpabiliza-los. Numa outra ótica, noto que, se forem verdadeiros os fatos sobre a escravidão no Brasil, pode-se dizer, lendo seus textos, que espanhóis, portugueses, franceses, ingleses, holandeses, alemães e negros não escapam de alguma culpa naquilo que o senhor chama de comércio de carne humana. Por qual motivo então o senhor faz questão de focar e culpabilizar o judaísmo destacando-os em seus textos, pode nos explicar.


Resposta.
Leitor ou leitora, não costumamos publicar comentários anônimos, todavia o seu em particular me deixou curioso.
Quando no escuro, acendemos uma lanterna é para enxergar. A lanterna serve para iluminar onde ha menos luz. Creio que o leitor haverá de concordar que a lanterna serve para iluminar onde ha a maior falta de luz. Os povos europeus e suas respectivas histórias podem ser estudados em diversas fontes, ha muitos focos sobre esses povos. Agora, sobre judeus, somente encontramos a versão judaica de sua história. No caso da escravidão existe uma profunda escuridão no que diga respeito a ação de judeus no processo, então, me parece justo que eu ilumine onde esta mais escuro não so aos meus olhos, mas aos olhos da humanidade inteira. Você e eu, podemos ter uma visão diferenciada sobre qualquer povo, mas se você escrever fora da história oficial dos Israelitas você imediatamente será taxado de anti-semita, ou o que é pior, você esta contestando as SAGRADAS ESCRITURAS. Deste modo a escuridão histórica, ou a história negra de membros desse povo permanece dissimulada e oculta.
Acredito que o leitor ou leitora seja bem inteligente, possivelmente judeu ou judia, então, agora que descobri a Biblioteca do GOOGLE, sugiro a leitura desse livro escrito por judeus, do qual não espero  nenhuma explicação, apenas acho que esse livro é mais uma cortina para que não se possa iluminar aquele ponto escuro, aquela noite dos tempos, aquele ponto cego, que se bem iluminado traria paz ao mundo inteiro.
The Bible Unearthed, escrito por Israel Finkelstein e Neil Ascher Silberman.





Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.

domingo, 18 de outubro de 2015

Quero pedir desculpas.

Prezados leitores,
Quero pedir desculpas por achar que certos livros citados aqui são raros. Eu desconhecia a Biblioteca Google, onde pude encontrar todas as citações feitas ate aqui. Desculpem e boa pesquisa. Textos integrais, é mole!



Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.

A Conversão dos Judeus.

A Conversão dos Judeus.

via grupog23 de Grupo G23 em 28/08/08

A conversão dos judeus é obrigação dos cristãos.

Mas ide antes as ovelhas perdidas de Israel (Mateus 10, 6)

A conversão dos judeus sempre foi missão dos cristãos, missão nunca superada. Mais do que missão, é obrigação.

A principal dificuldade é identificar o judeu, ele via de regra se esconde, se une em guetos, em escaramuças, não porque são perseguidos, mas porque seus mestres temem o diálogo e o serviço, e sob o discurso de sofrerem aberta perseguição, mantém o sinistro habito do sectarismo racial e religioso, pois sabem que o mandato de Cristo de convertê-los tem, é obvio. a proteção de Deus e a assistência do Espirito Santo.

O Cristão não tem o que temer nessa missão, ele será plenamente assistido pela Providência Divina. Enganam-se aqueles que pensam que precisam ser expertos em doutrina bíblica, ou doutos na Lei, ou versados nas escrituras de resistência dos judeus. Nem mesmo ler o hebraico que esteve extinto na massa dos judeus desde o terceiro século antes de Cristo ate 1948. Nada disso é preciso, fosse preciso Jesus, não teria escolhido o pescador judeu, homem rude, o judeu Pedro (Céfhas) como o Apóstolo dos Judeus. O Cristianismo tem uma força intrínseca, uma força amparada na verdade que mina a teimosia, a dureza, o esforço hercúleo de domínio dos meios de comunicação que fazem as elites dos judeus para nos derrubar, desmerecer-nos, ou anular-nos, pois sabem que tal proximidade e abertura da “temática” libertam os hebreus de seu discurso perverso, os introduz, com a comparação dos fatos, e revela, a superioridade bíblica de Cristo, o Messias Prometido à Casa de David, detonando o escopo, o conjunto de preconceitos “religioso racial” do judaísmo. O Catolicismo, por exemplo, na sua mensagem universalista, rompe com o fundamentalismo hebraico pelas raízes. Ele restaura a promessa, devolvendo aos judeus o estatus perdido de videira verdadeira, mãe de tantas outras, recolocando no tempo, na Nova e Definitiva Aliança, introduzindo-os na Igreja de Pedro, 1 Papa e pescador Judeu, resgatando o sentido total e aperfeiçoado do monoteísmo hebraico e do código mosaico no seu contexto histórico vocacionado para a eternidade. A verdade é uma só, devemos procurá-los, identificá-los e pressioná-los com a caridade cristã, embora sejam eles partidários do Anticristo, focando nossas luzes sobre o seu espirito falsamente hermético, cabalístico, esotérico, demovendo-os do fanatismo territorial, da presunção racial da eleição, e introduzindo-os na harmonia universal do Cristianismo. Todo o movimento de perseguição aos judeus na história foi pensado, insuflado, e muitas vezes executado pelos judeus, de modo a mantê-los “purificados e unidos na ilusão messiânica do Anti Cristo” o messias judeu que virá desmentir a Cristo. Escrevam Cristãos, iluminem as trevas desse povo simples, sensível e inteligente, movido por homens orgulhosos e de dura cerviz. E escrevam, e verão quem persegue quem. Escrevam com retidão e entusiasmo, visando sempre à conversão dos judeus, e verão que a imprensa inteira entrará em convulsão.

Todos podem atacar o cristianismo, e ate mesmo defendê-lo, mas pelo contrário, ousar converter os judeus, como fez Cristo, (e morreu por isso) sendo ele mesmo judeu, filho de judia, circuncisado, leitor nas sinagogas e no Templo gerará um ataque epiléptico universal. Mas não se acovardem, é a missão, como diz Mateus 10,6... E é uma obrigação pastoral das mais elevadas. Retome a ação cristã, sem medo, o sucesso é garantido pelo próprio Cristo que tanto amamos. E a dialética daí advinda haverá de ser mais do que proselitismo, será verdadeira apologética, será verdadeira catequese. Pois basta, no meu entender, dizer aos judeus as palavras bíblicas de Cristo: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” (Mateus 11, 28). É obvio que a “Terra Prometida”, do leite e do mel, tem sido como nos diz Osias Wurman presidente da CONIB, a terra do suor, do sangue e das lagrimas, e judeu algum, de qualquer origem há de querer isso, por isso creio que certamente “estais todos bem cansados e oprimidos”.



Wallace Requião de Mello e Silva.







Coisas que você pode fazer a partir daqui:

Inscrever-se no grupog23 usando o Google Reader

Comece a usar o Google Reader para manter-se facilmente atualizado com todos os seus sites favoritos



Escravidão negra no Brasil IV

Escravidão negra no Brasil IV

 Aqui me encontro em novas dificuldades comprobatórias. Faltam-me aprofundados conhecimentos da História Universal; então decidi engendrar textos mais curtos de modo que eu e você leitor tenhamos mais tempo para estudá-los.

Vimos que os judeus portugueses enriqueceram. Vemos que não foram somente eles, pois se os senhores estudarem a História da Venezuela encontrarão a Casa Velser, ou Belser, como querem outros, uma instituição financeira judaico-alemã no financiamento das viagens dos irmãos Pinzon, de cuja frota saiu o descobridor da Venezuela e os principais navegadores do Caribe.
Os espanhóis  já haviam encontrado o pau-de-tinta em suas conquistas iniciais. Nosso indígena o chamava ibirapitanga. É provado que o judaísmo explorou essa riqueza desde os primórdios da história do Brasil. Assim em passos seqüenciais dominou a indústria das tintas, depois do açúcar e do negocio dos escravos da qual ela dependia, e do ouro; perseguidos vez ou outra pelo Santo Oficio viviam em Portugal e Espanha, onde guardavam secreto ódio pelo universalismo católico que lhes roubava do sectarismo racial a certeza de que haviam nascido para dominar o mundo. Com a passividade do escravo, tornou-se a sociedade brasileira frágil e cheia de lassidão com uma moral sexual frouxa e abusiva das escravas, embora isso tenha sido a responsável pela miscigenação do país no seu aspecto positivo; porém no negativo fazia dela uma sociedade sem valores e de fácil domínio passional; Sabiam muito bem disso os judeus que realizavam seu culto nas famosas Enogas, ou sinagogas ocultas e particulares preservando a Lei. Os fatos históricos acabarão por nos mostrar, que os judeus de diversas nacionalidades e línguas entrincheirados nos países nórdicos fizeram valer o protestantismo, cujo espírito é o espírito judaico nos diz Bernard Lazzare em L’Antisémitisme.
Ávidos de derrubar os reinos católicos os judeus e os protestantes  desde os paises baixos, arquitetam a entrada na Inglaterra, era necessária tal estratégia. Diz Gustavo Barroso em um de seus livros que a rivalidade entre Inglaterra e Espanha; e Portugal e Holanda; foram criadas, arquitetadas e fomentadas pelos judeus, que via de regra em sua história bíblica se servem da máxima: dividir para governar. Imiscuem-se e empregam recursos na revolução de Cromwell e dele terão a proteção e a facilitação para voltarem à Inglaterra de onde haviam sidos expulsos. Segundo Bernard Lazzare os marranos, judeus de Espanha, abrigados em Hamburgo e Holanda aliam-se a Cromwell, e com a capa do puritanismo voltam à Inglaterra; Sombart e Macaulay consideram o puritanismo inglês judaizante e fanatizado pelas praticas do Velho Testamento o que facilita a união judeu puritana. (Lord Macaulay em História da Inglaterra).
Taine sente neles o farisaísmo judaico, e Emerson dirá que há profunda afinidade no caráter dos ingleses e judeus. Assim Cromwell se tornaria o protetor dos judeus e do judaísmo na Inglaterra; o maior articulador entre os judeus de Hamburgo e Holanda, de origem quase todos portugueses e hispânicos foi o celebre Manasse-bem-Israel que manobrou habilmente o cristão Edward Nicolas com esse fim. Com a entrada dos judeus na Inglaterra fixados as margens do Tamisa, os judeus tinham agora espiões, agitadores e Kahals em todas as comunidades da Europa. Há inúmeras vantagens comerciais nisso; Cromwell tinha essas mil inteligências a seu favor. No período, outro judeu que teve influencia decisiva nas negociações para a entrada de judeus na Inglaterra foi o judeu português Manuel Martins Dormido, que ao mudar-se pêra Flandres adotou o nome de David Abravanel, foi ele, dizem, que convenceu Cromwell de receber os judeus e dar-lhe liberdade de culto, assim, a Sinagoga da Grã-bretanha passou a ser a mestra de todos os judeus no mundo inteiro até os nosso dias. Seu descendente, Salomão Dormido foi o primeiro Corretor da Bolsa de Londres.
Cromwell tem o financiamento do multimilionário Antonio Fernandes Carvalhal, cristão novo riquíssimo, considerado o Rotschild do seu tempo. ( ver João Lucio de Azevedo, em Historia dos Cristãos Novos Portugueses); Assim em 1937 nos diz Gina Lombroso, de raça judaica, que em  1560, baseada em  estudos de documentos ingleses, a Inglaterra havia tomado à Espanha o seu maior e mais rendoso comercio, o de escravos. ( Gina Lombroso, La Rançon du Miquinisme, 1937).
Os navios ingleses são então os navios negreiros por excelência e quase exclusividade nos mares.
Em 1696 Carlos II de Espanha assinou contrato com a companhia Judeu Portuguesa da Guiné para o fornecimento de escravos para as colônias espanholas, contrato rompido em 1701; armadores judeu-franceses da Guiné fundam então a Companhia Royale  da Guiné e contratam então o trafico escravo com a Espanha que havia sido rompido. Para receber esses escravos o testa de Ferro no Caribe era o governador de Santo Domingo chamado Burbasse. Logo depois a Espanha contratou escravos diretamente com o governo da Grã Bretanha, em 1712, porém como o contrato não foi renovado, a Inglaterra iniciou guerra na Europa, obrigando Portugal a entrar contra a França de modo a enfraquecer o comercio de escravos franco-espanhol (Ver Taunay em Na Bahia Colonial). Vergonhosas atitudes dos que comerciam com a carne e o sofrimento alheio. E isso não acabou nos dias de hoje. A moeda inglesa Guinéu guarda a memória dessa vergonhosa empreitada. Grandes negreiros como Joan Hawkins se tornam nobres, dada a influencia dos negócios. Em 1713, pelo tratado de Utrecht o governo Inglês consegue o monopólio do comercio escravo por trinta anos. Pelo tratado de Paris, seguido da paz de Quebec, 1763 os ingleses conquistam o direito de aportar navios negreiros nas Antilhas base do contrabando de carne humana para as Américas. Em 1799 o Ministro Cannig declara que a Grã Bretanha exercia plenamente o monopólio do comercio de escravos. Mais tarde Benjamin Disraeli, judeu e primeiro ministro inglês, vai confessar que não eram os ingleses, mas os judeus ingleses que governavam a Inglaterra.( Gustavo Barroso).
Mal o Brasil se libertava de Portugal, o Brasil a grande promessa que poderia ser para a economia mundial católica, faz a Inglaterra se apresentar agora em armas, para impedir o comercio de escravos por motivos humanitários, e coloca dinheiro e armas através da maçonaria para fomentar as republicas sul americanas, isso para derrubar a grandeza dos reinos Católicos. Quem por detrás?
O Kahal londrino dominador do mundo desde então não queria um grande império católico na América do Sul, e para isso era preciso diminuir-lhe a mão de obra e quebrar-lhe a economia. Isto terminou? Não
Pode-se dizer que o judaísmo anglo holandês dominava as duas pontas, o açúcar e seu comercio e o comercio de escravos, mas precisava tomar posse também dos territórios, Pernambuco e Angola. Em Pernambuco surgiria a Primeira Sinagoga Oficial do Brasil, com Aboab da Fonseca, seu primeiro rabino; lançando protestantes contra católicos a Companhia das Índias Ocidentais de origem judaica pretendia e organizava a conquista de Angola e Luanda e de Pernambuco. Nassau, alemão a serviço dos judeus holandeses trás claramente na documentação histórica tornar o recife e Pernambuco o centro de comercio de escravos para a América do Sul e Caribe. Em 1640 uma expedição mandada do Brasil holandês parte e domina São Paulo de Luanda (Barlaeus em “Res Gestae”).
As Urcas holandesas saiam dos portos da Zelândia e de Texel em demanda à África, lá enchiam seus porões de escravos e partiam direto para Pernambuco, e de lá voltavam carregados de açúcar para a Holanda; estima-se que tal rota rendia aos judeus holandeses mais de seis milhões de florins ano; em 1703 era tão forte o comercio dos judeus holandeses entre a África e o Brasil (retomados aos holandeses) que duzentos bergantins e brigues (tipos de embarcação) eram usados como negreiros. Aos olhos de hoje tudo nos parece uma vergonha, mas está em andamento a maior tirania que o mundo já conheceu, e para essa estamos cegos. 


G23 de Mello e Silva.





Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.

Cristianismo um fenômeno Israelita

Curiosidade Biblicas.

Lembra-te Israel, a mãe de Jesus Cristo ( judeu de Belém e rei segundo Mt 26,69-75- Lc. 22, 55-62- Jo. 18,28; 19,16 e Marcos 15, 1 -15) é mulher judia da estirpe de David. (Ver genealogia de Maria)

Observem as citações do velho Testamento ou Pentateuco.


" Sabendo os fariseus ( judeus da estirpe de São Paulo) que Jesus reduzira ao silêncio os saduceus , reuniram-se e um deles, doutor da lei, fez-lhe esta pergunta para prová-lo: Mestre qual é o maior mandamento da lei? ( Mateus 22,34-35-36). Jesus respondeu-lhe: "O primeiro mandamento é este: Ouve , Israel, o Senhor Nosso Deus é o único Senhor; amarás ao Senhor teu Deus de todo o teus coração, de toda a tua alma, de todo o teu espirito e de toda as tuas forças ( Deut .6,5). Eis aqui o segundo: Amarás o teu próximo como a ti mesmo ( Lev. 19,18 ). Outro mandamento maior do que este não existe". ( Marcos 12, 29-30-31-32) .Nestes dois mandamentos se resumem toda a lei e os profetas ( Mateus 22,40)".

É neste espirito de amor a Deus e ao próximo que procuro organizar uma forma de estudar o tema: Semita, Semitismo, Anti-semitismo e Sionismo

Ouvimos, com freqüência, e freqüência sempre maior, desde o pós guerra, acusações mutuas entre judeus e não judeus, e aqui mesmo, dentro deste nosso imenso pais, tão liberal nas questões raciais, vemo-nos uns acusando de anti-semitas, outros de judeus sionistas, sem que, modo geral, tenhamos uma idéia do que seja o contexto histórico e ideológico que envolve o assunto desde sua origem.
Com um grande contingente árabe e judeu ( ambos semitas) principalmente na região sul do pais, confundem-se os conceitos, semita, anti-semita e sionista, que são por assim dizer, acalorados e agravados, pelas questões políticas e territoriais vivida em permanente conflito nos dias de hoje, como o fora de forma semelhante outrora, na região do Oriente Médio e Próximo.
Afora isto, meu interesse vem do simples fato de ter um filho , Paikan Solomon[4], com ascendência judia (semita) por linha materna. Sou católico, praticante de minha religião, meu filho é batizado na Igreja Católica Romana e é incircuncisado na carne[5].
Sou psicólogo formado pela UFPR onde também estudei Filosofia. Digamos que sou autodidata nas questões teológicas, procurando sempre balizar-me no Magistério Infalível [6]( em fé e moral) da Igreja Católica (que tem sua pedra fundamental em Pedro, judeu vocacionado por Jesus Cristo, por ele, escolhido mística e pessoalmente).
Fazem já alguns anos que estudo as praticas de minha religião e suas relações com o judaísmo . Estudo as suas Escrituras, com humildade, que são, na opinião de muitos autores, no que diz respeito ao Velho Testamento, praticamente iguais as aceitas pelos judeus de hoje, salvo os livros deuterocanonicos[7] e os apócrifos[8].
As passagens bíblicas , segundo muitos autores, começam a ser escritas provavelmente em tempos anteriores a Moisés. De qualquer modo esta tradições mantinham-se pela tradição oral.[9].
Moisés foi o primeiro codificador das tradições orais e escritas de Israel, no século XIII a.C. Essas tradições ( leis , narrativas, peças litúrgicas e históricas) foram sendo acrescida aos poucos por outros escritos no decorrer dos séculos sem que se preocupassem com a catalogação das mesmas. Eram todas legitimas.
Acontece porém, que no primeiro século da era cristã, deu-se um fato, já esperado, anunciado e cantado pelo Velho Testamento, o surgimento, pós Jesus Cristo (judeu) dos livros cristãos que se apresentavam (e são) como uma continuação dos livros judeus. Costuma-se, no meio judeu, atribuir o fenômeno do cristianismo, como uma imposição dos romanos aos judeus, mas, uma simples vista dos fatos históricos nos prova que toda esta argumentação é falsa. Tenham em consideração, como exemplo incontestável, que Pompeu, general romano, tomou Jerusalém 63 anos antes do nascimento de Jesus Cristo. Nero queimava Roma em 64 depois de Cristo, perseguindo os cristãos-judeus, ou pouco antes Cláudio , imperador ( 49 d.C.) expulsa os judeus e judeus - cristãos da cidade de Roma, com os quais são expulsos, por exemplo, Áquila e Priscila judeus-cristãos, amigos e futuros colaboradores de São Paulo. Considere-se também, que seis anos depois, quando o imperador Tito queimava e destruía Jerusalém e seu Templo não o fazia em nome dos cristãos, pois não o era. Deve-se lembrar que em 130 o Imperador Adriano, reconstruiu Jerusalém que fora destruída em 70 transformando-a em uma colônia romana dando-lhe o nome pagão de Aeolea Capitolina, dedicando o Templo de Jerusalém à Júpiter e cobrindo o Calvário ( lugar onde morreu Jesus na cruz) com um templo dedicado a Afrodite. O Cristianismo ( fenômeno judeu) se imporia "gradativamente" aos gentios, como fenômeno quase universal ( desenvolvido dos fatos históricos e teológicos ocorrido no seio do povo escolhido), em primeiro lugar entre judeus, com milhares de conversões iniciais, e em segundo lugar, entre os romanos gentios, tardiamente, talvez, como conseqüência do martírio, em Roma, de São Paulo e São Pedro ambos judeus, e pode-se dizer, segundo muitos outros autores, como conseqüência da força de sua moral e da penetração filosófica do monoteísmo, e finalmente como resultado da ação da Providência, até que no século III d.C. é declarado religião oficial do Império Romano à época de Teodósio (395 d.C.) , isto , como já dissemos, depois de muita perseguição, seja por parte de outros semitas ( judaizantes) aos semitas cristãos e aos cristãos oriundos dos gentis, seja por parte de romanos ( cidadãos do Império Romano de diversas nacionalidades) pagãos. Deve-se lembrar, no entanto que nos primeiros 100 anos, ou mais, a comunidade Cristã de Roma era formada, na sua maioria, de judeus cristãos e sírios-cristãos*. Pode-se perceber assim, claramente, que os romanos-gentios tomam parte no episódio do cristianismo inicial em Roma e na Palestina, apenas circunstancialmente, mais como representantes do poder civil vigente , e nunca como partidários das questões religiosas. Assim Pilatos, lava suas mãos, inocentando Jesus, não por simpatia, conveniência ou proselitismo religioso, mas conforme o costume jurídico, e foram, esta é a verdade, os judeus, entre judeus, os que o acusam, condenam e exigiram a crucificação de Cristo. Agora, é licito também, lembrar aqui, que estava em mãos de romanos pagãos a lança que transpassou o coração de Cristo.

Em atos dos Apóstolos capítulo 26, quando Paulo faz a sua defesa diante ao rei Agripa*, diz claramente que perseguia os cristãos, e dava seu inteiro consentimento quando estes eram condenados à morte, que os perseguia em todas as sinagogas, até mesmo em terras estrangeiras, o que demonstra a origem judaica dos Nazarenos. Aí nesta defesa, vê-se claramente, que foi usada pela primeira vez a palavra "Cristão", utilizada textualmente, nesta defesa, pelo rei Agripa, isto entre o ano 40 e 46 d.C. Note-se aqui, como curiosidade que Paulo se refere as palavras de Cristo, que se dirigem a ele Paulo em língua hebraica.

Observe-se, em favor desta tese, que eram também judeus (semitas) a maioria dos discípulos do cristianismo, dos apóstolos, os parentes de Jesus, e até a grande maioria das testemunhas de sua crucifixão e ressurreição. O mesmo ocorre com os Evangelistas ( autores do NT): Mateus era judeu, que escrevia para fieis oriundo do judaísmo ( segundo Orígenes) , segundo Pápias e a Igreja, Marcos, era também um judeu-cristão; Lucas, por sua vez, pagão convertido; João Evangelista, judeu, apóstolo de Cristo.

 Saulo de Tarso, o futuro São Paulo, apóstolo tardio, fariseu, judeu da tribo de Benjamim, doutor da lei (Rabi), era um típico perseguidor dos judeus-cristãos* ou nazarenos, o que também concorre para provar, a verdadeira natureza do fenômeno cristão que difere em tudo do islamismo*. Não podemos dizer, sem grave erro, que o cristianismo que é fenômeno judeu, tem a mesma fonte , ou a mesma natureza que o islamismo.
Assim, pode-se também compreender, sem medo de errar, que, o cânon de Jâmnia do ano 100 depois de Cristo , e também o Mishnah e o Gemara, os escritos que formam o Talmude*, ambos do segundo século depois de Cristo, apresentavam-se, neste momento histórico, como verdadeiras tentativas de resistência ao Cristianismo-Judeu , que pode ser muito bem entendido como um fenômeno exclusivamente desenvolvido no seio do judaísmo, fundamentado e provado segundo as escrituras judaicas. Não seria ilícito levantar, também, a polemica hipótese histórica, de que também a "massorá * "( que quer dizer tradição), esta última , bem tardia na sua organização, tendo-se fixado em sua redação final entre 750 e 1000 depois de Cristo, como uma outra provável ação de resistência, agora sim, contra o cristianismo-gentílico largamente difundido pelo mundo, isto é contra os cristãos oriundos dos povos pagãos, não judeus, chamados gentis- cristãos ou simplesmente Cristãos .
Os judeus que não aceitavam a Cristo, e esta é a verdade, tentaram impedir que se fizesse a aglutinação de livros cristãos ( livros dos judeus convertidos) e os originados de judeus que renegam a Cristo. Por isto reuniram-se no sínodo de Jâmnia ou Jabnes ao sul da Palestina, por volta do ano 100 d.C., a fim de estabelecer as exigências que deveriam caracterizar os livros do cânon judeu.
Estipularam os seguintes critérios:
O livro canônico judeu não pode ter sido escrito fora da terra de Israel.
O livro Canônico Judeu não pode ter sido escrito em língua aramaica ou grega, mas somente em hebraico.
Não pode ter sido escrito depois de Esdras (458-428 a.C.)
Não em contradição com a Torá (Torah) ou lei de Moisés.
Assim os judeus (da Palestina) fecham o seu cânon sem reconhecer os livros escritos que não obedecem a tais critérios. Todavia em Alexandria (Egito) havia numerosa colônia judaica ( Não esquecer que desde 331 a.C. Alexandre dominava a Palestina e os judeus sofreriam mais tarde a dura perseguição de Ântico Epífanes entre 175 e 163 a.C.) que vivendo em terras estrangeiras e falando língua estrangeira ( o grego) não adotou os critérios nacionalistas estipulados pelos judeus de Jâmnia. Os judeus de Alexandria traduzem os livros sagrados hebraicos* para o grego entre 250 e 100 a. C., dando assim origem a versão Alexandrina ou a dos "Setenta Interpretes". Observem que Jesus Cristo ainda não havia nascido. Esse Cânon de Alexandria encerra livros que os Judeus de Jamnia não aceitam tais como: Tobias, Judith, Sabedoria, Baruque, Eclesiástico ou (Siracides), 1/2 Macabeus, além de Est. 10,4-16,24: Dn 3,24-90; Dn 13-14.
Pode-se dizer que existiam dois cânon judeus em vigor no inicio da era cristã, o "restrito" do ano 100 depois de Cristo ( como fruto da "resistência") e o amplo de Alexandria mais velho datado entre 250 a 100 antes de Jesus Cristo. É preciso lembrar aqui ( isto é muito importante) que não se conhecia copia alguma do texto hebraico anterior aos séculos nono e décimo depois de Cristo. Somente em 1948 ( 47) achou-se os documentos de Qumran* que datam do primeiro século a.C. e do primeiro d.C. verificando-se assim a identidade (e autenticidade) dos textos anteriores ( ponha-se atenção: estou dizendo, que eram usados anteriormente mas eram mais recentes que os de Qumran.
Se tomamos os Apóstolos e Evangelistas (os Evangelistas, eram Judeus, exceto Lucas ) que ao escreverem, e o fazem tipicamente, o Novo Testamento, citam ( livremente) a tradução grega de Alexandria ( mais antiga), mesmo quando esta diferia do texto em hebraico ( do cânon restrito) . Esta tornou-se a forma comum entre os cristãos (judeus); em conseqüência, o cânon amplo, incluindo os sete livros já citados passou para uso dos cristãos. Podemos verificar que nos escritos do Novo Testamento há citações implícitas dos livros deuterocanônicos. Deve-se também notar que não são citados no Novo Testamento, nem implicitamente, os livros que de resto todos os cristãos tem como canônicos como Eclesiastes, Ester, Cântico dos Cânticos, Esdras, Neemias, Abdias e Naum. Chamamos atenção ao fato apenas porque não só judeus se prendem ao cânon restrito mas também os protestantes ( que surgem por volta de 1450 d.C. e são misteriosamente, em alguns aspectos, mais "judaizantes" do que a Igreja Católica ( a palavra católica quer dizer Universal) e costuma-se, assim afirmar, caluniosamente, que a Igreja introduziu estes livros no cânon católico no Concílio de Trento ( 1545-1929 ), o que não é verdade. Por exemplo, em favor da Igreja, podemos afirmar que, os próprios rabinos liam o Eclesiástico até o século X como Escritura Sagrada: 1Mc.(?) era lido na festa de Encênia (?) , ou da Dedicação do Templo (hanukkah), Baruque era lido em alta voz nas sinagogas do sec. IV d.C. e de Tobias e Judith temos os "midrashim" ou comentários em aramaico, que atestam como tais livros eram lidos na sinagoga*. Nunca esquecer, socorrendo a nossa hipótese histórica, não com relação aos livros acima citados, que Jesus Cristo também lia na sinagoga e portanto participava do judaísmo oficial, como também do Templo de Jerusalém. O que assim é mais um argumento em favor destes fatos históricos comprovantes da origem totalmente judaica, e sem interferência exterior, do advento do Cristianismo.

G 23 de Mello e Silva







Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.

A escravidão negra no Brasil (III).

A escravidão negra no Brasil (III).
Penso que vocês tenham lido os dois textos anteriores sobre o assunto.Acredito que como eu vocês ficaram meio escandalizados, desconfiados, achando que o texto força a verdade, que é preconceituoso,  Etc. Acontece que nosso treinamento mental não treinou as técnicas de dissimulação, assim, nos parece irreal que uma verdade tão gritante não nos seja ensinada nos bancos escolares. Isto nos deixa com um pé atrás. E de maneira alguma podemos isentar de culpa os católicos envolvidos, muito menos os protestantes ingleses, holandeses e franceses. 
Tornou-se proibitivo falar de Judeus após a Segunda Guerra, esse foi o grande trunfo, ou triunfo do holocausto. Os judeus tornaram-se vitimas, e ninguém deve chutar um cachorro morto. No entanto somente uma coisa eu acho que devo reparar nos dois primeiros texto, o fato quase sempre esquecido de que judeus podem se converter sim. Foi o caso de meu sogro Alberto Ginest Salomon. Foi o caso de todos aqueles judeus seguidores de Jesus, milhares deles, e foi o caso de muitos cristãos novos de origem judaica ( Há os que não são de origem judaica). Todavia o que nos interessa são aqueles de dupla face, ou seja, os judaizantes da fé, aqueles que instigaram o protestantismo, aqueles que diuturnamente com um largo sorriso nos lábios armam armadilhas contra os cristãos. Mesmo assim não os condeno, pois não era assim o Apostolo Paulo, perseguindo e matando cristãos, ate milagrosamente perceber toda a sua loucura.
Antes de continuar essa pequena serie de textos sobre a escravidão negra no Brasil, quero republicar um curto texto que nos mostrará que o cristianismo é um fenômeno judeu, exclusivo desse povo, e que só tardiamente se tornou cristão-gentil, por volta do terceiro século depois de Cristo. Não seria muito lembrar  que os primeiros Papas também foram judeus, e que muitos dos defensores da fé cristã de hoje principalmente católicos têm raízes naqueles primeiros judeus cristãos.
Outro dado interessante e pouco estudado, me chamou a atenção em um livro de Annes Dias. Quando o Judeu adota um nome não judeu, ele se torna um ramo de uma família já existente, uma família não judia. Assim, por exemplo, existem os Kennedy judeus, e os não judeus. Todavia se algum membro daquela família não judia se destacar por qualquer motivo ( ser presidente dos EUA por exemplo), para o judeu ele se torna um judeu e fará parte do panteão dos judeus famosos da história da humanidade, mesmo que nunca tenham sido judeus no sangue ou na fé. Porém eles recorrem sempre ao Dilúvio Universal do qual todos os seres humanos pós diluvianos são filho de Noé, irmãos  de sangue, e por esse motivo, não se erra ao adotar não judeus famosos como sendo judeus de estirpe, compreendem.
Feitas essas ressalvas não deixem de ler o próximo texto titulado O Cristianismo é um fenômeno israelita.

G23 de Mello e Silva.






Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.

sábado, 17 de outubro de 2015

Sarney me surpreendeu positivamente.

Sarney me surpreendeu.
Aos oitenta anos, ex-presidente da republica, cinco vezes sanador, trás vezes presidente do senado federal, uma vez governador, mesmo já marcado pelas sequelas da idade, mostrou toda a sua inteligência, maturidade e visão de si no contexto, e do contexto na manipulação midiática. Sarney me surpreendeu pela lucidez dos acontecimentos que ele revela nos conceitos e nos temas que usa como argumentação e didática. Pode-se dizer que: um homem não chega ao status que ele acumulou, sem um potencial e sem uma ajuda da providência divina. Excepcional sua entrevista levada ao ar na Educativa do Paraná num programa produzido em Brasília chamado 3 a 1. É uma pena que o cidadão brasileiro não tenha a experiência dos bastidores da política para perceber a avaliar com critérios de realidade essa figura que muito colaborou com a história de nosso amado Brasil.
Ha quem critique, há quem elogie.
Wallacereq@gmail.com,

Aviso aos navegantes.

Já dissemos que não publicamos comentários anônimos. Um longo comentário foi postado por um anonimo (a) defendendo o aborto. Eu respondo, não quer engravidar, não trepe. Não é simples, amiga. Na minha mais sincera opinião, que tal se você tivesse sido abortada, você não teria tanto medo da vida e tanto ódio pela gravidez não é ( interrogação).



Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.

A escravidão negra no Brasil (II)

A escravidão negra no Brasil (II)
O caminho é longo e árduo; faltam-me informações preciosas, portanto é com humildade que engendro esse segundo texto sobre o tema.

Depois de viabilizado o comercio do Pau de Tinta no Brasil pelo consórcio judeu português capitaneado pelo judeu português Fernando de Noronha, chegamos ao segundo ciclo econômico do insipiente território da terra de Santa Cruz todo ele comandado pelo capital acumulado do consórcio.  Como diz Gilberto Freyre: Depois de ter sido o Brasil a terra do pau- de- tinta, o Brasil era o açúcar, e o açúcar era o negro. Florescia o comercio de escravos na justa medida que florescia o comercio de açúcar. Aqueles que estavam ligados ao comercio de açúcar e escravos acabariam caracterizando todo comercio ultramarino, não só o português* (André João Antonil em Cultura da Opulência).
 A tentativa de fazer mão de obra com indígenas encontrava a índole do autóctone brasileiro  conhecedor profundo das matas como uma resistência e o jesuíta que os defendiam e reduziam, tornado-se esses últimos os inimigos principais dos usineiros (donos de engenho), conforme nos conta  também Gilberto Freyre. O Padre Antonio Vieira nos dirá que a captura aos indígenas custava um desperdício de gentes, e de esforços, a mais do que o custo de trazer escravos da África. Antonio Vieira já havia vivido entre judeus portugueses da Holanda onde sofreu o famoso Estalo de Vieira. Portanto lhes defendia os pontos de vista.
 A luta entre padres e escravizadores pode ter como ponto de restauração histórica o lugarejo de Piratininga, nos diz o autor, onde o Judeu João Ramalho a iniciou, e que terminou, infelizmente, com a vitória dos escravizadores. São Paulo, ou melhor, os usineiros do Sul eram judeus chamados cristãos novos, ( havia cristãos novos não judeus) nos diz Gilberto Freyre em Casa Grande e Senzala a pagina 165. No Norte, embora não fossem todos judeus, viviam os usineiros endividados com a judiaria, pois desde o enriquecimento do consorcio do pau-de-tinta; os judeus dominavam economicamente a metrópole (ver Vernhagen em Historia Geral do Brasil).
Ali em Portugal desde os recuados tempos das dinastias visigóticas os judeus haviam se especializado no comercio de escravos, nos diz Chaberlain.
O trafico escravo é tão fundamental para as raças semíticas, que basta lembra a venda de José por seus irmãos como escravo para o Egito, ou apenas lembrar que o trafico de escravos era chamado de comercio fenício, povo semita e navegador. Os lucros fáceis de tal comercio fez a judiaria portuguesa e hispânica dona de capital se dedicar a tal arte, pois eram judeus que manobravam o comercio de açúcar tanto nos mercados lusitanos como nas Bolsas das cidades flamengas; Judeus portugueses enriquecidos com o monopólio das tintas, eram agora sócios das companhias mercantis dos países baixos, nos conta João Lucio de Azevedo em História dos Cristãos Novos portugueses, às paginas 183 a 186. O judaísmo articulava contra os reis Católicos e se entrincheiravam no protestantismo holandês. O escrior Judeu E. Eberlin declara que Amsterdã era a nova Jerusalém que havia acolhido judeus de Espanha (1492) de Portugal (1497) de Nápoles Itália (1519) e Veneza e Gênova em 1550; conta-nos Eberlin em "Lês Juifs d´aujourdhui '.
O negocio de escravos se tornava o mais lucrativo e seguro da história como nos conta Pedro Calmon, e a sinagoga holandesa, chamada Casa de Jacob estava no comando dos negócios. Comprados dos próprios negros, em troca de fumo, aguardente ou búsios esse negros forçudos eram vendidos no Brasil por 200 mil Reis. (ler nesse sentido um memorial titulado a invasão dos judeus datada e 1602 e citado por Mario Sáa, não consegui o original); o negocio durou três séculos e trouxe negros da Guiné, do Congo, de Angola, do Senegal; do Sudão; da Hotentócia; e de Moçambique, tendo como entreposto principal a baia de Cabinda, cuja história revelará muitos segredos ocultos.
 Ler Visconde de Paiva Manso em História do Congo. Ou Barbinnais em "Noveau Voyage ao tour du monde.
Leiam também Perdigão Medeiros em Escravidão no Brasil. 

Nosso autor diz que o comercio judaico de açúcar corria paralelo ao comercio de escravos, e que Pero de Magalhães Gandavo, calcula em seu tempo uma produção de 10 mil arrobas de açúcar. Assim, diz nosso autor, os judeus procuravam se firmar nos países protestantes do Norte, e como suas armas e mercenários procurava-se dar um golpe definitivo nos reinos Católicos, incluindo o enfraquecimento comercial de suas colônias. Daqui se compreende a invasão holandesa ao Brasil. Tema que veremos em um próximo texto.

Procure pesquisar, não saia defendendo ou caluniando nosso texto, pois a Verdade Histórica também Liberta.


 G 23 de Mello e Silva, texto e pesquisa. 

Os fetos também sentem dor ( artigo publicado no Jornal Gazeta do Povo muitos anos atrás).

Antes de ler esse artigo aconselho a leitura do livro FRONTEIRAS DA REGRESSÃO de Pierre Weill
Texto republicado mais de uma vez.


Os fetos também sentem dor.
Uma das imagens que mais admiro nas Sagradas Escrituras é aquela em que Maria ao visitar sua prima Isabel gravida é recebida pelo exultar de João Batista.

O que há de querer dizer aquela imagem, eu me pergunto. A perspectiva teológica de uma criança, um feto ou embrião,terem  a possibilidade de sentir alegria e exultar no ventre materno me fascina.

Como o embrião não esta ligado ao corpo materno, mas sim a placenta, e é formado pelas genéticas do pai e da mãe, portanto é um individuo e não um órgão da mãe, muito menos é uma doença que deva ser extirpada ou combatida, o que, por consequência, jamais dará a mãe algum direito sobre a vida de seu filho; com essa possibilidade bíblica de sentir alegria, prazer e dor o feto ou embrião ganham uma nova dimensão.

Hoje revendo velhos jornais encontro um artigo publicado na Gazeta do Povo onde um tal Nicolas Fisk professor na clínica londrina Queen Charlot"s Hospital afirma sem rodeios que um EMBRIÂO pode sentir dor. Tal experimento concorre para comprovar no embrião a base da vida emocional  prazerosa ou dolorosa . Essa experiencia cientifica não me trás novidade alguma, pois movido pela Fé sempre acreditei que isso é possível.

No tempo dos estudos universitários lembro-me dos bio- energeticistas que acreditam que correntes energéticas percorrem o corpo do embrião ou feto liberando e bloqueando sensações e emoções pre conscientes, mas com algum registro de memória. Melhor do que isso é pensar que aquelas primeiras células  daquele individuo, desde sua concepção, já possui uma alma humana, como nos ensina João Paulo II na encíclica   EVANGELIUM VITAE.

Recentemente acompanhei  no meio de muitos projetos de lei apresentados à Câmara Federal um que por emenda à Constituição, garante o dreito à vida desde sua concepção a todo ser humano concebido neste Brasil que amamos. Aprovado por unanimidade no dia 11 de maio pela Comissão de Constituição e Justiça a PEC 23 A-95 vai agora para a Comissão Especial. Neste projeto de emenda a Constituição derroga-se automaticamente o artigo  128 do Código Penal Brasileiro. Severiano Cavalcanti um deputado da Paraíba ( posteriormente demolido e atacado como deputado) faz com esse projeto, sua, a voz inaudível de toda criança rejeitada no seio materno. Tal projeto defende em primeiro lugar o direito das mulheres e homens que ainda não nasceram à vida.Sim, DIREITOS DAS MULHERES QUE AINDA NÃO NASCERAM. E que se não nascerem não terão direitos algum. Pois a vida é o direito fundamental.

Aos poucos parece que vai nascendo, não sem resistência e combate , na opinião pública brasileira e na consciência dos legisladores uma mentalidade anti-abortista.

Ainda que seja moda entre os brasileiros caluniar os deputados como homens que nada fazem, eu tomo-lhes a defesa e digo: Que pena que o povo não possa ver os bastidores e os argumentos dos deputados pró-vida na defesa dos DIREITOS DAS MULHERES QUE AINDA NÃO NASCERAM, mas que já estão no ventre materno ávidas de vida. Certamente debatem-se diante da omissão e do modismo abortista. Acredito que todos adorariam ler em um jornal como esse os argumentos do deputado Omânio de Oliveira contra o projeto de lei 20-A de 91, que ao contrario do citado acima quer a legalização do aborto. Ponham-se os leitores na condição de um  inocente condenado á morte, sem direito à defesa, impotentes ao ouvir alguém que lhes defende o direito à vida. São esses raros homens que fazem valer o exercício de cargos públicos que defendem o bem comum e os  ideais de lucidez cristã na defesa da vida. E vida de inocentes.

Wallace Requião de Mello e Silva, Secretario Parlamentar na Câmara Federal em Brasilia.

OBS Severiano Cavalcanti e Osmânio de Oliveira são deputados Evangélicos.





Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

A inadimplencia.

Todos sabem o que é dependência. Quando iniciamos uma grande empresa de tecnologia superior àquela vivida no território, criamos uma dependência e as pequenas empresas industriais e comerciais já existentes se tornam satélites da maior, ou seja dependentes dela.

Só interessa ter dependentes quem quer dominar, seja tecnologicamente, seja, economicamente. A dependência econômica entre empresas escraviza.

A empresa endividada, a família endividada, o país endividado perde liberdade, soberania, autonomia politica.

Assim achei esse artigo de minha autoria escrito naquele momento em que se instalava no Paraná a Industria de veículos Renault. Industria dependente de Matéria Prima não Renovável. Instalada como montadora, nos dá a impressão que monta materiais importados e que não tem a menor necessidade de nosso subsolo.

Um estudo mais apurado nos revelara que essas industrias de dependência têm uma função estratégica, endividar um povo, instalar-se em nações ricas em subsolo, explorar mão de obra barata, vender produtos com preços muito superiores que os de seus países de origem ( são trans -nacionais)  que exploram povos pobres, e transferem riquezas sem fim para suas origens. Tornam-se canais de transferência de riquezas, pontes.

Ha benefícios, eu pergunto.

Imaginem vocês que são brasileiros, mesmo os mais ricos e capitalizados com liquidez se conseguiriam vantagens como essas:
Dois milhões e meio de metros quadrados por doação, mais quinhentos mil metros por doação para expansão; Fazer a terraplenagem com dinheiro publico; dar infra-estrutura rodo- aérea-portuária com dinheiro publico. emprestar com isenção de juros quinhentos milhões de dólares oriundos de cofres  públicos, que é emprestado a uma empresa privada estrangeira, rica e capitalizada.Fariam isso para uma empresa brasileira, foi isso que fizeram com o Gurgel e outras tentativas nacionais.
Não é bem assim que o capital e a iniciativa nacional é tratada.
Mas é desse modo que se privatiza e internacionaliza a economia brasileira. Desta maneira me parece fácil implantar uma rica companhia estrangeira nesse país embora às custas da falência fiscal de muitas outras pequenas empresas nacionais.  Como você me pergunta: Ora esses empréstimos e isenções fiscais serão repassados tributariamente para a industria local, para o comercio local e para o consumidor nacional. Vejam os senhores que nesse presente momento, como afirma o secretario, o FUNDO DE DESENVOLVIMENTO DO PARANÁ, responsável por esses custos ainda não começou a arrecadar, nos parece óbvio que haveremos de ter um arroxo fiscal, uma voracidade fiscal. * foi o que aconteceu com os gastos com a copa, embora anos depois.

A'corda irá arrebentar mais uma vez do lado mais fraco. De onde o Estado tirará esse e outros  dinheiros, eu me pergunto. Aumentaremos a nossa divida externa ( mesmo dando todas essas benesses). Lemos na imprensa hoje, que não temos dinheiro para pagar o funcionalismo, mas temos dinheiro para financiar a Renault.
Então por que a Renault não faz ela própria os empréstimos no exterior e faz os investimentos necessários e corre os riscos. E os juros de remuneração do capital publico que não serão devidos, quem assume, eu me pergunto. Para mim estamos diante de estrategias que mais uma vez entregam  o Brasil enfraquecendo cada vez mais as iniciativas e a economia nacional. Começamos claramente pela emenda de FHC que alterou o conceito de empresa nacional. O tempo dirá.
Enquanto o IPARDES divulga números assustadores de desemprego no Paraná, a imprensa sempre subserviente nos faz engolir a promessa de 20.000 empregos gerados pela Renault, e não tece nenhuma linha sobre o uso de matéria prima não renovável que empobrece o povo brasileiro de suas reservas naturais.
No livro Small is Beautiful um inglês alerta o mundo que os países desenvolvidos saturaram ate os limites estratégicos as suas reservas naturais, preservando-as daqui em diante, e necessitando das existentes nos países pobres e subdesenvolvidos e não terão escrúpulos em se apropriar delas diante dos olhos ingênuos dos proprietários históricos dessas riquezas..Nós seremos apenas países periféricos, satélites fornecedores de matéria prima e consumidores escravizados, já nos dizia o Coronel Roberto Monteiro de Oliveira.
Vamos tomar como exemplo a Volvo que esta aqui há pouco mais de dez anos e emprega apenas um mil e setecentos funcionários, o mesmo numero do que a reformadora de pneus de Francisco Simeão. Quantos empregos se esperava, eu pergunto. Empregos diretos, pois os indiretos são alegorias. No caso da Volvo o intermediário das negociatas foi o judeu Karl Rischbieter,que presidia o Banco de Desenvolvimento do Paraná (BADEP) governava o Paraná o judeu Jaime Lerner, e representava a volvo outro judeu. Rischbieter passou do banco para diretor da Volvo e sócio do empreendimento. Tudo às custas do dinheiro publico, mas o Badep quebrou. Prejuízo do povo do Paraná que o absorve em doses homeopáticas, no caso da VW ela funde e exporta motores, sem na verdade nos deixar uma contrapartida a altura das riquezas não renováveis pertencentes em primeiro lugar ao povo brasileiro. O que esses grupos querem, ajudar o Brasil, creio que esse é o ultimo interesse. Explora-se riquezas, explora-se mão de obra barata, explora-se o consumidor brasileiro vendendo seus produtos muito mais caros que os mesmos produtos em seus paises de origem ( colocam a culpa no Governo), ganham nas exportações, geram endividamento dos consumidores, e assim vão aos pouco transferindo as economias privadas do país para organizações bancarias estrangeiras, essa a função dissimulada, ao mesmo tempo que tornam os empreendimentos brasileiros satelites dependentes dessas industrias.
Para brasileiros não ha linhas de credito isentas, não ha linhas de credito viáveis aos pequenos e grandes empreendedores sem escravizá-los, mas para os estrangeiros ha todas as especies de garantias, ate de consumo como foi o caso da Volvo que vendeu para a cidade de Curitiba mais de mil ônibus.Ausência total de riscos, cobertura total com dinheiro publico. Por outro lado não ha dinheiro para manter hospitais, para melhorar salários, para professores, aposentados, entretanto sempre ha dinheiro para subsidiar grandes negócios estrangeiros invariavelmente articulados por judeus. Não me chamem de anti-semita pois essa é a verdade, principalmente no Paraná.
Assim o dinheiro publico destinado às soluções necessárias ao sofrido povo brasileiro serve para subsidiar imensos capitais privados estrangeiros dos novos colonizadores.
Sendo redundante, não ha dinheiro para ser redistribuído pela imensa massa de trabalhadores brasileiros, mas ha dinheiro, sempre, para se locupletar nas grandes negociatas e para calar ou comprar a imprensa para produzir intermináveis elogios de mais essa iniciativa que haverá de levar muito e deixar muito pouco. Para n´ps ajudara a deixar como herança a inadimplência.


Esse artigo nunca publicado por haver nele erros de ortografia foi feito durante o trabalho de Wallace no Escritório Politico do Deputado Federal Mauricio Requião em Curitiba.







Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.

Para completar o quadro.

Para completar o quadro sugerimos a leitura de Imortale Dei que nos fala sobre a constituição cristã dos Estados. A encíclica luminosa é de autoria de Leão XIII e  a minha edição é de 1954, Editora Vozes, Brasil. Se Deus ilumina seus pastores desde o inicio dos tempos para apascentar  SUAS  ovelhas, o faz também materialmente, moralmente e espiritualmente, ate o final dos tempos, donde o titulo: O Deus Imortal....

Dormir sem sonhar, é sorte!
Ter a alma adormecida
Se é esta a imagem da morte
Por que tanto amor à vida.

argentina de mello e silva



Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.

Aviso de Pauta.

Curitiba, 15 de outubro de 2015

AVISO DE PAUTA 
CHAPA "PMDB DE CARA LIMPA" DO SENADOR REQUIÃO FARÁ INSCRIÇÃO, NESTA SEXTA-FEIRA (16), PARA DISPUTAR ELEIÇÃO NA CONVENÇÃO ESTADUAL DO PMDB-PR


A chapa "PMDB DE CARA LIMPA", que tem como candidato a presidente do PMDB do Paraná o senador Roberto Requião, fará sua inscrição para disputar a eleição na Convenção Estadual, nesta sexta-feira (16), às 15 horas, na sede do partido, na Av. Vicente Machado - 988, com a presença dos deputados estaduais e federais que integram a chapa.

PRAZO FINAL
As inscrições de chapas para disputar a Convenção Estadual se encerram às 17 horas desta sexta-feira (16) conforme determina o artigo 81 do Estatuto diz que as chapas devem se inscrever até 8 dias antes da convenção.

CONVENÇÃO ESTADUAL
A Convenção Estadual vai escolher os novos membros do Diretório Estadual, da nova Executiva Estadual, da Comissão Estadual de Ética e Disciplina e os Delegados à Convenção Nacional e os respectivos suplentes.

A eleição será no dia 24 de outubro, sábado, na sede do PMDB, em Curitiba, das 9 horas às 15 horas. O telefone para contato é (41) 3072-1515





Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.

Amigos leitores procurem ler:Diuturnum Illud.

Prezados, por favor, procurem ler de Leão XIII a encíclica: Origem do poder civil. ( Diuturnum Illud). A minha edição é de 1951, Editora Vozes Petrópolis, Rio de Janeiro , Brasil. De imediato os senhores descobrirão a natureza dos desvios de hoje.




Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.

Reforma agrária uma mentira aritmética.

Reforma agrária uma mentira aritmética.
Antes de escrever esse texto quero lembrar a todos que não sou porta voz do senador Requião, portanto não ponham em sua boca palavras que são minhas.
Também devemos acreditar que os chamados Sem Terra desejam mesmo trabalhar em um sistema cooperativista, produzindo, financiando e comercializando nesse sistema, ao menos é o que se deduz do discurso desses membros do movimento.
Agora sim, vamos ao que interessa. Não sou proprietário de terras. Como mais de 70% do povo brasileiro que vive em centros urbanos não temos propriedades rurais. (pesquisem população urbana Brasileira). Assim, ninguém em sã consciência poderá nos chamar de SEM TERRAS. Do mesmo modo se nos consideramos uma nação, ninguém poderá chamar o povo brasileiro de Sem Terras, pois como nação terras é o que mais temos.
Beste artigo, portanto, tomo como Sem Terra aquele individuo engajado no movimento dos sem terra (MST). Para minha analise somente esses indivíduos e suas famílias são passiveis de investigação. Também não podemos ser ingênuos, sejamos nós de direita ou esquerda, imaginar que esse movimento é espontâneo, mostrando as evidências que todos são manipulados tanto pelas direitas como pelas esquerdas sob inconfessos ideais.
Se assim aceitamos já podemos nos perguntar, quantos são os engajados no MST. São dez mil cem mil; oitocentos mil, ou um milhão de indivíduos. Não acredito que possam ser engajados no movimento maior numero do que estes. Refuto, portanto aqueles que vivem na pobreza em terras devolutas, aqueles que vivem a miséria nas margens de cidades e aqueles que vivem a vida urbana, como ou sem moradia própria.
Se a distribuição de terras é solução para o problema, com um milhão de engajados, por exemplo, dando-lhes um alqueire de terra a cada um, teremos a distribuição de um milhão de alqueires para resolver o problema tornado esses sem terra em proprietários de um milhão de alqueires contíguos.  Um milhão de alqueires mineiros de 48 mil  e 400 metros quadrados representam   48.400.000.000  metros quadrados ( quarenta e oito bilhões e quatrocentos milhões de metros quadrados. Agora se dividirmos essa cifra por um milhão de metros, o que representa exatamente um quilometro quadrado, teremos então para resolver o problema a cifra de 48mil e quatrocentos quilômetros quadrados. Isso é muito, ou isso é pouco em relação ao solo Brasileiro. È uma área diminuta em relação ao território brasileiro. Menos ainda se tivéssemos usado o alqueire paulista de 24,200 metros quadrados, e se em vez de um milhão de indivíduos usássemos o critério de numero de famílias, o território então encontrado seria ainda menor.
Se você não está entendendo eu tentarei explicar melhor. O Paraná possui oficialmente 199.572 quilômetros quadrados . Então os 48,400 quilometros quadrados calculados acima, representam 25% do território paranaense. Mas senhores, o Paraná representa apenas 2,3% (dois virgula três por cento) do imenso território brasileiro. Se no Paraná vivem hoje 10.000.000 de pessoas, em 25% de seu território viveriam com folga e produtividade um milhão de pessoas. Mas o numero encontrado é para resolver o problema de todos os Sem Terra Brasileiros trabalhando em cooperativa. Estamos dizendo que para a solução da posse de terras a esses hipotéticos Sem Terra, equivaleria ao território do diminuto e rico estado do Sergipe se usamos o alqueire paulista e o dobro da área daquele estado se usamos o alqueire mineiro. Isso para resolver um numero que acho exagerado de engajados no movimento.
Ora nestes termos podemos dizer que o problema fundiário do Brasil pode ser resolvido sem uma única desapropriação, pois podemos resolve-lo com o uso de terras devolutas que são propriedade do Estado, e segundo a Constituição pertencem ao povo brasileiro com ou sem posses de terra.
Disto tudo eu posso concluir que o governo não resolve o problema não apenas porque não quer, mas porque segue uma agenda internacional, base da internacionalização que combate o principio da propriedade privada e defende a soberania relativa do uso territorial privado em primeiro lugar e nacional em segundo estagio. Entenda quem puder entender.
Neste momento tanto a Direita capitalista como a Esquerda socialista, defendem sem saber, que propriedade no mundo globalizado é apenas o capital. Assim ambos os lados desejam uma reforma agrária  socializante e confiscatória, ou seja, que a propriedade privada e os meios de produção pertençam ao coletivo e por meio dele ao Estado. O que eles não percebem é que o Estado nesse modelo pertence aos donos do CAPITAL.
Se os senhores pensarem bem, como critério preciso, a única economia verdadeiramente nacional era a economia agrária, agrícola, pecuarista que aos poucos vem sendo apropriada pelas patentes genéticas e pelos transgênicos. Ainda é a única que mantém junto ao povo brasileiro, ou melhor no conceito sociológico brasileiro a idéia da propriedade territorial, o limite territorial  e o da soberania sobre o solo, e por esse motivo  deve ser quebrada, pois por esse meio se quebra a espinha dorsal e a unidade do povo brasileiro. Nos tornaremos então verdadeiramente povo sem território e sem soberania, compreendem.
Quebrado esse sustentáculo ideológico da economia rural, o brasileiro perde liberdade territorial e se submete aos interesses do capital internacional. Ora não foi para menos, e sem motivo que FHC instruído no exterior pelos de sua estirpe modificou na Constituição Brasileira por medidas provisórias o  Conceito de Empresa Nacional e os dispositivos que proibiam  ou inibiam a exploração do subsolo nacional por capitais e empresas estrangeiras. FHC durante 20 anos de falso exílio foi sustentado pela Fundação Rockfeller, ate então no comando petroleiro do planeta. Não foi por acaso, nem por ingenuidade.
Com a posse de nossas riquezas, distribui-se algumas benesses, mas se opera a fome, o desemprego, a rebeldia tão convenientes para quem governa.
Lenham senhores  os relatórios da CPMI da Agricultura ( 1993-94) quando 20 bilhões de dólares foram transferidos indevidamente da agricultura para o setor bancário, e como se sabe, eu não preciso dizer, esse que se apóia em diversas economias estrangeiras, transferiu para onde quis visando a segurança e o lucro.
Enquanto colocamos a culpa nos Sem Terra, manipulamos a opinião publica com a omissão de políticos de todos os níveis, executivos, legisladores, judiciários e militares frente a gradativa internacionalização das riqueza do pais, numa irresponsabilidade social e uma entrega total da nação pela política de troca de favores, propinas numa entrega irresponsável do país aos capitais  internacionais sem bandeira mas com laços de  ideologia.

Wallace Requião de Mello e Silva, Trabalhando na Câmara Federal em 1996.Reforma agrária uma mentira aritmética.




Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.

Novamente a Russia lidera o numero de acessos.

Os russos, ou apenas um russo ou russa supera por dia os demais acesso de nosso Blog.







Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.

Obsolescência Programada (H IPCO) leiam com muita atenção pois trata da produção de lixo.

Obsolescência Programada
Bem pedante este título, não acha? Não se preocupe, meu campo de interesse nestas crônicas não é filosofância, limito-me a temas do quotidiano, ao alcance da maioria de nós. O título quer dizer apenas que os produtos industriais de hoje não são feitos para durar muito tempo; em cerca de cinco anos tornam-se ultrapassados, obsoletos (daí obsolescência); e são programados para isso. Por quê? Ora, porque a indústria já tem outros engatilhados para nos impingir. Comprar o novo é praticamente obrigatório, se o antigo já não funciona, ou se existe outro melhor, ou se criaram incompatibilidades do novo com o meu (que ainda me serve obedientemente).
Esse artifício mercadológico foi inventado pela indústria há quase um século, e vem sendo aperfeiçoado de lá para cá. Você quer um exemplo? Eis uma tarefa tão fácil como procurar uma agulha num monte de agulhas. Então vamos a um muito característico – a televisão. Até meados do século XX não havia televisão, e ninguém precisava dela. Mas foi lançada com estardalhaço e muita propaganda, as pessoas compraram e se acostumaram. Quando todos se cansaram do preto-e-branco, já estava pronta a TV em cores. Mas era pequena, e logo foi substituída por outra grande. Continuavam não precisando dela, mas era melhor e já estavam acostumados. Essa TV grande ocupava muito espaço, era um trambolho, e foi substituída por outra fininha, de plasma, depois LCD, depois LED, depois 3D, com telas cada vez maiores. Continuam desnecessárias, inúteis, prejudiciais, mas todos já estão acostumados.
Entendeu agora por que todos querem sempre uma TV novinha? Quer mais um exemplo? Não será difícil você mesmo encontrar muitos, nesse grande depósito de agulhas, além disso eu preciso deste curto espaço para tratar de outros assuntos. Sem sair deste, pois a obsolescência programada tornou-se ubiquitária. Como o seu tempo é precioso, poupo-lhe o trabalho de conferir no dicionário e informo que ubiquitário significa que existe em toda parte.
Você já notou que os casamentos duram cada vez menos? Deveriam durar “até que a morte os separe”, mas todas as providências são tomadas ou fornecidas para eles desmoronarem diante da primeira contrariedade. A obsolescência parece programada por ambas as partes, e as leis vão atrás para chancelar o desmoronamento.
Os antibióticos são desenvolvidos para combater infecções bacterianas. Mas as bactérias criam resistência, obrigando os laboratórios farmacêuticos ao lucrativo trabalho de descobrir substitutos; cujo preço será convenientemente bem maior, afinal eles precisam recuperar os investimentos em pesquisa.
O extremo da obsolescência programada é o descartável, cada vez mais difundido. Se aparelhos são substituídos depois de alguns anos de uso, o descartável é usado uma única vez. Copos de plástico, por exemplo – aqueles que não resistem à menor pressão dos dedos – são considerados “muito práticos” por todos os preguiçosos do planeta, pois evitam o trabalho de lavar copos dignos desse nome. Um amigo com o qual compartilho a aversão a esses utensílios de péssima qualidade radicaliza: Eles devem ser descartados antes do uso. Você se sentiria honrado numa casa onde lhe oferecessem vinho ou whisky nesses copos?
Talvez você não tenha notado que os governos, no sistema político republicano, já começam com prazo de validade estabelecido: quatro ou cinco anos. Isso nada mais é do que obsolescência programada. No período eleitoral, a autopropaganda dos candidatos promete maravilhas. Depois de eleitos, as maravilhas prometidas não comparecem, e o jeito é os novos candidatos despertarem nos eleitores a apetência por novas maravilhas, cujo destino será o mesmo. E assim vão nos embrulhando sempre, e cada vez mais.
Na vigência de um sistema político-eleitoral dimensionado para curta duração dos governos, não espanta o que declarou um personagem de prestígio internacional numa reunião de cúpula, para resolver problemas político-econômicos graves: Todos sabem o que precisa ser feito; o que ninguém sabe é como ganhar as eleições depois. Outro personagem o confirma com uma distinção muito acertada: O rei pensa na próxima geração, o político pensa na próxima eleição.
No sistema em que a renovação do governo se dava dentro de uma mesma família, a visão dos governantes ia muito além, abrangia um projeto de civilização. Eram todas famílias seculares, não se desmoronavam nem com fortes tempestades, daí a estabilidade invejável dos países.
Obsolescência programada na indústria, na família, em festas, na política, em tantos outros campos, tudo faz parte de uma grande decadência programada de toda a sociedade. Compare tudo isso, junte todos os pontos, avalie cada artifício obsolescente que nos despejam no caminho, e lhe será fácil constatar que nossa trajetória está muito distante do verdadeiro progresso, que deve ser contínuo e na mesma rota.
  , ]







Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.

Novo Livro para estourar sua cabeça.

Creio que já disse isso neste blog. O fenômeno jesuíta restauraria em terras do   Brasil  , Paraguai, e Argentina o Catolicismo em toda a sua essência, na América e no mundo através da Contra Reforma. Então indico para vocês um novo livro: Manuscritos da Coleção de Angelis  >Jesuítas e Bandeirantes no Guairá 1549-1640<, Biblioteca Nacional; edição de 1951. Raro, bastante Raro. A Igreja não estaria sofrendo as calunias e injurias que sofre hoje.

O amor leal ninguém dobra, 
Nenhuma força o invalida.
É nau que jamais soçobra
no mar revolto da vida.

Argentina de Mello e Silva.






Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.

terça-feira, 13 de outubro de 2015

Noticias católicas da África

Arcebispo de Acra no Sínodo: Respeitem a África – fora com a Ideologia de Gênero!

No atual Sínodo da Família, Dom Gabriel Palmer-Buckle, criticou a tentativa de impor a agenda homossexual e a Ideologia de Gênero à África.
Dom Gabriel Palmer-Buckle, Arcebispo de Acra, Gana.
Dom Gabriel Palmer-Buckle, Arcebispo de Acra, Gana.
Roma – No dia 8 de outubro, na conferência de imprensa durante o atual Sínodo da Família no Vaticano, o Arcebispo Gabriel Palmer-Buckle de Acra (Gana) pediu  aos países europeus que respeitem a soberania dos Estados africanos.
O motivo deste apelo vem da tentativa de muitos países europeus de impor à África a agenda homossexual e a Ideologia de Gênero.
Dom Palmer-Buckler citou concretamente o Reino Unido que vai fazer com que as futuras ajudas financeiras fiquem dependentes da introdução da agenda homossexual.
O arcebispo Palmer-Buckle acentou ademais que os bispos africanos defendem a doutrina católica a respeito de matrimônio, família e sexualidade.
Perguntado se a África iria se apresentar como “bloqueadora” de reformas no Sínodo – como, por exemplo, a comunhão para os divorciados recasados – Dom Palmer-Buckle respondeu: Não viemos como bloqueadores, mas não deixaremos que nossos pontos de vista fiquem sob o candeeiro.
O Arcebispo de Acra apresentou-se de modo geral com muita convicção e força de caráter. Sublinhou que a África é um continente no qual a Igreja Católica atualmente cresce com maior rapidez.
Ele se queixou também do fato de que muitas mídias colocam em foco os temas ocidentais, falando da África unicamente de modo negativo.
Tradução do original alemão: Renato Vasconcelos






Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.

Escravidão negra no Brasil.(1)


Este complexo assunto tem sido usado ideologicamente contra os Portugueses Católicos, embora não sejam eles os culpados ou inventores da escravidão.

Na Europa da antiguidade, povos brancos escravizavam outros povos brancos e lhes raptavam as mulheres, como no caso do rapto das Sabinas; os hebreus em suas escrituras se confessam escravos do Egito e muito antes Abraão teve um filho com sua escrava Agar; nas Américas do Norte, Central e do Sul, entre Astecas, Maias e Incas, muito antes da chegada de europeus encontramos diversos tipos de escravidão e sacrifícios humanos. A Revista Etnográfica Francesa nos conta que na África era comum a pratica de escravidão entre tribos. Quem leu a vida de Santo Agostinho sabe que ele tinha uma escrava beduína que lhe deu o filho Adeodato.
Alguns historiadores  se especializaram no estudo das escravidões, e dizem que a captura de escravos negros para vende-los ou trocá-los nos navios europeus era feita por negros caçadores de negros. Tudo isso é muito interessante, mas somos cegos para as escravidão dos ricos sobre os pobres. E dos fortes sobre os fracos em nosso dias. Nunca se fala da escravocracia dos ingleses, na América, na África, China e Índia. Não se fala da escravocracia dos demais países europeus protestantes, menos ainda se fala nas escravocracias orientais sob o regime de castas ou espolio de guerras. Ataca-se apenas o envolvimento católico com a escravidão.

No Brasil, pode-se afirmar que também os seus povos autóctones escravizavam uns aos outros,( ver História Geral do Brasil de Varnhagen, Visconde de Porto Seguro)  porém a acusação por motivação ideológica, recai apenas sobre as missões jesuíticas, e navios negreiros supostamente portugueses, mas nem sempre, quando na verdade, no caso dos jesuítas, eles foram atacados pelo “paulistas”, para enfraquecer a contra reforma da América e usaram a “busca de escravos índios” como desculpa. O maçom Marques de Pombal daria o golpe final na contra reforma expulsando os jesuítas das Américas, assim acobertava-se pelo interesse econômico uma luta de fundo religioso.  

Na verdade com o crescimento da produção de açúcar no país iniciamos o estudo da escravidão negra no Brasil e nos demais países da América do Sul. Aqueles que estavam no comando dos negócios do açúcar são os verdadeiros responsáveis pela escravidão negra no Brasil.


G23 de Mello e Silva.







Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.