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sábado, 11 de fevereiro de 2012


Um texto que eu jamais deveria ter escrito.

Demorei muito para escrever esse texto. O Mandamento de Deus: Honrarás Pai e Mãe me confundia, e eu nunca consegui saber se eu honrei meus pais como minha covardia e obediência, ou se os honrarei agora ao escrever esse texto rebelde.

Eu amo os meus pais. A generosidade deles permitiu que eu viesse à vida.

Meu pai era médico conceituadíssimo. Político, Diretor do Serviço de Criminologia do Presídio Central do Estado, professor universitário, 1° Psicólogo do Tribunal de Justiça, Psicotécnico da TELEPAR e do DETRAN, perito do IBC. Entre outras atividades executadas.

Em minha casa as conversas do almoço eram sempre calorosas.

Apreendia-se muito ali.

Porém um dia, meu pai defendeu uma ideologia que levou a um erro, como hoje meus irmãos estão induzindo os seus filhos, por vaidade, a erros que acabarão por corromper toda a família.

Toda criança nasce com talentos. Eu particularmente tinha um excelente desenho, uma memória invejável, uma criatividade ao contar histórias, que aos seis anos, os mais velhos da família se demoravam a ouvir minhas caçadas inventadas e meu grande avião hospital com o qual eu atendia a Amazônia. Uma criança é a esperança dos pais.

Meu pai introduziu nas conversas as ideias de Alexander S Neill, esse inglês alcoolista, homossexual e pedófilo, um monstro que criou uma escola; Sammerhill. Ali não haveria a mínima censura sexual. O homem estava na moda. Sua pedagogia atravessava fronteiras. Mas nunca, alguém teve a coragem de verificar no que deram as crianças criadas na sua metodologia.

Eu ingênuo, menino ainda, acreditei que o sexo era uma necessidade, uma  pulsão fora do racionalismo moral.

Da teoria fui à pratica.

Em menos de um mês eu já estava oferecendo um neto aos meus pais. O primeiro neto de meus pais. A minha esperança, o coroamento de minha masculinidade jovial. Fruto do amor.

O meu orgulho.

A mãe, uma polaquinha muito charmosa, pobre, moradora na casa de seus avós, numa pequena casa de madeira. Feliz e confiante nos seus dezesseis anos de idade.

Os jovens, livres dos preconceitos formais do casamento, escolhem sexualmente com maior acerto dos que escolhem tardiamente. Tudo era alvissareiro. Tudo prometia, da teoria eu fizera realidade.

Mas meus pais se reúnem. Os avós de meu filho não o queriam ver nascer. Minha mãe fez chantagens, meu pai mentiu como medico e traiu o juramento Hipocrático.

Acertaram e conduziram as coisas. Chamaram os avós maternos de meu filho. Incumbiram o Dr. Trochiminski de convencer-me da inocuidade do ato. Eu me corroia por dentro. Tudo aquilo que ouvira era mentira, ninguém assumia nada fora da teoria. Pior, muito pior, eu solidário a mãe que sofria mais do que eu, desejei e fui assistir o ato “ cirúrgico”. Foi uma curetagem realizada na Clinica do  Hamilton Azevedo, pelo seu filho. Eu testemunhei o homicídio de meu filho, da cureta para a lata de lixo. Inocente, sadio, minha esperança e esperança de sua mãe. O mais profundo de minha alma, e o maior fruto da vida de um homem havia sido rejeitado.

Daí em diante , os meus desenhos acabariam na lata do lixo, os meus poemas já não faziam sentido, as minhas tarefas pareciam vazias de sentido... já não havia em quem confiar.

Mas a minha natureza é forte. Eu nasci amoroso. Gosto do sexo e da companhia da mulher, então duas forças entraram em conflito em minha vida sem solução. Sentia-me e sinto-me ate hoje como um carro que acelera e ao mesmo tempo freia. Eu ando muito cansado.

Decepcionado.

Anos depois eu engravidei outra moça. Não contei para ninguém.

Mas no oitavo mês o pai dela me chamou. As famílias se reuniram. Ela era de família muito rica. Todos queriam.  Eu sentia que dessa eu teria o filho, a aprovação hipócrita das famílias, mas  dela não teria o amor.

Meu filho nasceu amoroso como eu, embora eu ache que ele teme me ofender e ofender sua mãe porque se sente culpado por não ter tido uma família de verdade. É um homem feito, tem profissão... Mas  como eu...terá problemas.

Por que eu escrevo isso? Por que me exponho assim? Por que exponho os meus pais dessa maneira? Porque um erro moral pode cortar pelas raízes as promessas de toda uma vida.

Hoje eu vejo o corpo mole de meus irmãos, todos políticos, com a séria questão do homossexualismo. Isso não é um brinquedo é uma atitude anti-vida. Que o falso romantismo, e o medo da opinião publica os está acovardando. Quando esse cancro entrar nas nossas casas, quando as nossas filhas ou filhos trouxerem as namoradas ou namorados, ou quando alegando bissexualidade trouxerem casais para passar o fim de semana... Já será tarde para acordar. O vicio do sexo anti-vida é tão nocivo quanto o vicio em drogas.

Todos têm direito à dignidade sim (mas  não temos o dever de suportar os seus vícios). Quem convidaria para dentro de sua casa os viciados em crack? Quem serviria maconha e cocaína no aniversario de 15 anos de sua filha? Quem em sã consciência faria isso?

Nós que durante séculos procuramos, geração-pós -geração, preservar e honrar os nossos sobrenomes, veremos tudo ruir. Quem dará o sobrenome numa parelha de dois “homens”, ou de duas “mulheres”? Quem serão os nossos netos? Filhos de quem? Que esperança vocês estão gerando?

Meus pais mataram o seu primeiro neto, e nós, nesta geração já não queremos que eles nasçam. Parece-me ainda pior.

Eu não quero lembrar aos senhores leitores às consequências de ambiente onde o homem quer ser mulher, e a mulher quer ser homem. Chamávamos a eles invertidos. Ora senhores invertam o sim pelo não, o certo pelo errado... Por favor  pensem um pouco.

Nunca será muito lembrar, sexo é o ato do encontro do sexo masculino com o feminino, o resto é erotismo. O erotismo evitando o sexo e a fertilidade virou vicio.

E o vicio não é virtude. O vicio não constrói. O vicio não gera. O vicio não perpetua a vida.

wallacereq@gmail.com



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2 comentários:

  1. Polêmico para os dias atuais, mas totalmente verdadeiro!
    Eduardo.

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