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domingo, 4 de outubro de 2015

Contradição casamenteira.

Contradição casamenteira.
São Paulo nos fala do aguilhão da carne. Os teólogos queimam a cabeça para saber qual era esse aguilhão. No meu caso o aguilhão tem nome e sobrenome e é a mais chata seguidora desse blog. Uma dessas pessoas que pensa que ela é a autora de nossa cabeça e pensa que deve ter o domínio de nossas idéias palavra por palavra.
Tal figura achou estranho que eu publique que o casamento é união indissolúvel entre um homem e uma mulher e seja ao mesmo tempo um divorciado. Aos olhos dela parece uma contradição.
Quando um homem perde um braço, ele descobre a importância que tinha o membro perdido. Ruim seria o amputado desejar que todos perdessem o braço porque ele foi vitima de amputação. Seria muito ruim torcer os fatos para convencer as vantagens de perder um braço. Isso seria falso. Eu me divorciei, e seria igualmente desleal se depois de quarenta anos eu torcesse os fatos para induzir pessoas a acreditar que o divorcio é um acerto, e que a união indissolúvel é um erro.
Na minha geração era muito difícil, ao menos aqui no Brasil, que alguém fosse filho ou filha de pais divorciados. Ter a segurança de uma casa e de um casal que nos gerou e nos acolhe sob quaisquer circunstancias é um fenômeno que só damos valor quando perdemos. Assim alguém que vive a paz e mesmo assim vive reclamando numa atitude rebelde, é somente quando vem a guerra, as bombas, os canhões, a destruição de todos os edifícios públicos de sua infância, escolas, hospitais, sua casa, sua árvore de infância, seus amigos é que tomamos consciência do absurdo da guerra. 
Do mesmo modo, o divorcio que é abrir mão da responsabilidade que se assumiu diante de uma mulher e uma família geralmente por egoísmo,  com ele destruímos nos filhos essa segurança, essa paz, essa confiança nos pais. Não adianta uma prótese para corrigir o braço perdido, ela pode ser quase substituta, mas jamais será o órgão natural. Remendos em família cobrem falsamente deformações e sofrimentos que se acumulam na vida pessoal e familiar, com conseqüências tão graves quanto uma amputação física, pois é uma amputação afetiva, uma amputação do compromisso, uma amputação da respeitabilidade e autoridade na educação dos filhos. No mais é mentira, discurso, daqueles egoístas que se movem apenas pela paixão e apego as transgressões,... na verdade um vício em transgredir.
Isso não é amor. Isso não é amor ao primeiro mandamento de Deus, isso não é amor ao próximo mais próximo, os filhos que nos fizeram sentir objetivamente uma só e mesma carne.
Eu bati em muitas portas procurando a felicidade, não a encontrei porque nem se quer a conhecia, ou não lhe dava valor assim como aquele que tendo os dois braços não lhes dá o devido valor. Ou como aquele que vive a paz, mas não lhe dá valor. Ou aquele que tem saúde, mas a maltrata de tal forma até perde-la. Ou aquele que esbanja dinheiro egoisticamente contra os seus herdeiros.
Será que não aprendi nada nessa vida, será que não tenho nada a ensinar, será que não posso perceber aquilo que deixei de ofertar como pai e chefe de família... sim eu sei, embora não veja como restaurar.
Meu padrinho, o grande pediatra Waldemar Monastier, deixou um livro muito interessante sobre a educação infantil. Ele fala na criança Siribeira, ou seja, aquela que como a árvore desse  mesmo nome, árvore que nasce sobre rochas a beira do mar, em ambiente adverso, na água salgada, com fortes ventos contrários, mas mesmo assim cresce e se fortalece. Sim crianças assim são fortes e resistem até ao abandono e maus tratos de um albergue, mas essa vitoria é delas, não dos pais. Uma criança assim não pode ser usada para exemplificar as vantagens do divorcio. Pense você, divorciado ou não, o que foi verdadeiramente importante na sua formação infantil. Tenho certeza que você chegará à mesma conclusão que eu cheguei, pois essa regra natural formadora da família humana esta inscrita nos corações humanos.

G23 de Mello e Silva.




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