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domingo, 15 de novembro de 2015

A questão do terrorismo islamico.


Eu não posso julgar os bastidores dos atentados, muito menos afirmar que o petróleo determina esse fenômeno. Mas já percebo uma armadilha. A perseguição às religiões, principalmente a ligação de religião com a organização civil do Estado.
Por isso a mídia fala em Estado Islâmico. Veremos em curto espaço de tempo uma antipatia as religiões e uma exaltação dos Estado leigos e materialistas. Acontece que no campo da dissimulação, no campo do invisível, existe o Estado Israelita de Israel, que é o pivô desse problema. No entanto, ouviremos falar do Estado do Vaticano, nos estados Budistas, no Estado Anglicano, por exemplo, mas em nenhum momento ouviremos falar no câncer que é Israel no centro do problema racial e religioso do mundo moderno. Na minha opinião esses ataques terroristas são um velha técnica para justificar o fim da auto-determinação dos povos, o fim das soberanias e o ataque frontal ao países do Oriente por interesse econômico.
É muito difícil para mim acreditar que um exercito de poucos recursos econômicos e militares saia provocando diversas nações ao mesmo tempo como se fora um adolescente irresponsável e incapaz de sustentar a luta. Mais fácil acreditar que serviços de inteligência de países interessados na área, na água e no petróleo estejam construindo uma opinião publica mundial para suportar a guerra que haverá de vir. Russia e EUA ha declararam seu interesse. Israel como de costume se cala, as nações fortes estarão a seu serviço.  
G 23 de Mello e Silva






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Piratas e protestantes.

PIRATAS, PROTESTANTES E HOMOSSEXUAIS. (Polemica).

A questão da maternidade sempre foi central na história da humanidade. Não só na tradição judaico cristã. O sexo e a geração humana sempre foi o mistério de renovação e da sobrevivência da espécie humana. Deus, segundo as escrituras, poderia ter modelado seu filho único do barro como fizera com Adão, mas preferiu escolher uma mulher. Esse fato simples que tem muitas implicações teológicas, em uma das vertentes, recupera toda a dignidade da mulher  que fora perdida entre os hebreus com a carta de repudio concedida por Moises. A própria Escritura nos diz que o repudio a mulher a induz ao adultério, e com o adultério o caos social. A mulher era então uma coisa. Rejeitada e desprezada, principalmente as velhas.
Maria, a jovenzinha escolhida por Deus, nos dá o Messias, e ele nos dá a Igreja. Portanto a história da redenção humana tem mãe. Maria. E a história da dignidade feminina também tem mãe, a mesma Maria.
O matrimonio é palavra chave da civilização cristã; diz essa palavra formada por Matri (matriz-mãe) e mônio (de mono, unidade, fonte única) que de uma só mulher, de uma só e mesma fonte nascem o Verbo feito Carne, o Cristianismo e a Igreja. Facilmente você encontrará na Bíblia as palavras de Jesus revogando a carta de repudio dada por Moisés e aconselhando que os homens voltem a sua primeira mulher e quebrem a dureza de seus corações endurecidos pela paixão.
O Protestantismo, que é o cristianismo judaizado, desmerece Maria, tornando-á uma figura menor, acessória, como fizeram inúmeros povos, tribos e clãs da antiguidade com suas mulheres, tivessem ou não influencia do pensamento hebreu. É bastante complexo o estudo da origem do protestantismo na chamada idade moderna eclesial (1450 a 1929). Poucos lembram da influencia do poder temporal, tanto na Igreja como nas confissões ditas protestantes. Poucos encaram o problema político entre as nações e a instrumentalização da fé. Deveríamos estudar o nominalismo teológico de Occam, o subjetivismo, e o humanismo renascentista sobre os Papas do Renascimento. Poucos estudam o Papa Sixto IV e o nepotismo. O arcebispo André Zamonetic, tentou organizar um Concilio na Basiléia para discutir alguns comportamentos ( não doutrinários) de Sixto VI, mas foi assassinado. Pouco se sabe das desordens do Papa Alexandre VI ( Borja) e a Bula que dividiu as terras descobertas entre Espanhóis e Portugueses. Este quadro, somado ao fato das indulgências “gerenciadas pela nobreza alemã e suas dividas com “banqueiros” judeus” principalmente,  prepararam a doutrina de Martinho Lutero. Protestantismo (que diz respeito ao protesto feito pelos príncipes alemães) tem origem em “protesto”, rebeldia, e rebeldia contra a mãe Igreja, e contra a mãe da Igreja Maria, fazendo de Nosso Senhor, não o Deus Carne filho de Maria, e em Corpo Místico com os fiéis, mas o Deus carne, que não necessita da mulher-igreja, que a repele, livrando-se dela, da mãe, de seu magistério, de seus dogmas,  propondo a livre interpretação das Escrituras, sem a esperança na ressurreição da Carne ou na infalibilidade papal. Ou seja, com uma profunda negação da metafísica.
Possivelmente isso não esteja completamente correto; afinal não sou um especialista. Mas a verdade é que a conseqüência do protestantismo foi a negação da necessidade de Maria para a Salvação,  e sua negação levou a negação da Igreja instituída sobre Pedro por Jesus Cristo antes da feitura dos Evangelhos. E isso é verdade.

Ora, mas o que é o homossexualismo? É sem sombra de duvidas uma rebeldia, um protesto contra a própria natureza, uma sutil negação da mãe nos homens e do pai nas mulheres. Um ideal de auto gênese sem a necessidade da complementação ordenada dos sexos. O homossexualismo é a conseqüência do protestantismo pratico, embora possamos dizer que o protestantismo seja muito mais recente que o homossexualismo, podemos dizer sem medo de errar que a rebeldia e o protesto vem de antes da criação dos homens, com a rebeldia de Satanás; esse ser misógino, que odiou Maria ao perceber que ela daria Jesus para a redenção do mundo.
Dizem alguns dos teólogos mais antigos que essa rebeldia veio justamente ao contemplar que Deus disporia de uma mulher para dar corpo a seu Filho. Satanás não suportou contemplar que uma mulher obediente a Deus lhe submeteria sob o calcanhar o “reino da rebeldia”.
Curioso notar que os movimentos ditos de protesto, ou protestantes nascem sempre de uma questão sexual. O sexo e as paixões humanas são o motor de todas as rebeldias e sedições.  Lutero, monge Agostiniano, se rebela na verdade, em ultima analise, porque preocupado com sua fragilidade moral e o juízo de Deus, queria casar-se com Catharina de Bora, freira cisterciense. Henrique VIII se rebela contra a Igreja e se declara chefe da Igreja na Inglaterra pela sua paixão e segundo casamento. Seguem-se fundados em questões morais, a teses de João Huss e João Wiclif, que tinham seus fundamentos na “pureza” de suas relações. E as demais igrejas que vão surgindo  como ramos da árvore do protestantismo, anabatistas, calvinismo, de Calvino e Zwingle que multiplicaram-se na França, Holanda, Bélgica, Inglaterra e  também  colocam suas bases na  discutição das relação afetiva e sexuais, negando sempre o magistério infalível em Fé e Moral entregue pelo próprio Cristo a Pedro , e contra os dogmas e os sacramentos.
A própria Igreja Católica vem sofrendo pressões nesse sentido, (e isso não é novidade alguma) embora em foro interno. A Mãe, a Fonte Única, O Vinculo Indissolúvel, vem sendo negado desde o principio por diversas e variadas heresias. O combate é sempre o mesmo. Tornar a mulher a fonte do pecado, da tentação, da transgressão, da rebeldia ao estilo do “velho testamento” ou escrituras hebraicas. A mulher de então obediente ao demônio, que faz comer do fruto do bem e do mal, que quer transformar os homens em deuses dominadores dos “mistérios” profundos, a mulher sedutora e rebelde, a mãe do Mal, a “submissa” de Satanás.
Essa mulher cruel, embusteira, símbolo do mal e da tentação aliada à idéia da inferioridade da mulher boa e a inutilidade da mulher fraca, doente, levou-nos, já na antiguidade nômade, e militar ao surgimento do homossexualismo masculino.

Em 12 de março de 1995, no jornal, Gazeta do Povo, li uma matéria editorial, sem assinatura que informava que o professor de história B.R.Burg, da Universidade do Arizona, afirmava em seu livro, “Piratas e Sodomia” que os piratas eram homossexuais e que haviam construído no Caribe um paraíso homossexual. Eram perseguidores de espanhóis e portugueses porque eles não podiam viver sem mulheres (e porque eram católicos da contra reforma de Ignácio de Loyola). Costumavam degolar as mulheres espanholas ou lança-las ao mar se com elas não conseguiam algum resgate. O autor vai mais longe e defende a tese de que entre corsários ( navegadores rebeldes e ladrões que recebiam as cartas de corso, isto é ,piratas oficiais) também havia a instituição da “Metelotage”, um vinculo homossexual e pedófilo entre os velhos marujos * Capitães, e os aprendizes de 10 a 12 anos isso acontecia mesmo trabalhando para a Inglaterra onde o homossexualismo era proibido. ( confesso que nunca li tal livro).
Essa orientação pirata gerou, segundo aquele autor, citado pelo jornal, no século XVII uma das maiores instituições de orientação homossexuais já existentes, que chegou aos nossos tempos como a irmandade “Skull and Bones” que tem como símbolo a bandeira negra da pirataria com um crânio e dois ossos em X e que fez seus ideais se espalharem pelas diplomacias do mundo ocidental.
Ou seja, a raiz da pirataria e do homossexualismo é a mesma: a rebeldia. A frase teológica de Satanás, não servirei esta impressa tanto no homossexualismo como na pirataria, mais ainda no protestantismo, cuja frase lapidar era em ultima analise “Não servirei a Igreja nem à Maria” apenas às Escrituras. Mas Cristo havia instituído a Igreja sobre Pedro, e as Escrituras não haviam sido escritas. Assim era regra geral da atividade pirata ser protestantes e quando corsários, serviam aos reis protestantes, por exemplo, da Holanda; dos calvinistas e huguenotes da França; dos protestantes Ingleses, esses os maiores e mais celebres piratas do seu tempo. Também foram eles os grandes responsáveis pelo comércio escravista. Muitos terminaram suas carreiras como nobres. Quando o Brasil passou para a Espanha em 1580, isto significou atrair os piratas protestantes e os judeus seus financiadores para nossa terra.
Como nos diz H. Pigeonneau em Historia do Comercio Francês, 1889 Tomo II, pagina 170: “A pirataria sempre foi eminentemente protestante;”.
Walter Releigh; Flobisher; os irmãos Halkins; Lancaster que tomou Recife em 1595 no Brasil; Drake; e Cavendish. Piratas ingleses tentaram se estabelecer o Rio de Janeiro e Espírito Santo, mas foram repelidos. Piratas das Antilhas  desciam até Santa Catarina, e o pirata holandês Paulo Van Ceulen foi repelido da Bahia de Todos os Santos em 1604; como nos conta Macedo em “Efemérides Históricas do Brasil”. Solidônio Leite elogia os judeus por terem facilitado as coisas para os corsários e piratas e terem se aliado aos ingleses que pretendiam se estabelecer no Brasil; leia em “Os judeus de Portugal”, pagina 60. Ver também “Cartas de Padre Antonio Vieira”. A História se repete como farsa nos diz Marx, mas o que vemos é uma nova investida sobre o mundo cristão de homossexuais ( que corrompem a fonte, a base da sociedade cristã) e capitalistas ( que corrompem a propriedade e soberania dos estados cristãos)  judeus.
Outros piratas famosos ; Alexandre Exquemelin; Henry Morgan; Willian Dampier; Charles Swan, aparentemente todos homossexuais segundo B.R.Burg.


G 23 de Mello e Silva





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sábado, 14 de novembro de 2015

A volta da Ditadura Militar

A volta da ditadura militar,
Antes de escrever esse texto, eu quero te perguntar: “O que você prefere ter seu carro roubado ou ser morto?” O primeiro crime é um crime contra o patrimônio, o segundo um crime contra a pessoa, contra a vida. Está bem claro?
Possivelmente porque eu fiz tempos atrás um longo texto sobre a militarização do desenvolvimento, cuja suma está publicada nesse blog, alguém possa ter interpretado que eu, ou nós somos favoráveis à volta da DITADURA MILITAR. Não somos.
Nossa Constituição é bem clara, as Forças Armadas estão submetidas ao poder civil, sendo o presidente da Republica o comandante em chefe das Forças Armadas, isso porque diz a nossa Constituição que “Todo Poder emana do Povo e em seu nome será exercido”, portanto as Forças Armadas são braços fortes do POVO.
Quando falamos em corrupção, embora seja crime grave, estamos falando de crime contra o patrimônio, patrimônio publico ou privado. Agora quando falamos em perda de Liberdade, morte, desaparecimento, prisões por ideologia, cerceamento da liberdade de opinião, estamos falando de crimes contra a pessoa. Esses são muito mais grave que os crimes contra o patrimônio, embora ambos sejam crimes e devam se combatidos. O que houve na Ditadura Militar foi violação da Constituição, fechamento do Congresso, perda das garantias individuais, seqüestros, desaparecimentos, morte, cerceamento da imprensa e do direito de opinião. Na Ditadura, as Forças Armadas passam por cima do mandato popular e se arvoraram “paternalmente” no direito de decidir pelo povo. “Há um dito popular, bem sábio, que diz: Cada povo tem o governo que merece”. Essa verdade é para o Bem ou para o Mal, mas pelo menos em teoria é o povo que faz a escolha de seu governo. Quem se arvora no direito de impor  sistema ou forma de governo à força, seja de direita ou esquerda lesa a LIBERDADE, comete crimes em cascata contra a pessoa, gera uma injustiça sem fim, ainda que se queira fazer parecer justiça, seja o capitalismo, seja no socialismo, ou no comunismo;
Creio que assim fica clara nossa opinião.

G 23






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Não jogue perolas aos porcos.

Bastam-lhes a ração, o soro do leite, e o levedo de cerveja.




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sexta-feira, 13 de novembro de 2015

G & W

G e W são parentes sonoros. País de Gales ou Walles dizem respeito ao mesmo lugar. Waste ou Gaste (o), nos falam de gasto, usado, lixo. Assim Wallace ou Gallace ( Galaxe) nos falam de galáxia, ou galákia, um agrupamento de estrelas bem definido no espaço sideral. G 23 ou W23 nos falam da mesmíssima coisa, um agrupamento definido de gênes, 23 da mãe e 23 do pai, totalizando 46 pares da especie humana.
Esse o nosso nome galáctico. 

G W eram as letras da bandeira da Companhia Judeu-holandesa das Índias Orientais que geraram, posteriormente, o brasão da Republica Brasileira. Que bobagem não é mesmo ( interrogação)





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Direito de resposta (I)

Direito de resposta.
Os jornais de hoje trazem a noticia da aprovação de lei de autoria do Senador Requião que visava garantir o direito de resposta no próprio veiculo, como igual espaço ou tempo, a todo individuo que se julgasse ofendido, injuriada ou caluniado na sua honra. Dilma Rouseff sancionou a lei, mas em minha opinião, ao vetar o mais importante artigo, tornou a lei quase inútil, pois um ofendido em rede nacional, por exemplo, ganha um direito de resposta, em um parágrafo, ou imagem em um horário sem importância, ou veiculo de menor importância.
Eu não li o conteúdo publicado no Diário Oficial da União na tarde de ontem, nem conversei com o senador, só posso dizer e testemunhar que nenhum político nesse país foi tão prejudicado no seu Direito de resposta como o Senador Requião; Dilma como era de se esperar, protegeu os grandes meios de comunicação e retirou da lei o fator coercitivo para a inibição da irresponsabilidade política de jornalistas e produtores de programas. Ou seja, voltamos a apelar para o judiciário, para ver “sanadas” as ofensas depois de perdermos uma eleição por exemplo.


G23 de Mello e Silva.




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Direito de resposta.



EITO DE RESPOSTAA PRESIDENTA PREFERIU A TELA AZUL DO CARDOZO AO SEU PRÓPRIO CORAÇÃO VALENTE…

A PRESIDENTA PREFERIU A TELA AZUL DO CARDOzO AO SEU PRÓPRIO CORAÇÃO VALENTE…

telapublicado originalmente: www.tijolaco.com.br
por Fernando Brito
A ilustração aí de cima é para que a Excelentissima Senhora Presidenta da República, Dilma Rousseff, veja como será a transmissão de um seu hipotético direito de resposta seu a uma matéria ofensiva a ela que, amanhã, venha a ser veiculada pela Rede Globo, mostrando montagens de imagens que a reúnam aos piores dos sem-vergonhas desta República, exibida em rede nacional.
É assim, com esta tela azul e letras brancas, que ela vai protestar, na voz de um locutor frio, gelado, às mais candentes e dramáticas ofensas à sua honra pessoal. Talvez, quem sabe, na toada que as coisas vão, até em relação à sua vida pessoal e à de sua família.
Porque é assim que será, porque ela deu às emissoras de rádio e televisão de transmitirem deste jeito o direito de resposta concedido pela Justiça, com texto previamente examinada por um Juiz – o que já garantiria, óbvio, uma fala equilibrada, sem baixarias ou devolução de ofensas. Foi o que fez, a confirmar-se o que a Folha noticia,  quando tomou a decisão de vetar o artigo que o Senado restabeleceu – depois de derrubado pela Câmara de Eduardo Cunha – o artigo que garantia ao ofendido, querendo,  o direito de apresentar, pessoalmente ou por quem achasse conveniente, a contestação a ofensas recebidas nos meios de comunicação.
Certamente teve a aconselhá-la este Varão de Plutarco que é o Ministro da Justiça, sempre a postos e disposto a combater pela República nas páginas amarelas da Veja ou em entrevistas à Folha.
Ele, só ou com outro assessor sabujo ao lobby emissoras de TV fez o serviço, criando a alegação de que ao não “definir critérios para a participação pessoal do ofendido, o dispositivo poderia desvirtuar o exercício do direito de resposta ou retificação”.
Que critérios, “seu Zé”, se o material será gravado e submetido antes ao juiz, o que resta regulamentar que possa ser razoável? Nem a roupa que o fulano deverá usar, pois que quiser aparecer pelado o juiz poderá mandar refazer por uso de forma inconveniente para o exercício do direito!
O que o veto traz, isto sim é que fica evidentemente estabelecido o desequilíbrio.
William Bonner, com suas caras e bocas faz a ofensa: vil, baixa, odiosa. Cobrindo suas palavras, imagens desfavoráveis, cenas editadas, quem sabe até uma trilha sonora dramática, amplificando as palavras ferinas.
A Presidenta, ofendida, reage com um processo judicial, dias depois, porque é preciso conseguir advogado, burilar o texto para que o Juiz nele não veja ofensa devolvida, cuidar da linguagem, do tempo, por que este há de ser, no máximo, igual ao da ofensa, recolher as custas, esperar a defesa e conformar-se ao tempo do Fórum, sempre tão assoberbado.
Dois meses depois – e isso é rapidez das bem rápidas – enfim, vem a reparação.
Então, vem esta tela azul, aí em cima, debaixo da qual uma voz minguada, sem expressão, lê burocraticamente um texto já de si burocrático, enquanto o cidadão fala – ih, propaganda de candidato, de novo – e se levanta para pegar a cerveja na geladeira, enquanto a “sua senhora” trata de tirar a louça do escorredor e guardá-la…
Nenhum olhar, nenhuma expressão facial, nenhum embargo na voz que denote quanto o que se fez foi indigno, foi sujo, foi sórdido.
O dia seguinte, os jornais, para a meia-dúzia que ainda os lê, repercutirão as respostas e, na internet, enquanto os adversários reproduzem as ricas imagens da agressão, seus defensores mambembes se esmerarão, com programas gratuitos de edição de vídeo em colocar, pelo menos, um rosto sobre a maldita tela azul, para que aquele texto ganhe alguma aparência humana,
A Presidenta não precisaria ter feito nada, apenas sancionar o que os senadores, a começar pelo valente Roberto Requião, lutaram contra o lobby das emissoras de televisão e rádio para aprovar.
Mas fez, embora não tudo, o que as famílias proprietárias da grande mídia queriam. Como não fez tudo, ainda reclamam, claro.
Preferiu ceder a quem nada lhe concede.
Se um dia se arrepender e, ofendida, pleitear e conseguir o direito a responder, já está pronta a cartela aí em cima. O resto, peça ao José Eduardo Cardozo.
Quem não acha que olhar no olho do nosso povo faz diferença, quem não  crê que a emoção dê vida nova às palavras, quem não acha que o coração dá tom à voz, não precisa mais que isso.


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Um texto bem escrito e muito esperto

A crítica aos “fariseus” é recorrente nas palavras do Papa Francisco. Em numerosos discursos entre 2013 e 2015, ele falou sobre a “doença dos fariseus” (7 de setembro de 2013), “que acusam Jesus de não respeitar o sábado” (1° de abril de 2014); sobre a “tentação da suficiência e do clericalismo, que codificam a crença em normas e instruções, como faziam os escribas, os fariseus e os doutores da lei do tempo de Jesus” (19 de setembro de 2014).
No Angelus de 30 de agosto, ele disse que, como com os fariseus, “existe também para nós o perigo de nos considerarmos retos, ou, pior, melhor do que os outros, pelo simples fato de observarmos as regras, os costumes, mesmo se não amamos o próximo, se somos duros de coração, se somos soberbos, orgulhosos”. Em 8 de novembro de 2015 ele contrapôs a atitude dos escribas e dos fariseus, fundadas na “exclusão”, à de Jesus, fundada na “inclusão”.
A referência aos fariseus é evidente, finalmente, no discurso com o qual o Papa concluiu em 24 de outubro o XIV Sínodo Ordinário sobre a família. Os outros seriam, com efeito, “os corações fechados que muitas vezes se escondem atrás até mesmo dos ensinamentos da Igreja, ou atrás das boas intenções, para sentar-se na cadeira de Moisés e julgar, às vezes com superioridade e superficialidade, casos difíceis e famílias feridas” ou “os fariseus, que faziam da religião um conjunto infinito de mandamentos” (26 de junho de 2014)? Fariseu parece ser quem defende com orgulho obstinado a existência de mandamentos, leis, regras da Igreja absolutas e obrigatórias.

Conspiração dos fariseus contra Jesus Cristo. Quadro de James Tissot.
Conspiração dos fariseus contra Jesus Cristo. Quadro de James Tissot.

Mas quem eram realmente os fariseus? Quando Jesus começou a sua pregação, o mundo judaico estava dividido em várias correntes, sobre as quais falam os Evangelhos e, entre os historiadores, Flavio Josefo (37-100 d.C.) em suas obras As Antiguidades Judaicas e A guerra judaica. As principais seitas eram a dos fariseus e a dos saduceus. Os fariseus observavam em todos os seus detalhes as prescrições religiosas, mas tinham perdido o espírito da verdade. Eram homens orgulhosos, que distorciam as profecias sobre o Messias e interpretavam a lei de Deus segundo as próprias opiniões. Os saduceus ensinavam erros ainda mais graves, colocando em dúvida a imortalidade da alma e rejeitando a maioria dos Livros sagrados. Ambos disputavam o poder no Sinédrio que, quando Jesus foi condenado, era dirigido pelos saduceus.
Os saduceus são mencionados apenas uma vez por São Marcos e três por São Mateus, enquanto os fariseus aparecem repetidamente nos seus Evangelhos. O capítulo 23 de São Mateus, em particular, é uma acusação aberta contra eles: “Ai de vós, escribas e fariseus hipócritas! Pagais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e desprezais os preceitos mais importantes da lei: a justiça, a misericórdia, a fidelidade. Eis o que era preciso praticar em primeiro lugar, sem contudo deixar o restante.”
Comentando essa passagem de Mateus, São Tomás explica que os fariseus não eram condenados pelo Senhor porque pagavam o dízimo, “mas só por desprezarem preceitos mais importantes, isto é, os de natureza espiritual. Mas a prática em si Ele parece elogiá-la, dizendo: ‘Estas coisas era preciso fazer’ (Haec oportuit facere) nos termos da lei, acrescenta Crisóstomo” (Summa Theologica, II-IIae, q. 87 ad 3).
Referindo-se ao fariseu [que reza no templo], mencionado por São Lucas (18, 10-14), Santo Agostinho diz que ele não é julgado por suas obras, mas por ter-se vangloriado de sua suposta santidade (Carta121, 1, 3). O mesmo Santo Agostinho, na sua Carta a Casulano, explica que o fariseu não foi condenado porque jejuava (Lc. 18, 11 ss.), mas “porque se zangava, inchado de orgulho, com o publicano” (Carta36, 4, 7 ). Na verdade, “jejuar duas vezes por semana é destituído de mérito para uma pessoa como o fariseu, embora seja um ato religioso para uma pessoa humildemente fiel ou fielmente humilde, de tal maneira que o Evangelho não fala de condenação para o fariseu, mas sim de justificação para o publicano” (Carta 36, 4, 7).
A definição mais concisa de fariseu é dada por São Boaventura: “Pharisaeus significat illos qui propter opera exteriora se reputant bonos; et ideo non habent lacrymas compunctionis” (De S. Maria Magdalena Sermo I, in Opera omnia, Ad Claras Aquas, Firenze 2001 vol. IX, col. 556b).“Fariseus significa aqueles que se reputam bons por suas próprias obras exteriores; e, portanto, não têm lágrimas de compunção.”
Jesus condenou os fariseus porque conhecia-lhes o coração: eram pecadores, mas se consideravam santos. O Senhor queria ensinar aos seus discípulos que não basta o cumprimento exterior de boas obras; o que torna boa uma ação não é apenas o seu objeto, mas a intenção. No entanto, se é verdade que não bastam as boas obras se falta a boa intenção, é igualmente verdade que não basta a boa intenção se faltam as boas obras. O partido dos fariseus, ao qual pertenciam Gamaliel, Nicodemos, José de Arimatéia (Antiguidades judaicas, 20.9.1) e o próprio São Paulo (Atos 23: 6), foi melhor do que o dos saduceus, porque, apesar de sua hipocrisia, seus membros respeitavam as leis, enquanto os saduceus, que contavam em suas fileiras com os sumos sacerdotes Anás e Caifás (Antiguidades judaicas, 18.35.95), as desprezavam. Os fariseus eram legalistas orgulhosos, e liberais incrédulos os saduceus, mas ambos estavam unidos pela rejeição da missão divina de Jesus (Mateus 3: 7-10).
Quem são os fariseus e os saduceus do nosso tempo? Podemos dizer com tranquila certeza: são todos aqueles que antes, durante e depois do Sínodo tentaram e tentarão mudar a disciplina da Igreja e, através da disciplina, a sua doutrina sobre a família e o casamento.
Jesus proclamou a indissolubilidade do matrimônio, fundando-a na restauração da lei natural, da qual os judeus haviam se distanciado, e a reforçou pela elevação do vínculo matrimonial a Sacramento. Os fariseus e os saduceus rejeitaram esse ensinamento, negando a palavra divina de Jesus e substituindo-a por sua própria opinião. Eles se reportavam falsamente a Moisés, como os inovadores de hoje se reportam a uma suposta tradição dos primeiros séculos, falseando a história e a doutrina da Igreja.

São João Batista
São João Batista

Por isso um valoroso defensor da fé ortodoxa, Mons. Athanasius Schneider, fala de uma “prática neomosaica” que ressurge: “Os novos discípulos de Moisés e os novos fariseus, durante as duas últimas Assembleias do Sínodo (2014 e 2015), esconderam o fato de terem negado na prática a indissolubilidade do casamento e de terem como que suspendido o Sexto Mandamento na base do ‘caso por caso’, sob um aparente conceito de misericórdia, usando expressões como ‘caminho do discernimento’, ‘acompanhamento’, ‘orientação do Bispo’, ‘diálogo com o sacerdote’, ‘foro interno’, ‘uma integração mais plena na vida da Igreja’, para indicar uma possível eliminação da imputabilidade para os casos de convivência no seio de uniões irregulares (cfr. Relatório Final, números 84-86)”.
Os saduceus são os inovadores que afirmam abertamente a superação da doutrina e da disciplina da Igreja, enquanto os fariseus são os que proclamam com os lábios a indissolubilidade do matrimônio, mas a negam hipocritamente nos fatos, propondo a transgressão “caso por caso” da lei moral. Os verdadeiros seguidores de Jesus Cristo não pertencem nem ao partido dos neofariseus nem ao dos neosaduceus, ambos modernistas, mas seguem a escola de São João Batista [imagem ao lado], pregando no deserto espiritual de seu tempo. Quando Batista estigmatizou os fariseus e os saduceus como “raça de víboras” (Mt 2, 7), e quando advertiu Herodes Antipas pelo seu adultério, não era duro de coração, mas foi movido pelo amor de Deus e das almas. Hipócritas e de coração duro eram os conselheiros de Herodes, que pretendiam conciliar sua condição de pecador impenitente com o ensinamento das Escrituras. Herodes matou Batista para abafar a voz da verdade, mas a voz do Precursor ainda ressoa depois de vinte séculos. Quem defende publicamente a boa doutrina não segue o exemplo dos fariseus e dos saduceus, mas o de São João Batista e de Nosso Senhor.





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Tem gente rindo.

Tem gente rindo.
Tem gente rindo da singeleza de minhas receitas. Eu nunca disse que era cozinheiro, nem mesmo que cozinho bem. Acontece que nós os velhos temos que estar constantemente treinando ou exercitando diversos aspectos da memória em atividades progressivas e disciplinadas. Eu acabo de fazer o almoço e vou para o computador tentar lembrar os passos, as medidas, os quitutes que usei na feitura de algum prato. Esse o meu objetivo.
Então aqui vai mais um curioso docinho.
Pegue duas beterrabas grandes. Um limão siciliano e ponha no congelador. Um saquinho com cravos da Índia. Uma panela média e uma colher de pau; e claro, meio quilo de açúcar.
Raspe as beterrabas em um raspador manual, quanto mais fina a raspa melhor. Raspe o limão que deve estar congelado, raspe com a casca, sementes e tudo. Ponha as raspas da beterraba e do limão na panela. Coloque o meio quilo de açúcar, um punhado de cravos da Índia, e meio copo de água. Deixe em fogo baixo mexendo de vez em quando. O ponto é igual aos outros doces que levam açúcar: ele deve provocar um fio de baba escorrendo da colher. Aconteceu assim, você acaba de fazer um doce de beterrabas para comer com bolachas ou pão. Simples não é? Eu prefiro que você ria  com  os causos das suas visitas, ao invés de rir da  simplicidade de minhas receitas.
G23 de Mello e Silva.






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Frequentemente nos esquecemos do AR.

Frequentemente esquecemo-nos do ar!
Curioso, somos totalmente dependentes do ar que respiramos e talvez por ele ser invisível e bem fora do comercio nós nos esquecemos dele como se ele não tivesse a menor importância para nós.
Mas não é dele 
somente que nos esquecemos. Nos esquecemos do Deus invisível, ou de seu filho, Deus Visível Jesus Cristo, quiçá porque estão também fora do comercio.
Quando tomei a iniciativa de agradecer a cura ou controle do câncer que tanto me judiou estes três últimos anos, esqueci-me de agradecer a Deus, a Jesus Cristo seu filho único, a Maria que nos deu Jesus e a Igreja, o apoio dos irmãos e filho e as orações de todos.



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Novos Leitores (as)

Temos novos leitores na Suíça e Irlanda, sejam muito bem vindos. Quero agradecer o Comentário de Nildo Requião , seja muito bem vindo.



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Pratos exoticos

Pratos exóticos do Tio Wallace.

Uma frigideira grande. Músculo picado em pedaços grandes. Meia cebola picada. Um batata inglesa cosida e picada . Uma colher de manteiga salgada. Duas colherinhas de creme de alho. Um limão siciliano. Uma cenoura grande.
Refogue a cebola ate dourar na manteiga. Coloque a carne, a batata, a cenoura crua, o creme de alho e esprema o limão e se você gosta coloque meia lata de milho dessas pré-cosidas. Cubra tudo com  dois copos de água. Deixe em fogo baixo ate que a carne altere a cor; ainda não ponha o sal.
Quando o molho engrossar, experimente, ai escolha a quantidade de sal necessária. Lembre-se sal é saboroso mas também envenena os rins.
Esta pronto; sirva com macarrão ao dente ou arroz soltinho.
É muito bom.

G 23 de Mello e Silva.


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A Maior Propagandista.

A maior propagandista de todos os tempos da religião israelita.

Quem é? É a Igreja Católica. Todos os dias, em todas as igrejas e capelas do mundo inteiro, pelo menos duas vezes por dia, leem algum trecho das escrituras judaicas. Mais do que isso, mantemos aceso o preconceito de eleição e superioridade de Israel.
Não lemos, todavia. as escrituras cristãs que chamam o povo escolhido de povo de espinha dura e raça de víboras. Essas  sabias  e duras palavras são colocadas na boca de Nosso Senhor. Sendo ele judeu, não poderá ser chamado de anti-semita.
Assim os cristãos do oriente, nos nossos dias, não compreendem o ódio dos islâmicos aos pacíficos cristãos. O Islã é semita. Ora, eles têm uma guerra eterna com os semitas  judeus. Uma guerra religiosa que tem origem no ato que fez do primogênito de Abraão, filho de Agar, Ismael, um cidadão de segunda classe.
Começa ai o problema, primogênito é primogênito, e Agar não teve a menor culpa, foi à própria esposa de Abraão que desejou que Agar desse um filho a seu marido. Mas o nacionalismo racial israelita criou esse novo mito, colocando à parte os numerosos povos árabes. Fez isso também nas crônicas do Dilúvio, sempre privilegiando os filhos de Sem. Mas não é Salomon, o filho de David, que irá ter um filho com a rainha etíope, a negra rainha das minas de Sabá? Quando têm riquezas em jogo tudo se justifica para os judeus. Mas não será novamente o racismo nacionalista dos israelitas que tornarão os judeus negros, os “falashas”, descendentes do filho de Salomon com a Rainha do Sul cidadãos de segunda classe? Ou, enquanto Jesus se dirigia a Jerusalém contra o conselho dos fariseus, e nos dizia: “Não convém que um profeta morra fora de Jerusalém”, o sectarismo israelita manda crucifica-lo fora dos muros da cidade rejeitando-o? Não seria por isso que Jesus teria dito: “Ai de ti Jerusalém que mata os profetas, ai de ti”. Sim ai de ti Jerusalém! Assim, dado a esse sectarismo que queimou judeus “contaminados” em holocausto na Segunda Guerra, e livrou judeus ricos e “puros” antecipadamente é que vemos hoje a perseguição de cristãos, hoje, ontem e amanhã, e nós não temos coragem de fazer valer o Novo Testamento, ou nova e definitiva aliança de Deus com os homens através de Jesus Cristo Nosso Senhor. Aqui temos a verdadeira fraternidade universal, nem o nacionalismo racial judaico, nem o fanatismo religioso racial do Estado Islâmico.
A Igreja Católica precisa parar de fazer o proselitismo Judaico. Se cremos que Jesus é o Filho Único de Deus, pronto, não precisamos das escrituras judaicas para justificar essa fé. É isso ou não é isso?
Leia a Bíblia, pois nossa Sociedade está construída sobre princípios cristãos, e é preciso, portanto, entendê-los.


G 23 de Mello e Silva.




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Na China, o buraco é mais em baixo.

Na China o buraco é mais em baixo.

Nos anos 90 o hoje senador Requião esteve na China pela primeira vez. Suas estruturas esquerdistas ficaram abaladas pelo testemunho da rigidez do sistema. Nesse blog, eu postei uma foto de Requião com o presidente da China naqueles anos; basta procurar.
No entanto uma coisa impressionou o então governador Requião. Com uma população quase dez vezes a do Brasil, a China enquanto Estado Politicamente Organizado não podia sequer brincar com a impunidade sob pena de virar um caos sem controle possível. Outra coisa que impressionou muito ao Requião, que é advogado, foi o fato de que o apenado perde direitos, mas não tem nenhum dos seus deveres cívicos suspensos; ou seja, se cometeu um crime contra o patrimônio, ou um crime contra a pessoa ele, uma vez apenado perde o direito de convívio social livre, ou seja, está sob medida de segurança, no entanto, continua com os deveres de cidadania, como por exemplo, sustentar a família e a si mesmo pelo trabalho. O fato difere muito no Brasil onde o apenado, se perde a liberdade, tem por outro lado, suas responsabilidades civis suspensas ou afrouxadas. Não paga pensão, não sustenta os próprios filhos, recebe visitas intimas e podem engravida-las, não garante o sustento da esposa, não paga dividas, nem impostos. 

O Estado assume patologicamente esses deveres. Na China o apenado paga a roupa que veste. A comida que come. A luz que usa e o banho que toma. Até o sabonete. Além disso, suas dividas e outros compromissos assumidos em liberdade continuam vigorando e o apenado tem responsabilidades para com eles. Portanto o apenado sob medida de segurança não é um privilegiado, pelo contrario, é um trabalhador apenado que continua com todas as responsabilidades da vida livre e deve resgatá-las com o trabalho nos famosos “presídios-empregadores”, ou como outros chamam: presídios indústrias, ou ainda presídios de serviços. Vejam que não se trata de privatizar presídios para que empresas cobrem do Estado Brasileiro a hospedagem do apenado, mas de presídios estatais que obrigam o apenado ao trabalho remunerado e ao cumprimento de suas responsabilidades civis. Ou seja, naquele país, por criticas que se possa fazer, os Direitos Humanos tendem para a garantia dos cidadãos livres contra os apenados (transgressores), e não como aqui, onde o apenado ( o transgressor) tem apenas direitos que são sustentados pelos impostos dos cidadãos de bem.


Para a reflexão de todos.


G 23 de Mello e Silva.




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A Pena de Morte no Brasil

Republicado

A Pena de Morte.
                              Há muita verdade omissa, na justiça que anda aí.
                               Em nome dessa justiça, quanta injustiça eu já vi.
Argentina de Mello e Silva.
(Trova Dispersa)

Com o fuzilamento do jovem judeu curitibano envolvido com o tráfico de drogas na Indonésia, o assunto “Pena de Morte” voltou à tona. A mídia nacional, o Itamaraty e o Governo Federal tentaram criar uma comoção pública; um movimento de sensibilização para o problema da “Pena Capital”. No entanto nenhum resultado surtiu, houve isto sim, uma frieza, um descaso por parte do povo brasileiro. Por que isso aconteceu? Porque estamos tão frios diante da violência e da desvalorização da vida? Por que o povo brasileiro virou as costas para aquelas duas execuções?
Vou tentar algumas respostas.
 A primeira coisa que nos salta aos olhos é o fato daqueles brasileiros estarem envolvidos com o trafico internacional de drogas. Ninguém, em sã consciência, consegue ter misericórdia de traficantes, ainda que o Trafico Internacional de Drogas seja sustentado oficialmente por governos, no passado, no presente e no futuro, com diversas finalidades.
A segunda coisa que salta aos olhos é que a “pena capital” esta desde muito instituída entre viciados e traficantes, chegando a gerar 40 homicídios em um final de semana numa cidade como Curitiba. Quem pode ter pena de executores que fazem a “injustiça com as próprias mãos”?
Como vemos a Pena de Morte esta em vigor numa sociedade absolutamente ímpia como a nossa. Mata-se em diversas modalidades, mata-se em acidentes de transito, mata-se por dinheiro, mata-se passionalmente, mata-se por egoísmo. Os valores norteadores da juventude em nosso país são três: Dinheiro, Sexo e Drogas; nada mais.
Como não há trabelho dignificante e com perspectivas de prosperidade e capitalização, a via para se obter dinheiro é o crime, o trafico, o sexo. Somente as autoridades não vêem isso, e querem acobertar a violência com as teses da “Educação”, uma das maiores mentiras do nosso país;
Postos assim, já podem lembrar do erudito, do sábio, do competente Padre Leonel Franca S.J.
Em seu monumental livro “A Crise do Mundo Moderno”, editora Agir, 1955, tenta abrir os olhos das autoridades brasileiros para as conseqüências da corrupção oficial do tecido social; Para ele a missão da sociedade é produzir homens e mulheres cada vez mais civilizados, cada vez melhores, e não produzir automóveis e computadores (* 1955). Se a Sociedade falha nessa missão humanitária e civilizadora ela enveredou pelo caminho da autodestruição; Leonel Franca procurava mostrar a seriedade da fabrica natural de homens, a família, instituição natural e anterior a qualquer organização dita ESTATAL; Leonel, mal comparando, poderia comparar seu livro como um manual de construtores engenheiros, pois assim seria fácil comprovar que se a família não tinha bases sólidas de valores morais e econômicos de sobrevivência e educação, seria como engenheiros e construtores que procurassem construir em bases frágeis, cujas obras tenderiam a destruírem-se por si mesmas; assim as destruições dos valores da família levariam a sociedade como um todo a se decompor tornado-se inapta para a construção civilizada, ora e se assim é, ela por outro lado torna-se apta para a geração de animais, violentos e truculentos, voltando no tempo a períodos imemoriais de bestialidade e brutalidade; Mas o Brasil rejeitou essa obra, e recebeu o divorcio, lei de Mario Carneiro, que pretendia acabar com a violência no lar, e permitir o amor. Vejam no que deu? As famílias já não são capazes de gerar, prover e educar seus filhos. O filho já não tem condições de respeitar, reconhecer e aceitar seus pais; o tecido social vai se tornado inapto para gerar pessoas melhores, ai esta o núcleo do problema brasileiro.

Falamos em desenvolvimento, mas o verdadeiro desenvolvimento de uma nação é o desenvolvimento de pessoas melhores, razoáveis, sociáveis e não violentas no sentido relacional e comercial. De nada vale o empreendedorismo cruel e massacrante, excludente, marginalizante e homicida.



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quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Para comemorar o aniversário de Neil Young.

Para comemorar o aniversário de Neil Young, 70 anos guri, parabéns.

Docinho do Tio Wallace.

Coisa simples para come(r)morar.
Pegue um liquidificador, uma panela grande, uma colher de pau, e limpe vidrinhos com tampa.
Certamente você joga fora cascas de laranja. Não faça mais isso, nem com cascas de laranja nem de limão.
Pegue as meias cascas, coloque um pouco de água em um liquidificador e vá colocando as cascas aos poucos, de modo a facilitar o trabalho do aparelho. Se engrossar muito coloque mais água.
Resultará em uma massa espessa. Coloque uma casca de limão também ela melhora o doce.
Escorra essa massa em uma peneira. O liquido que sair é um forte suco um pouco ácido que poderá ser batido com mamão ou manga e açúcar, portanto não jogue fora.
Pegue a panela grande e uma colher de pau. Derrame a massa de cascas dentro, e acrescente duas colherinhas de canela. Pegue meio ou um quilo de açúcar ( branco ou mascavo), conforme a quantidade da massa que você produziu e derrame na panela. Leve ao fogo, mexendo de vez em quando. A cor mudará aos poucos de amarelo para marrom esverdeado. Mexa porque o açúcar tende a grudar no fundo da panela e queimar mudando o sabor do doce. Quando você levantar a colher e o doce, ao em vez de pingar da colher. fizer um fio, ele esta no ponto.
Deixe esfriar um pouco para não quebrar os vidrinhos, e derrame o doce neles. Tampe. Pegue um rótulo colante e escreva: Docinho do Tio Wallace. Você lembrará de mim sempre que prová-lo. Sirva com pão ou bolachas. Ótimo não é. É um bom presente para visitas.

Faça tudo escutando um vinil, CD, ou tape de musicas de Neil Young. Eu gosto de Human Highway e  Motorcycle Mama. Hoje 12 de Novembro ele completa setenta anos.







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quarta-feira, 11 de novembro de 2015

A estranha lógica dos brasileiros.

A estranha lógica dos brasileiros.

Para o brasileiro todo rico é ladrão. Mas todo brasileiro quer ficar rico, logo,
todo brasileiro quer ser ladrão.

Para o brasileiro a mulher do outro é sem vergonha, e a sua é santa. Mas para o outro a santa do amigo é sem vergonha e a sua sem vergonha é a santa. Logo, para o brasileiro toda sem vergonha é santa e toda santa é sem vergonha. Depende de que lado do muro ela está!

Para o brasileiro o dinheiro corrompe. Mas todos trabalham, correm e se esforçam pelo dinheiro. Logo todos trabalham, correm e se esforçam pela e para a corrupção.







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Hórus copulus

Horóscopo egípcio ( Curiosidade que não deve ser levada a sério)

Segundo uma leitora desse Blog, Susana, nosso blog esta regido no calendário egípcio pelo Deus Osíris, que era o rei dos deuses. A data de 23 de Outubro, segundo a leitora, também tem a proteção de Isis e os protegidos de Osíris e Isis se caracterizam por terem emoções e sentimentos muito fortes além de terem uma perseverança incomum. Resistem a todas as adversidades e são dispostos a lutar sempre pelo que acreditam.

Já o “Porta Voz do Grupo” esta sob a proteção da antiga e poderosa deusa da força e da guerra, Sekhmet, encarregada de destruir os inimigos de Rá (o Sol) e é considerada o olho vivo do Sol. Pessoas nascidas sob sua proteção, diz a leitora, têm consciência da própria força e grande vitalidade e potência sexual. Têm grande magnetismo e são aventureiros ou inovadores. Quando negativos são destruidores. Só encontram o equilíbrio com o quinto  casamento.


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Spaghetti ao gosto do Tio.

Um macarrão ao gosto do Tio Wallace.

Pegue uma panela grande suficiente para acolher um quilo de macarrão  “espaguete”. Não coloque muita água.
Ponha na água duas colheres de azeite. Um quarto de tablete de tempero industrial e uma colher de sopa de creme de alho ( o creme de alho costuma ser salgado, portanto cuidado com o sal). Deixe ferver. Mexa um pouco.
Enquanto espera, tome uma frigideira funda. Coloque um pouco de óleo; leve ao fogo, coloque um dente de alho bem amassado. Coloque meia cebola bem picada; derrame meio pacotinho de molho de tomate e uma colher de manteiga salgada . Mexa. Coloque agora meio pacotinho de maionese. Mexa. Quebre um ovo  sobre o molho e mexa. O molho já deve estar bem bonito e espesso. Coloque agora uma ou duas xícaras de leite e mexa. Deixe um pouquinho em fogo baixo. Penso que a água já ferveu, coloque então o macarrão; use a frigideira com o molho como tampa para que o molho não esfrie. Aguarde o tempo necessário para o macarrão ficar cosido ao dente. Experimente e corrija o sal. Pronto? Então escorra o macarrão, não jogue a água fortemente temperada fora e a coloque em outra panela e a guarde, ela dará ótima canja no jantar.

Agora, com o macarrão escorrido, sequinho,  derrame o seu molho, e com duas colheres misture tudo. Falta alguma coisa? Está muito pobre de cores? Pegue um ramo de cebolinha verde, pique com uma tesoura de modo que fiquem em rodelinhas verdes.  Coloque sobre o macarrão pronto. Se você gosta de alcaparras, coloque apenas umas poucas para gerar a surpresa no paladar.
Não duvide, você comerá um quilo de macarrão. É muito bom.


G 23 de Mello e Silva.



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4185

Nosso Blog tem 4185 textos publicados, divirta-se!





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terça-feira, 10 de novembro de 2015

Desculpem a ignorância. Onde fica Gernsey

Um novo leitor(a) vindo de Gernsey visitou nosso Blog 71 vezes nestes últimos dias. Seja muito bem vindo (a).

 Victor Hugo´s Island


The Channel Islands (Norman: Îles d'la Manche, French: Îles Anglo-Normandes or Îles de la Manche[note 1]) are anarchipelago of British Crown Dependencies in the English Channel, off the French coast of Normandy. They include two separate bailiwicks: the Bailiwick of Jersey and the Bailiwick of Guernsey. They are considered the remnants of theDuchy of Normandy, and are not part of the United Kingdom.[1] They have a total population of about 168,000 and their respective capitals, Saint Helier and Saint Peter Port, have populations of 33,500 and 16,488, respectively. The total area of the islands is 194 km2.

Both Bailiwicks have been administered separately since the late 13th century; each has its own independent laws, elections, and representative bodies (although in modern times, politicians from the islands' legislatures are in regular contact). Any institution common to both is the exception rather than the rule.




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sábado, 7 de novembro de 2015

-Boa Noticia-

-Boa Noticia-

Ontem, dia 6 de Novembro terminaram todos os exames que me foram solicitados. Imagens com contraste em iodo não iônico, laboratorial e clinico. Nada mais do que seis médicos me atenderam nestes últimos dois meses. Tudo pelo SUS.
Resultando que pelos três métodos de pesquisa não foi encontrado o menor sinal de células cancerosas. O câncer está controlado. O espessamento das mucosas ( que era minha preocupação) estava dentro dos parâmetros anatômicos e fisiológicos da recuperação dos tecidos sobre superfície óssea que ficara  protegida por fina camada tecidual. Não há metástase, nem sinais clínicos indicativos de qualquer avanço da doença. Próxima consulta com a equipe do Dr. João Carlos Simões que foi o responsável pela quimioterapia, e pela avaliação da evolução dos quadros clínicos, para o devido controle, somente daqui a seis meses, em Abril.
Levarei esses resultados para a equipe do Dr. Gustavo Fabiano Nogueira, responsável pelas três cirurgias, que foi muito elogiada pelo excelente resultado estético, anatômico e clinico das cirurgias.
Dia 18 deste mês iniciam, se tudo correr bem, o controle cardiológico e oftálmico. Agradeço muito o conselho da Dra. Carla Otorrinologista (ME ESCAPA SEU SOBRENOME desculpe). E a Boa Noticia transmitida pelo Dr. Paulo H. Nocete, e aos médicos responsáveis pelos laudos técnicos Eduardo Ulan Wilczek e Erasto de Melo Juliano e finalmente ao Hospital Universitário Evangélico de Curitiba que embora com problemas administrativos graves venha cumprindo sua missão diária com centenas de pessoas.
Muito Obrigado a todos.

G 23 de Mello e Silva.

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Aviso aos navegantes


Nossos Blogs ficarão paralisados por tempo indeterminado. Desculpem.





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quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Explicando

Explicando>  O comentarista anônimo nos diz: Qual o seu Facebook, seu irmão posta coisas interessantes como...[
Explicando:
Anônimo, nós já dissemos que não publicamos comentários não identificados, todavia, explico que meu irmão, embora mais novo, não é um semi-alfabetizado como eu. É um professor da UFPR, foi professor da Universidade Federal de Uberlândia, das Integradas de São Paulo, foi duas vezes Secretario de Estado da Educação, foi presidente da FUNDEPAR ( Fundação Educacional do Estado do Paraná), foi Deputado Federal e hoje além de professor na Universidade Federal é conselheiro da ITAIPU, a segunda maior hidroelétrica do mundo.
Certo que ele pode postar coisas interessantes. Mas nós, na nossa rusticidade profissional fazemos o que podemos. Se  não satisfazemos a vossa curiosidade, nos desculpe, mas sempre há nesse mundo pessoas mais humildes que são capazes de apreender e curtir os nossos desinteressantes textos.
G 23 de Mello e Silva.





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terça-feira, 27 de outubro de 2015

Lucidez

Quando eu releio um texto como esse abaixo, de 2008, vejo como eu era lucido, no entanto foi o período de minha vida em que  mais fui caluniado, rejeitado e isolado.



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Polêmica: Mulher de Moisés era negra e etíope.


SEXTA-FEIRA, 31 DE OUTUBRO DE 2008


Polêmica: Mulher de Moisés era negra e etíope.

A Mulher de Moisés (era Etíope e Negra).

O leitor amigo, e o leitor inimigo, haverá de ler este texto como uma hipótese verossímil, e não como uma verdade histórica devidamente comprovada. Tendo em vista a leviandade com que se pública coisas sobre o cristianismo, sem aprofundamento ou pesquisa, eu tomo esse texto como exemplo, e pago na mesma moeda, tentando denunciar como é fácil instrumentalizar a história dos povos para induzi-los ao serviço.
Todos sabem que o ponto fraco da religião israelita, sistematizada por Moisés, é o sectarismo racial e religioso. Jonson, em “Pequena História do Povo Hebreu”, e Dom. Estavão Bettencourt, monge beneditino, em seu “Curso de Historia da Igreja” falam sobre o “parushim” israelita. A palavra parushim, que no cristianismo gera o termo “paróquia”, e que designa no cristianismo uma área administrativa, funda-se, justamente no conceito de separação, eleição racial, e hábitos religiosos, rituais e alimentares dos hebreus, sempre circunscritos em um território diminuto e que separam os judeus, dos demais seres humanos. Para os judeus essa discriminação é voluntária e escolhida livremente, como defesa de suas tradições, e resulta nos guetos, nas comunidades israelitas, nos movimentos sócios raciais, no casamento étnico. Todavia, ao migrarem os judeus para Israel, deparou-se com uma discriminação social fundada numa hierarquia étnica, de fundo socio-racial resultando numa sociedade de classes israelense, privilegiando os judeus europeus, brancos, chamados asquinazim, (ashkenazim) em detrimento dos demais judeus sefarditas. O termo sefardita tem origem em Sepharad, antigo nome da Espanha, todavia, designa também os judeus de origem, afro-asiáticos. Entre esses, os mais discriminados, eram os vindos de países muçulmanos, ou reinos islâmicos como o Iêmen, e os judeus negros etíopes, ou outros, mouriscos ( morenos) do norte da África
A imigração para o Estado de Israel chama-se Aiya, “ascenção”, ou seja, o judeu imigrante ascende a um novo patamar sócio religioso com a cidadania israelense e a realização de um dos principais objetivos sionistas. Todavia os “falaschas” negros vitimas dessa discriminação, viviam apinhados em favelas no entorno dos núcleos ricos dos Ashkenazim. Assim, desde os primeiros momentos, os judeus negros, que voltaram, foram discriminados em Israel. Chamados de “Falaschas”, que significa “estrangeiros”, esses judeus, africanos da Etiópia, foram inicialmente rejeitados, e posteriormente “aceitos” (Falascha dá origem à palavra Falacia_ Engodo, mentira, engano, sofisma) por conveniência política que amenizava um conflito entre negros e judeus nos EUA. Foram aceitos com reservas e a obrigação de nova conversão ao judaísmo, graças à pressão do movimento Beyhad (iniciado pelos judeus do Norte da África) sob condição de passarem por uma “revisão ritual” para confirmarem sua conversão ao judaísmo dito branco.
Interessante é que, para esses judeus negros, isolados nas montanhas da Etiópia, eles eram os únicos e verdadeiros, e todos os demais judeus eram negros, e assim pensaram, ate o século XIX. Talvez alguém se lembre que houve um resgate de judeus negros em 1984, quando 7.500 pessoas foram retiradas da Etiópia numa operação militar que ficou conhecida como Operação Moisés. O nome dessa operação é à base de minha argumentação, pois ele revela que os judeus cultos, sabem, ou sabiam que a esposa de Moisés era Negra, não apenas que Moisés resgatou os israelitas do Egito, país africano. Hoje, em vista disso, já há autores judeus que acham que Moisés não é uma pessoa, mas um símbolo, e outros há que duvidam que Moisés fosse israelita, mas apenas um instrumento em favor dos israelitas, embora o texto bíblico o faça “irmão” de Aarão, que era Levita (classe de sacerdotes e autor intelectual da aventura teológica do êxodo), dando-lhe pai e mãe israelitas.
Vamos do inicio.
Moisés, filho de Amram, era nascido no Egito, que, como todos sabem está na África, e tem um pequeno pedaço de seu território lançado na Ásia. Território esse, que corresponde ao deserto e ao Monte Sinai, área disputada ao Egito em duas guerras (Guerra dos Seis Dias e Yon Kippur). Todavia, a historia do povo hebreu discorre num período compreendido entre o Médio e Novo Império egípcio. As extensões territoriais do Egito daqueles tempos, atingiam o alto, e o baixo Egito, e eram muito diferentes das de hoje, e o Egito, chegou às nascentes do Rio Nilo no coração da África numa região conhecida como Abissínia, na Etiópia de então, estendendo-se, acreditem, ate o Rio Eufrates (no caso do Novo Império) um rio que corta a Síria e o Iraque, descendo da Armênia onde nasce até o Golfo Pérsico. Imenso território que seria objeto das verdadeiras intenções dos israelitas conforme as promessas feitas por Deus a Abraão. (dados copilados em: “O Egito” de Anne Milard, editora Melhoramentos)
Onde, pergunto eu, em que lugar do imenso Egito teria nascido Moisés? Em Tebas? Em Assuam? Ou nas proximidades do Cairo de hoje?
Ele nasceu ao sul, pois descia o rio quando foi encontrado, descia em direção ao Delta. Era criança que não sofrera a circuncisão.
Na Bíblia, encontramos um texto que comprova a nossa tese. O texto em questão, nós encontraremos em Números 12,1 onde lemos: “Maria e Aarão criticaram Moisés por causa da mulher Etíope que ele desposara (Moisés tinha com efeito desposado uma mulher Etíope)”. Os etíopes (Kush) eram escravos na Palestina (. 2 Sm. 18,21) e serviçais na corte de Jerusalém (Jr. 38,7)
David Livingstone (1813-1873), o missionário escocês que pela primeira vez viu a Catarata Vitória, do rio Nilo, no desfiladeiro de Zambeze na Etiópia, nos diz que etíope, em algum período, era uma generalização que chegou a ser usada como quase um sinônimo ao termo líbio para designar todo o negro da África ou Ásia. O líbio. o negro da região desértica, e o etíope, o negro das regiões do Alto Nilo. Assim chamar de etíope, seria o mesmo que chamar de negro. Moisés era um africano, mas não era chamado de etíope, nem mesmo de egípcio. Aparentemente George Scheweinfuth em sua obra Coeur de L’Afrique (Coração da África) 1868-1871 concorda com essa opinião. Ser chamado de etíope, na Saia, ou África, era ser chamado de negro. Mas em contrapartida, reforçando ainda mais minha tese, a Etiópia, que faz fronteira ao sul do Golfo Arábico, navegada pelos faraós, fez parte ativa da história do povo hebreu. Não só a Etiópia, mas também a Eritréia e a Núbia e o Sudão e de lá, lembrem-se, foram resgatados recentemente os judeus negros chamados “falaschas”.
Durante muito tempo, se disse que Moisés refugiando-se nas terras de Madian (Madjan), que segundo Schelesinger, autor judeu, é uma região que aparece em diversos textos bíblicos sempre ligados à Etiópia, ali teria se casado com a filha de Jetro, sacerdote pagão (de tradição javista), chamada Séfora com quem teve um filho chamado Gersam. Ora a etimologia aponta fatos curiosos. Moisés em hebraico, Mosche, significa retirado, apartado ou refugiado. Estaria ele em uma cidade asilo, pois fora homicida de um egípcio, como nos conta a Bíblia? Ou, seu nome tem o mesmo significado que falascha (separado, expatriado)? Teve ao todo dois filhos Gersam e Eliezer. Seu filho Gersam etimologicamente, nos diz e revela um hospede (filho do hospede da casa de Jetro) Jetro era sacerdote pagão, portanto não israelita isso levanta algumas questões, era Jetro árabe ou etíope? Se sua filha era etíope, Jetro era negro. Se a filha de Jetro era etíope como nos diz Números 12,1, era negra, e Jetro também haveria de o ser.
Numa tradição racial religiosa que dava muita importância as genealogias, como explicar o desaparecimento genealógico dos filhos e netos de tão importante figura como Moisés, um patriarca, cujos filhos desaparecem sem louros? Eles haveriam de ser cultuados. . Desapareceram da história bíblica porque eram negroides, mulatos?
Onde ficava Madiã (Madian ou Madjan Ex. 2,11)? Oficialmente se diz que era a terra de um povo nômade, semita, do sul da Palestina, na região máxima do Golfo de Akaba (Ácaba) um braço do Mar Vermelho. Sabe-se, no entanto, que o próprio Moisés lutaria contra esse povo, que hospedara sua mulher e sogro. Madjan tanto pode seu uma “cidade” do sul da Palestina, como uma localidade ao sul da Tebas Oriental, antiga capital do Império Egípcio, as margens do Nilo, próxima à Luxor, do lado oriental do Nilo (ou ainda, seria a localidade de um povo chamado Madjoi (n) (Madjoin) povo de origem sudanesa, governado por Tebas no coração da África) em terras do Sudão de hoje. Pela Bíblia sabe-se em favor da tese, que Moisés se sentia estrangeiro em Madjan (o que parece indicar que estava fora do Egito, sua terra). Eu não tenho a mínima condição de afirmar nada, mas a própria Sagrada Escritura parece afirmar que Moisés não era circuncidado, era um apartado, um rejeitado, criado como filho adotivo pela filha do Faraó,(A filha do faraó era morena pois os egípcios são de tez escura, e portanto Moisés para passar por filho de princesa egípcia haveria de ser moreno) e que, embora eleito por Deus, liderando aos israelitas como guia pelo deserto não entra na Terra da Promessa, permanecendo assim um separado, cujo túmulo nos é desconhecido até hoje. (em Enciclopédia das Religiões). O autor da Lei Mosaica é uma curiosidade histórica, negada por alguns, cuja posteridade, mulata ou não, não é bem definida na genealogia de Números ou Êxodo. Dada a sua importância, como já disse acima, é estranho que assim seja. Seriam seus filhos negros, rejeitados pelos “irmãos” israelitas como têm sido hoje rejeitados os judeus negros da Etiópia? Mas, quem sou eu, para dizer algo a respeito? Tudo isso é novidade. E o judeu, você sabe..., são dissimulados, ou não sabe?
Wallace Requião de Mello e Silva.




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Soldados sem medalha.

Nos campos de batalha sempre aparecem indivíduos que pelo amor que possuem, pela solidariedade, pela moral elevada, pelo carisma  e pela coragem são motores da tropa. Quase sempre morrem no anonimato e sobrevivem no coração e na memória de uns poucos companheiros. Foi assim Valter Luiz Campos e foi assim Mario Izar.
Esse ultimo, quando soube que Requião ia candidatar-se, largou tudo no longínquo Maranhão e alistou-se nas tropas de frente. Solidário, meteu-se em favelas, em brigas de desconhecidos. sempre como um herói justiceiro, um motor de campanha.
Hoje soube de sua morte, lá em suas terras no Maranhão, vitima de doença desconhecida no dia 23 de Março deste ano.
Fica aqui esse singelo registro em honra do companheiro desaparecido.
 Cap. Wallace Req.





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segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Os russos já nos abandonaram.

A debandada foi geral. Caiu a zero o número de acessos russos.



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