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sábado, 7 de julho de 2012

"Tolle et Lege".


Lê, lê tudo que teus olhos virem

E às tuas mãos ansiosas te caírem

Lê o velho, o novo, o falso, o verdadeiro

Distingui-los não podes? Então lê

Se nada nós sabemos, assim mesmo lê !

Desde Homero, Platão, os sábios, os incréus

Os que amaram um deus, os que não creem nos céus

Lê tragédias, Sheakspeare, fábulas, fantasias...

Tudo o que o homem sonha e a cada dia.

O ódio de Voltaire à Igreja prepotente,

De Torquemada o fogo à alma impenitente

Lê amor em Lamartine, a Ismaya deTolstoi

Quem não chorou com Inez a mísera e mesquinha

A que depois de morta o amor  fê-la rainha?

Lê Kafka- "O Processo" é atual e desumano,

No eterno incognoscível do verbo humano

Lê Flaubert- o da forma torturado!

O herói da adolescência por mim o mais amado.

Lê Sartre- o imortal sem Deus e sem calor

Que omite dessa vida uma palavra- AMOR

Lê tudo irmão! Verás na História de Papini

Um Cristo que foi Grande, foi pobre, foi sublime.

LÊ Dante, lê Rousseau e lê também Karl Marx

Da maldade dos povos que o  despotismo arrasta

À historia social da humanidade gasta.

De Freud a teoria escuta precavido:

Viveste, um dia, a infância e foi assim ? Duvido

De Trevisan os “Contos” de um mundo trivial

Mulher marido, amante, o trio universal

Lê tudo se nada mais lhe resta;

Lê a gloria de Paris . Cidade sempre em festa

A socialista China, a Rússia a Troika unida,

Uganda, Portugal; a Espanha desunida.

Da América ululante vê a água rumorosa

No rio da “liberdade” da CIA poderosa!

Se tudo leste já, pondera na humildade

Daquele que pregou um dia à humanidade

Não teve biblioteca, nenhum livro escreveu,

Mas tudo que deixou no Livro Eterno é teu!

O Livro que perdura e a traça não corrói,

O livro que a censura não leu e não destrói.

Se tudo leste já, se tudo já foi visto,

E nada compreendeste em glória tão fugaz...

Lê sempre e sempre mais o Evangelho de Cristo,

A única verdade, a única que existe.

E trás à solidão um Cântico de Paz!



Argentina de Mello e Silva, Abril de 1977.





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sexta-feira, 6 de julho de 2012

A Busca.


A busca pela verdade histórica.

Muito ano atrás caiu em minhas mãos um pequeno livro em Frances, editado por volta de 1840 e titulado “Os problemas da História”.

Curioso; o autor já naquela época tinha consciência de que o texto histórico esta deformado pela ótica ideológica do autor, do narrador, do historiador, do documentalista. Não poderia ser diferente comigo.

Pior; muito pior é se perceber que os relatos históricos são justificativos dos vencedores.

Então quando eu procuro aprofundar uma pesquisa sobre judeu; por exemplo; logo surgem aqueles que irados me chamam de nazistinha filho da puta. Anti-semitazinho. Racistinha nojento etc. e tal. Fico triste, pois só a VERDADE nos libertará. A nós todos, judeus e não judeus.

Os judeus do Paraná chegaram aqui muito antes da Primeira Guerra. São muito poucos os que chegaram para além dos anos 50 depois da Segunda Guerra. Eu conheci o casal Zitto, Maria Nasca, Gertha, estas pessoas sim estiveram no coração do problema. Os demais repetem visceralmente fatos que não presenciaram. Irritam-se com o que não testemunharam. Não querem ver o óbvio. Como meu filho embora cristão católico como eu, seja filho de ventre judeu-cristão, eu me preocupo em deixar para ele as bases para uma pesquisa sobre a VERDADE.

Nem sempre o povo é culpado das decisões de seus governantes, mas sempre pagam pelos erros de seus maiores. Pior; muito pior é o segredo dos bastidores da história. Pagamos pelos atos secretos que sequer ficamos sabendo.

Eddie Rickenbacker (SRD Pagina 192 edição de 1979) esse suíço naturalizado e As entre os pilotos norte-americanos de guerra, mensageiro de MacArthur, descreve assim o fim da Guerra: “Os homens jogavam seus capacetes para o ar. Abandonavam suas armas, acenavam com as mãos. A seguir em toda a extensão para um lado e para o outro, alemães e norte americanos começaram a aproximarem-se de vagar uns aos outros. Hesitantes a principio depois mais depressa, ate que de repente os uniformes cinzentos se misturavam com os marrons e eu podia ver todos se abraçando pulando e dançando. Voei para o lado francês. Ali era mais incrível ainda. Após quatro anos de carnificina e ódio eles não estavam apenas se abraçando, mas se beijando uns aos outros em ambas as faces”.

Eu me pergunto: por que os propagandistas da guerra não mostraram essas imagens? Possivelmente para que nós acreditemos que a guerra tem algum sentido. Porém a despeito da propaganda de guerra, das promoções, das condecorações os homens comuns na linha de frente, vão percebendo a brutalidade de tudo. A incoerência... Percebem-se apenas assassinos. Os padres os pastores e as famílias de um lado torcem pelos seus filhos que defendem sua pátria. Do outro lado padres, pastores e familiares defendem e rezam pelos seus filhos que defendem suas pátrias. Longe, bem longes interesses inconfessáveis matam milhares de vidas humanas, emitem ordens que brutal e inutilmente ceifam vidas humanas. Perguntem aos sobreviventes de Hiroshima se eles acham ato heroico e justificável à bomba atômica jogada sobre mulheres, crianças e velhos numa atitude covarde provocando o verdadeiro Holocausto japonês. Os “guardiões da liberdade” imaginem só, condenaram em um ato milhares de japoneses em holocausto (sacrifício pelo fogo). Mas eles são os mocinhos na história, os vencedores. Os narradores da própria gloria.

Se for assim, como foi com  os demais povos da terra não seria muito diferente com os judeus. Eles também pagam o preço da falsidade de seus maiores. E defendem seus “interesses” raciais, religiosos, políticos e territoriais, sem muitas vezes saber o que ocorre nos bastidores do poder.

A Revolução Russa de 1917, por exemplo. Era fundada na ideologia de um judeu alemão. Foi executada por um grupo de judeus estrategicamente colocados na estrutura de poder. A revolução cometeu atos de barbárie terríveis aos qual o mundo se cala. E foi essa revolução feita por Judeus e financiada por bancos Judeus que logo depois começou os pogroms perseguindo, prendendo, executando e forçando a emigração de judeus russos para a Palestina. Não é curioso? Não merece um melhor estudo?

Evert Smit pesquisador holandês diz: “ O importante banqueiro Jacob Schiff junto com a Mendell House e seu amigo Leon Trotski ( Liev Davidovitch BRONSTEIN maçom e judeu também conhecido como Leon Trotski) encarregaram-se desde New York do treinamento de varias centenas  de revolucionários americanos de ascendência russa. Foi esse grupo que realisou a Revolução Russa. Todavia em plena Primeira Guerra Mundial  Schiff encarregou-se de levar os revolucionários para a Europa”.

Sobre a Segunda Guerra temos perguntas que nunca foram respondidas:

1)  Por qual motivo financistas e bancos judeus financiaram a Alemanha na Primeira e Segunda Guerra? Fritz Springmeier em seu livro Be Wise as Serpents diz: “ Adolf Hitler e os irmãos Dulles encontraram-se na casa do barão Kurt Von Schroeder: Allen e Foster Dulles foram enviados secretamente a Hitler para afirmar-lhe que a “ elite” financiaria sua ascensão ao poder” (Be Wise as Serpents Lincon, 1991) Ora essa elite era composta de judeus financistas e banqueiros.

2)  Nunca foram achados os corpos de Hitler e Eva Braun? A História oficial ( dos vencedores) diz que foram carbonizados.
( pesquisadores dos motivos que teriam para queimar o corpo de Hitler e Eva citam três hipóteses: 1- eles não morreram esses corpos   queimados eram apenas uma desculpa. 2) morreram e o  mundo saaberiaa que Httlerr era ciruncisado como um bom judeu. 3- Hitler  e Eva tinham marcas e tatuagens no corpo reveladoras.)
3)  Hitler era mesmo filho de mãe judia? Eva Braun sua amante era sabidamente judia.( apresentada como católica) Ela era um contacto e agente do sionismo? Alias outros movimentos revolucionários, como a Intentona Comunista no Brasil tinham como mulher ou amante de seus lideres mulheres judias ( agentes sionistas). Isto é apenas uma coincidência?

4)  A Partir de 1939 a Alemanha sustentou financiada por bancos judeus um programa de imigração de judeus para a Palestina. Esse programa foi impedido pelos judeus políticos Ingleses que limitaram a imigração para aquele país (seu protetorado).  Os ingleses chegaram a afundar alguns navios de judeus. Não é curioso?

5)  O que é o sionismo? Jack Bernstein autor judeu diz: O judaísmo é uma religião, mas o sionismo é um movimento político fundado pelos próprios judeus que faziam parte das forças que estavam por trás do comunismo. O objetivo do sionismo é um Governo Mundial sob o controle dos sionistas e das altas finanças internacionais judaicas” (Bernestein Jack; Das LEBEN EINES AMERICANISCHEN judeu in Rassistischen marxistischen Israel; Steinkirchen 1985 pag. 17).

6)  O que foi a declaração Balfour? Depois da vitoria sobre os turcos os ingleses financiados por Rothschild que os permitiu comprar o canal de Suez desculpa para vencer os turcos Lord Balfour que estava nos Estados Unidos publicou em forma de carta endereçada a Lord Rothschild (judeu financista banqueiro e petroleiro) a declaração Balfour que prometia a criação do Estado de Israel, um lar nacional para os judeus na Palestina. Acontece que nem o mundo estava interessado nem os judeus pretendiam se mudar para Israel... Assim diz um autor: “foi preciso que os nazistas provocassem deliberadamente a revolta no mundo para facilitar os ideais sionistas”. ( Segv,Ton - Der Holocaust und Israels Pulitik der Erinnerung; Amisterdan 1990)

7)  Finalmente  Manoel Bonilla Sauras no livro”  Os senhores do socialismo” cita Nicholas Buther chefe da  Associação Britânica -Israelita: “ O mundo esta dividido em três categorias de pessoas uns tantos que fazem os acontecimentos se produzir;  outro que vela pela sua execução e cuidam para que se cumpram; e uma ampla maioria que não sabem jamais o que aconteceu na realidade”: Ora digo eu, esses últimos pagam a conta.  Sejam judeus ou não.

8)  Eu me pergunto: Serei eu  um desses que jamais saberá o que aconteceu na realidade? Possivelmente.





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quarta-feira, 4 de julho de 2012

Novo seguidor

Erico Cordeiro é nosso novo seguidor. Seja bem vindo.


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A Fé do outro.


A Fé do outro.

Depois de pouco mais de trinta anos pedindo misericórdia eu concluo que o que eu tenho é esperança e não fé. Pessoas que convivem comigo tentam me corrigir dizendo que eu sobrevivi esses trinta anos o que por si só já é um milagre. Concordo. São palavras consoladoras e no mais fundo de seu sentido expresso são absolutamente verdadeiras.

Todavia hoje eu me deparei com o texto bíblico que narra o episodio do centurião romano pedindo a Jesus a cura de seu servo. Diz ele: “Senhor eu também tenho homens sob meu comando e se digo a um... vem ele vem; se digo a outro vai... ele vai”. (...)

Jesus então responde: “Nem em Israel vi homem com tanta fé. Vai seu servo já está curado”.

Eu nunca havia me colocado no lugar do servo do centurião. Lá estava ele doente; sem fé; sem se preocupar com religião; impotente no seu leito de morte; sem se preocupar se tivera méritos ou não se abandonava ao seu sofrer. Mas eis que alguém com fé... longe; muito longe dali pedia a Deus por ele. A fé do centurião intercessor obtém de Deus a sua cura. Para tanto não há rito algum; não há nenhuma magia; não há nenhum pedido de sacrifício ou conversão... apenas a fé do centurião move a compaixão de Deus.

Nessa altura de minha vida eu espero na fé de alguém. Alguém que me é muito caro e que precisa lembrar-se de mim com misericórdia e por mim (eu) interceder com aquela fé que Jesus () não viu nem mesmo entre os seus.

Essa é a minha esperança. Das virtudes teologais a mim foi dada a Esperança. Hoje eu necessito da fé do outro. Rogo a Deus que nesse mundo ainda haja alguém que tenha essa fé tão necessária para a cura de tantas ilusões.



Ao meu querido sobrinho Wallace.



Chegastes ao fim, irmão, e então confessas

Que não valeu no mundo o teu abraço.

Sonhaste tanto e teu sonhar já cessa.

Quando a saudade é o derradeiro laço.



E o amor? Mas o amor passa depressa!

Vai deixando ressaibos de cansaço.

A saúde é apenas uma promessa

Que se vai definhando passo a passo!



Ainda resta, porém, em sua vida,

Uma palavra mágica, querida,

Que guardarás no seio da lembrança...



É a flor que nunca murcha nem fenece,

Quanto mais vive mais rejuvenesce:

Essa flor imortal – flor da Esperança!



Argentina de Mello e Silva.


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sábado, 30 de junho de 2012

Die Geschichte der Philosophie

Este texto em alemão é de minha autoria traduzido para o alemão pela pedagoga brasileira residente na Alemanha Sheila Soares. É uma experiência para tentar aumentar ainda mais o número de nossos leitores naquele país. .Agradecemos qualquer comentário.




Die Geschichte der Philosophie.




Die"Geschichte der Philosophie" ist eine reine Konvention.




WennSie mein Profil lesen, werden Sie sehen, dass ich ein Absolvent derPhilosophie der Universität des Bundesstaates Parana in Brasilien(UFPR) bin. Ich werde hier nichts Neues oder Revolutionäresschreiben, dass ein Ph.D Studium oder eine Promotion zum Beispielerfordert.




Ichwerde einfache Dinge sagen, für einfache und intelligente Menschendarüber nachzudenken und nicht um jemanden etwas vorzumachen. Ichsage dies, weil diese geforderten philosophischen Inhalte könnenStudenten die staatlichen Prüfungen durchfallen lassen. Jedoch,diese Inhalte sind nur eine erneute Wiederholung von fragwürdigenhistorischen Fakten.




Beginnenwir mit einem Beispiel aus der Kartografie. 




AlsGeografen, Kartografen und Kosmografen (Astronomen) per Konventiondas System von geografischen Koordinaten erfanden, schafften sie einetechnische Realität, aber nicht eine konkrete Realität. Die Längen-und Breitengrade sind imaginäre Linien, nicht physischen, konkretenund objektiven Realitäten. Allerdings hat diese Konvention eineeinzigartige Sprache geschaffen, welche die Entwicklung der See-,Luft-und Raumfahrt erlaubt. Ebenso, wenn Greenwich die Nullmeridiandurch Konvention wurde. Dies regulierte die Kartografie und zeigte99% der Zeit eine "Weltkarte" mit England als das Zentrum.Aber dies muss nicht unbedingt so sein.Wir könnten auch die Welt mitIndien, die Antarktis oder Japan als das Zentrum der kartografischenWeltkarte sehen. Deshalb wird die Verzerrung der kartografischenProjektionen uns einen weiteren Eindruck von den tatsächlichenräumlichen Dimensionen der Kontinente geben. Russland würde  nichtso groß erscheinen. Brasilien wäre grafisch gesehen größer alsdie USA (das ist wirklich so) und andere geographische Vorurteilewären zerstört, wie die übertriebene grafische Größe von Kanadazum Beispiel.




Inder Geschichte der Philosophie, geschah etwas sehr ähnliches Eswurde vereinbart, dass die Herkunft von Philosophie als einWissenschaft getrennt von der Religion seinen Ursprung im antikenGriechenland hatte. Denn Griechenland wurde der Nullmeridian derGeschichte der Philosophie, ein Greenwich des philosophischenDenkens. So haben wir eine akademische "Sprache", die sehrgeholfen haben könnte, um das philosophische Denken zu verstehen,welche jedoch weder objektive Wahrheit noch historische, konkrete undobjektive Fakten stellt. Schlimmer noch, wenn in der Kartographiekartografische Verzerrungen passieren, welche Gebiete vergrößernoder verkleinern. In der Philosophie dieses Phänomen verzerrt dasDenken über die Bedeutung und Status der einzelnen Schulen vor derVision der wiederholenden Historiker der alten Vorurteile.




ZumBeispiel: wenn wir an dem „philosophischen Greenwich“ glauben,dann wird es der „Anfang“ sein und der griechische PhilosophPythagoras im sechsten Jahrhundert v. Chr., wird der Autor des Wortes„Philosophie“ sein  welche bedeutet 'ein Freund des Wissens'(Philo =  Freundschaft und sofoi = Wissen). Anscheinend ist diePhilosophie die Suche nach Wissen und die Bildung von erklärendenVisionen von Wahrheit und Wirklichkeit, heute verstanden als dieWissenschaft der wichtigsten Ereignisse. Jedoch, es gibt anderenQuellen, andere Nullmeridian, andere Parallelen, andere Datum, welcheeine große Bereicherung für die Geschichte der Philosophie und einewahre Bilanz des menschlichen Denkens darstellt.


Natürlichreden wir über die Geschichte der geschriebenen Philosophie.Andernfalls würden wir über die Vor-Geschichte der Philosophiesprechen. Der Gegenstandder historischen Forschung, in welcher das Wissen der Menschen sucht, gab es zu diesem Zeitpunkt keine Schriftverkehr.Wo die historischen Kenntnisse durch erforschte Wissenschaftenoffenbart werden: dieKulturanthropologie (Erforschung der menschlichen Industrie), diePaläontologie, die Archäologie, das Studium der Mythen derGesellschaften, die keine Kenntnisse des Schriftverkehrs haben.Während dieser Zeit ist es offensichtlich, dass es anonymePhilosophen gaben, die auf die Entwicklung des menschlichen Denkensbeigetragen haben. Aber es war dasSchriftverkehr, dass zu dem Übereinkommen geführt hat, um denNull-Meridian der Griechenland Philosophie zu zuordnen. Allekonventionelle Philosophen akzeptieren die Geschichte der Philosophieim antiken Zeitalter des siebten Jahrhunderts v. Chr. bis drittenJahrhundert v. Chr. : (wie: die hellenische Philosophie; dieVorsokratiker, wie der Ionischen Schule, Heraklit von Ephesos,  derPythagoras, die Eleatischen Schule und endlich die Neo-Pluralisten).Kurz danach die hellenistische und römischePhilosophie, wie der Epikureismus, der Stoizismus, der Pyrrhonismus,der Zynismus, der Eklektizismus und  der Neuplatonismus. Und warumakzeptieren sie es ? Weil sie nur von Griechisch und Latein wissen.Und die Unkenntnis der Sprache von anderenSystemen wie:  der Afrikaner – der Ägypter (die Hieroglyphen), dieMesopotamische (keilförmig), der Hindu und der Chinese (dieIdeogramme). Deshalb nach dem ReichAlexanders und dem Beginn des römischen Reiches, die diese beidenKulturen in der ganzen Welt verbreiten. Es stellte sich heraus,  dassdas Christentum und die Amanuenses (der katholischen Mönche) sichvereinten und hielten diese sogenannten griechischen und römischenKlassiker fest, so dass sie die Nullmeridian, die erste Zeile derPhilosophie von Greenwich kreierten. Doch vor fast 2000 Jahren gab eskomplexe philosophische Systeme, obwohl unbekannt zu den Reichen,Werke des menschlichen Denkens zu dieser Zeit. In der Zeitgeschichteder antiken griechischen Philosophie, zum Beispiel, finden wir denBuddha in Indien als ein komplexes philosophisches System, das nichtein Religion ist, wenn auch wie Pythagoras erkannt, dass Wissen wiedie Intelligenz von Gott über alles steht.




DieIgnoranz der alten Schrift und die Schaffung dieser Konvention des Greenwich griechischen philosophischen Systemes wendet sich von denbekannten Systeme ab. Heute immer noch wenig untersucht von derwestlichen Welt. Aber hier ist die Kritik, auch die griechischenAutoren sind wenig untersucht und deshalb beschränken wir uns aufZitate zu wiederholen. Sagen Sir mir, die Namen von drei Professorender Philosophie, wer das Original lies (Griechischer Schrift dersiebten und achten Jahrhunderte v. Chr.) Thales von Milet,Anaximander und Anaximenes von Milet, Heraklit, Empedokles,Anaxagoras, Leukipp und Demokrit, Protagoras und Gorgias, oder Epikuroder Zenon von Citio oder Diogenes... Nein, Sie haben sie nichtgelesen. Wir auch nicht. Auch während der Renaissance, lasen diesogenannten platonischen Kreise Übersetzungen der Kirche, welche dieklassischen Texte bewahrten. Wissen Sie nicht, die klassischegriechische Philosophen sagen, wir haben keine Vorbereitung für einelinguistische Studie, um den genauen Begriff von jedem Wort zuwissen, aber wir wiederholen endlos Zitate als Kriteria derdominanten Ideologien des Augenblicks. Nichts mehr.



Also wurde viel unserer historische Navigationonen über die Philosophie und den Philosophen vergessen wie Ptah-hotep, der Ägypter, wer vor mehr als über 5000 Jahren lebte. Der anonyme Autor des „Buches der Toten“, anonyme Philosophen in der Bibel, chaldäisches Denken, persisches, indisches Denken der Upanishaden, wie die Chinesen Teng Shih, Lao-Tse, Mo-Ti, Konfuzius (Kung-Fu-Tse); was wir dann sehen, und wir sehen deutlich, dass auch hier, obwohl wir Zitaten gelernt haben, fast niemand hat die Originale dieser tausendjährigen Autoren in ihrer ursprünglichen Bedeutung und Konzepte studiert und zu begehen. Deshalb werden wir, als Liebhaber des Wissens und Wahrheit, die gleiche Fehler der Oberflächlichkeit begehen. Dennoch verlangen wir „auswendiges Lernen' von unseren Schulern, die wir selbst nicht
 haben. Sonst können wir sie mit historischen Fakten belegen.

wallacereq@gmail.com e Sheila Soares

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quinta-feira, 7 de junho de 2012

Negros navegam?


Negros navegavam?

Dando continuidade ao texto “Negros uma historia e pré historia mal contadas” encontrei esse interessante trabalho sobre a história da navegação que parece mesmo confirmar a navegação oceânica dos povos negros em datas mui antigas.

O trabalho abaixo traduzido do inglês foi retirado da Wikipédia. As informações que o texto trás devem ser estudadas e pesquisadas.



Texto:

A história dos barcos vive paralelamente às histórias de aventuras dos seres humanos. Os primeiros barcos conhecidos datam do Período Neolítico, à cerca de 10.000 anos atrás. Estes barcos primitivos possuíam funções limitadas: eles conseguiam mover-se na a água, conquanto, limitava-se a isso.

Inicialmente foram utilizados para caça e pesca. O barco mais antigo descoberto até então, é uma canoa. Foram construídas com os troncos de árvores coníferas, utilizando Ferramentas de Pedra.



Por volta do século 30 A.C, no Antigo Egito, já se conhecia como montar cascos de embarcações com tábuas de madeira.  Eles usavam presilhas de tecido para juntar as tábuas,  Cyperus papyrus, folhas compridas, e grama para unir e calafetar as costuras entre as tábuas. Na Grécia Antiga historiadores e geógrafos tinham documentado ship-faring como os primeiros encontrados no Antigo Egito: "Durante o período próspero do Reino Antigo/Império Antigo", entre os séculos 30 A.C e 25 A.C, no Rio Nilo rotas de navegação foram estabelecidas, e no Antigo Egito há registros que navios navegaram pelo Mar Vermelho até ao país Mirra. [3] Sneferu's antigos navios de madeira cedro  é a primeira referência registrada (2613 BCE) para navios referenciados por nome. [4]



Na Ásia Oriental, na época da Dinastia Zhou, foram desenvolvidas tecnologias nas embarcações como o leme montado na popa, e da Dinastia Han, foi encontrada uma frota de navios bem conservada, que fora empregada no campo militar. Tecnologia naval avançada foi encontrada no período medieval, onde tais embarcações já possuíam compartimentos estanques para armazenamento de água. Durante o século 15 na Dinastia Ming, uma das maiores e mais poderosas frotas do mundo foi montada para as viagens de diplomacia e projeções do poder de Zheng He. Em alguma parte da Coreia, no século 15, foi encontrado o primeiro barco que se utilizou de ferro. Foi o Navio “Tartaruga”, este foi desenvolvido com laminados de ferro.



Por volta de 2000 A.C, a Civilização Minóica em Creta tinham evoluído nos exercícios de um controle efetivo da área naval, na parte leste do Mediterrâneo.

 Sabe-se que a antiga Núbia/Axum negociava com a Índia, e há evidências que navios do Nordeste da África podem ter navegado na região frontal e externa entre a Índia/Sri Lanka, fazendo comércio com a Núbia e talvez até com os Persas, Himyar e com a Roma Antiga.

 O Império Aksumite foi conhecido pela Antiga Grécia por disporem de portos para os navios Gregos e Iêmen.  Em outra parte Nordeste da África, o Périplo do Mar da Eritreia relatam que povos da Somália, através dos portos do norte como o Zeila e Berbera, estavam negociando incenso e outros itens com habitantes da Península Arábica bem antes da chegada de Islão, e também com o então Império Romano controlado pelo Egito.

Os povos Suaíli (africanos) tinham diversos e extensos portos comerciais em pontos da costa da África Oriental Medieval e o Grande Zimbabwe na Áfrca Central tinha grande contato comercial , e provavelmente importavam bens trazendo para África através da margem comercial do Sudeste Africano Quíloa, atualmente chamada de Tanzânia

É sabido  que no auge do Império Mali foi construído uma grande frota pelo Imperador Mansa Musa no século 13 e início do século 14. [10] Fontes arábicas descrevem que alguns consideram terem  visitado o Novo Mundo pela frota de Mali em 1311. [11]

 Na mesma época, povos que viveram próximos a Kongens Lyngby na Dinamarca inventaram o casco segregado, o que permitiu um aumento gradual das embarcações. Logo os barcos passaram a serem desenvolvidos com quilha, semelhante aos barcos atuais de madeira Embarcações de Recreio.

 Os primeiros navegadores começaram a usar peles de animais ou tecidos para fabricarem as velas. Fixou na parte superior do barco um mastro, e assim foi possível a fabricação de embarcações maiores. Essa invenção permitiu ao homem ampliar a exploração, reconhecendo, por exemplo, o termo Oceania, cerca de 3000 anos atrás.

 O Antigo Egito já estava construindo veleiros perfeitamente. Um exemplo notável de sua habilidade de construção foi o Navio Khufu, um navio de 143 pés de comprimento, enterrado ao pé da Grande Pirâmide de Gizé, por volta de 2500 A.C. e achado intacto em 1954. De acordo com Heródoto, os Egípcios fizeram a primeira circum-navegação em torno da África por volta de 600 A.C.

 Os Fenícios e a Grécia Antiga gradualmente dominaram a navegação marítima a bordo dos trirremes, explorando e colonizando o Mediterrâneo com suas embarcações. Por volta de 340 A.C, o navegador grego Píteas de Massalia aventurou-se da Grécia para Europa Ocidental e Inglaterra. No decorrer do século dois A.C, a Roma Antiga começou a destruir Cartago e subjugar os reinos Helenísticos do leste do Mediterrâneo, alcançando o completo domínio do mar interno, que eles chamaram de "Mar Nostrum".

A monção, sistema de vento do Oceano Índico foi primeiramente navegado pelo navegador Grego Eudoxo de Cyzicus em 118 AC.   

Antes da introdução da bússola, a navegação pelas estrelas foi o principal método para a navegação marítima. Na China, as primeiras versões da bussola magnética estavam sendo desenvolvidas e usadas na navegação entre 1040 e 1117. [15] A verdadeira navegação por bússola, usando uma agulha de giro em uma caixa seca, foi inventada na Europa mais tarde, em 1300.

OBS: sabemos também que o faraó Necao II empregou navegadores Fenícios e do Sudão em sua circum-navegação da África. Também alertamos que não há fonte citada no documento sobre a viagem de frota africana ao novo mundo em 1300. Todavia essa é a mais revolucionária informação do texto e abre possibilidades ilimitadas para a pesquisa histórica das populações negras da Oceania e das populações negras pré-colombianas na América do Sul. Embora nem todos concordem os Olmecas tem sim traços negros.




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segunda-feira, 4 de junho de 2012

A morte como instrumento de manipulação política.


A morte como instrumento de manipulação política.

Weiss Jon, Ideology of Death ( Ideologia da morte) New Yor 1997.
]
Esse perigoso e caluniável texto poderia ser titulado “O Sentido político da Morte”. Eu o escrevo especificamente para judeus. Judeus libertos que já intuem o distanciamento existente entre as elites sionistas e o comum dos israelitas ou mesmo aos raros judeus cristãos. Para compreender o que direi aqui, o judeu tem que reconhecer que o cristianismo nasce no seio de seu povo. Que os primeiros mártires do Cristianismo eram todos ou na grande maioria judeus conversos. É preciso também intuir a possibilidade de o Messias ser Cristo, e não uma ideia de justiça e igualdade. Posto isso eu quero citar Fritz Pearl (Frederich Salomon Pearl) pensador e psicoterapeuta judeu autor da obra “Dentro e fora da Lata de Lixo” e acompanhar seu raciocínio e perceber que o lixo esta dentro e fora da lata, não apenas fora da lata, como querem historicamente os israelitas, dissimulando sua culpa e atribuindo sempre ao outro o protagonismo negativo da História. Eternamente perseguidos na história, de Ur ao Egito, pelos Imperadores mesopotâmicos, e pelos impérios que os sucederam. Pelos cristãos da Europa de sempre, pelos “muslim” da Espanha, pelos Bizantinos, pelos russos, pelos alemães etc. e tal, urge perguntar que culpa tem os judeus nessas perseguições. Agora parecerá uma tolice, mas Jesus Cristo ao amaldiçoar a figueira por não dar frutos, dizem os comentaristas, amaldiçoava simbolicamente os israelitas. Aos letrados, o caso, por ser texto judeu cristão passou a ser explicitado pela lenda do Judeu Errante, que vagaria pelo mundo sem poder se fixar plenamente na Terra Prometida e lá viver em paz.

E há culpados para isso.

Bem, se formos ao baú dos tempos, nos escuros da pré-história, resíduos  nos dizem que de algum modo cedo o homem reconheceu sua limitada autonomia e sua dependência a um ser superior. Acreditou também que Deus comia e se fartava, como os homens e ficava feliz e se acalmava  com oferendas diversas .Frutos, animais sem mancha, virgens e crianças foram através da historia da humanidade oferecida para aplacar os “ deuses”. Os israelitas, ou melhor, os hebreus, não ficaram fora desse processo. Com o sacrifício de Cristo, o filho único de Deus, essa pratica chegava cabalmente ao seu fim, nada, absolutamente nada, poderíamos oferecer a Deus mais agradável, superior, divino do que o sacrifício de Cristo. Estava feito o sacrifício final. Todavia como os senhores sabem muitos não acreditaram no Messias e continuaram ofertando sacrifícios de diversas espécies.

Todos nós morreremos. Assim como temos a tendência de dar sentido ás nossas vidas coletiva e individualmente, sentido político, econômico e social, incorreu na tentação histórica de dar as nossas mortes um sentido coletivo e individual. Elas devem ser úteis.  As mortes, assim, passam a ter um papel político. Desde muito cedo se percebeu que as mortes coletivas eram sentidas como um grande sinal, e comovia os corações humanos. Ora se todos morrem, com ou sem méritos, os lideres perceberam que se “dessem” mortes uteis politicamente aos seus, teriam vantagens sobre os que morriam digamos inúteis no mais perfeito anonimato. Quando os israelitas assistiam as mortes coletivas dos primeiros judeus cristãos, viam-se perturbados, a voluntariedade e paz experimentada por eles eram de uma força social e política arrebatadora. Mas como fazer israelitas morrerem assim, voluntariamente, heroicamente? Os chefes antigos e os atuais compreenderam há muito tempo, que podiam oferecer mortes coletivas para justificar posteriores atitudes sociais e políticas. Eram os homens oferecendo sacrifícios ao Político MUNDO. Se elas, as mortes, não seriam conseguidas pela persuasão, e pelo heroísmo, que fossem então conseguidas pela traição. Perseguições e mortandades têm uma força política fabulosa, pois, “batem”, tocam no sentido instintivo de justiça. Eu te pergunto? Um povo seria capaz de implodir as torres gêmeas de New York para justificar a invasão armada em outro país? As vitimas desse evento não foram traídas pelos seus maiores? Estes sacrifícios de crianças, mulheres e jovens validos parecem estar acima de qualquer suspeita. Ninguém ousaria acreditar que eles fossem arquitetados pelos próprios reis, presidentes, líderes militares, generais, ou cidadãos de seu próprio povo e sangue.

Se o judeu liberto quiser procurar encontrará essa estarrecedora verdade: Todo gesto Histórico de importância para os israelitas foi antecedido, concomitante, ou sucedido de morticínios e perseguições de judeus, que nos faz pensar, que haja envolvimento do querer dos “lideres” judeus nessa consecução das coisas politicamente convenientes. São sacrifícios políticos, fatos posteriormente exagerados, cantados em prosa e verso, que fazem dos perseguidos, eternas vitimas inocentes que  fazem acreditar ao mundo que o lixo esta sempre fora da lata, no outro ou nos outros. Ora, como réus inocentes e vitimas do mundo se acham no direito de exigir e acusar qualquer obstáculo, de legitima perseguição antissemita. É muito conveniente.

Duro texto este, mas eu darei apenas um exemplo, para fugir do exemplo da Segunda Guerra tão carregado de paixão, de calunias, injurias e difamações.  Mas a verdade é só uma: hoje a Alemanha é um “canteiro” israelita. Um dócil redil de ovelhas submissas e envergonhadas de seus antepassados. Então para fugir disso vamos para a Rússia de 1917. Quantos líderes da revolução russa eram judeus? Sabe?

Quem comandou o “pogrom”, ou seja, quem foi o “laranja” que deu o argumento ao discurso antissemita universal, que tem justificado diante da opinião pública mundial a necessidade de um Governo Mundial, gerido pelo povo mais injustiçado da terra. Ora, o “instinto” de justiça humana nos diz que os mais injustiçados devem ser os primeiros a ser compensados. Este é o segredo que denuncio não como uma tese acabada, mas como um conjunto de hipóteses a ser estudadas, confirmadas ou negadas. Não há outra explicação para tanta “perseguição” de tantos povos diferentes, em épocas diferentes, e por motivos diferentes aos “mansos”, “imaculados”, “inocentes” e ”indefesos” judeus. No mínimo é curioso. Pergunte-se, amigo judeu, se sua família mereceu participar destes sacrifícios políticos planejados para proteger as famílias que dominam o mundo energético, econômico e político?  Você poderá  então dizer: “ nenhum sacrifício é demasiado”. Eu, porém, discordo.








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domingo, 3 de junho de 2012

Os Cruzados.


Os Cruzados (I).

Eu ando meio apaixonado pela obra dos Cruzados. Gostaria de escrever aqui um tratado, mas não tenho competência para tanto. Farei quando muito nesses quatro artigos um ato de sublinhar aspectos importantes da obra dos Cruzados.

O primeiro ponto que quero sublinhar é o de que afora os livros escritos durante os anos que se seguiram à bravura dos Cruzados, editados como romances e aventura, claramente formadores da juventude e da sociedade, as Cruzadas sofrem e sofreram um constante ataque, por autores de diversas correntes, numa clara tentativa de desmoraliza-las.

Com muita frequência nas introduções veremos uma ressalva critica e desmoralizadora: “As Cruzadas nascidas de Inspiração religiosa degeneraram e tornaram-se veículos de políticas expansionistas; escondiam interesses militares e econômicos”.

Ora prezado leitor, me mostre uma só campanha ideo - militar que não tenha tido interesses econômicos políticos e territoriais. Mas você jamais verá na introdução de suas histórias uma ressalva desmoralizadora como essa. Pior os católicos as repetem em suas edições, e para minha surpresa, esquece-se de valorizar os aspectos positivos das Cruzadas.


Toda introdução ao tema deveria lembrar que a Europa estava prestes a se tornar mulçumana. Esse fato não pode ser esquecido ou sonegado. Quando um autor lembra esse fato, o faz criticamente, chamando os muçulmanos de tolerantes e aos Cruzados de intolerantes, o que é absolutamente falso. Os inimigos de Cristo estão em todos os lugares, sobremodo entre autores marxistas, judeus, muçulmanos e cristãos heréticos. Tal fato torna raro encontrarmos livros que façam a apologética histórica do cristianismo e da Igreja de Cristo. Sumiram das mídias os textos gloriosos dos Cruzados, por um único motivo, eles exaltam o Papado. Eles dão unidade às nações cristãs da Europa. Eles exaltam a Civilização Cristã.

Somente como exemplo, o leitor pode consultar dois livros radicalmente diferentes, o que mostra os problemas de quem estuda a história. Se você ler a Historia da Idade Media do autor russo E.A. Kosminsky (editora Vitória) comparando com a Historia da Idade Media dentro da obra Études sur L´Histoire de  L´Humanité de F. Laurent ( volume 4), te parecerá que estamos estudando fatos e períodos históricos totalmente diferentes. Ou seja, a Ideologia e o tempo em que foram editadas as obras sofreram a pressão e a determinação das ideologias reinantes, o que deforma a história dando-lhe vias e conclusões inesperadas.

O aspecto econômico.

Esta claro que uma rede comercial foi sendo estabelecida na justa medida que os povos iam se conhecendo. Assim os antigos impérios mesopotâmicos dos tempos históricos, posteriormente a Colonização Grega do Mediterrâneo (outro dia ouvi um árabe apresentar as ruínas Gregas da Síria e do Líbano como obra da cultura árabe antiga, então tudo é possível de se afirmar ao atacarmos a Igreja), o Império Persa, seguido pelas conquistas de Alexandre e mais tarde pelo Império Romano deixaram sim uma malha de rotas comerciais e suas consequentes necessidades de consumo entre os povos europeus e os povos orientais. Portanto o aspecto comercial e econômico transcendia qualquer aspecto religioso e existia desde muito antes do nascimento de Cristo.

Com a expansão do Islã (ver mapa embora o mapa mostre o domínio Turco muçulmano em amarelo, fato ocorrido bem depois das Cruzadas) os muçulmanos cercaram e dominaram todos os caminhos comerciais entre o Ocidente e Oriente isso não podemos negar. Foi a pressão sobre a Sé de Roma, e a proximidade da tomada de Constantinopla (cidade de Constantino o grande Imperador Cristão) que levaram ao fenômeno dos Cruzados.

Para nós brasileiros, é de Maximo interesse saber que a segunda cruzada libertou parte de Portugal do domínio árabe. Ora isso é determinante para nossa Historia, pois ou Portugal não existiria, ou seria muçulmano, tendo como consequência que o Brasil seria, se os fatos se repetissem um país muçulmano. Embora, foi à procura de novas rotas comerciais com as “INDIAS” que resultou na descoberta e colonização de nosso país.

Sendo assim, nesse primeiro texto, os estudantes de história, se seguirem esses destaques iniciais que fazemos já verão o fenômeno dos Cruzados com outros olhos. Os “tolerantes” haviam invadido a Siria e a Pérsia. Queimaram a Biblioteca de Alexandria no Egito, construíram uma mesquita sobre o Templo de Jerusalém ((658 que esta lá ate hoje); apoderaram-se da orla mediterrânea, invadem a Espanha cujo território era maior do que é hoje, invadem a França, transformaram a basílica de Santa Sofia, a Sé Bizantina, em Mesquita, (como está até hoje) na ligação comercial mais importante entre o Ocidente e Oriente, mas foi o desembarque no Sul da Itália dos Sarracenos em 846) que fez tremer a cristandade. Quando o califa Haken mandou destruir o Santo Sepulcro e as relíquias cristãs em Jerusalém em 1009, acendeu-se a resistência católica e popular. Todavia os muçulmanos só foram expulsos do Reino Islâmico de Granada, pelos reis Católicos em 1492.

Álvaro Negromonte em sua História da Igreja nos diz assim: “No campo político as Cruzadas deram o mais valioso resultado, libertando a Europa da ameaça muçulmana por 250 anos e retardando a invasão turca muçulmana por mais dois séculos. Isso bastaria para a civilização ocidental dever imensa gratidão a Igreja”.

E eu a cada dia que passa concordo mais com isso. A civilização moçarábica tão “cantada” foi claramente uma conquista do cristianismo. Analfabetos os primeiros quatro califas, ao exemplo de Maomé eram rudes e fanáticos. Dominando pela força povos mais civilizados como Persas e Sírios, cidades gregas da orla mediterrânea receberam deles benéfica influencia. Foi depois da sua convivência com os cristãos que se deram ao cultivo das letras, fundaram escolas e apareceram seus nomes nas ciências. Cotejem as datas para comprovar. Assim a tão falada civilização árabe muçulmana iniciada em 622 depois de Cristo nos parece, ser outra vitória do cristianismo. Daí para frente tem contribuições apreciáveis na medicina, na botânica, na química, na matemática, na astronomia (herança da religião árabe antiga o SABISMO) e na arquitetura. Assim os cristãos moçárabes (que viviam entre os árabes e tinham origens variadas) receberam dos invasores, sobretudo influências linguísticas e costumes.






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quinta-feira, 31 de maio de 2012

DEMOCRACIA; UM FANTASMA.

DEMOCRACIA; UM FANTASMA.

Passam os séculos e os tiranos não aprendem. Um dia eles foram solidários ao querer das maiorias, foram lideres mas com tempo vão se divorciando do povo e se tornam homens de ouvidos duros. Por mais  bem intencionados que sejam os tiramos, eles acabam em rota de colisão com as suas bases. Pior, quando são assessorados por homens que aconselham em causa própria.

Recebi esse texto pela Internet, na tarde de hoje, e dou continuidade à sua exposição.

Contra quem estamos nos impondo? Contra aqueles que carregaram os pianos, as bandeiras, brigaram nos botequins, enfrentaram a cadeia e os juízes e garantiram a nossa fama. E a favor  de quem estamos impondo.A favor daqueles que nunca nos apoiaram, elogiaram ou respeitaram, homens que odeiam pobres, têm ranço racista contra a cor negra, que são dissimulados. Eles não estarâo conosco em 2014. E se afastarmos os últimos guerreiros, ai sim já não haverá 2014 .

Se o PMDB não tem um nome a culpa não  é deles cetamente.

 Leiam.


Carta Aberta ao Senador Requião





Nós, Presidentes dos Diretórios Zonais do PMDB de Curitiba, reafirmamos nossa lealdade, respeito e confiança no senador Roberto Requião, liderança maior do nosso partido no Estado e cuja atuação política no Senado Federal orgulha e honra todos os paranaenses.



Ao lado de Requião, nós militantes do PMDB, travamos lutas históricas, pela redemocratização do país, pelas Diretas Já, pela consolidação da democracia, pelo fortalecimento do nosso partido e pela eleição de candidatos comprometidos com a justiça social, com a distribuição de renda e a melhoria  das condições de vida do povo. Juntos, conquistamos a Prefeitura de Curitiba em 1985, o governo do Estado em 1990, 2002 e 2006, elegemos bancadas atuantes na Assembléia Legislativa e Câmara Federal e uma representação forte no Senado da República.



Nos momentos difíceis, sempre estivemos juntos. Quando se tramava o impeachment do governador Requião, nós peemedebistas de primeira hora, saímos às ruas, denunciando a farsa. Tomamos a mesma atitude quando os remanescentes da Arena e do PDS, travestidos de pefelistas e tucanos neoliberais, lançavam-se sobre o patrimônio dos paranaenses, na frustrada tentativa de privatizar a Copel. Fomos às ruas, protestamos, nos unimos e vencemos os vendilhões. Não nos submetemos aos que tentavam nos diminuir ou humilhar e mantivemos a espinha ereta diante dos que nos chamavam bárbaros e vândalos. Não nos deixamos cooptar, fizemos oposição firme.



Respeitamos as posições do senador Requião, mas nesse momento em que se avizinha a convenção municipal do partido em Curitiba, queremos manifestar nosso repúdio à pré-candidatura de Rafael Valdomiro Greca de Macedo. É uma pré-candidatura extemporânea, desagregadora, que dividiu o partido e desagrada a cidade e não tem viabilidade eleitoral. Atende unicamente aos interesses de Greca, que embora filiado ao PMDB por conveniências pessoais, jamais partilhou ou se comprometeu com nossos ideais.



Prefeito, perseguiu, mandou bater e prender companheiros. Secretário de Comunicação de Lerner e comandou a ofensiva da Jaime Lerner pela privatização da Sanepar e Copel. Filiado ao PMDB, contra a vontade majoritária do partido, foi escolhido presidente da Cohapar e alijou e demitiu companheiros. Greca não soma, divide, fragmenta.



Egresso da Arena, do PDS e PFL, habituado aos conchavos da cúpula, Greca desconhece as práticas do nosso PMDB, onde a militância tem voz, participa, escolhe e vota. Greca quer se impor candidato, sem debate com a base partidária. Greca não representa a militância do PMDB de Curitiba e não a respeita. Nunca foi PMDB, não é agora e nem será no futuro. A história de Greca não é a história do PMDB.



Nosso partido está fora do comando da cidade há mais de 25 anos. Lamentavelmente, ao longo das últimas eleições, não conseguimos apresentar um candidato que conquistasse a confiança do eleitor. Temos que aprender com os erros do passado. Não podemos apresentar um candidato que não tem nenhuma identidade com o partido, e que nos últimos embates eleitorais que travou, como candidato a deputado estadual, apresentou desempenho eleitoral pífio, Seria um suicídio político e eleitoral.



Não concordamos com a pré-candidatura de Greca, não o aceitamos como candidato do PMDB à Prefeitura de Curitiba. Seria um deboche com nossa história, um escárnio com nossa cidade.



Queremos uma discussão democrática. É a chance do nosso PMDB voltar a ser protagonista dos destinos da nossa Curitiba.





DIRIGENTES ZONAIS

OBS: DOCUMENTO SEM ASSINATURAS ENVIADO PELO G MAIL.



                                             







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Coerência partidaria ( Rafael Greca)

Clique no link abaixo


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Coerência partidária é isso?





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segunda-feira, 28 de maio de 2012

Curiosidades Estatísticas.

Quem escreve tem suas preferencias.Mas nem sempre essas preferencias são as do  leitor.
E quis saber que textos de minha autoria eram mais lidos nos ultimos tempos e perguntei às estatisticas do Blogger. Resultado:

clique sobre a imagem, ela cresce!




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domingo, 27 de maio de 2012

TEMOS UM NOVO SEGUIDOR ( LEITOR FREQUENTE). SEJA BEM-VINDO.

Érico Cordeiro é nosso novo leitor.

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David versus Cruzados


 David versus Cruzados.

Não vai pensar caro leitor, que houve uma batalha entre o Rei David e os Cruzados. Dois mil anos os separam. David viveu por volta do ano 1000 antes de Cristo, e os Cruzados por volta do ano 1000 depois de Cristo. Eles tinham em comum apenas o interesse pelo mesmo pedaço de terra.

Mostrarei aqui três vídeos tirados do Youtube. Falam provocativamente de David. O objetivo é aquele clássico: Falem bem, falem mal falem de mim. Embora o título seja agressivo: “David sanguinário e psicopata” ao final ficamos com a imagem de um grande guerreiro, uma antítese de Cristo. David pequeno e pobre pastor que se faz rei e expande seu império com astucia e força, para morrer na gloria de seus 110 anos (revolucionário). Diferente do Deus que se faz carpinteiro humilde, para morrer mártir na CRUZ (o antirrevolucionário).

O que vou tentar mostrar aqui é como uma introdução a outro texto que ainda publicarei titulado “Os Cruzados”. Quero mostrar que esse riquíssimo capítulo da história universal e da Igreja é sonegado aos católicos e aos estudantes de modo geral, principalmente quanto ao seu heroísmo, e quando vem à tona como tema escolar, vem recoberto de criticas, calunias e injurias à Igreja, o que não fazemos quando estudamos outras marchas militares na longa e violenta história da Humanidade.

A marcha da História Humana é marcada pela violência. Nós queremos esconder esse fato eloquente que escandaliza nossas consciências hipócritas. Vou propor ao leitor que de uma olhada na historia geral e colha dados, por exemplo, do Império Assírio ao tempo de Salmanazar, ou a expansão do Egito, mais antiga, ou a marcha sumeriana e semita sobre a Mesopotâmia e o consequente império Babilônico com base no Fértil Crescente. De uma lida no Império Persa; na expansão grega; no Império Grego sobre os Fenícios e Cartagineses; no Império de Alexandre; no Império Romano; nas migrações bárbaras sobre o Império Romano; no Império de Carlos Magno; no Santo Império Romano Germânico; na Reconquista Bizantina; na expansão do Islã até chegar a Europa Católica das Cruzadas. Veja que ficaram de fora as aventuras dos Maias, Incas e Astecas, as aventuras dos Chineses e Hindus e tantas outras migrações, as africanas por exemplo, e expansões humanas, digamos periféricas da ótica ocidental. Ficaram fora também as migrações pré-históricas.

O leitor verá que em todas essas narrativas exalta-se o heroísmo, o poderio militar, a aculturação de povos, o desenvolvimento. A Violência é pintada com cores pálidas para não assustar . Somente quando chegamos à dura História da Igreja, mãe da Moral Cristã e guardiã da Moral Universal é que veremos ataques “moralistas”, calunias e injurias, como se fora a Igreja a culpada dos males do mundo.




Posto isso assista os vídeos com atenção cotejando na Bíblia seus conteúdos, lembrando sempre que os ataques ao judaísmo enquanto estratégia ideológica é, na verdade, um ataque às bases do cristianismo.  Quero chamar a atenção do leitor (a) que David crucifica os sete netos de Saul, ora, se verdadeiro o fato (ver nas Escrituras), isso tem importância, pois muitos autores judeus procuraram, na tentativa de se isentarem de culpa na crucifixão de Cristo, afirmaram que a Cruz era instrumento de suplicio dos Romanos. Ora ao Tempo de David, sequer Roma havia sido fundada (Roma 753 AC) enquanto David vivera quase 300 anos antes da fundação de Roma. A Crucifixão era, portanto usada pelos Judeus (hebreus). Verdade ou mentira?







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quarta-feira, 16 de maio de 2012


O universalismo católico.

O texto que trago aqui é bem curioso. Para entendê-lo preciso lembrar alguns pormenores dos quais acredito nossos leitores já estejam familiarizados. Em primeiro lugar a palavra Católica (o), é de origem grega (língua usual na Palestina naquele tempo e língua da Bíblia de Alexandria ou dos Setenta, lembrando que essa tradução para o grego foi feita muito antes do surgimento do Novo Testamento), e quer dizer: aquele que congrega; que atrai a todos. FREQUENTEMENTE encontramos traduzida por universal, tradução usual no cristianismo. O segundo ponto, sempre lembrado por nós, é que o primeiro Papa (O príncipe dos apóstolos) é o pescador judeu Pedro. No primeiro século de nossa era tivemos cinco Papas, a saber: Pedro (67), instituído na função pelo próprio Cristo (Messias) (Pedro tu és pedra, sobre ti edificarei a minha Igreja), Lino (67-76), Anacleto (76-88), Clemente (88-97) e Evaristo (97-105). Se não me falha a memória os três primeiros são todos judeus*. Como eram também hebreus Jesus, Maria e José, esse último oriundo da nobreza de David. O Catolicismo, portanto tem origem no seio do judaísmo¹, tendo como protagonistas judeus. Judeus de língua grega, aramaica e eventualmente hebraica (o hebraico já não era usado à época de Jesus Cristo). É um erro, portanto, pensar que o catolicismo tem origem Romana, ele tem origem hebraica. Foi o martírio de Pedro e Paulo (hebreus) em Roma, que providencialmente desloca o primado católico para Roma. Todavia ele nem sempre ficou lá (em Roma). Também é um erro pensar que nasce da influência da cultura grega, posto que desde o terceiro século antes de Cristo, os gregos e depois os romanos dominavam a região. Mesmo assim o Catolicismo nasce claramente do pensar judeu, numa síntese prevista e anunciada pelos Profetas.

Posto isso eu passo a reproduzir esse texto, tirado do livro dos “Atos dos Apóstolos”, lembrando, que quase todas as epístolas principalmente as de Paulo², são anteriores à redação do Novo Testamento, ou como também é chamado; da redação da Nova e Definitiva Aliança.

O que você estará lendo é, portanto, uma narrativa de um diálogo. Um diálogo universalista entre judeus e pagãos. (Atos 10-25 e seguintes).

Quando Pedro estava para entrar em casa, Cornélio³ saiu-lhe ao encontro, caiu aos seus pés e se prostrou. Mas Pedro levantou-o, dizendo: ”Levanta-te eu também sou apenas um homem”.

Então Pedro, tomou a palavra e disse: “De fato estou compreendendo que Deus não faz distinção entre as pessoas. Pelo contrario, Ele aceita quem o teme e aceita a justiça, qualquer que seja a nação a que pertença”.

Pedro estava ainda falando, quando o Espírito Santo desceu sobre todos que ouviam a palavra.

Os de origem judaica que tinham vindo com Pedro ficaram admirados de que o dom do Espírito Santo fosse derramado também sobre os pagãos. Pois eles os ouviam falar e louvar a grandeza de Deus em línguas estranhas. Então Pedro falou: “Podemos por acaso negar a água do batismo a estas pessoas que receberam como nós o Espírito Santo?” Ele mandou que fossem batizados em nome de Jesus Cristo. Eles pediram, então, que Pedro ficasse alguns dias com eles.

Interessante é notar que este pequeno texto é um testemunho contra o nacionalismo racial judeu, e o sectarismo da História da Salvação. O texto deixa bem claro a vocação universal do judeu-cristianismo que congrega todos universalmente e por isso foi chamado “CATÓLICO”.

Por outra via, podemos notar que o altar cristão é a herança do altar dos sacrifícios hebraico. Assim como o Solidéu ( só para Deus), pequeno gorro vermelho usado pelos bispos cristãos, e branco no caso do Papa, nada mais é do que o “Kippá” hebraico comprovando a linha de continuidade do judeu-cristianismo. Do mesmo modo a Estola é herança do judaísmo. Autores modernos procuram confundir os católicos com o caso da Mitra papal, que seria uma herança do Egito. Mas essa herança passa para os judeu-cristãos prela via do judaísmo. Não foram, e nos fica bem claro, os cristãos oriundos do paganismo,  aqueles que permaneceram no Egito e sim os hebreus. A Mitra veio para o cristianismo pela via do judaísmo. Foram eles, os judeus, portanto, que herdaram as tradições do “ritual” egípcio, que já era praticado ao tempo do Rei Salomon. Não foi a Igreja de Cristo. A Igreja de Pedro (instituída por Cristo) herdou sim algumas tradições do judaísmo, tais como, por exemplo, o Altar do Sacrifício, a Tiara, o Solidéu, a Mitra, o Báculo, o Levirato (sacerdócio) e a questão inicial dos judaizantes, que queriam sectariamente a circuncisão dos neófitos cristãos num claro apelo racial. Assim o cristão étnico era o cristão oriundo do judaísmo.

OBS¹: O judaísmo aqui é usado como generalização, e não como descendência do Reino de Judá, em oposição ao reino de Samaria. Também não poderíamos usar israelitas, pois esses negam o cristianismo e a Divindade de Jesus e ate mesmo a sua filiação divina única, assim como negam que Jesus seja o Cristo, o Ungido, o Messias Prometido.

² Paulo: era judeu, como ele mesmo diz: hebreu da casta dos Fariseus, mas era também cidadão romano por compra de cidadania, caso semelhante a outros judeus encontrados no Novo Testamento.

³ Cornélio: era esse o soldado romano? O texto deixa claro que era não judeu, pois os de origem judia vinham com Pedro. Podemos supor que era pagão e que foi batizado nessa oportunidade.

*Lino: Paulo menciona Lino na carta a Timóteo, (Segunda Timóteo 4-21) foi o segundo Papa e era natural de Volterra na Etrúria. Santo Irineu na Lista dos BISPOS DE ROMA escreve: “Após haver fundado a Igreja os bem aventurados apóstolos (todos judeus) transmitem a Lino o encargo do episcopado”. Ora, esse grupo de cristãos- judeus certamente (ou provavelmente) haveriam de entregar a Igreja a um judeu da Etrúria. Sabemos também que ele era um dos 72 discípulos. Ora isso indica que temos 99% de que Lino fosse judeu.

Anacleto: Também conhecido por Cleto era, judeu de origem grega, nascido em Atenas. Foi o terceiro Papa.

wallacereq@gmail.com



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quarta-feira, 9 de maio de 2012

Temos dois novos seguidores, Eliandro Costa e um homônimo do site de Acassio Taniguchi, " Requião tem Razão" Sejam bem-vindos!






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