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sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Pedofilia, republicado ( aceitamos contribuições teoricas)

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QUINTA-FEIRA, 13 DE MAIO DE 2010


O que é a pedofilia?

Pedofilia (um alerta aos pais permissivos e aos construtores de um erotismo “anti-vida”).
Delicado o tema, a pedofilia é homo erotismo.( o mais difícil tema em que me aventurei)


Farei, portanto, uma introdução ao tema pressupondo que você tenha lido em nosso Blog (grupog23. blogspot.com) outro texto, difícil, e com grandes possibilidades de aperfeiçoamento, titulado ”Ataques a pureza e a inocência”. Embora difícil, o texto cria, ali, toda uma linha de pensamento do autor.
Vou começar chamando a atenção para uma frase Bíblica que nos diz algo assim: Quando éramos crianças, pensávamos como crianças, e agíamos como crianças. E quando nos tornamos adultos, abandonamos o que era típico de crianças”. O que tiramos disso? Que lição há nessa frase? A lição é que há uma diferença fundamental entre os adultos e as crianças, (a qualidade do Julgamento, a percepção, e a sensibilidade) e isso é fundamental para pensar e entender o tema aqui proposto. ( pois estaremos falando em crianças enquanto vitimas de adultos)
Alguma leitura também é necessária. A Epistemologia Genética de Jean Piaget, por exemplo, nos mostrará que o pensar e perceber da criança obedece varias fases que as vão diferenciando. Ou seja, a criança não percebe como o adulto. Ler a grande Anne Anastasi em “Psicologia Diferencial” para se ter uma idéia das diferenciações experimentais da percepção e desenvolvimento do pensar e sentir infantil, o que reforça nossa tese, e a obra “Freud o Antipedagogo”, de Catherine Millot. Para se ter uma base critica do Pansexualismo  freudiano. Está então montado o embasamento conceitual deste texto. ( enquanto consequencia psicológicas da violência)
Resta-nos ainda, ler o grande endocrinologista cristão, médico e padre, João Mohanna, que nos demonstrará que sob o ponto de vista dos hormônios sexuais, uma criança, pela imaturidade de suas glândulas, difere em muito e radicalmente de um adulto. ( a criança não tem “ sensações sexuais instintivas”. Ler ainda a Psicologia da Criança de Paul Cesari (Tradução de Pérola de Carvalho).
A “cerebração” é neologismo (cérebro+ação) que quer dizer que há uma progressiva descoberta ou amadurecimento, ou que existe um despertar seqüencial das funções cerebrais, portanto, como já dissemos, o pensar da criança não é o pensar do adulto, menos ainda, é o seu sentir no que diga respeito à sensualidade, e não poderá ser comparável como aos do adulto.

Resumindo, o sentir e o perceber sexual da criança não é igual ao do adulto, portanto a violência sexual sofrida pela criança é sentida e “cerebrada”, fixada na mente, de maneira diversa da interpretação adulta. A violência sentida pela criança é sentida como desamor, ou seja, se lhe batem, se lhe forçam a comer ou beber, se lhe impedem os movimentos, ou se lhe violam a integridade física, nada disso é sentido como sexo ou correlato ao sexo, pois isso é experiência inexistente na criança. Portanto sua base é a dor, não o prazer, muito menos o prazer sexual. A criança não tem prazer sexual. Essa a enorme violência do violador.

A maturidade sexual da criança é tardia, e aproxima-se da puberdade, numa evolução dos hormônios que resultam no aparecimento dos pelos pubianos. Na menina se anuncia na menarca (primeira menstruação), embora isso não corresponda ao total amadurecimento anatômico, afetivo, e ou sexual. Assim a precocidade da menarca não se traduz em maturidade sexual, mas se traduz em fertilidade.

Em momento nenhum estou defendendo a precocidade sexual, e sob o ponto de vista cristão, a maternidade de Maria (aos 17 anos) nós dá um índice, uma idade, uma marca, uma proposta adequada à maternidade, pois Deus não é um pedófilo. ( embora a nossa legislação não veja assim).

O que vimos até aqui, é que a criança não tem os hormônios sexuais, portanto não sente a sexualidade como um adulto. Na verdade a excitação dos genitais de um menino pequeno ou menina produz via de regra a dor, ou coceira pois sem a necessária maturidade cérebro-hormonal, e sem a maturidade anatômica, faz, nessa idade, da criança, um ser inadequado para experimentar e sentir a vida sexual.

Outra curiosidade, digna de nota, é que a cicatrização, a restauração óssea, e a cura emocional na criança, assim como sua capacidade de aprender é muito superior ao adulto, o que nos faz pensar nas “conseqüências psicológicas” da violência sexual sofrida pela criança, (que como toda e qualquer violência é memorizada segundo os diversos estágios de desenvolvimento do julgamento infantil), todavia, é sempre absurda, covarde, inadequada, abusiva, e dolorosa, porém é auto-restaurável, ou seja, há esperança. (exceto quando atenta contra a vida).

Se você é prudente no entender, eu apenas estou afirmando que a violência sexual sofrida pela criança é superável, e até, dependendo do estagio de sua cerebração não deixou vestígios em sua memória. Nada disso diminui a gravidade moral do ato por parte do violador.

Uma criança que tem por habito manipular os genitais tem coceira, não prazeres sexuais. Coceira do ureter, coceira da glande ainda envolta no prepúcio, e na menina, selada pela virgindade, coceira da acidez da urina e da imaturidade do clitóris. Etc.

Assim a puberdade (de púbis, pelos) é a fronteira entre a imaturidade hormonal e o inicio da maturidade sexual. Na mulher, a prontidão, porém não a maturidade anatômica, aparece com a primeira menstruação. Ou seja, o sinal da menstruação anuncia a maturidade hormonal, não a maturação completa do corpo. Tanto é, que a precocidade sexual torna os homens e mulheres pequenos, pois modifica o andamento do equilíbrio hormonal que o levará a plenitude do crescimento. Os hormônios do companheiro sexual interrompem digamos o “ fluxo” de crescimento.

Assim, vamos agora percorrer a etimologia das palavras. Paidos, do grego quer dizer criança. Gogo, do grego, quer dizer: “o que ensina”. Então teremos a palavra Pedagogo. Filos, também do Grego quer dizer amigo, unido, companheiro. Então temos a palavra paidos+filo, pedófilo. O sentido original do termo não tinha conotação sexual. Ora, mas Herastes do Grego quer dizer amor sexual. Então paidos+ herastes, nos dá pederasta, esse sim, no seu sentido original, nos fala de amor sexual pelas crianças. Assim Paidos+gogo, quer dizer o que ensina as crianças. Pedófilo, o que é “amigo” das crianças, companheiro habitual, (babás, por exemplo, cujo termo vem de baba, avó) e paidos + herastes (pederasta em português) o que tem amor sexual pelas crianças. Atenção para o detalhe: Pederasta sempre foi na língua portuguesa sinônimo de viado, homossexual, pederasta. Portanto esta clara, em principio, a homossexualidade “etimológica” da palavra. A origem etimológica da palavra nos indica o homossensualismo.

A pederastia também chamada sodomia, é a sensualidade anti-vida, ou seja, é o desvio cabal da orientação funcional e instintiva do sexo, muito estudada por Leon Michaux em sua obra “Les Troubles Du Caractèr” no capitulo sobre as perversões instintivas que corrompem o instinto sexual.
Ele nos diz:
A) instinto de conservação,
B) o instinto de reprodução e
C) o instinto de associação.

O pederasta (e a lésbica) é autor passivo ou ativo de abuso sexual (ab+ uso = mau uso do sexo) explicito ou implícito e vitima da corrupção do instinto. Assim o pedófilo, o pederasta, e a lésbica são homos sensuais de tendência (homo eróticos), (embora às vezes com aparência de heteros sexualidade) com desvio nada sutis no campo sexual do objeto e do “Tempo”. O pedófilo é um individuo reverso, regressivo, covarde, um indivíduo que não quer crescer, que refuga, que retorna, que involui, que regride, ataca o impotente (o inocente), por não ser capaz de assumir a competitividade dos potentes, dos adultos, dos maduros e responsáveis no seu comportamento sexual. Ora a regressão é inversão. É um invertido, em diversos aspectos.

Dois grandes autores, considerados clássicos, pouco estudados ate agora, são: Haverlock Ellis (Estude de Psycologie Sexuaelle) e Hirchefeld em (Sexualpathology). Ora, esses dois autores fizeram clássicos e detalhados estudos dos desvios sexuais.

São eles: Anomalias de grau:
1) Anomalias de grau, ou seja, exaltação do instinto sexual (ninfomania e safismo) e a diminuição ou abolição da apetência genésica (como frieza feminina e impotência masculina). Na outra ponta, as anomalias de natureza, dividida em:
1) Perversões : As perversões: onanismo (masturbação compulsiva) Fetichismo; Exibicionismo; Sadismo; Masoquismo: Necrofilia; Bestialidade e Incesto.
2) Inversões:
As inversões do instinto: de tempo ( idade do objeto), com ou sem homossexualidade (pederastia ou pedofilia) e Geronto filia (amor sexual aos velhos com ou sem homossexualismo). A inversão de objeto: o homossensualismo masculino ou feminino, entendido como Safismo e Tribatismo, e ainda a bestialidade (sexo com animais).
Importante também, assinalar os chamados desvios de julgamento.

Vou tentar uma imagem, embora não plenamente cientifica, nem totalmente desenvolvida, mas eu a uso com apelo didático para facilitar a compreensão.
Imaginem uma régua de 15 centímetros. Cada centímetro corresponde a um ano de evolução de uma criança. De zero a um, a vida intra-uterina, de um a dois, o primeiro ano de vida extra-uterina, até o décimo quinto ano que se completaria no 16º centímetro. Qualquer observador deste gráfico que fizemos, reconhece a criança, o ser humano em desenvolvimento desde sua concepção.

Embora os comportamentos, as ações e as reações sejam muito distintas em cada fase. Se entregamos um punhado de porcas e parafusos para essas crianças, do primeiro ano de vida ate o décimo quinto ano, veremos as mais diferentes reações, características de cada fase, a incorporação, a classificação, a descoberta de funções e finalidades, a abstração. Ou seja, mal comparando, a criancinha espalhará ou levara a boca. Outra, pouco mais amadurecida, classificará em grupos por semelhança, outra mais desenvolvida descobrira relações entre porcas e parafusos, outra pouco mais desenvolvida descobrira sutilezas, com subclasses, como parafusos e porcas pequenas, ou rosca grossa e rosca fina, outro descobrira funções, outro ainda fará abstrações, imaginara usos, deduzirá conceitos, abstrairá materiais etc. Ora, as crianças em etapas, vão se diferenciando aos poucos, os meninos das meninas, as meninas e meninos pequenos, dos maiores, e os diferenciará com o tempo, as crianças dos adultos, descobrirá funções e relações adequadas, finalidades. O adulto é a criança desenvolvida, e a falha grave no desenvolvimento da criança resultara num adulto com seqüela.

Continuando, a criança abstrairá usos e relações, preverá conseqüências, assim será até a maturidade mental média do adulto. Se nós observarmos graves alterações dessas funções de julgamento, poderemos nos perguntar: Estamos diante de um retardo mental? De alguma grave seqüela no processo de cerebração? Diante de alteração grave do julgamento por embriagues de droga ou álcool, pelo envenenamento endógeno ( psicose tóxica hormonal), diante de lesões cerebrais, diante de morte de tecidos cerebrais por febre, falta de oxigenação, defeito congênito, alteração do julgamento por doença Iatrogênica ( uso irresponsável de hormônios artificiais ou naturais na gravidez ou fase de desenvolvimento). Ou estamos diante de alteração de julgamento pós-traumática; pós-infecciosa; demência episódicas; decências psicógenas. Ou ainda algo como um herpes cerebral, por exemplo, ou uma cisticercose cerebral, ou um tumor de hipófise. Ou seja, quando um indivíduo apresenta alterações de julgamento que o torna incapaz de diferenciar a inadequação dos sexos, das idades sexuais, das funcionalidades sexuais, da adequação anatômica, estamos diante de um quadro grave de psicogênese, ou de demência (desestruturação do julgamento). Assim, Leon Micheaux, completa seu trabalho com o estudo pormenorizado das perversões nos fatores hereditários e adquiridos nas perversões sexuais, subdividindo-as em:

Perversões instintivas e constitucionais;
e perversões instintivas e reflexos condicionados.
Enfim, um quadro de inversão sexual, é um quadro patogênico, quer queiramos quer não, pois a inversão sexual pode dirigir-se, para pessoas do mesmo sexo, para o vicio de promiscuidade, para crianças de sexo diferente ou do mesmo sexo, para velhos de sexo diferente ou mesmo sexo, para objetos, animais, cadáveres, etc. Todos esses desvios tem uma origem comum, o medo atávico da fertilidade.

Para terminar esse texto que nada mais é que uma introdução ao tema, eu quero falar algo sobre a violência.
Violência vem de violar, lesar radicalmente a integridade física, moral ou sexual (o que é origem no mesmo radical) de vitima impotente, incapaz de defesa equitativa ou à altura do ataque sofrido, cuja liberdade, e julgamento, esta prejudicada e que pode, também, atentar contra a vida. O aborto, nesse sentido, no estudo de Leon Micheaux, é uma violência de cunho sexual (contra a procriação, cuja via natural, é o sexo, caindo nas perversões do instinto de conservação, também na perversão do instinto de reprodução, e do instinto de associação) e é violência contra a vida e contra a criança. O aborto é violência sexual contratada (o aborto viola a mãe anestesiada, rompe a sua integridade física artificialmente, paralisa toda a sua produção hormonal em andamento e mata a criança em seu seio)

 O aborto mata a criança. Viola a mãe e a criança, e é um desvio de cunho sexual. Porque a criança é o fruto do sexo. Quando matamos a criança estamos dizendo que queremos sexo estéril, sem seus frutos, sem suas responsabilidades, ora estamos dizendo não para nós mesmos, pois nascemos do sexo, e fomo frutos dele.

O estupro igualmente é uma violência contra a integridade sexual, e na criança, é tão grave como a surra, a lesão corporal, o homicídio, Sado+herástes ( amor sexual sádico). Termino aqui essa introdução, pedindo ao interessado que leia os títulos acima, (ou abaixo mais raros) de modo a entender que a criança não tem opção, nem escolha, quando sofre a violência contra a sua integridade física, (no aborto e na pedofilia) ou agressão física sexual, seja ela pelos maus tratos físicos e morais. Seja ela pelo abuso sexual explicito. Seja pelo atentado contra a sua vida.

O homo erotismo é pederastia, e a pederastia ( amor sexual às crianças) é homo erotismo com desvio de objeto e tempo ( idade do objeto). Não há nada de romântico nisso. Há sim grande preocupação. Assim como o vicio tem história familiar, assim também o homo erotismo, tem história familiar de regressão e inversão de valores fundamentais, necessitando estudos nas famílias regressivas ( hábitos inconfesso) e inversoras do sexo, assim como, o por quê de nossa sociedade estar se tomando regressiva e inversora do sexo. A nossa Sociedade esta se tornado sensual e anti-Vida. Nós estamos violando as crianças ao não querê-las como filhos, estamos rejeitando e maculando logo elas, que são os frutos da vida. Nós queremos a sensualidade sem limites, e violamos o fruto do amor.

Também são considerados clássicos do estudo do homo e hetero erotismo com desvio de objeto e idade do objeto (crianças), os seguintes autores: Westefhal; Krafft-Ebing; Moll; Tarnowasky; Chevalier; Raffalovich e Maranhon.

Wallace Requião de Mello e Silva. (Psicólogo).
O autor é Psicólogo.
Para o G 23 de Outubro.




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terça-feira, 22 de setembro de 2015

Cidade Industrial de Curitiba (CIC).

Cidade Industrial de Curitiba (CIC).

Com a morte de meu amigo Valter Luis Campos eu precisei acompanhar seus pais ao bairro X que é marginal a Cidade Industrial de Curitiba. A pessoa que dirigia o carro muito jovem, e a dona do veiculo, pareciam acreditar que a Cidade Industrial era obra de um prefeito muito incensado pela mídia local. Não citarei seu nome, nem lhe desmerecerei os méritos, porém nesse caso encontramos mais um exemplo de como a mídia desvia a verdade, e como um individuo se deixa “inocentemente” apropriar-se de obras alheias.
Meu pai foi prefeito em 1951 e já falava da necessidade de se desenvolver o setor industrial da cidade. Isso porque, em 1943, quando era prefeito Alexandre Beltrão, foi encomendado o famoso plano do urbanista francês Alfredo Agache, que  já previa e localizava o SETOR INDUSTRIAL DE CURITIBA, como qualquer pessoa poderá confirmar nos desenhos do referido plano diretor. O “famoso” prefeito tinha então apenas três anos. Na década de 50, com o problema do fornecimento de energia elétrica e água, a falta de telecomunicação, e ausência de estradas, projetou-se então, algo absolutamente racional, criar a infra-estrutura do setor industrial as margens da ferrovia, em localização em que a predominância dos ventos, levasse a fumaça industrial para longe da cidade. ( ver História da Curitiba Urbana, edição IPPUC). Curitiba  não tinha uma mentalidade industrial, portanto esperava-se de estrangeiros a tal iniciativa.
Industrias estrangeiras ou não, precisam de mão de obra, assim era preciso antes de mais nada concentrar o foco do  projeto em  áreas de moradia próximas ao setor, pois como dissemos, a infra-estrutura ferroviária não se adequava ao transporte de pessoas.  Quando veio o regime militar, após 1964, o Brasil se viu objeto de grandes investimentos na infra-estrutura de transportes e mobilidade urbana. Em todo o Brasil se traçava grandes obras. Em Curitiba haviam projetado as rodovias de contorno à cidade, tudo, positiva ou negativamente colocando o Brasil de modo a melhor servir o comercio de potencias estrangeiras. Assim em 11 de novembro de 1966, quando era prefeito Ivo Arzua Pereira, Castelo Branco veio inaugurar o primeiro conjunto habitacional do Brasil na CIC, batizado como Villa Nossa Senhora da Luz, ( Jornal Diário da Tarde de 12 de Novembro de 1966) um conjunto que pretendia servir de “deposito de mão de obra” para futuras industrias do setor. Estava então habitada a imensa área destinada a ser a CIC, a Cidade Industrial de Curitiba que ate então era chamado Setor Industrial. Como sempre em nossa história, ao governo, cabe realizar o mais difícil, arruamento, fornecimento de energia, escola, saúde saneamento e transporte. Para as industrias somente o beneficio do capital e da infra-estrutura publica. A Sotec, empresa do avô de meu filho, teve papel relevante na obra, todavia recebendo em pagamento um lote industrial na via de acesso ( João Betega), como a promessa de que o tal lote se valorizaria ate cobrir a divida da prefeitura com a Sotec ( curioso).
As empresas aos poucos se instalariam com isenções e garantias no fornecimento de energia e água, empréstimos públicos de longo prazo, incentivos ou isenções fiscais, e nenhum compromisso social com aquele deposito de mão de obra, quase sempre desqualificada. Esse deposito cresceria mais de 5.7 % ao ano, sem que a infra-estrutura acompanhasse o crescimento.  Por via da propaganda governamental do regime militar, foram transferidas para o conjunto CIC em apenas vinte horas 15 mil pessoas  que foram levadas com suas mudanças para a Vila de um tal modo que Castelo Branco aceitasse e confirmasse os necessários financiamentos federais. O Povo pobre de todo o Brasil financiaria assim através desses aportes, a instalação de Industrias Estrangeiras em Curitiba. O tal prefeito famoso a quem se atribui a obra tinha então 22 anos e era estudante de arquitetura. Mas porque a fama. Por que lhe atribuem a obra? É que em em 1973, indicado pelo Major Ney de Amintas Barros Braga, o governo militar empossava como prefeito esse arquiteto que  em 19 de janeiro de 1973 assinava a criação de algo que já existia, e no salão do antigo BADEP,ocorreu a oficialização publicitária ou formal da Cidade Industrial de Curitiba. No dia 29 de março de 1973, pelo decreto municipal numero 30, ( preciso pesquisar o seu conteúdo) o tal prefeito  limitava em planta um projeto de 1965 que reservava quase 44 milhões de metros quadrados como área industrial de Curitiba, apropriando-se assim, como ou sem dolo, da paternidade da CIC. Como alias muitos prefeitos fazem. Em  1975 a Siemens instalou-se, sendo essa a primeira empresa de porte estrangeira a se instalar na CIC.
Ao raiar os anos 90, na CIC haviam 94 conjuntos habitacionais, sendo que muitos eram  verdadeiras favelas de famílias que vivem dos restos industriais ou mesmo apenas do lixo. São mais de 180 000 habitantes na década de 90 vivendo no entorno dessas fabricas naquilo que se chamou Cidade Industrial de Curitiba. Beneficio, sim, esta claro. Malefícios? Muitos. Como essas industrias não absorvem esse contingente de mão de obra, foi preciso criar linhas de transporte urbano, para que esses homens e mulheres que não queriam viver do lixo, viessem em busca de trabalho domestico, escola para seus filhos, saúde, empregos  nos serviços e no comércio. Em muitas vilas não há esgoto, asfalto, coleta de lixo, escolas, postos de saúde. Embora nestas ultimas duas décadas alguns desse problemas foram solucionados, a questão social esta longe de ter sido resolvida. A CIC ajudou a inchar a cidade. Se o tal prefeito não é o autor, também não é o culpado. Isso é bom, ou mau? É o que é, é a nossa realidade.


G 23 para o Grupo 23 de Outubro.Cidade Industrial de Curitiba (CIC).




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segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Meu pai era maçom?

Meu pai era maçom?

Existe na internet uma lista de prefeitos maçons  que exerceram seu mandatos na cidade de Curitiba. Lá está o nome de meu pai, com Loja : “A Acássia Curitibana” e número de inscrição. Seria essa lista falsa? Sim e não.  O fato é verdadeiro, a lista é fria, imprecisa e incompleta. Naqueles anos, e desde o fim do império e inicio da republica, a maçonaria, braço leigo do judaísmo sionista, ( ler o Judeu no Brasil Colonial de Rodolfo Garcia) tinha imensa penetração nos meios políticos, militares, jurídicos e no magistério das escolas de ensino superior. Meu pai se viu obrigado pelas circunstâncias a filiar-se, já quando elegeu-se vereador. Cedo, muito cedo, percebeu a utilidade e a desgraça de tal ato. Como prefeito indicado em 1951, tempo de intervenção no estado do Paraná, logo incompatibilizou-se com os interesses da maçonaria anglo-norte-americana, a mais atuante em toda a América do Sul, pois envolveu-se em uma luta ferrenha contra a Companhia Norte Americana que gerava e explorava a energia elétrica em nossa cidade. Custou-lhe o cargo e a perseguição política, viu-se derrotado em 1954 e 1958 e desistiu da política. Percebeu que no Brasil não há verdadeira liberdade de escolha nas ações políticas. O sistema e seus bastidores têm vários tipos de filtros que afastam, pressionam e comprometem o candidato. Como de resto é no mundo inteiro, seja à direita,  seja à esquerda. Posteriormente desaparecem os prefeitos maçônicos, principalmente após o regime militar de 1964, pois ai já imperava os interesse diretos do judaísmo-econômico-político em nossa cidade, no estado e no Brasil. Caberia então uma lista dos prefeitos judeus ou vinculados ao judaísmo. A Maçonaria , diríamos, era agora um protagonista menor. Embora, também seja verdade que nas Forças Armadas Brasileiras ainda hoje altas patentes são invariavelmente maçons * afirmação do Coronel RR. Roberto Monteiro de Oliveira.
Quando meu tio, o General de Divisão Antônio Coimbra, ingressou na Escola Superior de Guerra, na turma Santos Dumont,( vôo do mais pesado que o ar em 23 de Outubro 1906 em Paris) ficou bem claro para toda a família os propósitos sobre o Brasil e quem os ditava. Nesta turma estudaram o Marechal Castelo Branco (ex.presidente), Juscelino K. de Oliveira (ex.presidente), o homem  da industria automobilística e da construção de Brasília, e os paranaenses historiadores e formadores de opinião nas elites paranaenses: David Carneiro e Rocha Pombo, e outros. O grande pesquisador das riquezas amazônicas, Froés de Abreu, também de origem judia  estava nessa turma. (você acha a lista completa no Blog G 23 Presidente) Meu tio acabou adido militar em Paris e New York. Era o jogo. Através de planos militares “soprados” do norte, como alias foi feito em muitos países, se criava a infra-estrutura favorável ao grande capital, ( exportação de matéria prima e controle do povo) que embora fosse quase todo ( o capital) baseado nos Estados Unidos da América à época, não tinha na essência a bandeira norte-americana. Ler Henry Ford.
Não será difícil ao leitor atento identificar esses interesses do capital inter nacional no financiamento de todas as Repúblicas da América do Sul, principalmente o capital inglês. também não será difícil perceber a luta religiosa por detrás de tudo, e a eterna e competente manipulação popular, quase sempre inocente, pois desprovida de maiores informações sobre os acontecimentos. Em momento nenhum, desde o seu descobrimento o Brasil experimentou qualquer liberdade política ou econômica. Podemos afirmar, que somos e continuamos sendo um Brasil Colonial.
 Como já dissemos, em outros artigos, se o Brasil tivesse vínculo vivo com uma das potencias ou reinos protestantes, o Brasil ainda seria reino, como a Inglaterra, a Holanda, os demais Países Baixos * refugio de Judeus à época,( na Holanda ao tempo do descobrimento havia a sinagoga judeu portuguesa chamada “Casa de Jacob”, que era como a New York de hoje, em grau de importância no tempo, e estava no comando dos negócios do ouro, pedrarias, anilinas e açúcar e que parece ser base da Companhia das Índias Ocidentais no dizer de Gustavo Barroso, 1937) isto porque  os países protestantes faziam e fazem o jogo do judaísmo desde o Sínodo Judeu de Jamnia,(ou Jabnés como também o chamam, ver história escrituristica do protestantismo de Estevão Bettencourt) e serviam aos seus interesses. ( não se trata aqui do povo judeu). Como também não se trata aqui do povo brasileiro. No caso dos Estados Unidos,(também não tratamos do povo norte-americano) seria bom ler o livrinho “ Desobediência Civil”, para se iniciar o estudo da “ Democracia Capitalista Totalitária de Direita” daquele país. (ver os símbolos impressos nas notas de dólares e prejuízos ao capitalismo bancário judeu - americano imposto convenientemente pela Inglaterra para acelerar as republicas da América do Sul). Também cabe aqui um estudo sobre como a terra descoberta pelo Católico Genovês (* Itália) Colombo, navegando a serviço da Espanha Católica, tornou-se terra de ingleses anglicanos, judeus e puritanos.
Você provavelmente ache isso tudo uma bobagem, uma fantasia, então eu não aprofundarei. Eu já atingi meu objetivo que era afirmar, meu pai nunca foi maçom, embora tenha se inscrito na maçonaria, erro que ele mesmo confessava.
Hoje eu estive na Assembléia Legislativa do Paraná. Fui visitar pela primeira vez meu sobrinho deputado. Ele meio sem jeito me pediu para esquecer os judeus, mudar de assunto. Eu posso fazer isso, e ate mesmo posso acabar estes blogs, mas a história dos bastidores ficará desconhecida de muitos. Eu trabalho como um cirurgião que faz uma incisão na epiderme. Cabe ao interessado, judeu ou não judeu aprofundar o corte em busca das origens dessa doença ou deformação social que tão grandes males tem trazido à humanidade. Se vocês concordam eu acabo com esses blogs. Porque a liberdade de escrever não tem preço. Agora leitor amigo,  acha que eu estou usando a velha técnica do negar para transmitir idéias, você é livre para bem interpretar o que digo, a verdade imperará de qualquer maneira, e será anunciada por cima dos telhado como nos diz a Sagrada Escritura.

G 23 para o Grupo





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domingo, 20 de setembro de 2015

Quem escreveu isso?

Livro da Sabedoria (Sb 2,12. e 17,20)

Os ímpios diziam: Armemos ciladas ao justo, porque sua presença nos incomoda: ele se opõe ao nosso modo de agir, repreende em nós as transgressões da lei e nos reprova as faltas contra a noss disciplina. Vejamos pois se é verdade o que ele diz, e comprovemos o que vai acontecer com ele. Se de fato o justo é filho de Deus; Deus o defenderá e o livrará das mãos dos inimigos. Vamos pôlo à prova com ofensas e torturas, para ver a sua serenidade e provar a sua paciência; vamos condená-lo à morte vergonhosa, porque,  de acordo com suas palavras, virá alguém em seu socorro.

Quem escreveu isso? 








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Historias Secretas da Terra de Vera Cruz .

Historias secretas da Terra de Santa Cruz

Antes de dar continuidade a essa serie de artigos, para evitar acusações  de anti semitismo , ou neonazismo quero revelar algumas argumentações pelas quais eu decidi escreve-los. Primeiro não existem nem o anti semitismo, nem o neonazismo, são tão irreais quanto o terceiro gênero na especie humana, e nós temos que destruir esse vinculo que serve como justificativa para acobertar tantos erros.
Existe um dito popular que diz: Falem mal falem bem, falem de mim. Isso quer dizer que há sempre um aspecto positivo a ser colhido pelo protagonista, alvo, ou “vitima de nossos comentários e artigos”. Segundo, vivemos em um tempo onde se defenda a liberdade de expressão, a diversidade cultural e de pensamento, no entanto há no mundo ocidental uma proibições tácita, falar de judeus sem elogia-los.
Terceiro, não falaremos sobre o nazismo, pois foge de nosso objetivo, mas falaremos coisas sobre judeus no Brasil colonial, apoiados em textos já publicados,  assim sendo, para o inicio de nossos estudos queremos citar, ou aconselhar alguns livros: O judeu no Brasil Colonial de Rodolfo Garcia; Historia do Brasil de João Ribeiro; a obra de Solidônio Leite Filho;  e as obras de Heitor Furtado de Mendonça; e de Horacio de Carvalho.
Quarto, o judeu troca de nome e sobrenome, adotando sobrenomes de povos e culturas estrangeiras,  desde a saída de Hur com Abrão.  Existe na raça um prazer atávico pela dissimulação de propósitos, defendido pelo povo hebreu como justificável pelas perseguições sofridas. O que nunca se fala é o porquê dessa perseguições sem fim. Costumam os judeus atribuir essas perseguições por motivação religiosas.  Seria mesmo assim?
Quinto, Vera Cruz foi o primeiro nome dado ao Brasil, o segundo  foi Santa Cruz, e o terceiro Brasil. Portanto num pais colonizado em tese por um povo  católico não teria motivo algum para mudar esses primeiros honrosos nomes dados pelos seus descobridores, que homenageavam o Cristianismo, salvo se um povo não cristão ( que pode ser o judeu ou a maçonaria) forçasse os acontecimentos para muda-lo.

Se o leitor fizer isso, verá que é com muita retidão e as melhores intenções históricas, e algumas lacunas provocadas por desconhecimento de certo assuntos, que eu escrevo estes artigos, embora superficiais.

O texto.
Na linguagem de computação usamos a expressão: “Criar um ponto de restauração”. Nós não podemos nos perder na noite dos tempos, em Gênesis por exemplo, ou na Irmandade textual indiscutível de todos os povos como no caso de Noé (Noah) e seu filhos durante o Dilúvio, do qual alguns cientistas ainda duvidam da possibilidade universal do fenômeno,( seria um fenômeno local, quando muito) nem na universalidade ( para todos os povos) não racial da história da salvação ensinada por Jesus Cristo pela qual por motivos raciais os judeus resistem.

Na verdade desde os tempos de José do Egito os hebreus já adotavam nomes egípcios. Na Diáspora adotavam costumes e nomes de outros povos, desenvolvendo uma enorme habilidade de adaptação exterior e perseverança interior, assim como uma dissimulação de propósitos habilidosa que se tornou caráter desse povo. Em Alexandria, no Egito,  e em Creta ou Cartago tomavam nomes gregos, na Índia tomavam nomes hindus, na Pérsia, nomes persas. No meio de árabes tomavam nomes árabes, em  tempos mais próximo dos atuais, tomavam nomes idshe ou alemão na Alemanha, polonês na Polônia, português em Portugal, italianos na Itália, espanhóis  e arábicos na Espanha  e húngaros , holandeses e romenos  na Hungria, Holanda, Romênia, etc. A verdade é uma só, os hebreus são dissimulados vivendo nas sombras em muitos aspectos arquitetando objetivos religiosos e comerciais. Assim podemos encontrar no inicio do cristianismo, os cripto - judeus, ou judeus ocultos, ou judaizantes ( como também foram chamados) no seio do cristianismo, ou melhor dizendo do judeu cristianismo, mas nunca esquecendo, caro leitor, que Jesus, Maria, José e seus discípulos eram todos judeus. O cristianismo será então nosso ponto de restauração.






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sábado, 19 de setembro de 2015

As profecias de Quito.

Quinto e último significado: a indiferença dos ricos diante da Igreja opressa e da virtude perseguida e a apatia do povo "O quinto motivo porque se apagou a lamparina deve-se a esse desleixo, a essa negligência das pessoas detentoras de grandes riquezas, as quais assistirão com indiferença à Igreja oprimida, à virtude perseguida, a maldade triunfante, sem empregar santamente as riquezas na destruição do mal e na restauração da fé. E deve-se também a essa indiferença do povo em deixar apagar-se, gradualmente, o nome de Deus, aderindo ao espírito do mal, entregando-se, livremente, aos vícios e paixões.
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O Brasil é isso!



O engenheiro e musicista Ivan Fádel de origem árabe, casou-se com Irma Chaia de origem judeu-polonesa. Ambos Católicos Verdadeiros.










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O tempo passa.

Muitos anos atras o escritor Wilson Rio Apa negou matricula aos seus filho em qualquer escola. Vivendo na Ilha da Cotinga temia o massacre ideológico sofrido pelas crianças. Quantas e quantas vezes viajou em missão junto as autoridades para que aceitassem a sua EDUCAÇÃO DOMESTICA. Tais eram seus argumentos que conseguiu. Seus filhos se saíram muito bem nos exames comprobatórios de proficiência. Um deles é conceituado comandante de navio de marinha comercial.




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Aniversário em família


Aniversário em família

Hoje faz aniversário o professor  (UFPR) e ex.deputado federal, psicólogo DR. Maurício Requião de Mello e Silva. Festeja com a esposa e quatro filhos em família.
Aproveitamos a oportunidade para chamar a atenção para o fato de termos ultrapassado as 100.000 consultas  apenas ( são poucas) no Blog G 23 Presidente.
Obrigado a todos.



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sexta-feira, 18 de setembro de 2015

O que é a conversão

O que é a conversão

Se não te ensinaram o que é a conversão na Escola de Teologia então aprenda o que diz o catecismo: Converter-se é deixar de pecar.




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Falecimento!

Faleceu meu amigo Valter Luís Campos nesta manhã. Um dia veremos, se aqueles orgulhosos estavam certos, ou se ele, que com humildade recebeu todos os sacramentos e se comportou com altivez diante de uma longa doença mortal.

"O pequeno número de almas que conservará oculto o tesouro da fé e das virtudes sofrerá um cruel, indizível e prolongado martírio. Muitas delas descerão ao túmulo pela violência do sofrimento e serão contadas como mártires que se sacrificaram pela Igreja e pela Pátria.
        Profecias de Quito.



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quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Uma pátria de dês-educadores.

Uma pátria de dês-educadores.

Esse texto não é uma critica ao governo Dilma, mas é uma critica a todos os governos que teimaram em desacreditar desse principio natural. Os pais estão naturalmente equipados para a educação de seus filhos. Assim sendo, lugar de criança não é na Escola, lugar de criança é na Família.
Todos somos deseducadores quando separamos crianças de suas famílias em tenra idade. Somos todos deseducadores quando permitimos que a economia, as leis, os costumes minem a estrutura Familiar, que é natural e anterior a qualquer Estado constituído e organizado. As famílias concordam inimigos e amigos dela, são os sustentáculos da sociedade. Pois na família se educa, se transmitem os valores essenciais, se reforça os instintos hereditários mais necessários para a sobrevivência e fortalecimento do caráter. Na escola obtemos informação, muitas vezes contraditórias e fragmentadora da mente infantil. Um pequeno guerreiro é forçado a se tornar um efeminado, um talento musical a frustrar sua natureza, uma mãe exemplar a se tornar um ícone revolucionário, etc. e tal. Uma laranjeira tem todos os atributos para gerar a laranja, um elefante todos os atributos para gerar e cuidar de um elefantinho, assim também é com o CASAL humano. Teimamos em relativizar essa simples verdade em nome da economia, do Estado, da revolução dos costumes.
Os frutos que estamos colhendo são claros: desordens afetivas, vícios, soberba, imaturidade relacional, rejeição, perda da identidade, e o que é pior ausência de fé na família e na sociedade. Esses resultados foram propositais e estudados, agora não interessa dizer com que finalidade, mas foram objetivos na degeneração de todos os valores humanos. Aos poucos nos aproximamos dos animais, porém não de animais irracionais sadios, mas de animais irracionais quase racionais doentios e incapazes de discriminar o certo do errado, o inimigo do amigo, o macho da fêmea, o dia da noite, o prazer da dor, o amor do ódio. Perderam ou estão perdendo o senso de beleza e já não a discriminam da feiúra, a musica do barulho ritmado. Tornam-se inúteis a cada dia a si mesmos, aos outros, à sociedade. Estamos fabricando marginais, apenas por afastá-los da família. E não venha você com exceções, pois exceções não são regras, são exceções.

G 23 para o Grupo 23 de Outubro. 






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quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Novos leitores

Interessante, eu fico curioso por saber que matérias atraem novos leitores. Bahamas, Lituânia e Letônia abrem os novos leitores desse dia 16 de Setembro.





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segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Pensamento do dia

Lugar de criança e na família e não na escola.




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Parabéns meu filho.

Parabéns meu filho.

Bom dia quarentão (ou seriam 39, ou 38?). Quanto menos idade melhor, não é verdade? Mas como o tempo passa o João e o Thiago já estão nesta mesma faixa etária.
Sempre me senti um peixe fora da água. Espero que não seja assim com você. Minha alegria, ousadia, brincadeiras, mentiras, criatividade, modo de entender e interpretar as coisas e virilidade aventureira sempre foram tidas como inadequadas e inconvenientes, desculpe.  Espero que isso não tenha te marcado em profundidade como filho de um inadequado. Marginal como já disseram.
Você talvez não lembre, mas seu primeiro berço foi um barco salva-vidas inflável, quiçá resultado de um desejo semi-consciente de seus pais de que você não afundasse junto com essa sociedade hipócrita, consumista, apodrecida e desesperada que naufraga irremediavelmente em um mar de lama. Se a terra firme não te agrada, lance-se ao mar já dizia Noé (Nohá). Acho que conseguimos, ou melhor, sua mãe conseguiu... Salvá-lo do maremoto; com a sua colaboração e determinação é claro. Vejo-te altivo. Eu penso que você a honrou como filho. Isso é muito bom. Também me honrou e muito. Isso é ótimo.
Quando eu penso em meus pais, lembro-me mais de minha mãe do que de meu pai. Dele lembro dos grandes olhos azuis, de seu cachorro, de seu jaleco branco, da alegria dele te carregando no colo ou me chamando para testemunhar os teus progressos de criança, lembro de sua sadia fúria e indignação como político, e de uns poucos eventos muito prazerosos e profundos na relação pai-filho. Será que você terá do que se lembrar de mim? Seriam boas essas lembranças? Penso que não lhe dei suficientes motivos para tanto esperar. Só você poderá me dizer isso um dia, e se quiser. Fui presente ou ausente? Eu acho que fui presente, mas nunca se sabe.
Agora, por outro lado, você me deu muitas alegrias e eu terei muito boas memórias e para sempre. Coração de pai coruja se derrete. Seu nascimento foi o inicio de profunda mudança dentro de mim, talvez não as do tipo que sua mãe queria, ou que você desejaria, mas foram mudanças que valorizaram a minha vida e me acordaram para Deus.
Somente eu e sua mãe, cada qual a sua maneira pudemos sentir e testemunhar o seu sofrimento e crescimento. A vida é assim. Por outro lado, somente eu posso reconhecer toda a ajuda que você me prestou, o seu cuidado para comigo, as suas iniciativas durante aquele período que não parecia exteriormente, mas que foi o período mais difícil de minha vida. Só o amor construí (constrói) e você sabe disso muito bem. Levo-te com muito carinho e gratidão no meu peito paterno, e cada vez que meu coração bate forte, por qualquer motivo, você esta lá presente, talvez sambando. Tem tocado violino? Sei lá o que dizer além de um muito obrigado. Primeiro por você ter nascido (grande alegria, e eu assisti), segundo por você ter me dado tantas alegrias todos esses anos, terceiro por você ser gente com defeitos e virtudes, com fibra e coragem, com resistência e camaradagem. Cristão católico. Homem.
Naquilo que falhei como pai me perdoe, não o fiz por maldade, mas por franqueza de alma, por espírito de aventura, e por um excesso de fé no humanismo pagão dos anos em que vivi a formação de meu caráter. Incompreensão da fé. De resto foram certa covardia e egoísmo que paralisaram a minha alma, mas não cabe comentar aqui. Adoeci. Filho é com uma ou duas lagrimas que eu te agradeço ( Pai não chora!). Acredite, mesmo longe, aqui do lado escuro da lua, onde hoje eu vivo, posso te dizer: Eu te amo.
Feliz aniversário coroa. (cadê meu neto?).




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domingo, 13 de setembro de 2015

Novidade,

Novidade,
Turquia, Austrália e Indonésia voltam a visitar nosso Blog, sejam muito bem vindos.




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O Nojo Essencial.

O Nojo Essencial.

Me parece que o livro de Sartre se intitulava “A Náusea”; mas eu chamarei esse curto texto de Nojo Essencial. Isto porque  todos falam que querem um mundo melhor mas fazem tudo e de tudo para que seja cada vez pior. Isso não te dá nojo até a medula dos ossos? Esse nojo profundo é o NOJO ESSENCIAL. A verdadeira vontade de vomitar o mundo é o inicio da conversão.



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Referencia Bíblica aos maçons.

Referencia Bíblica aos maçons.

A palavra maçom vem de maço, um martelo usado pelos pedreiros. Se admitirmos a origem da maçonaria como querem muitos, ao tempo de Salomon o Rei Hebreu, filho de David e Hiran o construtor fenício, podemos então perceber que ela é anterior ao nascimento de Jesus Cristo.
A Bíblia nos dirá claramente; “A Pedra rejeitada pelos pedreiros (maçons) tornou-se a pedra angular”. Quer verdade mais clara do que essa, quer conseqüência mais seria? Rejeitado Cristo, o mundo construído sem o Deus Homem, o Verbo Encarnado, volta às origens do Deus “invisível”, hebraico, onde tudo cabia até o sacrifício humano. Sem Cristo o mundo moral desaba, torna-se relativo, imponderável e as conseqüências são muito claras como vemos hoje neste mundo judeu-maçônico em que vivemos. Chamar a Deus Grande Arquiteto do Universo não Basta, pois a pedra angular desse “Grande Arquiteto” maçônico, o Deus Pai do Velho Testamento Hebraico é justamente a “pedra rejeitada” O Filho do Deus Vivo, sem a qual nenhuma construção humana, moral, espiritual, ou material ficará em pé, nem mesmo o Templo de Salomon; a Pessoa de Cristo, no entanto, chama do seio de sua Igreja a todos ao seguimento e à conversão. Sem a Igreja de Cristo, por ele instituída, os homens odiarão aos homens. E não me venham com: Padres maçons; Judeus Messiânicos; Evangélicos de Maria, ou qualquer outro atalho, pois todos sabem qual é a Igreja Verdadeira e por esse motivo todos a atacam por dentro e por fora. Mas as portas do Inferno não prevalecerão sobre ela, pois ela é o Corpo Místico da “pedra rejeitada”. A Pedra Angular da Cidade (obra) de Deus.

G 23.




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Onde está Deus?

Onde está Deus?
O garotinho conversa com o monge.
Onde está Deus, pergunta o menino. O monge responde: Em toda a parte.
Como? Retruca o garoto. O monge explica: Deus é onipresente, isto é, está presente.
O garoto pensa um pouco e pergunta: Então Ele também esta presente no inferno? Responde o monge: Não Ele não esta presente no inferno. Por quê? Pergunta o garoto. Explica o monge: Porque Deus é também onipotente, ou seja, tudo pode, e por esse motivo Ele não quis permanecer no Inferno. Para que você entenda melhor: Onde está Deus existem três virtudes teologais, ou seja, virtudes que emanam de Deus, e só dele. A Esperança, a Fé e a Caridade. No Inferno não há nenhuma dessas virtudes, nem poderia haver, pois Deus se retirou de lá.
Puxa o inferno deve ser terrível, diz o garoto. O monge repete: Sim é terrível e  existirá para toda a eternidade. Cuida- te para evitá-lo.
Que devo fazer, pergunta o garoto. O monge responde: Deus nos criou para que nós o amassemos, servindo-o, e reverenciando-o, assim devemos ter a caridade, e gratidão para com Deus que tudo nos deu, de assim proceder. Quando amamos os nossos pais, nós os obedecemos, nós os ajudamos, nós os honramos. Então Deus nos deu algumas tarefas, cumprir os seus mandamentos, prestar-lhe culto, e ama-lo com todo o nosso coração, toda nossa inteligência e toda a nossa alma.
Mas se Deus esta nos Céus, como podemos fazer isso? Todas as coisas estão nos Céus,( responde o monge) portanto Deus esta bem perto de nós e de nós tudo sabe, pois também é onisciente, isto é sabe tudo. Embora o Céu de Deus não seja um Céu Físico, pois Deus esta fora do Espaço e do Tempo, pois a noção de espaço e tempo são dependentes também  das criaturas efêmeras, e Deus é Criador de todas as coisas e esta na Eternidade. Na verdade Ele é a ETERNIDADE, e diz de si mesmo EU SOU. Ele não teve começo nem terá fim. Espaço e Tempo são finitos, e Deus é a ETERNIDADE. Dizer que Deus esta em todas as coisas é panteísmo, pois Deus não se confunde com as coisas, exceto se Ele assim o desejar,e, embora todas as coisas estejam em Deus e sob seu domínio elas não se confundem com Deus. Você entende o que eu estou dizendo porque Deus colocou em seu coração o “Desejo Dele” ( a sede de Deus), portanto o desejo de Deus esta inscrito no coração do homem, porque o Homem foi criado por Deus, e pela Fé, que Deus dá aos homens, o homem vai ao encontro de Deus que se Revela. Assim como os pais existem antes dos filhos, assim também Deus que existiu sempre, criou o homem, cuidou-o, revelou-se e vem ao encontro do Homem, para que esse possa ir objetivamente ao encontro de Deus, pois foi Deus que nos amou primeiro.

Puxa monge, como você sabe dessas coisas? Bem garoto, o homem sempre teve a “Sede De Deus” e houve um tempo bastante confuso, onde davam diversos nomes a Deus, e ate davam nomes de divindades a atributos de Deus como se fossem deuses. Os homens viam Deus na contemplação da natureza, pois foi Deus que a criou. Mas o homem não tem inteligência sem que Deus a tenha dado, e não teria sede de Deus, se Ele não nos tivesse dado, e a medida que o homem pensa, Deus o inspira, e na verdade, se revela. Então os homens com a ajuda de Deus, o reconheceram ÚNICO, era ele o Deus desconhecido, como nos conta São Paulo. Revelando-se como único ele derrota o politeísmo, a idéia de muito “deuses”, e revela ao mundo, aquilo que o mundo conhecia originalmente desde o inicio dos tempos, o monoteísmo. Pois segundo o Gênesis, Deus falava diretamente com Adão e sua companheira, Eva. Deus era único. Assim, isso é um tanto difícil, o pecado original, o primeiro pecado, não foi um pecado sexual como muitos dizem, pois Deus havia mandado Adão e Eva se multiplicarem, e pelo contrario, o pecado original foi a transgressão, e todo pecado é uma desobediência a uma ordem de Deus, no caso  cuja consequencia que tirou do homem a inocência, o Diabo, criado antes dos homens, que é uma pessoa espiritual, tentou o homem e a mulher com seu orgulho, sereis como deuses, se transgredirem estarão acima da vontade e proibições de Deus, dominareis a ciência do Bem e do Mal. Foi a primeira ingratidão do homem e o primeiro serviço do homem ao demônio, que também ele fora ousado dizendo : Eu sou como Deus. Expulso da inocência do paraíso, os homens vagam pelo mundo com a sede de Deus, numa triste aventura muitas vezes com conseqüências trágicas, pois a transgressão leva a outras transgressões ao ponto de fazer os homens perderem todo o sentido de suas existências, assim, Deus por amor, nos Deu o Decálogo, ou seja, os dez mandamentos, de modo que o homem tivesse consciência de seus deveres para com Deus, única maneira de organizar a vida social na Graça de Deus. Passado algum tempo, novamente os homens se desviam de Deus e do decálogo, pois se acham, por orgulho, ou desconfiança como se fossem criaturas de si mesmos, pequenos Deuses que podem resolver todos os problemas sem Deus. Chamaram a isso LIBERDADE, embora isso seja na verdade LICENÇA, ou transgressão às leis de Deus. Desde muito, as Escrituras que registram os crimes e as santidades e virtudes dos homens anunciavam um fato extraordinário, o nascimento de um homem filho de uma virgem que seria agora o Deus objetivo, o Verbo Encarnado, Jesus Cristo, Deus e Senhor Nosso. Com ele inicia a doutrina objetiva, pois sendo Ele, o mesmo Deus invisível feito homem, tira os homens de suposições e invenções teológicas, e os apresenta na figura, na Imagem, na pessoa de Cristo que deve ser seguido para que os planos de Deus se concretizem em sua plenitude. Como diz Irineu ou Ambrósio, a Verdade é uma pessoa e essa pessoa é Jesus Cristo.

Então o garoto interrompe: Mas o senhor não disse que Deus era Único?
Sim é único, mas em três pessoas. Quando Jesus Cristo de deixa batizar por João Batista, nos conta as Escrituras, as três pessoas divinas se manifestam, o Espírito Santo desce como pomba , pacifico e suavemente sobre Jesus, Deus Pai faz ouvir a sua voz: Eis o meu Filho amado, em quem coloquei toda a minha complacência; ora o que isso quer dizer? A Complacência é o dom de ceder, de ajustar-se, assim Jesus Cristo veio nos mostrar que Deus cede, ajusta-se, tem paciência. Com essa complacência Ele nos mostra que grande parte da humanidade odeia a Deus e seus mandamentos, e que ousam abusar de Deus, coloca-lo em uma forma ( Cruz), ofende-lo e mata-lo. Essa a primeira lição de Jesus Deus aos homens, Deus é complacente com a maldade dos homens que ousam duvidar de sua existência, nega-lo ate a morte. Mas como homem e Filho de Deus, Jesus nos trás outra lição: Que o homem deve ser obediente a Deus ate a morte, ainda que seja a morte de Cruz, então temos complacência de Deus e obediência do Homem. Mas há ai uma outra lição, Jesus ressuscita, vencendo a Morte, do homem e de Deus, pois Deus, ressurge aos homens, mesmo que eles pensem que o dominaram, pois é eterno, mas ao mesmo tempo, com a ressurreição da carne humana de Jesus. mostra-nos insofismavelmente a vida que há de vir, e a continuação da alma humana, na presença de Deus, pára aqueles que o amaram e cumpriram os mandamentos por amor, e para longe dele, naquele lugar em que Deus não está, os que não acreditaram, ou que quiseram colocar Deus calcado aos pés dos homens e  às suas ciências e filosofias negando-lhe a Igreja.
Credo isso é lindo disse o menino, é muito lindo. Diga monge, como eu posso ser um seguidor de Cristo e saber dessas coisas lindas?
Bem meu filho, você pode aprender essas coisas lindas, nas Sagradas Escrituras e nas  Sagradas Tradições, mas as Sagradas Escrituras nos mostram que Jesus Cristo constituiu uma Igreja sobre Pedro o apostolo, e instituiu a Eucaristia, onde o Pão e o Vinho, tornam-se Verdadeiro Sangue e Verdadeiro Corpo de Cristo, fazendo que ao Comungar em Graça, tomar esta espécies reais, você seja visitado por Cristo Vivo que te ensina. Ao tomar as espécies você participa intimamente do corpo Místico de Cristo, que é a Igreja e seus ensinamentos, pois correrá em suas veias, o Sangue e a Carne de Cristo que te alimentará de sabedoria, complacência e fé inabalável, mesmo no sofrimento, você participará do amor de Deus em Deus pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. Quer ser cristão? Batiza-te, pois ao ser batizado na Igreja de Cristo, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo a Santíssima Trindade entrará em  sua ALMA. E ali permanecerá enquanto a Graça de Deus não for perdida pelo Pecado Mortal, dizemos mortal, porque separa-nos de Deus, mata a Graça, nos separa do CORPO MISTICO DE CRITO, que mesmo assim vem complacentemente em nosso socorro, inspirando-nos a reconciliação pelo sacramento da penitência. O Orgulho que leva a desobediência e ao desamor, se cura na Humilhação do arrependimento sacramental. Alias esse Sacramento nos perdoa, aconselha e orienta na difícil caminhada de seguir a Cristo Nosso Senhor.


G 23.    




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sexta-feira, 11 de setembro de 2015

O Cego ( não leia como um texto teológico)

 O Cego.
( não leia como um texto teológico)
Convento das Irmãs Franciscanas da Sagrada Família, Curitiba, 10 de Setembro de 2015.
Na Capela, eu me perguntava: Para que serve um cego envelhecido e experimentado no mal? E respondia: Possivelmente para desejar a luz perdida. Quem não a deseja? Ou quem sabe, para lembrar aos videntes a importância desse dom gratuito de enxergar.
Mas como todo cego quer saber como ser útil, imaginava poder ser uma espécie de líder a guiar outros cegos em direção a luz da razão. Confesso um pouco de presunção.
Então cerrei bem os olhos para livrar-me de imagens confusas de uma vez e concentrar-me no mundo do invisível. Curioso o mundo invisível é audível. Lembrei-me então das palavras de Santo Irineu dirigidas a Santo Agostinho: “Agostinho lembre-te, a verdade não é um estado de espírito, um sentimento do coração, uma conseqüência do uso da razão, não Agostinho, a VERDADE é uma pessoa, e é ELE, quem te procura, e não você que a procura.” Então ressoaram em meus ouvidos, outras frases: Fui Eu que vos amei primeiro, ou, fui Eu que vos escolhi, não fostes vós que me escolhestes. Sim Deus nos tirou do nada, nos amou quando ainda éramos uma idéia em sua mente eterna, nos chamou para a consciência racional de nós mesmos e para a consciência do divino... Fiquei maravilhado com a idéia.
Tudo, e toda criatura é obra de Deus. Com o Verbo Encarnado Deus se faz objetivo e inteligível aos homens. Então pude ouvir nas palavras que há uma hierarquia. Ao sermos batizados subimos um degrau, deixando para trás a natureza de simples criaturas para entrarmos na categoria do sobrenatural, do invisível, do imensurável. Depois se queremos podemos nos tornar guerreiros de Deus, esse um segundo degrau. Mas há uma espécie de pessoas que dão um passo a mais, e se consagram, e assim tornam-se amigos, discípulos, apóstolos e vigários de Deus na Terra. É alta essa dignidade. O terceiro grau.
Permaneci em silêncio com os olhos bem cerrados. Ouvia as freiras nas suas orações, e pela voz, podia perceber o fenômeno. Cristo vindo ao encontro delas, as vocacionando, as fazendo noviças, noivas e esposas, e depois as coroando. Pela voz podia perceber as suas coroas os seus halos de rainhas, mais exuberantes quanto mais conseqüentes, mais convictas de sua dignidade e do amor de seu esposo. Ouvia as vibrações do amor Divino ser correspondido pelo halo da coroa mística de compreensão desse mistério profundo em cada uma das suas vozes. Não havia diante de meus ouvidos mais santas ou menos santas, mas aos meus ouvidos, havia mais ou menor consciência do serviço e da dignidade esponsal. Cada uma, na voz, transparecia a consciência do amor que recebiam: Fui Eu que vos amei primeiro, diz Cristo, assim como sois, fui Eu que as chamei, sou Eu que vou ao vosso encontro todos os dias, pois sou a Verdade, o Caminho e a Vida.
Estranho; todos os seres buscam naturalmente a Luz. Os vegetais crescem em busca de luz (fototropismo) como as crianças estendem os braços para seus pais, e os animais vivos refletem do criador certo calor e certa luz. A vida tem Luz, e suave e suportável calor, por mais imperceptível que seja a vida vem ao nosso encontro. Pois o desejo da luz segue a existência e percepção dela, assim como os pais precedem os filhos. E quando o amor invisível preencher todo o nosso ser, já viveremos na eternidade. Assim, pela voz, pude ouvir, no sussurrar das orações, o calor e a luz de cada uma daquelas esposas de Cristo a desabrochar, como flor, numa áurea sonora e vibrante, cada uma em seu devido tempo deixava refletir a luz de seu halo vibrante de amor numa auréola quase visível, e se deixava tocar pelo Verbo Encarnado, apesar do tremor natural da criatura ao criador, que vinha agora e sempre, a cada uma pessoalmente, para um encontro árido, ou amoroso, intimo e único.

 A VERDADE é uma PESSOA e vos procura pessoalmente. Abra o seu coração  para Deus que vem ao seu encontro.
G 23.





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quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Pense comigo.

Terra de Santa Cruz ou Brasil: homenagem e memoria ao madeiro do qual pendeu o Redentor, ou memoria do pau de tinta, madeiro comum na Índia e no Brasil que enriqueceu tantos judeus portugueses, holandeses, espanhóis, hindus e ingleses.
Brasil X Terra de Santa Cruz






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terça-feira, 8 de setembro de 2015

Novo Leitor

Temos novo leitor em Trinidad y Tobago, seja muito bem vindo.




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A Madroeira de Curitiba.( 8 de 10 de 2015)

A Madroeira de Curitiba.
Sim, Madroeira derivativo de Madre, Mãe;  assim nossa cidade nasceu e cresceu sob o signo de Maria Santíssima sob a invocação de Nossa Senhora da Luz dos Pinheirais de Coretuba (Coré-tuba é a grafia correta do falar indígena). Assim o nome de batismo de nossa cidade é esse: Nossa Senhora da Luz dos Pinheirais de Core-tuba, que a força anti-cristã tornou-a Curitiba. Diz santo Ambrosio que a gratidão é o mais imperioso dos deveres, assim registramos nesse texto a gratidão a Deus pela cidade que trás o nome de sua mãe Santíssima, assim como agradecemos os fundadores, os pioneiros, os que nos antecederam e os que nos sucederão no amor e cuidado pela querida cidade. Rogo a Deus que os curitibanos retornem ao colo de sua mãe e padroeira, como se diz, para que nossa cidade consiga manter em seu povo o amor e o que ainda resta de santidade , virtude e bom senso. Que a cidade acorde para os menos favorecidos, e dobre sua espinha, cedendo projetos e recursos para atender em primeiro lugar os que mais necessitam. Quiçá trocando prioridades, concreto armado por  mais dignidade das famílias nas periferias. Uma cidade que nasceu católica deve alegrar-se de  ver seus filhos e filhas, através dos séculos, permanecendo na fé de seus pais, de seus pioneiros e fundadores.
Querida Mãe de Core-tuba ( Core-tuba em língua indígena significa muitos pinhões e por conseqüência muitos pinheirais) a nossa Eterna Gratidão.

G23.



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Fracassaram em todo o país as manifestações “Anti-Dilma”.

Fracassaram em todo o país as manifestações “Anti-Dilma”.

No domingo 16 de Agosto de 2015 havia mais gente nas arquibancadas dos campos de futebol do que nas manifestações “populares” contra o PT e a Dilma.
Embora o teatro estivesse montado, com a grande mídia articulada construindo o pretenso movimento popular, e tentando convencer que Dilma estava com o menor índice de aceitação popular de todos os seus mandatos (dois), as manifestações fracassaram. A grande pergunta que devemos fazer é quem estava por detrás da articulação e coordenação da mídia brasileira? Quem possui e comanda a Mídia no nosso pais e,no mundo? Quais os seus interesses?
Em Curitiba, por exemplo, além da insistente propaganda nas rádios e TVs, dezenas de carros e caminhões descaracterizados equipados com potentes equipamentos de som circulavam por toda a cidade convocando para a manifestação. Aparentemente não tinham vinculação uns com os outros, mas todos usavam a mesma gravação e o mesmo texto. Gastaram muito combustível e quem pagou? Se a presidente Dilma intimasse a policia federal, encontraria por detrás desse “movimento” um partido político bem conhecido.
Embora os números fossem inflacionados pelas rádios e TVs, o fracasso do movimento foi nacional. A Band News, por exemplo, era bem audível a decepção, e a gradativa correção, para dar a impressão que havia um numero maior de manifestantes do que a realidade.  Dora Kramer, por exemplo, não conseguiu esconder sua decepção e seu ódio pelo fracasso da manifestação e partiu para ameaças, mostrando que é uma comentarista política mercenária, como de resto toda aquela equipe.
Eu em minha casa ria. Ria porque já é hora de perceber que a realidade não pode ser totalmente manipulada pelos meios de comunicação.
Por outro lado, as investigações sobre o BNDS, respingariam sobre políticos de todo o país, e de todos os partidos, o que fez com que muitos recuassem. O Juiz Sergio Moro faz o seu trabalho, embora ninguém diga que é um militante do PSDB. Se as manifestações fossem capazes de derrubar a presidente da republica, a tão falada Lava Jato viraria pizza, e nos veríamos, me desculpem a ousadia, o Estado Brasileiro, pagando indenizações milionárias por difamação e prejuízos causados a empresas e pessoas físicas. Ainda corremos esse risco, e ninguém sabe se essas mega-empreiteiras não aceitaram ( e deveriam colaborar? Por que?) colaborar com o “movimento” derruba Dilma.
Sim é possível que também tenham ou estejam participando do teatro. Só o tempo dirá!

G 23.




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Verdades secretas da Terra de Vera Cruz; (I).

Verdades secretas da Terra de Vera Cruz; (I).

Com esse titulo quero dar inicio a uma serie de artigos sobre a História Secreta do Brasil. Sua base esta em um livro  que desapareceu das bibliotecas e livrarias ao qual eu me reservo o direito de omitir o titulo, em defesa da obra encontrada em uma biblioteca portuguesa, embora eu me esforce para divulgar inúmeras fontes  no decorrer.

Quando Pedro Álvares Cabral chegou á Terra de Vera Cruz, viajava com ele um judeu polonês que fora batizado por Vasco da Gama. Tomara inicialmente o nome de Gaspar da Gama. Posteriormente esse mesmo personagem tomou o nome de Gaspar de Almeida, para se fazer “aparentado” de D. Manoel de Almeida, de quem se fez conselheiro. Ou ainda foi chamado  Gaspar das Índias, ou simplesmente Gaspar de Goa. Sobre ele há registros na Torre do Tombo em Portugal.Tal individuo ao voltar a Portugal procurou a sinagoga secreta (Kahal) de Lisboa e convenceu aos seus “irmãos de fé” a feitura de um consorcio de navios, sob o comando do Judeu e Cristão Novo Fernando de Noronha, nome esse tomado de empréstimo aos portugueses, convencendo ao D. Manuel o Venturoso de conceder-lhes a ilha de São João, hoje Ilha de Fernando de Noronha. Mais do que isso conseguiu do rei uma concessão para exploração das Terras de Vera Cruz, sobre modo do pau de tinta e da cana fistula. Essa concessão inicialmente concedida por três anos foi estendida por mais dez anos, agora  acrescida da proibição da importação das tinturas vindas da Índia, assim criava-se em linguagem moderna um truste ou monopólio judeu da anilina. Foi tamanho o enriquecimento deste consorcio e frota que ousaram aconselhar ao rei mudar o nome da nova terra  para terra do pau-vrazi ou vrazino, (como o chamara no passado Marco Pólo) agora chamado pau-(v) brazil ou pau- (v)brazino (de braza) e por conseqüência Brasil.
OBS arvore, arbore em espanhol, vrazi em espanhol, brazi em portugues antigo.
G 23. Pesquise!



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Os fios de seus cabelos!

Os fios de seus cabelos!

Existe um trecho bíblico que nos diz que ate os fios de nossa cabeça estão contados, e que nenhum cairá sem que Deus o permita. E arremata: Não temais!
Quando as pessoas lêem esse texto citado acima, tendem a imaginar que Deus não permitirá que nos aconteça algo de mal, outros vão ainda mais longe, e acham que Deus nos promete ausência de sofrimento e inexplicável prosperidade, duras e ingênuas heresias.
Se assim fosse, nenhum dos apóstolos teria sido martirizado. Nenhum cristão teria sido dado de comer aos Leões. Nos nossos dias nenhum Bispo estaria condenado à prisão perpetua na China, e nenhum cristão sírio teria sofrido o martírio. Essa deformação vem de um cristianismo materialista, que considera o “mal” como a violência sofrida no corpo. Ora o próprio Cristo, depois da ressurreição mostra aos apóstolos reunidos as suas cicatrizes, marcas da violência sofrida na Cruz. Assim sendo tal mensagem quer nos dizer que o verdadeiro mal é espiritual, que a Providência Divina não dorme quando esta em questão a perda de nossa alma, mas que Deus permite sim, que os males do corpo nos atinjam, sejamos nós -justos ou injustos. O sofrimento faz parte da vida em preparo da vida sobrenatural. O sofrimento moral, o sofrimento corporal nos humilha, destruindo nosso orgulho, nossa auto-suficiência e nos mostrando nossa dependência de Deus. Sim podemos perder tudo de uma hora para outra (ver Jô), podemos perder a liberdade (ver a prisão de Pedro), podemos perder a saúde e a vida (ver João Batista), mesmo sendo santos discípulos de Jesus Cristo.
Não somos perfeitos, e o desejo de sê-lo imita o comportamento de Satanás. Este quis dizer: Eu sou perfeito como Deus.  Nós devemos ser perfeitos no serviço amoroso ao próximo, mas principalmente no serviço a Deus, (ver o Primeiro Mandamento) mas devemos ser humildes diante de nossos pecados e deficiências. O segredo espiritual da pratica cristã esta em confiar que Deus nos acompanha em todas as circunstancias da vida, sejam elas dolorosas ou gloriosas, humilhantes ou exultantes. Pois o que se prepara na gloria e na dor é a vida espiritual, até que sobrevenha a ressurreição da Carne.
G 23.

Ilustra foto de um homem careca.




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Um tempo que voltará.

Um tempo que voltará.
Houve um tempo em que as freiras eram e se sentiam esposas de Cristo. Iniciavam suas orações com um “meu querido esposo, meu amor, meu marido”. Terminavam suas orações com uma delicada declaração de amor. Assim respeitavam sua sogra e modelo, Maria Santíssima, com quem se aconselhavam; amavam e temiam Deus Pai, seu sogro. Contemplavam São José, seu sogro postiço como mestre do cuidado, do trabalho e do silêncio. Contemplavam a ação do Espírito Santo como espírito santificador, comunicador, unificador e vivificador dessa familiaridade santa. Ouviam e falavam com o coração, e assim como esposas geravam inúmeros filhos para a Igreja. Era essa a verdadeira Sagrada Família.
Mas veio a modernidade, Jesus tornou-se amigo, igual, nada sobrenatural. Uniram-se as freiras em uma irmandade nivelada por baixo, cheia de afazeres sociais, cheias de modernas pedagogias, de liberdades, de revoltas. Sufocaram Maria em seus corações e se tornaram Martas, afoitas e reclamantes, distantes da santa castidade que lhes exigia a dignidade de serem rainhas, e participantes da Sagrada Família. As mais perversas dizendo que todos nós somos outros Cristos, se enchem de cuidados por outros homens, e ainda que não cometam atos impuros enchem seus corações de impurezas, pois  voluntariamente perderam a companhia intima do ESPOSO; Todavia esse tempo voltará!

Wallace Requião de Mello e Silva, para o G 23.





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Novo Paradigma

Um novo paradigma. A imprensa nacional quer incutir no povo brasileiro um novo paradigma: Segundo a força midiática a Família não é mais fruto dos laços consangüíneos, mas fruto dos laços de amor. Então eu proponho um novo paradigma: O Judaísmo não é mais fruto dos laços consangüíneos, raciais, mas passa a ser fruto do amor.rrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrr Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.

Ex.Padre, o que é isso

Ex-padre, o que é isso? Lembram daquela estória da laranja podre em uma caixa? Diziam que ela apodrecia todas as outras. Pois bem , na paróquia onde freqüento, apareceu um ex-padre; meu Deus o que é isso? Você nunca ouviu falar em ex-batizado, ouviu? Nem ouviu falar em ex-crismado, ouviu? Sabe por quê? Porque os sacramentos são para sempre. Um padre será padre para sempre; uma vez ordenado, será padre para toda a eternidade; acontece que ser ‘ex’ virou moda. Ex-marido, ex-mulher, ex-homem, ex-Papa, no entanto são apenas pessoas que declinaram de seus compromissos naturais e religiosos, que traíram a sua vocação e que renegaram a virtude natural de suas existências. Deixaram apodrecer os seus ideais. Rejeitaram a Deus e sua cruz. Lá em casa eu enterro as laranjas podres depois de separá-las, para que suas sementes possam germinar, (faço isso também com as sementes sadias), pois como diz a Bíblia: se a semente do trigo permanece viva, permanece infecunda. Mas se naturalmente morre... Dá fruto! Quiçá a podridão anuncie um novo porvir. Os padres apodrecem para que a Igreja Original renasça vigorosa na doutrina! Como diz o Evangelho, Aquele que experimentou o vinho velho, não quer mais saber do vinho novo. Ou seja, quem experimentou a verdadeira doutrina não quer mais saber de novidades. Por que eu digo isso? Porque todos reconhecem um fruto podre. E todos desejam um fruto sadio, não é? Aos porcos a lavagem! E a terra as sementes. G23. Wallace Requião de Me Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.

O melhor programa da Televisão paranaense.

Na minha opinião o melhor programa da TV Paranaense e o PLUG

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Crise

Crise. Não sou economista nem me darei ao trabalho de provar o que digo aqui. Deixo para você leitor, e seu bom senso, a avaliação do que há de verdadeiro nesse texto e nesse contesto. Toda crise financeira macroeconômica é provocada. Alguém ganha com ela. Através delas forçam nações a vender riquezas, patrimônio natural, privatizar serviços e infra-estrutura ou mudar a política nacional e ate derrubam presidentes. Sempre foi assim. Pesquise em jornais antigos e confirme ou não. Agora crises verdadeiras são aquelas que fogem ao controle do homem e da sociedade. Um terremoto, um maremoto, um tufão, uma seca interminável são verdadeiras crises. Na minha vida pude estar no meio de algumas crises das quais eu tiro algumas lições. Estive no furacão Andrew em Miami EUA. Estive na enchente de Blumenau, em Santa Catarina, e finalmente em uma grande enchente em Curitiba nos anos 80 do século passado. O que se aprende com elas? Aprendemos que o Estado nunca esta a altura das necessidades de socorro, mesmo em paises onde a freqüência desse tipo de crise gera uma cultura de defesa. Aprendemos também, que uma crise desse tipo cria uma solidariedade, uma irmandade e uma criatividade nas soluções que raia o impressionante. Pessoas sob o mesmo problema se tornam criativas, revelam o melhor de si, se ajudam com soluções criativas e razoáveis dentro do possível, fazendo do próprio desastre e suas conseqüências o material de socorro. Dos escombros vem a solução imediata. Leia um pouco sobre o assunto, ou veja filmes documentários na internet sobre eventos desse tipo. Então, desse principio que pode não estar bem claro para você, mas esta muito clara para mim, eu aconselho: Em tempos de crise financeira deixem à economia informal crescer, pois é dos “escombros”, da criatividade de todos e da solidariedade que vem a solução. Os Estados, ou melhor, as Nações estão sempre escravizadas ao sistema financeiro internacional, e, portanto sofrerão a crise pelo tempo que esse sistema achar conveniente, ou para obter enormes lucros, ou para obter mudanças favoráveis aos seus interesses. O Povo, não. Ele tem necessidades urgentes, tem necessidades que estão muito longe das necessidades do comercio, dos bancos e das indústrias. O povo como associação de homens em serviço tem necessidades de sobrevivência e por esse motivo dão rápidas soluções para os problemas de qualquer crise... Ou morrem. Deixar as pessoas no comando das trocas essenciais para a sobrevivência de todos equilibra, cura, esclarece e salva a sociedade, qualquer sociedade, das amarras artificiais do sistema financeiro. G 23. Wallace de Mello e Silva


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A Cultura da Midia

Mídia, controle social e consumo. Um dos melhores livros que ganhei nos últimos anos foi “A Cultura da Mídia” de Douglas Kellner, um presente do professor, escultor e pintor Luis Lopes. O próprio livro pode ser analisado com as ferramentas e método que o autor disponibiliza para entendermos o que é a cultura de massa e consumo. Vou transcrever um pequeno trecho para estimular a sua curiosidade. “Os espetáculos da mídia demonstram quem tem poder e quem não tem quem pode exercer força e violência e quem não”. Dramatizam e legitimam as forças do poder vigentes e mostram aos não-poderosos que se não se conformarem estarão expostos ao risco de prisão e morte. Para quem viveu imerso, do nascimento à morte, numa sociedade de mídia e consumo é, pois, importante aprender como entender, interpretar e criticar seus significados e suas mensagens. Numa cultura contemporânea dominada pela mídia, os meios dominantes de informação e entretenimento são uma fonte profunda e muitas vezes não percebida de pedagogia cultural que contribuem para nos ensinar como devemos nos comportar e o que pensar e sentir, em que pensar; o que temer e desejar - e o que não. Consequentemente, a obtenção de informações critica sobre a mídia constituem uma fonte importante de aprendizado sobre o modo de conviver com esse ambiente cultural sedutor. Aprendendo como ler e criticar a mídia, resistindo a sua manipulação, os indivíduos poderão fortalecer-se em relação à mídia e a cultura dominante. Poderão aumentar a sua autonomia diante da cultura da mídia e adquirir mais “poder” (liberdade) sobre o meio cultural de consumo, bem como os necessários conhecimentos para produzir novas” culturas”.” • Douglas Kellner (born 1943) is a "third generation" critical theorist in the tradition of the Frankfurt Institute for Social Research, or Frankfurt School. Ele é judeu. • A primeira pergunta que deveríamos fazer ao autor é: Quem domina os Meios de Comunicação no mundo? • A segunda pergunta que devemos fazer ao autor é: Qual a verdadeira intenção de seu livro? • Numa interpretação livre da palavra cultura. Podemos encontrar o radical KULT, origem de culto, ou seja, fé, ou ainda a idéia norteadora em torno das idéias que estabelecem o culto, o sacrifício laborial da sociedade, o eixo principal das relações humanas e de seus afazeres. Desenvolver cultos, ou culturas, é afastar a sociedade da cultura cristã. Seria esse o propósito de Douglas Kellner? Ou a “Cultura da Mídia” e o seu entendimento deve ser o novo culto, a nova fé, o novo eixo, a nova era, apoiado na quais os homens devem pautar suas ações e as suas convicções? • Finalmente: Qual é a mídia de Deus, uma vez que já conhecemos as técnicas high-tech dos homens? Voltaremos ao Deus desconhecido, e nos afastaremos do Deus Homem, Verbo Encarnado? • O culto à mídia resolverá os problemas relacionais dos seres humanos? Afastarão dos homens as idéias inatas de finitude e eternidade, a verdadeira finalidade da vida sob as quais estão construídos os sistemas deontológicos (teoria dos valores) de todas as sociedades e de todos os povos? Como contraponto a essa interessante e criativa obra, quero aconselhar três outras breves leituras esclarecedoras: “Inter Mirifica” sobre a comunicação social, “Communio et Progressio”, também sobre a comunicação social, e finalmente de João Paulo II “Carta sobre os Meios de Comunicação Social”, três documentos católicos. Posso ainda indicar uma quarta: “Comunicação e Promoção Humana” de 1979. E uma quinta: “Sobre a restauração e aperfeiçoamento da ordem social, de 1962” de Pio XI. Se os senhores fizerem esse contraponto entenderão o porquê de a educação no Brasil não funcionar, e jamais, na maneira que está, poderá formar o caráter dos jovens. G 23. (Wallace Requião de Mello e Silva) Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.

sábado, 15 de agosto de 2015

Constrangimento na TV.

Constrangimento na TV. Em um desses programas de debates na TV, um homossexual ( masculino?), bem afetado, com a intenção de constranger a entrevistadora ou facilitadora dos debates, pergunta: A senhora tem atração por mulheres? Ela responde: Não, eu tenho atração por homem, na verdade por um homem. Ele então pergunta: Como a senhora pode saber? Se bem entendi não conheces outro homem e não conheces sensualmente uma outra mulher. A entrevistadora ficou em silêncio por uns segundos, visivelmente constrangida, no entanto, em resposta disse: O senhor provavelmente gosta da vida, não é mesmo? Ele respondeu, sim é do que eu gosto; viver intensamente. Então ela disse: Como o senhor pode saber se não conheces a morte? Morra, e depois volte aqui para me dizer que opção você fez; e me diga se optou pela vida ou pela morte? Desta vez foi ele que ficou constrangido e sem resposta. G 23. temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.

Para pensar ( Será?)

Será que veremos algo assim? Minha intuição diz que é possível. O ônibus de Dilma. Imaginem vocês que possuam um ônibus. Ele esta na linha PT, ou seja, Paraisópolis-Trabalhadores. É o preferido da linha ao menos é o que dizem pouco mais da metade dos usuários ( dos brasileiros). A motorista chama-se Dilma. Ela parte de Paraisopolis com o tanque cheio e o ônibus vazio, é um retorno ( segundo mandato) para a Garagem e quer alcançar Trabalhadores. Esta na onda, no maior prestigio. Recebeu a faixa verde e amarela. Então chegam os caronas. Dilma querida tem lugar para mim? Deputados, senadores, governadores, candidatos a Ministro, todos querendo desfrutar da viagem da “preferida” da linha. A viagem corre tranqüila, e chega ao seu destino. Logo depois o ônibus apresenta algum defeito. Dilma espera a colaboração, a gratidão de seus caronas que só chegaram aos seus destinos por terem conseguido uma carona na linha PT. Todos se calam, ninguém ajuda, há uma omissão completa no ar, não se coçam, uma covardia, uma negação covarde de que todos esses caronas são uns coitados, que por si mesmo não se elegeriam. Um ou outro como exceção. Dilma, então, com os recursos que tem ao alcance tenta consertar o ônibus, reparar um dano que não foi causado por ela, mas pela conjunção da esperteza do concorrente e dos caronas, pois o dano foi justamente causado pelos caronas mais conhecidos e aproveitado politicamente pelos concorrentes (PSDB), e pela “folga” daqueles que se habituam a tirar vantagem em tudo. Dilma então acorda, vê que nunca pode nem poderá contar com eles. Manda que desçam do ônibus, e os substitui por passageiros comprometidos, que agora viajarão com ela em direção a Avenida Brasil. (Agenda Brasil) A viagem é longa e durará todo o mandato. Quem dormir no Ponto perde o ônibus. Quem viver verá! Kássia Zig Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.

Os vegetarianos( texto antigo)

Os vegetarianos eucarísticos. Depois que a Igreja sufocou sua missão sobrenatural, trocando toda a tradição por um discurso social, parece ter perdido a noção de que apenas o cumprimento das leis de Deus podem gerar uma sociedade justa. A nova noção de misericórdia infinita parece ter sufocado as condições obrigatórias da salvação, relativizando a Lei, cujo cumprimento, ou descumprimento já foram justificados pela infinita misericórdia divina como fruto e conseqüência da redenção. Tal proposição eu aprendia na década de 50 do século passado quando eu estudava no colégio Martinus de orientação luterana. Hoje a Igreja Católica ensina exatamente à mesma coisa. A abstração do aspecto sobrenatural numa simbologia relativista, esta clara, pois padres e Bispos, por exemplo, já não crêem no Inferno, e, portanto não há do que salvar as almas, transformando toda a dinâmica da igreja em uma técnica de minimizar culpas e tensões, pelo perdão infinito, sem exigir contrição, arrependimento, propósito de mudança e reparação. Então estamos diante da “Igreja das Obras”, onde a solidariedade, ou amor ao próximo. é garantia de salvação. Nesse delicado contexto a Comunhão Eucarística, abstraída da sua sobrenaturalidade, já não é sangue e corpo de Cristo, mas apenas símbolo, apenas trigo e vinho, frutos da terra e do trabalho dos homens. Daí concluímos que somos vegetarianos eucarísticos, pois já não comemos a Carne, nem bebemos o Sangue de Cristo, mas o trigo e a uva. Agravando esse quadro, introduziram na formula da consagração eucarística mais uma novidade: dizem... que vai se tornar para nós o corpo e o sangue de Cristo. Ora, o que vai se tornar para nós, não vai se tornar para os outros, ou seja, a presença real do Sangue e Corpo de Cristo na eucaristia torna-se dependente da fé, e se depende da nossa fé, já não é presença real, mas sim um ato de fé. Assim fica destruído o dogma de presença real eucarística por um símbolo dependente de quem tenha ou não fé. Quem não tem fé comunga farinha, quem não tem fé não viola a santidade desse sacramento, quem não tem fé não pode cometer sacrilégio ao pisar sobre as espécies nem celebrar missas negras. A eucaristia torna-se algo simbólico, nem ao menos sacramento será, quando muito um símbolo da divisão solidária do pão com os mais necessitados, ou apenas com o próximo. Feito isso, o resto é bobagem nos dizem os modernos padres e Bispos. Você não ira para o Céus, me disse um padre, pelo numero de vezes que comungou, mas sim pelo numero de pobres que atendeu. Ele esquece que se comungo dignamente é porque cumpro ou me esforço para cumprir os Mandamentos, e se assim faço, estou construindo um mundo de justiça. Se apenas tenho caridade pelo próximo e não cumpro os Mandamentos estou esquecendo a caridade para com Deus, e pecando contra o primeiro Mandamento: Amarás a Deus sobre todas as coisas. Compreendem? Deus não abandona ninguém, portanto não iremos ao Céu pelo número de pobres que atendemos, mas pela canônica união eucarística, máxima caridade para com Deus. E como conseqüência dessa justiça, gera-se a máxima caridade para com o próximo. Se isso te parece bobagem vamos continuar comendo farinha e bebendo vinho, pois quem come farinha e bebe vinho, não comunga indignamente nem comete sacrilégios: Continuaremos vegetarianos eucarísticos ate que com a morte possamos entender a frase: Fora da Igreja não há salvação. E quem não come a Carne e o Sangue de Cristo não está na Igreja, não corre em suas veias o sangue e a carne de Cristo, não participa do Corpo Místico do Senhor que é a Igreja. É o próprio Cristo que nos dirá: “Quem não come a minha carne e não bebe o meu sangue, não terá parte comigo”. Mas se vocês preferem farinha... G23. Hoje temos 11 Blogs, alguns podem ser acessados diretamente nessa página, clicando onde esta escrito, ACESSE CLICANDO ABAIXO, logo depois do Perfil, na margem esquerda. Muito obrigado pela visita.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Quando o dinheiro vira mercadoria.

Quando o meio de troca muda em bem de consumo. ( texto antigo) Acabo de ler uma resenha síntese da obra escrita por Henry George em 1879, titulada: “Desenvolvimento e Pobreza”. O autor nunca sofreu qualquer tipo de educação formal, foi um aventureiro, rejeitado inicialmente por não ter formação acadêmica, acabou fazendo enorme sucesso na Inglaterra e nos EUA. Ele é o autor do conceito de Renda Primaria ideologicamente ligada à posse de boas terras. Também pode ser considerado o pai do “imposto único”. Interessante, esse autor tinha idéias aproximadas à tecnologia da informática de hoje, sem nunca ter visto um computador, Ele havia observado que o acumulo de informações, como tudo tinha um limite. “Assim, o conceito de “Educação Universal”, ou Enciclopedista era uma presunção humana, que embotava a memória, como nos computadores, derrotava a criatividade, e não resolvia os problemas individuais”. Pelo contrario separava os homens os homens uns dos outros. Vejam que é o mesmo que acontece com computadores, pois quando suas memórias estão cheias, o computador se torna lento e vai perdendo a agilidade de resolver problemas e ate de comunicar-se. Assim Henry George, nascido em 1837 concluiu que um homem não deveria ocupar sua mente com conhecimentos desnecessários, mas apenas com conhecimentos necessários à solução de seus problemas cotidianos, ou seja, a necessidade de cada um, que difere das de qualquer outro, dirige a vocação ao conhecimento educacional especifico, dizendo ao individuo o que lhe é importante. Não vamos discutir isso, mas dessa tese, Henry George tenta elaborar uma teoria econômica, de base na finitude dos chamados bens primários, do valor da terra como renda primaria e da satisfação individual e comunitária como regra limite para a economia necessária. Esse pensamento tem algo de parecido com os trabalhos do alemão nascido em 1810 Hermann Gossen na sua obra “Evolução da Comunicação Humana e as Conseqüentes Regras do Comportamento Humano”. Esse autor é o pai das regras de Gossen, ou as três leis da saturação das necessidades. Dessa leitura, eu arrisco uma teoria, uma teoria de um leigo, pois não sou economista (acadêmico). Para minha compreensão o dinheiro é apenas o meio de troca para se adquirir bens de consumo e satisfação de necessidades finitas. É um símbolo e uma quantificação de alguma riqueza ou trabalho que nos permitiu sair do escambo para as trocas chamadas monetárias ou fiduciárias, porém, com o tempo, o dinheiro, por uma deformação de sua finalidade, passou a ser “Bem de Consumo”, ou seja, virou mercadoria, e hoje é o “Bem de Consumo” mais cobiçado. Então o dinheiro esta no topo da lei da oferta e da procura. Quando as Instituições Financeiras, retém o dinheiro, elas reduzem a oferta, e o dinheiro fica mais caro. O dinheiro então é vendido na forma de credito, sob o falso título de empréstimo, mas que na verdade é uma venda de numerário com altos lucros, sob a forma de juros, correção monetária, desvalorização do capital, etc. O fenômeno induz a inflação no comercio, pois gera a tendência de repassar os custos do dinheiro para o consumidor através da alta dos preços. Abstraído o comercio do dinheiro como bem de consumo, voltando ao conceito de meio de troca, podemos dizer que se um governo quisesse desenvolver o consumo e por esse meio o comercio e a indústria, e os serviços, ele deveria preocupar-se com a redistribuição da renda. Para Henry George isso também implica na redistribuição da renda primaria, ou seja, das terras, por ele considerada um bem primário e fonte de todas as riquezas. Para o Brasil de hoje o salário mínimo, por exemplo, poderia estar na ordem de $3500 Reais, ou algo próximo, para mais ou para menos; e porque isso é impossível? Porque o maior consumo e poder de compra de todos, fazendo girar o comércio interno sem recorrer a empréstimos, enfraquece o mercado de capitais, ou seja, a maquina ou sistema de venda de dinheiro como bem de consumo. É necessário para as instituições financeiras de qualquer espécie que os indivíduos necessitem de consumir dinheiro caríssimo, para adquirir bens necessários à dignidade humana, sendo que esses bens adquiridos já não têm durabilidade, ou seja, o bem necessário para as necessidades humanas, passa a ser o intermediário, a desculpa para vender dinheiro. (O QUE SIGNIDICA QUE O CAPITAL APLICADO no comercio DESVALORIZA RAPIDAMENTE) O bem de consumo intermediário não tem estabilidade de valor de revenda (pois são riquezas que se depreciam, desvalorizando ainda mais o trabalho humano fonte de toda riqueza). Assim, para melhor explicar, se você empresta dinheiro para comprar um automóvel, ou o financia você estará pagando não o automóvel, mas o dinheiro que emprestou ou o financiamento que assumiu, enquanto o bem comprado (intermediário) perde rapidamente valor. Ora, essa é a formula do empobrecimento do individuo e das massas, com o controle da procura e da oferta de dinheiro, se obtém a garantia de escravidão econômica da maioria, ou como dizem outros: você se torna refém do sistema financeiro; você já não usa de meios de troca como símbolo e quantificação de seu trabalho ou satisfação de suas necessidades básicas, mas você se obriga a consumir dinheiro,para pagar dinheiro, da mesma forma que um viciado em drogas se obriga a consumir seu vicio. Se você é escravo das drogas, por analogia, você se torna escravo do dinheiro, num circulo vicioso, sem saída, que escraviza uns, e libera pelo “acumulo do trabalho alheio” uma minoria de absurdamente ricos (que se apropriam desse “Bem de Consumo” chamado capital). A solução possível esta justamente na retomada da noção da importância da terra e do trabalho, como fontes de desenvolvimento, ou seja, é o trabalho e os bens primários que geram a riqueza, e não o capital. A “Bandeira do Capital Necessário” é a essência da venda de dinheiro, como se esse de per si, que é o acumulo do trabalho alheio na forma de meios de troca, fosse à verdadeira fonte absolutamente necessária na produção, nas trocas, no comercio, e no desenvolvimento. É o trabalho do homem sobre a matéria prima obtida no seu entorno, ou seja, o meio ambiente, ou ainda como querem outros, o uso racional da terra e do subsolo, que geram o desenvolvimento, saciam as necessidades humanas, sempre numa perspectiva da compreensão da finitude e limites do homem e do meio. As necessidades humanas devem ser finitas. A crise do meio ambiente é real, a crise financeira é falsa, produzida pelos homens do capital para se apropriarem da liberdade dos homens, e das riquezas primarias, num ciclo doentio e perverso de gula, cobiça, acumulo e luxuria. Procurem por esses autores aqui citados, eles explicarão melhor do que eu, esses fenômenos “eco-nômicos”, afinal esse texto é uma interpretação muito pessoal. Muito minha. G23. OBS: Escrevi eco-nômicos, com hifem para lembrar um antigo conceito, eco, de oikós do grego: casa ou meio ambiente onde se vive e Nomia, a ciência de nomear, ou dar nome, e, portanto valor as coisas que nos rodeiam. 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