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domingo, 18 de outubro de 2015

A escravidão negra no Brasil (III).

A escravidão negra no Brasil (III).
Penso que vocês tenham lido os dois textos anteriores sobre o assunto.Acredito que como eu vocês ficaram meio escandalizados, desconfiados, achando que o texto força a verdade, que é preconceituoso,  Etc. Acontece que nosso treinamento mental não treinou as técnicas de dissimulação, assim, nos parece irreal que uma verdade tão gritante não nos seja ensinada nos bancos escolares. Isto nos deixa com um pé atrás. E de maneira alguma podemos isentar de culpa os católicos envolvidos, muito menos os protestantes ingleses, holandeses e franceses. 
Tornou-se proibitivo falar de Judeus após a Segunda Guerra, esse foi o grande trunfo, ou triunfo do holocausto. Os judeus tornaram-se vitimas, e ninguém deve chutar um cachorro morto. No entanto somente uma coisa eu acho que devo reparar nos dois primeiros texto, o fato quase sempre esquecido de que judeus podem se converter sim. Foi o caso de meu sogro Alberto Ginest Salomon. Foi o caso de todos aqueles judeus seguidores de Jesus, milhares deles, e foi o caso de muitos cristãos novos de origem judaica ( Há os que não são de origem judaica). Todavia o que nos interessa são aqueles de dupla face, ou seja, os judaizantes da fé, aqueles que instigaram o protestantismo, aqueles que diuturnamente com um largo sorriso nos lábios armam armadilhas contra os cristãos. Mesmo assim não os condeno, pois não era assim o Apostolo Paulo, perseguindo e matando cristãos, ate milagrosamente perceber toda a sua loucura.
Antes de continuar essa pequena serie de textos sobre a escravidão negra no Brasil, quero republicar um curto texto que nos mostrará que o cristianismo é um fenômeno judeu, exclusivo desse povo, e que só tardiamente se tornou cristão-gentil, por volta do terceiro século depois de Cristo. Não seria muito lembrar  que os primeiros Papas também foram judeus, e que muitos dos defensores da fé cristã de hoje principalmente católicos têm raízes naqueles primeiros judeus cristãos.
Outro dado interessante e pouco estudado, me chamou a atenção em um livro de Annes Dias. Quando o Judeu adota um nome não judeu, ele se torna um ramo de uma família já existente, uma família não judia. Assim, por exemplo, existem os Kennedy judeus, e os não judeus. Todavia se algum membro daquela família não judia se destacar por qualquer motivo ( ser presidente dos EUA por exemplo), para o judeu ele se torna um judeu e fará parte do panteão dos judeus famosos da história da humanidade, mesmo que nunca tenham sido judeus no sangue ou na fé. Porém eles recorrem sempre ao Dilúvio Universal do qual todos os seres humanos pós diluvianos são filho de Noé, irmãos  de sangue, e por esse motivo, não se erra ao adotar não judeus famosos como sendo judeus de estirpe, compreendem.
Feitas essas ressalvas não deixem de ler o próximo texto titulado O Cristianismo é um fenômeno israelita.

G23 de Mello e Silva.






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