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domingo, 22 de maio de 2016

Segredos da Petrobras II

Segredos da Petrobras II

Qualquer funcionário em uma plataforma marítima de extração de petróleo pode testemunhar que exportamos enormes quantidades de óleo. Eu me pergunto o por que de tal atitude se revistas especializadas nos dizem que o Brasil tem necessidade desse óleo? Parece que pagamos dividas contraídas em papel moeda, ou apenas créditos internacionais com riquezas não renováveis em prejuízo do povo brasileiros.
A história do petróleo no Brasil é bem curiosa. Ate o inicio da Segunda Guerra não havia poço economicamente explorável em nosso país; Os poços históricos de Bofete ( final dos anos 1800), e de Ignácio Martins no Paraná, técnicos ingleses e norte americanos afirmavam com provas técnicas que o Brasil carecia de jazidas de hidrocarbonetos. Foi Roosevelt andar pelo Brasil, e as necessidades da Segunda Guerra pela borracha brasileira e pelo petróleo, e magicamente em Lobato, Bahia, começamos a produzir óleo entre 1937-38. Curioso. Em 1970 já éramos o 22 produtor de óleo e gás no planeta. A partir do ultimo boletim informativo da Petrobras em 1974 as informações sobre o potencial e produção de petróleo no Brasil passou a serem sonegadas ao povo. Todavia em 1974 dos quatro mil poços furados pela estatal Petrobras, pouco mais de 2800 produziam óleo e gás liquefeito de petróleo. Mas o povo desconhecia isso. Já explorávamos petróleo na Plataforma Continental  em 1974, assim distribuídos, total duzentos e vinte e cinco poços assim distribuídos: 13 no Amapá; 4 no Pará; 8 no Maranhão;1 no Piauí;4 no Ceará; 9 no Rio Grande do Norte; 12 em Alagoas; 96 no Sergipe; 28 na Bahia; 23 no Espírito Santo; 7 no Rio de Janeiro; 1 em São Paulo. 1 no Paraná e 1 no Rio Grande do Sul. O povo nada sabia. Poços submarinos ate 1973 já haviam sido perfurados  na Bacia de Todos os Santos 420 poços, e o povo desconhece isso. Documento de 1974, portanto não poderia citar as refinarias do Paraná em Araucária e do Xisto em São Mateus do Sul, mas cita as seguintes refinarias da Petrobrás: Refinaria de Mataripe na Bahia datada de 1950; Refinaria de Capuava de 1954; Refinaria de Cubatão de 1055; Refinaria de Manaus Amazonas 1956; Refinaria Duque de Caxias de 1961; Fabrica de Asfalto em Fortaleza em 1966; Refinaria de Betim em Minas Gerais e Canoas no Rio Grande do Sul ambas de  1968 e finalmente a Refinaria de Paulínia de 1972; E o povo desconhece tudo isso. Nesse tempo não se conhecia as possibilidades técnicas do pré-sal com reservas de 20 bilhões de metros cúbicos de óleo, nessa primeira fase.

Compreendem? Anos atrás, as petroleiras internacionais aconselharam o Brasil a ampliar suas águas territoriais para duzentas milhas. Usaram como bode expiatório navios pesqueiros japoneses que pescavam em águas brasileiras. Na verdade se pretendia evitar pesquisas de outras nações sobre essas águas, e a Marinha Brasileira, sabendo ou não ficou responsável pela guarda dessas imensas reservas de petróleo. Pouco antes da divulgação das descobertas do pré-sal e suas jazidas, pressões internacionais, articuladas, aconselharam a redução da faixa de águas territoriais brasileiras, colocando as jazidas em águas internacionais, mas espertamente ofereciam a Petrobras, como se já não fosse dela, a garantia do monopólio da exploração. Hoje essas jazidas já estão abertas a plataformas estrangeiras e diversas nações pesquisam em águas brasileiras sem dar satisfação a ninguém. ( Continua).  







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