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wallacereq@gmail.com.







segunda-feira, 31 de maio de 2010

Novo seguidor!

Temos um novo seguidor MASPH Consultoria em Hidrovias. Meu caro seja bem vindo. Estamos na LUTA. Não perca a série Matas Ciliares.

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domingo, 30 de maio de 2010

Negros, quem são eles? ( finalizando)

Tipos humanos.
Negros da isolada Australia
Monges negros do Budismo no Tibete

Tipos negros do Tibete ( National Geographic)


Tibete, a mística terra dos mosteiros budistas, entre a China e Russia, a presença inequivoca de negros.



Malaia, indonésia, sul da India, negros numa miscigenação milenar
O genoma de negros polinésios e indonésios certamente será encontado na genética dos povos americanos. É pesquisar e confirmar.
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Terminou o mês de Maio.

Segundo o Google Analytics, o G 23 Presidente teve nesse mês 1069 páginas lidas, conguistou mais 101 cidades brasileiras, e humildemente conquistou nesse mês mais 666 novos leitores. Não é um desempenho glorioso, mas mostra que há espaço para assuntos que não sejam apenas fofoca ou malidicência. A menor resistência encontramos em São Paulo Capital, onde os leitores dedicam o maior tempo de leitura entre todos do país. Hoje a cidade brasileira que tem maior número de leitores é Curitiba.
O Grupo de Estudos 23 de Outubro agradece a todos que nos visitaram e ou divulgaram. Nós temos apreendido que algumas idéias só darão fruto mêses depois, assim perceveramos no nosso estilo.

OBS: O Analytics não registra cliques, ele registra o IP ( identidade da Maquina) o que lhe permite um gráfico de retorno e um gráfico de novos leitores.

wallacereq@gmail.com,


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sábado, 29 de maio de 2010

Negros no Ceilão.( capitulo quatro).

O Ceilão já era conhecido dos gregos na antiguidade, Veja as fotos abaixo. Quando esse negros chegaram ao Ceilão é um misterio. Na foto mais abaixo vemos a influencia islâmica, ou no minimo árabe, no Ceilão. Suas embarcações tipicas são encontradas em diversas ilhas da Oceania.





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Veja isso! Negros (capítulo três).

Na primeira foto abaixo vemos negros em Sumatra. Veja a típica face asiática, mesclada com a cor negra e traços negros. Vejam em um mapa mundi a localização de Sumatra. Há muitas explicações sobre essa mistura. Dificil é datar os fatos. Sumatra está ao sul na Indonésia bem longe da África. Isolada no oceano.



Nas fotos abaixo, impressionantes,você verá claramente a miscegenação "Chino-Negra" na Birmania. Contemple as faces com espirito livre para ver os fatos e se deixar impressionar.


Observe a evolução de tipos, da esquerda o tipico negro, à direita um tipico "amarelo".
Wallacereq@gmail.com
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É possivel que você não tenha entendido.

Como nós sempre lembramos, um blog é um livro invertido, ou seja, a mais antiga postagem é seu começo.Algumas vezes para bem entender um texto, seria preciso ler textos anteriores, pois o autor pressupõe que tenham sido lidos. No caso da presença negra na América pré-colombiana, isto é, antes da chegada dos europeus é algo espantoso, um mistério. Perceba que o uso, e mesmo a presença de barba em antigos desenhos de amerindios, não era comum entre os ameríndios, muito menos a cor escura. Assim a presença de barba em velhos ideogramas ( escrita em desenhos) pré-colombianos, é algo espantoso. Das actuais correntes de pesquisa,todas apontam pela chegada dos povos americanos pelos mares ou por Bering. Apenas um autor argentino, se não me engano chamado Ameguino, destoa atribuindo origem americana aos povos americanos. Eu que não sou especialista no tema, tento lançar uma luz sobre a grande migração de negros pelo mundo. Os povos negros da Austrália, isolados na Oceania, é um mistério insolúvel até agora. A presença de negros em ilhas isoladas no Pacífico é no mínimo curioso. Meu bisavô, que era um etnologista e etnógrafo, tenta pela origem das palavras, isolar um evento cataclismico no inicio os tempos, acontecido ao Norte da África e Oriente Médio, que aponta uma "revolução" negra sobre os povos brancos. Chegaremos ao fim dessa serie de textos na conclusão de uma origem comum de todo os homens. Esse tipo de preconceito, aparentemente tem origem nas escrituras judaicas ( Velho Testamento) num evento em que Noé, após o diluvio universal, amaldiçoa entre os seu filhos aqueles que para alguns seriam os negros, ou ao menos, em Can, e seus ascendentes e descendentes, vêem ali a origem dos povos negros. ( assuntos delicados que devem ser olhados com muita prudência)
Eu não tomo posição, pois sendo cristão (universalista) não vejo na cor obstáculo para a salvação do espírito humano, da alma humana, indissolúvel de sua carne. Nem vejo, até agora, motivo para ver na cor da pele motivo razoável para cindir a origem comum de toda a humanidade.


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sexta-feira, 28 de maio de 2010

Fotografia Histórica.


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Curiosidade impressionante; Negros?

Gravura Maia recentemente encontrada em túmulo na America Central (Fonte National Geographic).

Observe a figura branca com rosto marrom (em joelhos) e a figura feminina totalmente branca, com braços levantados, na figura central, veja o corpo negro (vermelho) e rosto branco, e acima, voando corpo negro ou moreno, e rosto branco. Uma história de miscigenação? Ou apenas visão artística.




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Eram os OLMECAS na America negros? (Negros capítulo dois)

Quando você olha para essa enorme cabeça de pedra, que traços você vê?

Essa cabeça abaixo foi encontrada no México em Vera Cruz e representa a desconhecida cultura Olmeca, que segundo Paul Rivet, esse grande autor francês de “A Origem do Homem Americano”, pode ser de origem polinésia ou indonésia. (mas há negros na polinésia o indonésia? Ver capítulo três)

Vejam que interessante, Cabeza de Vaca, espanhol que viajou a pé nos EUA na companhia de Estevanico, um navegador negro, porteriormente, encontrará uma tribo negra no sul do Brasil ( 1541). Seria isso possivel?

Narrativa de Cabeça de Vaca, negros no Paraná fronteira com Paraguai.
Aqui assinalo das Narrativas de Cabeza de Vaca, que com seu lugar Tenente Hernado de Ribeira, sob juramento, dão noticias de uma tribo negra, na America do Sul, em 1541, fronteira com o Paraguai, barbados, vestidos, e que construíam suas casas com pedras. É bem curioso que esse relato não desperte a atenção de pesquisadores.

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Negros uma história e uma pré história mal contadas ( capítulo um)

Le dieu noir. ( isto não é um estudo, é uma hipotese fundada em publicações antigas)
No primeiro desenho, retirado da revista etnografica francesa, é copia fiel dos desenhos do Bispo Diego de Landa, primeiro Bispo do Mexico, e mostra a presença negra nos desenhos da America pré -colombiana.

Diego de Landa Bispo (1555), DESCOBERTA DE rostos Negros Barbados em desenhos de escrita na América, pré-colombiana. Revista Etnográfica Francesa de 1889.
Negros na Ásia. O desenho de 19o6 comprova a presença de negros na Ásia.


Os tipos humanos da Ásia. (1906). Observe a clara presença de Negros na Ásia.


A foto abaixo, muito antiga, mostra chineses Negros. Foto de chineses negros no Templo do Céu (1920).






Negros, uma história e uma pré-história mal contadas.
A história habitual do mundo ocidental, por motivos inconfessos escondeu a realidade negra. Depois que comecei a estudar o livro escrito por meu Bisavô, Justiniano de Mello e Silva, titulado “Nova Luz Sobre o Passado”, começou a iluminar-se em minha mente uma serie de dados que foram se revelando num outro quadro da Realidade Negra, tanto nos tempos históricos como nos pré-históricos.
Séculos os historiadores esconderam as dinastias de faraós negros do Egito. Séculos os judeus negaram os judeus negros da Etiópia, os falashas (origem da palavra falácia). Séculos os narradores esconderam a presença negra no cristianismo histórico. Séculos a Igreja deixou de mencionar os santos negros, que não foram poucos. Séculos, os homens, deixaram de lembrar a presença negra na Europa clássica dos Gregos. Séculos aos Etruscos se chamou de vermelhos, para não dizê-los negros, dada a sua grande civilização. Séculos os narradores deixaram de assinalar os negros asiáticos. Os negros Australianos, aborígenes e os negros lançados em pequenas ilhas da Oceania são esquecidos. Séculos os narradores deixaram de lançar luz sobre os negros americanos pré-colombianos, fato agora em adiantada investigação. Como vemos o mistério dos povos negros não se restringe apenas á África, é muito mais abrangente, e talvez a descrição do Genesis, quando descreve a criação de Adão, feito do barro, faça uma alusão à cor de sua pele, a cor do Barro.
Você, esta, muito provavelmente habituado a ver o mundo pela ótica infantil dos escolares, jamais pensou que existem negros chineses, birmaneses, tailandeses, australianos, indianos, haitianos, sumatrianos, malaios, e americanos. Imediatamente, você pensará em escravos, levados em porões de navios, por europeus em suas viagens, como se os negros não pudessem viajar com suas próprias pernas e barcos, porém os negros já navegavam com Necao II, faraó egípcio, que aliado dos fenícios já havia dobrado o Cabo da Boa Esperança 1100 anos antes dos portugueses, e dado a volta completa na África. A rainha do Sul ao tempo do Rei Salomão, possivelmente era negra. Os negros já haviam navegado o oceano arábico e indico com o Exercito e a frota de Alexandre o Grande. Marco Pólo faz elogiosa referencia aos povos negros. Como você explica a presença de negros na Austrália, milhares de quilômetros distantes da África, tendo pelo caminho a imensa Índia, e a China? E OS NEGROIDES das ilhas que se aproximam da ilha da Páscoa, nas águas do Pacífico.
Neste artigo eu não vou tentar uma resposta, mas mostrarei imagens já publicadas em livros de prestigio, para abrir a sua mente de tal modo, que você possa fugir do estereotipado ideal do Negro escravo, submisso, dependente e vê-lo de uma maneira inquietante, reveladora, miscigenada. Veja você e analise o que trago aqui.


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quarta-feira, 26 de maio de 2010

O que pensar disso?

STF condena Cássio Taniguchi a pena de prisão, mas crimes já estão prescritos
Irregularidades foram cometidas na época em que Taniguchi era prefeito de Curitiba, entre 1997 e 2004
20/05/2010 18:38 Gazeta do Povo e G1/Globo.com atualizado em 20/05/2010 às 19:55 O deputado federal e ex-prefeito de Curitiba, Cássio Taniguchi (DEM ontem PFL), foi condenado na tarde desta quinta-feira (20) pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por crimes de responsabilidade. O parlamentar teria que cumprir seis meses de detenção, no entanto, a pena não será aplicada, pois os crimes já estão prescritos.Segundo informações do STF, os ministros condenaram Taniguchi por ter empregado recursos na capital em desacordo com os programas a que se destinavam e também por efetuar ou ordenar despesas não autorizadas por lei. Cada irregularidade prevê três meses de prisão. Os crimes de responsabilidade estão regulamentados no Decreto-Lei 201, de 1967, e foram cometidos na época em que o atual deputado comandava a Prefeitura. Ele cumpriu mandato como prefeito entre 1997 e 2004.A denúncia contra Taniguchi foi recebida em maio de 2002 na Segunda Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJ-PR). O processo se estendeu e os crimes prescreveram dois anos depois, em 2004.


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Paz em Israel? Os problemas de Israel não são nossos problemas, porque os nossos problemas ( dos goin) não são os problemas de Israel.

As fronteiras da Promessa e a paz no mundo.
Todo o mundo já se preocupa com as lutas israelenses/ palestinas. Sobre modo as questões de ocupação e fronteiras.
Toda a argumentação de Israel é calcada em uma promessa feita a Abraão. Questão religiosa.
Abra um Mapa do Mundo e veja onde está posicionado o Nilo e o Eufrates, os grandes rios da antiguidade.
Fez isso?
Então podemos continuar. Em Genesis 15, 18 leremos o seguinte: “Naquele dia Deus fez aliança com Abraão: Eu dou, disse ele, esta terra aos seus descendentes desde a torrente do Egito ate o grande rio Eufrates”.
Em principio, se traçarmos uma linha paralela ao tropico de câncer, do Nilo ao Eufrates, o território descrito, vem desde o Egito, passa pela península do Sinai, Gaza, Jordânia, norte dos Emirados Árabes, Iraque e Kuwait. Mas esses são os limites Leste/ Oeste. Mas o Norte /Sul? Onde começam e onde acabam?
Ora o Nilo é um rio calmo, e suas torrentes, começam nas cachoeiras do Nilo, já nos interiores da África. O Nilo tem quatro grandes torrentes, corredeiras, ou cataratas. A qual delas se refere às escrituras? Provavelmente se refere à catarata Victoria nas proximidades das minas do Rei Salomão, ou àquela outra próxima da Eritréia. Não sei como pensavam os antigos.
Ora, estamos falando de uma terra que se estende de Sul a Norte desde os interiores da África até o Mar Negro. Algo muito maior do que o pequeno território de Israel criado em 1948. Ou seja, a pretensão real dos judeus, é muito maior do que seu pequenino Estado de Israel. Muros de cimento não escondem as intenções de expansão.
Impossibilitados da conquista de todo o território da Promessa Bíblica, anteviram a necessidade de se criar um domínio mundial, político, financeiro e globalizado, um governo único, para enfim, determinar sem resistência os limites e o domínio de Israel. Duro, no entanto, será, uma vez conquistado o poder no planeta, sujeitar o povo à soberania de apenas um pequeno território que vai, para alguns, da Etiópia, Eritréia, Egito ao Eufrates. Passando por Gaza, Líbano, parte da Siria, Turquia e Armênia, Irã, Iraque, Kuwait e como não há limites ao sul, quiçá, possamos dizer: até a Arábia Saudita e o Iêmen. E isso cheira a enxofre, a luta armada. Cheira uma resistência e um conflito que levará a uma guerra mundial.
Espertos, pretendem o domínio financeiro e militar do mundo, para garantir a pretensão de supremacia da política mundial.
Existe outro critério para determinar esse território, o das tribos ou povos citados nas escrituras, mas este critério esbarra no povo Heteu e sua natureza indo ariana. Então não vamos desenvolver aqui o tema.

Não quero gerar polemica religiosa, apenas realçar que as escrituras determinam, na verdade, territórios muito mais amplos que o ESTADO DE ISRAEL, e isso nos mostra, dado aos fatos políticos e militares no territorio israelense, uma, futura e incurável, rejeição da Paz.
Para quem criou e defende uma economia e uma ideologia sem fronteiras, poderiam dar o exemplo, derrubando os seus muros de concreto, e declarando Israel território da humanidade, território sem fronteiras, não mais gerido pelos israelitas que viveram sem pátria por tantos anos, e diga-se a verdade, criado o seu Estado para lá não voltaram, mas pela ONU por eles mesmos criada, afinal, não querem eles, que todo o mundo se submeta a um governo Mundial? Dêem o exemplo.
Antes da criação de Israel, judeus pretenderam construir Israel em diversos locais do mundo. Leiam sobre o Barão Maurice Von Hirsh e o Estado de Israel em Entre Rios na Argentina. Depois pesquisem outras tentativas do gênero incluindo a experiência na Amazônia.
Para a reflexão e estudo de todos.

wallacereq@gmail.com.


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terça-feira, 25 de maio de 2010

Africa do Sul.

Jy moet net kom in 'n nuwe wêreld,' n blog oor Brasilië, 'n blog met meer as 300 verskillende tekste, vir jou te lees nie. Welkom.


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Uma mulher muito à frente de seu tempo.

Diploma de 1939
Foto tirada durante a Guerra.

Gertrudes Euclides Requião já faleceu. Nascida em algum ano, antes de 1915, pois era mais velha que minha mãe, de tudo fazia para não revelar sua idade. Nunca se casou. Durante a Guerra foi enfermeira da Cruz Vermelha.
Comerciante de grande tino, teve loja em Curitiba , Buenos Aires, Paris, e New York. Manteve escritório comercial no Rio de Janeiro.


Tia do tipo protetora, penso, não haja na família, algum de seus sobrinhos que não tenha se priviligiado de seu coração generoso. Mulher carismática foi muito respeitada pela sociedade paranaense.


Trabalhei com ela, e fui seu motorista.


Seu passaporte é impressionante, China, Índia, Rússia, Irã, Egito, África do Sul, países europeus e americanos. Era uma mulher de negócios, ativa e inquieta, e na minha humilde opinião, muito à frente de seu tempo. Sua paixão, as viagens de Navio.
Ela é a tia orientadora do três vezes ex.governador Roberto Requião. Embora aparente nunca foi rica, sempre foi solidária com as irmãs, e gastava tudo o que ganhava em viagens comerciais produtivas.
Comercializou tecidos, objetos de decoração, jóias, roupas finas, prata e alpaca, bandeiras internacionais, brinquedos, cristais e discos.


Grande e querida figura.








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domingo, 23 de maio de 2010

O que você pensa sobre isso?


Uma aventura na selva
Lugares e memórias – A Petrobrás de todos nós.

No Amazonas, nas profundezas da mata, está um dos
Maiores exemplos do pioneirismo da Petrobrás. Tudo começou
em 1917, quando foi perfurado o primeiro poço na Amazônia.
Em 1954, já criada a Petrobrás, nossos exploradores
descobriram as primeiras reservas de petróleo na região.

Em
1986 descobriram-se óleo e gás na região próxima ao rio Urucu,
Hoje conhecida como Província Petrolífera de Urucu, cuja
Produção média diária é de 57 mil barris de petróleo e 10
Milhões de metros cúbicos de gás natural.
Com isso, o
Amazonas é o segundo maior produtor nacional de barris de
óleo, e o município de Coari é o maior produtor
terrestre em nosso país.
Numa região do mundo em que o processo de destruição
da natureza é violento, a Petrobrás implantou o que se poderia
chamar de “Desmatamento zero”. Cada clareira aberta para a
escavação do poço é, mais tarde, quando o poço pára de
produzir, reflorestada com as mesmas plantas que lá existiam.
Todo o lixo do Urucu é transformado em adubo ou reciclado .
Programas sociais ensinam populações ribeirinhas a produzir
preservando. Graças ao apoio da Petrobrás, o Instituto
Nacional de Pesquisas Amazônicas conseguiu a primeira
reprodução em cativeiro do peixe-boi fluvial em todo o
mundo.
A dois quilômetros do encontro das águas dos rios Negro
e Solimões, em Manaus, a Refinaria Isaac Sabbá – Renan –
ergue-se como uma visão de futuro. Produz nove tipos de
derivados de petróleo e, para enfrentar as variações das águas do Rio
Negro, conta com três portos flutuantes em concreto
Seu Centro de Defesa
Ambiental tem os mais modernos equipamentos contra os
possíveis acidentes ecológicos.
A Petrobrás no Amazonas prova que não
há limites para o sonho de homens comprometidos com a racionabilidade de seus atos.
Para os que duvidam de sua atuação a Petrobras diz: “muito maiores são os riscos de acidentes ecológicos no Pré Sal, acidentes que podem contaminar os oceanos”. Acidentes com impactos assustadores, mas ali, longe dos olhos dos brasileiros, e mais próximo dos interesses internacionais omite-se de tudo.
.



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Os rádios como instrumento social de integração.

Os rádios (receptores) libertadores e integradores.

Com o tempo, e sob pressão de interesses comerciais, o espaço " aereo de alcance das Rádios" sofreu restrições em prejuizo da unidade nacional.

Uma pessoa trouxe da França um pequeno rádio receptor de 18 faixas. Impressionante a sensibilidade do aparelho, que recebe rádios de praticamente todos os países do Globo. Mais que isso, podemos ouvir rádios amadores, (Psb -uhf), PX., faixas exclusivas de serviços públicos, aeronáuticas, marítimas e pequenas rádios no interior da Amazônia. Como um aparelho tão pequeno pode nos abrir os ouvidos para os problemas regionais da patria?

Desde meu tempo de menino os rádios a válvulas eram integradores e libertadores.
Durante a Segunda Guerra Mundial tal era seu poder de informação que foram proibidos no Brasil. O espectro da radio difusão no Brasil, passou a ser restrito e regionalizada territorialmente o seu alcance( por motivo de reserva de mercado radiofonico). Hoje você só encontra no mercado rádios AM FM, de pequeno alcance de recepção, de modo que você comprando um em Curitiba, não ouvirá, por exemplo, Ponta Grossa. É Rediculo e proposital. Os receptores disponíveis são feitos para ouvir musica e não opiniões, informações livres, e contradições regionais. Mas não é isso o pior, não podemos ouvir os acontecimentos importantes da Amazônia Legal que corresponde a 60% de nosso precioso território Nacional. A Amazônia se esconde de nós demais brasileiros.

O futuro presidente do Brasil terá por obrigação democratizar, não só as bandas de recepção como também as de transmissão, sem o que as rádios continuarão sendo “abortada” na sua vocação original de criação, na sua intenção primeira como invenção, ou seja, a comunicação coletiva a distância, econômica, abrangente e universal entre os homens.

Porque não podemos escutar a França? Para sermos escravos de agencias noticiosas internacionais que pautam o mundo das noticias.

Ninguém poderá dizer que não há mercado para esses aparelhos. Portanto podemos supor, por não encontrá-los no comércio nacional, que há uma intencionalidade de controle da informação e de controle de mercado radiofônico em prejuízo da liberdade e da integração nacional.

Rádios de 18 bandas são libertadores e integradores. Você pode ouvir os acontecimentos do Iraque, ou Israel, ou Lima, ou Buenos Aires. Por que então nos negam essa oportunidade de acesso a essas tecnologias disponíveis já, há pouco mais de 80 anos? O mundo pode comprá-los, nós não! Como você vê a globalização visa tão somente a quada das barreiras fiscais e comerciais em favor das grandes potencias comerciais, nunca esteve na pauta a integração das populações mundiais. A Internet não substituira essa faixa de integração humana, pois ela é uma atividade de dominio.
E as Rádios continuarão como Capitanias Hereditarias a serviço de uma ideologia de dominio.

wallacereq@gmail.com.


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Pescando à direita, como manda o Senhor.

Investimentos em Forças Armadas.
Eu me pergunto o que falta para nossa juventude? Adrenalina, aventura, responsabilidade, sentimento de pertença, sentimento de cooperação e utilidade. Falta para nossa juventude responsabilidade cívica, atividade interessante que possa absorver boa parte dessa intensa energia dos anos juvenis, falta educação, disciplina, atividades competitivas e grupais, aplicação real de suas inteligências e habilidades, amor e ajustamento social. Falta profissão.
Ora, se eu não estou totalmente errado, as forças armadas, com pequenas alterações de comportamento institucional, poderiam recompor ao menos 90% dessas faltas e carências.
A Constituição reza que o serviço militar é obrigatório. Seriam então muitos milhares de jovens, perto ou pouco mais de milhão, a cada ano, ainda não calculei ou pesquisei.
Como manter essa juventude engajada em uma Força Armada, interessante, cativante, educativa e integradora? Com investimentos seguramente.
Mas investimentos em trabalho das Forças Armadas.
Uma rápida olhada no parque industrial brasileiros imediatamente percebe-se que podemos construir uma indústria, bélica, ou militar, de primeira linha e em nível das demais concorrentes, ou possíveis contentoras bélicas. Esses investimentos então seriam em contratos industriais que absorvesses grande parte dos contingentes da juventude alistada no exercito, marinha e aeronáutica. Produzir armas, veículos, aviões, navios, e ao mesmo tempo, desenvolver-se atleticamente, se bem colocado os fatos, pode ser absolutamente sedutor da juventude. Não só para a juventude, mas para o desenvolvimento da indústria, da tecnologia, da economia. O militarismo brasileiro poderia construir infra-estrutura: Portos, aeroportos, usinas, ferrovias e estradas. O serviço obrigatório militar, soldados-operários-militarmente treinados. Atletas, criativos, ajustados, cooperativos, amantes e construtores da pátria. Construir e operar as suas criações tem sido a vocação humana de todos os tempos, atropeladas pelo consumo e um comércio voraz.
Ressalvados esses vícios do consumo inutil, essa indústria bélica necessária, pois é integradora das indústria mais modernas existentes, em todos os níveis do conhecimento humano, e tudo, está à nossa disposição no “continente” brasileiro.
Comércio de produtos bélicos sim, lucro, sim, equipamento adequado e moderno construído por brasileiros, sim.
Armas atômicas, sonoras, microondas, tecnologia eletrônica, biológicas, químicas, sim tudo o que for possível desenvolver. Tudo sobre o signo do mandamento divino: Não Matarás. Mas a defesa da vida e da liberdade soberana é obrigação de um povo.
Força total, para evitar o conflito, gerar o respeito, garantir a paz e a Soberania do solo pátrio.
Esses investimentos gerarão infra-estrutura num plano quase orgânico, e conseqüentemente desenvolvimento em todos os setores do conhecimento humano. Gerarão jovens cientistas.
Jovens, masculinos e femininos, absorvido num programa estatal de elevação da qualidade física, intelectual, moral, cívica... E guerreira, no sentido amplo de desenvolver o aprendizado de lutar para as conquistas espirituais mais profundas da sociedade brasileira.
O acúmulo das estruturas e do conhecimento militar é necessário para o alavancamento de nossa sociedade, foi no passado, é hoje, será no futuro. Com as nossas Forças Armadas, a segurança e a honra de sermos brasileiros construtores de uma nação forte capaz de se garantir em quaisquer circunstâncias. O fim de um Brasil serviçal.
Essa é uma proposta para um plano nacional, de desenvolvimento das Forças Armadas. Uma Força consciente do compromisso de retorno social de seus investimentos e privilégios.wallacereq@gmail.com



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The solution.

Mr. Governor, the solution is to put as vice wallace on your plate (PMDB).


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O Serviço Militar Universalizado.


Curitiba registrou 36 homicídios em um final de semana. Cabe perguntar, quantos desses jovens homicidas serviram as Forças Armadas?
Nenhum?
Então eles lutam para que? E os que morreram morreram pelo que?


O Serviço Militar.
Dia da criança, da padroeira do Brasil, dia do futuro do povo brasileiro.
Mãe e criança e imediatamente nos vem à mente a idéia de futuro. O Brasil é uma criança no colo de sua mãe. Toda criança passará por um rito de iniciação da idade adulta. São muitos os detalhes, mas a criança deve desejar se tornar adulto, ser como os seus pais.
Isso me levou a pensa no serviço militar. O serviço a pátria deverá voltar a ser um ideal da juventude, um rito de passagem, uma grande e desejável aventura para os homens e mulheres, um espaço de aprendizagem, de solidariedade social, de sobrevivência, de defesa, de esporte e lutas marciais, de domínio das emoções e treinamento da esperteza e do raciocínio rápido no sentido de garantir a sobrevivência pessoal e a defesa da pátria.
A família é a grande escola. A escola formal é o recheio formal de valores e informações. As Forças Armadas a concretização da maioridade.
As escolas, todas elas, desde que os alunos chegassem aos 13 anos, já deveriam ir preparando a importância de servir militarmente a pátria.
Cerrar fileira nas Forças Armadas deverá ser tão cobiçado por todos os jovens como prestar o exame vestibular ou tirar carteira de motorista. Aliás só poderia prestar exame vestibular o, ou a jovem que tivesse cumprido o Serviço à Pátria.
Haveremos de ter uma cinematografia especializada em valorizar as Forças Armadas, não apenas na sua longa história, mas na aventura de servir a pátria.
No Rapel, na escalada, na sobrevivência nas florestas, nas tempestades do mar, no acampamento, no pára-quedismo, no surfe, no socorro médico, nas comunicações, nos correios aéreos, nas defesas pessoais, no comando de máquinas de guerra e avões ou embarcações, enfim, em tudo que a adrenalina juvenil necessita, embora aqui, uma adrenalina ordenada, conduzida, comandada.
Para a sociedade, e para os pais, deverá ser um orgulho dizer, contar entre amigos, meu filho, minha filha estão servindo a pátria. Mais importante que um baile de debutantes, mais importante como já dissemos, do que ingressar numa universidade.

Ter servido a pátria dará privilégios sociais, as disciplinas cursadas nas forças armadas terão algum peso inicial na escolha dos candidatos para as universidades e para as profissões. Os diplomas tecnicos concedidos pelas Forças Armadas garantirá a habilitação ao primeiro emprego, pois o soldado-aluno-operário deu um ano de sua vida e acumulou experiência.

Na televisão teremos programas, mostrando missões militares de Paz ou Guerra, na Terra, no Mar, no Ar, missão de socorro, de atendimento, de combate, de defesa, de engenharia, de atendimento médico, de estabelecimento de rodovias, ferrovias, comunicações eletrônicas, fabrico de equipamentos militares. Também roteiros históricos romanceados, ou ao estilo aventura, quiçá cientifico que mostre o que foi a demarcação das fronteiras do país, a sua manutenção e conquista contra estrangeiros, a sua importância soberana.

Dentro das corporações militares serão ressuscitadas as tropas de elite, que serão cobiçadas por todos. Homens e mulheres muito bem treinados sairão das forças armadas com um currículo exemplar para qualquer cargo, público ou privado. Carteira de comportamento, carteira de responsabilidade, carteira de sociabilidade e carteira tecnico profissional. Muitos cursariam as Universidades Militares e fariam carreiras militar. Outros sairiam das Forças Armadas Brasileiras para Cursar as Universidades Civis, outros ainda cursos técnicos correlatos as funções exercidas nas Forças Armadas. Muitos se descobririam esportistas, atletas, valentes lutadores, policiais, mecânicos, operadores de maquinas pesadas, marinheiros ou navegadores, pilotos, enfim patriotas. Adultos.

A juventude brasileira precisa de direcionamento de sua agressividade e criatividade, direcionamento racional da sua virilidade e feminilidade. As jovens, femininas, teriam a oportunidade de vivenciar o radicalismo do mundo masculino, e dar a ele, o sentido que em todos os tempos as mulheres deram à vida humana. Equilibrio.

Apenas, as mulheres, por melhor formadas que se encontrem não devem ir para a linha de frente, para o combate. A Mulher, diz a Constituição Alemã ( país que perdeu, milhares, possivelmente milhões de mulheres vítimas dos bombardeios), deve ser preservada, sua sobrevivência e fertilidade é a vida da nação, o banco de vida, embora militarmente muito bem preparadas, somente em casos excepcionais, arriscarão as suas vidas férteis pela pátria.

A postura, a disciplina, a responsabilidade na defesa do solo pátrio e na defesa dos valores de seu povo, o cuidado com os comandados e colegas de armas, a noção de que as diversas Forças Armadas formam um conjunto harmônico e complementar, devolveria ao Brasil muito das bases de uma estrutura social sólida capaz de formar e forjar o futuro da nação brasileira.

Temos que chegar ao ponto, em que os soldados (homens e mulheres) conquistem as melhores posições nos jogos ( olímpicos por exemplo), nos esportes públicos, no futebol, no basquete, no iatismo, na música, na dança, na etiqueta. Torceremos pelos times militares, formados por nossos filhos e filhas no serviço obrigatório à Pátria, como torcemos pelos nossos times de futebol, basquetebol, futsal, automobilismo, etc.

Se é bonito ver um grupo de universitários, cantando, convivendo, muito mais bonito será tê-los visto, pouco antes, no vigor da idade, em grupos de soldados mui bem fardados, marinheiros, aeronautas, cantando, convivendo e se preparando, se assim reunirem as condições emocionais, para deixando as Forças Armadas assumirem a vida das profissões ditas liberais.

Não pense que o EUA, desenvolveu-se sem passar por esse estágio. Ordem e Progresso. Não pense que a unidade política japonesa existiria sem esse estágio, ou a Russa, a Chinesa ou qualquer outra. A China nos mostra que milhões de jovens tiveram que servir a pátria para que se conseguisse uma unidade desenvolvimentista e um projeto comum de Nação.

Haveria outro meio de levantar a China? Nada disso pressupõe desejo imperialista do Brasil. Nada disso pretente substituir a educação formal. Nada disso significa submeter nossos países visinhos. Nada disso significa totalitarismo. Nada disso significa amor ao ato de matar. Significa amor à Vida, defesa da vida da Sociedade. Apenas o voto, o direito de voto será suspenso temporariamente ao servidor público militar no serviço obrigatório. O Congresso forte, um Presidencialismo vivo e representativo, o voto Universal, excluidos os soldados é o mote desenvolvimentista. Significa apenas, que o jovem, moço ou moça, treinará de maneira objetiva o amor a sua pátria. Servir a pátria nada mais é do que suspender seus mimados direitos de meninos e meninas ( licença) temporariamente para desenvolver forte noção de seus deveres. Nada, absolutamente nada une mais do que a possibilidade de perder a vida e defende-la entre amigos, companheiros de farda.
As forças armadas não formam gangues de rua, formam unidades militares irmanadas na farda.
Formam cidadãos úteis. Então a Nação Brasileira, já não será mais criança, já não será dispersiva, será como um homem ou mulher, maduros, já treinados na defesa da Pátria, e de suas famílias, educados; serão agora coesos, abraçando agradecidos à sua Mãe Terra Natal que tanto fez por eles, mãe natural, família da qual nascemos e devemos as nossa vidas, e Mãe Padroeira, num outro sentido cristão, mulher que gerou e amamentou e nos deu Jesus Cristo para aprendermos o que é a Paz.
E Paz é vitória sobre nossos vicios, sobre nosso inimigos espirituais, sobre os inimigos de nossa liberdade e soberania no espaço do solo pátrio.
Um ou dois anos de nossas vidas, sem soldo, servindo doentes, socorrendo catastrofes, integrando regiôes, construindo infra-estrutura, solidarizando-se, não com a morte, mas com a vida, a liberdade e a manutenção da vida e da liberdade de um povo.
wallacereq@gmail.com

Eu gosto desse texto ele é fértil em idéias.


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O Tio Laranja. Quem é esse ator anônimo?



Imagens retiradas do curta paranaense "O chapeu vingador", ela nos mostra o " Tio Laranja".

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A redescoberta dos mares pelos brasileiros.




A descoberta dos mares.
Incrível.
Tenho observado que num país com 8.500 quilômetros de costas, infinitas praias marinhas e portos naturais, o povo não tenha consciência dos mares, nem projetos marítimos, nem aspirações marinhas, nem consciência dessa riqueza imensa, nem memória de sua história marinha, nem currículo escolar que trate do assunto, nem aspirações de comercio marítimo, ou profissões marítimas de nível superior, ou sonhos de expansão marítima econômica e sustentável. O caso seria, talvez, perguntar o motivo disso tudo?
O Estado brasileiro, sua economia, seu sistema de ensino têm que acordar para os mares.
Jose Bleger é um psicanalista argentino. Ele escreveu um raro livro: A Analise Institucional. Nele ele aborda as instituições, as organizações como se fosse personalidades em relacionamento uma com as outras, e através dos conceitos psicanalíticos tenta “tirar” suas conclusões sobre a dinâmica das instituições (maturidade, imaturidade, coerência intra psíquica, reciprocidade e justiça em suas relações, por exemplo.). O sentido é amplo de mais para tratar aqui, no entanto, poderíamos perguntar, qual é a do Estado Brasileiro? Como ele se relaciona, com os outros países fronteiriços, como ele se relaciona com o mar, e através dele (do mar) com os países longínquos em outros continentes.
Não vou tentar uma resposta, mas essa flagrante cegueira histórica do povo brasileiro para o mar é algo que deve ser estudado. Nós vemos o mar, pelo menos a maioria de nós, o vê como laser, beleza para os olhos. Consideramos a Marinha Armada, algo longínquo e desnecessário. A Marinha Mercante como coisa de grandes potências. As profissões marinhas, como a de pescador, são vistas como profissões menores, sem perspectiva econômica, ou mobilidade social. Jamais pensamos nas profundidades da águas e suas riquezas e mistérios. Jamais pensamos nas indústrias marinhas. Isso é assunto para empresas petroleiras, armadores multibilionários, assuntos alheios ao nosso cotidiano de “seres telúricos” e cidadãos obedientes.
O Mar, no entanto, tão amado e explorado, aproveitado e estudado por outros povos de território exíguo, começa a impor-se aos brasileiros. Todavia as dificuldades ainda são grandes. Todos querem ter um carro, quem quer ter um barco? Ou submarino? Ou uma sonda de profundidade? Quem que trabalhar no mar, ou do mar viver? Quem quer explorá-lo, ou nele comerciar? Quem quer estudá-lo? Quem imagina Grandes Lojas Navegantes repletas de produtos brasileiros viajando os mares, vendendo a cultura, o estilo brasileiro, seus produtos, a música, as artes nacionais, os saberes e sabores, o turismo e a alegre comunicação do brasileiro? Divulgando o Brasil, não vendendo o Brasil.
O transporte marítimo foi e é a base econômica de muitas nações e grupos econômicos fortíssimos, mas nós brasileiros parecemos ignorar isso tudo. Nós não queremos ser forte? Não queremos navegar?Não queremos lembrar que somos filhos de aventureiros, piratas, corsários, e predadores do mundo alheio. É melhor, então, nos considerar escravos, filhos de escravos, de índios arredios às novidades, de mansos empregados do capital alheio, e assim continuar, do que assumir o protagonismo da história universal?
Somos produtores de ferro e cimento, e o concreto e o aço, hoje, são as bases de construção de grandes cargueiros transoceânicos. O Paraná, por exemplo, produz cimento em quantidade. E ferro em quantidade. Possui na orla das suas baías espaço e profundidade pára operar e desenvolver estaleiros para construção de grandes navios feitos de cimento ou aço. Temos madeira, resinas e metais, e tecnologia, e combustíveis alternativos, além do antigo carvão mineral, para desenvolver uma forte prática de transportes fluviais e marítimos. Somos grandes produtores de alimento e grandes exportadores, e não nos interessamos pela construção de Navios, ou em explorar o comércio marítimo a nível universal. Estranho. É antinatural. Não é funcional. É pouco racional. Queremos enfiar a mão na terra, mas não queremos enfiar a mão no mar. É isso?
Quando?... Eu fico me perguntado, quando nós brasileiros construiremos os tais ”Grandes Barcos” em numero suficiente e os colocaremos no mar. Viemos pelo mar, do mar viemos, e por um fenômeno que não sei entender, negamos o mar, negamos a nossa relação com ele, negamos as nossas origens ultramarinas, nossa história de transbordos. Negamos as fazendas marinhas, (possíveis nas enseadas) com imensas criações de peixes e mamíferos marinhos. Negamos a agro-marinha. Negamos o mar, fonte de riquezas como o sal, a água potável, as chuvas, os vegetais comestíveis, proteínas de peixe e mamíferos marinhos, potencial de energia descomunal, depuração ambiental constante, e superfície coberta de três quartas partes do planeta. Essa imensidão não nos interessa? Não acredito. Estamos dormindo?
Solicito às televisões, escolas e outros meios de comunicação, que despertem para o mar. O mar do comercio nacional. O mar do comercio internacional. O mar da pesca. O mar do laser. O mar das criações. O mar do esporte. O mar da energia. O mar das soluções alimentares. O mar do repovoamento. O mar das comunicações entre os continentes. O mar do turismo. O mar da renovação do ar. O mar dos submarinos seres. O mar das relíquias históricas. O mar dos grandes transportes. O mar do petróleo submerso. O mar das cidades flutuantes. O mar das cidades submersas. O mar das minas. O mar evaporado em águas doces. O mar fonte principal das chuvas. O mar das chegadas e das partidas. O mar do hidrogênio. O mar congelado. O mar revoltoso. O mar imenso como o desconhecido dos homens.












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China investe em Infra--estrutura para garantir crescimento econômico.

Meio trilhão de dólares serão investidos na China até 2012 em infra-estrutura ( 586 bilhões)
dos quais 300 bilhões serão investidos em ferro vias. A China pretende atingir uma malha ferroviaria estratégica de 90 mil quilômetros de extensão. E investiu 81 bilhões em rodovias para cargas. A China não pode admitir o sonho ocidental de ofertar um carro para cada cidadão, pois seriam mais de um bilhão de automóveis e motocicletas poluindo e gastando combustível não renovável. Este investimento visa gerar emprego popular e é executado por empresas publicas que transportarão as riquezas necessárias ao país.. No Brasil de hoje isso é impossível, pois um número aproximado de nove grandes empreiteiras brigariam por esses investimentos sem a menor preocupação social, e muito menos, preocupação com a inviabilização dos custos futuros do combustível. Ou seja, construiriamos uma malha apenas para facilitar o sangramento do país. A China investe portanto em trens eletrificados, para transporte de passageiros, e comboios tradicionais para transporte de cargas.( ainda não superados pelos trens eletricos). O restante vem sendo aplicado em portos e aeroportos, hidroeletricas e energia, sempre tendo em vista o aquecimento do mercado interno. ( o mercado interno Chinês em termos de cidadãos consumindo é maior do que o de toda a população das três Américas somadas).

No Brasil isso seria POSSÍVEL COM A MILITARIZAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO EM INFRA-ESTRUTURA. SOLDADOS OPERÁRIOS servindo à Patria.


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sábado, 22 de maio de 2010

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Segurança Social ( programa real de altos resultados)

SEGURANÇA SOCIAL
Dentre todas as fragilidades apresentadas pela sociedade brasileira a segurança tem sido a que causa maiores queixas pela população. A história nacional demonstra que o Estado responde a estas queixas com muitas formas de trabalho a fim de combater a criminalidade e violência visando proporcionar a segurança. Entretanto o clamor da sociedade traz a seguinte reflexão: os instrumentos utilizados até o presente, de fato, conseguem conter, minimizar ou eliminar os fatores geradores desta sensação de não segurança?
Analisando-se a criminalidade observa-se que ela é decorrente de um conjunto de fatores sociais, econômicos e culturais que quando desestabilizados provocam insegurança em outras áreas, inclusive as vitais, como alimentação, saúde e educação. Em função desta complexidade, segurança pública deixa de ser um problema exclusivo das polícias, exigindo uma participação mais ampla de outros componentes para que tratem de todo o espectro de segurança, tais como alimentar, educacional, geração de renda, além da segurança pública melhorando a qualidade de vida na região.
Diante do exposto surge o conceito de Segurança Social propondo uma corrente de esforços entre os integrantes do Estado, em especial a Polícia Militar, a sociedade civil organizada e os voluntários para transformar comunidades que de alguma forma estejam mais sujeitas às influências da criminalidade em comunidades fortalecidas que tenham seu desenvolvimento independente das influências do crime, onde a Policia Militar do Paraná propõe a construção da segurança pública fundamentada na prevenção, capacitação, interação e participação da comunidade .
Idealizado pelo Cel Anselmo José de Oliveira e pela Major Karin Denise Krasinski, este conceito foi testado inicialmente na Vila Zumbi dos Palmares, com excelentes resultados para a região. No entanto, a implantação monitorada por parâmetros científicos foi feita na Vila Osternack, em novembro de 2008, quando escolheu-se a região devido ao alto índice de homicídios constatado pelo Sistema de Geoprocessamento da Secretaria de Segurança Publica, onde havia o pico de até 14 homicidios num único final de semana, sendo assim considerada a região mais violenta de Curitiba .
Lançado oficialmente em 22 de novembro de 2008, pelo sr. Governador , Roberto Requião, e pelo então Comandante Geral, Cel Anselmo José de Oliveira, o projeto piloto foi implantado, acompanhado e mensurado desde então, na Vila Osternack, em três comunidades.
Pela sistemática do trabalho, os parceiros são fundamentais, hoje em torno de sessenta instituições que se organizam em câmaras de trabalho produzindo resultados nas áreas de educação, geração de renda, desenvolvimento urbano, segurança pública, segurança alimentar, saúde, religiosa, cidadania.
As pesquisas mostraram que o maior interesse inicial daquela população era a ocupação dos jovens que fora da ociosidade, também ficariam longe dos delitos e do uso de drogas. Hoje, diversas atividades são desenvolvidas tendo como base a Associação XXIII de Agosto, Associação Madre Tereza, Clube de Mães XXIII de Agosto, Igreja Católica, Igreja Evangélica Assembléia de Deus, Igreja Cristã Água Viva e no Colégio Estadual Iara Bergmann obtendo-se como resultado , uma população que aos poucos se fortalece e confia em si mesma, buscando a geração de rendas, a saúde e principalmente qualidade de vida. E o mais surpreendente é que a taxa de homicídios caiu para uma média de 01 homicidio por mês, restando para ser trabalhado pelas câmaras da saúde de de segurança pública, os delitos originados pela violência doméstica em maior numero contra mulheres e crianças.
Nas palavras do Cel Anselmo, o Segurança Social é o futuro da segurança pública, onde esta é construída com a técnica policial em conjunto com a população articulada.
Forma aprimorada de se construir a segurança com a sociedade organizada através da sinergia de iniciativas na busca de dotar as comunidades de alternativas salutares de sobrevivência e melhoria de suas condições individuais e grupais levando-as a uma prática cidadã e preventiva.
Sua logomarca é composta pelo brasão da PMPR, pelo centro da Bandeira do Paraná e pelo símbolo da segurança social. O conjunto destes elementos estiliza um olho, que ludicamente representa um olhar do Estado, da PMPR e da sociedade organizada sobre a comunidade onde se está desenvolvendo o projeto.
A sua logo demonstra o eixo principal do Segurança Social: a construção em ¨3D¨da segurança pública, onde a união de todos os segmentos sociais e a comunidade, sem qualquer distinção, em bases sólidas, oportuniza transformações profundas no local trabalhado, que por fim otimiza os recursos policiais existentes, aplicando com maior eficácia e eficiência um menor número de policiais e de viaturas, obtendo-se resultados muito maiores.
O Projeto já foi exposto a diversas instituições dos municípios de Curitiba, Almirante Tamandaré, Cascavel e agora prepara-se para expor em Maringá.
**************
EQUIPES QUE GERENCIARAM O SEGURANÇA SOCIAL:

Telefones para contato:
SEGURANÇA SOCIAL - PMPR Av. Mal Floriano Peixoto, 1401- Rebouças- Curitiba-Pr Fone: (041) 33044725 ou 33044700 (Coordenação: Capitão Ronaldo de Abreu e Margarete Maria Lemes )




Wallacereq@gmail.com

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Decola nova etapa da vida politica de Roberto Requião.

Interaja com o governador dos paranaenses pelo Twitter twitter.com/requiaopmdb

Requião político interativo. Nova fase de Requião.

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O aniversário de meu sobrinho. ( Joan Yarrud) João Arruda.

Na foto acima, João, sua esposa Paola, e seu tio Requião.





Belissima e concorrida festa de aniversário de João Arruda, meu sobrinho, filho de minha irmã Lúcia Arruda ( viúva)..Muitos amigos, parentes, prefeitos, deputados estaduais, vereadores, companheiros de partido, radialistas, bloggueiros, lideres sindicais,companheiros de trabalho, e a indispensável presença do ex. governador Roberto Requião.

Sucesso total. Veja abaixo os videos.

Primeiro video ; Visão do Salão Principal.
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Capacidade 1500 pessoas sentadas.

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Segundo video, panorâmica do Salão Vermelho.

Capacidade 500 pessoas sentadas.

João é diretor da Rádio Globo, Secretário Geral do PMDB do Paraná, fisiologista do esporte, formado nos EUA, casado com Paola Malucelli, dois filhos, pretende candidatar-se a uma vaga no Congresso Nacional pelo PMDB.

Tudo indica João Arruda é o herdeiro político do Governador Requião, seu Tio.

Melhor discurso: do empresário Joel Malucelli.

Uma homenagem do "Tio Laranja".

Felicidades E SUCESSO.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Requião recebe do Itamaraty a comenda Barão do Rio Branco.



Essa é a sexta vêz que Requião é agraciado com o título de Comendador pela Presidência da República.


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segunda-feira, 17 de maio de 2010

Eu vi de perto!

Dizem que eu viajo na maionese. Será? Conta a Bíblia que quando Noé iniciou a Arca, os seus conterrâneos diziam: o velho Noé está viajando na maionese. As consequências você sabem quais foram.
Pude almoçar com o presidente Lugo, no Paraguai durante a feira de Santa Rita. Falei à mesa ( em particular) mais de hora e meia, à um de seus auxiliares de Ministério, sobre a Militarização do Desenvolvimento e sobre os Bancos de Semente.
Agora me comprometi a enviar breve relato ao Sr Marcial Congo, homem de máxima confiança de Lugo
A foto mostra o momento em que o Presidente Lugo prestigia o G 23 Wallace Req Req. Preste atenção nos detalhes.

É sempre assim, santo de casa não faz milagre.



Da esquerda para a direita: Requião; Wallace Req Req; Presidente Lugo: e...

Na extrema direita da foto, o Sr João Destro, mega empresário de Cascavél que possui negócios com o Paraguai.
( Foto Major Ramos).


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Requião é convidado pelo Presidente Lugo, para abertura da feira de Santa Rita, Paraguay.





Requião em bege claro.
Presidente Lugo segurando o chapéu.

Num dia de feriado nacional no Paraguay, abertura da Feira de Santa Rita no Departamento de Alto Paraná, podemos ver a única autoridade brasileira presente ao evento, (e três vezes ex. governador do Paraná), Roberto Requião. A cadeira vaga ao lado do presidente e ministro destinava-se ao Wallace Req que no momento tirava fotos para disponibilizá-las para vocês.
Belíssima festa.






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domingo, 16 de maio de 2010

O mundo dá voltas porque é redondo. A bola rola no campo. Quem são eles?

O Rei dos treinadores da bola; o três vezes Rei Quião; e o Rei dos Equipamentos Esportivos.


O Rei dos treinadores da bola e o Rei da cocada preta do Hotel Bourbon em Foz do Iguaçu.

Quem são eles?
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sexta-feira, 14 de maio de 2010

Soberania alimentar, e os Bancos de Sementes.

Outro esboço de idéia.
Um aspecto das sementes patenteadas que não se discute é o aspecto da perda da soberania sobre as sementes. Ora os homens tem como combustível a alimentação, e a perda da segurança alimentar de um povo pode submetê-lo, o que significa perder soberania.

Assim, aquela recomendação Bíblica de separar dez por cento das melhores sementes para o replantio, nos autoriza a supor que bancos de sementes orgânicas seja das ações governamentais de um povo, uma ação sábia e prudente. Os produtores a titulo de imposto entregariam um percentual de sementes ao governo que as estocaria em silos regionais. A cada replantio ou safra, elas seriam redestribuidas aos pequenos produtores em primeiro lugar, e como reguladores de safra num segundo momento.

A ideia é simples, e visa criação de um banco genético de sementes ortgânicas, e o fomento democrático e fortalecimento dos ditos produtores familiares.
Garantia de segurança alimentar.
Wallacereq@gmail.com.



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Se o Brasil fosse o Paraná.

Todos sabem que o Paraná representa em termos territoriais apenas dois virgula seis por cento do teritório nacional. Isso significa afirmar que retirado o Paraná do seu contesto sobram 97.4% do territorio nacional (noventa e sete virgula quatro do território nacional). O que significa dizer que o território brasileiro é 37,46 vezes maior que o territòrio do Paraná.



Tenho tido a oportunidade de sobrevoar o nosso estado em todos os seus quadrantes e concluo que ainda temos muito espaço. Caminhamos a passos largos para um economia agrícola sustentável e tendente à preservação ecológica. Ora, há sem dúvida muito por fazer, mas não se pode negar os avanços nesse sentido.



A nossa densidade populacional não é das maiores é fogada e confortável. Somos estimativamente 10.150.000 de habitantes. Se o Brasil fosse o Paraná, com a mesma ocupação e uso do solo que temos hoje, o Brasil teria 37,45 X a nossa população. 37,46 X o nosso gado, 37,46 X os nossos suínos, e 37,46 x a nossa produção agrícola que hoje está por volta dos 32 milhões de toneladas. Bem feita as contas, vejam que o Brasil teria algo em torno de 1 Bilhão cento e 98 milhôes de toneladas de grãos, contra o que temos hoje, cerca de 150 milhões, para todo o país. Assim também seria multiplicada por 37;46 o numero de quilómetros de nossa malha de rodovías. Temos em pouco mais, ou menos, de 80 Km de Costas dois portos com excepcional vazão. Ora, se o Brasil possui mais de 8500 Km de Costas, teríamos a necessidade de 2 portos a cada 80 Km, ou, melhor se considerarmos apenas a produção teríamos necessidade de 32 milhões de toneladas x 37,46 , ou seja algo em torno de: 37 vezes a maior, significa pelo menos 37 portos x 2, pois são dois os portos paranaenses, ou 74 portos com o mesmo escoamento dos portos paranaenses. ( mais ou menos). Se não me engano temos 17 portos viáveis no Brtasil.



Faça as contas e você verá um Brasil muito diferente. Compare com os tuais indicadores do Brasil.


Estamos quase alcançando o Status de território livre de analfabetos, e possuimos o maior salário minimo do país.
Agora, é o Paraná Energético, como suas usinas hidroelétricas, suas termoelétricas, seu gás natural de petróleo, seu Xisto, seu petróleo, seu carvão mineral, seu grande potencial de óleo vegetal combustível e álcool, (suas jazidas de ferro complemento material da transformação) que multiplicado por 37.46 vezes é que colocaria o Brasil, como potência mundial. Como o território paranaense é uma fatia convencionada do território brasileiro, nada nos impede de vislumbrar um Brasil com indicadores muito superiores ao parnaenses.



Apenas estou usando a economia paranaense aplicada ao seu pequeno território, para servir como medida compartiva para o brasileiro imaginar o Brasil de amanhã.


(cálculos imprecisos)

Wallacereq@gmail.com









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A Militarização do Desenvolvimento.

Militares asfaltam.
Militares construem ( constróem) estradas.

Militares construem pontes no Brasil.



Militares construem ferrovia no Paraná.


A militarização do desenvolvimento.

Entre os urbanistas é unânime a opinião de que a infra-estrutura induz ao crescimento, logo podemos dizer sem erro, que induz ao desenvolvimento. Essa a nossa primeira premissa.

Poucos atentam para o fato de a China, antes de alavancar sua economia, passou por uma fase de militarização massiva. Isso gera um núcleo de civismo, uma media ideológica, uma unidade nacional, um aumento da qualidade dos cidadãos diante da nação a que pertencem. Essa a segunda de nossas premissas.

Uma analise das economias sul americanas, nos mostram que os investimentos em infra-estrutura tem sido instrumento gradativo de perda de soberania, sendo assim, essa é a nossa terceira premissa.

O que propomos. Propomos a universalização do serviço militar. Os milhões de jovens latino americanos, no ápice de sua juventude, dispensariam um ou dois anos de suas vidas, como Militares- Operários, ou como queiram, soldados-obreiros. As forças armadas, assim, constitucionalmente se tornariam, mega empreiteiros de infra-estruturas nacionais, planejando, e viabilizando as obras necessárias para o desenvolvimento dos países sul-americanos. O Estado, seria, como tem sido, o financiador dessas obras. Evitaríamos ao máximo esse empréstimos que estavam forçando a privatização de Bens Públicos, e patrimónios publico assim como serviços. Ora a grande energia de centenas de milhares de jovens soldados-operários, seria a força motriz dessa revolução de infra-estrutura desses países. Com essa atitude, as Forças Armadas, nas suas três principais frentes, dararia oportunidade para essa massa de jovens, em um ou dois anos de suas vidas, de operarem profissões as mais variadas, e saírem do serviço militares aptos para o exercicio inicial de uma profissão atestada e certificada pelo Exercito, Marinha e Aeronáutica. A retirada de jovens ociosos das grandes periferias e dos grandes centros urbanos, para servirem solidáriamente o pais numa ação cíclica e rotativa entre missões militares e operárias dariam um norte para as suas vidas, ao mesmo tempo que os levaria a conhecer os rincões do país. Ora ninguém ama o que não conhece. Ninguém vê perspectiva no que não enxerga, portanto jovens que nada viram além de seu mundinhos comunitários, nada sonham, além daquelas pobres oportunidades que o seu próprio meio os oferece. Essa migração de populações jovens de militares-operário, e militares -universitarios, criaria o núcleo ideológico de amor e construção da pátria, dando-lhes a todos , o orgulho necessário, as necessarias oportunidades e o devido treinamento militar e profissional.
A idéia aqui esboçada, é um tanto diferente da chinesa, também diferente da cubana, é uma solução brasileira, única e aplicável a todos os países sul americanos, que queiram em curto espaço de tempo, não soóviabilizar , capitalizar e equipar suas forças armadas, como alavancar soberanamente pela infra-estrutura bem planejada o desenvolvimento real de seus países.

Isso é um esboço, que pode ser acrescido de idéias, e aperfeiçoamentos.

Wallacereq@gmail.com, para o Grupo 23 de Outubro.




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quinta-feira, 13 de maio de 2010

O ajardinamento ( póda) da Amazônia.

As árvores disputam o espaço vital com os homens. Os homens disputam o espaço vital com as árvores. A poda, ao contrário do que vemos na foto, não é morte, é vida, é necessidade vital.


A Poda da Amazônia.
Podar é verbo. Trata-se de cortar galhos, ramos, e folhas em árvores ou arbustos, enfim, em qualquer tipo de planta. Trata-se de jardinagem.
Os colecionadores de orquídeas costumam fotografá-las nas suas diversas etapas de evolução, do brotar ao fenecimento e morte. Se nós contemplamos essas fotos em animação, vemos como num condensado de imagens os atos de vida da flor. Florestas são colônias de seres vivos. Interagem, e disputam espaço territorial com os demais seres. Árvores vivem muito tempo. Se fosse possível fotografá-las todos os dias por trezentos anos, por exemplo, veríamos todo o movimento de vida da floresta, seu nascer e morrer, e suas relações de vida, sejam se alimentando da morte dos seres vivos, seja em simbiose, seja parasitando umas as outras, seja mesmo matando, como é o caso extremo das plantas carnívoras.
Quando pesquisadores encontraram COPAN na América Central, ou se reencontrou as Missões Jesuíticas, no Sul da América, pudemos comprovar que as florestas disputam com os homens e sua civilização o espaço vital. As árvores invadem as cidades rompem as pedras, derrubam as muralhas, destoem os templos. Via de regra não notamos porque sua ação é mais lerda, mas não menos eficaz e voraz. Como sou muito curioso, nesse tempo de preservação, deixei propositadamente as árvores e demais vegetações cresceram livremente no jardim. Logo a evidência desse embate, homem, natureza, se expressou. As raízes grossas romperam os pisos. As folhas entupiram as calhas. A queda de galhos e frutos maduros colocaram em risco os transeuntes. Ora, a observação precisa desse movimento de domínio, e sua projeção teórica nos mostram que a própria natureza exige uma póda, como nós cortamos os cabelos. O vento, os raios, o fogo, a morte sazonal ou definitiva, mostra a necessidade de “Reciclagem” dos elementos. A morte na floresta não é ato inútil nem injusto, é produção de nitrogenados que fertilizam os solos e garantem a vida. É ceder espaço e deixar penetrar a luz.
A foto que mostrarei a seguir ( acima) dá uma idéia de que a póda da floresta Amazônica é ato razoável, racional, e que produziria madeira suficiente para muitas das necessidades humanas, pois de diversas árvores os galhos, sim simples galhos, são maiores e mais grossos que pinheiros adultos. Ou seja, a jardinagem amazônica se assim pudermos chamar, e o restaurar das áreas degradadas nos demais territórios do país, ( lembrando que a restauração de área degradada leva sessenta anos) é solução. Embora a jardinagem seja planeamento de longo prazo, e exige paciência, sabedoria, observação, opondo-se frontalmente às exigências de lucro imediato, imposto pelo mundo cruel dos negócios do cio do capital, e do terrorismo produzido dos mercados.
Veja, as fotos acima, medite, conclua e divulgue.
Fotos de 2008.
Preparando o ajardinamento da Amazônia Legal. E a restauração doss demais territórios brasileiros.








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O G 23 é solidariedade.

A pessoa e a sociedade.
Texto extraído do Catecismo Romano, por Wallace Requião de Mello e Silva.
O homem é um ser social por natureza. A pessoa humana necessita da vida social, porque ninguém é auto-suficiente. Por isso, tendemos naturalmente a associar-nos para alcançar objetivos que estão ALÉM DE NOSSAS CAPACIDADES INDIVIDUAIS. A família e a sociedade são sociedades que correspondem diretamente à natureza do homem; tal como outras associações que tem fins econômicos, culturais, esportivos, etc., exprimem a necessidade do homem de viver em sociedade.
Todo o agrupamento humano deve ter a sua autoridade, para manter a unidade e para garantir, na medida do possível, o bem comum dos seus membros; esse bem está igualmente relacionado com o bem de outras sociedades e com o bem comum de toda a sociedade humana.
O fim Último da sociedade é a pessoa humana, e por isso a justiça social só pode ser alcançada se respeita a dignidade transcendente do homem, criado por Deus à Sua imagem e semelhança, com uma alma racional e um fim supremo, que é a gloria do Céu.
A igualdade na dignidade e as diferenças entre os homens reclamam a solidariedade humana e a caridade sobrenatural.
Assim nasce o G 23.
Enrique Pèlach; em “Breve Catecismo”, do Editor Quadrante.
G23 é SOLIDARIEDADE.


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terça-feira, 11 de maio de 2010

Amazonia, 60% do solo brasileiro negligenciado historicamente.


Defesa Ciivil da Amazônia.


via grupog23 de Grupo G23 em 01/09/08


Sistema de Defesa e Preservação Civil da Amazônia.


O Brasil é imenso. Considerado o seu espaço aéreo e territorial, a floresta amazônica e os estados da federação que a formam, saltam aos olhos, apesar dos esforços que vem sendo feitos na sua efetiva ocupação, os problemas que se revelam em área, isolamento, falta de infra-estrutura e impenetrabilidade.Além de rica em bio-diversidade, madeira, em água doce, princípios ativos úteis a bioquímicos e minerais raros, um documento da Petrobrás titulado “O Petróleo e a Petrobrás” datado de 1980, nos diz e acrescentam as riquezas da Amazônia, o que é de máxima importância para nós brasileiros, que a área, desde o Acre (bacia terciária) até a ilha de Marajó no outro extremo do rio, abriga uma imensa bacia sedimentar, petrolífera, a espera de ser adequadamente explorada. Jazidas de gás, ferro, manganês, cassiterita (estanho) continuam a ser encontradas em profusão e seu absurdo potencial hidroelétrico é de difícil avaliação constituindo um patrimônio invejável. Estima-se hoje, segundo o site do SIVAM, de que, somente em madeira de lei, possuímos 1,7 TRILHÕES de dólares preservados naquela área. Para cientistas da USP, somente os dejetos, folhas e outros resíduos em decomposição poderão produzir álcool, quase em volumes iguais, ou superiores (uma vez que são renováveis) ao que se espera da Amazônia em Petróleo. Mais ainda, avalia-se hoje um patrimônio concreto de mais de 1,6 TRILHÕES de dólares em princípios ativos, úteis para a indústria química e farmacêutica (site do SIVAM 2004). Relatórios do Sindipetro, entregues em Curitiba a uma agencia de publicidade, faz notar, que o Rio Negro, ao contrario do que todos acreditavam, não tem a sua cor escura apenas pela alta presença de “umus” fertilizante, mas sim de óleo, provavelmente do afloramento nas regiões altas da Fronteira da Venezuela, o pais maior produtor de petróleo da América do Sul.Em conversa com um militar que acaba de voltar, depois de três longos anos na Amazônia, notei que nós sulistas desconhecemos, em essência, as minúcias do problema geral, da sobrevivência, da locomoção, da resistência na permanência das populações, na manutenção da saúde das comunidades, e na fiscalização daquela imensa área. Quadro mais grave é o de sua defesa. Hoje, o exercito discute a “Calha Norte”, com maiores recursos humanos e infra-estrutura para atender a região. Mas ainda assim não é suficiente, afirma o coronel Roberto de Paula Avelino gerente da Calha Norte.Os problemas se agravam no Amapá e Roraima, ao Norte. E é necessária a intensificação da vigilância física das fronteiras do Peru e Bolívia. Internamente, grandes companhias estrangeiras fazem o que querem, e se apropriam silenciosamente e sistematicamente desse patrimônio brasileiro.Um soldado treinado em um curso de um ano, não suporta o isolamento da floresta, diz um sargento, mais do que dois meses. E, segundo o militar, nenhum programa de preservação, fiscalização e ocupação far-se-á sem a colaboração e o engajamento dos nativos. Mesmo as tropas militares só se desenvolvem adequadamente quando os recrutas nasceram e se criaram na região. Caso contrario, diz o militar, o rendimento dos batalhões cai muito. (ver curiosidades no site “Farol”, a presença militar na Amazônia Legal”)Digamos que isso é uma primeira condição se não necessária ao menos é ideal. Ou seja, que um programa civil, auxiliar da preservação e defesa da Amazônia Legal se suporte, em primeiro lugar, nos nativos da região. Seja, na promoção técnica e cultural dos nativos, no cuidado primário de sua saúde, no fomento à fertilidade destas populações, (aumento demográfico) onde estará a base ideal do sistema de ocupação efetiva do território.Uma segunda condição, aparentemente ditada pelas atuais circunstâncias político ideológicas, é o como, a maneira de percorrer a sua imensa área para preservá-la ou fiscaliza-la a fim de protegê-la? Pergunto? Satélites desde o espaço? O SIVAM? O antigo RADAM? Aumento dos postos militares avançados existentes nas longínquas fronteiras (Calha Norte)? Caças velozes capazes de interceptar aviões? A presença mais densa da Marinha nos Rios? Hovercraft velozes? Incremento da Policia Federal naquela área? Tudo isso existe e em andamento.O que estamos propondo, é algo diferente, algo que envolva definitivamente e diretamente a comunidade e a juventude na responsabilidade pelo patrimônio Amazônico. É uma Patrulha Aérea Civil semelhante à existente e operante nos EUA, (ver na Internet: Civil Air Patrol. Gov.) que seja a uma só tempo formadora, integradora, educadora dos nativos da floresta, promotora humana e instrumento eficiente e auxiliar da fiscalização e da defesa da Amazônia Legal. Uma força auxiliar ao exercito, à aeronáutica e a marinha, e também aos institutos de pesquisa e preservação existentes na Amazônia, assim como auxilio aos outros órgãos oficiais que desenvolvam ações paralelas. Limitada, é obvio, a ação à capacidade operacional da Patrulha.Os rios são as vias naturais que integram a região, mas não penetram em profundidade as florestas. As populações são via de regra ribeirinhas. As rodovias, quase inexistentes, apesar do esforço hercúleo da Transamazônica, também não se adequam à missão de fiscalização e defesa, e são, agora, de dificílima conservação. Sobra-nos o ar, o espaço aéreo, que ao que tudo indica é o meio mais adequado para se percorrer rapidamente, fiscalizar, identificar áreas, fotografar, mapear, socorrer ou localizar, dar combate ao fogo, enfim, informar sobre o desmatamento, incêndios, contrabando, presença de grupos armados e aeronaves estrangeiras, mineração ilegal, instalações e pistas de pouso clandestinas, barcos, serrarias flutuantes, etc., etc. e tal. Melhor seria um aparelho como um hidroavião, ou avião de treinamento e de uso misto, terra-água. Digo avião, porque são muito mais econômicos que helicópteros. Aviões movidos a álcool se possível. Helicópteros não pode ser a base operacional do sistema por serem muito caros no preço unitário e caros na manutenção. Zepelins surgem como opção.Mas tudo que voa, precisa de lugar para pouso e decolagem e uma mínima infra-estrutura na água ou na terra. Sabemos pela imprensa que o exercito vem dinamitando pistas clandestinas, que, pelo contrario poderiam servir, assistida pelo exército e civis, como base de pouso e decolagem da Patrulha Civil.Ora, todos sabem que existe o SIVAM, controle e vigilância eletrônica da área, também sabemos que existem aviões de caça preparados para agir na área; helicópteros de diversas procedências (civis e militares) e finalmente, sabemos também que a FAB e o CAM (Correio Aéreo Nacional) cobrem partes da área territorial da Amazônia, ofertando transporte, e muitas vezes, até mesmo o necessário socorro médico, mas que não cobrem, e nem registram, em termos de pequenos eventos que ocorrem ou ocorram em tempo real nas entranhas das florestas, algo que se aproxime em torno de 10% do território da Amazônia Legal. Aqui surge a necessidade de um esquema civil. Dado ao tamanho da área, barcos, veículos e aviões, militares e civis, procuram defender uma área que todos sabemos absolutamente despovoada e inóspita.Para se ter uma idéia real do problema, a partir do mapeamento que acabo de fazer das pistas registradas e existentes, ocorrem áreas em que um avião a jato (900 km/h), levantando vôo, poderá sobrevoar em direção dos quatro pontos cardeais e voar, mais de hora e meia, sem sobrevoar o mínimo indicio de presença humana. Isso é o mesmo que atravessar o estado do Paraná sem ver ninguém. Sentem a dificuldade?Então o que eu proponho? Eu proponho, a criação pelo governo federal em parceria com os governos estaduais, de um rosário de pistas de pouso, estrategicamente dispostas na região, servindo de bases da Patrulha Aérea Civil (e também o aproveitamento dos aéreos clubes já existentes, hoje o DAC - Departamento de Aviação Civil - nos informa que existem apenas sete naquela imensa área) de modo que alunos, nativos em primeiro lugar, recrutados pelas juntas de serviço militar, voem aviões baratos e econômicos, nacionais se possível, gratuitamente (sem pagar a hora de vôo), abastecidos com gasolina ou álcool, subsidiado, ou gerado na floresta, e servidos por instrutores militares e civis, desde que aprendam, cuidem e fiscalizem, e façam relatórios, tomem fotos digitais de fatos dignos de fiscalização, como por exemplo, desmatamento, incêndios, forme uma rede de rádio telefonia de base aérea, e informem, ao comando aéreo militar e a comunidade engajada, sistematicamente, e a ABIM, ao SIVAM, ou outro órgão oficial de interesse, sempre obedecendo aos planos de vôo que cubram metódica e sistemicamente a imensa área amazônica como se fora uma colcha de retalhos.Imagino Bases da Patrulha Aérea Civil, nos rios, lagos e nas florestas, equipados com aviões identificados por “transponders” especiais. Bases onde existam dormitórios e classes de aula, preparando homens e mulheres, na sua cidadania mais perfeita e responsável, no seu amor à pátria, no ambientalismo racional, na sociologia própria, nos rudimentos das ciências físicas, nas técnicas de sobrevivência, nos rudimentos da medicina, da economia sustentável, do direito internacional, na solidariedade para com as populações isoladas, no heroísmo e nacionalismo extremados, e no domínio proficiente das aeronaves.Todos sabem que o Brasil, é um imenso mercado para a aviação de pequeno (incluindo a agrícola) e de grande porte, portanto precisamos de pilotos, de militares da reserva (o “breve de piloto” é equivalente ao militar de reserva de primeira classe), de jovens preparados, conscientes e pró-ativos.É naquela população, embrenhada na selva, necessitada do auxilio dos aviões, seja para o abastecimento energético ou alimentar, para o socorro à saúde, para o transporte, para a comunicação, para o socorro de comunidades e para o adequado desenvolvimento, preservação e defesa da soberania brasileira na Amazônia que encontraremos o suporte ideal da Patrulha.E nós brasileiros precisamos, enquanto nação, do território da Amazônia Livre de Intervenção Estrangeira. Esse é um projeto absolutamente econômico em sua relação custo beneficio para a nação brasileira. Esse é um projeto verdadeiramente nacionalista.


Wallace Requião de Mello e Silva.


Texto & pesquisa. ( texto ja postado em 2008).





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