Seja bem vindo.

O Grupo de Estudos 23 de Outubro mantém 11 Blogs, eles falam de moralidade, política, nacionalismo, sociedade e Fé. Se você gostar inscreva-se como seguidor, ou divulgue nosso Blog clicando sobre o envelope marcado com uma flecha ao fim de cada texto. Agradecemos seu comentário. Obrigado pela visita.
www.G23Presidente.blogspot.com




wallacereq@gmail.com.







quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

O Ministério Invisível.

O Ministério Invisível.
O Ministério de Comercio Exterior da China Popular.
Em exatos 22 anos atrás (1988) eu vivia nos EUA. Certa manhã um jovem chinês de pouco mais de vinte anos se aproximou. Poliglota, falava fluentemente o espanhol, o inglês, o francês e certamente alguns dos dialetos de seu território pátrio. Á principio pensei tratar-se de um policial de imigração, ou um daqueles agentes da policia especializada no combate ao trafico de drogas. Digamos que suas freqüentes perguntas eram um tanto inconveniente. Depois descobri que era um Agente do Ministério Invisível, o Ministério de Comercio Exterior da China Popular. Nunca me preocupei em verificar a veracidade do que me contou, portanto vendo o peixe como comprei à época.
A China através de imagens de satélites captada e pirateada de todas as tecnologias possíveis estudava o mundo. Sabiam o que todos os países poderiam produzir, onde estavam seus recursos minerais, sua principal e secundarias fontes energéticas, e, portanto poderiam prever suas carências e seus pontos fortes. Nunca se preocupavam com a moeda e seu valor, pois isso para eles era apenas um entre os muitos meios de troca. Preocupavam-se com a relação trabalho, matéria prima e consumo nada mais. Filhos de uma China Materialista e Comunista, seus conceitos sobre a propriedade do Planeta nada tem com os nossos. Viam e estudavam o planeta como sendo sua própria casa, e os limites que se apresentassem viam com problemas a serem resolvidos. Eu procurava mostrar ao jovem, que muito acima dos olhos dos satélites e desse universalismo do Estado Chinês, estava os olhos de Deus, o que tornava aquelas providências estratégicas do Ministério Invisível quase uma brincadeira de crianças, pois Deus planejava cosmicamente, e que sua atuação, num piscar de olhos poderia mudar não só o espaço físico do planeta, como alterar todos os meios de produção como também todas as necessidades de consumo. Ele fingia entender, e ria, pois para ele, o Homem e suas relações econômicas é o Senhor do Planeta. Não discutíamos nunca se discute em país estranho.
Todavia, a principio me apavorou a idéia do avançado estágio do projeto chinês, mas depois pensei, se eles podem, nós também podemos, e em vez de rejeitar, passei a apreender. No estagio em que estavam o Ministério Invisível já havia mandado jovens chineses para conviverem com a juventude norte americana, e os estavam enviando a todos os países. Eles procuravam saber até que ponto o cidadão comum conhecia as possibilidades econômicas de seu país de origem, de seu próprio país. Depois procuravam saber como os jovens consumiam; seus sonhos, paixões e vícios. Essas informações eram repassadas aos primeiros do Ministério Invisível, que então elaboravam as estratégias de produção. Esses jovens tinham como preocupação primeira, observar como são corruptíveis os diversos povos, e qual a sua ambição passional, pois essa, é via da regra, o ponto cego de um povo, o ponto onde o agente pode trabalhar com liberdade. E assim agiam. Meninos chineses de pouco mais de vinte anos, sabiam mais sobre as possibilidades econômicas do mundo, do que os mestres de Israel, com um agravante, a regra de seus jogos, em nada obedecem à moral judeu cristã.
Como eu não sou um homem ambicioso, guardei essas coisas em meu coração. Hoje tenho absoluta convicção, que a economia do mundo depende muito mais dos olhos divinos, e seu querer, do que todo o esforço de planejamento dos homens e sua tecnologia. Em micro escala, vejam, por exemplo, o caso do Haiti. Ainda que você leitor diga foi um fenômeno natural, aquele terremoto alterou pelas raízes todo e qualquer planejamento de produção e consumo. O mesmo acontecerá com o Planeta inteiro. A Relação indissolúvel dos Céus com a Terra, ensinada por Jesus Cristo em sua única oração, o Pai Nosso, nos diz: Seja feita a tua vontade, assim no Céu, assim na Terra. Essa premissa é à base da solidariedade humana diante da onipotência dos acontecimentos incontroláveis. Mas Jesus não nos ensinou a passividade, mas a cumplicidade ativa com os projetos da Sabedoria no Céu e na Terra, pelo comportamento moral, ou seja, o Céu influencia o homem, e o homem pelo seu comportamento influencia o Céu. Lindo isso, pois é a chave do Amor Solidário para com Deus e para com o próximo.
Esse texto soa como uma parábola enigmática, todavia, e é o Mestre que nos ensina, as parábolas servem para que os homens; vendo não enxerguem, ouvindo não compreendam, embora haja sempre entre nós os que entendem, ouvem e colocam em ação o que Deus nos vai inspirando. Como leite, para os principiantes, como solido alimento para os que já estão fortalecidos na luta.

Que o sorriso chinês não os engane. Não são eles os inimigos, eles como nós, somos criaturas de Deus,criaturas passageiras dessa mesma nave espacial chamada Terra. O inimigo é a ideologia que despreza Deus, e transfere ao homem, na sua pequenez o controle da vida, e o domínio do próximo como um mero instrumento da força de trabalho e consumo na manutenção do sistema econômico de manutenção da dependência servil. A dependência a Deus é ato voluntario, livre, manifesto. Assim Deus, quando reconhece seu rebanho, cuida dele e os agrupa no seu redil que supera em muito o Ministério Invisível dos Homens nas suas relações de domínio. O cristão verdadeiro não se submete ao domínio econômico, porque o domínio econômico pertence ao Mundo, e a orientação do Cristão é a Eternidade. Cristo nos ensina: Nos livre do mal, mas não nos tire do mundo.
Isso de maneira alguma significa professar a igualdade, isso significa professar que todos nós somos imagem e semelhança de Deus, e como tais, na mesma dignidade, cooperamos com Ele, não só para a preservação do Planeta e da Vida, como da preservação do papel que tem a Vida e o Planeta nos planos cósmicos de Deus. O contesto é esse.
A crise, nos trás de volta a nossa pequenez biológica mais elementar, comer e beber, nos protegermos do frio e do calor, procriar vida. A crise nos tras de volta ao amor e temor a Deus.




Conheça os blogs do grupo G23 de Outubro
grupog23deoutubro@gmail.com

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Faça seu comentário. Obrigado pela visita.