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sábado, 28 de fevereiro de 2009

A Igreja e a Escravatura.

Embora, a questão da escravatura, possa ser estudada desde os Evangelhos, existe para os interessados, alguns suportes eruditos e descritivos, como A Igreja e a Escravidão.Uma analise Documental de José Geraldo Vidigal de Carvalho editora Presença Rio de Janeiro 1985; O Negro e a Igreja, de Jõao Evangelista Martins Terra, ed.Loyola 1983; Biblia, Igreja e Escravidão, Revista de Cultura Biblica volume setimo, 26-27; Escravidão de Americo Jacobina Lacombe em Communio, de outrobro de 1987.
Esses textos podem ajudar a argumentação de brancos e negros diante do sofrimento do cristianismo em sua caminhada.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Patriarca Requião em Nova Versão

O Patriarca Requião em nova versão.via grupog23 de Grupo G23 em 15/09/08
O Patriarca Requião.
Embora seja o primeiro dos Requião a chegar ao Paraná, Luiz Antônio Requião, o patriarca, cuja vida, em alguns aspectos continua nebulosa, é o motivo principal quer tenho para elaboração desse artigo. Lançar alguma luz.Luiz Antônio é o bisavô do Governador Roberto Requião pela linha materna. Pai, portanto, de Euclides Requião, avô pela linha materna, do Governador.Dele não se conhece imagem. Ele era um Abraão, um homem que deixou tudo, e veio para a “Terra Prometida”, o Paraná, embora, não por uma promessa de Deus, mas a serviço da Igreja e do Imperador Dom Pedro II. Era natural da Bahia. Assumiu o Posto de Inspetor Geral de Rendas Publicas do Governo Imperial, algo como Coletor de Impostos, tomando posse, conforme documento original, em 17 de Junho de 1849, na nossa, então, 5a Comarca de São Paulo. Embora haja uma insegurança nessa data, que pela grafia do documento, tanto pode ser 1849 ou 1879, e trinta anos fazem diferença. Fazem diferença porque a primeira diz respeito ao período histórico anterior a emancipação do Paraná e a segunda é posterior, embora ambas, ainda no período imperial. Advogo que seja a primeira, pois tendo casado em 1861 haveria, Luiz Antônio, de estar empregado e seguro. Nunca pude saber se veio ao Paraná, em nome da Igreja, ou se veio assumir o tal cargo do Império.Um número considerável de documentos assinados por ele, existentes no Arquivo Público do Paraná, sugerem que ele informava as estatísticas da Comarca, dando ciência ao imperador, ou aos seus servidores mais graduados, e coletava os impostos. Se tomarmos como exatos os numero que nos trazem as anotações do historiador Romário Martins, podemos aquilatar a importância que haveria de ter tal cidadão. O Paraná todo, possuía então, (1858) 69.380 (sessenta e nove mil e trezentos e oitenta) habitantes e inexistia estrada transitável por rodas. A região de Curitiba tinha cerca de 6000 almas, e nesse contexto, um Coletor Imperial haveria de ter sua importância social.
Desde 1811, com a atuação de Pedro Joaquim Correia de Sá, o Paraná ansiava pela emancipação. Embora houvesse outros movimentos emancipatorios, como o de Bento Viana em 1821, ou a Revolução Liberal de 1842, foi mesmo no Senado Imperial, que se resolveu a emancipação de nosso Estado. Não seria temerário afirmar, que desses informes e impostos transferidos, por Luiz Antônio Requião, algo de positivo possa ter tido peso e influência na questão da emancipação, que foi como já disse, ato eminentemente político, liberando, ao menos administrativamente, o nosso estado, do seu vizinho São Paulo. Embora a emancipação política de nosso estado tenha ocorrido em 1853, sob o ponto de vista econômico, nosso estado continua sendo sugado, pelo estado vizinho, que faz o papel de um mini EUA, dentro do Brasil. Os paranaenses não parecem ter perfeita consciência desse fenômeno, que faz e mantém o Paraná um escravo do estado vizinho.Antiga tradição familiar nos conta, porém, que ao chegar ao Paraná, Luiz Antônio, era ainda um “Formigão”, um seminarista que portava o habito religioso carmelita sem ter feito, no entanto, seus votos permanentes. O uso de seminaristas no serviço do Império era algo comum, pois esses eram primorosamente alfabetizados, conheciam o latim, contabilidade, e humanidades, além, é claro, de noções do direito Eclesial e Civil. Alguns padres tiveram vida notável na política do Paraná como, por Exemplo, o Pe. Francisco Chagas Lima, e, na verdade, em todo o Brasil. Luiz Antônio, diferentemente, não fez carreira sacerdotal, casando-se, como já dissemos, em 1861 com uma das filhas de Cândido Martins Lopes, fundador de nosso primeiro jornal.Cláudio Veiga, atual presidente da Academia Baiana de Letras, em recente livro sobre a vida do deputado e empresário da imprensa baiana, Altamirano Requião, o emérito fundador e proprietário do prestigiado jornal baiano “Diário de Noticias”; relatando um pouco de seus familiares e antepassados baianos que se espalharam pelo Brasil, nos dá algumas pistas sobre a localidade de origem de Luiz Antônio Requião. Município de Cachoeira, na Bahia, seria o seu verdadeiro berço.Sabemos, pela “Genealogia Paranaense”, de Francisco Negrão, que era filho de seu homônimo, Luiz Antônio Requião e Constância Maria Dias, ambos baianos. Casou-se em 31 Agosto de 1861, em Curitiba, com a jovem Gertrudes da Silva Lopes, ela era natural do Rio e uma (a quarta) entre os dez filhos de Cândido Martins Lopes. Cândido tipografo, jornalista, Juiz de Paz, e chefe de policia, era o prestigiado fundador do primeiro jornal do Paraná emancipado: “O Dezenove de Dezembro”. Gertrudes Lopes, agora senhora Luiz Antônio Requião, era pianista. Pequenina, um dos seus sapatos, guardado pela família, é quase um sapato de criança, embora tenha tido ela, grande vigor e muitos filhos.Seus oito filhos:(1) Edmundo Requião, nascido em 9 de Agosto de 1862 e casado com Francisca Leal Requião em 24 de Dezembro de 1887. Foi comerciante em Paranaguá e Foz do Iguaçu. (paira sobre ele se era ou não militar, (Major telegrafísta), pois seu nome esta ligado a história da fundação da cidade de Prudentópolis e da Vila Militar de Foz do Iguaçu). Seu nome é encontrado também na ata de fundação da Santa Casa de Misericórdia em Curitiba, e na história dos primórdios de Foz do Iguaçu. Francisco Negrão, no entanto, em obra de 1934, o apresenta como prospero comerciante em Foz e Paranaguá.Tiveram três filhos.(2) Virgílio Requião casado com Rosa Gonçalves Guimarães Requião. Virgílio Requião era homem tão forte que estourava uma maçã, apenas apertando-a com a mão.(3) Constança Requião, falecida em 1881.(4) Getúlio Requião, casado com Cândida Pereira Requião.(5) Euclides (Lopes) Requião (Avô Materno do Governador) casado em 26 de Dezembro de 1900, em Guarapuava com Cristhiana Keinert. Teve próspero comercio em Curitiba, gráfica em Guarapuava e Hotel em Prudentópolis. Faz parte, com Lívio Moreira, e outros, dos históricos fundadores da Radio Clube Paranaense, a primeira radio do Estado. Tiveram oito filhos.(6) Aníbal Requião (Patrono do Cinema no Paraná, fundador do Cine Smart) casado em 15 de Junho de 1897 com Carolina Correia Requião ela filha do Comendador Prisciliano Correia. Aníbal foi o autor das primeiras imagens cinematográficas das Cataratas do Iguaçu e Sete Quedas, fundador das Papelarias Requião, da Livraria Econômica, da Casa Vítrix, e do primeiro cinema do Paraná, que era, seis anos anterior ao célebre cinema de Francisco Serrador.Tiveram três filhos.(7) Judith Requião, solteira.(8) Esther Requião Von Meien ( a garota que recebeu Dom Pedro II em 1880, conforme registrou a imprensa, e o acompanhou em sua carruagem do Caminho da Graciosa ao Palácio Avenida ( Rua das Flores com Rua da Liberdade) que era a sede do Governo); ela viúva de Artur von Meien. Fundaram, em Curitiba a Casa Cristal.Tiveram oito filhos.
Desses oito filhos de Luiz Antônio Requião, e netos, obviamente, descendem, praticamente todos os Requião do Paraná.
Wallace Requião de Mello e Silva.

O Patriarca Requião em nova versão.

O Patriarca Requião em nova versão.via grupog23 de Grupo G23 em 15/09/08
O Patriarca Requião.
Embora seja o primeiro dos Requião a chegar ao Paraná, Luiz Antônio Requião, o patriarca, cuja vida, em alguns aspectos continua nebulosa, é o motivo principal quer tenho para elaboração desse artigo. Lançar alguma luz.Luiz Antônio é o bisavô do Governador Roberto Requião pela linha materna. Pai, portanto, de Euclides Requião, avô pela linha materna, do Governador.Dele não se conhece imagem. Ele era um Abraão, um homem que deixou tudo, e veio para a “Terra Prometida”, o Paraná, embora, não por uma promessa de Deus, mas a serviço da Igreja e do Imperador Dom Pedro II. Era natural da Bahia. Assumiu o Posto de Inspetor Geral de Rendas Publicas do Governo Imperial, algo como Coletor de Impostos, tomando posse, conforme documento original, em 17 de Junho de 1849, na nossa, então, 5a Comarca de São Paulo. Embora haja uma insegurança nessa data, que pela grafia do documento, tanto pode ser 1849 ou 1879, e trinta anos fazem diferença. Fazem diferença porque a primeira diz respeito ao período histórico anterior a emancipação do Paraná e a segunda é posterior, embora ambas, ainda no período imperial. Advogo que seja a primeira, pois tendo casado em 1861 haveria, Luiz Antônio, de estar empregado e seguro. Nunca pude saber se veio ao Paraná, em nome da Igreja, ou se veio assumir o tal cargo do Império.Um número considerável de documentos assinados por ele, existentes no Arquivo Público do Paraná, sugerem que ele informava as estatísticas da Comarca, dando ciência ao imperador, ou aos seus servidores mais graduados, e coletava os impostos. Se tomarmos como exatos os numero que nos trazem as anotações do historiador Romário Martins, podemos aquilatar a importância que haveria de ter tal cidadão. O Paraná todo, possuía então, (1858) 69.380 (sessenta e nove mil e trezentos e oitenta) habitantes e inexistia estrada transitável por rodas. A região de Curitiba tinha cerca de 6000 almas, e nesse contexto, um Coletor Imperial haveria de ter sua importância social.
Desde 1811, com a atuação de Pedro Joaquim Correia de Sá, o Paraná ansiava pela emancipação. Embora houvesse outros movimentos emancipatorios, como o de Bento Viana em 1821, ou a Revolução Liberal de 1842, foi mesmo no Senado Imperial, que se resolveu a emancipação de nosso Estado. Não seria temerário afirmar, que desses informes e impostos transferidos, por Luiz Antônio Requião, algo de positivo possa ter tido peso e influência na questão da emancipação, que foi como já disse, ato eminentemente político, liberando, ao menos administrativamente, o nosso estado, do seu vizinho São Paulo. Embora a emancipação política de nosso estado tenha ocorrido em 1853, sob o ponto de vista econômico, nosso estado continua sendo sugado, pelo estado vizinho, que faz o papel de um mini EUA, dentro do Brasil. Os paranaenses não parecem ter perfeita consciência desse fenômeno, que faz e mantém o Paraná um escravo do estado vizinho.Antiga tradição familiar nos conta, porém, que ao chegar ao Paraná, Luiz Antônio, era ainda um “Formigão”, um seminarista que portava o habito religioso carmelita sem ter feito, no entanto, seus votos permanentes. O uso de seminaristas no serviço do Império era algo comum, pois esses eram primorosamente alfabetizados, conheciam o latim, contabilidade, e humanidades, além, é claro, de noções do direito Eclesial e Civil. Alguns padres tiveram vida notável na política do Paraná como, por Exemplo, o Pe. Francisco Chagas Lima, e, na verdade, em todo o Brasil. Luiz Antônio, diferentemente, não fez carreira sacerdotal, casando-se, como já dissemos, em 1861 com uma das filhas de Cândido Martins Lopes, fundador de nosso primeiro jornal.Cláudio Veiga, atual presidente da Academia Baiana de Letras, em recente livro sobre a vida do deputado e empresário da imprensa baiana, Altamirano Requião, o emérito fundador e proprietário do prestigiado jornal baiano “Diário de Noticias”; relatando um pouco de seus familiares e antepassados baianos que se espalharam pelo Brasil, nos dá algumas pistas sobre a localidade de origem de Luiz Antônio Requião. Município de Cachoeira, na Bahia, seria o seu verdadeiro berço.Sabemos, pela “Genealogia Paranaense”, de Francisco Negrão, que era filho de seu homônimo, Luiz Antônio Requião e Constância Maria Dias, ambos baianos. Casou-se em 31 Agosto de 1861, em Curitiba, com a jovem Gertrudes da Silva Lopes, ela era natural do Rio e uma (a quarta) entre os dez filhos de Cândido Martins Lopes. Cândido tipografo, jornalista, Juiz de Paz, e chefe de policia, era o prestigiado fundador do primeiro jornal do Paraná emancipado: “O Dezenove de Dezembro”. Gertrudes Lopes, agora senhora Luiz Antônio Requião, era pianista. Pequenina, um dos seus sapatos, guardado pela família, é quase um sapato de criança, embora tenha tido ela, grande vigor e muitos filhos.Seus oito filhos:(1) Edmundo Requião, nascido em 9 de Agosto de 1862 e casado com Francisca Leal Requião em 24 de Dezembro de 1887. Foi comerciante em Paranaguá e Foz do Iguaçu. (paira sobre ele se era ou não militar, (Major telegrafísta), pois seu nome esta ligado a história da fundação da cidade de Prudentópolis e da Vila Militar de Foz do Iguaçu). Seu nome é encontrado também na ata de fundação da Santa Casa de Misericórdia em Curitiba, e na história dos primórdios de Foz do Iguaçu. Francisco Negrão, no entanto, em obra de 1934, o apresenta como prospero comerciante em Foz e Paranaguá.Tiveram três filhos.(2) Virgílio Requião casado com Rosa Gonçalves Guimarães Requião. Virgílio Requião era homem tão forte que estourava uma maçã, apenas apertando-a com a mão.(3) Constança Requião, falecida em 1881.(4) Getúlio Requião, casado com Cândida Pereira Requião.(5) Euclides (Lopes) Requião (Avô Materno do Governador) casado em 26 de Dezembro de 1900, em Guarapuava com Cristhiana Keinert. Teve próspero comercio em Curitiba, gráfica em Guarapuava e Hotel em Prudentópolis. Faz parte, com Lívio Moreira, e outros, dos históricos fundadores da Radio Clube Paranaense, a primeira radio do Estado. Tiveram oito filhos.(6) Aníbal Requião (Patrono do Cinema no Paraná, fundador do Cine Smart) casado em 15 de Junho de 1897 com Carolina Correia Requião ela filha do Comendador Prisciliano Correia. Aníbal foi o autor das primeiras imagens cinematográficas das Cataratas do Iguaçu e Sete Quedas, fundador das Papelarias Requião, da Livraria Econômica, da Casa Vítrix, e do primeiro cinema do Paraná, que era, seis anos anterior ao célebre cinema de Francisco Serrador.Tiveram três filhos.(7) Judith Requião, solteira.(8) Esther Requião Von Meien ( a garota que recebeu Dom Pedro II em 1880, conforme registrou a imprensa, e o acompanhou em sua carruagem do Caminho da Graciosa ao Palácio Avenida ( Rua das Flores com Rua da Liberdade) que era a sede do Governo); ela viúva de Artur von Meien. Fundaram, em Curitiba a Casa Cristal.Tiveram oito filhos.
Desses oito filhos de Luiz Antônio Requião, e netos, obviamente, descendem, praticamente todos os Requião do Paraná.
Wallace Requião de Mello e Silva.

O Patriarca Requião em nova versão.

O Patriarca Requião em nova versão.via grupog23 de Grupo G23 em 15/09/08
O Patriarca Requião.
Embora seja o primeiro dos Requião a chegar ao Paraná, Luiz Antônio Requião, o patriarca, cuja vida, em alguns aspectos continua nebulosa, é o motivo principal quer tenho para elaboração desse artigo. Lançar alguma luz.Luiz Antônio é o bisavô do Governador Roberto Requião pela linha materna. Pai, portanto, de Euclides Requião, avô pela linha materna, do Governador.Dele não se conhece imagem. Ele era um Abraão, um homem que deixou tudo, e veio para a “Terra Prometida”, o Paraná, embora, não por uma promessa de Deus, mas a serviço da Igreja e do Imperador Dom Pedro II. Era natural da Bahia. Assumiu o Posto de Inspetor Geral de Rendas Publicas do Governo Imperial, algo como Coletor de Impostos, tomando posse, conforme documento original, em 17 de Junho de 1849, na nossa, então, 5a Comarca de São Paulo. Embora haja uma insegurança nessa data, que pela grafia do documento, tanto pode ser 1849 ou 1879, e trinta anos fazem diferença. Fazem diferença porque a primeira diz respeito ao período histórico anterior a emancipação do Paraná e a segunda é posterior, embora ambas, ainda no período imperial. Advogo que seja a primeira, pois tendo casado em 1861 haveria, Luiz Antônio, de estar empregado e seguro. Nunca pude saber se veio ao Paraná, em nome da Igreja, ou se veio assumir o tal cargo do Império.Um número considerável de documentos assinados por ele, existentes no Arquivo Público do Paraná, sugerem que ele informava as estatísticas da Comarca, dando ciência ao imperador, ou aos seus servidores mais graduados, e coletava os impostos. Se tomarmos como exatos os numero que nos trazem as anotações do historiador Romário Martins, podemos aquilatar a importância que haveria de ter tal cidadão. O Paraná todo, possuía então, (1858) 69.380 (sessenta e nove mil e trezentos e oitenta) habitantes e inexistia estrada transitável por rodas. A região de Curitiba tinha cerca de 6000 almas, e nesse contexto, um Coletor Imperial haveria de ter sua importância social.
Desde 1811, com a atuação de Pedro Joaquim Correia de Sá, o Paraná ansiava pela emancipação. Embora houvesse outros movimentos emancipatorios, como o de Bento Viana em 1821, ou a Revolução Liberal de 1842, foi mesmo no Senado Imperial, que se resolveu a emancipação de nosso Estado. Não seria temerário afirmar, que desses informes e impostos transferidos, por Luiz Antônio Requião, algo de positivo possa ter tido peso e influência na questão da emancipação, que foi como já disse, ato eminentemente político, liberando, ao menos administrativamente, o nosso estado, do seu vizinho São Paulo. Embora a emancipação política de nosso estado tenha ocorrido em 1853, sob o ponto de vista econômico, nosso estado continua sendo sugado, pelo estado vizinho, que faz o papel de um mini EUA, dentro do Brasil. Os paranaenses não parecem ter perfeita consciência desse fenômeno, que faz e mantém o Paraná um escravo do estado vizinho.Antiga tradição familiar nos conta, porém, que ao chegar ao Paraná, Luiz Antônio, era ainda um “Formigão”, um seminarista que portava o habito religioso carmelita sem ter feito, no entanto, seus votos permanentes. O uso de seminaristas no serviço do Império era algo comum, pois esses eram primorosamente alfabetizados, conheciam o latim, contabilidade, e humanidades, além, é claro, de noções do direito Eclesial e Civil. Alguns padres tiveram vida notável na política do Paraná como, por Exemplo, o Pe. Francisco Chagas Lima, e, na verdade, em todo o Brasil. Luiz Antônio, diferentemente, não fez carreira sacerdotal, casando-se, como já dissemos, em 1861 com uma das filhas de Cândido Martins Lopes, fundador de nosso primeiro jornal.Cláudio Veiga, atual presidente da Academia Baiana de Letras, em recente livro sobre a vida do deputado e empresário da imprensa baiana, Altamirano Requião, o emérito fundador e proprietário do prestigiado jornal baiano “Diário de Noticias”; relatando um pouco de seus familiares e antepassados baianos que se espalharam pelo Brasil, nos dá algumas pistas sobre a localidade de origem de Luiz Antônio Requião. Município de Cachoeira, na Bahia, seria o seu verdadeiro berço.Sabemos, pela “Genealogia Paranaense”, de Francisco Negrão, que era filho de seu homônimo, Luiz Antônio Requião e Constância Maria Dias, ambos baianos. Casou-se em 31 Agosto de 1861, em Curitiba, com a jovem Gertrudes da Silva Lopes, ela era natural do Rio e uma (a quarta) entre os dez filhos de Cândido Martins Lopes. Cândido tipografo, jornalista, Juiz de Paz, e chefe de policia, era o prestigiado fundador do primeiro jornal do Paraná emancipado: “O Dezenove de Dezembro”. Gertrudes Lopes, agora senhora Luiz Antônio Requião, era pianista. Pequenina, um dos seus sapatos, guardado pela família, é quase um sapato de criança, embora tenha tido ela, grande vigor e muitos filhos.Seus oito filhos:(1) Edmundo Requião, nascido em 9 de Agosto de 1862 e casado com Francisca Leal Requião em 24 de Dezembro de 1887. Foi comerciante em Paranaguá e Foz do Iguaçu. (paira sobre ele se era ou não militar, (Major telegrafísta), pois seu nome esta ligado a história da fundação da cidade de Prudentópolis e da Vila Militar de Foz do Iguaçu). Seu nome é encontrado também na ata de fundação da Santa Casa de Misericórdia em Curitiba, e na história dos primórdios de Foz do Iguaçu. Francisco Negrão, no entanto, em obra de 1934, o apresenta como prospero comerciante em Foz e Paranaguá.Tiveram três filhos.(2) Virgílio Requião casado com Rosa Gonçalves Guimarães Requião. Virgílio Requião era homem tão forte que estourava uma maçã, apenas apertando-a com a mão.(3) Constança Requião, falecida em 1881.(4) Getúlio Requião, casado com Cândida Pereira Requião.(5) Euclides (Lopes) Requião (Avô Materno do Governador) casado em 26 de Dezembro de 1900, em Guarapuava com Cristhiana Keinert. Teve próspero comercio em Curitiba, gráfica em Guarapuava e Hotel em Prudentópolis. Faz parte, com Lívio Moreira, e outros, dos históricos fundadores da Radio Clube Paranaense, a primeira radio do Estado. Tiveram oito filhos.(6) Aníbal Requião (Patrono do Cinema no Paraná, fundador do Cine Smart) casado em 15 de Junho de 1897 com Carolina Correia Requião ela filha do Comendador Prisciliano Correia. Aníbal foi o autor das primeiras imagens cinematográficas das Cataratas do Iguaçu e Sete Quedas, fundador das Papelarias Requião, da Livraria Econômica, da Casa Vítrix, e do primeiro cinema do Paraná, que era, seis anos anterior ao célebre cinema de Francisco Serrador.Tiveram três filhos.(7) Judith Requião, solteira.(8) Esther Requião Von Meien ( a garota que recebeu Dom Pedro II em 1880, conforme registrou a imprensa, e o acompanhou em sua carruagem do Caminho da Graciosa ao Palácio Avenida ( Rua das Flores com Rua da Liberdade) que era a sede do Governo); ela viúva de Artur von Meien. Fundaram, em Curitiba a Casa Cristal.Tiveram oito filhos.
Desses oito filhos de Luiz Antônio Requião, e netos, obviamente, descendem, praticamente todos os Requião do Paraná.
Wallace Requião de Mello e Silva.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Um Judeu Negro na Presidência.

Um Judeu Negro na Presidência dos EUA.

Eu quero que você leia este texto como uma hipótese. Leia com atenção e procure confirmar os dados que trago aqui. Não me acuse de anti- semita ou caluniador, mas procure entender minhas razões, que são as mesmas razões da Criação da ONU.
Em 1984 a imprensa européia e mesmo alguns setores da imprensa americana divulgavam uma controvertida operação militar de Israel na África, que teria resgato 7000 pessoas da Etiópia. Com esse ato político militar, ficavam garantidos alguns direitos comerciais sobre a exploração de diamantes e outras riquezas africanas. Tratava-se, diziam, da operação Moisés, que resgatava judeus negros da tribo de DAN que teriam se radicado nas imediações das minas do Rei Salomão na Etiópia. Eles são chamado falashas, (palavra que dá origem ao termo português falácia ( mentira, falsidade), mas que se traduziria por conveniência em “estrangeiros”. Descriminados em Israel, os judeus negros agruparam-se em guetos isolados nas “ favelas” do Povo de Deus.
Essa convivência não foi pacífica, pois os judeus negros, acreditavam não haver judeus brancos, e que estes são usurpadores do estatus de judeus, e também, desconfiaram das “escrituras dos judeus brancos”. Os brancos por sua vez, exigiram uma nova conversão, a reeducação, a obediência aos judeus brancos e a extinção de alguns sacrifícios (que lembram os sacrifícios humanos praticado delo Povo Eleito).
Embora não se fale disso, houve um movimento político interno em Israel, para a integração desses “imigrantes forçados” e não assimilados. Os judeus Negros da Etiópia.
Mais ou menos em 1987/88 houve um celebre caso do atropelamento de uma criança negra por um judeu ortodoxo em New York, houve um conflito sério, que acabou sendo contornado pela eleição de um prefeito negro em New York. Em seguida, outro evento, envolvendo um policial branco e um negro, fez ou provocou um conflito bárbaro na Califórnia (se não me engano) onde, me perece, os negros colocaram fogo em Los Angeles.
Os negros dos EUA, desde a guerra racial, sempre pregaram a fertilidade, pois um dia, seriam maioria naquele país, e elegeriam um presidente Negro. Aos poucos foram forçando leis nesse sentido, exigindo a presença de negros nos filmes, nos cargos públicos, nas escolas Etc. E o seu numero proporcional aumentava assustadoramente nos EUA. Alarmados, setores de ultra direita, e esquerda, ligados aos grandes grupos financeiros daquele país, e ao setor automotivo e petroleiro, quase todo na mão de grandes empresários e tradicionais famílias de Judeus, tomaram a dianteira, perceberam o andar da carruagem. Esse andar determinou algumas providências políticas: criar via mídia, uma liderança negra, cristã (chegaram a pensar em muçulmana), mas vinculada ao capital judeu. Então, eis a minha hipótese, construíram, numa seqüência de fatos políticos bem encadeados, um negro, de origem africana, cristão, senador, com história pública bem construída, ligado a uma família de judeus brancos (bonzinhos, sem preconceitos raciais), que acabou aglutinando as populações americanas (esse negro é um “falasha”, um negro de remota ascendência Etíope, preparado e construído, para assumir a presidência dos EUA sem levantar suspeitas). Ele terá algumas missões, indenizar as instituições sionistas dos EUA (instituições financeiras) e ajudar, em nome da sociedade americana, os bancos, a indústria de automóvel, armas, e petróleo, tudo na mão de grupos judeus, como você poderá confirmar (no futuro) sem grandes dificuldades pela imprensa mundial. A posse política insuspeita e popular da Maior e mais Potente economia do mundo, e sua escravização, e docilidade aos interesses de Israel, parece ser o “Fato Político” decisivo pára a construção do Governo Mundial Sionista, que nós todos, iludidos, estamos trabalhando a favor.
A minha hipótese é essa. Aos poucos, à medida que for achando dados, que comprovem, que as indústrias de ponta do mundo, as grandes corporações mundiais, incluindo as árabes, estão sob domínio de judeus, eu darei o meu testemunho. E se encontrar provas que estou redondamente enganado, tomarei a iniciativa de desmentir essa minha hipótese.
Abaixo trago dois livros sobre a historia do estado de Israel que fazem referencia aos falashas, os judeus negros, e sua missão, de retomada do poder israelense, desbancando a minoria racial, da monarquia histórica dos judeus brancos. Essa história tem um antecedente na história universal, que de tão negada pelos judeus brancos, tornou-se a falácia de seu povo.
Mas como há uma promessa Bíblica contra Israel, essa mega operação, aparentemente imbatível, desmoronará... Como todas as outras tentativas.

Wallacereq@gmail.com para o G23

Um Judeu Negro na Presidência.

Um Judeu Negro na Presidência dos EUA.

Eu quero que você leia este texto como uma hipótese. Leia com atenção e procure confirmar os dados que trago aqui. Não me acuse de anti- semita ou caluniador, mas procure entender minhas razões, que são as mesmas razões da Criação da ONU.
Em 1984 a imprensa européia e mesmo alguns setores da imprensa americana divulgavam uma controvertida operação militar de Israel na África, que teria resgato 7000 pessoas da Etiópia. Com esse ato político militar, ficavam garantidos alguns direitos comerciais sobre a exploração de diamantes e outras riquezas africanas. Tratava-se, diziam, da operação Moisés, que resgatava judeus negros da tribo de DAN que teriam se radicado nas imediações das minas do Rei Salomão na Etiópia. Eles são chamado falashas, (palavra que dá origem ao termo português falácia ( mentira, falsidade), mas que se traduziria por conveniência em “estrangeiros”. Descriminados em Israel, os judeus negros agruparam-se em guetos isolados nas “ favelas” do Povo de Deus.
Essa convivência não foi pacífica, pois os judeus negros, acreditavam não haver judeus brancos, e que estes são usurpadores do estatus de judeus, e também, desconfiaram das “escrituras dos judeus brancos”. Os brancos por sua vez, exigiram uma nova conversão, a reeducação, a obediência aos judeus brancos e a extinção de alguns sacrifícios (que lembram os sacrifícios humanos praticado delo Povo Eleito).
Embora não se fale disso, houve um movimento político interno em Israel, para a integração desses “imigrantes forçados” e não assimilados. Os judeus Negros da Etiópia.
Mais ou menos em 1987/88 houve um celebre caso do atropelamento de uma criança negra por um judeu ortodoxo em New York, houve um conflito sério, que acabou sendo contornado pela eleição de um prefeito negro em New York. Em seguida, outro evento, envolvendo um policial branco e um negro, fez ou provocou um conflito bárbaro na Califórnia (se não me engano) onde, me perece, os negros colocaram fogo em Los Angeles.
Os negros dos EUA, desde a guerra racial, sempre pregaram a fertilidade, pois um dia, seriam maioria naquele país, e elegeriam um presidente Negro. Aos poucos foram forçando leis nesse sentido, exigindo a presença de negros nos filmes, nos cargos públicos, nas escolas Etc. E o seu numero proporcional aumentava assustadoramente nos EUA. Alarmados, setores de ultra direita, e esquerda, ligados aos grandes grupos financeiros daquele país, e ao setor automotivo e petroleiro, quase todo na mão de grandes empresários e tradicionais famílias de Judeus, tomaram a dianteira, perceberam o andar da carruagem. Esse andar determinou algumas providências políticas: criar via mídia, uma liderança negra, cristã (chegaram a pensar em muçulmana), mas vinculada ao capital judeu. Então, eis a minha hipótese, construíram, numa seqüência de fatos políticos bem encadeados, um negro, de origem africana, cristão, senador, com história pública bem construída, ligado a uma família de judeus brancos (bonzinhos, sem preconceitos raciais), que acabou aglutinando as populações americanas (esse negro é um “falasha”, um negro de remota ascendência Etíope, preparado e construído, para assumir a presidência dos EUA sem levantar suspeitas). Ele terá algumas missões, indenizar as instituições sionistas dos EUA (instituições financeiras) e ajudar, em nome da sociedade americana, os bancos, a indústria de automóvel, armas, e petróleo, tudo na mão de grupos judeus, como você poderá confirmar (no futuro) sem grandes dificuldades pela imprensa mundial. A posse política insuspeita e popular da Maior e mais Potente economia do mundo, e sua escravização, e docilidade aos interesses de Israel, parece ser o “Fato Político” decisivo pára a construção do Governo Mundial Sionista, que nós todos, iludidos, estamos trabalhando a favor.
A minha hipótese é essa. Aos poucos, à medida que for achando dados, que comprovem, que as indústrias de ponta do mundo, as grandes corporações mundiais, incluindo as árabes, estão sob domínio de judeus, eu darei o meu testemunho. E se encontrar provas que estou redondamente enganado, tomarei a iniciativa de desmentir essa minha hipótese.
Abaixo trago dois livros sobre a historia do estado de Israel que fazem referencia aos falashas, os judeus negros, e sua missão, de retomada do poder israelense, desbancando a minoria racial, da monarquia histórica dos judeus brancos. Essa história tem um antecedente na história universal, que de tão negada pelos judeus brancos, tornou-se a falácia de seu povo.
Mas como há uma promessa Bíblica contra Israel, essa mega operação, aparentemente imbatível, desmoronará... Como todas as outras tentativas.

Wallacereq@gmail.com para o G23

Aviso aos "Navegantes" e principiantes.

Prezados leitores,
O Grupo de Estudos 23 de Outubro mantém alguns Blogs de Opinião, aos quais convidamos a sua atenção. Ao todo nós já disponibilizamos 704 títulos ( no dia 23 de Fevereiro de 2009).

Os acessos:

www.grupog23.blogspot.com;
www.grupo23deoutubro.blogspot.com;
www.grupoG23deoutubro.blogspot.com;
www.g23videospoliticos.blogspot.com;
www.g23hi.blogspot.com;
www.G23Blindagem um site que ainda não está pronto.

Há ainda um Blog sobre psicologia e religião: www.psicologiadocaboaorabo.blogspot.com.

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Cidades e seus problemas.

Cidades.

Você já se perguntou o que é e para que sirva uma cidade? Aristóteles nos propunha que quando uma cidade chegasse aos dez mil habitantes, seus habitantes deveriam se preocupar em fundar outra, tão distante quanto necessário para que em torno delas pudesse haver as plantações e criações necessárias para o sustento das populações. Tão próximas dos rios, para garantir-lhes a necessária água, e tão arejadas (arborizadas) para garantir-lhes a saúde. Isso dito antes do nascimento de Jesus Cristo. Na Argentina, numa localidade chamada Alta Gracia, conheci um "mosteiro" Jesuíta, do final dos anos mil e quinhentos, que tinha banheiro com água corrente, e lago de decomposição biológica das fezes. Mas naqueles anos, as cidades não eram tão perversas como são hoje, porque eram pequenas.
Cidades são, ou deveriam ser comunidades solidarias, e sua função principal é formar “civilis”; cidadãos civilizados, cuja palavra deriva de ser membro de uma comunidade organizada em cidades. Então sem maiores esforços concluímos que a cidade serve para produzir homens solidários, civilizados, capazes de viver, ou conviver, nas éticas do convívio humano. Falha a cidade nesse seu “trabalho” já não tem ela verdadeira função social, de solidariedade e proteção mutua, já não forma homens destinados ao convívio social complexo, já estará ela, a cidade, corrompida e destinada à perversão dos homens.
Nós não nos perguntamos mais para que sirva uma cidade. Nós nos agregamos a ela, sem saber, nela o que fazer. Agregamos a ela, para competir desesperados, produzir eletrônicos e automóveis, e cobiçar (os bens e a carne), num cio infindável do comer...; somos inimigos uns dos outros. E esquecemos quais tipos de homens estamos produzindo.
Por exemplo, enquanto Curitiba pelos seus meios de comunicação prepara a comunidade para o endividamento brutal da construção de um Metro (solução temporária, seja ele, de superfície, aéreo ou subterrâneo, a solução é provisória) numa cidade que cresce doentiamente (não porque o homem e mulheres têm filhos, mas porque a estrutura econômica os afasta dos campos, para viverem das sobras e do lixo e da escravidão perversa, dos “grandes e perversos centros” de “ricos”. Então, esses milhões de dólares, que não temos, e pagaremos com a nossa escravidão, fato que denuncia uma cidade que não resolve problemas sociais como esse que vou mostrar abaixo o que mostra, e denuncia sempre o despreparo de seus governantes (uma cidade perversa elege governantes perversos). Pensem senhores, as grandes cidades têm e necessitam como urgência de perderem população, perderem concentração, e as pequenas cidades precisam ser melhoradas no que diga respeito as suas necessidades comunitárias (cultura escolas universidades). O urbanismo não é mais engenharia de trafego, abastecimento de água e esgoto, mas é “geo-urbanismo”, ( as grandes cidades devem financiar as pequenas cidades) financiar o aproveitamento comunitário socialmente justo , e sustentável do território nacional. Cidades que sirvam para produção de homens melhores, mais sadios, mais solidários, mais religiosos, não cidades para produção e consumo de maquinas, “melhores e poluidoras”, escravizando, humilhando e excluindo homens. Esse o esquecido conceito já apregoado por Aristóteles dois milênios atrás. Algo desenvolvido por Santo Agostinho, esse africano sem igual, que escreveu a Cidade de Deus. Os homens são obras de Deus, as maquinas são obras dos homens (daí o culto as maquinas, que é o culto indireto aos homens), assim uma maquina tem valor ( porque é feita pelo Homem), um homem não...( porque é feito por Deus e ele que lhes de valor) mas Deus nos diz: “Não tereis outros deuses diante de mim”. ( acordem)
A Cidade do Homem Solidário é a Cidade de Deus. (pergunte a si mesmo o que isso significa.)
Essa a solução (perseguida) para o nosso país. Cidades solidárias, sustentáveis, administráveis.
Wallacerreq@gmail.com... Veja abaixo.

Cidades e seus problemas.

Cidades.

Você já se perguntou o que é e para que sirva uma cidade? Aristóteles nos propunha que quando uma cidade chegasse aos dez mil habitantes, seus habitantes deveriam se preocupar em fundar outra, tão distante quanto necessário para que em torno delas pudesse haver as plantações e criações necessárias para o sustento das populações. Tão próximas dos rios, para garantir-lhes a necessária água, e tão arejadas (arborizadas) para garantir-lhes a saúde. Isso dito antes do nascimento de Jesus Cristo. Na Argentina, numa localidade chamada Alta Gracia, conheci um "mosteiro" Jesuíta, do final dos anos mil e quinhentos, que tinha banheiro com água corrente, e lago de decomposição biológica das fezes. Mas naqueles anos, as cidades não eram tão perversas como são hoje, porque eram pequenas.
Cidades são, ou deveriam ser comunidades solidarias, e sua função principal é formar “civilis”; cidadãos civilizados, cuja palavra deriva de ser membro de uma comunidade organizada em cidades. Então sem maiores esforços concluímos que a cidade serve para produzir homens solidários, civilizados, capazes de viver, ou conviver, nas éticas do convívio humano. Falha a cidade nesse seu “trabalho” já não tem ela verdadeira função social, de solidariedade e proteção mutua, já não forma homens destinados ao convívio social complexo, já estará ela, a cidade, corrompida e destinada à perversão dos homens.
Nós não nos perguntamos mais para que sirva uma cidade. Nós nos agregamos a ela, sem saber, nela o que fazer. Agregamos a ela, para competir desesperados, produzir eletrônicos e automóveis, e cobiçar (os bens e a carne), num cio infindável do comer...; somos inimigos uns dos outros. E esquecemos quais tipos de homens estamos produzindo.
Por exemplo, enquanto Curitiba pelos seus meios de comunicação prepara a comunidade para o endividamento brutal da construção de um Metro (solução temporária, seja ele, de superfície, aéreo ou subterrâneo, a solução é provisória) numa cidade que cresce doentiamente (não porque o homem e mulheres têm filhos, mas porque a estrutura econômica os afasta dos campos, para viverem das sobras e do lixo e da escravidão perversa, dos “grandes e perversos centros” de “ricos”. Então, esses milhões de dólares, que não temos, e pagaremos com a nossa escravidão, fato que denuncia uma cidade que não resolve problemas sociais como esse que vou mostrar abaixo o que mostra, e denuncia sempre o despreparo de seus governantes (uma cidade perversa elege governantes perversos). Pensem senhores, as grandes cidades têm e necessitam como urgência de perderem população, perderem concentração, e as pequenas cidades precisam ser melhoradas no que diga respeito as suas necessidades comunitárias (cultura escolas universidades). O urbanismo não é mais engenharia de trafego, abastecimento de água e esgoto, mas é “geo-urbanismo”, ( as grandes cidades devem financiar as pequenas cidades) financiar o aproveitamento comunitário socialmente justo , e sustentável do território nacional. Cidades que sirvam para produção de homens melhores, mais sadios, mais solidários, mais religiosos, não cidades para produção e consumo de maquinas, “melhores e poluidoras”, escravizando, humilhando e excluindo homens. Esse o esquecido conceito já apregoado por Aristóteles dois milênios atrás. Algo desenvolvido por Santo Agostinho, esse africano sem igual, que escreveu a Cidade de Deus. Os homens são obras de Deus, as maquinas são obras dos homens (daí o culto as maquinas, que é o culto indireto aos homens), assim uma maquina tem valor ( porque é feita pelo Homem), um homem não...( porque é feito por Deus e ele que lhes de valor) mas Deus nos diz: “Não tereis outros deuses diante de mim”. ( acordem)
A Cidade do Homem Solidário é a Cidade de Deus. (pergunte a si mesmo o que isso significa.)
Essa a solução (perseguida) para o nosso país. Cidades solidárias, sustentáveis, administráveis.
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terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Ver para crer. ( Obras no Litoral)

Universidade do Litoral, antiga Colônia de Ferias. ( Governo e UFPR)


Abaixo











2005, recuperação dos aeroportos.












Concretagem dos pisos e acessos ao Porto de Paranaguá.






Restaurante Escola Comunitaria de Antonina.





Colégio na Ilha das Peças





Orgulho de Paranaguá







Centro de Treinamento de Bombeiros




2000.metros quadrados.








Obra social sem igual na Ilha do Valadares.









Início das obras na Praça Central de Guaraqueçaba.
Como ficou a obra, da bela Quaraqueçaba, uma das cidades mais antigas do Estado.
Novo Hosopital Geral do Litoral. Vista aérea.


Lancha UTI do Corpo de Bombeiros.
Centro Esportivo da Ilha do Valadares, era um lixão.









Hospital ainda em Construção.










Início das obras do Centro Cultural de Morretes.













Vista aérea do Terminal de Alcool Público ( Paranaguá).











ETE ( estação de Tratamento de Esgoto de Guaraqueçaba ( 2008)

( fora da área urbana)














Estação de Tratamento Litoral


























Vista de outro ângulo.
















Coroados.

Guaratuba ou Coroados, obra da Sanepar.


Grandes investimentos no saneamento do Litoral.



























Sanepar em Morretes ( 2008)



Sanepar Obra em Morretes( 2008)















Sanepar em Morretes

















Sanepar em Guaratuba.





















Centro Esportivo da Ilha de Valadares.




( antes de inaugurado) era um lixão.















Escola Profissionalizante Basilio Machado em Antonina.

Era um prédio centenário abandonado há muitos anos.




Foto 2000






Mercado de Antonina

Foto antes de ser inaugurado em Abril de 2008.





























Mercado do Peixe ( não Inaugurado pela Prefeitura de Paranaguá)






Vista interna do Mercado de Antonina, antes de ser inaugurado.



































Estação da Copel Litoral ( 2008)























Terminal Público de Alcool, Porto de Paranaguá ( 2008)

Resumo de Obras do Litoral ( incompleto)



Ver para crer... São Tomé... Benditos os que não viram e creram. (Governo do PMDB).
Mudanças no Litoral no Governo de Requião.

1) Reconstrução total da Praça de Guaraqueçaba com extinção do tratamento de esgoto que nela existia.

2) Construção do centro ceramista e artesanal de Guaraqueçaba. (ganhou prêmios no Salão Brasileiro de Cerâmica).

3) Construção da Estação de Tratamento de Esgoto de Guaraqueçaba,

4) Início das obras do Hospital de Guaraqueçaba.

5) Demolição e construção do Novo Mercado de Antonina.

6) Construção e ampliação da Escola Técnica Portuária em Antonina.

7) Quadras de Esporte cobertas nos ginásios estaduais e escolas do Litoral ( oito se não me engano no litoral).

8) Início do Centro Cultural de Morretes ( em obras).

9) Centro Esportivo da Ilha de Valadares em Paranaguá.

10) Terminal Público do Alcool no Porto, asfaltamento de 25 quilômetros em concreto, criação da policia portuária, aumento do Silo Público, concretagem dos pátios internos do Porto, construção de banheiros e lanchonetes para os caminhoneiros, fim das filas, agendamento de navios, aumento do pátio de exportação de veículos, controle sobre produtos transgênicos, nova logística operacional, balanças informatizadas.

11) Construção da Estação da Copel Litoral.

12) Mercado do Peixe (obra entregue a prefeitura que ainda não a inaugurou)

13) Laboratório do Litoral. ( junto ao Hospital João Paulo II)

14) Escola Integral de Matinhos. ( Procuro Foto)

15) Universidade do Litoral, mil e duzentos alunos no litoral trabalhando pela comunidade.

16) Centro de artesanato e restaurante escola da Associação Comunitária de Antonina.

17) Estação de Tratamento de esgoto de Guaratuba, Matinhos e Pontal do Paraná.

18) Novo Centro de Treinamento Aquático do Corpo de Bombeiros,

19) Lanchas, Jet Skis e Helicópteros para segurança de banhistas e acidentes, incluindo rodoviários,

20) Inauguração do Colégio Carmen Costa na Ilha das Peças.

22) Inauguração do Novo Hospital Geral de Paranaguá.

22) Construção do Centro Integrado de combate aos crimes ambientais, em Paranaguá.

23) Implantação e melhora na coleta e reciclagem de Lixo no Litoral.

24) UTI no Mar.

25) Segurança quadriplicada na Temporada.

26) Cobertura total dos eventos e atividades turísticas (incluindo Carnaval) Pela TV e Rádios Públicos do Estado do Paraná.

27) Atividade organizadas e gratuítas de lazer e saúde pública, e oferta de serviços públicos no Litoral.

28) Implantação das depuradoras de Ostras (garantia de mariscos sadios). ( Criadouros de Ostras)

29) Controle de balneabilidade. ( nem toda residência fez ligação à nova rede)

30) Programa Viva o Verão, convenio SESC e Federação do Comércio, com provas esportivas, e lazer gratuito para toda a população.

31) Centros de informação e atendimento Turístico. ( Procuro foto)

32) Programas sociais emergências, como Leite das Crianças, Luz Fraterna, etc.