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sábado, 31 de janeiro de 2009

Nenhuma novidade do lado de cá.

Nenhuma ousadia desse lado do Oceano.
Recentemente publiquei um texto sobre a necessidade de grandes plantas industriais de restauração e recuperação de veículos. Os desenvolvimentistas de plantão (aos quais eu chamaria de subservientes), imediatamente consideraram idéia de pobre, atraso, marcha à ré na historia do país.
Engraçado, quando se trata de compra de aviões militares, ninguém diz que são usados. Submarinos novos, nem pensar. Porta aviões, imaginem, construí-los, quem sabe daqui cem anos. Vejam a nossa pequenez, a nossa pobreza enquanto nação, e ao mesmo tempo, enquanto a elite de civis quer desfilar como se fossemos desenvolvidos, em carrões que são capazes de trafegar em dez % de nossas estradas. Mas levam para o exterior boa parte da moeda circulante.
Projetos nacionais nem pensar.
Onde esta o ferro, o alumínio e o petróleo (para combustível e matéria prima de sintéticos), não esta aqui no Brasil? No Amazonas, no mar, no Mato Grosso? No Acre?
Um próximo presidente, ou candidato a ser o próximo presidente, deveria reunir-se com os militares, e indústrias do setor, para equalizar passos para a construção de uma frota Naval de Marinha, mercante e militar.
O Brasil não poderá se omitir diante do problema do transporte no mundo, pós crise de combustíveis, nós teremos combustível, mas não teremos navios.
Também não podemos nos omitir na questão da indústria de aviões leves. Também não podemos ser submisso nisso. As regras internacionais de homologação e segurança, não visam a nossa segurança, mas o controle sobre a possível aceleração das indústrias do setor genuinamente nacionais (elas são coibidas de crescer e se desenvolver).
Quando eu penso que a Marinha do Japão, que é proibida por acordo internacional de crescer, é maior do que a nossa, e que Israel tem seis vezes mais caças militares do que o nosso enorme Brasil, eu sou obrigado a admitir nossa pobreza.
Senhores, onde esta a nossa ousadia? Nossos jovens viciados nas esquinas. Nossas jovens temerosas da vida, e embriagadas por uma opulência que não vêm, vivem a prostituição branca, ou seja, fazem de seu futuro um negocio, e nós, os brasileiros maduros, só pensamos no desfrute de “miçangas estrangeiras”, em troca de nosso espaço, nossa produção de comida, nossos recursos minerais e nosso potencial energético. Por quê?
Veja essa matéria de novembro de 1999, e mais abaixo, um foto do ferro velho de aviões militares dos EUA, e sintam vergonha, nos somos grandes, mas não temos ousadia, nem patriotismo, nem nacionalismo. Temos ferro, alumínio, cimento, petróleo, bio-combustiveis, madeira, linhito e carvão mineral, terra fértil... água, e preguiça, baixa estima, falta de fé.


Nenhuma novidade do lado de cá.

Nenhuma ousadia desse lado do Oceano.
Recentemente publiquei um texto sobre a necessidade de grandes plantas industriais de restauração e recuperação de veículos. Os desenvolvimentistas de plantão (aos quais eu chamaria de subservientes), imediatamente consideraram idéia de pobre, atraso, marcha à ré na historia do país.
Engraçado, quando se trata de compra de aviões militares, ninguém diz que são usados. Submarinos novos, nem pensar. Porta aviões, imaginem, construí-los, quem sabe daqui cem anos. Vejam a nossa pequenez, a nossa pobreza enquanto nação, e ao mesmo tempo, enquanto a elite de civis quer desfilar como se fossemos desenvolvidos, em carrões que são capazes de trafegar em dez % de nossas estradas. Mas levam para o exterior boa parte da moeda circulante.
Projetos nacionais nem pensar.
Onde esta o ferro, o alumínio e o petróleo (para combustível e matéria prima de sintéticos), não esta aqui no Brasil? No Amazonas, no mar, no Mato Grosso? No Acre?
Um próximo presidente, ou candidato a ser o próximo presidente, deveria reunir-se com os militares, e indústrias do setor, para equalizar passos para a construção de uma frota Naval de Marinha, mercante e militar.
O Brasil não poderá se omitir diante do problema do transporte no mundo, pós crise de combustíveis, nós teremos combustível, mas não teremos navios.
Também não podemos nos omitir na questão da indústria de aviões leves. Também não podemos ser submisso nisso. As regras internacionais de homologação e segurança, não visam a nossa segurança, mas o controle sobre a possível aceleração das indústrias do setor genuinamente nacionais (elas são coibidas de crescer e se desenvolver).
Quando eu penso que a Marinha do Japão, que é proibida por acordo internacional de crescer, é maior do que a nossa, e que Israel tem seis vezes mais caças militares do que o nosso enorme Brasil, eu sou obrigado a admitir nossa pobreza.
Senhores, onde esta a nossa ousadia? Nossos jovens viciados nas esquinas. Nossas jovens temerosas da vida, e embriagadas por uma opulência que não vêm, vivem a prostituição branca, ou seja, fazem de seu futuro um negocio, e nós, os brasileiros maduros, só pensamos no desfrute de “miçangas estrangeiras”, em troca de nosso espaço, nossa produção de comida, nossos recursos minerais e nosso potencial energético. Por quê?
Veja essa matéria de novembro de 1999, e mais abaixo, um foto do ferro velho de aviões militares dos EUA, e sintam vergonha, nos somos grandes, mas não temos ousadia, nem patriotismo, nem nacionalismo. Temos ferro, alumínio, cimento, petróleo, bio-combustiveis, madeira, linhito e carvão mineral, terra fértil... água, e preguiça, baixa estima, falta de fé.


sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Carta ao Casal Vitorioso.

Carta ao casal vitorioso.
Meu filho me convidou para um jantar em companhia de um casal de amigos.
Corria tudo bem, num ambiente sereno, quando por um motivo qualquer o rapaz começou a chorar. Imediatamente a moça o acompanhou num choro silencioso, amargo e sentido.
Eu não sabia, mas eles acabavam de perder um filho com apenas vinte e dois dias de vida. Conversamos um pouco sobre a perda e o clima voltou aos poucos à normalidade.
Todavia não pude dormir pensando nos fatos.
Para que nascemos? Diz Santo Tomas de Aquino, que nascemos, por obra e vontade de Deus, para amá-lo, servi-lo e reverenciá-lo em retribuição de seu Amor que nos amou primeiro. Ora se é assim, o casal é um casal vitorioso.
Desejaram seu filho, lutaram por ele, permitiram a ele ver a luz, deram-lhe um nome, uma chama, pela qual ele será chamado através de toda a eternidade, batizaram-no, elevando-o a filiação sobrenatural, e ele passou sem pecado, na inocência do amor de seus Pais, no desejo sincero de seus Pais, para ser recebido pelo Próprio Cristo, de braços abertos, que foi quem disse: “ Vinde a mim os pequeninos, que deles é o reino dos Céus”
Na verdade a dor é grande. O luto cruel, mas vocês não perderam o filho, vocês o entregaram na Verdade por uma especial escolha de Deus para o Amor, o serviço e a reverencia de Deus para toda a eternidade. Quantos Pais têm seus filhos debaixo de suas asas por trinta anos, ou quarenta anos para perdê-los de fato, sem fé, sem o amor, sem o serviço de Deus, sem reverência ao Criador? Sem amor ao próximo?
Casal amigo, casal amigo de meu filho, foi um honra jantar com vocês, vocês foram plenamente vitoriosos já no seu “primogênito” cumprindo nele e com ele aquilo que diz a velha tradição cristã: “O filho primogênito deverá ser consagrado a Deus”.
E ele o foi. Salve Pedro.
E vamos à vida, porque todos nós encontraremos a nossa hora. Uns antes, outros depois, alguns bem mais tarde, mas todos enfrentaremos a Verdade.

Carta ao Casal Vitorioso.

Carta ao casal vitorioso.
Meu filho me convidou para um jantar em companhia de um casal de amigos.
Corria tudo bem, num ambiente sereno, quando por um motivo qualquer o rapaz começou a chorar. Imediatamente a moça o acompanhou num choro silencioso, amargo e sentido.
Eu não sabia, mas eles acabavam de perder um filho com apenas vinte e dois dias de vida. Conversamos um pouco sobre a perda e o clima voltou aos poucos à normalidade.
Todavia não pude dormir pensando nos fatos.
Para que nascemos? Diz Santo Tomas de Aquino, que nascemos, por obra e vontade de Deus, para amá-lo, servi-lo e reverenciá-lo em retribuição de seu Amor que nos amou primeiro. Ora se é assim, o casal é um casal vitorioso.
Desejaram seu filho, lutaram por ele, permitiram a ele ver a luz, deram-lhe um nome, uma chama, pela qual ele será chamado através de toda a eternidade, batizaram-no, elevando-o a filiação sobrenatural, e ele passou sem pecado, na inocência do amor de seus Pais, no desejo sincero de seus Pais, para ser recebido pelo Próprio Cristo, de braços abertos, que foi quem disse: “ Vinde a mim os pequeninos, que deles é o reino dos Céus”
Na verdade a dor é grande. O luto cruel, mas vocês não perderam o filho, vocês o entregaram na Verdade por uma especial escolha de Deus para o Amor, o serviço e a reverencia de Deus para toda a eternidade. Quantos Pais têm seus filhos debaixo de suas asas por trinta anos, ou quarenta anos para perdê-los de fato, sem fé, sem o amor, sem o serviço de Deus, sem reverência ao Criador? Sem amor ao próximo?
Casal amigo, casal amigo de meu filho, foi um honra jantar com vocês, vocês foram plenamente vitoriosos já no seu “primogênito” cumprindo nele e com ele aquilo que diz a velha tradição cristã: “O filho primogênito deverá ser consagrado a Deus”.
E ele o foi. Salve Pedro.
E vamos à vida, porque todos nós encontraremos a nossa hora. Uns antes, outros depois, alguns bem mais tarde, mas todos enfrentaremos a Verdade.

Carta ao Casal Vitorioso.

Carta ao casal vitorioso.
Meu filho me convidou para um jantar em companhia de um casal de amigos.
Corria tudo bem, num ambiente sereno, quando por um motivo qualquer o rapaz começou a chorar. Imediatamente a moça o acompanhou num choro silencioso, amargo e sentido.
Eu não sabia, mas eles acabavam de perder um filho com apenas vinte e dois dias de vida. Conversamos um pouco sobre a perda e o clima voltou aos poucos à normalidade.
Todavia não pude dormir pensando nos fatos.
Para que nascemos? Diz Santo Tomas de Aquino, que nascemos, por obra e vontade de Deus, para amá-lo, servi-lo e reverenciá-lo em retribuição de seu Amor que nos amou primeiro. Ora se é assim, o casal é um casal vitorioso.
Desejaram seu filho, lutaram por ele, permitiram a ele ver a luz, deram-lhe um nome, uma chama, pela qual ele será chamado através de toda a eternidade, batizaram-no, elevando-o a filiação sobrenatural, e ele passou sem pecado, na inocência do amor de seus Pais, no desejo sincero de seus Pais, para ser recebido pelo Próprio Cristo, de braços abertos, que foi quem disse: “ Vinde a mim os pequeninos, que deles é o reino dos Céus”
Na verdade a dor é grande. O luto cruel, mas vocês não perderam o filho, vocês o entregaram na Verdade por uma especial escolha de Deus para o Amor, o serviço e a reverencia de Deus para toda a eternidade. Quantos Pais têm seus filhos debaixo de suas asas por trinta anos, ou quarenta anos para perdê-los de fato, sem fé, sem o amor, sem o serviço de Deus, sem reverência ao Criador? Sem amor ao próximo?
Casal amigo, casal amigo de meu filho, foi um honra jantar com vocês, vocês foram plenamente vitoriosos já no seu “primogênito” cumprindo nele e com ele aquilo que diz a velha tradição cristã: “O filho primogênito deverá ser consagrado a Deus”.
E ele o foi. Salve Pedro.
E vamos à vida, porque todos nós encontraremos a nossa hora. Uns antes, outros depois, alguns bem mais tarde, mas todos enfrentaremos a Verdade.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Reunião da Sociedade Paranaense em 1880.





Prestem atenção nos nomes que assinam a lista de inauguração da Santa Casa de Misericordia em Curitiba. O Imperador e a Imperatriz estavam presentes. Esse é um documento raro.

Presente histórico que muito nos honra.




O Presidente de Portugal ao visitar o Paraná deixou essa fotografia, autografada ao Governador Requião.

Reforma Tributaria

A hora da reforma tributária

Rodrigo Rocha Loures *

Os sólidos fundamentos da economia brasileira foram os grandes responsáveis pela atenuação, entre nós, dos efeitos da crise financeira internacional que varre o mundo desenvolvido e os países em desenvolvimento. Uma confortável posição de reservas externas, uma política cambial ajustada, uma inflação sob controle e um setor financeiro sadio e bem regulado, permitiram ao Brasil enfrentar os percalços da crise com efeitos colaterais razoavelmente administráveis. Fortalecer e consolidar esses fundamentos são uma tarefa que deve transformar-se em compromisso de todos, governo e setor privado.

E esse fortalecimento e essa consolidação passam pelas reformas, uma das quais, e mais urgente, é a reforma tributária. Entendemos que ela deve ser uma prioridade para as atividades do Legislativo e em especial, da Câmara dos Deputados, no período legislativo que se inicia. É improcedente o argumento de que, em virtude da crise econômica, não seria recomendável aprovar uma reforma tributária. Ao contrário, a melhor oportunidade é justamente a da crise, pois possibilita que seu enfrentamento se faça através de correções de caráter permanente, que consolidam e fortalecem os fundamentos da economia, permitindo a criação de condições objetivas para a retomada do crescimento econômico em bases mais sólidas.

No ano passado já avançamos bastante no exame da matéria. Os trabalhos da Comissão Especial da Reforma Tributária, da qual tenho a honra de integrar, foram concluídos no final de outubro do ano passado com a apresentação do parecer do relator, deputado Sandro Mabel, resumindo os fundamentos, os objetivos e as características da reforma tributária. Foram examinadas 14 Propostas de Emenda à Constituição que estão tramitando na Câmara dos Deputados sobre o assunto. Oito audiências públicas discutiram com todos os setores envolvidos os pormenores do projeto. O interesse dos parlamentares ficou expresso na apresentação de 485 emendas, das quais mais de 200 foram acolhidas pelo relator.

O projeto sugere medidas imediatas de desoneração dos investimentos e da folha de salários, redução da cumulatividade, regularização do fluxo de aproveitamento de créditos, mecanismo de aproveitamento automático de créditos acumulados e atenuação do impacto regressivo da tributação do consumo sobre as menores rendas mediante tratamento favorecido dos alimentos da cesta básica, além de um forte impulso à regionalização do desenvolvimento. Tentou-se uma reforma tributária pragmática, moderada, consensual, gradualista, cercada de garantias de respeito aos direitos do contribuinte e acatamento das situações constituídas, compensação de perdas e mecanismos de correção. Estabilidade, previsibilidade, confiabilidade, segurança e gradualismo são as características da proposta, cuja essência foi aceita pela grande maioria dos parlamentares e de seus respectivos partidos.

São mínimos os pontos de discordância, envolvendo principalmente as formas de compensação de perdas aparentes de uns Estados em detrimento de ganhos de outros. Em louvável esforço em favor do consenso e do diálogo, o relator da reforma decidiu apresentar às lideranças partidárias a minuta de uma emenda global aglutinativa, propondo ajustes no substitutivo aprovado pela Comissão Especial. Seu propósito é construir um texto que acomode, na medida do possível, demandas dos partidos da oposição e dos Governadores por alterações, na tentativa de viabilizar um acordo para aprovação da reforma no plenário da Câmara ainda neste semestre.

Esse passo final, para a aceitação da reforma, exigirá a compreensão e o espírito público principalmente da parte dos Governadores dos Estados mais desenvolvidos. No longo prazo, todos ganham. No curto prazo, os que ganham compensam os perdedores eventuais.É indispensável ter a compreensão de que, para que todos ganhem, todos têm que ceder um pouco. Não se chegará a lugar nenhum se todos quiserem sempre ganhar tudo.

* Rodrigo Rocha Loures é deputado federal (PMDB-PR), membro da Comissão Especial da Reforma Tributária da Câmara Federal.

Reforma Tributaria

A hora da reforma tributária

Rodrigo Rocha Loures *

Os sólidos fundamentos da economia brasileira foram os grandes responsáveis pela atenuação, entre nós, dos efeitos da crise financeira internacional que varre o mundo desenvolvido e os países em desenvolvimento. Uma confortável posição de reservas externas, uma política cambial ajustada, uma inflação sob controle e um setor financeiro sadio e bem regulado, permitiram ao Brasil enfrentar os percalços da crise com efeitos colaterais razoavelmente administráveis. Fortalecer e consolidar esses fundamentos são uma tarefa que deve transformar-se em compromisso de todos, governo e setor privado.

E esse fortalecimento e essa consolidação passam pelas reformas, uma das quais, e mais urgente, é a reforma tributária. Entendemos que ela deve ser uma prioridade para as atividades do Legislativo e em especial, da Câmara dos Deputados, no período legislativo que se inicia. É improcedente o argumento de que, em virtude da crise econômica, não seria recomendável aprovar uma reforma tributária. Ao contrário, a melhor oportunidade é justamente a da crise, pois possibilita que seu enfrentamento se faça através de correções de caráter permanente, que consolidam e fortalecem os fundamentos da economia, permitindo a criação de condições objetivas para a retomada do crescimento econômico em bases mais sólidas.

No ano passado já avançamos bastante no exame da matéria. Os trabalhos da Comissão Especial da Reforma Tributária, da qual tenho a honra de integrar, foram concluídos no final de outubro do ano passado com a apresentação do parecer do relator, deputado Sandro Mabel, resumindo os fundamentos, os objetivos e as características da reforma tributária. Foram examinadas 14 Propostas de Emenda à Constituição que estão tramitando na Câmara dos Deputados sobre o assunto. Oito audiências públicas discutiram com todos os setores envolvidos os pormenores do projeto. O interesse dos parlamentares ficou expresso na apresentação de 485 emendas, das quais mais de 200 foram acolhidas pelo relator.

O projeto sugere medidas imediatas de desoneração dos investimentos e da folha de salários, redução da cumulatividade, regularização do fluxo de aproveitamento de créditos, mecanismo de aproveitamento automático de créditos acumulados e atenuação do impacto regressivo da tributação do consumo sobre as menores rendas mediante tratamento favorecido dos alimentos da cesta básica, além de um forte impulso à regionalização do desenvolvimento. Tentou-se uma reforma tributária pragmática, moderada, consensual, gradualista, cercada de garantias de respeito aos direitos do contribuinte e acatamento das situações constituídas, compensação de perdas e mecanismos de correção. Estabilidade, previsibilidade, confiabilidade, segurança e gradualismo são as características da proposta, cuja essência foi aceita pela grande maioria dos parlamentares e de seus respectivos partidos.

São mínimos os pontos de discordância, envolvendo principalmente as formas de compensação de perdas aparentes de uns Estados em detrimento de ganhos de outros. Em louvável esforço em favor do consenso e do diálogo, o relator da reforma decidiu apresentar às lideranças partidárias a minuta de uma emenda global aglutinativa, propondo ajustes no substitutivo aprovado pela Comissão Especial. Seu propósito é construir um texto que acomode, na medida do possível, demandas dos partidos da oposição e dos Governadores por alterações, na tentativa de viabilizar um acordo para aprovação da reforma no plenário da Câmara ainda neste semestre.

Esse passo final, para a aceitação da reforma, exigirá a compreensão e o espírito público principalmente da parte dos Governadores dos Estados mais desenvolvidos. No longo prazo, todos ganham. No curto prazo, os que ganham compensam os perdedores eventuais.É indispensável ter a compreensão de que, para que todos ganhem, todos têm que ceder um pouco. Não se chegará a lugar nenhum se todos quiserem sempre ganhar tudo.

* Rodrigo Rocha Loures é deputado federal (PMDB-PR), membro da Comissão Especial da Reforma Tributária da Câmara Federal.

Reforma Tributária.

A hora da reforma tributária

Rodrigo Rocha Loures *

Os sólidos fundamentos da economia brasileira foram os grandes responsáveis pela atenuação, entre nós, dos efeitos da crise financeira internacional que varre o mundo desenvolvido e os países em desenvolvimento. Uma confortável posição de reservas externas, uma política cambial ajustada, uma inflação sob controle e um setor financeiro sadio e bem regulado, permitiram ao Brasil enfrentar os percalços da crise com efeitos colaterais razoavelmente administráveis. Fortalecer e consolidar esses fundamentos são uma tarefa que deve transformar-se em compromisso de todos, governo e setor privado.

E esse fortalecimento e essa consolidação passam pelas reformas, uma das quais, e mais urgente, é a reforma tributária. Entendemos que ela deve ser uma prioridade para as atividades do Legislativo e em especial, da Câmara dos Deputados, no período legislativo que se inicia. É improcedente o argumento de que, em virtude da crise econômica, não seria recomendável aprovar uma reforma tributária. Ao contrário, a melhor oportunidade é justamente a da crise, pois possibilita que seu enfrentamento se faça através de correções de caráter permanente, que consolidam e fortalecem os fundamentos da economia, permitindo a criação de condições objetivas para a retomada do crescimento econômico em bases mais sólidas.

No ano passado já avançamos bastante no exame da matéria. Os trabalhos da Comissão Especial da Reforma Tributária, da qual tenho a honra de integrar, foram concluídos no final de outubro do ano passado com a apresentação do parecer do relator, deputado Sandro Mabel, resumindo os fundamentos, os objetivos e as características da reforma tributária. Foram examinadas 14 Propostas de Emenda à Constituição que estão tramitando na Câmara dos Deputados sobre o assunto. Oito audiências públicas discutiram com todos os setores envolvidos os pormenores do projeto. O interesse dos parlamentares ficou expresso na apresentação de 485 emendas, das quais mais de 200 foram acolhidas pelo relator.

O projeto sugere medidas imediatas de desoneração dos investimentos e da folha de salários, redução da cumulatividade, regularização do fluxo de aproveitamento de créditos, mecanismo de aproveitamento automático de créditos acumulados e atenuação do impacto regressivo da tributação do consumo sobre as menores rendas mediante tratamento favorecido dos alimentos da cesta básica, além de um forte impulso à regionalização do desenvolvimento. Tentou-se uma reforma tributária pragmática, moderada, consensual, gradualista, cercada de garantias de respeito aos direitos do contribuinte e acatamento das situações constituídas, compensação de perdas e mecanismos de correção. Estabilidade, previsibilidade, confiabilidade, segurança e gradualismo são as características da proposta, cuja essência foi aceita pela grande maioria dos parlamentares e de seus respectivos partidos.

São mínimos os pontos de discordância, envolvendo principalmente as formas de compensação de perdas aparentes de uns Estados em detrimento de ganhos de outros. Em louvável esforço em favor do consenso e do diálogo, o relator da reforma decidiu apresentar às lideranças partidárias a minuta de uma emenda global aglutinativa, propondo ajustes no substitutivo aprovado pela Comissão Especial. Seu propósito é construir um texto que acomode, na medida do possível, demandas dos partidos da oposição e dos Governadores por alterações, na tentativa de viabilizar um acordo para aprovação da reforma no plenário da Câmara ainda neste semestre.

Esse passo final, para a aceitação da reforma, exigirá a compreensão e o espírito público principalmente da parte dos Governadores dos Estados mais desenvolvidos. No longo prazo, todos ganham. No curto prazo, os que ganham compensam os perdedores eventuais.É indispensável ter a compreensão de que, para que todos ganhem, todos têm que ceder um pouco. Não se chegará a lugar nenhum se todos quiserem sempre ganhar tudo.

* Rodrigo Rocha Loures é deputado federal (PMDB-PR), membro da Comissão Especial da Reforma Tributária da Câmara Federal.

domingo, 25 de janeiro de 2009

Inelegibilidade para o Senado

Inelegibilidade dos Senadores.
Segundo a Constituição Federal no artigo 14, são inelegíveis ao inavistável (incluindo estrangeiros) e os analfabetos. São inelegíveis, no território de jurisdição do titular, o cônjuge e os parentes consangüíneos e afins, ate o segundo grau, ou por adoção, do Presidente da Republica, do Governador de Estado ou território, do Distrito Federal, de Prefeito ou de quem o haja substituído dentro dos seis meses anteriores ao pleito, salvo se já titular de mandato eletivo e candidatos a reeleição.
São esses os dois grandes impedimentos.
Lemos, porém, em uma resolução do TSE numero 20804 de 1de 2 de 2002 o seguinte: é inelegível, para Senador, no estado respectivo, o cidadão parente consangüíneo ate o segundo grau do governador, não livra da ineleigibilidade- conforme a parte final do artigo 14 da Constituição Federal, inciso 7º, o fato de ser candidato por estado diverso, pois a hipótese não seria de reeleição; essa inelegibilidade cessa, contudo se o governador renuncia ao mandato ate seis meses antes das eleições para o Senado Federal.
Também leremos na Obra de Pedro Roberto Decomain “Elegibilidade e Inelegibilidades” Editora Dialética, a pagina sessenta: O irmão do Governador não pode ser candidato a Deputado Estadual, Federal, Senador e Governador no estado do Titular, salvo se o titular renunciar ao cargo seis meses antes do pleito. E leremos á pagina 61, já o irmão do governador tem inelegibilidade absoluta para concorrer ao cargo de governador, mesmo que o titular tenha renunciado ao cargo seis meses, ou falecido antes do pleito. Nesse caso a inelegibilidade é absoluta.
Então tomando como exemplo o meu caso, eu só posso ser candidato se o titular, meu irmão, renuncie seis meses antes do pleito ao cargo de governador para concorrer ao Senado ou Presidência. Embora eu não possa disputar o cargo de Governador, posso, no entanto, disputar o Senado Federal, pelo Paraná, ou outro cargo eletivo qualquer nessa circunstância. Todavia seria ilógico, embora sejam duas vagas ao senado, o mesmo partido apresentar duas candidaturas ao Senado, (o que, em tese, divide o eleitorado partidário) embora isso não seja proibitivo, ou ilícito.
Em conclusão: na dependência da atitude e resolução do governador em exercício, renunciar ou não, dependeria a minha candidatura, nesse Estado da Federação.
No entanto o principio usado, que é a transferência de prestigio ou uso de influencia do titular de mandato eletivo, fica às cegas no que diga respeito aos “irmãos senadores”, ou outros parentes de membros do poder Legislativo, que não obriga nem a renuncia, nem há impedimento por grau de parentesco, o que é uma falha legislativa, tão grave como a cassação ou suspensão dos direitos políticos “temporariamente”, por grau de parentesco.
No meu entender, o irmão de titular de mandato eletivo no poder Legislativo haveria de estar impedido, tal qual o parente ou irmão de titular do poder Executivo, uma vez que os legisladores não querem coibir o abuso do poder econômico com essa norma discutível, mas sim coibir a influencia política (pressão política sobre os agentes políticos) do titular parente influenciando o resultado do Pleito.

Inelegibilidade para o Senado

Inelegibilidade dos Senadores.
Segundo a Constituição Federal no artigo 14, são inelegíveis ao inavistável (incluindo estrangeiros) e os analfabetos. São inelegíveis, no território de jurisdição do titular, o cônjuge e os parentes consangüíneos e afins, ate o segundo grau, ou por adoção, do Presidente da Republica, do Governador de Estado ou território, do Distrito Federal, de Prefeito ou de quem o haja substituído dentro dos seis meses anteriores ao pleito, salvo se já titular de mandato eletivo e candidatos a reeleição.
São esses os dois grandes impedimentos.
Lemos, porém, em uma resolução do TSE numero 20804 de 1de 2 de 2002 o seguinte: é inelegível, para Senador, no estado respectivo, o cidadão parente consangüíneo ate o segundo grau do governador, não livra da ineleigibilidade- conforme a parte final do artigo 14 da Constituição Federal, inciso 7º, o fato de ser candidato por estado diverso, pois a hipótese não seria de reeleição; essa inelegibilidade cessa, contudo se o governador renuncia ao mandato ate seis meses antes das eleições para o Senado Federal.
Também leremos na Obra de Pedro Roberto Decomain “Elegibilidade e Inelegibilidades” Editora Dialética, a pagina sessenta: O irmão do Governador não pode ser candidato a Deputado Estadual, Federal, Senador e Governador no estado do Titular, salvo se o titular renunciar ao cargo seis meses antes do pleito. E leremos á pagina 61, já o irmão do governador tem inelegibilidade absoluta para concorrer ao cargo de governador, mesmo que o titular tenha renunciado ao cargo seis meses, ou falecido antes do pleito. Nesse caso a inelegibilidade é absoluta.
Então tomando como exemplo o meu caso, eu só posso ser candidato se o titular, meu irmão, renuncie seis meses antes do pleito ao cargo de governador para concorrer ao Senado ou Presidência. Embora eu não possa disputar o cargo de Governador, posso, no entanto, disputar o Senado Federal, pelo Paraná, ou outro cargo eletivo qualquer nessa circunstância. Todavia seria ilógico, embora sejam duas vagas ao senado, o mesmo partido apresentar duas candidaturas ao Senado, (o que, em tese, divide o eleitorado partidário) embora isso não seja proibitivo, ou ilícito.
Em conclusão: na dependência da atitude e resolução do governador em exercício, renunciar ou não, dependeria a minha candidatura, nesse Estado da Federação.
No entanto o principio usado, que é a transferência de prestigio ou uso de influencia do titular de mandato eletivo, fica às cegas no que diga respeito aos “irmãos senadores”, ou outros parentes de membros do poder Legislativo, que não obriga nem a renuncia, nem há impedimento por grau de parentesco, o que é uma falha legislativa, tão grave como a cassação ou suspensão dos direitos políticos “temporariamente”, por grau de parentesco.
No meu entender, o irmão de titular de mandato eletivo no poder Legislativo haveria de estar impedido, tal qual o parente ou irmão de titular do poder Executivo, uma vez que os legisladores não querem coibir o abuso do poder econômico com essa norma discutível, mas sim coibir a influencia política (pressão política sobre os agentes políticos) do titular parente influenciando o resultado do Pleito.

Inelegibilidade para o Senado.

Inelegibilidade dos Senadores.
Segundo a Constituição Federal no artigo 14, são inelegíveis ao inavistável (incluindo estrangeiros) e os analfabetos. São inelegíveis, no território de jurisdição do titular, o cônjuge e os parentes consangüíneos e afins, ate o segundo grau, ou por adoção, do Presidente da Republica, do Governador de Estado ou território, do Distrito Federal, de Prefeito ou de quem o haja substituído dentro dos seis meses anteriores ao pleito, salvo se já titular de mandato eletivo e candidatos a reeleição.
São esses os dois grandes impedimentos.
Lemos, porém, em uma resolução do TSE numero 20804 de 1de 2 de 2002 o seguinte: é inelegível, para Senador, no estado respectivo, o cidadão parente consangüíneo ate o segundo grau do governador, não livra da ineleigibilidade- conforme a parte final do artigo 14 da Constituição Federal, inciso 7º, o fato de ser candidato por estado diverso, pois a hipótese não seria de reeleição; essa inelegibilidade cessa, contudo se o governador renuncia ao mandato ate seis meses antes das eleições para o Senado Federal.
Também leremos na Obra de Pedro Roberto Decomain “Elegibilidade e Inelegibilidades” Editora Dialética, a pagina sessenta: O irmão do Governador não pode ser candidato a Deputado Estadual, Federal, Senador e Governador no estado do Titular, salvo se o titular renunciar ao cargo seis meses antes do pleito. E leremos á pagina 61, já o irmão do governador tem inelegibilidade absoluta para concorrer ao cargo de governador, mesmo que o titular tenha renunciado ao cargo seis meses, ou falecido antes do pleito. Nesse caso a inelegibilidade é absoluta.
Então tomando como exemplo o meu caso, eu só posso ser candidato se o titular, meu irmão, renuncie seis meses antes do pleito ao cargo de governador para concorrer ao Senado ou Presidência. Embora eu não possa disputar o cargo de Governador, posso, no entanto, disputar o Senado Federal, pelo Paraná, ou outro cargo eletivo qualquer nessa circunstância. Todavia seria ilógico, embora sejam duas vagas ao senado, o mesmo partido apresentar duas candidaturas ao Senado, (o que, em tese, divide o eleitorado partidário) embora isso não seja proibitivo, ou ilícito.
Em conclusão: na dependência da atitude e resolução do governador em exercício, renunciar ou não, dependeria a minha candidatura, nesse Estado da Federação.
No entanto o principio usado, que é a transferência de prestigio ou uso de influencia do titular de mandato eletivo, fica às cegas no que diga respeito aos “irmãos senadores”, ou outros parentes de membros do poder Legislativo, que não obriga nem a renuncia, nem há impedimento por grau de parentesco, o que é uma falha legislativa, tão grave como a cassação ou suspensão dos direitos políticos “temporariamente”, por grau de parentesco.
No meu entender, o irmão de titular de mandato eletivo no poder Legislativo haveria de estar impedido, tal qual o parente ou irmão de titular do poder Executivo, uma vez que os legisladores não querem coibir o abuso do poder econômico com essa norma discutível, mas sim coibir a influencia política (pressão política sobre os agentes políticos) do titular parente influenciando o resultado do Pleito.

sábado, 24 de janeiro de 2009

Grandes Cooperativas Industriais de Recuperação de Veiculos.

As grandes “Cooperativas Industriais de Recuperação de Veículos”.

Diante de uma crise de alcance universal, pode-se supor que ela atinja frontalmente a indústria de veículos, justamente por serem grandes grupos transnacionais, com imensos fluxos de capitais, para além das fronteiras nacionais. Qualquer sensível mudança no padrão produtivo dessas empresas, hoje montadoras, haverá o desemprego no setor, e em casos graves, ate mesmo a migração ou paralização dessas plantas industriais. E crise no setor de peças, componentes, e pneus. Se isso acontecer, a solução imediata, razoável e prudente, será a formação de cooperativas industriais de recuperação de veículos, formadas com esse contingente de desempregados do setor.
Vejam vocês que a recuperação de veículos hoje é um trabalho quase artesanal, e por isso caro e moroso. Agora se montamos Plantas Industriais de Recuperação de automóveis utilitários e caminhões, incluindo o parque de maquinas agrícola (com a possibilidade de alteração do uso para bio-combustíveis), nos manteríamos, a indústria de peças, estofos, pneus e componentes, ativa. Tornaríamos o preço das restaurações viável, a qualidade das restaurações próxima de um Ótimo automotivo, e reciclaríamos o parque nacional de veículos, comprando, ou resgatando no mercado interno, esses milhões de veículos em circulação e restaurando, e novamente colocando-os no mercado. Até que, a nossa criatividade de brasileiros, adéqüem a realidade de nossas necessidades, à veículos, desenhados segundo as nossas novas necessidades, veículos brasileiros, nascidos do parque existente e da tecnologia já conhecida, em indústrias, já não de restauração, mas de desenvolvimento de projetos automotores.
Nós escrevemos essas poucas linhas, para alertar ao setor, que há sim alternativas, de manutenção de um número suficiente de veículos, em condições de trafegabilidade e segurança, sem que as "chantagens" que sofreremos dos grandes grupos empresariais do setor e que nos tentarão impor.
Nós habituamos aos padrões da indústria automotiva, engolindo, uma seqüência de novos modelos, não pela nossa necessidade imediata, mas pelas necessidades daqueles parques industriais. Se tivermos, além dessas alternativas, outras, teremos nesse momento de crise, formas de garantirmos o emprego, e a circulação interna de produtos do setor.
Os sindicatos vinculados ao setor, já podem estudar formas de estabelecer acordos com os governos, para a viabilização dessas "Cooperativas Industriais de Restauração" de Veículos Automotores.
A idéia é assim mesmo simples, cabe a cada um, em seu nível de conhecimento, introduzir e incrementar esses projetos, que poderão ser a solução para a manutenção dos transportes, e do comercio do setor dentro das fronteiras do nosso país.
A simples mudança desses veículos, para o uso potencial de bio-combustíveis, viabiliza por si só um novo parque industrial, uma nova e dinâmica frente de trabalho.

Wallace Requião de Mello e Silva.

Cooperativas Industriais de Recuperação de Veículos

As grandes “Cooperativas Industriais de Recuperação de Veículos”.

Diante de uma crise de alcance universal, pode-se supor que ela atinja frontalmente a indústria de veículos, justamente por serem grandes grupos transnacionais, com imensos fluxos de capitais, para além das fronteiras nacionais. Qualquer sensível mudança no padrão produtivo dessas empresas, hoje montadoras, haverá o desemprego no setor, e em casos graves, ate mesmo a migração ou paralisação dessas plantas industriais. E consequente crise no setor de peças, componentes, e pneus. Se isso acontecer, a solução imediata, razoável e prudente, será a formação de cooperativas industriais de recuperação de veículos, formadas com esse contingente de desempregados do setor.
Vejam vocês que a recuperação de veículos é um trabalho quase artesanal, e por isso caro e moroso. Agora se montamos Plantas Industriais de Recuperação de Automóveis Utilitários e Caminhões, incluindo o parque de maquinas agrícolas (com a possibilidade de alteração do uso para bio-combustíveis), nós manteríamos, a indústria de peças, estofos, pneus e componentes, ativa. Tornaríamos o preço das restaurações viável, a qualidade das restaurações próxima de um Ótimo automotivo, e reciclaríamos o parque nacional de veículos, comprando, ou resgatando no mercado interno esses milhões de veículos em circulação e restaurando, e novamente colocando-os no mercado. Ate que, a nossa criatividade de brasileiros, adéqüem a realidade de nossas necessidades, a veículos, desenhados segundo as nossas novas necessidades, veículos brasileiros, nascidos do parque existente e da tecnologia já conhecida, em indústrias, já não de restauração, mas de desenvolvimento de projetos automotores.
Nós escrevemos essas poucas linhas, para alertar ao setor, que há sim alternativas, de manutenção de um número suficiente de veículos, em condições de trafegabilidade e segurança, sem que as chantagens que sofreremos dos grandes grupos empresariais do setor, a pressão que tentarão nos impor.
Nós habituamos aos padrões da indústria automotiva, engolindo, uma seqüência de novos modelos, não pela nossa necessidade imediata, mas pelas necessidades daqueles parques industriais. Um altomével familiar deveria durar vinte anos. Se tivermos, além dessas alternativas, outras, teremos nesse momento de crise, formas de garantirmos o emprego, e a circulação interna de produtos do setor.
Os sindicatos vinculados ao setor, já podem estudar formas de estabelecer acordos com os governos, para a viabilização dessas Cooperativas Industriais de Restauração de Veículos Automotores.
A idéia é assim mesmo simples, cabe a cada um, em seu nível de conhecimento, introduzir e incrementar esses projetos, que poderão ser solução para a manutenção dos transportes dentro das fronteiras do nosso país e manutenção dos niveis de emprego.
A simples mudança desses veículos, para o uso potencial de bio-combustíveis, viabiliza por si só um novo parque industrial, uma nova e dinâmica frente de trabalho. É melhor comprar veiculos restaurados do que réplicas.

Wallace Requião de Mello e Silva.

Cooperativas Industriais de Recuperação de Veículos

As grandes “Cooperativas Industriais de Recuperação de Veículos”.

Diante de uma crise de alcance universal, pode-se supor que ela atinja frontalmente a indústria de veículos, justamente por serem grandes grupos transnacionais, com imensos fluxos de capitais, para além das fronteiras nacionais. Qualquer sensível mudança no padrão produtivo dessas empresas, hoje montadoras, haverá o desemprego no setor, e em casos graves, ate mesmo a migração ou paralisação dessas plantas industriais. E consequente crise no setor de peças, componentes, e pneus. Se isso acontecer, a solução imediata, razoável e prudente, será a formação de cooperativas industriais de recuperação de veículos, formadas com esse contingente de desempregados do setor.
Vejam vocês que a recuperação de veículos é um trabalho quase artesanal, e por isso caro e moroso. Agora se montamos Plantas Industriais de Recuperação de Automóveis Utilitários e Caminhões, incluindo o parque de maquinas agrícolas (com a possibilidade de alteração do uso para bio-combustíveis), nós manteríamos, a indústria de peças, estofos, pneus e componentes, ativa. Tornaríamos o preço das restaurações viável, a qualidade das restaurações próxima de um Ótimo automotivo, e reciclaríamos o parque nacional de veículos, comprando, ou resgatando no mercado interno esses milhões de veículos em circulação e restaurando, e novamente colocando-os no mercado. Ate que, a nossa criatividade de brasileiros, adéqüem a realidade de nossas necessidades, a veículos, desenhados segundo as nossas novas necessidades, veículos brasileiros, nascidos do parque existente e da tecnologia já conhecida, em indústrias, já não de restauração, mas de desenvolvimento de projetos automotores.
Nós escrevemos essas poucas linhas, para alertar ao setor, que há sim alternativas, de manutenção de um número suficiente de veículos, em condições de trafegabilidade e segurança, sem que as chantagens que sofreremos dos grandes grupos empresariais do setor, a pressão que tentarão nos impor.
Nós habituamos aos padrões da indústria automotiva, engolindo, uma seqüência de novos modelos, não pela nossa necessidade imediata, mas pelas necessidades daqueles parques industriais. Um altomével familiar deveria durar vinte anos. Se tivermos, além dessas alternativas, outras, teremos nesse momento de crise, formas de garantirmos o emprego, e a circulação interna de produtos do setor.
Os sindicatos vinculados ao setor, já podem estudar formas de estabelecer acordos com os governos, para a viabilização dessas Cooperativas Industriais de Restauração de Veículos Automotores.
A idéia é assim mesmo simples, cabe a cada um, em seu nível de conhecimento, introduzir e incrementar esses projetos, que poderão ser solução para a manutenção dos transportes dentro das fronteiras do nosso país e manutenção dos niveis de emprego.
A simples mudança desses veículos, para o uso potencial de bio-combustíveis, viabiliza por si só um novo parque industrial, uma nova e dinâmica frente de trabalho. É melhor comprar veiculos restaurados do que réplicas.

Wallace Requião de Mello e Silva.

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

O que é preciso para ser candidato a Senador?

O que é preciso para ser Senador?
O governador Requião costuma dizer que respeitada às legislações pertinentes, qualquer brasileiro pode ser candidato, mas poucos viabilizam a candidatura, poucos conduzem bem uma campanha e muitos sequer chagam a ter um projeto, objetivos formais e concretos a serem atingidos, e apoio firme e decidido dos correligionários de partido, ou da sociedade.
Posto assim, a primeira pergunta que nos vem à mente é: O que é preciso para ser Senador?
Diz a Constituição Federal artigo 14 parágrafo terceiro:
(Um) A nacionalidade Brasileira;
(Dois) O pleno exercício dos exercícios políticos;
(Três) O alistamento eleitoral;
(Quatro) O domicilio eleitoral na circunscrição;
(Cinco) A filiação partidária;
(Seis) A idade mínima de 35 anos para o Senado (etc.)
Segundo esses quesitos, eu, por exemplo, sou brasileiro; estou em meu pleno exercício dos direitos políticos e em dia com as obrigações eleitorais; tenho domicilio eleitoral na circunscrição do Paraná; sou filiado ao PMDB desde 1981; e tenho mais de trinta e cinco anos, portanto Eu, dentro desses primeiros critérios, sou elegível. (não quer dizer que eu seja candidato).
Veremos mais adiante os critérios de inelegibilidade.
Wallace Requião de Mello e Silva.

O que é preciso para ser candidato a Senador?

O que é preciso para ser Senador?
O governador Requião costuma dizer que respeitada às legislações pertinentes, qualquer brasileiro pode ser candidato, mas poucos viabilizam a candidatura, poucos conduzem bem uma campanha e muitos sequer chagam a ter um projeto, objetivos formais e concretos a serem atingidos, e apoio firme e decidido dos correligionários de partido, ou da sociedade.
Posto assim, a primeira pergunta que nos vem à mente é: O que é preciso para ser Senador?
Diz a Constituição Federal artigo 14 parágrafo terceiro:
(Um) A nacionalidade Brasileira;
(Dois) O pleno exercício dos exercícios políticos;
(Três) O alistamento eleitoral;
(Quatro) O domicilio eleitoral na circunscrição;
(Cinco) A filiação partidária;
(Seis) A idade mínima de 35 anos para o Senado (etc.)
Segundo esses quesitos, eu, por exemplo, sou brasileiro; estou em meu pleno exercício dos direitos políticos e em dia com as obrigações eleitorais; tenho domicilio eleitoral na circunscrição do Paraná; sou filiado ao PMDB desde 1981; e tenho mais de trinta e cinco anos, portanto Eu, dentro desses primeiros critérios, sou elegível. (não quer dizer que eu seja candidato).
Veremos mais adiante os critérios de inelegibilidade.
Wallace Requião de Mello e Silva.

O que é preciso para ser candidato a Senador?

O que é preciso para ser Senador?
O governador Requião costuma dizer que respeitada às legislações pertinentes, qualquer brasileiro pode ser candidato, mas poucos viabilizam a candidatura, poucos conduzem bem uma campanha e muitos sequer chagam a ter um projeto, objetivos formais e concretos a serem atingidos, e apoio firme e decidido dos correligionários de partido, ou da sociedade.
Posto assim, a primeira pergunta que nos vem à mente é: O que é preciso para ser Senador?
Diz a Constituição Federal artigo 14 parágrafo terceiro:
(Um) A nacionalidade Brasileira;
(Dois) O pleno exercício dos exercícios políticos;
(Três) O alistamento eleitoral;
(Quatro) O domicilio eleitoral na circunscrição;
(Cinco) A filiação partidária;
(Seis) A idade mínima de 35 anos para o Senado (etc.)
Segundo esses quesitos, eu, por exemplo, sou brasileiro; estou em meu pleno exercício dos direitos políticos e em dia com as obrigações eleitorais; tenho domicilio eleitoral na circunscrição do Paraná; sou filiado ao PMDB desde 1981; e tenho mais de trinta e cinco anos, portanto Eu, dentro desses primeiros critérios, sou elegível. (não quer dizer que eu seja candidato).
Veremos mais adiante os critérios de inelegibilidade.
Wallace Requião de Mello e Silva.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Irmão Legal?!!! Nós não queremos empurrar o homem para uma fria.

Leia com atenção: Nós não queremos empurrar Requião para uma fria. É facil empurrar um homem para o ringue quando não somos nós que vamos levar porrada. O governador tem seu tempo, sua avaliação, seu momento politico. Nós não estamos forçando nada. Ele tomará a decisão, senado, ou presidência, ou sei lá . Nós apenas estamos na torcida, e lembramos aos brasileiros essa opção para a concorrer em 2010. Sacana não somos nós, sacanas são os "gorilas". Exploradores de todos os tempos e de todas as épocas. Eles parecem homens, mas não são. Eles são gorilas.

Série Amigos de Requião.



















Série : Amigos de Requião.



Série : Amigos de Requião.



domingo, 18 de janeiro de 2009

Joia Rara, verdadeira preciosidade ( 1985)

Em 1985 a grande atriz Patricia Pilar pedia voto para Requião Prefeito, não o fazia profissionalmente, fazia por amizade. Hoje ela é esposa de Ciro Gomes ( será que por essa via teremos uma dobradinha?)

Onde eu amarro o meu bode?

Onde eu amarro o meu Bode?
Todos sabem, todos sentem que todo o homem (homem ou mulher) tem sua âncora afetiva, seu Norte afetivo. Âncora para que nosso barco não fique à deriva na corrente das paixões, e norte para que tenhamos aonde chegar, uma orientação diante da sociedade e da Vida. De tal modo que não sejamos dispersivos. Volúveis, voláteis, passando pelo tempo apenas como se fossemos a fragrância de um perfume ou odor de podridão.
Assim, eu que tenho o cristianismo como o Norte afetivo de minha vida, porém, também tenho uma âncora, o meu porto particular (no núcleo dos meus interesses afetivos), onde repousa (real ou imaginariamente) o meu coração de homem e de pai. Onde obvio, eu, metaforicamente, amarro o meu Bode.
No espinheiro dessa vida, onde já não sou menino.
Quero apresentar a mãe de meu filho, e meu filho, para o meu orgulho e a contemplação de todos os que não nos conhecem. Uma homenagem que presto aos avôs paternos e maternos de meu filho. A vida que eles plantaram, e cultivaram, e deixaram para melhor conhecer a eternidade, continua, no tempo, o seu curso inexorável.

Wallace Requião de Mello e Silva.

Onde eu amarro o meu bode?

Onde eu amarro o meu Bode?
Todos sabem, todos sentem que todo o homem (homem ou mulher) tem sua âncora afetiva, seu Norte afetivo. Âncora para que nosso barco não fique à deriva na corrente das paixões, e norte para que tenhamos aonde chegar, uma orientação diante da sociedade e da Vida. De tal modo que não sejamos dispersivos. Volúveis, voláteis, passando pelo tempo apenas como se fossemos a fragrância de um perfume ou odor de podridão.
Assim, eu que tenho o cristianismo como o Norte afetivo de minha vida, porém, também tenho uma âncora, o meu porto particular (no núcleo dos meus interesses afetivos), onde repousa (real ou imaginariamente) o meu coração de homem e de pai. Onde obvio, eu, metaforicamente, amarro o meu Bode.
No espinheiro dessa vida, onde já não sou menino.
Quero apresentar a mãe de meu filho, e meu filho, para o meu orgulho e a contemplação de todos os que não nos conhecem. Uma homenagem que presto aos avôs paternos e maternos de meu filho. A vida que eles plantaram, e cultivaram, e deixaram para melhor conhecer a eternidade, continua, no tempo, o seu curso inexorável.



Wallace Requião de Mello e Silva.

Onde eu amarro o meu bode?

Onde eu amarro o meu Bode?
Todos sabem, todos sentem que todo o homem (homem ou mulher) tem sua âncora afetiva, seu Norte afetivo. Âncora para que nosso barco não fique à deriva na corrente das paixões, e norte para que tenhamos aonde chegar, uma orientação diante da sociedade e da Vida. De tal modo que não sejamos dispersivos. Volúveis, voláteis, passando pelo tempo apenas como se fossemos a fragrância de um perfume ou odor de podridão.
Assim, eu que tenho o cristianismo como o Norte afetivo de minha vida, porém, também tenho uma âncora, o meu porto particular (no núcleo dos meus interesses afetivos), onde repousa (real ou imaginariamente) o meu coração de homem e de pai. Onde obvio, eu, metaforicamente, amarro o meu Bode.
No espinheiro dessa vida, onde já não sou menino.
Quero apresentar a mãe de meu filho, e meu filho, para o meu orgulho e a contemplação de todos os que não nos conhecem. Uma homenagem que presto aos avôs paternos e maternos de meu filho. A vida que eles plantaram, e cultivaram, e deixaram para melhor conhecer a eternidade, continua, no tempo, o seu curso inexorável.



Wallace Requião de Mello e Silva.

Um pedido de desculpas.

Um pedido de desculpa formal a todos os nossos leitores e em todos os nossos Blogs.
Uma pessoa que eu considero muito reclamou: “Como pode você escrever sobre temas tão variados, com relativa facilidade, o que mostra a amplidão de seu foco de interesses e cometer tantos erros de ortografia, concordância e até sintaxe?..., Amigo, mais cuidado”.
Eu poderia dar uma meia dúzia de justificativas razoáveis, mas darei apenas uma, embora também essa não me desobrigue do cuidado necessário. É a seguinte: Essa foi a melhor forma que Deus encontrou de me ensinar ( não a escrever, mas a viver), assim, contemplando os meus erros a cada passo dado, em cada lauda, em cada frase, eu me envergonho, e assim, envergonhado me mantenho humilhado, dentro de um relativo nível de humildade. (relativo nível posto que todos nós vivemos numa sociedade do orgulho) Isso me impede de pensar... É isso, eu sou o bom. Não, eu não sou o bom, eu sou uma pessoa me esforçando para contribuir, dentro de meus limites, e deficiências com o conjunto da sociedade Brasileira. Nada mais.
Aceite esse meu pedido formal de Desculpas, e tenham paciência.
Wallace Requião de Mello e Silva.

Um pedido de desculpas.

Um pedido de desculpa formal a todos os nossos leitores e em todos os nossos Blogs.
Uma pessoa que eu considero muito reclamou: “Como pode você escrever sobre temas tão variados, com relativa facilidade, o que mostra a amplidão de seu foco de interesses e cometer tantos erros de ortografia, concordância e até sintaxe?..., Amigo, mais cuidado”.
Eu poderia dar uma meia dúzia de justificativas razoáveis, mas darei apenas uma, embora também essa não me desobrigue do cuidado necessário. É a seguinte: Essa foi a melhor forma que Deus encontrou de me ensinar ( não a escrever, mas a viver), assim, contemplando os meus erros a cada passo dado, em cada lauda, em cada frase, eu me envergonho, e assim, envergonhado me mantenho humilhado, dentro de um relativo nível de humildade. (relativo nível posto que todos nós vivemos numa sociedade do orgulho) Isso me impede de pensar... É isso, eu sou o bom. Não, eu não sou o bom, eu sou uma pessoa me esforçando para contribuir, dentro de meus limites, e deficiências com o conjunto da sociedade Brasileira. Nada mais.
Aceite esse meu pedido formal de Desculpas, e tenham paciência.
Wallace Requião de Mello e Silva.

Um pedido de desculpas.

Um pedido de desculpa formal a todos os nossos leitores e em todos os nossos Blogs.
Uma pessoa que eu considero muito reclamou: “Como pode você escrever sobre temas tão variados, com relativa facilidade, o que mostra a amplidão de seu foco de interesses e cometer tantos erros de ortografia, concordância e até sintaxe?..., Amigo, mais cuidado”.
Eu poderia dar uma meia dúzia de justificativas razoáveis, mas darei apenas uma, embora também essa não me desobrigue do cuidado necessário. É a seguinte: Essa foi a melhor forma que Deus encontrou de me ensinar ( não a escrever, mas a viver), assim, contemplando os meus erros a cada passo dado, em cada lauda, em cada frase, eu me envergonho, e assim, envergonhado me mantenho humilhado, dentro de um relativo nível de humildade. (relativo nível posto que todos nós vivemos numa sociedade do orgulho) Isso me impede de pensar... É isso, eu sou o bom. Não, eu não sou o bom, eu sou uma pessoa me esforçando para contribuir, dentro de meus limites, e deficiências com o conjunto da sociedade Brasileira. Nada mais.
Aceite esse meu pedido formal de Desculpas, e tenham paciência.
Wallace Requião de Mello e Silva.

Carta às Forças Armadas.

Sugestão para as Forças Armadas.
Eu organizava documentos pessoais do Governador do Paraná, quando encontrei duas comendas de Mérito Militar, uma concedida pelo comandante da 5º Região do Exercito, e outra concedida pelo Presidente da Republica, no dia do Aviador, em 23 de outubro de 2003, em Brasília.
Porém, encontrei mais três diplomas concedidos pelas Forças Armadas ao nosso governador: O primeiro concedido em 24 de setembro de 1991 pela Escola de Comando do Estado Maior do Exercito, no Rio de Janeiro. O segundo concedido pela Escola de Comando e Estado Maior da Aeronáutica em 17 de setembro de 1992, no Rio de Janeiro. O terceiro também concedido pela Escola de Comando e Estado Maior da Aeronáutica em 24 de agosto de 1993. Como eu não tenho acesso a documentos recentes, não posso afirmar se o governador tenha recebido outros diplomas mais recentes (2003-2009). Nenhum da Marinha infelizmente, dado que somos no Paraná, um dos grandes estados exportadores e importadores, via marítima, no contesto do país. E, o Porto Público de Paranaguá destacou-se sem concorrência no cenário Nacional.
Todavia o fato me inspirou a seguinte sugestão: Teremos eleições presidenciais em 2010. É-nos, já sabida, a grande necessidade das Forças Armadas, e as, também, grandes necessidades que terá o Brasil, nas próximas décadas, no que diga respeito às Forças Armadas em Tempo de Paz ou Guerra.
Assim estamos sugerindo aos Comandos, que promovam um serie de auditivas dos candidatos à presidente, todavia que sejam auditivas em mão dupla. Primeiro o Exercito Marinha e Aeronáutica, expõe suas necessidades para a próxima década, coletiva ou individualmente, a cada candidato, e passado um tempo, suficiente para a reflexão, uma nova auditiva, onde os candidatos exporão as usas conclusões ao Estado Maior. É chegada à hora de um pouco de prudência nas relações internacionais, mais que isso, é preciso que essas relações tenham alguma retaguarda armada, porém, que seja uma retaguarda que tenha Constitucionalmente novas funções em tempo de paz, de modo que se justifiquem diante da Sociedade (em tempos de paz) os investimentos necessários, ou seja, que aquilo que as Forças Armadas vêm fazendo ou realizando através da nossa História no que diga respeito aos altos desígnios de nosso povo civil, o faça agora, em missões previstas na Carta Magna da Nação.
Penso, ainda que tal atitude, não só acordará aos candidatos a presidência para realidades que lhes são ocultas, como permitirá aos Comandos bem avaliar a maturidade e visão internacional dos proponentes à chefia da Nação. Como o chefe da Nação também é o Comandante em Chefe das Forças Armadas, nada mais prudente do que uma atitude como essa. Saímos do amadorismo, para uma atitude amadurecida de debate e auditivas (dos candidatos ou suas assessorias especializadas), para uma síntese do possível, em termo de Segurança Nacional, num mundo desesperado pelas fontes energéticas e riquezas indispensáveis.
Wallace Requião de Mello e Silva
Arquivista.

Carta às Forças Armadas.

Sugestão para as Forças Armadas.
Eu organizava documentos pessoais do Governador do Paraná, quando encontrei duas comendas de Mérito Militar, uma concedida pelo comandante da 5º Região do Exercito, e outra concedida pelo Presidente da Republica, no dia do Aviador, em 23 de outubro de 2003, em Brasília.
Porém, encontrei mais três diplomas concedidos pelas Forças Armadas ao nosso governador: O primeiro concedido em 24 de setembro de 1991 pela Escola de Comando do Estado Maior do Exercito, no Rio de Janeiro. O segundo concedido pela Escola de Comando e Estado Maior da Aeronáutica em 17 de setembro de 1992, no Rio de Janeiro. O terceiro também concedido pela Escola de Comando e Estado Maior da Aeronáutica em 24 de agosto de 1993. Como eu não tenho acesso a documentos recentes, não posso afirmar se o governador tenha recebido outros diplomas mais recentes (2003-2009). Nenhum da Marinha infelizmente, dado que somos no Paraná, um dos grandes estados exportadores e importadores, via marítima, no contesto do país. E, o Porto Público de Paranaguá destacou-se sem concorrência no cenário Nacional.
Todavia o fato me inspirou a seguinte sugestão: Teremos eleições presidenciais em 2010. É-nos, já sabida, a grande necessidade das Forças Armadas, e as, também, grandes necessidades que terá o Brasil, nas próximas décadas, no que diga respeito às Forças Armadas em Tempo de Paz ou Guerra.
Assim estamos sugerindo aos Comandos, que promovam um serie de auditivas dos candidatos à presidente, todavia que sejam auditivas em mão dupla. Primeiro o Exercito Marinha e Aeronáutica, expõe suas necessidades para a próxima década, coletiva ou individualmente, a cada candidato, e passado um tempo, suficiente para a reflexão, uma nova auditiva, onde os candidatos exporão as usas conclusões ao Estado Maior. É chegada à hora de um pouco de prudência nas relações internacionais, mais que isso, é preciso que essas relações tenham alguma retaguarda armada, porém, que seja uma retaguarda que tenha Constitucionalmente novas funções em tempo de paz, de modo que se justifiquem diante da Sociedade (em tempos de paz) os investimentos necessários, ou seja, que aquilo que as Forças Armadas vêm fazendo ou realizando através da nossa História no que diga respeito aos altos desígnios de nosso povo civil, o faça agora, em missões previstas na Carta Magna da Nação.
Penso, ainda que tal atitude, não só acordará aos candidatos a presidência para realidades que lhes são ocultas, como permitirá aos Comandos bem avaliar a maturidade e visão internacional dos proponentes à chefia da Nação. Como o chefe da Nação também é o Comandante em Chefe das Forças Armadas, nada mais prudente do que uma atitude como essa. Saímos do amadorismo, para uma atitude amadurecida de debate e auditivas (dos candidatos ou suas assessorias especializadas), para uma síntese do possível, em termo de Segurança Nacional, num mundo desesperado pelas fontes energéticas e riquezas indispensáveis.
Wallace Requião de Mello e Silva
Arquivista.

Carta às Forças Armadas.

Sugestão para as Forças Armadas.
Eu organizava documentos pessoais do Governador do Paraná, quando encontrei duas comendas de Mérito Militar, uma concedida pelo comandante da 5º Região do Exercito, e outra concedida pelo Presidente da Republica, no dia do Aviador, em 23 de outubro de 2003, em Brasília.
Porém, encontrei mais três diplomas concedidos pelas Forças Armadas ao nosso governador: O primeiro concedido em 24 de setembro de 1991 pela Escola de Comando do Estado Maior do Exercito, no Rio de Janeiro. O segundo concedido pela Escola de Comando e Estado Maior da Aeronáutica em 17 de setembro de 1992, no Rio de Janeiro. O terceiro também concedido pela Escola de Comando e Estado Maior da Aeronáutica em 24 de agosto de 1993. Como eu não tenho acesso a documentos recentes, não posso afirmar se o governador tenha recebido outros diplomas mais recentes (2003-2009). Nenhum da Marinha infelizmente, dado que somos no Paraná, um dos grandes estados exportadores e importadores, via marítima, no contesto do país. E, o Porto Público de Paranaguá destacou-se sem concorrência no cenário Nacional.
Todavia o fato me inspirou a seguinte sugestão: Teremos eleições presidenciais em 2010. É-nos, já sabida, a grande necessidade das Forças Armadas, e as, também, grandes necessidades que terá o Brasil, nas próximas décadas, no que diga respeito às Forças Armadas em Tempo de Paz ou Guerra.
Assim estamos sugerindo aos Comandos, que promovam um serie de auditivas dos candidatos à presidente, todavia que sejam auditivas em mão dupla. Primeiro o Exercito Marinha e Aeronáutica, expõe suas necessidades para a próxima década, coletiva ou individualmente, a cada candidato, e passado um tempo, suficiente para a reflexão, uma nova auditiva, onde os candidatos exporão as usas conclusões ao Estado Maior. É chegada à hora de um pouco de prudência nas relações internacionais, mais que isso, é preciso que essas relações tenham alguma retaguarda armada, porém, que seja uma retaguarda que tenha Constitucionalmente novas funções em tempo de paz, de modo que se justifiquem diante da Sociedade (em tempos de paz) os investimentos necessários, ou seja, que aquilo que as Forças Armadas vêm fazendo ou realizando através da nossa História no que diga respeito aos altos desígnios de nosso povo civil, o faça agora, em missões previstas na Carta Magna da Nação.
Penso, ainda que tal atitude, não só acordará aos candidatos a presidência para realidades que lhes são ocultas, como permitirá aos Comandos bem avaliar a maturidade e visão internacional dos proponentes à chefia da Nação. Como o chefe da Nação também é o Comandante em Chefe das Forças Armadas, nada mais prudente do que uma atitude como essa. Saímos do amadorismo, para uma atitude amadurecida de debate e auditivas (dos candidatos ou suas assessorias especializadas), para uma síntese do possível, em termo de Segurança Nacional, num mundo desesperado pelas fontes energéticas e riquezas indispensáveis.
Wallace Requião de Mello e Silva
Arquivista.

sábado, 17 de janeiro de 2009

Aviso aos Navegantes.

Atenção, todos os videos foram compactados ao máximo possivel para poderem ser enviados por Email, ou por link rápido, que se obtem clicando ao pé da página sobre o envelope. Divulgue os filmes enviando para seus amigos. Quanto mais gente tiver cópias, mais seguro estará o fato histórico.

Imortais, Belarmino e Gabriela pedem voto em 1985

Desculpem eu me esqueci.

Eu me esqueci de fornacer o endereço do novo Blog (é a idade).
http:/www.g23videos.blogspot.com

Desculpem eu me esqueci.

Eu me esqueci de fornacer o endereço do novo Blog (é a idade).
http:/www.g23videos.blogspot.com

Desculpem eu me esqueci.

Desculpem eu me esqueci de colocar o endereço do novo Blog; Http:/www.g23videos.blogspot.com

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Aviso Importante

Nós lançamos mais um Blog G23 VIDEOS. Ele nasceu no último dia 15 de Janeiro,e ainda peca pela qualidade, mas os dois videos postados são raros, verdadeiros e documentais. Nossa intenção é tirar da lixeira uma história que todos querem esquecida. Nós não caçamos culpados, nós não queremos que a História Brasileira seja esquecida. Confira, sua atenção muito nos honra.

Grupo G 23

Aviso Importante.

Nós lançamos mais um Blog G23 VIDEOS. Ele nasceu no último dia 15 de Janeiro,e ainda peca pela qualidade, mas os dois videos postados são raros, verdadeiros e documentais. Nossa intenção é tirar da lixeira uma história que todos querem esquecida. Nós não caçamos culpados, nós não queremos que a História Brasileira seja esquecida. Confira, sua atenção muito nos honra.

Grupo G 23

Aviso Importante.

Nós lançamos mais um Blog G23 VIDEOS. Ele nasceu no último dia 15 de Janeiro,e ainda peca pela qualidade, mas os dois videos postados são raros, verdadeiros e documentais. Nossa intenção é tirar da lixeira uma história que todos querem esquecida. Nós não caçamos culpados, nós não queremos que a História Brasileira seja esquecida. Confira, sua atenção muito nos honra.

Grupo G 23

Asim nasce o PMDB

Filme Histórico do PMDB Nacional ( Raridade- editado)

A volta de Requião em 1993

Raridade absoluta... video historico que comprova que Requião foi na verdade quatro vezes governador do Paraná.

domingo, 11 de janeiro de 2009

Sete homens e um destino.

Uma revista de tiragem nacional fez matéria titulada “Seis homens e um destino”. Nós do G 23 estranhamos, pois o nome do filme era: “Sete Homens e um Destino”. Sendo assim, o G 23 que não dorme no ponto, lembra aos Brasileiros que o nome do sétimo homem, esquecido pela revista, político fora do esquema, é Roberto Requião.
Correr, por fora do esquema, ou surgir para a vitória de maneira inesperada, têm sido uma marca da vida política do, três vezes eleito democraticamente, governador do Paraná, Roberto Requião.
Embora o G 23 não saiba qual é o verdadeiro desejo do Governador do Paraná, nós acreditamos que em certa altura da vida política de um homem, seu destino e seu querer ficam sujeitos ao desejo popular de um lado, e o desejo de Deus pelo outro. A vontade do homem, nesse caso conta muito pouco. Respeitamos, no entanto, essas circunstâncias, e nos colocamos voluntariamente do lado da torcida, e ao lado de Requião.

Sete homens e um destino.

Uma revista de tiragem nacional fez matéria titulada “Seis homens e um destino”. Nós do G 23 estranhamos, pois o nome do filme era: “Sete Homens e um Destino”. Sendo assim, o G 23 que não dorme no ponto, lembra aos Brasileiros que o nome do sétimo homem, esquecido pela revista, político fora do esquema, é Roberto Requião.
Correr, por fora do esquema, ou surgir para a vitória de maneira inesperada, têm sido uma marca da vida política do, três vezes eleito democraticamente, governador do Paraná, Roberto Requião.
Embora o G 23 não saiba qual é o verdadeiro desejo do Governador do Paraná, nós acreditamos que em certa altura da vida política de um homem, seu destino e seu querer ficam sujeitos ao desejo popular de um lado, e o desejo de Deus pelo outro. A vontade do homem, nesse caso conta muito pouco. Respeitamos, no entanto, essas circunstâncias, e nos colocamos voluntariamente do lado da torcida, e ao lado de Requião.

Sete homens e um destino.

Uma revista de tiragem nacional fez matéria titulada “Seis homens e um destino”. Nós do G 23 estranhamos, pois o nome do filme era: “Sete Homens e um Destino”. Sendo assim, o G 23 que não dorme no ponto, lembra aos Brasileiros que o nome do sétimo homem, esquecido pela revista, político fora do esquema, é Roberto Requião.
Correr, por fora do esquema, ou surgir para a vitória de maneira inesperada, têm sido uma marca da vida política do, três vezes eleito democraticamente, governador do Paraná, Roberto Requião.
Embora o G 23 não saiba qual é o verdadeiro desejo do Governador do Paraná, nós acreditamos que em certa altura da vida política de um homem, seu destino e seu querer ficam sujeitos ao desejo popular de um lado, e o desejo de Deus pelo outro. A vontade do homem, nesse caso conta muito pouco. Respeitamos, no entanto, essas circunstâncias, e nos colocamos voluntariamente do lado da torcida, e ao lado de Requião.

sábado, 10 de janeiro de 2009

Hidrovias para a economia de combustiveis.

Hidrovias e a capital do Brasil no coração da Amazônia.
Como centro e facilitadora de integração da America do Sul.
As hidrovias foram os caminhos de penetração do homem no continente Americano. Pelos rios, os homens com suas embarcações ou sem elas entraram aos pouco no interior das matas. Os homens são seres vivos que precisam beber e comer todos os dias, assim, naquelas longas aventuras, sem comunicação eletrônica, seguir os leitos dos rios era seguro, pois havia água, peixes e orientação, onde os homens sabiam de onde tinham vindo e para onde iam (contra a correnteza). Diferente nas matas, onde o risco de se perder era enorme, muitas vezes se ficava sem água, e outras vezes sem alimento.
Com o tempo, por motivos que não posso imaginar quais foram, os homens parecem ter esquecido os rios. Preferiram as beiras do mar, e os caminhos terrestres. (possivelmente pelo transporte de gado).
Com a crise energética, e a nova mentalidade integradora da America do Sul, voltam-se os homens para o debate da racionalidade das Hidrovias.
Os rios voltam a ter o valor que nunca deveriam ter perdido, seja na geração de energia, seja como via de transporte de grandes cargas, seja no abastecimento da vida, seja como garantia de proteína animal (pescado).
A capital do Brasil em uma região ribeirinha intermédia entre o alto e baixo Amazonas poderá tornar-se a Roma da America do Sul, (todos os caminhos levam a Roma hidroviária), pois pelos rios Amazônicos se integra o Brasil, com a Bolívia, Peru, Colômbia, Venezuela, Equador, Guianas, e pode-se, com algumas adaptações ligar-se pelos rios o Norte Brasileiro, ao Rio Paraguai nas proximidades de Goiana, e por meio dele se chegar a Buenos Aires, passando por Assunção no Paraguai.
Não há novidade nisso, embora, essas mercadorias vindas das regiões mais isoladas dos países vizinhos possam também pelos rios, serem distribuídas com rapidez e eficiência, por muitos de nossos estados.
Procure seguir os mapas. Observe os rios amazônicos navegáveis. Veja as vantagens.
Essa discussão, hoje, pode tornar-se internacional. Os rios são os caminhos naturais de Integração da Nossa América do Sul.
Leia o livro: A Hora das Hidrovias; estradas para o futuro do Brasil.

Wallace Requião de Mello e Silva
Para o G 23 de Outubro.

Hidrovias para a economia de combustiveis.

Hidrovias e a capital do Brasil no coração da Amazônia.
Como centro e facilitadora de integração da America do Sul.
As hidrovias foram os caminhos de penetração do homem no continente Americano. Pelos rios, os homens com suas embarcações ou sem elas entraram aos pouco no interior das matas. Os homens são seres vivos que precisam beber e comer todos os dias, assim, naquelas longas aventuras, sem comunicação eletrônica, seguir os leitos dos rios era seguro, pois havia água, peixes e orientação, onde os homens sabiam de onde tinham vindo e para onde iam (contra a correnteza). Diferente nas matas, onde o risco de se perder era enorme, muitas vezes se ficava sem água, e outras vezes sem alimento.
Com o tempo, por motivos que não posso imaginar quais foram, os homens parecem ter esquecido os rios. Preferiram as beiras do mar, e os caminhos terrestres. (possivelmente pelo transporte de gado).
Com a crise energética, e a nova mentalidade integradora da America do Sul, voltam-se os homens para o debate da racionalidade das Hidrovias.
Os rios voltam a ter o valor que nunca deveriam ter perdido, seja na geração de energia, seja como via de transporte de grandes cargas, seja no abastecimento da vida, seja como garantia de proteína animal (pescado).
A capital do Brasil em uma região ribeirinha intermédia entre o alto e baixo Amazonas poderá tornar-se a Roma da America do Sul, (todos os caminhos levam a Roma hidroviária), pois pelos rios Amazônicos se integra o Brasil, com a Bolívia, Peru, Colômbia, Venezuela, Equador, Guianas, e pode-se, com algumas adaptações ligar-se pelos rios o Norte Brasileiro, ao Rio Paraguai nas proximidades de Goiana, e por meio dele se chegar a Buenos Aires, passando por Assunção no Paraguai.
Não há novidade nisso, embora, essas mercadorias vindas das regiões mais isoladas dos países vizinhos possam também pelos rios, serem distribuídas com rapidez e eficiência, por muitos de nossos estados.
Procure seguir os mapas. Observe os rios amazônicos navegáveis. Veja as vantagens.
Essa discussão, hoje, pode tornar-se internacional. Os rios são os caminhos naturais de Integração da Nossa América do Sul.
Leia o livro: A Hora das Hidrovias; estradas para o futuro do Brasil.

Wallace Requião de Mello e Silva
Para o G 23 de Outubro.