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quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Nesse momento de perseguição aos cristãos, republico esse texto.

Os Cruzados (I).
Eu ando meio apaixonado pela obra dos Cruzados. Gostaria de escrever aqui um tratado, mas não tenho competência para tanto. Farei quando muito nesses quatro artigos um ato de sublinhar aspectos importantes da obra dos Cruzados.
O primeiro ponto que quero sublinhar é o de que afora os livros escritos durante os anos que se seguiram à bravura dos Cruzados, editados como romances e aventura, claramente formadores da juventude e da sociedade, as Cruzadas sofrem e sofreram um constante ataque, por autores de diversas correntes, numa clara tentativa de desmoraliza-las.
Com muita frequência nas introduções veremos uma ressalva critica e desmoralizadora: “As Cruzadas nascidas de Inspiração religiosa degeneraram e tornaram-se veículos de políticas expansionistas; escondiam interesses militares e econômicos”.
Ora prezado leitor, me mostre uma só campanha ideo - militar que não tenha tido interesses econômicos políticos e territoriais. Mas você jamais verá na introdução de suas histórias uma ressalva desmoralizadora como essa. Pior os católicos as repetem em suas edições, e para minha surpresa, esquece-se de valorizar os aspectos positivos das Cruzadas.
Toda introdução ao tema deveria lembrar que a Europa estava prestes a se tornar mulçumana. Esse fato não pode ser esquecido ou sonegado. Quando um autor lembra esse fato, o faz criticamente, chamando os muçulmanos de tolerantes e aos Cruzados de intolerantes, o que é absolutamente falso. Os inimigos de Cristo estão em todos os lugares, sobremodo entre autores marxistas, judeus, muçulmanos e cristãos heréticos. Tal fato torna raro encontrarmos livros que façam a apologética histórica do cristianismo e da Igreja de Cristo. Sumiram das mídias os textos gloriosos dos Cruzados, por um único motivo, eles exaltam o Papado. Eles dão unidade às nações cristãs da Europa. Eles exaltam a Civilização Cristã.
Somente como exemplo, o leitor pode consultar dois livros radicalmente diferentes, o que mostra os problemas de quem estuda a história. Se você ler a Historia da Idade Media do autor russo E.A. Kosminsky (editora Vitória) comparando com a Historia da Idade Media dentro da obra Études sur L´Histoire de  L´Humanité de F. Laurent ( volume 4), te parecerá que estamos estudando fatos e períodos históricos totalmente diferentes. Ou seja, a Ideologia e o tempo em que foram editadas as obras sofreram a pressão e a determinação das ideologias reinantes, o que deforma a história dando-lhe vias e conclusões inesperadas.
O aspecto econômico.
Esta claro que uma rede comercial foi sendo estabelecida na justa medida que os povos iam se conhecendo. Assim os antigos impérios mesopotâmicos dos tempos históricos, posteriormente a Colonização Grega do Mediterrâneo (outro dia ouvi um árabe apresentar as ruínas Gregas da Síria e do Líbano como obra da cultura árabe antiga, então tudo é possível de se afirmar ao atacarmos a Igreja), o Império Persa, seguido pelas conquistas de Alexandre e mais tarde pelo Império Romano deixaram sim uma malha de rotas comerciais e suas consequentes necessidades de consumo entre os povos europeus e os povos orientais. Portanto o aspecto comercial e econômico transcendia qualquer aspecto religioso e existia desde muito antes do nascimento de Cristo.
Com a expansão do Islã (ver mapa embora o mapa mostre o domínio Turco muçulmano em amarelo, fato ocorrido bem depois das Cruzadas) os muçulmanos cercaram e dominaram todos os caminhos comerciais entre o Ocidente e Oriente isso não podemos negar. Foi a preção sobre a Sé de Roma, e a proximidade da tomada de Constantinopla (cidade de Constantino o grande Imperador Cristão) que levaram ao fenômeno dos Cruzados.
Para nós brasileiros, é de Maximo interesse saber que a segunda cruzada libertou parte de Portugal do domínio árabe. Ora isso é determinante para nossa Historia, pois ou Portugal não existiria, ou seria muçulmano, tendo como consequência que o Brasil seria, se os fatos se repetissem um país muçulmano. Embora, foi à procura de novas rotas comerciais com as “INDIAS” que resultou na descoberta e colonização de nosso país.
Sendo assim, nesse primeiro texto, o estudante de história, se seguirem esses destaques iniciais que fazemos já verão o fenômeno dos Cruzados com outros olhos. Os “tolerantes” haviam invadido a Siria e a Pérsia. Queimaram a Biblioteca de Alexandria no Egito, construíram uma mesquita sobre o Templo de Jerusalém ((658 que esta lá ate hoje); apoderaram-se da orla mediterrânea, invadem a Espanha cujo território era maior do que é hoje, invadem a França, transformaram a basílica de Santa Sofia, a Sé Bizantina, em Mesquita, como está até hoje na ligação comercial mais importante entre o Ocidente e Oriente, mas foi o desembarque no Sul da Itália dos Sarracenos em 846) que fez tremer a cristandade. Quando o califa Haken mandou destruir o Santo Sepulcro e as relíquias cristãs em Jerusalém em 1009, acendeu-se a resistência católica e popular. Todavia os muçulmanos só foram expulsos do Reino Islâmico de Granada, pelos reis Católicos em 1492.
Álvaro Negromonte em sua História da Igreja nos diz assim: “No campo político as Cruzadas deram o mais valioso resultado, libertando a Europa da ameaça muçulmana por 250 anos e retardando a invasão turca muçulmana por mais dois séculos. Isso bastaria para a civilização ocidental dever imensa gratidão a Igreja”.
E eu a cada dia que passa concordo mais com isso. A civilização moçarábica tão “cantada” foi claramente uma conquista do cristianismo. Analfabetos os primeiros quatro califas, ao exemplo de Maomé eram rudes e fanáticos. Dominando pela força povos mais civilizados como Persas e Sírios, cidades gregas da orla mediterrânea receberam deles benéfica influencia. Foi depois da sua convivência com os cristãos que se deram ao cultivo das letras, fundaram escolas e apareceram seus nomes nas ciências. Cotejem as datas para comprovar. Assim a tão falada civilização árabe muçulmana iniciada em 622 depois de Cristo nos parece, ser outra vitória do cristianismo. Daí para frente tem contribuições apreciáveis na medicina, na botânica, na química, na matemática, na astronomia (herança da religião árabe antiga o SABISMO) e na arquitetura. Assim os cristãos moçárabes (que viviam entre os árabes e tinham origens variadas) receberam dos invasores, sobretudo influências, costumes e linguísticas.










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