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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Rapidinhas

Hoje li em um jornaleco que um vereador em Colombo, Região Metropolita na de Curitiba foi preso por tomar o salário de assessor, Eu me pergunto, o que fez esse pobre coitado para ser escolhido como bode expiatório? Eu fui funcionário da Câmara Municipal de Curitiba e sei quantos e quantos funcionários são obrigado a trabalhar no mesmo esquema. Não ficava de fora nem o Presidente da Câmara em meu tempo. Tem deputado  do meu partido, que  era vereador naquela época que já fazia isso e continuou fazendo como deputado. O funcionário aceita a trabalhar por meio ou 3/4 do salário. Coitado. Peito teve quem denunciou o vereador de Colombo; Por que não fazem o mesmo os funcionários da Câmara Municipal de Curitiba? Temem perder o emprego, vão ao Ministério, com lápis e papel, façam as contas e vejam que vale mais a pena a denuncia do que esperar para ser mandado embora daqui quatro anos.


O prefeito e vice de Paranaguá perderam o mandato. Diz a imprensa que nos últimos dois anos houve um desvio de 30 milhões de Reais. Pois com muita humildade devo dizer que estes foram uns daqueles que moveram ação contra o Eduardo Requião, pois tinham esses coitados e impolutos politicos os seus negócios prejudicados por aquele.

Alias, Eduardo Requião já teve sua primeira vitória no STF, e jornal nenhum publicou, por que?


Jaime lerner foi condenado pelo STF. Em nenhum momento se disse inocente, apenas que a decisão judicial já não o atingiria (não dá nada como se diz na gíria). Em toda as revistas e jornais locais e nacionais, em reação orquestrada, publicaram largos elogios ao condenado.... quando , me perdoem, seu Sócio Taniguchi, também foi condenado e  é hoje Secretário de Estado, do seu Ex vice Beto Richa ( que mantinha aquele gabinete fantasma na Assembleia),  ninguém da imprensa justiceira disse nada  Passou batido. Imaginem ler a verdade: Condenado por má versação de dinheiro publico assume Secretaria de Estado. Sonhar não custa nada. O genro de Lerner, o Cláudio Prosdocimo também foi envolvido ,, alguém lembra? E o Cunhado condenado a seis anos, alguém lembra? Como prêmio assumiu a Presidência do Tribunal de Contas. Eta turminha... BOA, mas vocês sabem eles podem, um estudou no ITA e isso o coloca acima do Bem e do Mal, o outro se apropriou do trabalho alheio... como Garrone, Bongestabes, Bia, Abrão Assad, Jacob e aquele urbanista Paulista .. vocês lembram.....  mas esse ultimo é  sionista e portanto está muito acima dos crimes cometidos por "distração", sem Culpa ou Dolo. Apenas privilegiou construtoras ( que crime há nisso, ora se fosse nepotismo, meu Deus) em sua longa carreira bionica.


Tenho visto cada coisa que ate Deus duvida.
Como é justa a Imprensa, como são independente$$$$$$$. Silêncio obsequioso para uns, perseguição para outros. Ou são tolos ou são ,mercenários.

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Cassio Taniguchi é condenado pelo STF

Mário Coelho Uma semana depois de condenar um político pela primeira vez, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou mais uma ação penal contra parlamentar. Agora, foi a vez do deputado Cassio Taniguchi (DEM-PR) ser considerado culpado por crime de responsabilidade …
STF condena Cassio Taniguchi por improbidade adminstrativa. Ele também pode ficar inelegível com base no ficha limpa
STF condena Cassio Taniguchi por improbidade adminstrativa. Ele também pode ficar inelegível com base no ficha limpa
Mário Coelho

Uma semana depois de condenar um político pela primeira vez, o Supremo Tribunal Federal (STF) julgou mais uma ação penal contra parlamentar. Agora, foi a vez do deputado Cassio Taniguchi (DEM-PR) ser considerado culpado por crime de responsabilidade pelos ministros da corte. No entanto, ao declarar o caso prescrito, ele não terá que cumprir os seis meses de prisão que foi sentenciado por mau uso do dinheiro público. Se, porém, o Tribunal Superior Eleitoral considerar que a lei ficha limpa, aprovada ontem (18) pelo Senado valerá para as próximas eleições, e se considerar que sua extensão atinge os processos decididos antes da sanção presidencial, Taniguchi ficará inelegível.

Taniguchi foi alvo de denúncia feita pelo Ministério Público do Paraná (MPPR) quando era prefeito de Curitiba (PR). Ao ser eleito deputado em 2006, o inquérito acabou sendo enviado ao STF. Ao encabeçar o caso, o Ministério Público Federal (MPF) acusou o parlamentar de autorizar o pagamento de R$ 4,9 milhões em precatórios de desapropriação de imóveis não incluídos no orçamento da prefeitura.

De acordo com a denúncia, a quitação da dívida ainda teria sido feita com dinheiro recebido por meio de convênio com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para investimento em transportes na cidade. O MPF afirmou que as irregularidades ocorreram mandato dele como prefeito entre 1997 e 1998.

o relator da ação penal, ministro Celso de Mello, entendeu que o contrato assinado não foi respeitado por Taniguchi na época. Segundo o ministro, o acordo previa a implantação de um programa de transporte urbano, o que acabou não ocorrendo. “Os autos demonstram que houve desvio de finalidade na execução do empréstimo. Os recursos foram utilizados de maneira imprópria”, afirmou Celso de Mello no plenário.

Não compareceram à sessão o presidente do STF, Cezar Peluso, e os membros Gilmar Mendes, Ellen Gracie e Joaquim Barbosa. Os outros seis ministros presentes em plenário concordaram com Celso de Mello. Mesmo concordando sobre a culpa do deputado, os integrantes da corte divergiram quanto à punição no caso.

Celso de Mello, Marco Aurélio Mello, José Dias Toffoli e Eros Grau votaram pelos seis meses de prisão. Eles entenderam que o deputado deveria ser setenciado a três meses de detenção por ter empregado recursos em desacordo com os programas a que se destinam e a outros três meses de detenção por efetuar ou ordenar despesas não autorizadas por lei.

Já Ricardo Lewandowski e Cármen Lúcia defenderam que a punição total deveria ser de nove meses de detenção. Somente o ministro Carlos Ayres Britto, que presidiu a sessão, votou pela punição de dois anos e dois meses, a única que evitaria a prescrição da pena. Porém, por unanimidade, os ministros absolveram o deputado do crime de deixar de cumprir ordem judicial, também objeto da ação penal.

A condenação de Jaime Lerner


Por Jaime
Da Gazeta do Povo
Lerner condenado à prisão por favorecer empresa de pedágio
O ex-governador Jaime Lerner foi condenado a três anos e seis meses de detenção por ter favorecido uma empresa de pedágio sem realização de licitação. A decisão é do juiz federal Nivaldo Brunoni e tem data desta terça-feira.
A pena, porém, é em regime aberto e foi trocada por multa e pena alternativa. A multa foi de R$ 50 mil. E a pena alternativa é de prestação serviços à comunidade.
O dinheiro da multa será destinado a uma instituição de caridade ainda não definida. Cabe recurso da decisão ao Tribunal Regional Federal de Porto Alegre.

O motivo da pena é a falta de licitação para escolher a empresa que gerenciaria a praça de pedágio entre a Lapa e Araucária. A praça foi colocada cinco anos depois da criação do Anel de Integração, de 1997.
Lerner optou por destinar a praça à mesma empresa que trabalhava em estradas próximas, a Caminhos do Paraná, sem fazer novo processo licitatório.
O Ministério Público contestou o ato, que classificou de criminoso.
A decisão do juiz Nivaldo Brunoni é clara.
"A conclusão que se chega é que a empresa Caminhos do Paraná S/A, não obstante as contrapartidas a que se obrigou, foi manifestamente favorecida com a concessão do novo trajeto", diz o juiz.
"O ponto principal da análise não é conclusão simplista de que não houve desembolso de valores por parte do Estado. O que importa é que um grupo econômico ganhou um contrato de exploração de pedágio por vinte anos, em total desrespeito aos preceitos da justa concorrência e da busca pela melhor proposta ao interesse público", continua.

Defesa

O advogado de Jaime Lerner, José Cid Campêlo Filho, discordou da decisão do juiz e diz que ela se deve ao fato de que o magistrado "não gosta de Jaime Lerner".
"O juiz deixou as suas emoções se sobreporem aos fatos do processo. Atuou ideologicamente", afirmou.
Campêlo Filho anunciou que vai recorrer da decisão. "Confio na vitória como sempre confiei", disse.
Comentário:
O Paraná é refém das concessionários de pedágio. Se não me engano, os contratos firmados no governo Lerner foram de 20 anos com renovação de mais 20 anos. Paga-se preços totalmente abusivos nesses pedágios. Para cumprir os contratos, as concessionárias muitas vezes refazem o asfalto sem necessidade, mas não fazem outros investimentos necessários. Ou seja, além de prever cobrança de valores abusivos, os contratos são totalmente inflexíveis. Nem todas as praças foram cedidas com licitação, o que gerou a condenação do ex-governador; condenação em primeira instância.
na de prisão foi convertida em multa, de valor muito pequeno dadas as condições do condenado e dado o prejuízo ao Estado.
Entendo que todos os contratos deveriam ser revistos. O Roberto Requião bem que tentou mudar a situação, porém os inúmeros processos solicitando revisões ou anulações de contratos foram todos favoráveis às concessionárias. Deveria haver alguma lei específica para proteger o Estado da irresponsábilidade de ex-governantes.

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