quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Somos 43.000
Segundo as estatisticas de hoje, 30 d Janeiro de 2013 somos 43 mil leitores.
Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.
Outras imagens da cirurgia.
Dados: Cirurgia para extracção de tumor maligno da cavidade nasal.
Data: 19 e Janeiro de 2013
Paciente: Wallace Req Req
Internamento: 16 de Janeiro de 2013
Local: Centro Cirúrgico do Hospital Universitário Evangélico de Curitiba, estado do Paraná, Sul do Brasil.
Cirurgião responsável: Gustavo Fabiano Nogueira e equipe.
Plano de Saúde SUS, Sistema Único e Saúde Governo Federal.
Tempo de cirurgia cinco horas e vinte e um minutos.
Tempo de recuperação do paciente desde a perda de consciência ate sua recuperação nove horas.
Essa cirurgia foi precedida por outras duas feitas pela cavidade oral. Uma em 3 de Agosto e outra em 10 de Outubro de 2012.
Wallacereq estrelando o seu maior papel, o de paciente.
Quero pedir aos que rezaram, aos que encomendaram Missas, aos que me visitaram
cujas atenções me proporcionaram entrega, confiança e paz de espírito que se concentrem nos médicos, pois esses jovens fazem uma ou duas cirurgias todos os dias, há dez anos, numa cifra que supera quatro mil pacientes. Gustavo Nogueira tem apenas 36 anos, e precisa estar actualizado, concentrado, em paz, e como todos nós seres humanos sentindo-se amado para poder enfrentar esse drama diário. Rezem por eles.
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Você tem estômago?
Retirada do septo com o tumor
Aguardem mais fotos.
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Navegadores negros,
Negros
navegavam?
Dando
continuidade ao texto “Negros uma historia e pré historia mal contadas”
encontrei esse interessante trabalho sobre a história da navegação que parece
mesmo confirmar a navegação oceânica dos povos negros em datas mui antigas.
O trabalho
abaixo traduzido do inglês foi retirado da Wikipédia. As informações que o
texto trás devem ser estudadas e pesquisadas.
Texto:
A história
dos barcos vive paralelamente às histórias de aventuras dos seres humanos. Os
primeiros barcos conhecidos datam do Período Neolítico, à cerca de 10.000 anos
atrás. Estes barcos primitivos possuíam funções limitadas: eles conseguiam
mover-se na a água, conquanto, limitava-se a isso.
Inicialmente
foram utilizados para caça e pesca. O barco mais antigo descoberto até então, é
uma canoa. Foram construídas com os troncos de árvores coníferas, utilizando
Ferramentas de Pedra.
Por volta do
século 30 A.C, no Antigo Egito (África), já se conhecia como montar cascos de
embarcações com tábuas de madeira. Eles
usavam presilhas de tecido para juntar as tábuas, Cyperus papyrus, folhas compridas, e grama
para unir e calafetar as costuras entre as tábuas. Na Grécia Antiga
historiadores e geógrafos tinham documentado ship-faring como os primeiros
encontrados no Antigo Egito: "Durante o período próspero do Reino
Antigo/Império Antigo", entre os séculos 30 A.C e 25 A.C, no Rio Nilo
rotas de navegação foram estabelecidas, e no Antigo Egito há registros que
navios navegaram pelo Mar Vermelho até ao país Mirra.
Na Ásia
Oriental, na época da Dinastia Zhou, foram desenvolvidas tecnologias nas
embarcações como o leme montado na popa, e da Dinastia Han, foi encontrada uma
frota de navios bem conservada, que fora empregada no campo militar. Tecnologia
naval avançada foi encontrada no período medieval, onde tais embarcações já
possuíam compartimentos estanques para armazenamento de água. Durante o século
15 na Dinastia Ming, uma das maiores e mais poderosas frotas do mundo foi
montada para as viagens de diplomacia e projeções do poder de Zheng He. Em
algumas partes da Coreia, no século 15, foi encontrado o primeiro barco que se
utilizou de ferro. Foi o Navio “Tartaruga”, este foi desenvolvido com laminados
de ferro.
Por volta de
2000 A.C, a Civilização Minóica em Creta tinham evoluído nos exercícios de um
controle efetivo da área naval, na parte leste do Mediterrâneo.
Sabe-se que a antiga Núbia/Axum negociava com
a Índia, e há evidências que navios do Nordeste da África podem ter navegado na
região frontal e externa entre a Índia/Sri Lanka, fazendo comércio com a Núbia
e talvez até com os Persas, Himyar e com a Roma Antiga.
O Império Aksumite foi conhecido pela Antiga
Grécia por disporem de portos para os navios Gregos e Iêmen. Em outra parte Nordeste da África, o Périplo
do Mar da Eritreia relatam que povos da Somália, através dos portos do norte
como o Zeila e Berbera, estavam negociando incenso e outros itens com
habitantes da Península Arábica bem antes da chegada de Estão, e também com o
então Império Romano controlado pelo Egito.
Os povos
Suaíli (africanos) tinham diversos e extensos portos comerciais em pontos da
costa da África Oriental Medieval e o Grande Zimbabwe tinha grande contato
comercial com a África Central, e provavelmente importavam bens trazendo para
África através da margem comercial do Sudeste Africano Quíloa, atualmente
chamada de Tanzânia
É sabido que no auge do Império Mali foi construído uma
grande frota pelo Imperador Mansa Musa no século 13 e início do século 14. [10]
Fontes arábicas descrevem que alguns consideram terem os Suali visitado o Novo
Mundo pela frota de Mali em 1311.
Na mesma época, povos que viveram próximos a
Kongens Lyngby na Dinamarca inventaram o casco segregado, o que permitiu um
aumento gradual das embarcações. Logo os barcos passaram a serem desenvolvidos
com quilha, semelhante aos barcos atuais de madeira Embarcações de Recreio.
Os primeiros navegadores começaram a usar
peles de animais ou tecidos para fabricarem as velas. Fixou na parte superior
do barco um mastro, e assim foi possível a fabricação de embarcações maiores.
Essa invenção permitiu ao homem ampliar a exploração, reconhecendo, por
exemplo, o termo Oceania, cerca de 3000 anos atrás.
O Antigo Egito já estava construindo veleiros
perfeitamente. Um exemplo notável de sua habilidade de construção foi o Navio
Khufu, um navio de 143 pés de comprimento, enterrado ao pé da Grande Pirâmide
de Gizé, por volta de 2500 A.C. e achado intacto em 1954. De acordo com
Heródoto, os Egípcios fizeram a primeira circum-navegação em torno da África
por volta de 600 A.C. Necao II .
Os Fenícios e a Grécia Antiga gradualmente
dominaram a navegação marítima a bordo dos trirremes, explorando e colonizando
o Mediterrâneo com suas embarcações. Por volta de 340 A.C, o navegador grego
Píteas de Massalia aventurou-se da Grécia para Europa Ocidental e Inglaterra. No
decorrer do século dois A.C, a Roma Antiga começou a destruir Cartago e
subjugar os reinos Helenísticos do leste do Mediterrâneo, alcançando o completo
domínio do mar interno, que eles chamaram de "Mar Nostrum".
A monção,
sistema de vento do Oceano Índico foi primeiramente navegado pelo navegador
Grego Eudoxo de Cyzicus em 118 AC.
Antes da
introdução da bússola, a navegação pelas estrelas foi o principal método para a
navegação marítima. Na China, as primeiras versões da bussola magnética estavam
sendo desenvolvidas e usadas na navegação entre 1040 e 1117. [15] A verdadeira
navegação por bússola, usando uma agulha de giro em uma caixa seca, foi
inventada na Europa mais tarde, em 1300.
OBS: sabemos
também que o faraó Necao II ( 600 AC) empregou navegadores Fenícios e do Sudão
em sua circunavegação da África. Também alertamos que não há fonte citada no
documento sobre a viagem de frota africana ao novo mundo em 1300. Todavia essa é a mais revolucionária
informação do texto e abre possibilidades ilimitadas para a pesquisa histórica
das populações negras da Oceania e das populações negras pré-colombianas na
América do Sul. Embora nem todos concordem os Olmecas tem sim traços negros.
Seria muito interessante pesquisar sobre
essas visitas de homens navegadores negros
à America
Wallacereq@gmail.com
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segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Olá!
Olá, sobrevivi, que bom!
As primeiras impressões.
Meu pai queria muito que eu fosse
médico seguindo a sua profissão e profissão de seus irmãos. Eu refuguei.
Preguiçoso e temeroso das responsabilidades da profissão, que à época era um
sacerdócio exercido sem horários e a exaustão, eu não dei esse presente á minha
alma nem esse orgulho ao meu pai.
Penso hoje que eu teria sido um
bom médico.
Digo isso porque quero expressar
minha opinião sobre as primeiras impressões de meu câncer, e como não tenho
formação na área, não quero que vocês levem a sério o que falarei.
Uma célula cancerosa é uma célula
viva. Um ser vivo. Respira, alimenta-se e se reproduz. Como todo ser vivo
haverá de morrer, e ou ter a sua morte provocada. Visto assim parece que o
câncer tem fim, tem cura.
Mais de perto começamos a
perceber que o problema do câncer é a reprodução defeituosa e incontrolada.
Ora, isso me diz que o câncer não é uma doença, mas um sintoma de outra doença
e é na verdade um esforço de adaptação genética pela vida.
Fatores exógenos, endógenos,
congênitos intoxicam células boas que desesperadas se adaptam geneticamente para
manterem-se vivas resultando em “colônias vivas patológicas”. Como abordá-las?
Pela alimentação, pela respiração, pelo ambiente onde proliferam e pela
reprodução. Ou você tem outra ideia?
Não vou aprofundar, não tenho
ainda uma opinião formada, apenas a convicção de que as células cancerosas
podem e devem ser mortas. É só.
O quadro.
Trago algumas imagens para vocês.
Trata-se de uma ressonância magnética datada do último dia 17 de Janeiro de
2013. São claras e mostram as consequências cirúrgicas da primeira e segunda
cirurgias, e dão uma ideia da intervenção da terceira cirurgia feita no ultimo
dia 19 cujas imagens ainda não tenho. Esta última, realizada pelo SUS como as
outras, e comandadas pelo jovem e talentoso cirurgião Gustavo Fabiano Nogueira
e sua equipe. Morram de inveja: dois cirurgiões, duas otorrino (lindas), dois
anestesiologistas ( fico devendo osnomes desses médicos). Sucesso total. (para eles, eu sou apenas o paciente).
Imagens:
O que vemos nessa imagem? Vemos a face, já com as consequencias da cirurgia que eliminou os cornetos da fossa nasal direita ( quadrado amarelo) e em vermelho comprometimento ósseo.Aqui já vimos o tumor sob retângulo vermelho e a fossa nasal já incorporada à fossa maxilar.
Aqui vemos o tumor sobre o septo, como se fora um feto, sob a elipse amarela e pequno quiloma de cicatriz no círculo vede.
Nítida imagem do tumor na elipse azul.
No quadrado amarelo área de cirurgia e no vermelho área óssea a ser eliminada.
Se você tem estômago, aguarde, publicarei fotos ao vivo da cirurgia, como resultados e finalizações. Aguarde.
Próximos passos.
Aguardada a cicatrização e uma
avaliação dos problemas odontológicos iniciaremos a rádio terapia e em seguida
a quimioterapia.
Consequências de curto prazo:
Secura da boca por um prazo de oito
meses;
Perda olfativa;
Perda visual;
Dificuldade de cicatrização de pequenas ulcerações e feridas
oriundas da própria radiação; alteração da cor da pele e leves queimaduras;
Como o tumor estava alojado na face, mais precisamente na
fossa nasal e fossa maxilar à direita, e esses últimos tinham suas raízes no
septo nasal, o espaço protetor do hipotálamo, seja com respeito ao Bulbo
Olfativo, seja em relação à Hipófise (corpo pituitário) seja em relação ao
Quiasma Ótico (chiasma óptico) ficou fragilizada, correndo alguns riscos
principais:
(1) Perda definitiva da visão numa proporção mundial de
pacientes de 5%;
(2) Necessidade de operar cataratas em um prazo aproximado
de três anos.
Por outro lado, e isto eu considero ainda mais serio, uma
lesão da hipófise pode me obrigar à suplementação (reposição) hormonal para o
resto da minha vida. Vida que não será longa, naquelas condições. Mas eu acredito
na melhora e na esperança de evitar ao máximo, no tratamento, as possíveis
sequelas de células sadias.
Sem mais para o momento, este “bobão” dá uma satisfação às
pessoas que se preocuparam, rezaram e me procuraram durante esse difícil
transe.
Meu muito obrigado a todos.
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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
Aviso aos Navegantes.
Hoje , dezesseis de Janeiro, eu me interno para a terceira cirurgia de meu "amado e querido" câncer.
Estarei fora do ar por uns dias... assim espero. Caso contrário... vocês têm algum recado para mandar?
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Venham cometer crime no Brasil e tragam suas familias.
No inicio da noite do dia 13 ou quatorze do corrente, três indivíduos seguraram um jornalista de 26 anos nas proximidades do Shopingg Curitiba e o esfaquearam.
Se forem presos, estas " personalidades" custarão 1400 Reais por mês ao Estado. Terão assistência medica gratuita, odontológica, pensão para os filhos menores correspondente a um salário mínimo por cabeça.
Hoje abro os jornais e leio que o INSS diponibilizará 450 milhões de Reais para pagar pensão as famílias de presos. 38.000 presidiários receberão os benificios. Pensões podem chegar até 4.500 Reais por mês.
E as vitimas?
Então eu conto isso. Dois vizinhos se desentenderam. Um matou o outro. A esposa do falecido perdeu seu provedor, e ficou com os filhos e as dividas do trabalhador. O Estado não fez nada por ela. A esposa do que matou e esta preso, tem direito a pensão e assitência aos filhos menores. Ela tem direito a visitas intimas no presidio. A outra só se for no cemitério.
Ora que idiotas são os que trabalham. Que tolos os que pagam impostos. Que débeis os honestos.
Venham todos cometer crimes no Brasil. Aqui o crime compensa.
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Policia e governo sem vergonha.
Governo e policia sem vergonha.
Num espaço de quatro quarteirões, no centro da cidade de Curitiba, tivemos entre 15 de Dezembro e 15 de Janeiro três arrombamentos, um homicídio, um ferido a faca (em estado grave na UTI) e dois assaltos e um furto de motocicleta.
Três ou quatro grupos sobre os telhados realizando as suas pichações (crime contra o patrimônio, e invasão de propriedade) ao qual a sociedade e a policia fazem vistas grossas.
Não bastassem 2600 presidiários foram postos na rua pelo indulto de natal. Sem acompanhamento eles saíram em busca de furtos, descuidos, roubos e arrombamentos.
Na esquina das ruas Comendador Araujo com Visconde do Rio Branco a loja All Mars´s foi arrombada duas vezes nesse período (doze vezes em seis meses).
E a policia? Além das tais câmaras de segurança não registrarem nada disso (mas multaram certamente pois o número de infrações cresceu 27% no período) eles, os policiais são vistos tomando café de graça nas padarias.
Eu pude presenciar a viatura do Bbtran n 90 36, colocar sinalizadores na rua em volta da viatura estacionada irregularmente, para que seus ocupantes, um homem e uma policial, fossem tomar café de graça na padaria da Emiliano Perneta com Visconde do Rio Branco. Enquanto isso, menos de trinta metros abaixo, próximo à Rua 24 horas (que agora fecha as onze por falta de segurança) um grupo de desocupados fumava calmamente o seu Baseado.
E eu abro os jornais e vejo descaradas mentiras sobre as vantagens das câmeras, a atuação da policia no centro da cidade etc. e tal. Os investimentos em Segurança Pública. Tudo mentira, uma falta de vergonha, do governo e da policia.
Isso tudo em quatro ou seis quarteirões. Mas Curitiba possui 16.000 quarteirões. Qual a solução? A declaração de guerra.
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Num espaço de quatro quarteirões, no centro da cidade de Curitiba, tivemos entre 15 de Dezembro e 15 de Janeiro três arrombamentos, um homicídio, um ferido a faca (em estado grave na UTI) e dois assaltos e um furto de motocicleta.
Três ou quatro grupos sobre os telhados realizando as suas pichações (crime contra o patrimônio, e invasão de propriedade) ao qual a sociedade e a policia fazem vistas grossas.
Não bastassem 2600 presidiários foram postos na rua pelo indulto de natal. Sem acompanhamento eles saíram em busca de furtos, descuidos, roubos e arrombamentos.
Na esquina das ruas Comendador Araujo com Visconde do Rio Branco a loja All Mars´s foi arrombada duas vezes nesse período (doze vezes em seis meses).
E a policia? Além das tais câmaras de segurança não registrarem nada disso (mas multaram certamente pois o número de infrações cresceu 27% no período) eles, os policiais são vistos tomando café de graça nas padarias.
Eu pude presenciar a viatura do Bbtran n 90 36, colocar sinalizadores na rua em volta da viatura estacionada irregularmente, para que seus ocupantes, um homem e uma policial, fossem tomar café de graça na padaria da Emiliano Perneta com Visconde do Rio Branco. Enquanto isso, menos de trinta metros abaixo, próximo à Rua 24 horas (que agora fecha as onze por falta de segurança) um grupo de desocupados fumava calmamente o seu Baseado.
E eu abro os jornais e vejo descaradas mentiras sobre as vantagens das câmeras, a atuação da policia no centro da cidade etc. e tal. Os investimentos em Segurança Pública. Tudo mentira, uma falta de vergonha, do governo e da policia.
Isso tudo em quatro ou seis quarteirões. Mas Curitiba possui 16.000 quarteirões. Qual a solução? A declaração de guerra.
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terça-feira, 15 de janeiro de 2013
A atriz Patricia Pilar pedia voto para Requião em 1985.
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Carta fictícia.
Carta fictícia endereçada ao filho do Senador
Ninguém tem três milhões de amigos sem arrumar algumas dezenas de milhares de inimigos.
Prezado sobrinho,
Soube de sua decisão de seguir carreira política, e de sua opção pela candidatura à Câmara Federal. Se eu pudesse te dar um conselho, repetiria as palavras de seu avô ao seu pai: “Afaste-se da política”.
Seu pai não ouviu, e tornou-se um político destacado, porém teria se destacado em qualquer profissão que abraçasse. O mesmo ocorrerá com você.
Como abertura dessa carta eu uso uma frase. Ela quer dizer muito para o político, pois os amigos, no caso eleitores que simpatizam, votam e pronto, esperam que você faça a sua parte, porém os inimigos não descansam em injúrias, calunias e difamações, quando não estão arquitetando armadilhas. Isso quando nós não estamos armando armadilhas aos nossos inimigos. É triste e trágico. Mas a política tem disso.
Você conhece seu pai melhor do que eu. Ele não é homem de recuar por qualquer coisa. Assim, nessa altura dos acontecimentos ele somente tem três vias para a conclusão de sua carreira política: voltar e concorrer ao governo do estado; reeleger-se senador; tentar a Presidência da Republica. Ele já ultrapassou os setenta anos, e seu tempo urge.
Que quero dizer com isso? Quero dizer que a meu ver, o caminho do meio é o ideal: Reeleger-se Senador da República. A vida de um homem é fruto de garra, valores, competência e circunstâncias e as circunstâncias apontam uma reeleição triunfal ao Senado Federal daqui a seis anos.
Porque digo isso? ( guardarei um pouco de segredo)
Meu sobrinho preste atenção. O atual governo do estado do Paraná passará para a história como um dos mais corruptos da história do Paraná e antevejo um fim tragico. Quem vier em substituição assumirá um ônus, uma cruz que muito provavelmente o crucificará politicamente, digo isso, com muita certeza de que aquele que tentar sanear a economia do estado será crucificado. Para o ímpio (e há muitos na fila) bastará passar o ônus para o povo. Seu pai não faria isso.
A Presidência, neste momento, salvo se ocorrerem mudanças radicais não é favorável.
Então eu te escrevo para que, movido pelos seus próprios interesses políticos não induza ao seu pai a voltar à candidatura ao governo, seja para te fortalecer ou viabilizar-lo como deputado federal. Não faça isso.
Quando seu pai conquistou seu primeiro mandato ele já não tinha pai. Sim ele como todos nós herdamos o prestigio de nosso pai. Ele fora vereador e prefeito da capital, e era médico muito conceituado, mas já não estava vivo para ajudar, influenciar, costurar alianças. Então seu pai teve que trabalhar duro ( 10 anos) como advogado de associações de bairro para viabilizar sua primeira candidatura. Eu acredito que você deva fazer o mesmo, pois em política a base inicial quanto mais solida mais sólido o edifício do exercício político que levantaremos. Nesse país, a base tem que ser e deve ser popular.
Eu te digo isso com simplicidade. Eu te faltarei, na sua campanha, e não poderei ter o orgulho de participar.
Seu pai, te dará todo o apoio possível, mas o verdadeiro apoio deve ser o seu próprio apoio, a sua própria base, a sua própria luta, que pode ser igual, semelhante ou dessemelhante da de seu pai. Pense nisso; comece hoje, não manipule o coração de seu pai para realizar os seus objetivos. Deixe-o livre para decidir o possível, o exequivel, afinal ele também não é mais um guri. Tome dele a experiência e o conselho.
Nada mais.
Tenho absoluta confiança em seu sucesso se você descer a escada do prestigio, para comungar com o povo a sua dor, dor tão pouco compreendida pelos políticos, e tão pouco vivida por eles.
Assim como um ônibus precisa de motorista a sociedade precisa de lideranças, representantes, políticos enfim. Mas a necessidade do povo não te exime da cruz. Eles exaltam e eles crucificam. Você irá sofrer. Nesse sentido quero te recomendar dois livros de minha juventude: “O Senhor das Moscas” e o inesquecível “O Navegante”
A vida política e o interesse social de seu pai também começaram com dois livros, “Dias de Sol” e a “Vida de São Paulo”, presenteados pelo abade, Pedro OSB de Jundiaí, no dia de seu batismo. O abade não o batizou, pois, não pode vir a Curitiba, mas os livros estão com seu pai até hoje. Durante muito tempo estiveram guardados comigo. Leia-os também.
Bem, para finalizar quero te dizer que da minha longa observação dos bastidores políticos concluo, que só a verdade, a obra verdadeira, a lei ou projeto de lei comprometido com os interesses do povo pode te elevar até as alturas que o teu pai já atingiu. Ele é um político com prestigio internacional. Eu tenho, por exemplo, uma fita de video em meu arquivo onde seu pai discursa para sete presidentes. Quem desses políticos que agora pretendem subestimar seu pai já viveu glorias como essa? Você viverá ainda maiores. Você é jovem. É advogado. É casado. Sua mulher é competente e preparada para ajudá-lo. Você tem seu carisma. Às vezes um pouco arrogante de mais, nada que não possa ser corrigido. Você é fluente no inglês, desenvolto. Viveu em ambientes que poucos brasileiros viveram, pode descer a escada social, para aprofundar-se na sabedoria popular. Eu vejo o teu futuro, mas, por favor, não desvie seu pai do destino que lhe se abre.
Penso que disse o que queria.
Disse nas entrelinhas.
Um grande abraço desse tio que você tão pouco conheceu, e de quem você nada aprendeu.
O Tio Wallace Req Req.
Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.
Ninguém tem três milhões de amigos sem arrumar algumas dezenas de milhares de inimigos.
Prezado sobrinho,
Soube de sua decisão de seguir carreira política, e de sua opção pela candidatura à Câmara Federal. Se eu pudesse te dar um conselho, repetiria as palavras de seu avô ao seu pai: “Afaste-se da política”.
Seu pai não ouviu, e tornou-se um político destacado, porém teria se destacado em qualquer profissão que abraçasse. O mesmo ocorrerá com você.
Como abertura dessa carta eu uso uma frase. Ela quer dizer muito para o político, pois os amigos, no caso eleitores que simpatizam, votam e pronto, esperam que você faça a sua parte, porém os inimigos não descansam em injúrias, calunias e difamações, quando não estão arquitetando armadilhas. Isso quando nós não estamos armando armadilhas aos nossos inimigos. É triste e trágico. Mas a política tem disso.
Você conhece seu pai melhor do que eu. Ele não é homem de recuar por qualquer coisa. Assim, nessa altura dos acontecimentos ele somente tem três vias para a conclusão de sua carreira política: voltar e concorrer ao governo do estado; reeleger-se senador; tentar a Presidência da Republica. Ele já ultrapassou os setenta anos, e seu tempo urge.
Que quero dizer com isso? Quero dizer que a meu ver, o caminho do meio é o ideal: Reeleger-se Senador da República. A vida de um homem é fruto de garra, valores, competência e circunstâncias e as circunstâncias apontam uma reeleição triunfal ao Senado Federal daqui a seis anos.
Porque digo isso? ( guardarei um pouco de segredo)
Meu sobrinho preste atenção. O atual governo do estado do Paraná passará para a história como um dos mais corruptos da história do Paraná e antevejo um fim tragico. Quem vier em substituição assumirá um ônus, uma cruz que muito provavelmente o crucificará politicamente, digo isso, com muita certeza de que aquele que tentar sanear a economia do estado será crucificado. Para o ímpio (e há muitos na fila) bastará passar o ônus para o povo. Seu pai não faria isso.
A Presidência, neste momento, salvo se ocorrerem mudanças radicais não é favorável.
Então eu te escrevo para que, movido pelos seus próprios interesses políticos não induza ao seu pai a voltar à candidatura ao governo, seja para te fortalecer ou viabilizar-lo como deputado federal. Não faça isso.
Quando seu pai conquistou seu primeiro mandato ele já não tinha pai. Sim ele como todos nós herdamos o prestigio de nosso pai. Ele fora vereador e prefeito da capital, e era médico muito conceituado, mas já não estava vivo para ajudar, influenciar, costurar alianças. Então seu pai teve que trabalhar duro ( 10 anos) como advogado de associações de bairro para viabilizar sua primeira candidatura. Eu acredito que você deva fazer o mesmo, pois em política a base inicial quanto mais solida mais sólido o edifício do exercício político que levantaremos. Nesse país, a base tem que ser e deve ser popular.
Eu te digo isso com simplicidade. Eu te faltarei, na sua campanha, e não poderei ter o orgulho de participar.
Seu pai, te dará todo o apoio possível, mas o verdadeiro apoio deve ser o seu próprio apoio, a sua própria base, a sua própria luta, que pode ser igual, semelhante ou dessemelhante da de seu pai. Pense nisso; comece hoje, não manipule o coração de seu pai para realizar os seus objetivos. Deixe-o livre para decidir o possível, o exequivel, afinal ele também não é mais um guri. Tome dele a experiência e o conselho.
Nada mais.
Tenho absoluta confiança em seu sucesso se você descer a escada do prestigio, para comungar com o povo a sua dor, dor tão pouco compreendida pelos políticos, e tão pouco vivida por eles.
Assim como um ônibus precisa de motorista a sociedade precisa de lideranças, representantes, políticos enfim. Mas a necessidade do povo não te exime da cruz. Eles exaltam e eles crucificam. Você irá sofrer. Nesse sentido quero te recomendar dois livros de minha juventude: “O Senhor das Moscas” e o inesquecível “O Navegante”
A vida política e o interesse social de seu pai também começaram com dois livros, “Dias de Sol” e a “Vida de São Paulo”, presenteados pelo abade, Pedro OSB de Jundiaí, no dia de seu batismo. O abade não o batizou, pois, não pode vir a Curitiba, mas os livros estão com seu pai até hoje. Durante muito tempo estiveram guardados comigo. Leia-os também.
Bem, para finalizar quero te dizer que da minha longa observação dos bastidores políticos concluo, que só a verdade, a obra verdadeira, a lei ou projeto de lei comprometido com os interesses do povo pode te elevar até as alturas que o teu pai já atingiu. Ele é um político com prestigio internacional. Eu tenho, por exemplo, uma fita de video em meu arquivo onde seu pai discursa para sete presidentes. Quem desses políticos que agora pretendem subestimar seu pai já viveu glorias como essa? Você viverá ainda maiores. Você é jovem. É advogado. É casado. Sua mulher é competente e preparada para ajudá-lo. Você tem seu carisma. Às vezes um pouco arrogante de mais, nada que não possa ser corrigido. Você é fluente no inglês, desenvolto. Viveu em ambientes que poucos brasileiros viveram, pode descer a escada social, para aprofundar-se na sabedoria popular. Eu vejo o teu futuro, mas, por favor, não desvie seu pai do destino que lhe se abre.
Penso que disse o que queria.
Disse nas entrelinhas.
Um grande abraço desse tio que você tão pouco conheceu, e de quem você nada aprendeu.
O Tio Wallace Req Req.
Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Quase parando.
Hoje somos 42048 leitores. Puxa é muito pouco.
Embora tenham crescido os leitores europeus. Portugal, França, Espanha, Alemanha, Holanda, Polônia e Ucrânia. Eu não compreendo esse fenômeno, pois as traduções tornam os textos que já não são grande coisa em textos ainda piores. Mesmo assim eu agradeço. Também agradeço aos russos, norte americanos, malásios, indonésios, chineses, indus, australianos, sul americanos e aos presunçosos ingleses.
Em especial um abraço aos habitantes da Geórgia, região da Capadócia e os de Cabo Verde.
Esse Blog foi feito pensando nos brasileiros, mas aos poucos, segundo as estatísticas do Blogger, tornou-se internacional.
Com muita humildade eu agradeço a todos, pois quem escreve quer ser lido.
Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.
Incorporar?
Existem dois Blogs de nossa autoria que estão perdendo leitores. Estou pensando em incorpora-los no G 23 Presidente. O que vocês acham? São cento e quarenta textos do Historia da Igreja, e 40 textos do Heterofobicos, um blog que tenta demonstrar que os homossexuais ( na verdade homossensuais) são heterofobicos.
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domingo, 13 de janeiro de 2013
Quando as mulheres mandaram na Igreja.
Quando as mulheres governaram a Igreja.
O curto texto que eu publico aqui tem a finalidade de chamar a atenção para o nosso Blog G 23 HI * Historia da Igreja, que perdeu muito de seus leitores. O texto em questão baseia-se em livro do grande Álvaro Negromonte.
A historia é um pouco longa, e precisaria de uma visão do que foi o cesaropapismo e posteriormente o que foi o protetorado, forma política de restaurar o Império Romano. Mas não aprofundarei o tema aqui, apenas lembrarei a pressão que sentia Roma com as investidas dos sarracenos. Eram então três as forças políticas do mundo dito civilizado. O sultanato, Bizâncio, e Roma, essa última restaurada por Pepino e Carlos Magno.
Com a morte de Carlos Magno, depois de um período de prosperidade de Roma e do cristianismo, a Igreja entrou em uma fase de graves conflitos, iniciados no século IX e amenizados no final do século XI.
Historiadores do mais alto padrão esmiuçaram a historia da Igreja e a História Universal e concluiu-se que nunca existiu a “famosa” papisa Joana. Portanto não é sobre isso que estaremos falando aqui.
O século X foi também chamado o Século de Ferro. Quando Guido de Espoleto constrangeu ao Papa Estevão II a coroá-lo imperador em 887 a Igreja entra em uma fase de desordens e escândalos. Embora exista a promessa de Nosso Senhor que as portas do inferno não prevalecerão sobre a Igreja, nesse período houve muitos papas indignos, embora como comprove os documentos eclesiais, nenhum tentou mudar a doutrina para justificar seus erros morais e outros. É a tal Infalibilidade Papal em fé e moral. Ao sabor dos interesses do Império que mantinha a Igreja sob o regime político do Protetorado, papas eram eleitos, assassinados, presos, depostos e profanados, ate depois de mortos como foi o caso do papa Formoso em 806 que foi tirado do túmulo pela esposa do imperador Guido chamada Agiltrudes. Sob a influencia dessa mulher terrível sucederam-se nove papas dentro de oito anos, alguns governaram por 20 ou 15 dias, três morreram na prisão e três foram assassinados. Havia então um governo indireto da Igreja pela esposa do imperador.
Com a eleição de Sergio III Papa, em 904 triunfou o partido da nobreza, dirigida então por Teofilato, sua ambiciosa esposa Teodora e suas filhas Teodora II e Morázia.
Essas mulheres manipularam o papado por trinta longos anos. Quando João X, um papa de valor deu sinais de articular a independência da Igreja acabou morrendo na prisão por inspiração de Morázia que levou ao trono pontifício seu próprio filho João XI em 931. Morta Morázia, seu outro filho Alberico imperador deixou-se influenciar pelo monge Odon de Cluny, que aliviou as pressões sobre a Igreja. Todavia, um belo dia, Alberico nomeou papa seu filho de apenas 16 anos que levou o nome de João XII e levou vida indigna, mas esse também não mudou uma vírgula da doutrina cristã para justificar seus vícios (possívelmente por ser imberbe e efeminado tenha sido motivo para a lenda da papisa Joana, mas é uma hipótese minha).
No entanto foi esse jovem papa que convocou Oton da Alemanha e o sagrou imperador restaurando assim o Império do Ocidente agora chamado Santo império Germânico. Oton comprometeu-se a proteger a Igreja (protetorado), mas essa proteção tornou-se tirania sobre a Igreja, abuso que durou de 967 a 1058. Com a briga entre italianos e germânicos, logo no inicio do protetorado, voltou a dominar o poder a casa de Teofilato (?). Este imperador, para escândalo de todos nomeou como papa um menino de 12 anos chamado Bento IX cuja conduta excedeu a maldade de João XII e causou uma grande revolta popular ( acreditava-se que os meninos eram inocentes e puros, e que Jesus ensinava aos doutores aos treze anos, então diziam os imperadores, que mal há em colocar um menino na cadedra de Pedro?) . Assim nasceu pela urgência dos fatos no mosteiro de Cluny um movimento de restauração e libertação da ingerência dos imperadores liderada por São João Gualberto e São Romualdo e suas novas ordens. Esse germe de libertação iria se concretizar com Gregório VI que ajudado por Hildebrando inicia uma forte reação que será intensificada por Leão IX.
Ainda foram eleitos pelos imperadores os Papas Henrique III e Nicolau II em 1059. Este último aprova a Constituição que afastava a possibilidade de leigos serem eleitos papas, que agora passava a ser privilégio dos cardeais. Alexandre II em 1063 já foi eleito pelos cardeais. Essa lei perdura até os dias de hoje.
Estava liberto o papado, mas ainda faltava libertar a Igreja que só aconteceria depois da dura batalha contra a investidura leiga, e a investidura sacerdotal no governo temporal. ( veremos isso em breve)
Fico por aqui. Como vocês viram, além de Nossa Senhora, pela intercessão de quem Jesus Cristo faz seu primeiro milagre nas bodas de Canaã, as mulheres leigas mandaram sim, indiretamente, na Igreja.
wallacereq@gmail.com
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O curto texto que eu publico aqui tem a finalidade de chamar a atenção para o nosso Blog G 23 HI * Historia da Igreja, que perdeu muito de seus leitores. O texto em questão baseia-se em livro do grande Álvaro Negromonte.
A historia é um pouco longa, e precisaria de uma visão do que foi o cesaropapismo e posteriormente o que foi o protetorado, forma política de restaurar o Império Romano. Mas não aprofundarei o tema aqui, apenas lembrarei a pressão que sentia Roma com as investidas dos sarracenos. Eram então três as forças políticas do mundo dito civilizado. O sultanato, Bizâncio, e Roma, essa última restaurada por Pepino e Carlos Magno.
Com a morte de Carlos Magno, depois de um período de prosperidade de Roma e do cristianismo, a Igreja entrou em uma fase de graves conflitos, iniciados no século IX e amenizados no final do século XI.
Historiadores do mais alto padrão esmiuçaram a historia da Igreja e a História Universal e concluiu-se que nunca existiu a “famosa” papisa Joana. Portanto não é sobre isso que estaremos falando aqui.
O século X foi também chamado o Século de Ferro. Quando Guido de Espoleto constrangeu ao Papa Estevão II a coroá-lo imperador em 887 a Igreja entra em uma fase de desordens e escândalos. Embora exista a promessa de Nosso Senhor que as portas do inferno não prevalecerão sobre a Igreja, nesse período houve muitos papas indignos, embora como comprove os documentos eclesiais, nenhum tentou mudar a doutrina para justificar seus erros morais e outros. É a tal Infalibilidade Papal em fé e moral. Ao sabor dos interesses do Império que mantinha a Igreja sob o regime político do Protetorado, papas eram eleitos, assassinados, presos, depostos e profanados, ate depois de mortos como foi o caso do papa Formoso em 806 que foi tirado do túmulo pela esposa do imperador Guido chamada Agiltrudes. Sob a influencia dessa mulher terrível sucederam-se nove papas dentro de oito anos, alguns governaram por 20 ou 15 dias, três morreram na prisão e três foram assassinados. Havia então um governo indireto da Igreja pela esposa do imperador.
Com a eleição de Sergio III Papa, em 904 triunfou o partido da nobreza, dirigida então por Teofilato, sua ambiciosa esposa Teodora e suas filhas Teodora II e Morázia.
Essas mulheres manipularam o papado por trinta longos anos. Quando João X, um papa de valor deu sinais de articular a independência da Igreja acabou morrendo na prisão por inspiração de Morázia que levou ao trono pontifício seu próprio filho João XI em 931. Morta Morázia, seu outro filho Alberico imperador deixou-se influenciar pelo monge Odon de Cluny, que aliviou as pressões sobre a Igreja. Todavia, um belo dia, Alberico nomeou papa seu filho de apenas 16 anos que levou o nome de João XII e levou vida indigna, mas esse também não mudou uma vírgula da doutrina cristã para justificar seus vícios (possívelmente por ser imberbe e efeminado tenha sido motivo para a lenda da papisa Joana, mas é uma hipótese minha).
No entanto foi esse jovem papa que convocou Oton da Alemanha e o sagrou imperador restaurando assim o Império do Ocidente agora chamado Santo império Germânico. Oton comprometeu-se a proteger a Igreja (protetorado), mas essa proteção tornou-se tirania sobre a Igreja, abuso que durou de 967 a 1058. Com a briga entre italianos e germânicos, logo no inicio do protetorado, voltou a dominar o poder a casa de Teofilato (?). Este imperador, para escândalo de todos nomeou como papa um menino de 12 anos chamado Bento IX cuja conduta excedeu a maldade de João XII e causou uma grande revolta popular ( acreditava-se que os meninos eram inocentes e puros, e que Jesus ensinava aos doutores aos treze anos, então diziam os imperadores, que mal há em colocar um menino na cadedra de Pedro?) . Assim nasceu pela urgência dos fatos no mosteiro de Cluny um movimento de restauração e libertação da ingerência dos imperadores liderada por São João Gualberto e São Romualdo e suas novas ordens. Esse germe de libertação iria se concretizar com Gregório VI que ajudado por Hildebrando inicia uma forte reação que será intensificada por Leão IX.
Ainda foram eleitos pelos imperadores os Papas Henrique III e Nicolau II em 1059. Este último aprova a Constituição que afastava a possibilidade de leigos serem eleitos papas, que agora passava a ser privilégio dos cardeais. Alexandre II em 1063 já foi eleito pelos cardeais. Essa lei perdura até os dias de hoje.
Estava liberto o papado, mas ainda faltava libertar a Igreja que só aconteceria depois da dura batalha contra a investidura leiga, e a investidura sacerdotal no governo temporal. ( veremos isso em breve)
Fico por aqui. Como vocês viram, além de Nossa Senhora, pela intercessão de quem Jesus Cristo faz seu primeiro milagre nas bodas de Canaã, as mulheres leigas mandaram sim, indiretamente, na Igreja.
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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Verdades
As pessoas boas que despresamos e as más que ajudamos por interesse não nos ajudarão.
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Verdades
As pessoas que mais nos enganam, que mais nos mentem, são as que mais exigem a VERDADE de nós.
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Essa é a mais impressionante prova da presença de negros na América Pré-colombiana.
Encontrada em Vera Cruz, México;
Cerâmica Inca com figura branca e negra, Peru.
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terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Cabo Verde
Bem-vindos leitores de Cabo Verde
Ilha espetacular onde se fala a língua portuguesa
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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
As seis espadas de Requião.
Consegui uma foto da espada indiana. NA VERDADE ME INFORMOU A ESPOSA DO SENADOR é uma espada PERSA.
Em 2003 Walter Oguido, irmão do falecido e amigo, deputado federal Homero Oguido, presenteou ao Requião com uma Kataná. A espada japonesa samurai só se recebe depois de ter sido provado e achado digno de tal honra. Só por merecimento. Ao entregá-la Walter disse que o grande sonho de Homero Oguido era ver Requião Presidente da Republica do Brasil. Eu sinceramente espero que a espada legitima não esteja empoeirada em algum lugar da residência Requião, muito menos que esse sonho de Homero e de tantos de nós, de alguma maneira, esteja esquecido.
Depois, e antes, Requião recebeu três espadas da Policia Militar do Paraná, como comandante em chefe da instituição. A última, uma espada dourada é lindissima, afinal, era a terceira vez que Requião assumia a Constitucional prerrogativa do Comando "de juris" da Policia Militar com seus 17 mil homens, mais do que comanda um General de Brigada.
A quinta espada, foi um presente da comunidade árabe do Paraná, entregue pelo falecido deputado Anibal Khuri. A sexta é uma espada indiana, belíssima, em uma baínha de prata toda trabalhada com motivos típicos, desconheço a sua origem. A sétima, se um dia houver, será a de COMANDANTE EM CHEFE DAS FORÇAS ARMADAS DO BRASIL, como Presidente da República.
Assim Seja.
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Para pesquisadores.
Vi pelas estatistivas do Blogger que alguém no Brasil acessou o texto titulado; " Um texto para pesquisadores" ( postado em 10 de 11 de 2008, mas datado de 2000). Embora esse longo texto de mais de 140 páginas seja ricos em detalhes para pesquisadores da vida politica do Senador Requião, ele esta totalmente desactualizado. Depois daquele texto Requião foi eleito mais duas vezes governador e mais uma vez senador. Eu tentarei actualiza-lo.
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quarta-feira, 2 de janeiro de 2013
Racismo * Filmes Inteligêntes
Estada para a GLORIA.
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Cláudio Carvalhaes.
Quer agradecer ao Cláudio Carvallhaes a divulgação em seu Blog baiano, de meu texto Os Santos Negros Esquecidos; bem enriquecido por gravuras. Muito obrigado
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terça-feira, 1 de janeiro de 2013
O CÃO VERMELHO
Filmes inteligentes.
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Bem-vindos leitores de Gana, África.
É um prezer recebê-los, sejam muito bem vindos aos nossos onze Blogs.
Feliz 2013
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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Para você chorar e aprender, o homem não participa apenas da obra de destruição mas também da obra de restauração.
O Homem quer plantava Árvores
Vocês se deran conta do detalhe, a legenda diz que ele morreu num asilo e a narrativa fala de um Hospício.
Feliz Ano Novo a Todos.
wallacereq@gmail.com
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Uma riqueza para o Paraguai
Uma riqueza para o Paraguai.
Tempos atrás estive em Santa Rita no Paraguai. Chamou-me a atenção a presença de coqueiros que nascem naturalmente nas pastagens daquela região paraguaia. Dei uma pesquisada e vi que a região tem clima propicio e altitude (a região esta quase ao nível do Mar) para o desenvolvimento dos coqueiros.
Ontem encontrei o livro muito interessante de autoria de Parreiras Rodrigues Com todo um estudo sobre a tecnologia, a viabilidade econômica dessa agricultura alternativa de reflorestamento econômico para o Noroeste de Paraná. Infelizmente a Secretaria de Agricultura do Estado ( 1996 esse governo tão desastroso so estava interessado em privatizar estradas e empresas publicas)) não se interessou pelo projeto absolutamente exeqüível. Assim eu estou comunicando aos paraguaios a existência desse trabalho e as boas condições de replantios de coqueiros naquela região.
O coqueiro é aproveitado industrialmente quase por inteiro. Mas possui o óleo virgem, cujos efeitos medicinais são espantosos e estão na moda do consumo mundial. Uma garrafinha de 300 ml custa no Brasil 58 Real.
Vejam vocês e pesquisem na Internet, há muitas matérias sobre esses produtos oriundos dos coqueiros.
Os ácidos graxos saturados constituem 50% da membrana celular;
São responsáveis pela firmeza e integridade das células;
Desempenham importante papel no metabolismo ósseo;
Os ácidos graxos saturados são responsáveis pela redução da LP;
Protegem o fígado de efeitos tóxicos de várias drogas, principalmente do álcool;
Potencializam o sistema imunológico;
Gorduras saturadas são necessárias para a utilização adequada dos ácidos graxos essenciais;
O ácido esteárico e palmítico são fundamentais para a nutrição do coração;
Ácidos graxos saturados de curta e média cadeia apresentam importantes propriedades antimicrobianas;
Protege o trato digestivo da ação de germes patogênicos.
Paraguai acorde para essa riqueza, não durmam como dormiram os paranaenses.
Wallacereq@gmail.com
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domingo, 30 de dezembro de 2012
O Véu da República.
O Véu da República.
Sou obrigado a confessar minha ignorância. A Republica foi apresentada aos brasileiros como uma noiva virginal coberta com um véu que lhe escondia a face e o corpo. Um Véu que escondia aos olhos de todos a sua herança e a sua genealogia.
Eu pesquisava as relações matrimoniais da Família Real Brasileira, digamos a partir de 1808 com a vinda de D João VI, ao Brasil, em companhia da corte portuguesa; Impressionante
Foi quando acordei para a minha ignorância. Possivelmente os últimos membros de minha família que tinham uma clara idéia dos trezentos anos de história que correspondem ao período do inicio da colonização à vinda da Corte Portuguesa ao Brasil foram meus bisavôs.
Depois disso, membros de nossa família viram a história de nosso país através do véu republicano que velava toda a realidade e simplificava (com um objetivo) tudo.
Com o véu republicano esconderam-se todas as relações históricas de Portugal com as demais casas imperiais e reinos e suas cortes via os casamentos entre a nobreza, que demonstram claramente os interesses estrangeiros e históricos sobre o nosso país; ( nunca abandonados)
Eu não sou e não fui um aluno aplicado.
Mas a simplificação de nossa historia, como por exemplo: portugueses descobriram o Brasil e espanhóis a America ( não explicam a América do Norte falando francês e ingles, e difamando os espanhois ( Mexico) nem a presença de franceses, holandeses na America do Sul, ou a Inglaterra finaciando as independências dos paises sulamericanos), e ou afirmações tolas e gratuitas de que o Brasil seria diferente se os holandeses, franceses ou ingleses tivessem mesmo se apossado do nosso território ( veja o que fizeram em outras de suas colonias), e que seriamos mais desenvolvidos, é a maior e mais irresponsável afirmação que tenho lido em textos vários e denunciam a ignorância dos relacionamentos comerciais e de parentesco entre as diversas casas reais européias, e os múltiplos interesse dessas casa sobre o Brasil;
Só como exemplo: no período do Brasil Reino Unido ao Brasil Império vocês sabiam das relações de família da Real Família Brasileira, com a Áustria, com a Espanha, com a França e a Suécia e a Italia?
Você sabia por exemplo que D João VI, ao deixar Portugal perseguido pelo Napoleão, era aparentado deste? Você sabia que a língua francesa foi língua oficial da Corte Brasileira durante o período de D. Pedro? Você pode explicar a ingerência perseverante e histórica do Reino Inglês nos negócios do Brasil?
Pois é,: foi isso que as maçonarias inglesas e francesas * (sao eles que se dizem autores da independência e da Republica) cobriram com o chamado VÉU DA REPÚBLICA.
Vale a pena se debruçar sobre as genealogias das casas reais Européias para entender muito do que esta por detrás de nossa DEPENDENCIA comercial e subserviência colonial. Se fizermos isso então entenderemos que nossa democracia é uma farsa ( não foi uma conquista popular.. Nossa independência é uma farsa ( não houve participação do povo), nossa republica é uma farsa ( não foi um movimento popular), e que o povo brasileiro nem mesmo nesse século, ainda mais agora com o voto eletrônico, foi capaz de ver realizado o CONSTITUXIONAL : Todo poder emana do povo e pelo povo ( em nome do povo) será exercido. O povo não participa dos grandes assuntos da Nação.
Alias para te confundir a cabeça sobre os meus objetivos ao escrever esse texto eu te pergunto? O que é mais prático e possível? Um homem fazer a vontade de 200 milhões de brasileiros, ou 200 milhões de brasileiros fazerem a vontade de um único homem? Conforme a resposta você é um utópico, ou é um monarquista... Engraçado não é? Tens outra solução? Você sabeo o que é DEMOCRACIA?
wallacereq@gmail.com
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Sou obrigado a confessar minha ignorância. A Republica foi apresentada aos brasileiros como uma noiva virginal coberta com um véu que lhe escondia a face e o corpo. Um Véu que escondia aos olhos de todos a sua herança e a sua genealogia.
Eu pesquisava as relações matrimoniais da Família Real Brasileira, digamos a partir de 1808 com a vinda de D João VI, ao Brasil, em companhia da corte portuguesa; Impressionante
Foi quando acordei para a minha ignorância. Possivelmente os últimos membros de minha família que tinham uma clara idéia dos trezentos anos de história que correspondem ao período do inicio da colonização à vinda da Corte Portuguesa ao Brasil foram meus bisavôs.
Depois disso, membros de nossa família viram a história de nosso país através do véu republicano que velava toda a realidade e simplificava (com um objetivo) tudo.
Com o véu republicano esconderam-se todas as relações históricas de Portugal com as demais casas imperiais e reinos e suas cortes via os casamentos entre a nobreza, que demonstram claramente os interesses estrangeiros e históricos sobre o nosso país; ( nunca abandonados)
Eu não sou e não fui um aluno aplicado.
Mas a simplificação de nossa historia, como por exemplo: portugueses descobriram o Brasil e espanhóis a America ( não explicam a América do Norte falando francês e ingles, e difamando os espanhois ( Mexico) nem a presença de franceses, holandeses na America do Sul, ou a Inglaterra finaciando as independências dos paises sulamericanos), e ou afirmações tolas e gratuitas de que o Brasil seria diferente se os holandeses, franceses ou ingleses tivessem mesmo se apossado do nosso território ( veja o que fizeram em outras de suas colonias), e que seriamos mais desenvolvidos, é a maior e mais irresponsável afirmação que tenho lido em textos vários e denunciam a ignorância dos relacionamentos comerciais e de parentesco entre as diversas casas reais européias, e os múltiplos interesse dessas casa sobre o Brasil;
Só como exemplo: no período do Brasil Reino Unido ao Brasil Império vocês sabiam das relações de família da Real Família Brasileira, com a Áustria, com a Espanha, com a França e a Suécia e a Italia?
Você sabia por exemplo que D João VI, ao deixar Portugal perseguido pelo Napoleão, era aparentado deste? Você sabia que a língua francesa foi língua oficial da Corte Brasileira durante o período de D. Pedro? Você pode explicar a ingerência perseverante e histórica do Reino Inglês nos negócios do Brasil?
Pois é,: foi isso que as maçonarias inglesas e francesas * (sao eles que se dizem autores da independência e da Republica) cobriram com o chamado VÉU DA REPÚBLICA.
Vale a pena se debruçar sobre as genealogias das casas reais Européias para entender muito do que esta por detrás de nossa DEPENDENCIA comercial e subserviência colonial. Se fizermos isso então entenderemos que nossa democracia é uma farsa ( não foi uma conquista popular.. Nossa independência é uma farsa ( não houve participação do povo), nossa republica é uma farsa ( não foi um movimento popular), e que o povo brasileiro nem mesmo nesse século, ainda mais agora com o voto eletrônico, foi capaz de ver realizado o CONSTITUXIONAL : Todo poder emana do povo e pelo povo ( em nome do povo) será exercido. O povo não participa dos grandes assuntos da Nação.
Alias para te confundir a cabeça sobre os meus objetivos ao escrever esse texto eu te pergunto? O que é mais prático e possível? Um homem fazer a vontade de 200 milhões de brasileiros, ou 200 milhões de brasileiros fazerem a vontade de um único homem? Conforme a resposta você é um utópico, ou é um monarquista... Engraçado não é? Tens outra solução? Você sabeo o que é DEMOCRACIA?
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A Russia esta me surpreendendo.
Eu não sei se é alguém de língua portuguesa, um funcionário de embaixada, o fato é que crescem os leitores russos. Hoje superam em media os americanos do norte. Fico curioso e muito agradecido pala divulgação de nosso blog na RÚSSIA ( União Soviética)
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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Esse é o Lider que eu conheci!
Atenção
Requião em visita ao Equador, foi destituído do governo pelos juízes do Paraná ( 1993), e voltou nos braços do povoi ao governo com liminar da Justiça Federal .. Todo o trajeto de 18 quilómetros desde o aeroporto aré o Palácio de Governo foi tomado pela população que gritava: Requião é nosso Governador. Depois disso ele foi eleito mais duas vezes governador e duas semador provandoa todos que a Justiça Federtal estava certa.. Assista e veja que não minto,
O povo já não tem algo que valha a pena para lutar. Assista o espirito da liderança no filme Comvoy. Espirito que emana de Deus, portanto, nem sempre o lider conhece todos os seus caminhos e circunstâcias;
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Quero indicar outro livro.
Editora Record, livro de Pedro Collor de Mello. titulado "Passando a Limpo" sub titulo "A Tragetória de um farsante". segunda edição.
Prefácio de Dora Kramer
Esse livro sumoiu das livrarias tal qual aquele sobre o Banestado, é encontrado el alhuns "sebos" de livtos usados.
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Prefácio de Dora Kramer
Esse livro sumoiu das livrarias tal qual aquele sobre o Banestado, é encontrado el alhuns "sebos" de livtos usados.
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Presidência;
Se eu não puder apoiar o Requião para a presidência da Republica, vou apoiar o Fernando Collor de Mello. Se eu não posso convencer as vantagens do dia, de um governo exercido à luz do dia, então oferecerei a noite, um governo exercido nas sombras.. Isso se eu estiver vivo até lá;
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Documento da CNBB denuncia as novas estratégias mundiais da cultura da morte.
MAIO DE 2012, ( OBS: documento parcial)
A NOVA ESTRATÉGIA MUNDIAL
DA CULTURA DA MORTE
Comissão em Defesa da Vida
do Regional Sul-1 da CNBB
SUMÁRIO
- Apresentação.
- Objetivos deste documento.
1. Introdução.
2. As três estratégias da Cultura da Morte.
- A primeira estratégia: os serviços de planejamento familiar e a
legalização do aborto.
- A segunda estratégia: os direitos sexuais e reprodutivos.
- A terceira estratégia: a redução de danos e os serviços de aborto
seguro.
3. O papel das grandes fundações.
4. A nova política do governo brasileiro para implantar o
aborto no país.
5. As origens da nova política.
6. O protocolo de atenção pós-aborto.
7. As Iniciativas Sanitárias no Uruguai.
8. O Consórcio Internacional para a Contracepção de Emergência.
9. O Consórcio Internacional para o Aborto Médico.
10. A promoção do aborto no segundo trimestre.
11. A pressão internacional para que o governo brasileiro
permita o livre acesso aos medicamentos abortivos.
12. A Organização Mundial da Saúde coloca os abortivos na
lista de medicamentos essenciais.
13. O Instituto Bill e Melinda Gates de População e Saúde Reprodutiva.
14. O governo brasileiro inicia a ofensiva internacional.
15. Conclusão.
MAIO DE 2012,
A NOVA ESTRATÉGIA MUNDIAL
DA CULTURA DA MORTE
APRESENTAÇÃO.
O governo brasileiro está na iminência de iniciar uma nova política para promover o
aborto no país. No entanto, as novas medidas que estão sendo anunciadas são apenas o ponto de
partida de um golpe contra a vida humana, que começou a ser planejado, há cerca de dez anos, para
desencadear, de um modo fulminante e simultâneo, o estabelecimento da Cultura da Morte em
toda a América Latina.
O objetivo deste documento é mostrar como, neste ano de 2012, a Cultura da Morte pretende
desencadear, internacionalmente, sua nova estratégia para promover o aborto.
A promoção do aborto é um atentado criminoso contra o mais fundamental dos direitos
humanos. Promover o aborto é promover o homicídio de vidas inocentes. Pela preservação da
democracia, estude e divulgue este documento.
OBJETIVOS DESTE DOCUMENTO.
A implantação mundial do aborto segue uma agenda inaugurada em 1952, quando o mega-
bilionário John Rockefeller III fundou, em Nova York, o Conselho Populacional, com a finalidade
de implementar políticas internacionais de controle de crescimento populacional, hoje não apenas
ainda em vigor, como também mais ativas do que naquela época.
Mas, ao mesmo tempo, mais do que apenas o controle demográfico, estas políticas
representam o início da instalação de uma nova ditadura mundial que terá como base a destruição
da distinção entre direitos humanos e legislação positiva. Isto é o que se chama, comumente, de
Cultura da Morte.
Um dos princípios básicos da democracia moderna está no reconhecimento da diferença
essencial entre os direitos humanos e a legislação positiva, inclusive a legislação constitucional.
Uma vez que esta diferença seja abolida, estarão instalados os princípios de um estado totalitário,
que não reconhece a existência de direitos humanos anteriores à própria constituição do Estado,
direitos que o Estado pode modificar e impor, segundo seu próprio arbítrio. A democracia somente
pode ser florescer onde os direitos humanos sejam reconhecidos como tais por si mesmos, onde não
sejam uma concessão do governo, um resultado do consenso dos legisladores, ou o fruto de uma
decisão popular tomada em plebiscito. A implantação do aborto não significa apenas um avanço no
controle do crescimento populacional, mas também o passo mais decisivo para a transformação
gradual dos direitos humanos em legislação positiva. O efeito de uma legislação deste tipo, que está
sendo introduzida de caso pensado, será que outras mais terão que ser sucessivamente criadas para
justificar os erros das anteriores. Com isto, porém, estará virtualmente instalada a destruição do
ideal democrático e, pelo caráter internacional da agenda que a impulsiona, inaugurada uma forma
inteiramente nova de ditadura global.
Os autores da Cultura da Morte traçaram sua primeira grande estratégia em 1952, por
ocasião da fundação do Conselho Populacional, em Nova York, por iniciativa de John Rockefeller
III. A estratégia consistiu essencialmente na disponibilização, em escala mundial, dos serviços de
planejamento familiar e da legalização do aborto.
A segunda estratégia iniciou-se em 1990 quando a Fundação Ford criou, naquele ano, a
política mundial dos direitos sexuais e reprodutivos.
A terceira estratégia foi planejada, durante pelo menos uma década, para produzir um
resultado fulminante e simultâneo em todos os países que, não obstante a primeira e a segunda
estratégias, atualmente continuam a recusar-se em aceitar a implantação da Cultura da Morte. A
nova estratégia consiste essencialmente em uma falsa política de redução de danos e na
implementação, dentro dos serviços já existentes de planejamento familiar, de novos serviços de
aborto seguro, seguindo o mesmo esquema pelo qual os seus idealizadores implantaram, na última
década do século XX, em todo o mundo, a contracepção de emergência.
A descrição da origem, da evolução e do modo como se pretende instalar esta terceira
estratégia no Brasil e na América Latina é o principal objeto deste documento.
O governo brasileiro é, no momento, um dos principais atores desta infame agenda imposta
desde o estrangeiro a todo o nosso continente. O povo brasileiro é maciçamente contrário ao aborto.
Os níveis de rejeição ao aborto no Brasil são altíssimos e crescem ano após ano. Os dados do
Ministério da Saúde sugerem também que a própria prática do aborto tem diminuído, nos últimos
cinco anos, a taxas da ordem de 12% ao ano, a cada ano. Apesar deste quadro, que o Brasil
compartilha com vários outros países da América Espanhola, nosso atual governo aparelhou
vergonhosamente toda a estrutura pública para promover o aborto como em nenhum outro país da
América Latina.
Contrariando as promessas de governo da atual presidente Dilma Rousseff que, para poder
eleger-se em 2010, teve que prometer, por escrito, que nada faria para promover o aborto no país,
o governo brasileiro anunciou, em junho de 2012, uma série de medidas que, sob a falsa aparência
de uma política de redução de danos, inaugurarão de fato uma nova política para promover o aborto
no Brasil. Segundo as novas medidas, apresentadas como se fossem de origem nacional, o governo
não considera crime orientar uma mulher sobre como praticar o aborto e está preparando um
programa pelo qual o Sistema de Saúde Brasileiro passará a orientar as mulheres sobre como usar
corretamente os métodos existentes para abortar. Além disso, o Ministério da Saúde está também
preparando uma cartilha para orientar as mulheres que desejam abortar e uma nova Norma
Técnica que servirá de base para um programa de aconselhamento para mulheres que enfrentam
uma gravidez indesejada. Finalmente, o Ministério também está considerando liberar a venda de
remédios abortivos para o público. Todas estas medidas serão tomadas independentemente do fato
de que a lei estabeleça ou não que a prática do aborto seja um crime.
Logo após o anúncio de tais medidas, os grupos que trabalham em defesa da vida no Brasil
denunciaram que a origem da nova política estava claramente documentada no Diário Oficial da
União. O periódico governamental registrava que o Ministério da Saúde havia assinado, com a
Fundação Oswaldo Cruz, uma seqüência de cinco contratos, praticamente idênticos, datados de
dezembro de 2009, outubro de 2010, dezembro de 2010, dezembro de 2011 e janeiro de 2012, para
formar grupos de estudo sobre o aborto no Brasil. O primeiro dos contratos da série menciona
explicitamente que a finalidade do trabalho seria planejar a legalização do aborto no Brasil. No
final de 2011, o Diário Oficial da União também mencionava diversas viagens de funcionários do
Ministério da Saúde ao exterior para participar de reuniões sobre estratégias e processos em
andamento para permitir o acesso da população a medicamentos abortivos. O anúncio, em junho de
2012, da nova política para o aborto do governo brasileiro, não seria nada mais do que o resultado
planejado destes contratos e destas viagens.
OBS documento na integra no link: http://padrepauloricardo.org/blog/categoria/7-pro-vida
Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.
A NOVA ESTRATÉGIA MUNDIAL
DA CULTURA DA MORTE
Comissão em Defesa da Vida
do Regional Sul-1 da CNBB
SUMÁRIO
- Apresentação.
- Objetivos deste documento.
1. Introdução.
2. As três estratégias da Cultura da Morte.
- A primeira estratégia: os serviços de planejamento familiar e a
legalização do aborto.
- A segunda estratégia: os direitos sexuais e reprodutivos.
- A terceira estratégia: a redução de danos e os serviços de aborto
seguro.
3. O papel das grandes fundações.
4. A nova política do governo brasileiro para implantar o
aborto no país.
5. As origens da nova política.
6. O protocolo de atenção pós-aborto.
7. As Iniciativas Sanitárias no Uruguai.
8. O Consórcio Internacional para a Contracepção de Emergência.
9. O Consórcio Internacional para o Aborto Médico.
10. A promoção do aborto no segundo trimestre.
11. A pressão internacional para que o governo brasileiro
permita o livre acesso aos medicamentos abortivos.
12. A Organização Mundial da Saúde coloca os abortivos na
lista de medicamentos essenciais.
13. O Instituto Bill e Melinda Gates de População e Saúde Reprodutiva.
14. O governo brasileiro inicia a ofensiva internacional.
15. Conclusão.
MAIO DE 2012,
A NOVA ESTRATÉGIA MUNDIAL
DA CULTURA DA MORTE
APRESENTAÇÃO.
O governo brasileiro está na iminência de iniciar uma nova política para promover o
aborto no país. No entanto, as novas medidas que estão sendo anunciadas são apenas o ponto de
partida de um golpe contra a vida humana, que começou a ser planejado, há cerca de dez anos, para
desencadear, de um modo fulminante e simultâneo, o estabelecimento da Cultura da Morte em
toda a América Latina.
O objetivo deste documento é mostrar como, neste ano de 2012, a Cultura da Morte pretende
desencadear, internacionalmente, sua nova estratégia para promover o aborto.
A promoção do aborto é um atentado criminoso contra o mais fundamental dos direitos
humanos. Promover o aborto é promover o homicídio de vidas inocentes. Pela preservação da
democracia, estude e divulgue este documento.
OBJETIVOS DESTE DOCUMENTO.
A implantação mundial do aborto segue uma agenda inaugurada em 1952, quando o mega-
bilionário John Rockefeller III fundou, em Nova York, o Conselho Populacional, com a finalidade
de implementar políticas internacionais de controle de crescimento populacional, hoje não apenas
ainda em vigor, como também mais ativas do que naquela época.
Mas, ao mesmo tempo, mais do que apenas o controle demográfico, estas políticas
representam o início da instalação de uma nova ditadura mundial que terá como base a destruição
da distinção entre direitos humanos e legislação positiva. Isto é o que se chama, comumente, de
Cultura da Morte.
Um dos princípios básicos da democracia moderna está no reconhecimento da diferença
essencial entre os direitos humanos e a legislação positiva, inclusive a legislação constitucional.
Uma vez que esta diferença seja abolida, estarão instalados os princípios de um estado totalitário,
que não reconhece a existência de direitos humanos anteriores à própria constituição do Estado,
direitos que o Estado pode modificar e impor, segundo seu próprio arbítrio. A democracia somente
pode ser florescer onde os direitos humanos sejam reconhecidos como tais por si mesmos, onde não
sejam uma concessão do governo, um resultado do consenso dos legisladores, ou o fruto de uma
decisão popular tomada em plebiscito. A implantação do aborto não significa apenas um avanço no
controle do crescimento populacional, mas também o passo mais decisivo para a transformação
gradual dos direitos humanos em legislação positiva. O efeito de uma legislação deste tipo, que está
sendo introduzida de caso pensado, será que outras mais terão que ser sucessivamente criadas para
justificar os erros das anteriores. Com isto, porém, estará virtualmente instalada a destruição do
ideal democrático e, pelo caráter internacional da agenda que a impulsiona, inaugurada uma forma
inteiramente nova de ditadura global.
Os autores da Cultura da Morte traçaram sua primeira grande estratégia em 1952, por
ocasião da fundação do Conselho Populacional, em Nova York, por iniciativa de John Rockefeller
III. A estratégia consistiu essencialmente na disponibilização, em escala mundial, dos serviços de
planejamento familiar e da legalização do aborto.
A segunda estratégia iniciou-se em 1990 quando a Fundação Ford criou, naquele ano, a
política mundial dos direitos sexuais e reprodutivos.
A terceira estratégia foi planejada, durante pelo menos uma década, para produzir um
resultado fulminante e simultâneo em todos os países que, não obstante a primeira e a segunda
estratégias, atualmente continuam a recusar-se em aceitar a implantação da Cultura da Morte. A
nova estratégia consiste essencialmente em uma falsa política de redução de danos e na
implementação, dentro dos serviços já existentes de planejamento familiar, de novos serviços de
aborto seguro, seguindo o mesmo esquema pelo qual os seus idealizadores implantaram, na última
década do século XX, em todo o mundo, a contracepção de emergência.
A descrição da origem, da evolução e do modo como se pretende instalar esta terceira
estratégia no Brasil e na América Latina é o principal objeto deste documento.
O governo brasileiro é, no momento, um dos principais atores desta infame agenda imposta
desde o estrangeiro a todo o nosso continente. O povo brasileiro é maciçamente contrário ao aborto.
Os níveis de rejeição ao aborto no Brasil são altíssimos e crescem ano após ano. Os dados do
Ministério da Saúde sugerem também que a própria prática do aborto tem diminuído, nos últimos
cinco anos, a taxas da ordem de 12% ao ano, a cada ano. Apesar deste quadro, que o Brasil
compartilha com vários outros países da América Espanhola, nosso atual governo aparelhou
vergonhosamente toda a estrutura pública para promover o aborto como em nenhum outro país da
América Latina.
Contrariando as promessas de governo da atual presidente Dilma Rousseff que, para poder
eleger-se em 2010, teve que prometer, por escrito, que nada faria para promover o aborto no país,
o governo brasileiro anunciou, em junho de 2012, uma série de medidas que, sob a falsa aparência
de uma política de redução de danos, inaugurarão de fato uma nova política para promover o aborto
no Brasil. Segundo as novas medidas, apresentadas como se fossem de origem nacional, o governo
não considera crime orientar uma mulher sobre como praticar o aborto e está preparando um
programa pelo qual o Sistema de Saúde Brasileiro passará a orientar as mulheres sobre como usar
corretamente os métodos existentes para abortar. Além disso, o Ministério da Saúde está também
preparando uma cartilha para orientar as mulheres que desejam abortar e uma nova Norma
Técnica que servirá de base para um programa de aconselhamento para mulheres que enfrentam
uma gravidez indesejada. Finalmente, o Ministério também está considerando liberar a venda de
remédios abortivos para o público. Todas estas medidas serão tomadas independentemente do fato
de que a lei estabeleça ou não que a prática do aborto seja um crime.
Logo após o anúncio de tais medidas, os grupos que trabalham em defesa da vida no Brasil
denunciaram que a origem da nova política estava claramente documentada no Diário Oficial da
União. O periódico governamental registrava que o Ministério da Saúde havia assinado, com a
Fundação Oswaldo Cruz, uma seqüência de cinco contratos, praticamente idênticos, datados de
dezembro de 2009, outubro de 2010, dezembro de 2010, dezembro de 2011 e janeiro de 2012, para
formar grupos de estudo sobre o aborto no Brasil. O primeiro dos contratos da série menciona
explicitamente que a finalidade do trabalho seria planejar a legalização do aborto no Brasil. No
final de 2011, o Diário Oficial da União também mencionava diversas viagens de funcionários do
Ministério da Saúde ao exterior para participar de reuniões sobre estratégias e processos em
andamento para permitir o acesso da população a medicamentos abortivos. O anúncio, em junho de
2012, da nova política para o aborto do governo brasileiro, não seria nada mais do que o resultado
planejado destes contratos e destas viagens.
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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
Religiões de Mistério e Sociedades Secretas.
As religiões de mistério e as sociedades secretas. ( texto para reflexão)
As religiões de mistério se fundamentam em uma única verdade. Reconhecem que o homem por mais desenvolvido que seja ou sociedade de homens por mais desenvolvida que seja não alcançam o mistério da existência. “Assim curiosamente Deus se apresenta em Genesis como “Eu Sou”, o que existe, a existência; ora, passariam os milênios e os homens em procura ininterrupta não encontrariam solução para esse mistério, então “Eu Sou” se revela ao Homem, e daí a revelação. O criador de tudo, dá ao homem, vida. inteligência e espírito de compreensão do mistério revelado, o VERBO, o EU SOU, se faz Carne, para revelar-se ao homem na sua linguagem. Despe-se do invisível para tornar-se visível. Do secreto. do intangível para o revelado.
Já as sociedades secretas se fundamentam no segredo. Mas há algum segredo para Deus? Ora se uma sociedade tem origem, e é de conhecimento público a sua existência, ela já não é secreta. Por exemplo, um homem desconhecido chega a uma pequena aldeia. Ainda que ninguém conheça a sua origem, a sua historia e o seu nome, ele esta ali, e é conhecido, visto, logo não é secreto. Ainda que ele guarde seus segredos, mais tarde ou mais cedo eles serão revelados. Assim diz o evangelista: aquilo que lhe for dito ao pé do ouvido será proclamado sobre os telhados, nenhum segredo ficará sem ser revelado. Ora assim também nenhuma sociedade secreta ficará no segredo. Se Deus é Luz, para que o segredo? Para que esconder suas origens? Para escapar à revelação? Para esconder que sua origem não é Deus? Para servir a criatura ao invés do Criador?
Então, no exemplo anterior do homem desconhecido, seu segredo é uma ilusão, pois será descoberto cedo ou tarde. Não há nada que se possa esconder aos olhos do criador da razão, da lógica e da consciência. Não há escuridão possível aos olhos do criador. Não há segredo que resista à luz de Deus.
O segredo é ilusão. Se chamamos ao Segredo de "algo" desconhecido de alguns ou de todos, entramos em novas condições, pois é dever do ser racional avançar e iluminar o desconhecido, revelando seus segredos, e ampliando assim a racionalidade do homem sobre os segredos que o cercam.
wallacereq@gmail.com
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Para desenvolver.
Artes marciais e teologia.
Deus em algumas passagens do velho testamento é chamado de Senhor dos Exércitos.
Eu gosto de assistir filmes sobre artes marciais. Não, não é o que você esta pensando. Não me agrada ver homens se esmurrando. Gosto de ver a mensagem, onde os autores dos enredos querem chegar com a filosofia das lutas. O vencedor tem história, o perdedor não. Sempre, por melhor que seja o vencedor aparecerá alguém mais forte ou um desafiante, ou seja, a luta não tem fim. O objetivo do treinamento é vencer e ser o melhor.
Se a lógica é essa, Deus o senhor dos exércitos é o lutador supremo, o guerreiro imbatível. Ora se a lógica é vencer, Deus já teria destruído esse mundinho e criado outro. Teria derrotado o homem e sua arrogância, e quiçá teria criado outro homem, com outros valores. Do mesmo modo o campeão dos campeões acabaria por ter que enfrentar o Senhor dos Exécitos e cairia na tentação de dizer: Eu sou tal qual ELE.
Então o senhor dos exércitos não obedece à lei dos lutadores pois não destroi a sua criatura. Não procura a eterna vitoria e a derrota de seus opositores. Surpreendentemente o Lutador imbatível suporta a imperfeição do homem e não o aniquila, e o faz por amor à obra ,De sertã maneira em vez de humilhar ate a morte seus contendores, Deus se humilha, e suporta a pequenez humana, num ato de paciência infinita.
O curioso aos meus olhos é que podendo destruir o que criou não da o golpe final. Faz de seu poder, inteligência e vontade um ato de serviço e complacência, e como os homens não o compreendem, se faz carne, como criança indefesa, necessitada dos carinhos e cuidados maternos. De vencedor imbatível se faz derrotado na Cruz para mostrar aos homens que se não cederem em serviço, não amarem uns aos outros a vida nos levara ao Mortal Combate, quando o vencedor ficara em PE sobre os destroços da humanidade. Aí num mistério inexplicável, Deus que não morre, ressuscita, para desmascarar a morte, a vencedora, a poderosa ilusão dos que derrotam o próximo, e ilusão humana perseguida pelos que cultuam a morte e o combate.
Interessante.
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Deus em algumas passagens do velho testamento é chamado de Senhor dos Exércitos.
Eu gosto de assistir filmes sobre artes marciais. Não, não é o que você esta pensando. Não me agrada ver homens se esmurrando. Gosto de ver a mensagem, onde os autores dos enredos querem chegar com a filosofia das lutas. O vencedor tem história, o perdedor não. Sempre, por melhor que seja o vencedor aparecerá alguém mais forte ou um desafiante, ou seja, a luta não tem fim. O objetivo do treinamento é vencer e ser o melhor.
Se a lógica é essa, Deus o senhor dos exércitos é o lutador supremo, o guerreiro imbatível. Ora se a lógica é vencer, Deus já teria destruído esse mundinho e criado outro. Teria derrotado o homem e sua arrogância, e quiçá teria criado outro homem, com outros valores. Do mesmo modo o campeão dos campeões acabaria por ter que enfrentar o Senhor dos Exécitos e cairia na tentação de dizer: Eu sou tal qual ELE.
Então o senhor dos exércitos não obedece à lei dos lutadores pois não destroi a sua criatura. Não procura a eterna vitoria e a derrota de seus opositores. Surpreendentemente o Lutador imbatível suporta a imperfeição do homem e não o aniquila, e o faz por amor à obra ,De sertã maneira em vez de humilhar ate a morte seus contendores, Deus se humilha, e suporta a pequenez humana, num ato de paciência infinita.
O curioso aos meus olhos é que podendo destruir o que criou não da o golpe final. Faz de seu poder, inteligência e vontade um ato de serviço e complacência, e como os homens não o compreendem, se faz carne, como criança indefesa, necessitada dos carinhos e cuidados maternos. De vencedor imbatível se faz derrotado na Cruz para mostrar aos homens que se não cederem em serviço, não amarem uns aos outros a vida nos levara ao Mortal Combate, quando o vencedor ficara em PE sobre os destroços da humanidade. Aí num mistério inexplicável, Deus que não morre, ressuscita, para desmascarar a morte, a vencedora, a poderosa ilusão dos que derrotam o próximo, e ilusão humana perseguida pelos que cultuam a morte e o combate.
Interessante.
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Eu ficarei sozinho? Sim eu ficarei sozinho.
Mortal Kombat....digo, no fim da luta pela vida vem a morte. Nessa hora decisiva estamos sozinhos. Os que mais nos amam estemdem suas mãos inutilmente enquanto entramos na passagem da eternidade. Somente Cristo nos espera do outro lado do "Portal * como se diz hoje na linguagem da informática; SIM FICAREI SOZINHO. Voce não crê em nada disso? Pois bem se não ha ninguem me esperando, então a verdade é a mesma. EU FICAREI SOZINHO!
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Eu sou um PEQUE"NINO".
Falando mal da Maçonaria... Eu?
"Se não fordes como um desses pequeninos, não entrareis no reino dos cèus"
Não eu jamais faria isso. Eu sou o G 23. Na última reunião do Clube dos 21 que acidentalmente participei fui ovacionado, unanimemente ovacionado aos gritos de campeão. Se os senhores puderem pesquisar no Dicionário Histórico e etnográfico de Armindo Guaraná, edição de 1926 (Há um exemplar na Biblioteca do Congresso Nacional) você lerá que meu bisavô foi orador da Grande Oriente em Porto Alegre. Homem prudente e sábio costumava dizer aos seus filhos e netos: A Maçonaria é uma bobagem, forma diplomática, sutil, habilidosa de dizer aos seus: afastem-se da Maçonaria.
Eu jamais faria oposição à tão nobre instituto, que dizem, já fazia oposição a Cristo, desde antes de seu nascimento. Estudiosos costumam dizer que o texto Bíblico: “A pedra rejeitada pelos Construtores (pedreiros) tornou-se a PEDRA ANGULAR” faz uma pálida alusão à tão nobre irmandade secreta e faz referência a segredos apenas revelados em passagens sutis das Sagradas Escrituras, como por exemplo: Os filhos das trevas (das irmandades secretas, invisíveis) são mais espertos que os filhos da Luz (os filhos do dia, das coisas claras, sem segredos, construtores da Paz). Eu não me oporia nem perderia o respeito a uma poderosa instituição que perseguiu a Igreja desde sua fundação. Expulsou os Jesuítas das Américas, para impedir a "maléfica" contra-reforma e a instituição de um novo e lúcido reino cristão na América, e como se acreditava, reino Católico, Universal, Jesuítico; não eu não sou tolo... Muito menos irresponsável de fazer frente a tal Instituição que é o Braço visível do Sionismo. Eu sou apenas uma andorinha, um PEQUENINO, um coitado sem compaço, um homem cansado de ver o que vejo nesse mundo de LUZ. Sim muitos me convidam para que eu descanse nas sombras, nas trevas dos segredos indevassáveis, mas eu já não tenho idade para essa aventura. Sou o que Sou. O frágil guia G 23, não AQUELE QUE É. Sou o Filho legítimo da Luz, como tantos crentes batizados, sou quente como Marte, perseguidor... Do ideal Cristão.
Sou uma ferramenta..., nada mais.
Um escravo de MARIA (a TERRA virginal e fértil de onde nasceu a Cepa, o Ramo e a Flor, e da Flor nasceu Maria e de Maria o Salvador). Na escuridão tenho luz própria e não preciso da tênue luz dos mestres pedreiros, digo isso com todo o respeito, pois a ferramenta revela o mestre.
E o meu Mestre foi rejeitado pelos doutores da Lei pelos “Pedreiros” do Templo. Eu não sou maçon! Sou mais do que isso, sou mais do que um arquiteto ( Ark Tecnon)... sou um tolo na verdade.E quanto mais imperfeita a ferramenta maior a obrae, a virtude do artista.
OBS: Esse texto é apenas uma alegoria, uma chave.
wallacereq@gmail.com
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"Se não fordes como um desses pequeninos, não entrareis no reino dos cèus"
Não eu jamais faria isso. Eu sou o G 23. Na última reunião do Clube dos 21 que acidentalmente participei fui ovacionado, unanimemente ovacionado aos gritos de campeão. Se os senhores puderem pesquisar no Dicionário Histórico e etnográfico de Armindo Guaraná, edição de 1926 (Há um exemplar na Biblioteca do Congresso Nacional) você lerá que meu bisavô foi orador da Grande Oriente em Porto Alegre. Homem prudente e sábio costumava dizer aos seus filhos e netos: A Maçonaria é uma bobagem, forma diplomática, sutil, habilidosa de dizer aos seus: afastem-se da Maçonaria.
Eu jamais faria oposição à tão nobre instituto, que dizem, já fazia oposição a Cristo, desde antes de seu nascimento. Estudiosos costumam dizer que o texto Bíblico: “A pedra rejeitada pelos Construtores (pedreiros) tornou-se a PEDRA ANGULAR” faz uma pálida alusão à tão nobre irmandade secreta e faz referência a segredos apenas revelados em passagens sutis das Sagradas Escrituras, como por exemplo: Os filhos das trevas (das irmandades secretas, invisíveis) são mais espertos que os filhos da Luz (os filhos do dia, das coisas claras, sem segredos, construtores da Paz). Eu não me oporia nem perderia o respeito a uma poderosa instituição que perseguiu a Igreja desde sua fundação. Expulsou os Jesuítas das Américas, para impedir a "maléfica" contra-reforma e a instituição de um novo e lúcido reino cristão na América, e como se acreditava, reino Católico, Universal, Jesuítico; não eu não sou tolo... Muito menos irresponsável de fazer frente a tal Instituição que é o Braço visível do Sionismo. Eu sou apenas uma andorinha, um PEQUENINO, um coitado sem compaço, um homem cansado de ver o que vejo nesse mundo de LUZ. Sim muitos me convidam para que eu descanse nas sombras, nas trevas dos segredos indevassáveis, mas eu já não tenho idade para essa aventura. Sou o que Sou. O frágil guia G 23, não AQUELE QUE É. Sou o Filho legítimo da Luz, como tantos crentes batizados, sou quente como Marte, perseguidor... Do ideal Cristão.
Sou uma ferramenta..., nada mais.
Um escravo de MARIA (a TERRA virginal e fértil de onde nasceu a Cepa, o Ramo e a Flor, e da Flor nasceu Maria e de Maria o Salvador). Na escuridão tenho luz própria e não preciso da tênue luz dos mestres pedreiros, digo isso com todo o respeito, pois a ferramenta revela o mestre.
E o meu Mestre foi rejeitado pelos doutores da Lei pelos “Pedreiros” do Templo. Eu não sou maçon! Sou mais do que isso, sou mais do que um arquiteto ( Ark Tecnon)... sou um tolo na verdade.E quanto mais imperfeita a ferramenta maior a obrae, a virtude do artista.
OBS: Esse texto é apenas uma alegoria, uma chave.
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quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
Ação e Silêncio.
Ação e Silêncio.
Há coisas que não se deve fazer ou escrever.
Dizem que os chineses têm algo em comum com os brasileiros, falam demasiadamente.
Foram preciso décadas de regime fechado para os chineses compreenderem que a resistência se faz com silêncio e ação calculada. Vocês já imaginaram se os holandeses anunciassem nos “jornais” que iriam invadir o Brasil em 1624? Ou os ingleses a Índia, ou a China? Não eles agiram no silêncio. Pense se um boxer (boxeador) anunciasse: vou te dar um soco no queixo, ora, seu oponente levantaria imediata defesa. Assim muitas estratégias no campo econômico tomadas pelo Brasil ( quando não ditadas por forças externas) e anunciadas, como também denúncias irresponsáveis, podem ser encaradas como verdadeiras traições aos interesses do país, ainda que seus autores não tivessem a intenção de traição.
Vou postar um texto de minha autoria ( não muito sério) que exemplifica como as forças econômicas vigentes no país reagiriam em defesa de seus interesses.
Se eu fosse um político imediatamente essas forças se levantariam silenciosas contra mim, e em pouco tempo as portas me seriam fechadas, e muitos obstáculos criados. Mas eu não sou político, e muito menos o que escrevo aqui é viável politicamente, ou exeqüível economicamente, é apenas um exemplo, parta você curtir onde quero chegar. Você é mais inteligente do que eu.
Redistribuição das massas populacionais em solo pátrio.
Parece que ninguém gostou do texto publicado abaixo. Neste momento que os países Centrais estão a ponto de tomar conta do Brasil definitivamente, soa fora do ritmo e contexto, alguma chama nacionalista. Porém se é verdade que devemos a nossa colonização a estrangeiros, portugueses , espanhóis e africanos , franceses, ingleses, holandeses, alemães, poloneses e italianos, e por ultimo japoneses, esses homens e mulheres humildes na sua imensa maioria aqui ficaram se miscigenaram, se naturalizaram, vestiram a camisa do Brasil, enquanto aqueles "empreendedores", capitalistas, exploraram imensas riquezas e se foram. Nós nos tornamos um povo com necessidades essenciais, como idéias e território próprio, com direitos adquiridos diante do contexto das nações. Embora nunca cessassem as históricas apropriações de riquezas.
Em busca de riquezas Companhias Colonizadoras vieram abrir caminhos e projetar cidades, abrir ferrovias e plantar docas e armazéns nos portos, mas revezes internacionais, com guerras mundiais, afastaram temporariamente essas cobiças e muito do que ficou abandonado foi sendo incorporado ao patrimônio original do povo Brasileiro. Nós não somos xenófobos, avessos a presença de estrangeiros, muito menos de turistas, mas somos uma Nação cheia de necessidades que está amadurecendo, e queremos, como todos os povos quiseram, a nossa liberdade e soberania plenas, não as falsas liberdades ditadas pelos monopólios, pelas mineradoras, pelos regentes de enormes capitais e dividas externas que nunca foram assumidas pelo povo brasileiro, mas pelos fantasmas da fantasmagórica e falsa democracia brasileira.
As circunstâncias internacionais são novamente favoráveis para a solidificação e construção da nação soberana brasileira. Urge que os brasileiros compreendam a lição e empreendam estratégias desenvolvimentistas através da redistribuição das massas populacionais no território brasileiro. Nós contemplamos o que fizeram as companhias colonizadoras estrangeiras, e vemos ou constatamos historicamente a rapinagem, a devastação das florestas, a revolução do subsolo e parecemos temer qualquer ação semelhante. Mas nós não queremos levar riquezas embora. Nós, diferentemente, não queremos lesar a pátria, nos queremos aproveitar as nossas riquezas para beneficio do povo, nós temos hoje forte noção da economia e do ambiente sustentável, nós precisamos criar frentes de migração sustentável, populacionando * ou, redistribuindo a população pelos rincões dos país, e se possível, esvaziando as metrópoles brasileiras que se tornaram um cancro corrompendo a juventude e os sonhos do futuro de uma país mais equilibrado e sustentável “nas próprias pernas”.
Hoje somos tratados com a fazenda de produção de bens primários para nações estrangeiras. Basta ver quantos brasileiros trabalham formalmente no país, comparar esse numero com nossa magnífica produção e exportação, e contrapor à distribuição de rendas no país, para ver claramente que não somos os donos do que produzimos, nem que algum mega financista estrangeiro estará preocupado com a condição de vida dos brasileiros.
Somos vistos como peões de fazenda, e cada vez que entra nova tecnologia e nova mecanização imediatamente surgem programas de diminuição de nossas gentes, seja pela anticoncepção, esterilização, ou marginalização ( vitimas do crime). O Brasil não partilha o que produz com os seus, e o resto é teoria, retórica imposta pelos meios de comunicação a serviço do grande capital.
Países como a China, que esteve dividido pelos ingleses, japoneses, russos e indianos souberam reagir, embora estejam caindo na armadilha de capitalistas estrangeiros. Nós temos esses exemplos para contemplar e corrigir metas. A “Grande Fazenda” é nossa, os peões são os verdadeiros proprietários das terras, pois são trabalhadores cidadãos, necessitados não das esmolas, mas da participação da riqueza do país. Não foram os peões a adquirir dívidas impagáveis, nem pela via da democracia que é falsa poderemos culpá-los, pois foram sempre enganados. Não nos diga que o boicote das nações ricas, faria o Brasil passar fome. Não é verdade, pelo contrário, o Boicote do Brasil no fornecimento de certas riquezas desequilibraria a economia de algumas nações que se dizem estáveis e ricas e eles é que passariam fome. Sentiriam, essa a verdade, a mesma fome que milhões de brasileiros passam nesse país riquíssimo, vendo o pão e o lucro, fruto de seu trabalho ser transferido para terras distantes.
Eu tenho um amigo português que foi expulso pela revolução de Moçambique. Ele lá voltou e viu a grande miséria que vivem aqueles africanos depois da revolução. Ele, por esse motivo, não concorda comigo. Porém as revoluções africanas foram produzidas e financiadas por dinheiro estrangeiro,( para se livrarem do problema social resultado de anos de exploração) ao mesmo tempo em que a exploração não cessou . Não é o nosso caso, não faremos uma revolução armada, faremos revolução comercial. Não somos Moçambique. Hoje podemos sim, apenas com um grupo de governantes comprometidos com os destinos da nação, ao invés de comprometidos com os destinos dos negócios estrangeiros nos país ( e com seu sucesso pessoal), aí daremos um norte ao povo brasileiros, criando estratégias e infra-estrutura de maturidade comercial do Brasil. Estratégias silenciosas. Em toda a historia comercial do país nós apenas
prduzimos o que nos mandam, vendemos e vendemos mal o que produzimos, nunca avaliamos o que o Brasil precisa, mas apenas o que os negócios estrangeiros necessitam no Brasil para manterem-se. E os políticos e militares Brasileiros, formados quase todos pela maçonaria
cncordam, mansos e subservientes aos donos do capital internacional, que nada mais são do que senhores da apropriação da mais valia do trabalho em todo o mundo.
Você ri da minha ingenuidade, e eu rio de você.
Engtaçado não é? É como seu eu dissesse: vou te dar um soco no quixo. He he he. Compreende?
wallacereq@gmail.com
Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.
Há coisas que não se deve fazer ou escrever.
Dizem que os chineses têm algo em comum com os brasileiros, falam demasiadamente.
Foram preciso décadas de regime fechado para os chineses compreenderem que a resistência se faz com silêncio e ação calculada. Vocês já imaginaram se os holandeses anunciassem nos “jornais” que iriam invadir o Brasil em 1624? Ou os ingleses a Índia, ou a China? Não eles agiram no silêncio. Pense se um boxer (boxeador) anunciasse: vou te dar um soco no queixo, ora, seu oponente levantaria imediata defesa. Assim muitas estratégias no campo econômico tomadas pelo Brasil ( quando não ditadas por forças externas) e anunciadas, como também denúncias irresponsáveis, podem ser encaradas como verdadeiras traições aos interesses do país, ainda que seus autores não tivessem a intenção de traição.
Vou postar um texto de minha autoria ( não muito sério) que exemplifica como as forças econômicas vigentes no país reagiriam em defesa de seus interesses.
Se eu fosse um político imediatamente essas forças se levantariam silenciosas contra mim, e em pouco tempo as portas me seriam fechadas, e muitos obstáculos criados. Mas eu não sou político, e muito menos o que escrevo aqui é viável politicamente, ou exeqüível economicamente, é apenas um exemplo, parta você curtir onde quero chegar. Você é mais inteligente do que eu.
Redistribuição das massas populacionais em solo pátrio.
Parece que ninguém gostou do texto publicado abaixo. Neste momento que os países Centrais estão a ponto de tomar conta do Brasil definitivamente, soa fora do ritmo e contexto, alguma chama nacionalista. Porém se é verdade que devemos a nossa colonização a estrangeiros, portugueses , espanhóis e africanos , franceses, ingleses, holandeses, alemães, poloneses e italianos, e por ultimo japoneses, esses homens e mulheres humildes na sua imensa maioria aqui ficaram se miscigenaram, se naturalizaram, vestiram a camisa do Brasil, enquanto aqueles "empreendedores", capitalistas, exploraram imensas riquezas e se foram. Nós nos tornamos um povo com necessidades essenciais, como idéias e território próprio, com direitos adquiridos diante do contexto das nações. Embora nunca cessassem as históricas apropriações de riquezas.
Em busca de riquezas Companhias Colonizadoras vieram abrir caminhos e projetar cidades, abrir ferrovias e plantar docas e armazéns nos portos, mas revezes internacionais, com guerras mundiais, afastaram temporariamente essas cobiças e muito do que ficou abandonado foi sendo incorporado ao patrimônio original do povo Brasileiro. Nós não somos xenófobos, avessos a presença de estrangeiros, muito menos de turistas, mas somos uma Nação cheia de necessidades que está amadurecendo, e queremos, como todos os povos quiseram, a nossa liberdade e soberania plenas, não as falsas liberdades ditadas pelos monopólios, pelas mineradoras, pelos regentes de enormes capitais e dividas externas que nunca foram assumidas pelo povo brasileiro, mas pelos fantasmas da fantasmagórica e falsa democracia brasileira.
As circunstâncias internacionais são novamente favoráveis para a solidificação e construção da nação soberana brasileira. Urge que os brasileiros compreendam a lição e empreendam estratégias desenvolvimentistas através da redistribuição das massas populacionais no território brasileiro. Nós contemplamos o que fizeram as companhias colonizadoras estrangeiras, e vemos ou constatamos historicamente a rapinagem, a devastação das florestas, a revolução do subsolo e parecemos temer qualquer ação semelhante. Mas nós não queremos levar riquezas embora. Nós, diferentemente, não queremos lesar a pátria, nos queremos aproveitar as nossas riquezas para beneficio do povo, nós temos hoje forte noção da economia e do ambiente sustentável, nós precisamos criar frentes de migração sustentável, populacionando * ou, redistribuindo a população pelos rincões dos país, e se possível, esvaziando as metrópoles brasileiras que se tornaram um cancro corrompendo a juventude e os sonhos do futuro de uma país mais equilibrado e sustentável “nas próprias pernas”.
Hoje somos tratados com a fazenda de produção de bens primários para nações estrangeiras. Basta ver quantos brasileiros trabalham formalmente no país, comparar esse numero com nossa magnífica produção e exportação, e contrapor à distribuição de rendas no país, para ver claramente que não somos os donos do que produzimos, nem que algum mega financista estrangeiro estará preocupado com a condição de vida dos brasileiros.
Somos vistos como peões de fazenda, e cada vez que entra nova tecnologia e nova mecanização imediatamente surgem programas de diminuição de nossas gentes, seja pela anticoncepção, esterilização, ou marginalização ( vitimas do crime). O Brasil não partilha o que produz com os seus, e o resto é teoria, retórica imposta pelos meios de comunicação a serviço do grande capital.
Países como a China, que esteve dividido pelos ingleses, japoneses, russos e indianos souberam reagir, embora estejam caindo na armadilha de capitalistas estrangeiros. Nós temos esses exemplos para contemplar e corrigir metas. A “Grande Fazenda” é nossa, os peões são os verdadeiros proprietários das terras, pois são trabalhadores cidadãos, necessitados não das esmolas, mas da participação da riqueza do país. Não foram os peões a adquirir dívidas impagáveis, nem pela via da democracia que é falsa poderemos culpá-los, pois foram sempre enganados. Não nos diga que o boicote das nações ricas, faria o Brasil passar fome. Não é verdade, pelo contrário, o Boicote do Brasil no fornecimento de certas riquezas desequilibraria a economia de algumas nações que se dizem estáveis e ricas e eles é que passariam fome. Sentiriam, essa a verdade, a mesma fome que milhões de brasileiros passam nesse país riquíssimo, vendo o pão e o lucro, fruto de seu trabalho ser transferido para terras distantes.
Eu tenho um amigo português que foi expulso pela revolução de Moçambique. Ele lá voltou e viu a grande miséria que vivem aqueles africanos depois da revolução. Ele, por esse motivo, não concorda comigo. Porém as revoluções africanas foram produzidas e financiadas por dinheiro estrangeiro,( para se livrarem do problema social resultado de anos de exploração) ao mesmo tempo em que a exploração não cessou . Não é o nosso caso, não faremos uma revolução armada, faremos revolução comercial. Não somos Moçambique. Hoje podemos sim, apenas com um grupo de governantes comprometidos com os destinos da nação, ao invés de comprometidos com os destinos dos negócios estrangeiros nos país ( e com seu sucesso pessoal), aí daremos um norte ao povo brasileiros, criando estratégias e infra-estrutura de maturidade comercial do Brasil. Estratégias silenciosas. Em toda a historia comercial do país nós apenas
prduzimos o que nos mandam, vendemos e vendemos mal o que produzimos, nunca avaliamos o que o Brasil precisa, mas apenas o que os negócios estrangeiros necessitam no Brasil para manterem-se. E os políticos e militares Brasileiros, formados quase todos pela maçonaria
cncordam, mansos e subservientes aos donos do capital internacional, que nada mais são do que senhores da apropriação da mais valia do trabalho em todo o mundo.
Você ri da minha ingenuidade, e eu rio de você.
Engtaçado não é? É como seu eu dissesse: vou te dar um soco no quixo. He he he. Compreende?
wallacereq@gmail.com
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Trombetas orquestradas desde muito longe.
Fechamento dosa portos no Brasil. ( Um exemplo histórico)
1605: Fechamento dos portos
O rei espanhol Felipe II, ocupando o trono de Portugal, estava empenhado em luta na Europa com rebeldes holandeses e decidiu acabar com o comércio que estes mantinham com o Nordeste Brasileiro, onde compravam açúcar e vendiam suas mercadorias manufaturadas. Assim, em 1605, uma lei determinou que nenhum navio estrangeiro pudesse comerciar nos portos brasileiros. Fechavam-se, pois, os portos do Brasil ao comércio internacional e assim ficaram duzentos anos.
Fonte: Dicionário Jurídico de Pereira e Sousa (livro), Inventário dos Documentos Relativos ao Brasil Existentes no Archivo de Marinha e Ultramar de Lisboa de Castro e Almeida (livro). Texto adaptado de autoria de José Eduardo Pimentel de Godoy, responsável pelo projeto Memória da Receita Federal.
Este curto texto retirado do portal do Ministério da Fazenda, não conta toda a verdade. Esquece de dizer que os franceses já haviam invadido o Brasil; que os holandeses se preparavam para invadir a Bahia, que o Brasil, que estava sob governo do Rei de Espanha já fundia ouro, e via o contrabando de ouro crescer assutadoramente, tanto em barcos Ingleses, como holandesaes e franceses ( ver a Idade do Ouro). Os holandeses dominavam o comércio do açucar e finaciavam o tráfico de escravos. Os ingleses, sempre na cola dos holandeses ( um mistério histórico pouco estudado) tinham seus " escritorios comerciais" na América. O Canadá que até hoje pertence a Inglaterra, Belize na América Central, a Guiana Inglesa na America do Sul, e veladamente a Argentina e o Brasil.( através da Maçonaria) O comércio do Brasil foi tão importante ( e é importante) com a Europa que ao tempo de D,Pedro, tivemos um cabo telegrafico submarino ligando o Brasil ao Velho Continente décadas antes dos norte americanos.
Já o texto abaixo, mais critico e retirado do Blog do Carlos Pimentel Menezes, faz uma analise mais completa, porém esquece de tocar em um assunto bem sério, D.João VI ao transferir a corte para o Brasil fugindo aos franceses, vinha como credor de uma imensa e esperta ( por parte de finacistas Ingleses) divida com a Inglaterra, ele abriu os portos por pressão, e não por desejo. Também não podemos esquecer o que vinha acontecendo na America do Norte, quando os Ingleses, perdiam, propositadamente ( ditados pela maçonaria Iluminati) terreno. Ou seja, esta analise das diversas ingerências estrangeiras ao Brasil, precisa ser sempre vista nun contexto amplo e amadurecido.
Carlos Pimentel ( Abertura dos Portos para as Nações amigas).
200 anos depois do ato do rei português d. João VI, que em janeiro de 1808 abriu os portos brasileiros às nações amigas - que, na prática, significava entregar o comércio marítimo brasileiro aos ingleses, mas aí já é (outra) História -, vemos preocupados uma tendência inversa, isto é, o fechamento dos portos brasileiros, não só aos amigos, como também aos inimigos e aos próprios naturais da terra... E nem será necessário um documento assinado pela autoridade máxima para isso, é só deixar que a situação atual dos portos evolua naturalmente...
Delírio? Não. De fato, o comércio marítimo brasileiro está crescendo, e com ele a movimentação de cargas nos portos. O problema é parecido com o de um balão de gás: incha, incha... até que explode, pois a frágil estrutura do balão não resiste a tanto crescimento.
E são vários, demasiados, os fatores que poderão levar a essa explosão. Todos conhecidos por quem acompanha minimamente o noticiário sobre a movimentação de cargas no Brasil. Fartamente comentados, debatidos. As promessas de solução também são muitas, tantas que o leitor mais desavisado teria motivos para acreditar que estamos no melhor dos mundos. Afinal, cada autoridade do setor tem seus planos para tudo, qual é a que vai declarar o contrário, que desconhece o que vem acontecendo bem debaixo de seu nariz? Só mesmo um certo presidente pode afirmar impunemente que não sabe o que se passa à sua volta, mas não vamos aqui falar de alta (?) política nacional, e sim de sistema (?) portuário.
Acesso terrestre é um dos fatores preocupantes. De mãos dadas com as montadoras de veículos, há 50 anos o governo cria estradas de rodagem ("governar é abrir estradas", disse em 1957 o presidente Juscelino Kubitscheck), abandonando ferrovias, navegação costeira e fluvial. Projetos existentes desde o século XIX, todos viáveis e necessários, em pleno século XXI continuam apenas como hipótese remotamente lembrada. Exemplos? Interligação das bacias hídricas brasileiras, criando uma hidrovia do Amazonas ao Rio Grande do Sul, ligada ainda com outra entre o Sul e o Nordeste do Brasil. Interligação ferroviária nacional. Um sistema efetivo de transporte costeiro de cargas e passageiros desde o Rio Grande do Sul até os confins da Amazônia.
( bem interessante a proposição acima)
Em anos recentes, nem a manutenção das rodovias existentes é feita, quanto mais a construção de novas. Os buracos já começam a se juntar, de tantos que são, e cada um deles tem a história de uma carga destruída, de um grave acidente, de inúmeras vidas perdidas. Faltam acostamentos para veículos e motoristas que precisem parar em situação de emergência. Falta sinalização diurna e noturna, e toda a infra-estrutura que se imagina que uma rodovia possa e deva ter. Nem falemos da estrutura que se esperaria de uma estrada do século XXI. A que existia por volta de 1950 já estaria de bom tamanho...
Texto publicado em 15/04/2008 - 00:25
Fechamento dos portos às nações amigas (2)
por Carlos Pimentel Mendes *
A cada cinco anos dobra o comércio internacional brasileiro, mesmo com o governo rezando para que não cresça muito a nossa economia, senão ficará ainda mais evidente a precariedade, por exemplo, da infra-estrutura nacional de geração de energia. "Infra"-estrutura? Palavra bem apropriada, é "infra" mesmo, muito pequena para as necessidades de um país que deveria crescer a passos ainda mais largos, para gerar condições dignas de vida para seus habitantes. E que poderia crescer bem mais, se fossem criadas as condições para isso, como fizeram China e outros países, que em período semelhante da história recente saíram da quase nulidade em termos de comércio internacional e hoje são apontados como as grandes potências do século XXI.
Há 200 anos, um rei português, d. João VI, ao transferir sua Corte para o Brasil, elevou a então colônia à condição de Reino Unido ao de Portugal e, como primeira medida, decretou a abertura dos portos às nações amigas, ato que, por si só, representava um reconhecimento, dois séculos atrás, da importância dos portos para uma nação.
O que se sabia no século XIX parece ter sido esquecido no embate dos interesses imediatistas que no final do século seguinte fizeram a economia brasileira naufragar ou no máximo boiar em meio às tormentas. O Brasil, que em 1960 transportava ao longo de sua costa e nos principais rios, ainda em navios de madeira, a maioria de seus bens industriais e mesmo grande parte dos viajantes internos, abandonou primeiro a navegação de cabotagem, em favor das estradas de rodagem; o País que poucos anos depois de sua independência surpreendia o mundo com a audácia das construções ferroviárias, via a partir de 1970 as poucas ferrovias restantes entrarem em rápida decadência.
* Cabe fazer notar que a Independência do Brasil, atribuida ao maçon José Bonifacio, vinha ditada pelos ingleses que queriam madeira, carvão e minérios, assim como construir as gamosas ferrovias com esses objetivos. Essa verdade historica so é encontrada em livros anteriores a I920. A Inglaterra este por detras de todas as Independencias na America do Sul, pois isso visaba destruir os imperios católicos de Portugal e Espanha. Muitas vezes, e aqui há um segredo, a Inglaterra usou a Holanda para fazer o serviço sujo *, duro, violento.( o parágrafo é nosso.)
Mais uma década, e nos anos 1980 perdia a sua construção naval, que chegou a ser uma das dez maiores do mundo; e, para completar - com chave de latão enferrujado - o século XX, na década passada entregou a sua navegação de longo curso a grupos estrangeiros, permitindo que o percentual de cargas transportadas em navios nacionais caísse de um número próximo do ideal de 50%, para menos de 2%.
Atendendo aos insistentes pedidos estrangeiros, abriu não só os portos, mas toda a sua economia, ao mundo, que enviou imediatamente representantes para arrecadarem o filão de cada setor, deixando aos nacionais quase sempre apenas os custos. Contrapartidas? Nem pensar. Ainda que fossem oferecidas, o País não teria condições de aproveitar, pois com a inflação só recentemente contida, com o descontrole dos gastos públicos (compensado pelos maiores índices de impostos de sua história, também os maiores do mundo moderno), somente o sistema bancário poderia prosperar, como prosperou, atingindo igualmente os números mais expressivos de lucratividade do mundo (e, se não tivessem lucro, sempre haveria uma ajudazinha governamental...)
Foram décadas de imprevidência, de descontrole, de malversação de recursos, e o resultado aí está: um verdadeiro desastre logístico, que o governo tenta disfarçar e corrigir com um Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), também ele meio perdido em suas definições e nos meandros da excessiva burocracia.
O Brasil tinha uma sadia matriz de transportes no século XIX, quando a maior parte do transporte de cargas era feito por navegação costeira ou ferrovia. Inverteu esse padrão, gastando na construção de rodovias hoje quase inaproveitáveis e perigosas por falta de manutenção, e abandonando a cabotagem, o transporte ferroviário. Hoje, precisa deles para retomar seu crescimento, e tem de correr contra o tempo para recuperá-los, mas a tarefa já se revela inglória: as cidades cresceram, tomaram conta até das áreas que todos sabiam há décadas que precisariam ser usadas para a expansão dos transportes.
Há muito o que dizer sobre isso. E o pior é que aqueles que precisariam deliberar e decidir com a maior urgência sobre todos esses assuntos assumiram de vez que, mais importante que o futuro do País, está o futuro pessoal e de seus grupos políticos. Praticamente não se fala em soluções efetivas para o gargalo logístico que já começa a sufocar o setor de transportes e a economia. Mas muito se especula sobre as estratégias de mais um assalto ao poder, nas eleições que se avizinham. Não se calcula quantas toneladas de carga o Brasil movimentará em 2020, mas já se faz planejamento partidário pensando em como estar no poder nessa época.
As eleições passam, os políticos desaparecem, e de tudo isso o que sobra é um país que, mesmo avançando, consegue regredir. Veremos como isso vem ocorrendo, nas próximas colunas...
Caros leitores aprofundem a questão.
wallacereq@gmail.com
Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.
1605: Fechamento dos portos
O rei espanhol Felipe II, ocupando o trono de Portugal, estava empenhado em luta na Europa com rebeldes holandeses e decidiu acabar com o comércio que estes mantinham com o Nordeste Brasileiro, onde compravam açúcar e vendiam suas mercadorias manufaturadas. Assim, em 1605, uma lei determinou que nenhum navio estrangeiro pudesse comerciar nos portos brasileiros. Fechavam-se, pois, os portos do Brasil ao comércio internacional e assim ficaram duzentos anos.
Fonte: Dicionário Jurídico de Pereira e Sousa (livro), Inventário dos Documentos Relativos ao Brasil Existentes no Archivo de Marinha e Ultramar de Lisboa de Castro e Almeida (livro). Texto adaptado de autoria de José Eduardo Pimentel de Godoy, responsável pelo projeto Memória da Receita Federal.
Este curto texto retirado do portal do Ministério da Fazenda, não conta toda a verdade. Esquece de dizer que os franceses já haviam invadido o Brasil; que os holandeses se preparavam para invadir a Bahia, que o Brasil, que estava sob governo do Rei de Espanha já fundia ouro, e via o contrabando de ouro crescer assutadoramente, tanto em barcos Ingleses, como holandesaes e franceses ( ver a Idade do Ouro). Os holandeses dominavam o comércio do açucar e finaciavam o tráfico de escravos. Os ingleses, sempre na cola dos holandeses ( um mistério histórico pouco estudado) tinham seus " escritorios comerciais" na América. O Canadá que até hoje pertence a Inglaterra, Belize na América Central, a Guiana Inglesa na America do Sul, e veladamente a Argentina e o Brasil.( através da Maçonaria) O comércio do Brasil foi tão importante ( e é importante) com a Europa que ao tempo de D,Pedro, tivemos um cabo telegrafico submarino ligando o Brasil ao Velho Continente décadas antes dos norte americanos.
Já o texto abaixo, mais critico e retirado do Blog do Carlos Pimentel Menezes, faz uma analise mais completa, porém esquece de tocar em um assunto bem sério, D.João VI ao transferir a corte para o Brasil fugindo aos franceses, vinha como credor de uma imensa e esperta ( por parte de finacistas Ingleses) divida com a Inglaterra, ele abriu os portos por pressão, e não por desejo. Também não podemos esquecer o que vinha acontecendo na America do Norte, quando os Ingleses, perdiam, propositadamente ( ditados pela maçonaria Iluminati) terreno. Ou seja, esta analise das diversas ingerências estrangeiras ao Brasil, precisa ser sempre vista nun contexto amplo e amadurecido.
Carlos Pimentel ( Abertura dos Portos para as Nações amigas).
200 anos depois do ato do rei português d. João VI, que em janeiro de 1808 abriu os portos brasileiros às nações amigas - que, na prática, significava entregar o comércio marítimo brasileiro aos ingleses, mas aí já é (outra) História -, vemos preocupados uma tendência inversa, isto é, o fechamento dos portos brasileiros, não só aos amigos, como também aos inimigos e aos próprios naturais da terra... E nem será necessário um documento assinado pela autoridade máxima para isso, é só deixar que a situação atual dos portos evolua naturalmente...
Delírio? Não. De fato, o comércio marítimo brasileiro está crescendo, e com ele a movimentação de cargas nos portos. O problema é parecido com o de um balão de gás: incha, incha... até que explode, pois a frágil estrutura do balão não resiste a tanto crescimento.
E são vários, demasiados, os fatores que poderão levar a essa explosão. Todos conhecidos por quem acompanha minimamente o noticiário sobre a movimentação de cargas no Brasil. Fartamente comentados, debatidos. As promessas de solução também são muitas, tantas que o leitor mais desavisado teria motivos para acreditar que estamos no melhor dos mundos. Afinal, cada autoridade do setor tem seus planos para tudo, qual é a que vai declarar o contrário, que desconhece o que vem acontecendo bem debaixo de seu nariz? Só mesmo um certo presidente pode afirmar impunemente que não sabe o que se passa à sua volta, mas não vamos aqui falar de alta (?) política nacional, e sim de sistema (?) portuário.
Acesso terrestre é um dos fatores preocupantes. De mãos dadas com as montadoras de veículos, há 50 anos o governo cria estradas de rodagem ("governar é abrir estradas", disse em 1957 o presidente Juscelino Kubitscheck), abandonando ferrovias, navegação costeira e fluvial. Projetos existentes desde o século XIX, todos viáveis e necessários, em pleno século XXI continuam apenas como hipótese remotamente lembrada. Exemplos? Interligação das bacias hídricas brasileiras, criando uma hidrovia do Amazonas ao Rio Grande do Sul, ligada ainda com outra entre o Sul e o Nordeste do Brasil. Interligação ferroviária nacional. Um sistema efetivo de transporte costeiro de cargas e passageiros desde o Rio Grande do Sul até os confins da Amazônia.
( bem interessante a proposição acima)
Em anos recentes, nem a manutenção das rodovias existentes é feita, quanto mais a construção de novas. Os buracos já começam a se juntar, de tantos que são, e cada um deles tem a história de uma carga destruída, de um grave acidente, de inúmeras vidas perdidas. Faltam acostamentos para veículos e motoristas que precisem parar em situação de emergência. Falta sinalização diurna e noturna, e toda a infra-estrutura que se imagina que uma rodovia possa e deva ter. Nem falemos da estrutura que se esperaria de uma estrada do século XXI. A que existia por volta de 1950 já estaria de bom tamanho...
Texto publicado em 15/04/2008 - 00:25
Fechamento dos portos às nações amigas (2)
por Carlos Pimentel Mendes *
A cada cinco anos dobra o comércio internacional brasileiro, mesmo com o governo rezando para que não cresça muito a nossa economia, senão ficará ainda mais evidente a precariedade, por exemplo, da infra-estrutura nacional de geração de energia. "Infra"-estrutura? Palavra bem apropriada, é "infra" mesmo, muito pequena para as necessidades de um país que deveria crescer a passos ainda mais largos, para gerar condições dignas de vida para seus habitantes. E que poderia crescer bem mais, se fossem criadas as condições para isso, como fizeram China e outros países, que em período semelhante da história recente saíram da quase nulidade em termos de comércio internacional e hoje são apontados como as grandes potências do século XXI.
Há 200 anos, um rei português, d. João VI, ao transferir sua Corte para o Brasil, elevou a então colônia à condição de Reino Unido ao de Portugal e, como primeira medida, decretou a abertura dos portos às nações amigas, ato que, por si só, representava um reconhecimento, dois séculos atrás, da importância dos portos para uma nação.
O que se sabia no século XIX parece ter sido esquecido no embate dos interesses imediatistas que no final do século seguinte fizeram a economia brasileira naufragar ou no máximo boiar em meio às tormentas. O Brasil, que em 1960 transportava ao longo de sua costa e nos principais rios, ainda em navios de madeira, a maioria de seus bens industriais e mesmo grande parte dos viajantes internos, abandonou primeiro a navegação de cabotagem, em favor das estradas de rodagem; o País que poucos anos depois de sua independência surpreendia o mundo com a audácia das construções ferroviárias, via a partir de 1970 as poucas ferrovias restantes entrarem em rápida decadência.
* Cabe fazer notar que a Independência do Brasil, atribuida ao maçon José Bonifacio, vinha ditada pelos ingleses que queriam madeira, carvão e minérios, assim como construir as gamosas ferrovias com esses objetivos. Essa verdade historica so é encontrada em livros anteriores a I920. A Inglaterra este por detras de todas as Independencias na America do Sul, pois isso visaba destruir os imperios católicos de Portugal e Espanha. Muitas vezes, e aqui há um segredo, a Inglaterra usou a Holanda para fazer o serviço sujo *, duro, violento.( o parágrafo é nosso.)
Mais uma década, e nos anos 1980 perdia a sua construção naval, que chegou a ser uma das dez maiores do mundo; e, para completar - com chave de latão enferrujado - o século XX, na década passada entregou a sua navegação de longo curso a grupos estrangeiros, permitindo que o percentual de cargas transportadas em navios nacionais caísse de um número próximo do ideal de 50%, para menos de 2%.
Atendendo aos insistentes pedidos estrangeiros, abriu não só os portos, mas toda a sua economia, ao mundo, que enviou imediatamente representantes para arrecadarem o filão de cada setor, deixando aos nacionais quase sempre apenas os custos. Contrapartidas? Nem pensar. Ainda que fossem oferecidas, o País não teria condições de aproveitar, pois com a inflação só recentemente contida, com o descontrole dos gastos públicos (compensado pelos maiores índices de impostos de sua história, também os maiores do mundo moderno), somente o sistema bancário poderia prosperar, como prosperou, atingindo igualmente os números mais expressivos de lucratividade do mundo (e, se não tivessem lucro, sempre haveria uma ajudazinha governamental...)
Foram décadas de imprevidência, de descontrole, de malversação de recursos, e o resultado aí está: um verdadeiro desastre logístico, que o governo tenta disfarçar e corrigir com um Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), também ele meio perdido em suas definições e nos meandros da excessiva burocracia.
O Brasil tinha uma sadia matriz de transportes no século XIX, quando a maior parte do transporte de cargas era feito por navegação costeira ou ferrovia. Inverteu esse padrão, gastando na construção de rodovias hoje quase inaproveitáveis e perigosas por falta de manutenção, e abandonando a cabotagem, o transporte ferroviário. Hoje, precisa deles para retomar seu crescimento, e tem de correr contra o tempo para recuperá-los, mas a tarefa já se revela inglória: as cidades cresceram, tomaram conta até das áreas que todos sabiam há décadas que precisariam ser usadas para a expansão dos transportes.
Há muito o que dizer sobre isso. E o pior é que aqueles que precisariam deliberar e decidir com a maior urgência sobre todos esses assuntos assumiram de vez que, mais importante que o futuro do País, está o futuro pessoal e de seus grupos políticos. Praticamente não se fala em soluções efetivas para o gargalo logístico que já começa a sufocar o setor de transportes e a economia. Mas muito se especula sobre as estratégias de mais um assalto ao poder, nas eleições que se avizinham. Não se calcula quantas toneladas de carga o Brasil movimentará em 2020, mas já se faz planejamento partidário pensando em como estar no poder nessa época.
As eleições passam, os políticos desaparecem, e de tudo isso o que sobra é um país que, mesmo avançando, consegue regredir. Veremos como isso vem ocorrendo, nas próximas colunas...
Caros leitores aprofundem a questão.
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