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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

A SODOMIA

A Sodomia na Bíblia.
Todos sabem que o Homo – afetivo aqueles indivíduos que sentem atração sexual por pessoa do mesmo sexo, também chamado erroneamente de homossexualismo (porque não há sexo entre Homo-afetivos, mas tão somente erotismo ou homo-sensualismo), é também chamado sodomia, seja ele vício de homem ou mulher. O nome deriva do vício da população de Sodoma e Gomorra, cidades bíblicas, narrada nas escrituras judaicas, que foi destruída justamente por essa pratica vergonhosa.
Sem juízo de valor fiz rápida pesquisa sobre as citações Bíblicas sobre a sodomia, e trago aos interessados o resultado. Nas escrituras judaicas encontramos em Lev 20, 13: “Aquele que pecar com um homem, como se ele fosse uma mulher, ambos cometeram uma coisa execranda, sejam punidos de morte: o seu sangue caia sobre eles”.
Também nas escrituras judaicas em Genesis 19, 24-26 leremos a descrição da destruição de Sodoma e seu motivo.
Nas escrituras cristãs leremos em São Paulo I Cor, 6,9-10 “não vos enganeis; nem os fornicadores, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas... possuirão o reino de Deus.
Em primeira carta a Timóteo leremos: 1tim 1,9-10: A lei não foi feita para o justo, mas para os injustos e desobedientes, para os ímpios e pecadores, para os irreligiosos e para os profanos, para os parricidas, matricidas e homicidas, para os fornicadores, sodomitas (...).
Assim também leremos em II Pedro 2,6-9 em São Judas Tadeu, Jud. 1,7, ambas fazendo referencia a sodomia praticada em Sodoma.
Fora das escrituras, poderemos ler em Santo Tomas de Aquino Suma Teológica II-II q 142 a 4 & II-II 154 a12.
Santo Agostinho em Confissões C III, p 8: “As devassidões contrarias a natureza devem ser condenadas em toda a parte e sempre como foram condenados os pecados de Sodoma; ainda que todos os povos os cometessem, cairiam na mesma culpabilidade de pecado segundo a Lei de Deus (os mandamentos) que não fez os homens para assim usarem dele”.
Mais recentemente poderemos ler em documentos dos papas São Pio V e São Pio X, o primeiro na constituição “Horrendum illud scelus”, e o segundo em Catecismo Maior n 966.
Ambos afirmam que esse pecado execrável (a sodomia) atrai a vingança cósmica (clamam aos céus por justiça), ou, melhor dizendo, a divina vingança por lesarem a ordem natural do uso do sexo e o Templo do Espírito Santo, o corpo humano.
Todavia e para terminar, muito me chamou a atenção esse texto de Romanos 1- 26 e seguintes, pois ele trás um questionamento fundamental para a Psicologia e para a ciência dos costumes.
Vejam bem: “Por isso Deus os entregou aos desejos de seus corações e a imundície de modo que desonraram entre si os próprios corpos. Deus os entregou a paixões vergonhosas: as suas mulheres mudaram o uso natural (do sexo*) em outro que é contra a natureza. Do mesmo modo também os homens deixando o uso natural da mulher arderam de desejo uns para com os outros cometendo homens com homens a torpeza”
*Ora, o uso natural do sexo, é o sexo genital entre macho e fêmea. O sexo que realiza o apetite Genésico, ou seja, o apetite gerador, fecundo. O que seria essa troca do uso natural pelas mulheres, claramente o coito anal, o erotismo oral, ou qualquer outro uso da sensualidade. E com quem trocaram o uso natural, como os seus homens. Conclui-se que como conseqüência desse abuso passional, os homens, deixando o uso natural da mulher (pois o anus tanto os homens como as mulheres têm, daí ser a bunda na sociedade moderna o símbolo da igualdade entre sexos*) e assim evitava-se o apetite genésico, a fertilidade, fazendo do impulso sexual não mais um chamado à vida, mas tão somente a um prazer estéril), e com isso “arderam de desejos uns para com os outros cometendo os homens com homens a torpeza”. Ora esta nas entrelinhas que as mulheres também cometeram torpezas umas com as outras. E termina esse texto Bíblico dizendo: e receberam no próprio corpo a paga pela sua torpeza.
Convido os membros do Grupo de Estudos 23 de Outubro a meditarem sobre esse texto, pois a fuga da vida (desvio do apetite genésico) é o direcionamento para o caminho da morte. Interessante e esclarecedor.
• Ler semelhança entre sexos na Bíblia. Maternidade, LUZ.
• A atração entre dois machos ou duas fêmeas é o fim da fecundidade natural, o caminho da vida fica interrompido.
• A sodomia é o narcisismo essencial, fruto de uma mente que não considera verdadeiramente o outro, e o Grande Outro é Deus. Ou seja, Deus esta fora da verdadeira reflexão.
• A sodomia coletiva gerará um grupo narcísico, tendente a extinção.
• A Sodomia é o ódio aos progenitores em primeiro lugar em nível simbólico, sempre lembrando que o excessivo apego à figura materna ou paterna, é o sufocar da imagem paterna ou materna, e portanto expressa a morte ou do outro ou de si mesmo. Fusão do ego.
• A sodomia é a anti-tese do heterosensualismo ( atração sexual entre homem e mulher) donde optamos por chamar os sodomitas de Heterofóbicos, ou seja, os que tem dificuldade de aceitar simbolicamente a união fértil e sexual dos pais. Bem, podemos inferir que a não aceitação do fruto dessa união, reflete-se na não aceitação de sua própria natureza genética.
• A sodomia é o resultado do Prazer sufocando o DEVER, o essencial substituído pelo acessório em uma escala de valores formadora da personalidade sodomita masculina ou feminina.
• Não podendo matar o artista, agride-se a obra. Não podendo matar Deus, agride-se a obra de Deus e peca-se contra a natureza num ato de rebeldia.
• Se os Mandamentos ( basta inverte-los para entender) preservam a vida, individual e social, negá-los na prática significa violar a vida.
• Em termos moleculares os sinais de cargas elétricas iguais se repelem, e sinais de cargas diferentes se atraem. A Sodomia não é atração de pessoas do mesmo sexo, é repulsa ao sexo fecundo do outro.

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terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Une théologie de l'amour fécond.

Une théologie de l'amour fécond.


Une théologie de l'amour fécond, ou une théologie de la sexualité?
Le texte d'esquisser ici est basé sur le livre du Père Léon CSJ, aujourd'hui décédé, intitulé «Soyez féconds." Je ne suis pas entièrement d'accord avec votre texte (ou il a voulu, devraient, ou demandé pour elle), mais nous ne pouvons pas nier que son livre est fertile en idées. Il a ainsi rempli le premier et le plus essentiel de ses locaux, le zèle missionnaire de son fructueux.
Le nom de «théologie» ne s'applique pas dans son sens «plein» dans ce texte. Teo, Dieu en grec, des logos plus, l'étude, un mot, nous parle d'une étude approfondie de Dieu. Dans le cas chrétien, est la science qui en déduit la parole révélée de hagiographes, une nature de Dieu, sa volonté, l'intelligence et les enseignements. De cette manière, ce texte, nous voulons voir ce que Dieu nous parle à travers l'Ecriture Sainte sur la sexualité.
La fécondité est le Nord dans la vie . La direction qu'elle pointe vers le pointeur de la boussole d'orientation de la vie. La vie est fertile. La mort est stérile.
Eh bien, aller faire la fête. Si je présente un morceau de chocolat, vous faire goûter et dire: C'est bon! Alors je vais vous présenter un parfum, vous inspirez et dit: C'est bon! Je te fais un câlin sur le cuir chevelu, et vous dites: Bon. Maintenant, ce que vous dites?
Dites-vous que a le plaisir de bonnes choses, vous dites que a le plaisir.
Dans la Genèse, nous lisons que Dieu vit que toutes les choses créées étaient bonnes, tout était bon, on peut donc supposer sans présomption plus que Dieu a estimé heureux de ce qu'ils ont créé. Dieu senti le plaisir de leur fertilité. Il semble imprudent de le dire, parce que Dieu a dit que l'homme est son image et ressemblance, de sorte que nous considérons comme l'image et à la ressemblance de Dieu.
Pourquoi, Dieu créa l'homme, le sommet de sa création, et la femme vit que l'homme était bon et avait besoin d'un assistant, et a créé la femme que l'homme que son compagnon, mâle et femelle il les créa. Il vit que cela était bon. C'est ainsi que Dieu a créé le sexe.
Mais le sexe ici, ce texte est pris dans sa définition la plus classique. Conformation macro et micro anatomie qui distinguent les hommes des femmes, différences qui se reflètent dans les hormones, les glandes, et les chromosomes sexuels (XX pour les femelles) et XY (pour les hommes). Ainsi, les humains sont sexués dans chacune de ses cellules, à la différence des êtres asexués.
Voir Dieu que tout allait bien (se régalant de son fécondité créatrice) a ordonné que les êtres humains croissent et se multiplient, c'est à dire, l'image et la ressemblance du Dieu un et trine fait fructifier, en les guidant à la fécondité . Ne pas être fructueuse pour nos ancêtres, nous ne serions pas écrit ce texte. Nous pouvons le faire parce que nos parents ont été fructueux.
Homme et femme, Dieu les a créés. Nous avons ici une des pierres angulaires de la sexualité, parce que ce qui distingue l'homme de la femme est le sexe. Il n'est pas possible cette série, une troisième voie.
Mais si Dieu a créé les organes génitaux de l'homme, et toutes les différences macro et micro anatomiques et fonctionnelles, Dieu a aussi créé la main humaine. Maintenant, la main chez l'homme, il est de votre corps, entre ses parties, le plus multifonctionnel. La main qui écrit, joue des instruments, la cuisine, la construction, des formes, des dessins, frotte, erotiza, semer, récolter, mais aussi tuer, mentir, falsifier, détruire, violemment. Maintenant que, tout simplement, se rendre compte que les actes ont la main actes moraux, sociaux et immoraux et anti-social. Si c'est pour la main de l'homme, le lecteur conclura bientôt sans difficulté c'est le cas, également pour le corps, et pour d'autres organes de l'homme, y compris les organes génitaux, le sexe, où nous concluons que tout acte humain est moral, et le moral est fertiles, de vie féconde. C'est, pour Dieu était bon de voir que c'est parce que le travail créé n'était pas mauvais, stérile, dégoûtant, immorale et inutile. Le péché originel a été la désobéissance à la frontière morale, à savoir, la désobéissance à un ordre à cours limité, la demande, établi par Dieu. La rupture de cette limite serait de prendre l'innocence de l'homme, ou l'expérience morale parfaite, et se retirer du ciel, ou que l'harmonie parfaite et l'expérience cosmique. Depuis cela, comme dit dans la Genèse, n'avaient rien à la sexualité, mais avait à la désobéissance à la limite entre ce qui est moral et ce qui était bon . Donc, les hommes connaissaient la différence entre le bien et le mal, nous dit la Genèse, et qu'ils virent qu'ils étaient nus (dépouillé de l'harmonie cosmique de l'obéissance innocence originelle fructueuse) et se sont couverts de feuilles. Limited et cachaient leurs sexes se sont rendus coupables de désobéissance morale. Ils voulaient sortir avec elle aux yeux de Dieu fructueuse. C'est, l'homme voulait posséder la connaissance. Parce qu'il a mangé le fruit de la connaissance par transgreção, et tient à conserver la vie personnelle, il contrôle égoïstement, être confondue avec elle, comme Dieu le créateur, (Je suis la vie) et au lieu d'être innocent, obéissant et fructueuse, limitée tout comme l'homme et la femme ont été créés, instruments dociles de l'œuvre cosmique de la vie, de Dieu et non pas les maîtres, ils sont devenus désobéissants à Dieu, la poursuite obstinée de cri cosmique de Satan: «Je suis juste comme Dieu." Aujourd'hui, les hommes se rapprocher de l'Arbre de Vie, ce qui selon la Genèse, ce protégé par une épée flamboyante. La distribution d'abord dans le paradis de l'innocence, le second disque à l'existence dans le temps à la damnation éternelle.
C'est ce que dit le Père Léon dans son livre: "L'intimité sexuelle, c'est sacré! L'attraction mutuelle entre l'homme et la femme est plus une impulsion naturelle, est la réalisation de la fécondité de Dieu, est un sacrement, c'est le don de Dieu et le désir. Le plaisir sexuel est aussi Soleil et don de Dieu. Il a créé l'être humain sexuelle. Dieu créa l'homme et vit que cela était bon »et le moral créé pour la fertilité.
Donc être fructueuse: dans l'amour.

version française



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Mas elas pecam.... disse o leitor.

Mas elas pecam contra a castidade... Disse o leitor.
Prezado leitor, morda a sua língua; eu também já tive esse tipo de malicia rancorosa que denuncia a nossa covardia e o nosso escândalo diante da coragem dessas mulheres.
Vamos por partes: Em pentecostes, estando os discípulos reunidos às portas fechadas. Jesus entrou e vendo-os disse: A PAZ ESTEJA COM VOCÊS. Em nenhum momento jogou na cara do apóstolo Pedro a sua tríplice traição, não repreendeu os discípulos pelo abandono na cruz, e abandonar Deus é um pecado grave. Chamou a atenção de Tomé: Bendito aquele que não vendo creu; ora e o fez para edificação de todos e para que tivessem paz. Não relevou as traições de cada um deles.
Igualmente no episódio da mulher adúltera que pecava contra a castidade e contra os laços do casamento, Jesus vendo a hipocrisia deles que estava pronto para lapidá-la (apedrejá-la ate a morte) disse a frase que ecoa através dos séculos aos nossos ouvidos hipócritas. ATIRE A PRIMEIRA PEDRA AQUELE QUE NÂO TEM PECADO.

Agora, leitor, eu te farei juiz. Como julgará você? Uma mulher casada por circunstâncias qualquer trai o marido, ou se preferir o marido trai a mulher pecando contra a castidade do estado de casados. Arrepende-se, volta atrás, e reassume seu estado matrimonial, sua responsabilidade diante dos filhos, suas obrigações para com a família assumida, ou pelo contrário, numa rigidez não virtuosa, mas orgulhosa, jamais escorregou anos a fio, mas derrepente abandona o casamento para nunca mais voltar às responsabilidades matrimoniais, as obrigações para com os filhos, a profunda responsabilidade social pela família que gerou. O que você julgaria menos grave?
Penso que você optará, pelo arrependimento.
Agora digamos que uma freira possa nos seus anos de vida religiosa ter caído em tentação e consentido em algum pecado contra a castidade, mas arrependendo-se, no silêncio de seu coração, volta as suas responsabilidades de vida consagrada, e outra que, como exemplo, nunca tropeçou, cobrando de si e das suas irmãs uma perfeição não virtuosa (fruto dos sacramentos), mas uma perfeição orgulhosa, fruto da confiança em si mesma, derrepente abandona tudo, para viver uma vida matrimonial, ou viciosa, como por exemplo, na homossensualidade? Penso leitor, que se o senhor tiver bom senso, e pena de si mesmo, pois certamente, pela sua malicia és um pecador reincidente e malicioso, que concordará que a primeira situação é muito menos grave que a segunda.
Então digamos, apenas por hipótese que uma freira, nos segredos de seu coração, ou na discrição de sua vida religiosa tenha realmente pecado contra a castidade. Abra bem os olhos para olhar de frente o que direi aqui. Essa esposa de Cristo trai o próprio Deus de quem é esposa consagrada, mas se Deus, a permitiu cair, não sejamos nós a tomar pedras nas mãos, não nós os pecadores cruéis e hipócritas que somos. Todavia irmão, num contexto de permissividade, promiscuidade, rebeldia aos mandamentos e negação constante de Deus em que estamos vivendo, esse pecadinho hipotético de uma ou outra freira no contexto de milhares, é uma mancha insignificante na podridão em que vive a Sociedade humana dos dias atuais.
Todavia leitor amigo, nem todos os carnais caluniadores podem compreender o que é viver heroicamente a Castidade Consagrada. E eu não tenho argumento para o seu convencimento. Mas quero lhe deixar um alerta. As fotos que me mandou, certamente colhidas na Internet, não mostram Freiras em pecado. Preste atenção nas unhas longas, nas tatuagens e nos pingentes cravados na pele. Veja que são; e é obvio, meu caro, prostitutas vestidas em habito religioso para com mais esse pecado acumular sobre suas cabeças ofensas a Nosso Senhor, caluniando, injuriando e difamando suas esposas. Livre-se delas.

Agora, lembre-se que elas, as freiras, como nós são pessoas de carne e osso, que nasceram de pai e mãe, e que, como qualquer um de nós elas podem sim pecar e não só contra a castidade, mas contra cada um dos dez Mandamentos. Sim elas podem cair em tentação e consentir. Agora o que te escandaliza é a coragem delas de assumir a vocação religiosa contra o apetite natural da carne (coisa que não fazemos), contra as seduções do mundo ( o que não fazemos e não queremos), e contra a rebeldia revolucionária de todos nós ( o que queremos à todo momento), assumindo os votos perpétuos de Castidade, Pobreza, e OBEDIÊNCIA;

ISSO NOS HUMILHA!

Eu não as julgarei, eu não te julgarei, eu apenas te peço: MORDA A LINGUA e beba do próprio veneno. O silêncio é mais sábio do que a impudica malícia.

wallacereq@gmail.com.




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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Trabalho ou prazer?

Trabalho ou Prazer???
Um Presidente de uma determinada empresa, casado há 25 anos, está na maior dúvida se transar com a mulher, depois de tanto tempo de casamento, é trabalho ou prazer. Na dúvida, ligou pro Diretor Geral e perguntou-lhe o que ele achava.
O Diretor ligou pro Vice-Diretor e fez a mesma pergunta. O Vice-Diretor ligou pro Gerente Geral e fez a mesma pergunta.
E assim seguiu-se a corrente de ligações até que a pergunta chegou ao Setor Jurídico e o Advogado Chefe perguntou como de praxe, pro Estagiário que estava todo afobado fazendo mil coisas ao mesmo tempo.
- Rapaz, você tem um minuto pra responder se quando o Presidente da empresa transa com a mulher dele é trabalho ou prazer???
- É prazer, Doutor!!! - respondeu o Estagiário prontamente e com segurança.
- Ué? Como é que você pode responder isso com tanta segurança e certeza?
- É que... Se fosse trabalho, ele já teria me mandado fazer !!
He he he.


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Um Casamento Divino.

Um casamento divino.
Embora aconteça, eu dificilmente reconheço em mim alguma virtude. Muito mais comum é o reconhecimento de minhas faltas, de meus vícios, etc. e tal. Sendo assim, não é o homem virtuoso que eu convoco para dar esse testemunho, mas o homem carnal, passional, o animal como se diz hoje. É esse segundo homem tosco e grosseiro que eu convoco como testemunha ocular do que passo a contar.
Dia 9 de Janeiro foi convidado a assistir uma celebração religiosa. Tratava-se da celebração de uma núpcia. Um casamento divino.
O celebrante, bispo brincalhão, responsável pela arquidiocese de Cascavel no Paraná, foi simples, hábil, sintético e verdadeiro em sua homilia e rito. Impressionou a minha alma de pecador.
Quatro freiras se apresentavam. Uma para constituir noivado e três para os laços matrimoniais com Nosso Senhor Jesus Cristo. Fizeram diante da comunidade os votos perpétuos, as que se casavam, e os provisórios a que noivava, votos de pobreza, castidade e obediência. Prostraram-se se deitando ao chão, enquanto todos os padres presentes davam-lhes as costas voltando-se para o Santissimo, em sinal de que elas estavam se abandonando inteiramente nas mãos do pretendente divino. Cumprido todos os ritos, cheios de simbolismo e emoção, o Bispo tomou a palavra.
Meus caros pais levantem as suas cabeças e se encham de orgulho, pois Nosso Senhor Jesus Cristo olhou para vossas famílias. Escolheu entre uma de suas filhas, uma esposa. Sois, portanto sogro e sogra de Deus, Jesus é seu genro, sua filha é agora esposa de Deus. E vos irmãos das nubentes, sois cunhado de Nosso Senhor. Enchei-vos de orgulho e de intimidade familiar, pois Deus agora faz parte de maneira muito especial e intima de vossas famílias. Tivessem elas casado com algum homem rico, ou famoso, ou artista e estaríeis vaidosos de ter tão ilustre membro na família, mas meus caros, foi Deus que olhando para as vossas famílias, por um desígnio muito especial vos chamou, e vossas filhas aceitaram esse precioso chamado. Suas orações serão diferentes de agora em diante. Direis querido genro, querido cunhado e direi, prestem atenção: Minha filha querida, agora que sois esposa de Deus, conversa com ele na intimidade e intercede por isso, ou aquilo. Compreendeis que tipo de relacionamento vos tendes de aqui em diante com Nosso Senhor Jesus Cristo? É um espetáculo, uma benção, uma escolha e uma honra indescritíveis.

Ora, sendo eu um homem de poucas virtudes, vi meus olhos se encherem de lágrimas.

Mas se isso me emocionou, muito mais me emocionou o seguinte episódio: A esposa de joelhos diante do bispo. Tu fazes o voto perpetuo de Castidade perfeita? Sim. De Obediência a Igreja e as Constituições da Congregação das Irmãs Franciscanas da Sagrada Família? Sim. De Pobreza? Sim. Tens consciência de que sois agora esposas de Cristo? Sim. Então, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, se assim procederes, eu vos prometo a VIDA ETERNA. É mole ou querem mais?
Impressionante. E eu estava lá, num cantinho qualquer, observando e testemunhando esse Casamento Divino, celebrado sem as pompas de um casamento qualquer, sem flores, tapetes vermelhos, músicos ou damas. Apenas cinco corações amorosos.





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O Brasil

Sempre que se compara a economia brasileira é preciso lembrar que o Brasil não tem colonias onde se explora todo tipo de riquezas e se avilta a liberdade dos colonizados, nem tem frotas mercantes monstruosas a aumentar a renda dessas economias. O Brasil cresce sozinho embora explorado pelo grande Capital. Na verdade sob diversos aspectos o Brasil continua uma colônia do Capitalismo Internacional. Vejam o típico caso do Pré Sal.




O BRASIL SERÁ O 4º PIB MUNDIAL EM 2050

ESTUDO DA “PRICEWATERHOUSECOOPERS” PREVÊ O BRASIL COMO O 4º PIB MUNDIAL EM 2050

“Antes de 2020, os sete grandes emergentes já terão superado os tradicionais países do G-7 em tamanho do PIB

Jamil Chade, de O Estado de S. Paulo

“GENEBRA - A economia brasileira vai superar pela primeira vez a da França neste ano e já em 2013 vai ultrapassar a do Reino Unido, atingindo a sétima posição no planeta e se preparando para, em 2050, tornar-se a quarta maior economia do mundo. Mas um brasileiro terá de esperar pelo menos mais 40 anos para ter a renda média de hoje de um alemão.

Os dados fazem parte de um estudo da “PricewaterhouseCoopers”. Segundo o estudo, antes de 2020 as sete grandes economias emergentes já terão superado os tradicionais países do G-7 em tamanho do PIB. A constatação do levantamento é que, em meados do século, o cenário econômico mundial será bem diferente do atual, com China e Índia nos dois primeiros lugares e o atual líder – os Estados Unidos – apenas na terceira posição.

No caso do Brasil, o País subirá várias posições no ranking das maiores economias, incentivado por seu mercado doméstico e pela exportação de recursos naturais num primeiro momento. Se a comparação do PIB do Brasil for calculada em paridade de poder de compra (PPP), o País passaria da atual nona posição entre as maiores economias para a quarta, elevando PIB de US$ 2 trilhões em 2009 para US$ 9,7 trilhões em 2050.

A projeção é de que já este ano o Brasil supere a França em PIB. Em 2010, já havia superado a Espanha. Em 2013, superaria o Reino Unido. Finalmente, em 2025, passaria a Alemanha – o motor da economia europeia. Em 2037, seria a vez de superar a Rússia e, em 2039, o Japão.

Em comparação que leve em conta a taxa de câmbio do mercado, conhecido como PIB nominal, o Brasil também chegaria em 2050 na quarta posição entre as maiores economias, com US$ 9,2 trilhões de PIB. Hoje, o País ocupa a 8ª posição. Por esses cálculos, o Brasil superaria a Itália em 2017, passaria o Reino Unido em 2023 e ultrapassaria a França em 2027. Em 2032, seria a vez de superar a Alemanha e, em 2044, passaria o Japão.

RENDA

O avanço do Brasil pode impressionar. Mas, para o autor do levantamento, ser a quarta maior economia do mundo não significa que a pobreza será automaticamente erradicada. "Isso dependerá de política de Estado para garantir a distribuição da riqueza", afirmou ao Estado o economista John Hawksworth, chefe do grupo que realizou a projeção.

Ele lembra que, hoje, um brasileiro tem em média uma renda equivalente a 22% da renda de um americano. Em 40 anos, ganhará ainda menos da metade do que será a renda de um trabalhador nos Estados Unidos.

No Brasil, a renda passaria dos atuais US$ 10 mil por ano para quase US$ 40 mil em 2050. Na prática, a renda média de um brasileiro levará mais 40 anos para alcançar a de um alemão hoje.

Em termos de expansão do PIB, a consultoria destaca que o Brasil não estará entre os líderes e, mesmo na quarta posição mundial, o País terá em 40 anos um PIB que não difere do tamanho atual da economia chinesa.

A projeção é de crescimento de 4,4% ao ano. Mas abaixo do crescimento de México, Argentina, Indonésia, China e Índia. Ainda assim, duas vezes mais rápido que o dos Estados Unidos e quatro vezes superior ao do Japão. Em renda per capita, a expansão será de 3,3%, abaixo de 4,6% da China, 5,3% da Índia e metade da do Vietnã. "O grande desafio do Brasil será o de manter a estabilidade e investir em infraestrutura para permitir que essa expansão possa de fato ocorrer", avalia Hawksworth .

EMERGENTES

Outra constatação do relatório é a nova posição dos emergentes no cenário internacional. Em 2050, os sete maiores emergentes (China, Índia, Brasil, Rússia, México, Indonésia e Turquia) terão um PIB duas vezes superior ao tradicional G-7, formado por países industrializados. Isso, se ocorrer, será uma transformação importante em comparação com 2007, quando os ricos ainda tinham uma economia três vezes maior que a dos emergentes.

Mas as projeções indicam que, antes de 2020, a China já superará os EUA em paridade de poder de compra. A crise atual já havia possibilitado à China superar o Japão e se tornar a segunda maior economia do planeta. Em PIB nominal, porém, terá de esperar até 2032.

A grande novidade dos próximos 40 anos será a Índia, o país que mais crescerá. Em termos nominais, seu PIB será o terceiro maior do mundo, encostado ao dos Estados Unidos. Em paridade de compra, o PIB será 14% superior ao americano. Os indianos deverão superar o Japão em 2011 e o Brasil em 2014. Juntos, americanos, chineses e indianos terão 50% do PIB mundial."

FONTE: reportagem de Jamil Chade, de “O Estado de S. Paulo”



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domingo, 9 de janeiro de 2011

Dando voz a Dona Marisa Letícia

Foram oito anos de bombardeio intenso, tiroteio de deboches, ofensas de todo jeito, ridicularia, referências mordazes, críticas cruéis, calúnias até. E sem o conforto das contrapartidas. Jamais foi chamada de "a Cara" por ninguém, nem teve a imprensa internacional a lhe tecer elogios, muito menos admiradores políticos e partidários fizeram sua defesa. À "companheira" número 1 da República, muito osso, afagos poucos. Ah, dirão os de sempre, e as mordomias? As facilidades? O vidão? E eu rebaterei: E o fim da privacidade? A imprensa sempre de olho, botando lente de aumento pra encontrar defeito? E as hostilidades públicas? E as desfeitas? E a maneira desrespeitosa com que foi constantemente tratada, sem a menor cerimônia, por grande parte da mídia? Arremedando-a, desfeiteando-a, diminuindo-a? E as frequentes provas de desconfiança, daqui e dali? E - pior de tudo - os boatos infundados e maldosos, com o fim exclusivo e único de desagregar o casal, a família? Ah, meus queridos, Marisa Letícia Lula da Silva precisou ter coragem e estômago para suportar esses oito anos de maledicências e ataques. E ela teve.

Começaram criticando-a por estar sempre ao lado do marido nas solenidades. Como se acompanhar o parceiro não fosse o papel tradicional da mulher mãe de família em nossa sociedade. Depois, implicaram com o silêncio dela, a "mudez", a maneira quieta de ser. Na verdade, uma prova mais do que evidente de sua sabedoria. Falar o quê, quando, todos sabem, primeira-dama não é cargo, não é emprego, não é profissão? Ah, mas tudo que "eles" queriam era ver dona Marisa Letícia se atrapalhar com as palavras para, mais uma vez, com aquela crueldade venenosa que lhes é peculiar, compará-la à antecessora, Ruth Cardoso, com seu colar poderoso de doutorados e mestrados. Agora, me digam, quantas mulheres neste grande e pujante país podem se vangloriar de ter um doutorado? Assim como, por outro lado, não são tantas as mulheres no Brasil que conseguem manter em harmonia uma família discreta e reservada, como tem Marisa Letícia. E não são também em grande número aquelas que contam, durante e depois de tantos anos de casamento, com o respeito implícito e explícito do marido, as boas ausências sempre feitas por Luís Inácio Lula da Silva a ela, o carinho frequentemente manifestado por ele. E isso não é um mérito? Não é um exemplo bom?

Passemos agora às desfeitas ao que, no entanto, eu considero o mérito mais relevante de nossa ex-primeira-dama: a brasilidade. Foi um apedrejamento sem trégua, quando Marisa Letícia, ao lado do marido presidente, decidiu abrir a Granja do Torto para as festas juninas. A mais singela de nossas festas populares, aquela com Brasil nas veias, celebrando os santos de nossas preferências, nossa culinária, os jogos e brincadeiras. Prestigiando o povo brasileiro no que tem de melhor: a simplicidade sábia dos Jecas Tatus, a convivência fraterna, o riso solto, a ingenuidade bonita da vida rural. Fizeram chacota por Lula colar bandeirinhas com dona Marisa, como se a cumplicidade do casal lhes causasse desconforto. Imprensa colonizada e tola, metida a chique. Fazem lembrar "emergentes" metidos a sebo que jamais poderiam entender a beleza de um pau de sebo "arrodeado" de fitinhas coloridas. Jornalistas mais criteriosos saberiam que a devoção de Marisa pelo Santo Antônio, levado pelo presidente em estandarte nas procissões, não é aprendida, nem inventada. É legitimidade pura. Filha de um Antônio (Antônio João Casa), de família de agricultores italianos imigrantes, lombardos lá de Bérgamo, Marisa até os cinco de idade viveu num sítio com os dez irmãos, onde o avô paterno, Giovanni Casa, devotíssimo, construiu uma capela de Santo Antônio. Até hoje ela existe, está lá pra quem quiser conferir, no bairro que leva o nome da família de Marisa, Bairro dos Casa, onde antes foi o sítio de suas raízes, na periferia de São Bernardo do Campo. Os Casa, de Marisa Letícia, meus amores, foram tão imigrantes quanto os Matarazzo e outros tantos, que ajudaram a construir o Brasil.

Outro traço brasileiro dela, que acho lindo, é o prestígio às cores nacionais, sempre reverenciadas em suas roupas no Dia da Pátria. Obras de costureiros nossos, nomes brasileiros, sem os abstracionismos fashion de quem gosta de copiar a moda estrangeira. Eram os coletes de crochê, os bordados artesanais, as rendas nossas de cada dia. Isso sim é ser chique, o resto é conversa fiada. No poder, ao lado do marido, ela claramente se empenhou em fazer bonito nas viagens, nas visitas oficiais, nas cerimônias protocolares. Qualquer olhar atento percebe que, a partir do momento em que se vestir bem passou a ser uma preocupação, Marisa Letícia evoluiu a cada dia, refinou-se, depurou o gosto, dando um olé geral em sua última aparição como primeira-dama do Brasil, na cerimônia de sábado passado, no Palácio do Planalto, quando, desculpem-me as demais, era seguramente a presença feminina mais elegante. Evoluiu no corte do cabelo, no penteado, na maquiagem e, até, nos tão criticados reparos estéticos, que a fizeram mais jovem e bonita. Atire a primeira pedra a mulher que, em posição de grande visibilidade, não fez uma plástica, não deu uma puxadinha leve, não aplicou uma injeçãozinha básica de botox, mesmo que light, ou não recorreu aos cremes noturnos. Ora essa, façam-me o favor!

Cobraram de Marisa Letícia um "trabalho social nacional", um projeto amplo nos moldes do Comunidade Solidária de Ruth Cardoso. Pura malícia de quem queria vê-la cair na armadilha e se enrascar numa das mais difíceis, delicadas e técnicas esferas de atuação: a área social. Inteligente, Marisa Letícia dedicou-se ao que ela sempre melhor soube fazer: ser esteio do marido, ser seu regaço, seu sossego. Escutá-lo e, se necessário, opinar. Transmitir-lhe confiança e firmeza. E isso, segundo declarações dadas por ele, ela sempre fez. Foi quem saiu às ruas em passeata, mobilizando centenas de mulheres, quando os maridos delas, sindicalistas, estavam na prisão. Foi quem costurou a primeira bandeira do PT. E, corajosa, arriscou a pele, franqueando sua casa às reuniões dos metalúrgicos, quando a ditadura proibiu os sindicatos. Foi companheira, foi amiga e leal ao marido o tempo todo. Foi amável e cordial com todos que dela se aproximaram. Não há um único relato de episódio de arrogância ou desfeita feita por ela a alguém, como primeira-dama do país. A dona de casa que cuida do jardim, planta horta, se preocupa com a dieta do maridão e protege a família formou e forma, com Lula, um verdadeiro casal. Daqueles que, infelizmente, cada vez mais escasseiam.

Este é o meu reconhecimento ao papel muito bem desempenhado por Marisa Letícia Lula da Silva nesses oito anos. Tivesse dito tudo isso antes, eu seria chamada de bajuladora. Esperei-a deixar o poder para lhe fazer a Justiça que merece.


Wallacereq@gmail.com

Dando voz a Dona Marisa Leticia da Silva.

Foram oito anos de bombardeio intenso, tiroteio de deboches, ofensas de todo jeito, ridicularia, referências mordazes, críticas cruéis, calúnias até. E sem o conforto das contrapartidas. Jamais foi chamada de "a Cara" por ninguém, nem teve a imprensa internacional a lhe tecer elogios, muito menos admiradores políticos e partidários fizeram sua defesa. À "companheira" número 1 da República, muito osso, afagos poucos. Ah, dirão os de sempre, e as mordomias? As facilidades? O vidão? E eu rebaterei: E o fim da privacidade? A imprensa sempre de olho, botando lente de aumento pra encontrar defeito? E as hostilidades públicas? E as desfeitas? E a maneira desrespeitosa com que foi constantemente tratada, sem a menor cerimônia, por grande parte da mídia? Arremedando-a, desfeiteando-a, diminuindo-a? E as frequentes provas de desconfiança, daqui e dali? E - pior de tudo - os boatos infundados e maldosos, com o fim exclusivo e único de desagregar o casal, a família? Ah, meus queridos, Marisa Letícia Lula da Silva precisou ter coragem e estômago para suportar esses oito anos de maledicências e ataques. E ela teve.

Começaram criticando-a por estar sempre ao lado do marido nas solenidades. Como se acompanhar o parceiro não fosse o papel tradicional da mulher mãe de família em nossa sociedade. Depois, implicaram com o silêncio dela, a "mudez", a maneira quieta de ser. Na verdade, uma prova mais do que evidente de sua sabedoria. Falar o quê, quando, todos sabem, primeira-dama não é cargo, não é emprego, não é profissão? Ah, mas tudo que "eles" queriam era ver dona Marisa Letícia se atrapalhar com as palavras para, mais uma vez, com aquela crueldade venenosa que lhes é peculiar, compará-la à antecessora, Ruth Cardoso, com seu colar poderoso de doutorados e mestrados. Agora, me digam, quantas mulheres neste grande e pujante país podem se vangloriar de ter um doutorado? Assim como, por outro lado, não são tantas as mulheres no Brasil que conseguem manter em harmonia uma família discreta e reservada, como tem Marisa Letícia. E não são também em grande número aquelas que contam, durante e depois de tantos anos de casamento, com o respeito implícito e explícito do marido, as boas ausências sempre feitas por Luís Inácio Lula da Silva a ela, o carinho frequentemente manifestado por ele. E isso não é um mérito? Não é um exemplo bom?

Passemos agora às desfeitas ao que, no entanto, eu considero o mérito mais relevante de nossa ex-primeira-dama: a brasilidade. Foi um apedrejamento sem trégua, quando Marisa Letícia, ao lado do marido presidente, decidiu abrir a Granja do Torto para as festas juninas. A mais singela de nossas festas populares, aquela com Brasil nas veias, celebrando os santos de nossas preferências, nossa culinária, os jogos e brincadeiras. Prestigiando o povo brasileiro no que tem de melhor: a simplicidade sábia dos Jecas Tatus, a convivência fraterna, o riso solto, a ingenuidade bonita da vida rural. Fizeram chacota por Lula colar bandeirinhas com dona Marisa, como se a cumplicidade do casal lhes causasse desconforto. Imprensa colonizada e tola, metida a chique. Fazem lembrar "emergentes" metidos a sebo que jamais poderiam entender a beleza de um pau de sebo "arrodeado" de fitinhas coloridas. Jornalistas mais criteriosos saberiam que a devoção de Marisa pelo Santo Antônio, levado pelo presidente em estandarte nas procissões, não é aprendida, nem inventada. É legitimidade pura. Filha de um Antônio (Antônio João Casa), de família de agricultores italianos imigrantes, lombardos lá de Bérgamo, Marisa até os cinco de idade viveu num sítio com os dez irmãos, onde o avô paterno, Giovanni Casa, devotíssimo, construiu uma capela de Santo Antônio. Até hoje ela existe, está lá pra quem quiser conferir, no bairro que leva o nome da família de Marisa, Bairro dos Casa, onde antes foi o sítio de suas raízes, na periferia de São Bernardo do Campo. Os Casa, de Marisa Letícia, meus amores, foram tão imigrantes quanto os Matarazzo e outros tantos, que ajudaram a construir o Brasil.

Outro traço brasileiro dela, que acho lindo, é o prestígio às cores nacionais, sempre reverenciadas em suas roupas no Dia da Pátria. Obras de costureiros nossos, nomes brasileiros, sem os abstracionismos fashion de quem gosta de copiar a moda estrangeira. Eram os coletes de crochê, os bordados artesanais, as rendas nossas de cada dia. Isso sim é ser chique, o resto é conversa fiada. No poder, ao lado do marido, ela claramente se empenhou em fazer bonito nas viagens, nas visitas oficiais, nas cerimônias protocolares. Qualquer olhar atento percebe que, a partir do momento em que se vestir bem passou a ser uma preocupação, Marisa Letícia evoluiu a cada dia, refinou-se, depurou o gosto, dando um olé geral em sua última aparição como primeira-dama do Brasil, na cerimônia de sábado passado, no Palácio do Planalto, quando, desculpem-me as demais, era seguramente a presença feminina mais elegante. Evoluiu no corte do cabelo, no penteado, na maquiagem e, até, nos tão criticados reparos estéticos, que a fizeram mais jovem e bonita. Atire a primeira pedra a mulher que, em posição de grande visibilidade, não fez uma plástica, não deu uma puxadinha leve, não aplicou uma injeçãozinha básica de botox, mesmo que light, ou não recorreu aos cremes noturnos. Ora essa, façam-me o favor!

Cobraram de Marisa Letícia um "trabalho social nacional", um projeto amplo nos moldes do Comunidade Solidária de Ruth Cardoso. Pura malícia de quem queria vê-la cair na armadilha e se enrascar numa das mais difíceis, delicadas e técnicas esferas de atuação: a área social. Inteligente, Marisa Letícia dedicou-se ao que ela sempre melhor soube fazer: ser esteio do marido, ser seu regaço, seu sossego. Escutá-lo e, se necessário, opinar. Transmitir-lhe confiança e firmeza. E isso, segundo declarações dadas por ele, ela sempre fez. Foi quem saiu às ruas em passeata, mobilizando centenas de mulheres, quando os maridos delas, sindicalistas, estavam na prisão. Foi quem costurou a primeira bandeira do PT. E, corajosa, arriscou a pele, franqueando sua casa às reuniões dos metalúrgicos, quando a ditadura proibiu os sindicatos. Foi companheira, foi amiga e leal ao marido o tempo todo. Foi amável e cordial com todos que dela se aproximaram. Não há um único relato de episódio de arrogância ou desfeita feita por ela a alguém, como primeira-dama do país. A dona de casa que cuida do jardim, planta horta, se preocupa com a dieta do maridão e protege a família formou e forma, com Lula, um verdadeiro casal. Daqueles que, infelizmente, cada vez mais escasseiam.

Este é o meu reconhecimento ao papel muito bem desempenhado por Marisa Letícia Lula da Silva nesses oito anos. Tivesse dito tudo isso antes, eu seria chamada de bajuladora. Esperei-a deixar o poder para lhe fazer a Justiça que merece.
( desconheço o autor ou autora)





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Águas passadas não movem moinho.

As matérias tituladas Vejam quem eu encontrei na Internet sob marca Garimpando amigos pelo Brasil, não resultaram no efeito pretendido, levando-nos a conclusão do acerto de velho adágio popular: ÁGUAS PASSADAS NÃO MOVEM O MOINHO, ou seja o passado não acresce. Ficaremos apenas com os novos amigos descobertos nessa nova caminhada.



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sábado, 8 de janeiro de 2011

Clube Atlético Paranaense, um pouco de História;

Clube Atlético Paranaense.

Pouca gente sabe que meu pai jogou no Gol (e foi, portanto goleiro) do Ferroviário Futebol Clube. Categoria “Amador” como é óbvio. É que à época não existia outra categoria no futebol paranaense. Penso que eram todos amadores. Assunto para especialistas e pesquisadores do Futebol.
Meu avô era o prestigiado Chefe da Estação em Curitiba e mecenas do time. Foi também Agente da Estrada de Ferro, e um dos fundadores do Centro dos Ferroviários do Paraná.
Meu pai, também serviu a Rede, como médico da Caixa de Pecúlio da Rede Ferroviária Federal. Posteriormente serviu como Inspetor sanitário das minas de Carvão do Paraná e Santa Catarina. Meu irmão, enquanto governador em primeiro mandato, é o viabiliza- dor da Ferroeste trecho Guarapuava-Cascavel, totalmente construída em seu mandato pelo Exercito Nacional, e também, como governador em segundo mandato, foi quem reestatizou a ferrovia que havia sido privatizada.
Com isso estou dizendo que o estilo ferroviário, e a consciência da importância das Estradas de Ferro na vida nacional acompanham desde muito a nossa família.
Em 1924, formou-se um grupo de pessoas, incluindo ferroviários, que se propuseram fundar o Clube Atlético Paranaense. Achei recentemente, em meus arquivos, dois documentos importantes para a História do Futebol. Se for do conhecimento de todos eu desde já peço desculpas. O primeiro documento foi uma lista dos trinta e sete nomes dos fundadores do Clube Atlético Paranaense, cedida a minha pessoa pelo radialista Jeferson Gomes, neto do prestigiado Presidente Jofre Cabral... O segundo documento com, o nome dos presidentes do clube pode ser encontrado na Internet.
Todo atleticano devem saber que Aníbal Requião, irmão de meu avô materno, o velho Euclides Requião, foi um dos fundadores do Atlético e seu filho foi presidente daquela prestigiada instituição duas vezes (em 1942 e 1951), fato que poderá ser confirmado em: WWW.furacao.com./história/presidentes.
Agora, o nome dos fundadores já é uma outra questão. Pois no clube ninguém me confirmou os nomes.
Seriam esses, segundo o sobrinho do presidente Jofre Cabral (presidente em 1968) e Clayton Gabardo, os sócios fundadores do Atlético Paranaense, documento que ainda não pude encontrar na sua versão original (se alguém tiver cópia aceitamos colaboração).

1) Dr. Afonso Alves de Camargo.
2) Dr. Agostinho Bernardo da Veiga.
3) Candido Mader.
4) Erasmo Mader.
5) Dr. Algacyr Munhoz Mader.
6) Claro Américo Guimarães.
7) Aníbal Requião. (Irmão de Euclides Requião, avo do Governador linha materna)
8) Aníbal Requião Filho. (filho de Aníbal, primo da mãe de Requião)
9) Gastão de Oliveira.
10) Joaquim Narciso Azevedo.
11) Matheus Pedro Sanson Boscardim.
12) Arcrisio Guimarães.
13) Alcídio Ferreira de Abreu.
14) Heitor Requião. (Irmão de Euclides Requião avo de Requião)
15) Edgard Stelfeld.
16) Dr. Eduardo Virmond Lima.
17) Dr. Edgard Albuquerque Maranhão.
18) Cel. Wallace de Mello e Silva. (Avô do Governador Requião, linha paterna).
19) Egueberto de Leão Junior.
20) Dr. Heitor Valente.
21) José da Motta Ribeiro.
22) Aécio R. Q. Portes.
23) Dr. Jorge Laitner.
24) Ary Correia Lima.
25) José Gonçalves Junior.
26) José Eurípedes Gonçalves.
27) Liz Feliciano Guimarães.
28) Eugenio Marques Viana.
29) Harold Coliln.
30) Ivo de Abreu Leão.
31) Luiz |Leão.
32) Ítalo Marchesini.
33) José Falcini.
34) Dr. João Vieira de Alencar.
35) Leocádia Correia.
36) Leônidas Gonçalves.
37) Albano Espínola. (...)

Wallace Req
Grupo 23 de Outubro.




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Que tal estudar em Cuba?

Waldir Stedile, que eu não tenho certeza se conheço me mandou interessante artigo sobre a ELAM ( Escola Latino Americana de Medicina, em Cuba).
Tudo grátis, desde o material didático ate o alojamento e alimentação, o sistema é parecido com o famoso ITA no Brasil.
Mas eles têm uma bolsa, pequena, para manter transporte e algum laser.
Aceitam alunos de todos os países do mundo, porém, preparem-se 11 anos sem sair de Cuba. Vou explicar melhor: O Estado Cubano financia com dinheiro do povo esses alunos, então depois do básico em cadeiras medicas, os alunos passam a prestar gratuitamente ( pois estão sendo pagos pelo povo) serviço médico comunitário. Depois de formados eles são convidados a prestar pelo menos cinco anos de serviços médicos comunitários. Um sistema que deveria ser implantado no Brasil. A prevenção e os serviços básicos de saúde numa ponta, diminuem em muito o orçamento publico destinado a saúde na outra ponta. Todavia eu que sou filho de médico e sobrinho de médicos, sei que isso não seria aceito pelos médicos brasileiros. De qualquer forma faço o registro. Os alunos interessados podem entrar no Google pesquisando por ELAM. É Fácil.

Logo farei um artigo do por quê os médicos brasileiros boicotam todos os serviços públicos de Saùde.

Em atenção ao leitor Waldir Stedile.

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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Tudo começou aqui.


Tudo começou aqui.

Eu sou um idiota. E daí?
Alguém me chamou de idiota. Nenhuma ofensa nisso. Poucas vezes vi alguém tão sensível, sábio, exato em sua definição e verdadeiro na sua conclusão como esse amigo anônimo. Eu também acho isso. O Google Analytcs também acha. Um cara que depois de três anos de trabalho, mais de mil e trezentos textos em nove blogs, conseguiu cair de 82% de taxa de rejeição para 71%, só pode ser um idiota. Um homem que trabalha duro, e estuda, para fazer de graça um Blog que é lido por muito poucos que o rejeitam é sem duvida um idiota. Que tem oportunidade de ganhar dinheiro com o Blog e a despreza, é um idiota. Um homem que persevera por uma mulher 30 anos, e no fim descobre que ele não enxergar um palmo diante do nariz, só pode ser um idiota. Mas não é isso que importa, isso é opinião alheia, o que importa é a minha opinião sobre mim, e a minha opinião é: Eu sou um Idiota, e daí?
O Idiota se sente inferiorizado, como se fora um vermezinho no comando de um grande robô, com aparência humana, pelo qual ele tem domínio imperfeito. Um boneco vazio de alma, de vida, de vitalidade, comandado por um pilotinho humilhado, que não sabe fazer com seu corpo, nem tem do espaço exterior uma interpretação correta, portanto está inabilitado para a solução de seus problemas, e às vezes não percebe os problemas, o que o torna dependente das circunstâncias. Esse vermezinho é um ator, ele imita os gestos humanos, os sentimentos humanos, mas sente o vazio de seu boneco, a distância entre ele e seu corpo. Por isso ele é chamado de ide+ota, ou seja, uma idéia, um esboço mínimo, uma mente ínfima. Perdido num corpanzil enorme e aparentemente humano.
Porém quando ele se compara ele se agiganta. É melhor que um passarinho, mais sábio que um macaco, mais forte que um elefante, mais importante que as baleias. Disse importante, pois, por nenhum desses bichinhos Jesus deu seu sangue redentor, e por esses vermezinhos prisioneiros de seus robôs, sim, seja pela aparência humana, seja em respeito ao verme que sobrevive neles, somos e fomos dignos da redenção. Isso nos agiganta.
Pense comigo, sujeito lúcido e super dotado, e acompanhe meu raciocínio idiota. Se não conseguiu vê-lo, use uma lupa, algo que torne a minha pequenez visível e minha voz audível.
Suponha que eu seja inglês. Desembarco em uma ilha habitada por gente estranha com uma língua nunca ouvida por mim. Derrepente ouço um som familiar, a língua inglesa. Isso, para mim, é como uma luz que se ascende na caverna escura de minha alma. Percebo de imediato se é um escocês ou britânico, canadense, ou estadunidense, variações sobre o mesmo tema, pois o que importa é a esperança de ser entendido, ouvido, aceito. Agora suponha que você é um idiota (Deus o livre disso) e desembarca em uma ilha de pessoas estranhas. Se houver um único idiota nela, você o reconhecerá a distância, ele brilhara diante de seus olhos, você o reconhecerá. Mas, meu amigo as línguas todas tem uma fonte comum, e em todas elas há semelhanças sonoras e escritas, portanto para um idiota, como eu, se tornara clara todas às idiotices ditas, sentidas, agidas nesse mundo dos que se consideram não idiotas. Compreende isso?
Eu gostaria de ser diferente, mas não posso livra-me de minha condição. Dos idiotas deve se esperar bem pouco, pois somos treináveis, não educáveis. Somos muitas vezes vazios de serviços afetivos para afago do ego alheio. Representamos o que podemos, sinto muito.
Você já pensou na idiotice que foi a condenação de Cristo. Crucifica-o, crucifica-o. Crime induzido, arquitetado, planejado e executado pelas mãos alheias, terceirizadas, numa sempre muito característica transferência de culpa. Não sabiam eles que o Próprio Deus vingaria seu FILHO? Que em igual medida, faria justiça pelas mãos alheias? Será que esses doutos homens, não foram capazes de perceber que o crime cometido conta Deus era infinitamente maior do que toda a perseguição sofrida desde a saída de Ur ate o "cativeiro" e o êxodo, passando pelo Holocausto, ou qualquer outro ato de justiça? Não; não é assim? Então me diga, porque tantos reveses através dos milênios, quanta dispersão de energias, quanta sede de domínio inútil.
Não seria mais “idiota” aceitar a autoria intelectual daquele crime, fazer a Mea Culpa, e reconhecer a quem e contra quem impuseram em seu orgulho de presunção? Não acabaria a maldição? Não se tornariam cristãos? Não aceitariam o fardo leve do Filho, ao invés do fardo pesado quase insuportável que impõe aos Góis? Não é esse fardo que esta despertando no mundo a revolta?
Porém, eu sei que não serei ouvido na minha pequenez. Não serei lido na minha estupidez, apenas como ator que sou, imito o gesto, cumpro o papel, sorrio o sorriso vazio e inoperante do escravo prisioneiro de si mesmo.
E se por um acaso, outro idiota, me reconheceu nestas linhas, por favor, vá ao espelho e diga: Eis ai minha natureza, a mais profunda, sou um idiota... O que fazer? Sou um idiota, e daí? A vida continua, e nós os dependentes de tudo, estendemos a mão para o Pai... Segura na Mão de Deus e vai, pois ela, ela te sustentará... Diz a canção. Não temas, segue adiante... Então: o Ancião perguntou: Quem são aqueles vestidos de Branco? Respondi, não sei, tu sabes Senhor. Ele então disse: são os que vêm da grande tribulação, lavaram suas almas no Sangue do Cordeiro.
Nós os escravos atores do corpanzil inútil, deixaremos essa prisão na terra, e possivelmente na ressurreição, preencheremos nosso Robô por inteiro, num corpo que será glorioso, vivo, ardente de amor pelo senhor Deus Visível. Já não seremos humilhados, pois na justiça ninguém haverá de querer ser mais ou menos que outro, pois seremos todos apenas e tão somente o que somos, sem cobiça ou inveja, num grande e eterno ato de louvou. E a terra será restaurada.




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A Ecologia na ótica Cristã


Vamos fazer essa viagem astral pela ordem natural do Cosmos?



A Ecologia Cristã. (Texto de Wallace Req publicado pelo “O Estado do Paraná” em 10 de Março de 1991).


A ecologia cristã difere muito da ecologia neopagã. A ecologia neopagã supõe uma onipotência da matéria e da natureza, diferentemente da ecologia cristã que pressupõe a existência de Deus. Deus que é o criador de todas as coisas vivas e de toda a matéria, não se confunde com sua criação, com as coisas criadas, e é capaz de criar tudo novamente e tudo retirar do nada.
Por outro lado, os ecologistas neopagãos, acreditam que o homem é capaz de destruir toda a natureza, ou conservá-la ao seu bel prazer, argumento falso e ingênuo, que despreza a realidade cósmica onde estamos inseridos. A natureza cósmica é imensa e o homem ínfimo. Quando nos detemos a contemplar as relações dos seres vivos com seu meio ambiente, percebemos de imediato a fragilidade do argumento neopagão. Por exemplo: estiveram ao sabor da vontade humana as glaciações? Estão ao sabor da vontade humana os desvios da eclíptica? Os movimentos dos planetas, as manchas solares e suas conseqüências, os terremotos, maremotos e os vulcões que mudaram muitas vezes a face do planeta... e, ou, a assustadora extinção das espécies que dizem ter existido antes do surgimento dos homens? É claro que não.
A ecologia cristã admite um meio ambiente exterior e imediato ao homem, onde predomina e impera a onipotência de Deus, e um meio interior, onde impera a inteligência, à vontade e o livre arbítrio do homem. A ecologia cristã admite que Deus tenha vontade sobre o homem e sobre todas as coisas criadas, mas que ao mesmo tempo respeita a liberdade que ele mesmo deu ao homem. É essa liberdade de escolha que difere os homens dos animais.
No entanto o ecologista cristão sabe que a vontade de Deus sobre a criação não é algo velado e subjetivo, mas sim é expressão clara e objetiva. Chamamos a essa minuciosa expressão da vontade divina de Ecologia Revelada, ou melhor, ecologia deduzida da revelação divina. Assim o ecologista cristão ao admitir a ação do homem sobre o meio ambiente exterior reconhece que essa ação é sempre precedida de uma ação interior, uma ação ou omissão da alma.
O ecologista cristão ao isolar o homem dos outros seres vivos pela liberdade de escolha, sua máxima característica, admite a moralidade de todo o ato humano, ou seja, se o ato não é moral, não é humano, e os teólogos o diferenciam dos atos do homem, atos vitais do homem enquanto ser vivo. Posto isso a ecologia cristã é essencialmente moral, espiritual, e visa restabelecer a ordem e harmonia do interior humano. Este fenômeno de harmonia interior é que se refletirá no meio ambiente exterior (imediato e ao alcance do homem). Tudo submetido aos desígnios de Deus.
Dessa forma e diante dessa linha moral é que se percebe, por exemplo, que de nada adiantará a proteção às baleias se aqueles que as defendem são favoráveis ao aborto. Acho que é patente a contradição.
Podemos afirmar que não haverá movimento ecológico verdadeiro e eficiente se o militante não acreditar, e perceber que existe uma vontade perfeita sobre todas as coisas e sobre todas as criaturas, e no caso humano essa vontade perfeita nos fez e exige que sejamos morais. Pois vista unicamente seguindo uma ótica materialista a matéria em constante transformação destruirá a si mesma para galgar novas formas, portanto, não haveria o que preservar e o homem por sua vez, viverá apenas para ser instrumento de destruição da matéria sobre si mesma. Chamam os neopagãos (materialistas) a este processo de evolução e acidentalidade da matéria... Tolice.
Os ecologistas cristãos sabem e pregam que a vontade perfeita, divina, necessária para a formulação do conceito de harmonia é revelada e confirmada em Jesus Cristo de uma maneira clara, normatizando e preservando a harmonia interior do homem e deste modo regulando todas as suas relações com os outros homens e deles para com todo o universo criado em Deus. (quando digo em Deus, não digo dentro de Deus, que é panteísmo, digo em Deus, segundo as normas de Deus)
O conceito de crime ecológico nada mais é que a ação criminosa (imoral) do homem, grupo de homens ou de toda a sociedade sobre o meio que lhe circunda, pois põe em risco a vida, e preservar a vida é ato moral. Sendo ação humana muitas vezes consciente e livre realiza uma ação interior, uma ação moral. Portanto a ação que resulta em crime ecológico é uma ação moral, pois se não fosse moral não haveria crime. (um animal não comete crime ambiental). Assim sendo, o conceito de crime ecológico é inferior e está contido no conceito de crime, pois o primeiro antecede o segundo e é a sua causa. Muito diferente é o conceito de acidente ecológico que é sempre um acontecimento fortuito, infeliz, lamentável. Assim entendido, ambos os conceitos citados acima estão contidos no conceito cristão de pecado. O pecado, sob a ótica do Direito, e da Teologia, é enquanto ofensa a vontade de Deus (Sagradas Escrituras e Mandamentos) é, num só tempo, lesão a harmonia e lesão aos direitos de outrem, e por conseqüência é causador de perturbação grave na ordem do ambiente moral, social e físico no entorno do homem, que pode ser entendido como crime ecológico, tanto pela ótica da revelação como pela ótica da lei natural. Concluímos, portanto que não haverá verdadeiro espírito ecológico enquanto houver perseverança no pecado, seja essa perseverança individual ou coletiva.
Se compreendermos perfeitamente essa relação, poderemos então concluir a titulo de exemplo, que não há ecologia onde houver homicídio (pecado contra á vida), onde houver homossexualismo (pecado contra a natureza), onde houver aborto (pecado contra a natureza, a vida e a espécie), onde houver anticoncepção (pecado de soberba que supõe ao homem a capacidade de previsão do futuro), onde houver divórcio (pecado contra a base das relações sociais, a família, contra os filhos e sua educação, portanto ofensa a estabilidade das relações sociais e da função da paternidade), onde impera a ideologia materialista (que nega a moral humana e a coloca numa ética transitória) onde houver usura e o desrespeito a propriedade. Não haverá ecologia onde não houver amor e temor de Deus, onde houver licenciosidade das relações sociais e, portanto sexuais, onde houver intemperança, ganância orgulho.
Entendemos facilmente que a ecologia cristã se fundamenta no amor e temor de Deus e no ódio ao pecado. Ecologia Cristã se fundamenta nos mandamentos de Jesus Cristo Nosso Senhor e rende-se diante da onipotência divina. Concluindo: enquanto os neopagãos pregam o serviço do homem à natureza, os ecologistas cristãos pregam e reconhecem a subordinação da natureza criada ao homem em Deus. A NATUREZA DESORDENADA PELO PECADO ORIGINAL PRECISA SER REORDENADA PELA LIVRE ADESÃO DO HOMEM AOS MANDAMENTOS DE DEUS.
Wallace Req para o
Grupo 23 de Outubro.




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Que sentido têm os sonhos?

Telhas de Zinco e Liberdade, (sonho).
Eu e minha namorada (assim me referirei a ela neste texto. para não lhe revelar o nome nem sobrenome embora escreva sobre um sonho) fomos convidados para passar uma tarde na casa de duas irmãs, pessoas da alta, suas amigas dos anos escolares. Combinamos, e por vários motivos, de nos encontrarmos em tal hora na casa das anfitriãs.
Vinho, sim duas garrafas de bom vinho nos parecia adequado levar, naquela tarde fria. Por um motivo que não sei explicar, uma garrafa ficou comigo, outra com ela, portanto, eu levaria uma e ela a outra.
Não sou homem de muitas virtudes. Sou tímido, num certo sentido, e fico angustiado em reuniões formais. Bem, chegada a hora fui caminhando a pé em direção à mansão das moças, belíssima casa em região central de Curitiba, pode-se dizer uma fortaleza imponente com traços nórdicos e chaminés aparentes.
Ah, meus caros, aquela garrafa pesava mil quilos em minhas mãos, na verdade não sabia o que faria com ela ao chegar... tenho intimidade com as moças... E, confesso, sou meio grosseiro. Quem sabe por inteiro grosseiro. Solução?
Sabe de uma coisa, vou então bebê-lo pensei, e dizer que derrubei o vinho em algum lugar. Dito e feito. Caminhando e bebendo e seguindo a canção, como diária Vandré, fui deixando as poucas virtudes do trato de lado, e dando atenção ao meu lado mais turrão. No gargalo, em plena rua, certamente não era um modelo de comportamento exemplar. Vi um colchão surrado sobre um canto protegido da calçada, e achei engraçado. Pensei em fazer amor com minha namorada ali, em plena rua, e ri pensando no “por quê” de os bêbados quererem sempre fazer da intimidade publicidade, dar a público a sua intimidade, descer ao nível mais baixo, deitar-se no chão e rasgar a fantasia de cidadão responsável. Talvez seja que lhes é difícil suportar o equilíbrio diante de tantas injustiças, podridão e hipocrisias. Ou como nas bodas de Canaã, queremos, no vinho, apenas festejar, mostrar nossa alegria, e rir e dançar aos olhos atentos de Cristo e sua mãe? Não sei. Garrafa vazia, que chato, me livrei dela rapidinho numa lixeira na esquina da Barão com Marechal. Barão com Marechal, o poder do capital e o poder das armas, num cruzamento sensacional no centro da Curitiba semítica. Símbolo de cruzes que giram nas rotatórias do trafico de influências.
Toquei a campainha bem mais adiante, fui bem recebido. Não notaram minhas mãos vazias. Mas bêbado tem dessas coisas e já fui me entregando... Tornando, de forma ridícula, o que é íntimo, secreto, em público... No amplo saguão de entrada minha namorada já me esperava. Sempre muito a vontade em todos os ambientes me estendeu as mãos. Eu a abracei sem prestar muita atenção com os olhos fixos na impressionante galeria de retratos de antepassados das anfitriãs. Chamou-me a atenção tal Monsenhor Duprat e seu sorriso maroto... Então eu levantei os pés de minha namorada do chão e disse: ia dizer que derrubei o vinho no chão, mas na verdade o bebi... E o bebi no gargalo em plena avenida, olhei em torno desafiante e vi uma das anfitriãs sorrir e baixar os olhos num ato de desaprovação amorosa e a outra menear a cabeça como quem diz: não tem jeito.
Como minha “garota estava no ar”, e o saguão era amplo, como nas bodas de Canaã, como eu a imagino, aos olhos do Monsenhor de sorriso maroto, lancei-me a dançar... rimos muito, rimos todos... entrei com o pé direito... embora, sempre, seja muito difícil para eu enfrentar situações como essas. Quase sempre entro tropeçando.
Já à mesa, uma das anfitriãs me pergunta: Você já aprendeu a ler? Olhei direto em seus olhos e não me pareceu que quisesse me ofender. Supus que fosse um desses jogos sutis que as mulheres adoram ... e respondi... já leio alguma coisinha, minha namorada tem se esforçado em me ajudar nesse sentido. Ela então respondeu: Eu também já estive no poder.. e em respeito as pessoas sobre as quais eu tinha ascendência me dediquei a literatura inglesa. Puxa que alivio, ela se referia a aprender a ler com paixão, não me chamara de analfabeto como supus de início...então eu disse: Literatura inglesa... não, na verdade nunca me sentei à mesa para experimentar os vários tipos de pão de queijo, ou experimentar a enorme variedade de sorvetes de pistache... Eu tenho experimentado isso sim, o que as mesas da vida me oferecem, e confesso, muitas vezes saio delas, sem tocar pratos finos, belíssimos e supostamente saborosos. , seja por falta de apetite, seja por reservada educação ou medo de escandalizar, e ate por desinteresse... Ela se incomodou... Eu notei... Eu não classificava as coisas. Literatura inglesa... Esposas, namoradas, amantes, eu experimentava o que a vida me dava, e o fazia sem avidez... Isso a perturbou. Então eu olhando para minha namorada disse: eu também tenho poder, tenho poder sobre minha namorada, ela gosta de me servir, e me obedece, e eu a sirvo exercendo o meu poder sobre ela, mandando o que ela quer, ou seja, o meu mando é dela, ou melhor, o meu poder é o poder dela. Ela gosta de servir para ser possuída, e eu gosto de exercer o poder para possuí-la. Assim nos completamos com ternura e compreensão.
Deixada a mesa, a anfitriã me convidou a conhecer o jardim. Com os olhos procurei os olhos de minha namorada para saber se ela estava ciente dos fatos... vi que estava então aceitei o passeio. Num dado local de onde se podia ver toda a casa ela me perguntou o que acha? Esperando ouvir elogios que atingissem em cheio sua pessoa carente de atenção. Linda, quente e aconchegante, forte e altiva, diria mesmo nobre. Segundos de silêncio ela diz: notou que meu pai usou telhas incomuns? Eternit? Disse eu sem olhar. Ela sorriu como se eu acabara de dizer das besteiras a maior. Percebendo, voltei e vi; eram telhas de zinco e liberdade.


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quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Estranhas Luzes.

Estranhas luzes.

OBS: Esse texto esta sendo republicado, não se preocupem, a doença morreu. Sim as doenças também morrem.

No último texto ( em outro de nossos Blogs) pudemos ver que aquilo que chamamos realidade, na verdade é um Nano Mundo.( um mundo anão, minúsculo) Todo o drama existencial da humanidade tem como palco uma poeirinha cósmica, a Terra, que orbita em torno de uma ínfima fonte energética, o Sol, luz minúscula no palco cósmico. Seria impossível ao homem, enquanto individuos, parcela ainda menor nesse contexto cósmico, encontrar a Deus, ou intuí-lo, não fosse a vontade manifesta de Deus de revelar-se ao homem em seus insondáveis Mistérios. O Mistério da Encarnação do Verbo, e da objetividade do Verbo feito Carne, no meio de nós é uma chave racional e explicativa insuperável. Obra filosófica tão perfeita e profunda que só pode nos indicar a clarividência divina.
Você deve ter notado que todos os nossos Blogs ficaram, digamos, parados por umas semanas. Deveu-se essa parada a motivos de saúde. Tenho enfrentado episódios dolorosos de tal monta que fico impedido de concentrar-me, mover-me, levantar-me ou escrever. Dores muito fortes nos dão a impressão de que o ego se dissolve, e quando se tornam insuportáveis, por um mecanismo fisiológico de defesa nos rouba a consciência e nos torna inconscientes (como num desmaio) de modo a podermos suportar a vida que nos resta. Mas se assim é com a consciência, a sensibilidade pelo contrário parece libertar-se e em conseqüência experimentamos estranhas luzes, algumas de tal natureza que se tornam indescritíveis, inenarráveis e passam a formar parte do patrimônio espiritual de cada um de nós, elas se apresentam como um contacto com a morte de nossos limites individuais, uma síntese individual e uma abertura para o eterno, e outras, algo mais simples, embora também algo estranhas e que podem ser narradas, como essa que passo a contar.

“Deixei os olhos correr pelas luzes da vidraça em busca de um consolo exterior para o corpo prostrado e dolorido. Foi quando vi o casal de sabiás nas piruetas e manobras acrobáticas, vôos rápidos e temerários por entre galhos e flores executando os alegres e ruidosos jogos do acasalamento. Percebi que eles não temem a vida, muito menos a morte. Vivem. Demorei-me alguns instantes a observá-los com os cantos dos olhos ate perceber que não estavam sós. Havia nas árvores talvez milhares de pássaros ruidosos, rápidos, leves, graciosos. Certamente também adoecem e sentem dor. Não há hospitais para pássaros, nem cemitérios, há pelo contrario uma aceitação incondicional da vida completa com suas dores e prazeres. Vê aquele pássaro- diz a Sagrada Escritura- e aquele lírio do campo e aqueles homens- não lhes cairá um só fio de cabelo sem que Deus não o permita. Não há entre os pássaros, pelo menos aparentemente os mercenários da saúde, da dor, do medo, da justiça, da espiritualidade, pois certo, eles não são homens, nem filhos do Homem, mas são seres vivos, tão dependentes de Deus como os Homens. Pulgas e percevejos também adoecem, e ate os vírus em sua curta existência também haverão de adoecer, todavia o fazem sem desespero, sem se vender, sem barganhar com Deus as suas almas, posto que não as tenha. Assim não tem sido entre nós. O medo do sofrimento e o temor pânico da morte têm escravizado os homens, não diante de Deus, mas diante de outros homens, diante de verdadeiros vampiros de nossas vidas, onde se nos apresentam como intercessores, mediadores, mercenários da espiritualidade, da justiça, da saúde, da dor, do sucesso e do fracasso de cada um de nós. Sim assim tem sido como uma realidade de um concretismo assustador, posto que também eles sejam escravos da própria presunção caindo também eles (os intercessores) vitimas do espírito mercenário e comercial tão logo lhes chegue à idade, lhes falte à saúde e as luzes de um saber efêmero como tudo o mais. Homens, esses Pequeninos seres falsos e mentirosos, que tendo comido do fruto proibido da Ciência do Bem e do Mal, perderam a inocência original, o paraíso da harmonia cósmica, o contacto com o amor puro de Deus, onde como pássaros, voavam dentro de seus limites naturais sem queixa ou presunção, sem querer ser mais, ou menos, voando o vôo que lhes cabia, alimentando-se e dando-se em alimento, sem hospitais, cemitérios ou cidades de mortos-vivos. Mas se a vida passa, também passa a dor física, fica-nos possivelmente a dor moral, a dor de ter sido cruel, mercenário e homicida, porque não dizer, covarde.
O Filho do Homem nos ensinou que a morte foi vencida e a Vida ressuscita, mesmo assim, teimamos em quebrar os limites de nosso vôo natural, os limites da moral, da regra de ouro da vida, que a garante torna segura e a mantém... E queremos comparar a saúde, a vida, a felicidade, a eternidade, aos mercenários da mentira.
Basta aceitar a dor e a morte para que a alma recupere no perene o transcendente, no pequeno o imenso".

Herança se deve aos herdeiros, não aos mercenários. ( os mercenários da saúde consomem a herança devida aos nossos filhos) Herança seja ela qual for, patrimônio material ou espiritual, se deve aos herdeiros, as ovelhas do seu redil, herança se transmite aos que reconhecem a sua voz e que pertencem ao seu aprisco, mas para se deixar herança é preciso morrer a cada dia um pouco, no sacrifício de si, no sacrifício despretensiosos e confiante de si, sem nenhum ato comercial, pois o comércio é o transverter da guerra em mentira ( o tomar pela força pelo tomar pela mentira), do tomar pela força das armas, substituído pelo tomar aos outros pela força do mercenário (das almas) e de suas ilusões vendidas. A espada, a faca o bisturi ou o ouvir o Amor? Eis a questão. A morte aparente é uma necessidade da VIDA VERDADEIRA.





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Educando.

Educando o sexo para poder amar.

Um mecanismo psicológico qualquer nos rouba da consciência muitas vezes o óbvio. Quando vivemos no útero materno o nível provável de frustração é muito baixo. Respiramos bebemos e nos alimentamos pelo cordão umbilical, aparentemente num fluxo continuo para alimentar o fantástico nível de crescimento e diferenciação celular. Ao nascer, iniciamos o processo de educação da sede e da fome. Não podemos estar o tempo todo preso as mamas para o constante mamá. Nem o tempo todo no colo, nem nos manter em temperatura constante. Iniciou-se o processo de frustração e satisfação, agora sazonal, escravo do tempo, o que começa a nos tornar sociáveis. Nossa mente não percebe que educamos gradativamente a respiração e os movimentos da traqueia e esôfago, assim como do diafragma para poder balbuciar, e esse aprendizado nos vem do choro, um ato que denuncia a frustração. Depois educamos um enorme conjunto de músculos, os ouvidos (cóclea) para com a maturação do cerebelo, desenvolver o equilíbrio, tomando domínio voluntário sobre os músculos, para nos levantar, engatinhar e andar. Então já podemos perceber que educamos os mais fortes instintos de sobrevivência, fome e sede, o mais vital mecanismo para a manutenção da vida, a respiração, e os movimentos muscular para o exercício da vontade. Em seguida depois de aprender a dominar o choro, aprendemos a dominar as emoções, e através delas os batimentos cardíacos. Ora educamos a urina e as fezes para poder conviver. Ate então não temos hormônios sexuais, e algumas glândulas ligadas ao sexo não amadureceram. Conhecemos a frustração e a satisfação, dor e prazer, mas nada disso diz respeito ao sexo. Próximo à puberdade descobrimos novas sensações e novos instintos se manifestam, e também esses devem ser educados para que possamos amar. Ora já sabemos que não podemos comer constantemente, beber sem parar, urinar e defecar onde e quando queremos, nem deixar que as emoções se manifestem plenamente, muito menos as agressivas, ora então porque negamos o óbvio, o ato sexual deve amadurecer, como todos os outros processos e ser educado, para que possamos amar.
Não vou polemizar, mas as frases usadas pelas pessoas demonstram algum nível primário de inadequação: Vou comer minha mulher; vou “trepar” com ela; vou “foder”; vou “fazer” amor; vou “meter” com ela, vou “comparecer”, vou “afogar” o ganso. Pensem um pouco no que essas frases indicam, que tipo de satisfação instintiva elas denunciam. Percebam que nelas não há a tal educação para o amor, pois o amor existe fora do sexo e independente dele, e existe independente do erotismo, portanto, o amor, por não fazer parte do contexto de nossa cultura, não é ensinado porque não é vivido. O nosso corpo é mal educado, e a nossa sensualidade é mal educada, e o uso de nosso sexo é mal educado. O amor, que é em primeiro lugar a compreensão resistente as frustrações, ou seja, a educação da e pela frustração, a consciência de que é necessária alguma frustração para o convívio com o outro, algum domínio de si, é que vai orientar a sexualidade para a vida, a vida de um novo ser, que nos trará responsabilidades, sacrifícios, limites, abdicações, de modo que a vida se eternize na forma de nossa espécie. Educar é controlar, controlar é ato duplo, instintivo e consciente, um diálogo regulador da vida do individuo orientado para o convívio com o outro, cuja meta é ampliar a sua e a nossa consciência, portanto ter cada vez mais domínio sobre si mesmo para a convivência. Somos como já disse alguém, animais sociais.
Disso não nos parece difícil entender que a sociedade tem uma predominância sobre o individuo, pois já havia uma associação que nos permitiu nascer, uma associação coletiva que nos ensinaria a falar, a se comportar, a se suportar, a trocar, a desenvolver e conservar. Mas, assim como contemplamos os outros animais vivendo numa independência do nosso querer social, assim também contemplamos a nossa racionalidade diferencial a eles. Como a sociedade, e seus valores, nascem das experiências instintivas, e os instintos são inatos, podemos considerar, já que não vemos com o passar dos milênios, nos outros demais seres a eclosão de uma racionalidade, que a racionalidade e consciência humana são um dom, e não uma evolução do instinto. Assim a Sociedade nasce da contemplação racional dos movimentos instintivos, do aprendizado natural da racionalidade humana contemplando a vida. Como não somos os criadores dos animais, nem somos os criadores de nós mesmo, percebemos pela contemplação que há uma razão, uma inteligência, que nos precedem que se revela, e que nos deu o mecanismo consciente para poder contemplá-la. Deduzida da contemplação ou comunicada diretamente não apenas pelos ensinamentos dos homens, mas diretamente pelas luzes do Espírito, Deus vai se nos impondo as nossas consciências. Ora se Deus é racional, é moral. E se moral indica valores fundamentais para todo e qualquer comportamento livre do homem. Ora liberdade é escolher entre o certo e errado, é ter juízo de valor, é o que nos diferencia dos animais irracionais. Portanto todos os ATOS HUMANOS, por serem voluntários são educáveis, e a sexualidade é educável. Logo a sexualidade, que gera o nosso mais fundamental direito, o direito à VIDA, embora Deus tenha nos mostrado com o nascimento virginal de Cristo, que a vida tem origem muito aquém da sexualidade, tem origem na vida de Deus e no seu querer, na sua onipotência, que tudo criou, embora na esfera da espécie, nos indica que a sexualidade é a mais alta responsabilidade humana, pois é ela que viabiliza a mais alta tarefa de um casal humano, gerar, dar a luz, criar educar outros seres humanos. Toda diminuição da importância fértil desse ato livre, nos submete e nos rebaixa ao puramente animal, ao instinto cego que gera seres que serão alimento uns dos outros na pirâmide alimentar, nos remete ao cio do comer uns aos outros; nas mais primitivas acepções das palavras aqui usadas. Na verdade o AMOR educa o sexo, e o sexo transmite o AMOR de Deus.

Desculpe Joel Santos, eu pulei você.

Não, não é que estávamos brincando como as crianças, de pula pula, é que me distrai e pulei o trigésimo oitavo seguidor, o Joel Santos. Seja bem vindo amigo; dê sua contribuição. Obrigado.
Estivemos fora do "Ar" pouco mais de trinta dias. Retomamos no dia 1°, e hoje dia seis já fomos visitados por 233 pessoas e ganhamos quatro novos seguidores. Muito obrigado a todos. Vamos ver se juntos melhoramos isso aqui.

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Temos uma nova seguidora, e escritora.

Sheila Denize Soares, conhecida como De, é a nova seguidora desse Blog. Seja bem vinda amiga e "Dê" sua contribuição.

Tio Wallace.


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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Servindo do mesmo veneno?

Sim! Servindo do mesmo veneno.
Por que você ficou tão irritado? Certamente murmurou em seu coração: Eu não disse, eles acabam assim defendendo heresias, novidades tolas, ultrapassando a doutrina de Cristo. Então você pensou que eu capitulei? Que estou do outro lado.
Não eu não abandonei a Igreja, muito menos a doutrina, eu sei que minha alma esta em jogo. Apenas, tendo pesquisado algumas coisas descobri como e com que veneno se enfraquece os cristãos. Ora, peguei a receita, misturei os ingredientes, e os ofereci àqueles que primeiro me ofereceram.
Eu abro uma revista e vejo uma grosseira calunia ao Monsenhor José Maria Escrivá, isto pode, é licito, faz parte da liberdade de expressão. Abro outra e vejo um texto em que Jesus Cristo Nosso Senhor é afirmado homossexual vítima de um amor por São João, o discípulo amado. Isto pode isto faz parte da liberdade de expressão. Noutro uma extensa meteria pseudocientífica afirma que é possível a reconstituição do rosto de Jesus, e o apresenta como um primitivo homem das cavernas.( sed possível como um macaco) Isso pode. O que não podemos é sublinhar que Sigmund Freud era um cocainomano, isso não. Que Lacan era pedófilo, não, isso não, e por quê? Porque eles são judeus. Ora mas Jesus também era judeu. Maria a mais caluniada das mulheres também era judia, Paulo e Pedro também eram então por que esses dois pesos e duas medidas?
Eu não vou contar para vocês; quero apenas que saibam que continuo firme na doutrina, e pecador na miséria humana. Eu apenas estou servindo aos poucos, como fizeram com nós, as mesmas receitas de demolição aplicadas agora aos feiticeiros. É curioso, mas funciona. É esclarecedor, é polemista, é conscientizador. E para os que têm uma boa base para o assunto é munição de primeira.
Filhinhos não se assustem com esse velho, ele ainda não esta louco, ele apenas se tornou mais esperto. Ele sofreu o “estalo” de Antonio Vieira que ilumina.

Pesquise "Estalo de Vieira" na Internet.

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Temos um novo seguidor, vocês notaram?

Eliandro Costa é um G com passo sobre o Ex. quadro das Histórias de Salém. É o quadragésimo seguidor. Seja bem vindo



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domingo, 2 de janeiro de 2011

Linha Direta.


Linha direta.
Esse texto é dedicado à leitora Telma Guedes que fez o seguinte comentário sobre esse tema: “Gosto destas reflexões”.
A palavra contradição tem uma etimologia complexa. No entanto o seu sentido usual é simples e claro. Contradizer é ato de dizer o oposto do que está dito, ou fora dito. Em termos de religião não se trata de revolucionar a doutrina, mas a contradição aparece como um sinal, um alerta de que os fatos não estão se ajustando. Via da regra os exegetas tem solucionado as contradições que surgem no estudo das Sagradas Escrituras
Bem eu não sou um especialista no assunto, muito menos um exegeta (perito nas línguas originais e nos sentidos usuais em cada época das palavras nos textos bíblicos).
O que faço neste simples texto é levantar a polemica.
Duas idéias eu gostaria que o leitor (a) mantivesse em mente durante a leitura. A primeira é que as Sagradas Escrituras foram purificadas, adensadas, e iluminadas pelo Espírito Santo de tal modo que nem as vírgulas podem ser cojmsideradas sinais desprezíveis, como aliás lemos em João no final do Apocalipse.
A segunda idéia, é que o mágico, o ilusionista, faz todo o esforço para desviar a atenção da verdade, para que o espectador se iluda, ou tenha os sentidos iludidos, de modo a não descobrir a verdade dos fatos. Então quando vemos autores judeus, focando um tema religioso qualquer, eles, via da regra, estão distraindo a atenção do fato principal, para esconder a contradição dos fatos históricos, iludindo-nos. É a arte da dissimulação de propósitos.
Bem entendido esse ponto podemos então entrar no assunto.

A Antiga escritura dos hebreus, em Gênesis nos diz que Deus Criou o Homem do Barro. Ora que cor tem o barro? Marrom, negro, arenoso? Se a Sagrada escritura usa essa palavra ela assinala um símbolo concreto que se refere, não só a origem terrena de Adão, como quanto à sua cor. Adão era negro? Sim era. No entanto os judeus em um filme recente fazem um jogo de palavras que atribui a cor vermelha à Adão. Dissimulação.
Não seria temerário acreditar que os descendentes de Adão também fossem negros. Seria razoavel. Eis a contradição.

Olhem agora para essa imagem acima. O que vocês vêem nela? Uma mulher branca e uma criança branca? Uma mulher pobre, pastoril, e uma criança pobre nascida em uma manjedoura? Eis a contradição, seja ela aparente ou não. Um sinal de alerta que atravessou o tempo.
Vemos uma mulher no mínimo parda, morena, e vemos uma rainha, rica exuberante nas vestes. O menino um pequeno Rei, como seu cofre de jóias na mão provavelmente guardando a LEI, uma pequena ARCA DA ALIANÇA, ou seu símbolo. Seriam eles, em Linha Direta, descendentes de Adão? Quanto à Carne certamente, porque as Sagradas Escrituras não atribuem outra origem aos homens.
Embora depois do Dilúvio Universal, os homens que sobrevivem são filhos de Noé * que provavelmente era negro, agora já não Deus, mas uma maldição do próprio Noé teria estabelecido uma hierarquia de serviços entre os seus filhos,( raças) dando ao mais novo, a maldição da escravidão, ou seja, o serviço aos serviçais, e os estudiosos viram nisso, em Can, a origem dos povos negros. Eis ai a contradição e a dissimulação da cor de Noé.

Interessante que essa obra retrato de Nossa Senhora, guardada na Polônia é atribuída ao apóstolo Lucas, médico, contemporâneo de Jesus, que a teria pintado em uma táboa de mesa. Porque faria tão grande contradição o apóstolo? Que sinal quis deixar?

Moisés não poderia ser propriamente Branco, pois passou despercebido como filho legítimo da princesa egípcia. No mínimo ele teria a cor caramelo do egípcio, não poderia ser o branco de olhos azuis dos “askinazin”, judeus cinzentos. Então o povo eleito teria sido liderado por um homem negro? Curioso. Hoje já aparecem estudos que atribuem ao Moises uma origem estrangeira, externa à descendência de Abraão. (Cuidado).

Verdadeiramente curioso é o caso dos Falashas, os judeus negros da Etiópia descendentes em Linha Direta de Salomon. Eles acreditam até hoje que todos os judeus são originalmente negros, e não há em suas tradições nenhuma referência a cor Branca de Salomon que teria tido um filho com a Rainha do Sul, como narra a Bíblia, para ficar com as minas de Sabá. Que cor teria Salomon (Salommo ou Salomão)?

O Kebra Nagast, Livro da Glória dos Reis da Etiópia, é uma crônica histórica dos reis de Etiópia, que remonta sua genealogia até Menelik I, filho do Rei Salomon e da Rainha de Sabá, e contém uma série de tradições sobre a monarquia etíope. Nenhuma palavra sobre a cor do Pai de Menelik I.

Então os franceses produziram um filme titulado Va, Vis et Deviens, que dissimula o assunto assumindo o racismo ( preconceito) de Israel resistente aos judeus negros etíopes, tidos como uma falácia histórica. Não seria o contrário? Os judeus brancos é que usurparam o poder aos negros? Apenas uma hipótese.

Porque não estudar mais a fundo o nascimento de Salomon, filho de David este ruivo, como nos conta a Bíblia, e a mãe de Salomon. Que cor teria ela? ( não é por ser ruivo David que os judeus quiseram ver a cor vermelha em Adão?)

Va vis et deviens. o filme de dissimulação é sobre a vida de um menino negro cristão, vivido por Moshe Agazai, que vive na Etiópia e se passa por judeu ( negro) a fim de ir para Israel e ter uma vida melhor ( na verdade essa migração promovida pelos judeus americanos foi para dirigir a atenção do mundo para a existência de Judeus negros, que na operação Moisés ( migração) morreram aos milhares apenas para aplacar a guerra civil entre negros e judeus em andamento nos EUA naqueles anos.

Os etíopes judeus poderiam ir para Israel de acordo com a Lei do retorno, que permite qualquer judeu de qualquer país retornar a Israel e lá estabelecer-se. Ela foi adotada em 1950, logo após o fim da Segunda Guerra Mundial e da fundação do Estado de Israel. Apesar de tal lei estabelecer Israel como o lar de todo o povo judeu, muitos povos sofrem preconceito, como é o caso dos etíopes judeu negros, conhecidos como Falashas. Eles vivem em guetos nas periferias de Jerusalém.



wallacereq@gmail.com


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Cachorro de madame.
















Eu estava lá! Agosto de 1992. Miami, Florida, EUA.





Para pensar.


Nós que vivemos no hemisfério sul não sabemos o que é um furacão. É algo aterrorizante, imperativo, sonoro, destruidor, humilhante dos homens na sua arrogância.


Com dois dias de antecedência as rádios começam a dar instruções à população. Deixem seus carros. Evitem engarrafamentos, pois vocês poderão ser pêgos de surpresa. Tomem um ônibus qualquer, todos eles te levarão para algum abrigo. Não levem objetos inúteis, apenas água, gêneros não perecíveis e papel higiênico.
Ao chegar no abrigo me alistei como voluntário da Cruz Vermelha Internacional.
No abrigo nada vimos ou ouvimos. Lá fora o Andrew passava deixando uma esteira de destruição avaliada em 30 biliões ( bilhões) de dólares.
E eu estava lá, bem vivo e animado.

Mas por que motivo estou contando isso. É que ao decidirmos deixar o prédio onde morávamos para procurar um abrigo, uma senhora francesa negou-se a deixá-lo por não concordar em deixar seu cachorrinho sozinho. Colocou sua vida em risco pelo caõzinho. Durante todo o tempo eu me preocupava como estaria ela.

Engraçado, numa circunstância dessas, coletivamente radical é que vemos a fraqueza de um povo. O excesso de conforto, o excesso de comida compulsivamente consumida, o medo da quebra da rotina profissional e o medo do amanhã gerava milhares de desarranjos intestinais, e em poucas horas os vasos sanitários do abrigo estavam entupidos. Quem tem, tem medo; diz o popular. Que desespero em ter que dormir no chão sem cobertas, e viver sem eletricidade e sem ar condicionado. Pessoas sonhavam que estavam abrindo a geladeira e descobriam que esse aparelho doméstico era o centro de suas vidas. Testemunhei tudo.

Ao sair, o quadro era aterrorizante. Faiscas e raios para todos os lados. Canos de água rompidos e encanamentos subterrâneos de gás vazavam com odor insuportável e risco de explosão eminente. Alguns aproveitavam para assaltar os escombros, em busca de dinheiro e armas. Deprimente.

Exercito nas ruas. Barcos imensos no meio das avenidas, aviões de ponta cabeça e automóveis e ónibus lançados ao mar. Não era um espectáculo bonito de se ver. Muito menos testemunhar o sofrimento de quem voltava para casa e não a encontrava.

Mas a senhora do cachorrinho não me saia da cabeça.

Quando pude chegar ao meu bairro, o prédio onde eu morava estava em pé. a senhora estava lá com seu To Tó, sã e salva. Conversando com as pessoas, posteriormente fiquei sabendo que muitas senhoras e senhores haviam se arriscado para ficar com seus cachorros, quase todos franceses.

Depois lendo aqui e ali, descobri que é enorme o número de solitários na França que vivem com seus cachorros.

Que interessante. O país do romantismo, do amor, do erotismo, é na verdade o pais da solidão, dos frustrados afetivamente, dos que desistiram do convívio com outras pessoas, dos que vivem nos seus animais um amor infantil que foge da dor e da perda. Principalmente evita a vontade do outro e suas opiniões. Um país sem crianças. Isso é curioso e revelador. Tirem suas conclusões. Se negam ao coletivo por amor às suas ilusões. Não é interessante?
Ou, eu estou me olhando no espelho?

WallaceReq par o G23.
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O REI DOS JUDEUS.


O texto que reproduzirei aqui destina-se a você que é judeu e que esta perdido e confuso, seja pelas grandes mentiras do Sionismo, seja pelo apego ao Sangue e a Raça, ou seja pelo doentio apego ao dinheiro. Leia esse interessante texto da Sagrada Escritura, e medite sobre ele.

Matheus 2-10.

O apóstolo dos judeus, Matheus, depois de discorrer sobre a genealogia de Jesus e seu nascimento, narra o seguinte: "Tendo pois Jesus nascido em Belém de Judá, no tempo do rei Herodes, eis que magos vieram do Oriente a Jerusalém. Perguntaram eles: ONDE ESTÁ O REI DOS JUDEUS QUE ACABA DE NASCER? Vimos a sua estrela no ORIENTE ( lá das bandas de UR e Herã) e viemos adorá-lo. Ouvindo isso o rei Herodes ficou perturbado e toda a Jerusalém com ele. Convocou os principes dos sacerdotes e os escribas ( cultos, alfabetizados, pois não pensem que o povo escolhido era constituido de afalbetizados) e deles indagou onde haveria de nascer o Cristo ( o Messias). Disseram-lhe: Em Belém na Judeia porque assim foi escrito pelo profeta: E tu Belém de Judá não és de modo algum a menor entre as cidades de Judá, porque de ti sairá o chefe que governará meu povo ( profeta Miqueias 5.2) Herodes então chamou secretamente os MAGOS ( vejam a arte da dissimulação) e perguntou-lhes sobre a época exata em que o astro lhes tinha aparecido, e enviando-lhes a Belém disse: Ide e informai-vos bem a respeito do Menino ( o messias já seria então perseguido pelo seu povo). Quando o tiverdes encontrado comunicai-me para que também eu vá adorá-lo. Tendo eles ouvido as palavras do Rei partiram.
E eis que a estrela que tinham visto no Oriente ( lá nas bandas de Ur e Herã) os foi prescedendo até chegarem ao lugar onde estava o menino e ali parou. A aparição daquela estrela os encheu ( a todos) de profunda alegria".

11 "E entrando na casa ( construção) encontraram o menino com sua mãe MARIA ".

O Chefe que governará meu povo.
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