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wallacereq@gmail.com.







segunda-feira, 29 de março de 2010

Hospital de Guaraqueçaba.


Estive na tarde do dia 28 de março em Guaraqueçaba, a única cidade isolada do Paraná. Acompanhei a visita técnica. E participei da festa da Cumieira.

Antigo porto paranaense de presitígio, foi suporte para uma numerosa comunidade semita, árabe e hebreia, suíços, franceses, italianos e alemães. Cercada de minérios raros, incluindo o ouro e ferro, entre outros radioativos, dona de fontes de água de ótima qualidade, Quaraqueçaba, mais antiga do que Curitiba, ao meu ver, resite à história.

O Governo do Paraná, na gestão Requião, investe em um Hospital, que dará suporte as populações isoladas das diversas ilhas e às populações indígenas do litoral, assim como à população da cidade.
Ouvi que o Hospital dará suporte num futuro ainda distante ao Turismo de Saúde, algo inédito para mim. ( dizem que foi assim, com suas areias monaziticas que Guarapari, ES, surgiu para o turismo brasileiro).

A cidade se prepara para o Turismo Médico Gariatrico. Seu Centro Histórico e praça central foram revitalizados.
A obra física do hospital estará entregue, como me disse o empreiteiro, em 60 dias, e a instalação dos equipamento em mais 30 dias, completando noventa dias para sua entrega. Em andamento o processo de contratação e treinamento de 128 funcionários, quase todos moradores do Município. A inauguração ficará portanto para o governo de Orlando Pessuti.


O Hospital não só dará suporte a turistas da Ilha do Mel e Superagui, e outras comunidades isoladas, mas terá algumas especialidades que fomentará o Turismo de Saúde em Gereatria ( Terceira Idade) aproveitando-se do baixo custo de vida no município e suas novas condições de salubridade e a total ausência de poluição no ar. ( O Governo Requião investiu no tratamento de esgoto e no abastecimento de água na antiga cidade) A cidade tem baixos indices de violência, permanecendo como um lugar ideal para idosos, seja por estar ao nível do mar, seja pelo clima, seja pela segurança. Uma cidade com poucos veículos e um nascer e por do sol lindos.
Suas ruas começam a ser calçadas com pequenos blocos de concreto o que lhe dará um aspecto melhor, ecologicamente correto, e mais seguro para os transeuntes idosos.


Tivemos o prazer de aterrizar no amplo e seguro heliponto do novo hospital

Espera-se a sua inauguração para 100 dias.


Conheça o G23 Presidente

Hospital de Guaraqueçaba.


Estive na tarde do dia 28 de março em Guaraqueçaba, a única cidade isolada do Paraná. Acompanhei a visita técnica. E participei da festa da Cumieira.

Antigo porto paranaense de presitígio, foi suporte para uma numerosa comunidade semita, árabe e hebreia, suíços, franceses, italianos e alemães. Cercada de minérios raros, incluindo o ouro e ferro, entre outros radioativos, dona de fontes de água de ótima qualidade, Quaraqueçaba, mais antiga do que Curitiba, ao meu ver, resite à história.

O Governo do Paraná, na gestão Requião, investe em um Hospital, que dará suporte as populações isoladas das diversas ilhas e às populações indígenas do litoral, assim como à população da cidade.
Ouvi que o Hospital dará suporte num futuro ainda distante ao Turismo de Saúde, algo inédito para mim. ( dizem que foi assim, com suas areias monaziticas que Guarapari, ES, surgiu para o turismo brasileiro).

A cidade se prepara para o Turismo Médico Gariatrico. Seu Centro Histórico e praça central foram revitalizados.
A obra física do hospital estará entregue, como me disse o empreiteiro, em 60 dias, e a instalação dos equipamento em mais 30 dias, completando noventa dias para sua entrega. Em andamento o processo de contratação e treinamento de 128 funcionários, quase todos moradores do Município. A inauguração ficará portanto para o governo de Orlando Pessuti.


O Hospital não só dará suporte a turistas da Ilha do Mel e Superagui, e outras comunidades isoladas, mas terá algumas especialidades que fomentará o Turismo de Saúde em Gereatria ( Terceira Idade) aproveitando-se do baixo custo de vida no município e suas novas condições de salubridade e a total ausência de poluição no ar. ( O Governo Requião investiu no tratamento de esgoto e no abastecimento de água na antiga cidade) A cidade tem baixos indices de violência, permanecendo como um lugar ideal para idosos, seja por estar ao nível do mar, seja pelo clima, seja pela segurança. Uma cidade com poucos veículos e um nascer e por do sol lindos.
Suas ruas começam a ser calçadas com pequenos blocos de concreto o que lhe dará um aspecto melhor, ecologicamente correto, e mais seguro para os transeuntes idosos.


Tivemos o prazer de aterrizar no amplo e seguro heliponto do novo hospital

Espera-se a sua inauguração para 100 dias.


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quinta-feira, 25 de março de 2010

A Fé.

Para reflexão de todos.
Alguém me perguntou se há problemas insolúveis para Deus.
Não; não há problemas insolúveis para Deus. Na verdade para Deus não há problemas, não há uma situação de difícil solução. O próprio conceito revelado de Deus, onipotente, onisciente e onipresente, nos diz que não há problemas para Deus. Mesmo o livre arbítrio dado aos homens, não é um problema para Deus, é pelo contrario, um problema para os homens.
Se somos a imagem e semelhança de Deus, Trino e UNO, então porque temos problemas? O livre arbítrio na última analise nos remete a uma questão direta: servir ou não servir a Deus. Temos problemas porque não aderimos a Deus que é a solução. Não aderimos a vontade de Deus. Fazer sua vontade é participar da solução, ou seja, é participar da divindade para a qual não há problemas.
Criamos problemas ao resistir a Deus, e querendo lhe ensinar sabedoria, pressupomos saber o que é melhor para nós. Donde nos parecerá que ter fé é um ato de entrega a Deus, mais do acreditar em algo. Todavia, eu me pergunto, essa entrega é livre como querem muitos? Ou tem regras, e a ela esta submetido o querer divino?
É o Deus Encarnado, que nos responde: Ama-me aquele que cumpre os Mandamentos. Ora, então a base do querer de Deus é o conteúdo dos Mandamentos de Deus. Afora essa adesão aos mandamentos de Deus, há problemas para o homem, e por vezes problemas insolúveis para nós. Mas mesmo assim, quando resistimos, não há problemas para Deus, cuja vontade impera absoluta, a conduzir e reconduzir à obediência e à desobediência para a realização da sua onipotência. Deus impera.
Ah! Sei...; você não acredita em Deus, e, portanto, não há certo ou errado, é tocar a vida, não há um querer de Deus, e um não querer de Deus. Então porque você só tem problemas?
Porque você tem medo de viver e medo de morrer? Porque você tem medo do castigo?
Por que o homem sem Deus é um verme!

Wallacereq@gmail.com.


Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)
Conheça o G23 Presidente

A Fé.

Para reflexão de todos.
Alguém me perguntou se há problemas insolúveis para Deus.
Não; não há problemas insolúveis para Deus. Na verdade para Deus não há problemas, não há uma situação de difícil solução. O próprio conceito revelado de Deus, onipotente, onisciente e onipresente, nos diz que não há problemas para Deus. Mesmo o livre arbítrio dado aos homens, não é um problema para Deus, é pelo contrario, um problema para os homens.
Se somos a imagem e semelhança de Deus, Trino e UNO, então porque temos problemas? O livre arbítrio na última analise nos remete a uma questão direta: servir ou não servir a Deus. Temos problemas porque não aderimos a Deus que é a solução. Não aderimos a vontade de Deus. Fazer sua vontade é participar da solução, ou seja, é participar da divindade para a qual não há problemas.
Criamos problemas ao resistir a Deus, e querendo lhe ensinar sabedoria, pressupomos saber o que é melhor para nós. Donde nos parecerá que ter fé é um ato de entrega a Deus, mais do acreditar em algo. Todavia, eu me pergunto, essa entrega é livre como querem muitos? Ou tem regras, e a ela esta submetido o querer divino?
É o Deus Encarnado, que nos responde: Ama-me aquele que cumpre os Mandamentos. Ora, então a base do querer de Deus é o conteúdo dos Mandamentos de Deus. Afora essa adesão aos mandamentos de Deus, há problemas para o homem, e por vezes problemas insolúveis para nós. Mas mesmo assim, quando resistimos, não há problemas para Deus, cuja vontade impera absoluta, a conduzir e reconduzir à obediência e à desobediência para a realização da sua onipotência. Deus impera.
Ah! Sei...; você não acredita em Deus, e, portanto, não há certo ou errado, é tocar a vida, não há um querer de Deus, e um não querer de Deus. Então porque você só tem problemas?
Porque você tem medo de viver e medo de morrer? Porque você tem medo do castigo?
Por que o homem sem Deus é um verme!

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Falecimento.

Prezados Amigos

Cumpro o doloroso dever de informar que o Pe. Paul Max, OSB, fundador da Human Life International (HLI) faleceu ontem às 8,10h (hora de Miami)

Pe. Max o apóstolo da vida esteve varias vezes no Brasil. Eu o conheci em Miami em 1987 em um congresso da HLI em Miami. Inteiramente dedicado à causa da vida, viajou 3,5 milhões de quilômetros por todo o mundo criando movimentos em defesa da vida. A PROVIDAFAMÍLIA muito deve ao Pe. Max não só pela ajuda financeira como pelos ensinamentos recebidos. Participei de vários congressos internacionais patrocinados pelo Pe. Max que reunia app. 4.000 pessoas de todo o mundo. Nesses congressos conheci Dr, Jérôme Lejeune de quem fiquei amigo, o Dr. Bernard Nathanson e dezenas de dirigentes pró-vida do mundo todo, particularmente da América Latina.

Certa vez o Papa João Paulo II disse a Pe. Max: “você está realizando o mais importante trabalho do mundo.


Pe. Max completaria 90 anos em junho

Que sua alma descanse em paz.

Humberto L. Vieira
Presidente da PROVIDAFAMÍLIA


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Falecimento.

Prezados Amigos

Cumpro o doloroso dever de informar que o Pe. Paul Max, OSB, fundador da Human Life International (HLI) faleceu ontem às 8,10h (hora de Miami)

Pe. Max o apóstolo da vida esteve varias vezes no Brasil. Eu o conheci em Miami em 1987 em um congresso da HLI em Miami. Inteiramente dedicado à causa da vida, viajou 3,5 milhões de quilômetros por todo o mundo criando movimentos em defesa da vida. A PROVIDAFAMÍLIA muito deve ao Pe. Max não só pela ajuda financeira como pelos ensinamentos recebidos. Participei de vários congressos internacionais patrocinados pelo Pe. Max que reunia app. 4.000 pessoas de todo o mundo. Nesses congressos conheci Dr, Jérôme Lejeune de quem fiquei amigo, o Dr. Bernard Nathanson e dezenas de dirigentes pró-vida do mundo todo, particularmente da América Latina.

Certa vez o Papa João Paulo II disse a Pe. Max: “você está realizando o mais importante trabalho do mundo.


Pe. Max completaria 90 anos em junho

Que sua alma descanse em paz.

Humberto L. Vieira
Presidente da PROVIDAFAMÍLIA


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segunda-feira, 22 de março de 2010

Economia e vida ( primeiro ensaio).

Economia e Vida (1º ensaio).
A Campanha da Fraternidade de 2010 se utiliza de alguns conceitos, digamos, comuns às aspirações de grande parte dos brasileiros.
Vejamos então: Economia: do grego oikos+ nomos, que significa casa, ambiente social, seguido de “nomos”, normas, regras, administração. Literalmente o termo se traduz por “Administração da Casa”.
Mas de que casas estão falando? O documento da CF fala em casa comum dos homens, o planeta terra, em nossa opinião, fruto de pesquisa, sai o conceito do verdadeiro sentido do termo. Casa, tribo, ou clã, no sentido judaico e cristão dizia respeito ao núcleo supra-familiar, membros de sangue e agregados, no caso, membros das doze tribos de Israel. Casa de David, Casa de Benjamim, por exemplo. Todavia no documento da CF lemos: “A administração da casa tem o sentido de providenciar tudo o que é necessário à sobrevivência”. Assim sendo, o principio familiar do núcleo conceitual de “casa” fica preservado. Continua o documento: “Uma constante no pensamento social cristão é o caráter humano da economia, como atividade realizada por pessoas, devendo orientar-se ao serviço das pessoas, como o centro protagonista e razão de ser da vida humana, econômica e social. Inclusive, a economia, como ciência deve ser integralmente orientada para a construção do Bem Comum”.
Em conclusão: “Casa” é o meio ambiente social (familiar e fraternal) e material, gerador e provedor das necessidades humanas individuais e coletivas.
Nesse sentido a Campanha da Fraternidade abre seu documento sobre a Economia com o título “Fraternidade e Vida”.
Muitos documentos cristãos e não cristãos, reconhecem sob a ótica do Direito, que a vida é a base conceitual de todos os direitos, sobre modo os direitos individuais. Então preservar a vida, desde sua concepção, é a obrigação da Economia, pois o homem no seu direito à vida é o centro protagonista e objeto de toda a Economia da Casa Humana. Ou seja, da reta administração dos Bens dos Homens. Aqui encontramos um eco no texto da CF que diz acima:” A Economia como ciência deve ser integralmente orientada para a construção do BEM COMUM”
Mas o que é o Bem Comum? No que ele se difere do interesse coletivo?
Existem dois sentidos para o termo BEM COMUM, um jurídico e um teológico. O bem comum não se confunde com o interesse coletivo. O Bem comum, é o conjunto de Bens comuns a todos os homens, bens necessários apara a consecução de suas vidas, e de suas sobrevivências, enquanto indivíduos. Um bom vocabulário Jurídico trará como definição: Bem comum: Bens; de bem, do latim bene, é empregado na acepção de utilidade, riqueza, prosperidade. Na terminologia jurídica é geralmente tomado no sentido de coisa, correspondendo a rés dos romanos (rés publica). No entanto nem sempre bens e coisas podem ser tidos em sentido equivalente, portanto há bens que não se entendem como coisas e coisas que não se entendem como bens. Na compreensão jurídica, somente como bens podem ser compreendidas as coisas que tenham dono, isto é, as coisas apropriadas. Escapam, pois, ao sentido de bens, as coisas sem dono ( rés nullius). Desse modo toda coisa, todo direito, toda obrigação, enfim, qualquer elemento material ou imaterial, representando uma utilidade ou uma riqueza integrada no patrimônio de alguém e passível de apreciação monetária, pode então ser designados como “bens”. E não importa que estas coisas reputadas como bens se evidenciem corpóreas ou não corpóreas ( incorpóreas). Os direitos que incidem sobre coisas, embora incorpóreas, entende-se como bens: são bens os direitos autorais, os direitos creditórios, que segundo a sua natureza são designados e vão se distinguindo em gêneros de suas espécies:
O leitor que quer se aprofundar deve ler sobre Bens Coletivos e Bens Comunitários, para melhor entender o que expomos.
Bem Comum: O sentido de bem comum pode ser tido em dias acepções bem distintas. Pode ser entendido no sentido de bens inapropriáveis, que não são suscetíveis de apoderamento por parte da pessoa, a fim de que o particularize em proveito ou utilidade própria ( pessoas física ou jurídica). Serão só bens comuns a todos (rés omnium communes) ou comunia omnium na linguagem romana, tais sejam a vida, o ar, a água potável, as águas correntes, o mar, a luz, etc., que todos deles se utilizam. Mas para distinguir de outras espécies de bens apropriáveis também se dizem bens de uso publico, para indicar que são bens de uso de todos os Habitantes de um lugar (Casa). São bens que se dizem públicos, justamente porque mesmo quando apreensíveis, NÃO ESTÃO NO COMÉRCIO, não podendo assim ser objeto de apropriação ou ocupação pelo particular (pessoa física ou jurídica).
No segundo sentido, os bens comuns são os bens que designam os bens que são possuídos em comunhão, têm dois ou mais titulares, e pertencem a todos eles em comunidade. Assim tomando todo o cuidado para não confundir, se diz: “bens comuns” aos bens pertencentes ao casal, mantidos e possuídos pelo condomínio até que cesse pela divisão. (este não é o sentido da CF). Embora a Igreja ensine, que da família e seu consórcio derive como célula mãe da Sociedade. e do Estado, toda a fundamentação e o princípio da Economia e do Direito.
O Bem Comum, no conceito da CF, é o bem necessário, para a manutenção da vida humana, no sentido amplo expresso em tudo aquilo que faz do ser humano, verdadeiramente HUMANO. Família, vida, ar, água, alimentação, sol, liberdade de movimento, trabalho, moradia, educação, saúde, cultura, fertilidade, religião, pertença, ou seja, o direito à herança humana. E desse direito ninguém deve estar excluído.
O divisor de águas: “Vocês não podem servir a Deus e ao Dinheiro” MT. 6,24. Ora a primeira pergunta é: acreditamos em Deus? Queremos servi-lo? A segunda pergunta é: O que é o Dinheiro?
O dinheiro (dinares), salário (de sal) pecuniário (de gado) fiduciário (de confiança) monetário (de padrão) é um meio de troca. Ora, criteriosamente o que está dito é: Não podeis servir a Deus e ao comércio.
Mas o viver é troca, então o que comércio?



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grupog23deoutubro@gmail.com

PMDB quer ser assim.

Uma minuta de projeto surpreendente.
Pesquisando nos arquivos da Fundação Pedroso Horta, encontrei essa minuta de projeto, nunca publicada com o carimbo: Versão preliminar para uso interno da Fundação.
Li com atenção e descobri coisas interessantíssimas; o documento 50 páginas, das quais sintetizei alguns trechos.
Princípios básicos:
1) O PMDB tem compromisso fundamental e inarredável com a democracia presidencialista. Sua inspiração central sempre foi a luta pela redemocratização brasileira nos planos políticos, social e econômico. A democracia é o instrumento insubstituível para assegurar dignidade humana e justiça social dentro do conceito da cidadania. É importante impedir qualquer processo político que vise obscurecer a transparência democrática do voto, de sua recontagem, confirmação ou auditagem, ou a precarização das conquistas democráticas, nem deixá-las a mercê da precarização da autonomia e liberdade dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário; o voto não pode estar submetido a regras apenas do poder Judiciário, ou da instrumentalização das legislações eleitorais.
2) O PMDB pretende continuar sendo a expressão política de grande parte da parcela da população brasileira surpreendentemente ausente do processo produtivo e que não se beneficia dos frutos do progresso. Identifica-se primordialmente com as lutas dos interesses da grande massa dos marginalizados e excluídos do processo econômico brasileiro, sem deixar de ser o porta voz da classe media brasileira, hoje submetida a um crescente processo de proletarização, pois as políticas públicas tem buscado diminuir desigualdades sociais apenas com o concurso das classes medias sem pressionar o grande capital e as minorias ricas do Pais.
3) O PMDB continuará defendendo intransigentemente o interesse Nacional no contexto popular (não apenas o Interesse Nacional das grandes corporações) concebido como o interesse democrático do povo Brasileiro na preservação do território brasileiro na sua integralidade, na soberania do subsolo, na soberania sobre os recursos hídricos e naturais, na construção de uma política econômico financeira soberana, no fortalecimento da autonomia cultural, na elevação coletiva da capacidade de empreendedorismo comercial e produtivo com tecnologia nacional, e a defesa dos demais objetivos estratégicos de interesse da nação, submetido ao crivo democrático, que interessam sempre em primeiro lugar o país.
4) O PMDB é um partido de massas, que esta irremediavelmente atuando onde, e em todos os lugares onde os brasileiros moram e trabalham, e não somente servindo aos núcleos de interesse do Executivo, Judiciário ou legislativo, muita vezes divorciados da representação que deveriam exercer em nome do povo. È, portanto uma organização que se vincula aos movimentos sociais organizados e movimentos reivindicatórios a vida política sem, no entanto tutelá-los.
5) O PMDB pautado e limitado na sua linha programática, mas assegura a seus filiados liberdade de atuação no âmbito de suas atividades profissionais e militância junto aos movimentos de massa. Os filiados do PMDB terão (obrigatoriamente) representação nos órgãos que elaboram as políticas do partido, e, desse modo a democracia interna deverá ser garantida a qualquer custo. As políticas do partido, democraticamente decidida por votação de percentual estatisticamente representativo, ou por plebiscito direto serão livremente discutidas e quando aprovadas deverão ser praticadas por todos. Essa é uma das razões pela qual esse documento devera ser discutido nacionalmente.
6) O PMDB admite divergências entre seus membros, sempre representadas as instancias deliberativas decorrentes das discrepâncias de opinião, desde que estas não atropelem as instancias normativas e não coloquem e risco a unidade de suas estruturas permanentes nem seus princípios fundamentais.
7) O PMDB considera que o valor básico da vida social e política é a pessoa e sua civilidade relacional garantida a sua consciência. O povo é o sujeito e o fundamento e fim de todas as instituições e o verdadeiro objeto de todas as medidas econômicas, sociais e políticas. Não poderá em tempo algum ou sob qualquer justificativa, ser agente secundário, coisa ou objeto manipulável pela economia do Estado, do partido ou do processo histórico. A pessoa, cada pessoa, de qualquer condição ou estado tem direito de ser respeitada em sua dignidade na justa medida em que respeita a dignidade alheia. A prática desse princípio nesse momento histórico denominou cidadania de princípios.
8) O PMDB tem por obrigação o dever de combater a discriminação entendidas como negação de oportunidades sociais e laborais, por motivos que não sejam aqueles que impeçam a habilitação. Não haverá mais no censo nacional os termos negro, pardo, indígena, etc. Somos todos cidadãos brasileiros com direito a naturalidade. Só há o sexo masculino e feminino, uma vez que a definição é de ordem física e funcional e não diz respeito às praticas de uso do corpo ou do erotismo. Toda minoria que se julgar prejudicada social ou laboralmente por motivos que não sejam os da justa habilitação, devera encontrar no partido seu amparo e defesa, e estudos ou diligencias serão feitas para integrá-los ao desenvolvimento da comunidade nacional.
9) O PMDB é intransigente em favor da VIDA, fonte de todo direito humano e por isso é claro em posisionar-se contra a pena de morte (do apenado) e o ABORTO (do Inocente).
10) O PMDB considera que o trabalho é à base do desenvolvimento coletivo e forma de cooperação social, portanto os interesses laborais se sobrepõem aos interesses do capital. O emprego e o salário deverão ser sempre o critério privilegiado de decisão em relação aos investimentos públicos que considerará as alternativas mais eficazes para a geração de empregos que devem ser adotadas. A legislação normativa da iniciativa privada deve exigir aconselhar e orientar que a base dos empreendimentos deve estar na geração de postos laborais para permitir o desenvolvimento cooperativo de toda a sociedade. A aplicação desses princípios contribuirá para uma elevação do nível de vida de todos pela distribuição equânime das riquezas nacionais, o que não acontecerá se abrirmos de forma subservientes a exportação de nossas riqueza renováveis e não renováveis, o nosso mercado interno, o mercado de capitais, e se doarmos irresponsavelmente a possibilidade de incremento de nossos postos laborais (empregos).
11) O PMDB encara o mercado como instituição social de troca de bens e serviços em favor do homem em sociedade cooperada, instituição de grande utilidade na alocação de recursos humanos, materiais, reguladores, e meios de troca (financeiros) para o sucesso do crescimento econômico do país e fortalecimento de sua soberania. Reconhece que nas áreas em que o mercado tende a produzir efeitos negativos (riscos para a saúde coletiva, precarização das relações de trabalho, riscos ambientais e desequilíbrios regionais na esfera sociais ou de distribuição de renda, ou por insuficiência dinâmica (falta de infra-estrutura, ciência ou tecnologia) cabe ao Estado a missão de aquilatar, estimular, investir, qualificar, definir mecanismos reguladores, alocar recursos para criar o MERCADO (ambiente de trocas sociais) a serviço dos interesses nacionais e do bem estar social do povo. Para isso o Estado e seu arcabouço legal deverão ser fortes.
12) O PMDB defende as relações de trabalho conquistadas, a possibilidade de que o trabalhador se associe em cooperativas e associações, no âmbito dos negócios privados ou públicos, tornando-se sócios, de parte proporcional de todos os investimentos públicos, na forma de ações, de modo a participarem remuneradamente não só da produtividade e da melhora da qualidade dos serviços, mas também das riquezas produzidas e acumuladas.
13) O PMDB entende que as empresas públicas e privadas devem pautar suas estratégias de produção e empreendimento na maximização dos postos laborais para poder levar em conta o imediato interesse publico. Assim as grandes concentrações de capital e poder econômico devem estar sob vigilante controle do Estado.
14) O PMDB quer um Estado forte o suficiente para exercer o seu papel funcional, seja na função fiscalizadora, na sua liquidez, na sua arrecadação, na sua defesa, na imposição da justiça, na defesa da Nação, portanto precisa estar acima e liberado de pressões econômicas de grupos privados, nacionais ou estrangeiros, e estar apto para enfrentar pressões armadas de interesse exógenos aos seus planos de desenvolvimento e soberania, somente assim pode executar tarefas funcionais como saúde, educação, justiça, comunicação infra-estrutura viária, segurança interna e externa, saneamento e abastecimento de água, planos de moradia digna, e adequação no uso e produção energética. Como o Brasil tem peculiaridades regionais e profundas desigualdades o Estado haverá de promover as pesquisas e plano de desenvolvimento técnico cientifica dentro de políticas de desenvolvimento regional.
15) O PMDB defende que o Brasil precisa de algumas reformas estruturais a fim de capacitar-se a ofertar ao seu povo, garantida a sua soberania, a cada dia, condições de habilitação e dignidade, que faça a sociedade cooperada brasileira desenvolver-se com dignidade, solidariedade, liberdade de transito em solo nacional, liberdade empreendedora, democracia e patriotismo. O grande desafio da modernidade não é desenvolver o consumo, mas desenvolver o bem estar da massa da população, num ambiente saudável, com possibilidades futuras. Um país que tenha promessas para gerações futuras, e não um país que se oponha à VIDA, como se essa fosse o mal a ser combatido, regulada, estrangulada, diminuída pela miséria, pela violência, pela perda de fé no próximo. Um Brasil Otimista, e não um pessimismo, que pretende frustrar não só o desenvolvimento da sociedade brasileira, mas frustrar os planos de Deus que é o autor e sustentáculo da vida. Justiça social não pode ser escravidão de normas sufocantes e impostos paralisantes, que não voltam para os benefícios que tanto necessita o bem comum, mas que vão pagar juros de dividas e rolagens do grande capital, que tem sido o custo de sermos pouco soberanos e economicamente dependentes. Aos senhores de escravos, não interessa a liberdade de seus serviçais.Uma minuta de projeto surpreendente.
Pesquisando nos arquivos da Fundação Pedroso Horta, encontrei essa minuta de projeto, nunca publicada com o carimbo: Versão preliminar para uso interno da Fundação.
Li com atenção e descobri coisas interessantíssimas; o documento 50 páginas, das quais sintetizei alguns trechos.
Princípios básicos:
1) O PMDB tem compromisso fundamental e inarredável com a democracia presidencialista. Sua inspiração central sempre foi a luta pela redemocratização brasileira nos planos políticos, social e econômico. A democracia é o instrumento insubstituível para assegurar dignidade humana e justiça social dentro do conceito da cidadania. É importante impedir qualquer processo político que vise obscurecer a transparência democrática do voto, de sua recontagem, confirmação ou auditagem, ou a precarização das conquistas democráticas, nem deixá-las a mercê da precarização da autonomia e liberdade dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário; o voto não pode estar submetido a regras apenas do poder Judiciário, ou da instrumentalização das legislações eleitorais.
2) O PMDB pretende continuar sendo a expressão política de grande parte da parcela da população brasileira surpreendentemente ausente do processo produtivo e que não se beneficia dos frutos do progresso. Identifica-se primordialmente com as lutas dos interesses da grande massa dos marginalizados e excluídos do processo econômico brasileiro, sem deixar de ser o porta voz da classe media brasileira, hoje submetida a um crescente processo de proletarização, pois as políticas públicas tem buscado diminuir desigualdades sociais apenas com o concurso das classes medias sem pressionar o grande capital e as minorias ricas do Pais.
3) O PMDB continuará defendendo intransigentemente o interesse Nacional no contexto popular (não apenas o Interesse Nacional das grandes corporações) concebido como o interesse democrático do povo Brasileiro na preservação do território brasileiro na sua integralidade, na soberania do subsolo, na soberania sobre os recursos hídricos e naturais, na construção de uma política econômico financeira soberana, no fortalecimento da autonomia cultural, na elevação coletiva da capacidade de empreendedorismo comercial e produtivo com tecnologia nacional, e a defesa dos demais objetivos estratégicos de interesse da nação, submetido ao crivo democrático, que interessam sempre em primeiro lugar o país.
4) O PMDB é um partido de massas, que esta irremediavelmente atuando onde, e em todos os lugares onde os brasileiros moram e trabalham, e não somente servindo aos núcleos de interesse do Executivo, Judiciário ou legislativo, muita vezes divorciados da representação que deveriam exercer em nome do povo. È, portanto uma organização que se vincula aos movimentos sociais organizados e movimentos reivindicatórios a vida política sem, no entanto tutelá-los.
5) O PMDB pautado e limitado na sua linha programática, mas assegura a seus filiados liberdade de atuação no âmbito de suas atividades profissionais e militância junto aos movimentos de massa. Os filiados do PMDB terão (obrigatoriamente) representação nos órgãos que elaboram as políticas do partido, e, desse modo a democracia interna deverá ser garantida a qualquer custo. As políticas do partido, democraticamente decidida por votação de percentual estatisticamente representativo, ou por plebiscito direto serão livremente discutidas e quando aprovadas deverão ser praticadas por todos. Essa é uma das razões pela qual esse documento devera ser discutido nacionalmente.
6) O PMDB admite divergências entre seus membros, sempre representadas as instancias deliberativas decorrentes das discrepâncias de opinião, desde que estas não atropelem as instancias normativas e não coloquem e risco a unidade de suas estruturas permanentes nem seus princípios fundamentais.
7) O PMDB considera que o valor básico da vida social e política é a pessoa e sua civilidade relacional garantida a sua consciência. O povo é o sujeito e o fundamento e fim de todas as instituições e o verdadeiro objeto de todas as medidas econômicas, sociais e políticas. Não poderá em tempo algum ou sob qualquer justificativa, ser agente secundário, coisa ou objeto manipulável pela economia do Estado, do partido ou do processo histórico. A pessoa, cada pessoa, de qualquer condição ou estado tem direito de ser respeitada em sua dignidade na justa medida em que respeita a dignidade alheia. A prática desse princípio nesse momento histórico denominou cidadania de princípios.
8) O PMDB tem por obrigação o dever de combater a discriminação entendidas como negação de oportunidades sociais e laborais, por motivos que não sejam aqueles que impeçam a habilitação. Não haverá mais no censo nacional os termos negro, pardo, indígena, etc. Somos todos cidadãos brasileiros com direito a naturalidade. Só há o sexo masculino e feminino, uma vez que a definição é de ordem física e funcional e não diz respeito às praticas de uso do corpo ou do erotismo. Toda minoria que se julgar prejudicada social ou laboralmente por motivos que não sejam os da justa habilitação, devera encontrar no partido seu amparo e defesa, e estudos ou diligencias serão feitas para integrá-los ao desenvolvimento da comunidade nacional.
9) O PMDB é intransigente em favor da VIDA, fonte de todo direito humano e por isso é claro em posisionar-se contra a pena de morte (do apenado) e o ABORTO (do Inocente).
10) O PMDB considera que o trabalho é à base do desenvolvimento coletivo e forma de cooperação social, portanto os interesses laborais se sobrepõem aos interesses do capital. O emprego e o salário deverão ser sempre o critério privilegiado de decisão em relação aos investimentos públicos que considerará as alternativas mais eficazes para a geração de empregos que devem ser adotadas. A legislação normativa da iniciativa privada deve exigir aconselhar e orientar que a base dos empreendimentos deve estar na geração de postos laborais para permitir o desenvolvimento cooperativo de toda a sociedade. A aplicação desses princípios contribuirá para uma elevação do nível de vida de todos pela distribuição equânime das riquezas nacionais, o que não acontecerá se abrirmos de forma subservientes a exportação de nossas riqueza renováveis e não renováveis, o nosso mercado interno, o mercado de capitais, e se doarmos irresponsavelmente a possibilidade de incremento de nossos postos laborais (empregos).
11) O PMDB encara o mercado como instituição social de troca de bens e serviços em favor do homem em sociedade cooperada, instituição de grande utilidade na alocação de recursos humanos, materiais, reguladores, e meios de troca (financeiros) para o sucesso do crescimento econômico do país e fortalecimento de sua soberania. Reconhece que nas áreas em que o mercado tende a produzir efeitos negativos (riscos para a saúde coletiva, precarização das relações de trabalho, riscos ambientais e desequilíbrios regionais na esfera sociais ou de distribuição de renda, ou por insuficiência dinâmica (falta de infra-estrutura, ciência ou tecnologia) cabe ao Estado a missão de aquilatar, estimular, investir, qualificar, definir mecanismos reguladores, alocar recursos para criar o MERCADO (ambiente de trocas sociais) a serviço dos interesses nacionais e do bem estar social do povo. Para isso o Estado e seu arcabouço legal deverão ser fortes.
12) O PMDB defende as relações de trabalho conquistadas, a possibilidade de que o trabalhador se associe em cooperativas e associações, no âmbito dos negócios privados ou públicos, tornando-se sócios, de parte proporcional de todos os investimentos públicos, na forma de ações, de modo a participarem remuneradamente não só da produtividade e da melhora da qualidade dos serviços, mas também das riquezas produzidas e acumuladas.
13) O PMDB entende que as empresas públicas e privadas devem pautar suas estratégias de produção e empreendimento na maximização dos postos laborais para poder levar em conta o imediato interesse publico. Assim as grandes concentrações de capital e poder econômico devem estar sob vigilante controle do Estado.
14) O PMDB quer um Estado forte o suficiente para exercer o seu papel funcional, seja na função fiscalizadora, na sua liquidez, na sua arrecadação, na sua defesa, na imposição da justiça, na defesa da Nação, portanto precisa estar acima e liberado de pressões econômicas de grupos privados, nacionais ou estrangeiros, e estar apto para enfrentar pressões armadas de interesse exógenos aos seus planos de desenvolvimento e soberania, somente assim pode executar tarefas funcionais como saúde, educação, justiça, comunicação infra-estrutura viária, segurança interna e externa, saneamento e abastecimento de água, planos de moradia digna, e adequação no uso e produção energética. Como o Brasil tem peculiaridades regionais e profundas desigualdades o Estado haverá de promover as pesquisas e plano de desenvolvimento técnico cientifica dentro de políticas de desenvolvimento regional.
15) O PMDB defende que o Brasil precisa de algumas reformas estruturais a fim de capacitar-se a ofertar ao seu povo, garantida a sua soberania, a cada dia, condições de habilitação e dignidade, que faça a sociedade cooperada brasileira desenvolver-se com dignidade, solidariedade, liberdade de transito em solo nacional, liberdade empreendedora, democracia e patriotismo. O grande desafio da modernidade não é desenvolver o consumo, mas desenvolver o bem estar da massa da população, num ambiente saudável, com possibilidades futuras. Um país que tenha promessas para gerações futuras, e não um país que se oponha à VIDA, como se essa fosse o mal a ser combatido, regulada, estrangulada, diminuída pela miséria, pela violência, pela perda de fé no próximo. Um Brasil Otimista, e não um pessimismo, que pretende frustrar não só o desenvolvimento da sociedade brasileira, mas frustrar os planos de Deus que é o autor e sustentáculo da vida. Justiça social não pode ser escravidão de normas sufocantes e impostos paralisantes, que não voltam para os benefícios que tanto necessita o bem comum, mas que vão pagar juros de dividas e rolagens do grande capital, que tem sido o custo de sermos pouco soberanos e economicamente dependentes. Aos senhores de escravos, não interessa a liberdade de seus serviçais.

Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)
Conheça o G23 Presidente

PMDB quer ser assim.

Uma minuta de projeto surpreendente.
Pesquisando nos arquivos da Fundação Pedroso Horta, encontrei essa minuta de projeto, nunca publicada com o carimbo: Versão preliminar para uso interno da Fundação.
Li com atenção e descobri coisas interessantíssimas; o documento 50 páginas, das quais sintetizei alguns trechos.
Princípios básicos:
1) O PMDB tem compromisso fundamental e inarredável com a democracia presidencialista. Sua inspiração central sempre foi a luta pela redemocratização brasileira nos planos políticos, social e econômico. A democracia é o instrumento insubstituível para assegurar dignidade humana e justiça social dentro do conceito da cidadania. É importante impedir qualquer processo político que vise obscurecer a transparência democrática do voto, de sua recontagem, confirmação ou auditagem, ou a precarização das conquistas democráticas, nem deixá-las a mercê da precarização da autonomia e liberdade dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário; o voto não pode estar submetido a regras apenas do poder Judiciário, ou da instrumentalização das legislações eleitorais.
2) O PMDB pretende continuar sendo a expressão política de grande parte da parcela da população brasileira surpreendentemente ausente do processo produtivo e que não se beneficia dos frutos do progresso. Identifica-se primordialmente com as lutas dos interesses da grande massa dos marginalizados e excluídos do processo econômico brasileiro, sem deixar de ser o porta voz da classe media brasileira, hoje submetida a um crescente processo de proletarização, pois as políticas públicas tem buscado diminuir desigualdades sociais apenas com o concurso das classes medias sem pressionar o grande capital e as minorias ricas do Pais.
3) O PMDB continuará defendendo intransigentemente o interesse Nacional no contexto popular (não apenas o Interesse Nacional das grandes corporações) concebido como o interesse democrático do povo Brasileiro na preservação do território brasileiro na sua integralidade, na soberania do subsolo, na soberania sobre os recursos hídricos e naturais, na construção de uma política econômico financeira soberana, no fortalecimento da autonomia cultural, na elevação coletiva da capacidade de empreendedorismo comercial e produtivo com tecnologia nacional, e a defesa dos demais objetivos estratégicos de interesse da nação, submetido ao crivo democrático, que interessam sempre em primeiro lugar o país.
4) O PMDB é um partido de massas, que esta irremediavelmente atuando onde, e em todos os lugares onde os brasileiros moram e trabalham, e não somente servindo aos núcleos de interesse do Executivo, Judiciário ou legislativo, muita vezes divorciados da representação que deveriam exercer em nome do povo. È, portanto uma organização que se vincula aos movimentos sociais organizados e movimentos reivindicatórios a vida política sem, no entanto tutelá-los.
5) O PMDB pautado e limitado na sua linha programática, mas assegura a seus filiados liberdade de atuação no âmbito de suas atividades profissionais e militância junto aos movimentos de massa. Os filiados do PMDB terão (obrigatoriamente) representação nos órgãos que elaboram as políticas do partido, e, desse modo a democracia interna deverá ser garantida a qualquer custo. As políticas do partido, democraticamente decidida por votação de percentual estatisticamente representativo, ou por plebiscito direto serão livremente discutidas e quando aprovadas deverão ser praticadas por todos. Essa é uma das razões pela qual esse documento devera ser discutido nacionalmente.
6) O PMDB admite divergências entre seus membros, sempre representadas as instancias deliberativas decorrentes das discrepâncias de opinião, desde que estas não atropelem as instancias normativas e não coloquem e risco a unidade de suas estruturas permanentes nem seus princípios fundamentais.
7) O PMDB considera que o valor básico da vida social e política é a pessoa e sua civilidade relacional garantida a sua consciência. O povo é o sujeito e o fundamento e fim de todas as instituições e o verdadeiro objeto de todas as medidas econômicas, sociais e políticas. Não poderá em tempo algum ou sob qualquer justificativa, ser agente secundário, coisa ou objeto manipulável pela economia do Estado, do partido ou do processo histórico. A pessoa, cada pessoa, de qualquer condição ou estado tem direito de ser respeitada em sua dignidade na justa medida em que respeita a dignidade alheia. A prática desse princípio nesse momento histórico denominou cidadania de princípios.
8) O PMDB tem por obrigação o dever de combater a discriminação entendidas como negação de oportunidades sociais e laborais, por motivos que não sejam aqueles que impeçam a habilitação. Não haverá mais no censo nacional os termos negro, pardo, indígena, etc. Somos todos cidadãos brasileiros com direito a naturalidade. Só há o sexo masculino e feminino, uma vez que a definição é de ordem física e funcional e não diz respeito às praticas de uso do corpo ou do erotismo. Toda minoria que se julgar prejudicada social ou laboralmente por motivos que não sejam os da justa habilitação, devera encontrar no partido seu amparo e defesa, e estudos ou diligencias serão feitas para integrá-los ao desenvolvimento da comunidade nacional.
9) O PMDB é intransigente em favor da VIDA, fonte de todo direito humano e por isso é claro em posisionar-se contra a pena de morte (do apenado) e o ABORTO (do Inocente).
10) O PMDB considera que o trabalho é à base do desenvolvimento coletivo e forma de cooperação social, portanto os interesses laborais se sobrepõem aos interesses do capital. O emprego e o salário deverão ser sempre o critério privilegiado de decisão em relação aos investimentos públicos que considerará as alternativas mais eficazes para a geração de empregos que devem ser adotadas. A legislação normativa da iniciativa privada deve exigir aconselhar e orientar que a base dos empreendimentos deve estar na geração de postos laborais para permitir o desenvolvimento cooperativo de toda a sociedade. A aplicação desses princípios contribuirá para uma elevação do nível de vida de todos pela distribuição equânime das riquezas nacionais, o que não acontecerá se abrirmos de forma subservientes a exportação de nossas riqueza renováveis e não renováveis, o nosso mercado interno, o mercado de capitais, e se doarmos irresponsavelmente a possibilidade de incremento de nossos postos laborais (empregos).
11) O PMDB encara o mercado como instituição social de troca de bens e serviços em favor do homem em sociedade cooperada, instituição de grande utilidade na alocação de recursos humanos, materiais, reguladores, e meios de troca (financeiros) para o sucesso do crescimento econômico do país e fortalecimento de sua soberania. Reconhece que nas áreas em que o mercado tende a produzir efeitos negativos (riscos para a saúde coletiva, precarização das relações de trabalho, riscos ambientais e desequilíbrios regionais na esfera sociais ou de distribuição de renda, ou por insuficiência dinâmica (falta de infra-estrutura, ciência ou tecnologia) cabe ao Estado a missão de aquilatar, estimular, investir, qualificar, definir mecanismos reguladores, alocar recursos para criar o MERCADO (ambiente de trocas sociais) a serviço dos interesses nacionais e do bem estar social do povo. Para isso o Estado e seu arcabouço legal deverão ser fortes.
12) O PMDB defende as relações de trabalho conquistadas, a possibilidade de que o trabalhador se associe em cooperativas e associações, no âmbito dos negócios privados ou públicos, tornando-se sócios, de parte proporcional de todos os investimentos públicos, na forma de ações, de modo a participarem remuneradamente não só da produtividade e da melhora da qualidade dos serviços, mas também das riquezas produzidas e acumuladas.
13) O PMDB entende que as empresas públicas e privadas devem pautar suas estratégias de produção e empreendimento na maximização dos postos laborais para poder levar em conta o imediato interesse publico. Assim as grandes concentrações de capital e poder econômico devem estar sob vigilante controle do Estado.
14) O PMDB quer um Estado forte o suficiente para exercer o seu papel funcional, seja na função fiscalizadora, na sua liquidez, na sua arrecadação, na sua defesa, na imposição da justiça, na defesa da Nação, portanto precisa estar acima e liberado de pressões econômicas de grupos privados, nacionais ou estrangeiros, e estar apto para enfrentar pressões armadas de interesse exógenos aos seus planos de desenvolvimento e soberania, somente assim pode executar tarefas funcionais como saúde, educação, justiça, comunicação infra-estrutura viária, segurança interna e externa, saneamento e abastecimento de água, planos de moradia digna, e adequação no uso e produção energética. Como o Brasil tem peculiaridades regionais e profundas desigualdades o Estado haverá de promover as pesquisas e plano de desenvolvimento técnico cientifica dentro de políticas de desenvolvimento regional.
15) O PMDB defende que o Brasil precisa de algumas reformas estruturais a fim de capacitar-se a ofertar ao seu povo, garantida a sua soberania, a cada dia, condições de habilitação e dignidade, que faça a sociedade cooperada brasileira desenvolver-se com dignidade, solidariedade, liberdade de transito em solo nacional, liberdade empreendedora, democracia e patriotismo. O grande desafio da modernidade não é desenvolver o consumo, mas desenvolver o bem estar da massa da população, num ambiente saudável, com possibilidades futuras. Um país que tenha promessas para gerações futuras, e não um país que se oponha à VIDA, como se essa fosse o mal a ser combatido, regulada, estrangulada, diminuída pela miséria, pela violência, pela perda de fé no próximo. Um Brasil Otimista, e não um pessimismo, que pretende frustrar não só o desenvolvimento da sociedade brasileira, mas frustrar os planos de Deus que é o autor e sustentáculo da vida. Justiça social não pode ser escravidão de normas sufocantes e impostos paralisantes, que não voltam para os benefícios que tanto necessita o bem comum, mas que vão pagar juros de dividas e rolagens do grande capital, que tem sido o custo de sermos pouco soberanos e economicamente dependentes. Aos senhores de escravos, não interessa a liberdade de seus serviçais.Uma minuta de projeto surpreendente.
Pesquisando nos arquivos da Fundação Pedroso Horta, encontrei essa minuta de projeto, nunca publicada com o carimbo: Versão preliminar para uso interno da Fundação.
Li com atenção e descobri coisas interessantíssimas; o documento 50 páginas, das quais sintetizei alguns trechos.
Princípios básicos:
1) O PMDB tem compromisso fundamental e inarredável com a democracia presidencialista. Sua inspiração central sempre foi a luta pela redemocratização brasileira nos planos políticos, social e econômico. A democracia é o instrumento insubstituível para assegurar dignidade humana e justiça social dentro do conceito da cidadania. É importante impedir qualquer processo político que vise obscurecer a transparência democrática do voto, de sua recontagem, confirmação ou auditagem, ou a precarização das conquistas democráticas, nem deixá-las a mercê da precarização da autonomia e liberdade dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário; o voto não pode estar submetido a regras apenas do poder Judiciário, ou da instrumentalização das legislações eleitorais.
2) O PMDB pretende continuar sendo a expressão política de grande parte da parcela da população brasileira surpreendentemente ausente do processo produtivo e que não se beneficia dos frutos do progresso. Identifica-se primordialmente com as lutas dos interesses da grande massa dos marginalizados e excluídos do processo econômico brasileiro, sem deixar de ser o porta voz da classe media brasileira, hoje submetida a um crescente processo de proletarização, pois as políticas públicas tem buscado diminuir desigualdades sociais apenas com o concurso das classes medias sem pressionar o grande capital e as minorias ricas do Pais.
3) O PMDB continuará defendendo intransigentemente o interesse Nacional no contexto popular (não apenas o Interesse Nacional das grandes corporações) concebido como o interesse democrático do povo Brasileiro na preservação do território brasileiro na sua integralidade, na soberania do subsolo, na soberania sobre os recursos hídricos e naturais, na construção de uma política econômico financeira soberana, no fortalecimento da autonomia cultural, na elevação coletiva da capacidade de empreendedorismo comercial e produtivo com tecnologia nacional, e a defesa dos demais objetivos estratégicos de interesse da nação, submetido ao crivo democrático, que interessam sempre em primeiro lugar o país.
4) O PMDB é um partido de massas, que esta irremediavelmente atuando onde, e em todos os lugares onde os brasileiros moram e trabalham, e não somente servindo aos núcleos de interesse do Executivo, Judiciário ou legislativo, muita vezes divorciados da representação que deveriam exercer em nome do povo. È, portanto uma organização que se vincula aos movimentos sociais organizados e movimentos reivindicatórios a vida política sem, no entanto tutelá-los.
5) O PMDB pautado e limitado na sua linha programática, mas assegura a seus filiados liberdade de atuação no âmbito de suas atividades profissionais e militância junto aos movimentos de massa. Os filiados do PMDB terão (obrigatoriamente) representação nos órgãos que elaboram as políticas do partido, e, desse modo a democracia interna deverá ser garantida a qualquer custo. As políticas do partido, democraticamente decidida por votação de percentual estatisticamente representativo, ou por plebiscito direto serão livremente discutidas e quando aprovadas deverão ser praticadas por todos. Essa é uma das razões pela qual esse documento devera ser discutido nacionalmente.
6) O PMDB admite divergências entre seus membros, sempre representadas as instancias deliberativas decorrentes das discrepâncias de opinião, desde que estas não atropelem as instancias normativas e não coloquem e risco a unidade de suas estruturas permanentes nem seus princípios fundamentais.
7) O PMDB considera que o valor básico da vida social e política é a pessoa e sua civilidade relacional garantida a sua consciência. O povo é o sujeito e o fundamento e fim de todas as instituições e o verdadeiro objeto de todas as medidas econômicas, sociais e políticas. Não poderá em tempo algum ou sob qualquer justificativa, ser agente secundário, coisa ou objeto manipulável pela economia do Estado, do partido ou do processo histórico. A pessoa, cada pessoa, de qualquer condição ou estado tem direito de ser respeitada em sua dignidade na justa medida em que respeita a dignidade alheia. A prática desse princípio nesse momento histórico denominou cidadania de princípios.
8) O PMDB tem por obrigação o dever de combater a discriminação entendidas como negação de oportunidades sociais e laborais, por motivos que não sejam aqueles que impeçam a habilitação. Não haverá mais no censo nacional os termos negro, pardo, indígena, etc. Somos todos cidadãos brasileiros com direito a naturalidade. Só há o sexo masculino e feminino, uma vez que a definição é de ordem física e funcional e não diz respeito às praticas de uso do corpo ou do erotismo. Toda minoria que se julgar prejudicada social ou laboralmente por motivos que não sejam os da justa habilitação, devera encontrar no partido seu amparo e defesa, e estudos ou diligencias serão feitas para integrá-los ao desenvolvimento da comunidade nacional.
9) O PMDB é intransigente em favor da VIDA, fonte de todo direito humano e por isso é claro em posisionar-se contra a pena de morte (do apenado) e o ABORTO (do Inocente).
10) O PMDB considera que o trabalho é à base do desenvolvimento coletivo e forma de cooperação social, portanto os interesses laborais se sobrepõem aos interesses do capital. O emprego e o salário deverão ser sempre o critério privilegiado de decisão em relação aos investimentos públicos que considerará as alternativas mais eficazes para a geração de empregos que devem ser adotadas. A legislação normativa da iniciativa privada deve exigir aconselhar e orientar que a base dos empreendimentos deve estar na geração de postos laborais para permitir o desenvolvimento cooperativo de toda a sociedade. A aplicação desses princípios contribuirá para uma elevação do nível de vida de todos pela distribuição equânime das riquezas nacionais, o que não acontecerá se abrirmos de forma subservientes a exportação de nossas riqueza renováveis e não renováveis, o nosso mercado interno, o mercado de capitais, e se doarmos irresponsavelmente a possibilidade de incremento de nossos postos laborais (empregos).
11) O PMDB encara o mercado como instituição social de troca de bens e serviços em favor do homem em sociedade cooperada, instituição de grande utilidade na alocação de recursos humanos, materiais, reguladores, e meios de troca (financeiros) para o sucesso do crescimento econômico do país e fortalecimento de sua soberania. Reconhece que nas áreas em que o mercado tende a produzir efeitos negativos (riscos para a saúde coletiva, precarização das relações de trabalho, riscos ambientais e desequilíbrios regionais na esfera sociais ou de distribuição de renda, ou por insuficiência dinâmica (falta de infra-estrutura, ciência ou tecnologia) cabe ao Estado a missão de aquilatar, estimular, investir, qualificar, definir mecanismos reguladores, alocar recursos para criar o MERCADO (ambiente de trocas sociais) a serviço dos interesses nacionais e do bem estar social do povo. Para isso o Estado e seu arcabouço legal deverão ser fortes.
12) O PMDB defende as relações de trabalho conquistadas, a possibilidade de que o trabalhador se associe em cooperativas e associações, no âmbito dos negócios privados ou públicos, tornando-se sócios, de parte proporcional de todos os investimentos públicos, na forma de ações, de modo a participarem remuneradamente não só da produtividade e da melhora da qualidade dos serviços, mas também das riquezas produzidas e acumuladas.
13) O PMDB entende que as empresas públicas e privadas devem pautar suas estratégias de produção e empreendimento na maximização dos postos laborais para poder levar em conta o imediato interesse publico. Assim as grandes concentrações de capital e poder econômico devem estar sob vigilante controle do Estado.
14) O PMDB quer um Estado forte o suficiente para exercer o seu papel funcional, seja na função fiscalizadora, na sua liquidez, na sua arrecadação, na sua defesa, na imposição da justiça, na defesa da Nação, portanto precisa estar acima e liberado de pressões econômicas de grupos privados, nacionais ou estrangeiros, e estar apto para enfrentar pressões armadas de interesse exógenos aos seus planos de desenvolvimento e soberania, somente assim pode executar tarefas funcionais como saúde, educação, justiça, comunicação infra-estrutura viária, segurança interna e externa, saneamento e abastecimento de água, planos de moradia digna, e adequação no uso e produção energética. Como o Brasil tem peculiaridades regionais e profundas desigualdades o Estado haverá de promover as pesquisas e plano de desenvolvimento técnico cientifica dentro de políticas de desenvolvimento regional.
15) O PMDB defende que o Brasil precisa de algumas reformas estruturais a fim de capacitar-se a ofertar ao seu povo, garantida a sua soberania, a cada dia, condições de habilitação e dignidade, que faça a sociedade cooperada brasileira desenvolver-se com dignidade, solidariedade, liberdade de transito em solo nacional, liberdade empreendedora, democracia e patriotismo. O grande desafio da modernidade não é desenvolver o consumo, mas desenvolver o bem estar da massa da população, num ambiente saudável, com possibilidades futuras. Um país que tenha promessas para gerações futuras, e não um país que se oponha à VIDA, como se essa fosse o mal a ser combatido, regulada, estrangulada, diminuída pela miséria, pela violência, pela perda de fé no próximo. Um Brasil Otimista, e não um pessimismo, que pretende frustrar não só o desenvolvimento da sociedade brasileira, mas frustrar os planos de Deus que é o autor e sustentáculo da vida. Justiça social não pode ser escravidão de normas sufocantes e impostos paralisantes, que não voltam para os benefícios que tanto necessita o bem comum, mas que vão pagar juros de dividas e rolagens do grande capital, que tem sido o custo de sermos pouco soberanos e economicamente dependentes. Aos senhores de escravos, não interessa a liberdade de seus serviçais.

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sábado, 20 de março de 2010

O AMOR DEFICIENTE.

O Amor deficiente.
Eu te convido a responder em seu íntimo algumas perguntas bem simples. Pode uma mulher amar um homem deficiente físico? Ou mental? Um deficiente auditivo ou visual? Um homem pobre (deficiente do consumo)? Ou um homem feio (deficiente da beleza)? Então porque uma mulher não amaria um deficiente sexual (impotente)?
Finalmente eu te pergunto, pode um homem amar uma mulher deficiente do amor?
Sim porque há deficientes no amor.
Cada dia que passa há mais deficientes no amor.




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O Amor deficiente.
Eu te convido a responder em seu íntimo algumas perguntas bem simples. Pode uma mulher amar um homem deficiente físico? Ou mental? Um deficiente auditivo ou visual? Um homem pobre (deficiente do consumo)? Ou um homem feio (deficiente da beleza)? Então porque uma mulher não amaria um deficiente sexual (impotente)?
Finalmente eu te pergunto, pode um homem amar uma mulher deficiente do amor?
Sim porque há deficientes no amor.
Cada dia que passa há mais deficientes no amor.




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Prevendo o Futuro.

O futuro pertence a Deus

Conheça os blogs do grupo G23 de Outubro




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quarta-feira, 17 de março de 2010

Impressionante!!!

Você assistiu a última Escolinha de Governo? Notou o que eu notei? Como é impressionante o desempenho das Secretárias de Estado ,mulheres, no Governo Requião. Fluentes, lineares, didáticas, emocionais, inteligentes, claras, formais, doces e suaves. Você prestou atenção?

Trinta minutos falando ordenadamente sem perder a linha. Racionais do começo ao fim. Não agressivas, lógicas sem perder a formalidade e a seriedade. Não é fácil. É preciso ter tutano. Cérebro, alma.

Secretária do Planejamento, da Educação, da Criança e do Adolescente, da Ciência e Tecnologia essa mulheres fazem a diferença no atual governo. Uma especial deferência à Angelina, professora especialista, um pouquinho nervosa transmitiu emoção pura, responsabilidade e paixão pelo trabalho que executa. Veracidade eu diria.

É de tirar o chapeu.

Puxa , eu adoro as mulheres.... mas voto no Requião para Presidente.


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Impressionante!!!

Você assistiu a última Escolinha de Governo? Notou o que eu notei? Como é impressionante o desempenho das Secretárias de Estado ,mulheres, no Governo Requião. Fluentes, lineares, didáticas, emocionais, inteligentes, claras, formais, doces e suaves. Você prestou atenção?

Trinta minutos falando ordenadamente sem perder a linha. Racionais do começo ao fim. Não agressivas, lógicas sem perder a formalidade e a seriedade. Não é fácil. É preciso ter tutano. Cérebro, alma.

Secretária do Planejamento, da Educação, da Criança e do Adolescente, da Ciência e Tecnologia essa mulheres fazem a diferença no atual governo. Uma especial deferência à Angelina, professora especialista, um pouquinho nervosa transmitiu emoção pura, responsabilidade e paixão pelo trabalho que executa. Veracidade eu diria.

É de tirar o chapeu.

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Requião é fenômeno no Twitter

Requião é fenômeno no twitter
A técnica do “joelhaço” – como utilizada nos pacientes do personagem criado por Luis Fernando Veríssimo, o Analista de Bagé - adotada pelo governador Roberto Requião em seu twitter demonstra ter sido a mais acertada segundo o site Twitterank.

Requião é o primeiro entre os governadores.


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A técnica do “joelhaço” – como utilizada nos pacientes do personagem criado por Luis Fernando Veríssimo, o Analista de Bagé - adotada pelo governador Roberto Requião em seu twitter demonstra ter sido a mais acertada segundo o site Twitterank.

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Os 15 trabalhos de Hércules.


Hércules Macedo de Souza é uma dos mais antigos militantes do PMDB em Curitiba. A idade já lhe enfraqueceu os músculos, mas não a fibra peemedebista. Vitorioso em muitas campanhas, eu o encontrei na Sociedade Hípica do Paraná, orgulhoso de sua vitoriosa bandeira. Eu o entrevistei: E ai velho guerreiro, qual é a luta? Pessuti para o governo do estado e Requião para.... Presidência da República. Então perguntei: e qual a chance? Ele respondeu: estamos no páreo.

Esses serão o décimo quarto e o décimo quinto trabalhos de Hércules, brincou.

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Os 15 trabalhos de Hércules.


Hércules Macedo de Souza é uma dos mais antigos militantes do PMDB em Curitiba. A idade já lhe enfraqueceu os músculos, mas não a fibra peemedebista. Vitorioso em muitas campanhas, eu o encontrei na Sociedade Hípica do Paraná, orgulhoso de sua vitoriosa bandeira. Eu o entrevistei: E ai velho guerreiro, qual é a luta? Pessuti para o governo do estado e Requião para.... Presidência da República. Então perguntei: e qual a chance? Ele respondeu: estamos no páreo.

Esses serão o décimo quarto e o décimo quinto trabalhos de Hércules, brincou.

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Forças Renovadas.

As chances do PMDB melhoram e diminui o rancor.
O Presidente Lula é mesmo um homem muito esperto. Com a possível escolha de Ciro Gomes como vice de Dilma, frustra todas as pretensões de Michel Temer, e no mesmo ato, libera o PMDB para realizar a sua candidatura própria. O Convite a Ciro enfraquece, por exemplo, o programa de Requião, governador do Paraná, que via em Ciro uma das possíveis alianças, todavia, com essa decisão surpreendente, o PMDB nacional fica muito a vontade para concretizar candidatura própria. O ato de Lula e Dilma também pretendeu impedir que a militância e lideranças do maior partido do Brasil, o PMDB, de tornar-se rancoroso e sair batendo no governo Federal sem dó ou pena. Ocupado que estarão os peemedebistas com as articulações regionais pela candidatura própria, estarão fora das linhas de frente dos que pretendem fazer oposição cerrada a Lula e Dilma.
A atitude de Lula é uma atitude leal ao PMDB que o ajudou a eleger-se presidente do Brasil, e ao mesmo tempo, neste ato, livrou-se ele daquelas lideranças internas no PMDB que são as verdadeiras responsáveis por grande numero de pontos criticáveis de seu governo. ( Falo do PSDB PFL dentro do PMDB).
Sendo assim, o PMDB articula-se com novas e renovadas forças, mesmo sabedor das dificuldades, e concorrerá ao pleito Nacional.
Vitorioso na articulação o PMDB, o Presidente sabe, serão respeitadas com lealdade as posições estratégicas do PT e as possíveis alianças num segundo turno. Não Vitorioso o PMDB, o Presidente e Dilma sabem que necessitarão do PMDB para a governabilidade, e as posições estratégicas serão então mantidas.
Com essa esperta atitude de Lula, o PMDB tem assim, novas e renovadas chances de apresentar ainda em Março um nome para concorrer à presidência do Brasil, desde que, o partido ofereça amadurecido e unido a infra-estrutura midiática.
Ao PT, como vemos no que está posto acima, interessa que o PMDB concorra, pois o que não interessa, o que menos interessa nesse momento delicado é ter o PMDB militância, numeroso e presente em todos os municípios brasileiros como um inimigo ativo, rancoroso e demolidor.
Entre os vários nomes que registraram sua pré- candidatura no PMDB está o do governador do Paraná Roberto Requião.
Favor consultar WWW.tribunadaimprensa.com.br


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grupog23deoutubro@gmail.com

Prevendo o futuro

O futuro pertence a Deus

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Não há mesmo jeito!!!
















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terça-feira, 16 de março de 2010

Economia e Vida. (I)

Pedido de perdão.
Economia e Vida.
Quero pedir perdão aos leitores do Grupo de Estudos 23 de Outubro. Nessa altura dos acontecimentos todos já devem ter dado uma lida em um de nossos textos titulado “A Igreja de óculos escuros”. Pois bem, já devem ter notado que a nova fotografia que ilustra NOSSO BLOG nos mostra o G 23 em óculos escuros. Disso resulta o nosso pedido de desculpas. Tomando como exemplo a Igreja, a quem Jesus Cristo incumbiu de conduzir o imenso rebanho da humanidade, que por uma opção livre veste óculos escuros diante de problemas que lhe diz respeito direto, nós também, por um período, usaremos óculos escuros, e nos permitiremos diminuir a clareza dos fatos, no espírito da máxima de Blaise Pascal, que dizia: “ O excesso de luz cega”. Ora também nós, neste momento adverso protegeremos a nossa visão, e faremos vistas grossas a determinados fatos, o que nos permitirá como está permitindo à Igreja, alguns “erros” doutrinais.
Todavia, por desconto, vamos dizer que a Igreja num esforço de recondução da humanidade para a paz, como um boiadeiro montado, toma as laterais do rebanho, para uma vez ultrapassada a massa em estouro, possa junto à cabeça do rebanho reconduzi-lo ao redil, e imprimir-lhe novo ritmo.
Assim também nós, particularmente eu, porta voz do grupo, que fui leitor e “discípulo”, digo como se dizia á época, simpatizante do Dr. Plínio Correia de Oliveira, de quem aprendi o catolicismo de raiz, ou seja, no sentido mais adequado ao termo, apreendi o catolicismo radical, que se fundamenta nos princípios de raiz mais profunda de seus fundamentos ideológicos. Portanto não abrimos mão daqueles lúcidos ensinamentos, por não vermos motivos suficientes nem convencimento que justifique abandoná-los até o presente momento. Todavia, agora, em óculos escuros, vamos nos esforçar, para, com uma visão menos “brilhante” reconduzir o texto Economia e Vida, com suavidade, para suas raízes doutrinarias originais e mais leais. Do mesmo modo, antevemos a possibilidade de referendar no PMDB, e no Governo do Paraná, muitas estratégias comuns aos dois textos, o que facilitará o entendimento da luta Sócio-Moral que abraçamos e que com lealdade propomos ao partido tendo em vista uma campanha presidencial peemedebista.

O Texto Economia e Vida é o Texto da Campanha da Fraternidade de 2010.
OBS: esse curto texto é uma introdução aos que se seguirão em sequência.

Wallacereq@gmail.com.

"ORAÇÃO DO MILHO"
Cora Coralina:

Senhor, nada valho.
Sou a planta humilde dos quintais pequenos
e das lavouras pobres.
Meu grão, perdido por acaso,
nasce e cresce na terra descuidada.
Ponho folhas e haste, e, se me ajudardes, Senhor,
mesmo planta de acaso, solitária,
dou espigas e devolvo em muitos grãos
o grão perdido inicial, salvo por milagre,
que a terra fecundou.
Sou a planta primária da lavoura.
Não me pertence a hierarquia tradicional do trigo,
de mim não se faz o pão alvo universal.
O justo não me consagrou Pão de Vida,
nem lugar me foi dado nos altares.
Sou apenas o alimento forte e substancial
dos que trabalham a terra,
alimento de rústicos e animais de jugo.
Quando os deuses da Hélade corriam pelos bosques,
coroados de rosas e de espigas,
e os hebreus iam em longas caravanas
buscar na terra do Egito o trigo dos faraós,
quando Rute respigava cantando nas searas de Booz
e Jesus abençoava os trigais maduros,
eu era apenas o bró nativo das tabas ameríndias.
Fui o angu pesado e constante do escravo,
na exaustão do eito.
Sou a broa grosseira e modesta do pequeno sitiante.
Sou a farinha econômica do proprietário, sou a polenta
do imigrante e a amiga dos que começam a vida
em terra estranha.
Alimento de porcos e do triste mu de carga.
O que me planta não levanta comércio,
nem avantaja dinheiro.
Sou apenas a fartura generosa
e despreocupada dos paióis.
Sou o cocho abastecido donde rumina o gado.
Sou o canto festivo dos galos
na glória do dia que amanhece.
Sou o cacarejo alegre das poedeiras
à volta dos ninhos.
Sou a pobreza vegetal agradecida a vós,Senhor,
que me fizestes necessário e humilde.
Sou o milho!

Conheça os blogs do grupo G23 de Outubro
grupog23deoutubro@gmail.com

domingo, 14 de março de 2010

Despedida ou acolhida?

O que você vai ver nestas quatro fotos, dão uma pálida idéia do que foi a festa de aniversário de Requião em Curitiba. Festa por adesão, convites comprados. Quatro dos grandes salões do maior restaurante do Mundo ( seis mil lugares sentados) estavam ocupados por amigos de Requião. Para um governador que se despede de seu terceiro mandato, nada mal. Poderíamos supor algum desgaste, ou mesmo um abalo de prestígio vítima da serrada midia de demolição que todo o país acompanha. Mas o Governador Roberto Requião de Mello e Silva nos dá a impressão que não se despede da vida publica, mas por acolhida popular, parece vocacionado para mais uma nova etapa de sua vida como homem público. Num jantar de despedida ou acolhida ( depende do ponto de vista) 300 ( trezentas) das 399 prefeituras do estado se faziam representar. Eu estava lá... ocupado com tanta mulher bonita.

Elas não aparecem em grande número nas fotos? É que estavam conversando comigo!

Bom presságio para Orlando Pessutti.


Carlos Morais com dor de cabeça, é muito trabalho,... pensava.










Os meninos da presidência do Partido... sorriem. Sucesso total,... de dar dor de cabeça.
Quer saber mais? Wallacereq@gmail.com.
Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)
Conheça o G23 Presidente

Despedida ou acolhida?

O que você vai ver nestas quatro fotos, dão uma pálida idéia do que foi a festa de aniversário de Requião em Curitiba. Festa por adesão, convites comprados. Quatro dos grandes salões do maior restaurante do Mundo ( seis mil lugares sentados) estavam ocupados por amigos de Requião. Para um governador que se despede de seu terceiro mandato, nada mal. Poderíamos supor algum desgaste, ou mesmo um abalo de prestígio vítima da serrada midia de demolição que todo o país acompanha. Mas o Governador Roberto Requião de Mello e Silva nos dá a impressão que não se despede da vida publica, mas por acolhida popular, parece vocacionado para mais uma nova etapa de sua vida como homem público. Num jantar de despedida ou acolhida ( depende do ponto de vista) 300 ( trezentas) das 399 prefeituras do estado se faziam representar. Eu estava lá... ocupado com tanta mulher bonita.

Elas não aparecem em grande número nas fotos? É que estavam conversando comigo!

Bom presságio para Orlando Pessutti.


Carlos Morais com dor de cabeça, é muito trabalho,... pensava.










Os meninos da presidência do Partido... sorriem. Sucesso total,... de dar dor de cabeça.
Quer saber mais? Wallacereq@gmail.com.
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O Jogo Flutuante.

O Jogo navega livre e solto.
A legislação brasileira proíbe o jogo. Mas eu conversava com uma amiga octogenária, dessas que ao fim da vida esta nadando em dinheiro por ter vendido um imóvel caro no centro de uma das mais importantes cidades do estado e ela me contou: “Sabe fiz um cruzeiro marítimo”. Curioso, perguntei detalhes. Trata-se de um cruzeiro feito por navios italianos percorrendo a costa brasileira. Três mil e setecentos passageiros e mais de mil tripulantes. O foco central o jogo. São cassinos flutuantes em águas brasileiras sugando as reservas da nossa burguesia. Mais um tipo de sangria que o governo faz vistas grossas. ( mais um dos motivos velados para se diminuir a faixa de águas territoriais brasileiras).
Minha amiga contou que há no interior do navio uma casa de cambio, e tudo corre em dólares. Ela, imaginem, ganhou dois mil dólares na roleta, e gastou oito mil dólares, entre custos e o que perdeu. Achou divertido, renovador, excitante.
Minha amiga provavelmente negou, mês passado um aumento de salário de 60 Reais mensais para sua governanta, mas isso não é da minha conta. Na verdade não sei se isso é verdade, mas uso apenas para mostrar a distância que há entre as necessidades dos pobres que cuidam dos ricos, e dos ricos e suas paixões.
Vamos dizer que cada passageiro gaste no cruzeiro uma media de três mil dólares, ora, isso vezes o número de passageiros dará 3000X 3700 =11.100.000 uma mixaria de onze milhões e cem mil dólares em uma viagem curta de uns poucos dias. Quantas vezes por ano, eu me pergunto. É óbvio que esse cassino flutuante sangra da economia brasileira mais, muito mais que esses onze milhões de dólares por viagem.
Então eu me pergunto: O nosso Brasil parece ser mesmo destinado a todo o tipo de exploração.
Ai, eu ouço de pessoas que se acham cultas: Mas meu amigo, se não vierem os investimentos estrangeiros para o país... Nós passaremos fome.
E não vêem que não entra dólar nesse país que não lucre pelo menos quatro vezes mais. No entanto entra papel, sim papel colhido no seio da própria sociedade brasileira, que transformado em dólares, retorna ( porque esses dólares não vão cair na malha fiscal de países organizados, então voltam como investimentos, cheios de isenções federais ) e que compram a preço vil, riquezas não renováveis e bens insubstituíveis em prejuízo de nossa sociedade.
E o Brasileiro Rico diz: Não podemos viver sem eles.
Wallacereq@gmail.com



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O Jogo Flutuante.

O Jogo navega livre e solto.
A legislação brasileira proíbe o jogo. Mas eu conversava com uma amiga octogenária, dessas que ao fim da vida esta nadando em dinheiro por ter vendido um imóvel caro no centro de uma das mais importantes cidades do estado e ela me contou: “Sabe fiz um cruzeiro marítimo”. Curioso, perguntei detalhes. Trata-se de um cruzeiro feito por navios italianos percorrendo a costa brasileira. Três mil e setecentos passageiros e mais de mil tripulantes. O foco central o jogo. São cassinos flutuantes em águas brasileiras sugando as reservas da nossa burguesia. Mais um tipo de sangria que o governo faz vistas grossas. ( mais um dos motivos velados para se diminuir a faixa de águas territoriais brasileiras).
Minha amiga contou que há no interior do navio uma casa de cambio, e tudo corre em dólares. Ela, imaginem, ganhou dois mil dólares na roleta, e gastou oito mil dólares, entre custos e o que perdeu. Achou divertido, renovador, excitante.
Minha amiga provavelmente negou, mês passado um aumento de salário de 60 Reais mensais para sua governanta, mas isso não é da minha conta. Na verdade não sei se isso é verdade, mas uso apenas para mostrar a distância que há entre as necessidades dos pobres que cuidam dos ricos, e dos ricos e suas paixões.
Vamos dizer que cada passageiro gaste no cruzeiro uma media de três mil dólares, ora, isso vezes o número de passageiros dará 3000X 3700 =11.100.000 uma mixaria de onze milhões e cem mil dólares em uma viagem curta de uns poucos dias. Quantas vezes por ano, eu me pergunto. É óbvio que esse cassino flutuante sangra da economia brasileira mais, muito mais que esses onze milhões de dólares por viagem.
Então eu me pergunto: O nosso Brasil parece ser mesmo destinado a todo o tipo de exploração.
Ai, eu ouço de pessoas que se acham cultas: Mas meu amigo, se não vierem os investimentos estrangeiros para o país... Nós passaremos fome.
E não vêem que não entra dólar nesse país que não lucre pelo menos quatro vezes mais. No entanto entra papel, sim papel colhido no seio da própria sociedade brasileira, que transformado em dólares, retorna ( porque esses dólares não vão cair na malha fiscal de países organizados, então voltam como investimentos, cheios de isenções federais ) e que compram a preço vil, riquezas não renováveis e bens insubstituíveis em prejuízo de nossa sociedade.
E o Brasileiro Rico diz: Não podemos viver sem eles.
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quarta-feira, 10 de março de 2010

As fronteiras de Israel e a paz no mundo.

As fronteiras da Promessa e a paz no mundo.
Todo o mundo já se preocupa com as lutas palestinas. Sobre modo as questões de ocupação e fronteiras.
Toda a argumentação de Israel é calcada em uma promessa feita a Abraão. Questão religiosa.
Abra um Mapa do Mundo e veja onde estão posicionados o Nilo e o Eufrates, os grandes rios da antiguidade.
Fez isso?
Então podemos continuar. Em Gênesis 15, 18 leremos o seguinte: “Naquele dia Deus fez aliança com Abraão: Eu dou, disse ele, esta terra aos seus descendentes desde a torrente do Egito ate o grande rio Eufrates”.
Em princípio, se traçarmos uma linha paralela ao tropico de câncer, do Nilo ao Eufrates, o território descrito, vem desde o Egito, passa pela península do Sinai, Gaza, Jordânia, norte dos Emirados Árabes, Iraque e Kuwait. Mas esses são os limites Leste/ Oeste. Mas os do Norte /Sul? Onde começam e onde acabam? De um mar do Norte, aos mares do Sul?
Ora, o Nilo é um rio calmo, e suas torrentes, começam nas cachoeiras do Nilo, já nos interiores da África. O Nilo tem quatro grandes torrentes, corredeiras, ou cataratas. A qual delas se refere às escrituras? Provavelmente se refere à catarata Victoria nas proximidades das minas do Rei Salomão, ou àquela outra próxima da Eritréia. Não sei como pensavam os antigos.
Ora, estamos falando de uma terra que se estende de Sul a Norte desde os interiores da África até o Mar Negro. Algo muito maior do que o pequeno território de Israel criado em 1948. Ou seja, a pretensão real dos judeus, é muito maior do que seu pequenino Estado de Israel. Muros de cimento não escondem as intenções de expansão.
Impossibilitados da conquista de todo o território da Promessa Bíblica, anteviram a necessidade de se criar um domínio mundial, político, financeiro e globalizado, um governo único, para enfim, determinar sem resistência os limites e o domínio de Israel. Duro, no entanto, será, uma vez conquistado o poder no planeta, sujeitar o povo à soberania de apenas um pequeno território que vai, para alguns, da Etiópia, Eritréia, Somália, Egito ao Eufrates. Passando por Gaza, Líbano, parte da Siria, Turquia e Armênia, Irã, Iraque, Kuwait e como não há limites ao sul, quiçá, possamos dizer: até a Arábia Saudita e o Iêmen. E ao norte a Armenia e Turquia . E isso cheira a enxofre, a luta armada. Uma resistência e um conflito que levará a uma guerra mundial.
Espertos, pretendem o domínio financeiro e militar do mundo, para garantir a pretensão de supremacia da política mundial.
Existe outro critério, o das tribos ou povos citados, mas este critério esbarra no povo Heteu e sua natureza indo ariana. Então não vamos desenvolver aqui o tema.

Não quero gerar polemica religiosa, apenas realçar que as escrituras determinam, na verdade, territórios muito mais amplos que o ESTADO DE ISRAEL, e isso nos mostra, dado aos fatos políticos e militares no territorial israelita, uma, futura e incurável, rejeição da Paz.

Para quem criou e defende uma economia e uma ideologia sem fronteiras, poderiam dar o exemplo, derrubando os seus muros de concreto, e declarando Israel território da humanidade, território sem fronteiras, não mais gerido pelos israelitas que viveram sem pátria por tantos anos, e diga-se a verdade, criado o seu Estado para lá não voltaram, mas pela ONU por eles mesmos criada, afinal, não querem eles, que todo o mundo se submeta a um governo Mundial? Dêem o exemplo.

Antes da criação de Israel, judeus pretenderam construir Israel em diversos locais do mundo. Leiam sobre o Barão Maurice Von Hirsh e o Estado de Israel em Entre Rios na Argentina. Depois pesquisem outras tentativas do gênero.

Para a reflexão e estudo de todos.
Wallacereq@gmail.com.



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As fronteiras de Israel e a paz no mundo.

As fronteiras da Promessa e a paz no mundo.
Todo o mundo já se preocupa com as lutas palestinas. Sobre modo as questões de ocupação e fronteiras.
Toda a argumentação de Israel é calcada em uma promessa feita a Abraão. Questão religiosa.
Abra um Mapa do Mundo e veja onde estão posicionados o Nilo e o Eufrates, os grandes rios da antiguidade.
Fez isso?
Então podemos continuar. Em Gênesis 15, 18 leremos o seguinte: “Naquele dia Deus fez aliança com Abraão: Eu dou, disse ele, esta terra aos seus descendentes desde a torrente do Egito ate o grande rio Eufrates”.
Em princípio, se traçarmos uma linha paralela ao tropico de câncer, do Nilo ao Eufrates, o território descrito, vem desde o Egito, passa pela península do Sinai, Gaza, Jordânia, norte dos Emirados Árabes, Iraque e Kuwait. Mas esses são os limites Leste/ Oeste. Mas os do Norte /Sul? Onde começam e onde acabam? De um mar do Norte, aos mares do Sul?
Ora, o Nilo é um rio calmo, e suas torrentes, começam nas cachoeiras do Nilo, já nos interiores da África. O Nilo tem quatro grandes torrentes, corredeiras, ou cataratas. A qual delas se refere às escrituras? Provavelmente se refere à catarata Victoria nas proximidades das minas do Rei Salomão, ou àquela outra próxima da Eritréia. Não sei como pensavam os antigos.
Ora, estamos falando de uma terra que se estende de Sul a Norte desde os interiores da África até o Mar Negro. Algo muito maior do que o pequeno território de Israel criado em 1948. Ou seja, a pretensão real dos judeus, é muito maior do que seu pequenino Estado de Israel. Muros de cimento não escondem as intenções de expansão.
Impossibilitados da conquista de todo o território da Promessa Bíblica, anteviram a necessidade de se criar um domínio mundial, político, financeiro e globalizado, um governo único, para enfim, determinar sem resistência os limites e o domínio de Israel. Duro, no entanto, será, uma vez conquistado o poder no planeta, sujeitar o povo à soberania de apenas um pequeno território que vai, para alguns, da Etiópia, Eritréia, Somália, Egito ao Eufrates. Passando por Gaza, Líbano, parte da Siria, Turquia e Armênia, Irã, Iraque, Kuwait e como não há limites ao sul, quiçá, possamos dizer: até a Arábia Saudita e o Iêmen. E ao norte a Armenia e Turquia . E isso cheira a enxofre, a luta armada. Uma resistência e um conflito que levará a uma guerra mundial.
Espertos, pretendem o domínio financeiro e militar do mundo, para garantir a pretensão de supremacia da política mundial.
Existe outro critério, o das tribos ou povos citados, mas este critério esbarra no povo Heteu e sua natureza indo ariana. Então não vamos desenvolver aqui o tema.

Não quero gerar polemica religiosa, apenas realçar que as escrituras determinam, na verdade, territórios muito mais amplos que o ESTADO DE ISRAEL, e isso nos mostra, dado aos fatos políticos e militares no territorial israelita, uma, futura e incurável, rejeição da Paz.

Para quem criou e defende uma economia e uma ideologia sem fronteiras, poderiam dar o exemplo, derrubando os seus muros de concreto, e declarando Israel território da humanidade, território sem fronteiras, não mais gerido pelos israelitas que viveram sem pátria por tantos anos, e diga-se a verdade, criado o seu Estado para lá não voltaram, mas pela ONU por eles mesmos criada, afinal, não querem eles, que todo o mundo se submeta a um governo Mundial? Dêem o exemplo.

Antes da criação de Israel, judeus pretenderam construir Israel em diversos locais do mundo. Leiam sobre o Barão Maurice Von Hirsh e o Estado de Israel em Entre Rios na Argentina. Depois pesquisem outras tentativas do gênero.

Para a reflexão e estudo de todos.
Wallacereq@gmail.com.



Nova postagem do Grupo de Estudos G 23 ( Curitiba Paraná Brazil)
Conheça o G23 Presidente